E Salve. >> Não, não, não, não, não. Hello, rapaziada. Tudo bem com vocês? Espero que sim. Uma boa semana para todo mundo. Vamos que vamos, carica. >> Mais um programa, mais uma semana. Ao vivaço, >> ao vivaço. 2:11 da tarde. >> É nós, >> meu querido Marcos Quienesa, um prazer Ter você de volta. Você também. Como é que foi o carnaval, boletão? >> Tranquilidade total. >> Só em casa? >> Só em casa. >> Nem escola de samba, nada. >> Nada, nada. Que escola de samba? >> Você nem viajou bola? >> Nada. Acabei não viajando. >>
Eu ia, mas não resolvi >> pro interior. >> E não foi. >> Não fui. >> Ficou preguiça >> por causa da pequenininha. >> Por causa da novinha. >> É. >> Da Kiara. >> Da Kiara. Inventou moda limpando o cocô todo eu tinha. Eita boa. E tá cagando a casa inteira ou nem? >> Ela tá aprendendo, já tá fazendo algum. Ela faz dois na fraldinha, um fora. >> [ __ ] que aí pisa na merda. >> Eu não cheguei a pisar, mas mijo e já pisei. >> Ah, >> dá as mijadinha. Fal, mas ela é um
amor. >> Aí sim. >> Ela vou deixar ela tomar vacina. >> No carnaval foi maravilhoso. Bora >> sempre foi pouca coisa. Ele postou pouca coisa, fez. >> Você viu? >> Tá aquiipa. Não parou. Não parou um minuto, né? >> Mas eu não paro, bola. Eu não paro porque tem que viver a vida, né? >> Como vai viver a vida morrer em um mês. >> Fui para Florianópolis, >> eu vi Floripa, foi pro carnaval, foi ver o vintage, >> fi. P12, bola. >> P12 é legal, muito bacana. >> Abraço a todo. Obrigado pelo carinho. Pessoal do
P12 em Jur Internacional. Beijo pro Haroldo. >> Aroldones. Beijo, irmão. >> Pro Vitinho. Grande Vitinho. >> Vitinho. Gente finíssima. Todo o time aí do P12, que lugar do vintage. >> Vintage, mas que lugar legal o P12, né, cara? >> É legal demais. É muito, muito bacana. >> [ __ ] eu amei o P2. >> Tem faz muito tempo lá e sucesso sempre, velho. >> Um beit club, acho que é o maior beit club do Brasil, né? >> Eu acho que é >> que lugar espetacular. Parabéns aí a todo o pessoal da Pedo que me recebeu
assim com muito carinho. >> Então beijo pro Haroldo. Tempão que eu não vejo o Aroldo. >> O Vitinho também. Todo o time do P12 em Florianópolis, em Jurerê Internacional. Só showzaço, velho. >> Só lá, lá lá campeão. É, >> fui no turma do pagode bola. Muito bom. Turma do pagode muito bom. Muito bom. >> Alô na barriga. É isso aí. Então, um abraço para Julia. Fui. Mandar um beijo pra Dridri, pro Vânio, pro vovô Zé, para todo mundo lá de Floripa, pra Karina, para toda Aline, todo mundo. >> A família que me recebeu muito bem
com meus filhos. Fabão, Ju, foi um carnaval maravilhoso. >> Que bom, que bom. >> Fui pro Rio de Janeiro também. >> Eu vi depois >> fui no Rio Open. Então, querida, manda, manda no camarote. Tu foi no camarote >> do nosso amigo José Víor Oliva. >> José Víor, beijo, irmão. Obrigado. >> E da Sabrina e Karina também. Então, beijo pra Karina. Sabrina que fez aniversário. Parabéns, japonesa. >> Bom, tudo de bom, Japo. Você não vem aqui, mas parabéns. Tudo de bom. >> Ela não vem bola, né? >> Não vem. >> Por que? >> Por nada.
>> Quer mandar um recado aqui para ela? >> Não, melhor não. >> Por que, bola? Deixa aqui, >> mas que ela responde. >> Japa lazarenta, vem aqui, sua filha da mãe, por favor. >> A gente tá com saudade, Sabrina. >> Beijo, Japa >> tá devendo essa entrevista. Ela e o Emílio, né? >> Não, velho, não veio. >> Quem mais do Pânico não veio aqui? Bola. Teve gente que não veio ainda. >> Eu acho que só os dois. >> Não, teve gente que não veio. Teve. Pensa que Pensa que teve gente que não veio aqui. >>
Babi não veio. Nem a outra Babi também não veio. As duas B convidou também, né? >> As duas Babis não vieram. Quem mais não veio aqui? Eduardo Stebles. >> Eduardo Stebes também não veio. >> Não veio nem virar. >> Não, não fala assim, Bra. [ __ ] mano. Pacific ficar o bagulho. Chega. >> Não, faz o teu e você convida ele. Leva no J. >> Ai, bola, você é maravilhoso, Ju. >> Enfim. Eh, obrigado também todo o pessoal aí do camarote número N1. Que camarote legal. Encontrei o Dudo Nobre, o Poatã. >> Uma galera. Dudo
Nobre. nosso amigo da XP lá, gente boa para [ __ ] também. Toda a galera >> deu XP, [ __ ] O eh o como é que é o nome do cara, [ __ ] Agora fugiu, fugiu o nome dele agora. Mas >> e aí depois eu ver, fui ver jogo de tênis depois. >> Aí fui ver lá com o Fabinho Andrade, meu amigo da da Claro, fui ver o Rio Open, João tava lá na vitória do João. >> Eu vi, pô. Muito legal, muito legal. >> Tava lá, tava lá vendo o jogo Brasil bombando
Rupen. Lindo evento maravilhoso também. >> Bom, então a gente já pede para que você faça o quê, boletar? >> Curta, compartilhe, inscreva-se no nosso humilde canal. Muito obrigado. Agradecemos desde já. Ative o like, dê o tigaragate, ative o sininho, dê o like neste canal e no canal oficial de Cortes também, por favor. Rapaziada, >> você vai estar hoje no evento da MS Bola. Não é evento, é o o lançamento, a estreia do Tina Turner. >> Tina Turner musical. >> Musical >> lá no Banco Santander, lá no Teatro Santander. >> Isso. Estarei lá. >> Então mando
um abraço pro Pedro da MS, todo o time da MS. Boa sorte, sucesso para vocês aí. A MS que é a maior farmacêutica do Brasil. >> Uso vários. >> É, a idade chega. >> Eu sou cliente de Vos. >> A gente sai do Mentos para o MS. >> [ __ ] que pariu. Sai do chiclete pro MS. >> A gente vai do Mentos. Aí a gente vai pra cerveja da cerveja a gente vai pro MS. Éve vai pro MS. Aqui merda. >> É o caminho, é o caminho natural, né? B >> muito cliente da MS,
velho. Nossa senhora. >> Ah, somos, né? Famos, né? Bola. Ó, então um abraço aí, pessoal da MS também. Sei Que eu tô me estendendo um pouco na abertura, sim, mas é necessário, né? B, é o nosso momento íntimo aqui. >> Boa chat. É isso aí. >> Certo. >> Temos também o super >> super chat. Você pode entrar aqui, linha branca, manda o seu super chat. Torne-se membro se quiser. Se não quiser vai para [ __ ] que pariu. >> Quem se tornar membro aqui, eu vou falar o nome na hora. >> Boa. >> É só
tornar membro aqui. >> E também temos o carioca botando pilha. >> Carioca botando pilha. Não sei agenda. Eu não sei agenda. Não sei agenda. Tô perdido. >> Tô perdidinho. Eu sei que a gente vai estar na Farm Show. >> Estaremos na Farm Show >> agora em março. E vamos estar no evento do foguete também. >> Do ti. >> Ah, temos humorfobia. Homorfobia. Abril, >> abril, homofobia. Toda quarta-feira de abril estaremos. >> A gente não sabe o que vai fazer, mas vorsal. É, a gente tá meio aí. >> Não sabe o que vai fazer, mas >>
eu já sei mais ou menos, mas já tá. >> Eu vou lá xingar a turma. >> É isso aí. Vamos, vamos começar a bagaça, boletão. >> Bora que o papo vai ser bom. >> Vai ser bom, né? Esse cara é gente boa. No último grau, >> ele é nosso amigo. Ele tem história >> e tá com um restaurante, irmão. >> Ele tem história. Ele era o cozinheiro de Trancoso. Que eu sei >> era >> das festinhas de trancoso. Não é eu não. Aqui, ó. >> A mão. >> É mentira. É mentira. É zoeira. Zoeira. >>
Ninguém mais cozinha. Trancoso agora. na sua vida, né, Guga? >> Pô, só o que faltava era isso, >> pô. Só faltava isso, irmão. >> Guga Rocha hoje aqui, >> esse grande chefe que tem história, né, Bola? Já cozinou na Ana Maria Braga, já foi >> na Ana Maria Braga não, no programa, né? >> No programa da Ana Maria Braga >> não. >> Na Ana Maria Braga no programa. Você entendeu? Seu Zé R, >> você pode ter feito um suchei erótico. Ana Maria Bragazinhou pro banco má. >> Rapaz, você falou do carnaval aí? Carnaval, pô, quando
você foi pro carnaval? Meu canau foi tipo cachorro do bola, velho. Porque eu investi num bloquinho, depois eu tava mijando pela casa, precisando fazer uma cirurgia. Não tem mais idade para isso, cara. >> Eu fui com amigo >> Você meteu o cachorro num bloquinho. >> Não, mano. Eu tava aqui o seu cachorro. >> Ah, entendi. Depois >> não dá, velho. Não tenho mais idade para isso. >> Ah, não tenho mais. >> Onde você passou o carnaval, G? >> São Paulo. Porque eu venho para gravar, né, cara? Eu faço ó galera, tudo bem? Prazer, tudo bem,
>> Buga Rocha, Homens Gormê, >> homens GM. E hoje eu faço a Record, já tem bastante tempo. Faço hoje em dia lá. E aí quando é carnaval eu venho para gravar porque >> você dá umas [ __ ] dica boa na Record, velho. Estamos lá no hoje em dia de manhã, pô. Audiência super legal, consolidada ali na manhã e a gente faz receita e tal e no carnaval eu venho para gravar também, cara, que eu moro fora hoje, né? Tô morando em Lisboa, já tem aí quase 4 anos. >> Você tem um acabou de lançar
um restaurante japonês [ __ ] >> pô. Fizemos asiático, cara. É que é inspirado. Então a gente vai falar muito De viagem que eu, pô, viajei para caramba aí. E um lugar que eu adoro do mundo, cara, é a Ásia. A Ásia assim é uma paixão e a gente sempre teve essa vontade. Aí juntei com o Ricardo que é meu só lá. Que bicho >> é doido o restaurante, né, cara? Amo. É uma ele me falou isso aqui. Quando a gente sai no Brasil, >> saiu da balada de madrugada, você vai bater que você bate
um dogão. >> Uhum. >> É uma panqueca >> com frutos de manos. Conomiak que chama isso aí, cara. >> Isso é que o japonês come depois da balada. É uma delícia, velho. Bom demais. Mas é bom pr [ __ ] >> Você tem lá uma coisa que eu adoro, que eu encontrei naquele lugar lá em Balneário Camboriu, como é que é o nome? Do lado da chedoca. >> Do lado da shed tem uma T. Taj. >> Taj. Tá. >> Tem um restaurante chamado Taj. >> Tá. >> Que é isso aí, bola. Isso aí é bom
demais, velho. >> É muito bom, cara. >> Isso é uma delícia. >> Frutos do mar e tal. É bom demais. Um >> negócio bom, cara. Isso é uma coisa, velho, que ficou da Segunda Guerra Mundial, quando os americanos foram lá pro Japão, tinha uma base lá, então os americanos faziam panqueca, né? >> E aí os japoneses começaram: >> "Ah, panqueca é deles." >> Eles não tinham farinha de trigo no Japão. É uma coisa que não é típica do Japão. Foi depois de muito tempo eles começaram a usar, >> coitados, eles estavam certos. >> É. Então,
aí eles começaram a fazeromiaque, que é como se fosse uma panqueca com legumes e tal e frutos do mar e um molho sensacional. Cara, isso é uma delícia. Uma delícia. Como é que é o Nome? >> Oconomiak. Conomiar. >> Então tem coisa do Vietnã, tem coisa, é verdade, então, mas eu, como eu tava falando no Taj, tem um negócio que eu sou completamente apaixonado. >> Chama-se camarão spice >> camarão. Ah, é tipo empanadinho, taça. E molho de pimenta. Tem, a gente tem, gente, tem camarão. >> É uma delícia. Uma delícia, >> [ __ ] O
que que aquilo é bom? Tá bom. Aquele bolinho também teu. >> É porque, bicho, passa. É que é o o bale balls. >> [ __ ] merda. Isso é uma coisa que eu comi na rua em Bale, cara. É uma bolinha de arroz com também com frutos do mar dentro, com um molho, cara, que é molho secreto. >> Quer dizer, eu vou lá sexta-feira entregar aqui. >> Ô, Ricardo, tá ouvindo aí? Manda Entregar aqui pr gente. Não, eu, eu não, eu quero ir lá sexta-feira ter experiência com a minha mulher. >> E tem uma coquelaria
top também. Tá, tá muito bem. Ó, eu vou com a minha mulher lá sexta-feira. >> Nós vamos lá jantar. Vou levar o boleto. Vamos boleto. Vamosora. Vamos embora. Fech. >> Vamos embora então. Vamos levar o boleta lá. Guan, como é que é o nome? >> Gusançan. Guzan. É Guzan de Guga e San De Sandes, que é o sobrenome do meu sócio. Mas podia ser de Daniel San também. Gusan. >> Gusan. >> É >> aonde fica onde fica o >> Fica no shopping continental.Onde é o shopping continental? É ali na na fronteira com com é Osasco,
mas é Osaka, né? Porque o nosso é japonês. Então é >> Shopping Continental. Shopping. Eu sei onde é Parque Continental. >> É Shopping Continental. Ele fica ali depois se dessinho aqui do lado daqui. >> Eu tô ligado. >> Saiu da marginal. Entrou, já tá lá >> um shoppingzinho bacana. >> Então é cedo lá, então tem que sair cedo, então não pode ser mais tarde, >> tem que ser umas 8. >> Tá bom. >> É, >> [ __ ] o trânsito para ir para lá vai ser bom. >> Mas para vocês não tem horário não, irmão.
Vai hora que você quiser. Mas no shopping tem horário não. Deixa uma porta aberta ali para tudo. >> Mas o restaurante é muito quem não conheceu vai conhecer porque é bom para caramba, rapaziada. Tem a sobra, tem um monte de coisa. Tapi >> a tapoteca é com vesgo, né? É. Então eu não sou sócio com vesgo, né? Tipo, eu abri junto com vesgo a tapoteca. Eu tenho um cartão que eu como de graça. >> Então é, eu também tenho. >> Eu não tenho mais. Eu não sei onde tá. E eu passo no aeroporto toda hora.
>> Ah, mas não precisa, velho. É só chegar lá e dar uma carteirada. >> Não precisa. >> É só falar, eu tenho cartão, pô. Sou eu, [ __ ] >> Não, [ __ ] ele me deu o cartão preto. Eu não tenho. Eu não sei onde eu botei o cartão. >> Não, o vesgo deve a todo mundo aqui. Então a gente pode comer de graça lá. Tranquilo. >> Vesgão. Gente boa demais. A gente abriu lá no aeroporto de Congonhas. E tem também o João Brasileiro que tá em Brasília lá no Shopping Boulevar Brasília. João Brasileiro.
>> Não tá mais no shopping aqui >> restaurante não. A gente saiu de lá. Vamos abrir em outra unidade aqui. >> Ah, legal. Porque ali >> vai ter aqui no Brasil, em São Paulo. >> Vai, vai. >> Rio também ou não? >> Então, Rio Rio ainda não. A ideia da gente é fazer uma expansão em São Paulo e depois a gente vê pros interiores. Abrir mais, velho. >> É, então gusan a gente vai. Já tem três shoppings querendo guzar, car. >> [ __ ] merda, >> porque nossa expansão é tudo shopping por enquanto. >> Ah,
por enquanto não é loja >> não. A gente não quer loja de rua. >> Por quê? Ah, cara, porque a técnica de expansão nossa, a princípio, porque não tem uma marca de restaurante de boa também, né? Tem, >> não tem uma marca de japonês consolidada asiático, >> de japonês, de asiático consolidado em shopping, assim, de uma qualidade mais premium, tem vários legais e tal. >> Tem aquele da Kombi lá, como é que é o nome? Na Kombi. É isso. Na é japa. >> É japa. Só japa. O nosso é pã asiático, entendeu? >> Pô, tinha
um que eu que eu gostava, mas fechou aqui no Brasil, eu fiquei puto, velho. >> Qual >> eu gostava? Pf Shang. Pf gede americana. Rede americana é mais chinês, eu acho, né? >> É, é China contemporâneo. >> É China contemporâne legal aquele restaurant. >> Como quando vou para Estados Unidos >> tinha aquele camarão com melão, [ __ ] Aquil >> você gosta de camarão desde que ele vai em Maceió, que você sabe que ele tem o título honorário de cidadão alagoano. >> Ninguém me deu até agora esperando, mas tem que ter. Pô, >> o cara
que melhor divulgou Alagoas foi eu. Eu e Teresa Colo. Isso aí você falou tudo. Teresa divulgou. Muito alagoas, muito, muito. >> É PC lá muito. >> Ô, falando em PC, Farias, >> já tá queimada. >> Não é que eu conheci a praia do PC. Praia do PC, mano. Que que é a praia do PC? >> [ __ ] que lugar lindo. >> Tem praia do PC, Maci? Não, rapaz. Tem praia do Diavan. O PC já passou. Não, não, não, não. >> Diavan a praia. >> Não, não. Ali, ó. Ali você vai saber Onde é. Tô
ligado. Você falando é onde era a casa dele, hein? >> Não, dizem que é a praia do PC. Por quê? >> Hum. >> Isso. Segundo, como que eu te falei, você é alagoano, mas eu conheço lá porque eu amo alagoas. >> Aí eu fui num lugar à esquerda ali do carro quebrado, >> tá? >> Que tem uns corais ali, disse que o PC parava o barco ali e fazia a zoeira. Disse que era, é o, é o ponte >> ali com ali, sabe? Os corais ali. Ligado, ligado. >> Nunca fui, nunca fui ali, não. Nunca
fui com o PC. Sim, mas famos pelo menos assim >> o que eles falavam é aqui não tinha nada, o PC parava o barco aqui e aqui que era bagunça. Mas o lugar é espetac e mais bonito do Brasil. Um dos mais bonitos do Brasil. >> Comeem-se bem lá. É muito legal. >> Se você quiser, eu tenho até vídeo aqui para você que eu passei de drone lá, eu mostro para você. >> Não, é lindo demais, cara. É lindo demais, >> [ __ ] Bonito demais. Eu tenho um drone lá. Muito legal. >> E já
saí lá de Maceió tem tempo, né meu? Saí em Maceió já tem quase 23 anos. Eu acho. >> Vocês vão por causa da culinária ou não? >> Não, cara. A história é sinistra. Tipo, eu tinha uma banda de rock em Maceó e era uma banda conhecida de rock. Ô, peço, se se mandar os caras conseguem colocar e procura aí banda Arcanjo MTV. >> Mas o problema é acho que tocar música da merda. >> Não, mas tira música só para ver o cabelo do menino. >> Meu cabelo era uma mistura do cara do Pear J com
Alba Ramalho. Era tipo, >> como chama? >> Arcanjo. Banda Arcanjo MTV. Tem que procurar assim. Mas aí, mano, enfim. Imagina o Google que bonitinho. >> Não, você vê o cabelo parecia uma mistura do do Ed ved. >> E aí você tinha essa [ __ ] dessa banda em Maceió. >> Band. A gente tinha band a banda fazia sucesso. A gente tocava o nordeste todo, a gente estava gravando o nosso primeiro disco e tudo. E aí do nada me aparece um cara >> se dizendo filho do cara da gravadora BMG. E aí, olha essa história >>
que é o Rafael. Será? Não, o cara tem a pass. Olha o cabelo do cidadão. Olha lá, ó essa criatura. Diga aí. Não, mistura de Alba Ramalho com o cara do PR Jam cabelo. Não tá. >> Olha isso, ó. >> Era tu, velho. >> Era cantando aí, mano. Eu já fui magro e não tem nada a ver. >> Tá parecendo aquele cara lá. Olha Isso aqui. Eu vou mandar pro pro Z para você ver o que que é. Só um pedaço, Zac. Bota aí pr pra galera ver o que que é. Voltando ao PC. Sim.
