Oi pessoal tudo bem com vocês eu sou mais a Barbosa eu sou canal Trama literária e hoje a gente continua a nossa conversa sobre a criação do patriarcado história da opressão das mulheres pelos homens para quem tá chegando aqui por esse vídeo a gente tem um projeto aqui no canal de discutir livros feministas e quando a gente fala dessas discussões elas são sempre mais longas do que os vídeos normais sobre outros assuntos aqui do canal porque a ideia a gente discutir a teoria mais aprofundadamente que a gente conseguiu a gente já tem um vídeo então
falando sobre os dois primeiros capítulos hoje a gente fala sobre o capítulo 3 e o capítulo 4 no capítulo 3 que se chama a esposa substituta e o fantoche e o quarto capítulo que se chama Mulheres escrava e esses dois capítulos são Geniais porque eles vão mostrar de modo muito diferentes a realidade de dois tipos de mulheres as mulheres que tinham mais condição dentro da sociedade as mulheres que tiveram mais espaço ao longo da história ou das mulheres ricas e a gente vai ter depois o quarto capítulo discutindo a condição das mulheres escravizadas vou tentar
não deixar a discussão muito longa apesar do quarto capítulo ser muito maravilhoso e eu querer falar sobre absolutamente tudo que tá aqui no capítulo mas eu vou tentar sintetizar para a gente não ficar muito para não se demorar muito para nossa muito extenso Mas eu sempre reforço que as discussões que elas são feitas aqui elas são sempre muito reduzidas então se você se interessa por conteúdos feministas num aspecto teórico mesmo de querer conhecer Teoricamente tem que para leitura não tem como fugir do livro Hoje a gente começa então para falar sobre o terceiro capítulo depois
a gente fala sobre o quarto então o terceiro capítulo intitulado a esposa substituta e o fantoche onde é uma ideia um pouco corrente dentro das teórica feministas especialmente das historiadoras uma perspectiva de que a relação de dominação das mulheres pelo ela vai se firmar ou ela vai se formar ou talvez ela vai se acentuar a partir do surgimento de noções como propriedade privada no a partir da sobre o surgimento de espaços privados a partir do momento que as propriedades privadas vão se fortalecendo essa ideia da submissão feminina ela vai se fortalecendo ou se formando a
gente tem perspectivas diferentes aí mas o que a gente pode dizer com certeza é o fortalecimento das propriedades privadas também fortalecem a condição de submissão das mulheres vai fazer Esse estudo a partir de aldeias neolíticas Então a partir dessas aldeias ela vai mostrar como isso foi se fortalecendo especialmente a partir do que ela vai chamar de Ascensão da civilização ou revolução urbana Então a partir do momento que os espaços urbanos vão se fortalecendo a gente vai ter essa ideia de propriedade privada se fortalecendo também E a condição da mulher a condição submissão da mulher fortalecendo
também ela vai dizer que na Mesopotâmia isso tudo vai fazer com que surja três movimentos primeiro a ideia o espaço que a mulher tem dentro da família começa a se regulamentado pela lei se começa a se regulamentado pela lei essas leis são feitas pelos homens obviamente essas mulheres começam a perder esse espaço e esse espaço que essa mulher perde ou esse poder que a mulher perde dentro da família agora tá institucionalizado agora tá escrito ele tá dito na lei a prostituição começa a ser regulada e começa a se regulado e controlada as mulheres vão começar
a ser então a perder espaço em diversos profissões mas uma terceira coisa muito importante que ela vai dizer que acontece é a parte do momento que o estudo começa a se tornar mais formal as mulheres começam a ser excluídas desse processo então a gente tá falando tanto de mulheres com mais condição financeira como de mulheres escravas isso obviamente vai ser de forma mais intensificada mas o que acontece é conforme os espaços de vão se formalizando as mulheres vão saindo desse espaço a Guedala vai fazer uma abordagem depois muito histórica com muitos detalhes históricos então para
quem gosta especialmente de estudar história e estudar o feminismo pela perspectiva histórica novamente falo para voltar para o livro mas esses detalhes a gente vai pulando por aqui porque senão a gente vai o vídeo vai ficando muito longo ela vai falar sobre o processo de formação de cidades-estados ela fala sobre tudo isso com muito detalhe até porque o livro tem 400 e pouquinhas páginas Então ela fala sobre isso com muitos detalhes mas a respeito disso e a respeito desse processo de transformação social uma coisa que é importante a gente dizer quando ela vai falar sobre
