sessão ordinária. Nesta sessão, o governo apreciou informação sobre a tempestade moderada Jesane, que poderá evoluir para o ciclón tropical, atravessando o Madagascar hoje, dia 10 de fevereiro, com previsão de atingir o canal de Moçambique amanhã, dia 11 de fevereiro de 2026. Este sistema poderá fazer aproximação à costa moçambicana no dia 13 de fevereiro de 2026 como ciclone tropical, podendo afetar os distritos costeiros das províncias de Sofala, Inhambane e Gaza, com mais incidência nos distritos costeiros da província de Inhambane, nomeadamente Jangamo, cidade de Inhambane, Maxi, Omuí, Inhame, Morrumen, Mainga, Vilanculo, Inhaçoro e Govuro, com ventos médios de 120 km/h e rajadas até 140 km/h e chuvas intensas.
Prevém-se que o ciclone tropical Jesane afete cerca de 1. 140. 783 pessoas.
O Conselho de Ministros apela a todos os moçambicanos ou a todos os cidadãos residentes nas zonas de possível impacto do ciclone GESAN a seguirem às informações e orientações das entidades competentes, por forma a minimizar os impactos negativos da passagem deste ciclónio. O Conselho de Ministros apreciou e aprovou o balanço do plano económico e social e Orçamento do Estado de 2025 a submeter à Assembleia da República. O balanço reporta o desempenho do governo na implementação do plano económico, social e orçamento do estado de janeiro a dezembro de 2025, marcando o encerramento do primeiro ano do ciclo de governação de 2025 e 2029.
As ações do plano económico social, orçamento do estado foram rigorosamente orientadas para a promoção da paz, estabilidade, inclusão social e o relançamento das bases para dinamizar a economia nacional do plano económico socialmente adverso. está impactos provocados, dizia Ucrânia e que internamente enfrentamos as repercussões económicas das manifestações pós-eleitorais e o impacto devastador de três eventos e climáticos extremos. referimo-nos dos ciclones Chido, Dicled e Jud.
Não obstante os constrangimentos acima, registramos fatos favoráveis com destaque para a melhoria da estabilidade política com o lanç inclusivo. O desempenho global foi de 77%, sendo que dos 470 indicadores avaliados, 360 tiveram um desempenho positivo e negativo. O balanço revela aqui 352.
690. 8 8 milhões de medicais, correspondente a uma realização de 91,4% da meta anual contra 91,6% registado em 2024. A despesa pública para 2025 atingiu os níveis de execução 795.
4 4 milhões de meticais, representando uma realização na ordem de 86,5% em relação à meta muito próxima, portanto, de 89. 7% registado no ano de 2024. A inflação foi de 4,37 contra 3,2 de 2024.
A taxa de câmbio manteve-se estável em 63. 97. Reservas internacionais brutas foram de 5.
7 meses de importação contra 5,0 de 2024. Este resultado é fruto de um esforço combinado perante o limite ou limitado espaço fiscal e as crises mencionadas acima. O ano de 2025 foi, portanto, de lançamento de iniciativas estruturantes que terão efeitos a curto e médio prazo, com destaque para o lançamento do diálogo nacional inclusivo, que melhorou a estabilidade política e de financiamento à economia, como sejam o fundo político que vem para dinamizar a economia nacional.
para além do fundo de garantia mutuária e o fundo de recuperação económica, o Conselho de Ministros apreciou a proposta de lei que estabelece o quadro legal para o controlo do tabaco e os seus derivados a submeter, portanto, à Assembleia da República. A proposta de lei pretende adequar a legislação naci internacionais, nomeadamente da Organização Mundial de Saúde com vista à promoção de saúde pública e a dos efeitos sanitários, sociais, ambientais e económicos devastadores causados pelo consumo e pela exposição ao fumo do tabaco, a designação do Instituto Nacional de Desenvolvimento de Pesca para Instituto Nacional de Pesca e Ecocultura, Instituto Público e revoga por consequência 2010 de 8 de março. alteração visa adequar às suas atribuições e ao contexto socioeconómico imprimir novas abordagens nas ações e intervenções comunitárias, tornando o setor estratégico para combate à insuficiência alimentar e nutricional.
