o Olá você olá você bem vindos aí a mais um vídeo aqui do nosso canal hoje um vídeo um pouco diferente não com o nosso esquema de ilustrações né dividir um pouco mais rápidos mas sem uma aula completa que não vai estar completa porque ela tá entrando no componente de uma turma minha onde eu já trabalhei com eles O tópico sobre o contexto histórico do movimento aqui chamado de escola de Frankfurt um componente aí de Filosofia para os nonos anos de sociologia em outros contextos né a gente já trabalhou as questões relativas ao contexto histórico
né falando aqui de um de um sentido marxista na perspectiva de Eric hobsbawn no caracterizando o século 20 como a era dos extremos mostrando a abertura do Instituto de Pesquisa social que é Onde se produz né O que é chamado net a crítica ou da toda a tradição da escola de Frankfurt e mostrando um linhas Gerais o que seria a teoria crítica em um contexto histórico como isso já foi trabalhado eu não vou me ater tanto a esse contexto aqui mas sim as observações relativas aos autores e aqui para nós para a gente começar nossa
conversa vamos falar um pouco sobre Theodor Adorno ou teodor Adorno Teodoro dor no né queira chamar como que era chamado o importante você saber quem ele é Beleza a gente vai começar aqui com a perspectiva crítica e ele elabora onde ele desenvolve severas críticas a razão a razão de fundo Iluminista que seria amanhã a percursora precursora de uma razão instrumental e razão instrumental essa onde você valorizaria tão somente a razão o momento de outras faculdades humanas né E essa razão serviria para estreitar a dominação que o ser humano poderia ter tanto sobre a natureza quanto
sobre os outros homens Vale lembrar e de uma razão Iluminista básica quando você tem a libertação dos absolutismos monárquicos ali do século 16 17 Vamos né jogando até um pouco mais para frente né no final de fato dos absolutismos em toda a Europa e quando você tem o princípio dos regimes liberais já ali na beirinha do século 19 como um todo quando a gente coloca aí como a primavera dos povos como o final de qualquer resquício aí de uma de uma governabilidade referendada por pela igreja ou algo do gênero você tem essa essas repúblicas liberais
que de certa forma são estruturas criadas para justificar o legitimar e até para você as novas possibilidade de dominação dos homens sobre os homens e aí mais à frente né no desenvolvimento ao longo do século 20 que você também não não pode esquecer que a teoria crítica da escola de Frankfurt tá muito ligada a este contexto específico dos regimes totalitários do século 20 né você tem aí um contexto de perseguição fuga desses teóricos na por diversas razões indo estabelecer-se em outros contextos para construir aí as suas escolas de pensamento desenvolver as suas teorias é de
vão dizer que na ponta final do que se vê hoje como Regime com o alguns dos regimes totalitários que assolaram a Europa EA que a gente coloca o nazismo e fascismo tão somente por um recorte histórico certo e na ponta final você tem isso mas a base disso tudo seria essa razão Iluminista né uma razão meramente instrumental que abre a possibilidade de você desenvolver com em e científico diz casado ou desgarrado de qualquer perspectiva social perspectiva humana né hum uma espécie de aplicação que a gente teria para isso e uns exemplos do filme Homem de
Ferro onde o Tony Stark ele produz uma tecnologia para se manter vivo que seria a base aí de uma energia sustentável e etc mas também foi utilizada em alguns dos Arcos em especial para o filme de número um foi utilizada para fazer uma arma de destruição em massa né comum grande armadura isso acontece quando você produz assim encara a ciência produz o conhecimento unicamente enxergando a possibilidade de cumprir uma é um objetivo a eu vou fazer isso para isso você isola as possibilidades utilizando essa razão de um jeito tão somente instrumental e não vê outras
aplicabilidades outras possibilidades para os tanto positivos quanto negativos a razão e Ele diz também que ao passo em que você tem regimes liberais ou perspectivas liberalizante você tem essa razão como base do que seria uma sociedade de mercado na sociedade onde tudo virar consumo onde tudo pode ser consumido beleza e ele propõe uma reforma da razão em que sentido você vai reformar essa razão Iluminista essa razão instrumental ou é possibilitando aí a construção de uma Oposição a uma perspectiva positivista porque você sabe como exploramos aí nos contextos históricos em outros contextos de aulas é o
