Olá, [música] seja muito bem-vindo ao Café com Política. O programa de hoje recebe jornalista, influenciador digital e pré-candidato ao governo de Minas pelo partido Missão Bem Mendes. Obrigado pela presença, pré-candidato.
Sou eu quem agradeço. Muito obrigado mais uma vez estar aqui no jornal Tempo. É uma satisfação muito boa.
Hoje eu tenho a companhia da minha colega de editoria de política, Érica Giovanini. Obrigado, Érica, pela presença. Obrigada.
A gente vai começar com uma pergunta que uma pergunta que a gente fez para todos os pré-candidatos, eh, que a gente queria que você contasse um pouco da sua trajetória política, como que você chegou até esse esse momento de ser pré-candidato ao governo de Minas. Perfeito, Pedro e Érica. Eu sou jornalista, como você disse, advogado também.
Então, faço um trabalho aqui no estádio de Minas Gerais, a defesa do consumidor já há 7 anos. E sempre o meu trabalho, ele sempre esteve ligado à carência do setor público, né? Porque o meu trabalho é uma denúncia da falha de prestação de serviço do estado.
Se o estado prestasse um bom serviço ao cidadão, não precisaria de ter um programa de defesa do consumidor, né? E nesses 7 anos, sempre percebendo todas as dificuldades que o cidadão mineiro enfrenta, eu decidi no sétimo ano de trabalho, sétimo ano de experiência, depois de ter tido os meus três filhos, percebendo o rumo que o Brasil tem tomado, que o estádio de Minas Gerais tem tomado, também eu decidi finalmente aceitar os convites que sempre eu recebera, né? Então, desde a primeira a primeira eleição que teve depois que eu que eu comecei a fazer esse trabalho, eu recebi convites, mas não via sentido, né?
Eu achava que não era o momento. Desta vez conheci um projeto interessante que é o projeto do Brasil através do Partido Missão e percebendo também essas eficiências do próprio poder público, decidi aceitar o desafio. E o que que tinha de diferente no missão pro senhor aceitar o convite agora?
Que que o partido tem de diferente dos outros? Certo? Eh, Érica, a missão é o único partido que tem projeto de Brasil, né?
Se você conhecer os nossos materiais, os nossos projetos, o livro amarelo, que é uma condensação de todos os projetos da missão, você vai ver que nós estamos pensando não apenas de agora até outubro, né, como a maioria dos partidos fazem. Eles pensam até o pleito, fazem um programa de governo superficial pensando nas eleições, depois esquece do do Brasil, esquece do estado. O partido Missão, ele tem um livro que fala sobre o diagnóstico do Brasil agora, como o Brasil está e para onde nós chega eh nós iremos, né, aonde nós chegaremos como país.
Então ali o projeto do partido, ele pensa em todos os aspectos da vida do cidadão, segurança pública, educação, moradia, saúde. Então nós somos o único partido que dá para você agora fazer perguntas para mim que sejam pontuais do nosso programa de governo, né? Eu entendo a a o trabalho de vocês como jornalistas e o desafio que é entrevistar outros pré-candidatos que você vai ter que fazer perguntas genéricas, né?
No nosso caso, você consegue fazer perguntas específicas acerca do nosso programa de governo, porque ele tá publicado, né? Está publicado em um livro chamado livro amarelo. Se você concordar ou discordar, você tem a possibilidade democrática de abordar todos os pontos que pensamos para o Brasil.
E mais, e o a pessoa que apoiar o cidadão, o eleitor que apoiar os nossos pré-candidatos e os nossos candidatos, ele não vai ser enganado, né? ele não vai est votando e lá na frente sendo surpreendido porque eu não sabia que era assim, não. Agora a gente tá sendo bastante transparente e quem nos apoiar e graças a Deus nós temos conseguido o apoio, um crescimento expressivo e não só em Minas Gerais, mas Brasil, aa essas pessoas elas têm a certeza que quando chegarmos ao poder, nós faremos exatamente aquilo que já havíamos falado há muito tempo.
E por que a decisão de começar? Você deve ter ouvido bastante a sua pergunta, né? Porque a decisão por começar já se candidatando a governador sem passar pelo legislativo antes?
Perfeito, Pedro. Eu respondi inclusive essa pergunta à companheira de vocês, a Letícia, né, no programa eh Café com Política, também que tive o prazer de ceder a entrevista. Eh, primeiro eu fui convidado pelo partido, né, para essa para essa função, para disputar essa função pública.
E eu entendo que a vida política ela não pode ser uma carreira, né? você eh diferente da iniciativa de de algumas iniciativas onde você precisa de passar construir uma carreira para chegar a determinado lugar, a vida política ela tem que seguir um propósito, né? Então, e perfis, se você tem um projeto, você tem um plano de governo e você tem um determinado perfil, independentemente do cargo, da função, você deve se dispor aquilo.
