[Música] Olá sejam bem-vindos ao programa capital natural hoje nós vamos falar de um tema que não é apenas contemporâneo ele é contemporaneidade por Excelência de uma maneira como poucas vezes nós falamos aqui quais são as fronteiras da relação do nosso corpo biológico com a tecnologia estudiosos e filósofos afirmam que desde a invenção da fotografia no início do século XIX a nossa percepção de nós mesmos seres humanos e a nossa relação com o mundo mudou radicalmente de lá para cá o uso de tecnologia para mediar as relações humanas e com o mundo à nossa volta só
fez crescer e cresceu tanto que muita gente afirma que não somos mais humanos mas pós-humanos e é sobre isso que nós vamos falar pós-humanos vamos conversar então com a professora Lúcia Santa ela especialista em teoria da comunicação e semiótica pela PUC SP e autora de navegar no cyberespaço o perfil cognitivo do leitor imersivo e o pesquisador Alexandre Quaresma autor dos livros nanoca e a responsabilidade global e nanotecnologia Zenit ou Nadia bom eu vou começar com a pergunta mais básica de todas até porque esse assunto é bastante recente pelo menos para mim o que que é
um pós humano por favor Lu bom o tema do pós humano ele já começou a cc lá assim de maneira um pouco vagarosa já nos anos 80 então quando eu falo que é recente é só desinformação não não ele foi num crescendo e hoje ele explodiu eh Quando foi lançado o Manifesto siborg da Dana haraway nos Estados Unidos um manifesto que depois teve vários não é várias consequências especialmente paraas feministas norte-americanas Bom enfim o que que ela tava trabalhando lá o problema da da transformação do corpo a transformação do corpo por meio das tecnologias tá
essas transformações estão se avolumando cada vez mais e hoje o tema do pós-humano ele tem no mínimo quatro escalas que é a escala do corpo que é o mais visível Apesar de que essas transformações estão se tornando cada vez mais invisíveis depois tem a escala da Inteligência humana que está em em crescimento inegável o problema da Inteligência coletiva que tem sido trabalhada por vários autores a a terceira escala é a escala dos ambientes que estão ficando inteligentes a cidade inteligente agricultura inteligente e em quarto lugar o problema da biosfera com essa Nova Era geológica que
vem sendo chamada e que tá sendo debatida no mundo inteiro que é o antropo seno então ah a a questão do pós-humano é uma questão de que nós não podemos mais conceber o humano como ele foi concebido exatamente você marcou muito bem na era da antes da era da fotografia quando as tecnologias da inteligência começaram a crescer e e e transformando a própria natureza do humano por favor Alexandre O que é o pós-humano o que é o pós-humano bom o pós humano ele é essa coisa que a gente tá se transformando e a gente não
sabe bem o que que é se no se no tempo dos nossos ancestrais hominídeos quando a gente estava ali concorrendo com os grandes felinos com os grandes caninos a gente lascou a pedra e dominou o fogo as nossas primeiras tecnologias foi foi exatamente esse fenômeno que fez a gente se despregar da cadeia natural dos outros seres Então a partir dessas tecnologias nós fomos construindo todas as outras tecnologias e e por isso nós prevalecem perante as outras espécies então nós somos a gente pode dizer que nós somos tecnológicos por natureza só que essa relação agora se
intensifica muito a tecnologia ela se desenvolveu tanto que ela agora tá transformando esse ser humano que era um bicho como outro qualquer que virou o ser humano por causa das tecnologias as tecnologias agora estão retroagindo sobre ele e transformando ele numa coisa que a gente não sabe direito ainda o que que vai ser é um ser é influxo não é isso professora é verdade é uma grande interrogação e gosto muito da sua ideia de quer dizer embora as coisas tenham se tornado visíveis mais recentemente a partir da Revolução Industrial e principalmente a partir da revolução