a formação do militarismo ela vai dizer começa a surgir começa a se fortalecer a necessidade de ter muita gente muita força de trabalho para construção das cidades e para construção de determinados espaços públicos E essas populações que vão ocupar esses espaços que eram necessários vai ser justamente populações que começam a se escravizadas então ela vai dizer que ali Mesopotâmia essa necessidade ou essa esse fortalecimento se dá a partir do fortalecimento do militarismo ou isso a gente vai ter o fortalecimento das classes Então a gente vai ter os primeiros processos de estratificação social a gente pode
dizer e dentro desse processo quem sai perdendo necessariamente a mulher então ela vai dizer que mulheres de classes mais elevadas perdem Mas ainda tem algum direitos em relação a outras mulheres de classes mais baixas em relação a mulheres escravizadas o corpo da mulher a gente sabe ele sempre foi visto como instrumento de poder e nesse momento ele era visto como uma forma de mostrar poder de uma nação pela outra então uma nação que de repente conquistava uma outra exigia que foi que fossem fornecidas mulheres virgens para poder para esses vencedores vamos dizer assim então o
corpo da mulher ele era usado como nesse processo de negociação mas também nesse processo de mostrar poder então era uma ideia que perde uma determinada comunidade que perdesse uma disputa ela era obrigada a fornecer mulheres e mulheres virgens para essas Nações vencedoras mas ela também vai dizer que entre esse período ali entre 3.100 2.900 antes de Cristo a história vai mostrar a presença de uma série de figuras de mulheres provavelmente ocupando lugares de sacerdotisas ou de rainhas ou mulheres que ocuparam uma série de espaços de poder nesse momento específico vários vários momentos aí antes de
Cristo mas ela também vai dizer que existe uma outra razão para esse servos serem enterrados junto com seus senhores porque ela vai dizer que o rei novo não queria assumir junto com os servos dos seios do Rei anterior e queria começar tudo novo por uma série de razões então não podia ter servos que tinham servidos ao outro rei Então essa era uma outra justificativa para todo mundo ser colocado dentro do túmulo uma outro aspecto que a grana vai chamar atenção e aí nessa relação entre homens e mulheres é que quando essas aristocratas Quando essas rainhas
elas eram enterradas elas eram enterradas com muitas servas então era como se elas tivessem várias servas durante toda sua vida para servi-las e quando ela morria essas servas seriam enterradas todas junto com elas e o que a garganta vai chamar atenção é justamente para vulnerabilidade dessas mulheres dentro dessa relação aí dessa vulnerabilidade das servas então quando uma rainha morria muita mulher ia morrer junto com ela porque a nova rainha ou a nova liderança ia começar com um funcionários e conservas Novos Mas adiante a guerra vai chamar atenção Para um momento muito especial da história que
é mais ou menos ali entre 2.200 2300 2.200 antes de Cristo que a gueda vai chamar atenção para as primeiras leis de regulação do papel da mulher dentro da sociedade em relação ao homem então a gente vai ter uma lei dizendo que a mulher não pode se casar de novo não pode se casar com a segunda vocês então a gente tem aí a questão do Rio Verde a questão da do divórcio sendo regulamentada e também que as mulheres tinham que sofrer uma punição muito intensa quando elas falassem de uma maneira inadequada com os homens e
a guilda vai dizer não dá para saber se essa maneira inadequada que se fala tá relacionado no aspecto sexual então se uma mulher fala de uma maneira chamando atenção prospecto sexual com homem ou se é quando ela fala meio que agressivo ou meio que estúpido ou não toca e que o homem acha inadequado não dá para ter muita certeza mas a gente vai ter uma legislação sendo regulamentada nesse aspecto tanto de controlar as relações das mulheres mas também no papel de controlar o pão que as mulheres falam com os homens tratando ainda das cidades estados
da Mesopotâmia ainda vai chamar atenção Para uma coisa que vai acontecendo quando os homens começam a perceber o espaço e o poder que as mulheres tem a partir dos seus casamentos Então vou começar uma série de casamentos diplomáticos uma série de casamentos por interesse pensando especialmente nessas mulheres de família de aristocratas e ela vai dizer que essas mulheres começam a receber uma educação muito avançada começa a receber o que tem de melhor em educação justamente porque são essas mulheres que vão estar com seus esposos em determinados espaços em espaços Nos quais elas precisam falar bem
no qual elas precisam negociar Nos quais elas vão desempenhar uma determinada função mas especialmente para que essa mulher consiga fazer isso sempre prejudicar a família anterior então a ideia desses casamentos começa a ser promover ali uma aproximação de uma família que tem interesse com uma outra família igualmente poderosa e clicar nesse meio aqui a mulher Então por causa disso ela tem que saber de uma série de aspectos políticos econômicos culturais para ela poder conseguir fazer essa ponte atravessamento aí de forma adequada Então essas mulheres especialmente começam a receber uma excelente educação aí e novamente Não
