เฮ Por trás de cada bruxismo existe mais do que dentes apertados. Existe alguém exausto, alguém que não dorme direito, alguém que carrega dores que nem sempre sabe explicar. E é ali na cadeira do consultório, que esse alguém encontra algo raro, a escuta, um olhar que acolhe, uma presença que respeita. Um dentista que entende que dor não se Trata só com técnica, se trata com empatia. No treinamento Smart, a gente não ensina só sobre DM e bruxismo. A gente forma dentistas que enxergam além da mordida, que escutam o silêncio do corpo, que tratam consciência, mas também
com alma. Porque cuidar de dor é devolver mais do que o sorriso, é devolver a leveza, a dignidade, a vida. Treinamento Smart em bruxismo e dor para dentistas que cuidam de gente. Aê! Bonj! Bem-vindo à aula número dois da jornada Mais Além do Dente. Esse treinamento prático em bruxismo, DTMs e neuropatias. Muito bem-vindo. Eu sou André. Eu sou dentista, professora e pesquisadora aqui na University de Paris, na França, e eu tô te dando as boas-vindas a esse super evento, essa semana de aulas. Nessas quatro aulas, segunda, aula um, hoje quarta aula dois, aula três na
sexta e aula qu no domingo, Você vai aprender o passo a passo, o método de ensino de organização do raciocínio clínico, que vai te ajudar a diagnosticar e tratar de forma efetiva. O que que isso quer dizer? quer dizer que você vai ter mais segurança na avaliação dos seus pacientes, mais assertividade nos tratamentos da dor e também ser mais reconhecido, mais valorizado, aumentar o seu faturamento, se tornar uma referência nessa área. Se você chegou aqui agora e não tem nenhuma Experiência, não tem problema. a gente começa junto, a gente mostra nossa anamnese, nosso smart anamnese,
tudo passo a passo no seu determinado tempo. Esse evento também é para quem acha que essa área é muito difícil, não é uma área de atuação para dentista, é muito complexa. Você pensa assim, não pensa? Eu também já pensei, não tem problema. Quando a gente tem um mapa, uma organização do raciocínio clínico, uma estruturação, a gente consegue entender Que essa área ela é possível, ela é fácil de a gente entender quando a gente conhece todos esses passos. E parabéns por estar aqui, por est transformando a sua vida e a vida dos pacientes que sofrem com
dor todos os dias. transformar a vida daquele paciente que acorda cansado, aquele paciente que não dorme direito, aquele paciente que tem insônia, depressão, ansiedade, aquele paciente que acorda com dores e fica com dor 24 horas, aquele paciente que vive à Base de analgésico, aquele paciente que tem uma dor que queima na boca e dura o dia inteiro, uma dor em choque, uma dor de cabeça, um zumbido. Essa é a área da odontologia da dor, que a gente tem nas nossas mãos o maior dom, ou melhor, o nosso conhecimento está nas nossas mãos. E é a
partir desse conhecimento que a gente consegue transformar essas vidas. aliviar dores, aliviar sofrimento, melhorar o sono do nosso paciente. Sim, isso é possível com A nova odontologia da dor, odontologia que trata esses pacientes. E é baseado nessas histórias, nas histórias dos meus alunos, na minha história, que a gente vê essa transformação acontecendo na odontologia. E agora eu queria compartilhar com vocês essas histórias, essas transformações para que talvez você se inspire também. Esses alunos são meus alunos, eles estavam aqui que nem você fazendo esses essa semana de treinamento gratuito. Depois eles deram Um passo a mais,
eles resolveram se aprofundar. Eles fizeram a minha formação Smart Door e começaram a ver o paciente de uma maneira diferente. E eu quero que vocês enxerguem isso também nesse pequeno vídeo que a gente vai ver desses pacientes, desses alunos, como eles transformaram a sua visão da odontologia da dor, terem mais segurança, mais confiança, mais valorização. Eu quero que você tenha isso também, Essa oportunidade de ajudar os nossos pacientes. Isso aqui rapidinho. Dentista, você se identifica com esse pensamento. >> Não entrava na minha cabeça o que é a TM. Assim, as como é que ela vai,
como é que ela, ol na minha cabeça não entrava direito o que era deslocamento de disco. >> Aia indica plaquinha e desgaste e depois dispensa o paciente, né? Daqui a pouco um tempo ele volta. Então precisava de De uma coisa mais, sabe, para poder resolver. É, na UBS, pelo menos lá no Custom, uma ou duas vezes por semana, encaminhava o paciente e falava ou falava, não tem jeito, não tem onde. Eu acabava para uma fisioterapeuta. >> É, desde o começo, eh, eu tinha um pouco de dificuldade em ter um diagnóstico sólido e isso causava muita
insegurança, não só nos pacientes, mas também em mim. >> Mas depois que você conhece esse método De organização do raciocínio, a sua vida vai mudar. Mas agora não, acho que 100% dos casos 100% eu consigo resolver. >> Exatamente. Um divisor de águas para mim. Antes eu não tinha a segurança do diagnóstico sólido. Hoje eu já tenho, sou bem firme nos diagnósticos. E em qualquer dúvida que o paciente me pergunta ou me manda mensagem, tal, eu vou lá e respondo. É isso. Eu me sentia muito perdida antes e hoje em dia eu sou Bem segura dos
meus tanto tratamentos quanto diagnósticos. Eu me sinto muito mais segura. Depois você acabei entendendo, conseguindo inserir no seu dia a dia essa disciplina. >> Para mim me ajudou claramente na no diagnóstico mais rápido. Eu conseguia melhorar muito a minha capacidade de diagnóstico, só que agora eu tive segurança para ir em frente. Então mudou assim, mudou minha vida, né? Eu hoje só atendo DTM e laser. Eu só trabalho dois Dias, mas hoje só atendo isso. >> Uhum. E a pessoa ter assim, eu eu hoje eu nunca eu nunca gostei de ser dentista, mas hoje eu gosto,
porque a pessoa ter a sensação de tirar a dor de alguém é assim indescritível, né? >> Mudou a minha vida. A sensação de tirar a dor de alguém é indescritível. E esse poder está nas suas mãos, no seu conhecimento, em poder ajudar esses pacientes. Hoje você vai aprender como Ajudar um tipo de paciente que chegou assim, assim no seu consultório. Como assim, André? O que que isso tem a ver com aprender dor e DTM? Que que esse isqueiro tem a ver? Não tem nada a ver com fumar. Mas uma vez no consultório, uma paciente minha
chegou assim, perguntei, né? Oi, bom dia, boa tarde, como é que você está? que como eu posso te ajudar? E a paciente falou assim: "Doutor, eu sinto como se alguém pegasse um Isqueiro e acendesse dentro da minha boca e parece que tá tudo queimando, ardendo. Eu não durmo mais, doutor. Eu não consigo mais viver com essa dor. Essa dor, ela é 24 horas, uma dor de intensidade 8 9 de 0 a 10. Queima, doutor. Arde. Eu tô com depressão, doutor. Eu tô com ansiedade. Eu não aguento mais viver com essa dor. E é você, dentista,
que tem que resolver essa dor. Essa dor vai chegar um dia no Seu consultório. E eu tô aqui para te ajudar. Vamos juntos tentar resolver e diagnosticar que caso é esse que o paciente tem. Que dor é essa? Essa dor fantasma, essa dor invisível, essa dor, já vou falar qual é, a gente vai aprender hoje a diagnosticar essa condição. Mas antes queria saber quem tava na nossa aula número um. Coloca aí para mim no chat quem assistiu a nossa aula número um e aprendeu sete Atualidades 2026 sobre bruxismo, DTM e dor. A gente aprendeu muitas
coisas na aula um. Lembrando, quem ainda não assistiu as aulas um e até a aula quatro, a gente vai ter o replay dessas aulas ah no domingo até meianoite, 23:59 da noite. Elas estão disponíveis gratuitamente para vocês assistirem, reverem, anotarem. até domingo. Esse próximo, esse domingo agora, meia-noite, tá bom? Lembra lá do que a gente falou na aula um, a gente aprendeu muitas Atualidades e a gente criou mantras. Esses são os nossos mantras de 2026. Vamos relembrar pra gente guardar isso na nossa cabeça. Vamos falar junto. Então, ó, eu pratico uma odontologia humanizada. Eu visto
o jaleco da ciência. Sou doutor. Sou doutora da evidência. Odontologia da dor é um oceano azul. Isso quer dizer muitos pacientes precisando de você e ainda poucos profissionais capacitados a atenderem. Em terra de bruxismo, em terra de dor, quem tem uma um treinamento é rei, é rainha, porque tem muitos profissionais aí que não sabem o que o que fazer com esses pacientes. Eu penso fora da placa. Eu sou uma pessoa que pensa fora da caixa, né? Eu não uso sua placa, eu penso em vários tratamentos. Eu resolvo o meu, a dor do meu paciente. Eu
sou um profissional que muda o mundo, que transforma vidas. Eu sou útil na sociedade. Eu sou valorizado Por isso. E eu trato pessoas e não dentes. Esse é o mais bonito de todos. Eu trato pessoas e não dentes. E a gente viu na aula um também as oportunidades dessa odontologia nova, odontologia da dor, de ter segurança, de se diferenciar, de atrair mais pacientes pro seu consultório, pra sua especialidade, seja você orto, buco, implante, harmonização facial, você vai atrair mais. Você a mão que faz, se sente útil, se sente com propósito, com Agenda cheia de pacientes
faturando mais. A gente viu a história do Víor que triplicou o seu faturamento, tem menos desgaste físico, menos má postura, como a Cris e a Helen que nos contaram na aula um, e você aprende melhor de forma online, como você viu o depoimento do Denis também na aula um. Nessa semana de aulas aqui, eu tô recebendo várias mensagens muito bonitas e eu queria compartilhar uma em especial com Vocês aqui sobre a aula um, sobre início desse nosso treinamento aqui. Olha só. Ah, teve várias coisas, ó. Toda vez que eu atendo tenho mais confiança em avaliar.
