vamos lá pessoal então vamos dar continuidade ao estudo do esqueleto agora abordando o esqueleto do membro superior e como não assumimos já na abordagem anterior o esqueleto o esqueleto apendicular ele se une se conecta funciona o ambiente ao esqueleto axial através da cintura sou anéis ossos tá nós temos o anel ou cíngulo do membro superior e o cíngulo do membro inferior que nós vamos abordar em outro momento nesse momento agora nós vamos falar sobre o esqueleto do menu superior e o cíngulo do membro superior é constituído por dois ossos como nós já havíamos comentado a
escápula está representado aqui se o primeiro rosto como estamos acordando e depois a clavícula então aqui nós temos a escápula face posterior da escápula e reconhecemos aí colocando a este osso na posição anatômica que é uma face posterior nós temos uma margem medial margem guardar são sinônimos tampa uma margem uma borda medial uma margem uma borda lateral e uma margem ou borda superior a também nós vamos encontrar a mudança de uma margem para outra vamos encontrar os anos da escapa umas podemos palpar do vivente tão interiormente nós vamos encontrar um ângulo inferior da escápula e
o ângulo a medial da escápula ângulo superior hoje e o ângulo o lateral vai escapar vamos calcular um ângulo inferior ou onde nós temos a mudança da margem medial para a margem lateral do ano inferior pois o ângulo mente aula que a transição aqui da margem superior para mente alma um ângulo superior hoje essa projeção aqui e o ângulo que nós temos lateral fica abaixo abaixo da cavidade glenóide bom nessa face posterior nós podemos encontrar algum acidente os ossos que são importantes não reconhecer então este primeiro acidente ósseo nós encontramos aqui se aprender essa estrutura
e é a espinha da escápula o que que significa espinha da escápula amar é uma saliência é uma margem nossa bastante proeminente então a espinha da escápula e ela vai partir do ângulo medial e até esta estrutura mais achatada tão spinha termina nessa estrutura mais a chapada que é chamado a chrome e o acrômio é a parte mais lateral do nosso ombro e nós podemos faltaram antônio a parte mais lateral que nos poupando com o ombro é o a globo que esta estrutura que achatada que vai ser titular como a a clavícula a espinha da
escápula ela acaba dividindo a escápula posteriormente em duas poças poças que significa opostas fossas são depressões ósseas tão essa posta aqui a fossa supra espinhal o e uma fossa infra-espinhal tão fossa acima da espinha da escápula fossa supra-espinal abaixo da espinha da escápula fossa infra-espinhal estas fotos são a recobertos por músculos tão o músculo que está inserido está localizado na fossa infra-espinhal é o músculo infra-espinhal e na aula de músculos vocês identificaram esses músculos e saberão a ação principal segundo e na fossa supra espinhal nos encontraram músculo supra-espinhal tá já na face anterior da escápula
nós vamos encontrar uma grande fossa que a chamada fossa subscapular essa face anterior da escápula é aplicada ao gradil costal aplicar das costelas e rê coberta a fossa pelo músculo subscapular também nos veremos adiante lateralmente tão aqui numa vista lateral da escápula nos vamos encontrar essa estrutura redondo elíptica que que a cavidade glenóide um de nós podemos identificar uma na cavidade glenóide com uma face articular essa parte é articular o que tinha no vivente era cartilagem articular cartilagem e alina a região que não sofreu ossificação que está relacionada a articulação com a cabeça do momento
então aqui a cavidade glenóide e vai desse bebê aqui a cabeça do úmero tão cavidade glenóide possui uma superfície articular que é oi isa a bastante lisa e aí nos caracteriza uma superfície articular e aqui nós vamos encontrar aqui toda a borda uma orla do leme down e vocês verão na aula de articulações muito bem acima na cavidade glenóide nós conseguimos encontrar uma pequena saliência óssea arredondada que nós chamamos de tubérculo supra-glenoidal definição de tubérculo é uma pequena saliência óssea arredondada tão aqui um tubérculo supraglenoidal onde nós vamos ter a inserção dependam nos veremos e
