E aí E aí é bom hoje nós vamos abordar um tema não é de extrema relevância dentro da Medicina preventiva que é a questão da da especialidade em medicina da família e comunidade é claro que a gente conhece é atenção primária à saúde e os médicos na generalistas que ali trabalham mas muitos tem essa especialidade né na medicina da família e comunidade que é de extrema relevância né dentro das ações da atenção primária à saúde Então hoje a gente vai conhecer um pouquinho sobre o histórico né E sobre as características também é envolvendo a as
diretrizes né os princípios da Medicina da família da comunidade e como que acontece Então as abordagens em relação a essa especialidade dentro da atenção básica né como que na verdade o tratamento com o paciente a nível de atenção primária à saúde bom no início do século 20 né a medicina os cursos de medicina na verdade eram ainda desorganizados não um drone zação E aí na verdade Flex ver né um médico aí estudioso né do assunto do ensino da Medicina resolveu então criar um relatório mostrando como que deveria ser essa padronização né Principalmente como que é
a estruturação dos cursos de medicina então suéter elaborou esse relatório conhecido aí como relatório Flex né né ou modelo flexneriano que na verdade é um modelo baseado na questão curativo Vista na questão também hospitalocêntrico então tem essas características que a gente ainda conhece nos dias de hoje não é principalmente a nível de a níveis né de especialidades médicas e aí aqui no caso da Medicina da família da comunidade seria é praticamente o inverso né dessa questão do modelo flexneriano isso vencido de batismo Né desde a elaboração desse plano dentro da comunidade científica né dos estudos
em relação e o processo saúde-doença né considerando então a medicina da família da comunidade e no Brasil né as residências Elas começaram a aparecer aí a parte de 1976 e dentro da lei 12.871 é existem as diretrizes curriculares e isso né em 2013 então é até recente né essa legislação ela vem abordando o que realmente as diretrizes curriculares nacionais elas devem net ênfase na questão da atenção primária à saúde considerando então a área médica né a medicina da família da comunidade Então hoje os internatos né eles têm aumentado aí a a questão do tempo né
que o estudante ele deve ficar em contato né com as ações da atenção primária saúde e isso tem sido né extremamente relevante dentro das ações da Medicina e claro dentro da Medicina preventiva claro que a gente não é só na questão né da abordagem em relação à promoção e prevenção à saúde que a gente sabe que são ações que acontecem a nível de atenção primária Mas é claro considerando também as ações né de reabilitação de cura Enfim tudo o que é trabalhado né de madeira de maneira integral bom então nessa lei realmente foi dado ênfase
a essas ações né claro que não só na atenção primária à saúde mas também em outros locais aí é dentro do Sistema Único de Saúde é aumentando Então essa porcentagem de contato dos alunos com a atenção primária principalmente mas o Sistema Único de Saúde de maneira geral bom a medicina da família e comunidade ela tem como princípios é a especialidade de primeiro contato é claro que considerando então o Sistema Único de Saúde principalmente né abordagem Inicial o primeiro contato com o paciente ele acontece Ju a atenção primária à saúde né é a principal porta de
entrada né considerando aí a rede de atenção à saúde conforme né já vimos aí na legislação do Sistema Único de Saúde é de acesso aberto né então é a questão da universalidade dentro da atenção primária à saúde ela é responsável não só por ser a primeira porta né de entrada a principal porta de entrada mas também por coordenaram cuidado ou seja se o paciente tiver necessidade de um atendimento especializado quem vai fazer essa coordenação dentro da rede de atenção é justamente né o médico aí da família e comunidade assim como né todos os integrantes ali
da atenção primária à saúde ele tem um método né que a gente vai ver ainda mais profundamente aí nos próximos slides onde traz que o método bastante utilizado é abordagem centrada na pessoa né então deve-se é ali a individualidade a singularidade de cada indivíduo né abordagem E é claro o tratamento quando necessário enfim o conhecimento daquela pessoa como um todo a consulta né conforme eu já considerei aí dentro da abordagem centrada na pessoa seria personalizada né então para cada indivíduo tem um atendimento diferenciado levando em consideração né todo a toda a questão de vida do