>> [ __ ] que pariu. >> Põe aí, põe aí. >> Eu tô mandando aqui, mas voltando a banda aí, só para >> aí você sabe >> aí, velho. Cara, o que >> aparecia o cara não, que era filho de produtor top da BMG, que era produtor da BMG, da gravadora. E a gente, [ __ ] vamos lá, fom me encontrar com um cara no hotel. Chegou no hotel, tava o cara lá, ele >> e tinha um show do Paralamas, ele tava no mesmo hotel do Paralamas. Enfim, o cara escutou duas músicas da banda e
falou: "Vocês vão ser a próxima legião urbana". [ __ ] desse jeito. >> Não, eu lembro a sensação, cara. Se todo mundo, cara, se abraçou e tal, tipo, era Boa a banda mesmo. Era boa, mas não passei a próxima legião urbana, mas era boa. >> Aí esse cara foi lá e pô, e ele falou: "Maceió, vamos comemorar, vamos comemorar". Chegou no hotel, a gente falou: "Vou tomar o qu?" Uma cerveja. Cervejinha é uma [ __ ] velho. Ó, desce que tiver de whisky, camarão, pá mesmo bebendo e comendo. O cara tirou dinheiro, pagou em cash,
assim, plau. Aí eu, [ __ ] mano. Aí ele, mãe, desculpa a Informação que vou dar agora. Aí ele falou: "Vamos numa casa de baixo". Você pode falar [ __ ] Não pode? >> Pronto. Ele: "Vamos num puteiro". >> E a gente, [ __ ] sério? É, vamos. E fomos lá. O cara mandou fechar o lugar. >> Eita. >> Pra gente sai todo mundo, que aqui é BMG. Aqui Gab, não sei, não tem nada a ver com isso. Aí foi lá a gente tal pau, [ __ ] festa. Chega no final o cara queria pagar
com Amex. Eu digo, meu irmão, quem Paga [ __ ] com aex? Eu não tenho isso hipercard, né? No máximo é o cheque. Aí foi uma confusão, terminou que a gente pagou >> hiperc e o cara sumiu, velho. O cara desapareceu. Só que para de pensar, não tem lógica, porque ele pagou a conta lá em cash. Se ele tivesse ido sozinho no [ __ ] não teria gasto menos. O cara sumiu. Ficamos o carnaval inteiro tentando ligar para esse cara e nada, nada, nada desaparece. E a gente, [ __ ] Puto, perdemos a grana e
tal. Do nada a gente vê o cara na televisão. Não, uma grana, uma bela, um belo dinheiro. É, eles estão achando que o qu R$ 5000 vender um carro para poder achando que o cara ia bancar. [ __ ] >> foi isso. A gente, >> você tá, eu dis é por minha conta. Nós vamos, nós vamos torrar, [ __ ] >> E sabe quem que era esse cara? >> Qual, qual que é a jogada dele? Jogaram que esse cara é aquele Marcelo que era Do VIPS que vocês entrevistaram aqui que morreu morreu agora >> que
se dizia filho do dono da Gol cara >> esse maluco, cara. E sabe o que que é o incrível brother? Que esse cara era tão genial que ele sabia referência de microfone cara ele sabia nome de produtor musical. Ele falou: "Quem que vocês querem para produzir balada?" Aí eu falo: "Liminha". Que Liminha, Marcelo Squind. Pô, o cara sabia o nome das pessoas. Um gênio. Um >> gênio. Do gênero da vaí, ele dizia. >> É, ele sabia tudo, velho. E aí esse cara deixou a gente ferrado, sem grana. Aí eu falei: "Bré, tô indo para São
Paulo amanhã de carro". Aí os caras, como assim? Eu digo: "Foda-se, amanhã. Aí, vamos embora, vamos embora. Quem quiser aí vai, quem não vai não vai". Aí a galera da banda veio, a gente entrou para tocar, >> irmão. A gente entrou no mil, caindo os pedaços, numa Fiorino Velia, colocamos Os equipamentos todo dentro, saiu sem saber onde ia ficar com R$ 500 no bolso. >> A gente levou 3 meses e meio para chegar em São Paulo. >> Três meses >> em Aracaju. A gente ia dormir na casa de uma amiga. Valeu, Camila. A gente já
ia dormir na casa de uma amiga já sumiu. Então a gente já gastou uma parte do dinheiro com a pousada. Já se fodem, Aracaju. >> Aí fomos seguindo, chegamos em Aí fomos P Salvador, aí fizemos um showzinho, ficamos na casa de de um pessoal que conhecia um dos caras da banda. Aí fomos para >> Porto Seguro, velho. A gente ficou um mês e meio em Porto Seguro tocando num hotel chama Golden Dolphin. >> Golden Dolphin. >> Golden >> você conhece esse hotel. >> O cara virou pra gente, falou: "Vocês tocam bolossa nova?" A gente falou:
"Toca, meu". Aí ele: "Então toca aí". Só que ninguém tocava Banova. Então a gente tocava come as you are. As músicas a gente sabia em Bossa Nova no hotel, todo mundo no mesmo quarto e a gente tinha direito ao café da manhã. Então a gente pegava as paradas do café da manhã, colocava na no gorro, na no boné e botava no frigobar. Então almoçava e jantava o o sanduba do café da manhã. E ficamos um mês e meio naquela [ __ ] lá. Inclusive o pessoal Rogerinho, Flausino, Rogério J Quest conheceu a gente lá, abriu
o show dele, pá. Enfim, >> aí sim. Aí fomos até chegar em São Paulo, mano. Chegamos em São Paulo três meses, sei lá quanto tempo foi. Chegamos em São Paulo, >> uma ex minha pegou e falou: "Ó, tem minha casa da minha mãe lá que tá abandonada na Gabriel Monteiro da Silva. Vai lá que vocês podem cuidar da casa". Só que a casa tá invadida por mendigos. Olha essa história bola. A gente chegou Na casa na frente da hebraica ali. Chegamos na casa lá tinha só tem casão. >> Não, mas era um [ __ ]
casal só que abandonado. >> E tinha três mendigos lá dentro. Aí eu falei: "Não, vamos conversar com os cara". Falei: "Ó, galera, casa é nossa, se vocês quiserem ficar na na garagem aí de boa, sem problema nenhum, a gente vai dar os caras, não, beleza e tal". Ainda botei os caras para guardar carro ali na frente e tal, enfim, demo roupa pros Caras e aí ficamos na casa, demorou geral na casa e tal e aí começamos a tocar na no de São Paulo, cara. Aí fizemos mesmo TV aquele negócio, vocês viram ali, >> tocamos para
caramba, fizemos uma porrada de coisa. >> Fez um sucesso, >> não fez, a gente abriu vários shows, fizemos várias coisas, cara. Foi legal. >> E aí, cara, a história é muito doida. Aí eu conheci uma menina que era garçonete, Só que na verdade ela não era garçonete. Ol essa história, viu Carica? Tô >> ouvindo. >> Aí conheci uma menina que era garçonete, isso a gente já tocando aqui. >> E aí um dia ela fala: "Ah, vamos lá em casa conhecer meus pais". Falei: "Tá bom". Aí eu fui lá bermuda, camisa do metálica, cabelão. Cheguei na
casa da menina, falei: "Ah, não é aqui, né, mano? [ __ ] mansão absurda no Morumbi com H dourado gigante na porta". Eu falei: "Cara, que [ __ ] é isso?" >> Quem quer? >> Toquei na campainha, falei: "Ô, por favor, Lêelê". Aí eu eu lembro da voz do do mordomo, né? A senhorita Leila já está aguardando aí o Senhor Leila, mano. Aí veio o cara meio luva branca, garçon de filme assim. Eu olhei para mim, eu falei: "Caralho, mano, eu tô pior vestido que o garçom, né? Fodeu". Aí ele veio, chegou lá dentro, falou:
"Oi, Guga". Outra pessoa eu, caraca, mano, Uma [ __ ] da mansão. Enfim, ela era filha da Eb Camargo, do Lélio Ravanhanian, que era o marido da Eb, >> trabalhava de gol, >> mansão de um quarteirão, >> trabalhava com de gçonete porque queria ganhar a própria grana, enfim. Aí, velho, foi um [ __ ] de um rolo. Terminou que a gente foi morar numa outra casa dela que tava abandonada também, só que no Morumbi a gente era vizinho do Celson russomano. A gente fazia e hoje o Celson Da Record, Celson a gente fazia uma [
__ ] zoada, ele ia na porta lá super educado, meninos, [ __ ] Que barulho é esse aí? Respeita aí e tal. Então assim, minha história v uma loucura. A gente era os Neandertais do Morumbi porque a gente morava numa mansão, só que a não tinha dinheiro. A gente catava a lenha para cozinhar no forro numa lenha porque a gente não tinha gás, mano. >> Sacou? Então assim, a galera vê, fala: "Pô, que é esse playba aí?" Playbo [ __ ] A gente, a gente começou no rock and roll mesmo, >> car. Que brabeza, hein,
meu? >> E aí, beleza, a banda foi rolando, várias histórias, até que não dava mais para viver de rock, né, cara? E como toda banda é boa que se pregou brigando, né? Uma banda de rock tem que acabar, tipo, confusão e tal. >> E aí eu falei: "Mano, não vou voltar para Morel, cara. Eu vou vou fazer outra coisa que eu saiba". E aí onde entra a Cozinha? Minha avó era uma grande confeiteira e desde criança a gente sempre teve envolvido. Todo mundo na minha casa cozinha para caramba. É minha família, meus irmãos, minha irmã,
todo mundo cozinha super bem. E eu falei: "Pô, vou cozinhar". >> Mas você já tinha esse interesse? >> Já? Ah, não. Nunca parei de cozinhar desde criança. A minha casa sempre foi, >> tinha banda, mas cozinhava. Pai sempre investiu muito no trabalho. Foi aquela Coisa, ó, você quer não sei o quê, vai ajudar sua avó ali, quer não sei o quê, faz isso aqui, vai trabalhar na vai na minha clínica, varrer o chão. Então, desde criança, assim, eu sempre >> deu função, >> função, mano, função. E aí eu já sabia, né? Aí fui aqui, bati
na porta de um chefe chama Loran Sodoro. Sabe quem é esse cara? >> Pô, chefe Loran >> Loran. O chefe Loran é o >> [ __ ] >> Aí eu fui falar com o Loran lá >> na cara de pau. >> Na cara de pau. Tudo na minha vida foi assim. >> Nada veio. Só eu nunca tive contato, não conhecia ninguém. Cheguei em São Paulo sem conhecer [ __ ] nenhuma. Foi na raça. Cheguei no LAN falou: "Ó, quero trabalhar com o senhor". Ele falou: "Você aprendeu aonde?" Eu falei: "Car a minha avó". Ele falou:
"Porra, mano, Você vem aqui no meu restaurante falar que aprendeu com a sua avó." Falei: "É que jeito, >> mas ele como todo gênio, >> pegou e falou: "Porra, aprendi muita coisa com a minha também. Quer lavar pia? Quer ir pra pia?" Falei: "Quero." Aí fui pra piaçar. >> Fiquei na pia um tempinho, mas da pia já fui pro gá de manjê. Do gar de manjê já fui passando para ali salada e tal, saladas e frios e tal. Aí fui pá pá pá Pá pá. Até que um dia eu atendi um cliente, o cliente gostou
para [ __ ] falou: "Ó, velho, quer chef um restaurante?" Ahim, mano, Deus é velho assim. >> Mas do nada, >> do nada o cara falou: "Velho, você que fez isso aqui?" Eu fiz feio porque era um negócio sem glúter na época, não tinha nada disso. Lembro, cara, ele pediu para fazer uma coisa que não tivesse nada de queijo, leite e Derivados. Ninguém sabia o que era esse negócio de glúten, lactose, não existia. >> Aham. >> Sei que aí eu fiz esse negocinho pro cara e ele falou: "Ó, aparece amanhã lá". Aí eu fui num
lugar, isso já tava rolando, já tava fazendo gastronomia, tava gostando muito mais do negócio que era na Avenida Europa, um clube de charute vin chama Epicur, tá ligado? Esse lugar do lado da loja da poche ali. >> Enfim, >> eu não conheço. Eu sou ó que bonito. >> Que que é isso aí? >> É um camarãozinho aí com Não sei não. Esse não é meu não, mano. >> Quem que meteu essa merda aleatório? >> Usa usa. >> Não tá bonit card de manger. >> Ah, car de manjê, pô. É gar de manger isso aí. Não,
porque eu pensei essa não é, mas se fosse minha mão de francesinha ali, a galera me sacanear para [ __ ] O esmalte ali, >> mas enfim, mano. Aí fui lá no restaurante, comecei a trabalhar e pá e fazendo várias coisas e os caras é um clube fechado de alta gastronomia e os caras me ajudando, me incentivando para caramba. E aí, velho, alguém me fala: "Ó, Ana Maria Braga, vai ter o primeiro concurso de gastronomia, isso 20 anos atrás, mano, eu acho, vai ter o primeiro concurso de gastronomia, chama Superchefe, que você não manda o
Material." Aí eu falei: "Porra, vou mandar, né?" Aí eu esperei o último dia, velho. Eu falei: "Não vou mandar essa porra". Aí no último dia, Deus, né? >> Márcio Canuto. >> Márcio Canuto. >> Eu falei, "Márcio, tu tá indo pro Rio?" Ele falou: "Tô, digo, você entrega isso aqui na produção da Ana, ele entrego." Aí dei para ele, ele levou, cara, >> deu uma fitinha, >> ele levou. Quando ele levou, aí não me ligaram. Era para ter ligado em uma semana, ninguém me ligou. Eu falei: "Ah, [ __ ] meus amigos tudo tirando onda." Aí,
meu irmão, tipo, sei lá, uns 15 dias depois me ligam num domingo, tipo, de manhã. Alô, Central Globo de Produções, meu irmão, pegar vai se [ __ ] pô. Uma hora dessa, quem é que tá falando? Tá me tirando, pô. E desliguei. Aí o cara liga de novo, fala: "Meu irmão, veja o número que tá no bina do seu celular aí, por Favor, e peça para ligar Ramal 12". Eu: "Tá bom". Central Globo de Produções. O Ramal 12: "Cara, e aí, bicho? Beleza?" Eu digo, meu irmão, domingo de manhã, velho. 15 dias depois. Aí o
cara falou: "É, então é porque você foi o último a ser chamado, porque o último desistiu, teve um problema. você entrou. >> Aí eu entrei no bagulho, ganhei quase todas as provas de programa assim, fei tipo que programa isso dentro da dentro Da dentro do programa da Ana Maria. quase três meses a gente confinado aí ao vivo quase todo dia, rock and roll, uma loucura e a gente pá pá pá pá pá >> e aí foi pra final, uma semifinal na verdade que aí fui eu, Dalton e o Henrique que foi inclusive o menino que
ganhou, [ __ ] cozinheiro, e o Daltinho Rangel que ficou meu amigo e tal, que fez homes gourm comigo >> e aí foi votação pela internet e tal, beleza tal, passou os dois e eu saí, Falei: "Pô, beleza, não ganhei o programa, pô, vou voltar pro negócio, pro restaurante, vou ter pelo menos um aumento" Eu já tava pensando humildemente nisso. E aí quando eu volto me liga um refrigerante gigantesco para não falar marca, né? >> Pode falar. >> Fanta me liga e fala: "Ó, aqui a Fanta, a gente achou que você tem um [ __
] jeito pra televisão. Você é um comunicador nato e a gente quer fazer um quadro com Você na Ana Maria." E eu, [ __ ] >> [ __ ] velho. As coisas foram sendo regulgitadas em cima. Deus é bom demais, mano. >> E aí, velho, fui lá e fui fazer o quadro na Ana, cara. E foi um [ __ ] de um sucesso. Arrebentou o quadro. Tanto que a Vivi de Marco, que era diretora, falou: "Mano, a gente vai deixar ser fixo". >> Aham. >> Mas aí surgiu uma oportunidade do homens Gourmet. >> Humum. >>
Aí eu fui paraa Fox e aí foi esse programa que foi um sucesso de audiência. Obertolaz Dalton João mudou uma época foi antes era o o era o bonome e tal. Enfim, aí foi ali rolando e aí nisso rolou, ficamos várias temporadas e aí eu tô na Record e tô na Record até hoje. Aí cara, então a minha história de televisão, gastronomia e comida foram coisas. Quanto tempo você ficou na Ana Maria, Guga? >> [ __ ] velho, eu fiquei entre idas e vindas, né, que eu fiz o programa da da tarde na Record, aí
fui pra Ana Maria fazer o superchefe celebridades, que aí eu ganhei com o meu amigo, meu irmão André Marques, ganhamos junto lá, >> mocotó, >> superchefe celebridades, que aí eram celebridades, inclusive tem uma história ótima, tava Gisele Bint lá, né? >> Eita! Aí sim. >> Aí ela virou, mano, eu falo nas idiotistas assim, cara, amor, perdão, hein? Aí Gisele tava lá, aí ela veio e fez: "Por que que a sua roupinha é diferente da dos outros meninos?" Aí eu falei: "Porque eu sou chefe". Ele é chefe e eles são as equipes que estamos treinando e
tal. Ela falou: "Qual que é sua especialidade?" Eu falei: "Café da manhã". Ela: "Café da manhã". Eu falei: "É, todo mundo que dorme lá em casa no outro dia prova". Aí ela fez: "Tu jura Que jogou uma dessa para mim?" >> Aí, Ana Maria de pau. Ah, mas de piada, né? Sim, l aí falou: "Ligue não que ela é doido, super simpática, uma menina super humilde, foi massa demais, levou super falback da cozinha". >> Tá maluco, aqui é ligar da cozinha cozinha. >> E hoje em dia, só para eu entender, ainda tem isso do tipo
do grande chefe de cozinha, tem que ser de restaurante francês, tem que vir da França os Grandes nomes, porque antigamente era assim. >> Eu comparo muito bola. O chefe de cozinha hoje é o jogador de futebol. Antigamente o grande jogador de futebol tinha que vir do Brasil, tinha que vir da G. Hoje é República Teca, o outro é da Argélia, o outro tá muito globalizado. >> Obviamente a grande base histórica da cozinha é a cozinha francesa, a cozinha italiana, a cozinha japonesa. Então Essas são as bases mais clássicas assim, né? Cozinha espanhola e tal, eh,
ibérica, porque eu moro em Portugal. Portugal também é [ __ ] para caramba. Então assim, mas a cozinha brasileira hoje é uma cozinha que não deixa dever ninguém do mundo. Nós temos >> chefes espetaculares, fazendo um trabalho lindo, levando a nossa gastronomia, ingredientes que são espetaculares, que o mundo não tem, entendeu? Então assim, o Brasil tá tudo Que só tem no Brasil, >> cara muita coisa. Primeiro vamos pensar o que que a gente acha que é brasileiro e o que não é. Feijoada. Feijoada não é um prato brasileiro. >> É, é o quê? >> Feijoada
é um prato mouro que veio pela Península Ibérica e na França virou cachulê. Que que é caciulê? Uma feijoada de feijão branco com bratão branco. É, >> né? >> Na Espanha virou cocida o madrelho, que É uma feijoada de grão de bico, mesmo esquema com os embutidos e tal. E em Portugal tem feijoada Tras Montana, clássico. A única coisa brasileira na feijoada é o feijão preto. >> Feijão preto, >> sacou? Mas tem um prato que é brasileirístico e todo mundo acha que é africano que é moqueca. Moqueca é brasileiríssimo. Moqueca vem de moquém, que é
a forma que os indígenas cozinhavam. Uma treliça que Eles fazem de bambu assim ou de madeira. Então, moquecar. Moquecar é cozinhar nessa trelça, sacou? Então assim, >> mas de ingrediente, velho, a gente tem uma infinidade de coisas assim, ó. Açaí é totalmente nosso. A gente tem baunilha do serrado, que é uma baunilha que só o Brasil. Isso estou falando das coisas mais [ __ ] que pariu. >> Hoje a gente tem trufa, né, velho? Hoje a gente tem trufa brasileira. Trufa Branca brasileira. Chama trufa Sapucaí. Trufa brasileira branca top nível internacional. Car, >> onde tem
isso, cara? >> No sul do Brasil. Trouxeram as árvores de cedro e começaram a fazer plantil para produção de madeira e de celulose e tal. E ela >> espalhou, cara. >> É caríssima. >> Caríssima. Mas assim, vale. >> Quanto é uma trufa dessa aí? Sapucaí? >> Não sei, cara de cabça. Não sei como tá a cotação dela, mas é o preço da trufa europeia, porque a qualidade é a mesma. >> Não é que é qualidade, só é o problema da é o problema da trufa. A qualidade e a >> E é o porco que acha
aqui também ou não? Cachorro >> acha, cara. É só cachorro, porque o porco come, né? >> Cachorro. É, >> é porque assim, quando a gente quando Vai, inclusive, eu tive há pouco tempo atrás em Alba agora pr pr trufa e tal e aí o cachorro vai, ele cava e te diz: "Ó, tem uma trufa aqui". O porco ele cava e tá essa [ __ ] aqui. >> O porco come, entendeu? Então não se caça mais com porco, só cachorrinho. >> É porque o porco dava indício onde tinha o porco comia uma o cara fala: "Aqui
tem, >> aqui tem." >> E o cachorro que é o cachorro tartufa Tartufeiro, né? O cachorro que caça tricar. >> Qual é o cachorro tartufeiro? Qualquer cachorro. É um cachorro treinado para isso. >> Ah, mesma coisa que tem uns tem da polícia, né? Pr droga >> deve ser aqueles border col, aqueles cachorros são inteligente. Tem borderc, mas tem várias raças de cachorro, sabe assim? Tipo, e aí eles vão lá e esse cachorro usar é uma fortuna, cara, Porque é um cachorro que fica a vida inteira sendo treinado, entendeu? Que é dificuldade de achar trufa em
outros países. Não é a trufa, é o cachorro. >> Ah, então >> é a tradição de procurar, entendeu? >> Então treinar o cachorro é que é difícil. É >> cachorro trufeiro. >> Cachorro trufeiro. Tartu falha. >> Nunca ouv falha. É trufeiro não existe porque aquele chefe, como é que é o nome Dele? Bola. O italiano lá. >> Sávio. Como é que é? >> Sávio >> é >> jogou no Flamengo. Ele >> caragateca. >> Não, [ __ ] Não lembro. P >> Savitar. Cláudio Savitar. >> Cláudio Savitar. [ __ ] Isso >> sim. >> Um abraço
para Cláudio Savitar que é um chefe italiano especializado em tarttuf. >> Ah, que delícia. E ele fala assim: "Não, essa trufa tá maravilhosa chocolato e tartufo. >> Tartufo. Tartufa." >> Quem falar trufa não é trufa. É tartufa. >> É que em português é trufa. >> Ele fala trufa chocolate. >> Aí você sai comer um bombom, os caras chamam deludit. Ah, conheço, conhece, conhece. Boníssimo. >> É porque assim, a em italiano tartufa de chocolato é trufa de chocolate. Aham. >> É porque tartufa é trufa em italiano. Então assim, eu tenho uma tendência muito grande de abasileirar
tudo, inclusive nomenclaturas, inclusive nome de técnica, inclusive tudo assim, porque eu acho que a gente tem que começar. Se eu for fazer um macarrão na manteiga, macarrãozinho na manteiga vale R$ 10. Fazer um macarone al burro, triplo burro. Aí já vai não, burro que é manteiga. Burro é 70, sacou? Então assim, eu gosto da coisa da gente >> carne moída é carne picada na ponta de faca. Essa é a maior picaretagem do mercado. A carne moída >> não é. Sabe por que não é? Porque a carne moída ela é moída na máquina. Então quando ela
