Olá! Sejam todos bem-vindos e bem-vindas neste nosso narrativas compartilhadas. Hoje, nós temos o prazer de ouvir o nosso querido amigo Salvador Morre de Lima.
O Salvador foi nosso companheiro de trabalho durante muitos anos no Colégio Dom Aguirre, na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Sorocaba, que se transformou na Uniso. Aliás, o Salvador participou da comissão de criação da Uniso e é pai de três filhos que foram alunos do Colégio Dom Aguirre: Levi, Alina e Lívia. O Levi e a Alina participaram do grupo de teatro, cartazes e apresentamos na peça "O Anjo Calminho", de Jorge.
Quando eu era diretor do grupo de teatro, o Salvador vai contar um pouco da sua história como professor, escritor e membro da Tô acabando de Letras, e também como pai e aluno que participaram de atividades teatrais na escola. Ele falará também de um pequeno relato e apresentará seu plano de berço. Salvador nasceu em São Paulo.
Ele vai falar um pouquinho a respeito disso, né? Mas a formação dele foi aqui em Sorocaba mesmo. E, quando ele passou pelo ginásio, na época do primário ginasial antigos, ele fez a faculdade de matemática, licenciatura em matemática em Sorocaba, que se transformou na Uniso.
Isso foi em 1972. O curso de Bacharelado em Direito na faculdade foi aqui em Sorocaba, em 1980. O Bacharelado em Teologia foi em 2004.
Ele fez especialização em Análise Matemática aqui também, pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras, em 1974, e mestrado em Teologia em Londrina, em 2004. Fez mestrado em Educação na Uniso, com créditos obtidos em 2000, qualificação em Mestrado em Ciências da Comunicação na USP, em 1985. Dentre as ações sociais mais relevantes dele, como eu já disse, foi membro da comissão que criou a Uniso de 1990 a 1995.
Foi pastor presbiteriano, atualmente jubilado, aposentado, e é membro do conselho deliberativo do Esporte Clube São Bento. Foi professor na rede pública estadual em 1970 e professor da Uniso de 1974 a 2000. Publica como Salvador More.
A obra literária dele é "Pontos de um Emigrante Digital", pela Editora Essa Rua 15, em 2017. Ele também tem um blog, com contos autorais, crônicas, parábolas, poemas e aforismos, e participa também literariamente nas redes sociais, tanto pelo Facebook como pelo Instagram, como Salvador. O Salvador é membro da Academia Sorocabana de Letras.
Querido Salvador, seja bem-vindo! É um grande prazer tê-lo aqui agora, contando um pouco da sua história para nós. Bom, então, Rodrigo, seja bem-vindo!
Esteja à vontade para contar um pouco da sua história, da sua vida, da sua formação. Vamos bater um papinho aqui, trazendo o prazer! Samuel Roberto, então, querido, esse é um pouco antes de iniciar a gravação.
Estamos comentando aqui sobre um aplicativo, essas fitas, esses bancos modernos, que são todos digitais. Eles sugeriram que eu tirasse uma foto pelo próprio aplicativo e eu saí no vídeo. Então, eu postei algo que, pessoalmente, eu achei incrível, como eu me pareço comigo mesmo.
E eu vou, ouvindo isso em breve, mesmo tempo em que eu gostaria de mudar algumas páginas. Eu gostaria até de excluir algumas dessas páginas. Mas eu mandei um currículo resumido e, mesmo assim, ouvindo falar do meu Deus, o que eu fiz tudo isso mesmo?
São 72 anos bastante preenchidos e com muitas esperanças e algumas realizações. E aí, o último aqui, é algo bastante estranho: alguém de matemática se tornar escritor, alguém do direito se tornar teólogo. Uma colega, uma vez, ao querer falar uma outra coisa, disse que talvez me considerasse ambiguíssimo, porque eu acho que ela queria dizer alguma coisa e a "umbigo" é uma palavra bastante ambígua.
Eu recebi como elogio e mantive a amizade. Como diz seu Samello, eu sou de São Paulo, e eu, mais leve, nasci no Belenzinho, parte daquela região do Brás, onde o leite já saía fervendo. Ele está com quem sotaque italiano?