O Conselho de Ministros aprovou o decreto que altera a designação do Instituto Oceanográfico de Moçambique e nome para o Instituto de Investigação Marinha e Pesqueira, Instituto Público. A alteração visa assegurar a coerência normativa, racionalização institucional e eficiência na prosecução das políticas públicas na investigação marinha e pesqueira. O Conselho de Ministros aprovou o decreto que atribui a concessão da gestão da Unidade de Implementação do Programa Nacional Industrializar Moçambique Pronai, à Sociedade de Desenvolvimento Industrial de Moçambique, Sociedade Anónima Sodao SA, e aprova os respectivos termos e condições da concessão.
A concessão da gestão da unidade visa garantir maior dinamização do processo da industrialização através da modernização, diversificação, promoção de investimentos e aumento da competitividade industrial, uso de matériapra local, maior consumo de produtos nacionais e aumento de exportação de produtos acabados e semacabados. O Conselho de Ministros aprovou o decreto que aprova os termos de concessão das infraestruturas do terminal logístico de Dondo, na província de Sofala, efetuado pelo governo da República de Moçambique na qualidade de concedente portuário à sociedade empresarial denominada Terminal Logístico de Dondo, sociedade anónima, constituída pela empresa Portos de Caminho de Ferro de Moçambique, Union. Port Link, Capital Limitada, Conselho Empresarial de Sofala e Distrito de Idondo.
O decreto visa estabelecer a base legal que permita a concessão em regime de parceria público privado ao operador privado para a construção, operação, manutenção, gestão e devolução das infraestruturas do terminal logístico de dondo. na o Conselho de Ministros estratégia de reforma de desenvolver e 2035. A estratégia de reforma desenvolvimento da administração pública 202620 visa assegurar uma orientação estratégica de forma da administração pública numa visão de 10 anos e pretende ser um instrumento de maior comprometimento, capaz de garantir condições internas e um ambiente favorável para a melhoria da sua atuação, visando impactar no cidadão e propiciar a transparência e prestação de serviços de qualidade ao cidadão.
A estratégia sugere um alinhamento estratégico que leve à maior exploração das tecnologias para a redução de comportamentos menos adequados do funcionário e do agente do Estado, procurando ampliar a entrega de serviços públicos e aproveitar o dividendo demográfico. Sim, a implementação da estratégia de reforma e desenvolvimento da administração pública 2026-2035 se alinha aos objetivos constantes da estratégia nacional de desenvolvimento para a promoção de um ambiente de governação transparente, eficiente e responsável que assegure a implementação eficaz das políticas públicas e gestão adequada dos recursos. O Conselho de Ministros aprovou a resolução que aprova a estratégia de género na administração pública, portanto 3 20262030 que tem como objetivo geral promover a equidade de género e como pilar estruturante da boa governação.
assegurar um ambiente de trabalho inclusivo, seguro e livre de assédio e garantir que as mulheres e os homens participam e se beneficiem de forma equitativa dos processos e oportunidades decorrentes na administração pública. O Conselho de Ministros aprovou terceira estratégia de resposta ao HIV e sida e outras doenças crónicas na função pública para o período 2026. Reforçar a HIV e outras doenças crónicas na saudáveis, prevenindo novas infecções ao Havam, apoiando os funcionários infetados pelo HIV e ou sofrendo de outras doenças crônicas e reduzindo o impacto da epidemia e doenças crónicas no desempenho do setor público.
O objetivo desta estratégia é de reduzir a mortalidade relacionada ao sida e por doenças crónicas, fortalecer a resposta baseada em direitos humanos, mitigar o impacto do HCIDA e de outras doenças crónicas no local de trabalho, fortalecer a coordenação e gestão institucional da resposta ao HIVCida e outras doenças crónicas e por fim fortalecer a capacidade de controle e de monitoria e avaliação da estratégia. O Conselho de Ministros aprovou a resolução que cria o gabinete de implementação de projetos do corredor do desenvolvimento da Beira. Este gabinete tem por objeto coordenar, facilitar, apoiar, desburocratizar e acompanhar a execução dos projetos estratégicos, nomeadamente a construção da estrada de acesso ao porto da Beira, a construção do Porto Seco no distrito de Dondo e a construção das fronteiras de paragem única em Machipanda e Cacati.
