[Música] [Música] Bom dia. Bom dia. Bom dia, pessoal. Vocês conseguem me escutar? Bom dia, professor. Bom dia, pessoal. Eu tô te escutando perfeitamente. Bom dia, seu áudio tá perfeito. Eu tá, então eu vou. Então, bom dia a vocês, né? A gente vai ah tá iniciando a nossa aula agora, tá? A gente vai estar falando sobre Fitoterapia esportiva, né? Fitoterapia aplicada ao esporte. De modo que eu peço para vocês eh que tá tá dando um pouco de de de eco aqui. Raíça, será que é porque tu tá com o microfone ligado, alguma coisa assim? Ou é
alguém da da sala tá com microfone ligado? Melhorou agora, professor. Eu acho que sim. Eu acho que sim. À medida que eu for que a gente for ministrando a a aula, a gente vê, né? Mas então, professor, eh eu gostaria de tomar eh uns 5 minutinhos, né, para me apresentar. Fica à vontade. E falar um pouquinho sobre sobre como vai ocorrer a aula hoje, tá? Eh, pessoal, eu me chamo Raíça, né? Eu faço parte aqui da equipe do grupo INATES. Eu irei auxiliar vocês, né? Na aula de hoje eu vou disponibilizar para vocês meu número
aqui no chat, tá? para qualquer dúvida vocês me chamarem ou vocês podem me chamar aqui no chat também que eu Estarei online aqui para responder vocês, tá? Eh, eu gostaria de avisar também eh que eu irei disponibilizar a lista de presença, né, após às 3 horas da tarde. Lembrando que a apostila e a avaliação de vocês estarão disponíveis no portal de vocês eh realizarem após o encerramento da aula também, tá? E que essa aula ela vai ficar gravada, tá? Então, em um prazo de s dias úteis, ela vai ficar disponível no portal de vocês. E
vocês também já devem ter notado que o Microfone de vocês estão desabilitados, tá? É para uma questão de organização mesmo, mas qualquer dúvida podem levantar a mãozinha que tem aqui no Google Meet que eu vou habilitar para vocês tirarem a dúvida com o professor, tá bom? Mas eu peço para vocês não levarem dúvida para casa, tá? Qualquer coisa pode perguntar, ligar a câmera pra gente interagir, pro sábado ficar menos pesado assim, né? E é isso, professor. Pode prosseguir com a aula. Qualquer Coisa eu estou aqui, tá bom, pessoal? Tá. OK. Obrigado, Raíça. Eh, e é
isso, pessoal. Eu queria ratificar a fala da Raíça, que quanto mais vocês contribuírem, melhor, tá? Eu acho que eh a aula fica mais leve e o mais importante, a gente tá numa aula de pós-graduação, eh, é essencial que a gente escuta muita prática, né? Então, se vocês puderem trazer dúvidas associadas à prática operacional de vocês, fiquem à vontade, tá? Eh, vocês Viram que eu disponibilizei os slides? Eu não sei se se Raí, se vocês do Inato já já enviou pro pessoal, mas o que eu quero dizer basicamente é que eu tenho eu tenho eu tenho
mais ou menos o planejamento da aula pelos slides, mas eu não me prendo aos slides. Então a gente pode, por exemplo, passar o dia, a depender de uma dúvida, passar o dia escrevendo. Então eu tô aqui com a iPad, eu posso compartilhar a tela. Então é como se fosse um quadro negro, tá? Então, a ideia é que eu sempre escrevo muito. Eh, acho que quem já foi, já viu participou de curso meio alguma coisa do tipo, eu escrevo muito no quadro e aqui eu tenho um quadro tipo iPad. E aí eu qual a ideia? A
ideia é que eu escreva muito também e ao final, Raíça, da módulo, eu te envio eh via PDF o a a o que eu escrevi, tá? Que fica bem organizado. Já já te envio sobre formato de PDF para tá disponibilizando pra turma, tá? Tá? Então a ideia é essa. A Ideia é a gente tá ter um planejamento, mas eh a gente não se prende a um planejamento. Depende muito também das dúvidas eh enfim das necessidades da da gente, né, de vocês. Ou seja, é uma conversa, né? Acho que a ideia do de hoje ser essa
conversa aí que a gente de fato troque troque ideia. Beleza? Tá. Mas vamos lá. Eu queria, eu vou compartilhar a tela a isso aqui rapidinho. Tá, não sei se vocês estão. Confirma para mim se vocês estão vendo, Tão vendo os slides aí? Tá tudo perfeito aqui, professor. Tá, Raíça, eu vou eu vou eu vou eu vou pedir para entrar com uma outra conta minha para eu peço para que tu aceite, que é a que eu que eu vou usar do iPad, tá? Então eu vou entrar, vai ficar com duas contas minhas aí eu vou acessar
