nós estamos retomando as atividades de gravação que trata das educadoras que protagonizaram em Goiás e no Tocantins em conjunto com o grupo de estudos e pesquisas em história da educação da Universidade Federal de Goiás o gep o núcleo de direitos humanos educação e movimentos sociais da Universidade Estadual de Goiás ordenado por mim e com o cria Lab laboratório de Pesquisas criativas da Universidade Estadual de Goiás e também com a Buritis a Universidade Federal do Tocantins e nós abordamos um tema muito interessante que envolve o reconhecimento das educadoras Goiânia para mim uma alegria muito grande receber
pessoas ilustres a fatura e que atuam na área de história da educação em Goiás o tempo virar uma vacina preventiva de erros e violência se fará as prisões se transformaram em escolas e oficina e os homens e municiados contra o crime cidadãos de um novo mundo contar umas crianças do Futuro histórias absurdas e prisões elas altos muros de um tempo superado essa é uma expressão poética da Cora Coralina eu vou falar de Ana Lins dos Guimarães Peixoto Bretas Emma e foi conhecida mais conhecida pelo pseudónimo Cora Coralina nasceu em vinte de agosto de 1989 um
ano após a abolição da escravatura e no mesmo ano em que ocorreu a proclamação da república na velha em casa da ponte na Vila boba antiga capital do Estado de Goiás é a terceira filha de Dona Jacinta Luiza do Couto Brandão Peixoto e do senhor Francisco de Paula Lins dos Guimarães Peixoto foi alfabetizada pela mestre Silvina Ermelinda Xavier segundo a pesquisadora Hebe Maria de Lima Siqueira Cora Coralina estudou até a quarta série do primário mas a menina que se assentava no banco dos mais atrasados se tornou uma das Poesias das mais importantes do Brasil foi
contemporânea de Hugo de Carvalho Ramos autor de Tropas e boiadas e delegar é de Jesus a primeira mulher a publicar livros em Goiás publicou uma vasta obra de poesias e contos inclusive quantos voltados para o público infantil começou a escrever os seus primeiros textos aos 14 anos de idade a tabela já velha mestra Silvina foi personagem importante no seu processo de decodificação dos sinais gráficos nas cartas de ABC os traços biográficos que encontramos em sua poesia confirmam a sua formação alto didática como leitor autêntica autônoma e singular que contribuiu para a jovem anos Lins romper
com seu contexto cultural e familiar ao buscar incessantemente novos horizontes de apropriação do conhecimento aos 25 de novembro de 1911 decide deixar sua cidade natal em busca de outros horizontes para além da Serra Dourada ao lado de Cantídio Tolentino Bretas advogado recém chegado à Vila Boa e embora ocupando o posto de chefe de polícia do Estado que era um cargo muito preço de prestígio na velha Capital em São Paulo onde viveu Durante 45 anos inicialmente no município de Jaboticabal ela teve os seus seis filhos Paraguaçu Enéias Cantídio Jacinta Isis e Vicência Isis e anéis morreram
logo depois de nascer assim inicia a sua trajetória histórica marcada por muitos atropelos e muitos desafios em 1956 retorna a Goiás eu posso dizer e Cora Coralina era uma mulher simples foi agricultora vendedoras de livros doceira E trabalhou também em coluna de diversos jornais ao completar 50 anos a poetisa relata ter passado por uma profunda se passa no interior a qual definiria mais tarde com uma perda do meu nessa fase deixou de atender pelo nome de batismo e assumiu o pseudónimo Cora Coralina durante esses anos agora não deixou de escrever poemas relacionados nossa história pessoal
com a cidade de Goiás em financeira e o ambiente em que foram criadas pessoalmente falo das ruas e dos becos da Vila Boa de Goiás aos 71 anos ela ganhou do senhor um parquinho uma máquina de escrever Hermes baby e entra para uma escola de datilografia para ela própria datilografar os seus manuscritos depois de longa peregrinação em busca de editoras consegue publicar poemas dos becos de Goiás e estórias mais no ano de 1965 pela Editora José Olympio a mesma Editora que lidera emprego na em 930 seu livro inaugural é recebido com de exemplo os seus
contemporâneos os Goianos maiores de idade desta Villa boa de goyaz aqueles e ainda escrevem Goiás com y z e pague 10 nunca perdoaram a galinha morta e o gato morto do beco da Vila Rica pode carta de Cora Coralina a Carlos Drummond de Andrade datado aos 28 de janeiro de 1981 essa carta se encontra no acervo da casa de Cora Coralina na cidade de Goiás com a publicação do seu primeiro livro Cora Coralina marca irreversibilidade de sua trajetória como leitor publicar equipe pai a legitimar e é mais do que uma alfabetização bem sucedida é uma
