Um, bom dia. Hoje é dia 9 de fevereiro. Vamos iniciar o treinamento para eh compreender mais especificamente a o registro, as funcionalidades, a o registro e a aplicação da folha de registro e a produção de gráfico, que é um modelo proposto por nós, o modelo de exerci paraa atuação dos profissionais de educação física, eh, sobre a perspectiva da análise do comportamento e eh na atuação de pessoas Com autismo ou outros atrasos no desenvolvimento. Tá bom. Eh, a Leite, o Boto, eh, e, e, e Lucas de Jabut de Cabal, a Lana do Juiz de Fora, a
Tamires e o Robson ainda não chegaram, mas também são de Juiz de Fora. O Felipo de Curitiba, o Pedro de Curitiba, o Pedro de Recife, a Meire, aonde que é onde que é aí Meiros que eu esqueci. Porto Velho, né? >> Campo Grande, Mato Grosso do Sul. >> Campo Grande. Campo Grande. >> Foi longe, hein? >> Aá, esse aqui é de Porto Velho, né? É isso, L. Tá sem aula. >> Isso. Isso. Eu que sou de Porto Velho. >> Maravilha. Rondônia. É isso aí. Cada um de um canto do país. Muito bom. Bom, gente, então
vamos eh eu vou dividir a nossa apresentação, a minha minha fala com vocês. Eu queria que ela fosse Dialogada, tá? Ou seja, vocês podem me interromper a qualquer momento, tá? Aí eu vou fazendo perguntas para vocês também. Eu vou te falar mais ou menos da funcionalidade dessas ferramentas. Depois eu vou falar um pouquinho de como elas se como elas são registradas, tá? E depois nós vamos pra parte prática de vocês, como é que vocês fazem isso no dia a dia do atendimento de vocês, tá bom? Bom, com relação às funcionalidades De eh esses são documentos
que eles, tudo bem, Felip, são documentos que vão ajudar vocês a terem um pouco mais de clareza se a intervenção de vocês e se a intervenção de vocês e não outra coisa está gerando efeito sobre a o aprendizado ou não dos aprendizes que vocês atendem. a gente tem uma tendência na educação física de superestimar eh a prática esportiva e não que ela não tenha inúmeros benefícios, mas a gente Tem a tendência de superestimar esses efeitos como se fosse o exercício fosse uma mágica. Se ele fosse uma mágica, a qualquer momento, qualquer pessoa qual fizesse exercício
físico ganha os resultados. Pera aí, professor. >> Beleza. Ganharia essas coisas, né? Então, como se o esporte, o exercício, a prática disso eh fizesse a gente ganhar automaticamente. Se fosse assim, seria Muito fácil para as pessoas não terem dor nas costas, terem dificuldade no sono, as pessoas não terem dificuldade >> de tudo. Então, eh, a nossa ferramenta é o exercício. E para que a gente tenha um pouco mais de credibilidade junto à equipe profissional e conhecimento da nos do efeito do nosso trabalho, né? Eh, até porque a gente tem várias ferramentas do nosso trabalho. O
exercício físico não é uma coisa só, não é só correr, não é só nadar, não é só Pular, não é só eh escalar. Eh, a gente manipular as ferramentas possíveis pra gente, pra gente poder ter mais credibilidade entre a equipe e ter clareza do da da eficiência do nosso trabalho e poder manipular ferramentas diferentes que a gente tem à disposição, tá? Então, essas folhas de registro elas entram parte de uma de uma das dimensões da necessidade do nosso trabalho na perspectiva da análise do comportamento. A análise do comportamento para ser Considerada um atendimento em análise
do comportamento, ela precisa considerar algumas diretrizes, algumas dimensões, tá? Essas dimensões são conceituais, precisa envolver alguns conceitos. Eles precisam ser a ver a tecnologia de ensino analítico comportamental que vocês eh trabalham o tempo todo de reforçamento, reforçamento diferencial a depender do desempenho. Algumas respostas não são reforçadas ou são colocadas em extinção. Ah, enfim, Algumas dessas o comportamento é modelado, ele sempre é modificado a partir da do do da modificação do comportamento que do ambiente que vocês planejam. E mas ele tem uma uma dimensão, análise do comportamento que é chamada analítica, própria palavra analítica. Essa analítica
significa que ah a gente conseguir considerar os efeitos da nossa intervenção em função, quer dizer, eh eh causado pela nossa Intervenção e não por outra coisa, tá? analítico quer dizer a relação entre o que você propõe de intervenção e o efeito causado. Muitas vezes vocês, a maioria de todos vocês, atendem um aprendiz junto com fono, com too, com físio, com medicação, com mudança de casa, com mudança de escola, com mudança de um monte de coisa pro dentista. acontece um monte de coisa na vida do aprendiz e muitas vezes a gente coloca ou muda um exercício
e não interfere Significativamente no desenvolvimento dos nossos alunos, mas não é por conta unicamente do nosso trabalho e pelo conjunto de coisas que acontecem na vida. Então, formas da gente verificar que a a magnitude, a intensidade, a frequência do nosso trabalho eh gera efeitos significativamente, quase que se quase que instantaneamente no do aprendizado do aluno, certo? formas da gente mensurar isso. É, a o Gráfico vai nos trazer isso e a relação entre o desempenho eh apresentado e a e o remédio, a intervenção que a gente propõe é chamado de propriedade analítica, tá? Analisar não quer
dizer simplesmente ver o gráfico, analisar a relação entre a intervenção e o efeito dado. Isso é muito importante paraa gente ter prudência e parsimônia na análise dos nossos efeitos para não ser parcim para não ser eh para não superestimar e nem subestimar. Nada vai funcionar se você não registrar e não usar esses dados de forma eficiente. Então, o registro de desempenho que vai iniciar com essa tirinha e que as pessoas podem ter ela numa mesma folha frente eh essa parte de baixo, né? Eu vou mostrar para vocês como é que vai aplicar depois. Não adianta
vocês registrarem por registrarem. Isso não se caracteriza a análise do comportamento. O registro em Si, ele não é a característica analítica. Sim. Ou seja, a partir desses registros e partir do que eu me proponho, eu preciso observar se ao longo do tempo esse tipo de trabalho ele está gerando efeito em comparação com um outro trabalho ou se eu não tivesse fazendo isso. E para isso ele não vai funcionar se você fizer isso e não funcionar e não fizer o gráfico. E o gráfico vai mostrar significativamente E é a a condução do gráfico é que vai
dizer pra gente se tá funcionando, se tá funcionando o efeito, né, eh, do nosso trabalho. É claro que a nossa intervenção, ela não é única para mudar totalmente o desempenho do nosso aluno. a gente tá fazendo um certo trabalho, por exemplo, ensinando o aluno a esperar. Em certa circunstância muda a medicação, em certa circunstância o menino muda de escola, certa circunstância tem dor de Dentes, tem um monte de coisa e numa sessão seguinte, ainda que o desempenho em ensinar a esperar esteja eficiente, o desempenho pode cair. E é aí que a gente começa a investigar
de forma de outras maneiras sobre isso. E aí o próprio gráfico que a gente vai ter, ele vai dar informações pra gente deve, se for preenchido corretamente, com os dados que eu vou sinalizar, eles vão sinalizar pra gente que tá acontecendo alguma outra coisa, De forma que no próprio gráfico você fala: "Opa, ligou a a luz vermelha, que que tá acontecendo?" E nesse próprio gráfico vai dizer isso de forma que a gente ajude a gente a tomar decisões. Ou seja, esse registro não vai funcionar unicamente se não servir paraa tomada de decisão, ajudar a tomada
de decisão. E no início, muitos, a maioria de vocês, eu vou tomar a decisão por vocês e orientar por que eu tomei essa decisão. Mas a a ideia Desse treinamento é justamente, vamos chamar uma palavra, né, empoderá-los, né, dar autonomia, dar independência para vocês, na medida do possível conseguirem tomar essas decisões, tá? Por isso que o gráfico cruza mais de uma variável, por isso que ele cruza algumas variáveis. A ideia é que cruze três variáveis, mas pelo menos duas vão ajudar a gente a ter essas informações, tá? Para além disso, esse essa esse registro ele
só vai funcionar se a gente Souber exatamente o que que a gente quer na nossa intervenção. Por isso que a intervenção que eu proponho para vocês é especializada. Ela não é prática de aula de educação física, prática de exercício, de maneira geral, prática de exercício, a gente poderia mensurar quanto que ele não pratica, o que ele pratica, mas no nosso caso, a gente tá com foco >> muitas vezes em ensinar habilidades que o aluno tem em atraso, em Comprometimento. E é a gente precisa identificar essas coisas de forma interdisciplinar com outros profissionais e ter o
foco então no que a gente quer ensinar. Então, o ideal é que esses registros eles venham depois de haver o planejamento da intervenção. E o planejamento de intervenção é um outro protocolo que provavelmente todos vocês eh não tenho dúvida que todos Vocês eh já tem eh que a gente tem par a para cada atividade um objetivo, um propósito principal >> primário. >> Certo? Deixa eu só tirar aqui o áudio da Tamires, queir acho que Tamires não tá fazendo pergunta. Eh, e masir, se você tiver fazendo pergunta, pode ligar o áudio a qualquer momento, tá? Mas
eu achei que era uma conversa e acabou esquecendo o áudio. A gente precisa ter um objetivo prioritário e é ele que a gente vai medir, é o quanto que tá havendo de tratamento, tá, professor? Mas eu posso usar o gráfico para ensinar outra coisa? Posso ensinar para jogar futebol? Pode. Posso ensinar para para eh iniciação ao esgrima? Pode, posso ensinar alta performance para um aluno com autismo que tá fazendo box? Pode, pode usar para qualquer circunstância, desde que ele você tenha definido a prioridade. Então Esse registro de desempenho eu montei no contexto da educação ficial,
mas ele pode ser aplicável para qualquer coisa que você queira ensinar, para qualquer coisa, tá? Da educação física especial, da educação física adaptada. E se você tiver lá na com um atendimento coletivo e quiser registrar o desempenho do seu aluno, especificamente no coletivo, na perspectiva inclusiva, também funciona, tá? Ele é mais útil no nosso contexto especializado, tá? Então ele vem depois de ter montado o planejamento. Até aqui todo m alguém quer fazer alguma consideração? Vamos passar paraa próxima parte, então, relação da função ainda, tá? Queria eh levantar com vocês eh no contexto de aula de
vocês, o que que é importante medir para ajudar vocês a tomarem decisão. Se coloca eh se mantém o mesmo exercício, se mantém a mesma demanda, se Então vou colocar algumas algumas situações. O aluno ele não tá evoluindo naquilo que você tá propondo a ensinar. Tem uma forma de tomar a decisão. O aluno está evoluindo naquilo que você eh eh tá propondo a ensinar. O aluno eh tá com tá com uma um desempenho muito variado naquilo que você quer ensinar. Ele tá, tá, um dia tem um desempenho bom, no outro dia tem um desempenho ruim. E
que situa para quais situações na Prática vocês olhariam para tomar decisões, eh, para manter o mesmo exercício, mudar o exercício, mudar a demanda, que que vocês normalmente olham para isso? É o que que normalmente vocês olham. Alguém gostaria de falar? Oi Tamires. Oi Robson. Vamos lá. O aluno tá tendo um bom desempenho, mas ele não faz toda a atividade Completa que você propõe. Isso é possível? Você propõe que ele faça cinco vezes, mas ele faz duas vezes. Muito bem feito. Mas ele não quer fazer a terceira, a quarta e a quinta. É possível isso? Que
que vocês acham, alunos de vocês? É possível? Não, ninguém quer falar. Tá tudo bem. Já tô percebendo que hoje vai ser um monólogo. Eh, Felipô, você tá me ajudando. Nem a Laice, nem a Meir, Pedrão não costuma falar muito não, né? Mas me ajudem aí, tá? Eh, o aluno de vocês está eh tendo um bom desempenho eh no no na no objetivo prioritário, mas ele ainda não tá fazendo de forma perfeita, ele tá tendo um bom desempenho e isso tá levando eh eh semanas de trabalho com ele. Isso acontece com vocês? tá tendo um bom
