Opa, tudo bem? Eu sou o Luiz Camargo e seja muito bem-vindo. O que esperar do novo Papa, o norte-americano Robert Francis Privost?
A pergunta que paira no ar é se ele seguirá a linha conservadora de Bento X e João Paulo I ou se continuará o legado progressista e politizado de Francisco. Nas redes sociais, o campo está dividido. A direita, a quem o acuse de ser mais um pontífice walk alinhado à agenda globalista, à esquerda surgem críticas de que se trata de um papa imperialista, supostamente hostil à comunidade LGTV.
E como de costume, não faltam os apocalípticos de plantão, garantindo que a besta finalmente chegou ao Vaticano. O que é certo por hora, é que o novo pontificado já começou envolto a ruídos e incertezas. E o que vamos fazer no vídeo de hoje é justamente buscar qual é a real desse novo papa.
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Quem me acompanha há mais tempo aqui sabe que, apesar de ser protestante, eu nutro um profundo respeito e reverência pela Igreja Católica. Reconheço que foi dela que saíram as bases da nossa civilização ocidental. Até mesmo o acesso que hoje um evangélico pode ter a sua Bíblia se deve à igreja de Roma responsável por guardar com diligência o legado do Cristo e seus apóstolos.
Mas o Papa é só um ser humano sujeito a todas as nossas vicissitudes. Sendo assim, sempre que eu resolver tecer alguma crítica, jamais será a Igreja, pois esta é santa e imaculada, mas sim ao homem, pois este é pecador, independente de suas patentes religiosas. E justamente por não ser católico, acredito que posso falar do Papa com total isenção.
Dito isso, não podemos analisar o novo pontífice sem falar do seu antecessor. Como todos sabemos, o senhor Mário Jorge Berglio, o Papa Francisco, logo no início de seu pontificado, deixou claro o seu lado político ao afirmar que comunistas pensam como cristão. Uma frase que concedeu legitimidade à teologia da libertação.
Não à toa, recebeu com um sorriso nos lábios a infame cruz cruz em forma de foice e martelo das mãos do cocaleiro Evo Morales. Foi também o mesmo papa que declarou que a Dilma Russef tinha mãos limpas e que Lula havia sido condenado sem provas, ignorando solenemente os quilômetros de delações, provas materiais e bilhetes premiados da corrupção. del sumario.
O parece condenado Lula cuando se revisa lo de Lula con Dilma Rusi. Lula e Francisco também jamais condenou Nicolás Maduro como o ditador que é e tampouco se pronunciou de forma contundente contra a brutal perseguição aos sacerdotes católicos pela ditadura de Daniel Ortega na Nicarágua. Seu posicionamento político foi marcado por fechar os olhos para os desmandos de ditadores genocidas da esquerda e criticar com veemência as lideranças conservadoras ao redor do planeta.
Tanto que os socialistas e globalistas do mundo todo, que odeiam a religião, que menosprezam a moral cristã, aplaudiam o então líder da igreja de Roma. No dia 13 de fevereiro de 2020 aconteceu o famíigado encontro entre o criminoso descondenado Luís Inácio Lula da Silva e o Papa Francisco. A reunião foi intermediada pelo então presidente da Argentina, Alberto Fernandes, que no final de janeiro foi a Roma visitar o seu conterrâneo e conversou sobre a possibilidade de um encontro entre Francisco e Lula.
O papa argentino o aceitou imediatamente. Sua equipe entrou em contato com o Lula para marcar o encontro. É verdade que como Papa, Francisco deveria receber seus fiéis, não importa seus crimes ou seus pecados.
O perdão é a espinha dorsal do cristianismo. A cruz significa o perdão de Deus para com a sua criação. Antes que houvesse luz, houve cruz.
Sendo assim, é o perdão que sustenta toda a existência. Mas o Lula não foi em busca de perdão no seu encontro com o pontífice. Ele jamais demonstrou qualquer sinal de arrependimento ou mesmo de um simples remorço.
Ao contrário, alguns dias antes do encontro disse que não tinha que fazer autocrítica. Ou seja, estamos falando de um psicopata incapaz de ficar com a consciência incômoda, mesmo depois de ter sido o artífice do maior esquema de corrupção da história da humanidade e só foi se encontrar com o Papa para ter holofote e alimentar sua narrativa de injustiçado. Já de olho nas eleições de 2022, não é à toa que na época confessou que o PT tinha de atrair novamente os crentes.
Se Lula estivesse arrependido e fosse com humildade em busca de perdão, eu seria o primeiro a louvar o encontro. Creio inclusive que para alcançar tal indulgência nem precisaria ir até o Papa. Lula poderia fazer isso diante do próprio Deus, lá no íntimo do seu coração, ou, conforme exige os dogmas do catolicismo, ele poderia ir se confessar com um padre da paróquia mais próxima, mesmo que sua confissão demorasse algumas semanas.
