[Música] boa tarde a todos é um prazer estar aqui obrigada pelo convite de uma bom eu sou juliana sou médica gastroenterologista do hospital das clínicas e hoje nós vamos falar um pouquinho sobre doença do refluxo gastroesofágico no adulto eo manejo que vocês devem ter na atenção primária de saúde aqui no hospital das clínicas o responsável pelo ambulatório de gastroenterologia geral também faz o ambulatório do alcoolismo mas eu também dou aula para os alunos da motive xxi o grupo líder nato na especialidade da prefeitura de vitória então lá eu também vejo um pouco do de gás
a nível mais primário não terciário como aqui então vamos começar nossa aula bom mais importante inicial a gente saber o conceito né o conceito de doença do refluxo em 2016 é foi publicado o consenso de montreal e pela consciência de montreal ficou definido que o reflora doença do refluxo gastroesofágico serem uma secção decorrente do refluxo do fluxo retrógrado de parte do conteúdo gasto do de natal para o isotônico acarretando variáveis perto de sintomas e sinais essa fase anos ou esses o fase anos associado ou não a lesões teciduais importante destacar é isso daqui a gente
pode ou não ter lesões teciduais certo também é importante dizer que existe um refluxo gastroesofágico fisiológico né quem nunca depois de comer um churrasco de como foi doada ou mesmo de deitar após alimentar num sentiu sintomas de refluxo então é importante a gente desesa bené que o refluxo gastroesofágico com ele pode ser fisiológico e pode estar presente no período principalmente pós mundial geralmente assintomática ou com sintomas bem passageiros frutos raramente ocorre no período noturno e não está associado a nenhuma complicação porque sobre a epidemiologia do refluxo da doença de refluxo gastroesofágico ela é uma doença
crônica como todos nós já sabemos com sintomas recorrentes e com intensidade variável tem uma evolução benigna na maioria dos casos isso é importante para tranqüilizar o paciente não está atendendo geralmente esses pacientes chegam a gente já com queixas de longa data em uma das principais preocupações dos pacientes é que ele tem alguma neoplasia né ele sempre que chandoha isso pode virar um câncer isso é um câncer então no manejo da doença do refluxo a gente sempre tem que passar essa tranquilidade que o paciente tranqüilizar é presente cerca de 20% da população ocidental no brasil estudos
já ser realizados mostraram uma incidência em torno de 12% ou seja mais de 20 milhões de indivíduos do brasil possuem sintomas de doença do refluxo gastroesofágico responsáveis por até cinco por cento das consultas médicas de atenção primária da saúde que acredito que vocês tenham essa essa percepção no atendimento de vocês não é muito frequente essa queixa tanto a nível primário quanto nível terciário que também na ambulatório de gasto geral e existe uma menor incidência da doença do refluxo em países orientais que não se sabe exatamente se é por influência ambiental alimentar e racial na verdade
é uma influência multifatorial importante também salientar que a doença do refluxo é muito comum se apresentará associado a outras doenças ou outros sintomas do trato gastrointestinal uma das principais a dispepsia funcional que pode ocorrer em até sessenta e nove por cento dos pacientes com doença acontecia funcional podem apresentar até 69% das vezes doença do refluxo a social além da perspectiva funcional nós temos a constipação crônica a síndrome do intestino irritável também como doenças freqüentes associada à doença do refluxo em outra coisa muito importante é a relação do doença do refluxo com a obesidade né na
nossa evolução nós estamos caminhando cada vez mais a incidência da obesidade na população é maior vem aumentando e paralela isso também a doença do refluxo vem aumentando ou seja existe uma relação muito causal entre a doença do refluxo e obesidade outra coisa importante de se falar é o quanto que a doença do refluxo impacto na qualidade de vida desses pacientes né estudo feito nos estados unidos em 2005 falhou 130 mil indivíduos com doença do refluxo na verdade com sintomas de doença do refluxo na que seria a pirólise e desses indivíduos civil que muitos deles tinham