Mais eu não tenho nenhuma lembrança de São Paulo, mas quando chegamos em Sorocaba, depois de ter morado algum tempo em Rio Claro até os 4 anos, eu tive problemas. Ou, se você falar "cantado", larga o braço! Era assim que a gente falava.
Eu me esforcei tanto para chegar a me soltar. Bem, estou louco, acabando, e eu estou até elaborando um projeto sobre a filosofia caipira. Eu já tenho composições musicais de moda de viola e outras músicas caipiras raízes, e isso me alegra bastante.
A filosofia caipira é um desafio que eu me propus, porque quem acha que para filosofar é necessário o uso de uma linguagem mais elaborada e uma norma culta? Eu, então, usando o linguajar do bloco, viro as coisas, flexiono a peculiar e o seu vocabulário bastante singular. Então, eu tenho elaborado essas reflexões e sempre começo com uma saudação a um ponto nosso, no qual me inspirei.
Posteriormente, eu vou começar a publicar esses textos da filosofia, que são feitos por um personagem, um alter ego do Salvador caipira, chamado Valorzinho. Alguém tentou colocar em vi esse apelido da criança, mas não pegou. Eu me apropriei dele, criando assim essa persona.
Então, chegamos. . .
Isso é Sorocaba. Ou você quer tirar o seu? Eu fui estudar no grupo escolar Visconde de Porto Seguro.
Existe ainda? Bastante tradicional, no final do primeiro ano e nos outros três anos, eu estudei no Grupo Escolar Senador Vergueiro. Nós então nos mudamos para Vila Hortência, onde passei o resto da minha infância, adolescência e grande parte do meu tempo.
O novo eu faço parte do grupo "Amigos da Vila Hortência", que é a amizade mais recente que tenho. Lá, em sessenta anos, apenas durante o início da pandemia nos reunimos todas as últimas quintas-feiras do mês para tocar as reminiscências. A série "A Hora do Golfo" é inspirada nesse agrupamento, e muita gente lembra que nós sugerimos que outros também se juntassem.
Temos notícia de que, pelo menos, mais um grupo se sentiu inspirado nesta iniciativa, assim como uma outra confraria de amigos, especialmente aqueles ligados ao ginásio de esportes. Eu tenho algumas lembranças desse ensino primário, onde eu consegui ser chamado de "filas". E eu não sei se todos sabem disso: a segregação não era apenas econômica, era também racial.
A segregação não se restringia apenas ao racismo, mas também era evidente dentro da sala de aula. Alunos considerados "bons" não podiam nem sentar perto dos alunos "mais ou menos", e estes, por sua vez, eram distanciados dos que eram "mais fracos". Os professores dividiram as classes em fila A, B e C, e eu fui muitas vezes na fila A, ganhando medalha, mas o meu maior desejo era estar na fila C, onde estavam os meus amigos e os desajustados, os neurodivergentes, malucos, aqueles que jogavam bola.
Então, uma vez eu consegui, pois minhas notas estavam tão baixas que consegui ir para a fila C. Contudo, a professora foi muito injusta e desconsiderou o meu pai, que esteve na escola por quinze dias para saber como eu estava indo. Portanto, papai e mamãe, uma enciclopédia, era algo raríssimo na família, já que em geral os pais não apoiavam seus filhos.
A professora, em homenagem ao meu pai, criou uma fila chamada "fila P", que era um gatilho previdenciário. Terminando o primário, corresponderia hoje ao 4º ou 5º ano da 1ª série do Ensino Fundamental. Eu fui para o chamado ginásio, que consistia em me submeter a um exame chamado de "exame de admissão ao reinado", e por um acaso eu fui classificado para entrar na escola municipal de ginásio, que ainda hoje funciona na região, embora na época estava ao lado do ginásio de esportes, bem antigo.
E lá eu fiz o ginásio, aos trancos e barrancos. O gasto de adaptação à escola foi grande. Como disse meu neto, no dia em que a escola estava terminando, ele tinha dez anos e gostou dessa escola online.
Ele ficou surpreso ao me ver dormindo na aula, daí a professora chamou. Eu fiz algumas matérias lá, e também gostei de professores que colocavam atividades. A professora Elisa, por exemplo, me mandava para a casa dela algumas manhãs, mas mantinha aulas de reforço.