Esse é um dos grandes problemas do Brasil. Inclusive, nós temos Câmara de Vereadores com vereadores que não tm a menor habilidade, não tem a menor vocação para aquela função, mas por uma questão pragmática eh decidiu por concorrer à aquele cargo. Da mesma forma, nós temos no poder executivo diversos representantes que não têm a menor vocação para o executivo e por uma questão igualmente pragmática se dispuseram a concorrer àele cargo e tem um um mandato, uma gestão desastrosa, né?
Então eu sou bastante feliz, bastante tranquilo em relação a isso e me dá até uma tranquilidade moral, Pedro, de estar dizendo isso aqui diante de você, porque há pesquisas que demonstram aqui no estado de Minas Gerais que uma eventual eh candidatura a um a um cargo legislativo, seja a nível federal ou seja a nível estadual, agora, nesse momento, já tornaria a minha e eh corrida muito mais fácil. Eu já estaria praticamente eleito agora. Isso.
Tô falando de pesquisas sérias que já demonstram isso, mas a vida não pode ser assim, né? Eu não posso colocar os interesses pessoais diante do interesse público. Então eu eu entendo e percebo que a disputa pelo cargo executivo de governador de estado vai exigir muito mais de mim, tem exigido muito mais de mim, porque eu estou disputando com pessoas que t a máquina, que tem os milhões da máquina pública para investir.
Mas se nós entendemos que esta é a vocação, este é o projeto melhor para Minas Gerais, eu não posso colocar uma certeza de um cargo legislativo à frente de um interesse público, interesse do estado de Minas Gerais. [limpando a garganta] Perdão. Eh, na hipótese de você não ser eleito, eh, você abandona a carreira política ou aí nesse caso você tentaria uma uma voltaria a tentar no legislativo, por exemplo?
Pedro, eu sei capinar lote, eu sei ser servente de pedreiro, se precisar, né? E pela graça de Deus, eu sou advogado, eu sou empresário, eu eu sou interno de medicina, então eu tenho uma vida privada também e na iniciativa privada que me dá essa garantia de não precisar fazer carreira política. Então, respondendo a sua pergunta de forma bastante objetiva, eh, se não eleito for, né, e claro que eu não tô pensando nisso, tô pensando que nós vamos conseguir conquistar a confiança dos mineiros, mas em uma eventual possibilidade de não ser eleito, eu tenho uma vida privada para seguir e eu pretendo fazer isso, né?
Pretendo retomar os meus projetos, não retomar porque eles não estão parados, né? pretendo voltar à minha vida privada, ao a à funções que eu exerço, porque não concordo com essa ideia de se vislumbrar na política uma carreira. Eu acho que você segue um propósito e quando findou aquele propósito, você volta paraa sua vida regular, como é em países desenvolvidos, né?
Você tem em países da Europa pessoas que elas se elas que se candidatam, exercem uma função pública, passado aquilo, elas voltam paraa sua vida simples, a sua vida privada. Aqui no Brasil que a gente tem essa história e esse histórico de as pessoas irem migrando. É interessante isso, porque elas vão migrando de de um cargo a outro cargo, elas não sabem fazer mais nada, né?
Se ela não ganhar uma eleição, ela vai ter que ir atrás de um uma função numa secretaria, atrás de um cargo comissionado, porque ela não sabe fazer nenhuma outra coisa. Graças a Deus, eu sei fazer várias coisas, inclusive as que eu mencionei a vocês. Eh, [roncando] pré-candidato, [limpando a garganta] né?
Vou te chamar de pré-candidato. A gente fez uma matéria aqui recentemente falando sobre candidaturas outsiders. Eh, o senhor se considera dentro desse termo, né, o senhor ainda não esteve dentro da política institucional, né?
É a primeira vez. E se o senhor se considera dentro desse termo, o que que você acha que que tem de possibilidade de competitividade mesmo para para sua eleição, sendo você aí de fora dessa política institucional? Certo.
Eh, Érica, se outsider significar sim esta pessoa que não tem uma carreira política e ela decide se dispor a a uma disputa por um cargo eletivo e depois cumprido o propósito, ela volta à sua vida. Sim, eu seria um outsider. E é um desafio, né?
Porque como eu disse, eu reitero, nós estamos disputando com pessoas que já têm acordos prontos, né? Os as pessoas que já tem carreira política, os que não são outsider, os que são políticos profissionais, ele já tem acordos prontos para a eleição ou para uma eventual não eleição, né? Já eu estou disputando com pré-candidatos que se eleitos forem, eles já têm uma série de coisas, acordos estabelecidos e se não forem eleitos também já os tem, né?
Então o problema do político profissional é esse. Ele não sabe fazer absolutamente nenhuma outra coisa a não ser ficar querendo e disputando cargos do Estado. E aí é um problema, né?
É um problema. Por quê? Porque esta pessoa, esse político profissional, ele não tem um projeto de Brasil, ele não tem um projeto de Estado, ele tem um projeto pessoal, não é o meu caso, né?
