[Música] Olá professoras e professores de sociologia da rede estadual de São Paulo sejam bem-vindas e bem-vindos a atpc do material digital cinco do componente sociologia eu sou a professora Maria Fernanda formadora efap e sou uma mulher branca tenho os cabelos ruivos longos hoje Eu visto uma camiseta branca hoje nós vamos juntas e juntos conversar então sobre material digital 5 de sociologia que trata especificamente das relações de trabalho na atualidade conteúdo que a gente vai trabalhar Então nesse material digital c é emprego e ocupação mercado de trabalho e relações de trabalho vou pedir para ativar a
caneta por gentileza falaremos também sobre o desemprego estrutural e sobre a perspectiva sobre a precarização precariado é um conceito mais contemporâneo da sociologia sobre o qual nós trabalharemos também hoje Quais são os objetivos ou seja aquilo que a gente quer garantir com os nossos estudantes em sala de aula que a gente diferencie emprego de trabalho que a gente inicie a discussão sobre mercado de trabalho precarização das relações de trabalho e precariado e que a gente então analise situações em sala de aula que envolvam a precarização como as relacionadas por exemplo ao trabalho por aplicativo Logo
no início então da nossa aula a gente tem uma imagem eh Muito provavelmente tirada aqui na cidade de São Paulo que mostra diversos trabalhadores informais então trabalhadores informais dominando o comércio nessa rua né aqui na cidade de São Paulo algumas perguntas para que os estudantes virem e Conversem entre si ali aproximadamente 5 minutinhos de dinâmica e as perguntas norteadoras para esse vire e converse são será que você já conviveu com alguém desempregado familiares amigos que estão nessa situação Quais são as implicações na Sua percepção na sua experiência de estar desempregado Em uma sociedade como a
nossa então a ideia aqui é que os estudantes comecem por um processo de sensibilização relacionando com as vivências que eles têm com amigos com familiares de repente até com ele próprio no caso de um estudante trabalhador e que eles consigam fazer essa relação então com a ideia do emprego do desemprego para entender como é que uma situação de desemprego afeta cotidianamente a vida daqueles que estão né nessa situação é importante que a gente Garanta pros estudantes que eles entendam especificamente o que é desemprego então desemprego segundo o IBGE é a situação de pessoas com idade
para trabalhar então sempre acima de 14 anos tá que não estão trabalhando mas que estão disponíveis e tentando encontrar trabalho então é enfatizar com os estudantes uma pessoa que não está procurando trabalho naquele momento não entra no rol ali na contabilização das pessoas desempregadas segundo a metodologia do IBGE estudantes aposentados donos de casa por exemplo não são considerados desempregados vamos assistir a um saiba mais e a gente já retoma com a nossa [Música] TPC Olá eu sou o Samuel estou aqui com vocês hoje para falar no nosso saiba mais de mais uma prática que é
o Faça de novo junto comigo eu tenho a formadora Terezinha e eu já começo perguntando para você Terezinha Qual a ideia por trás do faça de novo Samuel é uma ideia muito simples quando estamos aprendendo algo e precisamos refinar a rotina ou quando não fizemos algo tão bem como Gostaríamos a resposta mais produtiva é Simplesmente faça de novo e como e por que isso porque dessa forma a prática é uma ferramenta para ajudar a manter a ciência e a qualidade das atividades o objetivo não é apenas conformidade mas excelência Por isso mesmo nas pequenas coisas
e aí quando a gente fala de excelência a gente tá falando desses hábitos que vão sendo criados ao longo da sua aula e para isso essa prática o faça de novo Tem alguns pontos de atenção né Quais são os pontos de atenção Terezinha o primeiro deles Samuel o tempo entre uma ação e uma resposta T Ser o menor possível pois se a reação vier imedi mente depois enquanto a ação original estiver fresca na mente dos alunos as duas estarão melhor associadas em sua memória o segundo ponto o segundo ponto é uma prática não destinada apenas
um momento em que os alunos fizeram algo errado é ideal para momentos que os alunos fazem algo bem porém nosso objetivo é a excelência já como falamos anteriormente Então isso é bom vamos fazer e deixar Ótimo então é um incentivo né mas tem um terceiro ainda de cuidado né ISO exatamente deve ser positivo sempre que possível com foco em melhorar utilizando uma narrativa constante de bom melhor e ótimo então a gente tem duas possibilidades de aplicação né esse lugar de valorizar o que tá certo de melhorar ainda mais de fazer uma certa correção mas também
