เฮ เฮ [música] [música] [sino] [música] >> [música] [música] [música] [música] [música] >> เฮ [música] [música] [música] [música] เฮ [música] >> [música] [música] [música] [música] [música] [música] [música] [música] [música] [música] [música] [música] >> เฮ [música] [música] [música] เฮ [música] [música] [música] [música] >> [música] [música] [música] [música] [música] [música] [música] [música] [música] [música] [música] [música] [música] [música] [música] >> เ >> [música] [música] >> Santa Bela e Inovadora Catarina, um estado de belezas naturais, força no campo e nas indústrias, uma [música] potência sempre em desenvolvimento. E ano após ano, um novo pilar econômico começava a [música] crescer. Tudo
começou na década de 80 com iniciativas [música] pioneiras. Eram pouco mais de 100 empresas e menos de 2000 profissionais que trabalhavam na área da tecnologia. O início de um movimento que nunca mais [música] parou. Novos ecossistemas se espalharam por todas as regiões e superaram qualquer previsão. Hoje somos um estado que Respira inovação, [música] cria tecnologias e inspira o país. Santa Catarina reúne agora [música] mais de 29.000 empresas de tecnologia. São mais de 100.000 1 profissionais empregados no setor, colocando Santa Catarina entre os três maiores mercados da área, o segundo estado mais [música] inovador do Brasil,
com um faturamento acima de R bilhões deais. é o quinto maior do país. A tecnologia hoje já representa 7,75% Do PIB catarinense. Uma participação que só aumenta. Ecossistema vivo, dinâmico e integrado, que gera inovação, renda e oportunidades. Mas o avanço traz novos desafios. Quem vai ocupar as vacas que estão surgindo? Estamos formando [música] talentos na velocidade que o futuro exige? Sabemos como aproveitar a inteligência artificial? As respostas começam agora. Um impulso Para preparar o catarinense, abrir portas, capacitar pessoas, aproveitar as oportunidades e colocar tecnologia nas mãos de quem quer transformar a própria vida. Esse movimento
tem nome SCTEC. Com quase R milhões de reais em investimento, o programa vai impactar mais de 155.000 catarinenses acelerando carreiras e multiplicando oportunidades. O governo do estado trabalha para que o Setor alcance 10% [música] do PIB ainda em 2026. Serão 100.000 novas vagas previstas [música] até 2027. O presente mostra, estamos só começando. O futuro exige e será ainda mais brilhante. E a tecnologia cada vez mais será o pilar desse desenvolvimento. Olá, boa noite. Bem-vindos ao SCTEC. Eu sou Rúbia Laidens, apresentadora de tecnologia e inovação da NSCTV. E é um prazer enorme estar com vocês para
mais um momento dessa jornada da carreira Tec. Nós estamos ao vivo diretamente aqui dos estúdios do SCTEC, transmitindo para todo o estado de Santa Catarina pelo YouTube. Então compartilhem o link, chamem outras pessoas e venham aproveitar essa oportunidade com a gente. Este é o segundo encontro da nossa etapa Despertar. E hoje é um dia especial porque nós vamos mergulhar na temática de desenvolvimento de software. O SCTEC é um programa do governo do estado de Santa Catarina por meio da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Inovação em parceria com o SENAI, que tem como objetivo impulsionar de
forma gratuita a inovação e o desenvolvimento tecnológico aqui no nosso estado. E para isso vocês contarão com especialistas que vão ajudar a se conectar ainda mais com essa área, trazendo clareza sobre caminhos, possibilidades e, principalmente, mostrando o que qualquer pessoa pode começar. E hoje nós preparamos uma programação completa para Vocês, começando do entendimento mais básico até a reflexão sobre carreira. Vamos então aos temas de hoje. Na nossa primeira palestra, vamos entender como uma ideia se transforma em aplicativo, sistema ou plataforma digital. Vamos mostrar que desenvolvimento não é talento inato, é método prática e organização. Já
na segunda palestra, vamos revelar o que realmente acontece por trás da tela. O que é programar? como funcionam as linguagens de código e Como a lógica pode ser aprendida passo a passo. E para fechar, nós teremos uma reflexão, né, um momento bem importante. Desenvolvimento de software é para mim uma conversa para ajudar vocês a entenderem o seu perfil e como essa área se conecta com habilidades como lógica, organização e resolução de problemas. Lembrando que vocês podem enviar dúvidas pelo chat do YouTube. A nossa equipe está ao vivo respondendo. Também temos o WhatsApp disponível que é
o 489876277. Tá aqui na tela. E reforçando, a participação de vocês conta pontos no edital para garantir uma das vagas da etapa profissionalizar. Então, aproveitem ao máximo. Ao final aqui do evento, vocês também terão direito à declaração de participação. Em breve nós traremos mais informações sobre como acessá-la. Então, preparados? O tema do nosso dia é desenvolvimento de software, o poder de criar onde tudo começa, porque toda solução começa com Uma ideia, não é? e ganha vida quando alguém decide construir. Vamos começar para abrir a nossa noite. Nós vamos chamar, então, vamos falar sobre como mostrar
na prática como tudo isso começa. Venha para cá, por gentileza, ao nosso estúdio Alex Muniz, que atua como desenvolvedor de software na Parpaçu, atuando então nas frentes de soluções digitais para o ramo de alimentos. >> [música] >> Boa noite, pessoal. Primeiramente, muito Obrigado, Rúbia. Muito obrigado ao pessoal da organização do SCTEC. Estou aqui, então, para falar, apresentar um tema para vocês, eh, onde tudo começa, né? do zero até a aplicação, até um desenvolvimento de um software, de um sistema, de uma plataforma. Eu sou o Alex Muniz, desenvolvedor FUEC na Paripaçu, atuando na criação de soluções
digitais para cadeia de suprimento de alimentos. também sou Docente, né, especialista de ensino no SENAI, onde eu leciono nos cursos técnicos aqui de desenvolvimento software. Conectando, né, com o que a Rúbia falou, é toda a tecnologia, ela nasce de uma ideia, mas não só de uma ideia, ela também nasce de um problema, aonde o problema ele chega de um de uma forma que ele não consegue mais ser tratado sem ter um aliado, que é a tecnologia otimizando processos, otimizando espera E otimizando também eh falhas no processo aonde a gente tem às vezes erros humanos. Enfim,
então a tecnologia ela não nasce do código, né? Quando a gente eh vai procurar entender sobre a área de desenvolvement software, procurar sobre programação, a gente pensa muito sobre o código, pensa muito sobre eh aquelas letrinhas coloridas ali em inglês e aí às vezes a gente sai eh querendo resolver tudo, escrevendo código e para mostrar pro amigo, para Mostrar pra família, para mostrar pro pai, pra mãe, olha só o que eu desenvolvi, olha só o código que eu que eu produzi. Mas nem sempre é isso, né? A tecnologia ela não nasce só do desenvolvimento do
código, ela nasce de uma necessidade aonde eu tenho o que esperar em uma fila, eu tenho que eh marcar um horário, eu não sei se tem horário disponível, eu mando mensagem, mas eu não tenho resposta. Inicialmente, se a gente fala sobre esperar uma em uma Fila, se eu preciso esperar em uma fila de quatro ou cinco pessoas, talvez não seja um problema, né? Ainda não é um problema, mas quando o meu negócio escala, né? Eu eu tenho aqui o meu posto de saúde, eh eu tenho um um uma venda de produtos e eu meu cliente
ele precisa esperar na fila para receber, né? Eu tenho aqui, eu vendo ingressos de show e os meus clientes ali, né? As pessoas que querem assistir ao show, elas precisam esperar na fila e ainda tem só quatro ou Cinco pessoas. Tá tranquilo, né? Tá tranquilo eu esperar quatro ou cinco pessoas na minha frente. Mas quando começa a escalar, ou seja, eu vou vender eh ingressos de um show nacional, multinacional e são muitas pessoas, né? 1000, 2000, 100.000 1000 pessoas na fila para comprar ingresso começa a se tornar um problema, até porque seria um pouco chato
esperar 1000 pessoas na minha frente numa fila, né? E aí a partir disso, né, onde a gente visualiza esse Problema de muitas pessoas esperando dentro de uma fila, que a tecnologia ela se torna a nossa aliada, aonde eu posso criar essa fila de forma virtual através de uma aplicação, de um aplicativo, uma plataforma digital em que a pessoa não precisa sair necessariamente de casa e entrar numa fila de 1000, 2000, 100.000 pessoas para esperar para efetuar a sua compra, né? E aí eu consigo fazer isso de casa, né? O meu meu cliente ele pode esperar
de casa dentro dessa fila Virtual, quando chega na vez dele, ele consegue efetuar a compra. Assim também pode funcionar para um posto de saúde aonde a pessoa ela tem ali que marcar e participar de uma consulta, mas ao invés de ela esperar 100, 200, 500 pessoas na frente dela, ela só vai até o consultório no momento em que chegou próximo da dela ser atendida, né? Além disso também, eh, eu posso ter uma barbearia, eu posso ter um estúdio, né? Eu tenho aqui uma barbearia e aí e Inicialmente, se a minha barbearia de bairro ali é
pequenininha, eu atendo quatro ou cinco pessoas, tá tranquilo marcar na agendinha, né? tá tudo bem, eu não vou ter uma gama tão alta de clientes, eu não vou ter tantos clientes para atender. [limpando a garganta] E aí tá tudo bem eu marcar na agendinha, apesar de que ainda existem problemas como derramei café na agenda, perdi a agenda, esqueci a agenda e aí a informação se perde ou esqueço quais Clientes que eu tenho que atender no dia. E aí a tecnologia também entra como aliada, aonde eu não vou perder a informação. E também se o meu
negócio escala, eu contrato um novo barbeiro, eu começo a atender mais de 5 a 10 pessoas por dia, né? Passa a ser uma um volume muito alto de clientes, a tecnologia ela se torna minha aliadaonde eu agendo. Eu tenho lá o meu cliente que venha com recorrência cada 5 ou 10 dias, ele tá ali na barbearia para cortar o cabelo. E Aí o meu, meu a minha aplicação, minha solução digital guarda essa informação de forma segura. Então, por mais que chova e mole o meu computador, a informação ela continua segura. eu não vou perder essa
informação, né? Além disso, eh, nessa mesma, nesse mesmo tema de barbearia, como eu a minha barbearia tá crescendo, virou uma rede de barbearias, eu não consigo atender todo mundo, eh eu não, mesmo eu tendo um atendente específico para atender quem Tá mandando mensagem, nem sempre ele vai conseguir dar conta de atender 100, 500, 1000 pessoas no dia. E aí que entra também nossa na nossa tecnologia como bots, plataformas de atendimento, enfim, que viabiliza um atendimento rápido, não deixa o cliente sem resposta e sana o problema, né? A gente consegue tratar o problema que é falta
de resposta na mensagem, falta de saber se tem horário disponível ou até mesmo perdeu o horário porque o meu meu barbeiro perdeu a Agenda. E também esperar em fila, não preciso esperar numa fila [roncando] gigante para ser atendido, né? Eu acho que a tecnologia ela tá muito aliada no na resolução de problemas quando os problemas começam a escalar. Inicialmente, às vezes, a gente pode olhar e não é um problema, né? Ah, esperar em uma fila. Será que é um problema esperar em uma fila? Talvez, né, pela questão de perca de tempo, pode ser que seja
um problema, mas quando a Gente começa a olhar para aquilo escalar, né, ah, o meu negócio tende a crescer, eu vou crescer para 1000, 5.000 pessoas, esperarem uma fila já começa a não ser muito legal, né? Eu vou ter 5.000 pessoas, às vezes eu não tenho nem espaço físico para suportar essas 5.000 pessoas. E aí é onde a tecnologia entra, né? Agora, conectando com o a minha experiência do dia a dia, né, o que a Paripassu trata, eu vou trazer uma Reflexão para vocês que talvez hoje, né, antes de hoje, vocês não nunca pensaram sobre
isso, mas a partir dessa minha fala de agora, quando vocês irem até o mercado e olharem lá pro produto dentro do mercado, vocês talvez comecem a ter essa reflexão. Quando vocês vão no mercado e olham para uma pra frutinha lá dentro do mercado ou na feira, enfim, vocês já pararam para pensar da onde que tá vindo aquela fruta? qual que foi o caminho que ela percorreu, quem que Plantou, quando que foi plantada e quais foram as condições que aquele produto passou até chegar dentro do mercado. Quando a gente fala eh quando a gente olha para