Então, se a a a o significado desse termo for este, sim, eu seria um outsider e é um desafio muito maior, mas estou muito satisfeito com ele. É, agora o senhor mencionou aí sobre esses políticos que já têm alguns arranjos durante aí essa caminhada de pré-candidatura e depois, eh, considerando aí as últimas pesquisas para governo de Minas, né, o senhor comentou de pesquisas para outras possibilidades de candidatura que não fosse governo, eh, as últimas que saíram, o senhor pontuou em torno de eh 2. 3 3 a depender do cenário.
O senhor não acredita que uma possível composição com outras siglas eh ajudaria mais o senhor a conseguir atingir aí uma vitória pro executivo? O senhor pensa sobre isso ou não? É, como eu posso compor com siglas que não tem projeto para Minas Gerais?
Eh, de forma nenhuma. Nós no momento certo, né, conforme dispõe a justiça eleitoral, a legislação eleitoral, no momento certo nós vamos disputar a confiança do mineiro no nosso projeto. Nós não faremos esse tipo de aliança porque não faz sentido para Minas Gerais, né?
E e você bem traz o resultado da da última pesquisa, inclusive do datatempo, né? O instituto confiável. Eu estou empatado tecnicamente com o governador de estado.
O governador de estado, salvo engano, ele tá com 3. 4, eu tô com 3. 3.
Isso significa que nós estamos em uma caminhada vitoriosa. Eu não tenho a máquina pública, eu não tenho e graças a Deus que não tem os milhões do povo mineiro para investir em viagens eh performáticas por todo o estado para ficar disputando voto. Não, não, não, não, não estou fazendo isso.
Eu estou dentro da minha possibilidade, usando um equipamento parecido com esse que você tá aí. Eu gravo é é os meus vídeos, eu vou fazer o meu trabalho, eu não tô gastando nenhum centavo de dinheiro público e conciliando essa pré-candidatura juntamente com o internato de medicina, juntamente com a advocacia, o jornalismo, trabalhando e o povo mineiro tem confiado no nosso projeto a ponto de me colocar empatado tecnicamente com o detentor da máquina pública. Então isso é bastante importante para nós.
Pelo contrário, isso nos dá é muito gás para entender o seguinte: olha, se nós continuarmos falando com o povo mineiro, com a verdade com que temos falado e as pessoas conhecendo, quanto mais elas conhecerem o nosso projeto, mais elas vão entender que é possível nós mudarmos o estado de Minas Gerais, é poss é possível retomarmos o protagonismo do estado de Minas Gerais, respeitando os recursos públicos, né? Porque quem não está viajando, como o governador, o atual governador, gastando dinheiro público, viajando para fazer pré-campanha, está fazendo acordos, está valendo-se de fundo eleitoral e de fundo partidário, que também é verba pública para buscar os seus próprios interesses e não tem um projeto, porque não teria problema, né? Não, não tem nada de ilícito em você usar um fundo partidário para fazer uma uma campanha, uma pré-camp, mas desde que você tenha projeto, não seja projeto pessoal, seja um projeto de estado, não é o que tem acontecido.
Então, estou bastante feliz com esses resultados, né? Já teve uma pesquisa, salvo engano, data tempo também que me colocou com cinco eh eh 5. 3, salvo engano.
Então, é assim que nós vamos fazer, tá? Nós vamos fazer essa pré-campanha e conforme a legislação eleitoral permitir, nós vamos fazer uma campanha baseada nesse respeito aos recursos públicos e eh buscando a confiança do povo mineiro para entender que as nossas palavras são verdadeiras. Agora, se você for pro [limpando a garganta] segundo turno ou eventualmente for eleito, vai haver uma necessidade de fazer uma composição, talvez no segundo turno ou no caso de uma eleição, construir uma maioria na assembleia, vai ter que lidar com esses partidos aí.
Como é que fica essa essa esses acordos vão precisar ser feitos aí? Como é que fica essa questão? Vamos trocar o condicionante si pelo quando?
Então quando eu for eleito, vamos. [risadas] Ô Pedro, eh, a governabilidade ela exige e a ele ela exige que você sente à mesa, que você converse com determinados com diversos partidos, porque nós estamos falando de uma democracia, né? Nós não estamos falando de um governo totalitário.
Então, quando o eleito for, é óbvio que nós vamos respeitar a Assembleia Legislativa. Afinal, a Assembleia Legislativa, ela representa o voto do cidadão, né? Então, os parlamentares que lá estão foram votados, queira eu ou não, por um grupo de cidadãos que apoiaram a a aquele pré-candidato, aquele candidato, aliás.
Então, para governar, nós sentaremos à mesa com eles. Em um segundo turno, eventual segundo turno, apoio você não nega, né? Desde que você não tenha que fazer contra prestações imorais, né?
