[música] Insites, o podcast do Bradesco. [música] O grande nome do jogo hoje é proposta de Valor, né? Como o cliente percebe a sua proposta de valor?
Os produtos bancários cada vez mais são parecidos e o que vale, na verdade, é a sua proposta de valor, o que você vende com a tua marca, com a sua responsabilidade, com a sua segurança, com seu conteúdo. Não é un área, una vertical do banco que é responsável per un produto. collettivamente un conjunto di que empoderado a entender qual è o camino mais certo per atender a necessidade do cliente e che è accountable, che è responsabile pelo risultato non per la quantidade di produttos o dificios entreg la la creação e la cattura di valor pelo cliente.
>> Olá, tudo bem? Você ouviu um pouco dos destaques, mas temos muito mais. Eu sou a Cristiane Vargas e esse é o Insightes, o seu podcast semanal.
O uso de inteligência artificial no setor financeiro brasileiro cresce mais de 25% ao ano, segundo estudos do mercado, incluindo Febraban. No Bradesco, essa evolução é potencializada pela transformação ágil, redesenhando a experiência do cliente e tornando a operação mais inteligente e eficiente. Por isso, no insite de hoje, vamos conversar com Cassiano Escarpelli, diretor vice-presidente do Bradesco.
Ciano, seja bem-vindo. >> Obrigado, Cris. Obrigado pelo convite.
Espero que seja uma conversa super bacana sobre a nossa transformação digital. >> Muito bom. E Francesco de Marcelo, nosso diretor executivo, responsável por tecnologia.
Seja bem-vindo, Francesco. >> Muito obrigado. Como Castiano falou, acho que vai ser uma discussão muito produtiva e interessante.
>> Muito bom. E quando a gente fala, né, dessa estratégia de transformação ágil, a gente começou em 2018 com o conceito de LIN, unificando ali os times de tecnologia e negócios, mas hoje a gente já tem o movimento aqui de uma transformação em escala. Francesco, qual que é o gatilho para acelerar essa mudança e o que você vê como uma grande diferença entre o modelo anterior de vilas, que seriam os nossos times multidisciplinares, pro modelo de tribos também com times multidisciplinares, mas aqui e conectando outras áreas que não só negócios e tecnologia.
La il modello il modello di agilità di Nescala che stiamo implementando a G Scale in inglese è di qualche getto sta segue la la la curva di la giornata di ammadurecimento dell'agilidade in imprese in grandi empresas corporativ corporaz e il modello anteriore era modello di agilidade baseado in ese rapida in sprint di baseado in agilidade scramo camb ehm relativa alla esecuss di getto industrializzato e agilaglio change software, quindi traballo di tecnologia. La la l'agilidade que estamos implementando in escala è molto mais disso. relativa l'area tassato da nostra tribo che sono dade agili che stamo implementando nel Bradesco, sono sono responsabili per il la il run and change da tecnologia e do negozio relativa a ridenno e execução dos processos h produto e servío diretamente e afetando la experiência cliente.
Eh, eu acho aqui, Cris, que o Francesco tocou em dois pontos muito importantes, né? Eh, a maturidade que a gente alcança aqui é é uma evolução. Todo o processo evolutivo, obviamente exponencializado pelo programa Change, lançado lá em fevereiro de 24 pelo presidente Marcelo.
Mas o que é mais importante é que a gente faz quase que um turn around inteiro do modelo de como a gente enxerga a tecnologia, né? Onde a gente de fato a gente empodera os produtos, os clientes nossos internos para que eles sejam protagonista desse movimento e não só tecnologia. Eu acho que essa é a grande diferença das vilas para tribo, que a gente tem uma uma colocação de um time multidisciplinar, como você diz, mas mais do que isso, com total identificação de cada papel para cada participante.
Quem é líder da tribo, quem faz o qu, quem cuida de, quem cuida de marketing, quem cuida do produto, quem cuida da infra, quem cuida da arquitetura, né, quem cuida da parte de eh de processos em si, enfim, de toda a governança. Eu acho que essa é uma mudança, né? E por trás disso traz uma agilidade do do famoso end to end, né?