positivismo como teoria construída aí por Augusto Comte algumas influências aí posteriores também posteriores num sentido cronológico de quando a gente estuda isso nas escolas né você tem algumas outras influências dedo km etc você eu percebi que esse positivismo gerou Darwinismo Social o Darwinismo Social diversas justificativas para os movimentos imperialistas do final do 19 e início do século 20 então uma base para você reformular essa razão ou começar a desconstruir esse estilo de razão instrumental Iluminista seria você se opor a um fruto social dela diretamente que seria o positivismo Vale você lembrar também que o positivismo
quanto ferramenta para análises da sociedade está muito ligada à tradição científica ou análise científica da sociedade né faltando esse aí no método biológico por muitas vezes de enxergar a sociedade vai criar diversas outras coisas nesse assunto para as aulas de sociologia positivista nessa perspectiva você deveria reconhecer os limites do ser humano quanto aquilo que ele consegue produzir conhecimento o e conhecimento objetivo questionando sempre os sujeitos desse saber porque se você produz uma razão instrumental você não tá problematizando aquilo que você está produzindo você tá apenas produzindo e cumprindo metas né dentro do que seria aí
uma sociedade de mercado capitalista você estaria e imerso numa lógica de competitividade para você produzir algo melhor do que o que existe para você conseguir precificar e vender e sempre gerando necessidade né cada vez maior easel cada vez mais diferente para novidades de produtos o que geraria em uma perspectiva atual porque ele tá criticando o que geraria um desrespeito aos objetos do Saber EA utilização dessa saber e aí na contrapartida você teria para construir essa reforma da Razão um respeito aos objetos de pesquisa Porque não basta só a desenvolver uma tecnologia para energia limpa não
é pegando aí o exemplo do Tony Stark mas você precisa entender o que você vai utilizar para fazer aquela tecnologia senão vai ferir algum tipo de Equilíbrio na natureza ou etc existe uma outra aplicação para aquele objeto que você de repente não tá compreendendo não tá visualizando E aí você evitaria de produzir coisas ruins digamos assim certo ele também faz algumas considerações aqui acerca da linguagem científica hoje na visão de Adorno a linguagem científica quando ela tenta fechar as coisas em conceitos frios em conceitos estáticos ela de certa forma violenta a nossa capacidade de raciocínio
o ex ela limita a nossa nossa reflexão mais abrangente impedindo a gente de compreender a realidade em sua totalidade mas se fechando a cabeça nos conceitos no que seria aqui né a incapacidade de se captar o real e numa contrapartida a essa linguagem científica que estaria muito atrelada aqui Há uma razão instrumental Iluminista você teria uma linguagem artística que é o que ele propõe com a sua teoria estética certo que a arte seria uma alternativa né alternativa essa que de certa forma seria um refúgio mas isso a gente vai falar já já uma alternativa a
todo esse tipo de linguagem engessada esse tipo de linguagem fixa sem nenhuma capacidade reflexiva para além daquilo que se propõe a arte seria uma alternativa e isso pois a arte ela tem um significado próprio né quem nunca né a observar um quadro observar um filme já não teve uma compreensão totalmente diferente daquela que o autor almejou né quando quando construiu a sua obra ou até Olá colega algum amigo amiga sua Quando você foi visualizar esse filme junto dele junto dela vocês tiveram visões diferentes né discordar em alguns pontos ouviram aplicações diferentes ele diz que a
arte ela tem essa capacidade bela de ampliar os horizontes do significado ampliar os horizontes da reflexão e por si só tem um significado próprio e a arte poderia conter como alternativa e como instrumento para desconstrução de uma razão instrumental Ela poderia conter crítica social para despertar a visão daquele e para despertar a visão daquela pessoa que está contemplando a sua obra de arte ou esse essa peça cultural a pensar a sociedade para além daquilo que a arte está colocando para ela quando você assiste por exemplo filme Batman né um Batman que ficou muito famoso recentemente