Então, se outras frentes, eu sou um candidato de direita, então se outras frentes ditas de direita quiserem apoiar o nosso nome no segundo turno, é óbvio que nós vamos aceitar este apoio, né? Isso não tem, isso não, não, não se confunde com o fato de eu agora procurar essas pessoas que não têm projeto para eu me ajuntar a eles. Agora eles se ajuntarem a mim que tem o projeto, isso faz todo sentido.
E governabilidade, eu não pretendo ser um governador que vou ficar brigando com a Assembleia Legislativa no sentido de achar que o governador só com a sua caneta ele consegue governar sozinho, porque isso é totalitário, né? Mas nós teremos eh quando eleitos um líder de governo que seja uma pessoa aliada aos nossos projetos para não ficar assembleia puxando para um lado e executivo puxando para outro. Nós vamos conversar com os representantes da segurança pública que o atual governo não conversa, né?
Então a segurança pública elege os seus deputados e o governador de estado tem que conversar com esses representantes da segurança pública. Então eu pretendo fazer isso, pretendo conversar com todos os setores para governar bem esse estádio em Minas Gerais. entrevistas recentes, você tem dito que é o único candidato de direita dessas eleições.
Que que diferencia, por exemplo, do Cleitinho, do Mateus Simões, que são candidaturas que também se colocam nesse espectro, qual que é que qual que é a diferença do seu do seu projeto pro projeto deles? Perfeito. O Mateus Simões, o presidente do partido dele é o Cassab.
Eu acho que não precisaria nem de alongar muito, né? O Gilberto Cassab é o retrato do fisiologismo político que tanto maltrata o Brasil. O Gilberto Cassab é o o político que já foi ministro da Dilma Russef, que tem cargos no Ministério do Lula.
Então ele vai para para onde a banda toca e e a banda toca nos interesses pessoais, interesse do bolso, né, desses dirigentes partidários. Então aquilo lá é centrão. Mateus Simões representa o centrão.
Mateus Simões não é de direita. Cleit Azevedo. É, por mais que o Cleitinho me respeite muito e eu o respeito como pessoa também, nós temos um um relacionamento como pessoa respeitoso.
Eu não acho que o Cleitinho seja desonesto eh como político, mas o Cleitinho, ele não é de direita coisa nenhuma. Por quê? Porque o principal parceiro político do Cleitinho aqui em Minas Gerais, inclusive na estética política, é o André Janones.
É, nós somos mineiros, a gente não esquece as coisas, né? O Cleitinho e o Janones começaram juntos, fazendo eh vídeos juntos. A forma de atuar é a mesma.
O Cletinho é o senador, um dos senadores responsáveis por colocar padres e pastores sob risco de serem presos no Brasil hoje, simplesmente por pregarem a sua fé, porque ele apoiou a PL da misogenia, né? A PL da misogenia coloca o discurso cristão de eh papéis de gênero como um discurso criminoso. E o Cleitinho foi uma pessoa que apoiou, como na linguagem dele, né?
Sentou o dedo lá votando sim para esse projeto. O Cleitinho apoia e vota quase que 100% com as pautas do governo Lula, né? Então o Cleitinho, ele que que ele entendeu?
Ele entendeu que aqui em Minas Gerais nós estamos mais à direita. Então ele vestiu essa camisa, né? Ah, sou de direita.
Mas você conhece um político no seu espectro? É como ele se posiciona nos projetos. Não é pelo que ele diz ou pelo que ele não diz.
É na hora de votar ele votou com a esquerda ou com a direita? Com a esquerda. Então ele não é de direita.
E outro outro ponto que eu não vou deixar de falar, quem o Cleitinho está escondendo, né? Porque o Cleitinho é o rosto, mas quais os acordos o Cleitinho está escondendo? Nós não esquecemos que o Euclides Petersen, presidente do Republicanos, presidente do partido do Cleitinho Azevedo, que é o principal eh homem que está endossando essa candidatura do Cleitinho ao governo, o Euclides teve o jato apreendido pela Polícia Federal por eh eh suspeita de envolvimento, indícios altíssimos de envolvimento na roubalheira do INSS.
Este é o rosto que o Cleitinho está representando. O Cleitinho é esse rosto que tá representando essa pessoa. E também não vou deixar de falar, sofra a pressão que sofrer que do acordo que há entre Eduardo Cunha.
Eduardo Cunha é de Minas Gerais, gente. Que absurdo é esse? Eduardo Cunha do Rio de Janeiro, um dos políticos que foi condenado a 16 anos de prisão na operação Lava-Jato por corrupção.
O Eduardo Cunha sai, está inelegível, sai do Rio de Janeiro, vem para Minas Gerais, se filia ao Republicanos. Por quê? Porque no Republicanos ele vai ter o rosto do Cleitinho para fazer transferência de voto.
E não bastasse isso, eles fizeram o quê? Qual é o o o plano da família e está sendo executado da família Azevedo? O Cleitinho tirou o irmão dele lá da prefeitura de Divinópolis.
O irmão do Cleitinho era prefeito de Divinópolis. Tirou o irmão da da prefeitura de Divinópolis, colocou o irmão como pré-candidato a deputado federal. Para quê?