Mas não, Lula jamais buscou redenção, mesmo que esta esteja completamente à sua disposição. O Lula, que já usou até o enterro da própria esposa como palanque político, foi atrás de publicidade para blindar sua imagem pútrida, se valendo da imagem supostamente santa do sumo pontífice e ao receber o criminoso de São Bernardo, Francisco aceitou participar de um circo asqueroso e fez isso sorridente. Bom, também temos que reconhecer que o Papa Francisco surpreendeu positivamente ao resistir a todas as pressões do sínodo e também por ser um crítico contundente da ideologia de gênero.
Na verdade, sempre que foi posto contra a parede acerca de assuntos caros à agenda progressista, como casamento homoafetivo, ordenação de mulheres, interrupção de gravidez, etc. , Francisco se manteve fiel ao cateicismo da igreja. E assim chegamos no sucessor de Francisco, o americano Robert Francis Privost.
E numa leitura apressada, o pontífice parece ser um progressista um pouco mais moderado que seu antecessor. Afinal, se fosse abertamente conservador, dificilmente teria alçado ao topo da hierarquia eclesiástica por ninguém menos que o Papa Francisco. Não podemos ignorar o fato de que Leão X é um dos 108 cardeais nomeados diretamente por Berglio e chegou a atuar como uma espécie de braço direito do pontífice nos Estados Unidos.
Ou seja, seu avanço até o que os católicos consideram o trono de Pedro passou pelo crio ideológico do atual Vaticano. Privost já usou sua conta no ex para promover material crítico às políticas de imigração de Donald Trump. Em post de 3 de fevereiro, Privost republicou um artigo do NCR online intitulado, abre aspas.
J V está errado. Jesus não nos pede para classificar nosso amor pelos outros. Fecha aspas.
O artigo critica o vice-presidente dos Estados Unidos por argumentar que devemos responsabilidade mais imediata aos membros da nossa própria família e país do que aos estrangeiros. Uma posição que inclusive é ensinada por São Tomás de Aquino e reiterada nas encíclicas sociais dos papas do século XIX. e 20.
Dias depois, Privost compartilhou um artigo semelhante da América Magazine sobre o mesmo assunto. Em outra ocasião, como chefe da congregação para os bispos, Privustamental na remoção do bispo do bispo Strickland de Tyler, no Texas, um conservador que era crítico das posições políticas do Papa Francisco. Enquanto isso, ele colocou o cardealy como arcebispo de Washington, apesar do sacerdote estaria implicado no encobrimento de abusos sexuais pelo ex-cardeal McCerrick.
Durante a pandemia, Privostrenho defensor das picadas, distribuiu pessoalmente dezenas de milhares de máscaras e promoveu o distanciamento social. Por outro lado, há um detalhe que desafia essa narrativa linear de que o novo Papa joga no mesmo time de Francisco. Robert Privost é desde 15 de agosto de 2023 registrado como eleitor do partido republicano em Chicago.
Mais do que isso, participou das primárias republicanas em 2012, 2016, 2018 e agora em 2024. Ou seja, ao longo dos últimos 12 anos, esteve diretamente envolvido na escolha dos candidatos do partido de Donald Trump. E é justamente essa dualidade que torna impossível qualquer análise simplista sobre o novo pontífice.
Estamos diante de um papa nomeado pelo arquiteto da ala progressista da igreja, mas com o histórico eleitoral alinhado à direita americana. Agora, saindo um pouco do debate político e entrando no campo litúrgico, tudo indica que Robert Priv pretende marcar uma ruptura com os exageros modernistas e retomar uma ênfase maior na doutrina e na tradição da igreja. A escolha do nome Leão não foi aleatória e carrega um peso simbólico que não pode ser ignorado.
A imprensa, sempre apressada em rotular, tenta encaixá-lo na narrativa de mais um Papa WK, alinhado com agenda progressista global. Mas o nome Leão aponta justamente para outra direção. De um lado temos Leão Magno, papa de 440 a 461, o primeiro a receber o título de doutor da igreja, defensor ferrenho da ortodoxia católica e ficou conhecido por ter ido pessoalmente ao encontro de Atila, o Uno, para convencê-lo a não invadir Roma.
De outro lado, temos Leon XI, papa de 1878 a 1903. que resgatou a filosofia tomista e foi o primeiro a reintegrar São Tomás de Aquino ao ensino nos seminários, restaurando a pureza da tradição filosófica católica. O seu pontificado foi pouco antes da revolução russa e da Primeira Guerra Mundial.
