[Música] Olá, terráqueos, como é que vocês estão? Eu sou Rogério Vilela e tá começando mais um Inteligência Limitado, programa onde a limitação da inteligência acontece somente por parte do apresentador que vos fala, porque sempre trago pessoas mais inteligentes, mais interessantes e com a vida muito mais resolvida do que a mim, do que a sua. Pô, isso com certeza. Eu imagino que ela Tem a vida mais resolvida. Que ela pensa sobre a vida muito mais do que a gente. A gente vive a vida, ela pensa sobre a vida. Exato. Ela vive e pensa, né? É. Faz
você quantas, quanto você pensa sobre sua vida durante o dia? Cara, acho que é só quando eu acordo assim, tipo, eu não, quando eu vou dormir. O meu é o problema antes do Aí eu não consigo Dormir direito, fica passando um monte de coisa na cabeça. E quando você vê du horas, 3 horas. Eu fazia isso também, mas aí eu aprendi que se eu pensar quando eu acordo de manhã, aí eu consigo dormir à noite, pô. Muito bom, muito bom. Ô Len, como vai ser a participação do pessoal nessa live maravilhosa? É isso aí, eu
vou pedir para você se inscrever no canal já logo de cara, já Dá um like nesse vídeo, tá bom? E deixa aí a sua curtida para nós e se você quiser mandar pergunta pra gente, você pode mandar um super chat com a sua pergunta ou com o seu comentário. Exato. Lembrando que a gente lê a quantidade que der, né? Não vamos passar a noite inteira aqui fazendo pergunta pra D. Ana, exatamente. E eu quero falar para vocês que é um episódio muito especial. Primeiro porque eu gosto muito da Ana, da Bia aqui e eu tava
falando para ela, ô ô, ô Len, quantos milhões de views tem os três programas? Tem três programas dela, cara. Se somar, dá quase, tá batendo 20 milhões de views. Até terminar esse programa já bateu 20 milhões de views. Tava 19 milhões e alguma coisa. Você vê nossa camp, três programas. Esse foi o primeiro Podcast que ela foi, que ela veio, não é? Verdade. É verdade. E é incrível. E não adianta falar porque eu fui ver nos outros podcasts, aqui tem os melhores números. Exatamente. Aqui é onde a coisa acontece. casa dela. Exatamente. Aqui. E foi
tão bom que ela abriu o próprio podcast e tá fazendo um sucesso absurdo. Me Inspirei junto. Não é legal? Não é gostoso fazer. Foi primeiro quando você me chamou a primeira vez e eu conto isso onde vou. Eu achei meio absurdo. Achei um formato. Esse negócio não vai dar certo. É maluquí do Vilela, mas vamos lá. Continuado com programa de televisão, né? Televisão. Tempo de televisão. 20 minutos era uma uma dád tempo para entrevista, né? Tempo, intervalo, né? Mas eu vim e gostei, gostei demais. Aí voltei e aí aí voltei. Mas como que Mas como
que foi o pessoal falando na rua que viu você num podcast? Não foi estranho? Você imagina você não imaginava que as pessoas assistiam tanto internet assim, né? Obviamente mudou. Mudou muito assim porque eu eu passei muito tempo em televisão, né? Eu fiz 16 anos de sem censura na época da Leda, Né? Aí depois eu fiz eh fui consultora da Ana Maria Braga no Mais você. Depois eu fiz acho que três, quatro vezes Jô Soares, depois fiz Marília Gabriela. Então assim, eu já tinha dado viver por vivido na televisão e feliz da vida. E aí quando
você veio para cá, quando você me chamou e eu comecei a sair na rua, mudou o público dela. Mudou totalmente, porque era um grupo muito jovem e que falava: "A minha mãe te viu, a minha avó te viu, a minha tia te viu, mas eu Também tô te vendo". É. E e foi muito interessante. Você sabe que as pessoas estão assistindo na TV também. Exatamente. Muita gente me manda, a maioria da pessoa que me manda foto é na TV, é o programa dele da noite. Tá lá. em vez de escolher um jornal, uma novela, tá
lá assistindo o programa. Isso acho muito legal. Eu acho muito bacana porque assim, eh, me reanimou com uma com uma geração que eu achei que tava na base do 50 segundos, ejaculação precoce, né? Aquela coisa assim, me dá mensagem aí em 50 segundos, 60 segundos. E eu vi que tem uma uma galera que quer conteúdo, quer saber fundo profundo, quer saber fundo profundo. Me deu um ânimo. Muito legal. Tem muita coisa pra gente falar. Então Vamos falar com o pessoal que tá em casa, não é, Alene? Isso. Exatamente. Você indicar já pensou em ganhar até
R$ 27.000 por mês sem correr o risco de ser demitido? Então você precisa estar atento a esta oportunidade. Eh, não vou falar de uma oportunidade, são 64.000 1 oportunidades para se tornar servidor público. É isso mesmo, Terráquio. Se você acha que esse ano é mais ou menos, não, esse ano é fantástico, né? Nos Concursos são quantos? Mais de 64.000 vagas, não é isso? Mais de 64.000 vagas. Sim, a base é 27.000, mas é a a meu ô Len, não fica lendo essas coisas que aí você vai você vai sair daqui, cara. Len, mas aqui é
mais legal, cara. Não, não, eu gosto daqui. Então, salários de até R$ 27.000. Então fica ligado, porque você vai ter estabilidade, eh, garantia por lei para nunca mais ser demitido, além do Bem-estar e qualidade de vida. Caixa Econômica e INSS, eh, IBGE, Polícia Federal, TSE, que é da que é que a Eleitoral, né? Ex. E algumas das oportunidades são previstas já para os próximos meses. Então, o nosso parceiro aqui que é o Estratégia, não é, Lenes? Isso. Exatamente. Como que é o esquema? Então ele tem o tem link na descrição, o link da descrição e
o QR code na tela. Caso você esteja assistindo na sua televisão aí, né? Você pode apontar o celular ou se você estiver com o seu celular aí você clica no link. Então esse é o nosso parceiro Estratégia Concurso, é líder absoluto em aprovações em concursos públicos no Brasil e preparou um e-book muito especial. E é isso que a gente tá colocando no link para você baixar. Isso. Você vai ver o que Lene nesse, cara? tem assim todo o panorama completo De todos os concursos, então você vai ficar assim expert em todos em todas as conento,
né? Exatamente. É, então é muito importante esse ebook você baixar aí porque você vai ficar e é de graça, né? Exatamente. É. E para tirar essas as suas metas do papel, para baixar o e-book é só clicar no link ou apontar o celular para o QR code. Exatamente. É isso. Então vamos lá de estratégia. E e tem tem presente aí? Então beleza, baixa o ebook então aí que tá no link da descrição tem presente pra Ana, pra Bia, olha aqui, estratégia concurso. Já me dá o outro presente também que eu já vou dar para ela
aqui. Olha só. E vamos falar de Insider. Então, Terráqueus, você já reparou que as pessoas mais Deixa eu ver o que que veio aqui. Veio. Olha só. Olha aqui. Olha aqui. Olha. Coisa que toda pessoa que vai fazer concurso precisa. Só que beber muita água o dia inteiro. E também uma canequinha de café e as anotações. Perfeito. Bo. Vamos falar de Insider agora, Lenis. Bora lá. Bora lá. Olha lá. Terraque você de cá já reparou que as pessoas mais bem-sucedidas do mundo, como Steve Jobs, Mark Zuckerberg, Elon Musk eu, os caras sempre zoa, né, cara?
Quando eu falo isso, os caras Acham que eu sou Pablo Marçal, né? sempre usam a mesma roupa. Isso é porque nós pessoas bem suucedidas não gastamos não não gostamos de gastar tempo escolhendo roupa. Quer chegar no armário é tipo o guarda-roupa da Mônica, toda aquelas camisas vermelhinha. A minha é tudo preto, assim, lembra da Olívia Palito? Mesma roupa. Exato. E é por isso que aí entra a ensai da nossa patrocinadora, que está o segundo ano consecutivo aqui Com a gente, que tem roupas bacanonas e com super tecnologia. Então, dá para você pegar o nosso super
desconto aí, né, que tá no link também e QR code na tela. E camiseta tecnológica, essa Tech T-shirt. Tem cuecas que não amassam, não, não dá aquela dobrada na tira. Olha aqui o presente também pra Ana aqui. O elástico não esgaça, né? Exatamente. É. E aí assim e assim tem um kit também, você pode entrar no site e tem os kits completos lá. Kit lá. Tem isso daqui eu não sabia, Bia. Esse essa cozinha para não dar bolinha jogar na máquina de lavar. Como eu não lavo roupa, eu não sei exatamente. Provou que não lava
roupa. A meia é muito legal nessa meia que minha mulher fica roubando minhas meias, cara. A calcinha é maravilhosa. É. Não, mas eu como mulher sou obrigada a dizer. É exatamente. Então não perca tempo, Jovem Terraque. O o nosso comptigência. Exatamente. Se você clicar no link já vai o cupom automaticamente. Exato. Aí você tem o desconto sobre desconto lá no site. Então ex tem descontão, lá. Exatamente. Corre lá porque, cara, essa promoção aí tá durando tempo, hein? Exatamente. Bia, obrigado demais, então, por ter, eu sei que você agora com com o podcast, eu sei que
você está muito ocupada, né? Qual que tá sendo a sua rotina lá? Faz faz três por semana, né? A gente faz três por semana. Exatamente. E muito trabalho, né? É. Porque eu tô, eu deixei de atender, mas eu tô fazendo muita palestra, tô rodando o Brasil. É, exatamente. Rod Brasil. E tá curtindo essa fase? Como que tá? Tô achando bem legal, sabe por quê? Eu acho que eu sempre tive uma coisa que de década em década, de 10 em 10 anos, eu Me reinventava. É mesmo? E dessa vez aconteceu sem eu planejar, entendeu? Era mais
planejado antigamente. Você falava assim: "Tá na hora de eu buscar alguma coisa". Sim, sim. Eu tava assim, era batia mais ou menos 10 anos. Eu vou eu vou fazer essa conta na minha vida também, porque já aconteceu isso umas quatro vezes. Vê só se não bate. Eu tinha isso, era um Movimento que começava a vir. E aí quando eh eu eu ia diminuindo já consultas, tava mais supervisionando e dando mais palestra, ainda tinha que tirar o tempo para escrever os livros, mas eu falei: "Tá indo bem, tá indo direitinho". De repente veio o podcast e
agitou tudo de novo. Bagunçou e reorganizou toda vez. Reganizou. Mas sabe de uma coisa, eh, é muito bom aprender com os convidados, cara. Isso eu acho que é a coisa mais Incrível que tá acontecendo. Tá dando uma pulsação, tá dando uma coisa assim e catar as pessoas que você vai chamar e apostar naquele que ninguém ainda viu. É. E vê os comentários, fala: "Poxa, Bia, eu não conheci esse cara. Exatamente. Essa mulher falou uma coisa que eu não tinha pensado. Exatamente. E agora começa a dar aquela questão do público já tá meio que dizendo para
onde conduzir, né, pelo tipo de resposta. Eh, A gente vai fazer um ano dia 30 de maio. Examente. Já é um ano dia 30 de maio. Tá passando, né? Então assim, muito aprendizado. Eh, é o oposto, né? Eh, antes assim, eu tava sempre sendo entrevistada, entrevistar falando, você tem que eh ter times totalmente diferentes. Mas o bacana é que é como se tivesse andando de bicicleta. É, tem uma hora que você vê que tá vindo a Paisagem, os convidados têm sido, nossa, um presente, um presente. É, o pessoal fala para mim porque eu o meu
podcast é o que mais tem por semana. A gente faz sete por semana, no mínimo. Assim, você não vive, né? É, então, mas todo mundo me fala isso porque como eu gravo em casa Uhum. E eu gosto do que eu faço, tipo, é conversa, eu não sinto cansado tanto Quanto os outros trabalhos que eu até trabalhava menos assim, entendi. Que tinha que sair de casa, pegar trânsito, porque o que desgasta é isso, né? O trânsito, eh, [ __ ] reunião para caramba, é coisa que você não gosta, porque todo o trabalho tem uma parte que
não é não é tão boa, entendeu? Que tem que ser feita para o trabalho bom acontecer. É, aqui cada vez mais eu Tô fazendo só a parte que eu gosto. Que legal. Porque tirando o tut aqui, todo mundo tá fazendo um bom trabalho, entendeu? Uhum. Não, vou eu vou te dizer uma coisa. Ele me chama de vida. Ele me Ó lá, ele me chama de vida, cara. Vê se pode, cara. Não, mas assim, o o e tá tá a coisa tá crescendo bonitinha, bonitinha. Legal. Fabi você conheceu da Outra vez, né? Que conheci, conheci. Ô,
ô, ô, ô, Bia, você tá por dentro do que tá acontecendo tecnologia? Eu tô ficando meio assustado porque tá sendo muito rápido. Pra gente que é mais das antigas aí, a inteligência artificial chegou num nível, não sei se você tá vendo o Sora agora, eu acho que é Sora, né? O novo programa, ele tá fazendo animações e vídeos de 60 segundos que você só digita, quero uma mulher andando no Japão, rua, eh, acabou de chover, neon. De repente tá lá, tudo bem, você vai ver, se você olhar com muito cuidado, você vai ver um errinho
ou outro, mas tá num nível tão louco, chatb de dar respostas. É o Mid Journey, que é um que faz imagens, pinturas. Eu tô assustado. Eh, o Silvio Santos cantando e Sultas of Swing, não é? Daqui a pouco vão pegar e eh uma palestra dela e vão colocar ela falando em espanhol. ou não, já tem tecnologia para fazer Isso, a boca mexendo, você falando espanhol com a sua voz. Não é assustador isso? Porque eu acho, se a gente extrapolar daqui uns 10 anos, como que a gente vai saber o que é real e o que
não é real? Qual é a verdade? Olha, eu acho que isso já tá acontecendo na vida real e não é pela inteligência, não. Eu acho que hoje já tem pessoas que vivem vidas virtuais e não sabem mais viver na vida real. Ela acredita tanto naquela vida que aquilo é a vida dela, Aquilo é a vida dela. E e eu acho assim, eh, eu acho que a gente vai se adaptar. Eu acho que tudo tá chegando. A gente sempre estranha de de cara. Eu acho que a gente tem que saber usar. Eh, a minha equipe tem
a garotada que tá muito mais ligada nisso. Tanto que o Gabriel criou a Biazinha, né, que é dentro da inteligência artificial. Ele vem nutrindo ela pelo menos um ano, bota ela para ler todos os meus livros, bota ela para assistir todas as palestras. Ela tá melhorando bastante. No início eu chegava assim: "Não, [ __ ] mas o que que ela respondeu?" "Isso não tá demais, não responderia". Mas ela tá chegando perto, né? Eh, eu acho que a gente vai conviver com essa coisa. Eu só tenho muito medo é se a gente, por exemplo, a gente
tem uma uma faixa etária que graças a Deus e a gente escolheu as coisas que a gente queria, a gente consegue fazer o que ama, a gente não vai ter muito problema Porque a tecnologia vai acoplar a isso e deixar a gente fazer mais e melhor. Também acho. Mas eu acho que quem não tem ainda essa estrutura de saber o que quer, de tá muito pautado na vida, vai se perder nesse meio. Eu acho que vai se perder. Meu filho tem 6 anos. As pessoas que vieram aqui falar sobre tecnologia, ele fala, eles falaram que
meu filho vai trabalhar numa profissão que nem existe ainda, Que nem existe. Não tenha dúvida. E outra coisa, seu filho com 6 anos, ele vai ter pelo menos cinco profissões. É, ao longo da vida, que é diferente da gente, né? Ou dos pais da gente que tinha uma profissão pra vida inteira. Por exemplo, você tava falando de concurso público, vai ser um privilégio de estabilidade para aqueles que optarem por isso. Fora isso, Fora isso, o mundo vai esterno movimento. E a gente tem que entender que eh esse movimento tá tudo bem, porque assim, é uma
instabilidade total. Isso gera ansiedade, gera pânico, gera medo, é exão. E possivelmente depressão, dependendo grau. Você fala, o que que você fala para as pessoas que já estão sofrendo isso? Porque isso já tá acontecendo. Ela tá vendo a profissão dela sumir, Dublador, tá vendo que, cara, ele vai ter que achar um jeito de uma outra profissão ou como se adaptar inteligente artificial. Mas olha só, a gente sempre na história da humanidade a gente não teve que se reinventar. cobrador de ônibus, eh, frentista, daqui a pouco não vai em vários lugares não tem. Exatamente. O caixa
de supermercado, quantos lugares que apertava parafuso, aí tem uma máquina, tem um robô, Uma máquina. Então assim, isso já aconteceu. A questão é que a gente eh tem esse péssimo hábito de não olhar a história humana. A história humana se repete. É, não tem jeito. Até nesses movimentos. Eu acho que a gente vai ter que ser muito preparado para saber surfar nessa instabilidade e ser feliz assim. Isso é que é o desafio. Por isso que eu bato tanto que a gente vai ter que ter Inteligência emocional nas escolas para as crianças. Porque se a criança
sabe o que que é ansiedade, o que que gera ansiedade, o que que para ela é gatilho de ansiedade, ela vai aprender a administrar, porque ela aprende a andar de bicicleta, de skate, com muita facilidade. Claro. Então tá na hora da gente ensinar pras crianças funcionamento cerebral, o que que faz bem para ela, o que que não faz, Porque a gente trata a criança como se criança fosse burra. Criança não é burra, a gente é que vai limitando. Por exemplo, todo dia eu vi uma coisa sensacional que a pessoa falou assim: "Trate o seu filho
como se a hora que seu filho derrubar um copo de água ou de café, seja o que for, trate como se ele fosse visita. Que que pai e mãe faz quando derruba?" Cara, você derrubou. Presta atenção. Se for a visita, você não faz isso. Você faz: "Não, pera aí, eu vou pegar uma toalhinha, vou pegar". Acolha seu filho assim, porque ele vai aprender com erro. Se ele tudo que acontece você apavora tudo para ele vai ser tipo assim: "Putz, fiz, fiz merda, não posso e não sei quê". Ele vai ser um cara muito ansioso de
performance. Ele vai estar o tempo todo olhando para você para ver se agrada ou não. E hoje é você e sua mulher e amanhã quem será? Verdade. Ele vai est o tempo todo buscando aprovação. Aí entra no mundo digital que a máquina é buscar a aprovação. Então você eles postam lá uma coisa, se não tiver curtido, eles apagam. Eles não têm nem a questão de olhar, pera aí, mas o que que tão curtindo ou não tão curtindo? Eles simplesmente tiram. Verdade. Então assim, tá na hora. Porque por que que a gente eh fala em educar
as crianças? Porque as pessoas falam: "Não, Mas criança não tem que entender de ansiedade. Criança sabe o que que é ansiedade, porque elas sentem ansiedade de outra forma. Ela vai dizer: "Tô com uma coisinha aqui na barriga, tô com uma dorzinha aqui na cabeça". Então assim, a gente tem que começar a dar voz para isso, né? Uma das coisas que eu acho maravilhosas, por exemplo, aquele filme Divertidamente, certo? É aquilo ali foi adulto. É, mas explica de uma forma muito legal, Maravilhoso. Mas eu acho que a gente ainda tem que fazer mais pra criança. Acho
que fic impressa, né, na tua, na tua, na tua carne, no teu cérebro. Isso. Um dos meus projetos é a Biazinha, super Biazinha, explicar essas coisas, tentando por aí. É, mas como como criança, não é adulto, ela é criança, ela vai ser uma criança nesse universo. Eu tenho pensado muito nisso, porque assim, você, eu vejo o pai falando Assim: "Ah, tem opção de coisa que não presta no YouTube". Então, faça alguma coisa que preste. Não adianta a gente ficar falando o que não presta, senão você vira aquele crítico chato que tudo tá errado, tudo veio
para piorar. Não, a gente pode fazer e fazer melhor e tentar. E a gente não vive uma uma coisa do fascínio pela vida do outro, fascínio pelo a o próprio reality show é meio um espelho disso, né? A gente eu vejo que a grande maioria das Pessoas ela assiste a vida dos outros passivamente. Passivamente, exatamente. Ela só faz ativamente criticar. A gente hoje tem uma uma verdadeira eh, como é que se diz? da da Idade Média, o a Inquisição, a Santa Inquisição resolveu baixar nas redes sociaisão. E compartilhe falando assim: "Ô, amiga, que que você
acha disso?" Exatamente. Ou então de que lado você está? Para que dividir? Tudo você é chamado a opinar tudo? O sim ou não. De que lado você tá? Tá aqui ou tá aqui? É contra ou é a favor? A gente não tem, não tem cérebro para isso tudo, até porque nem tudo é tão importante assim, é principalmente o que não é da nossa vida, né? O que é a vida do outro. A vida do outro só vale pra gente se ele tá inspirando alguma coisa, se ele tá trazendo pra gente algum ensinamento. Fora disso. Mas
isso você acha que é uma coisa do nosso tempo ou sempre foi assim? O ser humano sempre foi de ficar olhando a vida do outro e tentar? Eu acho que sempre teve, né? Tipo assim, a câmera de de segurança das ruas antigamente eram as velhinhas que ficavam conversando e fofocando. Então assim, eu acho que o ser humano tem uma tendência a fofoca. Por quê? O que que é fofoca? é a distorção de uma realidade. E todo Por quê? Por que que a gente faz isso? Então, porque todo ser humano quer intervir na história, quer contar