O Conselho de Ministros aprovou a resolução que autoriza o Ministério dos Transportes e Logística a lançar o concurso público internacional para a concessão do projeto integrado de expansão e desenvolvimento do porto de Nacala na província de Namp. O porto de Nacala, uma das principais infraestruturas de corredor de desenvolvimento de Nacala, possui atualmente uma capacidade de 10 milhões de toneladas por ano, sendo que manuseou em 2024 3. 5 milhões de toneladas, representando 35% da sua capacidade.
O Porto possui três terminais, sendo um de contentor moderno e reabilitado, com a capacidade de 252. 000 contentores, em um terminal de carga geral com 2. 4 milhões de toneladas por ano de capacidade e um terceiro terminal de porte de líquidos.
Portanto, referimo-nos a combustíveis e óleo vegetal com 3. 6 milhões de toneladas por ano. O Porto possui um canal navegável com mais de 18 m de profundidade, sem necessidade de dragagem.
Mesmo com estas características, há necessidade de melhorar ainda mais. Para viabilizar esta visão, o prevé o desenvolvimento integrado do Porto e da zona económica especial, com destaque para otimização e modernização do Porto com os seus respectivos terminais, estabelecimento de uma zona económica especial, portos secos, atraindo o investimento direto estrangeiro e indústrias. Tanto bem assimante e instalação de apoio para o reparo naval.
de Ministros aprovou a resolução que nomeia Miguel Micaslanga para o cargo de presidente do conselho da administração do fundo de investimento do património de abastecimento de água e saneamento fundo fundo público. a resolução que PNEMB para o cargo de presidente instituto público. Nesta sessão, o governo apreciou ainda a informação sobre a época chuvosa e ciclónica 20252026 com enfoque pelos impactos das cheias e inundações registadas no período de 9 de janeiro a 9 de fevereiro de 2026.
Neste período foram afetadas 724. 000 pessoas. 1000, portanto, 130 pessoas foram e 147 feridos, bem assim nove desaparecidos.
cumulativamente de período 1 de outubro de 2025 a 9 de fevereiro de 2026 fortes incêndios acompanhadas de descargas atmosféricas cheias inundações com seguintes impactos 852. 2 285 pessoas afatadas, 202 óbitos, 209 feridos e 11 desaparecidos. Registram-se ainda 91 casas parcialmente destruídas, totalmente destruídas, 183.
812 812 casas inundadas, entre outros danos. Importa salientar, no entanto, que foram realizadas intervenções de emergência nas infraestruturas públicas com reparações provisórias e vias em vias e pontes para garantir a circulação com destaque para a estrada nacional número um e a estrada que liga Shissano a Shibuto. Nesta altura encontram-se em tanto ativos 59 centros de acomodação onde estão alojados 67.
547 pessoas. De 1 de outubro de 2025, de 2025, dizíamos até 9 de fevereiro de 2026, o país registou, infelizmente, 460021 casos de cólera nas províncias da Zambésia, Manica, Nampula, Tete e Cabo Delgado. Houve o registo de 62 óbitos.
43 dos quais ao nível comunitário e 18 em infraestruturas hospitalares, representando uma taxa de delatalidade geral de 1. 3%, que é muito, infelizmente. Decorre a campanha de fala zambia.
foram vacinados até ao que 790. 410 indivíduos, o que corresponde 102% da população prevista. No quadro da gestão dos impactos, das cheias e inundações em curso, Moçambique regista um movimento solidário expressivo.
Por conta disso, o governo de Moçambique reitera, saúda e manifesta especiais agradecimentos a todos que têmse prestado em apoio às vítimas. dos desastres ocorridos em Moçambique. Muito obrigado.
Muito obrigada. Vamos à segunda parte da nossa conferência de imprensa espaço para os colegasem questões apenas um pedido da rádio rádio. Senhor ministro, eh gostava de a polícia de Gaza concretamente na cidade e no distrito de choca.