restrições em relação à doença do refluxo as principais em relação à alimentação ou comer às vezes fora de casa ou fazer alguma atividade que seja em algum restaurante e mais importante do que isso o sono né existe uma relação muito grande entre a doença do refluxo e distúrbios relacionados ao sono além disso é essa redução da qualidade de vida isso traz uma conseqüência muito negativa para as atividades sociais laborativos e com isso levando impacto financeiro importante para a sociedade do país que a doença do refluxo envolve a presença tanto de fatores defensivos quando fatores agressivos
agressores e se dá devido um desequilíbrio desses atores principais esse tá é a barreira antes refluxo né que a gente tem nosso organismo tem que se constitui principalmente pelo síntese ou fazendo inferior a e o ângulo de rir junto com o ligamento treino esofágicos lembrar que o texto de saldos o fogo ele tem uma porção intra abdominal que também ajuda a você ter esse efeito de válvula e ter essa barreira de ser simples além disso o esôfago tem uma resistência de celular bem aumentada do socó né as células são mais resistentes teles camores ratificado a
união a junção entre o celular dessas células são bem importantes e evitam também lesão dessa mucosas e também existe o clareamento esofágico que se dá principalmente pelo peristaltismo do esôfago por secreção esofágica nem todo mundo que o sorgo produz ea produção de na saliva tudo isso neutralizando o az bons dentre os fatores agressores o principal é a acidez gástrica né através do do hcl que é produzido eo estômago e também pela piscina nem pelas enzimas que são todos os dias que contribui com a digestão o que favorece é essa secreção ácida chegar ao esôfago é
principalmente através desses fatores que inclui é o relaxamento transitório do síntese a fazenda inferior diminuição do tônus de simples a passagem inferior esvaziamentos gástrico um cliente sofás com decente né é o clareamento muito fácil eu acabei de falar e alterações da barreira antes de fluxo que a gente também já citou dentre todos esses o que se mostra maior relação com a doença do refluxo é esse relacionamento transitório dos fins ou fazer inserir que algumas pessoas tendem a ter em maior quantidade atribuindo a doença do refluxo importante salientar aqui que a infecção do h pylori não
tem relação com a doença do refluxo dos pacientes tem sintomas de doença do refluxo e às vezes faz nem dois copia sem o h pylori positivo o fato de ter doença do refluxo não existe tratamento para a doença para o h pylori e o contrário também tratamento do hpv lori não vai é piorar a doença do refluxo patologia a gente viu que ela é multifatorial é complexa e existe também uma predisposição genética é se estuda muito hipersensibilidade visceral desses pacientes né no esôfago assim como na sendo investido citado porque alguns pacientes tem sintomas e os
pacientes não têm sintomas sendo exposto essa secreção ácida e fatores ambientais que também são muito importantes né além da obesidade que já citei alergias alimentares exposição ao cigarro medicamentos também fazem contribuem para a patologia da doença do refluxo dentre os medicamentos eu só vou citar alguns aqui que às vezes são mais freqüentes que a gente usa na prática clínica dentre eles o principal eu conquistar com a questão do anti-inflamatório não esteróide dais que a população de forma geral nossos pacientes fazem uso abusivo não é um medicamento que não tem controle que se compra em balcão
da farmácia então é têm fácil acesso aos medicamentos que podem contribuir com a doença do refluxo outros medicamentos como os anticolinérgicos beta2 agonista aminofilina nitratos alguns hormônios locadores canal de cálcio também podem concluir com contribuir com a doença do refluxo a classificação da doença do refluxo ela pode ser feitas de duas maneiras pode ser uma classificação segundo ainda as copiosas que a gente vai classificar a doença do refluxo não erosiva ou erosiva e também a classificação de acordo com o montreal que a gente se classifique o refluxo com sintomas e sofás de anos ou com
sintomas e se exagerar anos destacando aqui que a doença do refluxo erosiva é mais prevalente na nossa população né que a gente vê com mais freqüência lembrar que a gente tem a doença do refluxo a gente tem que ter esses sintomas mais persistentes esse período mais prolongado então a gente vai começar a suspeitar da doença do refluxo em pacientes que têm sintomas pelo menos uma duas vezes por semana por mais de quatro semanas e aí a gente vai ver o quadro clínico qual é o quadro clínico típico de doença do refluxo seria pirozzi que todos
