e este é o quarto encontro do ciclo de palestras sobre o tema a língua como objeto de análise e como uma pele de ensino esse tema insere-se na verdade numa temática bem mais amo que é a linguística o texto e o ensino da língua a que na verdade é o título de uma obra publicada pela Editora parábola esta aqui na qual é eu reuni vários ensaios mais artigos que tem exatamente o texto como o eixo de toda a discussão e sobre o conhecimento e o ensino da língua eu resumo o a natureza desse trabalho na
seguinte passagem o imóvel as linhas deste livro RS arrumar a importância da palavra como eixo de qualquer projeto Educacional uma vez que é na posse e do exercício da linguagem que se reconhece o traço essencial do modo humano de ser no encontro anterior eu falei de léxico e gramática o léxico tratado como aquela parte da língua responsável pela simbolização do nosso conhecimento do mundo Olá seja esse conhecimento o conhecimento né de coisas reais ou coisas fictícias imaginários contagiosas seja o conhecimento das de dados objetivos seja e dados subjetivos lol neste encontro de hoje nós vamos
trabalhar esse ficar mente o léxico e o léxico como o recurso de construção do texto percurso de construção do sentido do texto e para tanto obviamente nós precisamos levar em conta as duas coisas a por um lado as unidades do léxico se relacionam o nosso conhecimento por exemplo das relações de antonímia e sinonímia tá as relações de geral e específico né como por exemplo talher e garfo fruta e laranja pedra mas também existem as relações que se estabelecem no interior de um texto e as relações lexicais e as relações gramaticais das relações públicas ficais que
se estabelece é no interior do texto A o que podem ser aproveitadas na articulação do texto Nós Vamos explorar a metáfora metáfora que está presente avassaladoramente né no nosso cotidiano a haja vista não é por exemplo o emprego de termos né pesquisar ativos desse de animais como a raposa touro Leão Chester não é para a nomear comportamentos humanos características humanas ou seja pegamos uma palavra de um domínio na designação dos animais para identificar propriedades em outro domínio que é por o comportamento humano a metáfora é fundamentalmente isso né a expressão dessas semelhanças o Valencia vence
Santos conceituais da entre domínios do conhecimento uma a transformação de nossas experiências do mundo é conhecimento se envolve com frequência o emparelhamento de domínios diferentes por conta de sua correspondência e É só compartilhar o conhecimento assim conseguido assim estruturado o ego muito e nós passamos hoje e comparações os signos e da Taurus e encontramos a cultura popular mais prática muito de ver filho de exploração dessas correspondências [Música] é só e charadas e deixa eu ver se o rei duas delas O que é o que é que cai em pé e corre deitado outra o que
é o que é e quanto mais rugas tem mais novo é [Música] a resposta dá para ver é desconhecida não é a chuva a resposta segunda nem tanto meu adivinhas é na realidade nós estamos variando a luz domínios de conhecimento é um tubinho de conhecimento que o objetivo da chuva ou o do pneu e outro domínio de conhecimento e é na verdade uma formulação muito genérica e tem o caráter de uma espécie de charada e o que é interessante observar aqui tanto na formulação genérica da charada quanto na representação objetiva nós temos coisas em comum
ou seja a chuva efetivamente se apresenta como alguma coisa que têm uma resistência vertical e até atingir o chão não é o sol aí ela corre Então ela cai em pé e corre deitada E no caso do pneu e nós temos uma superfície e frisado a Oi e o pneu novo obviamente tem aqueles frisos e o que acontece aqui naquele o outro domínio de conhecimento da formulação da charada o que nós temos é a ideia de ruga bom então é isso aí deixa alguma dificuldade a mais o que interessa é que a ruga é um
sinal de velhice e a charada se constrói exatamente eu não contraponto entre a evidência dessa da velhice EA realidade da Juventude então a ruga não é um sinal de velhice é uma resposta obviamente vem como resposta a uma parado entendeu bom que é interessante verificar é que nós estamos aí diante de exemplos é de um exercício criativo da língua e o não se trata do uso da linguagem simplesmente para a comunicação objetiva na publicação de informações trata-se de um uso da linguagem para provocar a exercitação do raciocínio em uma dimensão lúdica Mas é isso realmente