abaixo na cavidade glenóide mas é que abaixa aí a um outro tubérculo é o tubérculo infraglenoidal então acima tubérculos branco d2w abaixo tubérculo infra-renal a é mas a próxima aqui a a cavidade glenóide nós encontramos esta projeção óssea né esse processo processo é uma projeção óssea este processo é chamado o processo coracóide que nós não conseguimos ao par é muito difícil alguns indivíduos sem mas em outros não nós não conseguimos palpar o processo coracóide um cliente mas o processo coracóide aqui está localizado inferiormente a este processo que eu já havia dito a vocês que é
o acrônimo que essa projeção achatada onde termina espinha da escápula que a parte mais lateral junto então a cavidade glenóide processo colar por a corte estão localizados lateralmente já medialmente nos encontrar aqui a margem medial né o anterior onde nós vamos encontrar a fossa subescapular aplicada contra as costelas e superiormente nós encontramos a margem superior e logo uma identação essa em tentação na margem que nós chamamos de incisura escapular que no vivente ela é fechada ou quando nós identificarmos uma peça articulada vocês verão que ela é fechada essa incisura aqui por um ligamento formando o
forame supra escapular aonde passa o número que o nervo supra-escapular nervo e vasos subscapularis estão passando nesta região estão aqui nós temos a incisura escapular ela é fechada né por um ligamento ligamento escapular comando aqui o forame supra escapular onde vai passar vasos e nervos saúde então nós temos muito mais as crônicas vocês devem seguir o roteiro né teu rodeio teórico-prático de vocês para identificação dos processos que eu acabei falando para vocês vão acidentes ósseos e é muito importante você se correlacionaram saberem a função para que serve nesses acidente com importância anatômica e funcional desses
acidentes ósseos bom agora outro osso que constitui o símbolo do menu superior né da cintura escapular aqui nós vamos encontrar na clavícula então a clavícula ele ela possui duas extremidades uma uma extremidade arredondada globo posa que está voltada medialmente do tocando aqui com a pinça se estrutura arredondada é extremidade medial dá para vir quando ela vai vir a se articular com em abril do esterno e lateralmente nós vamos encontrar essa projeção lateral mais achatada aqui a esse extremidade lateral ou extremidade escapulário da clavícula onde vai ser a circular com ovo acrômio da escápula muito bem
é importante nosso identificarmos a qual anti-hero e aí é lembrar a tímido na primeira aula time não é lado que lado pertence a clavícula esse tapete nós estamos posicionando a clavícula de forma adequada tão primeira coisa identificar suas extremidades tão extremidade esternal é extremidade medial e a extremidade mais achatada extremidade lateral a voltada para a escápula então vamos lá este ponto é um ponto de referência anatômica importante agora a clavícula na posição anatômica os seus dois terços mediais eles são convexos o anteriormente e seu terço lateral ele é com tão de novo os seus dois-terços
mediais eles são convexos ficar mente e o seu terço lateral ele é côncavo muito bem só isso basta para nós colocarmos a clavícula na posição e analisarmos ela é direita ou esquerda bom para vírgula pode ser assim mas aí tá errado porque daí fica o que o senhor ou extensões mediais ele fica e com cabo ativamente na verdade ele é converte uma outra relação importante daquela vírgula que nós temos que identificar é a face superior a face superior da clavícula é lisa oi e a face inferior ela possui vários acidentes ósseos né algumas regularidades o
primeiro delas aqui vamos colocar na face posterior nós temos esta projeção óssea aqui né que aqui nós temos o tubérculo ou noite e aonde em se insere uma ligamento e mais abaixo né na face inferior hoje nós vamos encontrar uma linha linha é uma margem ótica bastante delicada fina que nós chamamos de mim a trapezóide então tubérculo conóide na extremidade na extremidade lateral na face posterior da clavícula tubérculo quando o like e a linha trapezóide e aí nós vamos ter que comprar churros que correm na parte inferior vasos sanguíneos e corre pela superfície inferior da