é para todo mundo que chega essa Educação não é para todas as mulheres que chega essa educação é só para as mulheres de famílias aristocráticas uma outra função que as mulheres não exercerem nesse momento é de mostrar o poder de um rei então era muito comum que um rei quando subjugasse uma outra nação ele aproveitasse para tomar para si as mulheres consideradas mais bonitas as mulheres consideradas mais atraentes para compor o seu Aren justamente porque quanto maior fosse o seu Harém mais diversificado com mulheres de diferentes Nações eles serem fosse isso provava o poder desse
homem então novamente o corpo da mulher aí sendo usado para provar um determinado poder para provar uma determinada virilidade desse rei que conseguia subjugar uma outra nação e muitas vezes as esposas participavam nesse processo aí de escolha desse então muitas vezes elas ficavam cupidas por seu marido de escolher as melhores mulheres as mais bonitas as mais atraentes de controlar o que elas comiam de controlar a forma como ela é suportavam a forma como ela se vestiam porque esse Harém ele não tinha só uma função de satisfação sexual desse Rei Mas tinha uma função também de
mostrar para os outros O Poder Desse Rei para finalizar a discussão desse capítulo O que fica evidente é que muito antes do surgimento da ideia de patriarcado como a gente conhece hoje muito antes da criação de um sistema patriarcal pautado por uma economia pautado por uma política que sustenta patriarcado muito antes disso a gente já tem uma relação desigual de sexo a gente já tem espaço de homens e mulheres diferentes dentro da sociedade a gente já tem um valor do homem diferente do valor da mulher dentro da sociedade muito antes da formação do que a
guerra vai chamar de patriarcado Então patriarcado vem depois a divisão sexual dos trabalhos a divisão cerca divisão entre homens e mulheres e os papéis ocupados por homens e mulheres já acontecia fazia muito tempo agora a gente vai para o quarto capítulo intitulado a mulher escrava que é o capítulo mais interessante até agora justamente porque a gueda ela vai puxando uma série de coisas que ela discutiu nesse primeiro capítulo ela vai puxando para a gente conversar agora e para a gente discutir pensando nas mulheres que eram maioria né quem era a maioria das mulheres provavelmente não
eram as princesas não eram as rainhas provavelmente eram as escravas e é sobre essas mulheres que a gente fala agora no início do capítulo a igreja vai começar a discutir o que ela vai chamar de escravidão ela vai começar a discutir como que surge a escravidão então ela vai dizer que as primeiras formas de dominação de um povo pelo outro ou de um povo por uma pessoa de um outro povo vai acontecer por proteções de guerra vai acontecer com disputa de poder vai acontecer porque ações de crime por conta de venda por Imobiliária Então a
gente tem uma série de maneiras uma série de ferramentas que vão sustentar esse início dos processos de escravização trechinho aqui a guilda vai dizer que a escravidão ela só podia ocorrer se existissem determinadas condições primeiro tinha que ter excedente de alimento tinha que ter maneiras para reprimir prisioneiros resistentes tinha que ter distinção entre escravos escravizadores então ela vai dizer que precisava de uma série de coisas para que um povo conseguisse escravizar um grupo significativo de pessoas e ela vai a gente vai pegar essa ideia aí para gente refletir sobre ela porque ela vai retomar muito
sobre isso e ela vai retomar e relacionar isso com a relação entre homens e mulheres precisava ver a distinção Clara visual e conceitual entre escravos e escravizadores então ela vai discutir muito sobre essa ideia de Porque que a gente pode pensar hoje porque que o escravo que aceita a condição transmissão Porque que o escravo permanece na condição de submissão muitas vezes quando a gente olha para história fica parece muito nítido assim bom era só todo mundo se revoltar já que era a maioria mas que a guerra vai mostrar para a gente é para que isso
acontecesse o povo que escraviza precisava ter certeza que daria certo mas além de precisar ter certeza que daria certo ele precisava saber por experiência que isso funcionaria E como que se sabia que isso funcionaria porque a gente já tinha sujeito sendo escravizados anteriormente ainda que não nessa definição clássica de escravização a gente já tinha uma estrutura de divisão entre homens e mulheres e a gente já tinha uma estrutura de divisão entre adultos e crianças a partir dessas distinções que existiam anteriormente entre homens e mulheres entre adultos e crianças como uma noção visual e conceitual que