móe na máquina, ela fica totalmente moída. >> A carne picada na ponta da faca, ela ainda fica com a estrutura dela inteira. Então tem mastigação. A carne moída, você mastiga, você não sente nada. É uma esponjinha. >> Pera aí. A >> na ponta da faca. que é na ponta da faca mesmo. >> Mas os caras falam que é na ponta da faca, mas você vê que é carne moída. >> Não, mas nada, tem gente que aí pulandra tem os cara que fala que é picanha, é colchão duro, [ __ ] >> A carne picada na
pon da faca você [ __ ] com duas facas inclusive, entendeu? Mas ali. É, mas pô, tem várias histórias aí, velho. >> Inclusive, eu até anotei uns bagulhos aqui para não esquecer que eu tive TDH. >> Hoje tem alguma coisa que você curte, mas se não cozinha, Guga? >> Cara, não tem, sabia? >> Tudo que você curte você já fez, >> cara. Bom, vou te falar, eu eu viajei mais de 40 países. >> Caraca. >> É. E estudando, cara. Eu sou muito nerd. Eu gosto de aprender as coisas. Eu não gosto de aprender só como
é que faz. Quero aprender a história. Quero aprender quem faz, de onde vem, como é que planta, como é o nome científico eu sou. Cara, a vida inteira eu fui assim. Então eu tenho muita bagagem disso, porque realmente eu sento a bunda na na cadeira, pego o livro e leio. >> É porque a comida, né? Né, Guga? A comida é uma alquimia, né? A comida é uma bruxaria que a gente fala. é a mistura dos elementos e e e chegar no sabor, na qualidade, na na >> Eu pago muito pau para quem faz >> na
na O problema do alimento também, porque às vezes você vai pro sabor. >> Sim. >> E ir pro sabor é mais fácil, desde que você adicione gordura, sal, >> açúcar e acidez já foi, >> né? E aí às vezes não é tão saudável. Eu acho que o grande barato da gastronomia é você unir grandes ingredientes, excelente sabor e o mais natural possível, né? Que é difícil, né? >> Menos, menos tempero. >> Menas tempero. >> Não, o tempero é bom. Tempero não faz mal. >> Sal. >> Não, não. Sal, ó. É porque o sal é mais
um realçador do que um tempero. >> Você quando tem uma frase de de um chefe francês do século passado que eu gosto para caramba, chama Briar Savarrã, o nome do cara, e ele fala: "Complicar uma receita é a melhor forma de se esconder A falta de talento, >> caralho". >> Sacou? Então assim, o difícil, sabe o que que é o difícil? Difícil é a sua tia Kitéria que faz aquele arroz soltinho, >> faz aquele bife que fica douradinho e molhadinho no meio. E é super simples. >> Isso que é difícil. Quando uma pessoa não sabe
cozinhar, ah, isso aqui, depois põe isso aqui, isso aqui por cima, tal, inventa 300 milhões de coisas fal de fazer o tal do bife Wellington, >> meu irmão, a coisa mais difícil de fazer é um ovo bem feito. >> Toda vez que eu vou treinar uma pessoa, eu falo: "Faz um ovo para mim aí. Eu quero a bordinha dourada, eu quero a clara sólida, a gema mole". >> E a gema mole transparente, amarelinha, não vem com um papo de tampar a panela e colocar uma aguinha, não. Faz aí para mim. Porque isso, velho, mostra a
técnica do cozinheiro. Porque minha minha avó Ed falava uma coisa Teoricamente simples, né? >> Fazer comida boa com cavar e foagrá é fácil. Eu quero ver fazer com maxixe, sacou? Então assim, a grande sacada é você, senão você não precisa do chefe, [ __ ] >> É, >> o chefe tá lá pra transformação do produto. É pegar um produto simples ou não necessariamente. Porque assim, o que que é simples, né? Por exemplo, se eu sempre falo isso, isso é [ __ ] carioca. Se a trufa, essa Tartufo fosse de Goiás e o Pequi fosse de
Alba na Itália, o brasileiro que se diz gastronômico e o [ __ ] ia para pra Goiá, ia para Roma, ia pr pra Alba, chegava lá e falava: "Nossa, comprei num negócio num potinho pequenininho assim, um creme amarelinho que eles colocam no arroz, fica muito perfumado, aromático >> e >> eh foi 400 € Mas cara, chama que ai é maravilhoso. Aí esse mesmo cara ia pra Goiás ia falar: "Como chama aquele negócio? Fedorento mãe põe no feijão". Trufa odeio aquilo. Por quê? Porque a gente não valoriza o que é nosso. >> É, >> eu amo
piqui. >> Eu amo piqui. >> [ __ ] piqui é uma coisa maravilhosa. >> Se o pequi fosse francês, os brasileiros tava importando aquela [ __ ] para comer com com incrível. >> Piquen. [ __ ] que pariu. Quando eu vou Quando eu vou pra Goiânia. >> Sim. Minas, Goiânia. Eu gosto daquele arrozinho de piqui. Todo mundo fala que tem que comer o piqui, mas eu tenho medo de machucar a boca. >> Minha mulher inclusive se ferrou com isso. >> É, não pode. Eu gosto do piqui só o >> raspadinho ali, tiradinho. Arroz é com
arroz com brócoli. Só que é arroz com piqui. [ __ ] que é. Acho que eu nunca comi. >> Tem gosto de é um perfume, cara. >> Não. Então por isso que eu falo da trufa, porque eu acho que ele tem a mesma coisa da trufa. É muito perfumado, muito aromático, super intenso, chega a ser meio enjoativo de tão forte que é. É a mesma coisa da trufa. >> Eu adoro piqu, cara. Só que como é brasileiro, a gente não valoriza a [ __ ] do negócio, entendeu? >> Você nunca comeu arrozinho de piquê? >>
Gostoso, hein? >> É bom demais. Galinha caipira com pequen galinha, né? >> Galinha é bom aí. >> Com nenhuma galinha não. >> Mas nenhuma proteína ou só galinha? >> Nada, nada que voa. >> Mas galinha não voa não, pô. >> Mas voa pouco. >> Voa pouco. Mas temas ela bate voo voo de galinha. Mas é uma bosta. >> Eu amo pato. >> Pato é >> [ __ ] que pariu. >> Pato é [ __ ] >> Coisa boa. >> Carne preta, né? Meio meio >> é a carne. É. Olha lá o piquizinho ali. >> Então,
mas o piqui é um perigo, né? >> É porque ele tem espinho no meio, como se fosse umíço, né? >> Tem que tá cortadinho. >> Se morder já carra no cé. É, >> mas velho, a galera come assim, vai raspando na boca ali. O tradicional, >> eu já gosto dele já no jeito. >> Não, no jeito é bom também. >> Ó lá o piquezinho solto assim, ó. Ó. >> Ah, já cortadinho. >> [ __ ] isso aí, bola é diferente. >> Eu vou, quando eu vou para Goiás, pra Goiânia, eu tive há mais ou menos
uns dois anos. Eu tive em, eu tive ano passado em Goiânia, depois eu tive em, aquela [ __ ] lá, como é que é o nome? Caldas Novas. Um arrozinho de piquezinho. >> É uma delícia, pô. Delícia. Mas enfim, assim, a coisa do ingrediente que a gente tá falando brasileiro é porque eu acho que assim, o mundo ainda tá descobrindo o Brasil quando você tá lá. E como eu falei, pô, viajei mais de 40 países, todo lugar e fiz vários eventos, inclusive, pô, eu fiz a Copa do Mundo da Rússia, cara. Eu fiz representando o
Brasil, fiz a Casa Brasil, fiquei quase dois meses em Moscou. Que você cozinhava lá. Então cara, tudo inclusive tem os Cara não fala inglês, né, mano? É, então >> os caras não fala inglês. Então meus ajudantes de cozinha que estavam lá, tudo russo. Então assim, era na época não tinha tradutor tão bom assim, tinha, mas não era. E aí eu virava pr os caras e falava: "Bicho, ó, eu quero cordeiro." Cordeiro lemb lembdeiro. Aí o cara, ah, dá, dá, dá desvadaria, querido, eu digo, ah, beleza. No outro dia chegou os cara com quatro cordeiros, mas
inteiro com pelego, com tudo assim aberto. Aí eu [ __ ] mano. Aí eu falei, beleza. E fomos lá, a gente tirou o cor. Um desses eu trouxe pro Brasil, um dos coisas e a gente cozinhou lá tudo de cozinha brasileira, cara. Moqueca, churrasco, arroz de povo, fizemos tudo, cara. >> Tudo, tudo. Feijoada, pão de queijo. Foi assim uma loucura. Foi >> engraçado. E os cara vem, os cara amam, né, irmão? >> Cara, galera, o mundo >> eles ficam doente, cara. >> Viagem. Você que é brasileiro, viaje para entender como o mundo ama o Brasil.
Cara, >> é verdade. >> Um exemplo, se você tá em um país, você pega e fala: "De onde você é?" O cara fala: "Ah, sou da Inglaterra." O cara: "Ah, legal. Ah, de onde você é? Sou da França, pô. Que massa. De onde você é? Estados Unidos, que legal. Brasil. Brasil. A gente tem esse poder, super poder, que A gente não sabe ainda, cara. E é um super poder que a gente tem que usar. E a gastronomia, a gente tava falando que é uma alquimia, mas mais do que uma alquimia, a gastronomia é uma linguagem.
Quando você vai na Itália, você entende aquele povo através da comida. Você entende qual que é daquele povo. E para para pensar, a comida italiana é uma comida de no máximo 350 anos. Sabe por quê? Porque o tomate não existe na Europa. Tomate é do México. Então o tomate chegou através das navegações. Não tinha tomate na Europa, >> não tinha milho na Europa. Como é que é comida italiana sem tomate? Comida italiana sem milho. >> Massa não é chinesa, não >> é? A massa é chinesa, é a massa original, marco polo e tal. Então assim,
é uma comida nova de fusão >> e é uma cozinha que dominou o mundo, pô. É a comida comfort food do mundo, sacou? >> Eu amo M Italian food. >> É uma delícia. Para mim, cozinha italiana é nem esquenta a cabeça. >> Top não, também. Então aquilo virou é uma linguagem daquele povo. Você vai pro México, aí tem a tortilha, tem coisa, é a linguagem que Então assim, >> guacamole, >> guacamole. Então isso é a linguagem. A comida é muito mais do que apenas alimento. Comida é a linguagem que as pessoas utilizam para falar do
que vocês são. E o Brasil, cara, por ser um país Continental, porque a gente não percebe, né? Se você pega do Acre até a ponta do Brasil ali em cima, é a mesma distância que de Paris até o final da Rússia, velho. >> [ __ ] >> é porque o mapa mundo é achatado, [ __ ] >> [ __ ] >> pega aí uma, dá uma pesquisada >> do Acre, se você pega o o mapa mundi do jeito que ele é sem tá, porque ele ele é deformado Para poder ser colocado numa bola. Então a
gente acha, pô, o Brasil é um país pequeno, não país continental. E é continental. Todos que são continentais são assim, né? >> A China é assim, a Rússia é assim, os Estados Unidos é assim, a gente é assim. >> Então a gente tem vários climas diferentes, a gente tem vários, é um país tão rico assim, eu sou apaixonado pela coisa do Brasil e de levar isso para fora assim. E é por isso que eu Viajo para descobrindo mais coisa aí. >> Mas você vai, mas você vai misturando, tipo, você vai para, sei lá, vou pra
África, >> sim, >> você vai misturando a nossa culinária com a deles ou você vai estudar só a deles? Não vou estudar só deles porque eu quero entender técnica. Eu quero entender como é que ele pensa, por exemplo, uma carne seca. >> Vou dar vou já é bom que eu já emenda Uma história. Tava na na ilha do Sal, na África, Cabo Verde. >> Aí estava lá e aí uma pessoa falou: "Velho, vocês têm que ir. Tem uma mulher ali que ela faz uma moreia empanada, que é uma loucura, tem que comer. >> Moreia. Não
sabia nem que comia moreia. >> Aí a gente já tinha tomado umas manguaças. Fomos lá, né, irmão? Uma uma birosquinha assim. A gente foi lá, ela trouxe as moré cortada uns pedacinhos assim. Aí sabe quando você pega um Negócio quente que você põe na boca, você faz engole, brother? Ó, então tá vendo? Existe uma deformação do mapa, cara, para se colocar um negócio. Então, ó, o tamanho do Brasil em relação aos Estados Unidos, quando o mapa tá certinho, tá ligado? Então, quando você pega, pega esse mapa sem tá deformado, você vai ver como é diferente,
cara. As Não são essas as distâncias. É muito, a parte de cima é muito menor. A Europa, tipo, é metade do que tá aparecendo ali, Cara. >> Aham. >> Entendeu? A Bahia é maior que a França, pô, praticamente. >> É louco, né? >> É muito doido, sacou? >> Só não tem o dinheiro que a França tem. Mas beleza. >> É. Ah, mas já chega >> só já já daqui uns 1000 anos. >> E aí, mano? Doideira. Sabe quando você bota um negócio na boca? Você mastiga Assim, uma comida sem gole porque tá muito quente, >>
irmão. >> Coloquei aquela [ __ ] aqui, mastiguei. Cara, amorela tem um osso que é as >> meu Deus. [ __ ] que pariu. Ninguém te avisou. >> Isso parou aqui na garganta. Eu fazia assim, ó. Ah, não vinha ar, cara. Eu tentava colocar para fora, não ia. E os meus amigos tava lá comigo, John, >> eu virava pr os caras, fazia assim, ó, e Os caras faziam, ninguém sabia o que fazer. E eu só pensando, meu irmão, não, pior é isso. Vou morrer na África engasgado com a moré, os caras vão me sacanear muito
no meu enterro, né, Brand? Eu falei, [ __ ] Aí eu, caraca, aí saí correndo, entrei na barraca da mulher, velho, peguei pão, molhei na água assim, comecei a colocar e >> empurrar o pão assim, porque é um tubo n aqui, né? Até que passou, cara. Irmão, o que tava comigo era o Rangel lá, o Dalton. Dal chorando, pô. Ele acha, todo mundo achou que você ia morrer. Tava roxo, brother. Então assim, >> mas ninguém te avisou dessa [ __ ] do osso, velho. >> [ __ ] [ __ ] nenhuma. Depois que ela falou:
"Cuidado, tem osso, pô". Agora >> então assim, dessas histórias as viagens trazem muito. Ó, história de morrer. Vamos lá >> pega história de morrer aí. >> Fui convidado, >> [ __ ] Fui convidado pelo governo americano para ir no Alasca. Só foram convidados 12 chefes no mundo. E a gente foi para a gente foi paraos Estados Unidos, para Seattle e de lá a gente pegou o avião pro Alasca, só que é pro meio do nada que é Ketiacan. Essa cidade já é uma cidadezinha no Alasca. De Kiacan a gente foi para um lugar chama Steambolat
Bake, só chega de hidroavião. >> Uhum. >> Aí eu já comecei a me [ __ ] >> Que que você se enfiam nessas roubadas, man? Mano, [ __ ] eu gosto quantos cara eu como cozinheiro não imagina só foram 12 chefes convidados no mundo, brother, sacou? Então assim, >> gente que pesquisa, tá? Aí beleza, chegamos lá, aí eu falei: "Galera, pô, eu quero ir filmando, eu tenho como ir sentado na frente do avião, cara, ah, vai naquele ali." Falei: "Beleza, vamos lá". Aí eu chego no avião, juro por Deus, cara, o cara devia ter uns
450 Anos, o tiozinho tá deind no avião. >> Aí eu, tudo bom? É tudo bom. Ele quá. Aí chegamos lá, ele entrou, senta na frente aqui. Aí ele, beleza, põe o fone, ele, ó, se liga aí, get your motor run. O sonho, ele, meu irmão, o velho saiu, mas com gol de gás assim, porque é o avião das malas, é onde levam as malas. >> Aí eu virei para ele e falei: "Ó, >> desculpe, sem querer ser, né, mas se acontecer alguma coisa com o senhor, tem algum procedimento aí ele, o senhor Acredita em Deus?"
Falei: "Acredito". Reza, brother, porque não tem o que fazer não, irmão. Eu pilotei o avião. O cara abriu a ventuinha do avião para fumar o velho assim, eu pilotando, pilota aí. Eu assim, ó, e ele fumando no avião. Beleza, >> [ __ ] >> Chegamos no hidroavião, boleta pousar na água. >> Chegamos lá, ele amei. Obrigado, meu Deus. Beleza. Fomos Lá, chegou os chefes todos reunidos e tal, bá. É um é um lugar onde os presidentes americanos vão para pescar. Incredib >> é um centro de pesquisa e não sei o quê. Aí a gente lá
pá, fizemos todo o negócio que tinha que fazer. Cozinhei comida brasileira, fizemos e tal babá de noite, >> isso foi um encontro de chefe para todo mundo cozinhar. >> É, era para mostrar a produção de salmão do Alasca, >> tá? >> Aí a gente, beleza, estamos lá e tal, aí acabou tudo e tal. Aí eu fiquei amigo de um de um velinho, coroa, gente boa, espanhol, aí o Pep, né? Aí ele fez e aquele bar ali, hein, velho? Não tem ninguém fazendo um drink, nada? Eu falei: "Pô, deixa eu perguntar, né?" E falei: "Irmão, e
o bar aqui como é que faz comprar uma bebida?" Ele: "Não tem que comprar bebida." vida não, cara. É vontade, vocês são convidados. Aí eu Falei para ele, sabe aquele cara quando você fala não é openar ali, >> sabe aquele meme? >> Sei, sei. Sexta-feira, sexta-feira, >> meu irmão. O velho fez isso, meu irmão. Pegamos uma garrafa de macalan, você não tá entendendo. Aquela explorer, tá ligado? >> E aqui, ó. Gl. E a gente toma depois de uma garrafa de whisky que praticamente >> eles gostam daquela [ __ ] Jameson. >> Jameson. Eu adoro também.
>> [ __ ] eles bebe isso que nem água, cara. Whisky, mas é burbon, >> sei lá. >> Não é burbom. É burbom. É burbon. >> É burbom, mas é 51 nos cara lá. Não, mas é bom demais. >> Não é Jameson. >> E e peguei uma porre do [ __ ] disso aí. >> Eu sei que, mano, ficamos de mangoaça lá. Aí ele vamos dar um mergulho aí. Eu falei que ideia boa. Os cara manga que Ideia boa. Bora irmão. Não, mas não tinha gelo, era verão. Então tava fresquinho. Clima de São Paulo, outono.
Não, não. Juro por Deus. Camisa normal, calça jeans. >> Aí a gente bora. A gente foi assim, tinha um pia. Aí o bêbo consciente, falei: "Pera aí, deixa eu ver se dá para ir subir depois". Aí tinha aqueles pneu de trator no p. Falei: "Porra, sobe pelo pneu, né?" >> Isso quando você tem 16 anos, né, velho? Aí vou eu e o velho, bora, bora. A sensação foi de mergulhar no espaço sideral, tudo preto, água fria da [ __ ] Falei: "Bora sair, bora sair, pep, vamos, vamos, vamos." A gente foi quando colocar a mão
no pneu, meu irmão, tudo cheio de craca, afiada que nem navalha. >> E a gente aqui, ó, tentando sair daquela [ __ ] daquele p cara a onda e confusão da apoio. Quando a gente sai, vem um americano, um dos caras da organização Correndo >> não e eu, cara, aqui é Maceó sem nadar, [ __ ] Aí o cara não velho, vocês estão malucos. Eu falei por quê? Ele falou: "Pô, isso aqui chama Steambolat Bay". Eu falei: "Tô ligado, Steambolat é como os caras chamam as baleias que faz assim". Hã, >> aqui é o maior
centro de pesquisa de orca do mundo. Ah, po, >> vocês poderiam ter pulado em cima de uma horca, literalmente. Eu tenho até um Vídeo aqui. No outro dia, o maluco a gente saiu de barco, as orcas pulando na frente do barco assim, ó. E aí o velho espanhol, doido da [ __ ] falava: "Seria uma bonita morte". Ele parece o gato de botas, tá ligado? Sabe o gato de bot? Bonita morte, >> que é o bandeiras que faz o Antônio Band e virou uma amiga irmão, velho. >> Aí tá essa aí. Vamos lá. História de
morte e viagem. Tem mais uma. >> Mas mais ainda. [ __ ] >> a gente no Canadá, >> mas saiu lá. Legal. Estamos aí, né? >> Estamos vivo. Não, até hoje não morri não. >> Meio cortado, mas saiu. >> Não, irmão. A gente se lanhou todo, pô. >> É lógico. Craca corta pr [ __ ] >> Ainda assim, né? Sangue na água. Bom demais, né? >> Agora essa é boa. Essa minha mulher vai adorar. Estava no Canadá, uma das primeiras vezes que a gente foi no Canal, minha mulher canadense. Aí távamos nós lá, né? Aí
um brother que que amigo de uma amiga me convidou, ó. Quer andar de modo de neve? Aí eu, [ __ ] vamos, irmão. O cara veio me buscar 2 horas e poucas de carro no meio do, quem já foi ao Canadá sabe disso. 2 horas no Canadá, você está no meio do nada. Fomos para 2 horas no meio do nada, chegamos lá, pegamos a moto, falei: "Qual que é a autonomia?" Falou: "Uas 5 horas, tranquilão, 6 horas, foi Na maciota". Falei: "Porra, vamos nessa, né?" >> Aquela moto de neve lá, como nome? Snowil aqui embaixo.
>> Aí você bota uma roupa que é como se fosse uma armadura porque tava- menos 25, eu acho. >> Ai, tomar no cu. Gente aqui, ó, mas velho, zero calor, ô, zero frio. E a gente, ó, ué, uh, legal para caramba e tal. Quando chega no meio do caminho assim, mas mesmo, tá ligado? Aquele Filme Nárnia. >> Ah, >> era Nárnia. Nárnia é a imagem, aquele branco, tudo, tudo. >> Aí a gente para no meio do caminho, ele fala: "Porra, brother". E ele canadense, eu tava acreditando o cara, né? Se a gente sair aqui, ó,
tem uma tiazinha ali que faz um hambúrguer de bisão, cara. Mas é uma cabaninha no meio do coisa. E lá tem uma, então, e lá tem um negócio para abastecer. Então a gente já Abastece, boleta. >> Tem. É lógico que não tem, [ __ ] >> Mano, a gente saiu, né, pelo meio da mata com a moto. Chegamos no lugar, tinha cabaninha, bison burger, tinha um negocinho para abastecer, tudo fechado, não tinha ninguém. Batemos na porta. >> Ah, mas pelo menos tinha >> ninguém, tava lá, só que tava fechado. Não, batemos na porta, nada. Nem
menos 25 anos. Tentamos arrombar o cadeado do negócio para abastecer e deixar o Dinheiro lá. Nada, um cadeado. Nunca tinha visto cadeado aquele, inclusive absurdo. Nada. E eu fiz: "E agora?" Ele nada. E o cara na tranquilidade, cara? Nada. A gente vai devagarzinho aqui, tranquilo. Falei, beleza. A gente foi 5 m, a minha moto parou. Aí ele sobe na minha aqui, irmão. Tranquilo, tá bom? Largou a moto lá. >> Largou a moto, subi na dele 10 m, acabou a moto. Aí eu e agora? Não, vamos Andando, meu irmão, >> vamos andando. >> Ficar em pé
aqui só para mostrar. Cada passo, a neve vim aqui, ó, >> na coxa. >> Na coxa. >> Como que vai andando? >> Porque não tem raquete, né? Os caras bota aquelas raquete. >> E a gente foi se [ __ ] mas indo. A vantagem é que a roupa é uma armadura mesmo. Então assim, frio nenhum. Eu Lembro de abrir aqui porque eu tava com calor da roupa >> também. E a gente andando, irmão, daqui a pouco esse francês canadense, esse cara me pega pelo braço assim e fala: "Em francês, muitos francês canadense, difícil de entender.
