um estudo do Instituto Ricardo Jorge avalio a adequação nutricional dos alimentos à venda no Mercado português dirigidos a crianças dos 6 meses aos 3 anos mais de metade destes produtos alimentares não cumprir todos os critérios nutricionais recomendados pela Organização Mundial de Saúde adição de açúcares ou adoçantes é um dos principais motivos do incumprimento na sequência destes resultados a ordem dos nutricionistas lançou um repto à direcção-geral da saúde para esta agir junto a indústrias alimentares e Pressionar para que estes produtos sejam reformulados para nos falar disto a mesmo temos conosco nos estúdios do Porto a Doutora
Alexandra Bento bastonária da ordem dos nutricionistas muito boa tarde obrigado por estar conosco o estudo tem resultados Claros mais de Metade dos produtos alimentares para crianças entre os 6 meses Como já disse os três anos não cumprir de facto todos os critérios nutricionais recomendados pela OMS Esse é um facto não é um facto os estudos o Instituto Ricardo Jorge vende trazer estes dados fundado de qualidade e são Dados importantes para a ação e o que não vem dizer é que parte destes produtos alimentares que são destinados àqueles são mais pequeninos não as nossas crianças dos
6 meses aos 36 meses efetivamente tem aquilo que não podem que não devem ter melhor dizendo que não devem ter que é sal e que açúcar facto de sal e açúcar não devem estar nos produtos alimentares destinados as nossas crianças quando vemos que de facto mais de metade destes produtos sem sal ou açúcar efetivamente eu acho que não é difícil de perceber que é motivo de preocupação mas também deixe-me dizer-lhe uma outra coisa é que se este é o cenário no dia de hoje se porventura nós conseguimos recuar anos conseguimos perceber que o cenário dos
alimentos em Portugal os alimentos estão disponíveis para nós adquirimos tem vindo a melhorar e portanto eu acho que estão a ser dito para que os portugueses percebam que aqui um conjunto de iniciativas nomeadamente de iniciativas levadas a efeito juntos a indústria alimentar para que haja reformulação de produtos agora atendendo aos dados que nós temos não podemos ficar satisfeitos de se estar a Desenvolver atividades e ainda não termos chegado aquilo que é os referenciais da organização autor Alexandra Bento sobre melhorava este imenso no controle de facto alimentares nas muito pode ser feito e temos sempre que
fazer melhor neste caso este sal e estes açúcar são refinados não não tem outra qualidade que não seja retirado que Impacto é que esse pode ter nestas crianças desde logo também penso que quem nos ouve consegue perceber que nesta terra idade nós estarmos a colocar estas crianças em contacto com sal e açúcar em Pastos para a saúde e que não devem estar presentes na alimentação destas crianças desde logo nós vamos no condicionar aquilo que a sua preferência em termos de gosto quando não deve estar presente pequeno nocivo para a saúde de qualquer indivíduo em qualquer
idade mas desde logo nesta tenra idade nós temos lá condicionar aquilo que a preferência alimentar mas eu acho que isso é verdadeiramente importante se hábito e é grave quando acontece tanto aqui agora a ver uma ação mais forte mais musculada mais intensa junto à indústria alimentar que têm demonstrado receptiva para a reformulação dos produtos alimentares e quem de facto e de direito deve tomar a grande iniciativa de levar a efeito esta reformulação alimentar que reforço tem vindo a ser feita mas tem que ser feita com mais celeridade direção-geral de saúde Só Como já disse o
açúcar não devem ser consumidos durante o primeiro ano de vida e o que isso vai de alguma forma de terminar o paladar de 100 das pessoas e portanto ficaram toda a vida delas dependentes destes sabores digamos é claro claramente nós nós temos a no fundo a educar as nossas crianças para uma alimentação que seja adequada e logo então tem autoridades tanto a falar de crianças de seis meses 7 meses oito meses no aterro idade estamos as pulgas sal e açúcar estamos a fazer uma exposição precoce a sala e açúcar que só me faz para a