foi aquele na verdade foi um filme do Coringa né mas o coringa tá dentro da do universo Batman mas ao assistir o filme do Coringa você não só tá assistindo uma peça cultural uma peça de arte você tá enxergando a probabilidade de que pessoas daquele jeito ou com aqueles grandes problemas que o ator representa tá de um jeito bem brilhante elas podem estar entre nós nós podemos estar ajudando a construir pessoas como essas quando não nos importamos com aquilo que os outros sofrem com aquilo que os outros enfrentam então não deixa de conter aí também
uma dura crítica à sociedade da maneira como nós vivemos certo é sobre essa dimensão técnica ele vai entender não a técnica como o Ofício em si mas a técnica como um desenvolvimento industrial um refinamento técnico no sentido de produção um refinamento técnico no sentido de produção ele estaria intrinsecamente atrelado aqueles que são donos desses meios de produção ou seja para você desenvolver mais a técnica você deveria investir mais dinheiro Nisso e esse dinheiro está nas mãos daqueles que têm poder perante a sociedade logo essa perspectiva técnica de investimento na capacidade de produção cada vez melhor
voltado para a arte você vai ter que a arte vai perder esse sentido de alternativa uma linguagem instrumental uma linguagem instrumental meramente Iluminista vai perder o seu significado próprio e vai ter um sentido estrito e ao dizer ao ser né um instrumento para se chegar ao lucro e aí nisso ele constrói um dos conceitos principais daqui que a gente quer expor da sociologia da filosofia de Adorno que seria a ideia de indústria cultural a indústria cultural em alguns contextos Você pode achar um termo próximo chamado cultura de massa mas aqui longe de dizer para você
que cultura de massa não existe o que a gente quer colocar é que a massa por si só o grupo de pessoas em uma sociedade né numa sociedade capitalista que aquele tá na lizando ela não produz cultura então nessa visão a cultura de massa no sentido da massa ser produtora de Cultura isso não existe mas existe uma cultura que a massa consome e essa cultura é produzida pela indústria cultural essa indústria cultural É funcionaria nesse sentido na de uma produção um massa sobre a arte sobre a cultura que vão ser consumidos pela pela população como
um todo porque os donos dessa capacidade produtiva em larga escala são aqueles que têm o poder na sociedade que por si só dominam as estruturas políticas e econômicas dessa mesma sociedade logo a produção dos bens de Cultura né massificadamente na sociedade que a gente vive seria um instrumento para se perpetuar uma dominação social porque você nunca vai ter uma uma arte massa que vai questionar aquele cara que está investindo para que aquela peça possa existir né peça eu falo Não a peça teatral fala a peça no sentido de unidade né aquela unidade cultural peça um
pedaço de alguma coisa é uma produção musical dificilmente você vai ter alguma produtora não é grande aí de música que a gente tem que tomar cuidado para não se não dá problema né mente você vai ter alguma grande produtora musical abraçando uma banda que faça duras críticas ao sistema de injeção amento da produção musical da produção artística que vem a criticar os grandes festivais os Rock in Rio da Vida e etc porque porque essa galera ganha uma grana Capitão um recurso interessante dessas estruturas então interessante ele se criticarem porque o negócio Deixa de ser auto-sustentável
na Perspectiva da produção do lucro logo a produção dos bens de Cultura em uma indústria cultural ela serve para perpetuar uma dominação social Vale lembrar que o que está por trás aqui nessa teoria da escola de Frankfurt das teoria crítica dessa visão da indústria cultural exatamente uma razão marxista na razão marxista que tem a visão nós diversos eles né trabalhadores contra donos dos meios de produção e nessa perspectiva os donos dos meios de produção nessa indústria cultural produzirem bens cultura para perpetuar essa dominação que existe e os meios de comunicação redes sociais é TV jornais
e rádio né na Perspectiva mais tradicional do controle tá falando aqui dos anos 40 e 50 proximadamente você vai ver que esses meios de comunicação eles servem para popularizar esses bens de cultura que estão sendo produzidos e assim determinar as lógicas de consumo por exemplo eu sempre Acho interessante isso é a música é algo muito legal para se tirar como exemplo pois a pouquíssimo tempo atrás basicamente em qualquer lugar que você fosse tocava aquela música daquele artista chamado Vitor kley que falava sobre o sol né não vou cantar porque não tem essa capacidade né mas
