Hello. Hi everyone. Good afternoon.
Some people still joining. Super happy to be here. Super happy to see this room with some familiar faces, some new folks, some folks that started conversations already during the event.
Uh see if there's let me ask a question. So first so I can understand. Bra.
Ok. Posso falar em português? Um pouquinho mais fácil, né?
A gente tá falando de brasa agentão. Usar nossa língua. Eh, OK.
Bom, vamos começar. Eh, vou continuar essa esse pique de algumas perguntas e eu vou fazer um questionário aqui com vocês para pegar um pouco mais de informação. Vou pedir para vocês levantarem a mão se a resposta for sim.
Eh, quantos de vocês são familiares com a ideia de agentes de OK? Bastante. Quantos usaram agente de A na última semana?
OK. E quantos já desenvolveram o agente de grato, grandíssimo, gradíssimo. Muito bom.
Obviamente a gente vai falar sobre agentes de o nome já diz, mas a minha intenção aqui é tentar trazer uma perspectiva um pouco enraizada, tanto nos potenciais e benefícios como no potencial impacto negativo que essa tecnologia pode gerar. Eu não quero falar aqui num cenário negativo, mas é ground, botar o nosso pé no chão, entender todo o potencial, todo o risco e o que que a gente pode fazer para influenciar isso. É, para começar, eu queria fazer um exercício que é, se a gente pensa no Brasil numa perspectiva de trabalho e produção, qual que é o símbolo que vem pra gente sobre o que que significa o Brasil nesse contexto?
Eh, se eu posso fazer um chute, é um país rico em recursos, recursos naturais, talento, criatividade. A gente é um país rico em recursos, mas um país que teve um potencial ainda não alcançado. É essa uma narrativa que a gente escuta, a gente escuta desde novo, a gente escuta já algumas gerações e não é uma também uma narrativa somente do do Brasil, uma narrativa que aparece na verdade em múltiplos países do que a gente poderia chamar de sul global.
Tem uma pesquisa muito interessante e aí quem tiver interesse depois eu mando. É uma pesquisa relativamente recente, tem dois meses, que mapeou toda a força de trabalho do mundo e que mostra que 90% da força de trabalho produtiva do mundo tá concentrada no sul do mundo, países no micário sul. E apenas 21% do dinheiro gerado vem pro sul do mundo.
Essa é uma história que uma história antiga que a gente já conhece, que é a gente tem os recursos, a gente exporta os recursos e a gente compra de volta o produto final. Eh, a gente supply, eles criam em cima do que a gente supply. Essa é uma história antiga.
Como tem muita gente entrando, deixa o pessoal sentar. A gente volta pr pra historinha. OK.
Sala cheia. Excelente. Show.
Então, para quem chegou agora, eh, a gente acabou de começar, eh, o objetivo dessa palestra, provavelmente é para falar sobre agentes de a, mas uma perspectiva em realizre tanto no potencial, mas também como no impacto. E a gente tava contando uma historinha sobre o Brasil e a relação do Brasil com tecnologia. Acabei de compartilhar esse dado que ele mostra uma realidade bruta, mas importante a gente entender que é qual que é a relação dos países no sul do mundo com a economia global.
Nós do sul, do mundo, países dois sul, a gente tem a maior concentração da força de trabalho, mas apenas 21% do dinheiro gerado globalmente volta pro sul do mundo por um n fatores históricos, mas que são fatores que mostram que culturalmente a gente exporta e depois a gente compra de volta o produto final. Isso acontece em Ncadeias, inclusive na tecnologia. Dito isso, eu não tô aqui para falar do impacto negativo e o que que acontece se a gente não muda essa realidade.
Eu tô para, na verdade, provocar vocês a pensar e se e se a gente escolhe mudar essa realidade? E se a gente escolhe construir uma outra possibilidade de futuro e uma outra ideia do que que o mundo pode ter sobre Brasil. E se a gente escolhe construir um mundo e um Brasil que é conhecido pela tecnologia, que é conhecido pela infraestrutura que a gente cria para mover o mundo pra frente.