Ou seja, a Europa ainda sofria os males deixados pela revolução. A maçonaria conquistava cada vez mais espaço e o comunismo crescia entre os intelectuais. Foi nesso, foi nesse contexto que o Papa Leão XI escreveu a encíclica Her Novarum, que condena o comunismo e todas as aspirações revolucionárias, formulando a doutrina social da igreja.
Leão X também teve um papel importante na abolição da escravidão no Brasil, chegando a conceder à princesa Isabel um presente muito nobre, a rosa de ouro. No sábado, o Papa Leão X confirmou que os motivos pela escolha do nome foi exatamente esse, continuar o legado de Leon X. Hoato prendere il nome di Leone X.
diverse le ragioni, però principalmente il Papa Leone X infatti con la storica enciclica Rerum Novarum affrontò la questione sociale nel contesto della prima grande rivoluzione industriale e oggi la Chiesa offre a tutti il suo patrimonio di dottrina sociale per rispondere a un'altra rivoluzione industriale e agli sviluppi dell'intelligenza artificiale. che comportano nuove sfide per la difesa della dignità umana, della giustizia e del lavoro. A referência a Leão Magno e Leão 13 indica no mínimo uma disposição de Leão 14 em se afastar do populismo e da liturgia esvaziada de seu antecessor.
Outro ponto que merece atenção, Privost é assumidamente agostiniano, o que se o que sugere um interesse profundo no pensamento filosófico e teológico de Santo Agostinho, cuja busca por Deus parte do recolhimento interior, da introspecção e da experiência pessoal com o divino. Um pensamento profundamente enraizado na tradição da igreja, distantes das narrativas superficiais que muitas vezes dominam o discurso atual. Já já em sua primeira aparição como papa, Leão X deixou claro que não pretende seguir os passos estéticos de Francisco.
Diferentemente de seu antecessor, ele vestiu a moceta vermelha e a estola papal, trajes que simbolizam a continuidade da tradição e a solenidade do ofício. Vale lembrar que nos últimos cinco pontífices, apenas Francisco rejeitou esses símbolos. Na sua primeira missa em Roma com os cardeis, também contrariou as expectativas da imprensa que aguardava aí um discurso mais político.
Em vez disso, falou sobre as origens do cristianismo e evocou a figura de Santo Inácio de Antioquia, mártir devorado por leões, cuja coragem, infidelidade à fé foram exaltadas. Em suma, os primeiros sinais apontam para um papado que, embora ainda cercado de incertezas, parece buscar reconectar a igreja com suas raízes mais profundas e doutrinárias, algo extremamente valioso em tempos de crise moral e confusão ideológica. Mas o que é innegável neste momento é que ainda é cedo para encaixar o novo pontífice em qualquer rótulo político.
Há quem especule que a escolha de um americano pela cúpula do Vaticano tenha sido estratégica. A aposta em um suposto progressista crítico de Trump dos dos Estados Unidos e não da Europa visaria aumentar a capacidade de influência sobre o eleitorado americano e assim favorecer os democratas nas próximas eleições. Afinal, um PAP europeu dificilmente teria o mesmo alcance simbólico em solo norte-americano.
Por outro lado, circula a teoria de que a escolha pode ter sido influenciada pelo próprio Donald Trump. Não por acaso, uma semana antes da eleição papal, o Homem Laranja publicou em suas redes imagem feita por inteligência artificial, onde aparece vestido como papa. Coincidência?
Talvez. Mas isso levantou a hipótese de que Robert Privido com o apoio do progressismo e agora alçado a liderança máxima da igreja pode surpreender o mundo com um pontificado mais firme, doutrinário e conservador. A grande verdade é que Leão X pode não ser o papa dos sonhos da militância globalista, mas talvez também não seja o herói que os conservadores esperam.
E nesse ponto, o problema talvez não esteja nele, mas em nós. Nós que nos acostumamos a olhar o mundo estritamente pela lente da polarização, direita ou esquerda, conservador ou progressista, aliado ou inimigo. Talvez o novo papa frustre os anseios de conservadores como eu, ao mesmo tempo que decepcione os devotos da agenda w.
Mas no final das contas, o papel de um pontífice não é agradar nem um lado nem o outro, é obedecer a vontade de Cristo. Não sou católico. Não acredito que Pedro tenha sido o primeiro papa e nem que os papas representam a sucessão apostólica.
Mas isso não me impede de orar sinceramente para que Leão X tenha um pontificado conduzido não por interesses políticos, mas pelo Espírito Santo. Se você gostou desse vídeo e acha esse tipo de conteúdo importante, ainda mais com toda essa perseguição às vozes conservadoras nas redes sociais, considere de verdade ajudar a manter esse canal em plen atividade. Pode ser com qualquer valor.
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