a sua versão, quer ter a sua voz nessa história, quer passar a história de antes. Só que tem que antes você passava duas, três pessoas. Hoje todo mundo pode eh contar, aumentar um conto naquela história e se sentir importante, né? se sentir importante porque fez parte daquilo. Aquele vagabundo, não valia nada. Pro Sim ou pro não. Agora olha que loucura. Você falou de reality, aquela menina que pediu para sair, a Vanessa, né? Ela piscando, né? Para pr para como se tivesse outra pessoa. Não, ela ela fez um episódio psicótico mesmo assim. Ela que é o
episódio da quebra da realidade? Um episódio é um episódio. Que que é episódio? É uma quebra momentânea. Como chama a menina? Eh, Vanessa Lopes, Né? Vanessa Lopes. Naquele momento, eu me lembro que as pessoas, Bia, fala, fala, fala, lembro todo mundo perguntando. E eu fui lá, olhei, olhei, falei assim, bom, que ela está, ela teve uma cisão da realidade, teve, ela tá vivendo uma outra realidade que não era a realidade que aquelas pessoas estavam vivendo. Ela dizia: "Olha, estão me espionando, olha". E e ela olhava pras pessoas, vocês não estão entendendo o que tá Acontecendo,
né? Ela foi tendo uma estranheza muito grande. Ela rompeu com a realidade. Mas interessante que ela rompeu e ao mesmo tempo ela sabia que ela tinha que sair. É, tinha algo ali nela que ainda tinha uma autoproteção. Ela que pediu para sair. Ela foi lá, pediu para sair. E aí eu eu fiz um comentário sobre isso e falei muito claramente que a gente tá vendo agora o rompimento, porque a Vanessa é De uma geração que cresceu na expondo se expondo, expondo a vida, né? tudo dentro da rede social e ela não vivia o mundo real,
ela vivia o mundo dentro do universo dela. É a primeira vez que ela vai pro reality show se põe a vida real. A vida real se impôs para ela e ela não tava preparada para a vida real. Não tinha os filtros, não tinha as musiquinhas, não tinha segurança. Não tinha segurança. Ela ela não tava controlando mais. Não tá, porque a rede social você controla a tua realidade, mostra, você cria, você bota o que você quer no filtro que você quer. De repente, quando ela estava na vida real, ela não resistiu. Então é isso que eu
tenho medo desta geração, não é da inteligência artificial que virá, não é nada disso. É da aquele da Apple, né, que você tá andando e ao mesmo tempo tá assistindo alguma coisa ou ele tá Medindo as coisas. Exatamente que as pessoas vão, tem vídeos, né, que as pessoas andam no meio da rua. Eu acho que se você é uma desconexão com o outro que tá na tua frente, não da realidade, da realidade é você tá com óculos, andando numa rua real e conectado numa numa virtual. Então assim, vamos ter problemas, vamos, vamos, não tenho dúvida
que vamos ter, Mas se a gente não começar a mostrar isso muito cedo, olha, existe uma vida aqui e uma vida aqui. A vida que vale é a que você vive, são os seus afetos, são as suas coisas, são os seus desejos. Já tem esse movimento também, né, de pessoas falar calma. Já tem exatamente o minimalismo, o o ter uma casa na mão essencialismo, né? Essencialismo da essência. Essência. Essência. Vamos Buscar o que que é essencial para mim. Que que é essencial para você, Vilelo? Família. Eh, fazer o que eu gosto. Já, já deu. Isso
é essência. Então, assim, você vai preservar isso a qualquer custo. Concorda comigo? Por exemplo, quando você fala assim: "Ah, eu trabalho muito, mas tô fazendo em casa". Sim, mas tem que sobrar tempo, brincar com teu filho. Meu filho, é com meu filho. Não é só almoçar, né? O que que ele faz na escola? Que aquela conversa eh de quando ele volta da escola? Tenho, tenho. Por exemplo, uma das coisas que eu acho fundamentais é pai ou mãe ou mãe, claro, levar e buscar na escola. É ou revesar. Porque a criança quando sai da escola, se
acontecer um bo lá, ela vai falar. É, de qualquer maneira vai falar. quando chega em casa, ela já foi esquecendo, porque a criança não tem esse sentimento de tempo como a gente tem. Tanto que você fala assim: "Vamos a Disney". Aí fica assim: "Amanhã, pai, amanhã, pai, amanhã". Eles não têm, leva um tempo para eles terem essa percepção de tempo. Então, tudo na criança é muito imediato. Essa coisa do contato de saber assim, que que aconteceu na escola com você? Como é que foi hoje? E tem jeito de perguntar, né? Você fala: "Como foi seu
dia?" Ele não vai falar. Fala assim: "Foi legal?" Que foi a coisa mais legal. Exato. Você desenhou. Aí ele vai respondendo. Mas se você faz uma pergunta geral, ah, não lembro. Ah, não lembro. Ele fala: "Como não lembro? Você você desenhou?" Claro que desenhei. Desenhei não sei o que, não sei o que, não sei o quê. Que que você comeu lá? Fiz não sei o quê. A Foi, você brincou com a mim e aí ele vai contando. Aí ele vai contando, você vai dando spoilerzinho. É que doido. Ele vai completando, porque é assim que o
cérebro dele funciona ainda. Ele precisa de start e aí vai completando. É como se fosse montando o quebra-cabeça, né? O cérebro, você dá uma pecinha, ele vai lá a outra. a outra. Esse é o cérebro infantil e a gente quer que ele Seja diferente, não é? Não se relacione com uma criança como se você tivesse se relacionando com adulto. É. E você acha que a gente pode chegar mesmo na no que eles chamam de singularidade da máquina ultrapassar o nossa capacidade de entender e ela criar uma ela criar ela mesmo se treinar um ponto de
a gente não sabe mais controlar a máquina, ela tá seria o aquele filme do Arnal Generador. É, não, não. Um mais antigo. Blade Runner. Blade Runner. se lembra que eram os replicantes? Replicantes. É, pode acontecer. Acho que não daquela forma. Acho que não daquela forma porque assim, eh, é inteligência artificial, aquilo ali é número. Precisa, alguém tem que programar. Programar. O que me preocupa quem vai estar programando essa inteligência. Tem que perguntar. Eu não tenho medo da inteligência artificial. Eu tenho medo. São os parâmetros que são colocados lá, né? Quem vai programá-la. Tanto que volta
e meia alguma coisa esgarra para alguma coisa racista, para alguma coisa, porque vai aprendendo na rede social. Tem tanto ódio na rede social que que é alimentado, aí ela vira aquela coisa. Porque assim, ela vai ter que ser alimentada, ela não se não se retroalimenta, ela não se alimenta, ela não sabe o que ela tá fazendo, não sabe. Ela junta dados e você fala: "Acertou". Ela: "Ah, entend, acertei?" Ela continua naquele padrão, entendeu? nunca vai ser um ser humano. Não tem como, porque assim, aquilo é um algaritmo, não tem jeito. É 0, é 1 0
1. É aquela combinação, não tem outra, né? E você vê A fala, mesmo que vão evoluindo demais da fala, sempre tem um tempo que é o tempo humano da fala humana. Sempre vamos, ah, dos dubladores, olha, pode até ser. Não, mas igual não fica não. E o que aconteceu com a, voltando o que aconteceu com a com a Vanessa, né? Vanessa, Vanessa Lopes, fora de uma situação dessa de de reality show, que é uma pressão e tal, a como que tem essa desconexão com a realidade Na vida da gente assim, uma pessoa normal que tá
acontece quando isso acontece, pode acontecer. Olha só, episódio psicótico não é eh esquizofrenia, é muito importante, não? Pode ser até que um episódio se repita e você abre uma esquizofrenia, mas em princípio qualquer um de nós pode ter um episódio psicótico, tá? Eh, se a gente, por exemplo, ficar eh dormindo muito mal, eh super tomando eh energéticos, Eh ou usando drogas, isso pode acontecer, não precisa, isso é uma intoxicação. Eu eu tive com Santo Daime lá, com um negócio lá. Exatamente. Isso é um episódio psicópica. Ah, tá. É, você começa ver umas paradas e tal.
Exatamente. É isso. Você desconecta da realidade. Você desconecta. Só que tem que o teu Foi provocado por um agente, já que tava rolando alguma coisa e que tava acontecendo. Exatamente. Exatamente. O que aconteceu com ela não não foi provocado por nenhuma substância, nada disso, mas foi pela essa questão de, eu acho, a realidade se impôs a uma geração que só conhece a realidade virtual, ela não suportou e o pavor do cancelamento. É, eu diria hoje, Nossa, isso eu acho que eh quem teve aqui, a gente falou bastante, ah, a Vitube, né, que teve no no
BBB, ela falou, cara, que ela o primeiro cancelamento dela foi uma coisa que ela não queria sair da cama, um negócio e tal, aí veio outro, veio e todo mundo vive, quem tá hoje em dia na rede, depende do tamanho dela, tem esse medo, pavor, pavor, pavor, como se aquilo fosse te liquidar. É, Quer dizer, olha como você tem que preparar para que pode acontecer e provavelmente vai acontecer porque você tá num ambiente onde isso acontece. War dizia que no futuro todos terão 15 minutos de cancelamento. V adaptar. É, mas vão adaptar pra realidade. Exatamente.
Se ele tivesse aí, se tivesse hoje, ele adaptar 15 minutos de cancelamento. Exatamente. De de fama, né? Mas assim, Eu acho inclusive foi feita uma pesquisa pela Fiocruz, eh, que de 11 a 2023, não, 22, 2011 a 2022, o índice de suicídio entre jovens e adolescentes eh adolescentes e adultos jovens subiu eh 6% de suicídio, 29% subiu de autolesão, de se cortar, de automutilar, cortar, tá tá se agredir, né, digamos assim. E uma dos fatos que a pesquisa mostrou claramente foi o medo do cancelamento desta Geração. A gente tem o caso da Choquei, né? Choquei
e algumas outras páginas de fofoca. Exatamente. Inventaram uma história de uma menina com com Winderson. J foi a Jéssica. Dá uma olhada pra gente o nome da da garota, cara. Um absurdo tão grande. O Winderson falou que era mentira. Ela Falou que é mentira. A mãe pedindo pelo amor de Deus para parar e ninguém ligou e acontece a tragédia. Exatamente. E o triste é saber que vai acontecer de novo outras e não precisa nada. Eu li essa essa pesquisa, mas eu tenho falado com a minha equipe eh a gente sempre reúne para fazer é Jéssica
Vitória, o nome dela. Jéssica Vitória. Isso mesmo. Eu tenho Falado sempre com eles assim que a gente faz um brainstorm e é uma, é, eles são muito jovens, a gente tem uma coisa assim dos extremos, mas a gente se comunica muito bem. E eu falo, comecem a observar, pesquisem eh influências que têm se suicidado e a e para tentar achar um padrão. Exatamente. E aí? E tá acontecendo cada vez mais. Tá acontecendo cada vez mais. E aí você vai ver. Não, no Brasil também. Também tem. Tem no Brasil tem. Exatamente. Mas são pessoas que se
dizem influencer e de repente eh e o pavor do cancelamento leva essas pessoas a buscarem fugas, né? Eu passei isso ano passado. É uma é uma dá uma sensação assim, você passa alguns dias de não conseguir respirar direito, de não querer ver rede social e tal e aí Depois você fala: "Pera aí, não vai acontecer nada, você não vai morrer, não vai morrer". seu fã, não sei o qu. Só que você acha que o mundo inteiro tá te odiando, né? Exato. Agora é é óbvio que eh tudo que dá like, eles super valorizam. Como assim?
Por exemplo, é por que falaram que essa menina tinha eh caso com o Wind? Porque o índice dá like. Claro. Entendeu? Agora, eh, vai chegar uma hora, Vilela, eu acho que não estamos longe, em que a gente vai ter que ter um um uma constituição da das redes sociais assim e de ética, de respeito, porque você não pode, o cara vai lá, desmente e a coisa continua a se propagar. Exato. Então, assim, eu vejo eh pessoas muito não só influencers, eh, pouco Conhecidos, mas muito conhecidos, apavorados. E aí que que acontece? Eles saem um pouco
das redes sociais e de repente voltam. Mas assim, como é que é se voltar? Porque várias pessoas abandonam can abandonam canais porque não aguenta a pressão. Não aguenta mais. E não é só a pressão de ser cancelado ou não. Não, de números também. De números, porque tem que fazer mais e mais e mais e mais, que é a tal da Sociedade eh da produção, da do resultado. A gente viveu até a Idade Média, Idade Média da até a Revolução Industrial. a a sociedade que era uma sociedade de regras e falava assim pro teu funcionário, você
falava: "Você tem esses deveres e você tem essas proibições, certo?" Ponto. OK? E você seguia aquilo. Que que aconteceu nessa época? O que o que se explicava como a quebra eh das regras era que o cara não aguentava mais virar o parafuso, virar o parafuso e de repente ele saía da realidade. Tanto que se falava muito naquela época muito mais de psicose do que se fala de depressão. Quem falava depressão naquela época da revolução industrial não falava. Então a gente vê nitidamente que o homem ali tinha um Condicionamento, ele seguia. Alguns não aguentavam e realmente
saíam da realidade. A gente via pessoas falando na rua, eram as pessoas loucas, os loucos. Hoje a gente não tem mais. E nessa sociedade eh de regras, a opressão era o grande problema. Então, o meu patrão é o problema, a fábrica é o problema, o outro país que que oprime é o problema. Hoje na na sociedade do desempenho, o que que é pregado? Você pode tudo. Você é responsável por você, Só depende de você. Você pode tudo. Eu não tenho mais o inimigo fora. O inimigo agora tá aqui, tá comigo. E se eu compro essa
ideia, meu querido, qualquer coisa que der errado, eu faço o quê? Fracasso. E aí o fracassado faz o quê? Deprime. Hoje a epidemia de depressão. Japão, né? Quanto, quantas pessoas, China e Japão, né? Eles colocam muito essa coisa da competição, de ter bom resultado. Coreia. Coreia. Coreia do do Sul De ganhar bem, né? Até eu tava vendo que as as redes de paquera, de não sei o quê, o pessoal coloca o salário lá. Exatamente. A que ponto nós chegamos? Nós viramos um produto. As pessoas prateleira, né? uma prateleira que que as pessoas queiram nos tornar
um produto, ok, mas você se tornar, mas você se tornar um produto, sujeitar isso é não tem como. E é isso que eu acho que As pessoas não estão percebendo. Por exemplo, não tem problema nenhum empresa me achar um produto interessante para vender algo, desde que eu acredite naquele algo sabe, é o contrato. Exatamente. E ao mesmo tempo assim, não, eu também não vou fazer propaganda de nada que eu realmente não acho legal. não usaria. Ponto. Então isso tem uma coerência. Agora eu a partir disso virar um produto, eu me perco, porque eu deixo de
ser ser humano. É, eu deixo ser ser humano. Tem a tem, eu tenho uma sensação assim de que as pessoas elas estão anestesiadas, não parece isso. Parece que aquela aquela coisa da delicadeza de prestar atenção no agora, as pessoas para viver parece que elas estão anestesiadas e colocam e isso para jogo, para no sexo ou em alguma coisa. Elas desviam Para não pensar nos problemas. Parece que tudo é desviar. E quando não tem jeito, como foi a pandemia, falou: "Putz, agora eu vou ter que conviver com essa pessoa aqui que eu tô casada há 13
anos, vou ter que ver meu filho e conversar com ele, eu vou ter que olhar pr para aí". Muita gente ficou com depressão, muita gente separou. Parece que as pessoas, é, parece que as pessoas ficam rede social arranjando coisa para fazer para Não olhar para dentro. E isso é um problema porque uma hora a conta chega, não chega? tem que chegar, porque assim, o ser humano é é um bichinho diferente. Ele ele é um ser humano que o ser humano é um bichinho que ele tem que agregar valores. Ele não pode passar na vida sem
fazer isso. Ele não pode passar, é social, né? E é um bicho social. É social. Eu tenho que, o meu trabalho tem que sempre de alguma maneira eh bater uma bola com seu, senão tá errado. Se eu sento aqui para ser melhor que você ou você melhor que mim, tá errado. Porque o ser humano em essência não é para isso. Eu tenho que te acrescentar algo e você tem que me acrescentar algo. Quando eu sair daqui, eu tenho que levar uma uma carga que falo: "Putz, isso foi tão legal, valeu a pena". Como eu tenho
que deixar algo que você fala assim: "Puta, aquela aquela única palavra que a Bia falou fez sentido, Fez sentido para mim, na minha história, entendeu? Isso é a regra do ser humano e a gente não faz mais isso." Então, eh, você tá falando, a gente já tinha uma epidemia de depressão muito antes, muito antes da da pandemia. A pandemia só deixou isso muito claro, esse desgoverno. E posso dizer aquela coisa que a gente ia ficar melhor depois da pandemia? Mentira. É, não rolou. Eu acho que foi ao contrário, porque houve uma migração, as Redes sociais
subiram, tomaram uma importância danada e as pessoas estão tendo muito mais vida virtual do que real. É. E não tão percebendo isso. Verdade. Você tá falando anestesiada, eu acho que tão alienados também e também procurando eh eh soluções mágicas. soluções mágicas e e também eh Ter times, ter eh se esconder atrás de outras figuras. Você é tal pessoa, então eu não vou falar com você. Ela já te elimina porque você gosta do vermelho ou você gosta do azul, ou porque você torce para esse time, porque você votou naquele político, ou e ela e todo seu,
o resto seu não vale. Ela ela ela te ela te define por uma coisa, uma única coisa coisa. condena, ela não te define ou ela te eh ela também te coloca para cima. Ah, você ah, também Estamos junto. Putz, você Isso é uma coisa que, graças a Deus, que eu conversando com as pessoas mais diferentes possíveis, eu consegui sair desse desse dessa polarização que tava me fazendo muito mal isso. Tem que escolher toda hora. Eu falo: "Não tem que escolher, eu tenho que só tem que a gente". Exatamente. Por que que eu tenho que optar
sobre coisas que eu nem sei, que eu não entendo direito? Eu, eu ouvo essa pessoa Falar: "Ah, faz sentido o que ela falou? Não faz sentido." Mas falando e essa troca do ser humano, como é que se faz quando eu determino que eu tô eh não, esse eu não falo, esse eu falo? Ninguém se acrescenta. A gente tá eh atrapalhando a evolução do próprio bicho ser humano. Tem uma coisa pior, Bia. Tem uma coisa de eu querer te convencer, só que eu não escuto o que você fala. Tá, tá. Eu falo, falo, falo, aí a
hora de você Falar. Aí o que ela tá falando, sendo que eu eu tenho que prestar atenção no que você tá falando até para argumentar depois. Aí eu falo outra coisa que não tem nada a ver com você falou, você falou uma coisa que não tem nada a ver e a gente não chega em lugar nenhum. Não. E tem uma coisa que por sermos animais sociais, as diferenças você se reafirma mais sendo você. É porque quando eu ouço você falar uma coisa que eu não concordo, eu falo Assim, eu até entendo o que o ela
tá querendo dizer, mas para mim não se aplica, então eu reforço quem eu sou. É. E essa essa não convivência dessa forma de você não ouvir o outro, eu tô deixando, eu tô me, eu tô me desintegrando porque eu não reafirmo quais são os meus meus maiores valores. Eu vejo em relação à fé, porque eu eu vou me incomodar tanto se a tua fé é diferente à minha. Por eu não tenho Certeza, então não acredito nisso. Se eu acredito tanto no que eu acredito, por que que eu vou me importar se você falar que você
acredita em outra coisa? E parece que as pessoas não, você não sei o quê, você está perdido e não, como se alguém tivesse o telefone vermelho para falar diretamente com Deus. Eu não, eu desconheço que que que Deus tem um telefone vermelho. Talvez em risto, né? Vai saber, Né? Tipo assim, deixamos a dúvida, deixamos a dúvida, deixamos muitas dúvidas, mas assim, ok, esteja em paz, esteja em paz com o Deus que você imagina que é ou não é com a tua ideologia. E se você for uma pessoa melhor para você e pros outros, OK? Se
se é por conta de Deus, se não é por conta de Deus, tá limpo. Você tá cumprindo sua função. É, não precisa essa discussão. E a parte do vitimismo, você acha que é um problema também de hoje em dia de todo mundo se achar vítima? Acho, acho. De achar uma coisa de perseguição, é tudo contra mim. O o mundo gira em torno de mim. Mas é o mesmo medo da vida real. É claro, porque olha só, se eu me vitimizo O tempo todo, eu tô sem responsabilidade de fazer o quê? Amadurecer. Que que é amadurecer?