digital onde as transformações humanas pela tecnologia se tornaram mais visíveis o ser humano é por natureza indissociável da tecnologia Freud já dizia o ser humano é um ser desnaturado Certamente ele é desnaturado não é no no sentido de que a maldade no ser humano não tem limite a bondade tem Mas a maldade não mas desnaturada porque ele é dess saída ele é colocado fora da natureza Ou seja a a a eh eu fiquei até com medo de estar aqui e por isso eu fui olhar na no Google quem era o Alexandre porque eu fiquei com
medo de estar aqui debatendo com tecnofobicos então a tecnofobia eu sou um pouquinho tecnofobicos mas eu sou um tecnofobicos controlado assim consigo viver em sociedade Pois é porque as tendências eu sou crítico vamos dizer que eu sou um crítico na teologia Claro Ah claro era isso que eu ia colocar há pelo menos quatro tendências não é a o tema do pós humano é muito controverso e ele existe e para todos ou seja tem os tecnofobicos que são os céticos e Os Apocalípticos e daí tem os tecnofos que também fazem o serviço contra essa visão do
um é mas os extremos sempre são uns favor para qualquer situação mas quando a gente fala por exemplo da tecnologia e vocês a gente aborda logo a fotografia de início quer dizer como é que isso já Altera a nossa percepção sobre nós mesmos porque querendo ou não já tínhamos fotografias bastante realistas fotografias não pinturas bastante realistas de uma personalidade de uma pessoa enfim essa percepção a visão do de mim o espelho agora como é que a fotografia faz essa alteração bom eh num dos meus livros eu classifico as máquinas em três tipos Primeiro as máquinas
musculares são máquinas burras a fotografia deu início a um novo tipo de máquina que é muito pouco lembrado pelos sociólogos mas bastante lembrado pelos semioticistas que são máquinas de já inteligentes uma inteligência sensível então o nosso sensório começa a se estender não é o maan Trabalhou muito isso quando ele falou das máquinas e das tecnologias como extensões do homem com as tecnologias digitais são máquinas cerebrais Então essa essa divisão que você tá fazendo essa marcação ela é bastante coerente porque eh começam a aparecer máquinas que estendem a capacidade humana não apenas muscular que já existiam
essas máquinas musculares mas as máquinas musculares são burras enquanto que essas outras máquinas começam a estender nossas nosso aparelho sensório motor e agora as máquinas cerebrais que são a senora mesmo falou que e eh nós hoje já temos situações onde você não vive mais a tecnologia né e tão atrelados à tecnologia como é que fica a nossa parte humana eu queria falar só uma coisinha com relação ao que a professora Lúcia disse talvez tenhamos uma tecnologia que ainda veio antes do domínio do fogo e da pedra que quando foi o primeiro humanoide pegou um galhoz
inho para alcançar uma fruta ou para espantar um bicho venenoso e o que os teóricos dizem em grande medida eu não Concordo totalmente mas que o ser humano ele é despreparado perante os outros animais nós tem uma pele muito frágil Então as tecnologias vêm para completar o nosso acoplamento com o mundo a gente nasce e não anda gente tem que ser cuidado amamentar quer dizer amamentar tudo mas assim a gente é muito dependente Néo Mas você fez uma pergunta como é por que que a gente não consegue mais viver sem as tecnologia ela falou que
nós não conseguimos empate muitas pessoas até não conseguem mais viver sem a tecnologia mas estamos com ela presente em todo o nosso mundo nosso redor enfim como é que fica essa parte humana aonde ainda somos humanos o tempo todo né não deixamos porque se estamos num processo pós humano Aonde está a separação da nossa parte humana então Eh quando a gente fala pós humano a tendência é a gente compreender que o humano não existe mais não humano continua humano é um ser em evolução constante isso que você lembrou é muito bem lembrado o ser humano
nasce inacabado ou seja ele não nasce pronto aí vem toda a constituição psíquica do ser humano o amor o afeto de ser cuidado porque o ser humano nasce num estado de vulnerabilidade total e eu tenho dito agora não apenas ele não nasce pronto como ele não morre pronto ou seja o ser humano é um ser inacabado eu gostaria de dar um passo a quem então vamos e eh porque a gente quando fala em tecnologia imagina imediatamente o homofaber não é aquele que fabrica alguma coisa mas eu tenho desenvolvido a ideia e aliás aliás muita gente