última etapa de um processo complexo de alto de bacia sua aprendizagem ultrapassou os limites a formal iate misto que ela se consagrou como Educadora e vai muito além de um de uma de uma atividade docente ela não foi professora ela não atuou no processo de escolarização mas ela contribuiu e educou os Goianos e os brasileiros de um modo geral com a sua obra poética com seus contos e com as suas expressões poéticas e por meio de sua obra maior vai oportuniza né os jovens leitores um educação no sentido mais profundo como dizer como diz o
nosso antropólogo Carlos Rodrigues Brandão a educação é um processo pelo qual ninguém escapa as pessoas passam por um processo de educação através da poesia dos livros da literatura das Artes das ciências da filosofia e da teologia e essa folha a obra de Cora Coralina autora Goiana uma mulher que foi muito além do seu tempo visionar visionária e uma do Cera muito refinada Cora Coralina faleceu em Goiânia aos 95 Anos de pinão pneumonia a sua casa na cidade de Goiás foi transformada num museu em homenagem a sua história de vida e produção literária falar de Cora
Coralina para mim como historiador é Um Desafio enorme porque ela de fato foi uma mulher muito importante e é como está grávida no Estado de Goiás e no Brasil inteiro muito obrigada E aí a gente dá sequência nas nossas exposições e apresentações das educadoras Goianas bandido neste momento aletrada kyldes Batista Vicente da unitins e vai tratar da educadora Live e do Nascimento é como você professora que eu disse seja bem-vinda o verbete Lívia Abraão do Nascimento meu dicionário de educadores e educadoras em Goiás do século 18 ao século 21 organizado pela professora Diane Valdez o
livro seguinte professora Lívia Brandão do Nascimento nascido em Tupaciguara Minas Gerais em Quatro de Outubro de 1954 filha de Hebert Abraão e ar e a Laura Tomé Ferreira Abraão casou-se com João do Nascimento faria com quem teve três filhas Oi Lívia faleceu em Catalão Goiás em 18 de maio de 2012 vítima de câncer a trajetória escolar de Lívia teve início no grupo escolar Dr Arthur Bernardes em Tupaciguara e 68 A sua família mudou-se para Uberlândia em busca de melhores condições de vida e maiores possibilidades de estudos para os filhos relatos de familiares revelam que por
volta dos 14 anos Lívia já fazia do muro de sua casa uma lousa e com carvão brincava de escolinha e em 72 conclui o curso normal no Colégio Estadual em Uberlândia e em 1973 casou-se acompanhando o marido bancário do extinto Banco do Estado de Goiás mudou-se para Itumbiara em Goiás iniciando lá em Itumbiara sua jornada na educação e em 1974 o marido foi transferido para Catalão e Lívia Então passou a lecionar no grupo escolar Joaquim de Araújo e entretanto esse período no grupo escolar só durou um ano seu trabalho logo chamou atenção pelas práticas pedagógicas
criativas pelo êxito na alfabetização das crianças e pela liderança que exercia e foi então convidada para lecionar no Colégio Estadual João Netto de Campos onde permaneceu até 25 de Mayo de 1994 ano de sua aposentadoria professora criativa e inventiva e dinâmica em pouco tempo Lívia liderava projetos de ensino para o magistério tendo como foco a linguagem e especialmente a escrita EA Literatura Infantil e entre os projetos coordenados pela professora Lívia destaca-se a sala de leitura na falta de livros de literatura ela fazia cópias mimeografadas de contas dezenas deles que ficavam disposição de alunos e professores
para montar o acervo de livros fez diversas campanhas de doação e como muitos livros não atendiam ao propósito do projeto ela trocava esses livros nos sebos em Goiânia por exemplares de livros de literatura e quando o acervo já tinha sido usado por todos ela novamente os levavam A Goiânia e os tropeços e foi assim que a literatura por muito tempo foi referência no Colégio Estadual João Netto de Campos em Catalão Oi Lívia transformava a sala de aula no curso de Magistério em verdadeiro laboratório espaço de vivências altamente significativa para os alunos futuros professores segundo seus