Olha só, eu estava cheia de dúvidas, daí vesti o jaleco da evidência. Ó o nosso mantra aí. Eu sempre disse que não a achava que não gostava de odonto porque não me encaixava até conhecer a DTM. E euouv de dois pacientes que dá para amar a minha profissão. Quase chorei. Mas o que mais Me chamou atenção foi aqui, ó. rapaz fazendo seu treinamento hoje, conseguir um atendimento muito melhor para uma paciente com bruxismo. Que maravilhoso foi saber direito como prestar esse atendimento. E o melhor de tudo, no SUS é muito bom. Grato demais pelo seu
empenho em transmitir informações. Então, a gente tá numa época de uma odontologia diferente, uma odontologia onde tá cada vez mais crescendo as dores da humanidade, da modernidade. Olha Isso, as notícias falando: "Disfunção na ATM cresce 2% ao ano." Mulheres são quatro vezes mais propensas a sofrer de DTM. Pandemia aumenta casos de bruxismo. A DTM atinge adultos entre 20 e 50 anos e é mais comum em mulheres. Olha quanta gente está aí na sua frente precisando da sua ajuda, precisando de um profissional que sabe tratar. Não é só botar placa. Botar placa não resolve. É tratar.
é ter 100% de eficácia, de resolução, como o Denis falou ali no Vídeo. É saber, olha, eu sei o que tô fazendo, eu sei responder a pergunta do meu paciente. Tudo que o paciente chega aqui no consultório com independente da dor que ele tem, eu sei resolver com técnicas simples, com orientações, com tratamentos específicos, com exercícios técnicos, que a gente vai falar tudo na aula três de tratamento, que é a nossa melhor aula. A gente vai falar na próxima aula. aula três, eu vou mostrar tudo para vocês sobre os tratamentos Mais avançados aí no tratamento
da dor, tá? Olha só, pessoal, a gente tem hoje na aula dois, no final da aula dois, um grande presente para vocês. A gente teve um presente na aula um, vai ter um presente na aula três e um grande presente. Ó, até a caixa tá grande aqui, ó. Deixa eu mostrar para vocês. Opa, isso aqui é spoiler. Grande presente, ó, da aula quatro, tá? Aqui, ó. Aula quatro vai ter um grande presente. Além de tudo, você, quem estiver junto com a Gente na aula quatro vai saber dos nossos grandes presentes que eu tô dando para
você aqui. Então, se você quer receber o presente da aula dois, fica comigo até o final dessa nossa aula. A gente vai abordar hoje essa dor que queima, essa dor que arde, que às vezes dá um choque. A gente já começou a falar sobre ela na aula um, você lembra dela? das dores do nervo dentista enxergar porque não tá acostumado a diagnosticar problema do Nervo. Mas hoje você vai sair daqui diagnosticando. É minha promessa. Vamos fazer um trato, ó. Mudar até a câmera, um trato com você. A gente sai daqui, você sabe como diagnosticar esses
casos. Ah, André, será que isso é uma pulpite? Será que isso é uma dor neuropática? Hoje o nosso trato é que você saia diagnosticando esses pacientes, tendo uma ideia mais clara. Você nunca mais vai chegar nesse consultório e pensar: "Ah, não sei, tô com dúvida". Você vai Sair, ó, vocêó vai vai fazer isso, pá, pá, pá, pá. E no final você vai ter o nosso diagnóstico aqui, vai usar as a nossa Smart, anamnés, anamnese inteligente para detectar esses nossos pacientes aqui. Então, a gente vai falar da neuropatia. Quando a dor não é no dente, o
paciente sente uma dor de dente horrível, mas não tem a ver com dente. Não é uma pulpite, não é uma gengivite, não é uma trinca, não é uma lesão de furca, não é um problema muscular, não é Uma dor de cabeça, é uma dor do nervo neuropático. Quando eu falo que a odontologia da dor é a odontologia que transforma a sua, mas também a do paciente, é isso aqui. É esse paciente aqui ou esses pacientes aqui que estão precisando de você. Todos os vídeos que vocês vão ver agora são casos reais, casos onde eu compartilho
dentro do meu da minha formação completa, o Smart Door, casos de pacientes com dor do nervo que Chegaram na cadeira do dentista com esses relatos aqui. E agora eu quero que vocês prestem atenção no que eles têm para te dizer. Vai aparecer o que eles estão falando e vai aparecer o diagnóstico ali, o nome da doença, o nome da dor neuropática. Não se atenham a diagnóstico agora. Se atenham ao que esse paciente vai te falar. As pequenas palavrinhas queima, arde, choque, a pior dor do mundo. Se atenham a esses detalhes nas histórias que transformam A
dor. E essas histórias a gente vai resolver juntos. Então vejo aqui esse vídeo dos meus pacientes brevemente para entender o que que a gente tá falando, que tipo de dor é a aula de hoje, que é a dor do nervo. Bora lá. Tem muita dor tempo todo, tô antiguamente. São não tem nenhum período que que para essa dor para >> começa assim, ó. Vem, dá um choque forte e depois pega daqui para cima assim Também, só que a metade do osso. >> Eu com a toda a minha capacidade, né? >> Uhum. >> De pensar, de
reagir. >> Uhum. Na verdade ele recebe a obra dita por algumas pessoas, né? A pior dor que que o ser humano dia tem. Beleza. Foi lá no meu dente. Mandei extrair o de achando que era o de >> tá >> aí ela só que não era per querer o dente à toa, né? >> A dor continua. >> Continua >> isso >> é só. E sabor épino. Cake. >> Uhum. >> Tem aquela arte melhora que aquela árvore >> tem hora que queima, tem hora que arde. Eu fui lá no meu dentista, eu extraí o Dente e
a dor não melhorou. Imagina você agora você chega no consultório, você extrai o dente do seu paciente ou mesmo você faz um tratamento de canal e a dor continua, o paciente desesperado na sua frente e você não sabe o que fazer. Talvez nesses casos não se culpe, tá? Isso acontece. É normal a gente não saber, porque a gente não aprendeu isso na graduação. E eu falo isso para você de coração aberto, porque eu também não aprendi. Eu nunca Ouvi nem falar direito sobre uma dor do nervo na minha graduação. Eu fui aprender lá no meu
mestrado, lá no meu doutorado, quando eu aprendi a tratar esses pacientes. E é por isso que eu compartilho com vocês hoje, porque esses pacientes estão cada vez mais comum no consultório e estão precisando dessa ajuda. Então não tem problema. A gente a gente faz parte do erro do nossa errar e a fazer um tratamento errado, um tratamento de canal que não era para Tratar, extrair um dente que não era para extrair. Mas a partir de agora esse conhecimento não pode, isso, isso não pode mais acontecer, isso é iatrogenia. E a gente não pode mais que
o nosso paciente extraia um dente, um elemento dental ígido saudável por causa de um erro. no diagnóstico. A gente vai aprender isso aqui junto. Vamos matear. Vamos tomar um mate junto. Tome seu café, tome seu chá da sua água e vamos junto aqui. Vou Pegar agora o nosso tablet aqui, o nosso mapa mental, ã, e vamos ver os diferentes tipos de dores do nervo, dores neuropáticas. A gente começou a ver o nosso mapa mental aqui, esse mapa completinho, vocês vão ter acesso. Eu vou falar como vocês podem ter acesso na aula três, tá? Que eu
vou falar sobre a minha formação Smart Door. Mas vocês viram na nossa aula um sobre as DMs articulares, deslocamentos de disco, né? Hoje a gente Tá aqui no mapa falando de neuropatias. Depois a gente pode falar um pouco mais de aprofundar cefaleias, comorbidades, zumbido, tá? A gente não tem todo o tempo do mundo aqui, mas na formação online a gente vai ter o smart door. Então, olha que legal, neuro. Opa, foi muito. As neuropatias são divididas principalmente em dois grupos. Aí que é interessante a gente estudar, né, e ver que muitas vezes quando a gente,
eu no começo achava que dor neuropática, se Existia era uma coisa só. Ah, é só isso aqui. Ou eu só achava que tudo era uma neuralgia trigeminal. Todo mundo ouviu falar, né? Talvez na neuralgia trigeminal, mas nem tudo é neuralgia triggeminal. é uma das condições e por isso a gente precisa dizer quais são essas condições aqui. Por isso que eu fiz esse mapa que tem aqui o diagnóstico e o tratamento. Mas antes de tudo, a gente divide as dores neuropáticas em duas: episódicas e contínuas. Isso quer Dizer o quê? Dor episódica. O paciente tem dor
alguns segundos, alguns minutos, algumas horas por dia, mas tem momentos sem dor. Então tem episódios de dor e episódios sem dor. Beleza? A neuropatia contínua não tem pausa, é uma dor contínua 24 horas eu sinto dor o tempo todo. É aquela dor horrível, excruciante, que atrapalha. Aquela dor que eu não aguento mais, resolve, me ajuda a descobrir, tá? Vamos ver quais são primeiro as neuropatias episódicas. Existem quatro principais tipos, tá? Não vou dizer que são todas, mas na área de odontologia, na nossa área orofacial, principalmente, a gente lida com essas quatro condições, a neuralgia trigeminal,
a pré-trigeminal, a do glosso faríngio, que é aquela que tem dificuldade de deglutir, e a do oxpital, que pega aqui atrás. Na neuralgia triggeminal, a gente tem várias várias características, várias Prevalências, várias causas, tá? Calma aí. Mas o que que ela é? É uma dor neuropática descrita como um choque elétrico de curta duração. É aquela dor em choque, a neuralgia geminal, ó, choque elétrico curta duração, ou seja, dura segundos ali, tá? Eu não vou detalhar muito aqui a neuralgia trigeminal porque a gente não vai ter tempo de falar de todas elas, né, os critérios diagnósticos.