É você tomar conta das suas responsabilidades, tá? E fazer uma um aprofundamento espiritual. Isso seria o amadurecimento, que é o oposto do que se prega hoje. O que que se prega hoje? Beleza e juventude a qualquer preço. Então você não tá chegando na outra ponta. Aqui é a juventude impulsiva. Eh, Age sem pensar. Tudo bem, isso faz parte, mas tem um amadurecimento aqui que vem com tempo que você começa a valorizar outras coisas. Você começa a ter um patrimônio mais intelectual, você começa a ter um patrimônio mais espiritual, não religioso. Espiritual que eu digo, quero
deixar uma coisa melhor para quem vem. Isso é espiritual, né? Eu não vou estar aqui, mas eu quero que tenha água pras pessoas que vão estar aqui. Plantar uma árvore que eu não vou colher os frutos. Eu não vou colher os frutos, mas ok. A água que eu não vou beber, mas ok. Então isso é o amadurecimento. Se a gente vive numa sociedade hoje que prega uma juventude interminável a qualquer custo, nós não estamos evoluindo paraismo, para o amadurecimento. E você vê o o porte ou a força de uma sociedade se ela eh eh valoriza
se ela tem um patrimônio, seus seus membros têm patrimônio Intelectual e espiritual. Que patrimônio a gente tá tendo? É, né? Então assim, hoje a coisa do fake news, se você for ver, tudo fake, quase tudo fake, porque as pessoas elas realmente criaram personagens que elas acham que são. E aí vem a realidade se impõe, que foi o caso da Vanessa. Eu achei bem bacana o posicionamento dela quando ela foi pós que ela teve fez Uma matéria, até teve um psiquiatra, um cara bacanérmo, que é presidente da da Associação Brasileira de Psiquiatria, que também falou que
foi um episódio psicótico, ela se afastou e ela falou mesmo assim abertamente. Achei bem bacana, ela já tá bem bem legal, bem foi muito bem tratada, né? E ela falando isso do pavor que ela tinha, ela tá, ela tá um pouco afastada. Então assim, que que nós não estamos vendo, eh, que nós estamos, nós nos Destruímos, né? É. E esses casos que tão tão cada vez mais constantes, né, de de abuso, de agressão, tem Ana Ricma, tem do Daniel Alves, né, do do Robinho e tal. Que que tá acontecendo? É o hedonismo. Eu posso tudo.
Olha só. Eh, não é à toa que eh os valores do individualismo, a filosofia dos tempos modernos é individualismo. Que que é o individualismo? Eu posso tudo, desde que seja para o meu bel prazer. Então, eu Posso passar por cima de você, eu posso fazer o que eu quero. Essa é a cultura que a gente tem hoje. O cara compra um carro, ele vai passar de madrugada na tua rua acelerando, porque ele quer ter o prazer de acelerar e fazer carro e fazer esse motor eh roncar, digamos assim. Então eu acho que a filosofia dos
nossos tempos não é à toa que explode, tem uma epidemia de narcisistas. Porque o que que é o individualismo? Primeiro eu, segundo eu, terceiro, Talvez alguém que eu acho que pode ser uma pessoa que me faz bem. Terceiro, então a gente tá vivendo esse tipo de coisa. E aí, e aí que eu acho que sabe a história da idade média? Nós estamos na idade média, não tem? Depois da Idade Média veio o quê, Vilela? O Iluminismo. Nós estamos numa trção. A história humana se repete. É que a gente não Estuda. As grandes nações eh sobem,
descem, os grandes impérios, né? Império Romano. A gente tá no momento de transição, não há dúvida. Ah, porque é porque o astrólogo disse ou fulano disse. Não, porque tá na história. A gente fez vários ciclos, né, na história da humanidade. Então, eu acho que a gente tá começando a acordar para isso. E a maior prova disso que ao mesmo tempo que essa geração predomina essa coisa virtual, foi o que aconteceu quando você Começou a me inspirou muito pra questão do podcast que eu vi que tinha uma galera que a gente podia falar pra outra pra
outra. É, isso é legal. Tem esse problema, mas tem um movimento também vendo isso, falando: "Não quero isso". Yang sempre, né? Então assim, nem tudo tá acabado. Eu sou otimista. Eu não sei se eu vou ver o Iluminismo pós-moderno, Mas sei lá, eu sinto, mas a gente vê uns lampejos já, né? Eu sinto os lampejos, né? Por exemplo, hoje quando eu saio na rua, a os jovens, os adolescentes me tratam com tanto carinho que eu falo alguma coisa tá começando uma semente de mudança. Pessoas assim, eu vou fazer medicina, eu vou fazer psicologia inspirada em
você. As pessoas chegam para mim e falam isso. E eu quero ser como você. Eu sempre falo, brinco e falo assim, brinco e falo Sério, seja melhor, porque você vai ter oportunidade de fazer uma atualização muito melhor. Seja muito melhor que eu e quando eu tiver bem velhinha, continue me dando informações, me nutrindo. É porque a vida é assim. E hoje no podcast, quando eu vou ver uma pessoa, eu chamei uma pessoa e ela falou assim: "Mas por que que você me chamou? Eu tenho 1000 seguidores. Eu falei porque o que você fala me interessa
Muito. Eu acho que vai interessar a gente para mais pessoas, né? Para mais pessoas. Então assim, teve gente que porque tem gente, os haters entram lá, você só chama não sei quem. Eita, mentira, entendeu? É, tem que tem que ter algo que seja compatível com a gente e ao mesmo tempo a gente vai alinhando isso porque a gente começa sem saber nada. Com certeza. Vamos falar de relacionamento, vamos. Como que tá? Eu vejo cada vez uma dificuldade maior mesmo das pessoas se relacionarem e se manterem, se manterem é, se manterem no relacionamento. Uhum. Talvez porque
a gente acaba vivendo os casais famosos, né, e e essas relações terminando e a gente se pergunta, né, por que tá todo mundo separando? Porque tá acontecendo isso ou sempre aconteceu? Você acha que tá diferente? Eu acho que tá diferente. Eh, e fala da tua experiência também, as pessoas que te procuram por isso também. muito. O que eu vejo é que as pessoas eh têm relacionamentos, mas sem saber qual o objetivo do relacionamento. Tem porque todo mundo tem, tipo, tu aí não, tipo assim, eh, atendia muito casal e falava assim: "Vocês querem ter filhos? Ah,
vamos ter." Eu falei: "Não, Mas é uma decisão conjunta. Não, mas todo mundo tem, né? Tá na hora". Então, falei: "Olha, não faça isso, né? Pode acontecer. Às vezes você engravida sem uma uma um planejamento. OK, então vamos pensar sobre isso. Mas você entrar numa relação sem saber se você quer dar frutos, se você não quer dar frutos, eh, e como que você vai lidar com esses frutos. Então, assim, as pessoas hoje estão fazendo muito mais colab do que relacionamento. Maravilhoso isso, cara. Esses relacionamentos virar um colab. Colab. Porque aí o que que acontece? Acaba
o período de colab, acaba a relação porque não tem colaboroso para você e para mim. Estamos ganhando. Exatamente. Estamos ganhando. Ah, você começou a não ficar tão interessante. Tchau. Eu vou pegar o olha, eu tô conseguindo mais sozinha do que com você. Então eu te deixo pelo meio do caminho ou vice-versa. Eu acho Que as pessoas não sabem o que é relacionamento. As pessoas acham que relacionamento é tipo assim, não, eu tenho que ficar com alguém porque todo mundo tem alguém. Você tem uma ideia, por exemplo, eh, dia dos namorados é uma data que cresce
muito à procura de meninos de programa e meninas de programa, porque as pessoas têm que aparecer acompanhada só para fazer uma, só para fazer a foto do Instagram, Nossa, ou sei lá, de qualquer outra rede, né? Então assim, cresce mesmo do tipo assim, eh, os meninos de programa chegam a falar: "Olha, tem que me avisar com muita antecedência e não é para transar, não é só para parecer." É para exatamente parecer que vai transar depois daquele jantar. Então assim, as pessoas sabem o que é relacionamento, porque assim, se eu sei Que é relacionamento, eu não
tenho menor necessidade. Pelo contrário, bons relacionamentos você vive, por exemplo, eu nunca vi você ficar apstando você e tua mulher. É difícil. Por quê? Porque é bom. Porque eu tô vivendo. E porque eu tô vivendo. Exatamente. Porque é bom. Porque esse esse casal que tá o tempo todo, toma tomando vinho, toma não sei o quê, toma Não sei quê. Não tá bom, cara. É, se eu for colocar, eu tô aqui com comendo rabibs. Exatamente. Eu tô aqui, olha, vou entrar no banho, né? Tipo assim, no início da das redes sociais tinha gente que falava assim:
"Olha, aí focava o chuveiro, você se lembra disso aí? O prato lembro? Prato, qualquer coisinha". Sabe? E eu acho que a gente tá aprendendo. Eu acho que hoje não tem mais o cara. Mas o que eu queria saber é se o homem ou a Mulher, quem tá mais com a cabeça assim, não, não sei o que fazer. Os dois. Os dois. Cada um por um motivo diferente. Os dois. Os dois. A mulher por por conta de trabalho, sigo minha carreira e ao mesmo tempo eu eu eu tenho que ter um relacionamento, tenho idade para ter
filho. E o homem com aquele medo de putz, será que vão me acusar de assédio, será que eu posso Ultrapassar essa linha ou não sei o que, o que vai pensar de mim? Eu acho que tem vários problemas aí, né? É, mas eu acho que as pessoas não estão entendendo o que que é amor. É porque as pessoas confundem paixão com amor. É, qual a diferença? Muito. Por exemplo, a paixão é é quase um vício. Para casar, para casar, eu tenho que tá apaixonado. Não, você não deve casar apaixonado. É verdade. É verdade. Evite casar
apaixonado. Porque assim, pode. O que que é a paixão? A paixão é um vício em alguém por um determinado tempo, certo? O que que você é apaixonado e todos nós nos apaixonamos? Não adianta falar: "Ah, eu não sei como é." Mentira, Momento. Mentira. Você se apaixonou várias vezes. Eu também. E o que que é paixão? É você necessitar do outro. O apaixonado, ele fica: "Onde é que você foi? Mas que que você tá fazendo?" Não, mas então agora então você vê na rua as pessoas assim: "Olha, amor, tô aqui, ó. Tô tô aqui no aeroporto.
Você vê isso? Eu tô aqui eh tomando café e tá tá tá". Então a pessoa tem que necessita saber onde tá a outra, porque ela depende da outra. A outra é a Droga. A paixão funciona igual ao cérebro de independente. Tem validade. Em média dura de 6 meses a 2 anos. É uma média. É impossível ter uma vida inteira apaixonada por homem, uma pessoa. Não, meu filho, você mor não. Você morre porque olha assim, você fica controlando o outro, você vai ser produtivo na paixão, não vai. o trabalho, as outras coisas, não, porque aí você
transa para caramba, No dia seguinte tá acabado, tua produtividade diminui. Então, por isso o organismo é tão sábio que o cérebro ele dá um alto limite. Tipo, acabou essa palhaçada porque a vida continua. Aí o que que acontece? O amor, o o a paixão quando acaba, ela tem dois destinos. Ou ela vai virar amor, né? Ela caminha pro amor, porque você começa tipo assim, não, ele não é isso tudo, mas eu gosto de estar com ele. Ela não é essa mulher maravilhosa e pá pá pá, mas [ __ ] a Gente ri junto. E a
gente rio e a gente ri disso porque o amor ele é bem mais humorado, ele é mais tedioso, mas ele é muito mais bem humorado. Mas tem pais também, né? Ele ele é mais tranquilo. Pais, ele é mais tranquilo. É pijama, né? Casal de pijaminha. também tem um tem uma regulagem aí que não pode passar muito se não vira também qualquer coisa, né? É, mas tem uma coisa bacana que o amor eh, principalmente casais, né? Eh, ele às vezes você reapaixona. Aí é maravilhoso, aí é a glória da vida. Quando você viveu a paixão, foi
pro amor e de vez em quando você olha e fala assim: "Caramba, apaixonado de novo." Dá aquele flash. Aí você como que busca isso? Sei se busca. Eu acho que isso acontece e você percebendo que acontece, você Fala assim: "Eu quero que se mantenha isso. Eu eu invisto mais nisso, porque aí quando eu olho pro pro meu companheiro e vejo como ele trata, por exemplo, o garçom, eu falo: "Me apaixonei por essa gentileza". E aí você vai mais, elogia mais, tipo assim, amor, quando você me emocionou quando eu vi você tratando o guardador do carro,
o garçom, puxando o papo com o garçom, fazendo o garçom rir. Então são essas coisas que você percebe e você passa a Cultivar, que aí você passa a ser merecedor do amor com pitadas de paixão. Aí é a glória da vida, porque não tem o desespero, mas tem aquela coisa que você olha de repente e parece que é a primeira vez. É, mas não fica o tempo todo, né? Isso eu já passei por isso. E não é maravilhoso? Muito legal. Não é maravilhoso. Agora e e falar o lado ruim, né? Que as Pessoas não mais
suportam eh passar por dificuldade ou passar por por ou ser passar por momentos ruins, né? muito que casamento eh eh acaba simplesmente porque a pessoa não quer tentar, não quer consertar, não não pegou o gosto de cultivar. É aquil desiste fácil, né? Desiste muito fácil. Mas por quê? Porque as pessoas hoje eh qual é, lembra dos Nossos pais? Por exemplo, a gente aqui, nossos pais tiveram uma vida de batalha. Sim. Nada foi fácil. o primeiro carro. Eh, conheci sua mãe aqui, você vê o companheirismo sua mãe e seu pai. Exato. É forte aquilo ali. É
uma relação muito forte. Eu acompanhei eles no carnaval fazendo maratona de filmes. É. É. Eu passei um monte de coisa para Eles lá, cara. Já fiz isso muito. É maravilhoso isso, né? Mas isso é, eles demoraram para entender esse esse companheirismo, bateram muita cabeça, muita cabeça e no final da vida falaram: "Meu, somos só nós dois agora". E olha só que bacana, né? Tá tirando as fotinhas lá na frente do cartaz, vamos pra terceira sessão. Então assim, isso é cultivar o amor. O amor não pode ser uma coisa que você Deixa, ah, eu amo e
ok. Não, o amor ele tem que ser lapidado, ele tem que ser cuidado, porque o que acontece é que as pessoas chegam e falam assim: "Não, agora deixei de ter tesão". Gente, a gente às vezes deixa ter tesão no trabalho, você larga, você se reinventa, você fala assim: "Que que tá acontecendo que eu não tô fazendo com artesão?" Então vou fazer diferente. Por que que você não faz isso na sua relação? As pessoas fazem isso. Às vezes eu tô achando que tá muito igual. Eu crio um programa novo, diferente, um assunto que eu nunca tratei.
E e eu vejo também em relação a a ao que a gente tá falando de relacionamento, esse lance de de se reinventar, né, de de tentar. Às vezes é que as pessoas evitam conversas difíceis e eu não acredito que um relacionamento tenha sucesso se você não tem conversas difíceis, que falar é o seguinte: "Não Gostei ou isso não tá legal, vamos resolver? Vamos melhorar. Exatamente. As pessoas têm tanto medo desse enfrentamento que às vezes é realmente chato, porque você vai ter que falar de você, a pessoa vai falar dela, vai falar dos teus eus, não
sei o quê. E as pessoas evitam isso e e vai passando. E aí você fala: "Putz, a pessoa fez isso de novo". Fala para ela. Então, exatamente, não é? Por que que as pessoas evitam as Conversas difíceis? Isso não é só no relacionamento, é em trabalho às vezes, né? Relacionamento. Mas em trabalho a gente tenta mais. É, né? Por que que a gente vive numa sociedade tal do desempenho? Por que que o meu trabalho é muito mais importante? Porque aí tem a coisa, eu tenho que me provar, eu não posso ser um fracasso. Porque você
não pode também não ser um fracasso na relacionamento? É porque as pessoas ficam muito chocadas com fracasso profissional e o fracasso eh eh de relacionamento afetivo. Você fala tipo, eu errei em alguma coisa e eu assumo. Exatamente. Eu assumo e vou embora. Porque assim, as pessoas fazem assim, ah, eu não tenho mais atesão e você não tem. Ah, tá bom. Então vamos separar, vamos ser amigo. OK, pode até acontecer, mas vamos tentar. Vamos tentar porque Pode ser que chega um ponto que você não dá mais e vamos ser amigo mesmo. Mas tem muita lenha para
queimar. Mas as pessoas desistem na primeira largada. Casamento é maratona. Relacionamento é maratona. Não é 50 m, não é 100 m, raso, não é, não é um tiro. Eu acho que que quando você tá num relacionamento, o amor é você amar uma pessoa é uma decisão. Se você toma essa decisão, decisão, Ela acontece. É uma decisão pessoal. Os dois têm que tomar essa decisão. Pessoal claro. É, é. Eu, eu já tive essa experiência. Se você toma a decisão de eu quero fazer dar certo, meu, é muito difícil. A não ser que outra pessoa não esteja
a fim mesmo, não, que a pessoa não esteja na mesma decisão, mesma sintonia, não vai dar, você não vai amar pelo Outro. Não existe isso. Existe isso. Mas é muito legal esse negócio de você tomar a decisão. Tomar a decisão. E aí fala de um assunto difícil que é traição ou pisar na bola. Até quando ou você acredita que as pessoas elas elas têm uma segunda chance ou pisou na bola? Não, como que como as pessoas devem te procurar por isso? Uhum. O que que você acha sobre isso? Eu acho que aí tem muito aquela
aquela coisa, por que que você tá com aquela pessoa? Vamos botar os valores na mesa. Eu tô porque ele é um cara correto, é ético, é parceiro, é bom pai, é bom amigo, ou eu tô só porque a gente se, sei lá, se conheceu no carnaval, ficou e a gente tá por aqui até hoje, tá? Tá? Porque diante de de valores tão maiores, quando ocorre uma traição, se essa relação é pautada numa amizade mesmo, ela supera. É mesmo? Eu acho. Mas a traição não quebra, quebra a confiança. Quebra a confiança. Mas, por exemplo, e você
tem que ver a mudança do outro, né? Não adianta pedir desculpa. Primeiro, é recorrente. Se é recorrente, querido, esquece porque não vai rolar. É hábito. O outro tinha esse hábito, você não percebeu. Então assim, ok, amo muito, mas não dá. é uma Imaturidade do outro, porque em geral o cara que trai muito, ele faz para se sentir eh ele precisa uma reserva de afeto. Ele é ao mesmo tempo é tão inseguro que, por exemplo, é aquele cara que gosta da mulher, tá com a mulher, mas ele consegue acionar mais três ali, porque o dia que
essa mulher brigar com ele, ele vai ficar tão inseguro que ele quer, ele quer aquela reserva ali. Entendi. para ele recorrer. Isso Acontece muito. Agora, ou você vai romper essa babaquice porque você não garante. Quem garante que quando você tiver uma situação difícil, outras pessoas vão preencher, não vão. Mas normalmente essa pessoa, se ela é assim e não corrige isso, ela vai levar pro próximo relacionamento também esse mesmo problema? Vai, vai, né? Vai. Então chega uma hora que tipo assim, ah, mas eu amo minha esposa, aquilo ali é por acaso? Sim, mas o por acaso
seu tá magoando ela. Exatamente. Não é por acaso, não foi de repente. Isso é uma vez só, tanto dela quanto aí como que é? Ex. Eu acho que é possível. Eu acho porque assim, se é uma vez só alguma coisa não dita, não falada, eh, aquela aquela traição foi quase tipo Assim, eu não tenho coragem de falar com ele, mas eu vou me vingar. A maioria é a maioria. Aí você fala assim: "Mas por que que você não falou?" Não, eu não ia falar. Ele tinha que saber que aquilo me magoou. Não tinha que saber.