paciente e a continuidade do Cuidado que é um princípio também de extrema relevância dentro da Medicina da família e comunidade Então a gente tem aí a continuidade do Cuidado que seria justamente é um fator-chave dentro das ações da atenção primária à saúde Então essa criação de vínculo né entre os profissionais da atenção básica à saúde como paciente né leva realmente a essa continuidade do Cuidado TAM e ele não vai buscar né somente é a cura para doenças Mas também ele vai fazer um acompanhamento E é claro considerando as ações de promoção e prevenção à saúde
bom além desses princípios a gente tem o processo próprio de tomada de decisões não paciente ele deve também junto né em conjunto com a equipe de atenção primária à saúde é tomar as decisões as principais ali opções né de tratamento e também de continuidade desse cuidado em relação às ações de prevenção de promoção à saúde busca a resolução tanto de casos Agudos com quando também de casos crônicos né dentro da atenção primária à saúde claro que dentro do seu nível de resolubilidade né conforme a gente já viu dentro dos princípios do Sistema Único de Saúde
cada nível de complexidade tem o seu poder de resolução é de resolubilidade então isso entraria e na questão né da das ações tanto de casos Agudos fontes de casos crônicos ações e claro de promoção à saúde na considerando aí os princípios da Medicina da família e comunidade assim como a responsabilização pela saúde não podemos dizer que a responsabilidade é só do paciente ou só da equipe de saúde ali por exemplo né da equipe Saúde da Família dentro da atenção básica então tem a co-responsabilização né tanto paciente é responsável por sua saúde quanto também a equipe
de saúde né no caso aí da atenção básica e quais são os objetivos o principal objetivo seria justamente atuar na atenção primária à saúde né então a medicina da família e comunidade vem justamente leva como principal objetivo essa atuação a nível de atenção básica com essa abordagem biopsicossocial né que a e comentou aí também nos primeiros visuais desenvolver ações Integradas né tanto ações de promoção quanto de prevenção à saúde Assim como articulação com outros níveis de atenção quando necessário priorizar a prática médica centrada na pessoa coordenar os cuidados e atender com resolubilidade dentro do seu
nível de atenção assim como é claro com qualidade com atendimento humanizado né Então tudo isso são aí objetivos dentro da Medicina da família e comunidade desenvolver planejar executar E é claro avaliasse essas ações nelas estão sendo realmente efetivas tanto nas ações né de promoção à saúde quanto à prevenção Mas também de cura e Reabilitação estimular a resiliência autonomia e participação também da comunidade né Não adianta você ter uma estruturação ali na sua unidade básica de saúde a ter a participação da comunidade então estimular também essa participação da comunidade nas ações de atenção básica desenvolver novas
tecnologias claro que no seu nível Ned complexidade desenvolver habilidades desenvolver a capacidade de atuação médica então esses são os objetivos da Medicina da família da comunidade Norma questão importante né que tem extrema relevância em relação a especialidade de medicina da família da comunidade comparando as né com outras especialidades a gente tem que no caso né como a gente viu ali no início sobre o histórico a questão do modelo flexneriano ele vem justamente né Colocar essa questão cura ativista O que é diferente dentro da especialidade aí de medicina da família e comunidade então é um é
na verdade a estratégia né não é cur ativista embora também faço atendimento para cura É né mas seria um atendimento com integralidade né E também não visualizar só aquela questão da doença mas sim claro né verificando também a questão do indivíduo como um todo dentro desse contexto né é importante também a gente entender as diferenças entre doença e moléstia né porque doença na atenção primária não é muito comum tanto o atendimento a doença quando também atendimento a moléstia e o que o diferencia né doença e moléstias no caso a doença seria aquela que a gente
consegue né diagnosticar ver que realmente se trata ali de uma doença com sintomatologia diagnóstico tratamento enquanto que a moléstia ela leva muito a questão subjetiva do paciente em relação ao desenvolvimento de doença né então seria considerando aí os sentimentos a questão de vida né do paciente e ele claro sempre a atenção primária então é muito comum né relatos de casos de pacientes que vão até atenção primária apresentando quadros mais relacionados a moléstia né questão subjetiva em relação aqui o pacientes ta né sentindo naquele momento mas é bom né que a especialidade medicina da família e