Podemos ter alguns números, quantas pessoas ainda estão são bem e qual é a ter o desafio a sua pode começar a tomar as suas casas? E a segunda pergunta, eh, o governo a breve deixo, eh, fazer o quantitativo total dos dos imparos, no custo eh dos danos causados pelas cheias e inundações nas regiões que foram afetadas no tempão do obrigada. Por favor, você viha lá na MCP.
Faça o alerta para a entrada do em que gostava de saber que ele não trabalho do governo para receber esta tendo em conta que vai investigar alguma das províncias que já foramadas pela não relacionadas tanto com o que foi abordado aqui. H há relatos e denúncias de entrada de mercadorias contra feitas no território nacional. entre elas estão os neurodomésticos e os medicamentos.
saber se o governo tem conhecimento sobre essas práticas, qual é o nível de resposta a estas alturas e os desafios têm sido o combate à conoverção, tendo em conta que associa-se a esta prática de conto, por exemplo, a autoridade tributária atrás meses, o governo disse que da agricultura a Agora como é que está o processo a central de aquisições eh de estado, mas já levanta-se crítica dos funcionários públicos. >> Podemos ir para a última, desculpa, esta última. Pode po, pode retomar.
Sim, é só para tomar. >> A central de aquisições do estado está para ser implementada nesteado. Há críticas que surgem.
O sí, por exemplo, diz que não basta a combater os mecanismos, é importante também terem atenção à ética dos servidores públicos. Quanto a esta questão, o governo como é que vai proceder para eh efetivamente trabalhar com esta prática, esta falta de ética dos profissionais públicos se concorda que existe quando falamos do preconirmos a a ao que foi apresentado sua excelência ministro relativo à sessão do conselho de ministro, por favor. Muito bem.
Saudações, ministros, saudações, caros colegas aqui presentes. Não tem relação com o que foi adicionado, mas tem muita relação com a situação profissional de saúde, não é? Eles recorrentemente têm entrado em contacto com a imprensa, dizem que estão em greve a manifestar estas a contradição em contrapartida, temos recebido denúncias recorrentes de urgentes e pacientes nos hospitais reclamam muita lentidão no atributo.
Gostaríamos de saber se existe algum relatório da parte doado com relação a isso. >> Obrigada, excelência. Não vejo mais pedidos de palavra.
Obrigado. >> Bom, muito obrigado. Espero ter registado devidamente as questões colocadas pelos nossos colegas da Vamos eh cada uma delas sobre os reassentamentos da província de Gaza.
Não lhe posso dar detalhes muito precisos em relação a números de quantos estão em Xeixá e quantos em Guijá, mas como fizemos referência ainda nesta informação, pouco mais de 57. 000 ainda continuam em centros. Portanto, quer nas na província de Gaza, onde temos a maior parte, portanto, dos reassentados até aqui e e não diria ainda reassentados, aqueles que estão acomodados em centros.
Correscent significa retirar estas pessoas destes pontos de acomodação para um ponto por hipótese diferente das suas áreas de residência normal. Então não posso dar os dados assim de forma discriminada em função a este exercício. No entanto, são dados eh as unidades são elas que lidam mesmo para a distribuição, como fazer tem sido trazidos para o suporte e até a alimentação, até cuidados a estas mesmas pessoas, inclusive atendimento.
Nós temos feito este atendimento na base exatamente do da estatística que nós temos. Entretanto, há lugares onde já temos eh eh como mesmo a cidade de XA, já começam a haver movimentos de de alguma saída, portanto, eh eh da situação da fazer limpeza às suas casas, os seus espa as suas vidas. No entanto, eh para o caso em particular desta pergunta que faz referência quando voltam a casa, o que o governo ainda hoje apreciou em face, por exemplo, da informação da da possibilidade de ocorrência do ciclone eh que vem aí por dia 13.
