o olá eu sou marcos amor e hoje vou falar sobre ética e tecnologia a partir de um livro escrito pelo tom chefe o dia em 2012 esse livro se chama como viver na era digital é um livro que tem todo um jeito assim de manual de auto-ajuda mas apesar de não ter uma estrutura técnica de não ser um texto sem acadêmico né com uma densidade acadêmica eu acho que ele traz algumas reflexões que são importantes para a gente pensar essa relação entre ética e tecnologia inclusive hoje tanto tempo depois ele que ele foi escrito digo
tanto tempo em relação essa questão do avanço da tecnologia esses oito anos que separa a gente hoje aqui em 2020 quando eu tô falando com você para quando ele escreveu em relação ao avanço da tecnologia acaba sendo bem significativo muita coisa mudou mas ainda sem o livro traz algumas contribuições que eu acho que são bem significativas um ponto que é importantíssimo que ele diz tá quer a lição da experiência sensível pela experiência digital um exemplo que utiliza é o da escrita ele vai dizer assim que quando ele vai escrever escrever no papel mesmo a lentidão
da escrita manual ajuda ele muitas vezes nada e só são daquilo que ele escreve porque ele tem uma memória muscular que é mais intensa mais cinestésica e consequentemente mais significativa do que essa que a gente tem que a gente vai digitar um texto no teclado ou no celular e aí a questão aqui não é condenar a tecnologia e o próprio autor ele não não faz isso ele não é um ludista né ou seja alguém que acha que a gente precisa o que a gente deve se afastar da técnica porque a maior parte do nosso problemas
vem nesses instrumentos técnicos ele não é desse grupo aí a questão para o chefe e eu tendo a concordar com ele aqui muitas vezes a gente padroniza os nossos comportamentos quando a gente não precisa que as coisas sejam assim é um fato por exemplo que muitas coisas têm que ser escrito no computador pega nesse exemplo em um descrita por que é mais fácil mais se você precisa daquela agilidade ali só que outras coisas não e isso vale para diversas experiências que a gente tem e e a gente poderia lidar melhor com isso dividindo o nosso
espaço organizando-o nosso tempo em relação a essa atividade é a maneira como a gente se relaciona com esses objetos com os produtos que a gente tem acesso com a nossa forma de conhecer e interagir com a realidade um exemplo que eu acho que é bom de discutir essa questão da leitura se a gente for pensar em termos imediatista digamos assim nunca se leu tanto quanto hoje a gente passa horas e horas no smartphone é mexendo em redes sociais lendo notícia a gente nunca leu tanto só que mesmo assim muitas pessoas têm dificuldade de ler um
livro e aí não tem a ver com a quantidade de texto porque uma pessoa pode ler muito texto na internet e de repente ela foi essa mesma quantidade de texto num livro no papel ela vai ter dificuldade porque é uma outra coisa tem a ver com o hábito de leitura você pode até ler atualização e notícia no twitter o dia inteiro com a televisão ligada do lar do se alguém com música alta e aquilo não gosto de atrapalhar mas para terminar os textos é necessário um pouco de concentração de dedicação e aí você precisa entender
isso né peça medida de como separar esses diversos essas diversas experiências que a gente tem nesse caso específico aí com a leitura isso a gente trata e aí isso é exatamente o problema semente trata todos os produtos culturais da mesma forma que a gente vai agir a gente mesmo sempre da mesma forma ainda que em relação ao coisas bem diferentes certamente a gente não vai ter um resultado do que é positivo mais uma vez aqui não significa que não devam existir por exemplo redes sociais online ou que está nas redes sociais no twitter no instagram
no facebook que é uma perda de tempo não é não é esse o ponto mas sim que a gente precisa entender como utilizar esses recursos o tom sheffield fala por exemplo sobre a questão da especialização que afeta a gente com cada vez mais força a humanidade já sofre com isso o há muito tempo não é uma coisa é de agora né durante boa parte e da nossa existência eu digo isso bem antigamente mesmo as pessoas compreendiam todos os objetos e circunstâncias ao redor delas elas plantavam que ele traz comillas caçavam aquilo que elas comigo elas