diferenciasse esses dois grupos são do primeiro segundo mas se sabia que essa o que essa lógica poderia funcionar para outros aspectos E aí a guerra Vai afirmar em diversos momentos que a opressão das mulheres começa antes da escravidão Então ela disse que a escravidão só foi possível porque os homens desejosos de construir um processo de escravização já sabia que isso daria certo e isso foi possível pela percepção da opressão das mulheres e aí ela vai provando essa afirmação dela mostrando para gente que quem foi escravizado primeiro foi de fato as mulheres então para além de
ver uma estrutura de opressão lógica dentro da sociedade começa a ver a escravização primeiro primeiro das mulheres então quando eu sou dentro dessas Nações que perdiam de repente uma guerra uma disputa precisava mandar suas mulheres suas mulheres virgens ou para casarem ou para serem concubinas e a partir dessas primeiras formas que as outras formas elas vão acontecendo também então os primeiros grupos de pessoas a serem enviados para Os Vencedores das guerras eram mulheres e necessariamente mulheres virgens para casar para serem concubinas essas mulheres eram escravizadas então e foi a partir dessa lógica que isso foi
se estendendo para outras populações também ela vai dizer que o impacto do estupro foi muito significativo por esse processo Porque a guilda vai mostrar que o estupro ele tinha uma dupla função ali ele desonrava as mulheres de um determinado grupo mas essa desonra ela não atingiu somente as mulheres elas meio que castravam isso meio que castrava simbolicamente os homens de uma determinada nação Então pensa só uma determinada nação perde uma guerra perde uma disputa os homens vencedores eles vêm e estupram essas mulheres o grande interesse nisso não é necessariamente nos corpos das mulheres mas é
especialmente mostrar o seu poder para os outros homens então os homens já perderam eles não tem como combater esses vencedores que nem chegando para estuprar e para desonrar essas mulheres Então por conta disso é como se tivesse isso tivesse um duplo efeito e a permanência o impacto desse duplo efeito Vai se sustentando e vai mostrando uma coisa ali para os poderosos bom se a gente desonra um determinado grupo num determinado nível a gente consegue fazer com que esse grupo permaneça subjugado a ponto da gente conseguir escravizá-lo fazendo trabalhar fazer uma série de coisas que ele
não faria somente por meio de uma ordem barata ou por meio de uma ordem que não tivesse uma formação simbólica antes dele se concretizar de fato tudo isso que vai acontecendo com uma garganta vai mostrando para gente vai fazendo com que vai se formando esse consolidando uma série de outras percepções ali a ideia de desonra vai carregar consigo a ideia de honra então a ideia da castidade a ideia da Pureza a ideia da fidelidade vão se fortalecendo mais ou menos no mesmo período e são essas ideias que vão fazendo com que determinado momento a gente
vai começar a ter estruturas patriarcais a estrutura patriarcal Ela carrega e se essa ideia de que o homem controla mas também carrega ainda que de modo muito torto equivocado essa ideia de que o homem protege então é como se o homem tivesse que proteger sua família e fosse LS grande Patriarca que protege a sua família e que uma mulher quando ela é estuprada quando ela é fiel ou quando por acaso ela a sua castidade é rompida de alguma maneira ela desonra a sua família porque ela desonra esse grande patriar essas técnicas e essas estruturas conhecidas
nesse período vão fazer com que os dominadores um aperfeiçoando essas técnicas então ela vai trazer textos bíblicos ela vai trazer textos históricos ela vai trazer literatura para mostrar uma série de práticas que vão mostrar que tudo isso foi especializado com o tempo então ela vai citar vários textos bíblicos que vão mostrar e vão comparar com outros textos também para mostrar a prática de cegar os prisioneiros chegar aos escravos para poder para aqueles trabalhassem ali para aqueles mantivessem sempre dentro da determinada ocupação para o qual eles eram designados justamente porque eles não tinham condição de fugir
condição de escapar então que ela vai mostrar que para que a escravidão se tornar-se uma condição social foi preciso com que ela fosse elaborada ao longo de muito tempo e que ela fosse elaborada a partir de diversas técnicas que são relatadas e que são percebidas tanto nos textos religiosos quanto nós depopeias clássicas quanto em diversos materiais históricos como alguém levar apontar os estupro sempre foi uma excelente ferramenta de conversão das mulheres sejam das próprias mulheres das mulheres de suas classes quanto das escravas quanto de prisioneiras então estupro Ele sempre foi utilizado como uma ferramenta de