para essa reflexão e eu chego lá no mercado e eu olho talvez uma batatinha lá meio podre, um tomate meio estranho, uma maçã meio estranha, eu preciso reportar às vezes, né? Vou reportar para alguém dentro do mercado. E quando eu reporto para essa pessoa dentro do mercado falando: "Olha só, a Batata não tá muito legal, tava escolhendo ali, não gostei muito". E quando eu vou reportar para para essa pessoa responsável do mercado, ela precisa saber a quem recorrer, certo? Ela pode recorrer, né, a sua gerência dentro do mercado, mas o mercado ele precisa tomar uma
resolução sobre isso. A fruta chegou podre, para quem que eu preciso, com quem que eu entro em contato, com que eu vou falar, né? Quando a gente, isso também é um Problema. Quando a gente olha para, eu tenho uma mini feirinha aqui na esquina, eu pego sempre do mesmo produtor lá, o seu Joãozinho, que vende a maçã para mim, que vende a batatinha para mim. Eu sempre pego a fruta dele, a minha vendinha sempre vende os produtos dele. Então, eu sempre sei a quem recorrer. Eu sei que se a batatinha chegar podre, eu vou chegar
e vou falar: "Olha, seu Joãozinho, você me entregou uma batatinha podre, não tá muito legal. O Que que a gente pode fazer? Você consegue trocar? O que que a gente vai fazer?" Enfim, dessa forma fica muito mais fácil de lidar. ainda não é um problema, porque eu tenho somente um produtor que produz o meu produto e eu tenho a minha feirinha ali que eu vendo pro bairro, enfim, eu não não tenho uma escala tão grande. Mas quando a gente fala de mercado, de rede supermercados, de mercados com grande volume, geralmente são vários produtores e Vários
distribuidores que entregam as frutas, as batatinhas, os tomates. E aí eu preciso saber quem que me vendeu aquele tomate que tá podre, com quem que eu preciso falar, como que eu vou tratar esse, com quem que eu vou resolver e essa questão. Preciso ter essa informação, eu preciso ter esse trajeto da onde que a batatinha saiu, aonde que ela foi plantada, aonde que ela foi colhida, para onde que ela foi, para onde que ela foi distribuída, quem que Me distribuiu essa batatinha para mim conseguir entender também com quem eu reporto problemas, como que eu faço
todo esse trajeto e também pra gente que consome, né? Eu chego no mercado, comprei a fruta, às vezes ela tá até bonita, chego em casa, como aquela fruta e depois me dá um malestar, eu vou querer entrar em contato com o mercado falando: "Olha só, eu fui, né, tive uma intoxicação com esse produto que eu comprei de vocês e aí, como é que faz?" Então, sem tecnologia a gente não consegue ter esse rastreio, né? Se o alimento ele tiver contaminado, a gente não vai saber quem quem plantou, quem produziu, da onde tá vindo, por onde
passou, o que que aconteceu nesse processo. E aí o produtor ele vai colher, ele vai passar pro distribuidor, vai chegar no mercado, a gente vai lá, vai comprar e a gente não sabe da onde veio, para onde vai, né? Então a informação ela tá perdida, ela foi, né, Se perdeu no tempo e a gente não sabe, não vai ter como tratar, né? Então, e aí que nasce o problema, né? A gente saiu da feirinha ali, aonde eu tenho só o seu Joãozinho vendendo para mim a fruta. E aí eu já passo para uma rede aonde
eu tenho o Joãozinho, tenho o Carlos, a Ana, que vende fruta para mim e que me distribui também essa fruta. E aí eu preciso saber quem que vendeu para mim conseguir tratar. Então o problema ele mora dentro da falta de informação, da Falta de controle dessa informação. Também fica difícil de eu rastrear a origem da onde veio aquele produto. E eu tenho um alto risco sanitário também de o meu consumidor ele se contaminar com o produto e depois eu não saber o que fazer e como tratar isso, né? E aí quando a gente fala de
nascer de um problema, de a tecnologia nascer de um problema, a gente precisa também dar alguns passos atrás sobre aquilo que eu falei, né, de só sair escrevendo código, Né? Olha, eu tô entrando na programação agora. Vou contar aqui pro meu amigo, pra minha família. Olha, entrei na programação agora, já tô saindo, codando horas e horas, virando noites, codando e e ainda não tô muito muito adequado, mas já tô saindo escrevendo o código. Então, dentro do processo de desenvolvimento software e onde a gente precisa olhar para essa resolução dos problemas reais, né? Então, eu tenho
um problema dentro da sociedade. Eu identifiquei esse Problema dentro da sociedade, do meu contexto social, da minha área de trabalho. Eu identifiquei esse problema antes de eu partir pra parte de código, antes da gente desenvolver definitivamente o aplicativo, a solução à plataforma digital, eu preciso dar alguns passos atrás. E depois que eu identifiquei o problema, né, isso que a gente acabou de fazer de olhar pro problema, olhar pra fruta, entender que eu preciso rastrear essa informação, eu Preciso guardar quem que foi o produtor, quem que foi o distribuidor, a gente passa então pro para pro
algo que a gente chama dentro do desenvolvimento de software, que é o levantamento de requisitos, né, o levantamento e análise das informações sobre o problema e como que eu posso eh rastrear esse problema e identificar esse problema, né? Então, quando a gente olha pros requisitos que a gente precisa ter nesse problema específico de Rastrear o alimento, saber da onde a fruta veio, da onde a batatinha veio, o produtor então ele precisa, a gente sabe que o produtor precisa registrar a produção dele. Então eu vou chegar lá no seu Joãozinho e vou falar: "Olha só, eu
preciso que você registre quantos tomates você produziu, quanto que deu a sua colheita de batatinha, como que foi essa essa essa safra, né? Quais os problemas que você teve? Teve chuva de granizo? Teve algum problema durante a Sua safra? O que que aconteceu? [roncando] Além disso, ele precisa identificar o lote, quantas toneladas ele produziu, a origem da onde veio aquele produto. E depois disso, aonde o distribuidor vai chegar lá no seu Joãozinho com o caminão, vai pegar o lote de produtos e vai levar lá pro pra sua distribuidora e talvez até depois já diretamente levar
pro mercado. O distribuidor precisa controlar essa entrada e saída. Então, tá entrando uma Tonelada de batatinha. Eu preciso saber para onde vai essa uma tonelada de batatinha. Ah, eu vou dividir. Metade vai pro mercado do Carlos, metade vai pro mercado da Ana. Eu preciso identificar quem que vai ser o consumidor dessa desse produto. Então, preciso controlar quem que tá, o quanto de produto que tá entrando, quanto que vai sair, quando que vai sair, que horário saiu, que horário entrou. A gente precisa guardar todas essas Informações para manter um histórico de todo o caminho que aquele
produto percorre, né? Aqui eu trouxe algumas imagens só para representar, né? o produtor ali fazendo todo o levantamento do do da produção dele, identificando possíveis problemas, né, com a batatinha, com o tomate, com a fruta, enfim. E já dentro da distribuição, o distribuidor fazendo todo o mapeamento de quanto que tá entrando, quanto que tá Saindo, quanto que eu tenho ali guardado daquele produto. Além disso, né, a gente sabe que o mercado ele vai precisar, a partir do momento que chegou o produto dentro do mercado, ele precisa saber a origem, quem que distribuiu, quem que foi,
quem que produziu esse produto para garantir a qualidade disso. Até porque se a maçã tá chegando podre para mim, eu preciso saber quem que me trouxe esse essa maçã para mim poder reportar e falar: "Olha Só, chegou uma maçã podre aqui para mim e eu não quero maçã, não posso vender maçã podre porque eu vou ter que vender por um preço menor e aí não vai ser legal, eu vou sair no prejuízo." Além disso, o consumidor ele precisa ter confiança no produto. Eu vou lá no mercado do Carlos, no mercado da Ana e eu sei
que lá eu vou comprar uma maçã de boa qualidade, um tomate de boa qualidade. Então eu preciso ter transparência também, saber da onde que Tá vindo, por onde que passou. Aqui eu tenho um exemplo que é como a gente faz o mapeamento dessa informação, né? Dentro da Paripaçu a gente tem o controle, né? o controle da dos produtos, ele vem etiquetado e a gente identifica ali toda a questão de aonde que eh foi produzido data de entrega, data de validade, data de fabricação. E aqui a gente tem também um Qcode que quando o cliente ele
lê esse Qcode, né, o consumidor lá dentro do mercado ele lê Esse QRcode, ele consegue ver o trajeto total, quantos quilômetros esse morango fez até chegar no mercado, por onde que ele passou, todo o histórico desse morango para ter uma confiança e transparência de que esse produto é um produto de confiança, né? Então, olhando para todo esse cenário, a gente passa a entender quais são os problemas de fato que acontecem nesse processo. Eu não precisaria ter uma tecnologia de fato, mas se eu não Tivesse tecnologia, como que eu faria esse processo lá? O produtor teria
que preencher uma fichinha, ele teria todo um papel, um monte de papelada para preencher as informações do seu produto. E aí existe, né, a o erro humano do produtor esquecer de preencher uma informação, preencher a informação errada, quantidade errada, nome do produto errado, enfim, o papel corre o risco de perder informação, pode acontecer de rasgar, de derrubar um Líquido, de perder, enfim. E também quando a gente fala de redes grandes de supermercados, grandes supermercados, a cadeia ela começa a se tornar muito grande. Então eu às vezes eu passo por um produtor, do produtor eu passo
por cinco ou seis distribuidores, até porque o meu produto ele pode sair daqui do sul do Brasil e lá pro norte do Brasil. Então ele pode passar por diversas distribuidoras, diversos locais. E aí eu tenho uma falta de Visibilidade de saber, porque às vezes o meu produto, né, a minha maçã, ela ficou, ela saiu bonitinha lá do produtor, mas em algum momento alguém bateu a caixa, derrubou. E aí colocou de novo na caixa ali para não perder e aí a maçã amassou, estragou o produto. E eu preciso saber aonde que foi, né, onde que aconteceu
esse problema. Então aqui o problema, né, o nosso problema global aqui não é a questão de não ter a tecnologia em si, mas eu conseguiria Resolver de forma manual, mas aí eu tenho vários outros problemas que podem acontecer, como o erro humano, perda de informação, falta de visibilidade. E além disso, o problema global de tudo isso é a falta de organização da informação. Então, quando a gente olha, né, para algum problema do nosso contexto social, né, eu tenho aqui, ah, minha barbearia tá começando a subir muito número de clientes, ah, o meu meu estúdio aqui
de beleza, eu tô começando A ter vários eh nichos, né? Eu tenho a manicure, eu tenho a pedure, eu tenho a a mulher que faz só o cabelo, enfim, eu preciso eh organizar de forma que o lugar aonde o meu cliente vai agendar a o o seu procedimento, todo mundo consiga mexer. Então, eu identifico o problema, ah, se eu tenho só um caderninho de anotação, eu tenho cinco funcionários que vão mexer nesse caderninho e um deles pode eh perder informação, pode levar a agenda para casa, esquecer, Enfim. Então, o nosso problema aqui nesse contexto de
um de saber da onde o produto vem, qual que é a a procedência, por que que ele tá estragado, aonde que estragou, o nosso problema é que é a falta de organização da informação, certo? Como que isso vira sistema? Então, o desenvolvimento de software é o que visa organizar e controlar as informações. Então, a gente olha pro pra tecnologia como um suporte para controlar essas Informações. Então, para isso, o sistema ele precisa ser desenvolvido em estruturas. E uma das estruturas é o armazenamento dessas informações. Então, algum lugar vai precisar guardar eh as informações de lotes,
datas, quem produziu, algum lugar precisa guardar todas essas informações. Além disso, a gente precisa de uma estrutura que vai garantir que tudo está certo, como se fosse um fiscal, né? O fiscal lá dentro do do mercado ou dentro Da da indústria, eu tenho um fiscal que valida se tudo que tá sendo feito, todos os procedimentos que estão sendo feitos, eles estão OK. Então, algum lugar do sistema, alguma estrutura do sistema, ela precisa garantir que não pode existir um lote com produtos sem produtores, não pode existir informações duplicadas e vai fazer todas as regras e validar.