Mas lembra, a dor em choque que dura alguns segundos Até no máximo 2 minutos, é uma neuralgia trigeminal, que é uma neuropatia episódica, tá bom? Tem a prérigeminal, a glossfaríngio e a duospital, que também são episódicas. Na odontologia, a dor que a gente mais vê neuropática é a dor do tipo contínua, que é aqui descrita como odontalgia atípica. Ah, a odontalgia atípica antigamente ela foi chamada de dor fantasma, dor do dente fantasma. Sabe quando a gente faz Um tratamento de canal, extrai a polpa do dente e o paciente continua com dor, com dor, com dor,
fica meses com dor naquele dente? Talvez isso pode ser uma dor neuropática. Ligue o seu alerta, ó, ligue a sua cineta da atenção aí comigo, tá? Existe o neuroma que geralmente acontece em cicatrizes, tem a neuropatia pósderpética, que sim pode dar na região ocial e tem a dor facial atípica. A odontalgia atípica que é essa dor neuropática intraoral, geralmente após Um tratamento de canal ou após uma extração, é o tema que a gente vai falar hoje na nossa aula, tá? Então o que que ela é essa odontalgia atípica? Vê comigo aqui. É uma dor originada
de uma lesão no sistema nervoso periférico ou no sistema nervoso central, que ela ocorre após um procedimento odontológico, como exodontias, endodontias, cirurgias e implantes. Tá bom? Então, todo procedimento que a gente faz, paciente faz um procedimento, A dor não melhorou, continuou constante, contínua, 24 horas com dor. Esse paciente a gente tem que ligar, ligar um alerta. Opa, talvez isso aqui seja uma dor neuropática, uma dor do nervo. Tem que sempre pensar assim: "Ah, como é que eu vou ter certeza se é?" Primeiro você vai ligar o alerta, vai ligar a cineta da atenção, depois você
vai fazer o nosso passo a passo do diagnóstico, tá bom? Ai, André, parece que são tantas doenças que eu não sei. Por isso que a gente tem aqui os nossos cards de diagnóstico. Ó, vou te mostrar o da neuropatia para você ter ali com você gravadinho das neuropatias, ó, episódicas. triginal, prérigeminal, glosso, faríngio e oxepital. Contínuas neuroma, odontalgia atípica, póspética e dor facial atípica. Com os cards, ó, que a gente tem de várias doenças, você nunca vai esquecer. Beleza? A gente sabe, ó, a dor permaneceu após um procedimento Odontológico, OK? Então eu tenho que ligar
o alerta que isso pode ser uma dor neuropática. Porém não existe somente um tipo de dor, né? Um ah, existe só DTM, só dor neuropática. Não, não existe não. Mas aqui dentro do meu livro, quem é quem é aluno do Smart Door tem acesso a esse livro na versão digital. H, a gente tem, eu quero, quero mostrar para vocês os três tipos principais de dores que a Gente pode ver, só para você começar a entender, a diferenciar. Esse livro aqui é um livro bem colorido que vocês estão vendo, cheio de imagens, resumos, você pode até
deixar no consultório com várias imagens. Olha essa imagem, ó. Olha, essa imagem aqui, ó, para explicar pro paciente, ó, a passagem do ar, os desequilíbrios no sistema estomatognático, tem várias imagens, foi feito por um design especialista. Além disso, tem Vários questionários para usar. Dor de cabeça, ansiedade, sono. Mas o que eu queria mostrar aqui, ó, aqui, ó, nosso gráfico aqui, nosso resumo aqui. A gente tem três principais tipos de dores. Dores somáticas, deixa eu pegar aqui a caneta. Dores somáticas aqui, dores viscerais e dores neuropáticas. Ah, neuropatia é o que a gente tá estudando aqui,
tá bom? Neuropatia, já vamos falar sobre Ela um pouco mais detalhadamente. Tem características muito fortes aqui, ó. Mas a dor somática, vou ler para vocês que talvez não dê para ver, a gente tem uma dor mais precisa e definida que pega tecidos cutâneos e profundos. Então, a dor somática é uma dor mais precisa, mais definida. Tecidos cutâneos. Geralmente é lá, ó, DTM, não consigo apontar olhando pela DTM, cirurgias, uma dor precisa, mais definida, que pega os tecidos cutâneos. A dor visceral, ela é Geralmente ativada pela inflamação, acomete víceras do nosso corpo. E aqui um exemplo
que a gente tá super acostumado é a pulpite, a dor de dente, a inflamação do dente. Então, ó, dor somática, DTM, cirurgias, dor visceral, pulpite, inflamação ativada por inflamação. E dor neuropática, ela é geralmente associada a uma lesão de nervo com alterações de sensibilidade. Isso aqui tá no nosso resuminho do nosso livro didático especial, ã, bruxmo, DTM, Neuropatias, atualizações, tá? Mas aqui então a neuropatia ela é isso, algo, um desses três tipos de dores, não é a DTM, não é a dor de dente, é a pulp não é a pulpite, é a dor neuropática. Então
tá nesses grupos aí. Entendam que na dor neuropática não é uma DTM, não é uma dor de dente, é são coisas diferentes. E aqui você vai aprender a diferenciar e a diagnosticar diferentemente, tá bom? Então assim, o que que ela é? Que que na verdade a dor neuropática é? Ela é uma Dor originada de uma lesão. Aprende isso? Uma lesão no sistema de nervos. Tudo, absolutamente tudo que a gente lesiona um nervo pode levar a uma dor neuropática. Ah, André, toda a lesão vai levar a uma dor neuropática? Não, algumas lesões vão cicatrizar, vão regenerar
e vai parar de doer. E perfeito. Amém. Mas algumas não vão cicatrizar direito. Algumas vão continuar a ter dor E dor e dor e dor, tá? Se eu pudesse descrever para vocês o slide que é mais importante na aula de hoje, eu diria que é esse slide aqui. Então, ó, atenção, nossa cineta da atenção. Grave esse slide aqui, porque é um slide com três características que definem integralmente uma dor neuropática, uma dor do nervo. Vamos aprender junto, então, ó. A dor no do nervo é uma dor na ausência de nossa excepção óbvia. What? Que que
é isso? Vamos lá. Dor na ausência de nossa excepção óbvia. Então é uma dor onde eu não encontro facilmente a causa dessa dor. Por exemplo, isso é dor neuropática, né? Se eu pego uma pulpite, que é outra coisa, uma dor visceral, eu vou lá, eu vou ter uma dor, eu vou ter uma inflamação do dente, eu vou ter uma car, eu vou ter algo que eu vou fazer um teste lá de vitalidade que ele vou ver que o dente não tá tão vital, eu Vou essa dor da pulpite, eu consigo identificar uma causa. Ou, por
exemplo, tô com dor no rosto, eu palpo a musculatura dói. Opa, uma DTM muscular, eu consigo encontrar a causa, eu palpo, a ATM, tá inflamada, dói. Então, essa dor da DTM, que é uma dor somática, eu consigo encontrar a causa da dor. Aqui na dor neuropática, a fonte da nossa excepção não é tão óbvia. eu não encontro essa dor. Então você tem que descartar alguns, geralmente a gente Faz o diagnóstico por exclusão. A gente exclui algumas coisas. Então a gente vai excluir tudo aquilo que possa ser uma dor ali, né? Imagina aquela dor ali no
dente. O que que pode ser? A gente tem que excluir as pulpites, que são as dores de dente. Temos que excluir as dores musculares, que podem ir pro dente. Sabia que uma dor muscular pode irradiar até o dente e o paciente sentir dor do dente? Isso é bem comum. São as dores referidas musculares. Eu falo isso Na parte de DPM muscular, lá na formação Smart. aqui a gente não vai ter muito tempo. Uma dor de cabeça, por exemplo, uma enxaqueca que é a migrânia, uma cepalete hipotensional também pode ir causar uma dor lá no dente.