fica bastante escandalizada com a minha ideia de que a tecnologia já foi instalada no nosso próprio corpo isto aqui o aparelho fonador é uma tecnologia o aparelho fonador roubou funções da respiração da deglutição para a fala então a tecnologia já está instalada no homol por isso que Lacan diz porque fala falta ser E aí ele já diz Morona todo todo o pensamento riano buscando lá a questão do ser fala falta ser você é atravessado pela linguagem vamos seguir com este papo daqui a pouquinho porque a gente vai dar uma paradinha rápida não saia daí Porque
a gente volta já [Música] já Olá estamos de volta com capital natural que hoje bate o conceito do pós-humano isto mesmo a condição humana na sociedade pós-moderna estamos conversando com a professora Lúcia Santa ela e o pesquisador Alexandre Quaresma que nos faz humano então é apenas essa definição que vem daquele hominídio que consegue fazer esse trabalho né de de de de uso de uma arma de quebrar e fazer o fogo enfim é isso que nos define humanos ou existe uma outra forma de definição não eu vou eu vou tentar fazer uma definição que a professora
Lúcia também trabalha que é a questão seguinte nós somos humanos e somos humanos porque somos tecnológicos as tecnologias estão nos transformando numa outra coisa mas nós continuamos sendo humanos por causa disso O que tá no horizonte e que deixa muita gente Instigado por exemplo que me motivou a escrever esse livro que a professora também pesquisa sobre isso é que é como a gente estava começando antes de gravar Digamos que eu tenho um problema no coração é E aí coloca um coração de titânio durante a operação eu tive uma complicação com o fígado eles me imprimem
lá um fígado com uma bioimpressora 3D me fecham e eu volto bonito e faceiro pra sociedade a pergunta que vai ficar no ar seria o seguinte eu ainda sou humano na verdadeira acepção da palavra então quando se fala de pós humano quer dizer o seguinte que aquilo que a gente conhecia como humano tá passando por Profundas transformações e quer dizer também que o humanismo por causa disso é é como se ele estivesse se esgotado e nós estivéssemos começando uma nova fase não é isso professora é porque toda a a filosofia ocidental até os grandes ruptores
Marx nietz Freud elas ela foi tecnofobia ela ignorou a tecnologia então eh a ideia que nós temos de humano é de uma essência imutável que é uma ideia que foi forjada no Iluminismo e com as autópsias se desmistifica né sim sim não ah Marx já disse uma frase maravilhosa meu Deus poucos lembram transformando a natureza o ser humano transforma sua própria natureza nós somos seres em evolução Então o que acabou e por isto vem e esse é o pós-humano crítico não é Alexandre o pós-humano crítico é a gente tentar enfrentar esta Interrogação ou seja o
Crepúsculo daquela ideia de humo como uma essência imutável e mais o que o humano fará de si isso nós vamos continuar falando sobre isso mas eu quero dar uma voltinha para trás um passo porque você por exemplo falou de uma cirurgia complexa que você utiliza órgãos vitais der repente né você constrói coloca e segue vivendo isso nos faz menos humanos mais humanos não humanos enfim agora nós temos aí uma mudança na vida cotidiana que tem acesso a tecnologias que também nos faz pós humanos as redes sociais a internet telefonia televisão quer dizer os antidepressivos os
remédios para dormir os remédios para acordar que que se chama aumentar a memória pras crianças ficarem menos agitadas ou para você fazer fazer uma prova é uma medicalização e toda essa medicalização também faz parte tudo que tapeia a natureza tudo que tapeia o curso natural não porque esse esse pós humano que o humano tá se transformando é faz parte da natureza também nós somos parte tudo isso tá acontecendo na natureza por isso que é uma grande e um outro ponto interessantíssimo que a professora sabe é que tem uma pergunta que é uma pergunta clássica da
