oi gente aí pessoas sejam bem-vindos a mais uma linha aqui no canal eu sou professora carla panini tô aqui para falar um pouquinho daquilo que eu amo tanto que são as casarts de modo em geral para vocês hoje nós vamos falar um pouquinho sobre uma única linguagem artística elas vão dar uma percorrida por toda a história da arte desde a pré-história até os dias atuais vendo toda a evolução né que essa linguagem sofreu aí né como todas as outras linguagens artísticas vão se modificando né no decorrer do tempo essa também teve ali as suas transformações
e que foram extremamente importantes para sua evolução é hoje nós vamos falar um pouquinho sobre a escultura a então nós vamos falar um pouquinho sobre essa linguagem artística que é tão rica né e é uma das camisa gente consegue mais interagir aonde a gente consegue ter mais se contato né de olhar e andar em volta por causa da sua tridimensionalidade hoje eu tô aqui com a frente e ele companhia é que a com certeza com vocês e que a gente possa ir ter momentos agradáveis afinal estamos precisando muito né se não tiver força ai ai
né o que será da gente até pode se perguntar né porque que ela fala das camisetas e tal é porque a camiseta ela faz parte um pouquinho da minha personalidade através delas eu mostro as coisas que eu gosto é a coisa que eu frases.eu curto filme zé e não fala de aula e só sempre presente junto comigo né e hoje e aqui é minha sala de aula é aqui é onde eu passo um pouquinho de mim da minha arte das coisas que eu gosto e da minha máquina para os meus alunos que estão aí acessando
esses vídeos e para todo mundo que gosta também se a sua primeira vez aqui no canal espero que você goste curta compartilhe falta daqui uns passos eu para falar um pouquinho de arte e aí vamos falar de artes e a produção hoje o nosso tema é escultura né a sua evolução dentro aí de toda a história da arte da escultura ela é uma manifestação artística uma linguagem artística tridimensional que pode ser feita nos mais diversos materiais dependendo da técnica que planta utilizada né como técnica da gente tem assim relação nós temos a modelagem a fundição
nem podemos utilizar aí para fazer uma escultura os mais diversos materiais como por exemplo metais pedra madeira argila arame plástico que a gente tem hoje em dia na arte contemporânea principalmente o infinidade de possibilidades para que a gente possa trabalhar dentro da escultura do tema não vamos começar lá desde o início das primeiras culturas então nós temos esculturas da pré-história principalmente no período paleolítico então não paleolítico a gente vai ter ali como demonstração escritório e se foram encontrados geralmente elas darão de figuras femininas e bem gostosa assim arredondadas então seios fartos nada das grandes e
por que que eles faziam segundo alguns pesquisadores historiadores era por conta da crença assim como na pintura na pré-história fazia-se a pintura o desenho no paleolítico pela crença pela magia faz cultura também era feita dessa forma então nós vamos ter essa escultura com setor segundo o rito de fecundação era uma era um exemplo do corpo feminino como aquele que dá à luz né aquele que traz a vida então como se fosse seria a mãe natureza né então nós temos essas formas mais arredondadas dentro dessa escultura posteriormente né dentro de outros períodos mesolítico neolítico foram encontradas
outras esculturas também mais uma quantidade muito menor o foco mesmo ficou ali dentro do paleolítico e foi a gente vai ter a liberdade dos metais escultura até como eles já tinham o domínio né relacionado ao fogo eles conseguiram utilizar já fogo então esculturas metais começam a surgir é diferente de lado paleolítico que as esculturas eram feitas em pedra martin usava também óculos de animais pedaços de madeira estão no período da idade dos metais a gente vai ter passando ali por todo né esse processo de amadurecimento desse cultura lá na pedra lascada no paleolítico e cultura
mais rudimentares depois vão ter na verdade para nós vamos ter uma pedra polida já um pouco mais trabalhada mas o menor quantidade de produção histórica e na idade dos metais que a gente tem nem como o marco nessa transição do período da pré-história trata antiguidade para a história diga a gente vai ter uma escultura que retrata um pouquinho do dia a dia retrata um pouquinho ali do cotidiano daquele período e feitas em metais como bronze ferro era os materiais utilizados dentro da confecção dessas esculturas e narravam um pouco do que acontecia ali dentro daquele cotidiano