Para que através dos votos do irmão do Cleitinho, com o apoio do Cleitinho, o Eduardo Cunha seja eleito por legenda. Então essas pessoas precisam ser honestas para com o eleitorado. O Cleitinho em si, eu não tenho nenhuma informação de que o Cleitinho em si tenha praticado corrupção, mas o Cleitinho está trabalhando ativamente para colocar no poder um deputado que foi preso e recebeu uma condenação de 16 anos de corrupção.
E eu sou a única pessoa que tô falando isso. Então o Mateus é de direita. Porque que o Mateus deveria estar falando isso?
Porque nós que somos da direita, nós não levantamos a bandeira de que não apoiamos corrupção. Então, por que que o Mateus não fala sobre isso? Porque o Mateus não tá falando sobre o Clitz Petterson?
Por que que o Mateus não tá falando sobre Eduardo Cunha? Porque o a única pessoa que não tem conchavos, não tem acordos com esses partidos e está aqui disposto a falar a verdade e conquistar a confiança do povo mineiro através da verdade sou eu. Estou sofrendo pressão por causa disso.
Mas não há problema, né? Um um homem público que não suporte a pressão, ele tem que pedir para sair, né? E eu não pedi para sair, pelo contrário, eu tô pedindo para entrar, porque pressão a gente aguenta.
O senhor tá, a gente tá comentando aí sobre as suas relações e as suas avaliações sobre partidos que o senhor considera que não são de direita, figuras que não são de direita. E o partido missão ele nasce do movimento MBL, né? E houve ali uma ruptura do MBL com o bolsonarismo.
E eu queria entender um pouco qual que é a sua relação aí pessoal, já que tá entrando agora no mundo político partidário com a família Bolsonaro. E também queria uma avaliação do senhor sobre essa última eh esse último acontecimento envolvendo Michele Bolsonaro e Flávio Flávio Bolsonaro. Michele é uma mulher corajosa.
Eu não vou deixar de falar isso. Não é, não é porque eu sou de um partido que não compactua com o bolsonarismo, que eu vou deixar de reconhecer a coragem daquela mulher. A Michele tá fazendo um favor ao Brasil porque enquanto éramos nós que estávamos falando e dizendo os problemas da candidatura, dizendo sobre os problemas da candidatura de Flávio Bolsonaro, parecia que era porque éramos da missão, né?
um partido que se opõe a esta chamada direita eh eh bolsonarista, que nós não reconhecemos como direita de fato, mas sim um um projeto puramente familiar. A Michele não. A Michele teve coragem de apontar isso e sendo alguém da própria família parece que as pessoas a escutam mais.
Então eu acho que o vídeo da da Michele Bolsonaro é muito providencial, porque ela traz luz, né, a a ao que está acontecendo na própria família Bolsonaro. E explico também o porquê de nós sermos de direita, mas nós não apoiarmos a candidatura de Flávio Bolsonaro. Pelo contrário, nós apoiamos a candidatura de Renan Santos.
Por quê? Porque o Flávio Bolsonaro, ele simplesmente é um político que não apoiou a CPI da Lava Toga. é um político que tem relações históricas de eh de ser favorecido por decisões como a Dilmar Mendes, porque o Flávio não tá preso hoje por roubo de dinheiro público, porque o Gilmar arquivou o projeto, o o o como é que chama?
O a acusação, a denúncia, né? a investigação de rachadinha do Flávio Bolsonaro. Então, o Flávio vem agora como pré-candidato a representando esse bolsonarismo, trazendo consigo todos esses problemas e mais e o envolvimento do Flávio com o Banco Master.
Eu falo com todo com toda a humildade, porque aqui em Minas, em Minas Gerais, principalmente, nós vamos sim precisar de que o a pessoa, o cidadão que se diz bolsonarista, que ele apoie o nosso projeto, que ele entenda que nós somos o projeto verdadeiramente de direita, conservador, que ele tanto defende. Eu falo com bastante humildade com essas pessoas que assim, eh, vocês não precisam ser feitos de imbecis. Um banqueiro como o Daniel Vorcaro, envolvido até o último fio de cabelo com corrupção, comprando todas as pessoas que ele podia comprar do poder para os seus interesses pessoais, inclusive começando no PT lá da Bahia, porque nós não podemos deixar de falar isso, né?
A corrupção do máster começa no PT da Bahia e o Flávio Bolsonaro vai até este banqueiro pedir um valor exorbitante paraa produção de um filme. E mais, e depois de ter pedido esse valor, ele vai romper um relacionamento e quer que a gente acredita que ele foi romper um relacionamento pessoalmente com esse banqueiro. Quando saiu o primeiro escândalo, ele falou: "Não, eu não tenho relação com esse banqueiro".
Aí mostra que ele tem, que ele pediu dinheiro. Não, então não, nunca encontrei esse banqueiro. Aí depois prova-se que ele encontrou pessoalmente, não era para romper o relacionamento e agora mostra que ele encontrou de novo.