Essa parte do sistema, ela tem um papel de validar toda e qualquer regra necessária diante daquele problema Que a gente tá tentando resolver, né? Então, eh, garante o funcionamento adequado. Além disso, a gente precisa também de uma estrutura dentro da nossa, do nosso aplicativo, do nosso sistema, da nossa plataforma digital que garanta a facilidade do uso, né? Então, eu preciso ter uma telinha ali bonitinha para que o produtor consiga de fato registrar as informações de forma fácil. Então, quando eu vou lá agendar um corte de cabelo com o meu barbeiro, se o se o Aplicativo
é meio difícil de usar, às vezes eu recorro a mandar mensagem direto para ele. Olha, o aplicativo não tá legal, tô te mandando mensagem diretamente aí porque eu não consegui marcar pelo aplicativo. Fui tentar comprar o ingresso do show do meu cantor favorito. O aplicativo não é legal. eu vou lá e tento entrar em contato com algum suporte porque eu não tô conseguindo mexer no aplicativo. A mesma coisa pro nosso contexto, nosso problema Aqui. A gente precisa ter uma boa experiência, as telas precisam ser interativas, precisa ser natural o uso para que eu não precise
eh ter frustrações do nosso usuário. Então, essa parte do sistema, essa estrutura do sistema, vai ser as telinhas que a gente vai usar, né? Tecnicamente, né? né? Eu sei que a gente tá falando eh a gente tá iniciando a nossa trajetória aqui, mas tecnicamente vocês vão começar a escutar muito sobre essas essas palavrinhas. Então, quando a gente fala de guardar informação, a gente fala sobre banco de dados, que é onde a gente centraliza e guarda todas as informações necessárias para aquele nosso para resolver aquele nosso problema. as nossas regras, né? O nosso fiscal vai ser
o nosso backend, que vai tratar todas as regras necessárias e o uso, né, o nosso uso de fato, ele fica todo no na estrutura do aplicativo que é o front end. Então, seja um aplicativo mobile, seja um Sistema web, um sistema desktop, né, dentro do próprio computador instalado dentro do do computador, é o nosso as nossas telinhas ali. Voltando para essa experiência do usuário, né, a telinha ser bonitinha e ser interativa, eu trouxe um exemplo aqui que é o o a solução que a parasso traz. que é o conecta, que ele traz de forma totalmente
interativa quando o consumidor, né, quando a gente chegar lá no mercado e vocês verem o QRcodezinho e Apontarem pro Qcode, vocês vão ser redirecionados para essa tela, aonde traz as informações do produto, quantos quilômetros que ele percorreu, né, para chegar até o o para chegar até o até o mercado. Então, eu preciso olhar para isso e entender ali. Olha, eu apontei pro QR Code, ele trouxe todas as informações eh de quanto que de quantos quilômetros ele percorreu, aonde ele tá, o o que que aconteceu com esse produto durante o Trajeto. E aí eu tenho todas
as informações possíveis e eu também posso avaliar esse produto falando se foi um produto ruim, me decepcionou, fiquei insatisfeito com o produto e, enfim. Então essa eh telinha ela precisa ser totalmente interativa, até porque o consumidor final ele só quer saber algumas informações relevantes do produto ou até declarar ali que ele ficou insatisfeito com o produto ou ficou muito satisfeito. O restante das Informações, né, toda a a o armazenamento das informações e as regras não precisam estar claros pro usuário, porque ele não precisa saber disso, né? Mas existe toda essa trajetória, desde o entendimento do
problema, a gente entender quais são as regras necessárias até a gente chegar aqui nessa experiência do usuário dele só apontar a tela no QRcode e aí sim ele ter a informação ali para ele toda organizadinha, toda bonitinha e ele ter Facilidade nesse uso. Então existe uma trajetória até aí. Pra gente fechar, olhando para toda essa minha fala, a gente consegue entender que o sistema ele não começa só do código, ele não começa desenvolvendo o código, ele começou de um problema real, seja o problema da barbearia, seja o problema do estúdio e seja o problema do
nosso da nossa frutinha lá dentro do mercado e por onde que essa fruta passou. Isso pode ser aplicável em qualquer área, Seja saúde, esporte, educação, negócios, até uma área pessoal que você identifica que faz sentido resolver um problema pessoal usando tecnologia. o a tecnologia vai se encaixar. Então, ela não começa com o código e sim com o entendimento do problema e como resolver esse problema. Beleza? É isso. Muito obrigado, pessoal. [música] Obrigada, Alex, pelas contribuições importantes. Criar tecnologia também é sentir, é a satisfação de ver uma ideia ganhar forma e funcionar na prática. E para
dar o próximo passo na nossa jornada de hoje, é hora de entender o que realmente acontece por trás da tela, porque no fim das contas programar é isso, organizar instruções para resolver problemas e criar soluções reais. Para conduzir este momento com a gente, eu convido ao palco João Víctor Mendes de Oliveira, que atua como engenheiro de software na BIS, Vinculada ao grupo BEV, desenvolvendo produtos que impactam usuários no mundo inteiro. [música] Boa noite a todos que estão assistindo a gente aqui hoje. Obrigado, Rúbia, pela introdução. Queria agradecer também todo o pessoal da organização do SCTEC
pelo convite para conversar aqui com vocês hoje sobre esse tema, né? O que que realmente acontece por trás da tela, o que que realmente acontece ali no código, né, na programação. Então, Primeiro, deixa eu me apresentar para vocês aqui, né? Meu nome é João Víctor. Eu sou engenheiro de software com mais de 10 anos de experiência na área e eu também sou docente no SENAI há mais de 5 anos, ensinando pessoas que querem entrar nessa carreira, pessoas que querem aprender a programar, tá? Então, entrando no assunto, né? Como os softwares funcionam, como que os programas
funcionam, né? Quem for mais ou menos da minha faixa etária aí, 30 Mais vai lembrar dessa frase, né? Não é feitiçaria, é tecnologia, né? uma piadinha que tinha em comercial de televisão. Mas é isso mesmo, né? Não tem nada de mágico, não tem nada de misterioso, tá? É tudo tecnologia, tudo funciona através de alguma lógica. Ah, e a gente pode fazer uma metáfora com a nossa comunicação verbal, com a nossa eh linguagem natural, né? Aqui a gente tá conversando em português, a gente pode Conversar em outros idiomas também, né? Em outros países, enfim. E para
conversar com um computador, para passar instruções pro computador, a gente utiliza a linguagem de programação, que é uma linguagem artificial, né? Uma linguagem criada pelos humanos justamente para isso, para a gente passar essas informações pro computador, essas instruções pro computador. E pode acreditar, é mais fácil aprender uma linguagem de programação do que um novo Idioma, né, de linguagem natural, né? E aqui eu trouxe um exemplo então de uma linguagem de programação, né? Agora vocês olhando assim, talvez, né? Quem nunca teve contato ainda com programação, pode pensar que é tudo alienígio, né? Tudo muito complicado. Meu
Deus, isso não significa nada, né? uma uma bagunça, mas à medida que vocês vão aprendendo, que vocês vão se familiarizando com uma linguagem de programação, com Esses termos, com esses comandos, ah, tudo vai ficando mais simples, tudo vai ficando mais claro, tá, pessoal? Eh, e aí eu queria que vocês refletissem um pouco quais desses nomes vocês já viram antes, né? Aqui eu trouxe para vocês algumas das linguagens de programação mais comuns que a gente tem hã no nesse universo, né, do do desenvolvimento de software da programação, né? Então a gente tem o Java, JavaScript, Python,
HTML, CSS, CC+, C#ARP, PHP e SQL, né? Tudo que a gente ah todos os programas que vocês utilizam a são escritos em linguagem de programação e muito provavelmente em alguma dessas aí, né? E aí eu queria que vocês pensassem justamente nisso agora, quais programas, quais aplicativos no computador, no celular que vocês utilizaram hoje, né? Então, o aplicativo de mensagem, a rede social, o aplicativo do banco, um navegador para acessar algum site, o YouTube que vocês estão acessando aqui Essa essa nossa transmissão agora, né? O que que vocês acham que acontece ao clicar de um botão?
Então, por exemplo, quando clica para entrar na sua conta do banco, né? Quando clica para fazer um login, né? Quando clica para entrar na sua conta do YouTube, né? de alguma rede social. Por trás de cada clique desse no programa existe uma sequência de decisões e de instruções que foram escritas em linguagem de programação, certo? Então, a gente eh tem aqui um exemplo, né, de uma função escrita em JavaScript, tá? Que basicamente demonstra isso. Não precisa se preocupar quem não entender esse esse trecho de código de primeira. De novo, tudo é um aprendizado, né? A
gente começa e vai melhorando. Daqui a pouco vocês vão estar entendendo, tá? Mas só para demonstrar, para ilustrar que é uma sequência de instruções, né? Uma sequência de comandos que a gente passa pro computador, pro computador Executar alguma coisa, certo? Então a gente vai ter aí regras de sintaxe, a gente vai ter alguma lógica, né? E a gente vai ter a organização do código, certo? O que que é uma regra de sintaxe? Eh, bem simples aqui, bem resumidamente pra gente entender. Por exemplo, toda função começa com a palavra function, depois vem o nome da função,
tem o parênteses, tem a chave, cada coisa na sua linha, né? Então, a lógica, né? Então, ah, o que que eu quero fazer Aqui? Eu quero fazer um loop, né? Um laço de repetição, quero que esse código se repita até um determinado ponto. Então, a gente tem alguma lógica que a gente vai e implementar, que a gente vai escrever no código para que ele execute, certo? e a organização desse código de uma forma eh que fique mais fácil de ler, né, de a gente enxergar e de o computador também processar essas informações, essa linguagem, esse
código Que a gente escreveu, certo? Então isso são linhas de código escrita por pessoas, pessoas como eu e como você também que tá aí assistindo, tá? E aí a gente entra nessa pergunta, né, que é muito comum. Quem pode aprender a programar? Quem que consegue aprender programação? Todo mundo, todo mundo é capaz de aprender. Eu honestamente acredito nessa afirmação, tá? Todo mundo é capaz de aprender programação. Não é dom, não é mágica, não precisa ser gênio E não tem limite de idade, que é outro mito muito comum que a gente vê por aí, né? Eu
tenho um exemplo pessoal de que eu fui aprender programação na faculdade. Eu não tinha eh nunca tido contato com programação antes da faculdade. Eu fiz faculdade de sistemas de informação e lá nas primeiras matérias de introdução a programação, introdução à lógica, algoritmo, eu tinha muita dificuldade. Eu tinha muita dificuldade e eu cheguei a pensar que eu Nunca seria capaz de trabalhar com programação, de trabalhar como programador. Pensei, bá, vou ter que seguir por outro caminho aqui dentro da área de tecnologia. Eu gostava bastante de mexer com computador e tal, eh, jogar videogame, mas, ã, eu
achava que eu não seria capaz de trabalhar como programador, né, desenvolvendo programas, escrevendo código, ã, porque eu tive muita dificuldade no início, mas eu resolvi me arriscar, né, resolvi, Continuei na faculdade, resolvi procurar um estágio na área como programador e hoje, né, estamos aí há mais de 10 anos atuando como desenvolvedor de software, né, programando no dia a dia inclusive ensinando outras pessoas a programar também. E basicamente ah programar é escrever instruções, como a gente já vem falando aqui, né? E qual a diferença de passar instruções em linguagem natural e em passar instruções em linguagem
de Programação, né? a gente tem a diferença de contexto, a diferença do nível de detalhe, o passo a passo que a gente tem que eh detalhar essa instrução que a gente tá passando. Numa linguagem natural, a gente tá conversando com outras pessoas e a pessoa tem muito contexto. Ela consegue assumir muitas coisas, imaginar muitas coisas com base em poucas palavras, pouco contexto que a gente dá pra pessoa nessa instrução. um computador, numa linguagem de Programação, a gente precisa passar detalhadamente tudo que o computador precisa fazer. Então, vamos ver um exemplo. Como você diria pro seu
filho, por exemplo, né, pra sua filha, para ir ao mercado comprar ovos? Pensa um pouquinho rapidinho. Como é que você falaria? Pega o dinheiro na carteira, vá até o mercadinho da esquina e compre uma dúzia de ovos, certo? Muitas ações aqui estão subentendidas, né? não precisam nem ser Faladas, porque o seu filho já sabe que vai precisar fazê-las e como vai fazê-las, né? Então, a criança vai lá no mercado, sabe onde pegar o ovo, bota no carrinho e volta para casa, certo? [roncando] E para um programa de computador, como que a gente falaria essas instruções,
né? A gente precisa falar muito mais detalhadamente, porque um computador não pensa. Ele vai executar exatamente o que você mandar. Ele não vai assumir outras Coisas que você não falou, né? Então, por exemplo, a gente tem aqui, ó, se, né, está descalço, precisa vestir um calçado para sair na rua, né? Ah, uma camiseta, né? Se tá calor, tá dentro de casa, ah, sem camisa, para sair na rua precisa botar uma camisa. Ah, se tem saldo na carteira, conferir, né, a carteira se tem saldo suficiente para para comprar esses ovos no mercado. Se não tiver aí
ao mercado antes de sair de Casa, conferir os bolsos, né, se tá com a chave de casa, se tá com dinheiro. Tem que andar até o mercado e a gente precisa passar a localização exata do mercado, porque o programa, o computador não sabe onde é a esquina, né? Não sabe qual esquina. Então vai adicionar o carrinho aquele item, vai pegar, pagar no caixa, né, com aquele dinheiro da carteira e vai andar de volta para casa. Então todos esses detalhes que a gente precisou passar pro computador para ele Conseguir processar as nossas instruções, porque o computador,
de novo, ele não pensa sozinho, ele executa o que a gente escreveu para ele executar, certo? E como que a gente fala com o computador? O computador ele entende binário, ele entende zero e um, mas a gente não fala zero e um, a gente fala linguagem natural, né? Então a linguagem de programação é uma linguagem artificial criada para ser esse meio de Campo, esse meio termo, certo? Essa e forma que a gente tem de conversar com o computador, de passar instruções pro computador, que é um pouco mais próxima da linguagem natural. Então vai ter termos,
vai ter comandos ali que a gente escreve na linguagem de programação, que é um pouco mais próximo da linguagem natural que a gente tá acostumado a falar no dia a dia. E essa linguagem de programação, ela vai ser convertida na linguagem de máquina que a gente chama, Que é a que o computador de fato entende. Então aqui a gente tem um exemplo também de esse passo a passo acontecendo. Então a gente escreve o nosso programa, por exemplo, na linguagem Java. Ah, ele ele tá na linguagem Java, né, nessa linguagem de programação. Ele passa por uma
ferramenta chamada compilador, que vai transformar esse código que a gente escreveu em outra coisa que a gente nem lê, a gente nem vê, a gente nem eh se Preocupa com isso, para depois essa esse código intermediário ser ah processado de novo por uma outra ferramenta chamada máquina virtual para daí sim ser convertido na linguagem de máquina no tal 0 e1, no tal código binário pro computador eh compreender. Então, a gente não escreve exatamente o que o computador vai processar, o que o computador vai ler. A gente escreve nessa linguagem de programação que já foi criada