clavícula é isso gera resistente sócio mas nós temos também aqui o suco para o músculo subclávio está localizado na face inferior esses acidentes ósseos tornam a superfície inferior da clavícula com o regularidades mais áspera diferentemente da superfície da face superior ii que ela é elisa tão de novo essa clavícula aqui que eu estou demonstrando é uma clavícula direita é um novamente extremidade medial arredondada que a extremidade externa não estipula como externa a extremidade lateral ela é achatada que é também conhecida como extremidade esse capilar os dois-terços mediais da clavícula são complexas anteriormente e o seu
terço lateral é côncavo anteriormente a depressão superfície superior lisa face superior lisa e a face inferior cheia de rugosidade é mais rápida na pelos acidentes ósseos a reconhecer suco para o mundo claro linha trapezóide e já conduzindo né para o tubérculo conóide aqui localizado né na face inferior na transição aqui da face superior para inferior do tubérculo no conoce certo então esses são alguns dos acidentes ósseos que vocês devem reconhecer sempre em cada osso tentem distinguir se é o uso do antímero do lado direito esquerdo e sua ajuda na identificação o certo então essa estrutura
agora nós fechamos o símbolo do mundo superior então nós temos apto e novamente aqui o cíngulo do membro superior a clavícula a escápula e articulação que vai acontecer então entre a clavícula escápula extremidade lateral da clavícula se articulando com uma crônico da escape certo então nós vamos agora para o osso do braço e é o número então bora começando o primeiro segmento do menu superior o braço e o osso do braço é o número o homem então como você já sabe é um osso nomo então ele apresenta duas extremidades uma extremidade ou e dizer e
proximal e uma extremidade ou epífise distal lembrando que os termos proximal distal estão sempre relacionados aos membros fosse mal proximal a que proximal a raiz no momento o edi estava de estar lá raiz então isso vai ter multiposição é distal e proximal e distal para os mesmos então o osso do braço aqui o número tem uma extremidade uma epífise proximal onde nós temos a cabeça em uma epífise distal a zip esses números são sempre articulares e entre as epífises o corpo do úmido conte nós temos alguns acidentes ósseos uma as relações anatômicas que são importantes
tão começando pela epífise proximal a epífise proximal ela possui a cabeça a cabeça do úmero ela tem uma superfície articular e vai se articular ou a cavidade glenóide entrar em contato com a qualidade pleno bom então aqui at univent recoberto por cartilagem hialina e depois nós vamos encontrar nessa região aqui circumference ando aqui a cabeça nós encontramos o que a gente chama de colo anatômico do úmero que que é o colo anatômico nesta cristiano aqui explicado não tem ninguém da cartilagem articular e nós vamos encontrar essas duas projeções ósseas esse ponto aqui onde estou passando
no útero é região do colo anatômico do úmero né circumference ando a cabeça e nós vamos encontrar duas projeções ósseas ou duas saliências ósseas chamadas roberto roberto novamente o conceito do beto são saliências ósseas arredondadas pequenas estamos vamos encontrar lateralmente tubérculo maior do mundo a mídia aumente o tubérculo menor tom tubérculo maior tubérculo menor eixos tubérculos nós vamos encontrar um suco suco é uma depressão óssea estreita e alongada tão aqui nós temos o suco esse suco que fica entre os tubérculos nós chamamos de suco intertubercular tão para que que serve esse suco aqui suco é
vai abrigar vai passar o tendão da cabeça longa do músculo bíceps braquial então subo intertubercular é por onde passa para o tendão do músculo da cabeça longa do músculo bíceps braquial tubérculos tem uma função importante principalmente para receber questão de tendões né esse suco intercular ele não está livre ele é fechado por um ligamento né o verso todo mundo que fecha para formar daqui delimitar o suco tá certo e fechar para que o tendão não up durante a contração do nós temos no ligamento transverso que vai fechar essa região do suco a inter tubercular tá