essa música tocava em todos os lugares todos os lugares e e em todos os lugares por estar em vários programas de TV quando você acessava o YouTube aparecia aquele cinco segundinhos ali do da propaganda da música você atiçava se o interesse para ouvir e você consumir aquele produto e acabava comprando eventuais ingressos para shows e etc etc mas hoje em dia Cadê Vitor kley né O que que ele está produzindo massificadamente é um artista que ainda produz ainda tem a sua o seu público início mas massificadamente hoje a gente tem uma nova tendência nessas tendências
dos sertanejos universitários não é que quando estou entrar em baixa daqui a pouco a gente vai ter uma outra coisa e assim sucede essa determinação de consumo massificado por os meios de comunicação para perpetuar uma estrutura de dominação social nessa estrutura o individo seria menor do que o sistema na perspectiva de lhe servir ao sistema como um consumidor que geraria o lucro o sistema se auto-sustentar e assim ele permaneceria alienado por completo da sua condição de mente um instrumento dentro de uma sociedade né não não se despertaria né para visualizar o mundo para algo além
dessa razão instrumental de compreender a arte como algo livre né sem necessidade de justificativa para poder a entender a sociedade como tudo eu tô dando essas pausas porque eu tô com um pouquinho de muita sede né aí as vezes a garganta dá uma travada aqui mas tá tudo certo a gente vai seguir nessa visão ele diz que a arte né já que você tem um complexo sistema totalmente fechadinho bonitinho aí para manter as pessoas alienadas em sua lógica de consumo a arte ela serviria como um ponto de refúgio ali você poderia se refugiar esse sistema
louco dessa desse sistema estranho para você poder consumir uma teoria crítica para você consumir uma possibilidade de crítica social de outras coisas que não fossem só aquilo que é ditado pelo pela indústria cultural pelos meios de comunicação e que qualquer vislumbre de mudança social em uma sociedade como essa seria uma espécie de ilusão porque tá tudo tão bem construído que a mudança seria muito importante há de ocorrer então em Minas Gerais Esse é o pensamento do nosso amigo teodor Adorno Beleza daqui então vamos para os pensamentos a divisão do nosso amigo Max rock online dá
um zoom aqui para ficar bonito obviamente ele tem uma influência marxista e na visão dele essa teoria marxista te daria possibilidade de enxergar o todo de um jeito mais complexo do que tão somente através das lentes do capital e não seria uma visão conceito de fechados lembrando né Max horkheimer e Theodor Adorno eles constroem algumas obras na escola de Frankfurt juntos então quando fala-se que os conceitos de guia marxistas não são conceitos fechados existe ligação com essa perspectiva que que a gente tava falando da linguagem científica no que conceitua tudo de um jeito fechado bom
então a visão marxista não conceito aí as coisas de um jeito fechado mas sim daria conceitos guia de Vou colocar você como daqui você pode construir uma teoria diferente né que seria um ponto de partida para a construção da razão e ele elenca para gente as diferenças entre uma teoria tradicional e a teoria crítica que é o que a escola de Frankfurt propõe Ele disse que a teoria tradicional série dentro daquela razão instrumental Iluminista né é como que tem como base aí o é o conjunto de ideias do Iluminismo construiria um sistema de deduções né
deduções Essas que construíram uma ciência de especialistas que que seria essa ciência de especialistas você teria cada vez mais outras pessoas extremamente capazes Sagaz estudadas em uma área muito pequena do conhecimento esse camarada seria uma assumidade No que diz respeito aos estudos sobre os problemas do ventrículo esquerdo do coração porém para analisar o coração como um todo o ser humano como um todo ele não conseguiria fazer isso porque ele desenvolveu os seus estudos no nível de especificidade tão grande que ele perdeu um pouco da sua noção do todo o que geraria um desprezo No que
diz respeito ao Complexo ao Complexo emaranhado social da produção do conhecimento não basta só você saber os problemas referentes aí é uma das partes do coração mas você também precisa saber que fatores sociais e as pessoas a desenvolverem problemas no coração O que será que tem ligação com alimentação Então você já pega aí uma indústria alimentícia na questão da pessoa não ter tempo para comer bem não tem tempo para preparar suas boas refeições Você tem uma complexidade muito maior que esse camarada não vai conseguir fazer porque ele vai estar só olhando para um ponto específico