né existem outras vantagens que Outra vantagem você pode destacar pra gente Terezinha é que ao desenvolver essa prática em curto ciclo de feedback e aí ajuda a construir a memória muscular onde os alunos constróem o hábito de fazer certo repetidamente e utilizar o poder da prática e do fazer de novo para construir a cultura e autoestima E aí a gente também né a gente fala desse lugar da autodisciplina do aluno saber né cobrar até que ponto ele pode melhorar a tua resposta e a gente encerra esse primeiro bloco e a gente volta daqui a pouquinho
no segundo trazendo como colocar isso no dia a dia da sala de aula [Música] Voltamos com o nosso encontro e falávamos sobre como é importante garantir com o estudante já Logo no início da aula que ele compreenda O que é uma pessoa desempregada segundo a metodologia IBGE a gente vai em seguida avançar pro material digital no ponto em que ele vai tratar de um conceito que é o desemprego estrutural é importante trazer pros estudantes que o desemprego estrutural se relaciona a aquela situação em determinadas sociedades em determinados momentos em que a procura por emprego não
pode ser sanada pelo número de empregos existentes naquele momento naquela sociedade isso significa é quando a gente chega num determinado ponto daí por motivos diferentes principalmente aqueles relacionados a hã ao avanço das tecnologias quando a gente tem mais pessoas procurando por emprego do que número de oferta de empregos para atender a essas pessoas aqui a gente tem um exemplo né no caso da mecanização no campo né que diminui também a oferta de postos de trabalho disponíveis o que dá que que eu sugeriria professoras e professores que vocês fizessem nesse ponto na aula em sala de
aula Seria pedir pros estudantes aqueles que estiverem com acesso à internet para eles procurarem como é que tá dividida a população brasileira atualmente em termos de divisão do mercado de trabalho em outras palavras seria fazer uma pesquisa dentro da pnad contínua né que é essa metodologia então que mede né a a população brasileira de acordo aí com as divisões do mercado de trabalho pros estudantes entenderem como é que tá hoje né em 2024 a situação da população brasileira se há mais empregados mais desempregados Como estão as pessoas desocupadas né E aí a gente vê tem
uma uma pinadeira trimestre de 2024 que mostra pra gente que nós temos aí uma maior quantidade de pessoas eh ocupadas uma certa quantidade de pessoas fora da força de trabalho daí a gente pode pensar em crianças podemos pensar eh em aposentados a gente tem também aqui as pessoas que estão abaixo da idade de trabalhar e a gente tem uma certa quantidade de pessoas desocupadas e falar em desocupação é importante pra gente nesse momento porque o IBGE vai fazer uma distinção entre emprego e ocupação e essa distinção ela não é nem um pouco trivial é por
isso que é importante que nesse momento da aula a gente tenha plena atenção dos Estudantes essa distinção Ela é bem importante e e é importante para que o estudante inclusive em fases posteriores quando ele já tiver ingressado no mercado de trabalho ele consiga compreender né as situações pelas quais ele vai passando aí na sua vida laboral Então a gente tem pro IBGE uma pessoa é considerada ocupada quando ela exerce algum tipo de trabalho remunerado seja esse trabalho formal ou informal então o IBGE dentro da categoria ocupação não vai diferenciar aquelas pessoas que trabalham formalmente daquelas
que trabalham informalmente essa diferenciação vai aparecer pra gente quando a gente for apresentar pro estudante o conceito de emprego né então o emprego é um conceito um pouco mais restrito porque ele vai indicar na relação de trabalho uma condição de formalidade uma condição de estabilidade então quando o trabalhador tem ali formalidade no seu vínculo tem estabilidade no seu vínculo a gente considera que ele tem com o empregador uma relação de emprego e não apenas uma relação de ocupação certo aqui aparece esse documento que é muito importante que seja destacado professor e professora no momento da
aula que é a carteira de trabalho e Previdência Social para que os estudantes conheçam desde já aqueles estudantes que ainda não são trabalhadores a importância desse documento na vida laboral deles a gente tem aqui na parte do foco no conteúdo do nosso material digital a definição de mercado de trabalho então material digital vai contar pra gente que as pessoas que compram e vendem vendem sua força de trabalho são aquelas que compõem então o mercado de trabalho é importante contar pros estudantes que o conceito de força de trabalho é um conceito sociológico já clássico que é