Acho que talvez essa seja a grande eh variação do modelo de de 18, que ainda tinha muito da responsabilidade na tecnologia, né? E aqui a gente, na verdade, deixa muito claro que a tecnologia também faz parte da tribo, não é dona da triplo, né? Acho que isso muda bastante o pensar, né, Francisco?
>> Sim. In ultima analisis podemos affermar che a villa il modello villa era responsabile pela produção di software rapid rapido con agilidade. il modello operazional baseado in tribo, in nesse modello operazional la tribo è responsabile per la creação di valor, quindi per la cattura di OKRAR di negozio di tecnologia con un'agenda eh coliderata entre tecnologia e negozio base integra per N di tecnologia negozio e todas as are intervenentes che sono responsabile per la miglior do cliente, melhor produtto, melhor servizos, melhor qualità dos processos intern Muito bom.
Então, no final do dia que a gente tá falando, né, a luz do que o nosso cliente tem de expectativa, a gente acaba conectando os times para acelerar a tomada de decisão, né, se a gente tem qualquer mudança aqui de rota. Mas mais do que isso, a considerando o feedback, a expectativa do nosso cliente, como que a gente atende de forma ágil essa expectativa no dia a dia. Muito bom.
E quando a gente tá falando, né, então do impacto no cliente, cada vez mais a gente tem integração de todo esse modelo de trabalho com inteligência artificial. E aqui falando muito de hiperpersonalização, de atender efetivamente a expectativa do cliente, como vocês identificam, né, e oportunidades e avanços que a gente já tem nessa jornada de inteligência artificial com o nosso novo modelo operacional aqui no Bradesco? Eu começo aqui, depois passo pro amigo Francesco aqui, mas eu acho que acho que um link importante com a resposta anterior do tema que a gente tá aconteendo, a transformação ágil não é só correlacionada a Haiti e tribo, é todo o mindset do Bradesco, né?
Eu acho que isso é uma ferramenta super importante, né? O processo cultural de transformação do banco, o processo cultural de transformação de como se fazer, que seja pro TI ou pro processos, né? Acho que isso é o grande gol.
E o que que tá no centro de tudo isso, né? O cliente centrismo, o nosso cliente, tudo que temos que fazer é isso. O grande jogo, né?
O grande nome do jogo hoje é proposta de valor, né? como o cliente percebe a sua proposta de valor, os produtos bancários cada vez mais são parecidos e o que vale, na verdade, é sua proposta de valor, o que você vende com a tua marca, com a sua responsabilidade, com a sua segurança, com o seu conteúdo. Então, eu acho que é aqui que a gente faz isso.
Aí quando a gente usa, a gente olha para isso, Cris, a gente vai trazendo alguns elementos sobre importante. A ressignificação do segmento de alta renda, por exemplo, é exatamente isso. é como e personalizar melhor esse cliente de alta renda que antes estava no segmento no nosso caso no Prime e a gente ressignifica com Prime e Principal com duas propostas de valores que são aderentes, porém elas são evolutivas, como no Prime para o príncipe, como do Príncipe para o private.
É quando a gente embarca ali um CRM totalmente reestruturado, aí personalização de oferta, né? Mas com, nesse caso específico, com um cunho humanizado super importante, que é o nosso gerente de atenó, gerente de relacionamento, né, em nossas unidades principal ou nas unidades primequem um atendimento personalizado, seja ele por telefone, por WhatsApp ou mesmo pela GNA e Bia, que o Francisco depois pode comentar um pouquinho na parte do nosso cliente massificado. Então a gente vai acoplando a inteligência artificial, melhoria dos processos mindset de mudança, para que a gente possa aí personalizar de fundo no final das contas o seu banco, né?
Você fazer o seu banco, Bradesco, o seu Bradesco, né? Então acho que isso é muito importante você eh a gente ter em mente para todo mundo que tá nos ouvindo aqui, é isso. O banco trabalha para essa hiperpersonalização, né?