Esse é o questionamento que a gente vai fazer aqui hoje. É disso que eu quero falar. Bom, e me apresentando, meu nome é Lucas, tu me chama de bacique, eu sou um dev que se tornou engenheiro, que virou pessoa de produto, já fiz um monte de coisa na vida.
Eh, eu cresci no Nordeste do Brasil, acho sempre relevante falar isso. Foi onde eu virei gente, onde eu aprendi com todos os desafios e cenários que vieram disso. Fundei uma empresa assim que sai da faculdade.
Essa empresa foi adquirida pela Vetex, uma multinacional de e-commerce, fundada no Brasil. Liderei alguns times lá, passei pelo IP no VX. Há um ano e meio eu lidero o produto na loja integrada.
Dito isso, não tô aqui para falar sobre loja integrada ou sobre Votex. Na verdade, estou representando um grupo maior de pessoas que vocês estão vendo qual essa camiseta aqui de um movimento que a loja Integrada e outras empresas fazem parte que chama Brasa Agents. É uma comunidade de criadores de agentes de a do Brasil.
Então eu tô representando esse grupo. A gente tá lançando essa comunidade no Web Summit, é super nova. Então, tô aqui vestindo um chapeuzinho, mas representando um bocado de gente que tá comprometida com esse futuro que eu tô contando.
Bom, pra gente entrar na discussão agentes de e o contexto brasileiro, eh, eu queria compartilhar com vocês um modelo mental que eu acredito que me ajuda a entender o papel da IA no mundo. Tem muito buzw sobre inteligência artificial, então tentar aterrizar. Essa é uma distinção importante para mim.
Inteligência artificial não é uma ferramenta. Inteligência artificial é uma infraestrutura. E que que eu quero dizer com infraestrutura?
É algo que permite que os outros criem si inteligência artificial tá mais próximo de energia e água do que de software. É algo que permite que outras coisas sejam criadas em cima. E a gente já teve grandes invenções de infraestrutura tecnológica no mundo.
E toda vez que veio uma nova salto de infraestrutura tecnológica, esse salto veio com multiplicar da capacidade humana. Ele multiplicou o que o ser humano pode fazer. Que eu quero dizer com isso?
Se a gente volta ali pra revolução industrial, vapor. As máquinas a vapor elas multiplicaram o músculo humano, permitiram que o humano pudesse mover. grandes terras, pudesse construir grandes prédios que antes disso não era possível.
Os computadores são um salto, um multiplicador de pensamento, de memória. Ele multiplicou nossa habilidade de calcular, ele multiplicou nossa capacidade de processar informação. Mas recentemente, obviamente, a internet foi um um terceiro multiplicador.
É um multiplicador de conexão. Ele multiplicou nossa capacidade de se conectar com outras pessoas, de acessar outros dados e consumir outros dados. E a gente vive um hoje um mundo onde uma boa parcela da nossa economia tá concentrada em quem dominou e cuidou desses saltos de infraestrutura.
Se a gente pensa desde a revolução industrial, as grandes empresas foram as empresas que ditaram algumas dessas infraestruturas econômicas e sociais. Nós do brasileiro, acreditamos que inteligência artificial aplicada no contexto de agentes, e vou falar sobre isso, é o próximo salto, é a próxima infraestrutura tecnológica que vai multiplicar a capacidade humana. Isso vem com potencial gigantesco.
Para isso, acho que é bom conceitualizar o que que eu quero dizer com agentes de A. Honestamente não tem uma definição única. Hoje a gente se apoia na definição da Antropic, que pra gente é um dos principais institutos que tem pesquisado e esticado as definições e os paradigmas cetos da tecnologia e que basicamente a gente entende que agentes de A são sistemas inteligentes capazes de tomar uma decisão e executar uma ação de maneira autônoma a partir de algum objetivo que foi definido para um outro sistema, para um humano.
que eu quero dizer sobre isso de uma maneira talvez um pouco mais simples que eu explicaria para meu sobrinho. A gente é com um cérebro com bracinhos. Que que é o cérebro?