para ser esse meio termo, Para ser esse intermediário que a gente consegue entender um pouco melhor para passar essas instruções pro computador. E voltando lá no começo, na pergunta que eu fiz, né, o que que acontece quando você clica no botão entrar, né, de um aplicativo do banco, de uma conta de rede social, de um site qualquer? Então vamos pensar nesse fluxo, né, o passo a passo que acontece. Então você digita os dados, né, de usuário, de senha e clica no botão para entrar. O Sistema vai receber esses dados. ele vai verificar se os dados
estão corretos, se os dados estão válidos, né? Como que ele faz isso? Ele acessa um banco de dados, certo? para procurar. Esse usuário existe. Se esse usuário existe, a senha que foi inserida aqui eh bate com a senha que tá cadastrada para esse usuário e aí ele retorna uma resposta e aí o resultado vai ser acesso permitido ou erro porque o acesso foi negado, porque o usuário não existe, porque a Senha tá incorreta, enfim, tudo [roncando] é passo a passo, nada vai acontecer por acaso, certo? Ele vai fazer exatamente o que a gente escreveu no
código para ele fazer as instruções para ele executar. Então aqui ilustrando, né, esse procedimento, tem a gente tem a entrada, né, que tá escrito ali como input, são os dados de entrada. Nesse exemplo do de entrar, né, num aplicativo, num site, seria usuário e senha. Aí o sistema vai processar esses Dados, ou seja, vai ler o o usuário, vai ler a senha, ele pode fazer alguma validação de se a senha bate com a aquele aquele mínimo, né? Tem letra minúscula, tem letra maiúscula, tem número. Hã, o usuário, se precisar ser um e-mail, ele vai ver
ali se tem o arro, se tem o o endereço de e-mail, certo? E aí ele vai processar isso com auxílio de um banco de dados para procurar essas informações que ele precisa para validar essas Informações de entrada. Então, entrada, processamento dessa desses dados de entrada e produz uma saída, que aí vai ser sucesso, pode entrar no sistema, falha, né? Usuário inválido, sem inválida, enfim. E eu citei banco de dados no slide anterior, né? O que seria esse banco de dados? Ele é basicamente onde os dados do sistema ficam guardados. Ele é como se fosse um
grande arquivo organizado, estruturado, pra gente procurar esses Dados depois da forma mais eh rápida, mais ã performática possível, né? Então, quem lembra, né, daquelas torres de metal com um monte de gaveta, com as folhinhas ali dentro, né, tudo organizadinho, esses documentos. Então, é como se fosse esses arquivos, né, que estão guardados em um banco de dados, né, pensem no banco de dados como se fosse isso mesmo, uma torre de arquivos, né, com um monte de documentos ali dentro, que são os dados que a gente Guarda do nosso sistema de forma estruturada, de forma bem organizada,
para que o nosso sistema consiga buscar essas informações depois da melhor forma possível. E o que que dados são esses que a gente guarda nos bancos de dados, né? pode ser os dados do usuário, as senhas, quais produtos a gente vende naquele site. Por exemplo, se for um site de e-commerce, né, uma loja online, eh os registros de compras, né, cada usuário ele fez tal compra, né, ele teve Esse pedido, foi tal valor, enfim, todos esses dados que a informação, a, o sistema vai utilizar, a gente guarda nos bancos de dados pra gente poder processar
o novos eh novas solicitações dos usuários, novas entradas do usuário. [roncando] E eu gostaria que vocês pensassem em tudo isso que eu falei, linguagem de programação, bancos de dados como conjuntos de ferramentas, certo? Então a gente tem várias ferramentas que a gente Vai aprender a utilizar de forma gradativa, certo? Então quando vocês estão aprendendo a usar ferramentas do dia a dia mesmo, então como que prega um prego na parede, né? A gente pega o martelo, bate no prego e aí a gente vai praticando. A primeira vez que tu faz isso, o prego fica torto, cai,
não fica bem preso, tu martela o dedo, né? Enfim. Aí tu com o tempo, com a prática, tu vai melhorando. Daqui a pouco tu não acerta mais o teu dedão. Daqui a pouco o prego Não entorta mais. tu consegue pregar bonitinho. Aí tu vai para uma chave para apertar um parafuso, doar um galicate. Tudo isso são ferramentas que a gente vai aprendendo uma por vez e vai praticando e vai melhorando. Na programação é a mesma coisa, com a diferença que não tem o risco de acertar o martelo no dedão, né? A gente aprende um comando
por vez, então vai aprender primeiro um if. Aí tu pratica o if condicionais, vai utilizando aquilo, Aprende, entende quando que usa aquilo, quando que é importante usar aquilo. Aí depois tu vai para um for, tu vai para um while, aprende a fazer esse laço de repetição, um comando por vez, uma ferramenta por vez, daqui a pouco tu vai aprender a utilizar banco de dados. Então dentro do banco de dados tem mais uma série de comandos, mais uma série de ferramentas que tu pode usar lá dentro. E é tudo gradativo, um passo por vez, não aprende
tudo de uma vez só, certo? >> [roncando] >> E a lógica que a gente falou também, né, que programar além da linguagem de programação, além das ferramentas, tem que saber lógica. Nossa, o que é lógica? É algo super complexo? A lógica a gente já usa no dia a dia, certo? A gente usa a lógica como recebe uma informação, um dado de entrada, toma uma decisão com base naquele dado e faz uma alguma ação, certo? Então, a gente olha a previsão do tempo, vou ficar o dia inteiro fora, Olha a previsão do tempo, de tarde vai
chover, leva um guarda-chuva. né? Se chover, eu levo um guarda-chuva. Se eu sinto fome, bom, vou procurar alguma coisa para comer. Se eu estou cansado, vou dormir. Certo? Se eu preciso pregar um parafuso na parede, eu preciso repetir essa ação de bater com o martelo no prego, né? Não, no parafuso, para até ele ficar preso na parede. Então, um laço de repetição, lógica que a gente já usa no dia a dia, certo? que a gente vai Aplicar para a programação, para um código, utilizando as ferramentas que a linguagem de programação nos fornece. Então, programar é
basicamente descrever essa lógica explicitamente, certo? Então, a gente vai usar, por exemplo, aqui o if, né? If, que é [roncando] c, né? Então, se a idade do usuário é maior ou igual 18 anos, a gente pode informar que ele pode sim tirar a carteira de habilitação, né? Se não, não pode, tem que esperar. Então, é basicamente isso. O computador toma decisões com base nas regras claras que a gente define, que a gente escreve no código, que a gente escreve utilizando linguagem de programação. Então, primeiro a gente começa, certo? a gente entende a lógica, a gente
aprende os comandos, as regras de sintaxe da linguagem. A gente vai resolvendo problemas simples como esse da idade, a gente vai resolvendo problemas um pouco mais complexos, vai aumentando essa dificuldade, vai Expandindo, né, o tamanho dos problemas que a gente consegue resolver a partir das ferramentas que a gente consegue ir aprendendo, cada vez aprendendo ferramentas novas, ferramentas mais complexas, a gente vai conseguindo resolver problemas mais complexos também. E depois a gente vai melhorando, certo? Vai ficando mais experiente, vai conhecendo mais ferramentas, vai conseguindo resolver problemas mais Complexos e alguém experiente já vai saber organizar melhor
as ideias. Então, chega um problema, chega uma ideia de programa para desenvolver, aplicativo para desenvolver ou, enfim, um problema e a gente não sabe ainda como vai resolver isso, se é com um aplicativo, se é com outra coisa, né? Então, a gente consegue organizar melhor essas ideias, a gente quebra grandes problemas em pequenos pedaços, pequenas tarefas, né? Então, para chegar lá no final, esse Problema eh resolvido, essa aplicação inteira desenvolvida, eu tenho pequenas etapas, eu vou construindo passo a passo, certo? Trabalhar em equipe é extremamente importante, é uma habilidade extremamente valiosa e é imprescindível. Todo
mundo hoje que trabalha com um desenvolvimento de software, de aplicativos, programando, trabalha em equipe. Não existe mais, se é que algum dia existiu, né, aquele mito do Programador ser aquele hacker, né, no porão de casa, no escuro, com 300 telas, né, vários teclados, não sei como, e ele ali sozinho programando. Isso não existe, certo? Hoje todas essas aplicações, todos esses programas que vocês utilizam no dia a dia, foram desenvolvidos por equipes de dezenas, centenas, milhares de pessoas trabalhando em conjunto, de forma organizada para chegar nesse resultado final. E a gente sempre aprende também Que não
basta só saber escrever o código. Às vezes a gente tem uma ideia, escreve ali o código, a gente tem que testar. A gente testa aquele código e algum detalhezinho não funciona, não saiu exatamente como a gente imaginava, né? Então, a gente sempre precisa também testar e melhorar. Testar e melhorar. Então, eh, são habilidades importantes que vocês não precisam ter agora, vocês não precisam saber agora, vocês vão aprendendo, certo? O mais importante é Começar. A gente começa do básico, a gente vai aprendendo gradativamente, aprendizado progressivo, certo? prende uma ferramenta, prende outra sem pré-requisitos. Não precisa ter
nenhum conhecimento básico, nenhum conhecimento fundamental, nenhuma super teoria mirabolante. Você só precisa dar o primeiro passo. Programar é uma habilidade construída, não é um talento mágico. A gente vai aprendendo passo a passo, ferramenta por Ferramenta, cada coisa por vez e vai melhorando e vai progredindo nesse aprendizado, nesse conhecimento. Certo, pessoal? Obrigado pelo tempo de vocês, obrigado por me ouvirem e encerro por aqui. [música] [música] Obrigada, João. Até já. No nosso painel, a tecnologia conecta pessoas e mostra que talento pode surgir de qualquer lugar, mas mais importante do que onde Você está agora é entender se
esse caminho faz sentido para você. Para nos guiar nessa reflexão, eu convido ao palco o Sullivan Borges Brasil, com mais de 15 anos de atuação no mercado. Hoje é CEO, diretor executivo e cofundador da Controle Tecnologia, uma empresa catarinense focada em gestão financeira e empresarial. [música] Boa noite, pessoal. É um prazer enorme estar aqui com vocês hoje. E hoje eu vim falar sobre uma dúvida que eu já tive no Passado e acredito que muitos de vocês também têm. É como saber se tecnologia é o seu caminho e como descobrir se desenvolvimento do software é para
mim? Bom, eu me chamo Sullivan Borges Brasil, sou nascido em Crissuma, Santa Catarina, sou cofundador e se da controle e tecnologia, uma empresa também de Criciuma, voltado paraa gestão financeira empresarial. Lá desenvolvemos software voltado para organizar o financeiro das empresas, entender como Os empresários tomam decisões com muito mais inteligência. Então, atualmente eu lidero sim uma empresa de tecnologia juntamente com o meu sócio, mas a minha carreira ela é baseada em mais de 15 anos na área de desenvolvimento de software. Mas um ponto importante é que a minha história na tecnologia, ela não começou de forma
grandiosa, de forma planejada, ela começou de uma forma muito simples e é por isso que eu entendo que ela se conecta diretamente Com o tema dessa noite. O meu objetivo aqui de verdade é inspirar vocês. Eu não quis trazer nada voltado pro código, mas eu quis trazer uma história de inspiração para mostrar para vocês que existe sim possibilidades. Então eu não quero aqui romantizar, eu não quero dizer que tudo vai acontecer rápido da noite pro dia, mas eu quero dizer para vocês que existe sim caminhos. Esses caminhos eles vão percorrer um passo a passo. Você
vai Evoluir e você vai chegar a lugares que você nem imaginou. Então talvez tenham pessoas aqui hoje que já têm certeza do que querem. Talvez tenhamos pessoas aqui que ainda estão com dúvidas e talvez tenha pessoas aqui que eh estão começando. E talvez você pensa assim, eh essas pessoas que estão nessa área, talvez elas já nasceram prontas, elas já tinham certeza do que queriam, mas a grande verdade é que isso não é não é assim. Então, o meu objetivo aqui hoje é Contar a minha história, mostrar sinais que eu fui identificando ao longo desse caminho
e quero que vocês eh peguem esses sinais e respondem para si mesmo. Desenvolvimento de software é para mim? E aqui eu fiz questão de trazer já um slide onde vocês vão entender que existe evolução e existe jornada. Então, vai haver uma curiosidade inicial, vai haver os primeiros passos, um aprendizado constante, dificuldades, sim, vão existir, vai evoluir, vai existir uma Evolução gradual, em algum momento, vocês vão se tornar cada vez mais confiantes, vai fazer sentido para vocês essa carreira e em algum momento vai impactar outras pessoas. Então, tudo começou de forma muito simples. O ano era
2009, eu tinha 14 anos, eu estudava em uma escola pública e estava no ensino médio. Naquele momento eu não tinha perspectiva de futuro, não olhava paraa carreira, para salário, não era nada disso. Eu tinha Apenas uma curiosidade. E essa curiosidade era aprender a formatar o meu próprio computador. Então, naquela época, eu usava computador, sim, para jogar, para conversar com amigos, para estudar. Eh, mas o meu objetivo não era ter uma carreira na tecnologia. E aqui eu quero abrir um parêntese inicial para explicar para vocês que talvez vocês pensam que quem começou nessa área já tinha
certeza daquilo que queria, mas a grande verdade É que não é bem assim. Então, talvez tenhamos pessoas aqui que estejam inseguras, talvez pessoas que não sabe se a se a área de fato é para vocês, mas eu quero tranquilizar e dizer para vocês que isso é super normal. Muitas das pessoas que começam, elas não têm certeza do que querem, mas aos poucos elas vão entendendo o seu próprio caminho e lugares que elas nem imaginam. Mas voltando aqui pra minha história, então sim, eu tinha uma curiosidade. Essa curiosidade era aprender a formatar o meu próprio computador.
Eis que na época surge um curso de programador de computador no bairro da Juventude, uma instituição de Cristiuma patrocinada pela empresa Beta Sistemas. Então eu entrei nesse curso apenas com o objetivo de aprender a formatar o meu computador. E eis que eu não aprendi isso no início do curso, essa aí a real, mas eu me deparei com algo muito novo para mim, que era na época o código fonte, a Programação e algo que eu não esperava eh encontrar, mas foi o meu primeiro contato com a programação. Mas ali eu já pude entender a questão de
criar, resolver problemas e construir algo de valor para as pessoas. Então, o primeiro sinal que eu quero trazer aqui para vocês é, muitas vezes tudo começa com uma curiosidade para dar o primeiro passo. E foi exatamente o que aconteceu comigo. Eu tinha uma curiosidade de aprender a formatar o meu computador e Entrei em um curso de programação. O curso foi se desenrolando. É, eu tava indo muito bem e eis que a Beta, por ser a patrocinadora do curso, ela abre oportunidade para oito alunos é participarem um processo seletivo para entrar como menor aprendiz dentro da
empresa e começar uma jornada naquela empresa. Eh, eu por estar indo muito bem no curso, expectativa muito alta e entendi que, poxa, essa vaga já é minha, né? Mas não foi isso que aconteceu. Eh, Eu, talvez por incerteza, talvez por insegurança, talvez por achar que aquela área não era para mim, eu acabei sendo reprovado no processo seletivo. Então, eu lembro que naquele momento eu cheguei muito triste em casa, chorando, porque era apenas uma um adolescente, uma criança. E quando a gente quer muito algo e recebe um não, a gente vai se machucar. É super natural.