é uma coisa muito interessante porque o caráter lúdico não está no próprio mundo lúdico estar na construção da linguagem a E é disso que nós vamos exatamente falar neste nosso encontro de hoje como é que é a um trabalho um tanto lúdico da linguagem na construção de um texto poético eu vou dar mais um exemplo que é tirado de uma coluna A na internet e quem tem Carlos evita Sapato Apertado foi mais ou menos assim e o jornalista Josias de Souza comentou em uma coluna a simpatia dos senadores pelo novo indicado para compor a mais
alta corte de Justiça do país o Supremo Tribunal Federal sabe-se que compete ao STF julgar os parlamentares federais existem juízes mais rigorosos e juízes menos rigorosos os Réus donos dos calos sempre tem medo dos primeiros não juízes mais rigorosos e equivalem aos sapatos a ter resultados bons O que é o Josias de Souza queria dizer aqui os senadores a revelar uma grande simpatia não é como o novo indicado PA o Tribunal Federal porque sabem ele não é um juízo muito rigoroso é ou seja ele não seria um Sapato Apertado o que seria péssimo para eles
porque são portadores de calos é muito bem o responder sua dente né Aos assistentes em que ele se deve nós estamos mais uma vez diante e o uso da linguagem em que se né emparelham dois domínios do conhecimento ou seja essa articulação de domínio do conhecimento quem paga é produzir significação é o que está na base da produção das metáforas uma metáfora é portanto ou recurso de linguagem que revela equivalências ou afinidade com sexuais entre dois domínios da experiência [Música] e a experiências lá nos acostumou a tratar a metáfora como um recurso expressivo [Música] é
característico da linguagem Liberdade não é da linguagem poética acabamos de ver a metáfora é muito mais comum do que se pensa podemos deparar com uma em cada frase do uso trivial e cotidiano e se dizemos o lavrador correu o abacaxi e também dizemos quem semeia vento colhe tempestade isso fica claro e estamos nos vagamos metáfora Pois é o uso cotidiano do uso corrente se dizemos as vacas ouvir não o advento também dizemos ruminar pensamentos e se dizemos que abre esse coco para mim também dizemos quebrar o silêncio por sua vez substantivos verbos e adjetivos basicamente
relacionados ao universo animal são correntemente transferidos por força do processo metafórico para o universo dos seres humanos suas características e atitudes dizemos por exemplo esses políticos são velhos raposas a digitar do motorista rosnou um palavrão aplicou no paciente uma dose cavalar de antibiótico prepare que nesses casos raposas não é o rosnar e tava lá o primeiro um substantivo o segundo né um verbo O terceiro um adjetivo estão sendo empregados metafórico também ou seja né em virtude de um emparelhamento de dois domínios de sentido da depois domínios de conhecimento e é isso e constitui a etapa
nós vamos agora mostrar que muitas vezes fazemos uso de metáfora a para oferecer uma percepção nova de uma experiência banal quer dizer a metáfora é um recurso de economia da linguagem Nós não precisamos a conhecer uma unidade léxica Nova servimo-nos de uma unidade léxica que está né na nossa memória e aplicamos aplicamos essa nova essa unidade lexical ao outro domínio de conhecimento pelo reconhecimento de semelhanças de equivalência ou sexuais entre os dois reinos né mas vamos ver pelo menos dois exemplos há situações em que a metáfora é empregado na verdade a produzir um efeito de
sentido bastante original ou seja para que nós possamos ter né uma percepção nova às vezes de uma experiência e é corriqueira olhem o que que é metáfora é capaz de fazer [Música] e o relógio costura meticulosamente quilômetros e quilômetros do Silêncio noturno Mário Quintana reparem que o poeta emprega o verbo costurar para estabelecer não é uma ligação entre dois domínios do conhecimento ação de costurar é uma ação repetida o movimento né do relógio também é o movimento Nelson táxi e se repete se prolongar é praticada de forma decidida a não a metáfora e é a
passar um justamente dessa semelhança dessa correspondência entre os dois domínios conceituais o mais um exemplo e eu digo agora de um poeta o Adriano espínola Esse é o seguinte o céu é uma vela inflamada ao sopro salubre das ondas repare que nós temos não apertar a floresceu em uma vela inflamada e o céu é captado na expresso simbolizado por muitas metáforas e a mais famosa delas é da abóbada Celeste né pela curvatura essa ideia da curvatura vai tão presente na concepção nós temos e céu ah é expressa aqui pela vela inflada o a imagem das