aqui agora para assim que que for necessário eu compartilhar a tela aqui pelo pelo iPad, pelo quadro, aí fica já mais rápido, tá? Perfeito. Deixa eu só eu vou compartilhar aqui rapidinho. Vou entrar aqui. É, eu vejo que o pessoal tá pedindo para entrar, né? Tu tá aceitando, tá? Então já, ó, vou pedir para entrar agora, tá? Tá bom. Tá? Então vamos lá, pessoal. A gente a gente deixa eu apresentar aqui, tá? Vou então a gente vai falar hoje sobre sobre fitro no esporte, tá? Então a gente tá numa numa turma basicamente de de nutricionistas,
não é isso? eh ou nutricionistas que tem que tem uma outra formação, né, geralmente voltada aí a atendimento clínico, que trabalha com pacientes querendo melhorar a qualidade de vida, né, melhorar saúde. Então, a ideia é a gente tá discutindo um pouco sobre fito aplicado a exercício, tá? E eu acho que a gente fala filtro aplicado a exercício, a Gente não tá falando só, a gente fala assim: "Ah, fitoterapia esportiva, fitoterapia aplicada a exercício, eh, é errôneo você pensar que o que a gente vai discutir é só para atleta ou indivídu de alto rendimento. Não, boa,
pelo contrário, boa parte dos nossos pacientes, né, que nós atendemos são pacientes que são fisicamente ativos e querem saúde, né? eh, praticam exercício como hobby, eles têm alguns objetivos de melhora de saúde, seja emagrecimento, Seja redução de ansiedade, seja redução de dores articulares, né? Ah, mais disposição no dia a dia, aumentar libido. Então, quando a gente fala em filioterapia no aplicado exercício, a gente discute sobre isso, né? ou seja, eh, conversar, né, sobre, eh, a, o uso de fisioterápicos, né, e ou planos medicinais em suas diferentes formas para essa para essa pessoa, tá? Ou seja,
para diversas diversas necessidades. Então, a ideia hoje é a gente tá Discutindo justamente isso, tá? Eh, eu sou Caio Víctor, nutricionista, eh, trabalho com esporte profissional, faço consultoria clínica, enfim, então sempre fui, sempre fui um clínico, né, também sou docente de ensino superior, né, de pós-graduação, também faço pesquisa, enfim, então tem startups aí já já rolando, enfim. Então, minha vida profissional foi basicamente fito, né, nutrição, esporte e suplementação, né? Então, eu trabalho com fito desde 2011, né? Desde 2011 que eu estudo sobre fitoterapia, eh, que eu aplico, enfim, e vejo que é um é um
campo de de estudo, conhecimento muito muito interessante e e aplicável no nosso dia a dia, tá? Enfim, então a gente tem eh aqui na aula a gente tem alguns alguns objetivos, tá? Então, hoje ao término do dia, eh, a gente vai ter que vocês vão ter que tá sabendo, aí vai ter que responder alguns alguns pontos, né, algumas Necessidades e e ou seja, tem alguns objetivos, tá? Então, o nosso primeiro objetivo é estudar de fato, né, eh abordar a aplicação de plantas medicinais e fitápicos em atletas de alto rendimento e ou desportistas. Então, foi o
que eu falei para vocês. Foi o que eu falei para vocês agora. A gente não só pensa no naquele cara que ganha dinheiro com isso, né, com esporte, com exercício, mas Principalmente a gente pensa no indivíduo que quer saúde, quer promoção de saúde, quer quer melhorar a qualidade de vida. Então, a gente vai est sempre que a gente for estar falando nas espécies vegetais, né, a gente vai est eh falando sobre isso, falando sobre sobre essas diferentes aplicações, tá? Segundo objetivo, a gente vai est falando, sempre que eu for discutir, a gente vai estar falando
sobre a importância de conhecer mecanismos de Ação, né? Então, quando a gente fala em fitoterapia, em suplementação, em nutrição, primeiro o primeiro fato que a gente tem que olhar, lógico, é o desfecho clínico, né? Ou seja, se aquilo funciona, se aquilo reduz a pressão arterial, se aquilo dali promove vasilatação, se aquil, se aquela estratégia reduz, reduz a diposidade, se ela reduz percepção a esforço, se ela reduz eh dor de cabeça. Então, a primeira coisa que a Gente tem que tem que analisar isso, né, em relação a uma estratégia. Só que sabendo disso, é muito muito