muito mobilizado por um eh Pensador que é muito caro a sociologia que é cmx então contar pros estudantes O que significa esse conceito de força de trabalho já mobilizando este conceito dentro de um sistema econômico capitalista que é esse que a gente vivencia hoje Dizendo para ele que a força de trabalho então né destes trabalhadores não só produz bens e serviços mas ela também é vendida e comprada e ela também neste processo de compra e venda se transforma em mercadoria Então olha que interessante demonstrar pros estudantes garantir a compreensão de que não apenas a força
de trabalho produz em um sistema capitalista as mercadorias que serão vendidas mas ela própria se reveste desta desta deste viés dessa roupa de mercadoria quando o o trabalhador então a vende para um empregador né que vai e e nessa nesse processo de compra e venda ela também se torna uma mercadoria nesse ponto da aula eh uma sugestão que eu deixo para vocês professoras professores é utilizar uma das técnicas do lemov chamada a arte da frase na arte da frase Qual é a ideia você propõe aos estudantes que eles produzam o uma frase completa que comece
com um iniciador específico aqui eu trouxe uma sugestão de iniciador mas no no decorrer da sua aula sinta-se absolutamente à vontade caso você sinta que é melhor mais mais indicado pedagogicamente começar com outros iniciadores aqui a sugestão é no capitalismo a relação entre força de trabalho e mercadoria E aí e o estudante vai continuar Então elaborando essa frase para que se torne uma frase completa e que faça sentido com o que vem sendo discutido na aula até aqui a primeira vista Pode parecer que a elaboração de uma frase já com um iniciador dado pelo professor
seja mais fácil mas na prática quando os estudantes estiverem que se a ver com a elaboração com a produção dessa frase já iniciada a gente vai ver ficar que ela trabalha com outros mecanismos e outras habilidades com as as quais comummente não são tão mobilizadas então eh a técnica lemov da arte da frase é um exercício interessante para se trabalhar nesse ponto da aula com os estudantes aqui a gente tem então uma diferenciação entre relação de trabalho e de emprego Lembrando que uma relação de emprego ocorre quando o empregado presta serviços ao empregador sob a
dependência deste empregador em caráter não eventual ou seja Não envolve né aquele tipo de trabalho que é pontual intermitente mediante o recebimento de um salário então garantir pros estudantes o entendimento de que a relação de emprego precisa envolver três elementos a dependência dessa relação de emprego né Por parte do empregador o caráter não eventual e o recebimento de um salário Diferentemente a relação de trabalho ocorre com pelo menos uma dessas seguintes condições não há dependência do empregador a prestação de serviços é eventual não há pagamento por exemplo no caso do trabalho voluntário não há recebimento
de uma contraparte né o salário ou ainda quando o pagamento for qualquer outra coisa de qualquer outra forma que não o salário nesse ponto da aula é interessante que você Peça aos estudantes que eles citem exemplos que eles já conhecem tanto de trabalhos que tem ali uma relação de trabalho uma ou melhor uma relação de emprego e que da mesma forma ele citem exemplos com os quais Eles já tiverem entrado em contato e que falam de uma relação de trabalho Vamos então agora responder a pergunta interativa e já retornamos com o nosso encontro a gente
estava conversando sobre essa diferenciação entre uma relação de trabalho e uma relação de emprego e já aqui o material digital traz pra gente uma análise de situação é interessante porque essa essa situação pode se se referir a situações com as quais os alunos já tenham entrado em contato seja pela sua família seja pelos seus amigos por notícias de televisão então ela traz aqui a história de um homem de 25 anos que trabalhava como ambulante entregador de pizza e auxiliar de Pedreira mas nunca tinha tido uma carteira de trabalho assinada nesse ponto é legal relembrar com
os estudantes O que significa essa expressão carteira de trabalho assinada né E aí ele trabalha também este homem como operador de prod quando ele completa 40 anos a empresa se automatizou e João foi dispensado por essa empresa o que restou da rescisão do contrato do João ele utilizou para comprar uma motocicleta para fazer entregas por aplicativo aqui a gente pode utilizar a técnica do vir e conversa que dois estudantes ou três se juntam para tentar responder a essas questões que aparecem aqui pra gente no na prática e em seguida desta breve conversa entre os estudantes