sabem né aquela sensação de queimação resto é resto internar os pacientes sentem e reclamam que possuem uma sensibilidade de 75% e uma necessidade 83% já a regurgitação também já tem uma sensibilidade e necessidade - menor do que ela dá pirozzi mas também é muito frequente né seria aquela sensação de retorno de conteúdo de conteúdo de até a cavidade oral até a laringe por coisa importante de dizer destacar que as manifestações clínicas não tem correlação com a gravidade das mais o fazem por isso é interessante observar que às vezes paciente é muito sintomático e aí às
vezes até difícil respondeu um tratamento que a gente vai ver mais um pouquinho e quando a gente faz em duas cópias desse paciente ele tem praticamente nenhuma alteração ou não tem nenhuma alteração então a clínica nem sempre têm correlação com as lesões e sofás devido à doença do refluxo os sintomas atípicos também é importante a gente conhecer mesmo porque a maioria das vezes esses pacientes com sintomas atípicos eles não têm sintomas físicos de pirozzi regurgitação os principais são sintomas relacionados à parte do trato respiratório superior que aí a gente a outra é a laringite a
faringite limite o tite rouquidão é até asma brônquica além desses né a dor torácica de originam cardíaca que a gente vai comentar um pouquinho tosse crônica um diagnóstico muito importante a gente tem que também está aventando a possibilidade já está relacionada à doença do refluxo além desses de magia onde não fazia globo farinhas mouses e até mesmo a tecnologia podem também com existe mas não são os sintomas típicos né são sintomas típicos são poderosas e regurgitação atípicos a gente sempre deve excluir dié avaliar a investigar diagnósticos diferenciais né como você não perderá a chance de
fazer outros diagnósticos tosse crônica a laringite crônica e asma são processos muito fatoriais que pode ter refluxo como fator potencial de agravamento por isso a doença não pode ser a única causa dessa manifestação o que eu quero dizer com isso um paciente ele pode ter asma por outro motivo pode ter tosse por outro motivo é doença do refluxo está agravando os sintomas e não ser com unicamente relacionada à doença do refluxo da mesma forma a presença de edema ele tema nódulo de granulomas e entregas locais que a gente vê freqüente laringoscopia também não são específicas
do refluxo é muito comum um paciente com rouquidão fazer uma lavagem dos copia a pessoa que seja língua descrever sinais sugestivos de refluxo encaminhar ele esse paciente um gasto mas antes sem fazer uma avaliação de outras causas de laringite e na dor torácica é muito importante sempre afastar a origem cardíaca antes de revelar mais a doença do refluxo apesar de que 50% dos casos de doutor as de origem não cardíacas são relacionada à doença do refluxo mas obrigatoriamente sempre a gente tem que investigar a parte cardíaca amanhã 15 relacionar com a doença de rhesus e
também já existe hoje né trabalhos mostrando a relação do doença do refluxo ou apnéia obstrutiva do sono que também tem que ser investigado quando o paciente apresenta isso a tosse crônica eu fiz um slide aqui específica de tosse crônica porque é muito comum uma tática cínica e nossa paciente tosse crônica algumas antologias a pesquisa de doença do refluxo quando a gente vai valer esse paciente às vezes ele não fez uma avaliação de uma forma mais global para passar outras doenças que também causa crothall tosse crônica então o tabagismo irritantes ambientais podem ser a causa tosse
crônica assim como paciente que já possuem asma o que abrirá a de um quadro de asma secreção nasal décimos o patch a lembrar nosso meio de tuberculose que ainda é muito freqüente ea gente sempre deve suspeitar né um quadro de tosse crônica e por isso esse paciente sempre devem fazer raio x vitória que seja fácil afastar outras alterações bom o diagnóstico a gente começa sempre é claro que uma anamnese e essa meta deve ser muito bem feita e se questionar vários fatores que vão ajudar no nosso diagnóstico correto a primeira coisa que a gente tem