Isso me ajudou muito, já que elas ocupavam um espaço da casa dela para reforçar o ensino dado de manhã e recuperar alunos que, como eu, estavam com dificuldades. E aquilo funcionava. Tenho boas recordações desse período.
A minha memória é muito interessante. Eu dormi na aula várias vezes e, a propósito, lembro que a minha relação com pessoas que não gostavam das minhas redações. Faltava algo, e outros diziam que aquilo tinha uma natureza irônica.
Na verdade, muitas vezes eu não estava ouvindo ninguém, mas não era de propósito; às vezes, eu só tentava parodiar. Já no ginásio, eu escrevia peças, montagens de esquetes, onde nós, os colegas, representávamos e as peças nos rendiam uns pontinhos na aula de português. Na época, a professora Dulce estava por lá e eu realmente sou muito grato a ela.
Aprendi muito com ela, e o que aprendi mais tarde foi rever algumas coisas. Durante a minha vida, passei por várias reformas ortográficas e eu passei a odiá-las, pois quem as faz talvez não tenha noção da dificuldade que é alfabetizar. Depois, ter que enfrentar a realfabetização foi um desafio.
Me lembro que minha avó mandava cartas que, na ortografia antiga, tinham "ph" em farmácia e dois "l's". Esse foi o primeiro contato que tive com a alfabetização de adultos, através da minha mãe, que era alfabetizadora e ajudava muita gente. Eu via a dificuldade que era.
Com o tempo, passaram-se várias reformas e eu me revoltei com a última. Às vezes tenho algumas ideias, mas sempre me pergunto se de fato deveria obedecer às normas e, com isso, acabei percebendo que o movimento em Portugal, onde as pessoas se recusam terminantemente a escrever conforme a nova ortografia, é alarmante. E é ainda pior, porque negá-la torna a situação ainda mais complicada.
Então, terminei mal também com o professor de História, bem Araújo, que me atraiu para o estudo da história, o que sempre me fascinou. O que ele sempre falava me deixou curioso e animado com a matéria, mesmo que às vezes eu dormisse. Com queijo, como você falava, a história e nos contavam a história da além da história.
Tchau! Que hoje em dia, nas redes sociais, faz muito sucesso, inclusive com revisões da história. Algumas coisas, elas têm bastante dependência, então ele retornava para nós a história, algo muito rígido.
Cheguei até a participar do concurso municipal, uma certa como se fosse uma ida lá de mistério. Então, isso foi me marcando; a cintura ou as pessoas aqui realmente curiosas, de muito interesse. De minuto para se ver, no me tornei professor de matemática quase que por acaso.
Curso de matemática, começando em Sorocaba. Todos os meus colegas, enfermeiros, científicos, já um cedo, e a coleção, no segundo semestre do 1° colegial, já havia uma divisão, e eu imaginei que era mais adequado para mim. Então, você fez o curso chamado "pode basicamente assim usá-lo", se dirigir.
Ou, camisinha e o creme. Ali pode perguntar, "Vanessa, tem mais jeito? " Engenharia!
Você tem que decidir agora: ou você vai se formar em medicina, ou vai fazer biologia. E se você for fazer Jardim, você vai fazer desenho. Que Gilberto!
Eu queria descobrir: "O que, rapaz? Biologia? Tem que decorar um monte daqueles lobos!
" Eu vou fazer, eu estou comendo caminhão, um curso de matemática. Sua prima e Luciano, o meu pai, a proposta teve grande participação de dividir coerência para a aprovação no Mac, para o início. Hoje, eu acabei indo para o curso de matemática e, desafiado por tudo aquilo, acabei ficando.
Depois, a gente não se assume que eu pago, se for de matemática. Então, esse é o resumo do começo da minha vida. Olá!
E eu gostaria de saber se destacar, é nesse tempo e recursos aqui, próximos, nesse mesmo curso de trico, uma visão bastante ampla da cultura. Era o curso científico, próprio nome, mas nós temos filosofia, dois anos. Sofia, nós temos Língua Portuguesa, todos os anos.
E eu gostaria de sacar. . .
começou Benedito Leite, e foi o primeiro professor a se interessar pelas minhas redações. A propósito, e terá muitas festas; pegava, segurou C, a ver bem com colegas, atletismo, a escrever, e ela a ver poesias. E você não sabe, não passa.