O que se está a ponderar é que ainda que haja condições para voltar para casa hoje ou amanhã, nenhuma pessoa saia do centro sob pena de correr o risco de ser afetada ou encontrada numa situação de de de de desprevenido. Por isso é que para os casos, por exemplo, em que estamos a vamos agora para os novos distritos, infelizmente fizemos a referência de uns estantes da pavinça de Inhamban, que é o ponto central, no entanto, afeta Sofala e também vai afetar Gaza. E o que se está a fazer é naturalmente identificar as escolas que têm uma boa capacidade de resiliência em termos de de de engenharias de construção para permitir que a população se desloque para esses lugares para que não seja apanhada e não sofra efeitos e de forma mais gravosa dos impactos deste ciclone.
É o que se está a fazer agora. Portanto, voltar para casa antes de acompanharmos precisamente os efeitos ou as consequências que o se colono pode criar, pode ser um recuo dos esforços que já conseguimos. Como dissemos, conseguimos até hoje poupar a morte dos cidadãos.
Infelizmente perdemos 27 pessoas. Já tivemos situações como as de de 2000 em que morreram mais de 700 moçambicanos e arrastados ou desaparecidos mais de 2. 000 moçambicanos.
Portanto, hoje estamos a falar de desaparecidos nove que não temos explicação de onde devem ser encontrados e mortos, infelizmente 27. E ainda assim maior parte destes, se não todos os casos, foi mesmo por ou renitência ou ou não compreenderam as as mensagens do governo. Alguns inclusive mesmo vendo água, não queriam se movimentar porque achavam que tinham suas coisas a proteger.
Alguns ainda porque sabiam que tinham habilidades em natação, entre outras. atiravam-se à água com certeza de conseguiriam atravessar, por exemplo, leite dos rios, entre outros e, infelizmente foram apanhados em contrapé. Por isso é que aquilo que nós dizemos é que é importante ouvir e acompanhar as medidas e aconselhamentos das entidades preparadas por efeito.
Então, voltar para casa ainda não é necessariamente uma opção por estes dias. Então, principalmente para as províncias que nós fizemos referência e que poderão ser eh eh afetadas por este ciclone. Sobre os cálculos financeiros para da destruição e possível reposição.
Penso que na última, se se a memória não nos atravessou, a sessão que que o governo realizou fez a uma análise preliminar, muito preliminar, sobre os impactos e do que é que seria necessário para a reconstrução. Na altura falava-se e creio que eh milhões de dólares. Penso que é isto qual coisa assim.
No entanto, era tão preliminar e os acontecimentos ainda continuam a ocorrer, as chuvas fortes e algumas consequências já começam a se fazer sentir e ainda estamos em fase, portanto, da época chuvosa e ciclónica. Então é ainda prematuro concluir tanto os dados no cursos para reposição seria necessário. Então no entanto, há um trabalho constante que está a ser feito para além das unidades de implementação que nós temos lá, que tem estado a fornecer dados à medida que o levantamento vai sendo feito.
nos próximos tempos teremos dados mais concretizados e podemos partilhar na na na necessariamente assim que o governo se pronunciar sobre a matéria. Mas temos estado a acompanhar sobre o nível de preparação do governo em face do do anúncio da possibilidade da passagem do ciclone. Penso que ela já nos encontra em prontidão.
ela já nos encontra em portidão porque já estamos, na verdade, em fase da ocorrência dos eventos e normalmente a preparação não ocorre durante o curso dos eventos, mas a preparação é feita antes quando se aprova o plano de gestão de risco de desastres do ano seguinte, ou seja, já há uma antecipação mesmo a partir do mês de dezembro do ano passado, prevendo-se impactos ou determinados eventos neste ano. Então, o governo está preparado e a maior das preparações possíveis, para além de eh colocar à disposição meios humanos, materiais, tecnológicos ao serviço, portanto, do salvamento das pessoas, a maior preparação que fazemos é com os cidadãos, é nos cidadãos, na consciencialização e principalmente para antecipação de retirada em caso de situações de risco, porque é isso que ajuda a salvar vidas quando as populações ouvem e naturalmente acatam as mensagens das autoridades que nós temos lá, mas também das comunidades, que é dos comités eh a de gestão de de riscos de desastre que nós temos ao nível de todos os distritos, de todos os municípios e de todos os postos administrativos. São estes que, na verdade, ajudam a a fazer passar a mensagem que o governo e autoridades passam para permitir que se salvem mais moçambicanos.