O cérebro é o bom e velho modelo que a gente conhece como chatpt, que a gente conhece como gemini, como Clud. Pense todos esses modelos. O cérebro é um modelo.
Esses modelos que a gente já tem acesso há alguns anos. Você faz uma pergunta. Esse modelo acessa todo o conhecimento do mundo que ele foi treinado, ele te responde alguma coisa.
Eu peço um texto, ele me volta um texto, peço uma imagem, ele me volta uma imagem, eu peço para ele analisar um documento, ele analisa um documento, ele me volta um texto da análise dele do documento. Os cérebros já foram um salto gigantesco tecnológico, mas o que a gente descobriu nesse último ano e meio, 2 anos, é que dá para conectar o cérebro com ferramenta. E se eu pego a resposta que esse cérebro me dá e eu permito que ele pegue esse conteúdo e gere uma ação para mim?
Por exemplo, eu tirei uma foto aqui do Absummit, eu pedi para ele me gerar um conteúdo de rede social. Não só ele me gera conteúdo, mas ele posta esse conteúdo para mim na minha rede social. Eu pedi para ele escrever um blog post, ele escreveu o blog e ele postou para mim o blog.
Pedi para escrever um e-mail, ele me mandou o e-mail. Eu pedi para ele fazer uma pesquisa, ele navegou nos sites ele fez a pesquisa para mim e articulou isso tudo direitinho. Eu pedi para ele configurar, fazer um imposto de renda.
Ele abriu o software de imposto de renda, ele fez para mim. botando aqui porque tá com deadline de posto de renda. Importante quem ainda não fez.
Esses são algunsos exemplos de como até um ano e meio atrás a gente tinha já cérebros muito poderosos. Agora a gente começou a conectar esses cérebros com bracinhos, com ferramentas. Esse é o salto de agentes de então na prática, a adoção de inteligência artificial no mundo através dos modelos, ela já é bem massificada.
A maior parte de vocês já utiliza diariamente, semanalmente. Agora a gente vai no próximo passo, é conectar esses modelos com ferramentas. Vou dar alguns exemplos práticos e já que a gente tá falando de Brasíans, vou dar alguns exemplos de agentes de que estão sendo criados no Brasil para tangibilizar essa conversa.
Começando obviamente com o que a gente vem trabalhando na loja integrada, agentes de permitem que você envie uma foto, uma descrição de um produto e a gente vai de maneira autônoma enriquecer todo esse produto, adaptar para cada marketplace que você quer vender e enviar pro marketplace. E o usuário não precisa saber o que que o Mercado Livre quer, o que que a Magalu quer, o que que a Shopee quer, o agente sabe o que cada um desses canais precisa e adapta, envia esse produto para cada um dos canais. usuário só precisa tirar uma foto do produto e me dá ali uma descrição curtinha que a gente toca o resto.
Um segundo exemplo que eu gosto muito é o da Station Zero, do Lucas Carioca, que tinha um conhecimento muito grande em mídia de performance, mídia paga. E ele criou em um mês um agente de ar que analisa a performance de todas as suas campanhas de mídia paga, te volta com sugestões de mudanças de budget, de segmentação, análise, análise completa disso e agora ele tá criando as campanhas pelo próprio usuário. Quantas pessoas empreendedoras não fazem a mínima ideia como funciona a campanha de mídia paga e que agora teria um agente ali no WhatsApp para poder discutir e falar, me ajudar, me ajuda, cria uma campanha para mim.
Terceiro exemplo aqui, mais um contexto corporativo. A ION é um pessoal de dados muito bom para varejo. Eles criaram uma série de agentes que analisam profitability, o quanto de lucro que um negócio dá.