da comunidade saiba Entender esse processo de moléstia por conta aqui muita moléstia pode acabar né desenvolvendo quadros realmente se é realmente específica em relação algumas doenças Então essa diferença também é muito importante dentro das ações aí da Medicina da família e comunidade é considerando aí o atendimento na atenção básica o bom é em relação à a medicina da família da comunidade em relação ao método de abordagem é conforme eu disse para vocês o método Clínico centrado na pessoa seria né a principal forma de abordagem individual ali no caso né como paciente o que que seria
esse método Clínico centrado na pessoa primeiro né explorar a doença experiência do paciente tão conforme estava dizendo no slide anterior a questão né de diferenciação entre moléstia E aí de doença é saber né explorar ali o que que o paciente está sentindo as condições né da da pessoa olho da vida dele como um todo né então é o próximo passo aí do método Clínico centrado na pessoa que seria entender a pessoa como um todo incorporar também medidas de Promoção e prevenção à saúde né dentro desse trabalho desse método Clínico então não só tratar né de
alguma e especifica que o paciente vem apresentar mas também orientar em relação às ações de promoção e prevenção à saúde então isso seria a integralidade né dentro das ações tanto no Sistema Único de Saúde né como também é no aspecto mais amplo mas também das questões relacionadas ao atendimento na atenção básica à saúde elaboraram um projeto né um manejo desses problemas mas considerando né Que deve ser realista ou seja Quais são os profissionais ali que podem ajudar no atendimento né que estão ali presente ou seja não é trabalhar com a realidade da unidade básica de
saúde ou do sistema né da rede de atenção à saúde é em relação aos tipos de tratamentos oferecidos dentro do Sistema Único de Saúde Então isso é ser realista E intensificar também essa relação médico pessoa conforme né eu tava falando da questão um simples né da Medicina da família e comunidade essa questão da criação de vínculo é muito importante né Para que se tenha continuidade do Cuidado então ele tem que ficar essa relação seria justamente essa criação de vínculo para que o paciente não abandone ali né esse acompanhamento e relação à aos cuidados deve ter
atenção primária considerando não só o enfoque na doença mais a a questão é da integralidade é bom além de fazer a abordagem correta existem também métodos né para se registrar clinicamente Ou seja é tem a maneira correta né para se fazer esse registro desses encontros dessas consultas então não sou prontuário né mas um registro completo né em relação à a toda essa conversa com o paciente né então esse registro Clínico orientado por problema né Ele é conhecido como a principal metodologia e para nós que fazer o registro dessas questões todas do paciente né considerando a
tanto a base de dados em relação à ao individual dele né questões né prática sair de realmente né dados pessoais ali né daquele daquele indivíduo assim como listar também os problemas e é claro a evolução Clínica E aí a gente pode colocar quatro componentes aí em relação ah ah ah esse registro bom E além disso né considerando as fichas de acompanhamento então isso seria a base de dados né nos dados pessoais do paciente onde envolve né A questão da dos dados pessoais do paciente mais a história Clínica história de vida os exames que foram realizados
assim como o exame físico mas também os exames complementares e é claro elaborar uma lista de problemas e considerar ainda as notas de evolução Clínica é claro que a lista de problemas né a nota de evolução Clínica Isso vai ser bem dinâmico né de acordo com que o paciente vai fazendo as consultas né Isso vai sendo aí alterado bom o que seriam essas notas de evolução clínica que a gente tem as a sigla aí né É se o ap o s seria de subjetivo então Durante a entrevista e anamnese com paciente né você vai fazer
então ali se fosse notas depois o objetivo né que são anotados aí os resultados relevantes tanto dos exames físicos quanto também complementares assim como avaliação né a definição e classificação de acordo aí né Com a as normas né da atenção primária SIAPE Assim como as normas na internacionais no caso da atenção primária e também é fora o pano que que seria o plano o plano seria Justamente a ali né associada tanto a conversa né entre o médico eo paciente os dois entrando em acordo né considerando aí o método Clínico centrado na pessoa vocês então paciente