E ele gostava das minhas relações; ele ria, e era o maior elogio. E alguém pretensamente bem-humorado. É alguém rir das coisas que ele escreve.
Então, eu gostaria de contar um episódio sobre, né? Ele, o aluno, apresentou, na verdade não era dele; ele pegou um texto, as crian tempero de Quintal, fez algumas modificações e entregou para o corretor, como se fosse uma redação própria. Aí eu converso bonito, perto, leio e gosto.
Treino também irritado a loja de duas uma: “Eu vou, você copiou esse texto de Antero de Quental? ” Esse texto foi psicografado de Antero de Quental. E isso não!
Eu tive o professor, algumas estradas na rua, usando, por exemplo, uma piada em defesa, quase que voluntária. O que ele falou: “Vocês estão vendo essa linha imaginária? Todos os nossos, vocês não estão.
Essa é uma vinha! ” E coisas assim. Então, eu tenho boas lembranças da escola.
O Windows de 1. 105 estudar matemática. Matemática, aula bem mais de 30 anos.
Metade desse tempo da escola pública. Eu repeti como 32 os consequentes dele, ao lado do meu querido youtuber, Samuel, professor bom. Então, essa é a minha vida escolar.
E aí, você lanche? Está bem? Fico pained.
Três filhos maravilhosos, acompanhou também essa formação deles, né? E eu percebo que você sempre foi muito defensor, né, das atividades que eram desenvolvidas pelo grupo A. Terceiro quanto um pouquinho a respeito dessa chegada deles lá no colégio e como foi essa participação deles.
Graças às atividades. E eu logo aprendi muito com o filósofo e educador Joãozinho: “A educação não é preparação, é a vida. A educação é vida.
” E eu, então, guardo lembranças muito interessantes dos gastos, das atividades. Iniciaram na escola, e muitas delas eram atividades ou do currículo escolar, às vezes fora da escola, hora do dia normal, dos horários normais. Bial, uma das aulas, mesmo as recordações, somei passagem.
Meu dava já viu como se está frio. Eu estudava para ser o primeiro na escola. Eu vou estudar base nos trabalhos, nessas picados.
Eu costumava me envolver bastante. Eu coisa autor politicamente, dormir, e me considero um democrata. E eu acho que as raízes dessa democracia não estavam, estavam na minha casa, e meu pai militar, e alguém acostumado a ter mandado, principalmente, mandar oi para o trabalho que me foi proposto pela Revolução Francesa.
Então, fala a verdade: não sabia nem deu era a França. Eu pude acompanhar toda aquela movimentação, trabalho que fiz com grande dedicação. Então, é isso que me marcou.
Me lembro também que um trabalho sobre mitologia grega, estar o tema. Então, eu e tupia, lá da Penitência, atravessava a cidade todinha para frequentar a única biblioteca digna desse nome. Que ele trocava, que ela pegou o Terra na faculdade do seu filho.
Não, no início, do projeto para conhecido, pegou. Então, eu pude fazer um trabalho e já bastante usado que eu fiz uma comparação. Não era esse e na mitologia grega, o coração da mitologia grega e mitologia romana.
É algo bastante simples para um Halo de 3, 10, 12 anos; era um bastante desafiador. Isso vai me ajudar bastante depois. Eu, tabelas, os desafios como e o setor é uma questão da educação.
Eu e a Yeda procuramos dar aos filhos essas atividades e essa curricular sobre o banho, essa diva do Samba com esse grupo. Diferentemente de alguns pais, nós estamos abertos à possibilidade de que nossos filhos se tornassem artistas. Dentro daquela ideia, nossos pais tiveram que aprender, a guerra.
Nós tínhamos que aprender às paciências. Nossos pais, nossos filhos sejam: “Aqui ele foi artista”. Continua fazendo arte de dizer, né?
Eu gostaria de cortar esse momento. Estava de uns dias de descanso e a gente na, logo depois do almoço, depois da feijoada. Você tem que levar os filhos para os meus encontros com o professor Roberto A.
Mel e sonhava. É um grupo de. .
. aí o que está com a Linda e a segunda filha, hoje mãe do nosso meio, Alina, onde nasceu. Vi um diagnóstico prévio de cerdal.
Oi, e aí eu dou um jeito de novo na minha. . .
a nossa. Criamos ignorando este diagrama, mas alguns traços arrumaram cartão. Apenas fiz, né?