Isso gera alterações só para aumento de imagem do varejo. Quem trabalha no varejo sabe que varejo é um negócio de imagem. Você tem que sobrar dinheiro no final do mês.
Esse canal a gente só para isso. Isso gera alterações de preço. Quanto de estoque tem que comprar, quanto não tem que comprar.
Uma análise bem complexa. São alguns exemplos de agentes que trazem conhecimento, mas que também configuram coisas para você. E eu vou trazer dois exemplos de empresas também brasileiras que estão fazendo o trabalho de infraestrutura por trás.
a Deco. Chat que tá criando uma plataforma para que você crie o seu próprio agente e mesmo que você não saiba codar, você vai conversar e criar o seu agente. Então, conversacionalmente aqui ele tá explicando.
Eu queria criar um agente que pegasse aquela planilha que eu tenho no Google Sheets e pegasse esse dado e jogasse naquele outro sistema. Conversacionalmente, ele tá entendendo o que que você quer fazer com agente e ele vai criar o agente para você. Então, um agente criando um agente, um loop potencial gigantesco.
Por último, a, plataforma fundada em Alagoas, de atendimento pro consumidor final. Eles criaram também uma plataforma que eu varegista posso criar vários agentes para o atendimento do meu cliente. Então eu sei, eu sei tenho um processo de devolução específico.
Eu tenho um agente que pode at quando um cliente abre um chamado e manda uma mensagem no WhatsApp, a entende que esse cara tá querendo fazer uma devolução, a Wen orquestra esse pedido e manda pro agente que só cuida de devolução. A criou uma plataforma para que outros criem agentes para atendimento. Isso tudo é tecnologia brasileira.
Isso é tudo desenvolvido no Brasil, não só em São Paulo, não só no Rio de Janeiro, em vários estados. E são empresas que estão com a gente no movimento. Ajuda a tangibilizar.
Bom, boa. Dito isso, acho que esses exemplos eles tão ainda só no na pontinha do icebag de tudo que é possível criar com essa tecnologia. Mais uma vez, imagina que um cérebro, esse cérebro tem todo o conhecimento do mundo, esse cérebro agora tem mãos.
O quão democrático é distribuir o conhecimento. Quantos anos que a gente não passa estudando atrás de um conhecimento? E quantos profissionais deixam de chegar no seu potencial porque não tem acesso a esse conhecimento?
Quão democrático é isso. Eu tenho a convicção que agentes de eles são mais do que aumentadores de produtividade. As soluções que a gente tem feito hoje, elas aumentam produtividade.
É o primeiro passo. A gente acredita que agentes de A elas podem amplificar a capacidade dos indivíduos. E aí tem uma historinha que eu gosto muito que vem de uma uma pesquisa da Microsoft.
Eh, e se eu te dissesse que esse croaçã é feito de a, esse croassã claramente amantegado, cheio de camada, esse coração é feito de a. Não é que a imagem foi gerada por IA. Seria bem mais fácil hoje gerar essa imagem por Iá.
é que na verdade esse croacé é feito por uma paticeríde da França, criada por uma desenvolvedora que tinha uma paixão por cozinhar. Ela pivotou a carreira dela, pegou o conhecimento dela em desenvolvimento e criou um negócio que tá tudo automatizado, finanças, marketing, geração de conteúdo. E ela só cozinha, ela só faz coração.
Isso é um caso real. tem um estudo da Microsoft documentando o negócio dela. Eh, vale a pena.
Tem uma série de entrevistas com ela. É sensacional. É um grande negócio automatizado.
Ela agora tá levantando round de investimento e abrindo a filial. E é 100%. Uma mulher automatizou a parte que ela não sabe fazer o que ela não gosta de fazer para ela fazer o que eu não gosto de fazer, que é fazer coração.