desempenho, mas ele não Acerta exatamente aquilo que vocês estão propondo, né? Isso normalmente acontece. O que que a gente pode fazer nessas situações? a gente pode modificar a atividade, a gente pode ampliar ganhos com ele, mesmo sem alterar a o objetivo prioritário. Informações que a gente tem sobre isso, o quanto que ele tá fugindo, se tem comportamento estereotipado, quanto comportamento de agressivo que pode haver dentro do ambiente, o tanto que Ele completa a atividade. Então, eh, algumas variáveis que a gente tem que tomar é o tanto que ele completa da atividade que você programou, qual
foi o desempenho na no objetivo prioritário, que é essa o nosso seu o principal objetivo da intervenção e quanto ocorre de eh disruptivos de intercorrências ao longo da aula. Então, a gente pode ter uma situação em que a gente tem um bom desempenho do aluno de Forma instável, mas as intercorrências estão acontecendo demais. Se a gente aumentar a demanda prioritária, a tendência das intercorrências é aumentar ainda mais. Então a gente tem uma tendência de em vez aquele momento, em vez de mesmo que o desempenho prioritário estiver aumentando, a gente tem que olhar para as intercorrências
e trabalhar prioritariamente na redução das intercorrências, ou seja, adaptações do Ambiente para que as pro objetivo possa ser mais estável. E assim, nesse momento, a gente aumenta a demanda prioritária, já prevendo que as intercorrências vão aumentar, mas não tão significativamente como na outra ocasião, tá? se o objetivo de vocês é fazer um desempenho eh em objetivos eh eh o ganho do objetivo prioritário, mas o aluno de vocês não completa toda a atividade que vocês propõem, Todas as as tentativas que vocês propõem, o que é que vai normalmente levar a decisão de vocês? vocês vão continuar
insistindo para que ele faça a maior quantidade de tentativas com objetivo prioritário. Mas tendo essa informação, vocês podem tomar a decisão se fazem uma redução na demanda para que ele faça o desempenho prioritário a atividade inteira ou tomem a decisão para programar a redução da quantidade de tentativas ou a quantidade De atividades daquela daquela daquela ah daquela atividade, né? A quantidade de repetições daquela atividade e isso aconteça aí mais vezes com intervalos. Tá? São decisões que a gente pode tomar somente a hora que visualmente o gráfico tiver construído, tá bom? Uma coisa acontece também às
vezes que a gente eh apresenta consequências no desempenho do nosso aluno, independentemente se ele apresenta um bom desempenho, um Médio desempenho ou um baixo desempenho naquilo que a gente apresenta. Normalmente a gente não eh eh na tendência na educação física é não colocar consequências diferentes para desempenhos diferentes do nosso aluno. E a gente precisa ter clareza sobre isso, porque numa perspectiva analítica comportamental, uma outra dimensão é a consideração da da análise de comportamento como uma dimensão comportamental. E comportamento, ele se caracteriza na menor unidade em uma um conjunto de três elementos, que é a contingência
em umas condições antecedentes, resposta e consequência. Resposta é exatamente aquilo que a gente quer alcançar. O ex o antecedente é o ambiente, é a brincadeira que a gente vai oportunizar paraa emissão da resposta de esperar, de chutar, de olhar nos olhos, de atenção compartilhada, de equilibrar-se. atividade. O antecedente vai ser o andar Sobre a andar sobre a prancha de equilíbrio, vai ser sobre arremessar a bola, vai ser sobre puxar a corda, vai ser sobre eh andar de bicicleta e a consequência são tudo aquilo que a gente manipula no ambiente para que a resposta possa acontecer
de forma mais frequente no futuro diante daquela ocasião. Então, a gente tem vários tipos de consequência. Eu gostaria de mostrar para vocês agora, então, que vocês, se alguém, todo mundo Tiver com a folhinha de registro, deixa eu abrir aqui os arquivos, eu vou mostrando para vocês também. Quem tiver com a folhinha de registro, nós já vamos entrando agora na parte da aplicação, tá? Pronto, achei aqui. Quero que vocês prestem atenção nesta parte aqui de baixo que ela essa parte aqui que ela vai sinalizar Exatamente os tipos de consequência que a gente vai dar, tá? É
muito importante que vocês considerem, porque aqui eu coloquei algumas coisas que a gente pode manipular o ambiente como consequência de forma que vocês possam eh planejar consequências diferentes para desempenhos diferentes no objetivo prioritário que vocês têm com o aluno de vocês. Então, é muito importante que vocês Diferenciem o desempenho na atividade e o desempenho do objetivo que vocês têm com aquela atividade. Se vocês não tiverem entendendo o que eu tô falando, é preciso que pare, tá? E a gente volta umas casinhas aqui para explicar, sem problema nenhum. Onde eu quero chegar? O objetivo da atividade
lá no planejamento, naquele documento de planejamento, são as duas primeiras colunas que normalmente a gente tira o objetivo da entrevista, a gente tira da Avaliação do que normalmente se vai caracterizar o tratamento, tá? E aí depois a gente vai pensar nas brincadeiras, nos jogos, nas atividades que vão ser as atividades que vão oportunizar aquele comportamento alvo que é o objetivo prioritário. Se a atividade não estiver oportunizando o comportamento prioritário, a gente tem que pensar numa outra atividade, num outro caminho, num outro recurso, numa Outra ferramenta que a gente tem da educação física para alcançar aquele
objetivo. Pode ser matemático, pode ser de a habilidade social, de interagir, pode ser uma habilidade básica de fazer contato visual, pode ser habilidade motora de, por exemplo, encaixar uma pecinha dentro da outra. Pode ser qualquer desses objetivos, né, que vocês se sintam confortáveis e sejam necessários da intervenção do aluno. A medida que essa esse esse comportamento Alvo, essa prioridade é emitida, ela é emitida de diferentes maneiras. Então, por exemplo, esperar. Você pode orientar o aluno a esperar e eh ele ah você pede para ele esperar 5 segundos, ele espera adequadamente 3 segundos e levanta no
meio do caminho. Essa é uma resposta que ele pode dar. Ele pode esperar os 5 segundos, ele pode eh essa essa essa criança, esse jovem, esse adulto, ele pode numa certa situação, ao ao começar a ficar agitado para levantar, você dá Alguma dica para ele, olha, uma imagem ou mesmo um sinal gestual de pedir para ele esperar. Essas três maneiras são respostas diferentes no esperar. uma resposta. Esperou 5 segundos. É uma resposta completa. Ele pode esperar 5 segundos. Ele falar assim para você: "Tudo bem, professor, dessa vez eu espero." Olha que legal. É uma coisa,
né? Uma com uma prontidão. Ele tá disposto à aquilo. É diferente de simplesmente esperar emburrado. E ele pode ver um tempo parcialmente e não completar os 5 segundos, né? uma terceiro tipo. Ou ele pode ainda você com uma dica, um eh uma dica, apenas um cartãozinho, ele esperar ou você mostra o cartãozinho, ele fica agitado ainda, você vai colocar a mão um gesto mais de um tipo de ajuda. Todas essas variações podem acontecer e vocês que conhecem os alunos é que vão prever esse tipo de coisa, tá? E é importante vocês entenderem que a depender
da Consequência que vocês estabelecem para cada desempenho dele no esperar, por exemplo, mas ele é análogo para qualquer comportamento, isso vai alterar a probabilidade no futuro dele fazer semelhante, dele fazer um desempenho melhor ou dele desempenhar de eh eh de menor qualidade sobre isso. Então, vou dar um exemplo para vocês. Numa situação, você pede para ele esperar e eh para fazer uma atividade que é ele acabou de fazer o escorregador, por Exemplo, e aí ele vai ter acesso ao pula-pula. Só que você pede para ele esperar porque você tá organizando o material ali. E e
o objetivo é ensinar ele a esperar, porque esperar é importante em várias situações da nossa vida. É importante na hora que a gente vai à fila do sorvete, na festa junina, a gente vai eh esperar no escorregador com um monte de crianças, esperar é importante na missa e esperar é importante num monte de situações na Hora que a gente tá esperando alguém fazer um um tratamento dentário com a gente. E a não que a gente precise gostar dessas situações. Essa essa essa habilidade é fundamental, né? a gente não vai esperar, pedir para uma criança esperar
10 minutos e se isso não for funcional pra vida dela. Por isso que a gente não decide o objetivo da nossa área. A gente vai buscar uma pessoa que eh fez uma avaliação geral entre do indivíduo, tá? E nessa situação, então Você pede para ele esperar após descer do escorregador, eh, e ele ah espera numa certa ocasião eh o tempo que você falou. na e aí você deixa ele acessar o pula pula. Aí, beleza? Daí no outro dia ele desce o escorregador de novo, você pede para ele esperar e ele não espera o tempo que
você pede e começa a te empurrar e acessa o pula-pula. Você deixa ele pro pula-pula. O terceiro dia é mais provável que ele Espere ou que ele não espere? Que ele não espere. É mais provável. Pode ser que ele espere, pode ser que ele precise de ajuda, mas é mais provável que ele não espere, por as consequências foram as mesmas para desempenhos diferentes e o indivíduo vai tender a emitir aquela resposta de menor esforço para alcançar o melhor ganho. Não é ele, somos todos nós. Se a gente chega atrasado pro trabalho e isso não acontece
em nenhum problema para nossa Nossa vida, não tem por a gente ser pontual no nosso trabalho. Isso acontece com todo mundo. Se a gente eh eh aceita um baixo salário numa certa situação, não tem porque alguém querer pagar mais pra gente. As decisões da nossa vida são idênticas à da criança e de qualquer aprendiz nosso, tá? A questão é como a gente consegue manipular o ambiente para determinadas respostas serem mais prováveis do que outra ou certos desempenhos serem mais Prováveis do que outro. Então para isso, a gente precisa ter consequências diferentes. Então para isso, essa
essa parte do do da folha de registro precisa ser muito bem cuidadosa com vocês. Aqui tem mais informações do que vocês podem precisar. Alguns podem usar isso completo, outros podem não adotar isso, tá? O que é que eu quero chegar ou ou adotar todas essas funcionalidades? Então, eu quero que vocês olhem desempenho e Consequências. Desempenho zero, desempenho 2, 4, 8 e 10. Vocês viram que pulou seis, tá? Porque é uma questão de muita ajuda, ele não faz, faz com pouca ajuda ou com muita ajuda, faz bem e faz muito bem. É basicamente isso. Só que
ele faz bem o quê? Vou retomar. Não é a completude da atividade, é o objetivo naquela atividade. É isso que a gente precisa ter clareza, tá? Aquele objetivo que a gente definiu É interagir, é pedir adequadamente, é encaixar o bloco adequadamente, é não pisar fora, é esperar a sua vez, qual é o objetivo em certa circunstância que a gente quer essa resposta, esse comportamento alvo não aconteceu, mesmo que você tenha dado muita ajuda, ele não aconteceu, ele é zero. O que é que você vai fazer quando ele na atividade que você tá propondo não emitir,
mesmo com muita ajuda isso? Você não vai fazer nada. Se se você for falar que você vai ficar bravo, aí a gente não tá usando eh eh estratégias eh adequadas da análise do comportamento. A gente nessas situações, quando ele não emite, a melhor das hipóteses é a gente a gente pode dar ajuda para ele poder corrigir. Se ele mesmo com ajuda não fizer, o que é que você vai fazer? próxima tentativa. E para isso tem o zero aqui na frente. Essa parte é o zero. Então, normalmente, normalmente a gente preenche isso aqui, Esse é folle
de registro pro seu aluno, para aquela atividade especificamente antes de plastificar, tá? a não ser que você vá alterar os objetivos e aí não tem problema, você pode plastificar, você vai usar o pincel e você vai fazer um X aqui antes da aula. Ou seja, se o meu aluno vai te ajudar a lembrar, porque você faz isso que hoje, amanhã muda, no outro dia pode mudar, no outro dia você vai não tá se lembrando qual é o aluno falta, você tem Que lembrar qual é a consequência que você programou para cada desempenho. Então, normalmente, se