física e da e um ser seria capaz de criar um ser mais inteligente do que ele e nós estamos Prest a fazer isso com as inteligências artificiais acho eu já fiz quando eu tive meu filho ele é muito melhor não claro mas éo Supernatural nem tive consciência mas imagina você imagina o que que vai acontecer quando um computador começar a sentir dor começar a ter direitos sociais Será que você vai vai poder desligar a máquina o pós humano ele abrange toda essa o pós humano Ele parece né professora que não existe mas que tá em
todos os lugares eu lembro do daquele filme O Bicentenário eh do do do Robin Williams eh que aquilo é muito assustador porque ele nasce robô e ele busca a humanidade transformando o corpo robótico dele eh de certa forma ter órgãos líquidos fluindo para ter Sensações enfim tal e ele termina sendo julgado como humano tamanho enfim pelos sentimentos dele e aí passa-se para um outro fator que é uma questão quase que religiosa de alma da presença que não cabe aqui a discussão acredito eu mas assim eh caminhamos também para para para robotizar e a gente volta
para um outro sentido de que estamos tão próximos da tecnologia que faz tudo para nós que muitas vezes a gente busca já hoje em dia voltar pro não tecnológico já queremos os orgânicos paraa alimentação já batalhamos muito mais pelo parto naturalizado deixar um pouquinho a cesárea que é um uma facilidade para nós mulheres para um parto normal Vamos tentar fazer isso quer dizer a gente também tenta ao mesmo tempo voltar um pouco não sei se assusta nós nós temos uma uma uma vontade assim Cândida como diria volta de voltar a ser o bom selvagem que
isso vai ser impossível o que o meu um dos meus professores disse que o ser humano o destino dele é ir paraas estrelas o pós humano é só uma é uma parte dessa história e a gente a gente não sabe do que que a gente é capaz nos estamos aos poucos então o pós-humano ele é feito de interrogações Porque a partir da segunda guerra mundial isso vários autores não é colocam e concordam nós estamos a partir da Segunda Guerra atravessando aquilo que se chama a grande aceleração sim então nós nós é por é só interrogação
agora o que que isso provoca essa grande aceleração a grande aceleração dos processos de comunicação de conexão humana de máquinas que começam a substituir o orgânico eh Inteligência Artificial nanotecnologia etc eh isso produz no ser humano o ser humano é um ser paradoxal por natureza não é essa ideia do natural não é do cândido não isso nunca existiu nunca existiu exti ROM ROM ISS Nos romances Só que os ciclos evolutivos do humano eles iam mais lentamente então a as coisas tinham uma certa durabilidade o que dá conforto essa grande aceleração o que que ela tá
provocando em nós ao mesmo tempo angústia Pânico Vertigem Vertigem mas ao mesmo tempo Fascínio é disso que vivem os filmes de Hollywood não conseguimos nos adaptar porque é tudo muito rápido mas adoramos as novidades vamos continuar conversando porque eu tenho que fazer o intervalo mas a gente volta já já não saia [Música] daí Olá estamos de volta com o capital natural que hoje debate o conceito do pós-humano isto mesmo a condição humana na sociedade pós-moderna estamos conversando com a professora Lúcia Santa ela e o pesquisador Alexandre Quaresma bom eh a gente tinha falado agora a
pouco sobre esse momento da fotografia sendo um grande momento transformador a seguir dele tivemos televisão cinema tecnologias internet né Eh qual foi o grande momento depois da fotografia que a gente percebe também essa avanço do pós-humano olha Eh eu tenho uma mente muito classificatória então já falei da classificação que eu faço das máquinas eu fiz uma classificação também do mundo das imagens isso muito nos ajuda então Eh eh é é uma classificação bem grande o arco-íris histórico é enorme mas ajuda muito porque antes da fotografia as imagens eram produzidas através de habilidades técnicas habilidades manuais
e também mentais evidentemente mas a fotografia tirou da da mão humana não da mente mas da mão eh eh a essa essa a única maneira de você eh poder traduzir o mundo visual era através então a fotografia ela inaugura uma nova era que eu chamo de era fotográfica pré fotográfica antes da fotografia fotográfica que vem fotografia cinema televisão vídeo e holografia Ou seja que era essa eu tenho uma máquina que está em conexão existencial com mundo visível e que captura e eterniza um fragmento do mundo visível então é uma máquina que é uma máquina de