muito importante a gente tá sabendo como é que, como é que se dá, ou seja, como é que é a a farmacologia, como é que é esse mecanismo bioquímico de ação daquele ativo. Por quê? Porque a gente observa ativos que reduzem dor, por exemplo, mas que aturam por mecanismos diferentes. Como assim, Caro? Então, por exemplo, a gente tem algumas espécies Vegetais, né, como um eh como a unha de gato, como a garo de á, mais principalmente a unha de gato, né, a uncária tormentosa, ac, ou seja, a uncária goianenses. Essa espécie getal, a gente pode
discutir, a gente pode discutir hoje um pouco como é que tá o corpo de evidência, né, relativo a a comprovação de eficácia dessa dessa espécieetal. Mas a a uncatosa, por exemplo, ela tem alguns mecânicos de ação e já foi Demonstrado que ela atua em receptores de serotonina, né? Cht1, 5HT2, ou seja, a um cara tumentosa ou um cara goianense, né? Eh, ela vai ter um efeito analgésico do ponto de vista de de joelho, né, de saúde ósteoarticular. ela vai ter um mecanismo analgésico mediado mecanismos centrais, ou seja, eh, mecanismo que a gente chama de mecanismos
neuropáticos. Ou seja, a uncáatamentosa, ela vai reduzir a Percepção à dor porque ela vai alterar, né, a sensibilidade de receptores de serotonina que estão envolvidos com percepção de dor. De maneira contrária, você pega a bosvelha serrata, né? A bossvelha serrata, ela vai ter um mecanismo analgésico que parece que que que pode ser positivo pra saúde, pra doença, né, para saúde óstea arricular, joelho, etc. ela vai ter esse efeito analgésico mediado meio que mecanismos periféricos, Ou seja, ela ela vai ter algumas ações ah em algumas em algumas eh enzimas, né, como as metaloproteases, né, e ou
seja, ela vai ter uma ação, ela vai reduzir a degradação de cartilagem a nível articular, ao que parece, e parece que ela tem um efeito central, né, com nossos receptores, né, com, ou seja, com neurônios noceptivos, aferentes primários, ou seja, a bó vo velha, ela vai ter um um efeito positivo paraa saúde articular mediado, ao que parece, Por mecanismos periféricos, ou seja, eh são mecanismos de ação diferentes, né? São formas de atuar diferentes. Ou seja, é diferente você só prescrever a bosvela serrata e você presvela serrata, né? O extrato paronizado com a umcatosa. Percebe que
é um mecanismo de sinégérgico farmacológico interessante? a gente associa fatores aí periféricos com fatores centrais, digamos assim. Ou seja, é importante saber, né? É importante tá sabendo eh esses Mecanismos de ação, tá? Então, a ideia é essa hoje, tá? Então, eh, a gente vai tá falando muito sobre sobre fitoterapia, sobre desfecho clínico, sobre mecanismo de ação. E eu sempre eu sempre falo isso porque é essencial a gente falar sobre isso. Eh, mas vocês vão ver que, e vocês podem ver aí, ou melhor, né, nos slides que eu que eu enviei para vocês que as referências
que a gente 99% das vezes são são Referências em seres humanos. Ou seja, eu não quero, eu não quero saber, eu não quero saber se tal estratégia funciona em rato, percebe? Ou se funciona em uma cultura de célula, tá? Isso para mim é é um é um é importante, né? Porque a pesquisa científica é isso, né? Para avaliar ali, para começar a testar. Mas a gente, como a gente tá numa numa pós-graduação clínica, né, que a gente trabalha com gente, a vocês vão ver que as referências são são em sua gigantesca Maioria eh baseadas-se em
estudos em seres humanos, tá? Então, aí o segundo ponto é isso. Então, a gente vai estar falando muito sobre isso, sobre desfecho clínico, sobre mecanismos bioquímicos, fisiológicos, imunológicos de ação. E a gente vai estar falando sobre o conceito de dieta periodizada, tá? Então, a gente vai tá falando sobre isso, eh, especificamente pro indivíduo que faz exercício. Então, essa questão relativa a periodização é essencial, tá? Então Vou est falando sobre sobre isso, sobre a periodização das estratégias de suplementação, tá? A vai tá falando sobre isso também. O seu objetivo, ó, é explicitar as diversas aplicações no