O caso, o nome dela é EMA, por sinal, ela tem 28 anos. Vale, vale destacar. O caso da EMA, para mim, ele é muito emblemático e ele é o símbolo do de tudo que pode acontecer com essa tecnologia.
No caso da EMO, imagina um cozinheiro que consegue gerenciar pedido, consegue fazer marketing, consegue fazer o financeiro sem precisar saber fazer essas coisas. Imagina um dono de loja de moda que só tá se preocupando em fazer a próxima coleção e que tem ali sistemas que estão ajudando a fazer entrega, que estão ajudando a receber pedido do do online, que estão fazendo parte de emissão de nota e tudo que vem com operar uma loja. A gente pode ir além dos centros urbanos.
Imagina um uma uma família agricultora que tem apoio da tecnologia para conseguir acompanhar o tempo, gerenciar logística, conseguir dar previsão para um parceiro de que tá pronto para vir e aquele parceiro vir pegar na hora certa, se conectar com outros agentes. Imagina todo o potencial que isso tem, porque no final do dia, todos os exemplos que eu dei para vocês, eu não sei se vocês perceberam, mas não tinha nenhum botãozinho que o usuário tava clicando, era tudo conversando, era tudo conversacional. Aí eu falando, posso gravar um áudio, posso mandar uma foto, posso escrever.
A gente tá falando de interfaces complexas e difíceis de mexer. O potencial ele é gigantesco. Tem um uma literatura e mais uma vez tentando ground na realidade, tem uma literatura que eu recomendo muito que fala sobre o futuro do trabalho, chama Rehinking Work.
é um ótimo livro para quem tiver interesse nesse assunto. E o o cenário que ele pinta, ele é um cenário muito interessante que é de um profissional de múltiplas skills. O futuro não é mais aquele futuro de você master, você ser um mestre e o especialista de um único job.
O futuro tá indo para um caminho onde você tem profissionais que tem um portfólio de skills, que muitas dessas skills são AI enabled, são feitas em conjunto com o EA, com a sua ingestão de conhecimento, com a sua ingestão de sensibilidade, de criatividade para levar aquilo pro próximo nível. A gente tá indo para um mundo de profissionais múltiplos e não profissionais especialistas. E esse mundo ele pode ser muito positivo paraa nossa economia.
Imagina o incremento de produtividade que isso pode gerar na Calda nas nos negócios locais, nas comunidades, em pessoas que não tiveram acesso até hoje porque não tinham conhecimento, porque não tinham capital para eventualmente contratar quem tinha conhecimento. Quando as pessoas deix ficaram para trás lá daquela balança dos 90% da workforce e 21% do dinheiro que voltou, quanto que a gente ficou para trás? Dito isso, esse futuro ele é brilhante, mas mais uma vez voltando na realidade, como as últimas revoluções industriais mostram quem é dono da revolução tecnológica, acaba concentrando o ganho e o uso futuro dessa tecnologia.
Esse é o dilema principal que a gente tá vivendo agora. E esse é um dilema que não tá doendo agora, mas que a gente não TV que vai doer daqui um tempo se a gente não se organizar. Dois fatores aqui, eu comentei rapidamente.
Se a gente pegar todo investimento em inteligência artificial do mundo, apenas 1% veio pro Brasil, 77% ficou concentrado em seis países. É uma inequalidade de inequalidade. Eu peguei uma palavra em inglês e trans português.
Eh, uma desigualdade de investimento de capital concentrado aqui em sete grandes países e o Brasil, do tamanho do Brasil, recebendo 1% de investimento. E quando a gente olha para forecast de desemprego, que é um forecast importante pra gente olhar, o Brasil tá apcendo com um potencial desemprego maior do que a média até da América Latina, porque a gente tem uma força de trabalho, a gente tem uma força de trabalho potencialmente menos capacitada para entrar nessa onda. Então assim, tem N forcast, são números complexos, é difícil de apontar um dedo, mas é um um indício interessante.