Homem e mulher são muito diferentes. Então o homem vai perceber. É, vamos falar dessas diferenças assim. Tem muita diferença, né? Porque assim, é Pro homem tem aquela brincadeira, né? Do cara que tá olhando pro teto e a mulher fala: "Ah, ele tá me traindo". Ele tá pensando em outro e o cara pensando, cara, como que o mosquito consegue andar pelo teto? Não é essa tem, mano. Como que é aquela? E a mulher fazendo altas coisas na cabeça, não é? Quais são as principais diferenças da cabeça do da mulher? Olha, a mulher ela ela tem muito
mais essa coisa de fazer muitas coisas ao Mesmo tempo e conseguir e conseguir. O homem é mais monotemático. Se ele tá fazendo aquilo, ele tá fazendo aquilo. Exatamente. Então essa percepção que a mulher tem, pô, tá diferente. Ele hoje não usou aquela roupa que ele usa sempre, não sei quê. O homem não vai perceber na maioria das vezes. Por exemplo, mulher corta o cabelo, o homem chega, raramente ele nota. É. Aí se ele entra numa relação legal que ele quer que dure, ele vai ter que aprender a notar, porque ele é capaz, pelo amor de
Deus, ele é capaz de notar isso. Você aguça o olhar. É que nem, por exemplo, você não não prova o vinho, você aguça o gosto, o paladar, entendeu? Então assim, é possível. Eh, e eu sempre digo que homem, as mulheres pensam os homens como se elas, como se fossem mulheres. Então, Fala assim, é, elas idealizam o homem como se fosse uma amiga, uma mulher. É óbvio que ele percebeu e não ex não percebeu. E aí o legal disso é quando você começa a o mosquito, né, que tá tá andando lá no teto, como é que
aerodinâmica é essa, né? Então assim, quando você começa a entender essas diferenças, você consegue acessar o outro. Tipo assim, amor, o que que você tá vendo aí no tela? Tô repando O mosquito. Cara, isso dá uma risada gostosa a dois, entendeu? Porque assim, bom humor é necessário para manter o relacionamento. Não existe esse relacionamento sério que não tem risada, que não tem eh essa coisa de um rir do outro ou dos dois mesmo, né? Então eu acho que a mulher tem que ser um pouco mais, os homens têm que perceber mais como as mulheres funcionam
e as mulheres também tem que perceber como inclusive o sexo, né? Tem Tempos diferentes, tem tempos diferentes, tem coisas diferentes. E que aí é aquela coisa, você tem que falar: "Olha só, isso aqui é ótimo para você, para mim não é tão bom". Então vamos fazer o seguinte, vamos fazer o preliminar aqui como você gosta, depois você vem como que eu gosto. É um acerto, é um acerto, é uma negociação e vai ser sempre. É o que eu falei, é o que eu Falei, as conversas elas são muito necessárias. São muito necessárias e conversas difíceis
às vezes, né? A gente já teve muita conversa difícil com a minha mulher que eu falo: "Calma, porque essa conversa vai ter essa vez, a gente se acerta e nunca mais vai ter essa conversa". Exato. Tipo, como a gente vai educar o filho? A gente vai ter que ter essa conversa. Muitas vezes religião, ela acreditava numa coisa, acritava em outra. E aí, como a gente vai fazer? Uhum. É uma conversa, OK, beleza. Entendeu? E e tem que falar essas coisas porque vocês passam a ser uma dupla, né? É. E o que você sente hoje em
dia? As pessoas tão buscando o relacionamento, tão buscando viver solitário. Tem muita gente que, ah, eu sou eu mesmo. O que Que você as pessoas ainda buscam? Olha, muita gente eh tá buscando muito mais viver solitário. Sério? Eu acho que sim, porque assim, eh, tá tão difícil você eh encontrar pessoas que entendam o que que é o relacionamento, porque as pessoas dizem assim: "Ah, eu quero uma relação". Aí você vai ver, mas o que que você quer numa relação? A pessoa não sabe dizer que as pessoas estão preferindo ficar sozinhas a ter que gastar um
tempo numa Coisa que que ela acha que vai dar errado. Eu só acho que a gente tem que aguçar mais a seletividade de escolher o parceiro, a parceira, seja o que for. Tem tanta pressa também, né? Exatamente. Não vai ser assim, porque aquilo que você falou, quando você se dispõe a ter uma relação, você consegue. Quando eu me disponho a achar alguém que tenha valores, porque assim, você cola com para viver junto, os valores não podem ser tão diferente. Também acho. Pode ter gosto musical diferente, pode, mas valores, é, não tem como, entendeu? E tem
uma coisa no amor que tem a coisa da admiração. Putz, isso eu ia falar é essencial. Se você não admira outra pessoa, esquece. Não vai dar para se você não se pega falando bem da pessoa para outra pessoa aqui. Tá Errado. Tá errado. Exatamente. Então assim, amor ele embute a admiração. É. E não é admiração porque você tem isso ou aquilo. É admiração de um gesto, de uma palavra, ela cuida do filho, o jeito que ela Exatamente. Fala com a funcionária, entendeu? Com amigo, tem comida, com Exatamente. Ela recebe tua mãe em casa. Tem tem
é é muito legal isso, né? O amor mora nos detalhes, né? E as pessoas não observam detalhe. Então, então eu acho que a gente tá tendo uma crise, eu acho que relacionamentos estão em crise, mas eu também acho que a gente tá nessa fase de transição. Que que é esse esse termo que o pessoal fala de relacionamentos líquidos? É isso. É o líquido. Essa expressão é do Sigman Bmam, né, que eu adoro, é um filósofo Que já morreu. Eh, e ele falava isso. Nós vivemos tempos líquidos, começou com tempos líquidos. Ele tem vários vários livros.
É, então é tempos líquidos, amores líquidos, relações líquidas. E ele fala exatamente isso, que a gente vive em tempos modernos, tempos que a gente vive, que tudo é muito imediato. Então eu tô com você, você tem que me dar prazer o tempo inteiro. Deixou de dar, querido, tchau, eu vou pro próximo. Então essa impulsividade, essa coisa de Eu tenho que ser satisfeita o tempo todo. A comida de agora tem que ser boa, de amanhã tem que ser boa. Comida você tem que me fazer rir. É o dia que você não me faz rir. Ah, você
não me presta mais. É, entendeu? colab que a gente brincou. Então assim, essa coisa de ninguém tem que dar prazer a gente interessante a todo momento, né? Não tem, ninguém vai ser interessante o Tempo todo, nem a gente. E você falou uma coisa interessante das da das verdades ou das conversas difíceis. A gente foge das conversas difíceis conosco, é com a gente mesmo, velo. Quantas vezes a gente tá assim de bobeira e você fala: "Cara, eu sei que uma hora eu vou ter que me deparar com essa situação que não tá bem resolvida". É, mas
aí você talvez concorde comigo, Ana, o que a gente faz aqui? Você tá falando alguma coisa que eu falo: "Hum, eu vou ter que resolver essa parada aí". Exatamente. Já teve aqui pastor que falou umas paradas, eu falei: "Cara, eu sei exatamente o que ele falando. Isso tá batendo em mim. Eu tô eu tô demorando para ter essa conversa comigo mesmo. Ou vem um psicólogo, ou vem um neuro. Cara, é muito louco isso. Alguém te fala alguma coisa, você fala: "Meu, E olha que lindo, né? Porque existe um saber, você sabe, interno nosso. Eu acho
muito divino. Se não é divino, é uma coisa muito parecida com divino. Existe uma coisa que a gente sabe, o teu corpo sabe, ele te dá, ele te dá demonstração de quantas que tá fazendo coisas que não tá fazendo bem para ele. E tua mente é a mesma coisa. A mesma coisa. Então, por exemplo, às Vezes eu falo assim, eu tenho que parar para organizar meu pensamento em relação a isso. Tem horas que eh são coisas tão difíceis de você encarar que você vem o pensamento, você tem tacardia. É porque imediatamente você aciona o sistema
límico de proteção. Agora se você tem dificuldade de fazer isso com você, imagina com o outro. Olha o caminho a percorrer. Verdade. Mas é mais difícil com você do Que com outro, não é? Mas eu acho que quando você começa o teu caminho, você fazer com outro porque você sabe que ele também tá nas dificuldades que você tem. Você às vezes não olha pra sua esposa e eu achei bacana lá no prêmio, né, no IBT, que bonito que ela te olhava. É que bonito. Você não podia ver às vezes, né? Mas ela te olhava com
admiração, muita admiração. Então assim, eh, é tão, É tão bacana quando a gente olha para para quem a gente ama e a gente fala assim: "Ó lá, ele tá perdido em algum pensamento que é aquele pensamento que com a gente também dá uma coisa ruim, é possível entender o outro. Porque assim, todo mundo quer ser um mar de virtudes, mas nós não somos um mar de virtudes. E às vezes a gente vai ter que colocar as nossas fragilidades na mesa e aceitar do outro também. Mas você não acha que às vezes a gente Dá muito
mais, eu falo por mim, né, dá muito mais valor pras nossas fraquezas, pros nossos erros, do que paraas nossas virtudes? Isso traz uma uma não é culpa, mas uma cobrança tão tão irreal. Entendade é então essa conta, né? É, essa conta parece que nunca fecha. Mas aí que tá, quando você tem conhecimento e autoconhecimento, você faz essa conta de tipo assim, não, eu ainda tenho que ver isso aqui, [ __ ] Mas eu caminhei tanto em outras estradas que eu tenho um crédito, é para tá ali. Agora você tem que ter essa noção. Você, eu
concordo, a gente a tal da do do tempo de desempenho que a gente tem hoje, você só vê o que você não fez, deixou, o que poderia ser melhor. Exatamente. Mas se você pensar, a gente tem construído tanta coisa bacana assim, Eu vejo isso hoje, eu até quando me critico, eu falo assim, cara, é, às vezes precisa uma outra pessoa fala: "Meu, você tá louco? Olha tanta coisa que tem." Mas sabe o que que melhora muito, Vilela, fazer? E eu tenho esse hábito. Em vez de você ficar pensando em problemas antes de dormir, faz uma
lista de cinco coisas que foram [ __ ] no teu dia. Cara, a gente sempre tem. É, e eu não Faço isso. E você vê, a gente recebe eh, e é tão bacana essa coisa da gente receber pessoas tão diferentes. Não tem um convidado. Às vezes eu gravo o dia inteiro, eu chego, fala, eu eu chego, ter um caderninho, eu falo: "Caramba, isso aqui posso dormir com essa lição hoje, eu vou dormir bonita. Porque se você ficar com aquela coisa, o que que eu vou fazer amanhã? Esquece, vê que que foi bom no Dia. É
isso. Isso eu consegui já fazer de não pensar no amanhã como eu pensava. Não, não faça isso. Mas eu ainda olho muito pro passado, pro passado recente, pro passado assim te falando, putz. E e o pessoal que trabalha comigo, sabe assim, às vezes é errou o técnico, fala: "Poxa, por que que o microfone não tá funcionando? Por que que não sei o que assim, dava para fazer melhor?" Isso às vezes me consome E fala: "Meu, já passou, já foi, que que vai adiantar, né?" Não tem, e acontece, não tem jeito, né? A gente dá defeito,
eletrônicos dão defeito. É, dá mais efeito com o tut, né? Mas ok, porque tem gente que o tut já sua cota já terminou, hein, Tutti? Hein? Que energeticamente mais propenso. Não, ele já começou a chamar de vida Para não ter como como é vida é fogo. É forte, é forte é forte. É para você não brigar de jeito nenhum. Ô Tud, você fez o seu que que você quer vida. Aí você fala: "Ah, não tem como, né? Quebra, quebra, quebra total experiente esse menino. Total. Ele sabe. Que que você acha? Eu vou colocar essa situação
de uma pessoa hipotética, OK? A pessoa tá e com uma pessoa há pouco tempo, talvez três meses, né? Tut. Não. Hum. Hipotética. Sete. 7 meses. 7 meses. E manda um PDF. Hum. Ah, não, de novo isso não. De alianças, de modelos de alianças, um PDF explicando o motivo para cada uma e o significado de cada uma para ela Escolher. Que que você acha? Olha, eu diria que ele tá apaixonado, tá no auge da paixão. Olha, sete, sete meses, começou com seis. Mes tá naquela paixão forte, tá na tá com dopamina lá em cima. Nossa, não
vi a hora de encontrar. Não vi a hora de encontrar. essa e quando tá junto o tempo nunca dá, né? Leva pro Outback, leva para tudo, meu filho. Nesse momento, eh, Ele vai fazer juras de amor, vai ser maravilhoso. Eu sou a favor, curtam a paixão. É porque passa, mas virão outras. Mas assim, curta, sofra, faz tudo que você tem que fazer. Sabe por quê? que você aprende, porque aí na próxima paixão você vai falar assim: "Caramba, eu não morri". É porque dá uma sensação, né? Fala: "Meu Deus, eu não vou viver sem, né? Tipo
Assim, eu vou me matar. Adolescente faz muito isso, nunca mais eu vou ter uma amaring. Não vou gostar de ninguém." E é tão bacana quando você acolhe, por exemplo, o teu adolescente apaixonado e ele fala assim quando atendi adolescente, "Mas B, você tá falando, olha para mim, eu tô sofrendo." Falei: "Eu tô vendo, é real. Não, mas você acredita?" Eu falei, cara, olha a tua cara, eu tô vendo você tá sofrendo. Não, porque minha mãe nega. Eu Falei: "Não nego não, ainda vai sofrer mais. Ainda vamos descer pro subsolo". Às vezes eu olho pro meu
filho, eu sofro por ele, eu falo: "Nossa, esse daí vai sofrer tanto ainda por paixão e tal". Eu fico, me dá um aperto no coração, porque às vezes eu vejo assim uma menininha na escola abraçando ele para tirar foto e tal. Falo: "Meu Deus, eu lembro quando era eu, eu tinha, nossa!" E ele vai passar por tudo isso, né? Mas meu amor, Pense o seguinte, pense o seguinte, eh, você vai estar muito mais preparado para legitimar os sentimentos dele, porque nunca fale não, com certeza não, você bobeira, não tem idade para isso e não sei
quê, não acontece com o ser humano e você vai est ali. É porque meus pais não estavam preparados assim, não tinha essa conversa com pais não tinham, mas a gente não sabia, a gente não sabia nem que paixão era uma droga, Praticamente funciona como uma droga. A gente não sabia nada disso. A gente achava que era frescura, entendeu? É o que que tem de avanço no estudo da cabeça, do cérebro, o que que tá acontecendo? O que que a gente entende mais hoje do passado? Porque agora tão assim, tem agora e chip, tão tão mapeando
o cérebro. Que que que que tão descobrindo aí? Olha o chip do El Musk. Eu tenho muitas dúvidas ainda porque é o Neuralink, né, se eu não me engano. Não é não é Neurolink. Eh, a a experiência com teste de macaco matou muito macaco. Sério? Muito. Mas não foi pouco. Nossa, foi muito. E agora conseguiu um ser humano que se voluntariou para fazer. E eu acho que aquilo tudo que ele promete, se conseguir 10%, eu acho muito bacana. Mas ainda não tá com essa bola toda não. As perdas de macacos foi muito alta. Eu não
seria a primeira ser humana nunca, mas nunca a a me oferecer, porque ele promete eh programar tudo que você quer. Então, por exemplo, eu eu quero ser uma pessoa mais inteligente, matemática, então eu vou lá tum, programo para isso, eu quero ser uma pessoa muito [ __ ] em comunicação, vou lá programo para isso. Mas aí tem uma coisa que é a essência de cada um, Cara. em 8 bilhões de seres humanos, eh, cada um é diferente do outro. Química é diferente, ela dentro sins e eu acredito muito, nós somos capazes de tudo, mas eu
acredito que a gente tem facilidade maior para algumas coisas. Eu tenho medo de da de chegar num ponto de ter um um chipe, ou seja lá o que for, que simplesmente eu quero cortar a dor, eu não quero sofrer por tal pessoa e vai Lá e apaga esse negócio. Imagina o que vai acontecer você. Mas ele promete quase isso é nesse nível. É, então, mas isso é perigoso para caramba. No início ele agora essa etapa ele tá colocando que é para recuperar movimentos de pessoas que tiveram lesões medulares, por exemplo. OK, vai começar por aí.
Maravilha. O que eu acho maravilhoso. Eu acho que mexer nessas limitações físicas, eu acho bacana, mas Mexer nas questões eh de você ser quem você não é, apagar memórias, você tá apagando ou deixar uma pessoa menos violenta ou mais amável. Aí começou a programação, entende? Programa com assassinos e vamos mexer no cérebro. Aí é perigoso, hein? É perigoso porque assim, eh, ninguém entende, né, da onde vem essa violência direito ou da onde vem, Qual é o critério para você usar esse tipo de de tecnologia? É porque a gente teve a lobotomia no passado, que era
o pessoal abria o a cabeça, né? Não, fazia um corte, né, dos dos feixes para você para tentar diminuir a agressividade. Lobotomia foi feito muito. Aí que que acontecia? Descobriu-se o seguinte, porque o lobo Frontal ele executa, então a pessoa deixava de executar a violência, mas não deixava de pensar nela. Sério? Sério. Então assim, e é tão interessante porque você conversava com uma pessoa que tinha feito lobotomia, ela perdia o filtro e falava todas as maldades que ela imaginava e fazia no Passado. Aí você fala: "Por que que você não faz mais?" Ele não, eu
tô pensando, me organizando para isso, mas não faz porque perdeu a capacidade de agir, de executar, porque o lobby frontal da execução não deu certo, porque ficaram os zumbis que tinham os os mesmos pensamentos ruins, que aquilo ali é uma máquina. Se alguém devolve o poder de agir, talvez a máquina viesse destruidora. Isso é bom até para uma ficção científica. Filme, né, total. Acabei de pensar nisso. A, a gente chegou numa conclusão no outro programa sobre o 666, lembra? Exatamente. Talvez a gente juntasse isso tudo. O que acontece é que você não muda o sentimento,
você muda a execução. Será que é possível mudar um ser humano na sua essência do sentir? É Porque a gente solucionava a psicopatia, por exemplo. Exato. Mas o que a gente viu até hoje que você não muda a questão de como ele vê o outro, você reduz danos. Por exemplo, eh, hoje você tem algumas pessoas se dispõem a fazer algum tipo de terapia com eh transtornos de personalidade antisocial, que seria a psicopatia leve. Por que que um psicopata procura ajuda para ter algum Ganho? Então, do tipo, aquele cara que já perdeu tudo e aí ele
se propõe a não fazer certas coisas para poder ter o mínimo de suprimento da família, certo? suporta mais ele. Eu não sou otimista nesse aspecto. Talvez eh algumas tecnologias, se alguém me falar assim, não, o neurolink neurolink da do Musk, ele vai ativar uma coisa chamada empatia. Aí vamos ver. Aí a gente começa a pensar na possibilidade de um psicopata te ver Como um ser humano, não como um objeto de uso. É, mas eu acho difícil. Sabe aquela coisa assim que você me perguntar assim, Bia, você tem esperança eh de ver Deus? Não, eu tenho
muita esperança e cada vez mais de senti-lo e tenho gostado de alguns sentimentos que eu atribuo ser essa inteligência suprema, mas vê, não vou. É Porque ele é muito maior do que isso, né? Imagem e semelhança assim na figura de Jesus. Exato. No filho, no filho. Mas ele ele é a fonte de tudo. É é uma coisa incalculável, inimaginável. Tem e tem trechos, né, na Bíblia, né, que o pessoal não conseguia olhar, né? Então, um negócio que era era alvejado, inclusive se tivesse pecado e tal, tal. Examente. Então, assim, é tão maior que a gente
e Ao mesmo tempo isso não me dá nenhuma ansiedade de não saber ou não ver. Para mim não me dá ansiedade. Não tem coisas que eu eu consigo conviver com a não entendimento total. E é porque nós somos seres humanos, a gente tem que se conformar que tem coisas que a gente não vai saber. Mas ET é uma coisa que eu queria em vida ter uma resposta, não é? Eu acho mais provável. Não é, não seria legal tipo fazer Contato, achar a vida em outro. Nossa, como ia ser legal. Prov. É muito mais provável isso.