de flagrar e capturar com o mundo digital Nós entramos nas na nas nas na na era da imagem pós fotográfica ou seja o computador é capaz de criar por algoritmos uma imagem absolutamente realista mas que não passou por esta fase de captura existencial espacial de conexão espacial com o mundo visível lá fora então são três grandes eras e eu acho que é bem marcado porque quando aparece o mundo digital e a produção de imagem começa a se fazer infográficos essas imagens elas produzem um uma enorme revolução também pós fotográfico pós humano uhum pós pós-moderno Então
essa palavra pós ela começa a circular e e e agora eu tô trabalhando com o pós-digital que é a visão crítica do digital está na hora do digital fazer a entrar na berlinda e eu acho que seria também interessante a gente ver um pouco que que é que significa uma visão do pós humano crítico mas o que que vem depois do pós digital O que é o PS o pós-digital então é é é a mesma ideia que tá no paus humano não significa que o digital acabou magina ele está aí um não encerra o outro
daqui a pouquinho todos os ambientes vão ficar inteligentes internet das coisas as coisas vão começar a se comunicar hoje mais de 50% da comunicação no mundo é máquina a máquina e Nós pensamos que ah não um ser humano que está lá no centro não inclusive uma das grandes questões hoje do pós-humano é o an antropocentrismo ou seja o ser humano parou não é deixou de ser o centro do universo por isso que se fala muito em não humo Então e o pós-digital e o pós-humano não significam outra coisa senão enxergar criticamente e com com menos
superficialidade sensacionalismo isso que tá acontecendo com o humano e com o digital que é inseparável do humano hoje bom hoje nós temos a nanotecnologia e passo pro Alexandre né a gente já falou da prótese e tudo mais mas a nanotecnologia hoje presente é é como é que ela atua nesse momento de pós humano Ótima pergunta nanotecnologia faz parte do do das quatro sustentáculos da da revolução tecnológica inibic que é nanoo infog é nesses quatro que o pós humano se estrutura então a nanotecnologia ela ela desempenha um papel importante porque ela ela permite que muitas coisas
sejam diminuídas a tamanhos assim muito pequenos de maneira que no seu tablet por exemplo ou no meu relógio de pulso ou em qualquer outro aparelho estejam não só um relógio de pulso um tablet Então mas que esteja uma série de outras coisas um exemplo disso são os smartphones mas eu queria voltar um pouquinho a a pergunta que você fez a professora Lúcia antes para fazer um com eh essa coisa do pós humano do pós digital não é uma coisa que termina aqui e começa em seguida é uma coisa influxo e o que e a característica
desse desses momentos pós são a velocidade com que isso tá acontecendo Então tá acontecendo com uma velocidade tão acelerada tão acelerada que é quase que impossível refletir a tempo porque a reflexão por exemplo uma reflexão filosófica uma reflexão você demanda um certo tempo e as coisas acontecem com tanta rapidez que a gente já não consegue mais saber o que que isso vai significar pra gente impacta na visão de nós mesmos totalmente impacta totalmente na nossa visão se faz uma experiência Experimenta ficar três dias sem acessar qualquer aparelho eletrônico você vai ter você vai ter sintomas
físicos de abstinência Olha vou te dar uma boa notícia fiz isso nas férias e fiquei mais feliz por não sintoma físico de felicidade não precisava ser negativo o que eu quero dizer Você não perguntou se isso te transforma sim isso te transforma o programa capital natural dessa semana fica por aqui mas na semana que vem nós vamos continuar esse debate eu agradeço por hora a presença dos nossos convidados a professora Lúcia Santa ela especialista em teoria da comunicação e semiótica pela PUC SP e autora de navegar no ciberespaço o perfil cognitivo do leitor imersivo e
o pesquisador Alexandre Quaresma autor dos livros nanoca e a responsabilidade global e nanotecnologia Zenit ou Nadir e eu Convido você a continuar conectado conosco acesse a nossa página no Facebook eu sou a Marina Machado até o próximo [Música] programa