estão saindo da escultura a idade dos metais aonde nós tínhamos ali o trato dos guerreiros das mulheres te tratando alegre depois de ano nós vamos falar um pouquinho dos registros a escultura egípcia ela tinha como finalidade vários pontos né um dele era fazer parte de construções fazer parte do conjunto arquitetônico então era ela começou com os relevos ali dentro dos hieróglifos aí tínhamos esculturas gigantescas não fachadas também dentro desse templo tinha também pequenas esculturas e representações do faraó ou de animais ou de deus e que também ela tinha a função de por conta da crença
dos egípcios assim como lá na pré história eles também faziam as coisas cultura por questões religiosas né por sua crença no egito também no egito ele tem como foco né principal a questão da imortalidade da alma e essa questão de dar uma retornar e ter uma nova vida né e utilizar tudo aquilo que se fazia antes então os materiais utilizados para as produções das obras de arte egípcia geralmente eram bastante duradouros como pedra ouro e na escultura também utilizava que esse tipo de material algumas esculturas não é muito grandes elas eram feitas em barro também
que tinha um acabamento envernizado ou vidrado né com a semelhança ao vidro e esculturas que eram colocadas ali dentro das tumbas mortuárias nesse das pirâmides ela tem uma função também de abrigar a alma do faraó caso esse faraó é uma dele retornar se a sua múmia ele não tivesse em bom estado de conservação para que ele foi para que aquela alma pudesse habitar aquela aquela múmia a gente tinha ali a questão da escultura que serviria demorada para aquela alma saindo ali né da escultura egípcia nós vamos falar agora um pouquinho da escultura grelha a escultura
grega ela tinha uma semelhança muito grande com a escultura egípcia as figuras elas eram bastante rígida com pouco movimento geralmente os pés juntos os braços alongados essa para a gente chama de arcaica tá nós vamos ter três períodos dentro da escultura grega arcaica clássica e helenística então após o período é arcaico últimas semanas esculturas inspiradas ali dentro desse conceito egípcio de rigidez de solidez né de pouco movimento a gente entra na escultura clássica no período clássico é o período clássico ele vai um globally as esculturas devemos mais conhecidos aí dentro dessa história da arte clássica
grega nós temos aí o início da movimentação né do movimento dentro da escultura temos também o estudo da proporção anatômica da anatomia de um modo geral e nessa fase né cultura clássica o gregos buscavam uma perfeição então as pessoas que eram retratadas naquelas esculturas de ohm os deuses aos heróis que eram geralmente os temas abordados nas suas esculturas ela não é uma pessoas não tinha um modelo era alguém criado não era alguém colocado ali de uma forma perfeita então havia tá busca por uma beleza ideal uma busca por essa perfeição então tudo não existe defeito
naquelas imagens é não tinha ninguém é com nenhuma parte do corpo de proporcional tudo era criado de uma forma que aquela figura ficasse perfeita então tenho do clássico nós vamos ter ali o início do movimento e essa idealização e aí a gente vai para o período helenístico é onde surge é grupos de culturas são várias pessoas dentro de uma mesma cultura o no feminino também surgem nesse período helenístico e a figura começam a ficar um pouco mais expressivas um pouco mais reais elas não seguem tanto aquele aquele cami aquele padrão de beleza idealizada que você
tinha no período clássico é isso vai ser bastante utilizado pelos romanos também depois pede para o e vamos ser inicialmente uma influência dos etruscos e depois conforme os romanos o império romano vai dominando o outros lugares e aí também chega até a grécia vem aí essa influência imensa da escultura grega dentro da escultura romana a diferença principal né escultura grega e romana é que na escultura romana eles colocavam um pouco mais de realidade nas suas obras ele já tentavam fazer like mais cultura fotográfica um retrato das pessoas e só os nobres as pessoas mais importantes
ainda continuavam sendo retratado de uma forma bem e realizada mas a gente já vai ter um vai comer turma desvincular essa questão desse ideal de beleza que a gente via tão presente na escultura grega a gente vai ter o surgimento do busto que são aquelas esculturas do ombro para cima nós vamos ser também uma homenagem sempre retratando heróis retratando guerreiros né cenas históricas o período ali romano as conquistas e tudo mais aparecem com bastante frequência nas esculturas romanas também é uma coisa que a gente tem que agradecer muito né em relação aos romanos e essa