ex-alunos a marca principal de seu trabalho era sem dúvida a literatura não importava o conteúdo do seu trabalho a literatura estava presente de modo apaixonado e apaixonante parte significativa de seus alunos do magistério se tornaram no futuro seus alunos no curso de letras e professores de português em 1984 Lívia iniciou o curso de letras na faculdade de Filosofia Ciências e Letras de Araguari em Minas Gerais concluindo em dezembro de 87 em 1983 foi criado em Catalão o campus avançado a Universidade Federal de Goiás em parceria com a Prefeitura Municipal de Catalão em 1986 foram implantadas
as duas primeiras licenciaturas em letras habilitação em português e geografia em 1989 ele vem integra o quadro de professores do curso de letras no Campus avançado de Catalão da Universidade Federal de Goiás na condição de professora substituta irmã no seguinte é admitida como professor-auxiliar onde permaneceu até 2012 ano de sua morte ainda em 1989 por iniciativa do professor Braz José Coelho responsável pela criação do curso de letras na UFG Catalão é criado o curso de especialização em linguística aplicada e Lívia é íntegra integrante da primeira turma a dinâmica determinada apaixonada pelas letras ela inicia neste
ano também o mestrado em letras e linguística na área de literatura na Universidade Federal de Goiás cuja conclusão ocorreu em 1994 com a dissertação Pode parecer exagero histórias de Alexandre de Graciliano Ramos E caso de Romualdo de João Simões Lopes Neto iniciava-se assim sua trajetória acadêmica integrada definitivamente o quadro docente Pioneiro na estruturação do curso de letras e na expansão e interiorização da UFG e como professora do curso de letras ministrou várias disciplinas literatura infanto-juvenil de didática e prática de ensino e estágio supervisionado e no curso de letras desenvolver um vários projetos de pesquisa e
de extensão e colaborou com atividades Quem elaborou desenvolveu projetos de Pesquisas com relendo as lendas e causos de Catalão o ensino de português questão de bom senso embora se Deus se dedicasse a pesquisa inegavelmente sua grande marca era a extensão universitária em cansavelmente promover o dezenas de ações junto à comunidade especialmente a comunidade escolar pública aproximando-a da universidade e entre as dezenas de projetos de extensão que coordenou e participou de sua organização nas destacamos poesia na rua teatro na escola oficina de leitura e redação lendo estudando e redigindo para o vestibular os dados seu envolvimento
na estruturação do curso de letras na formação competente de números professores de português de Catalão e região e no vínculo que estabelecia com a comunidade através da extensão Lívia foi imortalizada em dos em um dos auditórios do campus avançado de Catalão da Universidade Federal de Goiás que leva o seu nome inaugurado em 2016 o verbete Lívia Abraão do Nascimento O elaborado pelos professores Maria José da Silva é graduado em Ciências Sociais Maria José dos Santos graduado em psicologia e o professor Volnei Honório ffilho graduado em história todos e do campus de Catalão o verbete Lívia
Brandão Nascimento Pode ser consultado na página 375 do dicionário de educadores e educadoras em Goiás e agora para compor também essa mesa ilustríssima de professoras eu convido a pedagoga Daniele Cardoso da Silva da Universidade Federal de Goiás ela vai tratar da educadora Aurora de Freitas Teixeira Aurora Freire de Freitas Teixeira mais conhecida como Dona Aurora nasceu na cidade de Mogi Guaçu em São Paulo em cinco de setembro de 1903 e veio a falecer no distrito de diolândia município de Itapuranga em Goiás em 17 de agosto de 1991 eu quero uma mulher simples de vida discreta
pouco se sabe sobre sobre sua formação era uma mulher extremamente reservada há quem diga que Dona Aurora estudou em colégio de freiras em São Paulo outro lembra que ela falava de tocar violino no coral da igreja uma ex-aluna se recorda de ouvi-la recitando poemas em francês seus conhecidos Indy hollandia lembram que em datas especiais Dona Aurora escrevia poemas e recitava para pais e alunos mas nenhum desses inscritos foi preservado em sua modesta residência depois de sua morte nem curso herdeira nem para aqueles que adquiriram seus bens sua casa não tinha cozinha sempre se alimentava na
casa de seus alunos foi professora na escola do povoado de Lages e posteriormente transfer o distrito de diolândia no município de Itaporanga onde residiu e lecionou até a sua morte em 1991 sua vida era muito simples em todos os aspectos ela não fazia nada nem criava qualquer situação que movesse a atenção das pessoas para ela o mais importante não era ela própria sobre o grafia e tampouco o que ela fazia ao contrário tudo na vida dela era direcionado aos seus alunos por eles e com o desejo de que eles aprendesse que valia à sua resistência