A questão sobre a entrada ou não de bens contrafeitos, infelizmente é uma realidade, mas o trabalho que tem estado a ser feito é exatamente para garantir que eh não continua a ocorrer, portanto, onde entram produtos contrafeitos, existe aquilo que se chama fisco, portanto, fuga ao fisco, entre outros crimes económicos ocorrem. O que nós temos que continuar a fazer é aprimorar a disposição de equipas, aprimorar a capacidade eh operativa para que eh não só AT, INAI e outras entidades possam ter capacidade suficiente de não só identificar, mas também eh a a aplicar medidas. Eh, não são poucas medidas.
Às vezes os nossos colegas da imprensa nos ajudam a anunciar ou a divulgar um conjunto de informações, inclusive têm sido levados a acompanhar as nossas unidades para dizer: "Encontramos um armazém escondido que parecia ser armazém do produto A, na verdade está a esconder produto B. Muitos colegas da comunicação social têm feito o trabalho em colaboração com as nossas instituições e é resultado do esforço está a ser feito. Ah, infelizmente o mal existe onde o bem reside.
Este é que é o ponto central. Ainda que haja regras muito bem estabelecidas, há quem decide simplesmente violá-las. E estas são as pessoas que não ajudam o desenvolvimento de qualquer país.
Então, o que nós temos que fazer é combater o mal, porque o bem sempre tem razão. Este que é o ponto central, esta que é a nossa convicção. Então vamos levantar, vamos lutar para ajustar as nossos as nossas as nossas medidas, ajustar a atuação das nossas equipas e assim garantir que os cidadãos estejam bem servidos, aqueles que exercem atividades eh de forma de forma honesta, aqueles que fazem-nas de forma desonesta, um nessa altura vai ser aplicada a medida necessária ou cabal aquilo que estiver a ser a ser implementado No geral, o que se diz a a, portanto, por aí é que o mal nunca compensa, nem pode compensar.
O bem sempre vence e vamos vencer, se este for o entendimento. Pode até tardar, mas vamos vencer. Ah, o governo investiga assunto.
Bom, o governo tem que dizer alguma coisa sobre a investigação do do ministro. Não, não tem que dizer nada sobre a investigação do ministro. Quem tem que dizer é a procuradoria.
Eh, se a procuradoria se posicionar, vai depois dizer porque a procuradoria que depois ficou a investigar e corriam em volta da figura do ministro da agricultura. No entanto, o governo está a trabalhar normalmente enquanto não chegar nenhuma informação que prove qualquer eventualidade ou qualquer situação que ponha em causa a integridade e do ministro da agricultura, é o ministro e está a trabalhar. Este é que é o ponto.
Agora, creio que quem sabe, quem pode dizer mais alguma coisa sobre isso é a procuradoria. Se entender ter dados suficientes para comunicar, tem que ser a procuradoria. O governo é executivo e o assunto está a ser tratado no judiciário.
É lá onde tem que se buscar informações mais mais detalhadas. Em relação à central de aquisições, bom, se há críticas ou não da CIP. Bom, bom, há pessoas que estão dedicadas a trabalhar, neste caso, o governo está dedicado a trabalhar e vai introduzindo sugestões que acha que são as melhores para implementar.
E uma das medidas foi central de aquisições, eh, em consequência, inclusive eh, de uma promessa e um compromisso feito pelo presidente da República, não é? creio que decorre do discurso inaugural de sua excelência ao presidente da república, que uma das formas de controlar eh a abordagem da da das aquisições, mas também o combate à corrupção, entre outras, a medida de estabelecimento de uma central de aquisições é efetivamente uma das formas que temos para fazer esse exercício. Estamos a avançar nesse processo.
Ainda nem surgiu a central de aquisições. Já está alguém a falar de de problemas de integridade. Então, vamos dar tempo ao governo a trabalhar, senão não vai acontecer nada.