certo então essa estrutura abaixo dos doberto é com maior e no tubérculo menor lembrar tubérculo maior lateralmente tubérculo menor idealmente abaixo do tubérculo que acontece veja um pc de um que o osso sofre aqui sua epífise uma secretamento essa região aqui mais estreitada é o que nós chamamos tipo como cirúrgico número e aqui nós temos uma relação importante aqui no colo cirúrgico corre o nervo axilar tão e na região do colo cirúrgico pode levar a uma lesão do nervo axilar e aí comprometer comprometer o músculo deltóide campo movimento de abdução método de elevação do ou
podem ficar prejudicado também esse ponto é importantíssimo né a aplicação muito cuidado com aplicação de injeções intramusculares músculo deltóide porque senão respeitar os função atômicos que nós veremos adiante nós podemos atingir o nervo axilar que também pé passa próximo essa ritmo então o que é mais importante aqui no colo cirúrgico que essa região respeitada né terminando a epífise proximal abaixo a região abaixo do tubérculo tão colo cirúrgico onde passa uma relação a todo o importante um nervo axilar certo já na diáfise do úmero e vamos encontrar mais acima aqui nessa região nós vamos encontrar uma
saliência aqui que é uma tuberosidade e chamada é uma mais áspera um pouquinho mais pro meio ambiente proeminente kyoto berto ea tuberosidade deltóidea aonde tem a inserção do mundo deltóide certo bom com relação ao corpo a de arcos número na face posterior nós temos um ponto importante principalmente no terço médio do no terço médio da face posterior nós vamos encontrar um suco bem nessa região aqui e este suco na diáfise no terço médio da de aço mais precisamente na face posterior nos encontramos o sulco do nervo radial fratura de terço médio do meu podem levar
a lesões do nervo radial e aí vocês pegaram quais são as consequências aí numa lesão do nervo radial certo então na diáfise nós temos esses pontos importantes ainda na face a o lateral a tuberosidade deltóidea de infecção do território e na face posterior do terço médio da diária se o suco no nervo radial certo e agora nós vamos falar da equipe fiz né aí difícil de sal número aí nós temos algumas relações importantes alguns acidentes ósseos ossos importante então nós vamos encontrar essa região aqui que nós chamamos de com gelo do número e na região
do módulo aqui uma face anterior nós vamos encontrar estruturas importantes porque não achamos e aqui dos côndilos do número escondidos são proíbe nência sócias arredondadas articulares sempre articuladas nos conjuntos e aqui nosso papo aconteceram duas articulações uma articulação do número com a una que é um osso medial ou até pelo assunto e um rádio que o osso lateral do antebraço então nós vamos encontrar aqui nessa região aqui os cômodos a parte medial do côndilo número nós falamos de tróclea que tem a forma própria porque tem a forma de um carretel tão própria e esta região
arredondada que está lateral que é o capítulo então a tróclea é a região medial do côndilo número que tem a forma de um carretel que vai ser articular com a tuna e a geralmente no côndilo número essa estrutura mais arredondada que é o capítulo que vai particular com o rádio muito bem acima se nós pegarmos aqui que nós vamos encontrar a luna e aqui nós vamos encontrar parece uma chave inglesa né uma e a boca aqui é aqui incisura troclear vai se encaixar uma tróclea e vão ser articular então movimento de flexão do antebraço braço
com um movimento de extensão vejam como aluna fica tão a incisura troclear da una articula com a troca número certo oi e aí acima nós vamos encontrar aqui que nós chamamos uma depressão uma fossa né que é uma depressão óssea asa ea fossa coronóide onde vai receber o processo coronóide da una que nós temos o processo coronóide incisura troclear e processo coronóide tão na articulação aqui quando se faz um movimento de flexão o processo coronóide vai ocupar a fossa coronóide que está acima da própria um certo e já com relação ao rádio nós vamos encontrar