Então que relacionamento é esse que você rompe e volta, rompe e volta. Então o Flávio, ele tem demonstrado que ele não tem a envergadura moral que um político de direita precisa ter. O Flávio não vai conseguir combater a corrupção, inclusive no poder judiciário, como nós, homens de direita e mulheres de direita, precisamos que um representante, um homem público combata.
Por quê? Porque ele deve, né, ele deve a essas pessoas, então ele não conseguirá. Por isso é que nós podemos sair às ruas, Érica e Pedro.
Nós saímos com a nossa cara limpa pedindo a a delação de Daniel Vorcaro. Nós saímos com a nossa cara limpa denunciando essa relação promíscua do Daniel Vorcaro com figurões da República. O Flávio não conseguiu fazer isso, né?
E nós sabemos hoje o porquê dele não ter conseguido fazer isso. Então, não apoiamos a pré-candidatura de Flávio Bolsonaro à presidência da República e estou bastante satisfeito que a própria esposa, né, não tem pessoa que represente melhor o seu marido do que a mulher do marido, né? Então, o vídeo da Michele endossando o que já viemos, já viemos denunciando, isso é maravilhoso, que a própria esposa está mostrando quem a família é, né?
Eh, aproveitando só que a gente tá falando do cenário nacional, alguns analistas políticos comentam que eh a candidatura aí do Renan Santos e do próprio partido Missão eh neste ano vem muito numa estratégia de eh amplificar e projetar um projeto de terceira via, embora seja uma direita declarada, né? Uhum. que vocês se colocam como essa opção de terceira via, porque as eleições desse ano acabam ficando mais eh polarizadas entre Lula e Flávio Bolsonaro, que são figuras que já estiveram no poder por um tempo.
O senhor, isso procede? Eh, existe uma uma estratégia de de construir uma terceira via? Como que isso funciona?
As pesquisas têm mostrado que o povo tem entendido que é a única via, né? Saiu uma pesquisa recente, me desculpem, não me recordo qual é o instituto, que mostra que o Lula vence no primeiro turno o Flávio, no segundo turno o Flávio Bolsonaro com muitas vantagens, né? Então a candidatura de Flávio Bolsonaro é uma forma de fortalecer o Lula em mais um mandato.
Se o Flávio for o representante da direita, o Lula está eleito, né? Por quê? Porque o Flávio não tem projeto, inclusive ele é é muito tranquilo eu falar isso porque foi ele quem disse, né?
O Flávio disse: "Eu não vou falar das minhas propostas aqui, eu vou ter que fazer proposta genérica, porque senão depois vão me perguntar: "Man, não é esse o papel de um político? " O político, o papel não é esse, ele falar as propostas para que as pessoas submetam ao escrutínio. Então ele não tem proposta e segundo que ele tá envolvido com corrupção.
Logo, a vitória vai ser de quem tá com a máquina na mão. Não que o Lula seja santo, pelo contrário, o Lula, o Lula é uma das figuras mais nefastas que já foi produzida no Brasil, uma das figuras mais terríveis que já foi produzida no Brasil. Mas como o Lula tá com a máquina e se o principal opositor do Lula for, o Flávio Bolsonaro, que faz parte ali da mesma sujeira, é claro que quem tá com a máquina vai ser eleito.
Então o Renan, ele está crescendo, o projeto missão tá crescendo, porque as pessoas estão vendo o seguinte: eu que sou de direita, eu que mesmo quem não seja de direita propriamente e eh confessional, né? Mas que entenda, eu quero um Brasil diferente, um Brasil onde vai haver possibilidades para o empreendedorismo, porque quem gera desenvolvimento para o Brasil é eh quem gera emprego, né? Então é a iniciativa privada, eh o conservadorismo, a estrutura familiar tem então um projeto que eu posso apoiar e as pessoas estão percebendo nisso.
Quanto mais o projeto da missão vai chegando aos cidadãos, mais nós temos conseguido o apoio. Então eu não entendo que seja a terceira via, né? Eu entendo que seja a única via realmente para que fazer para fazer o Brasil desenvolver e para tirar essa hegemonia do PT.
O PT tá no, o PT tá hegemônico há anos no Brasil. Tem gerações que se uma pessoa tem 20 anos de idade hoje, ela não sabe o que que é ser governado por um governo puramente e eh não esquerdista. Ela não sabe o que é isso, porque ela ela nasceu numa geração do PT destruindo esse Brasil.
E só para concluir esta esta resposta e não ser muito alongado, eh, o jovem hoje ele já sabe que se ele se casar hoje, ele não vai conseguir comprar o apartamento dele. Ele sabe disso. Ele sabe que se ele quiser um carro do ano, ele não vai conseguir comprar.