É muito mais provável. Porque aí é matéria com matéria e mudaria tudo, religião. Imagina, a gente não tá sozinho, vai, a humanidade vai repensar muita coisa aí, tá? Mas se você pensar que já não estamos sozinhos pelo seguinte, a gente se acha muita coisa, tudo começou. Existem seres, bactérias, vírus, que também são seres, são criações. É e eles já estão com a gente, querido. A gente abriga, a gente abriga uma população, uma galera aqui com a gente. A gente dá de comer e vida. No pé do C tem uma galera aí, galera. Com certeza. E
que, e que graças a Deus rezam para ele continuar. É aia que usa a meia da Insider, pelo amor de Deus. Exatamente. Para diminuir da Insider. Não vou gostar. Eu eu peguei um voo de volta aqui, cara. O cara descalço colocava o pé do meu lado com os dedos aberto, velho. Assim, sabe? Quando você, ah, não, para que isso, cara? Coloca uma meia aí. Ô, L, tem alguma pergunta pessoal? Só para Cara, tem uma pergunta aqui. Eu juro que ela não é a minha. Tá bom, eu juro. Ó, a Maybe Daisy falou aqui o seguinte.
Eh, Casei com a minha solterice, tô com defeito. Depende porque ela tomou essa decisão. Por exemplo, se ela foi uma pessoa que repetiu padrões muito disfuncionais de relacionamento, né, com pessoas e não foi legal, foi muito desagradável, se ela teve relacionamentos, por exemplo, com perfil narcisista, com perfil eh psicopático, eu diria que ela resolveu dar umas um tanque para mudar o padrão. E aí eu acho que para mudar padrão às Vezes a gente tem que ficar sozinho mesmo, porque a gente não consegue, senão a gente vai repetindo, né? A gente não para pensar, é que
nem parar um vício, você tem que distanciar dele, né? Ó, e o Então pode ter sido uma boa, pode ter sido uma boa possibilidade, um sábio ou foi uma fuga, não sei. Fala, Aline. Não vou responder por mim, Tá bom? Mas você não tá nessa, né? Você tá procurando? Ah, eu eu assim eu tô disponível, mas eu não tô naquela caça que o aquela coisa sair pra caça. Não, se aparecer alguém apareceu. Se não aparecer também tá de boa. Sabe por se aparecer vai tá na mesma vibração. Se não for, não foi também. Exato. É,
ó, o Rodrigo mandou aqui o seguinte ainda sobre relacionamento, tá? Ele falou assim, ó. Existem homens que estão procurando namoradas de inteligência artificial. Isso faz mal para o o psicológico. É. Aí ele fala assim: "Mesmo se você fizer sexo real, mas também tem um tendo uma namoradinha virtual, se é traição, né? De repente". Não, mas é inteligência artificial Ou o Eu não entendi. É, no caso é inteligência artificial, namoradas de IA. Ele colocou aqui: "Ah, namorada de A, não é virtual". É. E aí depois ele mesmo se fizer sexo real, mas também tendo uma namorada
de inteligência artificial. Ah, tá. Eu acho muito ruim. Lembra do filme Chi? Her H, exatamente esse filme é maravilhoso. Pede a ele Para ver o Her, ele vai entender. Eh, porque assim, a gente se faz humano tendo relações humanas. Então, eh, eu acho muito ruim, porque se ele faz sexo com alguém real, não é isso? e tenha uma uma escuta afetiva que ele atribui eh de uma inteligência artificial, ele na realidade não tá investindo tudo que ele pode investir numa relação real. E eu acho que ele pode, a inteligência artificial vai ser capaz de ouvir,
falar O que ele quer ouvir, certamente conhecer ele melhor, porque vai programar, vai ter todas as informações da vida dele. Nós vamos chegar a esse ponto. Só que tem que pra inteligência artificial, ele é mais um número. Ela consegue ser namorada dele e de mais 1000 ao mesmo tempo, porque ela tem essa capacidade. Veja o filme H. É, é maravilhoso Que ele se apaixona por uma um assistente tipo e quem faz a voz da inteligência artificial é Scarloten. É, é exatamente que não ganhou o Oscar. Você sabia disso? Ela só não ganhou o ócar porque
a academia não tinha como dar premiação para uma voz. É mesmo? Porque senão ela ganharia o Oscar. Olha só, A mulher conseguiu fazer um papel com a voz. Não, a gente falou: "Como é que a gente vai fazer? A gente não tem uma uma não era uma trilha sonora, não era uma coisa talvez tenham que fazer isso, né? Para uma voz que é um personagem total, né? Ó só, a Aline mandou uma pergunta aqui que é uma dúvida minha também, que é assim, como lidar com os pais emocional emocionalmente infantis? Parece que me tornei mãe
da minha mãe muito cedo, tá? Se isso ocorreu muito cedo, porque é normal que pais e mães com envelhecimento, com perda cognitiva, se tornem nossos filhos e tá tudo bem. faz parte do do faz parte do processo. Eh, e que bacana, se a gente puder trocar isso, né, dar o que a gente recebeu. Eh, mas ao mesmo tempo, o caso dela, dele, né, é Aline. Aline, não me parece se é desde sempre, não é por uma deficiência dos pais, é por um ocorrido. Olha, afastamento não tem como, porque se você eh assumir que eles são
seus filhos, a relação vai ser muito ruim, mas muito ruim. E você tem que fazer isso. Eles não vão crescer, eles vão limitar o seu crescimento. Relações disfuncionais são muito simples. Você deixa de crescer e os outros também deixam de crescer. Você paralisa. Então, chega uma hora que a Gente tem que se afastar, não porque não goste desses pais, não porque não queira ajudar, mas porque tá na hora da gente crescer. Ela não pode perder o time do crescimento dela. Ó, a Amanda eh Cristina mandou aqui, Dra. Bia, fala sobre distinia. Meu esposo foi diagnosticado
em 2020 e e faz uso deito éitalopran 20 g 20 mg. Distimia. A distimia é um transtorno Dentro dos transtornos de humor. A depressão é muito simples, a gente identifica. A distimia é como se fosse uma depressão crônica. Eh, você lembra daquele personagem a vida odor? Sei. Ah, vida. Vida. Ele tava era hard. Isso mesmo. Ele tava sempre negativo, sempre na negatividade. Então é uma depressão como se fosse uma depressão crônica, não tão grave quanto uma depressão que te paralisa, mas ele Mantém um patamar muito constante de muito mais para negatividade do que para uma
um humor eh eutímico, né? Eutímico é um humor bom assim, né? Eh, a distimia, ela pode responder uma parte remédio, mas a coisa mais importante é terapia. Terapia eh de refazer conceitos. E a terapia cognitivo comportamental para distimia é melhor que tem. Por quê? Porque ela desfaz esses conceitos. Então, a pessoa fala assim: "Essa pessoa é super negativa". Aí a o terapeuta vai falar assim: "Tá, mas olha só, você tá dizendo que tudo dá errado, mas você conseguiu isso, isso, isso, isso? Estatisticamente a terapia cognitiva comportamental é muito baseada em evidências. Então o que que
acontece? A pessoa prova que aquilo que ela sente não corresponde à realidade dos fatos, que ela consegue muito mais que isso. Então eu acho que o diagnóstico foi a primeira coisa. O Remédio tá indicado para esse primeiro momento, mas a terapia cognitivo comportamental para a diximia é fundamental, tá? Eh, a gente tá vendo muitos casos de de afazia, né, o o Bruce Willes. Uhum. Fiquei sabendo ontem, fiquei bem triste de um comediante brasileiro também. O que que tá acontecendo? É por causa de alimentação, de estress, que é um tipo de demência, não é? Depende, porque
pode ser um acidente vascular que compromete a questão da fala, pode estar dentro de um quadro de demência. Assim, eu acho que o estilo de vida que a gente leva, ele é adoecedor, principalmente pro cérebro. É, então, por exemplo, eh, eu mudei radicalmente nos últimos 5 anos o que eu como, o que eu o que eu bebo, o que eu mudei. Porque assim, eu tenho história genética de de Alzheimer, sério? Tenho. Por parte de pai, pai do meu pai do meu pai. Isso, meu avô paterno. Eh, e fiz isso também com com dentro da da
alimentação dos meus pais. E a coisa realmente funciona, você diminui esse desgaste, porque assim, tudo que é tóxico pro cérebro você vai acelerar. Hoje as demências estão muito ligadas às complicações que você tem, se você tem Comorbidade. Tipo, diabetes é número um. Sério? Se você tem resistência insulínica ou diabetes, você aumenta demais a sua possibilidade de demências. Se você não tem atividade física, você aumenta demais. São vários fatores. Alimentação é o primeiro. E fortalecer a musculatura. O cérebro se comunica diretamente com a atividade muscular e os músculos liberam uma substância chamada irisina. E a irisina
ela ao Atingir o cérebro ela faz eh a ativa a produção de uma coisa que é fator de crescimento neuronal, tá? que faz com que os neurônios possam se refazer. Se você não tem essa atividade física, você não tem essa comunicação, então você já diminui a atividade neuronal dos neurônios. Se você tem eh resistência insulínica, a insulina ela é muito ela alta faz com que você tenha um processo eh ela inflama o que ela vai passando do Próprio açúcar. Por que que você tem que fazer atividade física? Porque o o músculo ele tem receptores para
insulina, então você tira essa insulina que tá muito alta, circulando na circulação, você pega para fazer atividade física. Então assim, é uma maneira de rever. Eu acho que se a gente álcool é uma coisa complicadíssima, complicadíssima. hoje tá se mostrando cada vez eh mais limitado, que seria a dose eh não sei se a gente pode falar em Dose salutar, mas aceitável, né, de de você não tá causando grande lesão. Então assim, a gente vai ter que rever essa coisa do fast food, essa coisa não dá mais. Ou você vai querer ter prazer assim, viver intensamente
isso tudo, prazeres de de paladar de ou você vai decidir ter uma vida mais longa sem tantos prazeres. É porque os os essas coisas muito processadas eh não tem jeito, né? você Tem uma umxidação mesmo, você tem uma inflamação no organismo como um tudo. Só que tem que o cérebro é muito mais sensível, é uma célula muito mais sensível a esses processos inflamatórios. Ou você reduz isso ou vai ficar difícil. Eu acho que a gente tá tendo isso. Bia, eu vi um vídeo no seu canal sobre gas lighting. Uhum. Será legal falar sobre isso, né?
É o gas Lining é é essa, vamos dizer assim, eh é você pegar uma pessoa no relacionamento e você fundir tanto a cabeça da pessoa que a pessoa começa a acreditar que ela é culpada por tudo de errado que tá acontecendo na relação, quando na realidade talvez ela seja ao contrário, a vítima. Então, Geslar é é essa essa, como é que eu vou te dizer? É essa não é uma perseguição, mas é um assédio, né? Eh, psicológico tão intenso Que a pessoa acaba acreditando, realment, que a pessoa acaba acreditando, vê isso muito em filme, novela,
né, de ficar colocando porque existe o assédio, tá? Toda sede é ruim, mas o gasline é uma coisa, é mais sutil, é mais sutil, mais persistente e tem um objetivo, fazer com que a pessoa quase, tipo assim, perdão por eu existir e ela fique dependente de você. Exatamente. É aquela relação tóxica que a pessoa faz tudo de errado e a outra pessoa, por favor, não faz isso, não, vou parar, vou parar. De repente a pessoa não vai parar mesmo. Ela começa tipo assim, não, mas eu faço isso porque você não me procura, porque você é
burra, porque você não sei que lá, porque você eh não tem dinheiro, porque vai pegando pesado. E por fim, quando a pessoa tá tipo assim, ai perdão, então você me ama Porque eu sou lixo e você tá comigo, entendeu? Isso pode acontecer para homens e para mulheres, tá? Não tem a ver se é de um sexo ou de outro. Tem mulheres que fazem um gasline pesado com os homens também. É, fala Lenis. O o Tut tem uma dúvida aqui. Vamos lá. Não, na verdade não é uma dúvida, é mais uma errata. Tá que na hora
que você falou Do PDF, não, não. Quando você perguntou se eu tava sete, se eu tava três meses, certo? Você falou sete. É, então falei sete porque eu achei que você estava falando, perguntando, falando quanto tempo eu trabalho aqui. Ah, aí eu falei 7 meses e chegou uma mensagem assim: "Se meses com quem?" Meu Deus, cara. Então, só quero deixar esse rato aqui, tá? Três meses. Três meses mesmo. Vocês estavam certo. Olha, mas a gente confirma uma coisa. É tut, né? E tut, tem uma coisa que eu tenho que te dizer, meu amor. Ela também
está apaixonada. Claro, essa reação é uma reação de mulher apaixonada. Então, pelo menos, pelo menos a paixão é recíproca. Tô Tranquilo. Porque também existe relação, né, Bia, que que só uma pessoa namora, né? Esquece, a outra não tá namorando. Só uma pessoa tá namorando. É, exatamente. A outra não foi não avisada que existe muito, né? Tem pessoas, são as paixões platônicas, né? A pessoa acha, cria todo um cria todo um enredo. Exatamente. Já passei por isso. O bichinho tava o bichinho tava agoniado aqui. Ainda bem que você explicou. Tá bom. Não, a gente salvou a
relação, né? Mas ela tá atenta a você. Isso é muito importante. Atenta. Ó, a Luciana, ela mandou aqui o seguinte, ó. Todo mundo, eh, todo mundo tem problemas. É certo pensar que se os problemas não trazem sofrimento, não é necessário terapia ou todos precisamos de terapia? Aí mandou aqui: "Amo vocês". Pera aí, repete para mim. Ela falou assim, ó: "Todo mundo tem problemas". É certo pensar que se os problemas não trazem sofrimento, não é necessário terapia? Ou todos precisamos de terapia? Olha só, eh, todos nós sofremos e vamos sofrer, né? Faz parte da vida. Só
que tem que quando a gente acha que não precisa terapia e que não sofre, é errado, porque assim, tá tão por fora do que causa sofrimento Que nega. Porque a maioria das coisas que a gente sofre, a gente durante muito tempo nem sequer percebe que é aquilo que faz a gente sofrer. Eh, é o que a gente faz assim, a gente e a gente não procura terapia porque tá sofrendo, a gente procura terapia para se conhecer melhor, para lidar melhor com os sofrimentos que virão, que são inevitáveis. Agora, é sempre uma escolha. Em geral, as
pessoas procuram Terapia ou procuram se aprofundar, porque às vezes a pessoa não tem dinheiro para fazer uma terapia, apesar de ter muitos serviços eh universitários que cobram coisas simbólicas para fazer, as pessoas podem procurar, mas apesar da pessoa não fazer terapia, quando ela se dedica, por exemplo, a autoconhecimento, a leitura, a filosofia, ela também tá fazendo uma terapia, né, uma autoterapia. Então é sempre uma decisão. Você quer se conhecer melhor para lidar Melhor com todos os desafios que a vida vai trazer? Vale a pena. Se você acha que vamos no tranco, vamos na base do
tranco e um dia a gente percebe que de tranco em tranco a gente para também não tem problema nenhum. Pode procurar ajuda lá também. Mas o importante é assim, não deixe de perceber aquilo que te faz mal. Se você não sabe o que fazer, mas pelo menos identifique que a gente chama dos gatilhos. O que que é gatilho? Gatilho é Quando acionam situações que mexem pontos muito delicados e que me trazem sensações ruins. O nosso corpo sempre sinaliza que tão mexendo num num vespiro, né? É como lidar com a perda, com o luto? Primeiro saber
que ele existe, certo? Porque assim, todos nós vamos ter perdas, vamos ficar tristes. E que bom, porque se ficamos tristes é porque valeu a pena. Ninguém tem luto eh de coisa que não valeu a pena. É, pelo contrário, eu Já vi gente, me libertei, né? Nesse sentido, a sensação é outra, é alívio. É alívio. O luto é quando você fica muito triste e é normal. E é normal. O luto tem um tempo para acontecer, tem uma intensidade para acontecer, tem fases, né? Tem fases e que a gente pode perfeitamente Esperar, porque a gente tem que
viver aquela tristeza. Se você teve uma um perdeu alguém, mas muito querido, mas muito querido e muito presente, talvez leve um pouquinho mais de tempo, mas o interessante é que no luto você sente falta da pessoa, não? Você não pensa tipo assim, eh, eu nunca mais vou viver. Você faz assim, daqui para frente vai ser difícil viver sem aquela risada, sem aquele carinho, sem aquele bolinho. Quando você começa Com aquela fase assim, não, eu não vou ser capaz de viver, eu não vou ser capaz, aí o luto já tá encostando na depressão. Ah, tá, entendeu?