que definir é a duração dos sintomas que esse paciente tem a intensidade ea freqüência dos sintomas quais são esses sintomas na verdade né e os fatores de pior e melhor importante também questionar sobre os hábitos alimentares porque às vezes só eu só o fato de termos alimentares a favor essa antes do refluxo consumo de álcool cigarro ou outras drogas lícitas os medicamentos que o paciente tem usado nem que nem sempre eles contam com a gente mas é importante questionar em tentar avaliar todos os pacientes que o todos os medicamentos que está sendo pesado e questionada
também sobre o uso regular de ônibus que como eu comentei é muito frequente nosso meio e é importante também avaliar o impacto na qualidade de vida desse paciente porque ele tem esses sintomas já longa dá já se habituou os sintomas mas ele tem impacto na qualidade na qualidade de vida dele ea gente tem também tentar melhorar essa qualidade de vida tratar a melhorar sua qualidade de vida lembrando que para você fazer um diagnóstico clínico de prevenção a gente tem que ter os sintomas típicos com freqüência maior que duas vezes na semana por mais de quatro
semanas e da mesma forma a gente sempre deve investigar pergunta da mesma forma a gente tem peso mas nesse caso a gente vai ter que seguir investigação mais aprofundada febre vômitos persistentes do trato gastrointestinal anemia icterícia e regalias mas abdominal palpável história familiar de câncer do trato gastrointestinal também muito importante questionar ea mudança do padrão dos sintomas que o paciente tem uma mudança do padrão é uma coisa que a gente tem que pensar no que aconteceu que ele tem ficado tem mudado esses sintomas podem ver que o fluxo muito bem feita questionar todos esses sintomas
mais alargado a gente ter segurança e de forma correta e aí a gente pode lançar mão do teste diagnóstico terapêutico que seria o que usar um inibidor de bomba em dose plena por um período de 48 semanas desde que os pacientes sejam adultos jovens com sintomas típicos em sintomas já lá que digamos que seja mais de 50% as pessoas que a gente acende em nível ambulatorial se enquadra nesses casos são pacientes jovens sintomas típicos em sinais de alarme que a gente pode fazer esse teste diagnóstico terapêutico o teste diagnóstico terapêutico ele não confirma e nem
excluir o diagnóstico do ensino refluxo tem mais especificidade baixa e ele também pode melhorar outras condições clínicas nesse paciente de uma úlcera péptica uma experiência funcional uma piroga funcional e também pode melhorar usando o ibpt como teste terapêutico mas os trabalhos em mostrando que o curso efetividade desse teste é bom e deve ser aplicado desde que tem tido todos os critérios e na atenção primária na atenção básica outra forma de diagnóstico da doença do refluxo seria pela endoscopia digestiva alta esse seria o primeiro método diagnóstico para a gente avaliar pacientes com suspeita de doença do
refluxo ainda só permite uma visualização direta da mucosa e avalia a extensão e gravidade da doença também permitir nosso de complicações e avalia a resposta ao tratamento ela não tem uma sensibilidade muito grande chega em torno de 40 a 60 por cento mas tem uma alta da cidade que chega acima de 90% porque a sensibilidade não é tão grande porque até 25 a 50 por cento dos pacientes com sintomas físicos vão ter um exame dos corpos normal e isso não descarta doença do refluxo mas é o contrário também se ele tiver razões na endoscopia isso
já quase que confirma a doença do refluxo é quando ele tem mais a fazer descer o iva alterações específicas como o dem não tema do jogo não são características da doença do refluxo é o que eu quero dizer com isso às vezes no lado de endoscopia sem escrito esofagite e não tema tosa esse termo na verdade não existe essa classificação endoscópico né a gente classifica esta fase quando a gente vê o vozão que seria fácil tiro viva sinceramente csb nosso doença do refluxo diferente mandou eu fazer o tiro livre outra coisa importante também lembrar que
eu achava incidental isolado de é mediato também não dá o diagnóstico de doença do refluxo do paciente faz uma endoscopia ver uma é visualizado ambiental mas isso não necessariamente três dias que ele vai ter doença do refluxo que ele é portador de doença do refluxo e outra coisa importante que as biópsias de esôfagos de jogo deve ser realizada apenas quando se tem alguma complicação da doença como o fogo de barras que a gente vai comentar o senhor usou gota estenoses na prática clínica de quando ela só erosões é mais fácil televisiva não está indicada a