E e as ferramentas que eu tenho usado são as melhores que tem, né? E a nossa Bia, que vai fazer já quase uma década que a gente vem usando, passa pro processo de transformações importantes. E aí vale a pena, até Fran, você falar um pouquinho da DNA e da Bia, né, que incorpora todo o nosso cliente digital, né, nós somos um banco digital, no fundo na essência com presença física, né, mas no fundo mais de 90% das nossas operações são feitas nossos canais digitais, mas nós temos públicos específicos para cada tipo de atendimento, seja plataformado, seja ele paraa rede física, seja ele para PJ na rede física, na parte digital, eh, ou massificado.
como todo, né? O cliente que de fato utiliza mais o canal 100% do app ou nossos ATMs. Po, seria bom você, né, falar um pouquinho dessa transformação nesse canal digital do Acho, acho que você tocou, levantou um ponto muito, acho crítico, e o pilar da nossa filosofia de transformação, l'agilidade, o modelo operacional de tribo e é só un instrumento, é uma ferramenta que está ajudando a acelerar la do massiva di intelligenza artificial, no che fondamentalmente está eh intervalando em três dimensões dimensões específicas.
La primera è quella che è la nostra B cliente e come Cassiano stava menzionando la nostra il nostro mantra di trasforma è client centrismo e la Bia cliente è la personificação della nostra attenzione per la ipersonalizza per la prossimidade del nostro servizio alla demanda e necessidade do cliente specifico con segmento di um quindi microsegmento che in un modello operazional cascada e non agile também saria possibile, ma con una velocità molto molto minore e subottima perché il ratio di metabolismo di entrega di un modello cascato, modello tradizionale non è algo che il mercato oggi e pode pode eh metabolizzar con comidità. A segunda dimensão é que nós eh no muito mais no processo técnico interno de desenvolvimento do nosso produto e eh que nós definimos como a Biatec, que é a nossa inteligência artificial em tecnologia, que eh assiste e empodera e acelera todas as etapas do ciclo de vida de de de produção de software, começar da escrittura di storia del nostro team agil, autotest code review, review di codigo, e sicuranza di qualità, non solo di qualità di software, ma sicuranza nostro servizio da nostro da nostra infrastruttura tecnologica. Terceira dimensão é la via interna, la Bia Corporate que eh atua in uma dimensão de otimização eh rapidez, solidez de processos internos de gestão de toda a nossa cadeia de cadeia de valor, a começar dos processos de suporte aos nossos funcionários, a processo de suporto internos pela nossa agências e clientes que eh precisa de um atendimento muito mais específico.
>> Muito bom. Bom, e aí pegando esse gancho até dos ciclos de feedback, como que vocês percebem os times organizados coletando esses feedbacks dos nossos clientes? Mas mais do que isso, né, trabalhando um aprendizado contínuo, porque a gente sabe que durante toda essa mudança, né, o nosso mercado financeiro ele muda, o sistema financeiro muda, a expectativa do cliente muda cada vez mais rápido.
Como que vocês percebem os times atuando, coletando esses feedbacks e trabalhando nesse aprendizado e evolução contínua? Aí eu começo aqui, eh, eu acho assim, o Bradesco em transformação gera esse mindset diferente, como eu falei na na na pergunta anterior, mas o mais importante, né, o que a gente tem ouvido, né, eh há um passo atrás, não só ouvir, o que a gente tem reformatado o nosso banco de dados, né, o que a gente tem de informação dentro de um banco de 80 anos com quase 100 milhões de clientes que, né, fora que passaram aqui, saíram, voltaram ou estão com a gente a 80 anos, a gente tem muita informação. Então, eh, essa área de dados para nós também usando inteligência artificial, toda a parte de generativa importante, toda a reengenharia que essa área tem feito, tem trazido pra gente um volume e um aprendizado de quem é as personas muito importante e ao mesmo tempo que as áreas toma-se mais, cada vez mais o seu próprio NPS interno e também a procura das suas áreas, né, em em donos clientes de entender o cliente.
Então o que a gente tem n pesquisas com o cliente, é como chama aquela sala que a gente fala que o cliente vai lá, que a gente faz o cliente é cegas, vamos chamar assim, que é super importante a escruta dos clientes. Eu mesmo já participei de atendimento de cliente, fui lá, pus o fone e tirei dúvida do cliente pra gente aprender, a gente humanizar, para que nós também aqui da transformação e da diretoria executiva do banco entenda. outros colegas meu da diretoria executiva já foram, né, a preocupação com esse envolto, eh, de entender esse novo posicionamento dessa geração nova.