ele não tem resposta ou uma ajuda ou pouca ajuda, você coloca um X, ou seja, você não vai dar elogio. Não, professor, mas mesmo que ele não respondeu, ele teve ajuda, eu quero elogiar, porque ele tentou, ele se esforçou. Tudo bem. Então você não vai fazer um X na bolinha, você vai fazer um X no próximo tracinho que é de elogio. Quem é que decide isso? Vocês. Quem é que supervisiona e orienta? Qual a vantagem e a desvantagem? Nós do modelo de exerci. Mas é importante que vocês tomem essas decisões, porque lembrando, tem que ser
uma operação analítica. À medida que vocês perceberem que isso não tá funcionando, vocês vão ter as possibilidades de vocês mesmos alterarem o ambiente e verificar o efeito. Por isso que eu comecei a discussão aqui, que a propriedade, a dimensão analítica, Vocês vão manipular o ambiente para modificar o comportamento do aluno de vocês. Vocês têm um poder disso e para isso precisa ser programado. Não pode ser insite. Ainda que insite faça parte do nosso trabalho, mas o quanto planejado antes ajuda vocês a saberem se é o que vocês está fazendo e não que outra coisa que
tá verificando o efeito. Então se ele com muita ajuda, o que que eu vou fazer? É zero, é um elogio. E se ele fizer, mas eu tiver que dar muita ajuda para ele, eu corrijo e tudo, dou oportunidade e ele, pum, naquela tentativa conseguiu fazer, mas com muita ajuda. O que é que eu vou programar? Eu vou dar um elogio também da mesma maneira, lembrando que consequências diferentes eh eh podem vão gerar desempenhos diferentes e eh consequências iguais para desempenhos Diferentes t o aluno tende a responder com menor esforço possível, tá? Então não é porque
você tá elogiando que ele vai melhorar o desempenho. Ele pode até melhorar, mas não na velocidade que a gente programa, que a gente poderia ter, tá? Professor, eu não quero fazer diferença entre resposta resposta correta com duas ou mais ajudas e não quero diferenciar de resposta correta com uma ajuda. É simplesmente se ele não fez mesmo com Muita ajuda, se ele fez com ajuda ou se ele fez correta. Ou seja, você pode simplesmente ter três tipos de resposta 0 4 e 10. Não tem problema. Você simplesmente vai apagar o oito, vai apagar o dois e
apagar o oito e o dois daqui de cada tentativa. Você apaga porque você tem apenas três tipos de resp três tipos de desempenho do objetivo alvo na atividade. Se você quiser simplificar num primeiro momento, não tem problema. É só apagar, só riscar Aqui, tá? E riscar essas possibilidades. Professor, eu quero ter quatro. Eu quero ter apenas, né, não quero diferenciar o desempenho independente e o desempenho independente com prontidão ou com entusiasmo. Tudo bem, você vai ter apenas o zer, o 2, 4 e o 10. Você tira o oito. Pode ter essa possibilidade. E aí eu
quero que vocês, ao a lembrar do aluno de vocês naquela atividade, vocês pensem na seguinte Maneira: como é que normalmente ele desempenha? E o que é que eu normalmente faço em função do desempenho dele para esse aluno? No objetivo primário, para ele esperar, para ele fazer o contato visual, para ele encaixar a a cor, a mesma cor, ou ele tolerar eh ficar no ambiente. Para isso, eu preciso, eu dou ajuda para ele. Normalmente ele completa, normalmente ele não completa. Como é que ele faz? E como é que eu tenta lembrar vocês mesmos o que é
que Vocês fazem nessas ocasiões? Uma dica é, às vezes a gente não sabe, não se lembra como é que ele responde e a gente não se lembra como que a gente consequencia em função do desempenho dele. Então a dica é leia essas possibilidades e vai pro atendimento e lembra: "Opa, nisso aqui ele tá respondendo dessa maneira". Nossa, então quando ele tava não tava conseguindo completar, eu fiz tal coisa. Eu dei ajuda. Que tipo de ajuda que eu Dei? Aí vocês vão colocar aqui, ó. Pega todas essas partes, ó. Então eu vou falar, vou ler com
vocês. Dica física é um toque. É um toquinho. Dica física é um toquinho. Não é pegar na criança e fazer o movimento para ela. Dica física é um toque, tocar fisicamente. Modelação é eu dou um modelo, eu eu mostro o modelo para ele, tá? Nesse caso, modelação, ele não se aplica se a gente tiver ensinando a habilidade de Imitação, porque aí a o modelo que eu dou antes, ele não é uma ajuda, ele é o própria instrução antecedente, tá? Então, modelação a gente não usa quando a gente tiver ensinando imitação, tá? Eh, se a gente
tiver usando, mas para qualquer outro repertório, se a gente dá modelo para, olha, faz desse jeito, olha, é assim, olha eu fazer primeiro modelação, você coloca MD, mas se quiser escrever modelação, pode também. Você dá A dica oral, você fala para ele ali, ó, espera agora assim, daquele jeito, naquele dica oral. Às vezes a gente dá um monte de decoral e a maioria das vezes a gente dá de coral e não percebe que tá dando. Isso é muito importante, tá? E às vezes ele faz sem a gente dar de coral e a gente não tá
consequenciando diferente. Às vezes a gente tá dando de coral sem precisar ele dar a dica e aí a gente começa a se policiar sobre isso. É Importantíssimo. Dica gestual é apontar, esperar, abaixar aquele aponta pra perna, a ponta. Olha lá, o olha lá tem a dica oral e tem o gestual. Se você só fazer o movimento, aí é só gestual. Lembrando que normalmente a gente faz a dica gestual junto com dica oral, mas não precisa. A dica gestualmente ela é mais importante do que a dica gestual, tá? A dica gestual é melhor do que a
dica Oral. Dica, auxílio físico parcial. Olha a diferença entre dica e auxílio. Auxílio ele ele aumenta a magnitude. Auxílio físico parcial, ou seja, eu vou pegar no aluno, mas eu não vou completar a atividade inteira. Eu não ou o corpo dele não é manipulado inteiramente. Por exemplo, eu posso pegar na axila para ele dar uma força para ele saltar, para ele subir no caixote ou para ele descer do caixote. É a auxílio físico Parcial. Se eu pegar ele no colo, pum, e colocar ele do lado de lá, aí já não é auxílio físico parcial, é
auxílio físico total, porque eu fiz o movimento por ele. Redução de estímulos, isso é uma estratégia também de ajuda. Ou seja, você percebe que um monte de brincadeir, um monte de atividades, um monte de eh itens que tem no ambiente, pode ser mais pessoas, estão interferindo no desempenho dele. Então Eu vou lá e tiro, eu mudo, viro de posição ele para ele olhar pra parede, em vez dele olhar pro outro lugar, se ele tem que quicar a bola, eu vou e tiro ou desligo a música ou eu coloco o fone de ouvido nele. Isso a
gente chama de redução de estímulos que concorrem com a atenção dele. Isso também é um tipo de dica de ajuda. Se eu às vezes a gente faz isso e não percebe que tá fazendo isso, mas isso é importante porque em algum momento a Gente tem que voltar esses estímulos para se transformar essa ocasião de aprendizagem dele para uma situação muito mais natural, mais real da vida. Uma coisa ele conseguir quicar bola concentrado de frente paraa parede, outra coisa ele fazer quicar bola junto do lado de um monte de gente quicando bola também. Isso é muito
mais real. A gente não consegue ensinar ele quicar a bola do lado dos outros colegas. que a gente tem Que fazer, reduzir estímulos que concorrem, faz separadamente e depois volta esses estímulos paraa naturalidade. Porque a nosso trabalho não é para ele desempenhar bem na clínica, é para ele desempenhar bem bem na clínica algo que ele não faz no ambiente natural, mas visando o desempenho no ambiente natural, um desempenho inclusivo. Por isso que a educação física especial na perspectiva inclusiva, Tá? Vídeomodelação, poucos de vocês usam, mas é muito possível da gente utilizar, que é mostrar o
videozinho da execução da atividade. Às vezes a gente usa quando o aluno faz às vezes um bom desempenho, às vezes e na maioria das vezes um desempenho médio ou não consegue desempenhar. Então a gente grava aquele bom desempenho e antes das próximas ocasiões mostra para ele. Isso Normalmente comum também para ensinar a brincar de Pixcde, atividades um pouco mais longas em que o aluno não consegue prestar atenção no ambiente natural por muito tempo, mas pelo pelo celular ele consegue pelo videozinho. Se a gente adota isso, balizamento. O que que é o balizamento BZ? é a
gente estar com os braços próximos ao aluno, tá? Balizando. Então, se eu tiver com os braços abertos, como se fosse assim uma uma baliza mesmo, que eu não tô encostando Nele. Se eu encostar nele o tempo todo, vai se tornar auxílio físico parcial. Mas se eu ficar com o braço próximo dele de forma que eu não permita que ele saia do da da atividade, ou seja, ou seja, se ele se deslocar, ele encosta no meu braço, ele for pro outro lado, ele encosta no meu outro braço. E ele tá vendo que a minha mão tá
ali perto dele, ou seja, eu tô balizando. Essa é uma estratégia pra gente tirar gradativamente O auxílio parcial, o auxílio físico total do auxílio físico parcial. E em vez de passar paraa dica, que aí é uma é uma retirada muito brusca, a gente tem uma uma estratégia intermediária que é o balizamento, que antes você tava tocando nele durante o movimento, agora você solta o braço, mas vê que o braço tá ali, chama balizamento, tá? Ah, Balizamento, por exemplo, de você, ele tá andando sobre a corda, você fica do lado dele, meio que para ele não
cair, tá? Balizamento também, tá? Atraso na ajuda, ou seja, você dá em alguma circunstância, deu a ajuda para ele e de repente você dá a oportunidade para ele fazer e espera sem falar, sem dar a dica. espera e se ele precisar, somente se ele precisar que você vai dar ajuda. Ou seja, você tá começando a atrasar o Tempo da ajuda. A gente chama atraso na ajuda, tá? Não é simplesmente é porque normalmente atraso na ajuda você coloca junto com outro. Atraso na ajuda e dica oral. Atraso na ajuda e balizamento. Atraso na ajuda e ah
dica física. Atraso na ajuda e dica gestual. Comumente, atraso na ajuda é combinada com outro, porque é o que eu tem que falar, ó, qual é a topografia da ajuda, né? A forma da ajuda. Esvanecimento da força. O que que É isso? Normalmente a gente vai fazer para treinar de salto, para ensinar a criança a encaixar alguma coisa, a gente pega na mão da criança e vai aos poucos, à medida que ela vai fazendo as repetições, a gente vai enfraquecendo essa ajuda. Vai enfraquecendo, mas ainda tem um contato. Às vezes a perna ensinar ela a
saltar, dar a mão, vai tirando a força no salto, a mão na axila, ou então para ela fazer um arremesso, você vai fazer um movimento, ou então para ela Puxar alguma coisa, pegar no braço, você vai soltando aos poucos. A gente chama de enfraquecer, de esvanecer a força, a intensidade da ajuda, tá? Essa, esse esvanecimento da força, ela pode ser em dois tipos, física e oral. Como é que é o esvanecimento da força na de coral? Às vezes você fala assim: "Espera". Ou às vezes você fala assim: "Um, 2, 3." E às vezes você fala
assim, ó: "Espera! 1 2 3. Olha, a intensidade, a entonação da minha fala é mais baixa. E isso faz Com que o aluno, você vai aos poucos começando a tirar pela entonação da voz essa dica coral. Então, às vezes você coloca o dicoral, mas ao longo das tentativas você vai enfraquecendo a intensidade dela. Então você combina as duas coisas. Professor, mas eu não sei se eu vou usar tudo isso. Coloque ali as possibilidades que você comumente imagina que você vai usar. Coloca todas elas para aquela atividade, Para outra atividade, você vai usar outro tipo de
ajuda. Você programa isso antes de ir pro registro. Chama programação, programação das contingências, programação das consequências em função do desempenho. Você vai programar porque a hora que você tiver no meio da atividade, fala: "Upa, atividade, o que que eu vou fazer se ele fizer tal coisa?" Você pum, bate o olho, tá ali, você lembra da consequência. Isso é para Programar vocês, para lembrar vocês, porque para cada às vezes vocês dão três, qu 5 seis atividades pro mesmo aluno na mesma aula e as consequências são diferentes. No começo a gente, o que que a gente faz?