E eu tenho que descartar uma dor do câncer também pode irradiar até o dente do meu paciente. Então você vai descartar principalmente esses grupos, ó. Vamos contar quantas são? Dores do dente propriamente dito. E aí, dores do dente Contra pulpite, uma lesão de fúrca, uma trinca, uma gengivite, um problema periodontal, tá? Tudo que é de dente tem que descartar. Tem que descartar tudo que é muscular, porque a DTM muscular também pode ir pro dente. Tem que descartar tudo que é da cabeça, cefaleias. E tem que descartar tudo que é ã crescimento, algum novo crescimento, uma
neoplasia. São os cânceres e as neoplasias. Tá? Descartamos isso, tá? A gente consegue Entender que o problema é lá no nervo, o nervo que tá acontecendo. Então esse dente, essa região ali que tá doendo, que não é um problema de dente, né? né, um problema pulpar, gengival, ósseo, que não é um problema muscular, que não é um problema de cabeça e não é um problema de neuroplasia, a gente tem um caso ali de uma dor neuropática, mas geralmente a gente tem essa ausência de uma causa óbia. Por quê? Porque a gente não consegue enxergar nitidamente
o nervo ou A lesão do nervo aqui acontecendo, tá bom? Mas não é só isso. Eu não vou me basear um diagnóstico apenas por um critério. Eu não vou pensar apenas no critério de exclusão. Eu tenho que pensar em outros critérios. E aí a gente vai fazer alguns testes para isso. E eu vou te mostrar aqui como e quais os testes você tem que fazer. Primeiro é isso. Tem que descartar qualquer causa óbvio, né? O paciente chegou com dor de dente, eu vou ficar o quê? Fazendo Testes virabolantes de sensibilidade para ver se é uma
neuropatia. Não, eu vou pro óbvio. Será que isso é uma pulpite, uma inflamação, uma car? Vou nós dentistas avaliamos o óbvio. Primeiro, não tem nada. Opa, esse dente tá ígido. Aí você começa a lembrar de mim, ó, o André falou lá da neuropatia, vamos investigar mais. E aí você investiga mais. Que que a gente investiga mais? A gente passa pra segunda segunda característica Da dor neuropática, tá? Dor pode ser intensa e não proporcional ao grau de estimulação. Que falava com que que frase bonita, né? Dor intensa e não proporcional ao grau de estimulação. Isso quer
dizer o quê? Uma característica. A dor neuropática, ela é intensa e não proporcional ao grau de estimulação. Essa dor neuropática é uma dor forte, intensa, geralmente uma dor mais, se a gente for pensar, né, leve, moderada, severa, geralmente é uma dor Moderada a severa, intensa e não proporcional ao grau de estimulação. Diz o quê? que eu preciso estimular essa área de dor para ter uma resposta de dor. Eu vou fazer um teste de estimulação ali na área e eu vou fazer um teste que a gente chama aqui de teste QST, um teste de sensibilidade ou
um teste sensorial que não tem nada a ver com teste de vitalidade lá que a gente faz na endo, tá? Nada a ver. É um outro tipo de teste, já vou te mostrar Como é que faz, mas é um outro teste para ver alterações na sensibilidade. Essa dor não proporcional ao grau de estimulação diz: "Eu interpreto que eu tenho que fazer um teste de estimulação, um teste de sensibilidade nessa meu paciente, um teste sensorial, um QST, um nome bonito aí para um teste sensorial que eu já vou te mostrar como é que faz. Então essa
é a segunda característica. Grava, anota. que quando a gente anota, a gente põe uma cor, a gente grava mais, A gente decora mais. Existe até um método para você decorar, para você estudar. Eu ensino isso pros meus alunos, porque assim você aprende mais. E um deles é escrevendo, colocando cores, tá? Dois, intensa e não proporcional ao grau de estimulação. E três, esse para mim, ó, é papum. Sempre que eu escuto uma dor assim, eita, eu já ligo o alerta que isso é neuropático. Que que eu falei lá no começo da aula? Queima, isqueiro aceso, ardendo,
Choque, costeira, ardência, formigamento, queimação. Tudo isso são relatos de dores diferentes, né? Dor estranha. Isso tem que sempre ligar um alerta na cabeça de vocês que isso pode ser uma dor neuropática. Durante o meu mestrado e o meu doutorado lá na USP de Bauru, eu tive a oportunidade de atender mais de 50 pacientes com dores neuropáticas, a a Dor de dente atípica que eu falei aqui, a odontalgia atípica. Fiz vários testes nesses pacientes, fiz vários questionários, várias pesquisas bem interessantes. Vou mostrar um pouco para vocês daqui a pouco. Mas, ah, uma das das perguntas que
eu fazia para esses pacientes era: "Como é a sua dor? Descreva ela para mim. Qual é a qualidade dessa dor?" E o paciente descrevia assim. Eu peguei todas essas palavras, botei num num documento, né, De que chama-se eh Word Cloud, que é um docum e nuvem de palavras, e criou essa imagem aí bonita, que desde 2015 eu uso e talvez você já deva ter visto em algum outro lugar. Se você assistiu alguma aula de algum colega meu, algum outro professor, eles gostam de usar essa imagem também aqui no O que que essa nuvem de palavra
nos diz? As palavras maiores, ou seja, que tem a maior fonte, né, a maior letra, são as palavras mais ditas por pacientes com dores Neuropáticas intraoral. E olha ali que interessante, queimação latejante, enjoada, uma dor difisgada, uma dor dolorida. Engraçado, né? Uma dor dolorida. Mas é isso aqui. Claro, foi uma um questionário que tinha todas essas palavras e os pacientes anotavam. Vai fazer um X do lado. Dor enjoada, latejante, queimação, agulhada, enjoada, incômoda, fisgada, Dolorida, cansativa, pontada. São as dores que mais descrevem o nosso paciente. Coceira, choque, ardência, formigamento e queimação, tá? Vocês vão ver
depois na formação mais completa que choque é mais característica de neuropatia episódica, coceira é mais característica também de um tipo de neuropatia. Ardência e queimação é característica de neuropatia contínua, tá? Como a odontalgia atípica. Mas André, explica para mim agora como Que funciona isso. Então, o paciente chega lá, eu fiz um procedimento odontológico e isso causa uma dor neuropática no nervo. Por que que isso acontece? Como que isso acontece? Vamos ver o passo a passo ou a trilha aqui do nosso paciente até chegar a ter uma neuropatia. O a partir do momento que você entende
isso, opa, perdão, a partir do momento que você entende isso, você começa a entender o caminho da dor neuropática. Então vamos abrir Aqui. Opa, deixa eu abrir para vocês aqui. Pronto. Olha só que a gente usa das tecnologias para pr para vocês aprenderem mais. Então, olha que interessante como é que funciona essa neuropatia. Antes de ter uma neuropatia, a gente tem algumas coisas aqui. Olha que legal isso. Vamos escrever, vamos botar aqui onde acontece a neuropatia. acontece aqui A neuro, deixa eu botar uma um pouco mais neuro, a neuropatia tá aqui embaixo, tão vendo ali?