Dona Aurora se colocava à sombra não se põe em primeiro plano toda atenção era para o ensino de seus alunos a sua didática era do ponto de vista formal o que era usual na sua época ressalta algumas características especiais que transformaram Dona Aurora em um educador Inês o segundo histórias contadas por seus alunos a primeira diz respeito a sua postura Dona Aurora vivia para ensinar não tinha família não tinha outros afazeres que desviassem do seu foco fora do horário de aula Ela saía pelas Casas dos alunos conhecendo o cotidiano das famílias e dando assistência individualizada
nas dificuldades apresentadas em aula para ela suas aulas das casas tinham muito mais importância que as aulas lá na escola a segunda característica lembrada por seus alunos era sua capacidade de prender a atenção de todos permanentemente tinha uma história sendo contada e em cada aula essa história é interrompida em um ponto de suspense os alunos chegavam no dia seguinte já perguntando pela sequência da história grande parte dessas histórias ela Extra ia de passar é uma terceira característica da pedagogia de Dona Aurora relatada com muitos de seus ex-alunos era seu caráter de pesquisadora para tornar as
aulas mais atraentes ela descobria aquelas pessoas do povoado que sabiam fazer contas de juros e as contas nas vendas de porcos os capados vendidos a ponto de abate ela e as casas aprendi com essas pessoas como essas contas eram feitas e as reproduzir em suas aulas a simplicidade a dedicação ao seu ofício e a forma afetuosa com que tratava as famílias de sua região fizeram com que Dona Aurora marcacci a vida de alunos e conhecidos um deles lamentou não ter sido alfabetizados pela Educadora porém a conheceu e escreveu detalhes da sua biografia aqui apresentados no
dicionário de educadores e o Goiás na página 101 séculos 18 e 19 disponível para acesso na Internet eu convido para participar conosco a lettra da Elis Regina da Silva Oliveira ela vai tratar de uma grande Educadora Zilda Diniz Fontes muito bem vindo de mim é um prazer estar aqui com você nesse trabalho tão importante e Nobre bom obrigada Professor o prazer Nossa aqui por falar de uma grande importante figura né uma pessoa feminina feminista aí do século a mulher é disso do século 20 tão Zilda Denis Fontes uma mulher que não se ocupava somente nas
tarefas impostas ao gênero feminino da época e aí nós estamos tratando aí do início do século 20 e correndo riscos de sermos simplistas vamos apresentar um pouquinho da trajetória dessa mulher dessa importante mulher a mais trazida deles filha de ladomila dos Reis e José Mendes Vieira nasceu no outono de 1920 na freguesia oitocentista Goiana chamada primeiramente de Vila Bela de Parnaíba hoje cidade de Morrinhos o percurso formativo escolar da menina Zilda foi nas as imagens de sua cidade natal e provavelmente o único grupo escolar da cidade o grupo escolar Coronel Pedro Nunes criado no ano
de 1924 no ano de 1933 ela foi aluno interno do Colégio Santa Clara escolete foi criado no ano de 1921 aqui antes espera campininha das flores hoje conhecido como Bairro de Campinas em Goiás em Goiânia nesse local ela fez o curso de Magistério e concluiu esse curso aos 15 anos de idade e Vale lembrar que o magistério era uma das poucas carreiras destinado ao público feminino da era mais tarde Zilda incentivada pela sua irmã Nilza em 1974 fez o curso de pedagogia supervisão escolar na Fundação Educacional de Ituiutaba conhecida hoje como Faculdade de Filosofia Ciências
e Letras E desde os anos 30 quando se formou no curso normal Zilda passou a exercer a função de professor em diversos espaços escolares da cidade de Morrinhos conhecida também como Atenas de Goiás como era nomeado essa cidade nesse local a contribuição de Zilda não se limitou ao ensino né no ambiente formal e escolar sua atuação é foi também na escrita literária foi uma atuação extensa e deve ser entendida aqui como a contribuição relevante para a educação EA cultura local do período além de contos poemas crônicas letra de Hino e outros seu dono anos dos