realização de biópsia então de uma forma bem geral quando seria né quando a gente deveria solicitar uma cópia de jetibá altas que isso é importante para vocês né saber o quando que a gente deve pensar em encaminhar pacientes um procedimento sempre tiveram algum sinal ou sintoma de alarme paciente que não tem melhora clínica depois de um teste terapêutico com quatro semanas os bp mas nesse caso com dose dobrada a gente vai dosar vai dobrar a dose desse paciente como vou comentar com mais de 50 anos né todo paciente com mais 40 e 50 anos também
já pensa em título mas mais invasivo e com sintomas crônicos que tem mais cinco anos porque isso morre se desenvolver complicações dentro deles o principal bairro reavaliar após tratamento de pacientes como eu faço tirosina mais intensa e como eu comentei também aqui um acompanhamento do jogo debate outros exames complementares não vou citar não é prática de vocês isso é pedido geralmente pelo especialista mas só para o título de conhecimento é importante né manu e trilha não é indicado na investigação inicial da doença do refluxo ea indicação do meu nome é treinar a doença do refluxo
é basicamente para você localizar os inter estão fazendo inferior na hora de realizar um pega meteria afastar a callas e outros estudos os motores do esôfago e como uma avaliação pré-operatória quando os pacientes mais uma cirurgia do refluxo apega meteria também não é um exame de fácil acesso nem que nos torna as coisas um exame de rotina apesar de ter boa sensibilidade e especificidade é pouco estou disponível pelo sus a indicação do perímetro dia seria basicamente é que se realmente é necessário fazer pega metrix quando esse paciente for a candidata à cirurgia do refluxo e
pacientes com sintomas típicos e atípicos com endoscopia é normal e que não respondem o ibpt porque nesses casos a gente realmente tem que tentar buscar outras formas de diagnosticar o refluxo a impedância pegar uma empresa faziam um exame mais novo né ele vem para substituir a pagar e trilha mais ainda o acesso a esse exame é muito restrito e tem uma sensibilidade maior que pega o metrô seria só para se entenderem como funciona o inter não superar meteria é verdade é que teria com a pegar metrô teria isso vai ajudar o que avaliar a natureza
física do reino do fluxo se ele é líquido gasoso misto e também a natureza química nascer e ácido não há simplesmente ato o diagnóstico do refluxo não ácido ele só consegue ser realizado pelo menos pegar e trio e isso entre aqueles pacientes que têm o uma pega uma pega o metrô e é normal que não respondia e bpp são esses pacientes que podem ter um reflexo não ácido que a gente acaba não conseguindo diagnosticar com os exames que a gente tem de maior acessibilidade porque olha sobre o tratamento a gente vai começar falando sobre o
tratamento clínico que é o tratamento de primeira linha de escolha para esses pacientes o objetivo desse tratamento aliviar os sintomas cicatrizar as lesões da mucosa e prevenir o desenvolvimento de complicações no tratamento clínico a gente pode ter um tratamento não farmacológico e o tratamento farmacológico farmacológico inclui diversas medidas a elevação na cabeceira da cama redução na ingestão de alimentos né d e aí é importante salientar que dependendo da correlação com sintomas então a gente vai dizer que o paciente quais são os alimentos que favorecem ao refluxo mas não é todo paciente que talvez tenha sensibilidade
que vai ter sintomas alimentos então a gente não deve fazer uma dieta tão receptiva esses pacientes mesmo porque isso vai reduzir a qualidade de vida deles a gente tem que orientar os alimentos gordurosos café de bebidas alcoólicas gasosas chocolate e hortelã o refluxo você vai observar nessa vai estar ingerindo observar vai reduzir a ingestão desses alimentos e observar se tem melhor os medicamentos como já comentei também é importante a gente que este maioria em tal paciente a reduzir o consumo quando possível ele está bem após as refeições isso também é importante ajuda nos sintomas e