E pessoas requerem muitas coisas diferentes do que iriam nos anos 80, 90, né? Atenção, eh, entendimento de quem sou, entendimento para onde eu vou, né? Então são coisas que eu sou, a gente é super importante pra gente aprender e prover de novo, proposta de valor para todos os segmentos que o nosso banco atua, né?
Então a gente tem, a gente percebe muito claramente todas essas equipes trabalhando nisso, né? Há uma evolução no banco na preocupação do que eu estou fazendo, está entregando a proposta de valor que esse cliente dentro do cliente centrismo ele quer ter. Então isso faz parte de qualquer jornada que a gente vem colocar.
é também um aprendizado, né, como tudo na vida, mas eu acho que a gente tá num caminho muito muito interessante. Vagas, >> é, eu se queria só acrescentar, concordo, queria só acrescentar um ponto, não clentrismo è molto maiosofia o un abordagem cultural clentrismo no nosso time si traduz in una pervasividade extrema do da medida di MPS per todos os teams, no? La nostra il nostro credo è una un servizio un prodotto ben disolvido tempo che era praneggiato per la entrega, ma che ten un NPS che non è buon il prodotto è algo per la plancetta e va a ser retrabagliato.
Per isso temos implementado strutturalmente una sistema di medis di NPS frequente em cada etapa da cadeia de valor ou da cadeia de la jornada do cliente perforável que não tem nenhuma falha na nossa eh relação e nossa entrega de valor para o que é >> execução >> na execução. >> Muito bom. O ponto que vocês trouxeram também desta evolução de mindset e ela perpassa aqui cultura, né?
a nossa mudança e o nosso aprendizado, né? Aprender a aprender, ele conecta muito também com a experimentação e inovação. Como que vocês percebem esse incentivo à experimentação e inovação no dia a dia dos times?
A gente tem várias pautas de transformação também, né, Ciano? Todos os dias somos incentivados a pensar de uma forma diferente, mas como é isso no dia a dia que lembra? dia a dia.
Eh, pero, la la la escolia del modello operazional foi na dire agilidade in escala perché è un modello che intrinsecamente baseado in ciclo scurto che permite una ehm iteratividade molto rapida na experimentação. La nostra la nostra filosofia di entrega è coa con giunto con feedback recebido pelo cliente CSI, MPS, qualquer que el é cocreação de cada etapa da jornada per ser quanto mais próximo a la la forma da jornada que atende la necessidade do cliente. Quindi non la mia visão è non estamos forzando o tentando di injectare l'innovazione no trabal in una in una di un getto che il feedback do cliente continuo e un input necessário, condição necessária suficiente pelo time avançar na construção da iteração sucessiva de da nossa entrega.
fundamentalmente. >> Eu acho que aqui um um outro lado da da do texto aqui do da fala do Francesco é é pelo lado da transformação, né? Eu acho que a palavra transformação em si só num banco desse tamanho com essa cultura, com esse conceito que a gente tem enraizado, né?
E um banco sempre de portas abertas, essa história de cliente cientismo, né? A gente muda gerações, mas a gente, né? Quando a gente abriu um banco em 1943 de portas abertas, tirou o gerente de dentro para ouvir o cliente do lado de fora, é um cliente centímetro da década de 40, né?
A gente não pode esquecer isso. E a gente fez uma boa revolução nisso, né? O mundo passa e traz aprendizados.
Agora, a transformação e só para mim transformação em si só, quando eu olho o modelo de transformação, todas as reuniões, você já participou de várias lá, parece supõe que cada um que tá levando lá tá trazendo uma inovação aquilo que ele tinha, né? Eu acho que isso é o que tá movendo as pessoas, as mais de 2000, 2500 pessoas que participam desse ciclo do change the bank de uma maneira, fora todas as pessoas que desenvolvem as nossas coisas, isso é muito importante. Eles vêm com isso muito claro.
Além do apoio do Inova BR, que a gente utiliza em quase todas as reuniões, né? A gente tem um agente do Inova BR pensando, ouvindo, buscando ideias. Tem aceleradores, não tem aceleradores, o que que eu posso fazer?
Então a gente vai usando também essa nossa experiência também pioneira da inovação com Inova Brá dentro dessas características e vamos buscando alternativas, né? Então acho que a transformação gerou isso no banco. O que podemos falar?