No luto, você lamenta a perda daquela pessoa. Na depressão, você se torna incapaz de assumir eh a sua vida sem aquela pessoa. É diferente, porque tem gente que não desmonta, né? Não consegue. Tem gente que fala assim, vai sub o luto vai passando e aí vai vindo Aquela coisa de lembrar da coisa boa. Eu digo que eh se você teve uma pessoa bacana mesmo, teve com ela um relacionamento e pode ter sido avó, pode ter sido um amigo, uma amiga, o que for, um amor, a ausência daquela pessoa depois que passa o luto se torna
uma das presenças mais interessantes, porque você passa de vez em quando a passar num lugar assim e falar assim: "Fulano é adorar tá aqui, né? você tá num lugar de música ou então Você tá num lugar que a sua avó um prova um bolo, tipo assim, putz, vó adorar ver o cheiro desse bolo. Então, quando a ausência se torna uma presença bacana, é porque passou o luto, você eh sobreviveu e aí você, aquela pessoa fica entranhada em você de uma maneira boa. Sabe com quem eu falei muito disso e mudou minha cabeça? foi com a
Carol do caso do Nardoni, né? Porque ela é um caso emblemático, né? Sim, sim. País inteiro, comoção, uma coisa violenta, absurdamente violento. Como essa pessoa consegue viver depois disso, né? E o e a lição de vida que ela passa é absurda, porque não dá para você colocar na pele dela, não tem como, não. Até porque não existe isso, né? tipo assim: "Ah, eu te entendo." Não, você pode ter uma empatia por aquele sofrimento, mas entender não. Mas ali eu acho assim que certas coisas acontecem Eh ou você muda radicalmente ou você afunda radicalmente. É. E
eu acho que a Carol ela ela bateu no fundo do poço, mas ela sacou que o fundo de poço tinha alguma mola e que ela podia sair de lá. É, e ela resolveu sair. E eu acho que essa maior homenagem que ela pode ter feito a filha dela. Claro, reconstruir E ter a filha como uma lembrança eh saudável, não aquele corpo. Claro que de fato a Isabela não era aquele corpo, né? Você apaga aquilo que você fala, né? Você não pode pegar porque tem gente que fica lembrando só dos últimos momentos, gente. É que nem
você pegar a pessoa e julgar por um único ato, por uma foto. Por uma foto. Então assim, na hora que a Gente perde é difícil para caramba, mas depois a gente vai fazendo esse escrutínio das coisas boas e aí você vai incorporando. Isso é lindo. e serve de exemplo para outras pessoas que estão passando a mesma coisa e ajuda outras pessoas, que é o que eu acho que ela tá fazendo no momento. É, ela ela ela conseguiu, acho que a Carol tá numa coisa eh de amadurecimento, né? que no início a Gente falou amadurecimento é
quando você eh aumenta seu patrimônio eh de sabedoria e de eh aprofundar a coisa da espiritualidade. Eu acho que ela conseguiu fazer as duas coisas. Eu acho que a que a Carol ela de fato ela amadureceu no sentido que tem que ser do ser humano, que é isso, ampliar essa visão e aprofundar essa conexão espiritual da gente. É uma coisa que eu que eu tenho da minha Vivência assim que quando você é adolescente, você é jovem, você, cara, eu vou, a vida é fácil, eu venço tudo que eu e aí você vai vivendo a vida
e vai tomando umas porradas em momentos que você não imagina, não espera, não espera. E é complicado, a vida não é fácil, né? A gente romantiza muito, mas é porrada que não é para não é fácil, né? Não, não é fácil e ninguém disse que Seria. É. Nunca ninguém falou: "Ah, essa coisa vai dar tudo certo". Gente, as pessoas que amam a gente falam que vai dar tudo certo porque é uma maneira de dizer: "Estou aqui com você". E as coisas passam. E as coisas passam depois de outro. Mas ninguém falou. A vida é, a
vida é uma universidade. Você entra na universidade e aí o primeiro trabalhinho lá vai ser igual ao trabalho de conclusão. Não. Trabalho de conclusão vai ser muito mais difícil. A vida vai nos desafiando. É, parece um videogame. Parece que você vai chegando em outros níveis. Você fala: "Não, se eu tiver mais dinheiro, não vou ter problema. Aí você tem mais dinheiro, tem problema. Não, quando eu tiver casado, minha vida vai estar tranquila. Vou ter Meu filho, vai ter mais problema. Se eu tiver um carro bom, ele não vai quebrar direto, não. Você vai ter outros
problemas. Sempre vai ter problema, né? Então, por isso que a gente tem que parar com essa coisa, eh, de projetar é pro futuro, pro futuro. É aqui agora, por exemplo, a gente tá aqui agora. É, é o que a gente tem e tem que ser legal, entendeu? Nesse momento. É aquilo que eu te falei, eu quero sair daqui hoje E na hora de deitar já passei os creminhos, já fiz aquela coisa do skinqu que é maravilhoso, que para nós mulheres, vocês homens deviam ter isso. Eu vou pedir pra minha mulher fazer, ela fica lá. Eu
vi assist momento que vocês olham o o o mosquito, né? O mosquito no teto. É o momento de se pensar, gente. A gente não pensa, a gente se acarici, porque durante o dia a gente Faz tanta coisa que aquele momento skinc daade é um autocuidado. Legal. E é uma coisa, é porque a gente vai fazendo, a gente vai pensando, a gente vai fazendo assim, olha, até que você hoje tá tá com aparência melhor, né? Tipo assim, hoje o dia não te derrubou. Olha que bacana. Mais um dia, mais um dia que você venceu. Esse é
um momento, porque as pessoas falam assim: "Ai, futilidade é autocuidado, porque a gente hoje tem tanta essa coisa de não parar que o skincare paraa mulher e eu acho que os homens também tem que ter. Eh, é o momento que a gente para. Para mim é o banho, sabe, de você ficar, eu coloco a cabeça aqui, deixo a água cair aqui. É uma sensação tão boa assim de aí você dá aqui, limpeza, mas é limpeza de alma, de pensamento, como se tudo pudesse levar, né? Eu acho também isso muito bacana. E E eu acho que
a grande vantagem de envelhecer é isso, é que você já tomou tanta porrada, já passou por tanta coisa que você fala: "Tá, vai passar", né? Por mais que você esteja, dá aquela sensação de fala: "Tá, isso, isso vai passar. E isso é uma coisa que só ninguém vai te ensinar. Vai ser um um caimento de ficha. É um belo dia você levanta e fala: "Cara, eu já vivi isso de alguma maneira e eu Sobrevivi". É, e quando você começa a ter esse mantra com você mesmo, essa essa conversa interna e pratica isso, não sei se
você é imbatível, mas não imbatível por performance, mas imbatível de ninguém pode te destruir. É, eu tive pode te machucar, mas não te destruir. Eu tive o ano passado, eu falo que o ano passado foi o meu melhor e meu pior ano Assim, porque foi um ano muito ruim mentalmente, depressão e outras coisas, mas em nenhum momento eu eu achei que aquilo era para sempre. Nenhum momento e olha que eu tava muito mal, teve dias muito difíceis, mas eu sabia que o dia ia passar, eu só queria que fosse logo. E às vezes não é
logo, foram meses, entendeu? Mas é um lance de você pedir ajuda, atrás de remédio, terapia e a parte espiritual. E você vai você tem Várias ferramentas que você pode usar hoje em dia. Podia ter feito neuromodulação, né, meu amigo? Neuromodulação podia ter feito. Sim. O que que é a neuromodulação? Eh, eh, são técnicas que estimulam a atividade, modulam a atividade cerebral. A gente até conversou, não conversamos sobre isso. Hum. No livro sobre depressão, eu falo sobre a estimulação magnética transcraniana, né? Por quê? A Estimulação magnética transcraniana, cara, é uma coisa tão, eu nunca mais internei
paciente, eu tirei paciente de internação. Eh, a maioria de paciente hoje você pede neurofarmagem, que é ver o remédio que você é geneticamente mais propício a responder. Adap, adaptável a mim, adaptável a você, teu metabolismo. Isso é super importante. Eh, a maioria hoje vem com muitas não respostas, porque durante muito tempo se usou tanta Medicação que é como se as pessoas começaram a não responder. E aí você fala assim: "Cara, mas eu nunca usei medicação". Gente, o que as pessoas no Brasil não descartam remédio como tem que ser descartado. Bota no vaso sanitário da descarga,
guarda ou guarda ou joga na pia. Ah, saiu de validade, plá, joga para isso. Vai em algum momento pegar a água que depois vai ser limpa. C Porque como é que eu posso ter? Nos tinha pensado nisso, gente? É o tempo todo. Porque assim, nos Estados Unidos você descarta remédio, tem todo um padrão para descartar. Como se descarta pilha, como se descarta nossa a gente tá tomando remédio sem saber. Fora o que você faz aquelas caixas, né, que aí não deu certo com um, não deu certo com outro, vai pegando um belo Dia, tipo assim,
ah, vou jogar isso aqui fora, pá. É, então assim, eh, eu acho que a neurofarmagem, eh, já diz pra gente tem coisa para responder, porque uma vez eu eu atendi uma mulher que ela não respondia a nenhum antidepressivo, era tudo contraindicado. Pelo teste genético, ela só ia fazer efeito colateral, efeito positivo nenhum. Eu olhei para ela, falei: "Olha, eu tenho uma notícia boa e Uma ruim, ela me falha ruim, você não responde não. Te depressiv falou: "Doutora, eu já sabia. Porque eu tomei todos. Eu falei, fez muito efeito colateral. Você não imagina. Eu vim aqui
com a esperança. Falei: "A boa é que a gente tem neuromodulação. Eu quero fazer isso, cara. Você podia, porque assim, não é que é um milagre, mas acelera o processo. Então, aquela depressão que Vai durar 8, 9 meses, você tira você do subsolo em 15 dias, uma semana. 15 dias. E aí depois você vai mantendo aí vamos manter, vamos ver o que o que que desencadeou isso. Vai ter que mudar a alimentação. Vai, filha, vai ter. Mas existe, mas existe vida após tanta coisa. Não, isso é tranquilo para mim. Tranquilo. Após tanta coisa ruim. Mas
podia ter feito, amigo. Quero fazer ainda. Tô tomando ainda. Pró. Vamos ver. Tem muita contraindicação, né? Bruxismo e outras coisas. Eu vou eu vou te mandar o protocolo dos exames. Faça que você é ruim de fazer exame. Mas [ __ ] não, eu peguei agora uma um batalhão de exame. Então deixa eu acrescentar porque eu quero ver também esse negócio que você falou, né, de ser cilíaca lá. O Negócio é um monte de coisa aí que Sim. Mas posso te dizer uma coisa? Eh, mesmo que não dê que você acela, experimenta tirar o glúten. Já
tô tirando por três meses porque tá me fazendo mal um as paradas que eu tô comendo. É, você já tirou? É, já tirei. E você viu mudança. Você não, eu tô tô brigando com o glúten agora. Eu cortei a lactose aí. Ainda não. Porque quando você e eh descobre intolerância a lactose, você automaticamente vai pro glúten, né? Você você tira a gordura. Ah, tá. Se substitui. É, você começa a comer coisa com farinha e coisa. Aí começa a atacar. Sério. Olha, aqui em São Paulo tem um um um uma marca, não vou falar, eh, de
pães sem glúten, que é um espetáculo. É, minha mulher sempre compra sem glúten e para mim tá tudo de boa também. Vou te dizer depois. O Tá bom, fala, Lenice. Ó, a o N mandou aqui uma pergunta e uma recomendação. Ele, a recomendação dele é uma minisérie da Netflix chamada uma dose diária de sol. Uma dose de área de sol. Que legal. Não conheço. Da Netflix. Da Netflix. E aí ele tá falando, eu vi uma série sobre a aquela aquele vício em Opioids, né, que tem na na Já Viu isso daí? Nossa, isso tá fora
de controle nos Estados Unidos. E aí ele mandou aqui e ele ou ela, não sei porque é o N, né? Aí falou que é o seguinte: "Há muitos casos de autismo em mulher aí entre parênteses o mesk ou acha que virou algo banalizado atualmente?" Não, eu acho que não virou banalizado. Eu acho que a gente tá conseguindo entender a questão do autismo eh muito Mais, porque o a condição sinequan eh do autismo é a grande dificuldade de relação, de interação social. Claro que alguns vão ter de linguagem, vão ter de comunicação, mas o grande eh
a grande ferida é essa não percepção. Quando eu converso com você, eu não tenho as deixas sociais do que você tá querendo dizer. Eu entendo literalmente, eu não consigo muito ver a metáfora. E o que acontece é que a gente achava que eu achava, não, não, não achei, mas eh as Pessoas achavam que a autista era só aquela criança muito disfuncional de grau três, que eh fazia movimentos, virava o pratinho, porque a gente teve filmes assim que mostravam o autista eh um um tipo de um grau de autista com muita disfuncionalidade. O que a gente
tá vendo hoje que a coisa é bem mais complexa. Por isso que hoje não se fala, se fala teia, transtorno do espectro autista, porque você tem um Espectro, você tem pessoas extremamente funcionais, mas que tem uma grande dificuldade de relação, mas são pessoas, são excelentes alunos, são produtivos, mas você se depara com coisas do tipo, a pessoa não sabe se comportar quando você diz que, tipo assim, olha, eu tô muito triste, não sei que lá, a pessoa fica olhando para você. e ela não consegue fazer um contato, tipo, não, conta comigo. Ela não, porque ele
não tem essa percepção eh da conexão com o outro. Entendi. Ele não é é como se ele não tem as regras sociais, ele tem que aprender, entendeu? Você tem que ensinar. Tanto que a grande terapia do pro autismo é você ensiná-lo a se portar, né? Tem um um menino, o Ricardo, que tá super estourado na nas redes sociais. Sim. Queria muito trazer ele aqui. Ô Ricardo, é o Ricardo nunca virá. A família super preserva ele. Eu conheço a família, Que é muito legal, né? Eu tratei os irmãos, eu quero não sei o quê, não sei
o quê. Ricardo. O Ricardo é isso. E o Ricardo foi um caso maravilhoso de sucesso, porque a Dalva eh, a mãe dele, tem quatro filhos, ele foi o primeiro e a Dalva com 60 e poucos anos. Quando ele nasceu não tinha informação nenhuma. Ela só percebeu com três anos que ele era diferente dos outros. Mas assim, sem dizer nada. E ela Foi levando especialista, ninguém dizia, ninguém fechava o diagnóstico. Ela falou: "Bom, o que eu vou fazer o que eu posso fazer". Então ela começou: "Bota na natação porque a postura dele era não sei quê.
bota não sei qu bota colete. Ela falou: "Eu fui fazendo, eh, a alimentação era seletiva, eu fui cozinhando e ele é aquela coisa fofa, o Ricardo é fofo, é literalmente fofo. Diz na tua cara o que quiser. Depois você magoou, Você magou. Porque aí o a Dalva tem dois livros, né? Dalva até na É. Primeiro livro é Mãe me ensina a conversar, que foi um pedido dele. Ele fala: "Mãe, me ensina a conversar, mãe. Mãe, me ensina a conversar, mãe. Mãe, que que eu falo, mãe? Eu posso falar para fulana isso? E assim aí eles
ela escreveu o livro falando dessa trajetória dela em 2006, que também tinha pouca coisa. E depois ele viu que deu certo o livro, falou: "Mãe, escreve outro aí". Mas o que que eu vou escrever, Ricardo? Agora escreve sobre os meus direitos. Tanto que o segundo livro é: "Mãe, eu tenho direitos". Porque ele fala: "Por que meu irmão pode ter filho? Eu não posso ter filho?" Pá, pá, pá. Então assim, eh, o Ricardo é encantador. Ele era um grau três dentro do espectro. Sim. O Ricardo teve, eh, teve que ele saiu da escola, ele tirou por
ela tirou porque ele não conseguia assistir a aula. Ela Alfabetizou ele em casa, contratou para alfabetizar em casa. Ele ele é nadador do do Flamengo. Ela fez uma coisa que eu acho que, cara, ninguém faria. Eu não sei que que mistura foi aquela. E a Dalva tem TDH. Agora você imagina uma TDAH filho. Mas deu certo. Deu certo. E assim é uma família muito querida, assim, o irmão, um dos já foi feito, tipo assim, quem vai ficar responsável pelo Ricardo, a Questão de não ter filhos, tudo foi feito pensando nele. Então, já tem o irmão
que vai assumir, que já deixou claro, ele mora comigo, né? E a mulher desse irmão também, tudo muito. E a coisa mais bonitinha. E eu entrevistei a Dalva e ela falou assim: "Bi, agora eu ensinei ele lavar roupa na máquina de lavar e aí por quê?" Falei: "Porque quando eu não tiver mais aqui, ele vai pra casa do irmão, ele tem que dar o mínimo trabalho. Ele fica: "Venha ver se Eu estou fazendo certo. Olha a roupa." Aí disse que ele agora lava a roupa da casa inteira. Aí ele pega as roupas secas e vai
de quarto em quarto. Esse é seu. Esse é seu. Agora você passa. Que legal. Então assim, que amor é esse, né? Que amor que é quando eu não mais estiver aqui, ele tem que tá preparado pra vida, né? Dentro da do que ele pode dar, né? Verdade. Mas é muito lindo. É muito lindo assim. Pô, que legal. Fala, Lenice. Ó, o eh tem tem um pessoal aqui perguntando sobre a fibromialgia. Fibromialgia. Uhum. A fibromialgia é um quadro muito muito pode ser até incapacitante, mas de dor eh crônica em várias áreas do corpo, em vários grupos
musculares. E durante muito tempo se achava que é que tinha alguma algum problema no no cordão ascendente da dor na coluna. E também se achava que tinha A ver com níveis serotonina, se achou que tinha uma relação de fibromialgia e depressão. Hoje se sabe que pessoas que têm fibromialgia tem uma hipersensibilidade mesmo pra dor. É como se ela tivesse uma uma um sensor muito mais calibrado para sentir a dor. E são coisas assim que muitas vezes tem pessoas que não conseguem levantar da cama, não conseguem fazer coisas. Então, a fibromaldia é um grande desafio, eh,
e Que para poder melhorar, a pessoa às vezes tem que fazer o que ela acha que vai piorar. Muita atividade física, né? Porque ela no início ela fala: "Eu não vou conseguir". Eh, tem que mudar a alimentação também, porque é como se você tivesse dor no corpo inteiro, sabe? como se você fez uma ginástica, não faz há muito tempo, só que tem que ser o tempo todo. Então a fibromialgia acaba o excesso de Dor fazendo com que a pessoa deixe de fazer coisas, fazendo com que a pessoa possa até ter uma depressão secundária a fibromialgia,
porque é dor o tempo inteiro. Dor é uma das coisas que mais incapacita no mundo todo. Verdade. Então assim, a fibromialgia ela tem que ela ela agora tá tá sendo vista como uma doença que tem que ter muito mais um olhar, não é uma coisa secundária, ela é uma doença em si e tá sendo muito mais estudado. Eh, e tem que Buscar tratamento porque é incapacitante. Pessoal acabou perguntando aqui sobre o Ricardo, né? Por que que não pode ter filhos, né? O autista, dependendo do grau, né, do autismo, o que acontece é o seguinte: poder
pode, mas como é que você vai deixar o autista grau três, tá? Nós estamos falando isso, autista grau um, sem problema nenhum. Eh, ou se escolhe, a família também escolhe. O grande Problema é que eh você vai botar uma criança para tomar conta de outra criança. Hum. Exato. Tem, teria que ter outra pessoa para ajudar ou ser responsável e ao mesmo tempo aquela aquela o vínculo, por exemplo, eh, paterno desse tipo, não teríamos. Por quê? Porque essa dificuldade de entender isso, né? Não sei se você já viu alguns vídeos, eu conheço o Ricardo, é exatamente
assim. Por que que isso não Sei o que, não sei que lá? Aí você fala: "Não, por isso". Ah, é, tá. Mas por que isso não sei que sai e volta? É, no lançamento do dos livros da da Dalva, era muito engraçado. Ele ficava lá e ele falava assim: "Pode me dar os parabéns? Porque é baseado na minha história. É baseado na minha história. Felipe você escreveu?" Não escrevi, mas a minha mãe escreveu a minha história. E aí ele assinava o segundo livro, ele assinava junto, entendeu? Então, eh, a questão é, Seria bom para ele
ser pai? Acho que não. Ele não teria nem consciência do que, por exemplo, ele tem ele tem sobrinhos, né, que são os netos. da da Dalva e ele tem muita dificuldade de lidar é com sobrinho, é com os sobrinhos, exatamente. Ele é tio, né? Ele tem muita dificuldade porque criança é primeiro ele é uma criança, então é como se fossem duas crianças. O pensamento dele é assim, são duas crianças. Então ele Ele e criança geralmente brinca, eh, grita ou fala alto e o excesso de estímulo para ele é muito difícil, né? É, né? É muito
interessante. Ele tem um ritual de ouvir música todos os domingos, se eu não me engano, das 4 da tarde às 7 ou às 8 da noite. É assim. É. E aquilo parece que é a hora que ele se acalma. É, é, é só a música, né? E Ele mantém isso há muitos anos. Eles precisam disso. O no autismo tem uma coisa chamado meld down. Você escreve melt down, mas é mel down. Sim. Que é quando eles têm muito estímulo de máscara, eles não vão entendendo, não vão conectando, eles explodem, né? É aquela explosão, eles perdem
o controle. É. Às vezes você vê na rua uma criança gritando e e a gente fica sem saber, quer dizer, quem não sabe fica, lá mãe Tá mimando. E às vezes é um é um descontrole daquele leva um autista, dependendo do grau, num shopping, aquilo é muito estímulo para eles, cor, barulho, não. E e imagina a época de Natal, não faça isso. Eles entram como se fosse um colapso de estímulos, né? Eles têm muita dificuldade dessa coisa de cenário aqui, não é? É. Ou ou se encantariam. Ah, é Com alguma coisa do tipo a máscara,
entendeu? A a coisa do som, por exemplo. É o rádio ali. Eles são muito ligados em som. Isso é muito legal. Muito legal. Impressionante, impressionante. O o Ricardo teve aquele momento de mãe, eu eu vou vou almoçar com Silvio Santos. Eu posso almoçar com Silvio Santos? Ele fala: "Tá, meu filho." Tá tá tá mãe, o o Bruno e o Marron, eu vou almoçar com eles. Tá, tá, tá. Acabou que o Bruno e Marrone mandaram uma resposta. Eu não sei como é que vai ser isso, mas assim, ele faz isso. Na cabeça dele, tudo é possível.