Mas eu decidi então transformar aquele não em sim. Eu comecei a insistir E eis que com 15 anos já naquele momento, eh, eu comecei a enxergar uma oportunidade, porque o objetivo da Beta era trabalhar pela manhã, fazer o curso à tarde e estudar no período noturno. Eh, e tinha um dos alunos que passou juntamente comigo, que ele estava na sexta série. Então, eu simplesmente tracei uma estratégia, eu fiquei quietinho na minha, mas eu pensei: "Poxa, essa pessoa não vai conseguir ser transferida para o período noturno". Então, eis que abriu uma vaga. Então, eu começo a
ligar paraa Beta toda semana. Toda semana eu começo a ligar, ligar e mostrar para eles que eu tinha interesse, que existia talvez uma possibilidade. E eu queria muito aquela vaga para mim. E isso aconteceu. A vaga veio em 25 de agosto de 2009. Então, tá aqui uma foto para mostrar que naquele momento eu entrei como menor aprendiz. Eh, e se tratava ali de sim uma oportunidade, eu queria muito aquilo e Começou a fazer sentido na forma como eu pensava, eu aprendi e resolvia problemas, porque naquele momento eu já começava a entrar no mundo da programação
dentro de uma empresa de tecnologia, algo totalmente novo para mim. Mas eu quero trazer o insite aqui muito importante de uma pessoa que na época trouxe isso para mim. Eu quero compartilhar com vocês. Vocês não vão precisar aprender, vocês não vão precisar saber tudo na vida de vocês, na Carreira de vocês, mas vocês vão precisar saber aonde encontrar respostas, aonde pesquisar. Então, até hoje eu carrego isso comigo. Eu sou uma pessoa que estudo muito, mas eu não sei tudo, mas eu estou sempre ligado. Eu tô sempre eh buscando a informação, eu tô sempre entendendo aonde
eu consigo encontrar respostas. Então, naquele momento, essa pessoa trouxe esse insight para mim, muito valioso, e eu levo comigo até hoje. E lembro que naquela Época o ensino era muito limitado. Eu lembro que tinha um curso, um livro de Java dessa grossura. Não existia tecnologia como existe hoje, o acesso como é hoje. E quando ele trouxe essa informação, eu faço conexão com que é hoje. A gente precisa diariamente aprender, pesquisar, estudar. Isso é real. Então, naquele momento, eu tinha um livro dessa grossura com um computador de tubo gigante e não é como é hoje. Então,
hoje vocês têm acesso à Informação de forma rápida na palma da sua mão. Você tem inteligência artificial, você tem programas como o próprio CTEC, você tem Google, você tem comunidades. Então aproveitem, valorizem tudo que está na palma da sua mão ao seu alcance, porque a ferramenta ela pode até mudar, sim, mas a insistência de querer crescer ela continua a mesma, tá? Então, eh, começava a se fazer sentido na minha vida, eh, cada vez mais pensar, aprender e resolver problemas, que foi o Que aconteceu naquele ano. Então, o ano se se encerrou em 2009, a Beta
finalizou o ano daqueles oito alunos, selecionando quatro para o próximo ano. E daqueles quatro, então, eu fui um dos selecionados para dar sequência no projeto. Então, eis que surge uma tripla jornada, porque eu já vinha de 4 meses nesse movimento, né? É, trabalhando pela manhã, curso à tarde, estudando à noite, mas a Beta propôs na época para fazer mais um ano de curso de programador Agora no SENAI. Então, como eu queria muito aquela oportunidade, eu decidi sim encarar o desafio. Eh, e comecei cada vez mais a aprender e a entender que aquela área de fato
seria para mim. e projetos e primeiros clientes começaram a vir fora da empresa, por eu comecei a desenvolver um site de um jornal na época do de do meu bairro. Eu lembro que eu desenvolvi um sistema também para uma barbearia, depois veio no TCC do SENAI eh um site, um programa para uma empresa De informática que existia no município Vizinho. Então, algumas oportunidades começaram a aparecer e ali eu comecei a entender que eu estava gerando valor para outras pessoas. E disciplina começa a fazer sentido para mim, porque eu tive que ser muito disciplinado ao longo
daquele ano. E quero que vocês entendam que vai sim ter que ser disciplinado ao longo da carreira de vocês, porque eh nada vai ser fácil, nada vai cair eh como uma luva para vocês, vocês vão ter Que se dedicar muito, né? Então, crescimento exige constância, não só interesse, porque por mais que eu queria aquela oportunidade, eu tinha que manter constância. Então, foi mais um ano intenso, eh, de muito aprendizado, de muita teoria, de muito de muita prática. E quando virou convicção, né? Então o ano de 2010 ali se encerrou, o ano seguinte eu já não
era mais um estagiário dentro da beta e sim eu fui promovida a programador de computador. Entrei para um time de backend da beta e eu lembro que ali eu comecei a ter cada vez mais contato com problemas reais, com clientes e comecei a ter mais contato com pessoas de equipe, começar a entender aquela lógica de montagem de quebra-cabeça, onde que cada código, aonde cada solução, cada problema se encaixaria dentro daquilo. Então, eh cada vez mais existia uma identificação para a área. Então, naquele momento, deixou de ser uma oportunidade e já Virou uma escolha. Naquele momento
eu já tinha me identificado muito com a área de desenvolvimento de software. Eh, ao final daquele 2012 ali, eu já estava entrando na na faculdade. Eu lembro que eu participei do Enem na época, cada vez estudando mais. E em 2017 eu me formei em ciência da computação pela Unesc. Mas que 2013 uma mudança aconteceu, então depois de 4 anos na beta de depois de aprender cada vez mais, eh surge um Desafio de uma empresa também de Criciuma, de uma área pública também, só que agora voltado paraa saúde, um desafio de eu entrar para essa empresa,
onde na época eu fui até chamado um pouco de louco, porque a Beta tinha cerca de 300 colaboradores, eu estava migrando para uma empresa com cerca de 10. Eh, mas ali onde eu entendo que foi uma escalada eh na minha vida profissional. Por quê? Porque eu sempre fui movido ao desafio. Então, de fato, Aquilo era um desafio para mim. E eu passei a atuar em várias frentes. Antes eu fazia somente o back end de um software. Naquele momento eu comecei a atuar em várias frentes, porque não existia tanto braço na equipe. Então eu comecei a
fazer front, comecei a fazer backend, banco de dados, eh design, enfim, eu comecei a atuar em várias frentes. Mas o insite que eu quero trazer para vocês aqui, eh, e até já foi citado em algum momento na palestra Anterior, é a visão além do código. Em dado momento, uma pessoa me trouxe a informação: esquece o código e pensa no cenário real. O que que ela quis dizer com essa frase? Ela quis dizer que sim, código, fonte, programação é muito importante. Vocês vão ter que ter qualidade no software de vocês, mas vocês vão ter que entender
como resolver problemas reais. Não adianta o código ser bonito e não funcionar para aquilo que o cliente deseja, tá? Então, pega Esse insite, esquece o código muitas vezes e pensa no problema real, tá? Inclusive, tem um livro que eu gostaria de trazer aqui para vocês como indicação do fundador do do A, que ele diz: "Apaixone-se pelo problema e não pela solução". Então, é exatamente a conexão que eu faço desse livro com essa frase que eu escutei na época. E é isso que surge uma escalada de carreira. Por quê? Porque naquele momento eu era um programador
dentro de Uma equipe multifuncional. Só que uma pessoa, ela observou algo em mim e ela me disse: "Súliva, tu tens uma boa comunicação, um papel de liderança, uma um papel de organização dentro do time." Eh, tu já pensou em se tornar um líder? E naquele momento a minha mente bugou, porque eu ainda era novo e eu pensava: "Poxa, a carreira de desenvolvimento de software é só código? Por que que essa pessoa tá sugerindo isso para mim?" Não faz sentido. Mas aqui eu quero trazer Para vocês que sim, desenvolvimento de software não é sobre código, somente
sobre código. Vai existir inúmeras possibilidades na carreira de vocês. E naquele momento, então, eu passei a liderar uma equipe, né? Passei a ser analista de sistemas, depois passei a liderar uma equipe como Tech Lead, até que eu me tornei coordenador de desenvolvimento de uma equipe de aproximadamente na época de 10, 15 pessoas, porque a empresa já estava Escalando. Eh, e aqui eu entendo e reforço que desenvolvimento de software não é apenas sobre código, mas é sobre desenvolver pessoas, evoluir, pensar cada vez mais em um cenário fora da caixa, pensar no cliente final. Então eu fiz
questão de trazer esse slide porque é exatamente isso que eu acabei de passar para vocês. Vocês podem começar então uma carreira como programador junor, vão escalar para um pleno e sior em algum momento da Etapa de vocês vai existir uma pergunta, né? Qual caminho faz mais sentido para você? Então existe sim uma linha, uma trilha, né, técnica, onde vocês podem ser especialistas, arquiteto, tecleades, enfim, mas também existe uma trilha de liderança, onde vocês vão liderar times, gestão de produto e ser um possível CTO no futuro, tá? Então, não existe aqui o que é certo e
o que é errado. Existe caminhos a serem seguidos e que vocês em algum momento vão ter que identificar na Carreira profissional de vocês. Eis que carreira e família começam a ter que buscar um equilíbrio na minha vida. Por quê? Porque então a CELC Sistemas, ela estava evoluindo em Cristiuma e ela estava começando a fazer uma migração paraa Florianópolis. A empresa tinha cerca ali de 60 colaboradores já na época e eu fui convidado a coordenar o time de programadores, de desenvolvedores de Florianópolis. Só que tinha uma situação, a minha esposa Estava grávida em Criciuma e a
minha casa estava pronta em Criciuma. Então foi algo muito repentino que eu não esperava. Então eis que começa a surgir um conflito na minha mente, né? O que que eu busco nesse momento? Eu tinha cerca de 25, 26 anos e eu pensava: "Poxa, eu sigo uma carreira profissional que está surgindo ou eu começo a olhar pra minha família", né? Então, foi uma dúvida que surgiu. Tive que buscar, sim um Equilíbrio entre essas duas frentes, mas eu digo para vocês que um aprendizado que eu trago nessa noite é dizer sim para todas as oportunidades. Não é
sinônimo de crescimento. Muitas vezes vocês vão ter que ter maturidade para entender se o momento profissional é o mesmo momento real da vida de vocês. Então, carreira nenhuma ela se sustenta sem estar alinhada com a sua vida. Então isso aconteceu e eu tive que ter fé no processo. Como uma pessoa cristã, eu Tive que ver que nem tudo é previsível, que nem tudo é da forma que a gente imagina e eu tive que confiar no processo. E naquele momento, um versículo que marca para mim é: "Entrega o teu caminho ao Senhor, confia nele, o mais
ele fará". Porque naquele momento eu voltava de um almoço ali na na beira mar shopping e eu lembro que cortando a venida Trompovski, voltando pra sede da CELK, eu recebo uma mensagem no LinkedIn do Thiago, eh, dono da controle e Tecnologia, me perguntando como que eu estava, né, profissionalmente, como é que eu buscava pro próximo ano, eh, uma carreira profissional. Então ele tava querendo entender o que que como é que estava o meu meu momento, porque ele estava com uma oportunidade de coordenar eh uma área de desenvolvimento em Cricium. Então, casou bastante com o momento
que eu estava, né? Uma decisão muito importante, mas mais uma vez eu sou movido ao desafio. Então naquele Momento eu entendi que sim, que fazia sentido eu retornar para Criciiluma, negando talvez uma evolução em Florianópolis. Mas eu decido então voltar para Crisilma para um novo desafio. Eu digo para vocês que foi missão cumprida, tá, na CELK, porque eu passei cerca de 7 a 8 anos, eu aprendi muita coisa dentro dessa empresa. E aqui um mais um sinal para vocês, o impacto de pessoas, tá? Impactar pessoas de Verdade. Por quê? Porque em dado momento eu lembrei
assim, ó. Eu estava em um ônibus em Criciuma alguns anos atrás e eu olhava para todas aquelas pessoas que estavam dentro do ônibus e eu olhava assim: "Poxa, o sistema que eu ajudo a construir, a equipe que eu coordeno, desenvolve o software que todas essas pessoas que estão aqui dentro usam, dependem do seu dia a dia, porque é saúde." Então eu comecei a entender que de fato A minha carreira profissional ela já estava impactando pessoas mesmo às vezes sem eu entender, porque às vezes a gente tá programando e às vezes a gente tipo, poxa, ninguém
tá prestando de mim ou o que eu tô fazendo ninguém tá olhando, mas isso não é verdade. Então quando que você constrói começa a fazer sentido para você e para outras pessoas, de fato você encontrou o seu caminho. Então o início de 2020 na controle eh não foi como eu imaginava. Então eu Volto para Crisuman, só que eu encontro uma tecnologia muito legada, stacks que eu nunca tinha usado naquela época. Então linguagem de programação que eu nunca tinha visto, mas que eu tive que me readaptar. Só que um novo contexto, eu saio de duas áreas
públicas e agora começo a atuar em uma área privada. contexto totalmente diferente que também tive que fazer uma virada de chave na minha mente. Eis que veio a pandemia, uma adaptação. Na época eu escutava que Era impossível coordenar um time de desenvolvimento home office, mas foi um desafio e a gente conseguiu superar isso. E o problema era muito maior do que eu esperava, porque eu volto para Crisuma achando que o sistema já estava eh em rampagem, mas a empresa era menor até do que a CEL que já estava e começa a surgir os novos desafios.