evitar refeições também grande volume ou seja dividir mais em maior número a quantidade de refeições ao dia ou cigarro também deve ser sempre estimulado claro não só pela doença de refluxo mas por outras doenças até mais graves eo principal é a redução do peso corporal que é isso que realmente vai ajudar no nosso tratamento de tudo isso que eu falei todos é todas essas medidas não farmacológicas tem baixo nível de evidência científica na melhor a doença do refluxo apesar de a gente saber se na sintomatologia do paciente muitas vezes ele tem uma melhora com as
mudanças de estilo de vida que na verdade são hábitos saudáveis de vida que todos nós podemos adquirir fora a obesidade que como eu coloquei aqui deve ser sempre recomendada na redução do peso deve ser sempre recomendada de rotina dos pacientes que seja obeso ou até com sobrepeso é muito frequente o paciente começar a ter sintomas de doença do refluxo após um ganho de peso né quando o paciente chega na primeira consulta reclamando de pedrosa e vegetação gente questiona ganhou peso nos últimos tempos e geralmente tem esse grande peso e às vezes não tão importante cinco
quilos oito quilos é o suficiente esse paciente desenvolver essa doença do refluxo então quando eu comecei a qualidade de vida desses pacientes são reduzidas ea gente deve evitar piorar essa qualidade de vida então nunca fazer uma dieta muito restritiva né a gente tem que individualizar essa dieta levando em consideração as queixas particulares de cada paciente em relação aos alimentos que ele ingere e lembrar que pacientes com distúrbios de sono pode se beneficiar com elevação na cabeceira da cama do paciente nunca reclamou de pirozzi regurgitação período da noite não tem porque orienta ele e de elevar
a cabeceira da cama mas ele isso é uma queixa freqüente a gente pode orientar isso ajuda também do tratamento farmacológico a gente tem os antiácidos e usar ó que os alginatos o que é o fato que neutraliza aquela secreção gástrica mas momentaneamente naquele momento e é por um controle imediato dos sintomas né a praticamente nem grau de evidência muito baixo que suporte esse uso de forma mais contínua né e como eu falei é um alívio passageiro momentâneo geralmente os pacientes mesmo já fazem uso sem prescrição sem orientação médica os bloqueadores de receptores h-2a histamina né
que seriam acima de dinho na redinha na sua rotina ela sobe um pouco e competitivo desde o receptor da histamina causa momento ph entregaste coo é uma opção toda doença do rio tratamento a doença do refluxo não erosiva mas a gente sabe que o uso crônico desses bloqueadores leva táxi e com isso você aumenta a secreção de histamina ao longo prazo e aí você já não tenha efeito desejado da droga então ela não é indicada por uma doença moderada ou intensa ou por período prolongado a gente usa mais como sintomático também os médicos se tem
disponível também não são indicados de forma rotineira não tem porque a gente usar o ibpt que ele utilizasse o próximo vai falar e essa se aproxima ético não existe melhora a cicatrização da mucosa com os fãs imaginam a associação quando o paciente tem um sintoma de desmotive lidade de virtude que podem estar associados lembrando da associação na perspectiva funcional promessa do refluxo que é importante esses pacientes são beneficiados e aí a gente vencer o inibidor de bomba de prótons que o bpp que foi a revolução no tratamento do refluxo né então ibcn de produção de
aço pelas células para metais e reduz a agressão desse ácido nós no jogo é o tratamento de escolha inicial da doença do refluxo por um período de 48 semanas em dose plena atenção da dose plena porque às vezes a gente começa às vezes se prescreve omeprazol 20mg gramas ea dose dupla na verdade a 40 vezes ele está fazendo uma sub 12 por isso o paciente não tem uma boa resposta o índice de cicatrização são lesados a então tem uma boa insatisfação sobre drogas inseguras e nesse caso o tratamento prolongado e também pode ser usado em
gestante desde que tenham indicação clínica aqui só pra gente demonstrar quais que são os defesas disponíveis no mercado hoje ea dose dupla de área como eu chamei a atenção a sol a dose plena dele é de 40 miligramas então quando a gente vai fazer um teste terapêutica em pacientes dentro do refluxo num adianta ptb só 20 miligramas de tv e 40 gramas ou seja dois comprimidos de 20 quando vai pegar na unidade de saúde e uma coisa importante é saber que não há diferença na resposta clínica o tratamento com o bebê como se utiliza e