Coloca a mesma a mesma consequência para tudo. Bom, isso vai, isso tende a funcionar, mas ele vocês estão perdendo chance, né? ou todos nós estamos nessas ocasiões estamos perdendo chance de melhorar ainda mais o desempenho. Então A gente programa esse desempenho, tá? E aí esse tipo de ajudas que eu me retrato aqui, eu me refiro aqui no dois e no quatro, são a isso que você usou. Se você usou apenas uma dica, teoricamente ele pontua quatro, mas não é dica para qualquer coisa, é dica para o objetivo prioritário. Se você quer que ele espere para
ir pro pula pula, o objetivo é esperar. Ele esperou com independência. A hora que foi pro pula-pula, ele precisa de ajuda para subir no pula-pula. você deu ajuda, você não vai anotar. A consequência é independente. Aí você vai anotar se é oito ou 10, porque o objetivo prioritário, que é o esperar foi adequado. A dica não foi pro objetivo prioritário, foi para outra coisa. Faz sentido isso para vocês? Professor? Tá complexo. Por isso que Esse é um trabalho especializado. Professor, eu não consigo diferenciar. Eu vou colocar aqui o tanto mais ou menos, né? E eu
não consigo diferenciar se eu dou pouca ajuda, muita ajuda. Eu nem tô colocando aqui para vocês colocarem que tipo de ajuda vocês dão por tentativa. É simplesmente vocês gravarem se vocês dão mais ou menos ajuda pro objetivo prioritário. É essa a lógica. Bom, professor, isso parece difícil. Esse vídeo vai ficar disposi à disposição depois para vocês junto com as as estagiárias para vocês poderem recuperar e reassistirem ele. Mas é importante que vocês tirem dúvidas aqui, tá? Façam anotações que essas consequências são para os objetivos. Qual outras consequências que eu posso fazer? Eu posso dar um
elogio? Muito bem, parabéns. Eu posso dar um elogio. Caramba, que legal demais que você fez. A gente chama isso de elogio Com empolgação. Se para aquela tentativa você deu ficha, que é no final, ele pode acumular para alguma coisa, você pode fazer isso. Você pode dar ficha porque ele acertou. Você pode dar a ficha junto com o elogio quando ele faz o acertar independente. Você pode ter o elogio sempre que ele acertar com ajuda, mas você pode nas vezes que ele te surpreender no desempenho, além do elogio, você dá uma Ficha. Então o que que
você pode fazer por um desempenho oito ou 10, por exemplo, você pode colocar X no elogio com empolgação e também a ficha. Você pode colocar X nos dois, ou seja, quando ele faz tal coisa, ele ganha duas, três consequências e quando ele faz outro desempenho, apenas uma delas. Tem o item de preferência, você vai dar o item na logo na sequência que ele eh faz o desempenho. Não, professor, eu só vou dar o item Quando ele completa tudo. Então, não é o item de preferência. Você tá dando ficha, né? E aí a hora que ele
completa, ele faz isso. Ou então eu só vou lá quando ele completa a atividade, independente se ele fez bom ou não, eu vou dar elogio e na conclusão da atividade eu dou o item de preferência. Então, nesse caso, prestem atenção, se o item de preferência ou a atividade de preferência ou tempo livre não é em função do desempenho na tentativa, Ele não vem para cá. aqui é em função da tentativa e não da da em função da conclusão da atividade. Faz sentido para vocês isso? Porque aqui é por tentativa, ó. Só que a gente não
vai ajustar, a gente não vai registrar o desempenho de todas as tentativas que vocês fizerem. Vamos registrar apenas de cinco. Já vou chegar nesse ponto aqui agora. Tá, mas primeiro, primeiro essa parte de Consequência que é a parte da da dimensão comportamental, é fundamental que vocês entendam. Essas consequências elas são em função, elas são correspondentes ao desempenho na tentativa. Ele concluiu: "O desempenho foi bom, médio ou não teve? O que é que eu vou fazer naquela tentativa?" Não é na conclusão da atividade, tá? Perguntas. Vou parar um pouquinho para olhar o rosto de vocês. Quem
puder ligar a câmera. >> Professor, >> sim, >> só uma dúvida na ficha, >> certo? Eh, eu trabalho da seguinte forma, eu a objetivo principal lá da habilidade de objetivo é o elogio e a ficha para ele ganhar o item de preferência depois das Tentativas, >> certo? >> E aí ficou meio confuso para mim o que que eu >> onde acha aí >> uma ficha a cada a cada a cada repetição, a cada tentativa ou você dá uma ficha só na conclusão da atividade? na conclusão do circuito da atividade. >> Na conclusão do circuito. Então,
nesse caso, você não vai colocar a ficha aqui, >> é só o elogio. >> É só o elogio. O que é que você vai fazer? Vou te mostrar aqui. >> Mas eu posso continuar usando a ficha como a consequência do do do item de preferência no final. >> Pode. O que é que você vai fazer aqui na parte de baixo, ó? Todo mundo preste atenção. Observações sobre consequências ou intercorrências. Então você vai colocar aqui na conclusão da atividade, ou seja, você não, quando você fala a Conclusão da atividade é independente do desempenho, >> tá? >>
É isso, não é? Simplesmente ele concluiu. Se ele concluiu com muita ajuda, com pouca ajuda, com independência, você vai dar a ficha. >> Sim. Então >> você vai escrever aqui na conclusão da atividade acesso a uma ficha. Tá? Se por um acaso você faz a seguinte Situação na conclusão de eh 50 pontos ou de eh 40 pontos, já vou explicar a pontuação. Na somatória de 30 pontos, ele tem ficha. Se ele fizer 40 pontos, ele tem duas fichas. Ou se ele eh fizer 30 pontos, ele ganha eh ele ganha a ficha. E se ele fizer
40 pontos, ele já ganha a atividade eh da conclusão da atividade, ele ganha uma atividade de preferência ou o item de preferência diretamente. Aí você vai Colocar aqui embaixo, porque isso aqui é consequência da tentativa e não da atividade propriamente dita. >> Entendi. >> Tá. Eh, aqui a tentativa, eu tô chamando de oportunidade, é a mesma a mesma a repetição. Na na educação física a gente usa muito o termo repetição, né? E na psicologia usa muito o termo tentativa, tá? Mas a repetição, a mesma coisa, tá? Dúvidas? Outra coisinha, outra outra Dúvida também, professor, um
outro aprendiz meu, ele ele inicia a ele termina o o a habilidade que a gente está que que está sendo eh eh avaliada, né, que está sendo eh que que tá no público, no no objetivo alvo, certo? >> Ele já ganha um item de preferência. Ele terminou mesmo dentro do circuito, mesmo que é dentro do circuito, ele terminou aquela atividade, ele já ganha o item de preferência. Eh, e aí para, vamos supor que seja a última a última estação do circuito. Aí para iniciar mais uma tentativa do circuito, eh, eu inicio com a ficha. É
válido também ou não? É válido. É válido. Tem a às vezes se o aluno tem um bom desempenho naquilo, você não vai fazer por repetição, entregar um item de preferência, porque senão você não consegue dar continuidade na aula. A aula demora muito para concluir e tem ainda a Condição de retirar. Quando você faz isso, normalmente, eh isso acontece na mesinha, é mais fácil na mesinha, porque o aluno fez aqui uma uma única oportunidade, alguém já pega e já dá um um item de preferência para ele, ele brinca um pouquinho, pega outra tentativa e repete, tá?
Na educação física e a gente isso, essa essa dinâmica é quase impossível de acontecer. Quando é que ela vai acontecer de você Entregar o item como consequência de uma oportunidade, de uma repetição, de uma tentativa, quando esse comportamento é muito difícil de acontecer, >> quando ele é muito, quando ele tá, ele é que precisa de muita ajuda, muita ajuda sempre. Então, quando ele fizer aquele desempenho que você tá esperando, que ele te surpreender, aí você entrega o item para reforçar significativamente aquela resposta. Ou seja, você tá criando uma história que No futuro é respostas semelhantes
vão ter acesso àquela consequência e respostas que não se assemelham a ela não vão ter acesso à aquela consequência. É isso que você tá criando, essa construindo essa história com ele. Faz sentido? >> Sim. >> Tá. Então você pode ter tentar, o que você não pode é ter desempenhos de desempenho igual com consequência Diferente. Então se ele fez o circuito e eh alcançou o objetivo alvo de forma independente, na primeira tentativa, você deu uma consequência? Se na segunda tentativa, na segunda repetição, na segunda oportunidade, ele teve o mesmo desempenho, você tem que dar a mesma
consequência. Você pode até dar ficha, mas considerando que foi um desempenho diferente, tá? Agora você quer quebrar essa regra? Não, só na a primeira tentativa eu quero fazer, eu quero testar se na primeira tentativa, só na primeira, se mesmo que seja em todas as tentativas o mesmo desempenho, a primeira eu vou dar uma consequência diferente. Que que você faz? Você coloca ali, olha, eu vou experimentar que na primeira tentativa com desempenho eh independente, com entusiasmo, eu vou dar eh a brincadeira, sendo que normalmente você dá ficha. Que que você tá querendo? O que que eu
tô querendo dizer quando você faz essa programação que é uma exceção, você tá experimentando que a sua manipulação do do ambiente vai gerar um certo efeito. A gente sabe que efeito que vai dar, pode ser que dê certo, pode ser que não dê certo. Como é que a gente vai saber? Você vai experimentar, vai manipular. É uma hipótese. A depender do desempenho, você vai olhar Pro gráfico e falar: "Opa, tá funcionando? Vai indo bem. E não sou eu que vou dizer se essa estratégia vai ser boa ou se não vai. São os dados. São os
dados que vão te dizer isso. >> Perfeito. >> Certo. Mas eh essa estratégia você pode adotar porque às vezes o aluno realmente demora para ter a primeira. A gente pode ter uma uma consequência diferencial. Eh, pode, né? eh na em uma única oportunidade mesmo que esse desempenho se repetir e aí nas vezes que ele se repetir ter outra consequência. Pode, tá? Mas eh nesse caso você tem que colocar uma observação. Faz sentido? Faz. Vamos dar continuidade. Eh, e aí nós vamos colocar o desempenho exatamente nessa parte aqui, que é a parte principal, a parte da
frente. Professor, eu posso imprimir essa folha e deixo fazer a tirinha como você mostrou, né? Frente Versa. Pode, professor. Eu posso igual acho que e o tio Boto fez, né? Imprimiu a a em cima e embaixo. Pode tá. Para que que eu use fiz isso aqui menorzinho, né, desse tamanho? Normalmente pra gente tem menos coisas para carregar, para facilitar. Você coloca cinco coisas, você pode colocar dentro de um estojo, pode colocar numa bolsa menor do que uma Folha dessa aqui que você não precisa levar pro pro setting de de de intervenção. Isso aqui pode ficar
no seu escritório, pode ficar na sua sala, você leva isso aqui pro atendimento, tá? É a programação das contingências. Você registra, volta e passa para isso aqui que fica num outro lugar, fica perto do computador e tá, mas se você quiser fazer isso maior, pode, tá? Eh, então aqui é que você vai colocar, vocês vão perceber que tem primeiro, Segunda, terceira, penúltima e última tentativa. Ou seja, a minha orientação é que vocês não precisem registrar dessa maneira que eu fiz para tudo. Vocês vão fazer isso apenas em cinco oportunidades, em cinco repetições, em cinco tentativas
daquela atividade. As três primeiras e as duas últimas. Isso é importante porque quando às vezes você a primeira a primeira tentativa, ela é fundamental na seguinte circunstância. O aluno ainda naquela Atividade não teve contato com as consequências ainda do seu próprio desempenho. Então a gente chama isso de um desempenho puro. A medida que ele faz algum desses desempenhos e você consequencia, você já naquela atividade tá criando uma história que vai alterar o desempenho na segunda tentativa. O desempenho feito nas duas primeiras Vai alterar o desempenho na terceira. Se você deu mais ou menos ajuda, se
você deu mais consequência diferencial, vai alterar o desempenho aqui e vai alterar ao longo do final. Então a gente chama o desempenho na primeira tentativa de desempenho puro, que não vem ainda em função das contingências nessa atividade, ele vem da história que veio da da das sessões anteriores, do da das aulas anteriores. Então o desempenho da primeira ela é Fundamental. A gente vai ter uma informação depois no no quando tiver ali o Excel para vocês na temos montado, ele vai ele vai comparar o desempenho da primeira tentativa com a média das três primeiras, porque ele