aqui a cabeça do rádio né aqui é a face articular a circunferência articular aqui na cabeça e a fóvea a cabeça que essa própria fazer pressão articular aqui na cabeça do oi gente vai se encaixar aqui com o capítulo o capítulo faz isso aqui do movimento de flexão veja que o capítulo ele está se articulando vai se encaixar aqui com a fóvea na cabeça do rádio tá certo então essa aqui é a região do couro muito bem e acima do conde dos condes do conjunto do número nós vamos encontrar o epicond no epicôndilo que quer
região acima do conto tô nós vamos encontraram e côndilo medial que esta projeção é o a parte mais projetada tão epicôndilo é uma projeção óssea acima e eles não são articulados entre si cujos tá isso é série principalmente a inserção não pontos de fixação para tendões e músculos né tô aqui nós vamos encontrar o epicôndilo medial e menos proeminente o epicôndilo lateral epicôndilo medial mais proeminente e epicôndilo lateral agora nós temos pontos anatômicos ponto de referência as referências anatômicas importantes posteriormente que ao epicôndilo medial ocorre nervoso tem aonde estou passando aqui se aqui nós vamos
encontrar na face posterior um pequeno suco né onde eu estou passando aqui em sua glória que é o suco do nervo ulnar tão posteriormente ao epicôndilo medial corre nervo na quando nós batemos o cotovelo na mesa sentimos aquele choque que que é é a compressão do nervo do nervo ulnar e o que côndilos lateral tem algum ponto importante entre esses assim o nervo radial passa também próximo porque congelado lateral vou agora e para saber e na face posterior que naipe disse aqui nós temos aqui na equipe de digital do número esta grande fossa aqui é
que a força do colega ano e vai receber que que é o lépido tão de novo mano vamos analisar a una incisura troclear processo coronóide essa projeção aqui e vai se relacionar com a fossa coronóide acima da própria lá no mesmo a face anterior outro e esta projeção aqui pessoal isso aqui é o olé né então não movimento de extensão xô colocar aqui para vocês terem uma ideia então aqui eu estou com articulação do úmero com aluna tão na flexão do antebraço quando o que acontece o processo coronóide vai eu já vou usar aqui na
fossa coronóide e na extensão olha o que acontece na extensão do antebraço e a fossa do olécrano vai receber o boleto aqui na face posterior do tempo então na flexão vejam como o alex no se desloca deixa a foto a dor época e quando ocorre a extensão do antebraço o alexandro ocupa toda a força certo então esses são os principais pontos e para saber se o número queria direito esquerdo muito simples sempre a extremidade epífise proximal e a cabeça a voltava a superfície articular da voltada medialmente e o tubérculo maior lateral e o epicôndilo essa
agora na equipe de digital esta projeção acima do mundo no que é o edi continuo medial mas pontiagudo então fica um mês de aula com isso então nós conseguimos identificar que esse aqui é um número direito certo então esses são os principais pontos a tópicos que nós temos da do momento e agora nós vamos falar sobre os ossos do antebraço mas antes disso vamos considerar agora articulação tão novamente aqui então nós temos um número aqui nós vamos encontrar a própria pois sisuda troclear e o capítulo 7 pulando como rádio então aqui nós temos uma antebraço
aqui articulação região da articulação do cotovelo né e aqui nós temos os ossos do antebraço certo então o osso mais lateral do antebraço o rádio e o o é mais mundial é aluna e agora nós vamos descrever estes ossos estão começando pelo rádio vamos usar sempre com referência anatômica que eu fiz um número tão vamos lá o rádio tem duas extremidades também duas epífises uma epífise proximal onde nós vamos encontrar a cabeça do rádio uma epífise distal e a diáfise do rádio muito bem ai proximal nós vamos encontrar a cabeça aqui na cabeça nós conseguimos