Dito isso aqui é um urgent case fora action que a gente faz como movimento com Brasa Agents. É o por que a gente fundou a Brasa Agents para imaginar um outro cenário, um outro futuro. que o futuro previsível tá levando a gente para esse cenário de não capturar essa oportunidade e ter um autodempre.
Como que funciona o mundo onde a gente democratiza essa tecnologia? a gente aplica essa tecnologia para fazer uma inclusão produtiva, para que essas pessoas que eventualmente poderiam perder seus empregos, na verdade, descubram novas fontes de renda, descubram novas capacidades e essas novas capacidades tornem elas mais produtivas e a gente não caia de novo no ciclo de uma revolução tecnológica gerou desigualdade. Esse é o desafio.
A gente acredita nesse mundo, não é o caminho natural, mas é o caminho que a gente quer construir. E aí, como grupo, e aí quando, como falo grupo, são diferentes pessoas que trabalham no mercado de tecnologia. Tem dois, a gente acredita que tem dois pilares que a gente pode influenciar.
Tem muitos outros pilares, esse povo muito complexo, não tem uma única solução, mas tem dois pilares que a gente pode ajudar. Um, garantir que a gente tem construtores, a gente tem uma rede local de construtores, pessoas capazes de criar em cima dessa tecnologia, idealmente pessoas que sabem criar essa tecnologia e que não são explotadas para fora, que continuam no nosso mercado. Desenvolvedores capazes de criar agentes de e que não estão indo pro mercado de fora, estão ficando aqui dentro.
E esses desenvolvedores, eles têm um contexto local de distribuição para que as coisas que eles fazem gera valor e gera dinheiro para que eles continuem nesse mercado. A gente precisa de quem constrói e quem consome e tá disposto a investir e botar capital para que esse esse dinheiro continue aqui dentro. Essas são as duas peças que a gente acredita que a gente pode influenciar.
Tem várias outras peças que a gente podem podem ser movidas, mas a gente pode influenciar isso. Por isso que a gente tá lançando o Brasents. Ela é a primeira comunidade de criadores de agentes de A do Brasil.
Eh, ela nasceu de primeiro uma constatação de que poucas pessoas de fato sabem como criar isso na prática. E mesmo mesmo nós que estamos criando há um tempo, constantemente a gente tem que ligar pro outro e falar: "Cara, como que você resolve isso? Não consegui bati nesse problema.
como que você passa uma tecnologia muito nova, zero homogênea, ela tá bem heterogênea, na verdade, tem vários frameworks, vários jeitos de fazer. Como que a gente junta essa galera para trocar melhores práticas, compartilhar esse conhecimento? Nasceu daqui, mas também nasceu de uma convicção que só juntar para discutir como construir não é o suficiente.
A gente precisa fazer a outra parte, que é criar um cenário onde quem constrói tá conseguindo ganhar dinheiro com isso. Como que a gente vai fazer isso nessa comunidade? uma comunidade com espaço digital, fórum, com grupo de discussão e encontros físicos e racatons e desafios.
a gente conecta o criador, esse desenvolvedor capaz de desenvolver o agente de com mentores, pessoas que já estão desenvolvendo nessa tecnologia, que podem compartilhar o conhecimento, com empresas que estejam dispostas a dar um apoio, criar um contexto e investir para que as soluções que vão serem criadas nessas comunidades não são soluções para atender somente a demanda de produtividade do grande, são soluções que vão atender a demanda do pequeno. Então esse é o nosso viés. Vamos criar uma geração de desenvolvedores capazes de criar agentes de ar com incentivos que façam que as soluções dessa comunidade atendam a demanda do pequeno de democratização, de acesso.
Para fazer isso, tem muita coisa para ser discutida. Primeiro começa com juntar as pessoas satas, com criar os espaços de discussão, mas também pensar problemas fundamentais. Na próxima semana a gente vai publicar um manifesto onde a gente tá articulando quais são os princípios desse movimento, que que a gente acredita e como que a gente acredita que isso deve ser feito.
