através de um corte é sub que tinha algo errado em meu corpo não sabia qual era né essa coisa de errada mas segundo alguns médicos falaram que eu tinha sintomas para diabetes tive renias com 9 anos de idade fui diagnosticado aos 18 eu percebia que tinha manchas embranquecidas pelo meu corpo nódulos e nisso eu mostrava PR os médicos mas eles não sabiam diagnosticar tomando medicamento errado porque os mos que não conhecia mas quando uma médica que hoje ela é minha amiga olhou para mim falou é ran ceniz o senhor não se preocupa não que nós
vamos tratar e vamos curar o médico falou pra minha mãe que tinha que e tirar todas as coisas minhas separar e prato colher rede lençol foi aonde começou porque eu fui abandonada por os amigos a família dentro de casa também né preconceito e e fui isolada eu fiquei isolada de tudo o preconceito foi o auto preconceito foi o medo de falar PR as pessoas que eu estaria com renes e medo de ser isolada Depois que eu fui né fazer uma pesquisa de entender o que que era ranen eu vi que as pessoas eram isoladas então
o medo dominou eu me recuava das pessoas pelo simples fato dela me olharem e com aquele olhar de preconceito a gente passa na rua de 10 olham para a deficiência mas não olh pra pessoa em si eu tive ranen Eu tratei el por el você teve renza sim aí a gente já percebe uma certo Um Certo recu das pessoas Por que que as pessoas fazem isso porque elas não têm informação né que a partir do momento que eu começo a tomar a primeira dose eu não transmito mais a doença quem não me respeita não me
merece né então assim eu não tenho que conviver com preconceito e discriminação das pessoas que eu tenho que conviver é com o respeito que elas têm pela pela minha vida pela minha história eu tive o apoio familiar meu maior problema foi realmente contar para as minhas ex patroas tive que encarar as pessoas de alta sociedade que que seriam minhas patroas é para dizer que eu estava com rinas apenas umas que me a uma que me apoiou que foi a desde sempre que desconfiou que eu estaria com renis fique em casa que a gente Vale ajudar
no que for preciso eu não queria ouvir aquilo eu queria ouvir venha trabalhe conosco continue conosco fo um processo também bem difícil porque quando minha filha desconfiou que estaria com renias eu levei logo ela no médico ela era menor de 15 anos ela tratou sem nenhum problema e nunca baixa a cabeça para ninguém enfrente o preconceito enfrente as pessoas não baixa a cabeça nunca a gente precisa mostrar pra sociedade que a ranen ela tem tratamento que tem cura que as pessoas não pris esconder-se Hoje em dia a gente tem que falar mesmo né falar a
história falar por por dessa cicatriz falar por dessa deficiência por que que eu sou assim então eu acho que a gente tem que abrir a boca mesmo falar e não é o fim para mim foi o reinício e hoje eu vejo eu vejo o mundo eu vejo meus amigos principalmente os profissionais da Saúde vejo com outros olhos com respeito quando o profissional de saúde olha nos olhos da gente escuta eh isso faz uma diferença imensa do problema que a a gente entrou naquele lugar né Eh isso faz com que a gente tenha mais vontade mais
força ah de se cuidar é de se tratar É porque tem alguém ali que se importa tem tratamento tem cura não posso esquecer de falar do SUS né Eu acho que as pessoas elas precisam de um acolhimento esse acolhimento de início tem que ser tem que ser recebido eh eh nas UBS Eu acredito que sim e para mim né é importante que que as pessoas saibam disso elas se fortaleçam se olhando no espelho e dizendo essa doença tem cura eu não preciso me esconder eu não preciso sofrer porque isso é passageiro e um dia eu
vou voltar a ser feliz de [Música] novo n