Eu falo francês hoje fluente assim, mas [ __ ] na época ele vira de costa para mim e começa a gritar, velho." Eu digo, "Pera aí, velho, fala inglês." Ele: "Não, irmão, bota os costas para mim e começa a Gritar: "Fica grande, fica grande." E ele, ah, e ele gritando. E eu, [ __ ] é o lobisome que aconteceu, irmão. A matilha de lobos. Mas lobo, lobo, >> selvagem. Eu vi isso aqui assim, ó. Ele andando assim, o olhar dele, o cheiro, sabe seu cachorro quando fica muito tempo sem tomar banho, aquele cheiro de podre,
de de de molhado, selvagem. E eles rodeando a gente e a gente gritando, >> atacar fácil. >> Ah, gritando loucamente, até que os bichos começaram a se afastar, mas nunca deixaram de seguir a gente. Então, a gente andava, olhava para trás, tava lá na casa esperando a gente cansar. Aí eu falei, meu irmão, ca >> não tinha não tinha sinal do celular. O celular quando tá muito frio, ele apaga, >> bateria acaba. >> Aí o meu celular ainda tava aqui, tava ligado. Eu falei: "Meu irmão, [ __ ] vou subir numa árvore." Quando eu subi
Na árvore, fez plu plu plu, pegou o sinal, cara. Aí eu fui: "Como é o telefone do cara da moto, brother?" Aí ele falou para mim, eu liguei pro cara, meu irmão, vem buscar a gente manda a localização aí 2 horas para ir a localização. Aí foi. Aí chega o baixinho com uma moto e um tanque de combustível. Coloca, vai até a moda, a gente coloca e a gente volta, depois volta para buscar outra. Aí eu chego em casa, tipo, meia-noite para explicar pra minha Mulher, [ __ ] tá chegando meia-noite. Digo, você acredita que
eu quase fui devorado por lobos? Aí ela, cara, que foi mesmo? Aí eu mostrei os vídeos, né? Falei aqui, a gente tava na neve e tal, me irmão. >> Mas isso ainda porque você foi com o cara roubada, sabe quem faz um passeio, já fez umas duas, três vezes assim, uma mão. >> Ah, mas não dá. Ele vai pro Canadá, mas ele vai com a com a família, os caras Tudo com Ah, >> mas mas vai não vai na responsabilidade, vai de um hotel para outro. >> Ele passeia tipo 10 dias de noil. >> Não,
mas no mob 10 dias. >> Mas olha, é muito gostoso. >> Já pegou menos 40. >> Um beijo pro mamãozão lá dando na cara. É muito gostoso no mobil. Mas assim, aí tem essas histórias malucas, né? Tailândia, velho. >> Mas também só você mesmo, né? G. >> Mas eu entro nessa porque sabe qual que é bola? Aventura, [ __ ] Aventura bola. Você sem saber nada. Não correr risco não tem graça. >> Ah, então vai você lá. >> E era sem grana. Ó, vou te falar meus começos de viagem, velho. Era tudo, não tem dinheiro.
Vamos embora. Vamos embora. Mochila nas costas. Vamos embora. Vamos fazer acontecer. Porque assim, se você quer fazer, velho, você faz. >> Ah, não. Quando você, quando você é novo, você faz mesmo, né? >> Você faz. Hoje em dia. Hoje em dia eu tô mais ideia. >> Mas ó, Tailândia, eu fui para aprender Curry tailandês com o cara que é o mestre do curry no mundo, cara. Só que era numa ilhazinha. >> Aprender a fazer curry, >> fazer o curry. Porque curry não é aquele negócio amarelo que vem no supermercado. É o curry. Vamos lá. Curry,
na verdade Significa tempero. Uhum. >> Entendeu? Então assim, aquele >> que eu não curto muito. >> Você não curte aquele amarelo. >> É. >> Então aquilo é um tipo de curry indiano. >> Aham. >> Aquele é um tipo de curry indiano. Tem diferença. Exato. >> Na Índia deve ter centenas. >> Não me agrada muito o curry. >> É muito, é muito forte. É muito. Eu Quero >> cheiro. Não sei não. Eu já gosto daquele negócio que todo mundo odeia. Eu já adoro. >> Qual? >> Coentro. >> Pô, mas coentro é sensacional. >> Mas é muito
odiado. >> É porque o coentro tem duas coisas. Ó, me lembra a gente voltar no curry, mas coento é importante falar. Coentro tem duas coisas. Coentro tem o fator Fisiológico, porque tem um gen que certas pessoas têm que realmente o cara sente cheiro de sabão >> no coento. >> Eu não como coento também. >> Aí >> é um gente. >> Paulistano. Não sei porque que paulista odeia. >> Aí vamos pra parte dois. Aí tem o fator social. >> Hum. >> O o São Paulo é formada por italianos. A maioria delas do norte da Itália não
se come muito coentro. formado por essa comunidade japonesa gigantesca também coentro não tá muito presente. Então sempre houve uma visão de que o coentro é a comida do nordestino. É meio uma coisa de pobre. Um feijãozinho. E eu amo coentro. Minha mãe colocar coentro na mamadeira. [ __ ] coentro é tipo, >> eu adoro o caldinho de feijão com Coentro. >> Coentrinho. Não, frutos do mar. Agora a China, a Tailândia, a Grécia, tá? Todo mundo come coentro. Então existe esses dois fatores. Um é um fator genético mesmo e o outro é um fator social sociológico
que explica mais porque as pessoas >> é porque falta de costume realmente é um tempero que se não bem colocado rouba a cena demais, né? O coentro vira um coentão. É que ele parece a salsinha e As pessoas põe a mesma quantidade, >> mas é diferente. A salsinha você pode colocar à vontade. O sabor é muito delicado. O coentro sempre colocar pouquinho. Eu sempre eu bho em casa, ponho muito um maço de coentro. Canadense cozinhar adora. É, >> o canadense come americano. Americano vai comer comida mexicana, meu amigo. É entupido de coentro. Cilantro rice, arroz
de coentro. >> Que que é tradicional no Canadá, irmão? Se comer que >> culinária francesa deve ter, né? >> Depende de onde você tiver, né? Mas assim, salmão, Maple SH, que é aquele char, >> blueberry e tal, mas tem muitos práticos tradicionais franceses. Por exemplo, tem um, eles têm escondidinho lá, chama patê chinois. É igual o escondidinho da gente, mesmo esquema, comida. >> É só que o deles é batata. Embaixo carne moída e queijinho e tal. >> [ __ ] adoro isso como é que é o nome? >> É patê chinoise. Patê chinês. Eles chamam
>> patê chinoases. >> Porque eles faziam isso para alimentar os chineses que trabalhavam nas estradas de ferri. >> Hum. >> Então para ter chinês. Aí eles tm também uma coisa que é muito tradicional no Canadá que chama Putin. De quem nunca comeu Putin, né? Putin. Não, Putin. >> Ó, esse é o Patchinar, rapaz. Os caras são rápidos aqui, hein? >> [ __ ] Bom isso aí, hein? Que delícia. Já deu uma vontade. Hum. Já deu. Cadê? Cadê? Cadê a entrega do gusan? >> Putini, pô. Vou mandar pro Ricardo aqui. >> Não, não manda não, pô.
Deixa o Ricardo quieto. >> Não, ele manda, pô. Ó, eu vou mandar para fazer o seguinte. Eu vou mandar para vocês, >> vocês falam a próxima gravação, eu mando. >> E aí tem o putini, velho, que é batata frita com molho demigls. Tá ligado? Aquele molho de carne que coloca em carne, aquele molho escuro, grossão. Molho de carne e queijo por cima. Tipo um Isso aí, tipo um queijo, um queijo quad lá, >> meu irmão. Isso aí é a comida do desesperado do frio. Se você tá num frio de -30º, você entra num boteco e
você Pede uma batata com molho de miglace e queijo, você é o homem mais feliz do mundo, brother. Sabe, isso aí é um dos pratos clássicos. Mas existe uma comida muito mais leve, muito refinada, com origem francesa e tal, muito do mar. É isso aí, mano. >> Isso aí. Esse é pro frio, caos. >> Esse é pro frio. Caos. Caos. Aí é >> é é o é o fast food do canadense. >> Esse é literalmente o fast food do canadense. Então assim, é um dos pratos Que eles comem bastante. Mas assim, a coisa do curry,
né? Voltando, aquilo amarelinho tem no seu supermercado, é aquilo amarelinho que tá no supermercado não é curry. Aquilo é um tipo de curry, um curry seco em pó indiano. >> Existem centenas de tipos de curry. E na Tailândia tem curry que são frescos. Então você pega, por exemplo, curry verde, você pega folhas verdes, pimenta e tal, alho, você machuca tudo aquilo ali e vira, machuca maçó demais. Você Amassa aquilo ali, é minha mãe, banana machucadinha. Você dá uma amassada em tudo aquilo ali e aquilo vira uma pasta e essa pasta é utilizada para temperar as
coisas. Enfim, fui nessa ilha no meio do nada para aprender com esse maluco, >> irmão. Gastei um dinheiro que eu não tinha. >> Chegamos lá no negócio, I, o nome do cara, mestre IAI. Chegamos lá, eu digo: "Pô, cadê o Iai?" Tá ali. Eu digo: "Pô, tu me fala inglês?" Ele fala: "Pô, Iai, Pô, eu vim aqui do do Brasil para aprender com o senhor e tal, não sei o que lá, ele não dou aula." >> Aí eu falei, mas eu vi na internet, não ensino carry, eu não ensino nada. As pessoas vêm aqui para
comer, não tem lugar nenhum falando que eu dou aula. tá falando que eu sou mestre dos currys. Eu sei, porque eu sou mesmo, mas eu não dou aula. As pessoas vêm para comer. >> Aí, meu amigo, nós brasileiros temos um poder que vocês têm que aprender, que é A famosa amarelinha, meu pai. >> Ah, é. >> Peguei minha mala, que era uma mochilão, tirei a camisa nove do Ronaldo, aquela com a listra verde do tetra. Ah, >> virei pro cara e fiz. E aí? Aí ele five curs, cinco curs. Só ali em cima. ensino. >>
Aí eu peguei e falei: "Não, pô, aqui ó, Ronaldo nove, pô, cara, OK, 10 Curies". Falei: "Beleza, paguei com a camisa do Ronaldo, mano. >> [ __ ] >> aí o cara, ele pegou falando com os filhos que do [ __ ] >> oficial do Brasil. A gente tem isso." >> Aham. >> E aí o cara fez o >> cara ensinou, que ele ensina a fazer cry, >> não. A gente ia no meio do mato, literalmente que ele tinha atrás lá do do negócio dele, >> ia pegando. Ó, isso aqui é Curry Lea, Que é
uma folha. Isso aqui é galangaal, que é um tipo de gengibre. Isso aqui é não sei o quê. Aí a massa e tal. E meu irmão é muito apimentado. Você gosta de pimenta? >> Eu amo pimenta. Você gosta de pimenta? Bem, eu gosto. >> Eu sou louco. >> Eu não gosto daquel cimenta que dói a boca. Mas >> aí estão os curries, tá vendo? Vários tipos de curri diferentes, de cores Diferentes, com ingredientes diferentes, aromas diferentes. Isso é uma coisa, velho, pr você pesquisar, para fazer na sua casa. >> E deixa eu entender. Aí tem
esses potinhos aí. Você pega e põe na comida. É isso. >> Não. Aí é uma apresentação que ele fez. Não, você usa para, você pode usar para temperar ou digamos um peixes vai fazer lá um peixe com leite de coco. Você faz o peixe com leite de coco e tempera com Curry vde, entendeu? Ou você começa fritando o curry. Tem várias formas de >> cada potinho desse é um curry diferente. >> É um curry diferente, sacou? E tem centenas. >> É tipo pimenta. Mas é muito mais aromático. É muito mais louco, cara. Entendeu? É, é,
é uma loucura diferente. Curry amarelo. Curry só. Curry. E na Índia, que a Índia é terra do curry, né? >> Mas, mas olha a piração. Esse cara fez o Primeiro curry, serviu pra gente comer. Aí eu fui e coloquei assim para comer. Me irmão, falei: "Esse velho tá me sacaneando. Sou de Maceió, >> acostumado a comer pimenta no bar das ustas. >> E vem com essa [ __ ] >> meu irmão. Eu pensei minha cabeça explodir, velho. >> Aí eu olhei para ele, falou: "Porra, picante para [ __ ] seu Iai". Aí ele: "Não, não,
isso aí tá OK, médio." Aí eu Falei: "Não, não, tá muito picante, come aí". O senhor ele falou: "Você tá achando que eu tô te enganando?" Pera aí. Vem cá, meu irmão. Veio um moleque dos 8 anos. Não, brother. Veio um moleque de 8 anos, filho dele. >> Tomou o negócio. >> Não comeu nem no prato, comeu do pote, >> tomou na concha. >> Pegou aqui, ó, >> olhando para mim eu, [ __ ] eu sou Muito trouxa. O moleque é acostumado porque os caras criam imunidade, velho. É uma loucura, cara. O cara, o moleque
comendo, olhando para mim assim, eu digo, [ __ ] >> rindo, cara. rindo. >> Mas tipo, se você quiser fazer isso no Brasil, você consegue ou não fazer os tipos de curry? >> Consegue. Ó, se você quiser fazer, primeiro me siga aí no @chefgogan. >> Amanhã eu vou postar tipos de curse, Aquele cara que já faz, né? >> É assim do [ __ ] >> Ó lá. É nós, ó. E sou eu. Tá aqui. Cadê? Olha aqui, ó. Segue aí. Manhã eu vou botar uns tipos de curry para vocês lá, porque uma coisa, se você
tiver na geladeira, velho, muda a forma de você cozinhar. >> Mas você precisa ter um pilãozinho, >> não faz no liquidificador. É no mixer, na faca, no bate com uma pegador. O problema é achar. >> Não, mas tem, cara, tem tudo, cara. Tem tudo. >> Tem gengibre, >> tem, >> tem amendoim, >> tem pimenta, tem coentro, tem salsinha, tem alho, tem cebola. Então, tem vários tipos de ingredientes que lá também tem. Ah, o curry não é especificamente uma planta. O curry é um é um mix. Tem tem cada curry tem uma coisa. É uma, por
exemplo, tem uma coisa que eu odeio, que Muita gente adora e eu não gosto muito. Alecrm, velho. >> É o Alecrm, ele toma muito o poder. Mas uma batatinha com Alecrm. É. E o meu filho ama. >> Pai, cadê o elecrm, cara? Não sei por eu, eu não sei se eu eu >> Não, que você falou, não pode pôr muito, né? Cheiro de enterro. >> É aquilo cheiro de >> cheiro de enterro. >> Alecrin tem cheiro de enterro. >> Sabe o cheiro do da da >> Qual que é o cheiro do enterro? >> Não, você
tá no velória, fica distribuindo alecrinho. Toma aí de alcrão. Joga ali no cheiro do das flores do caixão. Sei lá. >> Ah, eu tô ligado o que você tá dizendo. Entendi agora. É, é meio lírio. É meio é tem esse esse aromático, >> esse bagulho aí. Toda vez que eu sinto cheiro de alecrinha, eu lembro de velório. Aí uma coisa que eu eu sou meio Chato. >> Associou com uma coisa boa. Me >> não, mas não é não tenho culpa. É inconsciente. >> É, >> mas se você não, eu tenho e eu tenho muitas conexões
que eu faço na cabeça de lembrança que eu não sei da onde são, que eu viajei tanto, velho, que eu termino misturando todos os lugares, sacou? E agora eu tô fazendo, inclusive, não posso falar muito ainda, mas um Programa de viagem em gastronomia, >> que já tem 10 episódios gravados e editados. Não, não tá em lugar nenhum ainda, tipo fil, >> [ __ ] Inclusive, eu participei do filme, né? Eu tô no episódio do Rio de Janeiro. Fiz com um de abacaxi. >> É o famosos servantes. >> Servantes. >> E também fui no bar da
Cátia Barbosa também, da Cati com Chego carioca, comeu bolinho de feijoada. Tá louco. O vai Pirou, cara. O gringo ficou louco. Caipirinha e bolinho de feijoada, [ __ ] Entendeu? >> Ficou bolinho de feijoada é muito bom. >> Não, sinistro. >> É tipo, mas é tipo esse viajando. >> Ó, eu vou falar real. Mais ou menos. >> Mais ou menos. Eu uma das coisas eu tenho uns gostos meio escroto assim, eu adoro, eu sou posso ser somelier de bife milanesa, cara. Eu adoro bife milanesa. >> É muito bom cara, >> mas olha só, eu rodo
o Brasil já lá em Firenze comi que tem o bife, né? Sim, tinha milanesa mesmo. >> É um milanês, velho. Aquele cara igual ao que tem o jeito que o carioca faz o bife a milanesa. >> É porque a gente tem, >> eu não sei o que que os filh da [ __ ] fazem. >> É >> que o bife e a milanesa no Rio de Janeiro. Eu fui final de semana despretenciosamente, falei: "Eu vou comer uma melanesa aqui." Quando eu botei na boca, eu falei assim, eu acho que faz uns 30 anos que eu
não como esse bife é melaneso. >> Mas é aquela frase clássica, né? Eu o melhor milanese da minha vida foi em Los Angeles, no restaurante argentino. >> É mesmo? >> Pô, mas um milanês vinha desse tamanho. >> Não é o tamanho, é o sabor. >> Não, mas o sabor é milanesa bonda, pô, sequinho, sabe? >> É porque o Rio de Janeiro tem uma coisa de tempo, porque tem aquela frase, né? >> O Rio é o Brasil, >> São Paulo é o mundo e a Bahia é a Bahia, né? >> Não tem essa frase? Então assim,
o Rio de Janeiro tem muito essa coisa da brasilidade, porque o Brasil inteiro foi pro Rio. Então o Rio tem essa coisa do tempero, tem essa feijão mesa do Rio, eu Não sei. Tinham ali naquele, inclusive naquele prédio que caiu maravilhoso, lembra? Atrás do prédio >> World Trades? >> Não, um prédio cão sozinho. Vocês não lembram disso? Não, mano. >> Atrás do teatro municipal do Rio >> caiu um prédio. Verdade cai um prédio. Pode crer. Pode crer. >> Ali tinha tinha um galetinho porque o rio era bom nos galetos >> ainda. É, mas tô meio
tô meio por fora. >> Brasiro da gávia. Pá. >> Brasiro da gávia. Tu conhece o braseiro da gávia? >> Galeto Sats. Já foi no Galeto Sat, meu irmão. >> Brasiro da Gávia. >> Melhor lugar do Rio para você comer assim, mas não consegue, né? Lotado >> o Galeto chat vale a pena porque o Galeto chats não só o Galeto é incrível, mas é a melhor farofa do mundo, brother. Não é que eu falo, >> cara, tem uma farofa de >> farofa de ovo que eu comia no porcão, não tinha para ninguém no mundo, mas eu
comi um [ __ ] que pariu, >> uma milanesa ali desse prédio que, cara, eu lembro que eu era estagiário assim, >> todo dia eu eu era aquele sabor no feijão carregado também. Eu eu fui no vamos ali, eu tava hospedado ali no prod no vamos eu comi, eu falei: >> "Caralho, me deu aquele". >> É isso. >> É, é o momento ratui, né? É, você era estagiário, era o rango que você ia ter ali para fazer um negócio especial desde milanesa. Eu recomendo Rio de Janeiro. Desculpa Milão, desculpa Firenze, desculpa São Paulo. O Bola
aí Los Angeles, o bife a Milanesa de um Galeto carioca. Eu acho, eu acho realmente bom. Mas tem um muito bom também em Brasília que eu comi no lugar lá, >> chama João Brasileiro. É um restaurante do chefe. É o teu, é o teu, é o teu, Filha da [ __ ] >> Muito bom também. Muito olha que eu vou. >> Não, mas você vai, [ __ ] Lógico. >> Não, eu vou eu vou dar o parecer. >> Não vai? Leva o Nicolas lá. Leva o Paulo Nicolas lá, pô. O Nicolas foi comigo lá. >>
Tem que saber o que que filha da [ __ ] Não sei se é o ovo, se o cara põe menos. Tem algum segredo? Tem o segredo. É o temperinho, cara. É o alho que a gente põe na carne. É o tempero. A gente tempera as coisas diferente. Sacou? >> Agora uma outra história falando de viagem, lembrei. Falou de eu lembrei de nada a ver da [ __ ] A gente tava no Japão, que eu fui agora para gravar esse negócio também, fazer uns episódios lá e para aprender cozinha japonesa de verdade, né? Então fiz
Osaka, Kyoto, Nara. Me irmão, eu viajei o Japão tudo. É incrível, >> só que a cultura é muito diferente, né? >> Aí tava eu, minha mulher e meu filho, a gente exausto num jet da [ __ ] assim Ainda no horário do do de viagem errado. Aí pegamos um trem bala para ir para o Zaca. Aí a gente estava no trem, velho, e o banco baixa assim, né? E dormiu, né? Apagou, lógico, >> apagamos, tal. Aí eu acordei, tipo, sabe quando você acorda? E é o ponto, cara. Eu, bora, bora, bora, bora aqui, aqui. Aí
a gente levantou, cara, para sair correndo assim, esqueci o banco abaixado, né, que a gente saiu correndo. Ia perder o qu levantou um cara, devia Ter uns 25 anos assim, juro, o cara fez, vou até fazer longe para não estourar o microfone. O cara fita [ __ ] cara. Aí eu ai, tomar no meu rabo, pô. Faz direito comigo. Tá malucação. É, mas ele podia ter sido educado e falou coroc ele já veio. Eu vai se lascar. Eu em português, >> ele viu que você é turista, bicho. >> Eu em português falando com o cara,
mas Fui lá e botei o banquinho no lugar e tal. Aí minha mulher quando ele saiu do carro, ela falou: "Você acha que ele entendeu alguma coisa?" Eu entendi alguma coisa, então estamos iguais. >> Só vi que ele tá puto, >> ele puto. Aí depois disso eu falei: "Velho, ó como o cara cuida do que é dele." >> É, >> sabe? Ao mesmo tempo eu fiquei puto, mas ali foi uma lição. Falei: "Porra, ó como O cara cuida". E se a gente no Brasil cuidasse mais do que é nosso com esse afinco, sacou? Isso é
cultura, >> a calçada da sua. Mas cultura muda, velho. Ó, para para pensar, para pensar. >> Isso aí vem de berço. >> Aqui a gente nasce no chão. >> Mas mas lá também, velho. Imagina o país foi ele, o país deles foi destruído. >> É bola. Aqui é >> que educação vem de beo. O brasileiro já nasce no chão. >> Acho que não nasceu assim, foi criando. >> Não, nasce no chão. >> Mas assim, ó, o Brasil tem uma coisa que o mundo não tem. O povo brasileiro, cara, é o povo que melhor recebe, é
o povo que tem mais amor, é o povo mais criativo, mais inteligente, mais simpático. É o povo que se diverte. Porque, meu irmão, não tem, não é Super Mário, não tem segunda vida, não, bro. Ah, eu vou ganhar dinheiro nessa para curtir na outra. Tem outra não, papai. Tem que curtir nessa mesmo. Então assim, eu prefiro ser brasileiro >> e ser meio essa bagunça do que é do que passar a vida inteira naquela noia, porque é uma noia, uma caixinha que você tá dentro, entendeu? >> Você, ó, você falou que gosta muito da Ásia. Eu
tive a oportunidade de estar na China. Eu adorei a China. >> É incrível, né, cara? >> Tinha uma coisa meio assim, eu falei: "Cara, >> e você comeu os diferentes?" >> Ah, eu não não me arrisquei muito não. Não me arrisquei muito não. Até porque >> aonde você foi na China? Eu fui para Shanghai. >> Shanghai. >> Que eles falam que é Shanghai. >> É Shanghai. >> Shanghai. Shanghai. E X. >> Cho. >> Que é a cidade do chá. >> É, pode crer. >> Aonde tem os chá chinês lá nas montanhas. Chá verde. Chá. >>
Isso lá eu fui lá. Muito legal também. Mas uma coisa que eu percebi em relação a isso aí que você falou, o chinês ele como se f a o jeito deles é como se fosse um animal. Veja bem, vocês vão entender o que eu vou dizer. Um cachorro ou um animal de domesticado, você condiciona. O jeito de você educar é a forma como você condiciona. Então, a educação dos Caras é meio assim, você é isso aqui, não mude disso aqui. Ele é condicionado a selecionar, a ser aquela pessoa. >> Entendi. Uhum. Então, a educação que
eu percebi, por exemplo, tinha uma menina lá que tava lá só dando tchau. Aí eu falei, a menina toda hora ficava assim, ó. Falei: "Mano, ela tá ali para fazer isso aqui, ó, >> para dar tchau. >> E a dela se fizer outra coisa". >> Não, ela tá lá, Ela é, sabe? Aí eu falava com a menina, falei: "Vou passar 18 vezes >> e vou dar tchau." >> Vocês estão aqui, ela vai 18 vezes, ela vai me dar tchau. 18 vezes da mesma forma não vai reclamar, não vai mudar, vai fazer lá carioca aqui assim,
vamos lá, tipo, aqui tem aqueles caras >> engenheiro, os caras são condicionados a ser engenheiro e vai ser engenheiro. >> Aqui não é mais ou menos a mesma coisa, Só que de outra forma, por exemplo, >> aqui na segunda vez que ele passand tomar no cu, >> não, velho. Fica o cara segurando plaquinha de vereador na rua, velho, o dia inteiro. Ou então vendo ouro o dia inteiro. É o cara que tá dando tchau. E eu acho que a China é uma coisa tão milenar, porque imagina o Brasil tem 500 anos, a China é milenar.