>> [roncando] >> Mas aqui eu quero destacar o projeto de vida 2.0. Por que que eu digo isso? Porque o cenário eh não funcionava como eu imaginei. A base era muito limitada, a linguagem de programação não escalava e eu não tinha pessoas no mercado que me ajudariam a escalar aquele sistema. Então o que que eu decidi fazer? Eu chamei o Thiago para uma conversa e a gente decidiu começar do zero. A gente começou o sistema por completo. Banco de dados, infra, backend, front end, tudo 100%, uma arquitetura eh totalmente nova, coisa que a gente não
tinha visto Até então, mas foi algo muito arriscado, uma decisão que a gente teve que tomar paraa evolução e crescimento da empresa, porque senão algo pior poderia acontecer. Mas o que eu me comprometi desde o início pro Thiago e que eu chamo de projeto de vida aqui é que eh passariam muitas situações a partir dali, não seria fácil esse processo, mas eu firmei um compromisso de ir com ele até o fim, ou seja, eu entregaria sim esse software para controle. Então, um Sinal que eu quero trazer para vocês aqui é que muitas vezes a gente
pensa somente, né, em criar, criar. Eu quero criar algo novo. Eu escutava, eu eu li ainda h pouco uma pergunta ali que a pessoa assim, ah, eu sei desenvolver, só que eu não sei, eh, eu não tenho ideias para criar algo novo. Então, conecta com esse slide. Evoluir nem sempre é melhorar, às vezes é reconstruir, é pegar algo que já existe e de fato começar do zero ou melhorar cada vez Mais com reconstrução. [roncando] Então, que vem 2021, a construção desafios. Por quê? porque a gente precisava contratar programadores, porque a gente estava com a base
limitada de deviss. Então, a gente começou a contratar pessoas, a gente começou a entender como é que funcionaria a regra de negócio do produto novo e uma rotatividade de time veio. Por quê? Porque empresas grandes começaram a contratar dev que a gente Tinha na casa. Então o desafio era cada vez maior, porque a gente não tinha entregas previsíveis para os clientes, porque existia aqui um sistema legado com mais de 1000, sei lá, 100 clientes rodando e um sistema que a gente não trazia nenhum tipo de melhoria, somente suporte. e um sistema aqui que o cliente
ainda não via, mas que eh internamente a gente eh já começava a desenvolver e evoluir ele. E eis que com essa rotatividade, com essa ambição das Empresas em contratarem cada vez mais de eh eis que o Thiago me chama então para ser sócio da Controle, porque ele viu que a rotatividade de fato existia, ele entendeu que talvez eu poderia abandonar o projeto, mas desde o início eu arquei com esse compromisso. Então eu de fato eu entregaria o projeto para controle. Então o que eu quero trazer aqui para vocês é que às vezes pode começar com
uma como com uma curiosidade, como começou comigo, tá? como era formatar o Meu próprio computador. Depois ele vai virar um aprendizado, depois vai tornar-se uma profissão, em alguns casos vai virar propósito. Então lá atrás no sistema de saúde já tinha virado propósito, porque o impacto com pessoas cada vez mais era real. E agora na controle, o projeto de reescrita não era apenas para o meu LinkedIn, não era apenas um projeto pessoal profissional, mas era um projeto pessoal e eu sim tinha um propósito de vida com esse Projeto. 2022, eis que veio o ano do lançamento,
2 anos de reescrita, pensa, a gente imaginou que se meses, um ano, de fato, a gente reescreveria, mas isso não aconteceu. É, no dia do lançamento, eu lembro que a gente fechou um café em Criciuma, porque a gente queria reunir o máximo das pessoas da região para curtir aquele momento, entender como é que funcionaria a publicação do novo sistema. Só que não surgiu, não foi da Forma como eu imaginava. Logo pela manhã, eu recebo uma notícia triste, a minha mãe me chama no WhatsApp informando que ela tinha descoberto um câncer. Então pensa, no dia que
eu preciso publicar o sistema, a primeira versão da da versão 2.0, eis que eu recebo uma notícia dessa logo pela manhã. Mente já bagunçou toda, mas eu segui com o meu propósito. Eu tinha que botar aquele sistema no ar naquele dia. Eh, e eu digo para vocês que eu tive que Persistir muito porque inúmeros desafios foram surgindo ao longo do dia. E chegou no final do dia, o Thiago me questionava, ele assim: "Súlivan, eh, o sistema não tá no ar ainda". E aí? assim, Thago, calma, libera o pessoal, todo mundo vai para casa e vai
para casa também. Eu vou para minha casa, peguei meu filho na escola, cheguei em casa e 8 horas da noite o sistema estava no ar. Então, persistir não é continuar quando está fácil, é continuar quando mais dói. Então, na carreira de vocês, vocês vão encontrar situações que vai est muito fácil, seja no estudo, seja na prática, seja na empresa que vocês estiverem, mas em algum momento vai ocorrer situações que vocês não esperam. E nesse momento é que vocês vão ter que persistir, porque esses momentos vão doer, mas vocês vão ter que dar continuidade ao processo
de vocês. [roncando] Então o pós-lançamento, a gente entendeu que lançar tava tudo Certo, mas a gente sabia que lançar não era o fim, porque agora a gente tinha uma responsabilidade gigante com os clientes, ou seja, a gente tinha uma base gigante aqui para migrar pro sistema novo. Então, esse foi um processo de aproximadamente 3, 4 meses, onde surgiram inúmeras situações, por se tratar de um sistema financeiro, cada centavo tinha que ter precisão. Então, começaram a surgir eh situações de migração de dados, começamos a ter Pressão dos clientes porque a gente precisava de fato resolver aqueles
problemas, mas a gente teve que aprender rápido e evoluir cada vez mais. Então, o que que eu quero trazer com esse slide, né? O sinal que eu digo aqui é: não basta gostar da ideia da profissão, apenas entender que tecnologia é legal, mas você precisa viver o que ela exige. Naquele momento exigia demais uma pressão de todo o time e eu só dizia: "Mantemos a calma, a gente vai passar Por essa juntos". Eis que os anos foram passando, tecnologia, dados e negócios foram fazendo parte da da minha história, porque naquele momento, como sócio, eu não
podia olhar somente para código fonte. Eu tinha que ter uma visão muito além do código, né? tive que olhar para produto, para cliente, para mercado. Decisões cada vez mais com base em dados reais. Então a gente passou a montar dashboards paraa empresa, né? E Tecnologia com impacto real, cada vez mais em contato com os clientes para entender as dores reais e conexão com outras áreas. Por que que eu digo isso? Porque naquele momento eu já estava me conectando, não somente com o time de produto, mas entendendo como de fato ele entregaria valor para o cliente
final. Então eu tive que me conectar com comercial, com marketing, com suporte, inúmeras outras áreas que até então eu não tinha tanto contato. Então quando Você começa a enxergar o todo, tudo começa a se conectar e que foi de fato que aconteceu comigo naquele momento, [roncando] o grande desafio, né? Então, talvez eu não estava preparado, talvez voltando lá para aquele slide onde houve insegurança, mas eis que o Thiago me chama no início de 2024, ele tendo outras empresas, ele me questiona: "Súlivan, tu está preparado para assumir a empresa como um todo? Porque eu vou precisar
me afastar um pouco das Operações, eh, e eu preciso que tu assuma a partir de agora." Então, foi um desafio muito grande, mas eu, mais uma vez movido ao desafio, eu tive que aceitar e entender que aquele, a partir daquele momento, eu assumiria a empresa como um todo. Decisões difíceis foram tomadas, sim. Lembro que na época tivemos que ir a banco para entender como que funcionava toda essa regra do jogo, porque até então eu era apenas um programador, né? voltando alguns anos Atrás, lembro de um momento difícil que a gente passou naquele momento que onde
a gente teve que fazer até a o desligamento de algumas pessoas em um dia. Então eu participei de todo esse processo, mas sempre voltado à gestão de pessoas e crescer cada vez mais além da tecnologia. Eu tive que buscar eh visões cada vez mais de mercado para que a gente pudesse escalar a empresa e não deixar ela parar. Então, um novo nível de liderança no Sullivan começava a Nascer, porque agora não era o Sullivan mais só programador, mas era o Sullivan eh SEO da empresa. 2026, o momento atual. Então, de 2024 a 2026 aconteceu muita
coisa. eh um novo ciclo em construção, porque o Thiago está voltando paraa empresa juntamente comigo. A gente tá fazendo eh trabalhos em paralelo dentro da empresa, mas como somos voltados muito a produto, cada um dentro da sua área, estamos utilizando muito inteligência artificial dentro da Empresa como um todo, em várias áreas e não só programação, eh desafios e metas audaciosas, a gente vai sempre se desafiar, a gente não quer ficar parado e uma paixão por construir com impacto. Então assim, gostar de tecnologia às vezes não é o suficiente. Vocês vão ter que se apaixonar por
aquilo que vocês querem entregar no seu dia a dia. Então, já indo pra etapa final, por que que isso fez sentido para mim, né? Começou com uma curiosidade de querer Formatar o meu próprio computador, cresceu com disciplina, nunca foi fácil. Eu não nasci em berço de ouro. Eu tive que lutar muito para chegar até esse momento e eu sei que mais desafios virão. Me fortaleceu a cada desafio que eu fui passando. Ganhou sentido ao impactar pessoas, porque o meu propósito sempre foi esse, foi conversar com clientes e entender: "Poxa, o que eu fiz, o que
eu ajudei a construir, ajudou a outra pessoa do outro lado e virou um Propósito de vida". Então, hoje eu sou apaixonado pelo que eu faço. Eu vou dormir com problema e muitas vezes eu acordo com a solução. Eh, e eu me vejo assim no sentido que no passado eu só me via programando e hoje eu estou aqui gravando conteúdo, algo que eu nunca imaginei na minha vida. Então, eh, se hoje me perguntasse se desenvolvimento de software é para mim, eu digo para vocês que sim, porque eu consegui me conectar em áreas que eu jamais Imaginei,
área de saúde, área de prefeituras e agora a área de financeiro de uma empresa, porque me permitiu construir, evoluir e impactar pessoas de verdade. E talvez quem está aqui comigo hoje não precisa ter essa resposta. Agora o que eu quero dizer para vocês é comece, comece que no longo do ao longo do caminho você vai descobrir. Muito obrigado. Me acompanhe pelas minhas redes. [música] >> Que bacana, hein, Solivan? Obrigada, viu, pelas contribuições também. Pessoal, lembrando que o link para emissão das declarações de participação já está aí disponível na descrição da live. E dando sequência à
nossa programação desta primeira noite do novo ciclo do SCTEC, vamos trazer os nossos três convidados, três palestrantes ao palco aqui para um tol que é isso mesmo, é o bate-papo tec. Vocês aí continuam Nos acompanhando e podem mandar também as perguntas. [música] >> [música] [música] [música] [música] [música] [música] [música] [música] [música] [música] [música] [música] >> 8:29 voltamos aqui para o nosso painel, o último momento do primeiro dia, né, desse novo ciclo, pra gente conversar um pouco, tirar mais algumas dúvidas, né, insites e algumas dicas para vocês. Nós já recebemos várias perguntinhas aqui no WhatsApp e
você pode continuar enviando porque estamos ao vivo aqui nos estúdios Do SCTEC em Florianópolis. E muito obrigada pela companhia de todos vocês que estão por aí com a gente, né? Mais de 100 participantes. Ô Súliva, eu estava ali ouvindo, né, você contar, falar sobre a sua trajetória, longa trajetória, né, embora ainda muito jovem. E aí você atua lá em Criciúma hoje na Controle, eh, falando sobre gestão empresarial, né? Mas tem alguma área que te toca mais assim, alguma área em que você acha que poderia Ser útil e que faz mais sentido pro teu propósito de
vida que você ainda não conseguiu chegar? Então, Rúbia, nos últimos anos, cada vez mais eu tive contato com marketing, algo que eu não imaginava, como eu citei anteriormente. Então, eu estou aos poucos trazendo conteúdos voltado paraa gestão empresarial. E hoje dentro da área financeira eu começo a entender que o Brasil ele ainda é muito fraco, vamos se dizer assim, na questão de disciplina Com o financeiro, seja no PF ou seja na PJ. E cada vez mais eu quero fomentar essa ideia. Por mais que eu já atuei eh em algumas empresas de tecnologia, hoje o meu
propósito é sim educar os empresários que a saúde financeira de fato ela é importante. Então o meu propósito hoje continua sendo esse em educar, em fomentar e explicar para o para o empresário que ele não precisa eh ficar olhando pro pro financeiro como algo que ah isso não é importante para Mim. Sim, é importante. Então, dentro da área de tecnologia, cada vez mais eh eu quero fazer uso de inteligência artificial, que é o que a gente vem fazendo agora, para fazer com que o empresário tome as decisões de forma clara, não no escuro, porque é
isso que a gente vê no nosso dia a dia, né, atender os clientes e que às vezes eles enxergam isso como não prioridade e que é o nosso objetivo como tecnologia estar aí à disposição, entregando cada vez Mais inovação, mais eh inteligência, mais tomada de decisão e eu acredito que esse segue sendo meu propósito na educação, porque eu sempre vou e conectar a educação com a tecnologia. >> E você, João? João é de tubarão, né? Trabalha na na BIS, uma parceira da BEV. Qual foi o software que você desenvolveu ou ajudou a desenvolver? E que
que impacto isso traz pra vida das pessoas assim no dia a dia? Eh, bom, como eu comentei ali, né, a Gente não desenvolve nada sozinho, né? Então, tu falou ali, ajudou a desenvolver. É bem esse o o sentido mesmo, a gente sempre tá se ajudando, sempre tá trabalhando em conjunto, né, com com as equipes, né, mais de uma equipe, várias equipes. Ah, mas eu já trabalhei em empresas que desenvolvia software pra indústria, né, para chão de fábrica, para ajudar no controle de produção. já trabalhei eh em empresa aqui no SESI Inclusive, né, que era uma
parte de inovação, né, na parte de desenvolvimento de soluções inovadoras, né, para ajudar a indústria também mais no sentido de saúde e segurança do trabalhador. E também agora atuando na ABIS, a gente desenvolve um e-commerce que ajuda a agilizar, né, e a facilitar a vida dos nossos clientes, que são, eh, pontos de venda, né? Então, facilita a vida da pessoa que quer comprar aqueles produtos para revender pros seus Clientes finais. Então, eh, a ideia é sempre atuar para facilitar resolver um problema dos usuários, né? Exatamente. Eh, Alex, todas as áreas precisam de uma tecnologia que
busque aí facilitar os processos, reduzir tempo, reduzir custo. Como é que é a tua atuação junto a Paripaçu? Você tem apenas 22 anos, né? >> Isso. Então, Rúbia, eh, quando eu entrei na Paripasso, eu não tinha tanta visualização assim do impacto que a cadeia alimentar tem, né? a gente vai lá No mercado, compra o produto e não tem a noção de como que aquele produto chegou lá. E a minha atuação hoje dentro da Paripaçul eh é em uma das ferramentas, né, que a que a Paripaçul tem para disponível. E a ferramenta que eu trabalho hoje
é na parte de inspeções, né, de fazer a inspeção tanto de processo, do processo até o alimento eh chegar no consumidor final, quanto na inspeção de produto também. então inspecionar se o produto ele, né, chegou Adequadamente, se ele tem algum problema ou não. E eu não tinha muita visualização de como o estudo funcionava. E ao entrar na na empresa e entender todo esse contexto, eu consegui entender que é algo muito complexo, assim, tem uma complexidade muito grande da fruta ela sair lá do do produtor até ela chegar no mercado. É um caminho muito grande e
que envolve muitas validações, envolve muitos processos, envolve muitas pessoas também. Então, Atuar no desenvolvimento de uma ferramenta que cada vez mais ajuda ao produto chegar pro consumidor final com qualidade, com transparência e e que a gente possa confiar realmente de chegar no mercado e comprar um produto que não vai me fazer mal, né? Um produto que eu posso confiar em comer tranquilamente e pensar também na família, né? Ah, eu tenho um filho pequeno em casa, eu tenho uma sobrinha, né? Enfim, eu posso oferecer aquele produto sem medo e que Não vai afetar, sabe? Então, >>
sim. Legal isso. >> Com certeza, meninos. Tudo começa pelo problema, né? Estranho falar isso, mas sim. E aí, de repente alguém aí que tá, algum jovem ou alguém que tá começando na área que são muitos, né, nos acompanhando agora, independentemente da idade, ã, pensa assim: "Poxa, mas eu não sou tão criativo, como é que eu vou identificar esse problema para realmente fazer algo diferente, para que eu não Seja apenas um ajudante?" E aí você falou, né, do ajudar, do colaborar, como é importante. Eu gostaria que vocês explicassem mais, inclusive você também aí, João, eh, dessa
importância, né, porque muitas vezes a pessoa quer ser, ah, criar algo mágico, né, revolucionário e que não precisa ser isso. É, é o simples, é o básico fazendo de forma diferente, né? >> Sim, sim, com certeza. Eh, a gente sempre começa do do básico, né, do Pequeno, do ajudando, auxiliando, né? A gente tem os termos que a gente usa, né, que é o júnior, o pleno e o senior, né, na área de desenvolvimento de software. Então, todo mundo vai começar como júnior, né? Às vezes começa, eu comecei, por exemplo, como um estagiário, né? Então, eu
primeiro fui estagiário quando eu tava na faculdade. Aí depois quando eu fui contratado, eu virei júnior. Aí eu era um programador júnior. Então tava sempre auxiliando os outros Desenvolvedores à minha volta, né? Eh, pleno, sior, enfim. E aí a gente vai avançando na carreira, né? Então, a gente vai adquirindo mais conhecimento, vai eh conseguindo resolver problemas mais complexos e aí a gente vai eh conseguindo abraçar soluções mais complexas também. Então, eh, até tu gostei que tu usou o a palavra criatividade, né? Muita gente pode pensar que programação não tem nada a ver com criatividade, né?