Acompanha comigo ampliar essa cor, mas antes acontecem algumas coisas antes da de vir a neuropatia em si. Vamos lá. A primeira coisa que pode acontecer é, obviamente, sempre que a gente for fazer um procedimento odontológico, vamos botar aqui, ó, um procimento até saiu da caixa odontológico. Sempre que a gente fizer um procedimento Odontológico, esse meu paciente pode chegar lá no final a ter uma neuropatia. ele vai sempre ter, não, não tô falando isso, mas ele pode chegar lá geralmente de 10 a 20% dos casos. Eu fiz um procedimento odontológico, em 10 a 20% dos casos
ele vai ter uma neuropatia. Claro, nem todo mundo, 80%, 90% não vai ter, vai ter uma outra coisa, tá? que a gente já vai mostrar aqui. Então, eu fiz um procedimento Odontológico. O que que é procedimento odontológico, André? Pode ser uma cirurgia de implante, uma cirurgia de extração de dente, uma esodontia, pode ter um tratamento de canal, pode ter ser até mesmo uma anestesia. Tudo aquilo que eu faço que lesiona um nervo, causa um dano à fibra nervosa, pode levar a essa neuropatia. Então eu tenho procedimento odontológico que leva a um dano a fibra Neural
ou fibra eh nervosa. Acho que fibra fibra nervosa fica melhor. Um dano à fibra nervosa. Então aqui, ó, deixa eu pegar uma cor de destaque. Então, do procedimento odontológico, eu vou ter um dano à fibra nervosa. Esse dano à fibra nervosa é o que todo procedimento odontológico causa isso, um dano à fibra nervosa. Todos, tudo não, né, mas a os mais esses mais agressivos, né, uma cirurgia, um tratamento de canal, uma anestesia, uma cirurgia de Péreo, né, uma cirurgia de implante, eh, uma endo, uma ESO, levam a um dano à fibra. nervosa. Então pensa que
essa fibra nervosa, deixa eu botar aqui com uma cor, a gente tem aqui uma um nervo, vamos dizer aqui em em amarelo. E esse nervo ele é danificado, ou seja, esse nervo tem uma um dano, tem uma interrupção ali, certo? Esse nervo, ó, teve uma separação ali, os nervos estão danificados. Isso, esse dano à fibra nervosa causa o Que aqui? Causa uma interrupção do impulso nervoso, uma interrupção do impulso nervoso. O que que quer dizer? O quê? Que o nervo ele para de funcionar. Pensa comigo aqui, né? Pensa comigo, eu fiz uma endo, um procedimento
odontológico. Fiz uma endo. Essa endo eu estirpei a polpa, eu tirei o nervo de dentro da polpa. Não só o nervo, mas as os vasos, as bactérias. Eu limpei, né? Eu tirei tudo que tinha de dentro do canal. Limpei isso. Quando eu limpo, eu corto o nervo e eu estirpo ele. Eu tiro o nervo. Beleza? Isso causa um dano à fibra nervosa. Isso é normal. Isso é acontece, tá? Esse dano à fibra nervosa que teve aqui uma interrupção, acontece uma interrupção do impulso nervoso. Isso quer dizer o quê? O nervo para de funcionar. Mas ué,
se ele para de funcionar, ele para de doer, de ter o estímulo de dor, não é? É. É isso que a Gente quer. E é isso. E é por isso que a gente faz o nosso tratamento de canal. Então, a gente vai ter na grande maioria cicatrização ou vou até dizer uma regeneração após essa interrupção do impulso nervoso que veio de um dano à fibra neural. Então, olha só aqui, ó. Um procedimento odontológico levou um dano à fibra nervosa. Ficou ruim de ver, né, a interrupção, mas deve uma interrupção do impulso nervoso. E aí na
grande maioria Dos casos, cicatrização e regeneração. Que que é a grande maioria dos casos? É 80%, 90% dos casos. E que bom, né? Que bom que isso acontece. Imagina que se eu fizesse toda vez que eu fizesse uma endo, o paciente tinha dor. Não, aí não, dor continuar, né? Persistir não dá. Aí não dá para viver. A gente não sobrevive na odontologia. Então, ó, fiz o, vamos dar um outro exemplo. Fiz o maeso, extraí o dente, estirpei a polpa, tirei Tudo ali, o dente, tudo, o nervo. Isso causa um dano à fibra nervosa. Beleza? Isso
causa, deixa eu até escrever em cima porque tá ruim de ler, uma interrupção do impulso, tá? Do impulso neural. Ou seja, cortei a fibra, o nervo eh separou, interrompeu. Na grande maioria das vezes acontece uma cicatrização e uma regeneração. Perfeito. Que vida boa, maravilhoso. 80 90% dos casos. Porém, em 10 dá 20% pode Acontecer duas coisas diferentes. Uma é a neuropatia. Aqui embaixo, ó, a neuropatia. Outra é a tal da parestesia. Não é legal isso aqui? Deixa eu apagar isso aqui para ficar bem bonito para vocês. Neuropatia. Ó, neuropatia ou uma parestesia. Sabe quando a
gente extrai o terceiro molar? Sabe quando a gente extrai o terceiro Molar? E em alguns casos acontece uma parestesia, né? Isso é comum no consultório, principalmente quem é buco, quem faz cirurgia. Isso acontece porque é como se o nervo ele não tivesse bem cicatrizado, ele não tivesse bem regenerado. Só que ele independente do tipo de nervo, ele ele dá uma sensação de parestesia, ele diminui a sua função neural, ele fica ali dormente, se uma sensação de dormente, formigando, ele Fica mais quietinho dormindo ali. Já nos casos que também pode acontecer de neuropatia, eu passe assim,
o nervo tá ali, ó, hiper excitado, ele tá super ali, ó, na balada, ele tá hiper hiper hiper hiper hiperestitado. Isso é o caso da neuropatia. Hiper hiper hiperdor. O paciente relata muita dor. Isso também pode acontecer após extração de um terceiro molar, tá? Agora, te dizer que por vai ter um um vai ter parestesia e outro neuropatia depende Muito da localização do nervo, mas isso ainda não é tão explicado pela ciência. é um pouco assim, não tem tanta explicação, mas vem tudo de um dano à fibra nervosa que veio de um procedimento odontológico. E
eu te explico tudo isso para você entender o quê? Que para acontecer uma neuropatia, que que aconteceu aqui? Para acontecer uma neuropatia, tá? Eu preciso ter um dano à fibra nervosa e que por conseguinte tem que Vir de um procedimento odontológico. Então todo paciente que Calma aí, todo paciente que chega no seu consultório com dor, queimação, uma ardência, choque, você tem que lembrar, será que esse paciente já fez um procedimento odontológico? O que que ele fez? Uma endo, uma ESO? Não precisa ser necessariamente muito recente, pode ser alguns meses antes, tá bom? Que que ele
fez ali? Então você sempre tem que Perguntar pelo procedimento odontológico que esse paciente fez. Uma endo, uma anestesia, uma cirurgia de implante, uma cirurgia de endo, uma cirurgia de pério, por exemplo, tem que tá ali investigando, tá bom? Infelizmente a gente não sabe te dizer por aqui, por esse nosso paciente desenvolve essa neuropatia. Vou te dizer que é de 10 a 20% dos casos vai desenvolver uma Neuropatia. Por que exatamente a gente não tem, a gente tem algumas explicações, tá? Como, por exemplo, paciente que sentiu muita dor durante o procedimento, paciente que já tem uma
dor crônica no corpo, paciente que já teve uma neuropatia antes. E existem algumas características desse tipo, opa, perdão, desse tipo de paciente. Geralmente é um paciente do tipo do sexo feminino entre 45 a 50 anos, às vezes agora tem pego Até mais um pouco mais velho, 60 anos de idade, com uma sobrecarga psicossocial, geralmente com mais depressão, menor enfrentamento das ã das questões da vida e catastrofização. Que que é catastrofização? é fazer tempestade em copo d'água, sabe? É um, às vezes é um exagero. Relata que aquela dor é um exagero dramático. Não que não seja,
é, o paciente sente daquela maneira e ele dramatiza, ele expõe aquilo. Então, continuando, o Paciente expõe essa dor dessa maneira, tá entendendo? Essa dor mais forte. Como é que eu sei fazer, avaliar que o meu paciente tem capacitão? a gente tem um questionário específico de catastrofização aqui dentro do nosso livro especial de atualizações, tá? Depois vocês dão uma olhadinha lá. Vou falar como você consegue o livro, os cards, o nosso mapa mental e se tornar uma das maiores referências nessa área na aula três, quando eu vou falar da Nossa formação Smart Dor. Quem tá preparado
para 2026, seu ser o ano da vida? Eu tô. E você? Então vamos continuar. Essa paciente, ã, aqui é uma paciente que tem essas características, que veio de um dano neural, que veio de um procedimento odontológico. Geralmente, o que que tá causando isso? Esse tipo de neuropatia tá causando porque tem alguma dessas Causas aqui. O mais comum de todas é a lesão traumática. Isso é dizer que o paciente teve uma lesão, um rompimento neural, uma compressão, um dano químico, tá? Por exemplo, não é só trauma direto, é traumas indiretos. Por exemplo, o paciente fez um
tratamento de canal, extravazou material obturador, extravazou um pouco do material é do obturador, por exemplo. Isso pode ser um trauma químico pro nervo e levar A uma lesão neuropática aqui, tá? compressões, rompimentos neurais, a eh falta de suprimento sanguíneo, falta de suprimento de oxigênio, pode levar a lesões traumáticas aqui. Distúrbios metabólicos, pacientes com diabetes não controlada podem ter isso com maior chance. Então, o paciente com diabetes chegou no seu consultório odontológico, você tem que avaliar, tem que ver se tá bem controlado antes de Fazer qualquer tipo de cirurgia, porque esse paciente ele é mais propenso