faziam as próprias roupas elas narravam suas histórias então aquela comunidade que vivia em torno de si elementos conhecia tudo aquilo que compreendia o senso de existência daquela própria comunidade só que a especialização do conhecimento a mecanização dos processos foi pouco a pouco tirando isso da gente e hoje com smartphone com o computador internet das coisas ela a gente está cada vez mais perto de pelo menos a maioria da população cara que tem pessoas que estudam isso que entendem isso com mais perto de cássia então nos torna tão difícil assim para as pessoas mas por exemplo
muitas pessoas entregam seus dados para empresas como o google armas não apple sem nem saber o que que elas estão fazendo mas aí você pensa assim será que faria diferença se elas soubessem que elas iriam usar os aplicativos do mesmo jeito é de um ter uma conta o e-mail de qualquer forma ela se usar aí fazer compras na mas não da mesma maneira então se ela souber como como que esses dados são utilizados faz alguma diferença faz porque aí elas pensarem o melhor sobre a necessidade de acessar todos esses serviços disponibilizar as informações neles elas
riam por exemplo ativar a autenticação em duas etapas não iam colocar a mesma senha em todos aqueles apps que elas utilizam eu postar foto na internet sem refletir sobre elas e um verificar as opções de segurança e tirar algumas coisas que talvez sejam mais agressivas enfim poder refletir sobre esse uso é algo significativo e a questão levantada pelo tão chefe de no livro dele tem muito a ver com isso porque é uma questão educativa a gente vive ele vai afirmar isso a gente vive uma época que quase esse decretou o fim da autoridade muitas vezes
por exemplo você vê grande parte do público dando mais atenção para um tweet ou para um vídeo no youtube do que para um especialista que talvez naquele caso específico naquele assunto eu peço eu possa ser mais responsável para tratar naquele tema sei lá para falar de saúde pública de economia ou de educação mas ao mesmo tempo que se parece ruim só pode nos dar a oportunidade de compartilhar expertise que a gente tem com outras pessoas sem intermediários e assim contribuir com a criação nesse caso específico internet de um ambiente online que é melhor que possa
ser mais seguro que possa ser mais ético o benefício mais óbvio da internet se a gente for pensar em relação às mídias interiores principalmente é que diferentemente do livro da televisão do rádio na internet qualquer pessoa pode ter o seu canal direto com o público não perde saca muito público algumas pessoas vão ter acesso a um público muito grande outras um público pequeno mas você tem um canal de comunicação que a directora quer que você pode utilizar não é de graça obviamente mas quando você usa o twitter facebook instagram o whatsapp você não paga pelo
aplicativo você tá pagando vendendo seus dados aquela coisa que eu falei antes de entender como esse elemento funciona mas enfim você tem ali um canal de comunicação que você oi e sim a gente pode usar esse canal só para distribuir acessar memes para rir destino da humanidade pode mas a gente também pode fazer outras coisas se a gente pode colaborar no sentido de tornar a internet melhor e muita gente já faz isso você certamente conhece muitas pessoas que usam parte do seu tempo para ajudar outras pessoas com aquilo que elas sabem porque e aí porque
que elas fazem isso acho que no final das contas tem a ver com o fato de que a vantagem é para todo mundo o thomas hobbes que falam filósofo inglesa que defendia a tese do contratualismo ele afirmava que a natureza humana é essencialmente egoísta e que a ética é uma tentativa de domar sua natureza através da privação da liberdade se o robes estiver certo a internet o pior que pode acontecer com a gente porque na internet a gente tem cada vez mais espaço para esse comportamento que agressivo que é bélico e que leva usando as
palavras do hobbies para essa guerra de todos contra todos mas a gente foi um pouco mais otimista se a gente abandonar ideia lá que o robes coloca a gente pode imaginar um caminho diferente um caminho com a colaboração ea solidariedade podem existir podem servir para gente ir aprimorar o nosso jeito de viver e eu fico pensando por que não por que que esse não pode ser um caminho viável será que a gente tem mesmo que ser tão pessimista obrigado por me acompanhar quem mais esse vídeo se você está gostando dos vídeos eu peço para você
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