Os caras têm uma coisa tão antiga, uma tradição, uma riqueza gastronômica, uma riqueza Histórica e tudo. E assim, hoje a China é um país de classe média, país inteiro, todo mundo tem casa >> e é um país que tá evoluindo muito e tem muita gente rica assim, tá mudando. Agora é um país que tem, como o carioca falou, tem esse apego essas tradições que talvez a gente não entenda. >> Não é um condicionamento, é um tipo de cultura, >> é um tipo de cultura muito diferente, >> eu falei, cara, as pessoas são escopo Aqui, você
isso aqui, você isso aqui eu percebi, é uma coisa que me contaram, eu fui observando >> à vezes foi e às vezes foi aquele microcosmo que você viu, dependendo da região da China, tem uma região que é mais na Shanghai, por exemplo, é São Paulo. >> São Paulo, mega lop. >> Mas o jeitinho, sabe? A menina que cuidava dessa, cara, ela não falhava. >> Então ela ia daqui, ela não passa. Por que que você não vem aqui? Ela porque aqui é a tatalata, entendeu? Não, não, mas aqui vem aqui. Tatalata é a outra menina. >>
É. Aí eu não aqui essa coisa lá é tatalata. >> É o certo se a outra profis não tem não tem conversa. Sim, mas é o certo. >> Ela vem até aqui daqui pra frente a outra cuid normalmente. >> Sim, mas a outra tá cuidando. Você vi a noia, né? >> Mas é porque aí você tá cobrando que o mundo tem uma coisa que só a gente tem. Carioca, vou dar um exemplo. >> O chinês, o canadense, o francês, o alemão, todo mundo é assim. O cara só é para fazer isso aqui. Eu vou fazer.
O brasileiro fala: "Vel, isso aqui o cara". Ah, meu, pera aí, me dê esse negócio aqui, vou desmontar isso aqui, que isso aqui eu vou usar, vou te ajudar, vou inventar um negócio. Por isso que hoje em Portugal, com essa Imigração brasileira gigante que tá indo para lá, você vê a diferença do atendimento do português clássico para o garçom brasileiro. O garçom brasileiro chega na mesa, o cara fala: "Pô, e aí, como é que é?" E tal, bicho, dá para dividir isso aqui? Ah, não dá não. Mas pera aí que pera aí, deixa eu falar
com o cara ali. O cara já volta, cara lá. É, ó, dá para dividir? Não. Por quê? Porque é isso, irmão. Não tem outra coisa. A gente busca subterfúgios, a gente busca Coisas para agradar, cara. Não é só o jeitinho. O jeitinho brasileiro não é uma coisa ruim. Quando o chat GPT, inteligência artificial tiver bombando no mundo, você vai ver o que é que vai ter valor. É esse nosso jeitinho, essa inteligência diferenciada do brasileiro. Costa subterfúgios. >> Caramba, eu tô falando comigo mesmo na minha cabeça, man. Você no passado. >> Ah, tá. >> Passado
presente. E >> teve alguma coisa que você não encarou comer Guga nessas tuas andanças? >> [ __ ] teve uns negócios. >> Você falou: "Eu não vou comer essa porra". Ou por causa do cheiro, por causa do aspecto, não sei. >> Boleta, teve coisa muito doida que eu comi já. Que meu Deus do céu. Ó, vamos lá. >> Imagina Tailândia só, hein? Escorpião de boa. >> Aham. >> Escorpião. Porque assim, a tropa de do mar a gente come, né? >> Camarão, pô. A tropa de Marinho aí da terra. Que nojo. A mesma coisa. Não, porque
o escorpião é o bicho que tem peçonha, né? >> Não, mas só tirar ali a parte de trás ali é. Não, mas fritinho, veneno some, pô. Então, ó, comi escorpião, comi aranha caranguejeira frita. >> Não >> te juro, mano. Comi aqueles >> Não é bom, né? >> Não, não tem gosto de nada. Verdade. É só uma crocância. >> Digo, falou assim: "Mas por que que você comeu isso aqui? Como é que é?" Anta. Anta? Sei lá. Eu comia javali. >> Javali é. Mas javali é uma delícia. >> É muito bom. >> Javali é uma delícia.
Brincando >> muito. Quanto é o qu da picanha? Um porco, [ __ ] >> Eu sempre comparo com a picanha. >> Já valeia um pouco. >> Já valia um pouco gostoso, pô. E uma delícia não tenha. Mas >> ó, vamos lá. Comi já aqueles aqueles vermezinhos do coco, tá ligado? Aquilo ali. Já comi aquilo. Já comi. Já comi sapo, >> já comi é escargou, já comi rã, >> já comi, mano. Muita coisa. Agora assim, cara, já viu que você não encarou. Você falou: "Não vou comer essa porra". Na verdade nunca teve não, Bolinha. Agora a
Coisa mais maluca que eu já comi foi num lugar no norte do Canadá, quase Groenlândia, na verdade é uma ilhazinha ali, no meio do nada chama se enfia num buraco, meu, tomar no cu, velho, >> que chama Ilha de Madalena. Ilha Ilhas Madalenas. E lá, devido a Sofia Loren, olha como é que é, ter feito uma campanha para que não se matasse as focas. >> Aham. pararam de matar as focas e virou a super população e aí não tem mais Peixe >> porque as focas se reproduziram e come tudo. Então não tem arenha que não
tem nada. Então algum tempo já que a população agora tem que comer foca, tem que produzir. Então tem indústria que faz linguiça de foca, tem tudo de foca. >> Fede pr [ __ ] hein, >> mano. Pera aí. >> É o bicho mais fedido do mundo. >> Não tá entendendo não, >> ô. Vai tomar no cu, velho. >> A praia, né? >> Não, não, não, não, não. Eu tava na África do Sul ali, Cape Town. >> Tô ligado, Cape Town. Fui lá também. Sabe que as focas ficam ali, foi lá pertinho. >> Não, não. As
focas ficam meio no shopping >> ali no CIS. >> Ah, no CIS. Tá >> no Cai. O CIS é o shopping. >> Eu nunca vi o lugar mais fedido na >> Não, não é assim, ó. Irmão, >> não, mas assim, >> não. Pinguim é cheiroso. Perde foca, >> [ __ ] >> Foca fed para [ __ ] velho. >> É porque ali é uma foca de cidade. >> Ah, mas mas é tipo cachorro de cidade. >> Não, e elas estão juntas. É um churume. É um negócio horoso. >> Não, mas essas elas lá não eram
nem >> que bichinho maluco. Sei que, mano, aí eu fui na [ __ ] de um bar lá que os cara o bar dos marinheiros. Parecia um negócio de pirata >> na foca. >> Nossa, olha, olha que a foca aqui, né? Feio. Fed pr [ __ ] meu irmão. >> [ __ ] fedido, hein? >> Não, bigodinho >> e a turma tem é obrigada a comer as focas lá. >> Não, então, mas vou te falar real, eu fui nesse bar que é um bar de maneiro, meu irmão, parece um filme, velho. Parecia que eu tinha
voltado com a idade média, um negócio, uma mina tocando arpa, tipo, eu falei [ __ ] que o que que tomei o cogumelo errado, que aconteceu? Aí entrei no negócio, sentei falei: "Porra, tem, tem foca?" Ela: "Tem, lógico que tem". Aí ela falou: "É, você quer como quer?" Eu fal: "Não quero linguiça, não, quero foca foca, né?" Ela Fala: "Ah, o prato do dia hoje é foca". Falei: "Ah, tá bom, pede aí, >> manda aí". >> Aí ela trouxe a foca. Meu irmão, veio a patinha dianteira, >> não >> cozidinha? Sim, cozidinha. Opa. com a
patinha, com aquele com aquele com aquela nadadeirinha vestigiada assim, irmão, a gente não come isso do porco. >> Vem a patinha de Não, um pne pneuzinho Pururuca, ninguém come eu não como, [ __ ] >> Ah, vocês são duas bichonas também de comida. >> Você come a pé, você come o pé do porco. >> Vou comer bosta. Come o casco do porco. >> Ah, não é uma delícia. >> Não vem com essa. >> É bom pr [ __ ] >> Não vem com essa. Eu não como pé de galinha. >> Vem comer aqui o cotovelo
da galinha. Que delícia. >> Você come pé de galinha? >> Como? Eu não como, >> [ __ ] Então eu sei que assim, >> você é bom para cachorra, mandei para você, né? >> A minha é alérgica. >> É bom para cachorro, para o cachorro >> a carne de frango. >> Não é possível. >> É, >> você der pé de galinha, você viu lá que Eu te mandei de peixe. >> Nem pé de galinha, >> mano. Até o cachorro de vocês tem uns Não, não como, não como galinha. >> Na minha cid ela come, mas
ela cai da coceira. É, sei que, velho, comia a foca lá. Imagina um porco gordo, só que a carne parece pato. É aquela carne vermelha bem tem muito ferro, muito, sabe? Gostoso para caramba, cara. Molhinho, arrozinho ali, gostoso, cara. Juro que é gostoso. Ou, velho. Abriu Aquela lata. Aquela lata sueca, como é que é o nome daquela lata feta, sueca. >> Ah, cara, não. Você tá falando aquilo não é sueco, não. É estfo. >> Sei lá. Aquilo aquilo é da Islândia e é um tubarão fermentado. >> Não, não é um tubarão, >> é peixe, é
um arene. >> Arenque. Ok. Mas já viu o tubarão fermentado? Essa lata ele abriu, fedeu a casa no quintal. Não é tipo a foca, o cheiro da Foca. >> Não, não é. >> É a foca. É isso aí, >> Deus. A foca tá podre. Então >> é o cheiro dessa bosta aí. >> Porque aí não dá pr comer, irmão. Tô dizendo aluma coisa que você não comeu. >> Alô chat. Se puder lembrar aí o nome. >> É porque tem uma iguaria da Islândia que é feita num com tubarão fermentado que chama racari, >> que essa
é a comida mais escrota do Mundo. Irmão, se você abre strom, tô ligado, é a mesma ideia. É peixe fermentado. >> A lata é inflada, irmão. >> É que os vikings faziam isso de fermentar peixe. >> Aí o cara abre com abridor faz. >> Mano, é um cheiro de >> parece que cagar isso aí, ó. >> Não, mas é. Então isso é podre. >> Não, mas essa lata aí tá a lata estufa. Inflada >> ela fica uma bola assim. >> Procura o do tubarão aí fermentado da Islândia. >> Isso não comeu? Não. Não, não. Já
provei. Já provei. >> Já provou? >> Você tem que tampar o nariz para comer. Mas o sabor >> [ __ ] legal pr [ __ ] né? Vou tapar o nariz para comer. >> Sabor, >> [ __ ] [ __ ] tesão, hein? [ __ ] Experiência. >> Não, pô. Não, mas, pô, eu tenho obrigação profissional de provar as coisas, velho. >> Não, não, não. Você é outra história. Eu também aceito um amin. Bolinha. Então já pega esse aqui que meu próximo. Eu sou um cavaleiro. Cavaleiro você é o nosso convidado. Você é o nosso
convidado. >> Você é um cafezinho aqui de socorro. Já percebi que esse café diferente. Não dá nem tapando o nariz. >> Esse café é diferente. >> Nem tampando o nariz nem isso aí não dá. >> Aqui se não tiver grão da melhor qualidade de aí. Não, não é isso não. Não é isso não. É fermentado mesmo. Tubarão fermentado chama rari. >> Olha isso aí é um cafezinho da montanha, >> cara. Que delícia de café. Torrinha média. >> Torrinha média. Exatamente. Coisa fina. >> Mas assim, velho, tem várias comidas no mundo que são muito escrotas, muito
Estranhas. Por exemplo, eu comi cérebro de cordeiro agora no interior da Grécia. >> Ah, vai tomar no cu. Para quê? >> É estranho. Não tem o que fazer, né? Com >> não é, mano. Porque é cultural do cara, velho. Se a população come a car do carro. Isso aí bola. >> Não, mas é. Eu tô ligado, mas mas assim, eu eu tenho que entender então car isso aqui, velho, é tudo tudo defumado, tá? Tá ligado? Os cara >> gostou, >> tem que defumar para tentar comer. >> Não, porque era a única técnica que tinha de
guardar preservar, né? >> Mas então assim, por exemplo, interior da Grécia, agora a gente foi lá, é, pô, era a cabeça do bicho >> nos petos de churrasco e aí o cara vem, plau, abre e você come aquilo ali com pãozinho como se fosse um patê. >> Nossa senhora. >> Aí aonde vem a viagem. Salsicha. Gosto de hot dog? Go. Sabe o que que tem ali dentro? Não. >> Ah, então tá. >> Eu não gosto de salsicha. >> Então deixa eu dar um golinho aqui da >> Vai, vai. Diga o que tem dentro da salsicha.
Tem cbro de cordeiro. >> Não tem cérebro, mas tem carnes mecanicamente separadas e alguns miúdos, dependendo da da do tipo de salsicha e tal. Só que como aquilo tá padronizado, você não percebe, >> mas é bom que você coma porque tem que Comer esses outros cortes. Mas se a gente come isso sem ver, por que que a gente não come >> buchada? Já comeu buchada? do cheiro muito bom, mano. >> Bucho, >> bucho. Comi muito na infância. >> Bucho, cara. É muito bom. Cheiros buchinhos. >> Só coisa que moela. >> Ah, moela é bom, hein,
cara. >> Amo moela. Eu comi muito quando eu era Moleque. Que eu comia muito em São Gonçalo quando era moleque. Era >> camarão baiana. >> Vamos comer uma amelinha depois aqui. >> Uma moelinha delícia. [ __ ] merda. >> Eu comi muito angua baiana no que só tem no Rio. >> Que que é angua baiana? Angu baiana, [ __ ] O >> o angu, né, velho, é um prato que é >> angu com com uma porrada de coisa ali. >> É, o angu é um prato que é muito muito Angu é aquele creme de milho,
pô, como se fosse uma polenta, quase só que mole. Ang baiana é joga as coisas dentro. >> As coisas dentro. Anga baiana no rio não tem nada a ver, né, meu? >> Não, mas anguia baiana no rio como feijão tem muito baiano no Rio, né, cara? Tem muito. A imigração baiana gigantesca assim, né? >> Claro. O angu, o feijão carioca é é o de São Paulo. >> Uhum. >> E aí? Não, não se come feijão carioca no Rio. É feijão preto. >> É feijão preto. >> Feijão carioca se come aqui. R café é bom, mano.