Princípios como a tecnologia tem que ser aberta no sentido de ser financeiramente acessível para quem vai consumir. Então quando eu crio um agente de essa agente não pode ser o preço que eu vou cobrar para uma grande corporação. Tem que ser um preço que o padeiro consegue pagar.
Precisa ser local, precisa falar nossa linguagem, precisa estar conectado com as ferramentas que a gente usa no dia a dia. O brasileiro é diferente do mundo, eu tenho Pixs, a gente trabalha pelo WhatsApp, muito mais que outros países, tem que ser contextosas nossas ferramentas. O dinheiro precisa rodar aqui circulamente.
Então, a solução que a gente cria, eu consigo distribuir aqui dentro do Brasil. E o dinheiro que é gerado por isso não vai para marketplace de fora. Não tô vendendo o meu agente no marketplace da Open AI.
Eu tô vendendo localmente para que esse dinheiro fique aqui dentro e modular. Sendo que se um desenvolvedor em Recife cria um agente que resolve a venda de produtos de um artesão, ele consegue também usar um agente que uma outra pessoa no Maranhão criou para resolver a entrega. E esses dois agentes conseguiam colaborar entre si.
Existem tecnologias para isso de interoperabilidade, palavrão, né? Interoperabilidade. Existem tecnologias para isso.
Esses são alguns dos princípios que a gente tem discutido internamente. Eh, quem tá discutindo isso são pessoas envolvidas no mercado de tecnologia, mas esse grupo acabou de nascer. Então aqui já é um primeiro convite de quem quiser fazer parte como mentor e discutir esses planos fundamentais.
são pessoas que estão trabalhando com a gente de nos últimos seis meses, um ano, uma galera muito inteligente, muito boa. E aqui fica o meu convite. Se você é uma pessoa que quer desenvolver a gente, seja um developer que sabe codar ou uma pessoa que tem um conhecimento técnico e que tá a fim de aprender, entra na comunidade porque não precisa só saber codar, tem ferramentas no code para conseguir fazer o que a gente tá fazendo.
Dá para uma pessoa que não sabe dar conseguir criar a gente. Se você quer ser um mentor, você tem algum conhecimento específico para compartilhar aqui, esse é o espaço. E se você quer entrar com uma empresa apoiadora, seja com investimento, seja trazendo desafios que a gente poderia levar pra comunidade para que a comunidade resolvesse esses desafios, tem vários formatos que a gente pode pensar de trazer empresas colaboradoras, que é recodezinho pra comunidade.
A gente acabou de lançar a comunidade, então vocês vão ver que tem muita coisa que começou agora. Quem entra na comunidade, a gente entra num grupo de WhatsApp, né? Se esse grupo de WhatsApp ficar muito grande, que vai ficar, a gente migra para um lugar um pouco mais organizado.
Mas a coisa acabou de começar. Vocês são muito bem-vindos. Eu espero que esse esse confction ressoe com vocês e se eu posso dizer umas últimas palavras antes de abrir para perguntas e eu quero que a gente tenha essa discussão.
E aí o Brasil extraordinário ele não vai ser dado, ele precisa ser criado. O futuro previsível tá pintado. Se a gente quer criar um futuro que seja extraordinário pra gente, a gente tem que se mover e fazer.
Então é isso, muito obrigado. Quero [Aplausos] perguntas. Bora lá.
Quem tem pergunta? Levanta a mão. Deixa eu pegar o cadê o outro microfone aqui.
Oi. Prazer. Meu nome é Ana.
Eu criei o primeiro robô terapeuta do Brasil. Obrigada. E eu queria saber como é o mesmo Qode para ser mentora.
Se vocês precisarem me deixo à disposição. Também tem uma software houseas aulas na área de criação de agentes de Então eu queria saber se é o mesmo que code para ser mentora. Muito bom.
Muito bom.