ela tem tudo a ver com o espaço do mar lá e apaga em que ir nós temos aos socos a lombriga sondas o salubri grife com água salgada né então nós temos uma integração é uma metáfora e capta uma integração entre na a mar e o que seria então uma cobertura sobre esse mala é como se o céu fosse produzido pelas próprias ONGs lá estabelecendo casamento não é uma integração muito forte né desses dois componentes da paisagem como se fosse tudo uma coisa só a metáfora tem é a virtude de expressar essa unidade e o
na sequência Vamos então examinar o funcionamento de três grupos de metáforas na construção do discurso poético e o texto que vamos ler e comentário um sorriso do Poeta Mário Faustino nascido em Teresina capital do Estado do Piauí em 1930 e se estivesse vivo Mário Faustino teria completado 90 anos em 22 de outubro do ano corrente ele morreu aos 32 anos de idade em um acidente de avião Tá bom o que vamos observar nesse sorvete que é a integração de três domínios de sentido numa no entrelaçamento metafórico extremamente rico o Vamos então a ver o soneto
é o seguinte o e sonhou a mulher e se cumprir o e sonhou que no ventre da guitarra Silent uma semente Se partir em branco riso e música Fanfarra de dor e glória por Delfim nascido em o e sonhou a mulher que enfim floridos eu trato de terreno hoje aberto dormia sem sonhar sobre o deserto passado que em futuro então se abria frutificando em Palmas de alegria e na vira umbilical Orfeu topava Acalanto ilusório aqui dormia e entre árvores de sonho balançava a rede filial ainda vazia e note que nós temos portanto esses três Campos
semânticos o da natureza propriamente falando lá o do corpo feminino e o da música esses três domínios conceituais esses três domínios e sentido Interlagos na construção desse ter Vamos então ao exame mais detalhado Tá bom vamos então começar por uma interpretação do primeiro verso e sonhou a mulher que se cumprida e Esse verso resume é tudo o que se passa do Soneto esse Soneto tem até uma particularidade É raro um soneto que tem assim converso como uma anunciado independente né logo no primeiro verso e o temos aí do José e o verbo mais interessante aí
é exatamente o verbo cumprir porque ele pode significar atender atingir realizar satisfazer entre outros significados lá todos esses sentidos tem em comum a ideia de uma ação que se completa é uma são aqui realiza a sua totalidade pelo técnico comumente usados pelos semanticistas né para esta ideia de completude do processo é felicidade na disse então e é um verbo pélico verbo que denota uma bicicleta e olha macho o fato do mundo e aqui esse verbos se refere não fica claro dos limites desse verso inicial a é só como desdobramento do texto o leitor fica sabendo
o preço que significa a conceder gerar dar vida à é a escolha desse verbo se revela um ponto de visto a esse ponto de vista pode ser é daquele que fala do poema não é o que chamamos eu Lírio e pode ser esse ponto de vista mas também pode ser o ponto de vista da mulher hoje o sonho o soneto descreve quer dizer a mulher que se cumprir do ponto de vista dela e o personagem do sonho é mas nós vamos ver se isso esse fato não se concretiza do ponto de vista delírio E paramos
a concepção é a plenitude o teto completude da condição feminina a cumprir não é simplesmente atingir uma meta vou dar conta de uma tarefa satisfazer uma exigência a no significado de cumprir uma conotação moral ou seja cumprir é fazer algo em nome da Honra e do dever uma dignidade que uma missão Nobre requer não é por acaso que o meu vídeo vou adotam como solene para fazer um anúncio de sonho e sonhou e sonhou esse ou esse discurso tem um eco bíblico e por sua vez o verbo sonhar' abre o espaço mental da Fantasia é
só que a mulher até personagem nesse espaço mesmo ela vive a experiência do Sonho Sem consciência do sonho o João eu lírico manipula esse espaço mental né tem controle do que se passa nesse espaço mental porque é um sonho é uma construção dentro do poema e o eu lírico tem o controle esse plano de elaboração do corpo essa diferença é fundamental para a leitura que estamos propondo para o soneto como experiência fantasiosa e inconsciente o sonho torna possível a realização do desejo da maternidade e o maternidade comissão haja Vista conotação já é alçada do verbo