>> É bom. Aí, Angua baiana, bola. Dá uma ligadinha aí. Aí, aí, ó. >> A polenta, cara. >> Eu tô achando que isso aí não é ang baiana, não. Meteram uma polenta aí, hein. >> Não, com tomate os cacetaiana. >> Vocês mudaram o nome e chama de Banga baiana. É polenta, cara. Ango baiana. >> Qual a diferença para polenta? >> É que é que é como ela, né? >> Você ó lá, ó. >> Não, o cara meteu-lhe umas fotos de polém. Angu a baiana aí toca ho to >> ang baiana. Ang baiana angua. Baiana comi
muito. >> Não, mas é bom. Anguzinho é top demais. Eu adoro >> o angu do Gomes. Já ouviu falar? >> Não. >> [ __ ] as carrocinhas que o Tim Maia gostava tanto de comer anguia baiana que ele ficava ali na praça 15 e a galera comia. Sabe aqueles carrinho que o cara bota bandejinha da batata do marechal lá? >> É. A galera comia na na Angudo Gomes. >> Tem lembi de uma para falar. Boa. >> Então vai fal >> de comida estranha que vocês falaram. >> Eu pesquiso quilombo há muitos anos, >> tá? >>
Culinária dos quilombos brasileiros, né? Porque assim, eu sempre falo que o quilombo Brasil é um dos poucos países do mundo que pode dizer onde começou sua cozinha. >> Uhum. >> Porque a cozinha não começou nas grandes cidades. A cozinha começou num quilombo aonde homens livres, africano, português, holandês, indígenas, sentaram Em volta do fogo e falaram: "O que que a gente come agora?" As coisas, >> que que a gente vai comer? Entendeu? Por exemplo, pirão, né? Pirão. >> Tem o pirão. É gostoso. >> E o africano tem um prato que chama fung ou afungi que parece
um pirão, só que é bem grosso. E o indígena tem o mingal que é bem ralo. >> O pirão é o conversado, tá? >> Entendeu? Então assim, é o meio termo, é o acertado. Então pão cresce, vi um Prato brasileiro. Então muitas coisas foram assim. Eu fui no sertão do série dó, velho, no interior do interior. Aí fomos lá num quilombo, os caras fazem um doce de sangue de porco. >> Ah, vai tomar no cu. >> Eu não como morija >> não. Mas aí, meu irmão, os caras fazem um doce de sangue de porço. Só
que a falar >> não, mano, vou te falar uma parada que ó, olha a cena. Chegamos lá, os caras Matavam o porco e aí eu enfiava o braço dentro da panela porque tem que ficar airando o sangue para ele não coagular. Meu Deus. >> E aí o sangue fica líquido e eles colocavam rapadura dentro e levava isso para para ferver >> com especiarias e começava a mulher mais velha lá mexendo. Depois o outro cara, depois o outro cara e aí é na sequência mexendo durante muit irmão. Vira Nutella o bagulho. >> Não, não, não, não,
não. Tô falando. Você confia no seu amigo? Tô falando. Confio. Conf. >> Se eu trouxer para você, por irmão. Se eu trouxer, chama churizo. Se eu trouxer para você e você comer sem saber o que é, você fala a cena mais linda não tem vários lugares no Brasil, mas ó, >> no interior eles botam a caixainha de caju em cima. Se eu trouxer para você e não te falar o que que é, você negócio não sai da colher. Ó, >> você sabe o que que é porco? >> Ninguém sabe. Eu vou te falar. Não, mas
olha, olha só. A cena bonita era terminou, viraram porque eles colocam numas coisinhas como pessoas de rapadura para ficar um bloquinho. >> As crianças raspando a panela. Como a gente raspa brigadeiro. Então comida é cultura. >> Sim. Entendeu? Comida é cultura. Se você nasceu com aquilo, >> ó. Não, aí é outra coisa. >> Mas assim, eu eu laranja >> é eu namorei uma americana que eu levei para comer na lá em Maceió, na >> lá no na Maçagoeira. Não, ela eu comia. Aí >> eu levei uma americana que eu comi em macei >> não, [
__ ] Eu levei ela para comer. Falei não. >> Falei não. Falei falei levei para comer em Maceió. >> Levei para comer lá em Maceó. >> É, foi o que você falou, cara. >> Ruga Rocha comeu americana em Maceó. >> Não, levei a americana para comer lá em Maceó. >> Eu levei a mulher na Os caras [ __ ] É brincadeira. >> Mais ou menos. Mais ou menos. >> Sei que aí a menina foi comer caranguejo lá na Maçagüeira, Maceió. >> Na Maçagüeira, ali onde fica as casas dos pescadores. Veio aquele caranguejo da gente que
é o caranguejo guaiam, >> peludo, >> que pra gente, pô, natural. Vamos comer uma patinha de car. Ei, que delícia, meu irmão. Quando vê a mulher deu um grito, falava: "Holy shit, spiders". Ela: "Meu Deus, aranha". Eu digo: "Não, minha filha, crab, >> caranguejo. >> É crab, crab lá. Não, que crab peludo da [ __ ] é esse?" Aí eu digo: "Ô, minha filha, é um caranguejinho assim mesmo aqui." Aí eu ainda quis mostrar para Ela, ó, e come essa parte de dentro. Sabe quando você tira a casca, que é aquela coisa >> não, porque
preto meio marrom dentro que a gordurinha dele que é uma delícia. >> Ela, então assim, comida é cultura. Todas as outras mesas crianças, >> traumatizou a moça. >> Traumatizei. >> Ah, mas eu não sou muito fã de caranguejo não. >> Porque comida é cultura. Você tem que nascer comendo. Fortaleza. Meu avô comia todo final de semana, deixava na lata. >> É uma delícia, cara. >> Sabe aqui no pedaço amarrado no pau? >> Amarrado no pau. >> Pera aí, >> meu avô. >> Guga Rocha disse que comeu americana carioca, comia o negócio abarrado no pau. Meu
avô tinha aquela lata de óleo com cabo de madeira no meio, tá ligado? >> Sim. Lógico. Que é armadilha, [ __ ] >> Ele jogava o caranguejo ali, meu avô deixava ali, aí ficava aquela latinha. Aí eu vou, [ __ ] ele fazia o fogo no chão. >> Mas é o que você fala, né? Melhor do mundo. Cervejinha, martelinho. >> Uma das coisas mais gostosas que eu comi. Eu fui pra Fortaleza com o gostosinho. Me levou numa é uma barraca do tiro no meio da areia. Você tem que ir de jeip, você não chega de
>> Ah, isso é demais, cara. >> Paramos caranguejo, lógico, né? Mas caranguejo dá um trampo da [ __ ] para comer aquela carninha muito trabalho. Tudo que é gostoso trabalho, né? Bola. >> Como é que chama de arroz? É >> raia. Arraia. >> [ __ ] >> arroz de arraia. >> Bolinho de arraia. Não, >> não comi. Comi o moqueca. Não é moqueca moqueca de peixada. >> Como chama? Risoto de arra. Meio um risoto. >> Deve ser um arroz. Foi aonde isso? >> Em Fortaleza. >> Fortaleza, >> irmão. Que coisa boa deve ter coco. >>
[ __ ] coisa boa do [ __ ] >> E olha que doideira. A gente tava falando o que é que é do Brasil. Coco não é do Brasil. Não tinha coco na orla brasileira, era mata atlântica, né? >> Aí a galera levou tudo. Então assim, não Tem coco. O coco veio de fora. Pitanga não é brasileira, manga não é brasileira, banana não é brasileira. Só a banana da terra e a banana ouro. As duas bananas são todas indianas. Entendi. >> Então assim, a gente tem uma série de coisas que a gente tira como nossa
cultura, porque a cultura é uma construção, >> como disse o cabelo, que que se planta tudo dá, >> tudo dá, velho. Entendeu? Assim, agora a gente tem as melhores frutas do mundo. Se você já viajou, [ __ ] siuela cajá, cajá muito bom, >> cupuç, sabe? Tipo, tem frutas assim, tem pr [ __ ] no avião, né? >> Não, mas é que eu adoro aquilo ali, cara. >> Leva, leva no, na, >> leva o isopor do copoaçu em cima no cu que você leva. >> Leva na cara de pau. Tô nem aí. A comissária quer
te matar. É cupom aça. Eu já mando. Não, não c mandar aqui. >> Nossa, doce de cupom açúcar, chocolate. [ __ ] >> Então assim, >> suco de cupo açu. >> Suco de cupo açu e faz chocolate de cupo açu. Sabia disso? >> É. >> É porque o cacau, a planta do cacau chama Teobroma. Cacau é o nome Científico. Teobroma quer dizer comida dos deuses, né? Porque é só quem comia antigamente no antigo México, né? Os os os incas e os maias e tal. Quem comiu eram os reis, que era comida dos deuses. E o
chocolate era uma bebida. Os caras colocavam o chocolate amassado, o cacau, grão do cacau, colocava líquido, pimentas e batia aquilo e tomava aquilo como se fosse uma bebida. Depois que foi pra Europa que virou chocolate, >> cara. Inventou primeiro inventou Primeiro amarula. >> Primeiro ele inventou amarula, >> depois de chocolate. É. >> Aí na Europa os caras inventaram comer um negócio em barra e tal. E o Cupoaçu é Teobroma Grande Flória, eu acho que é o nome científico, é primo do cacau, pô. Então os caras fazem chocolate de cupoçu, no mesmo esquema, pega o o
níbidu e faz chocolate. É uma delícia. Então assim, o Brasil tem uma riqueza, velho. Tem tanta coisa pra gente Apresentar pro mundo ainda. Gá, eu vou te falar assim, ó, eu, P, >> [ __ ] cara. Graças a Deus. >> Nossa culinária é muito [ __ ] cara. Muito, muito, porque a profissão que eu tenho e a oportunidade, sou muito grato a Deus por isso e e as pessoas também. Eu, a gente tem oportunidade de conhecer pelo menos o Brasil, de cabo a rabo, né? Rodar bem o Brasil. >> Vou jogar real assim, na minha
opinião, tá, pessoal? Obviamente São Paulo não se Compara. São Paulo >> é que tem comida do mundo inteiro. São Paulo >> não. São Paulo é [ __ ] São Paulo você come essa [ __ ] aí, se bobear tem esse tubarão aí em algum lugar. >> Deve ter. >> São Paulo, Nova York, Paris. É, Londres, é, sabe? Isso é umas capitais. Agora toda o mineiro que é uma delícia, o os gaúchos ali com carne, >> os camarões de Santa Catarina que eu Estou tendo oportunidade agora. >> Sensacional. Ostra. >> Ostra. É capital da Ostra. Então,
>> mas o arroz com feijão, a comida básica, basilar, >> o beabá da comida de qualquer lugar. Não, mas de qualquer lugar, sabe? qualquer lugar que você vai comer. E eu fiquei meio impressionado que não tem lugar ruim de tempero. Não, não. Vou te explicar qual cidade que eu me impression. >> O feijão arroz é muito bom, a farofa é muito, qualquer coisa que o cara faz é muito gostoso. Fala, cara, não é possível. Deve ter um lugar ruim aqui. Aí você vai no outro lugar. Não é possível. Que povo para cozinhar bem. Belém do
Pará. >> Ah, mas é o norte do Brasil. >> Mas por que que esses caras cozinham tão bem, [ __ ] >> Então, cara, tem assim, o a o norte do Brasil tem uma influência muito grande No Nordeste, né? Aham. Porque as pessoas foram para lá para trabalhar em extração de borracha e outras coisas. Então levaram muita a cultura nordestina para lá. Inclusive tem aquela dúvida se ah, tapioca foi do Nordeste para lá, foi de lá, entendeu? As pessoas não sabem exatamente, que inclusive aquele negócio não chama tapioca, aquilo chama beiju. >> Beiju, >> biju,
beiju, >> né? Tapioca é o ingrediente você usa Para fazer. Enfim, >> mas assim, eu acho que tem essa coisa do ingrediente local que é top demais. Os peixes do norte do Brasil, cara. Você tá maluco? Comeu uma banda de tambaquia. Piraruc, filhote. >> Outro dia eu comi uma costela de tambaqui aqui que pelo amor de Deus >> é. E eles tm essa coisa do tempero. O cara vai temperar peixe é limão, alho. Se tem essa mão do Nordeste também de >> [ __ ] Mas Belém é assustador velho. Qualquer coisa você vai comer. Qualquer
lugar. Ah, vou comer o bife do hotel. Bifet do hotel. >> É top. >> Eu falo [ __ ] >> Que [ __ ] é essa? Que comida gostosa do [ __ ] velho. >> Come e bebe-se bem. Tem uma cachaçaria lá que é top, não vou lembrar o nome agora, mas que tem centenas de cachaças assim. É uma coisa absurda. Quem teve oportunidade de conhecer Belém >> e Minas Gerais, pô. Minas, é só sair um pouquinho, [ __ ] Por exemplo, outro dia eu fui, ela já morreu, >> mas a o meu coração afetivamente
ainda grita, né? Porque para mim em Belo Horizonte tem dois gestantes absurdos. Daí eu cheguei para min pra minha equipe, falei assim: "Ó, [ __ ] eu quero na dona Lucinha, cara. Mudou até de lugar. Eu comi o que eu falei: "Não é, é divinamente, não é muito bom". >> Você conhece o dona Lucinha? >> Conhece. >> Ela já não é mais viva. Inclusive tem até o livro dela, >> cara. >> É, mas é cara, é cois bola, um caldinho, [ __ ] Eu falei, vai tomar no cu. Eu não queria ir embora. >> Sabe
por que que eu não queria ir embora? É fodi, >> chapuri [ __ ] Xafuria é sacanagem. Sacan é [ __ ] Ó, agora sabe por quê? Porque cozinha é tempo >> e não é tempo de cozinha, não. É o tempo da paciência do cozinheiro de deixar a coisa dourar com fogo baixo, a concção longa. Então assim, quando a gente vai cozinhar em casa, fala: "Porra, por que não fica igual?" Ah, desespero, [ __ ] velho, vai cozinhar para e toma aquele tempo que é o seu tempo. >> Tipo, pera aí, vamos lá. Passa com
calma, né? >> Agora é a hora que eu vou esquecer. Larga essa merda, larga a [ __ ] de celular, larga tudo e pra junta a família aqui, os amigos ou sozinho mesmo, velho. E fala: "Pô, eu mereço comer bem porque você é literalmente o que você come." Então, se você come uma parada estressado, você vai ser estressado. Você para come uma coisa com pressa, você vai estar com pressa. E tempo é uma coisa que você quiser, você tem. Você não fica 20 minutos no Banheiro vendo um negócio de redtube? Então não faça isso. Tire
um pouco desse tempo >> para cozinhar. Tô falando sério, velho. >> Não, bota 80º, bota na conquistão e deixa. >> Não, mas falando sério mesmo, tira esse tempo para você, cara. A hora de cozinhar é uma hora sagrada. É a hora que você para, respira fundo e fala: "Pô, isso aqui é o meu combustível. Isso aqui é o que eu sou". Entendeu? Tipo, a Única coisa que une todo mundo no mundo, cara, é comer, velho. É verdade. >> É comer. Comer e respirar, velho. Se você não fizer essas duas coisas, acabou. Então, assim, tem que
ter comida. Você pode ter toda a cultura. Você pode ser tipo, sei lá, muçulmano, você pode ser chinês, japonês, todo mundo come, irmão. >> Todo mundo come. >> Todo mundo come. Então, a comida é essa linguagem internacional >> [ __ ] entendeu? Isso é uma coisa que eu levo muito a sério assim e por isso que eu viajo, por isso que eu quero ter cada vez mais essa coisa de viajar e mostrar pro brasileiro. >> Vai ser demais, cara. Mostrar a comida do mundo e através da minha visão, entendeu? >> Mostrar a comida das pessoas
simples e também os restaurantes [ __ ] Sacou? Tem que ter tudo >> e a linguagem conhecer. Mano, vou te Falar, >> eu fui agora no >> como as pessoas são boas bolas, como a galera fala: "Olha, vem cá, você tá fazendo?" Não, vem cá, vou fazer na minha casa. Minha mãe vai fazer um negócio para você. As pessoas pegam pela mão, as pessoas não me deixam pagar a bola. Eu tava, eu tava no Marrocos em Marrquech, comida de rua, o cara simples, humilde de tudo. E eu filmando. Não, não, mas o cara tinha uma
lojinha Ali e o cara, eu filmando, o cara fazia um pão com os negócios meio apimentado assim e eu peguei o pão, cara, comi, falei: "Pô, cara, não, não, não, não, não, seu dinheiro não é bom aqui". Falei: "Por que ele não, não, não, não, obrigado, você tá filmando aí, tal". Falei: "Não, cara, faço questão de pagar". E assim, nada, né, velho? Falei: "Não, então deixa eu dar um presente pro seu filho. Vou dar uma grana. Não tô pagando pão. Vou dar um presente, você Comprar um negócio seu filho". Ele não, não, muito obrigado. >>
Não, e você vai conhecer, >> sabe? As pessoas são assim, cara. >> Eu fui agora no em janeiro para Nova York, pô. Eu fui no Peter Lugan, irmão. >> Ah, que loucura. >> Que que é aquilo? Que carne é aquela, irmão? [ __ ] [ __ ] [ __ ] >> Como é que é o nome? Bola. >> Peter Luger. Tem desde 1800. >> É muito caro bola. >> Eu gastei eu e a Gabi 300. >> É caro, hein? É caro. É caro. Mas é um negócio, irmão. Quero não. Quero não. >> 150 cabeça. Não,
não, não quero não. >> Mas é um negócio absurdo. >> Não, é muito caro. >> É, não é muito caro. Mas sabe que você faz? Fica três meses sem restaurante. Vai só lá. >> Aqui no cu que eu f >> vai só lá. >> Ah, não, fica. >> Cara, todo mundo me falou: "O negócio existe desde 1886, >> mas caro bola. 300 p." >> Mas é um negócio muito absurdo. >> Mas o que que é que é absurdo assim, >> cara? É qualidade, velho. É loucura. É um negócio, >> como é que é o nome?
Bala >> Peter Lugger. >> Peter Lugger. >> [ __ ] é um negócio muito absurdo. >> Não tem um próximo pela Mas você não consegue, você não consegue ir lá? Mas >> porque não aceita dinheiro, só aceita dinheiro com débito. >> Ué, débito eu tenho. >> Você não vai com dinheiro, >> mas tenho débito. >> O americano. >> Ué, meu minha conta é dólar. Eu pago em déébito dólar. >> Então pode ser, senão você não ia entrar. >> Bola falando, você não tem dinheiro. Usa crédito, não usa nada. >> Ah, mas tá certo. A que
que não usa crédito? 150 cabeça. >> Cabeça, cabeça. >> Mas eu comi. >> É que eu vou agora, eu vou em julho para lá. >> Não tem. >> Eu comi o bacon. >> Fala comigo antes. >> Você tem um lugar legal para mim com Preço bom. Nada de roubo não. >> E assim, vou te falar uma parada, uns lugares meio nessa. >> Eu teco de bacon. >> Ah, mas 300. Mas é, come à vontade. É isso. É 300 L. Come à vontade. >> Não come não. >> A bola eu comi um New York. Tem que
lá bom. Não chega aos pés, >> cara. Eu fui num restaurante. >> Não chega. Você resante que você foi é bosta perto disso aqui. Não fala assim Não. Como é que é o nome daquela cidade? [ __ ] eu fiquei imp na África do Sul. >> Cape Town. >> Não. >> Joanesburgo. >> Não. >> Stalen Bosch. >> Stalen Bosch. >> Papai sabe para cara. É. >> Stalen Bosch. >> Stalen Bosch. >> Stalen Bosch. Eu fui num restaurante de carne, meu amigo. Eu vou dizer o nome. Fat. Como é que é o nome desse restaurante bola
que você falou? >> Peter Lugger. >> Fat. Pera aí. K. [ __ ] só para você ter que ver dois meses para reservar. >> Eita, eu tenho história boa defica do Digão, vou contar sua história, hein, Digão. >> Ó, eu recomendo, atenção, você que vai pra África do Sul, Stalen Bosch, >> cidade dos vinhos, região dos vinhos da África Sul. Vinho argentino e chileno não chega não. Os pés, cara. Eu tinha maior noia. >> Não, branco dos caros, [ __ ] Tudo não, tinto branco, tudo, >> cara. Muito louco. >> Ó, é The Fat Butcher.
>> The Fat Butcher, >> o nome do restaurante Bola do Céu. >> É desde quando que existe? >> Ah, meu, eu só sei que é. >> Olha o que que o cara serve. Um tutaninho ainda. >> É bom demais. É bom demais. >> África do Sul. Talvez eu tenha ido lá, mas eu não lembro muito da viagem. O lugar tá louco. >> Só para você ter uma noção, esse restaurante você reserva ele bem antes. >> Sim. É bom para >> lindo, lindo, lindo, lindo. >> Ó aí bola. >> Não, e na África do Sul a
gente foi num Negócio de carne selvagem. >> Mas esse do pitelã é a carne derrete na boca. >> Olha aqui, ó. É um negócio muito absurdo >> aí, boleta. Você gosta disso aqui ou não? >> Não. >> Tutaninho não gosta? >> Adoro. Tutano. Adoro. Go. Gosto. >> Você comeu as carnes selvagem na África do Sul? Lá tem zebra, tem que lá frescura. Não come rodí lá que tinha Várias carnes. Lá é muito. Sabe o que que eles comem muito lá >> na África do Sul? que é um [ __ ] a picanha dos cara é
avestruz >> avestruza é bom para [ __ ] >> Eles comem para [ __ ] Carneá é meio carne magra >> lá é assim ó. Carne comum. >> Avestruz é uma delícia. >> Carne comum. Carne de cordeiro. Avestruz. >> Bicho. >> Não tem muito. >> Avestruz é um vaca. >> A o frango dos caras é avestruz. >> Avestruz é bom demais. >> Lá é avestruz. Se é o filé de frango deles. É avestruz. >> A gente a gente foi na África do Sul. Eu sempre brinco com isso que eu não lembro muito. Foi meio se
bebê não case a viagem assim. Quatro amigos. Eu, Dalton Rangel, Rodrigo Perdigão e o John. Nós quatro fomos para lá, meu irmão. Primeiro dia a gente já foi encher do Sul. >> É isso. Tá isso em Cape a gente foi para também Sten Bosch, Jon Bburg, a gente fez tudo. St bosch é como é que é? Frencheck. Freque. A gente fez sensacional. >> Os macacos tudo na rua. Não sei que a gente, velho, tinha tomado umas e eu tava dirigindo, eu não tinha bebido, os caras tinham bebido mais, eu tinha tomado uns dois copinhos de
vinho, Beleza? >> E a gente dirigindo, voltando pro hotel, de boa, meu irmão, quando a gente vai virar assim, tem uma blitza, >> só que os caras tipo assim, sabe o ramo M16, aquelas caras com as metralhadoras assim e os cara, >> [ __ ] que pariu, eu falei: "Para o carro, para o carro". Os cara os caras pararam o carro, aí a gente tinha umas casinhas tudo com murinho baixo assim, a gente simplesmente fingiu que a gente estava Naquela casa, >> estacionou, >> a gente estacionou o carro, entramos no jardim da casa, a gente
se escondeu no muro assim um pouquinho, saímos de volta, entramos no carro, aí eu tava dirigindo, >> nada, não tinha como dar minha volta, era mão única, tinha que passar por lá. Aí eu usei uma técnica que é a técnica da buzinada, né? Quando eu fui passar pelos caras, eu t >> aí o cara que esse cara já foi, né? Já foi embora já. Meu irmão, a galera com o cu na mão. Aí fomos para lugar lá em lá em Cape Town, tem um lugar que é uma rua só de bares assim, cara. >> Sim.
>> Tá ligado que tem tem uma cervejaria e tal. Aí >> todo mundo já tava mamado. Aí o Dalton Rangels, conhece o Daltinho, chefe de cozinha também, >> Dalton tava lá e tal. E veio o cara, welcome to África. Bem-vindo a África. Dei um abraço nele assim. E mano, que o cara deu um abraço, o cara meteu a mão aqui, flupt, pegou o celular dele e o cara saiu correndo. Me assim, você não tá entendendo. >> Long street, >> a long street, a velocidade do cara e a gente correndo atrás do cara gritando. >> E
aí a menina, >> mas eu achei, eu assim, eu achei o Long Street, eu achei um pouco pesado, cara. >> Muito rock and roll. >> É meio augusta aqui. >> Não é, você achou? É, mas é mais rock and roll. >> A gente é a a gente foi >> sim. Que que é isso? >> Hã? Que que >> é uma rua de boteco. Aí a gente bateu o carro assim, aí a gente olhou um pro outro assim. >> Não, esse lugar aqui tá parecendo rua Augusta, meio punk, né? Aí a gente meteu o pé, nem
saiu do carro. A gente meteu o pé. Mas olha vocês foram fazer lá. >> Não, porque é famoso. É >> famoso, pô. >> Ah, vamos lá. Ra. >> Aí bateu. É, você vai conhecer. >> Tem que ir. >> Eu bati o olho lá, bola. >> Não. E aí a gente, >> que louco. Eu já não desci do carro, eu já me liguei. Não é que vem do Rio, né? A gente veio do Rio, a gente já tá ligado. >> Baratíssimo. A África do Sul quando a gente foi, tava de graça. Assim, muito barato. Muito barato.