então nessa teoria tradicional você seria capaz de dar uma resposta extremamente precisa sobre pontos específicos do conhecimento mas você seria extremamente ou completamente alienado do todo na sua pesquisa eu sei absolutamente tudo sobre a parte esquerda do coração mas talvez se você me perguntar sobre a parte direita do coração talvez eu não saiba nem te responder direito que aqui isso influencia ou os outros tipos de complexidade que a gente colocou aqui no minuto anterior né E aquele descreve Como que essa razão instrumental subjetiva do o tradicional agiria dentro de uma lógica de mercado ela precisa
ser eficaz para se tornar rentável ou seja para você conseguir precificar para você oferecer como um produto você precisa apresentar uma eficácia você precisa ser capaz de reproduzir o produzir isso em larga escala para que outras pessoas possam consumir e cada vez mais você possa lugar tem que ser um tipo de razão para legitimar ou dar continuidade ao estilo de dominação do sistema EA dominação do Homem Sobre a Natureza e do Homem Sobre o próprio homem e dentro de uma lógica de competitividade do sistema capitalista onde se a teoria existente ela é boa e eu
quero estudar essa mesma teoria eu tenho que estudar de um jeito apresentar algo melhor uma teoria que esteja à frente para que a minha possa adquirir o seu lugar ao sol na comunidade acadêmica na comunidade científica quer que seja e aqui E aí tô falando um pouco do que seria a Contramão da teoria tradicional que seria a teoria crítica à teoria crítica ela ao contrário de uma razão subjetiva ela ela propõe uma razão objetiva busca pela verdade é muito mais muito mais um foco do que tão somente a busca por uma partícula da existência ou
por uma o por uma instrumentalidade para que tenha serventia dentro de um sistema capitalista essa razão objetiva não vai estar satisfeito em sua descobrir as particularidades da parte esquerda de coração mas vai sim investigar a verdade sobre o coração como um todo envolvendo aí questões de alimentação questões de saúde de estresse de sistema vendo o ser humano como objeto final da sua obra o ser humano um primeiríssimo lugar de análise o ser humano e todas as suas relações pessoais mas complexas as suas relações com o as pessoas EA sua relação com a própria natureza então
em linhas Gerais essa seria a teoria crítica beleza Bom vamos lá para o nosso próximo trabalho vou fazer aqui na ordem embora eu tenho uma preço especial para esse camarada aqui com as bem interessante mas vamos lá na ordem vão falar sobre Herbert marcuse Ou use para os íntimos e a gente comentou aqui nessa parte de nessa parte do contexto histórico algumas das não não foi aqui não algumas das referências dos referenciais teóricos né que constituem a escola de frango a gente vir uma razão regaliana de uma teoria marxista e de uma análise freudiana da
sociedade ou da realidade marcuse ela é um camarada que vai se utilizar um pouco dessa premissa floridiana de que para que todos os seres humanos possam coexistir em paz em tranquilidade Posso Viver Bem em Sociedade existe a necessidade de se construir uma repressão dos instintos básicos dos seres humanos né uma estrutura As instituições que venham a reprimir os instintos dos seres humanos para sim condicionados a uma vida em sociedade de boa uma vida em sociedade tranquila e na sua obra Eros e a civilização ele vai é de um pouquinho porque ele vai dizer que existe
a possibilidade de você construir uma vida em sociedade sem a necessidade de sem a necessidade de estruturas de organizações para reprimir esses instintos humanos à medida que você se utilizaria da tecnologia e para da tecnologia para gerar essa liberdade do ser humano olhar para si mesmo de um jeito meio off por exemplo o que ele diz é impossível você conseguir controlar os seus extintos porque você tem que fazer diversas outras coisas certo você precisa trabalhar você precisa cuidar da sua casa da sua família você precisa ter outras diversas relações complexas enfim você é um emaranhado
de coisas mas se a tecnologia pudesse nos servir para nos colocar num patamar de liberdade né se a tecnologia trabalhasse para a gente se a tecnologia pudesse facilitar todas as nossas relações sociais todas as nossas relações familiares e etc nós seremos livres para olhar para os nossos instintos e entendê-los e aprender a lidar com ele de um jeito que não fosse através da repressão tão somente EA maneira de você fazer isso seria através da teoria crítica por quê a base do que a gente viu aqui também no contexto histórico né que a era dos extremos