a ter uma neuropatia, tá? Causas tóxicas, pacientes e etilistas, né? O álcool ele interfere na absorção de algumas vitaminas, como a vitamina do tipo B, por exemplo, que tem muita relação importante com o aparecimento de dores neuropáticas. É muita coisa legal aqui pra gente aprender. Odontologia não é só dente. Eu trato de pessoas e não de dente. Então tudo tá intercalado e a Odontologia como uma área da medicina tá tudo intercalado aqui. Causas tóxicas, né? Então álcool, né? Etilistas tem muitas associações aqui, tá? processos infeccios infecciosos inflamatórios como herpes zoster, por exemplo. A herps, para
quem quer entender um pouco mais, a herpes é um vírus. Calma aí. Pronto. Meu computador tava desligando. A herpesoster é um vírus que é o vírus da varicela, que fica alocado em alguns Ganglios neurais nervosos do nosso corpo e um deles que pode ficar é o gangnglio trigeminal e pode levar a um dano a esse ganglio trigeminal e por conseguinte levar a uma injúria, dano da fibra, dano do sistema nervoso. Isso leva a uma neuropatia, tá? Então, é uma das causas aqui do ã da neuropatia. Para vocês entenderem um pouco mais dessas causas, o que
que é sentir uma Neuropatia, uma lesão. Toda vez que eu lesiono um nervo, eu posso sentir uma neuropatia. Olha isso. Não sei se vocês já tiveram essa sensação, sabe? Sempre que você bate em alguma parte com o cotovelo, ah, parece que você foi atingido por um raio. Você já teve essa sensação, essa experiência de bater uma o cotovelo e dar aquele choque horrível que você ah, sabe, muito forte? Isso é como se for experimentar uma dor neuropática. Obviamente isso é momentâneo, é passageiro, isso não é uma dor neuropática. Mas é como se fosse você estivesse
experimentando essa dor. Agora imagina esse choque que você tem aqui, você sentir 100 vezes por dia no rosto. Você não tem vontade de comer, você não consegue nem encostar o rosto porque dói, dá choque. Isso é um tipo de dor neuropática chamada neuralgia Trigeminal, que pode acontecer vários episódios durante o dia. é conhecida como a dor do suicídio nos Estados Unidos, porque é uma dor muito forte, muito impactante. A gente tem que ficar atento porque geralmente é o dentista que faz o diagnóstico dessas condições, tá? Bateu o cotovelo, sentiu dor, teve o quê? Uma lesão
aqui. Se que que acontece, deixa eu explicar isso na prática. Curiosidades, não tem nada a Ver com a aula. Isso aqui no sentido não é, não precisa decorar, não precisa saber, né, pro nosso dia a dia, mas é curioso, é muito interessante. Aqui no nosso cotovelo, se você botar a mão no cotovelo, você vai ver que tem uma ponta ao osso, né, o osso pontudo aqui do cotovelo. Esse osso pontudo, ele se chama oléono. Esse osso olécrono, do lado dele, tá, a gente tem para dentro um buraquinho. Esse buraquinho ali é chamada fossa. uma fossa
olecreana do Osso olécrâno, tá? Não precisa decorar. Fossa olecreana. E toda vez que a gente bate o cotovelo, dependendo da maneira que a gente bate o cotovelo, não é só bater, né? É uma, é de uma maneira que a gente bata e aprofunde um pouco mais a fossa olecreana. E ao comprimir a fóssa olecreana, a gente bate num nervo, que é um nervo que eh enerva a mão, tá? que é o nervo ã medial ou mediano, alguma coisa assim. Não, perdão, unar é o nervo unar medial é na Mão, nervo unar que ele aqui nerva
o braço e a gente bate nesse nervo e eu tô causando um trauma no nervo mesmo que momentâneo. Tá entendendo? Toda vez que eu danifico um nervo, seja por uma batida, uma compressão, um rompimento, eu eu posso levar a uma dor neuropática. E aqui vocês experimentam a dor neuropática toda vez que vocês batem o cotovelo. Então, toda vez que você vê isso, você vai lembrar de mim e vai pensar da neuropatia. Toda neuropatia vem de um dano à fibra neural, tá bom? E essa fibra neural, ela tá ali responsável por causar essa dor que felizmente
nem todo mundo tem, acaba 10 a 20%, mas infelizmente 10 a 20% acaba tendo. E você precisa aprender a diagnosticar esses pacientes. E para isso, como é que eu vou diagnosticar essas condições? A primeira coisa que você tem que saber é lembrar das três características, tá? Qual é? Vamos, vamos lá comigo relembrar. Primeira, dor Ausência de uma nocepção óbvia. Isso é dizer, eu tenho que te procurar causas óbvias, uma pulpite, uma dor muscular, uma dor de cabeça ou uma dor neoplásica de crescimentos, né? Eh, eh, crescimentos eh errados, alterados. OK? Segundo, é uma dor não
proporcional ao grau de estimulação. É o que a gente vai aprender agora. Eu preciso fazer um teste de estimulação, o QST, para ver como é que tá essa dor aí. E Terceiro, uma dor que queima, que arde, que dá choque, formiga, lembra? Dor neuropática. E aí, para eu fazer a detecção de uma dor neuropática, eu uso testes aqui de sensibilidade. Esses testes de sensibilidade foram criados inicialmente ah por um grupo alemão chamado DFNS. Que que é DFNS? É DCH Forburgo Neuropat. Ah, desculpa, não falo alemão. Mas esse grupo aqui que traduzido do inglês ou do
alemão é um grupo de pesquisa alemão em dores neuropáticas. É um dos maiores grupos de estudo em dor neuropática. Muito legal o que eles fizeram. E eles criaram um batalhão de testes chamados QST, teste sensorial quantitativo. Esses testes sensoriais são basicamente 13 testes. Uau! 13 testes que vão Avaliar a sensibilidade ao calor, ao frio, ao morno, ao pressão. Vão avaliar a sensibilidade à dor do meu paciente. Opa. A sensibilidade à dor do meu paciente. Vão avaliar, por exemplo, ah, a pressão, o peso, é, vários testes, tá? E eles usam aparelhos muito caros para fazer isso.
Geralmente é para pesquisador. Um desses aparelhos, inclusive a gente tem aqui em Paris. Esse aparelho custa em torno de 100.000€ Faz a conversão aí. 100.000€ quanto que tá o euro aí? 5 6 R$ 600.000 é um aparelho desse para fazer os testes de sensibilidade. Esse esse aparelho é para fazer os testes de temperatura. Hum. Beleza. Para ver o quê? se o meu paciente tá com alguma alteração do nervo ali, uma sensibilidade diferenciada, certo? Beleza? Então, o que que eu vou te recomendar? Você vai comprar esse aparelho de 100.000€ tá quero para amanhã no seu consultório.
Brincadeira, não dá, né, gente? Não tem como eu comprar um aparelho assim. Aqui primeiro mundo, obviamente, a gente consegue fazer isso e consegue fazer muitas pesquisas com isso, tá? Beleza? Mas não dá para fazer na dia a dia da, né, na no nosso jeitinho ali do Brasil. Não tem como, não tem como eu pedir para vocês economizarem, eh, gastarem R$ 600.000 para comprar um aparelho para diagnosticar pacientes. Que que a gente faz? a gente adapta, a gente dá o nosso Jeitinho brasileiro. E esse jeitinho brasileiro foi basicamente o que que eu fiz na, basicamente, né,
como tô menosprepresando, não foi uma das partes que eu fiz na minha grande pesquisa de doutorado. Quando eu fiz doutorado na USP em São Paulo, eu fiz uma pesquisa avaliando esses testes, tentando transpor os testes de pesquisa caro para clínica, tá? E eu fiz esses testes e dois principais testes a gente consegue, tenho mais alguns, tá? Mas esses dois eu Vou falar para vocês. Esses dois são bem importantes para você já começar a diagnosticar aqui. Então você não vai precisar mais gastar 100.000€ eu acabei de fazer você economizar 100.000€ que você vai precisar comprar para
fazer esse teste? Ah, já mostrei o spoiler antes. Você precisa comprar um aparelho super moderno. É algo assim de primeiro. Nem sei se vai ter no Brasil de tão moderno que é. É esse. Isso aqui sabe o que que é isso aqui? Tão moderno. Será que tem no Brasil? Brincadeira, gente. Tem sim. é o tal do cotonete. Olha que curioso. A gente consegue o fazer um teste com o cotonete para ajudar a a encontrar, né, detectar uma neuropatia, uma alteração de sensibilidade no meu paciente. Que curioso. Então, ó, de 100.000€ você vai usar um cotonete
gastando centavos. Aí você acabou de economizar 100.000€. Então, ó, a partir de amanhã, colocando Pix na minha conta, transferindo 100.000 € porque eu te fiz economizar aqui no nossa aula de hoje. Brincadeiras, não precisa. Ah, só se você tiver dinheiro sobrando, quiser fazer uma serventia, né, brincadeira. H, mas assim, obviamente não vou dizer que a gente não precisa mais desse aparelho. Claro, para pesquisador é muito importante, por isso que a gente tem aqui, mas na clínica a gente pode dar um jeito de tentar usar e é o teste do cotonete que eu vou Explicar para
vocês agora. Esse teste do cotonete vem de várias alterações de sensibilidade que acontecem no nosso corpo, tá? Vou mostrar aqui para vocês. Existem várias alterações que a gente pode ver através desses aparelhos, tá? Como alodínia, hipoalgesia, desestesia, hiperalgesia, hiperestesia, hiperpatia, parestesia, uh, várias alterações, tá? Essas alterações aqui a gente, eu vou te dizer que não vou entrar em profundidade agora, tá? A Gente não tem tempo para isso, tá? Mas isso aqui é tudo bem detalhado dentro da nossa formação, o Smart Door, que eu vou falar para vocês tudo sobre ela na aula três, tá? Sexta-feira.