Mas na verdade Tem tudo a ver, porque a gente precisa ser criativo para pensar em soluções, né? Pensar em como solucionar aquele problema. Eh, não só quando a gente pensa em criar um produto do zero, mas também num produto que a gente já tá trabalhando, um produto que já tá eh bem completo, né? Já tá sendo utilizado bastante pelos usuários. Mas surge um problema novo, surge uma uma funcionalidade nova que a gente quer implementar. A gente sempre precisa da Criatividade ali para ajudar. É o testar, né? Eu sou suspeita, né, em falar porque lido diariamente
com empresas, né? Já ouvi mais de 900 empresas de tecnologia só aqui de Santa Catarina, em diversos segmentos que criaram seu software ou que utilizaram hardware, enfim, mas que tiveram alguma solução inovadora para impactar a vida das pessoas, né? Aí acho realmente fantástico, assim, é uma área apaixonante, mas eu gostaria de entender Qu qual foi ou quais foram o os principais desafios que vocês enfrentaram e que talvez hoje compartilhando com quem tá nos vendo nesse momento possa diminuir erros ou facilitar algo na vida nessa jornada deles de iniciante. Pode começar com você, Suivan, por favor.
Então, eh, eu acredito que o erro, talvez de do início é querer começar com o avançado, né? Muitas pessoas querem começar às vezes com uma lógica de Programação muito eh complexa, com algo que nunca viu eh ou querer hoje em dia, né, utilizar somente a inteligência artificial e acreditando que tudo vai acontecer, que tudo é mágico. E a verdade que não é assim. Então, se tem algo que eu quero trazer aqui e compartilhei ao longo da da minha palestra, foi que comece pelo básico, comece estudando, comece com a lógica, comece com eh os os primeiros
erros, né? o os nossos colegas aqui trouxeram sobre Exemplos muitos muito práticos, né, que a gente vivencia no dia a dia, às vezes ir no supermercado, às vezes eh comprar algo eh em uma loja, enfim, comece por esses essas situações que vocês vão identificando assim: "Poxa, isso é tão básico, né? Como é que eu posso resolver isso?" Não comece de uma forma complexa. Ah, não, eu quero transformar o mundo através de um aplicativo. Não, não pense dessa forma, porque senão você vai se frustrar e talvez você vai achar que a Área não é para você.
E falando ainda sobre criatividade, eh, tem uma característica que eu já vi, eu também sou um pouco adepto disso, é que eu não sou o cara da primeira ideia, é, eu gosto de sempre enxergar outras possibilidades, aquela pessoa mais visionária. E quando a pessoa começa a dar as ideias dela, a trazer o problema dela, daí sim eu começo a pensar de que forma que eu vou resolver aquilo. Então, começo pelo básico. O básico ele Funciona. João, >> uma coisa que eu tava pensando é que eu eh eu tinha uma dificuldade grande no começo, eu tinha
muita dúvida de, tá, mas o que que eu estudo, né? Então a gente que tá entrando nessa área, a gente vê, ah, eu até apresentei no slide ali, né? Tem Java, tem C#ARP, tem Python. O que que eu aprendo, né? O que que eu estudo? Será que eu estudo front end? Será que eu estudo back end, né? Que todo mundo já deve ter ouvido esses termos. explica pra gente esses termos, por favor. Vocês falam muito, mas quem tá chegando agora, que não entende nada, precisa, né, compreender. >> Sim. Não, justo. É, basicamente o front end
é são as o conjunto de tecnologias de linguagens ali, então principalmente JavaScript, HTML, CSS, que juntas elas vão formar a parte visual, né, a parte que o cliente vê primeiro, né, quer dizer, parte que o cliente vê, na Verdade, né, e é um código que vai, por exemplo, exibir ali as cores, os botões, os formulários, as informações ali, os a interação com usuário, né? >> E aí, de acordo com o que o usuário interage, ele vai produzir dados de entrada, né, como a gente chama, que vão ser enviados para uma outra parte da aplicação que
tá rodando em um servidor, né? Não tá rodando ali no seu celular ou no seu computador, né? Ele tá rodando num outro servidor, que é o que a gente Chama de back end, né? Que seria esse código rodando remotamente, né? em outro em outro dispositivo e ele vai ter algum processamento um pouco mais complexo, um pouco mais pesado, que vai acessar o banco de dados de fato. Então esse seria o back end, que é front end, é o que tá na frente, o que tá na na cara do usuário ali, vamos dizer assim, e o
back end é o que tá lá por trás dos panos lá eh no fundo nos bastidores. Perfeito. >> Que ninguém enxerga, vamos dizer assim, né? Usuário. >> E você, Alex? Então, eh, para mim, eh, eu, como tu comentou, né, eu tenho um, uma trajetória recente. A minha trajetória, ela iniciou na pandemia, então eu passei muito tempo da pandemia estudando. E acho que o principal erro se conecta muito com o que o João e o Sullivan falou de eh acabar querendo atirar para todos os Lados, né? Então, eu tinha tempo para estudar durante o dia e
eu acabava ficando o dia todo estudando às vezes coisas que eu nem entendia. Eu ficava vendo vídeos de coisas que eu ainda nem tinha entendido sobre essa questão de back end, front end, sem ter olhado pro básico, assim, apesar de eu, né, ter feito o técnico e ter feito o processo de aprendizado corretamente, eu tava tentando dar passos maiores que a perna, assim, eu tava tentando ir lá na frente E já ver conteúdos mais avançados. E acho que isso eh de certa forma atrasou um pouco o meu processo de desenvolvimento no sentido de entender realmente
a lógica, entender como que as coisas se conversavam, se conectavam de forma mais >> tem que respeitar o tempo de cada processo. Então, >> exatamente. É, eu acho que que nem o o Sulivan falou de a gente olhar pro básico primeiro, estudar a lógica Definitivamente, entender o raciocínio, entender como que as coisas se conversam, se conectam dentro da programação para depois de fato construir um, né, desenvolver um problema maior, desenvolver uma aplicação maior que nem o Suiman comentou, ah, pega um problema pequeno, né, um problema da matemática, um problema da vida real, resolver uma fila,
resolver uma pilha de livros, enfim, só usando a lógica de programação Para depois avançar. avançar para problemas mais mais realmente estruturados, porque aí quando a gente tenta avançar muito, às vezes a gente até resolve. Hoje com a a gente consegue resolver, eu pego o problema, eu consigo resolver, >> mas eu não entendo o que tá acontecendo. Então quando eu preciso me colocar no lugar daquele problema, né? E conectando com a fala do João anteriormente, >> problema do problema aí não >> é? [risadas] E aí quando conectando com essa fala ali do João de olhar pro
pro fazer parte, né? Eu eu sou uma parte, eu sou um ajudante dentro do do problema. Quando a gente entra dentro da empresa e a gente compra a ideia da empresa de resolver o problema de alguém, resolver a dor de alguém, pra gente conseguir se colocar no lugar, né, para mim conseguir me colocar no lugar do supervisor lá dentro do supermercado, eu preciso entender o problema de fato, eu preciso Entender como que todo o sistema funciona para conseguir resolver o problema que ele tá me colocando ali na mesa, né? Então, se eu não tenho toda
essa compreensão, acaba dificultando. Só que para mim chegar nessa compreensão, tem uma escadinha. Bom, já que você tá falando ali de início, de etapas, né, como é importante respeitar cada processo, cada passo, eh, eu, o que que eu ouvi já de pessoas que têm vontade de ingressar nessa área, mas que inclusive Já fizeram alguns testes vocacionais e tal, e o teste direcionou para uma área, chegou lá no meio do processo, pá, não era isso, não me senti confortável, achei difícil. O que que você têm a dizer sobre isso paraas pessoas que estão passando também por
esse momento? >> É, eu acho que o processo de entrar na área de desenvolvimento, ele é um caminho bem eh nebuloso assim no início, porque de fato são várias coisas que que nem o João falou e o Sullivan, né? a Gente olha pro pra programação, tem um monte de coisa para estudar e aí geralmente as pessoas saem estudando tudo e aí às vezes olham para um para um processo de vaga ali e tal e a vaga às vezes pede muita coisa e às vezes coisas que a gente não sabe e a gente tenta estudar de
última hora para tentar participar daquele processo seletivo e a gente vai acumulando conhecimentos assim de forma muito recente e a gente não consegue realmente abstrair aquilo. Aí Começa a se tornar um processo frustrante, porque eu não eu não não coloquei aquele conhecimento realmente à prova. Eu não entendi todo aquele conhecimento. E aí é frustrante porque às vezes eu chego na metade do caminho e eu não entendi completamente aquele conhecimento e quando eu tento falar sobre aquilo, eu não consigo, né? Alguém faz uma pergunta sobre aquele tema, eu não sei responder e aí começa a se
tornar um processo frustrante. >> Agora, uma pergunta pessoal, Súliva, por exemplo, o desenvolvedor de software, ele é a base? Se dá para dizer que ele é a base. Depois tu pode fazer, por exemplo, um curso de de ciência de dados, tu pode fazer um de IA, outros cursos mais complexos e isso vai facilitar bastante o aprendizado ou não? >> Então, hoje existe inúmeras possibilidades, né, como eu comentei, hoje já existe cursos iniciantes para inteligência artificial, análise de Dados. Eu conheço alguns colegas assim coordenadores de curso, que eh em vez da pessoa entrar com, por exemplo,
ciência da computação, sistema de informação, que era, né, o tradicional do passado, hoje já existem cursos iniciantes voltado para uma inteligência artificial, por exemplo, >> como até no SCTEC já tem um específico, né? Mas a minha dúvida é se quem faz o curso de desenvolvimento de software tem mais facilidade. >> Sim, com certeza. Com certeza. porque ela já está já está dentro da área, né, que foi o que aconteceu comigo lá na ano passado. Eu já tinha uma base muito iniciante de programação e quando eu fui pro segundo curso, eh, eu já tinha uma base
daquele primeiro ano. Então, basicamente é isso. Quando tu entra daí, eh, numa outra modalidade, numa outra outro nível de curso, com certeza a base vai te ajudar demais. >> Tem uma pergunta aqui para você do do Nosso chat aqui, Sullivan. Quero fazer programação com ênfase para jogos. Tem o roteiro de três jogos. Qual é o caminho a trilhar? >> Então, eu, por mais que eu gosto de jogos, né, mas eu nunca cheguei a desenvolver nada para jogos, mas eu sigo da mesma linha. Eu acredito que você deve continuar estudando, sim, principalmente se você está iniciando.