bp uma ou duas vezes ao dia ou seja não faz diferença se passar 20 miligramas antes do café está janta ou você fazer os 40 miligramas pela manhã demonstrado que não há diferença e adesão do paciente geralmente é maior quando você faz uma posologia mais fácil de tomar uma vez ao dia além disso não existe também nenhuma publicação até o momento que mostra superioridade um ao outro para o tratamento da doença do refluxo a gente tem disponível no mercado o outro na hora que escolhe o fluxo existe diferença média de minha vida de passagem mas
isso não interfere na hora do tratamento então como eu falei o ibpt deve ser usado em dose plena e quando a gente usa dose dobrada que seria 40 miligramas andes café da manhã e antes do jantar em pacientes que não apresentam melhora dos sintomas quadrados 40 miligramas dia pacientes com complicações na dose precisa de uma dose maior ou uma paciente com manifestações atípicas então isso é um outro ponto é importante destacar quando a gente vai tratar uma tosse relacionada à doença do refluxo a gente deve fazer 40 miligramas omeprazol de manhã e à noite né
pra gente ver a resposta do paciente ao tratamento então subi doses não pode contribuir não melhora do paciente o tratamento de manutenção depois ele pode ser mantido com a minha dose capaz de manter-se paciente sintomático depois de um a dois meses tenta reduzir essas doses para manter uma dose mais baixa tudo de bp lembra também que pacientes com doença do refluxo pode não respondeu e bpp de 20 a 40% dos pacientes podem não ter resposta à bbc e esses pacientes podem não responder bp por conta de uma insensibilidade será o que eu comentei na sua
patologia e às vezes eles podem ter uma boa resposta os antidepressivos anticíclicos pontos inibidores da recaptação de serotonina então é como o paciente né é tem uma virose que irá retratar o tratamento bp em dose dobrada ou seja a gente começou a fazer 40 miligramas de viver não melhorou passamos 40 de 12 doze não melhorou esse paciente deve ser essencial a sua avaliação com especialista dá uma melhor investigação e as principais causas desta doença do refluxo etapa para esquecer esses pacientes que já utilizou a dose bt não teve melhoras seria por falha de aderência ao
tratamento que isso é muito comum e freqüente a dose na adequada do ibpt que às vezes a pesquisa de forma inadequada o erro de diagnóstico com assento na verdade não tem doença do refluxo ele pode ter outra outra doença relacionada à pedrosa e funcional se estaria associado a esta hipersensibilidade do paciente o refluxo não ácido levemente ácido que como eu comentei que a gente consegue diagnosticar sua própria vez entretanto termometria de tiro no filho e seu agente por comprimidos e diferenças no metabolismo de ppp que isso também é relatado mas é mais frequente nos países
do hemisfério norte que seria o metabolismo mais rápido e bp e com isso o paciente tem escape ácido mais rápido e é que eu trouxe esse questionamento porque sempre os pacientes nos os alunos nesse tratamento que o ibps seguro lançamento bt é seguro pode ser realizado não aumenta o risco na planilha gástrica com ele uma relação com o polo sedan dos sindicatos que também não tem nenhum risco aumentado de desenvolvimento de neoplasias nesses políticos ele pode ter uma relação não é com gastrite a troca quando tem um h pylori presente um aumento de risco de
fratura de bacia já foi relatado também deficiência de magnésio vitamina b12 e cerro eo aumento de risco de infecção por clostridium e isso são os trabalhos foram publicados nacional é importante a gente tem que ter consciência disso mesmo porque o paciente que faz uso crônico de bt a 12 avaliar o cerro série anualmente que seja tentar avaliar a questão de risco de fraturas de risco para osteoporose ea gente tem que ter também bom senso hora de perceber t não é que não pode ser usado ele deve ser usado mas com indicação de tratamento cirúrgico de
escolha e não não é atenção básica e conhecimento escrito por mim em 1956 fluxo realizado com a famosa na década de 90 natura é foi começado é fazer essa técnica por vídeo e aumentou muito significativo ter um momento muito significativo de indicação de cirurgia da doença do refluxo que hoje já tenho sentido uma quebra a gente indicar uma cirurgia fluxo primeira coisa que sinto um diagnóstico confirmado da doença do refluxo não só pela clínica do paciente não é mais por exames complementares e avaliação do risco cirúrgico é importante salientar aqui que pacientes que têm doenças