E e no início ele adora novela, coisa de criança, ele adora uma novela. E ele tinha dificuldade de entender que dentro da televisão ele conhece, mas o cara não conhece. Então ele andar, ele anda todos os dias. Até hoje ele tem pessoas que levam ele para andar, caminhar, pá, pá, pá. E ele passava na praia e ele falava, uma das Pessoas que ele falava muito era o Dente de Carvalho. Ele chegava: "Oi, fulano, tá". Ele: "O Dente de Carvalho era fofo com ele. Oi, tá tá". Aí teve uma vez que o Ricardo ficou doente, o
Dante de Caval bateu na porta. Que que aconteceu com o Ricardo? Onde tá Ricardo? Que legal. Isso há muito tempo. Isso tem uns 20 anos atrás, né? Então assim, Ricardo tá com quantos anos hoje em dia? Mais ou menos? Ricardo deve tá batendo quase 50. É mesmo. É aquela carinha, né? É que aquela carinha mesmo, né? Porque assim, ele tem uma vida tão baseada para ele, tão amorosa, que o nível de estresse dele é muito reduzido. É, né? Ele é muito poupado. Então assim, não é que não possa ter filhos, mas a gente tem que
parar e pensar. Vale a pena você impor uma uma Porque é um estresse ter filho, pô, né? Não é estresse porque é ruim. Agora imagina para uma pessoa que se estressa com choro, com com coisas que pra gente estressa, mas a gente controla. Então é nesse sentido, não é nenhum sentido de preconceito e e dependendo, por exemplo, nível um, né? Eh, tem problema nenhum, mas é importante que isso seja conversado, que Isso seja colocado e pro para ele mesmo perguntar, não quero não. Fala, Lini, o que que você quer perguntar. Ó, teve teve muita gente
aqui falando sobre eh ansiedade crônica, como lidar com a ansiedade crônica. Tá? Quando a ansiedade vira crônica, quando ela começa a Existem dois tipos de ansiosidade, aguda e crônica. Ansiedade é sempre medo, tá? cérebro ansiedade é medo. O circuito do medo e Da ansiedade é o mesmo. A diferença é que medo eu sei do que eu tenho medo. Por exemplo, se a gente tá aqui entra um assaltante de todos aqui vamos ter medo. Fui gravar lá no Richard Músicas, eles colocaram uma cobra no meu pescoço. Eu aquilo me travou. Claro. E mas por quê? Medo
daquela daquele animal. Ok. Agora, ansiedade é um medo subjetivo. É um medo, por exemplo, que o meu organismo sinaliza. A gente não tá falando que às vezes você Pensa um negócio, tipo assim, não vou mexer nisso, dá aquela, porque é uma é uma emoção eh que o teu cérebro descarrega. Às vezes uma pessoa te manda um recado fala: "Putz, exatamente, é coisa ruim." Aí você, tudo bem, você botou que é coisa ruim, mas em princípio você tá alarmando coisas sem ainda perceber o que é. Então o teu cérebro foi feito para te tornar vivo, para
sobreviver. Então esse Sistema tinha essa função, por exemplo, na floresta é bom que o tá um negócio é pode ser um animal que vai me atacar. Isso era um perigo real. Pode ser real. Exatamente. O grande problema é que nós não somos mais animais que estamos na floresta. A gente não precisa mais caçar. Você não vai ao supermercado atrás atrás de uma galinha para a galinha. Só que tem que o nosso cérebro ainda tem esse mecanismo muito marcado do medo e da ansiedade. Então o que a Gente tem que entender é que tudo que a
gente chama de ansiedade é o nosso cérebro interpretando ameaças que não são reais. O medo é real. São ameaças hipotéticas. Por exemplo, eu tenho ansiedade todo domingo porque de segunda eu vou voltar ao meu trabalho. A famosa musiquinha do fantástico. Exatamente. Aí você fala assim: "Vem cá, teu patrão, ele alguma vez deu na sua cara ou ele eh sei lá, e te desrespeitou ou Não?" E por que? Não sei, mas ele pode ser que ele, ah, não, ele tava olhando diferente, mas ele pode estar com as coisas dele lá, os problemas dele. Então, ansiedade é
sempre uma sinalização. Existem pessoas que o organismo sinaliza muito mais do que deveria, então passa a ser crônico. Então, são pessoas que t muito medo, não existe ansiedade sem medo. Então, são pessoas que falam assim: "Ah, mas eu não tenho medo". Quando você tem insegurança do futuro, pode gerar ansiedade. Quando você fica o tempo todo ansioso, aquela pessoa assim, não, eu vou, mas se furar o pneu, mas se é o si, é o que vende seguro para caramba, né? É a ansiedade. Então, a ansiedade crônica é quando isso começa a tomar a tua vida e
você já nem lembra mais que que é tá sem essa sensação o tempo todo de apreensão do que vai acontecer alguma Coisa. E é muito ruim porque você vai limitando a tua vida. O um ansioso crônico, ele deixa de fazer uma opção de coisas porque ele fala: "Não, isso vai piorar, isso não vai ser bom". A coisa mais importante para tratar ansiedade, primeiro é você entender que ansiedade é uma sinalização do cérebro. Eu falei com o neuro uma vez aqui, não é real na maioria das vezes. E ele falou que um problema é que às
vezes tem gente que viveu a vida inteira Ou grande parte da vida usando da ansiedade e deu certo porque aquilo te deixava alerta os problemas. Só que chega um momento que aquilo quebra você. Exatamente. É como se, olha, exatamente quando eram homens, homens primitivos éramos, eh, você precisava daquele alerta, porque você não, mas às vezes o cara tem uma empresa e aquele aquela ansiedade e tal ajudou ele sempre, ah, o cara não vai me passar perna as oportunidades, ele vicia Naquilo. Exatamente. Ele funciona nisso e a fala assim, me deixa que eu sei que eu
funciono assim. Não, relaxa. Ele faz todos os cenários possíveis, escolhe o melhor, sempre assim, sempre exado. Chega um ponto quebra. É, mas porque ansiedade é um circuito de alerta, de perigo. Se você vive o tempo todo com esse circuito ativado, ele vai te adoecer. Porque o que que é o sistema da ansiedade? O organismo sinaliza um Perigo real ou não. Ele libera adrenalina, nrenalina e você começa, aumenta a pressão, tá cardia, correr ou lutar, né? Correr ou lutar. Se você fica cronicamente com isso, meu querido, você vai adoecer. Não só mentalmente, você vai adoecer fisicamente,
você vai ter, você vai começar a ter infecção de repetição, você vai começar a ter eh, níveis mais elevados de cortisol, vai baixar a tua imunidade, vai fazer uma Uma lambança, tem que tratar. Ansiedade pode virar paranoia ou é muito distante uma coisa? Muito difícil. A paranoia é mais uma coisa eh mais a coisa do episódio psicótico. Ah, tá. Pode, pode, não é uma paranoia, seria uma coisa obsessiva de checagem de segurança. Será que eu tô bem? Será que eu não tô bem? Isso é uma ansiedade. Você começa sempre toque Virar quase uma, não um
toque, mas uma coisa de você tá o tempo todo tentando prevenir que qualquer coisa ruim aconteça. Então você começa a viver para aquilo. Quando na verdade você tem que aprender a lidar com coisas ruins que vão acontecer. Você não vai conseguir. Todo ansioso ele quer ter controle e você não tem o controle da vida. Relaxa. Não tem. Não tem o que faça. Como diz o meu amigo, a vida não tá nem Aí com o seu planejamento. Não é maravilhoso isso? Quem fala isso? É o Nando Viana. Ele tem um choque assim, a vida não tá
nem aí pro teu planejamento. Você planeja, a minha vida inteira foi assim, eu vou planejar minha carreira e aí minha carreira para outro lado muito melhor, mas que eu não tinha planejado de jeito nenhum. Exatamente. Não é louco isso? A vida é um show. Eu tava fazendo quadrinho dos Estados Unidos. Aí eu falei: "Agora um dia eu vou fazer o Batman." Aham. Aí de repente eu tô daqui a pouco fazendo desenho animado, tô abrindo uma empresa, não sei o que, cadê o Batman? Tô fazendo outras coisas. É muito louco isso. Mas e é lindo quando
a gente vê beleza nisso. É Porque se você não vir, você vai est o tempo todo lutando pensando no que perdeu e não no que tá ganhando, né? Não. E lutando para ter um controle que não é, não vai ter nunca. E eu vejo às vezes a pessoa, a vida tá te levando parada e a pessoa não, não, cara, calma, relaxa, vê se esse lugar que ela tá te levando não é legal. Exatamente. Não é senão você sempre tá vivendo com o se aquilo tivesse dado certo, né? E aí é horrível, porque aí você vai
ficar um ansioso crônico. É, não tem como. A gente não. E a primeira coisa que um ansioso tem que saber, nós não temos controle de quase nada na vida da gente. Até no pensamento às vezes a gente não tem controle. Exatamente. Isso é uma coisa que eu queria te perguntar. Ano passado tive muito esse Problema com pensamento intrusivo, não sei se é o nome é isso, mas é cara, eu não quero pensar nisso. Negativo, repetitivo que se impõe na sua cabeça. Isso é horrível isso, porque você fala: "Meu, eu não tô conseguindo controlar meu pensamento".
Exatamente. Que que tá acontecendo? E nunca tinha acontecido isso comigo. Vem. Porque o teu nível de ansiedade subiu Demais. Pensamento intrusivo significa que você tá num nível de ansiedade muito grande, mas num patamar, não é o pânico, porque o pânico você faz um pico agudo e volta. Sei. O pensamento intrusivo é como se você subiu aqui num gráfico, você tá aqui, ele fica o tempo inteiro. É. É massacrante o pensamento. Tem uma técnica para você evitar o pensamento. Existem técnicas, mas você primeiro tem que sair desse patamar. Ah, tá. Enquanto você não sair, porque você
tem que É que nem você salva uma pessoa que tá se afogando, você faz o quê? Você vai lá, tira ela. Você não fica por que que você tá aí? Ei, mas por que que você foi pular se você não sabe nadar? Que absurdo. Já pensou? Ela falou só me tira daqui primeiro. Depois você tem que estancar aquela hemorragia e tipo assim, bom, Agora vamos trabalhar. Porque a pessoa que tá no no pensamento intrusivo tão grande, ele não consegue pensar outra coisa. Piem uma piada que é assim a diferença entre a a mulher que tá
com você maior tempo e o seu amigo. Seu carro quebra na marginal às 3 da manhã, você liga pro seu amigo e fal: "Não, tô aí, não sei o quê". Você liga pra sua mulher, fala: "Não avisei que era para você, não sei o quê, aqui Para trocar esse carro". É, fal, tá, mas veio aqui então. Exatamente isso. Entendeu? Então você sai desse patamar para dar, você baixa o mínimo do, você tem que baixar esse patamar porque senão você não consegue nem fazer técnicas de de de outros pensamentos. E descobriu que dá o gatilho para
ele também ou não tem gatilhos que levam. Agora o pensamento intrusivo já é uma coisa que Vem crônica, ele vem vindo, ele vem vindo o pânico, ansiedade quando ela explode, ela não nasceu ali, ela vem um acúmulo o copo que vai enchendo, vai enchendo. É um copo que vai enchendo. É desesperador. É muito ruim. Parece que h uma voz na sua cabeça, uma coisa e fala: "Não, não quero pensar". E quanto mais é o lance do Não pensa no elefante rosa. Elefante é tá na tua sala. É, já tá aqui na cabeça. Não pensa, não
pensa. Quanto mais pensa, não pensa. Porque você tenta ter mais controle. Olha, olha a coisa do do o ansioso, ele ele tem ansiedade porque ele quer controlar. Aí quando você tenta controlar, esquece, não vai. Mas é muito louco isso. Você tenta ter controle, você tenta policiar o seu cérebro e aí fica mais difícil. Quando devia ser mais fácil. Eu sei do problema, eu quero evitar o problema, eu não consigo evitar problem. ainda tá contra a regra da existência. Eu não controlo. É, eu me entrego à vida. É, por exemplo, para mim movimento de fé é
eu me entregar até nesse momento. Salto de fé, eu acho, de Eu já tive muitas vezes que eu falei, Não tem ideia do que eu vou fazer. Eu falei sério, eu chamo, eu chamo muito, me dá muita liberdade porque assim é, é admitir a minha incapacidade naquele momento da minha pequez. E eu falo assim, nessas horas eu chamo Deus de muita coisa. Eu chamo de designer do universo, eu chamo Deus nessas horas que eu falo: "Olha, É comandante". Eu falo: "Comandante, a espaçonave tá fora de controle. E vou te dizer qualquer coisa que você fizer,
tá bom? Porque eu não vou fazer mais nada, que eu não tenho capacidade. E sempre tem um sinalzinho. Esse essa fal assim: entreguei para mim foi essa salvação. Foi entregar e falar: "Eu não consigo". Entregar, meu amor. É aí que você começa. Eu não consigo. Sabe aquela piada do Cara que tá procurando uma vaga no shopping? Sabe essa? Não, não deu. O cara, pô, tipo, 40 minutos, 50 minutos não aparece vaga no shopping e aquela rodando, ele fala: "Deus, se você arranjar uma vaga no shopping, eu vou trabalhar para você, eu vou falar de você,
não sei o quê". Aí nesse momento, começa a sair e falou: "Não, não precisa mais Deus, acabou de aparecer uma vaga aqui. Obrigado, valeu." Olha isso, maravilhoso. Olha isso, né? Olha, olha, você entrega a vida te responde e você não quer não. Você não admite. Não admite, né? Que o o sobrenatural é que te ajudou. Não, eu eu quando entrego entrego. Eu quando entrego entreg. Como você chama isso? Coincidência. Eh, eh, destino. Eu não sei qual é a palavra. Parece que tem algumas coisas que tem Que acontecer, né? Eu acho, eu não sei se é
destino, não sei. Eu sei que quando a gente eh você acredita no livre arbítrio, a gente decide as coisas, entre aspas, eu acho que o livre arbítrio é bem limitado. É, né? É bem limitado, mas eu tenho que tê-lo e usá-lo da melhor maneira possível para não jogar a culpa nos outros. Eu decidi virar a esquerda em vez da Direita. Jeito nenhum. Vou assumir todas as responsabilidade. Agora que existe alguma coisa que quando a gente falha tudo, paraqueda, falha, você entrega. Tem alguma chance agora? Se eu não entregar, querido, não tem chance nenhum. É, ninguém
é atu no avião caindo, né? Ô, não é quando o negócio aperta, a porta, torce o rabo, mais antigos. Fala aí, Leli. Ó, a Luana ela mandou uma pergunta aqui, O seguinte, ó. Qual o futuro da psicologia? Tô na faculdade aos 42 anos na Nova Zelândia e fico ouvindo que a inteligência artificial vai me substituir. Eu acho que jamais. Eu acho que a psicologia, a psiquiatria vai ser a última, se isso ocorrer, dentro da das especialidades a ocorrer, porque assim, a inteligência artificial nunca vai conseguir fazer terapia, nunca. Vai falar uma cambada de coisa. Talvez
fazer diagnóstico de doença vai ser bom, né? Lá acho que e o diagnóstico de algumas doenças, sim, eu acho que algumas cirurgias sim, de robótica, né, distância, né? E isso existe. Agora nessa coisa de interação ser humano com ser humano, aí eu tenho certeza que a inteligência artificial não chegará. Agora eu vou dar uma dica para ela como psicóloga. Eh, Estude neurociências, eh, estude estude técnicas neuromoduladoras, porque isso tá mudando totalmente a nossa visão terapêutica e estude eh terapias baseadas em evidências científicas. Ah, tem aqui do Alex, não sei se é essa daqui, Len. É
legal, né? Alex Lima. Eh, Ana, são tantas coisas que eu queria falar que não dá, mas eu tenho há anos pensamentos negativos sobre a sociedade Que me faz confiar nas pessoas e sentir tristeza pela sociedade. O que pode ser, eu já passei por isso, eu sei o que ele tá falando, mas fala o que você, eu eu acho eh que enquanto a gente tiver pensando e justificando as nossas tristezas pelo externo, a gente tá pouco investindo no interno. Então, eh, cismo um pouco, né? Eu, o que eu posso controlar e o que eu não tenho
controle. Exatamente. Eu não posso mudar a sociedade. Nesse exato momento a gente começou aqui falando, né, de das mazelas da sociedade, da inteligência artificial, OK? Mas só que tem que isso não me impede de ter essa busca interna, essa eh essa vontade de melhorar independente disso. Eu não vou passar o bastão pra inteligência artificial, ela que corra atrás de mim. Exato. Vem atás. Vai ter que correr muito, né? Vai ter que correr atrás de mim e tá tudo bem. Se ela vence, OK, mas eh eu não vou perder alegria de viver. Eu não dou esse
direito a ninguém tirar minha alegria de viver. Não dou, não dou. Ninguém me Pode eh Tem gente que que hoje, né, em rede social, ah, porque o hater ele me deixou assim, não, você deixou, deixou, você deu poder para ele, né? Deixou, né? Ou você bloqueia, ou você apaga. faz o que quiser. A sua rede é a sua rede, a sua casa. Mas não, não dê, você não deixa na sua casa entrar alguém te atravessar o portão e sair te xingando ou alguém entrar te ofendendo. Então assim, eh, não dê esse direito a ninguém. O
mundo sempre vai ter desafios. Ah, se você pensar hoje, quem viveu na idade média, ele vai falar coisas horrorosas. Mesmo no Renascimento, quem viveu também tinha coisas horrorosas. Não tinha saneamento básico, não. Você podia entrar uma pessoa na sua casa e meter uma espada na Exatamente. Então assim, isso faz parte da da nossa evolução, da nossa história. E a gente tem que eh buscar esse aconchego interno e tudo vai passar. Sempre passa. E se não passou, meu amor? Porque não Era para passar e você vai ter que tocar o barco de qualquer maneira e vai.