A Camille, de japonesinha, ela tem aquele sorinho. E lá tinha, pelo menos, ela não falava. A criança que não fala.
. . eu vou dormir aqui hoje.
Seria até colocada no centro estético pneuro, dever-se-ia lá. Depois, ela começou a falar, mas ela não tinha uma linguagem própria, entendeu? Ela só repetia o que o irmão Levi, uma greve palavra.
E como ele era muito falastrão, era muita coisa para copiar. Mesmo assim, não eram papagaios. Mais tarde, ela começou a falar como a linguagem própria.
É uma. . .
gera uma gagueira constrangedora. Eu não sei o preço da Cia, bastante isso, conversar com ela, porque uma frase morava séculos para que saísse. E ela foi, aos poucos, desenvolvendo.
E-mail, esse desenvolvimento, o ponto culminante, hoje, terra e eu falo isso por toda a permissão. Três, quatro, abrir, falando. Aí eu da esposa, é um banho.
Outro nisso e o valor também. Então, com Roberto Samuel Luiza, presidido, os nossos filhos aprenderão a se concentrar, Assis, prestar, colocar a ênfase correta das palavras, a saber para onde olhar, com quem estamos, esse bonitando. E, como eu disse, a gravação, até hoje, na apresentação do anjo palming Avenida, fazia um papel bastante importante.
(Música) Ela era o que foi beneficiário, gol do milagre em dia. As participações dela foram extremamente emocionantes, mesmo de pessoas chorando. Imagina o que um pai, uma mãe, recebe como fruto, como recompensa de um penoso trabalho.
Não apenas eu, mas, sobretudo, do professor Roberto Samuel. Você vê uma filha que sequer falava e passar a ser aplaudida por. .
. Vitorias? Para ver, se formas, presentes, duas.
Muitas delas chorando, todas elas aplaudindo o desempenho de toda Calcutá. E um de nós destacamos a menina, porque ela ficou. Ponto de partida dela é ser um ponto muito difícil.
Alguém que simplesmente não fala. Doutor, zíper na mente, braços. Além da gratidão pela amizade, conversa sempre, gratidão pelo benefício e a sua iniciativa.
E o seu trabalho nos proporcionar haverá divina sempre, Avenida de pé. E eu tenho certeza que grande parte daqueles aplausos se referiam a ela, porque eram momentos importantes para a vida. Ela tem juízo do tribunal.
O contato foi mal, eu linhas com advogados. Então, comunicação e expressão não é mais problema, desde que nós recusamos o diagnóstico R. Ele tem a ver com isso, ela não aceita toda grossa e nós procuramos saber, afinal, o que a vida depositou na vida dela, apesar das limitações daquele diagnóstico apresentado.
Hoje, não atrás, se der, físicos desta assassino. E eu, o médico, na divertidamente, tinha diagnosticado. Então, essa é a nossa experiência.
Ou publicado não foram. Marques, mas foram abençoados por pastor II. O R tem muita coisa que eu realmente não sabia.
Não é? A gente, quando está desenvolvendo aquela atividade, é muito prazer, né? Mas, em nenhum momento, eu percebi nada disso.
Eu sentia, logicamente, uma certa timidez, né? Dela e de vários outros. Na firma, nós temos lá vários outros e tinha muita timidez.
Inclusive um deles chegava. . .
o G do grupo, ele chegava com um giro. Ele chegava e ficava um pouco. Depois ele podia, né?
E aí, devagarzinho, foi se acostumando com o grupo até se envolver, né? E apresentar o trabalho todos, né, bastante desenvoltura. Não, mas eu agradeço você.
Sabia bastante que só fala, mas não tem nada a ver comigo. Realmente, é uma partilha. Oi, bom dia.
A gente faz uma mediação apenas, que quem desenvolve tudo são eles mesmos, né? Nós só multi vamos, e eles foram maravilhosos. Seus filhos, muito educados.
As outras crianças que estão juntos lá, muito educadas. SP, naquele momento, nós, inclusive, envolvemos tanto alunos do colégio Lag recondicionar, fica funcionário acidentado em todo o processo e depois também alguns professores, como o caso da Fernanda Maia, que entrou também ali no Shopping Bancos e vários auxiliaram naquele momento. Era um.