e riscos relacionados à obesidade a gente não deve indicá a fundo criatura porque o risco de reincidir é muito grande na verdade tem que tratar a obesidade dele a remissão dos sintomas depois do tratamento cirúrgico em três anos não tem diferença quando a gente faz tratamento com o bpp ou o tratamento cirúrgico é praticamente o mesmo então a gente não ao a cirurgia não é superior ao tratamento clínico desses pacientes e também existe a recidiva dos sintomas um período variável entre 5 a 15 anos após a cirurgia a gente tem que explicar muito bem desse
paciente que vai fazer um tratamento ele vai ser submetido a uma cirurgia mas ele não está isento de ao longo da vida ele voltar o retorno dos sintomas as ações principais de tratamento cirúrgico é que a gente avalie a possibilidade de tratamento cirúrgico seria independente de bebê que precisam fazer tratamento também fez manutenção e jovens pacientes que não toleram esta é uma intolerância ao tratamento medicamentoso ou dificuldades no acesso a esses medicamentos que também tem muita irritação apesar do uso do ibc lembrar que é importante né orienta avisar o paciente orientar que esse paciente após
cirurgia do refluxo ele pode ter queixas de disfagia por conta da fundarpe captura e aí concluiu você está aqui as principais complicações da doença do refluxo a principal delas seria esofagite que a gente classifica hoje atualmente por pela classificação de los angeles em grau a b c e d como eu falei né a gravidade dos sintomas não têm com relação à intensidade dos sintomas não tem correlação com a lesão de mucosas e aqui eu volto a repetir não é paciente às vezes tem mas o faz de ti grau a mas é muito sintomático e um
pacientes como faz deste grau de se tem pouco ou quase nenhum sintoma esses pacientes quando faz mais intensa grau 6 de devem ser referenciado por um serviço diferenciado com um especialista ao agravo não há problema nenhum em se realizar o tratamento desses pacientes nas unidades de saúde mesmo os menos comuns mas também pode estar relacionada à doença do refluxo também não há uma causa frequente mas pode ocorrer relacionado ao fluxo e refluxo de longa data somente pacientes acamados com sequelas neurológicas que desenvolve o que também é uma complicação bem conhecida da doença do refluxo pode
se apresentar em 10 a 15 por cento dos casos que seria substituição do epitélio escamoso nessa que é a definição do jogo debate em sua coluna no ar voando lá com células que ali se forme bytes sabe se que ele é mais prevalente em homens acima de 50 anos a indicação é de fazer uma endoscopia em pacientes de idade mais avançada acima dos 40 anos e que tenham sintomas crônicos de longa data que seria complicação mais grave da doença do refluxo coincidência muito baixo e igualmente associado à evolução do bard aula eu gostaria de falar
que a doença do refluxo é um grande problema de saúde pública e afeta cerca de 12% da população brasileira a obesidade é um dos principais fatores de risco associados à doença do refluxo sul anamnese é fundamental para o diagnóstico da doença do refluxo com atenção especial sintomas típicos e atípicos isso incluindo a duração e intensidade e freqüência dos fatores desencadeadores da evolução desses sintomas e o impacto também na qualidade de vida desses pacientes a gente às vezes esquece de questionar o impacto da qualidade de vida a investigação dos sintomas e sinais de alarme sempre deve
ser realizada nesses pacientes e na atenção primária o teste terapêutico com o ibpt na ausência de sinais de alarme nem se mais um sintoma de alarme pode ser utilizado por diagnóstico sem necessidade de realizar outros testes diagnósticos desde que o paciente seja os jovens mas sintoma de alarme pode fazer se a terapêutica e ver como que o paciente vai responder à sociedade declara medidas não farmacológicas na medidas num estilo easy mudanças de estilo de vida e o tratamento clínico o tratamento de escolha para o controle dos sintomas do espaço desses pacientes inicialmente essas são as
referências que usei para fazer essa aula se alguém depois quiser alguma das referências eu posso estar passando e essa é a imagem do nosso hospital que tem muito orgulho de trabalhar me formei aqui fiz residência aqui e estamos aqui tá quando você precisar de alguma coisa [Música] [Música]