identificar uma extensa área aqui de cartilagem superfície articular que é essa área aqui a e essa área onde nós podemos essa circo essa circunferência aqui é toda articulada e na cabeça ainda nós encontramos uma depressão que eu já mostrei ali não número que a fóvea da cabeça onde vai ser articular aqui um capítulo do zé mais abaixo nós vamos encontrar o colo essa parte estreitado colo do rádio a parte da cabeça e ver e percepção que abaixo do colo né então cabeça circunferência articular a cabeça do rato nós vamos encontrar uma tuberosidade ou seja uma
frouxa são óssea arredondada média né não é que como tubérculo que é menor alto da cidade é uma saliência óssea média né essa tuberosidade mais tuberosidade do rádio que vai receber a inserção sessão de um tendão músculo e nós vamos receber a inserção do músculo braquial que está com músculo do braço certo então aqui como o tendão durante o processo de inserção criou-se acidente ósseo aqui não está inserido aqui de novo braquial muito bem mas agora especificamente na diários né do rádio nós vamos encontrar aqui ou uma margem vocês podem passar a não se vão
passar a mão em todo o osso todo e toda diabo se vocês vão encontrar uma margem uma corda mais aguda como se fosse uma margem importante essa margem é uma margem amada interóssea porque intervozes nós temos uma membrana que vai ouvir o rádio a una né e mais especificamente nessa região aqui nós temos uma margem no osso bastante aguda importante nesta margem aqui não existe uma membrana que vai dá margem interóssea do rádio a margem interóssea da una e aqui nós temos uma lembrança lá de membrana interóssea né então muito importante nós identificarmos essa marte
tudo bem na epífise distal nós vamos encontrar um processo que fica lateral processo e é uma projeção óssea vendo essa plantinha aqui que nós conseguimos faltar no vivente essa parte aqui mais projetada em nós é uma que nós chamamos de processo estilóide do rádio esta é uma projeção óssea na epífise distal do rato processo estilóide oposto o processo estilóide nós vamos encontrar uma faceta articular uma incisura que é esse juro nardo rádio aonde a onda aonde a una irá ser titular com rádio tá então aqui a rc zura unar do rádio na epífise distal ainda
nós encontramos uma grande articulado a gente faz particular que são para os ossos do carpo reconhecido com ossos do punho então aqui articulação com os ossos do carpo particular colocar o certo pô como é que a gente coloca o o rádio em posição anatômica sabemos seria direito esquerdo primeiro né sua cabeça ela é proximal o que que está na epífise proximal à margem interóssea ela tem que ficar voltada para mediau radio é um osso lateral quebrado sua margem mundial está voltada tão só margem interóssea à vontade medialmente e o processo estilóide fica voltado lateralmente então
guardem isso então este rádio se nós colocarmos aqui tem nossa articulando nós temos aqui o a rádio processo estilóide lateral margem interóssea voltada medialmente à incisura ulnar do horário também voltada nem realmente então rádio direito um esses com essas considerações anatômicas é importante nossa distinguindo-se é um rádio direito esquerdo certa pouco novamente revorse o uso do roteiro ter o prático para que você identifique em ali com mais exatidão os ossos os acidentes ósseos do próprio e para nós finalizarmos um antebraço né o osso que é mais mundial é a una campo a una é é
é o osso medial do antebraço sua epífise proximal diferentemente dos ossos a cabeça não está na quinta the proximal ela está digital mas o que chama atenção na epífise proximal na um né é a incisura troclear forma uma boca de chave parece uma carga inglesa né onde ela tem uma grande superfície articular para troca do mundo dá certo e aí nós vamos distinguir o processo coronóide mas inferior onde vai se relacionar com a fossa coronóide a número e o alex estou passando a pinça aqui que vai ocupar a fossa do olécrano lá no dá certo
mais abaixo linda na epífise proximal nós vamos encontrar uma outra aqui esse zura uma esses um daqui é uma uma face articular né censura aqui é incisura radial da ulna e o que acontece aqui é um homem que recebe articulação com a cabeça do rádio e no movimento de pronação supinação o rádio torce em relação ao rapaz este movimento aqui então a cabeça que gira e ocorre uma torção do rádio em relação a honra no movimento de supinação palma da mão voltada para frente nós temos rádio em uma paralelos palma da mão voltada para trás