Não, não se afobe no sentido, ah, já quero criar um jogo, né, de alto nível, Complexo, com várias possibilidades. Comece mais uma vez pelo básico, comece estudando. Existem inúmeras possibilidades, existe muitas comunidades hoje em dia que vocês podem adquirir conhecimento, compartilhar informações. Então não fique frustrado se em algum momento você iniciar e ah, não deu certo aquilo que eu imaginei inicialmente, mas persiste, porque esse é o caminho que você deve seguir. E claro, com Inteligência artificial agora, né, com certeza vai trazer inúmeras possibilidades, coisas que no passado a gente não tinha, hoje a gente tem
na palma da mão. >> Uma pergunta aqui aberta para vocês três. Qual a diferença do curso de manipulação de dados com Python e SQL para o curso de gestão de dados com arquitetura moderna? Para quais vagas eles preparam? Alguém sabe responder? >> Então eu posso eh responder? Eu acho que quando a gente fala de manipulação de dados é muito mais a parte mais técnica, né? né? Quando eu tenho ali, eu recebo a entrada de dados, eu tenho lá um um uma base de dados de algum uma determinada área, eu preciso tratar aqueles dados, manipular eles
de certa forma e ter uma saída diferente, né? Ah, eu preciso levantar algum tipo de estatística, eu preciso eh criar alguns KPI ali, né? ou seja, eh, índices em relação à aquele Dado. Ah, eu preciso saber quanto que entrou, por exemplo, de de algum produto, quanto que saiu, quanto que eu tô gastando de horas para manipular aquele produto. Então, é o é o mais técnico, né, eu pegar o dado, tratar aquele dado e fazer toda essa manipulação via código. E aí, quando a gente fala de gestão e de arquitetura, a gente tá falando sobre como
que a gente vai organizar toda essa base de dados. E eu vou eh centralizar essa informação em Algum determinado local. vou colocar dentro do servidor, como é que eu vou organizar toda essa informação e vou arquiteturar isso, né? Então, quando eu olho paraa questão, quando a gente fala sobre gestão, sobre arquitetura, a gente pode comparar com um prédio, né? Quando a gente tá construindo um prédio, a gestão e a arquitetura ela tá muito mais voltada pros engenheiros e arquitetos de criar toda a estrutura do prédio pro prédio ser levantado. E quando a gente Fala de
manipulação dos dados, é como se eu tivesse decorando esse meu esse meu prédio, né? Então, eu tô dentro de do apartamento, eu tô lá decorando onde que eu quero colocar cada pecinha, o que que eu quero fazer com cada parede. É mais nesse sentido, né? >> Ó, mais alguma aqui? Qual seria a melhor IA para a programação? Tipo, me ensina ou me ajuda a resolver problemas com o código. Eu utilizo Google, um Gemini e queria saber se existem alternativas Melhores. Claro que a gente ainda não tá no dia, né, específico de sobre inteligência artificial, mas
se vocês quiserem responder também a pergunta, fiquem à vontade. >> Então, eu não quero nem citar aqui quais ferramentas, acho que eu não vou entrar nesse mérito, mas existe inúmeras possibilidades hoje em dia, né? Eh, mas eu quero trazer um site aqui do prompt, do comando que você vai dar para essa IA. Eu acho que ela é muito mais Importante do que a própria ferramenta. Cada ferramenta ela vai se adequar a uma modalidade da tecnologia, né? Eu uso muito mais o Gemini hoje para criação de imagens. Eu uso um Google Flow para edição de vídeos
com inteligência artificial, o próprio Sor e uso o GPT no meu dia a dia, mas sei que tem o cloud IA, enfim, tem outras ferramentas, mas como que eu vou falar para essa IA o que que eu tô precisando, né? Então não adianta ter uma ferramenta robusta, uma Ferramenta que vai te entregar sim, mas tu não souber dar o prompt, né, o comando para ela. Então eu mesmo quando eu vou precisar algo, por mais que seja muito simples, eu fico ensinando essa IA de que forma que ela tem que me entregar a resposta até eu
conseguir de fato um resultado eficiente. Então eu vou lapidando porque não adianta eu dizer assim: "Ah, eu quero um sistema de login para determinada área. Ah, a I ela vai te entregar qualquer coisa." E não é Isso que você vai querer, principalmente se for visão de escala, né? A Ia não vai conseguir te entregar um produto escalável, você vai ter que precisar de muito mais domínio sobre a ferramenta, sobre o software em si. Então eu deixo um um insite aqui nesse sentido, tipo assim, se prepare para o prompt, para o comando que você vai dar
para IA e não foque na ferramenta nesse início. >> Pergunta para o João Víctor. Como funciona a correlação de banco de dados? Correlação de banco de dados. É, é isso que ele perguntou aqui. Depois, se a pessoa quiser mandar novamente a pergunta mais completa e depois no exemplo de uma grande empresa, o sistema interno provavelmente seria feito em Java. Eh, eu quero aproveitar essa pergunta para uma coisa que eh conversa muito com o que os meus colegas estavam falando aqui agora de qual ferramenta utilizar, né, qual linguagem aprender. Ah, e aí a Gente tem falado
de começar básico. E aproveitando essa pergunta sobre seria em Java, né, um sistema de uma grande empresa. Eh, e na verdade não necessariamente, né, pode ser em Java. Eu trabalho com Java hoje numa empresa que tem mais de 1000 desenvolvedores lá, né, atuando em conjunto, mas tem muitas empresas que trabalham com outras linguagens, né, com Ruby, com C#ARP, com C++, com Python, com JavaScript e uma >> Qual que é mais difícil? Qual é a Linguagem mais difícil de aprender? >> Eu acho que mais difícil não tem uma que seria mais difícil, assim, eu acho que
vai muito do gosto de cada um. Então, uma coisa que eu queria deixar aqui de mensagem, que eu tinha muita dificuldade no começo, né, de eu ficava muito nesse nessa dúvida de qual que eu estudo, tá, o que que eu aprendo, será que eu se eu aprender Python vai ter mais vaga de emprego em Python? Será que eu aprendo Java? Porque eu já vi um monte de vaga Em Java, mas também tem bastante Java. >> Que aconteceu contigo, né? >> Será que Mas tem bastante Java em vaga em C#ARP e Ruby. Todo mundo fala que
é legal programar em Ruby. Será que eu eu vou gostar de programar em Ruby? E na verdade tanto faz assim, escolhe um, escolhe um caminho, abraça esse caminho e vai com ele ir pra frente. Abraça ele e vai. Porque a partir do momento que tu aprendeu uma linguagem, aprender a próxima é muito fácil, muito mais fácil. Eu, por exemplo, trabalhei 4 anos com uma linguagem com Delf e depois eu mudei pra Java. E é muito tranquilo, muito fácil. Depois que tu aprende uma, que tu aprende bem, que tu entende bem eh, a sintaxe da linguagem,
a lógica de programação e os fundamentos da programação, pegar outra sintaxe de outra linguagem é muito tranquilo. >> Olha só, Súliva, eh, precisa saber matemática para ser desenvolvedor de software? >> Boa pergunta. Eu acredito que não. Você não vai precisar saber matemática avançada, apesar de que alguns cursos, né, como o próprio C da Computação, existe inúmeros inúmeras matérias de voltado paraa matemática, mas a questão é que você não vai precisar ficar calculando o dia inteiro, não. Não é essa a questão. Eh, eu acredito muito que a matemática ela vai te ajudar na resolução de problemas,
na na lógica de em si, mas o foco é lógica, é resolução De problemas, é entender as dores de fato de que você quer atender. E no mais é isso. Eu acredito que não precisa conhecer a matemática de forma profunda para eh entrar nesse universo. Não é isso que vai te impedir de ser um bom programador ou um bom eh técnico na área de tecnologia. >> E o inglês? >> Ah, o inglês é sim, é fundamental porque as linguagens de programação são inglês. Até quero puxar um gancho aqui da da Fala do colega de que
poxa, e as linguagens elas mudam sim, né? a sintaxe, a forma como você descreve ela no dia a dia, mas eu faço uma associação muito ao dirigir um carro. Acho que são inúmeros modelos de carro, mas o básico você tem que saber que é dirigir, né? Então depois ele vai se encaixando em cada modelo de automóvel, em cada eh estrada diferente, em cada rodovia. É esses desafios que vão surgindo, que antes você não tinha, agora você tem. Então o inglês, sim, ele é fundamental porque toda linguagem, o próprio SQL, enfim, é em inglês e é
um diferencial gigantesco, é primordial para quem está nessa área. >> Agora, meninos, [roncando] eh desenvolvimento de software é difícil mesmo de aprender ou é exagero das pessoas? >> Então, eu não vou romantizar, não existe, não existe facilidade, né? É, eu Acho que vai ter que ter muita dedicação, vai ter que sim baixar a cabeça e estudar. Eu acho que não tem como fugir disso. Eu acredito que em qualquer área profissional você tem que gostar muito daquilo que você faz. Então essa dedicação vai vir conciliada de eh dessa paixão, de querer muito evoluir, sabe? Mas sim,
é complexa, mas nada que você estudar, praticar, testar, eh, esse é o caminho. Não tem para onde fugir. Você vai ter que dar a cara tapa e Estudar muito, porque vai vir os desafios, né, do dia a dia. Então, quando você tá estudando, passa-se por uma área muito mais tranquila, porque você tá respondendo apenas a um estudo, mas quando você está em uma empresa, em uma linha de frente, eh, vai vir os desafios do dia a dia, vai vir os problemas reais, né? Eh, e para isso você vai ter que tá preparado. Existe sim a
complexidade, como eu como eu comento, mas não é algo que você vai, Né, criar uma barreira e dizer assim: "Não, eu não vou ser um programador porque é muito complexo." Eu acredito que cada um descobre sim o seu caminho. >> Você falou ali na apresentação, começou aos 14 anos, né? bastante tempo, não pensava na parte financeira, assim como a grande maioria, né, que começou há mais tempo. Porém, eh, essa galera jovem agora e motivada e com muitas facilidades para aprender tecnologia, eh, sabe que essa profissão é de fato Muito professora, eh, promissora e que também
dá uma boa remuneração, né? Eh, vocês acham que isso deve fazer parte, né, do propósito assim já do jovem que tá começando agora do nada, que não sabe ainda, mas que tem motivação para aprender e que quer construir um futuro sólido a muitas vezes a médio prazo, né? Porque a gente sabe que, enfim, profissionais hoje com mais especializações, mais capacitação, já pode partir aí de salários de R$ 15.000, Né? inclusive empresas de fora contratando aqui de Santa Catarina. Quanto mais especialista, mais bem remunerado. É, >> eu acredito que de de início assim, olhar paraa remuneração
talvez seja uma uma motivação pro estudo e para enfrentar essa complexidade, mas eu não acho que ela deva ser uma moeda de troca, assim, é uma motivação que vai te motivar, Estudar, enfrentar essa complexidade e criar uma carreira dentro da área. Mas ela não deve ser uma moeda de troca de eu estudo para ter essa remuneração, porque como tu comentou, é um é algo a médio, longo prazo. Eu não vou entrar na área hoje e amanhã eu vou sair ganhando R$ 15.000, né? né? É um processo eh delicado, que nem o João falou, eu também
comecei como estagiário. Então, existe um processo que você precisa seguir muitas vezes ou entrando como Estagiário, ou entrando como trainy, ou até mesmo como júnior. E você precisa passar por aquela etapa de júnior por algum tempo também para daí começar a evoluir e depois que passa esse tempo que o salário realmente começa a aumentar e de forma, >> mas comparado a muitas profissões, dá para dizer que a área da tecnologia paga muito bem, né? Sim, totalmente. >> E aí eu trabalho de segunda a sexta, não tem aquela coisa de final de semana, Envolvimento, principalmente com
empreendedores, né? >> Sim. >> Bom, pra gente finalizar, já fechou o tempo, eu tinha um monte de perguntas ainda para fazer aqui para vocês, mas o pessoal pode continuar mandando aqui no chat. Nós temos mais dois dias, né, amanhã e quinta-feira aqui com outros temas do SCTEC. As redes sociais deles já foram divulgadas. Quem tiver dúvida também pode mandar, certo? Qual a dica? Final de vocês para quem tá começando, não somente os jovens, saindo aí do ensino médio, né, começando na área de tecnologia, mas também para quem tá mudando de carreira, tá ali com seus
50, 60, 60 e poucos e penso: "Poxa, ainda dá tempo, me sinto com saúde, com disposição, né, com força de vontade." Então vamos lá, Súliva. Então, engraçado que eu já treinei uma pessoa com mais de 45 anos. O desafio, claro, é muito maior, mas eu digo que é Possível sim, a gente conseguiu ter eficiência na época com esse profissional. Eh, então nunca é tarde, eh, basta apenas você dar os primeiros passos, começar de fato, eh, estudar. Essa questão de salário, de fato, ela é importante, ela brilha os olhos, mas quero dizer aqui que não fique
olhando somente para isso, se especialize, estude, eh foque nessa questão da da resolução do problema, de olhar além do código, né? Cada vez mais as empresas Exigem nas suas descrições de cargos eh não somente a parte técnica, mas também a parte de infra. Não quero entrar em termos muito técnicos aqui por conta do público, mas essa parte de devops, essa parte de infra e essa parte também de regra de negócio que é primordial. Hoje, uma pessoa que tem o conhecimento técnico, mas também tem a lógica de resolver um problema através de uma regra de negócio,
ela com certeza ela larga na frente. >> Eh, uma um recado final assim, uma dica, né, que eu gostaria de deixar eh aquilo que a gente vem falando, né, de começar do básico. Ah, não se assuste pelo primeiro contato, né? Porque eu lembro que quando eu comecei, eu me assustava, né? Eu olhava aquela linha de código, aquela aquele programa, né, aquele parágrafo de código, vamos dizer assim, eu não entendia nada e eu pensava, eu nunca vou entender isso aqui, né? E uma uma frase assim que me acompanha Bastante a minha carreira toda é que tem
muita coisa que parece impossível num primeiro contato. Até hoje, hoje em dia ainda atualmente no trabalho assim, com mais de 10 anos de carreira, às vezes chega uma um problema, uma funcionalidade para desenvolver. E eu penso, tá, isso aqui é impossível, eu nunca vou conseguir resolver isso aqui. E aí eu leio e releio e pesquiso e vou atrás, me aprofundo e daqui a pouco é algo banal, algo simples, algo Extremamente básico. Então assim, eh muita coisa parece impossível até que se torna fácil, né? Alex, qual a principal habilidade comportamental que essa nova turma TEC precisa
ter além da técnica? Acho que em relação ao comportamento é muito a questão de estar disposto a aprender, não só eh esperar o resultado vi assim automaticamente. A gente tá vendo muito a questão de, né, já com IA, Com rede social, a gente vê aquela ânsia de querer as coisas muito rapidamente, de ter, né, o conhecimento eu pegar aqui e colocar aqui e aprender magicamente. não só isso, mas dentro da carreira também de querer resolver as coisas de forma muito rápida e de querer que as coisas se resolvam também de forma muito rápida. Então, eu
acredito que comportamental é muito isso de ser resiliente, de estar aberto ao aprendizado e estar sempre buscando uma Evolução, eh, olhando para como que essa evolução é feita, assim, gradativamente e não querendo que as coisas aconteçam do nada, sabe? >> Muito bem, meninos, obrigada, viu? Foi um prazer estar com vocês aqui nessa primeira noite. E olha só, antes de nós finalizarmos a transmissão de hoje, um recado importante. Neste evento, nós teremos a emissão da declaração de participação. Com esta declaração da etapa despertar, você sai na frente Aumentando as chances de conquistar uma vaga nas próximas
etapas do Carreira Tec, a maior jornada de formação do SCTEC. Acesse o link que está sendo divulgado aqui no chat e solicite a sua declaração agora mesmo. Muito obrigada pela sua companhia e amanhã a gente volta aqui às 7 da noite com muito mais conteúdo para todos vocês. Uma ótima noite. Ciao. Ciao. >> [música] [música] [música] [música] [música] [música] [música]