Mas o teste que a gente vai fazer com o cotonete é um teste chamado teste de alodínia. Alodínia, o que que é? é uma resposta dolorosa a um estímulo que não provoca dor. Então eu vou fazer um estímulo inóco com o cotonete. Eu vou friccionar com o cotonete a gengiva Mucosa gengival do meu paciente. Não é o dente, é mucosa gengival. Eu vou friccionar estímulo inóco, não é para causar dor isso, mas se uma paciente tiver uma resposta de dor, opa, tem uma coisa errada aí, o nervo tá tá doido, tá errado, tem uma alteração
de sensibilidade. Sim, esse paciente tem uma neuropatia, uma alteração no nervo. Esse paciente tem uma alteração de sensibilidade, que aqui a gente dá um nome bonito de alodínia. Beleza? Eu peguei o cotonete, eu friccionei na gengiva, doeu. Opa, liga o alerta que isso pode ser uma alodínia. Já vou te mostrar como faz isso. Depois, o segundo teste que vocês vão falar, vão fazer, eu não falei que é um C2, o segundo teste é o teste de hiperalgesia. Eu vou estimular um pouco a dor do meu paciente. Eu vou fazer um estímulo levemente doloroso e se
o paciente tiver uma dor hiper, uma dor exaccerbada, eu tenho uma tal de hiperalgesia. Tá bom? Aqui, ó, alodínia e hiperalgesia. Como que eu faço a hiperalgesia no consultório? Eu preciso de um instrumento que tem uma ponta. Pode ser uma sonda milimetrada, pode ser até mesmo um clips, tá bom? Claro, desde que seja esterilizado, se você vai usar dentro da boca, você vai fazer na gengiva do meu paciente, na mucosa oral, na região onde o paciente relata dor, tá? E aí você vai fazer, eu vou mostrar Para vocês o caso dessa paciente aqui. Essa paciente
teve o dente 1 2 3 4 46 extraído, tá? porque ela ia precisava, sei lá, ia botar um implante, né? Extraiu 46 e ficou com dor. Ela desenvolveu uma neuropatia. Como que eu sei? Eu vou fazer o teste de sensibilidade aqui com cotonete, tá? O teste de alodínia e hiperalgesia na nossa paciente para detectar. Essa paciente relatava o quê? Uma dor em Queimação nessa região há mais de 5 anos. Agora, ó, atenção. Essa paciente extraiu um dente e ficou com dor em queimação por mais de 5 anos. Passou em vários dentistas, ninguém sabia o que
ela tinha. Ela precisou chegar lá no Essa paciente é uma paciente lá de Bauru, por sinal. que eu chegar lá em Bauru na Especialização do professor Paulo Conte para pra gente ver que isso aí era uma dor do nervo. Como assim? 5 anos até ela conseguir um diagnóstico. Gente, isso é inadmissível na odontologia de hoje. É inadmissível. Por isso que você tá aqui fazendo o curso. Parabéns. Você tá aprendendo, cada vez aprendendo mais. Daqui a pouco você vem, faz uma formação mais completa, reconhecida pelo MAC, que é a minha smartor. Eu vou te falar sobre
ela Na na aula três. Mas isso é inadmissível. A gente vê não, o dentista não sabe o que fazer. Caral, gente, desculpa, a gente, desculpa pelo meu francês, não dá. A gente tá em 2026, a gente precisa de dentistas que saibam aquilo que tem, aquilo que chega no consultório, tá? E aí, essa paciente, a gente vai fazer o teste do cotonete. Como que a gente faz, pessoal? Deixa eu mostrar para vocês. Aqui no nosso modelo, vocês vão pegar e friccionar O cotonete na região próximo à gengiva, próximo ao dente. Deixa eu botar aqui, ó. Opa.
Aqui, ó. Próximo ao dente, tá? Não é no dente, não, não é teste de vitalidade, não é teste de percussão, é na gengiva. Mucosa gengival próxima ao dente. Como é que eu vou saber que isso vai doer ou não? Vocês começam, por exemplo, o paciente tá com dor aqui nesse lado, começa pelo Outro lado, faz, vai passando devagarzinho, gente, devagarzinho. Não é para causar dor, é um teste devagarzinho. Vai passando, tá sentindo alguma coisa? Geralmente na região onde não tem dor, o paciente, ah, tô sentindo encostar. E aí a gente vai indo, vai indo próximo
à região onde o paciente relatador, ah, começa a sentir dor. Ele sente dor a isso. É curioso, não é? É curioso. Tem uma explicação. E esse paciente tem uma Resposta de dor perante um estímulo que não é para causar dor. O que que esse paciente tem? Uma alodínia. Ah, eu posso fazer a mesma coisa com um instrumento metálico pontudo, causando uma leve dor, uma dorzinha leve. E se o paciente tiver uma hiperresposta, uma hiperdor, esse paciente vai ter uma hiperalgesia. Se eu vejo alodínia e hiperalgesia no meu paciente, ah, isso tem grandes probabilidades de ser
uma dor Neuropática, uma odontologia típica. E você tá fechando o diagnóstico com muita clareza, muita segurança, porque tem alodínia, tem hiperzia, eu entendi, eu vi, eu detectei, eu fiz o teste, não tenho mais dúvida, tá bom? Vamos ver isso na prática. Vamos ver isso na prática. Como que é nosso paciente fazendo os testes de alodínia e hiperalgesia? A gente já tá acabando a aula, tá pessoal? Pode ficar tranquilo, tá? Vamos fazer aqui os testes e aí Vocês vão ver. Eu começo sempre do lado contralateral e vou indo até a região do 46, que é onde
a paciente tem dor aqui neuropática, há mais de 5 anos. Vamos lá. Não, >> não, aqui >> percebam a o reflexo palpebral dela. >> Tá doendo. Dói um pouco, >> mais, >> mas tá doendo. >> Po, pouco, >> mesmo que seja pouco, é dor. Nó dó. >> Dói. >> Aham. >> Ó, bem de leve. >> Essa dor de 0 a 10. Tá mexendo. >> Quanto é a dor de zero a 10? Uns uns sete. >> Dor sete. >> Aham. Agora hiperalgesia. Eu pego uma sonda e vou cutucando. Forte. >> Não, sente. >> Ela sente dor
porque é para sentir uma dorzinha. >> Veja quando eu chego perto, olha o olho dela. Reflexo palpebral. Aham. >> Não, >> aí >> ah. >> Ah, >> foi essa? >> Essa agora foi 10. Essa dor agora foi 10. Tu viu o reflexo da paciente? A gente tem que até ser um pouco sádio, que eu sei que não é prazeroso isso, né? Mas a gente tem que estimular essa dor para detectar. Alodínia, hiperalgesia, são testes de sensibilidade que ST, que são feitos na clínica e que podem ser usados pros nossos pacientes com dores neuropáticas para diagnóstico
dessas condições e são essenciais. Que você, dentista tenha Esse conhecimento. Você precisa saber disso. Gravou? Entendeu? Vamos resumir isso tudo. Vamos pegar nosso mapa mental. Vamos lá no nosso mapa mental e vamos ver. Olha lá, a gente tá onde? Na odontalgia típica. Vamos ver os critérios diagnósticos. André, não sei nem como começar. Quais as perguntas eu faço? Lembra das sete perguntas da nossa anamnese, da smart anamnese? Então aqui a gente vai rever o que a gente viu na Aula um direcionado à nossa tal da neuropatia intraoral. A gente tem aqui, vou ampliar a tela para
vocês verem melhor. A gente tem a a dor, né, inicialmente, início, uma condição expressa clinicamente por alterações somatosensoriais de halodínia, hiperalgesia no local da dor. Ah, a sua localização é unilateral. Raramente a dor vai cruzar a linha média. com o tempo começa ali por S próximo do dente e ele vai Distribuindo, ele vai aumentando até pode ter alteração somato sensorial contr lateral, pode ter uma alodínia lá do outro lado, tá? A dor não, a dor não cruza a linha média, mas a alodínia pode passar. Qual é a frequência dessa dor contínua? 24 horas, dura 24
horas. dor constante no dente sem qualquer fonte óbvia de patologia local. A intensidade dessa dor moderada assevera. O que que melhora e o que que piora essa dor? Ó, a provocação local do dente não Altera a dor de forma consistente. Ou seja, se eu fizer teste de percussão na neuropatia, a dor não vai mudar muito muita coisa. Estímulos como calor, frio ou carga, percussão, teste de vitalidade no dente não afetam a dor. Já na pulpite afeta, ó, diagnóstico diferencial. A dor é imutável durante semana ou meses, sempre a dor contínua. A dor pulpar, pulpite tende