que a pronação a uma torção do rádio em relação a uma tão nesse na incisura radial da ulna a circunferência articular da cabeça do rádio é que se relaciona com essa inciso tá bom e enfim nós vamos a adiar esta margem também uma margem que vocês vão o corpo da una tem um aspecto triangular né e vocês vão passar um reconhecer as margens né as bordas e vão identificar uma das margens era também mais aguda portante é a margem interóssea no caso da luna a margem interóssea ela está voltada lateralmente né a margem interóssea do
rádio é medial voltada realmente ea margem interóssea da una voltada lateralmente certo e na epífise distal nós vamos reconhecer uma área mais arredondada que a cabeça dá uma onde tem uma superfície articular daqui que é sempre as superfícies articulares são lisas superfície articular para o cacto e um processo ótimo também uma por uma e também conhecido como processo estilóide e aqui nós vamos reconhecer o processo estiloide da ulna tem um processo estilóide do rádio que a lateral e o processo estilóide da una e nós também conseguimos palpar tá certo e aqui nós conseguimos descrever rapidamente
a uma tão sabemos se assim o osso teria direito o esquerdo a incisura troclear processo coronóide o leque estão proximalmente à incisura radial da una está voltada lateralmente à margem interóssea voltada lateralmente e o processo estilóide está voltado medialmente tão com isso nós conseguimos com essas descrições o caroço em posição anatômica a inês se caso nós temos que esta una aqui que eu estou exemplificando explicando para você é uma urna direita tão processo incisura a radial da onda voltado lateralmente margem interóssea lateralmente e o processo estilóide voltado e mediante certa existe um ponto anatômico importante
que nós devemos considerar aqui rádio ouço lateral ou na poço medial processo perdão perdão aqui aqui o rádio e aqui perdão rádio é que a uma certo então vejam o processo estilóide da una e aqui o processo estilóide do rádio existe o mato o processo estiloide do radio 1 ele é 1 cm mais tal do processo estiloide da ulna e são pouco de referência importante porque quando se faz uma raio-x nas fraturas de percebe quando há fratura nas equipes ou fratura na região do o comprometimento das equipes digitais ossos de sempre olha a relação entre
o processo estilóide do rádio ea um tão sempre vai dar um centímetro mais digital em relação ao da hora certa é bom voltando então para nós finalizarmos aqui a una como já falamos a sua posição tão lembrando mais um aspecto aqui que faltou né nos comentários na epífise proximal da una essa região também como no rádio tem uma tuberosidade também né essa proeminência saliência óssea arredondada né uma saliência médico né que a tuberosidade da una e também serve para inserção do tendão aqui a inserção do tendão do músculo braquial né eu só uma correção né
no rádio está aqui a tuberosidade do rádio eu havia dito que era infecção e no músculo braquial mas não aquele inserção do músculo do tendão do músculo bíceps braquial peço perdão aí a correção agora então ato a rádio sessão no tendão do músculo bíceps braquial e a tuberosidade da una a inserção do tendão traqueal certo e com isso nossos finalizamos os ossos do antebraço então ficar pulando nós temos um ele então a una é o osso medial do antebraço e o rádio o osso lateral a um assertivo aqui com a incisura troclear com a tróclea
número e o capítulo do úmero com a fóvea da cabeça do rádio bom bom ai que será que desinstalar nas epífises que estais dos ossos rádio graúna eles tem face articular para o cargo que são os o capu é região é também conhecida como região do tonho onde aqui vai ter um carga constituído por oito ossos distribuídos distribuídos em duas primeiras uma fileira proximal e uma fileira distal e aí nós vamos mostrar aqui né podemos mostrar aqui nessa barra mão aqui ó articular então aqui nós temos um e na região do cacto na mão a