e médico vão chegar a uma conclusão do da melhor estratégia para o tratamento né em relação à terapêutica em relação também a as ferramentas diagnósticas né que foram utilizados E é claro também desse segmento de si o pagamento né durante aí todo esse processo né dê continuidade do cuidado né que é tão importante dentro da atenção básica E é claro a gente deve considerar também as ações de educação e saúde considerando que o plano ele não envolve somente a a questão da doença mas também de todo o cuidado integral com paciente então ações também de
educação e saúde condições para melhorar né a saúde daquele paciente que que seria um exemplo então né em relação à a esse planejamento né então o paciente que por exemplo tem quadros ali de agudização de quadro de diabetes né então ele vai fazer esse acompanhamento E ainda vai ter orientações né Como melhorar as condições de saúde para que não venha né até aí um novo quadro não é de agudização e entre outras né consequências em relação ao diabético é bom agora vamos falar sobre as abordagens né e as ferramentas que podem ser utilizadas em relação
à a essas né abordagens tanto abordagens individuais que a gente né já acabou comentando aí dos métodos mas também ferramentas que são utilizadas né aí tanto na questão individual mas também na questão familiar porque muitos dos problemas eles podem vir justamente desse convívio familiar né então por isso a gente fala em medicina da família e comunidade né então não só a questão do indivíduo né isolado Mas também da sua família assim como os aspectos da comunidade podem estar interferindo nesse processo saúde-doença né que são os determinantes aí de saúde então para isso a gente precisa
identificar o tipo de família né primeiro e a gente pode ter aí tanto os temas né é que estão na verdade ocorrendo entre a família que tá causando algum alguma doença né algum impacto na saúde daquele paciente né quanto também o próprio indivíduo pode estar sendo algum problema está aí interferindo também aí na questão não é familiar então é importante que a gente conheça né nesse caso o o indivíduo como um todo e também é claro a sua vivência né em relação a família em relação à comunidade então por isso eu coloquei ali a família
como origem da crise também aí vem os tipos de família né que seria família considerando aí a família nuclear né que é a considerada aquela União né do casal e os seus filhos assim como a família ela pode ser composta também né pode ter a participação aí de outros cônjuges né com a questão da presença dos filhos né Então a para e de outras né pessoas além daquele casal assim como a gente tem as famílias extensas né que seriam aquelas por exemplo Três Gerações né vivendo ali naquela naquele mesmo espaço né então isso seria a
família composta isso né a gente já pode começando avaliação dessa abordagem na em relação a família outra questão importante né que aí vem um quadro né mostrando todas as fases do ciclo vital né que também é importante porque a medida né que essas esses estágios vão modificando e principalmente a passagem não é de um estágio para o outro isso pode trazer com certeza né interferentes em relação à as condições ali né de Saúde da Família então é importante que a gente conheça e identifique né Quais são os estágios a like aquela família está passando O
que é que seria isso né ali a gente tem a questão do adulto jovem independente outro série A questão do casamento e aí vem as características né Por exemplo no caso do casamento um novo casal ali né começa por exemplo a morar junto e aí na verdade vem as tarefas né de cada um o conhecimento não é recíproco enfim essas tarefas que muitas vezes elas podem né não ser realizados da maneira correta e acabar interferindo né no processo saúde-doença então todos esses estágios né que estão aí nos próximos slides né no meio fatura desculpa é
o nascimento né do primeiro filho A questão não é dos familiares com filhos pequenos a questão do próprio envelhecimento Então tudo isso né são estágio sair do ciclo vital e que aí vem tanto as características quando também as tarefas E à medida que isso né dentro das condições a cada família vai acontecendo né A questão do ninho vazio Por exemplo quando os filhos saem de casa então tudo isso com certeza pode influenciar naquela naquela família né Nas condições de saúde daquela família e aí vem aquelas crises que a gente conhece como crises normativas considerando né