. . Alunos, hoje são professores do Brasil.
É Tânia Boy, passou a coordenadora do curso de teatro, descrição, preços de letras. Mas com coisas que vão acontecer naturalmente. Nós estamos aprendendo, né?
Eu estava aprendendo a fazer tudo aquilo. E não é? Abrir um show.
Até hoje eu nem um grande especialista dentro da área, né? Mas é. .
. eu só tenho gratidão a você e. .
. aí ele, né? Aí ele também de acreditar neste trabalho.
E realmente uma gratidão muito grande, porque essas atividades só trouxeram para nós muita alegria. Na minha gratidão nesses depoimentos, viu? Nesses seus depoimentos.
E eu queria ter me ouvindo agora, pode ter um pouquinho da sua experiência enquanto escritor. Como que essas coisas aconteceram? Peça, como foi essa publicação?
Conta um pouquinho para nós a respeito disso antes de nós encerrar, mas eu quero ouvir isso daí. Não é? Você, né?
Escritor e membro da Academia Sorocabana de Letras. Conta para nós. E eu escrevo desde sempre.
Quebrou sozinho. Na verdade, a gente escreve, porque é a voz. Porque temo, é.
. . eu diria que eu nem sou.
Eu encontrei uma palavra que me define bastante bem. Então, neologismo: scritori, em alguém que tenham uma conclusão a escrever. E eu até imaginei que quem criou essa palavra a criou a partir.
. . De parturiente: Isto é, alguém descolheu engravidar Gugu e precisa dar à luz.
Bom, então eu sou engravidado pelo teu leio e tenho que dar à luz aquilo que eu elaborei. Bom, então eu sou basicamente um leitor e eu atendi ao Uber, senhor Roberto, comentando que aquelas listas "100 livros para você ler antes de morrer" diria que não têm passagem; vai dizer que ela deve ter mais de 10 mil. Comigo, eu tenho que usar para satisfazer isso.
Eu costumo ler, erro às vezes, 5 ou 6 livros ao mesmo tempo, a menos que seja ficção, aí é necessário ver na sequência e aproveitar. A ideia aqui me lembra de confecção e o livro. Espera, eu creio que bula de remédio.
O lugar encontra-se na rua. Gosto de reelaborar e publiquei, por exemplo, nas redes sociais quando você se tornou. É que eu tenho usado bastante.
Você vai ver o meu Twitter, onde eu encontrei alguns vestígios. Eu digo: preciso dividir MG e eu uso o Twitter, por exemplo, como um clipping de notícias. Ele é muito disso, porque antes a imprensa pública e você já encontra ali.
O que eu fiz? Eu passei a conseguir uma centena de jornalistas, vamos ver, das áreas que me interessam: economia, política, esportes, sociais e notícias. Vou chegando e eu uso os meus passos, meus comentários.
Com isso, também faço um exercício, o que eu considero uma pessoa que deve ter concisão, porque lá é uma limitação de 180 caracteres; não consigo falar. Eu quero falar sempre em 280 caracteres ou então vou para um pedaço, passar para outro Twitter. Então, esses são maiores.
O primo do meu blog Salvador, moro. A pergunta: B Twitter, bem, às vezes eu vou postar no Facebook, é o público. E muito raramente no Instagram.
É muito a Grécia, é um 44km. O número, tentei fazer esse biquinho, fica pior que entrou. Sempre escrevi, costumo escrever quantos.
Algum deles publicados no blog, e uma vez ficar você e eu, não pra gaveta da editora. Do escritor é a cabeça, no caso agora, moderno. É, não a Gabi, aí vai ficar lá.
E essa questão de escrever, eu sou uma grande. . .
o grande impulso, quando o meu neto nasceu. E eu escrevi textos de. .
. eu imaginava, será de fato, de Literatura Infantil, cheio de fantasia e imaginação. Ou, pelo menos, eu queria ser.
E uma vez, o nosso conhecido, como casal, como do prédio. E esse casal em Portugal, é o marido da e as usar. O Pedro, ele paga aulas na busca aqui de Sorocaba e eles tinham conferido a idade do nosso já.
E eles fizeram usar o primeiro amiguinho brasileiro, Rodri. Oi! E esse o dinheiro entrar.