ela de certa forma é fruto desse desenvolvimento científico acelerado nos seres humanos então a ciência ela pode responder a você com guerra a resposta da ciência o progresso científico pode resultar na guerra pode resultar no sofrimento no colapso econômico uma série de outras coisas ele diz que para que você possa usar a tecnologia do jeito certo para Liberdade humana para que eles possam viver os seus instintos entendendo os não sendo a necessidade de reprimir os você precisa superar uma lógica de um homem unidimensional quando fala o homem fala o ser humano porque ele vai dizer
que o ser humano na maneira como ele é concebido dentro de um sistema capitalista ele só vê um único caminho eles fazer uma única dimensão para sua existência ele vai nascer crescer a dica é difícil ele vai trabalhar ele vai morrer. Não existe nenhuma outra coisa que não seja essa linha reta essa dimensão única da Resistência óbvio né existem diversas outras coisas e para você conseguir superar essa para você conseguir superar essa unidimensionalidade você deveria entender a sociedade como algo muito mais complexo no sentido de existir existem no sentido de compreender a existência de diversos
outros caminhos para você dar vazão ao ser para você dar vazão à sua vocação para você dar vazão a quem você é de fato combatendo Essa visão do homem unidimensional e uma ferramenta que seria utilizada para isso seria filosofia pois a filosofia seria utilizada para transformação da sociedade porém ele vai dizer que essa filosofia vai ter um foco muito maior para os marginalizados da sociedade e eles que vão ter algum tipo de Privilégio e um sistema capitalista dificilmente eles vão se despertar para lutar contra esse sistema logo uma filosofia que critique o sistema social vigente
uma com uma concepção de um homem unidimensional para favorecer aí eu construí uma transformação da sociedade sempre casaria eu estaria mais voltada para aqueles menos favorecidos ou marginalizadas na sociedade então em Minas Gerais essa seria essas seriam as contribuições de Herbert marcuse aumentam para Valtinho depois a gente vai para Eric beleza Walter Benjamin né tá aqui em linhas Gerais com muita tranquilidade ele vai falar bastante sobre a arte certo aqui eu coloquei um link na descrição desse vídeo você vai ter acesso ao mapa mental e é de um vídeo no YouTube que não é do
meu canal mas hoje uma música a música de uma banda chamada Nação Zumbi que fala em repetir das vezes né que os computadores fazem arte e os artistas fazem dinheiro nessa perspectiva e ele nessa obra né que a obra de arte na época da sua reprodutibilidade técnica ele diz que é indústria cultural rouba A aura da obra de arte indústria cultural ele tá fazendo referência aqui ao conceito de Adorno ao conceito da própria escola de Frankfurt na que a gente viu nos minutos iniciais rouba aura no sentido de você não tem mais aquele apreço quase
que transcedental a uma peça artística que seja de caráter monumental porque é a arte ela tá muito enlatada a arte ela tá muito condicionada em perspectivas de reprodução para atender as necessidades de consumo geradas pela própria e cultural sendo assim peças artísticas Alexandre são muito parecidas elas sempre são muito iguais ou sendo possível de ser reproduzidos em diversos contextos em diversas localidades nessa perspectiva você não tem mais aquele um canto aquela noção de Raridade ao vislumbrar uma possibilidade artística totalmente diferente porque o diferente não existe nesse contexto uma vez em que tudo é igual tudo
é uniforme tudo é massificado para atender às demandas de consumo geradas pela própria indústria cultural Mas nem tudo é tristeza porque a mesma indústria cultural ela de certa forma democratiza o acesso à cultura ou seja as pessoas elas não terão acesso cada vez maior a peças artísticas a peças culturais nessa perspectiva se a arte for utilizada como um instrumento de politização e um instrumento de mudança social a mesma a expectativa de uma democratização da cultura de uma massificação do conhecimento ela pode ser o embrião da transformação social o que ele tá dizendo em outras palavras
aqui para gente é que a indústria cultural apesar de ser ruim em diversos contextos ela pode ser utilizada como uma ferramenta para se desconstruir o próprio sistema capitalista a medida em que você vai adicionar nessa arte democratizada nessa arte massificada elementos leves e sutis de politização elementos leves e sutis de mudança social como fazer isso aí é uma grande questão que fica em aberto mas existem diversas séries existem diversos filmes existem algumas músicas que carregam em si esses instrumentos aí de politização e esses instrumentos de sinalização de uma outra possibilidade de sociedade né então ele