esses estágios do ciclo de vida por exemplo o que que seria uma crise normativa seria aquela que a gente já espera né que vai acontecer como a gravidez as a questão do ninho vazio que eu citei como exemplo então isso são coisas que realmente já acontecem né que é de maneira esperada mas que com certeza pode trazer algum Impacto né para a saúde das pessoas que estão ali envolvidos já no caso das crises para normativas que também vão interferir mas que não são é é tão não são esperadas na verdade né Isso pode fazer com
que na verdade e a gente tem ainda problemas maiores né em relação a essas questões como por exemplo mudança de residência a questão do desemprego ou uma doença grave ou questão do suicídio ou prisão mede algum ente da família então isso são crises né que não são esperadas acontecem né de alguma forma inesperada e a isso pode trazer né algum Impacto aí em relação à saúde da família então é importante né que se tenha ali a a informação né a respeito de que estágio do ciclo vital que eles estão assim como né A questão da
estrutura né familiar conforme eu citei lá nos slides anteriores né família nuclear composta enfim isso é importante né para o entendimento né de um porque tá trazendo por exemplo uma questão né do daquela questão da moléstia e não de uma doença bom então isso é muito importante para o entendimento Alice em relação ao problema não é do paciente bom é as ferramentas né de abordagem familiar então além do ciclo vital a gente tem algumas ferramentas né de abordagem familiar que ajudam né em relação alguns problemas ali que a gente pode identificar né na questão familiar
são várias as ferramentas né que visam justamente estreitar essas relações entre profissionais e famílias estão muitas vezes essas ferramentas elas são utilizadas em conjunto com a família né descrição ali daquele da questão familiar e também da Visão é tanto do indivíduo mas também do profissional de saúde em relação àquele indivíduo com seus familiares e também com a comunidade a primeira delas não é bastante conhecida é o genograma ele é daquele modelo estrutural net11 O programa né mostrando graficamente então estrutura e o padrão de repetição Então são aí pelo menos Três Gerações né que são a
identificadas através de símbolos mostrando justamente as repetições de padrões de doença relacionamentos conflitos entre os familiares uma separação por exemplo então casal a morte né de um ente é um aborto né Então tudo isso pode ser colocado dentro desse modelo né de genograma então é um modelo né que se utiliza dessas desses símbolos claro que aí estão ilustrados alguns deles né mas existem aí outros símbolos que podem ser utilizados além é claro de siglas né referente por exemplo a presença de diabetes ou de câncer na família então também pode ser utilizado nesse genograma no e
isso ajuda né Tem uma visão aí em relação à as bom né as gerações o que que aconteceu né com cada um em relação a estruturação né em relação a perda né 200 enfim isso ajuda a ter uma ideia né Realmente aí das relações dentro da família aqui mostrando né alguma alguns símbolos ainda utilizados né a ligação se é se é uma ligação mais forte né se você foi rompida essa ligação Então tudo isso é bastante é considerado né dentro aí da análise do genograma ali tem uma outra ferramenta né em relação a simbologia que
seria o abuso sexual abuso emocional abuso físico né Então tudo isso ajuda no entendimento ali né do processo saúde-doença daquela família estão aqui tá um exemplo né mostrando aí o genograma né claro que sempre começam um dos mais velhos que os mais novos e a gente tem que ter pelo menos Três Gerações não é para fazer essa análise e aí e além do genograma uma outra ferramenta bastante utilizada também na atenção básica e claro que não são ferramentas exclusivas mas são bastante utilizadas aí na atenção básica que seriam ecomapa eo ecomapa a gente tá vendo
que tem ali uma relação familiar ali dentro né do Círculo mas mostrando também as ligações que cada um deles tem em relação à questão da comunidade né então qual que é a relação que aquele indivíduo da família ele tem né na verdade pode ser individual pode ser da família mostrando que em relação que ele tem com trabalho e relação que ele tem com a escola né se é uma relação forte é em relação à religião por exemplo você é fraca Então tudo isso também vem através de símbolos né dessas estruturas aí que vocês estão visualizando
né mostrando ligação forte ligação fraca né mostrando então a a questão não só do indivíduo não só da família mas também abrange é a questão do relacionamento com a comunidade isso tudo porque porque a gente sabe que na verdade a saúde Ela realmente tem Impacto né em relação aos determinantes sociais de saúde então a gente precisa conhecer né Quais são esses determinantes que estão influence ando Nas condições de saúde daquela família por exemplo tão aqui mostrando né os símbolos que são utilizados as unhas continuam os que seriam as ligações fortes sólidas ali com barra né
