oi pessoal nós aqui mais uma vez de novo hein vamos lá vamos discutir agora um pouquinho como as bases emocionais dando continuidade à aula anterior vai influenciar nesse processo como esse desenvolvimento organiza e desorganiza a criança quando discutido anteriormente o cérebro ele tem um papel fundamental assim como o intestino e vocês vão ver isso em alguns encontros eu preciso entender que o nosso cérebro ele é mais ou menos como a minha mão envergada e dentro dessas cinco áreas do desenvolvimento eu preciso entender que nem sempre todas as áreas vão estar maduras e esse processo de
amadurecimento ele tem questões específicas principalmente no que já foi bastante discutido aqui que é o córtex motor quando eu falo de plano de ensino individualizado e o segundo subplano que seria o cótexomato sensorial mas o que seria isso são áreas do lobo parietal e do lobo frontal que a gente precisa entender como vai ser essa organização esse cérebro que tá na sua frente que tem todo um sorriso dinâmico que tem todo um olhar específico ou inexpressivo ele tem questões que vão relacionar às vezes dificuldades no movimento no pensamento no planejamento no raciocínio lógico no comportamento
na impulsividade na ansiedade que todo esse processo vai est relacionado com uma coisa que nós tememos juntos a medicação será que como discutido lá na família essa família tá pronta e organizada para poder entender que essa medicação é necessária seja ela alopática ou homeopática e qual é o papel do professor e da escola em cobrar ou não cobrar como abordar o nosso plano de ensino precisa estar declarado lá se essa criança usa medicação ou não isso vai influenciar na concentração isso vai influenciar o decorrer da vida dela por quê a medicação ela tem um interferente
que a gente pode entender que ela vai aumentar as conexões do cérebro ela talvez module a parte de comportamento do processamento sensorial do equilíbrio do tôus muscular da coordenação do refinamento da lateralidade então todo esse processo precisa ser discutido com a família e dentro do plano de ensino tem que tá claro se essa criança faz uso dessa medicação ou não faz como ela está adequada e como ela não está se essa criança tem sobrepeso ou tem uma desnutrição essa medicação pode não estar fazendo o efeito completo do processo que é necessário ser feito e por
que que a gente tem que discutir isso porque esse cérebro que eu estou brincando aqui que parece a nossa mão ele tem toda uma conexão dos neurotransmissores que vão carrear essas questões que a gente precisa discutir que a gente precisa entender que essa relação precisa acontecer e quando eu preciso entender eu preciso ir além eu preciso ir buscar alternativas eu preciso buscar soluções para compreender o por que isso não tá acontecendo o que que essa genética tá influenciando e como essa influência vai gerar no impacto na minha sala de aula e esse impacto pode ser
benéfico ou pode ser maléfico porque os neurotransmissores controlam as emoções eles controlam as situações do nosso corpo eles podem estar em excesso como está em deficiência e quando essa deficiência corre o que que a gente pode enxergar e o que que a gente precisa como unidade escolar buscar se essa criança tem uma nutrição adequada se ela tem anemia se o intestino dela tá funcionando plenamente se essa criança se alimenta corretamente ou ela é seletiva alimentar ou seja as vitaminas as enzimas esse processo digestório vai fazer parte do nosso plano de ensino individualizado mas Gisele não
é só a BNCC não é só como ele vai lidar nesse processo como ele vai se organizar não esse corpo que chega para vocês diariamente tem um convívio e um estresse como discutido na aula anterior e como eu vou potencializar isso como eu vou diagnosticar isso se eu não sou da parte clínica eu sou da parte pedagógica observando entendendo orientando essa criança de maneira adequada se tem dias que ela tá mais agitada eu vou fazer um acolhimento diferenciado eu vou estimular ela como atividade lúdica mais calma mais centrada mais harmoniosa ou eu vou estimular ela
simplesmente com a nossa grande amiga massinha eu não sou fã da massinha nem muito menos do slime mas eu acho funcional toda criança ne ter uma caixa de objetos pessoais e pedagógicos na unidade escolar principalmente na sala de aula e não na sala reservada para a sala de como sala de recursos ou como outra sala específica de atendimento educacional especializado dependendo do estado o nome muda então a gente precisa entender que ela precisa do objeto de segurança mas que ela nem sempre vai utilizar nem sempre ela precisa pegar mas aquele objeto esteja ali presente para
que dê segurança ela consiga entender que todo aquele desequilíbrio toda aquela desorganização que ela tá sentindo naquele corpinho naquele momento esse cérebro desorganizado essas questões que estão deixando ela mais impulsiva ou mais medrosa mais ansiosa tem como ter a volta calma tem como não ser só o abraço como discutido no em uma das aulas anteriores do acolhimento e do manejo mas ser também um objeto de apreço para que ela entenda que naquele momento a massinha só do enrolar do fazer a minhoquinha que tá refinando a coordenação motora está com a função de atividade então a
questão dele se reorganizar e entender se ele está pronto para executar a atividade tem que ser funcional esse cérebro nem sempre vai tá maduro pro que a gente precisa naquela aula então a gente precisa entender que o plano de aula pode ser modificado sim e eu preciso ter essa sensibilidade ok então vamos discutir mais um pouquinho na próxima aula