E aí [Música] É nesse segundo estudo de caso a gente vai trabalhar agora uma situação competitiva mas de propósito Eu não escolhi qualquer caso eu escolhi um caso que talvez você não pensasse que seria um prioritário para a justiça restaurativa o Raul antes é um dos principais autores de Justiça restaurativa contemporâneas ele fala que tá pensar em quais casos eu posso ter a justiça restaurativa talvez eu tenho que olhar para quais danos e dores eu tenho ali o hard Jardins que quanto maior o doido dano maior potencial restaurativo mas também o maior cuidado que a
gente tem preparo do facilitador prontuário o caso que eu vou falar para vocês agora é o caso de uma adolescente que o outro e aqui em Belo Horizonte e que me caminharam caso quando esse menino tinha 17 anos ele era um garoto que já tinha envolvimento com tráfico de drogas desde os 12 anos de idade e que tinha se envolvido num duplo homicídio ao 17 talvez você realmente não imaginasse que esse fosse o caso e justiça restaurativa que me encaminharam na mesmo eu é justamente por isso que a gente romper um pouco com esse paradigma
de menor potencial ofensivo embora também espero que a gente conseguiu redor desse curso decorrer do curso romper com o paradigma de violência criminalidade de tem que ser dentro do sistema socioeducativo e principalmente trouxe o primeiro estudo de caso relacionado à escola mas então esse garoto com Esse envolvimento no tráfico de drogas e no Doutor homicídio na verdade que veio o caso para a gente o processo os altos trabalhavam relação a duas a E no caso desse duplo homicídio uma das pessoas era parente dele e a outra delas era uma pessoa que tava na hora errada
no lugar errado que foi morto junto um menino também adolescente e esse caso foi encaminhado para a justiça restaurativa porque a mãe dessa vítima dizia que queria muitíssimo conhecer quem era um monstro que havia matado o filho dela o único filho dela é de família com essa molhadinha quando ela disse que ia olhar nos olhos dos olhos daquele monstro e saber quem é ela eu me o monstro e ela usava essas palavras para dar uma deixa muito forte do que potencialmente assim encontro poderia fazer bem para ela Claro a gente tinha que trabalhar aqui no
individualmente por bastante tempo identificar necessidade de identificar sentimentos e de cá por que que essa mulher chama Demonstra o que ela considera qualquer que ela precisa nesse instante quais seguranças então era muito importante falar com ela antes mas também com ele perguntar se o menino que é participar ou jilo sua Perspectiva da história compreensão de impactos o que ele conseguia ver dali tão tanto dessas coisas eram importantes também ó e aqui nesse caso narrado do jeito que eu tô trazendo para vocês talvez umas coisas que a gente deve se perguntar é quem sofre doida ano
e absorvem que aqui quem sofre doidão é muito maior do que simplesmente a vítima fatal a manga essa vítima fatal tem dois mandando um tremendo Então observa aqui também quando a gente faz essa pergunta na justiça restaurativa não conheci de com vítima-ofensor um e a gente tá me procura saber aqui do que é que essa pessoa precisa e ela me dizer que as necessidades dela eu quero conhecer eu quero saber porque se mostra uma tendo filho então essa também era necessidade dessa mulher depois a gente procura ver quem tem alguma obrigação satisfazer essa necessidade quem
pode ter alguma responsabilidade e também quem seria uma presença bacana daquela micro comunidade referência frete para estar junto nesse caso e ainda o que é que essa pessoa acredita que poderia satisfazer suas necessidades são algumas das perguntas que a gente faz antes mesmo de perguntar qual método já que na justiça restaurativa a gente pode operacionalizar isso por diversos métodos então aqui dentro da primeira pergunta que eu queria trazer para vocês para vocês refletirem um pouco e logo em seguida deverá ter um vídeo de resposta que eu vou trabalhar propriamente como um ato aí nesse caso
eu queria que vocês tiverem pensar assim e tem algum caso que não poderia ser encaminhado para a justiça restaurativa ou não havendo o voluntariedade das participantes seria possível está na justiça restaurativa uma segundo se essa mulher dessa mãe me demonstra interesse em estar presente no caso mas o garoto nome de monstro é possível fazer um processo restaurativo sem a pessoa que pediu dano ou ainda se fosse contrário sem a vítima isso seria possível se sim que a gente poderia fazer e ainda uma outra pergunta no caso como esse será que é melhor coisa a se
fazer seria trabalhar o conflito em si ou algum outro nível de percepção com cada uma dessas partes e por exemplo de como que ela se sente em alguma necessidade algum círculo de luto Essas são algumas das questões que eu quero que vocês reflitam a respeito e aí no próximo vídeo vou trabalhar com vocês narrando praticamente Como que foi o encadeamento dessa história