Então, se há alguém que tem uma opinião boa, o governo está aberto. Sua excelência, o presidente da República tem sido o cidadão primeiro a abrir-se para o diálogo, a abrir-se para opiniões e sugestões. Então, quem tem uma opinião sobre quem é mais íntegro, quem tem uma opinião sobre quem é que deve fazer parte do gabinete ao central de aquisições, quem consegue descobrir por via de scanner que há alguém que é mais íntegro que a que B e que C?
Então, o que sugir a essas pessoas? Mas eu acho que é importante deixarmos o governo trabalhar e não olhar cada sugestão, cada medida, cada proposta como uma, quer dizer, antes dela se implementar, já começamos a pôr em pecilhos, condicionalismos, vamos deixar o governo trabalhar, implementar as iniciativas. Se alguém tiver uma iniciativa que acha que é melhor, o mais indicado é submetê-la ou por escrito ou com o pedido da audiência e sugerir quer ao presidente da república em pessoa, quer a qualquer um dos ministros que suporta o presidente da república, dependendo do setor da atividade.
Penso que é isto que que os moçambicanos devem fazer. Agora também desacreditar tudo o que é feito é próprio de quem não está em condições de fazer mais nada se não criticar. Eu acho que o mais importante é também além da crítica, podermos emitir sugestões concretas.
Agora, de facto, o presidente da república está à procura de pessoas mais íntegras possíveis. Então, se o CIP consegue oferecer pessoas íntegras, isso é muito bom para nós. Agora, a integridade não se vê nos olhos.
A integridade vê-se na base do trabalho, na base do comportamento, na base das coisas que elas acontecem. Então, não temos ainda scanner para descobrir quem não é íntegro na base do scanner, mas é possível ver na base da sua forma de ser e de estar no dia a dia, na sua, no seu empenho, no seu trabalho e principalmente na sua transparência em termos de apresentação de dados do que faz, como faz, o que gasta, quanto gasta e como gasta. São esses mecanismos que existem.
Não temos outra forma, ainda não começamos a adivinhar os íntegros e os menos íntegros. Aí temos que dar voto de confiança às pessoas. Temos que dar oportunidade às pessoas e em função do desempenho percebermos se vale a pena continuar ou não continuar.
>> Mesmo antes de serem indicadas as pessoas, nós gostávamos que nos apoiassem para o governo poder trabalhar só com começarem a trabalhar. Se isso é possível, é bom. Mas de facto continua a ser para nós um um grande desafio lidar com as questões da integridade.
Aliás, fiz agora referência à aprovação da estratégia de reforma e desenvolvimento da administração pública. Tem a ver mesmo com a transparência e combate à corrupção. A estratégia de prevenção e combate à corrupção, bem assim o seu plano de implementação.
Esses são os instrumentos que o governo tem para continuar a combater a corrupção, combater ou continuar a promover a integridade e por aí. Então, todos que se alinharem a esta estratégia, isso é muito bom. Os as pessoas ou os comportamentos.
Por fim, sobre profissionais da saúde, se continuam ou não em greve. Ora, nós temos acompanhado h a eh a informação sobre a intenção de é uma é uma indicação preocupante que tem que ficar direito dos trabalhadores. quando quer que seja, tem um direito que se chama direito, sendo direito constitucional, está no leque dos direitos fundamentais dos homens ou das pessoas.
E nós já tivemos ocasião nos anos passados de explicar. No entanto, o direito à greve não é superior a outros direitos fundamentais. No entanto, se esse direito põe em causa a um direito que aparentemente roça naquilo que é a dignidade humana na vida em si, então é preciso começarmos a é preciso continuarmos a refletir.
Agora, bom, a última vez que ouvimos dizer que haveria greve foi um pouquinho antes, em janeiro, acompanhamos com preocupação, mas a indicação que temos é que o ministro do setor tem estado a conversar com os colegas, tem estado a interagir, tem estado a fazer este exercício e tem que ser nesta base que se conversa, ou seja, os recursos públicos terceiro, para pagamento de horas extras para qual gerados na base até o em lugar mais e mais distante da capital. Se este, se esta for a referência, é na base do trabalho daquele funcionário, é na base da contribuição do cidadão, é na base da cobrança de impostos, é na base de cobrança de taxas e outras receitas que depois se assegura que haja recursos para pagar qualquer despesa. E é na base disso que se fazem os planos, que se financiam os planos e as atividades.