cumprir por outro lado a um processo consciente o da Anunciação da o do relato da feitura do poema e Cave ao eu-lírico desencadear E é só nesse plano que existem escolho as escolhas são denunciando e não do personagem esse anunciador opera um cientemente os testes de um modo geral se distinguem comercial comercial dentes nesse aspecto em uns desprovidos de sinalizadores do processo enunciativo e o anunciador procura dar a impressão de que o texto Oi e a imagem Sem Retoque e Imparcial do fato Esperança o e outros o anunciador vai deixando aqui ali os sinais de
sua inapelável intervenção na construção do sentido a nossa ideia é a rastrear alguns desses sinais especialmente no plano das opções lexicais Olá neste Soneto o sonho promove Como já disse anteriormente a integração de três Domingos conservatório é a natureza humana é representado aí Piedade mulher e metodicamente né pelo ventre a música representada particularmente pela guitarra Oi e a natureza propriamente dita né a natureza bruta natureza da terra né Argos a e aqui nós vamos simbolizar pela semente e os domínios como sexuais natureza humana e natureza vegetal ou natureza frutas se acham identificados seguramente em todas
as culturas [Música] trocando entre si termos e expressões Isto é a natureza humana E aí a natureza vegetal incluindo-se aí a terra né e na verdade mineral formam um amplo balcão das negociações nessa fólico por isso podemos dizer no poema esses dois domínios a chikungunya no sonho da mulher eu já uso o vídeo da música especialmente é identificado nas figuras da guitarra e da lírica esta reais símbolo da Inspiração poética né e o Rubinho da música repito tenho outro papel no texto o domínio da música representa o espaço de manobra do Floresta [Música] [Música] o
Ou seja a consciência criadora e critica do eu-lírico a integração dos três domínios logo nos primeiros versos [Música] me dá uma pista falsa sobre as imagens que compõem o sonho o ponto de vista da mulher de inclui apenas os domínios naturais os domínios da arte música poesia corresponde a presença do eu-lírico na construção dos sonhos II é a expressão ventre da guitarra mistura natureza né que é o útero espaço da gestação e cultura porque a caixa o espaço de ressonância das notas musicais A semente se divide o e origina um fruto e esse fruto sofre
uma metamorfose indo do pranto eo riso que são metonímias das reações emotivas o corpo e a música EA Fanfarra e são YouTube News das criações culturais e a fertilidade a concepção e seu resultado né que Expresso no em Delphi nascido são igualmente apreciados pela mulher e pelo eu lírico já que em um primeiro momento o eu lírico se lembra a felicidade experimentada pela mulher ao incorporar ventre alumínio com sexual da música mais uma vez a expressão ventre da guitarra EA poesia é o eu lírico se torna parte do texto por meio de ser um instrumento
a guitarra variante da Bíblia símbolo da Inspiração poética a partir desse momento se desdobra em paralelo a criação da vida levada a efeito pelo sonho e afiliação texto levada a efeito pela arte do poeta e por ser pobre do inconscientes o cenário criado pelo sonho é mutante é germinada no ventre da guitarra a semente é o mesmo tempo início da vida e o início do poema o verso 6 ao verso 10 o cenário mesmo ainda armado com metáforas se torna estritamente natural a fertilidade é da terra e pague Na expressão terreno roxo e perde terreno
certo e se desdobra em planta Florido notificando o sonho se Desenrola como um ato da mulher livre da interferência não se ativa do eu-lírico que só se manifesta por imagens ligadas a música efetivamente mesmo que de forma paradoxal a mulher dorme sem sonhar consciente do estado anterior de infertilidade o rapaz na expressão sobre o deserto passado esse estado anterior de infertilidade é insuperado toque na expressão e um futuro então se abria como o sonho é espaço de associações dirigidas pelo inconsciente as palmas vegetais logo sofrem uma metamorfose graças a polissemia e elas viram Palmas como
