E a juíza Joana Ribeiro Zimmer não é mais responsável pelo caso da menina de 11 anos que ficou grávida após ter sido vítima de estupro em Santa Catarina hoje a criança foi autorizado a voltar para casa ela estava em um abrigo para evitar que realizassem um aborto a magistrada é autora da decisão que negou a garota o procedimento para interromper a gestação ela disse que foi transferida para outro Fórum em Brusque e que aceitou a vaga antes do caso ganhar repercussão o site expor tal Catarina cê intercept Brasil revelaram que a menina descobriu estar grávida
de 22 semanas após ter sido violentada sexualmente ela foi levada ao hospital pela mãe para realizar o aborto Entretanto a equipe médica negou pois a gestação havia ultrapassado o limite de semanas permitido pelas normas internas O Código Penal entretanto permite eu sinto nesses casos sem exigência de autorização judicial e o limite de tempo que foi alegado pelo hospital não tem qualquer respaldo jurídico mesmo assim o caso foi encaminhado a juíza Joana Ribeiro que determinou que a garota fosse levada a um abrigo longe da família com a justificativa de que havia risco da mãe efetuar algum
procedimento para operar a morte do bebê a magistrada chegou a propor a criança ainda que mantivesse a gravidez por mais uma ou duas semanas para aumentar a chance de sobrevida do feto chegou a questioná-la se entre aspas suportaria ficar mais um pouquinho na manhã de hoje a justiça determinou que a menina voltasse para casa a Ordem dos Advogados do Brasil de Santa Catarina disse que vai trabalhar para garantir a proteção da menina e o Conselho Nacional de Justiça informou que vai apurar a conduta da E aí