cópia que eles faziam sem até escolas né em atenas em uma escola de artista que que estavam ali para produzir a obra tá bom então o esteja né tem os romanos ele tinham além de uma grande influência dos gregos ele também acabaram utilizando muitos artistas gregos para produzir várias obras para ele então cada lugar que eles iam invadindo e dominando né ele pegava um pouco daquela arte para se ia difundindo isso também por outros lugares e acontecendo ah tá né porque ela também de estilos artísticos e a gente vai ter ali até pra questão de
representação mais fotográfica um pouco e não tão idealizado e como eu tava falando a importância que os romanos tiveram para trás esculturas gregas aqui muitas culturas pega se perderam elas acabar e aparecendo aí no decorrer da história e devido a essas cópias que os romanos faziam na época a gente tem aí uma uma profusão e uma grande é um grande conhecimento em relação a arte grega também desse período clássico por conta desse trabalho fosse realizado sair pelos humanos também a escultura romana ela fez ali uma grande profusão netos volta do século 6 antes de cristo
e não tá com um antes de cristo a gente tem aí uma obra orestes e electra que é um grande exemplo dessas cópias das esculturas gregas que acabaram ali tendo o seu legado mantido por conta desses estudos e dessas escolas que produziam as esculturas gregas nesse período também do império romano com o fim do império romano ocidental a gente passa até ali uma grande influência da arte oriental também dentro das esculturas romanas pela simplificação dos pratos e aí a gente ela vai adentrando na arte bizantina paleocristã arte é aonde esse foco dessa perfeição anatômica dessa
busca por essa beleza e realizada vai sendo abolidos né vai ter me deixado tudo de lado todo aquele estudo que era feito em relação ao corpo humano nesse período clássico grego romano vai tendo deixado de lado ali na idade média dando maior ênfase à as esculturas cristãs e com e sem nenhum tipo de preocupação com pro portão ou com regra é anatômica e assim por diante e o final da idade média a gente vai ter esse cultura gótica com figuras mais alongado ele vai ter uma representação com linhas mais simplificadas um pouco e vamos abrir
as portas aí para o renascimento chegamos então no renascimento né um período que vai retomar todos aqueles conceitos clássicos greco-romanos se foram deixados de lado ali nesses mil anos de idade média do século 4 aos 7 14 e retomada no século 15 com todo o estudo anatômico o estudo de pro a sombra é de técnicas e essa questão da beleza realizada da idealização entre essas linhas muito bem delineado retornam com tudo ali no renascimento renaman mão de grandes artistas e grandes mestres ali dentro da escultura é a gente tem um vídeo já que fala sobre
o renascimento que vai mostrar um pouquinho dessa mudança de pensamento medieval e renascentista quem quiser aperta lá para ter um pouquinho dessas informações também e a gente vai falar agora um pouquinho vai observar na verdade algumas obras de alguns artistas do renascimento como michelangelo conhecido como divino michelangelo temos tello e fica evidente aí nas obras desses artistas essa questão dessa idealização nessa busca por esta perfeição que foi lá resgatada do período clássico grego romano temos também outros artistas como o andré há de vir ok germain pilon francês estilo de carne no tempo o artista sair
tão ricos entre as suas esculturas renascentistas saindo do renascimento entramos no século 17 aonde nós vamos ter uma escultura voltada para a questão religiosa também na sua maioria né nós temos várias produções de obras barrocas voltadas para a questão religiosa que nós vamos ver um pouquinho mais para frente porque no outro vídeo hoje nós vamos falar um pouquinho das características da escultura mesmo tá escultura barroca ela era tomada por grandes perecividade muito movimento linhas arredondadas drapeados de tecidos então a gente pega um grande contraste né uma grande diferença como a gente pode ver aí nessa
obra do davi né olha a diferença do davi de michelangelo davi do bernini era um escultor da desse período barroco então eles conseguem perceber ontem uma expressão mais tranquila né apesar de tensa né mas a vida michelangelo a gente repara que tem essa questão parece que ele tá mais suave né já e tem todo um movimento uma contorção do corpo na sobrancelha ali franzida então a gente consegue perceber uma tensão muito maior uma emoção e um movimento muito maior na obra do barroco então essa característica né dessa emotividade dessa questão de luz e sombra escultórica