anos 60 escreveu também para a rádio local duas novelas radiofônicas segundo a Irmã Zilda Neusa Diniz Silva que escreveu o livro de Memórias em a poética de Zilda Denis Fontes editada aqui em Goiânia parede Esse é o plano de 2011 se eu der uma professora exigente rigorosa mantinha constante de nanismo em suas aulas e incentivar os alunos na escrita especial nas redações e detalhe vários de seus alunos fizeram redação excelentes que foram publicadas em revistas revista festa da arte e outras foram até premiadas em concursos O Bill é Zilda foi diretora do colégio estadual Xavier
de Almeida de 1974 até o ano de sua morte em 1984 na dramaturgia foi influenciada pelo pai José Mendes Vieira agrimensor de profissão que chegou a Morrinhos por volta do ano de 1916 ele era um homem apaixonado pelo teatro e por isso fez não quer infância e juventude de Zilda estivesse rodeada dessa atividade o que favoreceu também o seu gosto pela dramaturgia chegou a fundar em 1920 a sociedade dramática de Morrinhos Mas essa não se Manteve por muito tempo por falta de Adegas e Zilda ainda nos anos 60 iniciou nessa atividade da dramaturgia a princípio
representando peças para depois dirigir e mais tarde escrever e dirigir Zilda teve também aparece de escrever a história das famílias que com é uma cidade de Morrinhos então a desenvolver uma escrita memorialística dessa cidade o título da obra é Morrinhos de Capela cidade dos Pomares estava em Goiânia pela Editora Oriente no ano de 1980 esse trabalho exigiu de Zilda uma extensa dedicação EA professora escrevi também poesias de acordo e de acordo com a sua irmã Nilza os seus primeiros escritos poéticos se aproximado dos vestidos do Romantismo do simbolismo estão imbuídos de um lirismo e mais
adiante mais para frente Ela já trabalha com escrita mais relacionado ao modernismo brasileiro os escritos de Zilda referem-se às relações humanas a violência existente na sociedade e de acordo com a irmã Nilza Silva era por meio da poesia que Zilda sentia segurança para denunciar o que incomodava Como assim Justiça violência o descaso olá uh para comer nor é a mentira do adulto para com a criança mostrando para essa criança o mundo falso e ela denunciava isso nas suas escritas ou é Além disso ela escreveu o teatro como eu já falei né e abordou o tema
se faziam e fazem parte da sociedade com as particularidades da época distanciando-se de uma virgem visão religiosa algo muito próprio do tempo e do lugar e até da atualidade né a gente percebe muito a essa é a invasão da religião lá na na escrita na educação if então Zilda com seus movimentos múltiplos né certamente ela educou gerações de formas distintas pois se atreveu a ser né mais do que dizer que na vão as mulheres do período a ser mais do que mãe e dona de casa então Zilda Diniz foi uma mulher de seu tempo mas
não limitado aos ditames da época uma a cantora uma mulher escritora petróleo Gaga é Enfim uma mulher múltipla e se você quiser saber um pouquinho mais sobre essa grande mulher que é professora de língua portuguesa de literatura petróleo da compositora escritora autora de projetos culturais poetisa novelista tão Leia o verbete que se encontra no dicionário de educadores e educadoras do século 18 a 21 organizado pela professora Diane Valdés o verbete encontra na página 609 inicia-se na página 69 e foi escrito por Aline Rodrigues Bento graduada em pedagogia pela UFG pedagoga do Instituto Federal Goiano em
parceria também com a professora Thiane Valdez graduado em história pela UCDB nessa história pela UFG e Doutor em educação pela Unicamp e professora da faculdade a questão da Universidade Federal de Goiás Além disso quero também divulgar aqui a dissertação de Mestrado de Aline Rodrigues Bento escreveu um texto que apresenta a trajetória dessa grande mulher no interior é de Morrinhos e para Goiás também é e para o Brasil ela faz uma trajetória dessa mulher de cima os movimentos que ela ela percorre nesses espaços que ela ocupou e ato ou seja no cenário Educacional e cultural de
uma cidade do interior Goiano Vale a pena ler Vale a pena ler o dicionário e é esse o Denis Fontes 1920 a1984 uma Educadora que não cabe na escola Esse é o título da dissertação de Mestrado de Aline e Rodrigo estão obrigada é muito obrigada Elis Regina Muito bonita a história da educadora Zilda Diniz Com certeza muitas pessoas vão procurar o dicionário para compreender e talvez até dar continuidade nas pesquisas e estudos sobre essa importante Educadora é do de Goiás né Muito obrigado mesmo é eu agradeço a sua participação e agora eu convido para participar