a piorar ou melhorar com o tempo. Já nos ajuda também no diagnóstico diferencial. Vários tratamentos dentários falham na resolução da dor. A resposta à anestesia local é duvidosa. A gente não faz anestesia aqui para diagnóstico. Esse paciente tem um histório histórico de consultas múltiplas e repetidas com diferentes especialistas. Ele só não encontrou você que tá aí na minha frente hoje aprendendo isso de forma correta. Essa dor não responde a anti-inflamatório, não responde a analgésico, não responde a antibiótico e Não responde à intervenção dental. Não adianta retratar o canal, não adianta extrair o dente, não adianta
fazer nada. É o nervo que eu tenho que tratar. E eu vou tratar esse nervo com pomadas, com cremes, com medicamentos antidepressivos, anticonvulsivantes. Sim. E é o dentista que vai prescrever para tratar do neuropático. O médico não sabe tratar essa dor, ele trata errado, tá? a gente vai fazer um, tem um, tem um protocolo, um passo a passo, tomadas que O paciente aplica ali na região e também ah medicamentos antidepressivos, anticocilantes. Claro, para saber isso, você precisa compreender um pouco mais, mais detalhes. Eu deixo para explicar tudo isso em detalhes dentro de um curso mais
completo, uma formação reconhecida pelo MEC, que é a formação Smart Door, que eu vou abrir as inscrições na próxima segunda-feira e eu vou falar para vocês tudo, tudo, tudo, tudo com direito a presentes na aula três da Sexta-feira, tá bom, pessoal? Ó, gravou. Ah, nossa paciente não responde antiinflamatórios, analgésicos, intervenções. E para finalizar, a qualidade dessa dor descrita como queimante, ardência ou enfacada. Ela não é descrita como choque, ela é queimante, ardência, facada. Choque é outro tipo de dor neuropática que é neurogetrigeminal. Pegou, pegou os sete tipos aqui, tá bom? Que bom que você está
aqui comigo, tá? Se não tá assistindo tudo, calma que a gente tem o replay até domingo. E ah, se você quer ir direto para uma formação completa, onde eu explico com detalhes, o Smart Do para você e eu vou falar tudo sobre essa formação reconhecida pelo MAC online, que eu vou falar na aula três. Pessoal, hoje vocês receberam o presente da aula dois também, já tá no fim. tão perguntando ali no chat, já tá no fim, a gente não tem tempo de falar Muita coisa. Se quiser falar mais, a gente precisa ir pra formação completa,
que é o Smart Dor. Na aula um, vocês ganharam de presente o resumo mais o quadro didático, tá bom? Hoje, que que vocês vão receber na aula dois de presente? O resumo mais os slides da aula, tá? os slides que vocês precisam saber disso do nosso paciente. Como é que faz para entrar no grupo do WhatsApp e tem aqui nos comentários ou marcado aqui no nosso chat, tá bom? É só entrar lá que eu vou mandar para vocês hoje ou amanhã o resumo mais os slides. Cada dia uma metodologia diferente de ensino. Cada dia uma
metodologia diferente, uma forma diferente de aprender. Pessoal, lembrando, a gente tem mais aula, tá? Só começando, a gente tem a aula três de ferramentas essenciais, tudo aquelas ferramentas que você precisa para tratar o seu paciente. Eu vou falar de tratamento, a melhor Aula de todas, aula três na sexta-feira. E na aula três, eu vou falar como vai ser possível que você que está aqui comigo tenha uma formação completa reconhecida pelo MEC, que é o Smart Dor, a minha formação inteligente, direto ao ponto em DTM, neuropatia, zumbido, cefaleia, fibromialgia, tudo que você precisa ser um expert
em dor para mudar a sua vida e mudar a vida daquele que precisa, o seu paciente com dor. Sexta-feira, tá? Como faturar aula De domingo? Essa aula também eu geralmente eu só dava pros meus alunos. Eu resolvi abrir para todo mundo, para vocês entenderem o manejo de como é captar paciente com dor, como você faz as avaliações e como você faz os planos de tratamento para faturar mais o seu consultório. Lembra o Víor que triplicou o seu faturamento? É, eu vou mostrar para vocês como isso é possível, agregando a odontologia da dor no seu consultório,
tá bom? Ahã. Pessoal, tem uma mensagem final para vocês aqui. Para quem tá comigo até o final, muito obrigado pela sua participação. Vamos junto, ó, fazer uma odontologia que trata de pessoas, que não trata só de dente, que é uma odontologia valorizada, que pensa além, que pensa além do dente, além da placa, que veste o jaleco da evidência científica. Eu quero isso para você. Eu ensino isso Pros meus alunos. Eu quero que a gente vá junto, aprenda junto. Tenho tanta coisa para aprender. A gente tem tanta coisa para aprender. Esse mundo é maravilhoso. E a
gente tá plantando uma semente. Isso que é o que eu que eu quero nesse treinamento. Ele é gratuito por de uma por um simples motivo, que eu quero plantar uma semente. Eu quero que você comece a enxergar as oportunidades escondidas nessa área. Eu quero que você comece a ver que a odontologia da dor é A odontologia do futuro ou do presente, porque tem muito paciente precisando da sua ajuda. Gente, eu não faço isso porque eu não dou conta. Precisa de mais gente, mais pessoas capacitadas, profissionais. Eu falo para dentistas, mas não só dentistas, fisioterapeutas, que
são os nossos melhores amigos nessa tratamento da dor, ponaludiólogos, massoterapeutas, quiropráticos, médicos que estão aqui nessa equipe multidisciplinar para tratar a dor. Você Faz parte dessa equipe que trata a dor. Eu tô querendo plantar um pouco dessa semente em você que é possível, é fácil, é gostoso, é prazeroso, é apaixonante ajudar o outro, o outro paciente, o outro ser humano. Eu quero que você plante essa semente comigo, essa semente de humanização, de empatia e de reconhecimento e de valorização e de maior faturamento, de menos dor nas costas. uma visão além. Se você tá comigo aqui,
eu te agradeço sua Presença. Te espero na aula três, na sexta-feira e na aula 4 no domingo. E eu gravei uma mensagem final para você pensar hoje nesse seu dia, nesse dia bonito para você. Um bom dia e veja comigo aqui essa mensagem final. Quero que você plante algumas sementes comigo. Beijo. Responda bem rápido. Onde você quer chegar este mês? Sim. Qual é a sua meta? Sabe que a grande maioria das pessoas Que estão sofrendo com problemas financeiros, dores morais e até físicas, vivem mais de sonhos, de ilusões do que de metas reais e palpáveis.
Metas reais e palpáveis podem ser do tamanho que você quiser, mas devem ter um caminho, uma maneira de atingir esse objetivo. Quem quer uma boa colheita deve plantar boas sementes. Que tipo de semente você tem plantado? Que tipo de semente você plantou hoje? Você tem caminhado, cuidado da saúde? Tem tido um tempo para ler um livro, reciclar as ideias, se atualizar? Que tipo de semente você vai plantar amanhã? Se você traçar uma meta para sua vida ainda hoje e começar um plano de lutas para atingir esse objetivo, nada e nem ninguém vai te derrotar. Mas,
por favor, mire na estrela mais alta que você puder, pois se você não atingir essa estrela, você está muito perto do céu. Sabe que eu acredito em você? Você vai vencer. Mas antes que eu me esqueça, qual é a semente que você vai plantar amanhã? Tenha segurança absoluta no atendimento de pacientes com bruxismo e DTM e trate seus pacientes com excelência. Plante essa semente comigo.