ou Talhada significa aspectos mais estressados enfim existem vários símbolos aí que podem ser utilizados também a nível de mapas e agora uma questão interessante também dentro da Medicina da família da comunidade seria em relação à atenção domiciliar então além né dessa questão do atendimento ali individual é do da relação também né com a comunidade da relação com a família tem essa questão também que a gente deve abordar na questão da especialidade da Medicina da família da comunidade que seria o atendimento domiciliar quando que ele deve ser realizado né porque uma das ações dentro da atenção
básica seria Justamente esse atendimento domiciliar Mas será que só atenção básica que deve fazer né esse atendimento será que todos os pacientes né a atenção básica ela tem estrutura né inclusive tecnológica para o atendimento desse atendimento não a gente vai perceber né que esse atendimento domiciliar ele é realizado a bom né de uma equipe de atenção básica para determinadas condições para outras a gente tem o serviço de atenção domiciliar é que a gente vai ver então quando o que é atenção básica Quanto que é o serviço né de atenção domiciliar Então a gente tem aí
questões como envelhecimento né populacional a sobrecarga nos Serviços Hospitalares a questão né da humaniza SUS né humanização nos serviços às novas demandas que estão né aí assolando principalmente por essa transição epidemiológica o aumento né de doenças crônicas e consequentemente né da do atendimento na atenção básica então criou-se aí né o programa melhor em casa em 2011 Então alguns atendimentos que são possíveis de realizar em casa né Tem esse programa aí né chamado de melhor em casa e atenção básica ela participa dele né então a e a alguns conceitos né importante que colocaria a questão da
atenção domiciliar como uma modalidade de atenção à saúde integrada à rede de atenção à saúde e aí se a gente pensa em rede de atenção à saúde a gente tem atendimento né claro da atenção básica mas também com a atuação do serviço de atenção domiciliar que é o que eu falei né a anteriormente Então esse serviço é um serviço complementar né aos cuidados realizados na atenção básica então a gente vai ver que existem equipes né aí multi profissionais que trabalham na atenção domiciliar assim como equipe de apoio que vão Então atender aquelas pessoas que têm
aí questões aqui exigem tratamentos com uma tecnologia maior ou mais vezes por semana então a gente tem esse tipo de atendimento E além disso uma questão importante também tô passando cuidador não é fundamental que se tenha um cuidador seja uma pessoa da família uma pessoa né ali não que não é da família mas tem que ter a participação de um cuidador para que se tenha esse serviço né de atenção no domicílio bom então dentro dessa questão da atenção domiciliar existem então três tipos net atenção domiciliar A1 A2 e A3 o que vai diferenciar em relação
a cada uma dessas modalidades É justamente no caso da atenção domiciliar é a nível 1 seria Justamente a as demandas né que podem ser atendidos a nível de domicílio mas que seja na verdade é a atenção básica que vai realizar esse tipo de atendimento então ela não exige que seja realizada tantas vezes por semana não é um cuidado né de média ou alta complexidade né a vista também ali o atendimento médico continuo então isso pode ser realizado a nível 1 né então é o que a gente chama de já de um já no caso dia
de 2 e a de três a gente tem a participação né no caso aí do serviço de atenção domiciliar tanto com as equipes né multiprofissionais de atenção domiciliar quando também é que tu já foi e aí a gente pensa em multiprofissionais fazendo esse atendimento que exige o maior número de consultas E no caso de consultas não de visitas né E além disso na questão do a de três além de exigir esse cuidado do serviço de atenção domiciliar ele também exige né equipamentos Mais na verdade com uma alta tecnologia né então por exemplo a questão de
ventilação Então são exigidos aí equipamentos e cuidados ali né com com mais frequência Então na verdade por isso a criação EA de dois ead3 no caso do a de um É principalmente aquele paciente né que tá ali controlado compensado mas por exemplo ele não consegue se locomover até atenção básica então quem vai fazer essa visitação seria justamente aí o pessoal da atenção básica tá bom aqui finalizamos então essa aula sobre medicina da família e comunidade e E aí