conosco a pedagoga Eduarda Tavares Oliveira ela vai falar sobre a vida e obra de Leo de garia de Jesus é com você Eduarda bom obrigada professor que o sinal de um prazer estar aqui para contar um pouquinho da trajetória de Navegar em Jesus lendário de Jesus foi uma mulher Goiana massa em Caldas Novas no final do século 19 um ano depois da abolição da escravatura nem mil 9.889 ela faleceu em Julho de 1988 na Capital Mineira Belo Horizonte em razão das dificuldades políticas que tá lá vão as mulheres de Setembro para ocupação de lugares de
fora da esfera privada foi uma mulher ativa e transcender os limites do Lar deixa as contribuições passaram séculos e chegaram Até nós pela História da Educação não é preciso conhecê-la não estejam processo natural educação ou das histórias que ouvimos seu nome era carrega as contradições e o apagar E aí a existência de ser mulher negra em Goiás no final do século 19 e Alvorecer apesar do êxito dentro da meritocracia e dos privilégios em relação a outras mulheres libertou de usar acesso que me foram permitidos né pela influência da família o seu pai era político na
gente fluência e sua mãe é uma mulher de descendência aí meu pegar ainda assim sofreu imposições estão Caram Muito muitos dos seus objetivos de alçar voos Santos dignos de uma passarinho qualificatif carinhoso asinha presentes nas assinaturas das cartas interessava seu pai e nos seus primeiros escritos poéticos seus desígnios stephsa usavam para passar a maternidade que os ofícios domésticos únicas formas a a cidade ela realizou os exames para acesso ao ensino secundário do lyceu de goyaz o e apesar da aprovação primorosa ter que o que corpinho percorrer em requerimento para o acesso o não sei no
ensino secundário permitido às mulheres e somente teve resposta seis anos depois em 1910 ano sua vida já tomava outros mundo inclusive cidade escreveu o seu primeiro livro de poesias nomeado coroa de Miss e publicou em 1906 quando tinha apenas 27 anos sem deixar algo a desejar em comparação a outros escritores e experiências mais largas e desmontava mulher Goiana Pioneiro na escrita levando o nome da jovem Província de Goiás hoje Imaginário era ainda de Pequinês estão agiria a outras cidades brasileiras na primeira década do século 20 juntou-se a outras mulheres da cidade de Goiás na criação
do publicitário baiano que funcionou a princípio em um dos sobrados Ah tá então rapidão mais tarde ela foi Eleita patrona da academia feminina de letras e artes de Goiás em 1928 com formatos mais amadurecido publicou sua segunda obra Orquídeas ocupou o cargo de redator do jornal olar colaborou no semanário a Rosa ambos na cidade de Goiás escreviam para outros jornais também em Goiás e Minas Gerais pelos caminhos que percorreu o magistério a fez foi abrigo e sustento da família mesmo antes da morte de seu pai não pegarem assumirá as responsabilidades de mantimentos da casa segundo
base encontrados além de Goiás e Minas Gerais e viu em outros estados como Espírito Santo São Paulo e Rio de Janeiro foi professora alfabetizadora concurso Sarah ocupou o cargo de direção em escola privada para meninas e atuam nos ensinos primário que foi amiga íntima de Cora Coralina e no entanto apesar de contemporâneo e diz 30 semelhantes é nome de Fora representa mais bula imaginar Goiano fato este que também nos coloca alguns questionamentos sobre a razão do apagamento de Down Nery as questões que quando vezes cortinados Talvez nos ajude a compreender o que a passar-me sustentável
em seus coelhos e quem sabe assim retirar o que me apunhalava sempre na mesma chaga com a visibilidade que a merecida o verbete sobre a vida e obra de navegadores Jesus foi escrito pela professora Diane Valdés e tá disponível no dicionário de educadores e educadoras em Goiás século 18 a 21 disponível no site da ser pop da UFG Obrigado Eduarda Muito bonita a história que você aprende você nos apresenta sobre a Educadora e professora Léo de Gaia de é obrigado a todas e todos que participaram desta atividade dessa importante atividade acadêmica que se trata de
um reconhecimento de todas as educadoras Goianas e que fizeram a sua história e tiveram as suas trajetórias marcadas pela pela educação e também pela escolarização aqui em Goiás e no Tocantins no forte abraço a todos e todas e esse vídeo vai estar disponível no YouTube e através dos canais da Universidade Estadual de Goiás