a gente também percebe na pintura barroca e ela é trazida também ali trás esculturas que a gente vê isso muito claro só vamos ver mais algumas obras aí do benny né então vermelho e ele tem essa característica dos drapeados muito marcado nos tecidos é só expressividade espacial também muito presente dentro das obras essas linhas arredondadas que faz com que o nosso olhar percorria né toda obra procurando detalhes então isso é algo muito presente dentro da escultura do benny que é de uma genialidade e absurda deve ter emociona olhar faz a fazer cultura soberania ea gente
tente as tentações que aquele personagem estão sentindo também nela e a tag trazer para gente essa emotividade realmente até expressividade essa emoção é tão presente e é uma característica tão marcante do barroco o outro grande nome nela escultura barroca é brasileiro antônio francisco lisboa conhecido também como aleijadinho tem ali suas obras com características muito únicas e marcantes como os olhos amendoados do nariz afinado uma expressão facial muito própria realidade não tem uma vida quando ele não se sabe muito sobre ela porque os seus dados biográficos eles foram feitos de 40 anos só depois da sua
morte eu não tenho muitos registro em relação a vida dele né o que a gente sabe aquele é filho de uma negra brasileira pediu um arquiteto português né então ele tem essa essa miscigenação ali como todos nós brasileiros também temos um pouco aí dentro de cada um de nós e o aleijadinho ele era genial dentro daquilo que ele fazia tomar para tirar toda dificuldade que essa doença degenerativa tá e do atrofiamento dos dedos das mãos ele conseguia produzir obras incríveis tem suas 400 obras a gente não tem exatamente a noção de quantas são realmente dele
porque muitas obras são atribuídas por conta de característica só a gente não sabe que foi um aprende né se foi alguém que trabalhava ali junto com ele dentro do seu bateria até para ajudá-lo por conta ali da sua dificuldade às vezes de manusear a amizade entre uma fase ali na sua vida em que contam que ele é pretendia o cinzel né vocês nos seus custos né para poder continuar esculpindo então a gente tem aí esculturas de uma grandiosidade e absurda né dentro desse período barroco brasileiro aqui que aconteceu no século 18 tá então a gente
tem características semelhantes ao barroco eo rococó também faz um pouco dessa mistura dentro do nosso barroco 18 nós temos também a o centro do período rococó que é uma estruturas mais decorativas em vários detalhes também linhas bem arredondados que também se assemelham muito a escultura barroca e dentro ainda do século 18 iniciando no século 18 nós temos o período neoclássico é que vai novamente retomar ali todas as características do período clássico greco-romano então nós vamos ter a tona novamente a perfeição a idealização a busca por traços e linhas perfeitas estão dentro da pintura neoclássica por
exemplo eles eram muito mais lineares muito mais de desenho doki pictórico questão de uso de cores e luzes e sombras para ele pela luz e sombra loterias para poder dar volume naquilo que estava sendo retratado e não com emotividade como era no barroco na verdade eles abominavam o barroco para eles o da roupa numa coisa horrorosa então eles tentavam colocar ali dentro das suas obras ela foi essa coisa mais suave né de linhas muito bem delineado e a gente vê isso na escultura é a volta do uso dos bustos nele para poder ressaltar as figuras
importantes dentro das batalhas não de vários temas físicos eram abordados dentro das produções artísticas então nós temos generais nós temos imperadores nós temos pessoas de grande importância e dentro dessa guerra sendo retratada no período neoclássico dentro das esculturas então os bustos e as esculturas de modo geral acabaram sendo bastante utilizado com essa finalidade que sempre retomando aliás características do período clássico como esse período eu coloco entramos ali do romantismo um pouco mais de emoção de muito de emotividade dentro dessas obras e aí vamos para o realismo século 19 aonde a gente vai falar um pouquinho