a gente vai começar a inserir o conceito de precariado a precarização do trabalho vamos assistir a um saiba mais e a gente já retoma com este [Música] conceito neste segundo bloco vamos conversar com vocês sobre como colocar né esta prática no dia a dia de sala de aula e aí eu trago um primeiro questionamento para você Terezinha que é quais sugestões de comando você pode trazer para que o faça de novo aconteça Samuel A gente pode utilizar vários tipos de comando Ó isso não estava certo e vamos tentar de novo tente isso novamente não se
esqueçam de alguns detalhes comece sua resposta novamente vamos construir juntos creio que podemos fazer isso aí ainda melhor vamos fazer mais uma tentativa é interessante você começa incentivando os estudantes e quando isso se torna um hábito na sala de aula né você vai perceber que os seus alunos vão buscar sempre trazer uma maior qualidade devido a esses comandos que você traz E aí também a gente tem um questionamento aqui que é eu preciso esperar acabar uma sessão acabar uma rotina para pedir para que o faça de novo aconteça ou ele pode acontecer durante todo o
período de aula Samuel Vamos pensar um pouquinho que o Faça de novo está dentro do capítulo procedimentos e rotina logo a sugestão é que essa prática aconteça com base no campo de observação do professor no desenvolvimento da aula assim o professor pode solicitar aos alunos voltarem e tentarem novamente assim que perceber que o nível de execução não atenderá a as expectativas planejadas para a aula não espere a rotina acabar e aí nesse sentido a gente traz uma outra sugestão também que é os uma outra prática que é o olhar de radar o olhar de radar
é esse campo da observação docente observou que tem alguma coisa que não tá caminhando bem e já Necessita fazer a correção né já vem e já faça uso do faça de novo e quando a gente fala do faça de novo a gente pode olhar para essa prática junto do material digital que sugestão você traz para que esse Faça de novo aconteça ao longo das sessões Samuel A gente pode fazer o seguinte pode ocorrer constantemente como nós já falamos anteriormente visto que é uma prática voltada para o procedimentos e rotinas assim no momento da sessão para
começar o docente pode ir construindo os conhecimentos prévios e buscando encontrar novos olhares a partir do fazer de novo o docente pode unir a prática circule como o faça de novo e a partir da sessão na prática estar circulando e apontando aos alunos que precisam refazer as atividades com maior qualidade isso é importante e ao utilizar a prática de surpresa conhece lembra uhum já falamos dela com vocês em algum momento do material digital pode vir com o comando de Faça de novo valorizando o instigando aluna construir uma cultura de autoestima E aí é muito bom
que a Terezinha já traz na sua fala as diversas outras práticas de gestão que podem se unir né então é legal que conforme você vai descobrindo isso nesse momento de saiba mais você vá unindo essas práticas e vá fazendo com que elas aconteçam na sua sala de aula [Música] a precarização do trabalho é antiga mas o termo precariado é muito contemporâneo na história da sociologia quando a gente tá falando de precarização do trabalho a gente tá falando de um tipo de trabalho que vem crescendo principalmente nas últimas cinco décadas talvez a gente possa localizar como
marco temporal ali meados dos anos 1900 70 e o que que é um trabalho precário a gente pode primeiro perguntar aos estudantes como eles definiriam essa ideia de trabalho precário e em seguida a gente apresenta esse conceito para eles então a gente está falando especificamente de um tipo de trabalho que não tem direitos trabalhistas a gente tá falando de deterioração das condições de trabalho a gente tá falando de jornadas exaustivas de baixas remunerações todo esse conjunto de fatores é que incide sobre as relações de trabalho para que a gente possa encontrar identificar né aquilo que
a gente tá chamando de trabalho precário é um trabalho incerto é um trabalho imprevisível os riscos empregatícios são assumidos pelo trabalhador e não pelos empregadores ou pelo governo a gente pode encontrar trabalho precário tanto no setor informal né nos empregos eh eh no trabalho informal quanto nos empregos temporários no próprio setor formal ele não é a precarização do trabalho não é de maneira nenhuma uma novidade o que a gente tem enquanto novidade é essa criação da sociologia do conceito de precariado aqui no Brasil um autor professor universitário que utiliza que mobiliza e que de alguma