manifestação de Triunfo e júbilo Palmas de alegria nessa passagem o eu lírico deixa o controle enunciativo das associações do sonho e adota o ponto de vista do senso comum na recuperação da identidade entre ventre e terra e essa renúncia no entanto é uma dissimulação e dura muito pouco como se pode ver nos quatro versos finais o e agora Um cenário é o urso e agora tanto a lira quanto a rede são explicitamente manipuladas por europeu Deus da música Orfeu entrou uma calan tu para embalar o sono inspirar o sonho da mulher o conteúdo da imagem
ventre da guitarra é rei esperado nas combinações Lira umbilical e rede filial o poeta trabalha caprichosamente a construção das duas primeiras imagens a porção literal do significado da expressão é dada no núcleo da construção ventre vira e a porção metafórica é ativada pelo modificador da guitarra umbilical há uma inversão dos papéis semânticos desempenhados pelos domínios natureza primeiramente literal depois metafórico e música primeiramente metafórica e depois literal temos uma curiosa e interação do espaço dos espaços da realidade da fantasia na Trama do texto o poeta tanto se vale de entidades reais para ingressar no universo da
fantasia quanto o ensino entidades míticas para dar notícia de fatos reais O que quer dizer a mulher é real Mas o que ela faz sonhar corresponde a uma aí realidade né e é a concepção que não acontece Orfeu e mítico e real portanto Mas o que ele faz corresponde a uma realidade ausência da Concepção daí rede filial em da vazia este Soneto pode ser lido portanto como um texto sobre o enigma da criação poética nele é explorado o potencial semântico das palavras Graças às suas possibilidades combinatórias EA energia do mito de Orfeu em quem o
eu lírico se mimetiza para cumprir seu papel de preencher o espaço da página não é inscrito do poema à custa da ilusão que inflige a mulher que sonha em e vamos encerrar este quarto encontro o período havíamos a leitura de um texto poético pelo viés de sua meditação de cristal e com mais um problema e agora é uma caixa do poeta Curitibano Paulo Leminski sofrendo esse Bambu só tiro o que lhe deu o vento o texto ser desafiadora né conciso como acontece com qualquer time mas este poema especialmente envolve sutilezas que só são reveladas quando
examinamos as variáveis de sentido há uns entradas em seus dois verbos superar gerar e dar à [Música] e nós estamos diante de uma síntese do processo criador da poesia o processo criativo da arte de um modo geral Nós caso esses dentes da física porque envolve a linguagem verbal o primeiro pela referência ao Bambu o elemento da natureza para ouvir no texto objeto culturalmente modificado em um instrumento musical né o caso mas falta um o urso enquanto dancia é bem Elementos da natureza seria a ele a em movimento e o recanto o álbum também natural mas
o ato de soprar eu acho mano E é verdade que nós dizemos que o vento sopre apenas um prece ao vento e uma capacidade humana O sopro no caso da origem a um produto humano a música é sonoridade e vejamos então o jogo dos verbos como é que esse jogo é extremamente rico a extremamente frio temos os verbos soprar da e tirar o primeiro dos verbos é os comprar né soprando esse Bambu logo em seguida vem tirar só tiro e olhe esse só interessante é o que me deu o vento Olha o vento é natureza
e mais o vento da alguma coisa é mais circular alguma coisa que eu vá É mas o produto é tirado pelo ato de soprar que no caso é do soprador na flauta Ué o artista e bom então nós temos uma oposição é de tirar me dar por lado que é a oposição entre ler a doação do dar é isso eu despojamento do Ceará por outro lado nós temos a oposição entre é o as duas acepções do verbo tirar tirar como é remover lá é o que acontece quando se diz por exemplo tirar um dente então
ele tem uma no sentido o resultado negativo o que é uma ausência mas existe o tirar e é um criar gerar dar vida a Quando se diz tirar um som tirar uma música e é o que se diria por exemplo ao afirmar que Michelangelo tirou do mármore a figura de Moisés ou seja por meio do arco do trabalho E é isso que nós estamos aqui e leve seus alunos para os dicionários tem a eles a oportunidade de descobrir o potencial semântico das palavras e em consequências potencial dos significados de nossas experiências de os alunos vão
se espantar em toda a Grande descoberta na si mesmo é com o spam portanto não é essa habilidade de reconhecer as relações do léxicas no interior do texto Quando essas relações são estabelecidas engenhosamente né pegou torpedo correta é nos dá a grande vantagem de tirar proveito olhe mais uma vez dela Tirar tirar proveito da leitura e é esse o recado é