da criação de uma cultura menos acabada né aonde meio que aboliu se é para questão da perfeição então nós temos rhodan e temos camille claudel que a gente também gritou já num outro vídeo falando sobre realismo então a gente vai ter ali e cultura mais as cenas do cotidiano com a emoção né propriamente dita humana então a gente tem a lista essa questão da emotividade humana sendo retratada nas esculturas também você não manda a maneira como ele é e as esculturas ela vai acabar você não deixada com o acabamento não tão perfeitos eles não estavam
eles não inchavam eles não folião é aquela escultura eles pra gente que era proposital ficar teria marca dos dedos que ficar sem as arestas da hora da modelagem trabalhava se bastante com o pé de metal também nesse período e aí a gente vai ter as esculturas mais voltadas para essa questão do cotidiano mesmo das emoções humanas as vivências humanas dentro desse período de meados do século 19 e que vão abrir uma porta para novas formas escultóricas que vão surgindo pensa que até então a gente chegou no max escritório toda a história da escultura ela parece
que chegou no momento aonde ela não vai ter mais para onde ir ela não tem mais como evoluir não pertençam a gente já fez ali toda a perfeição do renascimento depois do neoclássico e aí vem rhodan e a camille que acaba mostrando não só a parte física da escultura mas essa parte também da emoção que acaba retomando um pouco as questões do barroco também né dessa dessa emotividade toda dentro das obras e aí não é para onde esses artistas iriam que eles iriam fazer a partir daí e aí no século 20 a gente entra mais
cultura moderna aonde nós vamos ter novos experimentos novos materiais novas formas de representação é intensa que nesse período o número estava passando por uma mudança absurda tecnologia uma mudança tecnológica muito grande só temos os movimentos de vanguarda acontecendo na europa também as vanguardas artísticas surgindo ali ou seja a escultura acompanhou isso também então tava surgindo ali é abstracionismo cubismo essa simplificação das linhas simplificação das formas os materiais mais diversificados e acabaram influenciando na escultura e os artistas desse período acabaram trazendo isso para suas obras também aí preocupava tem muito mais com a questão do conceito
da ideia né do que da obra em cima da imagem reproduzida na obra propriamente dita então nós vamos ter alguns artistas aonde a gente vai ter muito visível nessa questão essa mudança toda que ocorreu dentre eles os artistas nós temos picasso o henry mor brancos temos também algumas representações aqui no brasil né com várias esculturas dentro do período concretista também já temos um vídeo sobre concretismo quem quiser esfriar um pouquinho como isso aconteceu então formas mais simplificadas mais geométricas e no final do século 20 temos o rumo né que é um australiano que trabalha com
hiper-realismo então são escultura aonde é a gente vai observar imagens de uma realidade absurda né em tamanhos também muito variados ele tem estruturas desde pequenas esculturas menores até esculturas gigantesca é eu tive oportunidade de visitar uma exposição aqui na cor teka desse artista e fiquei assim pasma né de ver a grandiosidade do trabalho dele ea expressividade das figuras que ele esculpe então a parte emocional daquela segura elas são muito presentes dentro das suas obras todas as mudanças o que aconteceram aí no século 20 abriram as portas para a cultura dentro da arte contemporânea só nós
temos aí na arte contemporânea na escultura contemporânea toda essa liberdade expressiva né esse uso de materiais diversos nessa questão de retratar assuntos os mais variados possíveis e essa questão do conceito muito enraizada tô na cama detectando da ideia ser mais importante do que a obra em si muito presente dentro da arte contemporânea dentro da escultura contemporânea produzida a formas as cores ela não consegue tentando trazer uma sensação fazer uma reflexão fazer com que a gente observe os assuntos mais variados do nosso cotidiano dentro daquelas esculturas e a gente tem trabalho que chocam pelo assunto tratado
e deixa a gente encantado pela beleza e essa arte né isso faz parte aí do nosso dia a dia e a gente realmente é um reflexo usa disso daquilo que acontece ao nosso redor e bom então a gente fica por aqui muito obrigada por mais essa aula agradeço aí a presença de todos né pra assistir esse vídeo seja muito bem-vindo não esqueçam aí perguntaram ou então nosso vídeo se inscreva no nosso canal sempre morreu linhas novas sobre arte sobre parar sobre linguagens artísticas e os assuntos relacionados a esse tema um beijo e até a próxima
a