forma consolid dou o uso desse termo no Brasil Professor Rui Braga né que vai falar bastante sobre precariado quando a gente trouxer pela primeira vez a palavra precariado na nossa aula a gente pode pedir que os estudantes eh digam o que vem à cabeça deles quando a gente fala em precariado em seguida colocar o vídeo do Professor Rui Braga em que ele vai explicar com maiores detalhes esse conceito e você pode pedir professor professora professora aos estudantes que enquanto eles vão assistindo ao vídeo eles tomem nota no caderno de algumas palavras chave ou seja que
eles anotem no caderno quais termos quais expressões o Professor Rui Braga utiliza no vídeo que eles consideram que são fundamentais para entender plenamente o conceito de precariado aqui a gente tem então uma imagem no material digital que mostra um um trabalhador exercendo ali um trabalho precário portanto esses trabalhador faria parte disto que a gente chama hoje de precariado que é precisamente esse setor da classe trabalhadora eh em que há ocupações menos qualificadas em condições degradantes de trabalho que recebe as piores remunerações e aqui a gente pode fazer uma leitura de imagem com esses estudantes Porque
essa imagem é muito contemp ela mostra um moço um trabalhador de pele negra ela mostra esse trabalhador aqui carregando algumas mercadorias ele vai fazer a entrega né de algumas compras vejam ele também vai entregar documentos ele tá numa bicicleta que é um meio de transporte que traz uma exaustão física enorme vocês Imaginem O que é passar 8 10 12 14 16 horas por dia né mostrar isso pros nossos estudantes pedalando uma bicicleta por ruas por exemplo tais como as da cidade de São Paulo e ao mesmo tempo esse preocup esse esse trabalhador tá sempre preocupado
aqui com o tempo que ele tem porque quanto menos tempo ele demorar para fazer entregas tanto mais entregas ele conseguirá fazer Vamos responder a uma pergunta interativo e a gente já retoma com o nosso encontro falávamos então no conceito de carado fazíamos a leitura de imagem com os nossos estudantes mostrando para eles Quais elementos dessa imagem nos conduzem à identificação deste trabalhador deste entregador por aplicativo como um uma pessoa submetida ao trabalho precário logo em seguida o material digital traz pra gente uma análise de situação e ele utiliza então a sugestão da técnica vira e
conva do lemov para que os estudantes Leiam juntos essa situação do João que ficou alguns meses sem conseguir um novo emprego ele logo financia uma motocicleta e começa a trabalhar como entregador por aplicativo essa que é a realidade de um sem número de trabalhadores brasileiros e aqui vai contar então um pouquinho da história do João trabalhando aí 10 horas por dia em média de segunda a segunda é importante que depois de ler este esta situação os estudantes Conversem entre si para tentar entender se há ou não na percepção deles a a a precarização no trabalho
do João se eles disserem que há é importante que se questione por quê que elementos você utilizou da história do João para entender a situação do João como uma situação de trabalho precário uma outra análise de situação que o material digital traz pra gente é a situação da Dona Ana Dona Ana tem lá 69 anos de idade idade de aposentadoria já e ela precisa fazer bijuterias para vender no centro da cidade Vamos pensar então no todo mundo escreve um um parágrafo muito breve produzido pelos estudantes tentando responder a seguinte questão em razão do desemprego da
inseguran no mercado de trabalho será que é justa e aceitável qualquer forma de trabalho que proporcione renda ao trabalhador mesmo que em condições precárias será que é justa e aceitável que a dona Ana aos 69 anos de idade precise trabalhar ainda para garantir a sua subsistência então Que Nós aprendemos hoje a gente conversou um pouquinho sobre emprego desemprego ocupação trabalho relação form ou informal de trabalho falamos sobre desemprego estrutural e Falamos também sobre trabalho precarizado fica para você as referências desta atpc e convido a todas e todos para que participem da rede na efap compartilhando
a experiência com o material digital Obrigada pela pela assistência nos vemos em breve no nosso material digital se de sociologia até breve [Música] [Música]