já vai mostrar para você que você as consequências que você tem logo no começo da atividade eh podem alterar o desempenho que ele já veio, que ele já teve, que ele veio do Antes de iniciar. aquela atividade. Ou seja, você profissional, você é responsável pela alteração do desempenho dele. Não é ele o responsável, é a gente. A forma como a gente organiza as consequências, as condições, a ajuda altera o desempenho desse nosso aluno. Então, quando você começar a aula, você já começou, você bate o olho. Que que eu tô pensar mesmo? essa consequência que se
ele fizer tal coisa, quais são os tipos de ajuda que mais ou menos eu Programei para ele e não tem problema se você fez, se você fez um tipo de ajuda diferente, chega no final da aula, adiciona ela aqui, não tem problema, tá? Se você mudou as consequências, ah, eu fiz tal coisa, mas eu acho que funcionou, a partir da próxima aula, você vai lá, apaga e muda. Por isso que é um pincel, por isso que você pode apagar e mudar pra próxima aula, tá? O que é importante é que a hora que você muda
as consequências, você nos Comunique pra gente olhar pro vídeo e falar: "Opa, tá tendo correspondência com o que foi programado, tá? É importante que você tá, senão eu tento falando: "Ó, você programou uma coisa, mas tá fazendo outra". E o nosso trabalho é ajudar vocês a programarem e a executarem de acordo com a programação. Nosso trabalho é esse, dá suporte para vocês. E aí, então são as três primeiras tentativas que por que que por que que eu coloco três primeiras Tentativas? Porque normalmente quando começa a atividade é onde a gente começa a dar mais ajuda
pro aluno, tá organizando o ambiente e no meio da atividade comumente a gente começa a se afastar do aluno. É nesse momento que você com uma folhinha na mão que pode estar no seu bolso, que pode estar no seu avental, que pode estar na mesinha próximo, pode estar na sua própria mão, dependendo do da condição, você simplesmente pum, tum tchum tchum e É são 3 x, são 3 x, é ou é 0, 2, 4 ou 10 nas três primeiras e volta pra mesa. Então é um intervalo aqui no meio da atividade que você vai escrever
aqui. Pode vir. Deixa eu tirar >> como é que é? Acho que acho que alguém ligou o áudio. Eh, então no meio da atividade você vai até lá e registra >> e faz 3x. Acho que é importante porque a gente não eh precisa de muita eh eh não é para ter muito esforço no meio da Atendimento. Acabou a atividade, concluiu. Se ele fez 30 tentativas, se ele fez apenas cinco, se ele fez quatro, você vai registrar no máximo cinco tentativas. São agora as duas últimas. Eu fiz três séries de 10 tentativas. Então, na primeira série,
as três tentativas você vai registrar e as duas últimas tentativas, as duas últimas repetições da última série, porque essas duas últimas vão mostrar para vocês o a média Da do desempenho dele em função da história que você construiu naquela atividade. Teoricamente, teoricamente, se a atividade de vocês surgir o efeito, a gente espera que o desempenho mais próximo do 10 aqui e aqui mais longe do 10. Faz sentido para vocês? Porque à medida que você vai dando consequência reforçar a determinado desempenho e outra consequência mais baixa, se ele não Tiver o bom desempenho, a tendência é
que ele no meio da atividade vai buscando novas respostas de maior desempenho. Essa é a tendência. Então aqui a gente tem uma história construída pelo aluno de um de manipulação do ambiente feito por vocês, tá? A tendência é que no meio da atividade ele vá passando aqui de dois para de 2 4, né? Ou oito até para 8 e 10. Se a gente perceber que ele fez 8 ou 10 em tudo isso aqui, a gente espera que no máximo você tenha três fichinhas ou três sessões dessa mesma atividade desse desempenho, porque no futuro você já
vai começar mudar o desempenho, você vai começar a colocar uma demanda mais difícil e a gente prediz, a gente imagina que o desempenho vai cair. Se você coloca uma coisa mais difícil, ele continua no 10, quer dizer que você subaveitou as condições no passado. Tava Colocando uma coisa muito fácil para ele antes, tá? Bom, aqui a gente mostra a duração. Professor, o que que eu vou fazer aqui parte de cima? Essa parte de cima tem outras funções. Então, aprendiz. Essa informação vocês podem inclusive escrever à mão caso vocês forem plastificar antes mesmo de eh plastificar
pro aluno. Então, se você tem cinco atividades para aquele aluno, então você vai produzir Cinco dessas pro seu aluno X e já colocar o nome dele aqui e o seu o seu nome. Se é um local fixo, não tem jeito de mudar. Se não for naquele local, não tem aula, você já coloca. Mas se pode mudar o local, você deixa isso em branco e coloca a mão. Coloca no pincel. A data e o horário é sempre no pincel, tá? Isso aqui é para ajudar vocês a se organizarem, mas se vocês não quiserem colocar horário também
não precisa, Tá? O objetivo prioritário, esse aqui você pode colocar antes também, tá? né? Objetivo prioritário é atividade. Então é o A21, é o MT1, é o EC 2. É, qual é o código que você já montou no planejamento? Você pode ter isso antes, já pode fazer a mão e depois plastifica. Então você vai, se você tem cinco atividades, vai ter provavelmente cinco códigos diferentes. Pode ser a várias atividades pro mesmo Objetivo, pode ser uma atividade para cinco objetivos diferentes. Você vai colocar aqui para que que serve a meta ensino e manutenção. Isso é muito
importante que a meta, a medida que você vai mudando a atividade, se já vai deixando ela mais difícil ou mais fácil, você vai tendo metas diferentes. Então essa parte você não vai colocar antes, você vai colocar só depois que tiver plastificado. Ou se você tiver Usando é a parte impressa, sem plastificar, só no papel, você vai colocar lápis aqui, porque a medida que vai mudando o meta, você apaga ou você risca e coloca o próximo. Você usa a caneta, você meta um, concluiu, vai para dois, você apaga, vai para dois. Concluiu, apaga ou risca, vai
para três e assim vai. Ensino e manutenção. Para que que serve isso? Alguns de vocês fazem algumas atividades durante um tempo e depois param de fazer Aquela atividade completamente. Outros que têm mais frequência semanal de atendimento, atende o aluno quatro, cinco vezes, fazem algumas atividades e assim que ele alcança desempenho, em vez de tirar essa atividade do currículo, ela acontece esporadicamente no atendimento. Ela acontece uma vez por semana, duas vezes por semana, a invés de acontecer todos os dias. Então a gente chama essa condição de manutenção. Mas para quem atende uma vez, duas vezes Por
semana só, não faz sentido ter manutenção, é só ensino, tá? Para que que serve isso aqui? Isso aqui ajuda na hora que vocês tiverem as fichinhas. Opa, faz tempo que eu não faço essa de manutenção. Vou recuperar, vou fazer uma vez hoje aqui, tá? E a de ensino é provavelmente todos os dias que você faz séries e tentativas planejadas. Agora, isso aqui é muito importante. Séries e tentativas planejadas. Que que é as séries? as quantidade de de eh Conjuntos, né, de que eu vou fazer com o aluno. Então, faço às vezes uma série de tantas
repeti de 10 repetições, ou eu faço eh três vezes de cinco repetições e eu vou colocar aqui três de cinco. É o que eu planejei. Pode ser que eu não consiga, pode ser que eu chegue no dia, eu só consiga fazer dois de 10. Tem che, eu tenho jeito que eu consigo fazer três, mas eu eu planejei 10 repetições, só consegui fazer três de cinco. Ou sei lá, se foi por tempo, se o aluno não Participou, eh, não, não se engajou na atividade. Isso é importante pra gente tomar a decisão se no futuro mantém aquela
quantidade ou muda para aquela atividade. Então essa parte de séries e tentativas planejadas é feita antes, planejada. E o quanto que você conseguiu completar disso planejado? É a completude do planejado. Você não realizou essa atividade, Planejou, mas não realizou. Você coloca aqui: "Ah, choveu eh, furou a bola. O menino não, a criança, a menina não entrou no ambiente, eh, tava chorando, fez cocô, não realizou. Programou, mas não realizou. Fez poucas, fez mais ou menos a metade do geral, quase tudo ou tudo. Isso é importante. Você registra que é o final. Concluiu toda a aula, concluiu
a aula, você p você você coloca, tá? ou concluiu a atividade, caso você tenha condições. Para que que isso aqui vai ajudar vocês na tomada de decisão? Porque às vezes o desempenho é bom e o e ele não tá conseguindo completar tudo. Para de ficar insistindo, replaneja, faz novas expectativas, tá? Não, ele tá com bom desempenho, mas ele não tá conseguindo completar. Vamos tomar, vamos tomar a decisão agora de o objetivo é completar tudo, não melhorar desempenho. Vamos completar tudo. As consequências podem ser modificadas. Tá pronto? E aqui a gente tem completada a parte de
cima e aqui a parte agora de baixo da da parte, né, de do verso da folha de registro, ela funciona da seguinte maneira, são as intercorrências ou imprevistos ou problemas se comprometer a aprendizagem ou a integridade, saúde do aprendizo. Se não interferir, vamos supor que você no intervalo viu que ele tá estereotipando, mas isso não interfere. Isso não é um comportamento alvo da intervenção, você não precisa colocar isso. Se você entender que interfere, que pode ser alvo de intervenção, aí você vai colocar, tá? Se aconteceu fuga, quanto que aconteceu de fuga? Aconteceu muito alta, muito
frequente ou ela foi só alta, média ou baixa, né? Teve algumas vezes, nossa, foi um tanto. Em comparação o que ele mesmo faz, você pode colocar 1, 2, 3 ou quatro. O quatro normalmente quando Foge com é uma excepcionalidade. Você vai colocar aqui a frequência e a intensidade. Você pode não colocar a frequência, colocar só a intensidade. Você pode colocar só a frequência e não a intensidade, não tem problema. A ideia é que você tenha um padrão, o seu padrão com aquele aluno, tá? Porque isso vai dizer pra gente na ajudar a gente na tomada
de decisão. Nós vamos combinar as três variáveis: o tanto de intercorrência, O desempenho no objetivo prioritário, o tanto que ele completou para tomar a decisão no futuro. se a gente aumenta as muda as consequências, se a gente coloca tentativa, se a gente muda a meta, se a gente mantém essas coisas e muda o objetivo secundário, se a gente e trabalha na adaptação do ambiente, aí vai ajudar a gente na tomada de decisão. E a partir dessas intercorrências, o tanto que você entende que precisa de ajuda na supervisão para aquela Atividade, não paraa aula. as intercorrências.
Agora a prioridade é por atividade. A aula ocorreu conforme eu planejei e eu sei o que eu vou fazer depois. Zero. Ela seguiu o planejado, mas não tenho as eh Mas eu tenho alguma dúvida. É um. Coloco o X no. Alguma intercorrência, mas eu gerenciei bem. Coloca dois. Intercorrência. Gerenciei, mas eu não sei se tá certo, né? Três, quatro, problema grave e Parcialmente gerenciado. Cinco, fugiu do meu alcance, fora do meu do meu controle e eu preciso de orientação urgente para o que fazer. Já é cinco. Você coloca um X. Acabou o atendimento, clique foto.
Se for tirada, se for feito na tirinha, como eu fiz, impresso, você vai fazer então duas fotos, tá? A parte da frente e a parte diversa. Se você fez como o Ti Bot fez, pode ser uma foto só. Tirou a foto, apaga. pode apagar as as prioridades, que vai Que vai vai preparar aquilo pro próximo atendimento. Você vai apagar as intercorrências, você vai eh manter as mesmas as mesmas ajudas, então não apaga aqui. É as mesmas consequências, não apaga aqui. Vai apagar esse desempenho, tá? E vai apagar a parte de cima. Aqui é a mesma
meta. Mantém, deixa, deixa aqui, a mesma quantidade, tá? Eh, ah, eu esqueci de fazer uma uma orientação, desculpa, que eu pulei uma parte, pessoal. Tem eh a somatória dos pontos. É importante que a hora que você conclua, você coloca aqui em somatória da pontuação, tá, professor? Ele só fez quatro tentativas. Então, você vai colocar a primeira, a segunda, a terceira e a última. Não vai colocar a penúltima, tá? Se você errar, colocar penúltima, não colocar a última, não tem problema, tá? Não tem problema. Mas é, é a última. E aí você vai somar 10 10.
Se ele fez só Quatro, 40 pontos. Você vai colocar aqui. Se ele fez 10 em tudo, 50 pontos. Se ele fez zero, ele não, esse não participou de nada, né? Então vai tá aqui completude, não realizou, vai tá 0 0 0, tá? Vai colocar zero aqui. É importante que ao final você concu, coloque aqui e depois apaga. Tá, professor, eu quero contar as estereotipias dele, eu quero contar quant quanto tempo ele demora para vir Fazer atividade, quantas vezes eu ele ele grita na aula. Essas coisas não são objetivo prioritário, mas eu quero medir para acompanhar.