saúde portanto é de facto uma situação que é gravosa presente urge agir e também devo dizer que quem não está a ouvir e também tem crianças destas idades também deve ter as suas cautelas em casa e eu deveria haver o maior controle sobre sobre os alimentos para estas fases festa cidades claramente E é isso que eu estou a tentar a dizer nestas minhas palavras claramente maior controle e é bom que se perceba que estas estas empresas produzem estes produtos não estão em cumprir a lei não estão em cumprir a lei estão em cumprir aquilo que
são recomendações de uma autoridade de saúde em concreto da Organização Mundial de Saúde é em termos legais não estão em cumprir e portanto Isto É bom que se perceba não devia estar presente não quer dizer que não possa em termos legais estar presente agora o que o nosso país pode e deve é caminhar no sentido de providenciar produtos alimentares que sejam adequados para a saúde de todas as idades e claramente estamos a falar de produtos alimentares para para crianças eu acho que aqui deve haver uma ação mais reforçada das autoridades de saúde em concreto da
direção-geral de saúde dizer que a direcção-geral de saúde que tem estado muito próxima da indústria alimentar a Celebrar acordos por um conjunto de produtos alimentares e Indústria alimentar tem demonstrar a esta iniciativa de reformular os seus produtos alimentares retirando e aquilo que é nefasto nomeadamente indo reduzido reduzindo a quantidade de sal reações a quantidade de açúcar se for desculpa desculpa interrupção já O Progresso em relação o pão O que quer dizer que pode fazer relação a outros alimentos fala não exemplo que é prodigioso é um grande exemplo de trabalho que Portugal tem feito de facto
o pão aquela aparecer eu acabava por ser um grande veículo em termos de sal quando de facto adquirimos sal estávamos a com o rei adquirimos não estávamos a consumir sal de forma involuntária estou a falar no pretérito falar no passado porque de facto a legislação veio a regular o sal no pão é do ano de 2009 tem 2009 saiu uma legislação em que vai determinar a quantidade máxima de sal no pão mas mas em 2017 Eu acho que isso é importante de ser dito em 2000 e o Ministério da Saúde via direção-geral de saúde celebrou
um protocolo com a indústria da Panificação para que estes fossem além daquilo que estava determinado em termos de legislação para que a de uma forma progressiva até o ano 2021 frente o ano que que terminamos a quantidade máxima de solo o pão fosse um grama por 100 gramas de pão daqui ao facto de um trabalho muito interessante por parte do nosso do nosso país no domínio das políticas públicas de saúde em concreto na área da alimentação e são estes exemplos positivos meu caso do sal no pão que nós temos que lhe dizer que eu apresentei
os alimentos que podem ser aproveitados em outros produtos nomeadamente este dirigiu as crianças mais pequenas em que ainda não tem o gosto e do carro em dúvida Sem dúvida existencial e também junto assim e tem sido feito não conjunto de produtos alimentares e portanto o que importa é que e eles não sejam deixados de fora de forma nenhuma aliás Se pudéssemos priorizar porque nós podemos trabalhar em simultâneo em várias categorias de Alimentos mas sim de que houve essa necessidade de priorizar não há que ver que esses seriam os os produtos prioritários estamos a falar de
produtos alimentares que são desenhados intencionalmente para crianças não podem ter sal melhor dizendo não devem porque quando vivo podem quase parece que não podem termos legais e a Lei não proíbe mas não devem claramente ter sal nem devem ter açúcar e portanto contamos com indústria alimentar para de facto os retirar os Rodrigo destes produtos alimentamos com a direção-geral de saúde para intensificar o seu trabalho junto à indústria alimentar para instalar fonte revista Toda Alexandra Bento que sejam parecidas isto se dão de certeza até lá os pais mais responsáveis terão que fazer a alimentação em causa
e optar por e são mais natural muito obrigada E para Além disso deixou sozinho outra coisa os pais também em casa quando eu fazer as suas compras através são reguláveis odiar e para os rótulos compararem produtos alimentares e fazerem as melhores escolhas muito obrigada Alexandra viu um ano precisa igualmente igualmente