Já! E eu, então, preparei as estações que eu gostava, também, de lançar dificuldade em dia, cor e mesa, na mão, curando uma nova em nova maneira de expressar as duas estações que não dependem muito de uma certa habilidade fina. Então, fiz algumas solicitações e contei a história.
É, o meu livro, eu ofereci aos dois uma edição caseira. Então, a mãe do menino, Ana, aquela ostomia, insertou Europeia. O jogador, se a e vai publicar, isso, não escrevo aqui.
Ninguém arrumou. É muito egoísmo. O seu é esse que pedir só por Sandra.
E o que é a história que se conta neste livro, é a mais criança, não é egoísta. E sobre isso, eu resolvi reunir alguns que foram publicados por generosidade de alguns amigos e se concretizaram em uma vaquinha. E hoje se chama "Alguém é Obrigado".
Eu lavo aqui para custear. Eles estão. .
. foi publicado contos no universo digital. Tanto pode ser lido como uma reunião de contos, se alguém desejar, como em uma sequência de narrativas que amarravam o corpo de três.
E também. . .
bora uma forma de Mário de Andrade, autores. Então, eu, como eu posso te ver o livro, embora barato, alguém da minha idade. E entra neste mundo das redes sociais digitais e ele vai tendo.
. . ele teria que pesquisar diferenças à ligação, logo, perfil.
Cada um deles pode responder ao planeta. E ele então começa a ter contatos, um. .
. gente ainda mais nova: crianças, jovens, adolescentes e mesmo adultos, maduros, velhos, até mais. Ler, e cada um vai gerando ali algumas pertencês.
. . da questão.
Então, ele foi publicado lá. A apresentação, o lançamento foi bastante corrido, divertido, um ponto de encontro da procura. Mercado editorial, negócio complicado, isso, né?
Mas. . .
a essas oportunidades, hoje, transferi sociais. Pois, é, propostos no currículo ali, embora tenha pouco a. .
. É exatamente por não envolver clínica. Eleve o veículo nas estatísticas e ele.
. . isso por limpar, ver que seu autor é literatura impressa e, consequentemente, agora.
. . muito popular.
Para ter um acesso a. . .
não ser, é claro, para um público bastante variado. Nem todos entendem. Expresso da blusa press e Belo.
Então, eu estou trazendo, produzindo grande parte da produção de um público. É a rede, você, porque ele certeza que não vou me arrepender. Não estou envolvido em batalhas e palavras e conceitos e tecnologias.
Na verdade, eu não. . .
eu gostaria de ser influente, e influente, em um bom sentido. Esses dias, eu postei algo mais ou menos: o que é. .
. eles dizem foco. E não.
. . eu quero levá-la.
Herla! Bom, então você vai elaborar uma filosofia de vida e decidir se molhar ou não. Ué, eu quero oferecer uma informação a mais para que as estações se molhem.
O que é a segunda assistente para isso? Às vezes, eu sou agredido por desconhecidos. E se a pessoa não.
. . não lembro, eu vou começar o pai lá, né?
Estabelecido para eles a mesma do box sumir, publicações São Paulo II. E se alguém comenta o meu post, o receptor. .
. e se ele continuar o assunto a partir do terceiro áudio, para encerrar, se ao contrário eu fizer um comentário, a pessoa quiser festa. E eu tenho direito a mais um comentário, e paro, porque senão não tem.
Já perdemos muitos amigos dessa temporada, e posso garantir que nenhum político vale mais que qualquer um dos nossos amigos. Mas, infelizmente, nem todos têm essa independência. Então, eu queria que escrevesse para me ver mais ainda.
Eu preciso escrever para sobreviver, e espero que, nessa parte de urgência, eu escreva com atenção. Sobreviver a mim é possível. Tenho um amigo confesso e público; os amigos encarregados de continuar conquistando meus textos após minha morte, assim, comunicarão o momento.
Houve um momento adequado; algumas pareceres, por certo, estarão datados, mas estão à disposição. Ou seja, esse legado ele deve deixar para minha mulher. É muito legal do Itaú Salvador!
Agora, eu queria que você, para encerrar, dissesse alguma coisa que acha que ainda não falou, algo assim que ela fala no encerramento. Lógico, recebi muita coisa em conversa, mas tudo tem um tempo, então, seria isso. Eu falei sobre a minha vida.