Por quê? Porque o PT roubou o sonho do jovem brasileiro. O PT roubou o sonho deos brasileiros.
através de política fiscal irresponsável de práticas populistas, o PT conseguiu fazer com que hoje um jovem não consiga se casar e virar pra esposa dele e falar assim: "Fique tranquila que eu vou conseguir comprar um apartamento pra gente morar". Ele não consegue, ele não consegue falar pros filhos dele: "Pode ficar tranquilo que papai e mamãe vai buscar vocês na escola, porque nós vamos buscar no carro próprio". Ele não consegue falar isso porque um projeto populista, um projeto de irresponsabilidade fiscal jogou o Brasil no colapso e nós precisamos retirar o Brasil desse colapso, desse poço, parece que sem fim, e trazer o Brasil novamente ao protagonismo mundial.
No no setor da segurança pública, o governador Mateus Simões, ele foi favorável à decisão do governo dos Estados Unidos de classificar o PCC e o comando vermelho como eh organizações terroristas. O Renan Santos já foi contrário a essa decisão, pelo que eu que eu li na imprensa, dizendo que nenhuma força americana teria direito de de matar os bandidos brasileiros, que isso cabe à força brasileira, eh, força de segurança do Brasil. Qual que é a sua posição nessa questão da segurança pública?
Qual que é o projeto para esse setor em Minas Gerais, já que a gente tem tem indícios de que o PCC e o comando vermelho já estão atuando no estado? como combater esse crime organizado, esse essa crime organizado ou organizações terroristas, dependendo da nomenclatura do estado? Pegaram, Pedro, pegaram a fala do nosso presidente Renan Santos e destruíram de forma irresponsável e até mal intencionada, porque o que ele disse não é que ele não apoiava, pelo contrário, nós somos o partido que estamos falando que facção criminosa vai morrer aqui em Minas Gerais e no Brasil.
nós vamos matar integrantes de facção criminosa. E o que ele disse ali, na verdade, é o seguinte, que nós não precisamos que os Estados Unidos façam isso, que nós mesmos iremos fazer. Foi isso que ele disse, né?
E o Mateus Simões, atual governador, ele está demonstrando para Minas Gerais a hipocrisia, que é o seu próprio governo. Porque o Mateus Simões era governador, ele foi vice-governador e ele por várias vezes foi governador em exercício. Ele e o Romeu Zema são um.
O Mateus é o Zema, né? E por que que o Mateus Simões deixou a segurança pública defasada, como deixou as facções criminosas que chegaram ao estado de Minas Gerais, e você eh muito bem lembra sobre isso. Então, as facções criminosas saíram do Rio, saíram da Bahia, saíram de São Paulo, encontraram territórios aqui em Minas Gerais, estão tendo a ousadia de mandar áudios em comunidades dizendo o seguinte: "Aqui se entrar um motorista de Uber e porventura esquecer de baixar o vidro, ligar a luz interna e desligar os faróis, nós vamos meter bala.
" Essas facções, elas só tiveram essa audácia e essa permissão de atuar aqui no estado de Minas Gerais, porque o Mateus Simões destruiu a segurança pública juntamente com o Zema, desrespeitando a tropa da Polícia Militar. Não adianta agora na reta final o Mateus tentar se colocar ali como o governador prósegurança pública, porque a segurança pública sabe que o Mateus não é a favor da segurança pública. A polícia civil tá defasada, 50% do efetivo da Polícia Civil tá defasado, não tem equipamento, tem uma uma unidade da da Polícia Civil, uma delegacia que recebeu ordem de despejo de Ribeirão das Neves.
Um delegado da Polícia Civil foi até o Mateus Simões pedir pelo amor de Deus pro Mateus Simões conseguir uma viatura para o seu município, porque abandonaram a segurança pública. Então, onde a segurança pública está abandonada, um poder paralelo, ele quer se estabelecer ali e dititar as suas regras. Nós temos hoje aqui em Minas Gerais facções criminosas que estão criando um estado paralelo, um estado invasor dentro de Minas Gerais, com inclusive o Código Penal e Código de Processo Penal próprio.
Porque a partir do momento em que uma facção fala o seguinte: "Se você entrar aqui e o seu vidro tiver eh não tiver eh baixado, a luz interna não tiver acesa e o farol tiver desligado, nós vamos atirar e vamos te matar". Ele tá criando um código penal próprio e um código de processo penal próprio. Ou seja, essa facção não está debaixo da égede da Constituição da República, porque a Constituição de 88 ela diz que o Brasil, a República Federativa do Brasil é indivisível.
Então nós não aceitamos forças paralelas determinando um novo código de processo penal, um novo um novo código penal dentro do Brasil, uma legislação penal apócrifa no Brasil. Então, essas eh facções criminosas, elas são representantes de um poder paralelo. E se é poder paralelo, nós estamos em estáado de guerra.
E em guerra ou você prende ou você mata. Não existe nenhum outra nenhuma outra possibilidade. Se o estado um estado invasor, que são as facções criminosas, estão tomando o território em Minas, nós retomamos o território com uma política letal e eficaz.