Essa indústria com qualquer indústria, nada é proibido, nem ser copiado e nem copiar, né? A gente tem que buscar os melhores exemplos, o que vale é como eu eu uso esse exemplo ao meu favor, em cima da minha máquina, na minha proposta de valor. Então eu acho que esse é o grande conceito que tem.
Então isso é muito claro, muito vivo no banco, a inovação eh como um todo, né? Pode valir para um processo como vale para um acelerador que a gente engatou em algum processo operacional nosso, trouxe produtividade, benefício pro cliente, facilidade, né? Não é a tua o príncipal tá aí, que talvez seja o expoente do lançamento da transformação no meio do caminho aqui, né?
Com seus quase 300. 000 1000 clientes com a percepção NPS de atendimento, de personalização, de hiperpersonalização muito alto. Então nos diz que o caminho tá correto, né?
Temos que continuar trilhando. >> Muito bom. Outro tema que a gente fala muito aqui no dia a dia é lateralidade, né?
E a gente falou um pouco sobre isso, como que a gente quebra os silos e de fato trabalha, né? Em prol de um mesmo objetivo. E aí, trazendo essa lateralidade, qual que vocês identificam que é o legado humano dessa revolução para o mercado?
E para quem nos acompanha aqui, >> uma pergunta difícil, hein? [risadas] Milhão de milhões de dólares. Mas assim, eh, eu acho que a palavra lateralidade talvez seja ela uma maiores legados que vai ficar.
Eu sou um cara que uso muito essa palavra em todo que eu tô aqui quase 42 anos e e relacionamentos, lateralidades é que se fazem uma grande organização. Eu eu acho que esse espírito colaborativo que o Chent implementa no sentido de todo mundo tá sentado na mesa, todos os atores daquela demanda, eh todas as dúvidas daquela demanda, todos os acertos e mesmo os erros que mudanças de rota, né? O Marcelo sempre fala isso, né?
No o crescimento, né? Não é sempre uma linha reta. às vezes você tem que fazer desvios, mas não perder o o seu foco principal.
Então eu acho que esse conceito de hoje é que a gente vai quebrando, quebramos todos os muros possíveis dentro do Bradesco, ou seja, todo mundo conversa sobre tudo dentro da sua especializ especialização, ouvindo, ouvindo ideias de todos os níveis da organização. Eu acho que esse é o grande legado, né? a o legado de você exercitar isso, exercitar como o o Francisco falou, a o reconhecimento por resultado, né, no ponto de vista, não é só pelo lado financeiro, mas a minha a minha abordagem aqui, ela ela deu certo, ela entregou o que eu pensava, ela teve a satisfação do cliente, ela teve o retorno de exagera, uma uma rota de correção ou não, eu tenho que fazer uma rota de avanço, né, acelerar um pouco mais.
Então acho que isso caiu um pouco no mindset e de tudo. Então acho que o grande apreço de tudo isso vem disso. A lateralidade vai trazer isso, a possibilidade de uma conversa aberta, eh, franca, de a gente encontrar o melhor pro cliente, independentemente quem é o ator principal da demanda.
Eu acho que isso é um grande legado do banco. Você cria aquela vertical, a vertical do Francisco, a vertical do Cassiano, a vertical do outro colega. Não, não, não.
A gente tem responsabilidades, todo banco tem a sua hierarquia, mas para construir pro cliente, todo banco tem que saber ser lateral. Eu acho que esse é o grande gol da gente. >> Muito bom.
E acho que nesse nessa linha acho que o legado eh mais mais o pilar da transformação é empoderamento e acuntability, se possono palavra inglês, perché in tutto isso, come fal Cassiano stava e stava fando, non è un'area una vertical do banco che è responsabile per un prodotto e outro è collettivamente un conjunto di que sono empoderato a entender qual è o camino mais certo per atender a necessidade do cliente e che accountable, che è responsabile pelo risultato non per la quantidade di produttos o di ficios entregata, ma realmente per la la creação e la cattura di valor pelo cliente. Tudo isso é que realmente quebra silos porque la filosofia é todos para o cliente, somos ao mesmo barco. Quindi não existe mais eh vertical A, B, C e não existe mais protagonismo de uma vertical versus as outra contra as outra.