Eu diria que nunca imaginei que sentiria vergonha de me confessar evangélico. E mais ainda, eu e não menos piores pesadelos. Eu jamais senti vergonha de ser pastor; eu confesso que ultimamente está difícil dizer que sou pastor, pois você é confundido com uma horda de assassinos e ladrões.
O que ele já possa pensar do ministério sacerdotal é tão importante para transformar isso. A profissão de pastor não existe a menos que ela seja entendida como uma profissão de fé. O marco da sua posição social é o necessário cuidado com suas ovelhas.
Não é isso que eu tenho. Então, não tenho nas minhas plantas estações, e não nas redes sociais, tentando mostrar o que eu chamo de essencialmente evangélico, porque, ao contrário do terrivelmente, eu gostaria de ser essencialmente evangelístico. É isso aí!
Meu alô especial para os terríveis; eu não consigo entender o que é tão terrível e especialmente simples. Eu tenho perfil. Por isso, qual o público?
Essas coisas da natureza. Eu gosto de uma frase: eu não sou sobre calvinismo ou arminianismo pra distração. Eu posso me livrar do Islã, estudar o suficiente e passar isso.
É uma grande bobagem. Então, eu brinco; o nome do meu colo cúbico limite é uma brincadeira com esse lema: "Deus acima de tudo, Brasil acima de todos". A rotina, então, nenhuma é a vida; a senhora Deus ao lado.
Eu creio num Deus altíssimo. Mas aproveita, eu quero esse corte milo. O resto existe bem, então eu procuro proclamar o evangelho.
Sou eu, ângulo, amor, notícia boa. Não ficar em silêncio. Eu me calo.
Eu acho que assim, dívida, retorno com a sorte do missionário, uma aposta com propósito. Brincando em setembro, entendi as cores. Ele ligou pra mim, o salvador queria comprar seu número.
Eu falei: "Por que, olha, olá, eu sou o meu rosto se você é o salvador? " Mais ainda os El Salvador morrem, o maior de cor. Então, eu preciso do seu nome para melhorar o meu império religioso.
Evidentemente que isso não. Eu fico com uma expressão de albor, considerada como da reagir a linha. Este pomada é o mais importante do século 20, em que eles chegam nos Estados Unidos.
Eu nunca consegui, não sei lá, mas com certeza é um dos primeiros. Um recorte. Você olha, depois de tudo, para a pessoa que escreveu.
E ele escreveu muito. Eu não sou ruim de leitura; comentário que isso daqui é a carta de Paulo aos Romanos, é dessa grossura e uma tradução. Eu no reino originam Hinata.
E eu diria pra você que, sei lá, pela metade foi tudo forte; e ele, chegando aos Estados Unidos, o repórter perguntou assim: "Tudo que o senhor aprendeu, o senhor poderia resumir um pouco para a gente? " E ele disse: "Senhor, eu é amor. " E aquela elaboração teórica, um homem tão erudito como ele resumiu: "É amor.
" E esse é o resumo que gostaria de passar aos meus inscritos. Estão crônicas ricas, e ficou, mas, sobretudo hoje, dia a dia, eu. .
. ou é, ou por uma poesia uma vez pela natureza é religiosa. Então, tem algumas coisas; quem sabe um dia eu iria publicar um livro de poesias.
Poema, desse alimento, tempo é esse aqui por dentro dessa nação. Diz que leque de afirmações poderia ter como Machado de Assis. Isso são colibris, vai dormir.
Caminho uma flor. Ainda não é outra flor; avisa se ele for assim. Só não vou brincar na boca do jacaré.
Diz aquela história que os puxa-sacos são como os beija-flores e vão lá na boca por dentro do jacaré, bico, aquele restinho de alimentos que tem lá. É perigoso, é muito bom. Muito obrigado, Salvador, viu?
Por tudo e obrigado pela confiança em relação aos seus filhos. Obrigado por esse momento, esse bate-papo, e a nossa gratidão a Selma. Eu agradeço esta oportunidade.
Muito obrigado! Obrigada também a vocês, que estão nos acompanhando, né? Nessas narrativas compartilhadas.
Até o próximo momento, a próxima conversa. Nossa gratidão e até breve. Obrigado, Salvador!