Às vezes me pediram para para contar quantas vezes ele ele põe o ele me mexe na na na genitália. Quantas vezes ele ele ele dá um grito, quanto tempo ele demora para organizar os materiais? Quanto tempo ele coloca? Demora para colocar o tênis. é um objetivo que não é a prioridade de vocês na aula, mas você tá querendo medir Naquele momento. Você pode ter aqui, ó, um outro objetivo. Você coloca tempo para colocar o tênis, tempo para chegar na sala quando chamado. Quantas vezes ele grita? Quantas vezes ele colocou a mão no na no pênis
ou na vagina? Quantas vezes ele eh eh das oportunidades que eu chamei, quantas vezes ele olhou? E a gente chama isso de razão. De 10 vezes que eu chamei ele, ele olhou cinco. Não tô, não é objetivo prioritário, mas eu vou Colocar. E aí vocês sinalizam aqui, ó, se é duração, se é quantidade, se é razão. Por exemplo, duração, quanto tempo ele demorou para escovar, para para ir ao banheiro? Quantas vezes ele quanto tempo ele demorou para colocar o tênis? você coloca aqui, é isso aqui, essa condição, ela é opcional, vocês não precisam ter, mas
ela é opcional porque normalmente a gente eh numa equipe onde quer medir alguma coisa com todos os profissionais, a gente não tem onde Colocar isso. Então eu incluí essa informação também na folha de registro que é opcional, tá? Agora eu vou parar um pouquinho aqui a a apresentação. Eu queria ouvir de vocês antes da gente passar para pro gráfico. Muito complicado, muito aparente. Eh, é difícil, mas é possível de ser feito. Alguém quer contar um pouquinho das dificuldades que já teve no registro? Esse registro, professor, vai substituir o relatório, >> vai >> que a gente
faz, >> vai. >> Ah, tá. Então ele da seguinte maneira, ele é para facilitar para que você não tenha que fazer esse registro lá no relato pós-aula depois de um tempão. Então você vai registrar isso ao longo da atividade e ah ou após atividade, parte após. Então vocês tá tá sendo Finalizado, tá? Eh, apesar que eh eh eu acho que a entrega para vocês vai serem eh porque a gente vai testar e retestar entre nós, ela vai ser em abril o aplicativo, tá? E aí vocês vão no com o Qcode, bate no celular. E aí,
eh, se você não, se você quiser bater a foto, você pode, senão vai ter a oportunidade. A primeira tentativa, você coloca ali no aplicativo 10 ou na outra vai aparecer, aí você coloca oito e tal e tal. E todos esses Campos vão aparecer no aplicativo para você, tá? Eh, no no no no até que a gente vá pro aplicativo, nós vamos ter ainda o relato pós-ula, mas se você tiver com isso e mandar eh no relato pós-aula, o relato pós-aula vai ter só apenas essa parte aqui das intercorrências e a parte da completude da atividade,
tá? O restante ou a gente manda foto ou a gente ainda vai tentar uma outra Maneira intermediária, tá? Tá, mas a ideia é, nós estamos fazendo um investimento pesado aqui pro pro aplicativo para facilitar o serviço de vocês, tá? Porque por que que vai acontecer o aplicativo? Quando vocês colocarem o desempenho, o gráfico é construído automaticamente no aplicativo. Aí vocês vão precisar fazer o que eu que eu vou explicar agora para frente, não vai precisar ser feito, tá? Eh, e aí esse gráfico a e com Aplicativo é só a gente dar a a acessar e
disponibilizar por e-mail. Coordenadores do aluno, família do aluno acessa o gráfico simultaneamente a cada atendimento. Isso é formidável para vocês, inclusive. Por isso a importância, né, da qualidade do serviço e de se desempenhar. Vai ser o único disso de vocês no país. Não tem a menor dúvida que vocês vão ter condições, né? Eu sei que é uma tarefa difícil, é como se tivesse buscando uma especialização Mesmo, por isso demorado, explicado com detalhes, mas é um trabalho sofisticado para vocês terem esse recurso eh de uma forma muito mais eh eh público dos efeitos do trabalho de
vocês, tá? Bom, vocês querem isso pergunta? >> Tem um monte, se eu for fazer, >> pois faça. >> É assim, >> pode, pode. >> Vamos, vamos por por ordem aqui, então, Meir, primeiro. >> Então, eh, o objetivo da plastificação é para que a gente reutilize a folha, né, para cada atividade. É isso? >> Isso. É. A a mas se você não quiser, né? E aí no caso, se você usar lápis, você pode apagar. A gente sabe que apagar na folha uma hora vai gastando ela, né? Mas >> então assim, eu eu plastifiquei lá e comecei
a aula lá com o meu aprendiz, daí coloquei o a gente vai estar sempre avaliando o nosso objetivo principal. >> Isso, >> né? É assim, vai ser sempre, pelo que eu que eu compreendi, se eu tiver errado, você pode me falar, vai ser sempre aquela meta lá que a gente colocou como tratamento do TEIA. >> Isso. >> E então assim, fui lá, fiz minha primeira atividade com o meu primeiro objetivo, aí preenchi lá. Eh, no caso do meu aluninho, eu faço sempre eh, repito duas vezes, são duas Tentativas, eu preencho, terminou aquele objetivo e daí
eu tiro foto para você e daí apago para fazer a segunda. É isso? A segundo atividade, >> não. Por isso que a >> Ou eu tenho que ter uma pista para cada atividade. >> Isso. Ah, por isso que agora a gente tá entrando na prática. é uma tirinha dessa para cada atividade, porque ela vai te ajudar A te dizer que as o tipo de ajuda numa atividade é diferente de da ajuda que você vai dar numa outra atividade. As consequências que você vão você vai programando para uma atividade é diferente das consequências de uma outra
atividade. Por exemplo, uma atividade mais fácil que ele executa melhor, você não precisa ficar usando as consequências mais poderosas. você espera para usar isso as no atividade em que ele não tem um melhor Desempenho. Então você já as consequências em função disso. Eu sei que no muitos de vocês estão falando assim: "Eu não sei fazer isso sozinho." Não tem que saber fazer sozinho. Por isso que o primeiro é instrução. Aí vocês vão experimentar e o nosso trabalho é ir corrigindo, é irí orientando, ó, vamos tentar tal coisa. você percebeu que tal consequência gerou tal efeito,
esse o nosso trabalho. Então é uma tirinha para cada uma, para cada Atividade. Então você chegou, você completou, você não vai apagar nada no meio da atividade. Você vai pegar outra tirinha e lembrar: "Ah, é essas ajudas e essa consequência que eu tenho para fazer". Bora pra próxima atividade. Enquanto ele tá ali naquele intervalo entre atividades, >> então quer dizer o o tipo de ajuda e a consequência eu planejo antes. >> Isso. Mas se no meio da eu já deixo planejando, >> no meio da aula você fizer uma coisa diferente, não tem problema você modificar
paraa próxima aula. Você vai lá no final da no final do no final da atividade ou no final da aula e fala: "Nossa, eu não esperava que eu tava fazendo essa ajuda". E aí você faz: "Ah, eu não esperava que eu tava fazendo essa consequência. Eu acho que vai mudar. Você muda, >> parece que você não tem nem faz. >> Espera, pera. E aí você pode alterar o Essa essa programação e mandar pra gente, tá? A >> até porque, né, >> pode falar? Até porque de acordo com o dia a gente assim, a criança não
precisava daquela ajuda e de acordo com alguma variável a gente precisa dar ajuda, né? Pode isso acontecer também. >> Exatamente. Ali são as ajudas >> possíveis. >> Às vezes a criança é a criança por um Ela faz já acontece dela fazer independente no dia a gente precisar dar uma ajuda por ela acelerar ou alguma outra variável que acontecer, né? Exatamente. Perfeito. Se você achar que assim é uma hierarquia de ajuda, primeiro eu dou ajuda desse tipo, depois eu dou para outro, você pode colocar em ordem, tá? Eh, eh, Meir, eu vou dar um intervalinho aqui,
vou randomizar as perguntas e embora o Felipe tenha levantado a mão Antes da Lana, o Tio Boto tinha pedido ainda antes, tá? Então vamos fazer aqui a sequência, uma pergunta do tio Boto Felipe, Lana, tá? Tio Boto, >> professor, só voltando ao gráfico que você falou que vai ser disponibilizado paraa família, pros coordenadores, enfim, eh existe o trabalho de relatório para pros pais levar pro pro neuro, enfim, para pro pra medicina que acompanha a criança. Vai ser também Disponibilizado a parte impressa pra gente anexar o relatório. como que vai funcionar essa parte. >> Isso. Vocês
viram que nós fizemos uma primeira experiência agora no final do ano e começo, comecinho de orientá-los a montar os relatórios da educação física com a ajuda do Luís, né? Foi uma primeira experiência, né? Eh, que nós fizemos. E a ideia é que a gente vá rebuscando esse esse modelo. É claro que alguns querem então num relatório um Pouco mais detalhado, outros mais simplificados, por isso que a gente tá entendendo também o perfil de vocês, tá? Mas ele vai basicamente com a atividade feita e o objetivo, as estratégias feitas que vão estar elencadas aqui e e
no detalhamento. E para cada atividade que você fez vai o gráfico do avanço, do avanço dessa atividade até o ponto em que você conclui, que você dá alta nessa atividade para aquele aluno. Aqui há um limite de de eh sessões, mas No no aplicativo não dá. Então o aplicativo ele já vai compilar para vocês todas essas informações prontas para vocês terem esse relatório. Eh, só juntar elas e, né, ou acumular elas em ordem para apresentar. Então vai ser sim condições para vocês terem isso impresso. >> Tá bom, Felipo? Eh, professor, só quero informar, vou precisar
sair agora que eu vou fazer um atendimento. Eh, aí a segunda parte do Gráfico eu consigo acompanhar depois, né? Falou que vai ser disponibilizado pra gente. >> Isso. Perfeito. Mas você já atente já teve, né, lá no curso presencial? Você teve? >> Tive. Aham. >> Eh, mas em princípio você acho que tá sabendo essas informações. Talvez algumas coisas do registro aqui você tenha mais dificuldade, mas eh você já tá sabendo. Eu vou pedir para só você Esperar a que a gente tire a foto. Todo mundo. Pode ser? Pode, pode sim. >> Lana, aguarda só a
para fazer a pergunta na sequência. Pessoal, quem puder, ligue a câmera, por gentileza, pra gente fazer a nossa foto. Se alguém tiver aí com folha de registro em mãos, eu acho que é legal a gente ter. >> Cadê eu? Vai dar certo, Mir. Vai. Maravilha. >> Deu. Minha folha tá aqui também, ó. >> Eu vou contar regressivo, então. 3 2 1. Tá bom. Três. >> Tá bom. >> Dois. >> Pera aí, professor. >> Aí. Três. 2 1. Aê. Maravilha, Felip, beijo. Valeu, Lana, tua vez. >> Ô Paulo, perdi, na verdade um pouquinho. Depois eu posso
até ver o vídeo de novo, Tá? Mas é porque >> chegaram pessoas aqui, aí acabou que eu mesmo perdi. Eh, eu fiquei na dúvida que você falou com relação ao aplicativo, como é que vai ficar esses, como é que a gente vai ter acesso a esses registros? Igual o Wellington perguntou, né, do do aplicativo, como é que a gente vai, os coordenadores terão acesso e tudo >> isso. A Me a Meir e e o Wellon perguntaram sobre esse registro, né? Então a gente, esses dados eles ainda não vão pro relato pós-aula que a gente tá
fazendo agora no Survey Monk, mas eles vão pro aplicativo, tá? Então, para o aplicativo, ele serve da seguinte situação, ele serve para compartilhar os dados, só que se a gente demora muito para entre o tempo da execução da aula e o tempo de abrir o aplicativo no final do atendimento e registrar, a gente pode esquecer do monte de desempenho que aconteceu na atividade. Então isso aqui é pra gente registrar simultaneamente não atendimento e a hora que acaba o atendimento, a gente passa essas informações, todas elas pro aplicativo. Então, o aplicativo vai abrir a oportunidade de
você colocar o desempenho de todas elas, se você alterou as consequências, quais foram as intercorrências que aconteceram, qual foi a completude daquilo que você planejou, Já vai fazer isso automaticamente. E aí vocês vão ter acesso ao subirem os dados, já tem acesso diretamente a a esses gráficos. E aí para cada caso, a gente precisa ver quem tem autorização para acessar essas informações e editar. Vocês vão ter, vocês vão ter o login para editar. Outras pessoas, como coordenação, familiares, se a gente entender que é importante acessar, vão ter acesso apenas como a função de leitor. Eles
não Vão subir dados, não vão alterar nada. Inclusive as deliberações que nós vamos apresentar para vocês, elas vão no aplicativo de forma que vai funcionar como checklist, que vocês entenderam aquelas orientações e se a gente entender necessário, inclusive os coordenadores, supervisores ou família tem acesso às informações. >> Nesse primeiro, nesse primeiro momento, o aplicativo tá terminando, né? Olha, eh eh eh eh nós rodamos num num formato e Ele eh não alcançou as funcionalidades que a gente queria, então eu investi mais pesado agora, só que o tempo de produção dele já faz 10 dias que nós
iniciamos é de 60 dias. É, não, eu imagino com relação a aplicativo que eu sei que é ma função. Eu tô perguntando porque aí é uma outra dúvida minha de como é que vai ficar essas folhas de registro. A gente vai tirar foto, a gente vai subir pro drive? Sim, por enquanto é na mão, por enquanto É manual. >> Até saia. >> Aí fez sobe pro drive da criança. No caso, eu falo drive porque aqui a gente usa o drive. Sobe pro drive da criança ou vai compartilhar com vocês também. E dali a gente vai
ter >> a tomada de decisão, tanto no registro correto quanto a correspondência entre o que é feito e o que é registrado. A gente faz esse trabalho. >> Aí vai ser dentro daquela pasta que tem Planejamento. Aí lá vai ter o gráfico de desempenho. >> Pode ser pode mandar foto, né, ou registro tanto lá no mesmo no Surve Man, ele tem espaço para mandar a foto, quanto pode ser mandado no WhatsApp. >> Ah, tá. Então tá. >> Tá. É porque eu tô pensando num geral por conta daqui, no caso específico daqui, né? Porque tem muitos
coordenadores, muitas, muitas crianças. E aí eu pensei o que que poderia ser Feito, já que a gente tem aquele drive dos planejamentos que o Luiz na época fez com o com a Tamires e com Robson, ir lá ter a parte de registro e lá e subir por lá, entendeu? Para ficar mais fácil e de lá às vezes dar acesso aos coordenadores para eles também terem acesso aos ao registro. Faz sentido, mas aí como é que a gente vai fazer? Quem é que precisa primeiro para dar suporte para Tamires e o Robson e a Fernanda? A
gente. >> Então, se vier com e-mail na pasta, o atrasa pra gente ter acesso a isso, né? E é uma burocracia, vamos chamar assim. É mais fácil eles mandarem no WhatsApp ou pelo server que eh a gente eu eu consigo e o Luiz dar a a orientação mais rápido e tudo que tiver no serve ou tiver no WhatsApp, o Raul sobe para as pastas específicas. >> Ô Paulo, tá me ouvindo? Aí os coordenadores acessam as pastas. >> Paulo, está nos ouvindo? >> Sim, sim. Ah, então tá. É porque a gente tava com problema com áudio.