E a política letal e eficaz é a seguinte: se entregar na hora que a tropa subir, é claro que nós somos democratas primariamente. Nós vamos prender e colocar nas piores condições dentro do presídio de forma a ficar incomunicável para que ele não tenha possibilidade de mandar lá de dentro do presídio. Se não for essa alternativa, a segunda alternativa vai ser aniquilar.
Por quê? Porque é assim que funciona na guerra. Não é assim que funciona na guerra.
Os Estados Unidos estão em guerra contra o Irã. O qual qual que é o método de atuação tanto do Irã quanto dos Estados Unidos? É esse.
Ou você prende, se possível for, ou você mata. Então aqui nós temos que ter a clareza para dizer isso, porque o outro lado está dizendo: "As facções não estão tendo pudor para dizer que vão matar os cidadãos de bem. A as facções não estão tendo pudor para dizer que vão matar motorista de Uber.
O o cara deixa a família em casa e vai trabalhar de madrugada para tentar levar o sustento, porque o PT destruiu a economia do Brasil. O rapaz vai trabalhar de Uber e agora ele tá recebendo uma ameaça que se porventura ele esquecer, porque as contas estão na cabeça, o desespero tá na cabeça, se ele esquecer de desligar o farol, ele vai morrer. Então nós temos que falar do lado de cá também que se subirmos com a Polícia Militar e eles estiverem portando fuzil, eles também vão morrer.
Mas fica esses outros políticos aí, esses outros representantes do poder cheio de por quê? Porque eles não podem fazer isso. Eles não podem fazer isso porque eles não têm projeto.
Eles eles não têm projeto paraa segurança pública. Então, como é que ele vai fazer? Qual moral que tem o Mateus Simões para chegar na na comandante geral, a a a coronel Cleid e dizer o seguinte: "Olha, nós vamos subir, eu vou com a senhora, porque eu serei assim, eu vou comandante geral, eu vou com a senhora, nós vamos subir, nós vamos e e a nossa tropa vai ter a autonomia para retomar esse território.
" Como é que ele vai falar isso? Porque ela vai falar assim: "O governador", ela pode dizer assim, né? Então, governador, só um minutinho aqui antes da gente subir.
A tropa mandou essa queixa aqui, ó. O salário tá defasado, não tem recomposição, recomposição salarial. Ah, ô governador, o senhor deixou os equipamentos da tropa, eh, colete estão vencido.
Colete a prova de b de bala estão estão vencido. O o senhor deixou a a as a gasolina da viatura fracionada. Por quê?
Porque são só 20 L e passou disso, acabou. Então não dá para subir. Então ele não tem moral para falar isso, não tem envergadura moral.
E os outros que são da esquerda são apoiadores claramente aí, apoiadores claros desse estado de coisas inconstitucional que nós temos no Brasil, apoiadores claros dessas facções criminosas. Então eles não podem falar isso. Nós podemos e nós faremos.
Nós faremos. Eu eu já estou dizendo isso há um tempo. Se eleito for ou quando eleito for, não vou usar a sua partícula.
Quando o eleito for, uma das primeiras atitudes que teremos é retomar os territórios aqui em Minas Gerais com a maior letalidade possível de forma eficaz. A gente já tá terminando, já passou inclusive um pouquinho do nosso tempo. Queria que fosse bem bem breve nessa resposta que é uma uma pergunta que a gente fez para todos os pré-candidatos que apontar um acerto e um erro dessa gestão Zema Simões na na no governo de Minas.
OK. Eh, o acerto do Romeozema, no meu ponto de vista, foi ter tirado o PT do poder. Isso, isso ele, esses louros ele tem, né?
Eu aplaudirei o Romeozema eh enquanto possível. Por quê? Porque o Pimentel estava disputando a reeleição.
O Pimentel, o pior governador que Minas já teve, tanto para tudo, para para o funcionalismo público, pra vida do cidadão. E o Zema tirou essa essa esse câncer aqui político do estado de Minas Gerais. Então é um ponto muito positivo pro Zema.
E o ponto negativo do Zema é ter abandonado o estado, a própria sorte na segurança pública. Hoje você não tem tranquilidade para atender um telefone celular à noite quando você tá saindo às ruas. Por quê?
Porque você sabe que você pode perder a sua vida por causa de um infeliz que quer levar o seu telefone celular para vender ali por miséria e trocar por droga. Então, a o abandono da segurança pública é um dos piores legados que o Romeu Zema deixou e o Mateus Simões deixaram para Minas Gerais. E o maior legado é ter tirado o PT do poder.
É isso. Muito obrigado pela conversa, pela entrevista, pela presença. Eu qu agradece.
Sou eu quem agradece. Muito obrigado. Estarei sempre à disposição desse jornal que tem tanta credibilidade do povo mineiro.
Obrigado, Érica, você que nos acompanhou, muito obrigado pela audiência. Até a próxima edição do Café com Política. Até lá.