Real super valorizado em relação assim foi massa. >> É três vezes o nosso dinheiro. Nosso dinheiro é três. Você vai tomar uma coca 2 conos. R$ 2 p >> barato. >> Sei que aí, bicho, assim, eu curti muito a África do Sul, a gente teve todo esse Negócio da viagem e tal. Eu sei que a gente estava lá e aí uma pessoa que tinha visto o roubo virou pra gente e falou: "Olha, eu sei onde é que o cara tá. Vamos lá comigo que eu levo". Eu falei: "Pô, você viu o assalto ali na frente
do do hotel? Ela viu? Vi sim. Eu falei: "Não foi na frente do hotel não, meu amor. >> Queria te roubar também. Foi. >> Ai que filha da [ __ ] >> Queria te roubar. Queria roubar a gente Também. >> 500 anos tr é meio barra pesada. A noite é meio >> a gente foi numa balada velho que a gente chegou lá a gente tava lá e essa coisa do Brasil é massa por isso. E lá ainda tem no subconsciente ali a coisa da segregação racial cara, tá ligado? Muito forte. Ainda tá no subconsciente das
pessoas que tm. Aí a gente foi nesse lugar láinha na rua, >> um cara perguntou pra gente, o cara tava Assim, eu tava no bar, o cara veio para mim, era uma baladinha, o cara falou: "Tô fazendo o que aqui?" Falei: "Apai tomando a cervejinha". Falei: Falou: "Você é de onde?" Eu falei: "Do Brasil". Olha: "Ah, tá, >> tá em tá em casa. Não sabe onde tá >> casa?" Não. O cara falou: "Não, porque o Brasil, [ __ ] a gente, o brasileiro tem esse super poder, cara. >> É bem recebido em cão. >> É
bem recebido. Ronaldo, Ronaldinho, os Caras já vem falar. Então assim, esse é um [ __ ] super poder legal. As pessoas têm uma empatia com a gente que é o que, >> o que me, o que me, o que me, o que me deixou impressionado na África do Sul, assim, tip, porque eu rodei ali o cabo ocidental ali, >> sim, bonito demais. >> Realmente, o Apardide ainda é muito forte. >> É, cara, ainda tem assim, tem uma coisa ainda, >> as periferias são cercadas de muro e onde mora negro mora negro, onde mora branco mora
branco. >> Ainda não mistura. Não, mas já melhorou assim, absurdamente, mas melhorou. Mas assim, ainda eu vi muito em qualquer cidade que eu ia, a periferia sempre os muro, muro, muradinha, >> aí só negro, lugar de branco, só branco e o negro sempre servindo branco. Não muito diferente do Brasil. >> Sim, eu fui na favela onde nasceu o Mandela, né? A gente foi lá porque eu queria conhecer. >> Eu fui na cadeia do Mandela. A gente foi, a gente foi lá na favela e a gente foi ns caras que fazem dentro do barraco uma cerveja
>> que eles mastigam o milho e deixam fermentar. Eu tenho esse vídeo aqui inclusive depois eu Ele é o cara cospe ali e deixa fermentar e a gente tomou a cerveja dentro do negó fermentação, irmão. Álcool ali tem zero problema. Tomamos o negócio lá. Mas bicho, assim, eu como é que eu vou ter? Você é muito louco. >> Mas entende bola. Como é que eu vou ter discurso? Como é que eu vou poder falar? Não, mas >> uma coisa você não experimentou que você não >> não não é nem experimentar. Tipo, como é que eu
vou falar, [ __ ] eu sou um cozinheiro que viajei o mundo todo, que p conheço do negócio e não como nada. Não, eu tenho obrigação profissional de ir lá para conhecer a cultura do cara. E quando você quebra essa barreira, meu irmão, o cara, quando eu provei o negócio, o cara dava um abraço na gente assim, você não tá entendendo. O cara, meu irmão, que do [ __ ] que você tá aqui provando o negócio da gente, porque a americana tava com nojo do caranguejo, >> caranguejo. >> Como é que eu vou ter nojo
da cerveja? >> Entendeu? >> É cultural, sacou? Então a gente tem que ter essa. E a partide é um negócio que acontece hoje no Brasil, só que um apartide financeiro, só que uma partide cultural continua, entendeu? Então são coisas que assim às vezes a gente vai no outro país, a gente acha que coisa, mas bem aqui também rola, sacou? Então é é complicado isso, mas assim, tirando tudo, que país do [ __ ] que tá crescendo cada vez mais. Vinhos [ __ ] cultura gastronômica [ __ ] um povo super Gente boa. É, o povo
é incrível. Um lugar que vale a pena e viajar e conhecer. Vale, cara. África em geral, assim, sabe, tem muita coisa para conhecer na África. África é um >> continente, brother. >> É que falam muito do Japão, né, meu, que Japão é uma loucura, né, velho? Japão, cara. É assim, primeiro que assim é tão distante do que a gente é, velho. >> É, >> sabe, eu fui nos interiores assim, bola, Tipo nas montanhas de no meio do nada em Osaka, tipo aquele lugar onde a galera não fala inglês, só coisa tradicional. A gente ficou num
hotel, isso é, olha isso, carica. A gente foi numa num hotelzinho que não é um hotel, é o que ele cham de Riocan. Riocan é uma uma pequena hospedagem >> tradicional japonesa. Chega lá, celularzinho, tchau, tira a roupa ocidental, coloca e não é para turista não, só tinha japonês, >> só o local, >> um negócio assim no meio do nada, cara, tem uns banhos quentes. Aí beleza, a gente acordou, foi tomar café da manhã. Eu tenho um filho de 5 anos, né? Na época ele tinha quatro. O café da manhã era arroz, peixe grelhado, picles,
ovo cru que você misturava com nabo e o negócio, as coisas japonesa assim, tipo, >> é, não tem pão. >> Aí eu não. >> Aí eu falei, chamei o cara, irmão, tem Alguma coisa pra criança e tal, tal? Ele falou: "Não, isso é, isso é pra criança. Criança come isso também. >> Vocês comem, a criança comem". >> Aí eu falei: "Pô, mas meu filho peixe grá de manhã, acho que talvez ele vai estranhar, ele não". Aí eu falei: "Ó, sabe esse ovo cru aqui, ó? Pega o meu da minha mulher aqui, ó, faz ele mexido
para mim". O cara, não, não faço isso aqui. A comida daqui da gente é essa. No final, cara, ele comeu, no segundo dia Ele já comeu. E aí eu comecei a pensar, será que o café da manhã que a gente toma hoje é normal? Será que a gente foi feito para comer cereais matinais e comer coisa? Ou será que isso aí foi inventado porque é commodity? >> É, então, >> sacou? Era pra gente tá comendo, irmão, peixe, frango, arroz, macarrão, a Assia inteira com isso. Café na manhã é isso. Então, quando você vai na cultura
do outro, talvez te faz pensar, entendeu? Então o pensamento é que é grande sacada. É mais do que aprender a cozinha. É pensar tipo [ __ ] será que eu tô vivendo de verdade? Será que isso aqui é o certo? Será que não era pra gente estar comendo de outra forma? É, então, >> entendeu? Mas é uma loucura, cara. Lá é muito louco. Os restaurantes, eu vi uma vez, não sei que programa que foi, você entra, você come dentro da privada >> e [ __ ] isso é uma >> as privadinha, não é não não
é suja. O prato é em forma de privada. >> Tem outro que você come junto com os gatos. Chocolate na privada, mano. Chocolate. Uma cagada. É, então esqueci. É muito, eles são muito louco, velho. >> Tem um café que eu nem consegui ir de tão cheio que é, que é um café que só tem capivara. Capivara café. A galera vai lá, fica fazendo carinho na capivara, velho. Capivara brasileira. A capivara é um Bicho nosso, né? Capivara lotado uma [ __ ] de uma fila do café da manhã com as capivarinha do lado. >> Então assim,
o japonês, o japonês gosta muito dessa coisa, cara, lúdica, diferente e tal. É muito legal, mas tem a coisa da cultura. Por exemplo, eu fui numa aula de ninjitsu, samurai ninja, então arco e flecha, não sei o quê, espada. Eu dei maior cagada do [ __ ] Tinha negócio de ar flash. Sei nada de ar flash. Aí eu dei a pau, acertei no Meio, não, mas acertei na no alvo, pelo menos. >> Aí, pô, você é muito bom de indígenas brasileiras, né, meu amigo? Pleasa, [ __ ] tá maluco. >> É um país tão antigo,
tão centenário, tão, tão milenar, tão milenar. E a cultura do zero desperdício. >> É, >> o cara falou um negócio, inclusive tem uma coisa que é até triste assim de falar, né? O cara tá falando de Carnaval, né? Aí o cara pegou e falou: "Porra, o povo que faz uma festa dessa não tá precisando de dinheiro, né?" >> Não. >> Aí eu peguei e falei: "Por quê?" Ele falou: "Porque a gente quando tá precisando de dinheiro, a gente divide o arroz, a gente sofre e tal". Eu entendo a pensamento dele, mas me irmão, a vida
é uma só, brother, a vida é uma só, entendeu? Você tem que viver hoje também. É o único momento que a pessoa Que vive às vezes de uma forma muito difícil no Brasil tem para ir ali extravazar, velho, curtir, sabe? Tipo, >> é perder o celular. Não, mas sério, então assim, a cultura é isso, >> cada um vê de um jeito, não tem, >> é respeitar, entender e aprender essa coisa >> não. E o Brasil e o Brasil tem aquela também, aquela simplicidade, né? Tipo aquela [ __ ] na praia, manjubinha, né? >> [ __
] bom demais. >> Manjubinha é uma delícia. >> Agulhinha, né? Agulinha fritaceó, né? >> Agulhinha, peixe agulha frito com limãozinho, pimentinha. Então assim, a coisa despojada vem de é um peixe que é meio que vem de baciada, né? >> É, não é? O cara pesca com que chama ticuca, que é uma madeira com a com a redezinha. Você vai de noite, noite sem lua, coloca lampião na na na jangada, aí elas vê e você pega de >> é um peixe abundância. Já teve mais. >> É mesmo. É. Mas é uma pergunta que eu tenho, cara,
eu sou um cara meio preocupado assim, cara. Eu tava vendo um documentário sobre pescaria, é meio meio chocante assim, porque cara, como é que o mundo vai fazer com essa quantidade de restaurante japonês com que você come de frutos do mar? Vai dar para aguentar? >> É, então >> porque todo mundo, todo lugar que você vai, todo mundo criar em cativeiro, >> todo lugar que você vai, As pessoas falam exatamente isso. Falam assim: "Ah, já foi o tempo do povo, já foi o tempo da Lula. Hoje em dia, por exemplo, eu fui no restaurante de
Florianópolis que eu fiquei louco. E vou te falar, eu nunca comi, faz muito tempo que eu não vejo um camarão camarão, porque o camarão é tudo miúdo. >> Qual foi o restaurante que você foi lá? >> Lindac em em ali em Coqueiros ali. >> Você deveria ter ido no restaurante do meu amigo Alisson Miller no Rosso, Rapaz. >> O rosto não, mas esse aí >> é loucura. >> Esse tem 60 anos. Esse lindo capa. O camarão. >> O Alisson também tem >> 60. um camarão e só comia esse camarão lá em lá em Las Vegas,
ó, que era um camarão que que desmancha na boca e sabor bom para [ __ ] Sabor >> camarão. Como você congela o camarão embarcado >> Uhum. >> Entendeu? E tem um tipo de produto, muita gente alérgica a camarão, né? Mas não é camarão, é o produto. Se coloca tipo um sal de cura, um negócio que se coloca no camarão para conservar e as pessoas têm alergia a isso. Iodo, vai. >> O problema da abundância do mar não é ah porque tem muito restaurante, não é restaurante, é pesca predatória de arrasto que é feita que
leva tudo e os caras aproveita 5% que tá ali, >> joga o resto fora, >> entendeu? Então assim, esse é o grande problema. O grande problema é a mudança na temperatura dos oceanos, aonde muda as correntes marítmicas todas e muitas espécies de peixe vão sumindo. Por exemplo, hoje no Brasil a gente tem um bocado de peixe, aquele peixe escorpião, sabe? Peixe leão, que é um peixe invasor que já tem nos Estados Unidos, é uma desgraça. >> Peixe, o quê? >> É peixe leão, eu acho que chama. >> É um que tem uns espinhos, né? Ele
é meio tem como umas coisas parec asas assim e tal, todo venenoso. >> É. E os caras pegam esse e esse e assim isso por isso é mudança climática. o oceano cada vez mais quente, cada vez menos salgado, porque quanto mais água doce entra no oceano, menos salgado ele é. Então tudo isso, obviamente o consumo excessivo e tal. E é por isso que a gente, inclusive no Gsçã, a gente tem Muito essa consciência em relação ao que a gente vende, de onde vem, qual que é o produto, como utilizar 100% do produto. A maioria dos
problemas são passados pro ser humano normal. Ah, desligue o seu chuveiro porque senão tá. Mas a indústria tá lá gastando 750 bilhões de litros cúbicos de água por segundo. E o problema é a dona Quitéria que deixou a pia aberta um segundo a mais. >> Todo mundo tem que trabalhar. Eu acho que o grande problema é que todo mundo Tem que se ajudar. E a coisa do mar, cara, é muito mais complexo que isso. É esgoto que é jogado no mar, é uma série de coisas, entendeu? >> Não é a própria poluição da indústria, né?
Muito >> plástico, né? falam que o plástico muda para [ __ ] o peixe, né? >> O plástico hoje em dia você encontra microplástico, cara, em tudo. >> Tudo. Fez, teve uma pesquisa há pouco tempo atrás que viu microplástico, Parece que 80 90% dos homens do mundo já tem microplástico nos no no esperma, no >> É mesmo. >> É porque o plástico ele vai quebrando, quebrando, quebrando, ele >> Mas da camisinha, [ __ ] >> O lubrificante, pô. Vai e você vai engolindo essa [ __ ] Tem também >> nessa [ __ ] E >>
e >> corte bonito na essa [ __ ] >> do plástico. Por isso que tem >> por isso que tem no esperma. >> Não, mas é cara assim, os peixes, os as aves, tudo tudo hoje em dia, tudo absorve e a gente consome, entendeu? Então assim, a a o grande problema do mundo, cara, na verdade é uma conscientização que tem que ter para que a gente saiba que a comida, isso que falei desde o começo, a comida é uma linguagem, velho. Não existe uma forma de você ter uma boa vida sem um produto São, entendeu?
E por isso que eu acho muito bonito quando a gente investe em agricultura familiar, quando a gente investe em culturas orgânicas, isso não é frescura, velho. >> Isso não é frescura, sacou? Isso é uma coisa que é boa mesmo pra gente, cara. É muito importante, muito importante, >> certo? Então é isso. E e mais do que só aí quando a gente pensa nos oceanos, mas p não é só oceano, é tudo, cara. Para para pensar a o a os defensivos Agrícolas e também os como é que chama que coloca na planta para ela crescer mais
o adubos químicos e tal que são usados, vão pros rios. >> Que não é como é que é o nome? Tem um nome bonito que eles falam >> defensivos agrícolas. >> Não, não. Para adubar tem um nome bonito que eles fazem que eles fabricam adubo natural. Tem um nome isso aí. Mas aí esterco que >> não, não, eu sei o que você tá querendo Dizer. >> Compost >> não, porque compostagem é outra coisa. Compostagem é quando você pega as as, por exemplo, sobrou casca de banana, não sei que lá, você bota tudo junto para que
a natureza disfaça aquilo. Vira um Isso é um putadubo. O [ __ ] são as coisas químicas que são jogadas e vão através de assoreamento ali pro rio e tal e vai até o oceano. >> Então assim, tudo isso gera aí que é que Faz? Chega essa [ __ ] no mar, aí faz crescer muita alga. >> Aí cresce muita alga. Tem então tudo é velho. O problema é que tem a gente [ __ ] o mundo todo, né? >> Tem a gente a O problema é nós, né? O problema é humano. >> Como diz
papai, o ser humano acho que não deu certo, né? >> É. Então, mas eu sou muito otimista, sabia? Po, >> eu sou. Para para pensar, velho. >> Estamos vivo, nós vamos fazer o quê? Mas vamos, mas vamos ser, mas vamos fazer, vamos ser realista. Vamos ser realista. Digamos que a gente tivesse na idade média, né? Vamos lá. >> É bem melhor até agora, prefiro. >> Bem melhor, né? >> Todos nós estaríamos mortos. Ou seria muito sortudo que a galera morria com 25 anos, não dava nem para beber água, porque a água era um lixo. Mulher
não tinha direito de absolutamente nada, não Podia nem, imagina, não tinha nem voto como é que ia votar, tinha nada, não tinha direito de escolher o próprio marido. A as crianças morriam, você tinha seis filhos, ficava com um. Geralmente quem morria criança para [ __ ] Não tinha saneamento básico, não tinha educação. Hoje, por pior que seja, a gente tá na melhor fase do mundo, cara. A gente tem >> Wii, >> nossa querida, como é o nome da médica Brasileira que acabou de inventar 20 anos pesquisando, inventou um negócio para fazer tetraplédico, voltar para andar.
Então assim, eu acho que a gente também tem que não cair na pilha de que sempre tem essa pilha de deixar a gente assustar. >> Tatiana Coelho, Tatiana, Dra. Tatiana Coelho, >> Dra. Tatiana, >> parabéns, hein? >> Parabéns. Arrebentou, hein? >> Trazer ela aqui. Trazer. Você viu a prote dela em forma de cruz. É, mas cara, vou te falar, o mais maluco é porque é do Osvaldo Cruz, onde ela pesquisava >> isso nada a ver, >> não é assim, o mais maluco é isso. A gente, a gente como ser humano, a gente tem a tendência
de ser elevado para um lugar de medo. Eita, vai ferrar tudo. Nossa, não, mano, não vai ferrar nada não. Agora a gente tá começando a Melhorar um pouco. Conscientizar, né, conscientizar, mas sempre tá, velho. Para, para pensar, na idade média tinha gente ferrando tudo. Na idade, na época de Cristo tinha gente, na época dos egípos. Isso é do humano. A não é uma coisa que existe hoje. >> A gente tá aqui na terra para detonar o bagulho. O inimigo imaginários, né, irmão? >> Não é, mas a gente precisa. É um habitar. Concorre. >> Vamos lá.
Lei das selvas. Vamos lá. Lei das selvas. Vamos dizer que você cachorro na rua, irmão. >> Mas é a galera. Mas meu irmão, vamos parar pensar da bug hoje hoje mata muito menos do que na antigamente, pô. Sim, eu também acho. >> A galera fazia, os incas, os incas faziam rituais. Você não tinha que matar uma pessoa por dia e jogar de cima da pirâmide, porque senão o sol não nasceria, irmão. E a gente O que eu tô falando é de como é que é feita uma coisa sociológica ali. Para pensar, pô, os egípcios, pô,
ritual de morte, ai os vikings eles navegavam, mano, era o povo maluco que entrava no invadia os mosteiros na Inglaterra, matava todo mundo. É, então assim, a cultura de hoje, por pior que seja, a gente tem leis que por mais às vezes não são tão perfeitas, mas tá funcionando, cara. Tá mais civilizado, as pessoas começam a ter um pouquinho mais de Consciência, de respeito, sabe? Eh, eh, por exemplo, o que aconteceu com Vini Júnior agora, esse negócio de racismo que teve com ele, que o menino colocou a boca, se fosse há 50 anos atrás, hoje
em dia, por mais que foi pouca a reação, porque o cara tem que se ferrar para [ __ ] o cara que faz isso, mas ainda é pouca reação, mas é mais forte do que nunca. As pessoas se juntam hoje contra isso, sacou? >> Quer ver uma coisa que quer ver uma Coisa que você já sente a mudança? >> O antigamente o cara ofendia com orgulho. >> Sim. É, hoje o cara tem vergonha. >> Agora ele faz assim com a camisa para já tá, tá entendendo aqui, ó. >> Pois é, >> ele já chama o
cara aqui, ó. Entendeu? Entendeu? [ __ ] É, >> não, não xinga o cara de mono, o [ __ ] Mas aqui é do tipo assim, não tá fácil >> não, as coisas estão mudando, cara. Então assim, eu acho que a gente tem que ser otimista, mas assim, >> como diria, como diria Ariano Suçuna, né? O pessimista é um, eu não sei exatamente qual é a frase, mas o pessimista é um tolo. O otimista é, ah, eu vou pegar essa frase do ariano Sassuna, meu irmão. Ó, o ariano, tipo assim, é um cara que o
Brasil devia conhecer melhor. É, ele é bom. Ariano Suassuna é bom, >> ó. >> Suasunga. >> Ariano Suauna, essa frase é muito [ __ ] cara. Ele fala que ele prefere ser, se a internet funcionarse, seria sensacional. Na idade média a internet era bem pior. >> Você não tá no Wi-Fi? Você tá no Wi-Fi, senão ninguém não vai pegar nada, irmão. Ó que frase massa. O otimista é um tolo, o pessimista é um chato. Bom mesmo é ser um realista esperançoso. >> É lindo, sacou? Então assim, você tem Que saber que a realidade do mundo
é uma merda. Óbvio, claro, porque muita gente vive na miséria. A gente vive no talvez o país mais rico do mundo é o Brasil, que tem uma discrepância absurda social. Mas assim, a gente tem que ser otimista e falar, pô, vamos lutar para que isso mude, vamos fazer nossa parte no dia a dia, entendeu? Vamos tentar acabar com esse sistema que há tanto tempo no mundo inteiro. E então assim, eu acho que ser um otimista esperançoso é realista, Esperançoso é top demais. >> Ô, Guga, a gente já ia aqui pro finalmente. Calma, calma, bola. Ainda
tem >> pra sobremesa, né? Claro, a gente não pode jamais perder a esperança, mas você como um chefe que eu adoro, inclusive precar mais um ranguinho lá em casa para você. >> Ora e não tem aquele fogão top seu lá, né? >> Você gosta do meu fogão, né? Você sabe Que eu tô tão desatualizado daquilo, cara. Eu parei de cozinhar. >> Não, por meu passeio. >> Ah, vida maluca. >> Eu tô ligado. Mas sabe que a gente vai fazer? >> Um cara meio sozinho. >> Quando eu vier de volta, eu venho de volta aqui agora
daqui a dois meses mais ou menos. Eu vou vir, eu vou para Maceó antes minha mã cozinhar lá em casa no final de semana se você tiver >> aí eu eu também te apresento a minha a minha namorada também para você ficar lá agora prazer >> então mulher não deve est aí né >> não eles vem agora a gente vem a gente vem na semana santa para visitar minha mãe minha mãe tá com 89 que bçã >> melhor que eu de saúde. Que bem. Vamos lá. Eu queria que você apreciasse essa culinária fantástica. Culinária indiana.
>> Vamos lá. Vamos lá. >> Isso é bom demais. >> É. Aí vai, por favor. Aí, ó. Olha aí, que delícia, ó. >> Hoje vim visitar essa cafeteria indiana, aonde eles fazem esse delicioso cappuccino indiano. >> Então, vamos lá. >> Primeiro o mestre começa colocando leite de burra nessa panela que nunca viu água e sabão na vida. Adicione duas tigelas de pó de pedra queimada e três de soda cáustica. Amasse um gengibre do lixo e Jogue no leite. Agora vamos deixar ferver. Vejam que essa mistura parece mais uma reação de Chernobyl. Com uma caneca deê
uma mexida. Raspe o fundinho. O sabor tá todo aí. Agora num coador feito com o pano de limpar o chiqueiro do diabo. Vamos coar nosso cappuccino. Aperte bem para retirar todo o delicioso churume. >> Coloque nessa outra canequinha. E GG, seu cappuccino indiano ficou pronto. Só colocar nesse vaso de planta e se Delicie com mais essa delícia. >> Se a gente tomar isso, a gente morre. Não morre, >> mano. >> Isso aí, mano. >> [ __ ] velho. Outro dia eu vi um cara faz um hambúrguer com um pé. >> Tem aí, Isaac. Esse >>
cara, mas eu vou falar um negócio para você assim, ó. É >> isso aí, chama massala chai. Isso, isso. Masala é uma das bebidas mais clássicas Da Índia. Isso é um chá com leite e tal, >> muito saboroso. Mas assim, obviamente ali tá roqu roupa, [ __ ] Mas velho, é o país mais populoso do mundo, cara. >> Street. >> É [ __ ] de alimentar a galera na rua. Mas sabe o que aconteceu também? Assim, vou falar do quem sou eu para est defendendo a Índia, mas assim, >> tem muito disso que virou um
exagero para viralizar. Muita gente faz o >> Você acha que aquilo ali é para Viralizar? Não, aquilo não. Aquilo realmente pode ser um cara simples fazendo um negócio, tal, mas tem muito cara fazendo hambúrguer com pé, não sei o quê. >> Isso aí é para viralizar, entendeu? É. Não, não, aqui já vai com rock for, já vai com vai com [ __ ] vai com aí, ó. >> Dia dia de frango indiano, uma receita secreta de dar água nos olhos. Começaremos colocando os temperos e depois misturamos tudo com os pés para Que as bactérias do
frango se acasalem com as bactérias dos pés e tenham mais bebês bactérias. Essa é a parte mais importante para manter o sabor e frescor da carne. >> O próximo passo é fritar tudo em um óleo usado por 30 dias para que as gorduras más entrem na carne e a deixe mais suculenta. Depois de frita, a carne precisa ficar exposta ao sol. Aqui se usa refrigerante de cola para potencializar o processo. Isso ajuda a Aumentar a crocância e aquele dourado de chorar com as pregas. E os olhos. Essa é a barraca do que o os olhos
não vê, o coração não sente. Aqui aquela carne é servida com um purê de batata de comer chorando e um molho de tomate de comer cagando. Essa carne vai bem com tudo, inclusive com aquela salada fitness deliciosa direto do pé. Teriam coragem de experimentar essa bomba gastronômica deliciosa? Deixe nos comentários e não se esqueça de seguir e compartilhar. E Até a próxima. [ __ ] tem que abrir o indiano agora. Aí, ó, quero ver tu nesse [ __ ] Tu tem que filmar nessa [ __ ] aí, br. >> Não, mas eu vou pr Índia.