[risadas] Eh, então, eh, eh, só eh acrescentando o que a Nana falou, principalmente pra gente aqui da Passo a Passo, eh, nós temos uma demanda, são muitos assistidos, né? Eh, tanto eu e o Robson temos muitos assistidos. Eh, e eu queria saber de você se a gente poderia, eh, como a gente tem a questão de subir os vídeos, agora nós vamos ter essa função De de tirar a foto e enviar. Se a gente poderia colocar lá pro Raul também, >> não pro Raul não. No caso na equipe na ou mandar ou a gente decide eh
decidir e mandar sempre pelo WhatsApp, por exemplo, que é uma coisa mais rápido. >> Sim, >> eu falo pra gente, porque a gente sai de um atendimento, já entra em outro atendimento e aí essa dinâmica ela vai durante o dia todo. parar para depois enviar fica eh vai demandar muito tempo Pra gente, sabe? Ó, então temos duas possibilidades, uma que eu acho que é até melhor, mas uma atividade, uma é uma é você vai tá com isso aqui, algumas partes do da folha re programada já para cada tipo. Então você vai, por exemp, no caso
de vocês, >> normalmente vocês fazem de duas a três atividades por aluno, pelo tempo do atendimento. Uhum. >> Então tem que ter duas ou três para cada Aluno, para gramada já. Certo? Acabou o atendimento. Coloca na mesa os três. 1 2 3 aluno mesmo aluno. Foto. Faz o verso. 1 2 3. Pronto. WhatsApp. Essa é um recurso. >> Ah, boa. Uma boa ideia também. >> Uma outra possibilidade. Eu eu me recordo que a Ana disse que tem uma pessoa aí para fazer o upload dos dados. Vocês tinham ali inclusive o relato pós-ula escrito e a
ideia >> não, mas não tem não. >> Não vai ter mais >> não. >> Então >> ele ele saiu em novembro mais ou menos. Ah, >> depois de da reunião de hoje, a gente vai poder sentar eh, né, a Landa também, a gente sentar e conversar com o Felipe e a Eduarda a respeito disso, pra gente ver se vai ter a possibilidade, porque agora a gente realmente vai ter a necessidade de um de um de um estagiário Ou de alguém para poder nos auxiliar. >> É, o >> Mas aí a gente vai conversar com eles
ainda, >> porque se isso aqui você pode fazer também essa essas questões de foto tudo ao mesmo tempo, né? Então >> você dá o atendimento para seis alunos no mesmo dia. Então você vai acumulando, vai colocando na pasta do aluno. Chegou no final do dia, só juntar todas elas ou final do período, né? Período da manhã Ou período da tarde, coloca todas elas e tira foto tudo ao mesmo tempo. Apaga aqueles dados de desempenho, pronto, preparado pro pro dia de amanhã, pro próximo atendimento com esse aprendiz. Entendi. Mas então, a princípio, a gente pode manter
pelo WhatsApp? >> Pode, pode sim. >> Tá, >> tá bom. Essas informações aqui de intercorrências e de completude, elas já estão lá no Relato pós-ula? >> Sim, já estão. É por isso que a, na verdade, a gente já faz essa parte, né? >> Isso, já faz. Exatamente. Tá. Então, no caso, teria que tirar foto só da frente. >> A parte da frente é o que é o desempenho. Perfeito. É isso mesmo. A não ser que você eh tenha mudado as consequências. Aí eu preciso saber se você mudou as consequências. >> Entendi. Aí isso a gente
coloca nas observações, no caso. >> Perfeito. Excelente. Excelente. É isso mesmo. Vamos lá. Dúvidas. Al, >> olá. Eh, a primeira dúvida, professor, eh, para confirmar aqui na a completude do planejamento. >> A completude do planejado. >> Do planejado. >> Eu vi que você escreveu o planejamento aí. planejado mesmo. >> Eh, depois eh, dependente se a criança Realiza com independência ou a ajuda >> independente, >> tá? Então, por exemplo, mesmo que ela que eu ajude, que outra entidade ela faz completa, terminou ali o circuito, ela fez todos, ela realizou tudo, tudo que estava planejado, eu coloco
ali. Então, depende. >> É isso mesmo, porque a informação de como foi a qualidade da resposta vai embaixo, >> certo? A qualidade da resposta aqui, a quantidade de resposta vai aqui e >> daquilo que você planejou. >> Isso do que estava planejado, tá? >> Não é difícil quando a gente faz a gente faz a programação. Ah, eu quero fazer o máximo possível. Se for o máximo possível, aí não, você não vai ter como responder. Tem algumas pessoas que falem: "Ah, vou não sei quanto que eu vou programar, vou fazer o até ele Cansar". Aí você
não tem como responder esse tipo de coisa, mas se você planejar uma quantidade sempre vai ter como condições de você mensurar se ele completou ou não aquilo que você planejou daquela atividade. >> E aqui acho que é mais uma ajuda, né? Eu ti outro tava conversando aqui agora com a redução, né, do tempo de atendimento, eh, a gente não está conseguindo mais eh uma quantidade maior de tentativas do Que antes, >> certo? >> Teria alguma dica pra gente? A gente até pensou em de repente diminuir o número de objetivos, de repente para ter uma quantidade
maior ali. que o professor surg nesse caso, >> ó, a tomada de decisão basicamente é da seguinte maneira, ela tomar tomar basicamente duas variáveis, frequência semanal do atendimento E eh o grau de comprometimento desse aluno das áreas comprometidas, implicação em outras. Então vou chamar, vou vou vou dizer, é um aluno muito comprometido em que, por exemplo, esperar compromete em tudo. A, o contato visual interfere em tudo. Então, nesses casos, é melhor você ter o mesmo objetivo e mais atividade desse mesmo objetivo, tudo bem, Jéssica? do que um objetivo Para uma atividade para cada objetivo, porque
aí um contato visual que talvez seja a área mais comprometida ou esperar ou o o a não se machucar ou não fizer o autolesivo, ela ela não ela a diferença não é tão grande entre outras. Então, se você tiver áreas muito comprometidas, é melhor que você pegue aquele mesmo objetivo e mais atividades. E quando um aluno tiver menos comprometimento, você Pega mais objetivos e uma atividade para cada objetivo. Então, a decisão depende do perfil desse aluno. Você pode ter a redução do tempo para todos os seus alunos e para alguns alunos você vai tomar a
decisão de ter tirar aquelas atividades de objetivos que não são tão eh eh prioritários pra vida dele. Uhum. >> E para alguns alunos que têm menos comprometimento, você tira aquelas atividades que repetem o mesmo objetivo. Faz sentido isso para você? OK. Então é uma decisão que não tem uma uma coerência, uma uma tem uma coerência, mas não tem uma regra. >> OK? >> Tá, >> tá certo. >> Serve a mesma coisa para Tamires e Robson que também tem essa mesma lógica de tempo curto, né? A gente não consegue trabalhar tudo que precisa, não dá? a
gente tem que focar naquilo que é Prioridade. Um aluno tem muita prioridade, então são mais atividades de um mesmo objetivo. Ele não é tão comprometido, então a gente consegue trabalhar mais outros objetivos, eh, atividades de objetivos diferentes. A LAN, a mesma a Lana não, a Lice é a mesma lógica. Tá pronto. Então, alguém tem mais alguma dúvida sobre essa parte? Aí eu vou pro gráfico com vocês. >> Eu tenho uma sobre a o cálculo da Pontuação, professor. >> Eh, tô com a luz apagada que tem criança aqui. >> Tudo bem? >> Eh, as minhas séries,
né, para uma das crianças que você supervisiona, eu separei três séries com quatro repetições, porque a tolerância dele é pouco, né? Eh, então coloquei menos repetições, aí dividi em três séries. E aí para como aqui tem cinco, né, Tentativas, como seria o cálculo? Você vai fazer as três tentativas da primeira série. Você vai registrar aqui >> isso. >> E as últimas tentativ as últimas duas tentativas, as duas últimas repetições da última série aqui. >> Só você não vai registrar desempenho nesse meio do caminho. Que que isso vai dizer? Se o desempenho no finalzinho Teoricamente tá
mel se em função da do reforçamento que você fez ao longo da atividade, se tá mais alto em média esse desempenho mais alto que no início. Então você não vai registrar todas as tentativas, você vai registrar as três primeiras tentativas da primeira série e as últimas duas tentativas da última série. Isso se você tiver série, se não tiver séries, com sempre uma série só. Aí essa mesma lógica, as da as primeiras Cetativas e as duas últimas, certo? Aí a somatória é a mesma lógica. Ah, >> essa pontuação aqui vai paraa somatório da pontuação, tá? >>
Certo? >> Mais alguém? >> Eu também tenho dúvida nessa anotação aí, professor, de primeira, segunda, pensando no meu aprendiz. >> Aham. >> Do do formato da minha aula. Às vezes eu repito com ele duas vezes a atividade. Como que que seria isso? Eh, cada atividade, cada objetivo, né, a gente repete duas vezes. >> Entendi. Então, você repete. >> Como que eu vou anotar isso aqui? Eh, vamos, vamos pensar só em objetivo prioritário, né? Não vamos pensar em toda a formato, né? Isso. >> Mas em cada em cada atividade minha, a gente vai repetir duas vezes
que tá Sendo o que eu tô fazendo. Como que eu que eu como que eu registro aqui essas duas vezes que eu que eu fiz com ele para mim ver essa pontuação? >> Então, vamos supor que você faz um circuito, depois é um arremesso de bola e depois o quicar bola. Depois você der um intervalo, vai de novo, tem o circuito queicar bola e o arremessar bola. Ou seja, você tá fazendo duas séries de e duas séries de cada uma das três atividades. Faz sentido? >> Uhum. >> É. >> Então, a a você vai considerar
a atividade, mesmo que você faça ela mais de uma vez, mais de uma série, você vai considerar as três primeiras tentativas. da primeira vez que você aplicou essa atividade e o desempenho nas últimas duas tentativas, nas duas últimas repetições lá no final dessa mesma atividade, quando você repete a Atividade. >> Ah, então meu formato de aula eu vou ter que mudar, né? >> Não, você mantém o mesmo formato de aula. Eu tô falando aqui é o registro. Então, do que você faz, vamos supor que o circuito ele tem que passar passar três vezes >> e
depois ele faz outra atividade, depois outra, depois no final ele faz o circuito três vezes. Então são duas séries de três repetições o circuito. Então você vai anotar as três primeiras repetições na primeira série e as duas últimas da última série. >> Hum. Bom, vamos, vamos, a gente vai testando, né, que eu for errando, a gente vai arrumando, né? é essa função. Por isso que eu não acho que e instrução não funciona unicamente pra gente conseguir fazer esse tipo de desempenho. Por isso que é primeiro tem instrução, aí vocês vão tem que vocês Tem que
se expor para tentar, senão a gente não consegue modelar o comportamento de vocês de registrar, >> tá? Mas ficou claro que se você repete o circuito no começo da aula e no final da aula, são duas séries de circuito. >> Sim, mas que que acontece no meu caso? Eu não, eu eu já faço as séries seguidas, entendeu? >> Certo? Aade, a primeira que eu fiz, >> a primeira que eu fiz, eu não repito lá no final, eu encerro na na já, tipo assim, eu fiz duas séries seguidas até pra gente aproveitar o tempo de montar
a atividade, né, que foi que a gente discutiu na supervisão, né? Isso. A sua aula não vai mudar. A sua aula tá excelente. O que a gente vai mudar é a vai acrescentar é o registro sobre ela. >> Aham. >> Tá. Então, >> então assim, eu acho que nesse começo é bom eu já ir testando esse registro para vocês ir corrigindo e continuar fazendo o relatório. >> Exatamente. O que é que vai acontecer? Você faz uma atividade que tem um objetivo prioritário, faz um tanto, depois dá um intervalo, volta, faz mais um pouco, faz um
intervalo, volta mais um pouco. Você não vai registrar o desempenho de todas as vezes que você fez essa atividade. Primeiras as três Primeiras tentativas e as duas últimas dela naquele dia, >> independente se ele fez nessa atividade 30 repetições. >> Entendi. >> Tá. Se ele fez quatro, aí não tem como, não tem como registrar cinco. Se ele fez três, não tem como registrar cinco. Você vai colocar o tanto que deu. Mas se for mais que cinco, você vai registrar apenas cinco. Para não não e e eu preciso que vocês Entendam na funcionalidade do registro, mas
também não pode ser a o trabalho de vocês na mesma configuração de quem tá na mesinha com ele, que é muito mais fácil de fazer o registro e e alternar. Não tem como. A dinâmica do nosso atendimento é completamente diferente. Por isso que >> é na mesinha bem mais controlado, né? >> Como é que é? >> Na mesinha é muito mais controlado, né? >> É, não tô dizendo que é mais fácil, mas A dinâmica é difícil. >> Não, eu acho que até mais difícil para alguns alunos. [risadas] >> É, >> a mesinha é menos reforçador,
né? Às vezes. >> Isso. Por isso, por isso que eu falei da importância de registrar a primeira coisa, tá? Depois, enfim. Então agora mais alguém que senão eu vou passar pro gráfico. Vamos lá, então. Eh, aqui o gráfico, pessoal. Então ele vai somar e vai combinar para cada dia de atendimento três informações na melhor das hipóteses. Vocês podem não ter essas três informações, pode ter apenas uma para quem tiver começando pensar: "Ah, vou começar agora, eu acho mais difícil. Pode ser duas ou pode ser as três, tá? Então nós vamos considerar era essa Parte em