É. Fala, Neni. Ó, a Karine, ela falou aqui o seguinte, vou perguntar pra Bia, onde ela consegue consulta de tratamento de de diagnóstico de TAH gratuita no Rio de Janeiro. Ela falou que tem 99% de certeza que é Tdah e foi em dois médicos e os médicos cobraram um absurdo para fazer o teste. Tem isso. E ela tem o diagnóstico ou não? Então ela ela tem 99% de C. Não, não acabou não fazendo que era caro, né? Era caro. É o a testagem. Testagem. Não necessariamente precisa detestar, gente. É porque é um diagnóstico clínico. Eu
sempre pedi vários exames por um protocolo meu, mas a história é clínica. A coisa mais importante terho. Você é desde sempre. Porque eu vejo muita gente falar assim: "Ah, eu tô com 32 anos descobrir que eu sou TDAH". Mas você descobriu agora ou você já tinha tendo indícios hoje você sabendo e você agora foi procurar? Porque assim, ninguém vira TDH. Tem gente que fica eh hoje a gente vive numa coisa de excesso de estímulo, de informação e a pessoa pode chegar numa exaustão mental e dizer: "Não, então eu tô TDAH, tô com 1000 pensamentos". Isso
não quer dizer Nada. Agora isso tem que ter sido sempre assim. Isso é importante. Tem que ter história genética, tá? Senão você não fecha diagnóstico e tem que ter eh te trazido sempre algum tipo de de dificuldade desde sempre. Quando você olha lá pra tua infância, eu, por exemplo, eu sala de aula era uma desgraça. Quando tinha o tal do ditado, eu queria morrer. Sério? Eu queria morrer Porque eu não acompanhava. Eu eu começava a prestar atenção. A professora falava assim: "Hoje nós vamos fazer um um ditado aí. Aquilo já tinha tacardia. Aí botava assim:
"Então o avião rompeu o céu levando não sei quê". Cara, eu já ficava naquele avião e eu falava assim: "Onde é que eu tava chegando no avião? Eu acho que se eu pudesse hoje em outra linha." E aí ela continuava e aí quando eu via, eu fala: "Caramba, ela já tinha, eu Olhava pra colega do lado, já tinha um parágrafo e eu tava no avião vendo o céu azul, entendeu? Era desesperador isso eu me lembro assim, hoje eu falo rindo, hoje eu rio porque eu tipo assim, gente, e como é que eu suportei? Então para
ela é clínico, né? é clínico, qualquer médico especializado, ele pode fazer o teste como uma coisa a mais para ver o que tem Que ser mais trabalhado, porque dentro do TDAH você pode ter, você tem que ter instabilidade de atenção. Ou você foca numa coisa muito, ou você não foca em nada, tá? Você tem impulsividade, aquela coisa de não pensar, agir, depois falar: "Para que que eu fiz isso? Para que que eu comprei essa porcaria, né? essa coisa desorganizada. E você pode ter a hiperatividade física também, que é a inquietação, a tal da inquietação, não
consegue ficar parado, não consegue Ficar sem fazer nada. Aí a partir disso você vai ver o que tratar, o que te traz mais incômodo, tá? Entendi. Eu fui tratar tanto que virei escritora por causa do ditado, senão senão não conseguiria. Porque porque para escrever também, né? tem essa coisa de que você tá escrevendo, você tem que identificar o pensamento. O hiperfoco, o hiperfoco é quando você eh todo TDH Tem um hiperfoco. O hiperfoco é aquele assunto, eu tenho hiperfoco, assim, é muito legal assim. É aquele assunto que você aquilo naquela hora o tempo para parece
que você perde essa noção e aí toda aquela dispersão que você tinha se torna o contrário. Aí a mãe, você tem isso? Eu tenho total. Não é bom para escrever, é muito bom, né? Excelente. Eu fico insuportável. Senhora, cara, passaram 3 horas. 3 horas mole. É mole. A gente tá gostando de uma coisa. Aí a mãe chega e fala assim: "Essa criança não tem nadah doutora, porque na hora de tá lá vendo o joguinho fica 8 horas para estudar, não fica meio minuto. E mas é o hiperfoco. É total, Né? Então tem como, tá? Agora,
eu acho que ela sempre deve preferir um serviço. Eh, eu acho que a Santa Casa no Rio de Janeiro tem um serviço de TDH. Aqui em São Paulo, Hospital das Clínicas, tem um serviço TDH, se eu não me engano, no Rio tem, tá? Ó, a Mila mandou aqui uma pergunta que é o seguinte, ó. Eu tenho um pavor de barata. Minha atitude é fugir de tal maneira que foi é que já fui atropelada, pular da Varanda, saí correndo pelada. Não, rei, não rei. Que isso é sério. Que será? Deixei de sair de passear com o
cachorro e e nada que me faça sair de casa após as 18. Isso é pânico ou ansiedade? Isso. Isso é fobia. É uma fobia específica. Que que é fobia específica? é você ter um medo desproporcional eh a algo que não justifica o medo. Por exemplo, barata, você já viu alguma vez uma notícia de jornal? Barata mata Mulher na cozinha paulada? Você já viu? Não. Uma barata que voa, Bia, né? Barata que voa é bicho do demônio. Pensa bem. Para que voar, cara? Mas vamos lá. Ela te dá um, ela te dá um karatêqu kid, ela
volta. Não, não, ela não te ameaça. Então vamos lá. Tem que é uma fobia. Eu pra minha mulher, eu falo que eu tenho um nojo de barata. É irracional. Mas o medo da barata é chama-se fobia. O medo irracional e tem que tratar. A melhor maneira de tratar é se expondo. Como a pessoa tem super medo, hoje é muito fácil porque hoje você tem a realidade virtual. E aí você então você vai dessensibilizando. Ah, tá. Com aqueles óculos de realidade virtual. Funciona muito bem para tratar fobia de dentista. Nossa, aquele filme Jo e as barato,
eu não consegui nem ver aquele negócio. Lembra aquele filme? Não, mas no início você começa devagarzinho, você tem técnicas que você vai ajudando ali a pessoa, a pessoa vai naquele pico de ansiedade, aquilo vai passando, ela vai aprendendo a controlar. Mas vamos entender porque a grande maioria das pessoas t pavor de barata. Eh, Quando nós éramos seres primitivos, nós ocupávamos cavernas e dividíamos cavernas com baratas e morcegos. Morcego também. É, com certeza. Nós não tínhamos, nós tínhamos, a gente tinha que pegar. vem daí essa essa esse ratos, esse tipo de bichos, nós tentamos roubar o
espaço deles e é óbvio que eles também ocupavam ali. A, isso remete a gente, isso é uma das Teorias, tá? Existem vários, isso remete a gente a um momento muito ruim da da história da humanidade, que a gente tava ali meio emprestado numa caverna, que a gente não nasceu para est dentro de uma caverna. Então isso pode ser uma notícia só para quem tem média de barata. Eu tinha, mas eu consegui racionalizar isso. Se eu tiver que matar uma barata, eu mato. É mesmo? Minha mulher joga joga um com bolo de roupa em cima. Hoje
sim. Não, hoje em dia sim. Mas fui racionalizando, fui estudando e fui racionalizando. Eh, a barata é cega. Hã? É a barata anda tudo estranha. Ela ela simplesmente anda por sensores de movimento. Que que acontece? A hora que você vê uma barata, em vez de você ficar quieto, parado, e deixar ela passar, você começa a pular. Que que acontece? Você aciona o o sensor de movimento dela Fica doido, ela fica louca, louca, louca. Então na realidade quem tem medo tem que ficar parada. É ela. Nossa. Entendeu? Porque você começa a pular, você sai correndo aquela
[ __ ] que uma coisa que eu não entendo, Bia, você mata a barata. Hum. Você vai lá no banheiro para pegar um um Papel higiênico para pegar ela p e quando você volta, ela não tá lá. Só sabe qual é o problema? Isso já aconteceu. Isso já aconteceu. Já aconteceu comigo de pisar de pisar assim. Você viu? Ela tá morta. Tá morta. Você vai lá no banheiro para pegar. Você matou. Saíram as víceras. Ah, eu não fui lá. Não chamei o o salada perito. Que passei luminoso. Eu acreditei que ela tava morata tem uma
bomba atômica e a barata resiste. Resiste. Mas sabe qual é o problema, Pia? Depois que você tenta matar ela e volta para pegar e você não encontra mais, eu não consigo dormir porque ela já viu o teu rosto, ela te marcou. Ela é cega, amor. Putz, é mesmo, né? Boa, boa notícia. Boa notícia, porque eu falei, ela me marcou. Quando tiver dormindo, ela sabe o Olha isso. Tá, olha, você tá parecendo que a barata é uma é uma Ela não enxerga mesmo, não. Isso é bom de saber, né? Ela, o sensor dela é por movimento.
Ai, mas cara, eu vi um me marcou. Eu vi um eu vi uma foto, sabe aquelas super hiper de uma barata voando, mano? Que bicho feio, né, cara? É feio. Não, e ela anda tudo assim, né? Não, ela e voar também, sei lá. Ela não lá no meu quarto ela entrou, sabe? Aquele porro que ela entrou por aqui e saiu por ali. E meu pai pega na mão, cara. Meu pai pega na mão, amassa e joga. Não, mas assim, é porque o seu pai, tipo assim, não é legal porque assim, não, mas ele tá ele
tá certo em termos de enfrentamento, não é higiênico, né? Porque ela anda assim, mas assim, em termos de de qual Mal que ela pode fazer, nem morder nada. E engraçado, né? Meu filho tem 6 anos, não era para ter medo de barata e tem medo de barata, acho por causa da minha mulher, mas também olha a aula de medo de barata dentro de casa. Não, mas eu enfrento, eu enfrento. Minha mulher fala: "Mata barata". Eu falo: "Vai lá para fora da da do quarto que eu vou matar". E meu eu fiquei: "Ah, e eu fico
jogando o chinelo. Em vez de Enfrentar, eu fico assim, mas eu acabo matando. Tem que fazer uma tática certa, esperar ela ficar paradinha e vai lá e certeiro, pá. Com certeza. Porque se você fica ti jogando sai um negocinho branco, né? Isso é nojento, cara. E aí depois você tem que pegar com um monte de papel, enrolar a mão e jogar no descobrir, se não jogar no É melhor jogar no no vaso da descarga, senão da formiga. É, é. A formiga destrói a adora barata e depois a formiga vai pros açúcar. Descobri que um ótimo
Descobri que um ótimo veneno pra barata é o Veja. Ué, porque ela tem a barata, ela se alimenta de gordura, né? É, você tá com o corrói a gordura, então ela fica já em alguns minutos começa a espelar assim. Sério, sabia? Não, cara. Veja assim no no pão de casa e aí deu uma eliminada nas baratas. Minha mulher tenta drogar as baratas que em vez de matar ela fica e a barata lá. Pode jogar cara, tranquilo. As baratas daqui já tô até acostumado. É, se adapta rapidamente. Pessoal tá escrevendo aqui, Vilel um cagão. Mentira. Tá.
Não, senhor. É muito comum. É muito comum. Eu já passei por Situações muito difíceis com barata, mas assim, eh, eu acho que a nossa amiga aí colocou, ela tem que buscar um um tratamento. Hipnose. Hipnose pode ajudar, mas eu acho hipnose pode ajudar. Eh, mas eu acho que hoje essa coisa da de óculos de realidade virtual assim pode ser usado. Um terapeuta bom, ele pode usar e ó um uso bom. Fala aí, Lenes. Aqui foi Foi foi. Ana, a gente tá chegando no final. Eu eu eu eu vi uns uma síndrome de Wendy, né, que
você fez um vídeo também. O que que é Wendy? É isso mesmo. Que que é? Wo se lembra? Wendy? É do do Não, é um dos personagens do Peter Pan. Exatamente. A síndrome de Wendy é aquela pessoa que ela ela cuida, mas cuida tanto do outro que é como se ela tem que ser necessária pro outro. Você se lembra Do personagem do Não lembro da Wendy. Você lembra como que é? Tem a Sininho, tem o Peterpan e a Wendy é é aquela que a Wendy é a grande cuidadora. Vê se não é, né? Ela conheceu
ele pequeno e depois ela cresceu e ele continua. Conheceu ela pequeno, cresceu e Ah, tá. É, mas o o síndo de Wendy é aquela pessoa que, tipo assim, você vai sair, leva o casaco, toma isso aqui, tá t a Pessoa vive em função de você, de cuidar e geralmente se cuida muito pouco. É aquela pessoa que vive, mas não é só mãe com filho, pode ser uma mulher com marido, pode, pode, é aquela pessoa que tá ali para ser necessária ao outro e vive pelo outro. Entendi. E se eu não me engano ela com com
Peterpan, ela tem essa coisa, essa relação, tem essa relação de cuidado. Então tem Isso. Existem pessoas que realmente vivem para cuidar dos outros. E quando esses, a sorte da Wendy é que o Peterpan não cresce, então ele sempre tá sendo cuidado, mas em geral quando a gente cresce é como se perdesse a função. São pessoas até que ficam muito mal assim de não ter esse. Último assunto, Bia, é o lance do celibratários, os chamados em céu, né? Uhum. Esse movimento Red Pill, a gente já trouxe um pessoal aqui para tentar Explicar o que é isso,
se é uma uma um movimento que surgiu por causa do feminismo, batário involuntário, né? Uhum. Olha, me preocupa muito isso porque cai naquela coisa eh quase que de não me frustre, né? Porque el tenho tanto medo disso ser frustrado de tenho de de ser frustrado. Então, tipo assim, não é que eles não tenham sexo, As mulheres é que não vem neles esse homem digno de receber, esse homem bacana de receber sexo. Então eles acabam tendo ódio das mulheres, que eles colocam que as mulheres só estão interessadas em homens que t dinheiro e tá tá tá
tá. Eu acho que são pessoas muito complicadas. Porque por que que ele quer aquela mulher que só quer dinheiro, tá tão ter outras mulheres, mas ele ele coloca como se as mulheres não estão aptas a Serem servis, a cumprir sua função feminina. É muito complicado que isso tenha uma mistura religiosa, eh, cultural. E eu acho que são pessoas que têm dificuldade nos relacionamentos e acabam taxando pessoas disso daquilo, eh, como se elas tivessem que servi-los, né? Tem os Big Towns também, né, que é que é tipo, ele só se relaciona para sexo, mas não quer
casar, não quer relacionamento Porque acha que a mulher vai tirar tudo dele. Não, exatamente como se você começa o seguinte, se você vai se relacionar com alguém, seja homem, seja mulher, seja o que for, se você par do princípio que é um inimigo, não é relação, não é uso, né? Então se alguém tá usando alguém, certamente não é como eles colocam. me me apavora um pouco isso. Me lembra uma Coisa meio Mas isso isso você vê só do lado do homem ou também tem um movimento feminino também de eu vou ficar sozinha de homens mais
dos homens com certeza mais dos homens disparadamente. Eu acho que isso tá faz parte desse radicalismo, né, de ter que colocar mulher tem que ser assim, homem tem que ser assim, o homem provedor, a mulher tem que ser serviu, tá na Bíblia, tá não sei aonde, tá não sei quê. Eh, eu acho que a gente tem que considerar que a Bíblia foi escrita muito tempo por muitas pessoas. Tem muita coisa que não tem na Bíblia, não tem moto na Bíblia. Exatamente. Então assim, eh, a gente tem que ter um sempre olhar o que tá em
volta, em que época foi aquilo, como foi feito. E se você olhar bem, pelo menos no Novo Testamento, eu nunca vi Jesus fazer essas distinções ou impor essas condições. Então, toda vez que eu ten Questionado sobre isso, você toda vez que eu tenho dúvida, eu falo assim: "O que que Jesus acharia disso?" E eu me sinto muito bem de achar que eu tô agindo como ele possivelmente agiria. Claro. Total. Obrigado demais por mais esse super papo. Que legal. Sempre é uma é uma uma gentileza. É. Não, eu eu digo, você foi inspirador na abertura do
Pod. Eh, aprendo demais com você. É o PD People, né? O YouTube people. É, não contei a história. Foi a partir daqui, né? O pó de pipa. A gente a gente fez um cérebrozinho muito bacaninha com headphone, né? Eh, e foi depois que eu saí daqui de uma das vezes que eu vim aqui, não foi a primeira, que a primeira eu ainda falei: "Esse negócio esquisito, esse negócio é esquisito." Veio a segunda, já se divertiu mais. Na terceira eu falei, tinha uma plateia aqui, lembra? Aquela Terceira? Tinha uma plateia. Foi muito legal, foi muito legal.
E na terceira eu falei: "Não, eu gosto desse dedo de prosa, né?" Então eu resolvi fazer e agradeço demais a sua inspiração. O Inteligência foi muito espero o estúdio. É. É onde que é? Que bairro que é lá? É na Barra da Tijuca. Ah, quando eu gravo eu gravo na Barra também. Quando eu for lá vou te visitar. Faço uma visita. Será um prazer. Bar é legal, né? A gente grava lá. Vai ser para retribuir. Vai ser um prazer. E é bonitinho. Então se inscrevam no Pod People. Pod People. Redes sociais. Redes sociais. Instagram na
Beatriz 11, eh, Facebook, que eu quase não tenho ido lá. Vamos ficar no Ana Beatriz 11. Ana Beatriz 11. Ana Beatriz 11 também. E o TikTok é Dr. Ana Beatriz 11, que já tinha o Ana Beatriz 11. É Doutora Ana Beatriz 11. Fechou. Ô Len, então lembrar, né, do pessoal entrar no link ou e acionar pelo Qode aí dos nossos parceiros, tanto da Insider quantoia da estratégia, né? Então vamos lá, aproveite a as promoções aí da da Insider com o nosso cupom e estratégia baixar todo ajuda que dão Para Exatamente. Baixar o e-book lá para
poder estudar e correr atrás dos concursos aí que tem um monte. Exatamente. Estudar é sempre bom, né, Ana? Sempre. E eu digo uma coisa, eh, concurso público é uma coisa que durante muito tempo as pessoas desfizeram. Eu acho desmereceram, desmereceram, eu acho uma injustiça, Porque eu acho que servir, ser um servidor público na essência da palavra é uma das coisas mais generosas que tem. Eu acho que a gente tem que valorizar esse tipo de profissão e inspirar as pessoas para fazer melhor. Verdade. Que todos nós vamos ganhar. Com certeza. Verdade. Obrigado demais. Então, obrigado você
que teve aqui com a gente. Se inscreve no canal, torne-se membro, dá like no vídeo agora. Agora você Prestou atenção no papo, eu vi que você tava ligadaço no papo. Que que o pessoal escreve nos comentários para provar que chegou até o final? Total, bota aí. Medo de barata. Medo de barata. Sacanagem, hein, Len. Aí tá todo mundo junto. Coloca ou coloca medo de barata ou vilela tem medo de barata. Pode colocar, pode ficar à vontade. Pode. Então, fechou. Você tem medo do quê? Eu tenho medo de aranha. Ah, eu também. Ah, a gente foi
no Richard, uma cobra te picou, velho. Pois é, não tive medo de cobra que O Richard colocou uma cobra para picar ele de verdade, para provar que não tinha problema e deixou de ser picado. Mas aranha a gente não deixou, né? Aranha eu morro de medo, cara. E cara, tinha umas aranhas lá, aquela, sabe? Aquelas pernas total. Você tem problema com aranha? Colocar na sua mão, na senhora. Não, eu evito. É, né? Até porque até porque e são habitais diferentes. A gente tem que entender que são habitais diferentes. Bota uma nota de 100 que é
melhor, né? Uma coisa que eu aprendi, tipo assim, existem abelhas sem ferrão brasileiras que geram que geram eh mel maravilhoso, tá? Depois até vou te dar dica para você Chamar o cara aqui da desse desse aviário, é o Golden Pollen, se eu não me engano. Eh, e eu fui lá na Bahia, cara, eu entrei e elas não tm ferrão mesmo. Então tem tem uma experiência, tem uma hora que elas vum vum vum uma maravilha. O problema é se você tá fora e tem conversar com você é brasileira ou do speak English parlevu francê? Não, mas
ah tem ferrão, então tô fora, né? Não, mas são dia brasileira. Eu não Acreditei que eu faria isso. Muito legal. Olha, olha o assunto interessante, né? Muito legal. Eu vou vale a pena. Foi uma experiência com teu filho. E o eu fui, eu tava com com duas menininhas, né? Tia, não tenha medo. Não tenha medo. Falei: "Não, tia, venha". Vem aqui não vai morder. E eu fiquei ali, aquilo vai fazendo, cara. E depois tem uma degustação do tipo de mel. O pólen, cara, foi maravilhoso, maravilhoso. No queijinho, Né? Que você não pode o queijo, né?
E o mel abelha sem ferrão é um melquido para botar salada. Uma maravilha. Poxa, não sabia disso. Obrigado, Bia. Muito obrigada. Até a próxima. A gente se encontra no Rio, então, hein? Com certeza. Fechou, gente. Fiquem com Deus. Beijo no cotovelo e tchau. E esse vai ser o melhor ano da vida de vocês, eu garanto, Hein? Se você não vê uma pessoa há muito tempo, liga agora, tá com saudade. Se você é que nem o tut aí, tá a fim de de tá apaixonado, liga pra pessoa, fala: "Eu te amo, vamos se encontrar, vamos pro
Outback, que ele gosta de Outback com as garotas aí, can. Não, não, não, não, não, não, não. Deixa eu corrigir com essa garota. A outra levou no no McDonald's mesmo. Valeu, gente. Até mais.