Existe simplesmente um conjunto de pessoas empoderada e responsável pela criação conjunta de uma proposta de valor para um cliente que é o único ator relevante da demanda. Muito bom. O que eu quero trazer também desse legado é que cada vez mais a gente escala as oportunidades de carreira.
Quando a gente tá falando, né, desse olhar da expectativa do cliente e a gente aprende coletivamente, a gente consegue entender também outras oportunidades. Tem um aprendizado aqui super bacana de quem é de negócio. Então assim, muitas vezes a gente vivencia aqui no dia a dia o time de produtos falando de tecnologia, o time de tecnologia falando de estratégia de produtos.
Eu acho que isso traduz muito, né, dessa multidisciplinariedade que a gente tem. no dia a dia. >> Eu queria fare un ponto.
Io a semana passada entendi que realmente estamos no camino certo, porque quando eu ano e meio atrás cheguei no Pradesco, perguntava para um colega, você que faz aqui? A resposta era: "Eu sou da vertical do atacado ou a vertical do canais? " fazendo a mesma pergunta um un colega diferente a semana passada ele falou: "Io estou redesignando il processo de crédito veicola, se la filosofia é no no dia a dia de cada dos nossos funcionário entrou na na na mindset do trabalho do dia a dia que eu não estou fazendo trabalho por uma vertical estou fazendo trabalho pelo cliente.
Isso é perde que a ponta do iceberg, não? Mas é realmente o que faz entender que está entrando lá a lateralização no DNA todos os nossos funcionários do banco. >> É, eu acho que o a Cris falou na frase dela para mim é importante, né?
Todo mundo fala agora sobre tecnologia, né? Eu acho que isso é uma coisa muito legal. Tecnologia há uns anos atrás a gente sempre investiu bem, a gente sempre fez melhores coisas, nós sempre somos um banco, somos um banco super moderno, né?
Eu acho que isso não foi questão nunca disso, mas a hora que todo mundo conversa sobre tecnologia, vai lá desde o copilot que todo mundo quer usar, né? Fala: "Ah, não tô usando copil, vou fazer aqui uma coisa". Desde o compar, mas não é isso.
E todo mundo entende que faz parte do dia a dia dele falar sobre tecnologia, né? Então não é mais um bicho papão, né? conversar a tecnologia, perguntar, usar a tecnologia e mais do que se ele sabe que a tecnologia vai ajudar a experiência, que ele quer traduzir em experiência pro cliente, faz mais do que isso, eh, a tecnologia é parte integrante do roadmap dele, do lineup dele.
Se ele não usar a tecnologia, seja ela desde uma simples desde o copilot até a >> até a inteligência artificial agentes >> ou agentes multiagentes ou mesmo dentro dessa tribo, a não anda, né? O mundo é assim hoje, né? Então acho que ficou natural falar de tecnologia mais organizada, lateral.
Então acho que isso são aprendizados entre acho que a gente comprou, né? Bradesco, aquela frase que é sempre um banco é tecnologia e pessoas. Hoje no Bradesco nunca é tão nunca foi tão claro isso.
Pessoas e tecnologias é que fazem essa diferença desse momento nosso de transformar e entregar melhor experiente pro cliente, né? >> Muito bom. Estamos encerrando o nosso >> bate-papo super eh conectado aqui, cheio de inspiração, mas temos uma tradição aqui no Insites.
>> Uhum. que é de pedir uma dica, uma inspiração. Aí, Ciano, a gente conversou um pouquinho minutinhos antes sobre seus hobbies.
Que inspiração você deixa aqui? [risadas] >> Pois é. Eh, eu tenho os hobbies diferentes assim, né?
Pode ser diferentes, né? Eu gosto, sou apaixonado por modelismo, então eu gosto de montar Lego, essas coisas, tudo que se monta, né? Eu gosto muito disso.
Tenho muitos Legos na vida. Eh, eu acho que tem a ver com essa transformação. Vamos encaixando as coisas encaixando, mas eu gosto muito disso desde sempre, desde pequeno.
E tem um hobby de moto, né? Colleção no moto antiga, mas não é só isso, né? Então eu trabalho ou treino para ser mecânico, né?