vai falar para gente que ao passo em que tem é muito ruim bem ruim da escola de Frankfurt e a indústria cultural abre possibilidade interessante que não existiu em outro contexto sendo assim essa é a visão básica de volta Benjamin e aqui para chegarmos aí o nosso fim desse vídeo vamos para as contribuições de Eric from certo basicamente Ele vai construir a sua teoria em cima dessa visão no sistema capitalista na lógica capitalista você tem ou você é ele vai com ele vai falar para gente que você tendo você é a medida em que você
tem mais em que você é capaz de consumir mais na sociedade você vai tendo a noção de que você é um alguém que você tem visibilidade de que você ocupa um espaço na sociedade e o ter está muito atrelado e quem se é nesse sentido de uma sociedade de consumo porque se você consegue consumir consumir consumir tá sempre em voga vestindo as roupas da moda consumindo as peças culturais da moda sempre ali nos trending topics digamos assim você um camarada que é você um camarada que existe nessa perspectiva ele diz que a sociedade de consumo
estabelece graus de existência o que aqueles que têm acesso a recursos aqueles que têm acesso a mais bens de Capital a mais bens culturais esses que tem mais eles existem mais eles estão mais em voga eles têm mais acesso e esses que tem pouco que não tem acesso a tanto eles estão em graus abaixo eles por terem menos eles são menos E aí a desigualdade social ela não cibau nos Falta só numa perspectiva Econômica Mas seria uma espécie de uma desigualdade na é isso daqui carrega nuances de um peculiares é muito preciosas para gente à
medida que você vê que um sistema de desigualdade social pode gerar na sociedade o extremo cansaço né nas contribuições aí de um sociólogo coreano chamado bicho Hum que ele fala da sociedade do cansaço né você tá cansado sempre vive cansado que você tá sempre correndo atrás de ter mais para que você possa ser mais em uma sociedade onde você é aquilo que você tem uma sociedade de consumo né E essa desigualdade social também pode promover patologias emocionais né deficiências nas emoções somos uma sociedade muito suscetível a desenvolver depressão somos uma sociedade muito suscetível a desenvolver
diversos outros males emocionais justamente porque o que se tem virou algo muito definidor daquilo que e esse existe esse tipo de desigualdade existencial temos um baita de um problema muito maior para se resolver que não se limita só a questão de distribuição de renda ou a questões sociais propriamente ditas existe uma particularidade e nos indivíduos e existe uma outra perspectiva outra dimensão que seria uma dimensão emocional para você atacar essa questão ter ou ser eis a questão E aí ele diz que nessa visão o ser numa sociedade de consumo numa sociedade capitalista ele é extremamente
vulnerável certo porque ele constrói a sua identidade naquilo que ele possui se ele constrói a identidade naquilo que ele possui um sistema de meritocracia ou de competição no capitalismo não é por aquilo que você pode ter mais você querer ter bom salário você queria ter mais recursos para ter mais coisas você tá competindo pela felicidade você tá competindo em última E você tá competindo pela sua própria resistência no no sistema social numa sociedade de consumo e ele propõe para a gente que o ser humano pleno seria aquele ser humano capaz de dar vazão às suas
as suas expressões humanas totalmente descasado dessa noção de posse de uma sociedade de consumo seria um ser humano capaz de exercer um pensamento crítico sobre si mesmo e sobre a própria a própria sociedade que ele vive seria um ser humano reflexivo conta um contexto mais abrangente sobre a sua existência superando essa lógica do ter parece ser mais entendendo a existência como algo muito mais complexo muito mais para além do que tão somente possuir né para ser e finalmente um ser humano totalmente Independente da sua lógica capitalista de determinação do que se é a partir do
que se tem em uma sociedade de consumo capitalista e com isso minha gente e a gente finaliza aqui nossa aulinha sobre os teóricos principais teóricos aqui da escola de Frankfurt Lembrando que esse mapa vai estar disponível aqui na descrição do vídeo para você ter acesso E fechamos por aqui Um grande abraço para vocês tchau