conversão E aí a guilda vai falar sobre diversos aspectos dessa dessa questão do estupro de como eles tinham Impacto sobre o psicológico das mulheres primeiro que o sujeito que estuprava né ele desonrava a mulher ele meio que mantinha essa mulher presa ele por uma série de razões A partir dessa ideia de castidade e da necessidade de castidade da necessidade de honra mas também ele vai dizer ela vai mostrar que muitas vezes essas mulheres ficavam grávidas e senhores percebendo isso engravidavam essas mulheres propositalmente porque eles percebiam que essas mulheres ficariam e ficariam submissas onde seus filhos
estivessem então ali ele fazia com esse com esse processo de escravização dessa mulher atingisse aí no outro sujeito o filho dela a partir do momento que essa mulher engravidava era muito provável que ela ficaria ali permaneceria em condição de submissão por causa do seu filho então isso fazia com que essas mulheres se mantivessem presos aquele senhor presos esse espaço e aí chegava um determinado momento que já não era uma questão necessária estratégias de contenção dessas mulheres que a estrutura social já estava meio que arranjada já estava meio que organizada ela vai dizer que são esses
modelos de submissão das mulheres isso é importante a gente falar a partir de estupro a partir da coerção a partir da violência física a partir da violência psicológica a partir da dominação dos filhos dessas mulheres Então são essas ferramentas são essas estratégias que vão ser um modelo para criação do modelo patriarcal então quando a gente falou lá atrás que o patriarcado ele tinha essa ideia de proteção e essa ideia falsa é justamente por isso porque numa Família patriarcal o homem controla a mulher se a gente pensa no patriarcado moderno o homem vai controlar o dinheiro
da mulher para onde que a mulher vai para onde que ela não vai com quem essa mulher conversa com quem essa mulher não conversa Quais são os espaços que essa mulher ocupa é esse homem que muitas vezes vai essa mulher pode ou não pode exercer uma atividade remunerada então é esse o modelo da estrutura patriarcal que a gente conhece hoje e que subjuga mulheres e crianças a guerra vai falar várias vezes sobre a criança dentro dessa estrutura social é esse modelo patriarcal ou esse modelo patriarcal é fundado a partir desse modelo de subordinação das mulheres
depois a grelha vai fazer uma comparação que é bem provocativa ela vai comparar tanto o papel da mulher casada e livre quanto da mulher escrava e as duas tinham que desempenhar um papel de subserviência em relação a esse senhor o que vai distinguir é essa mulher a esposa a mulher casada ela tinha ela desenvolvia um sistema de opressão com essas escravas também é uma mulher escrava tá aqui sendo alvo tanto desse processo de submissão em relação aos senhores mas também em relação às senhoras mas essa senhoras elas também eram subservientes aos seus para falar tanto
da questão da escravidão quanto para falar do processo de subordinação das mulheres agreda vai falar que quando um grupo ele é escravizado Ele carrega o estigma de ser escravizado e quando essa escravização continua por muito tempo ela vai se tornando naturalizada Tanto para quem escraviza quanto para quem é escravizado então quanto as mulheres quanto os escravos como a guerra vai mostrar eles vão carregar esse estigma por tanto tempo que daqui a pouco essa criança ela vai se tornar verdadeira ou ela se torna natural porque a gente aceita hoje por exemplo divisão de classes a gente
aceita muito bem né Se a gente pensa hoje na estrutura de classes a gente tem classes dele a gente pode incluir aí classe c d e e que juntas conseguem ter uma força de disputa muito significativa e que conseguiriam inverter Esse sistema de opressão mas que se mantém E por que aquele se mantém porque a gente naturaliza daqui a pouco ele se torna natural daqui a pouco se torna lógico daqui a pouco se torna assim mesmo e a questão da subordinação das mulheres também né se a gente pensa nas formas de trabalho moderno se a
gente pensa no papel da mulher Hoje essas estruturas elas se mantém Porque elas estão sendo muito repetidas já muito tempo então essa ideia de que a gente tem pessoas inferiores e pessoas superiores é uma ideia que está sendo repetida faz muito tempo mas não só repetida aleatoriamente a gente tem estratégias para fazer com que elas sejam mantidas e para fazer com que elas sejam aperfeiçoadas a gente é isso na próxima semana a gente continua com os capítulos 5 e 6 se você tá lendo o livro Diz para mim aquilo que você tá achando ou se
você tá acompanhando aqui pelos vídeos Me conta o que você tá achando do Tom e do Ritmo e da forma como ele está eles estão organizados vamos conversar aí sobre esse livro tão importante da Guerra até mais