Porque não é uma coisa natural, [risadas] mas eu gosto de desmontar, consertar, né? Pintar, fazer o que for necessário com motocicleta, né? Então esse é um hobby que eu uso muito, eh, sempre no final de semana para para esparecer e continuar nessa trilha maravilhosa que nós estamos fazendo de transformação.
Então, acho que é por aí que eu que eu gosto e obviamente viaja de moto, né, Cris? Então, eu acho que também é legal. Pelo menos uma vez ao ano eu gosto de fazer um passeio aí de 10 dias de moto para algum país e curtir um pouquinho isso aí.
>> Muito bom. E a taxa de acerto quando você desmonta. >> Eu tô indo bem, hein?
>> Tá indo bem. [risadas] >> Tá me devendo. Sempre sempre falta um pedaço depois um pedaço a mais.
>> Só duas parafusas. Então Franco tá o a sua entrega ainda tá um pouquinho pior que a minha, mas assim, não temo bem, temo bem. Eu fiz, eu fiz um benchmarket, fiz com uma motocicleta outro dia, eu montei uma do zero, uma antiga.
>> Aí eu entreguei pro mecânico fazer o o feedback. Eu tirei 8:30. Achei foi bem.
Foi bem. Foi [risadas] bem. Mas tá bom.
Tá indo bem, graças a Deus. >> Muito bom. Francês.
Compartilha um pouquinho conosco. Acho que primeiro, né, essa jornada de quase do anos aqui no Bradesco. Qual é a sua inspiração?
E também pensando em um hobby, uma jornada, sua jornada como plurimaratonista, que foi uma palavra nova que eu aprendi hoje. Eu só falei maratonista, mas é pluraratonista. É diferente.
É diferente. [risadas] Essa não conheço. Vou esperar aqui a explicação.
A jornada eu, hum, cheguei um ano e meio atrás aqui no Bradesco, depois uma lungo lunga carriera inoria inquin do erro responsabile per la la nostra la pratica di transformação digital per settor finanzio. e inspiração che que che mi mi mi mi ajudou a tomar deciso di trabar pelo Bradesco, né? Bradesco è la l'apertura totale alla mudanza e la la vontade di la la l'energia e la vontade di cada das pessoas que eu tive o privilégio di trabalhar com e di conhecer no no no banco peru melhor e con foco e disciplina que è un po' che introduce il mio hobby perché un maratonista un corridore di rua che parece uno sport molto simples e brutal mai che algo, so appassionato di di di correre perché temo algo di molto di profondamente filosofico, no?
Esercizio di corrida che è ripetitivo, che per moltes è tedioso e ma perché insina insina três cosas, no? Insina e che o foco e disciplina eh pode gagnare sobre o talento e melhorar e trasformar eh se mesmo non è un cammino linear. Eh, tem o corredor tem em inglês da mantra keep showing up, porque você cada dia que corre não é cada dia mais rápido, mas precisa continuar a fazer quando quando vai mais lento porque senão nunca va ser mais rápido.
E isso acho que è un po' la la il il mandra di cada di cada transformação. precisa comenzare e pegar cada desafio cada dia e una una se gagna e perde ma sempre pela frente perché senão nunca nunca vai evoluir. >> Eu tô aqui esperando o hobby.
>> É, >> o hobby, o pluri. >> Francisco, Ciano puxou aqui o tema do pluri, mas é muito mais do que correr mais de uma maratona. Você correu em diferentes lugares, né?
Conta pra gente. >> Diferente lugar. mio hobby.
Io una vez o due vez per anno costumo fazer una una maratona differente come time di corrido banco, perché moltos corridores io fis Londres e Chicago, fis Rio de Janeiro e San Paolo, fis Amsterdam, fis Roma che è molto molto interessante per corre in un museo, fis Milao, fis Florencia e sto planegando per Berlin finalmente perché são diferentes anos que quer ir. Vamos a ver se consigo a disrupção do meu tempo record. >> Muito bom.
Esse foi mais um episódio do Insites, o podcast do Bradesco. Ciano, muito obrigada. >> Obrigado você pelo convite.
Obrigada, >> Francesco. Muito obrigada. E você que nos acompanha já sabe, o podcast tá disponível nas principais plataformas e também no YouTube do Bradesco.
Muito obrigada e até o próximo.