Eu vou nesse, >> faz o legal e faz o lixo. >> Tem que com aquela moscona ali. Tem mais um aí, Isaac? >> Caraca, >> tem que fazer o legal e tem que fazer os rots. Rot aí. Isso é rut. >> Não, mas comida de rua, velho. >> Esse é o cara que deve ter. Ele trabalhar. >> Eu acho que ele trabalha, pega o dinheiro que ele ganha no dia, vai comer ali. É o que acho que o cara tá sobrevivendo. Ó lá, vai lá, vai lá, vai lá. Adoro >> a higiene é um aspecto
fundamental na preparação de alimentos em qualquer cultura. E na Índia não é diferente. >> A limpeza e a organização são essenciais Para garantir a segurança alimentar e evitar contaminações. A higiene é um aspecto fundamental da culinária indiana. Assim como em qualquer outra cozinha, >> práticas de higiene adequadas garantem a segurança alimentar, >> previnem doenças e contribuem para a qualidade dos alimentos preparados. É importante que cozinheiros e manipuladores de alimentos sigam rigorosamente As práticas de higiene, mãos sempre lavadas e utensílios devidamente esterilizados para garantir a saúde e a satisfação dos consumidores. Lá, ó. >> Mas e
aí, ficou com vontade de experimentar essas delícias da gastronomia? Comenta >> até que está OK. E a unha preta da tia por >> [ __ ] isso aí é qualidade. >> Ó, vou te falar, Índia realmente tem uma complicação muito grande. Muita gente Que vai para lá, às vezes até em grandes restaurantes e tal, o cara fica meio assim com com até um certo preconceito porque viralizou muito isso da comida indiana de disso, >> desse jeito. >> É o streint. Mas aqui também, se você for aqui no churrasquinho grego, você também vai. >> Não, não
é, [ __ ] Não é assim, né? Você imagina o cara lá no churrasquinho pisando o churrasquinho com pé. >> Não, não, não. Sim. Mas também é rock and roll comida de rua melhorou muito no Brasil. Mas, pô, eu quando moleque vi muita coisa escrota também na rua Niterói, ninguém temperar o bagulho com o pé, velho. >> Não, não, não, não. Mas também não é também maravilha, né, >> [ __ ] Mas também >> é porque, velho, tem uma coisa da Índia que é o seguinte, assim, pô, imagina esse país, [ __ ] talvez um
das comidas Mais ricas no sentido cultural que existe, velho. É muito doido. >> Eu tô vendo que é doido. >> Tudo vegetariano, muita, muit das coisas vegetarianas. Então essa coisa do frango que tá ali vendendo já é uma coisa diferente que a maioria do povo é vegetariano, né? >> Até porque não tem carne para todo mundo. Vaca sagrada cultural. A vaca é sagrada e é cultural. Aquela, aquela sopa que ele tava jogando ali, aquilo Chama dal. É uma sopa de lentilha que ele tava fazendo. Então essa coisa suja do negócio tá ali, de não sei
o quê. Eu fico sinceramente, eu quero muito na Índia. Índia é um país que eu não fui ainda. >> Para ver com os próprios olhos. >> Para ver com os próprios olhos. Porque eu acredito também que exista um exagero. Às vezes o cara busca aquele negócio ali para viralizar, porque [ __ ] impossível que seja tão >> 100%. Não, eu quero achar esse, eu quero ir nessas paradas aí. Bora, bora. >> Vamos, v uma viagenzinha pra Índia, comer uns negóci. >> Não, eu se eu quiser emagrecer uns 6 kg, eu te procuro. >> Olha aí,
olha aí. Vai dar uma desinteressa. >> Economizar com o Monjaro, >> cara. Não vai pra pega a grana do Monjaro, >> vai pra Índia. Índia, compra, passagem, com hospedagem, um mês de Monjala você paga viagem. >> Não, 20 dias de Índia já paga três meses de mongj. Mas eu quero eu quero ir para ver com os próprios olhos assim, porque velho é um é uma civilização muito antiga, muito [ __ ] Uma civilização que já foi um dos grandes impérios do mundo, que construiu muita coisa de arte, cultura, ciência, os caras eram [ __ ]
mas tem esse problema. Muita gente e a Vigilância sanitária, pelo visto, não está funcionando corretamente como deveria, né? Aqui em São Paulo, no Brasil, é exagerada a vigilância, mas lá parece que é zero, porque aqui eu exagero na [ __ ] >> mas eu acho bom. >> Não, mas sabe por quê? Tudo que é exagerado não funciona. >> Ah, mas velho, é exagerado. Mas aqui também esse [ __ ] mesmo com exagero da vigília sanitária, [ __ ] faz merda Para [ __ ] >> Ah, mas faz muito pouco, viu? Para te falar a real.
>> Claro, porque tem a vigilância. Não, mas você não acha que não >> não é a vigilância às vezes ferra com o cara por uma coisa que é uma bobagem, entendeu? Tipo assim, você vai na Europa, por exemplo, você vai, >> é o cara ficar esperto, né? >> Não, mas o cara já fica, velho. É. É, não tem muito isso. >> Ah, tem um lugar ruim. Pega aquele programa do Jacan lá. >> Ah, mas por dar uma exagerada sinicha também. >> Não, quando ele chegava nos lugares, aquela nojeira também. Lembra Bol. >> Pô, mas p
isso aqui é inferno na cozinha. Como é que era o nome daquilo? >> É pesadelo. Pesadelo. >> Pô, você poderia fazer esse projeto também, G? >> Não, isso aí não quero falar do cidade. B, vou te falar. Eu sou, eu sou, porque assim, eu sou, eu acho legal, mas eu sou um cozinheirão, tão cozinheirão assim, mano. Comecei tão, tão do zero na cozinha mesmo, que assim, para mim, expor um outro cozinheiro que tá fazendo um negócio, por mais errado que seja, ia ficar muito mal assim, sacou? De tá mostrando o cara, porque se tá sujo,
sabe que eu falo? Eu chamo o cara que fala: "Ó, mano, tá sujo isso aí, >> faz isso não sabe, vou chamar a Vigilância". Agora assim, eu acho que expi a minha, eu acho massa o programa, assisto inclusive, mas >> eu adoro aquele programa, eu não conseguiria fazer, sabe? Um cara que tá, [ __ ] ruim de cardápio, cozinha merda, >> não levanta o cara. >> Ele não, ele levanta, não digo, mas ele pelo menos coloca a máquina, o motorzinho. >> Sim. >> O motorzinho ali, dá uma melhorada na vida do cara, né? >> É
para funcionar. >> Aquelas cozinhas que tem ali, né? >> Não tem muita coisa rock and roll, mas é uma grande minoria. Tanto que eu acho que eles estão fazendo até o programa viajando agora, porque fica difícil encontrar esse em São Paulo agora. >> É, >> tem que viajar porque, velho, a cozinha tá cada vez mais profissional. Isso é Legal, né? Tá, >> eu tô, eu sabe o que que eu acho legal? >> Ó, hoje eu gravei num restaurante de uma família, cara, de um de um, de uma galera lá na vila, pô, mano. Memória sensacional,
>> caracateca. >> É, enfim, eu fui gravar nos caras lá e uma família, velho, a mãe começou em casa fazendo num fogãozinho de quatro bocas, sacou? >> E fazendo quentinha, quentinha, vendendo Feijoada de quentinha. Irmão, os cara construíram um império Jardim Peri, o nome do restaurante é Ah, vou fazer essa propaganda pros caras porque >> pode fazer, pode fazer, Guga. >> Deve ser a comida muito boa. [ __ ] que pariu, >> [ __ ] Eu adoro quentinha bem feito. Menos as do Pânico que dava azia do [ __ ] >> Tinha as comidas do
Pânic. >> As do Pânico era três cruzeiro. >> Lembra aquela que o Bolinha comprava Bola? >> Comia na granja viana, aquela [ __ ] daquela quentinha. Aquilo me dava uma azia do [ __ ] Eu comia aquilo era azia. >> Hã? Eles eles procuravam a mais barata da região. >> Meu Jesus amado, aquilo era uma desgraça. Eu já olhava para aquele prato, falei: "Gente, eu tô com fome, não é o que tem. >> É, mas enfim, cara, eu não vou achar Aqui agora. Mas [ __ ] cara, >> não quer perguntar pra sua produtora enquanto
eu leio o super chat aqui?" >> Mandei para ela aqui. Lê aí, lê aí, lê aí. Vou perguntar aqui para ela. >> Então, vamos lá. >> Vamos lá. Temos aqui os super chats. >> Super chat. >> Lima Natanael. >> Fala Lima. Ninguém percebeu que o Guga Rocha é um personagem chefe de cozinha do Vittor Sarro. Kak, Eu pareço o Víor. >> Não, acho que você ser zoeiro, você fazer bagunceira. Já >> carioca, você gosta de pescar? Manda um abraço para o Pescar Podcast, o maior podcast de pesca do B. Legal, velho. >> [ __ ]
legal. >> Pescar podcast. Valeu, rapaziada. >> Pescar podcast. Um abraço para vocês. Então, para você que gosta de pescar, gosta desse universo e do mundo da pesca, pescar podcast é bom. >> Você gosta de pescar? >> Adoro pescar. >> Eu lhe dou a vara se você quiser. >> [ __ ] velho. Mas aí, mas como é que eu vou pegar esse negócio para segurar a vara de pinça, porque é pequenininha. >> Não, não. Tô falando sério. Já foi pro Pantanal pescar convidante. Vara pro convidado, bicho. Eu >> não, mas vou falar um negócio sério assim,
para aprender a piada, o cara tem que cair, né? Vem com ela. Não, não. Vou Ter que cair de boca aqui. Essa aí, essa aí é velha também, [ __ ] >> Ô, Guga, digaô. Tentando achar, >> tu já foi pro pescar no Pantanal, velho? >> Nunca fui pescar no Pantanal, cara. Eu sempre fui um pescador de mar, cara. Irmão, >> pô, eu sou de Maceió, então a gente sempre pescou muito de mar. Eu nunca fui um grande pescador de rio. É, uma época, quando eu tava morando no Canadá lá, por causa da minha família
e tal, eu dei Umas pescadas assim de lago e tal. Mas, velho, eu sou um pescador de praia, cara. E eu gosto. E lá em Portugal eu pesco de mergulho, cara. >> Ah, que legal. Eu e um parceiro meu que é um chefe australiano lá, a gente vai em Cascais, a gente vai de Apneia, irmão. Apneia >> é no peito, brother. 5, 6 m, não é fundo não. E a gente vai lá, brother, eu volto com caranguejo gigante. Aquela sapateira é perigoso. Perigoso. É perigoso arpão, Né? Tem que tá meio um longe do outro. Não
pode estar muito não. Os cara macaco velho. A galera toda que vai lá é, >> imagina se cara tá fal assim, Google sem querer. Já dá no dedo, já dá. Hã. >> Não, mas é uma galera muito macaco velho, cara. É uma galera das antigas mesmo. Todo mundo que tá ali sabe o que tá fazendo. Meu irmão, volto para casa com quatro, cinco roubal. Um povo, dois, duas sapateira. Aquele cara, >> pô, já garante o peixe do mês, cara. >> [ __ ] Portugal, lá em Portugal. Já morá, G. >> Moro em Lisboa mesmo. >>
Lisboinha. >> Lisboinha. >> Você tá caro para [ __ ] imóvel lá, né, cara? Deu uma inflacionada, né? >> É porque é muito americano, muita gente querendo morar lá no miolo e aí cada vez mais caro, né? É [ __ ] >> [ __ ] lá eu conheci um camarão que é o famoso camarão não, bacalhau alagareiro. >> Lagareiro. Bom demais. >> Mas eu comi um [ __ ] lá na no Cabo da Roca. >> Cabo da Roca. Pô, você você vi você fala de mim, mas você também tá rodadinho aí. >> Aí eu olhei,
aí eu falei pro cara assim, eu falei: "Cara, como é que você faz esse bacalhau?" Ele falou assim: "Vem cá que eu vou lhe mostrar". Cara, o cara faz um churrasco de bacalhau, >> [ __ ] Não, mas aí faz muito bacalhau na brasa. A produtora tá respondendo aqui. >> É churrasco de bacalhau. >> Churrasco. Bacalhau na brasa. É delicioso. E o português ele tem uma coisa que eu adoro na comida que é uma simplicidade valorizando o ingrediente velho. É ali azeite, alho, folhinha de louro, batatinha, o peixe feito tudo na brasa, que é uma
coisa você vai em qualquer restaurantezinho, velho. Na quebrada em Portugal, você vai lá, o franguinho é na brasa, não é uma chapa, é brasa. Então isso já faz a diferença. Tudo que é feito na brasa é muito melhor. Não tem a coisa da reação de Mayali. Ah, restaura barra, >> restaura bar. >> Restaura bar. >> Nem mão. Os caras começaram fazendo marmita. Esse moleque é para trazer aqui, viu? Tava viralizado aí na internet. >> Começaram a mãe dele fazendo coisa. Hoje o cara tá com um império lá. Sensa. Então essas histórias são as histórias Que
a gente gosta de contar no hoje em dia, entendeu? Essas histórias de superação, de sucesso, que a galera vai lá faz. Até porque eu gosto mais de inspirar do que traumatizar, sacou? Então a minha pegada é chega lá e fala: "Ó, vem cá, pô, que massa, me conta históal. >> Foi chama locale." É isso também. >> Tipo, imagina se eu tivesse memória, que [ __ ] que ia ser, né? [ __ ] mano, ia ser uma coisa maravilhosa, brother. Uhum. >> Mas enfim, tem muita coisa legal, cara, de mostrar, de mostrar essa galera essa, essa
>> pôra, porque assim, eu sempre falo isso, velho. Se você, isso até pra galera que tá em casa, se você tá se sentindo perdido, ferrado, você vê que [ __ ] não tenho para onde ir, eu não sei o que fazer, eu não sei qual que é o meu destino, tenta ir pra cozinha, porque na cozinha, cara, você não precisa ser engenheiro, você não precisa ser Formado, você não precisa ter nenhum tipo de nada. A cozinha abre os braços para os desgarrados, pros perdidos, pros loucos. para as pessoas com histórias tristes, pra galera que já
teve algum tipo de vício, pra galera que já teve algum tipo de problema, cozinha abre os braços para essas pessoas e te dá um norte. Eu conheço milhares de histórias assim. Então, cara, se você tá se sentindo assim, vai lá, porque é tão intenso, é, é um exercício físico, é Crossfit cozinhar que tira a sua cabeça de todas as merdas que você pode ter na sua vida, vai te dar uma profissão, vai te dar um futuro, vai te dar um ganhaapão, vai te dar amigos, porque a gente na cozinha, quem tá dentro da cozinha, a
gente, velho, é um grupo de pirata, cara. O Anthony Burd falava isso. Ele falou: "Porra, a primeira vez que eu fui no restaurante que eu queria trabalhar, eu vi ali a galera trabalhando no salão, todo mundo Arrumadinho, eu vi a galera na frente da casa, todo mundo de roupa social. Aí eu vi aqueles maluco com lenço na minha cabeça, com faca, cara, parecia um bando de piratas". Eu falei: "Porra, eu quero fazer parte desses caras". >> Então assim, se você tá perdido, cara, vai pra cozinha. >> Boa. >> É legal, né? Cozinha é [ __
] Cozinha te abraça, irmão. >> A cozinha, eu acho que a cozinha, o cara Que tem a manha de cozinhar, você [ __ ] obviamente sabe melhor do que ninguém. Você ter o o gesto de fazer algo para alguém assim, você automaticamente você já passa a ser amado. >> É o último grau, cara. O último grau de am. >> [ __ ] vou na tua. [ __ ] o bicho cozinha para [ __ ] Vai viajar com o Guga. [ __ ] eu tô tranquilo. >> Menos aquele dia. Aquele, eu fodi, esse cara bonito para
[ __ ] >> Foi, mano. >> Eu fodi ele lindamente. A gente, >> ele tinha um restaurante. Você ainda tem aquele restaurante lá no hotel ainda? Onde? >> Lá em Maceió, no Best West Premier. Eu assinava o cardápio. Ele assinava o cardápio. Ah, vamos lá que eu tô assinando o cardápio. Noite especial. Chefe Ga Rocha assinando o cardápio. E estamos lá, né, meu? Bom para [ __ ] Cidadinho de tapioca, aquela [ __ ] Toda. Tá o dono do hotel que a gente conhecia e tá o Guga com a mulher cardápio do Guga Rocha. Vamos
lá pra noite especial. >> Lógico. >> Todo assim quase meio assim comendo. E tá o Guga aqui. Eu falei assim: "Vem cá, você contratou ele para se comer com a gente? Ele não vai conseguir." Eu tava na mesa com dono do hotel, pô. O único dia que eu pude sentar na mesa, mano. >> Aí o cara do hotel, aí o cara do hotel, [ __ ] é mesmo, né, mano? [ __ ] meu. Eu falei o Guga, que [ __ ] é essa? Eu vim para comer o bagulho, ficar aqui trocando recebe que preparar um
negócio. >> Mas sabe que que é o doido da cozinha, velho? >> Não, me fodeu. Me fodeu. Mas sabe o que que é o legal da cozinha, velho? É que é justamente isso, cara. A cozinha é o lugar que você mais tem que delegar. >> Você tem que confiar no cara. Você tem Que treinar o cara. Você tem que confiar no cara, você tem que fazer o cara. Porque se você quer fazer tudo, brother, não tem como fazer tudo. >> Você não vai conseguir. >> Eu sou, sabe, control freak, o cara que, pô, eu, eu
tenho que fazer tudo. Pera aí, eu que se eu sou [ __ ] eu tenho que fazer o melhor. Me, irmão, todo mundo que tá naquela cozinha é melhor que eu. Todo mundo. A maioria dos restaurantes no japonês, a galera que tá lá no Gusção, os caras são muito melhor que eu de cozinha japonesa. Então assim, o que é que eu sou bom? Eu sou um cara que >> e lá a turma é boa, hein? Eu sou um cara que vi o mundo, eu sou um cara extremamente criativo, eu sou um cara muito técnico, mas
velho, a galera que tá no dia a dia, no chão de fábrica, esse cara é [ __ ] E ess todo mundo que tá no Brasil, que é trabalha com alimento e bebida, esse cara, esses caras são [ __ ] E às vezes o cara é Escravo dos caprichos do chefe, tá ligado? Então eu sou zero isso, velho. Galera, todo mundo, p os cara tem meu telefone, galera, sabe, brother. Inclusive tem um chefe de Brasília que de vez em quando manda as mensagens aí velho, dá para depositar 200 mango para mim que eu tive um
problema com a mulher. >> Então assim, a gente é literalmente uma família. Então tem a hora de cada um brilhar. Aquela é a minha hora de, pô, Tô recebendo uma celebridade, é a minha hora de sentar na mesa e fazer o social. Claro, minha mãe. >> O Paul Buzi, que era o maior chefe de cozinha da história da França, esse cara ele falou que o chefe de cozinha tem que sair da cozinha, ele tem que ver o cliente, tem que entender o que esse cara quer. Ele tem que ser o homem do marketing, sacou? Ele
tem que ser o cara da publicidade, entendeu? Eu tô aqui hoje falamos dos nossos restaurantes Várias vezes, sacou? E é justamente isso. Ach, acho que tem que tá fazendo isso. A ideia é essa, cara. Vamos nessa, gordinho. Amanhã, amanhã na Casc. Amanhã às 15, hein? >> Amanhã. Amanhã às 15 horas. >> Amanhã às 15 horas, rapaziada, ao vivo. >> Cecília Flash e Gabriel Weiner aqui amanhã. >> Certo. >> Tá certo, Boletá? A partir das 3 da tarde eles têm do Rivon News. Então, Amanhã nós vamos falar de tudo, >> fofocas, >> desde celebridades até o
o o que tá rolando. Eu adoro o Rivonils. Eu gosto muito da Cecília, o Gabriel Vine é uma figura. Mas às 15, hein, cambada. >> 3 da tarde amanhã, Cecília Flash, Gabriel Weiner aqui quinta. Nós vamos falar de tioca e de piroba. >> Que é isso, mano? Ah, eu vi lá. >> Um é tchoca, uma fala de tchoca, outro de beleba. >> Ktia, Ktia Damaceno e Dr. Rafael Sequeira. Fala de Bilau e de Bebeca. Divertidíssimo. >> De de Rolex e de Chan. >> Boa. Chan e Rolex. É Chanex e Rolex. Pô, velho, que massa. >>
Valeu, Gab. Ó, sexta, vamos lá. Um prazer. Sexta-feira eu não posso, velho. Não tô aqui. >> Mas ó, negóci o seguinte. Primeiro eu quero falar sério aqui e agradecer Demais o espaço que vocês deram. Vocês são dois caras que eu gosto para caramba. Assisto, irmão. Assisto. Vejo mesmo. Deixar um abraço para todo mundo aí. Quem não tiver fazendo nada, me segue lá. @chefegugarrocha. Põe aí, põe na tela. >> Põe na tela aí. Põe na tela o Guga Rocha. >> Segue aí porque assim, é isso. A gente tá sempre mostrando coisa de cozinha. Vamos conhecer na
boa. Vamos, não vamos Deixar ele falar porque Ah, você que é dele, eu tô falando. Vão conhecer o Guzan >> aí, meu irmão. Valeu, obrigado. Bom pac. >> Nós vamos sexta-feira. >> Vamos botar a mulher para se falar. >> Vamos. Tá bom. >> A gente vai lá no gurzão. >> É muito gostoso. >> Vai com Deus, irmão. Beijo, rapaziada. Muito obrigado. Amanhã 3 da tarde ao vivo. Ticaracati. ரக Кака ก