branco aqui, ó, essa parte mais larga, como cada dia de atendimento com o seu aprendiz. Esse gráfico é por atividade. Então, se você tem com um aluno cinco atividades, você vai ter cinco gráficos, >> tá? E a cada dia que você atender, você sobe os dados dessa tirinha. para uma para uma coluna dessa em branco. Aí você vai preencher uma delas. O outro dia que você preencheu essa Mesma fichinha para a mesma atividade, você volta e vai preencher paraa outra coluna em branco. Então essa coluna mais larga que a gente vai usar, essa coluna mais
estreita, a gente só vai usar quando mudar meta. A gente só vai pintar ela e colocar quando a gente mudar meta, que é mudou a dificuldade ou colocou a facilidade, mudaram os estímulos. mudaram objetivos secundários. Quando mudar a meta, a gente vai pintar ela. Então, para cada dia você já pode Colocando, se você eh peço que vocês não coloquem antes as datas, porque a gente não sabe as eventualidades. A gente pode ficar pode eh questões de saúde nossa, questão do aluno e, enfim, tá? Não tem problema. E aí a cada dia você coloca a data
preenchil. O que é que a gente vai colocar aqui? A gente vai colocar a somatória dessas pontuações das cinco tentativas. A gente vai colocar a completude do que foi planejado E a gente vai colocar a somatória das intercorrências. São essas três informações combinadas que ajudam vocês, sob nosso apoio, tomarem decisões, se coloca a aula mais difícil, como é mais difícil, se é o objetivo primário ou secundário, se faz adaptações, se coloca mais ajuda, que é que vai ser feito na sequência. é que já ajuda, esse vai se tornar analítico para se tornar, né, para ajudar
na tomada de decisões. Então nós para registrar o Registro do da a somatória da qualidade de desempenho, vocês vão usar aqui, ó, o X, essa essa referência aqui, ó, desempenho objetivo primário é X. E vocês vão estar sempre olhando para esse eixo >> para o desempenho na completude da atividade. Tá escrito aqui, ó, completude da atividade. Vocês vão olhar para este eixo e vai ter essas referências, porque a bolinha nessa altura de não realizou pouca metade, Quase tudo e tudo. E para a somatória de intercorrência, nós vamos usar esse eixo aqui que tá com o
nome. Nós vamos usar o símbolo de triângulo. E os os números referenciais são estes aqui. Bolinha, X e triângulo são colocados na mesma coluna a cada dia, tanto X quanto bolinha, quanto triângulo. Caso vocês forem registrar essas três variáveis. X e bolinha pode est no mesmo lugar. Aí A gente vai colocar um sobreposto do outro, tá? Mas normalmente é um em cima do outro. Então lá quando você acabou o atendimento, você somou a quantidade de pontos que vai de 0 a 50, que é a pontuação, ele vai de 0 a 50. Você vai colocar um
x na altura do número que deu naquele dia a somatória. Então, se ele somou 30, você vai colocar X aqui, Xiao, na altura do 30, você vai colocar Exatamente aqui, ó, nessa coluna larga, nessa altura, na altura desse deste eixo, o X. Se no dia seguinte o desempenho somado deu 20, você vai colocar o X nessa coluna espaço aqui nessa altura. Se essa mesma atividade no outro dia ele somou 25, você vai colocar aqui, mas pode ter dado 21, 22, 23 e vai colocar intermediário entre eles. Então você vai seguir o dia aqui e vai
seguir a altura desse eixo para colocar O X. X você segue esse eixo no mesmo primeiro dia, quantidade de intercorrência. Você vai olhar na parte de trás e você que você registrou, você vai somar frequência, intensidade. Você colocou um em três coisas, você vai ter um número três. Então você vai colocar para intercorrências um triângulo. Então no triângulo você vai olhar para esse referencial aqui, ó. Cinco, ó. É essa altura aqui, ó. Essa altura aqui você vai ser o três é Mais ou menos mais pouco pouco acima da metade. Ele vai ser mais ou menos
na altura desse desse desse negocinho. Você vai colocar aqui um triângulo. Então o triângulo para colocar as intercorrências na altura deste eixo de triângulo. Não vai dar sempre 0 5 10 15 e tal. Ele vai dar números intermediários e aí você vai usar a altura da mesma referência. Para eu não colocar um encher de monte de número aqui, eu coloquei só de cinco A cinco, mas se ele fizer uma só, você vai colocar o triângulo bem baixinho aqui. Se no outro dia, para essa mesma atividade ele teve cinco intercorrências, você vai linkar aqui no cinco
e ele vai tá aqui. O triângulo vai tá do lado de cá. E a mesma lógica se aplica a completude do que foi planejado, que é bolinha. No caso da bolinha, não tem muitas alturas intermediárias, só tem não Realizou, pouca, metade, quase tudo e tudo. Então, nesse caso da completude da atividade, você vai colocar a bolinha ou lá em cima ou aqui entre o 37,5, que seria da dessa referência que é a altura aqui. Você pode usar uma uma régua, colocar a bolinha aqui, ou você vai colocar nessa altura, ou vai colocar aqui no 12,5,
ou é no zero. A completude só tem cinco alturas na coluna. E aí para cada dia você vai ligar Bolinha com bolinha, você vai ligar X com X e você vai ligar triângulo com triângulo. A ideia, se o desempenho de vocês, vocês começaram com um aluno agora, o desempenho normalmente começa a ser mais baixo. Então o X vai tá mais baixo e à medida que você vai trabalhando com ele, a tendência do desempenho do X é ir aumentando. Quando você começa com o aluno, normalmente ele não faz tudo a Atividade, ele faz começar a fazer
um pouco na em tudo que você planejou. Então ele normalmente começa baixo e começa a aumentar também, mas normalmente a a a curvatura não é tão íngreme como a qualidade, mas ela começa a aumentar. E no começo dos seus alunos tem muitas intercorrências. Ao longo do atendimento, a tendência ir diminuindo. Quando é que isso vai inverter? Quando o Desempenho estiver bem alto, a completude estiver bem alta, você fala: "Pronto, agora é a hora de eu mudar a meta". mudou a meta. Vamos supor que seja aqui, ó, do quinto pro sexto dia, você vai pintar essa
linha, essa essa coluninha eh estreita para sinalizar que o desempenho de antes agora é diferente do daí paraa frente, porque agora a dificuldade pro aluno é maior. O que é que você espera que vai acontecer? as intercorrências aumentam, o desempenho diminui e a completude da atividade pode também cair. Nesse caso, não é hora de mudar meta. Aí você começa a juntar pontinho com pontinho. Só não vai juntar o triângulo com triângulo, bolinha com bolinha e X com X quando muda a meta. Por isso que pinta aí pinta, não junta bolinha com bolinha, não junta X
com X, não junta triângulo com triângulo. Mudou a meta, Não junta. Aí você vai, daí mudou a meta, vai juntando todos com todos, né? bolinha com bolinha, X com X com triângulo. Hora que as intercorrências param de descer e começam a subir, a, desculpa, as intercorrências estavam subindo, começam a descer, o desempenho primário e a completude começa a subir, muda a meta de novo, pinta de novo. Naquela ocasião você pinta novamente a a a Coluninha estreita. E aí segue a mesma lógica. Professor, uma hora ele, eu coloquei bastante difícil já, ele já tá eficiente nesse
objetivo. Eu quero fazer uma outra atividade, quero bolar uma outra atividade para esse objetivo. Ou esse objetivo já não é mais gravidade para trabalhar com esse aluno. Pronto, você pode parar de trabalhar esse gráfico. Você deu alta, você pode fazer o quê? a manutenção dessa atividade, se você Quiser, ou então você encerrou, não tem mais que preencher, acabou isso. Para onde que vai esse gráfico? Só pro seu relatório, você vai mandar pro médico, pra família, pra clínica. Então você tem que guardar ele para isso, que é a história do seu aluno. E vai começar uma
nova atividade. É uma nova atividade. Então agora é lá no planejamento, uma nova linha e aí vai começar um novo gráfico, uma nova tirinha, uma nova folhinha de registro. Para esse aluno aqui em cima, como é um gráfico por atividade, por objetivo, ele tá sempre aqui. Então, se você vai plastificar, já coloca antes e já coloca o nome do aprendiz. >> Mas isso aqui não precisa plastificar. >> Não precisa plastificar. Não precisa plastificar. >> [risadas] >> Ó, tava com o áudio aberto, então não percebi. >> Não precisa plastificar, tá? Pode ser a lápis, pode ser
a caneta, não tem problema, tá? E aí eu queria tentar exercitar com vocês isso aí. Se alguém tiver compreendido, a gente pode aqui abrir para perguntas, encerra. E quem quiser exercitar, eu tenho tempo à disposição pra gente desenhar e fazer o treinamento ainda hoje. Então agora eu vou abrir para perguntas. Faz sentido? Ajuda? Se você achar, olha, Não consigo ainda registrar desempenho, não vou usar o gráfico, pode. Usa só de intercorrência e completude do planejado. Usa só isso, só a bolinha e o triângulo. Não usa o X. Tá? À medida que você vai começando a
aprender a registrar o desempenho, aí a gente vai incorporando isso no gráfico. Dúvidas? >> Eu particularmente vou ter que treinar, professor, porque eh vou me expor, como Diz você. >> É isso aí. Só assim para ser modelar o comportamento. >> É, eu vou me expor, vou aí vocês vão corrigindo >> isso aí, >> porque eu acho que é só fazendo para ter dúvida mesmo, assim, na hora da prática mesmo. >> Perfeito. Ah, se alguém eh não tiver dúvidas e não quiser treinar Agora ou já entendeu tudo, pode se despedir também. Tá tudo bem, tá? Estão
liberados. Quem a a lei levantou a mão, tá? Vai lá, Li. >> Professor, eh, com esse da minha prenquista que eu te mandei, eu posso fazer agora aqui e para te mostrar já para ou não? >> Pode, pode. >> Posso traçando aqui o gráfico e te mostrar para ver como pode sim. A minha sugestão, se você tá fazendo aí no papel Impresso, use canetas diferentes, de cores diferentes pro triângulo, pro X e pra bolinha. Facilita visualmente, tá? Então aqui agora o tempo tem um pouquinho mais de meia hora livre para vocês. Eh, se quiserem sair,
quiserem sair, voltar, tá tudo bem também? Qualquer >> tá desenhar aí, manda para mim. Dúvida. Vamos agora, >> professor. >> Sim. No caso, no caso do gráfico, eh, necessariamente eu preciso desenhar o X, o triângulo e a e a bolinha, ou eu posso fazer um ponto com cores diferente? Pode, pode. Então, que como é que eu peço para que você faça? Supor que você quer usar tudo ponto, tudo bem? Aí você eh pinta de a a bolinha lá no eixo, a bolinha você pinta ela com uma cor para você sinalizar qual vai ser a cor
que você vai usar pro eixo de bolinha. No eixo de triângulo, você pinta com a outra cor pra gente saber ao que se refere essa cor. E no X você tem que passar por cima ali alguma coisa, né? Mesmo que seja um círculo da outra cor. E aí você pode usar isso. Isso. Perfeito. O seu tá plastificado, né? Então se vocês forem fazendo agora, pode mandar no WhatsApp para mim que aí eu eu compartilho aqui na tela. Só peço que vocês não eh tirem O nome do aprendiz. Se não se se se colocaram, tire o
nome do aprendiz. É que os meus dados estão, meus rascunhos estão todos lá embaixos, né? Chat, a lei que pensou e trouxe, eu não trouxe. >> Tudo bem, né? Coisas diferentes. >> Ah, mas ficou estranho. >> Ai, meu Deus, >> professor. >> Sim. Essas intercorrências eu só marco se acaso for algo que prejudique a aula, né? >> Prejudique a aula, ou seja, de o aprendizado dele. >> Isso, exatamente. >> Ah, então porque assim, eh, pensando numa estereotipia que a que o aprendiz tem que que não esteja eh tendo uma intercorrência, eu não preciso anotar aqui,
né? >> Isso. E não atrapalha a condução da aula. aprendizado dele não precisa anotar. Agora você quer anotar isso, ele é um objetivo secundário. Aí vai lá para cima quantas ocasiões ele teve. Aí você pode ter, porque isso não é um um alvo, mas ele pode servir de uma informação para comunicação e equipe. Opa. >> Sim. >> Só te É isso que eu também ia perguntar, Que era a minha dúvida, porque nem todos os atendimentos às vezes acontecem intercorrências que interferem na atividade no objetivo prioritário. Então quando não interfere não tem por a gente marcar.
É isso. >> É. E é zero. >> Ah, tá. Beleza. Agora a plenitude, a é importante te falar isso, é importante que eu não deixo isso, deixe de passar. Eh, coloque zero, porque se você não colocar nada, a gente não sabe se você Não registrou ou se foi zero. >> Então, coloque zero. >> Tudo bem? >> Tá. Eh, a gente vai só fechar a câmera aqui que a gente vai tentar fazer um que nós temos aqui. Vou escolher um assistido e o Robson também. E aí depois eu te mando aqui no WhatsApp. Tudo bem? Então,
por enquanto que eu vou parar a gravação e a gente vai trocando ideia daqui em direto, tá?