região a face palmar a face palmar que está aqui esta faz como estamos josé face palmar e nesta outra vista que a face dorsal tudo bem fácil orçao face palmar então nós temos aqui a fileira proximal que entre em contato né que se articula com rabinho na e a fileira de sal tá certo que nós vamos mostrar para vocês agora vou só trocar com a mão para nós mostrarmos aqui ou não mais com todos os ossos aqui completo né que nós temos tão novamente a orientação anatômica então o sócio tocar região lateral aqui nos encontraríamos
a ah tá certo e aqui a honra então lateral medial e que nós temos o primeiro dedo que é o lugar bem conhecido como polegar tá certo então vamos lá então na fileira proximal nós vamos encontrar quatro ossos e o pisiforme que é esse osso aqui que nós só conseguimos identificá-los na face palmar tão fisiform está e em posição aqui que encobre até o piramidal então pisiforme é o círculo que a gente só consegue identificar na face palmar vejam que todos esses ossos do carpo são ossos curtos tá e lembrando a classificação morfológica dos ossos
tão 15 forma piramidal semilunar e esse caixote novamente então fazendo uma sequência de medial para lateral então o pisiforme-piramidal semilunar de escafoide tá os quatro ossos da fileira proximal cá agora os ossos da fileira distal o dólar vamos encontrar aqui outros quatro próximo e agora nós vamos de lateral para medial então uma fileira proximal nós usamos uma sequência de medial para lateral e agora vai de lateral para medial quatro ossos agora da fileira distal o trapézio trapezóide captato yamaha que eu amo do amato nós vamos estudar depois nas articulações a importância dele então de novo
de lateral para medial trapézio veja que os trapézios articula com o primeiro né para trapézio trapezóide capitato hamato tão totalizando oito ossos tão de novamente postos da fileira proximal de lá de medial-lateral fisiform piramidal semilunar ficar pode a natureza digital agora numa sequência de lateral para medial trapézio trapezóide captato yamaha lembrar aqui e nas fraturas quando o indivíduo cárie com uma mão é estendida e nesta posição com a mão estendida primeiro osso quente em contato com só os capoid a gente tem muito comumente nesse tipo de queda né com a mão estendida a fratura do
escafoide que nós falaremos adiante um bom continuando nós temos os ossos tocar são oito ossos e depois os outros encontrados metacarpos então nós temos cinco atacar a começar com o polegar primeiro segundo terceiro quarto quinto e o cliente é o meu dedo mínimo tá sempre me atacar o mas para cá eles apresentam três partes a base corpo e cabeça são base outro cabeça então bebê segundo terceiro quarto quinto né então nós temos o porto e as extremidades um chamado de paz e a outra capes tá bom e depois nós vamos chegar para as falanges com
exceção do polegar que só teve duas falanges os outros dedos possuem três falanges uma falange proximal uma média de uma distal-proximal mede estão e no polegar primeiro dedo nós temos a falange proximal e distal eu não possui elegem média e também uso base porto cabeça tudo bem então essas são as estruturas né que compõem e a mão né o som do carro e a mão como um todo né a transição do antebraço para mão é o punho outros a transição do braço para o de braço cotovelo tudo e a região da raiz do membro superior
é onde está localizado articulação público não tem trânsito são as principais futuras principais ossos vocês beberam estudar do esqueleto do membro superior e muito importante sem correlacionar as estruturas acidentes ósseos que vocês estão estudando como a função para que serve que isso vai ajudar a glória deste primeiro momento parece que não faz sentir mas depois vai começar a fazer sentido nós conversarmos estudar as articulações e o sistema locomotor ou e o sistema muscular fechando né o aparelho locomotor então nesse sentido agora os ossos articulados o dentro o sistema de alavancas e o lógica do corpo
e essas alavanca sendo movimentados pelos músculos e aí esses acidentes ósseos param todo sentido pra gente entender para que serve