Não há outra forma. Então nósos dos setores sociais, como é o caso da saúde, da educação, a nossa tarefa não é gerar receitas, mas é prestar serviço social. Então significa que há um setor económico que tem que gerar receitas para que os setores sociais possam ter receitas ou possam ter recursos para implementar.
E é assim que tem que ser. Não é assim só em Moçambique, é assim em toda parte do mundo. Quando houver dinheiro disponível, que é o trabalho e o esforço que está a ser feito pelo pelo governo para que a economia funcione bem e funcione, para que tenhamos mais recursos para responder a todos os problemas, mas uma vez mais não é possível resolver todos os problemas no mesmo dia.
E este diálogo que tem estado a ver com os colegas, com os funcionários, é mesmo para chegarmos ao consenso de que é um trabalho conjunto e inclusive para pagarmos as dívidas constituídas. tem que ser na base de um trabalho conjunto de compreensão mútua. Agora, se for verdade que, por exemplo, não estão a tratar os os cidadãos, estão a castigar aos cidadãos, estão a castigar os seus irmãos, os seus concidadãos, porque somos todos moçambicanos e estão a violar um próprio juramento, um próprio comprometimento, um compromisso, porque esta coisa de profissão tem a ver também com um compromisso.
Então, se eu entendo não tratar o outro porque não tenho hora extra ou outro custo tendo salário, porque a salário tem sido pagos, eu acho que tem estado a registrar isto, tem sido pagos e o esforço tem estado a ser feito este. O governo nunca se escondeu a esta pergunta, nunca se esquivou. foi o governo que apresentou um plano.
Então eu penso que o jornal e sensibilizar porque pressiona e ninguém está interessado em ter os prejuízos de uma greve, nem aquele que é contra ela feito. Então é, não é ajustável. Então o que sugerimos de uma situa vêm com ideias e não composições, não é assim?
para fazer uma conversa, para se chegar a um consenso, chegar-se a a a a sugestões em que os dois podem caminhar juntos. Mas de resto não há nada escondido neste governo. Não há nada escondido ao nível dos ministérios que os funcionários possam pensar, dizer: "Bom, que há um recurso que está a ser escondido e não quer ser dado ao funcionário a B ou C ou alguém que tenha um direito a exigir ou a demandar do governo e o governo não esteja interessado em ressarcir ou em assegurar em caso de ser um direito efetivamente consagrado ou um direito efetivamente garantido.
" Então eu penso que não há não há razões, não há razões, não há espaço para continuarmos a conversar. É isto que eu podia dizer em relação a esta a esta denúncia que se diz ao jornalista, como o nosso colega fez referência, de que há greves. Agora, se a população estiver a sofrer, se não estiver a ser atendida devidamente, é de lamentar.
E o nosso papel é monitorar se as coisas estão a acontecer ou não e assegurar medidas administrativas aonde tem que se fazer para garantir assistência de vida às nossas populações. Esse é o nosso papel. Muito obrigada, >> excelência.
Muito obrigado. Obrigado aos colegas da comunicação social e damos terminada a conferência de imprensa. Obrigado.
Eh, termina então a conferência de imprensa, onde o porta-voz do governo Inocêncio em PISA eh fez o resumo daquilo que foi o desenrolar eh da terceira sessão ordinária do Conselho de Ministros, evento que decorreu, ou seja, ter momentos aqui na presidência trouxe dados daquilo das inundações. eh desde o início até este momento, a a questão eh de mais de 100 eh 12 óbitamente da questão da cólera que está assolando algumas províncias do centro e norte do país com mais de 400. 000 1000 casos e havendo até então 62 óbitos.
E nesta sessão eh que terminou eh nesta terça, o exões eh são as nomeações eh do FIPAS e de Mamic. Podemos poderemos fazer um resumo com mais pormenores ainda eh no telejornal desta terça-feira com imagens de Ruim e a partir da presidência da República aqui na capital moçambicana. Maputo, boa noite.