esporte, né? Então, a gente a gente eh vai falar sobre ah indivíduo alto rendimento, indivíduo reduzir percepção à dor, reduzir percepção subjetiva ao esforço e por aí vai, tá? Então, de novo, a ideia a gente tá falando sobre isso e sempre Falando, sendo o mais prático possível, tá? Então, a ideia sempre será essa daí, beleza? Tá? Então, vamos lá. Então, aqui você já tem essa essa aula na íntegra, né? De qualquer forma, tá aí o QR code se vocês porventura não baixaram ainda, de modo que vocês podem estar acompanhando os slides aí em PDF. essa
essa nossa conversa, tá? Então, ó, só eh aqui vocês podem podem ver já tá meio estão vendo? Deixa eu passar Aqui, pessoal. Vocês estão vendo bem ou tá meio embaçado? Raí, confirma aí para mim, professor. Eh, esse seu último aí ficou embaçado. Tem como voltar? aqui. Pera aí. É, esse aí tá perfeito. Esse aí já tá embaçado, tá? É, é, enfim, vamos pode ser alguma coisa do do Tá, mas aí vamos Pode ser até o pró, deixa eu fechar aqui alguns programas porque pode ser só um Minutinho, tá? Tá, mas de qualquer forma os alunos
vocês podem podem ver, tá? Então tem alguns slides aqui tá abrindo, tá? Tá, mas eh nada nesse slide aí basicamente vocês podem estar acompanhando pelo pelo Deixa só ver aqui uma coisa, Raí, rapidão, tá? Eh, vocês podem ver aí no material de slide de vocês que basicamente isso aqui é um quadro que mostra as algumas referências que a gente que a gente eh tá falando, Tá? Então, algumas referências que mostram que eh a a alguns expertos detais que a gente vai estar falando hoje, né, tipo gincen coreano, eh, tipo citinenses, né, a laranja, eh, a
falando de rodiola róia, né, eh, são estudados, né? Então, a gente observa espécies vegetais aí bem conhecidas, eh, que elas já têm estudos mostrando sua aplicabilidade, né? Já tem estudos mostrando que elas são aplicáveis no contexto de exercício. E Eu já faço a primeira pergunta pra turma. Pessoal, vocês estão aí, estão aí no estão aqui agora nesse sábado, né, de manhã, alguém aqui já tem, já estudou algo sobre fitoterapia? Alguém aqui já tem alguma prática clínica eh com fitoterápicos e ou plantas medicinais? Escreve aí, escreve aí no chat pra gente só para ter noção de
como, de como da vivência de vocês. Já começou a falar aqui. Sim, pela VP não. Sim. Aqui o cha da educação física. A Lisa falou até bom falar, Lisa. Lisa, para mim só poderia prescrever fito se fosse especialista. Eh, é exatamente, Lisa, Lisa, eu acredito que você seja eh nutricionista, né? E de fato, pessoal, a quando você fala você fala em prescrever fitoterápico, é de fato um, tem que ser especialista, tá? Tem que ser especialista. Mas o seguinte, quando a gente fala em fisioterapia, eh, a gente não só a gente não só fala no Medicamento
fitoterápico, né? A gente não só fala na, ou seja, naquele produto que é que é que é que é o extrato, que é padronizado, né? na naquele produto que é o que é o derivado vegetal. Então, a gente fala em fito, a gente não só fala nisso, a gente fala em fito, a gente fala em ah compostos biativos, a gente fala em uso de chás, por exemplo, uso de especiarias. Então, para quem não mesmo para quem não é especialista em Fisioterapia, a gente pode estar prescrevendo compostos bioativos, ou seja, que são aqueles fitoquímicos que são
derivados, né, de são derivados no sentido não de derivada vegetal, mas vem de alguns espécies vegetais e que aqui tá aqui no Brasil também são consideradas eh alimentos. Então, por exemplo, quem quem não temização, quem não tem pós em fita específica, pode prescrever uma curcumina, pode prescrever um gengirol, Pode prescrever eh uma capsaicina. Por quê? Porque são fitoquímicos, né? São compostos bioativos derivados de espécies vegetais que aqui no Brasil também são considerados eh alimentos, tá? Então, muita coisa, eu vou mostrar isso aqui para vocês, muita coisa que não é o fito, né? que não é
o fito complexo, digamos assim, é é passivo de prescrição para para umista que não tem que não tem eh especialização, tá? E a gente fala muito sobre isso. Então, a Gente fala muito sobre isso, tá? Então, a ideia é a gente discutir tantas espécies, né, em suas diferentes formas, beleza? Então, a ideia a gente tá tá conversando justamente sobre tudo isso. Deixa eu ver aqui. Eh, a Lida, Leila. A, Leila faz uso como principal medicamento através de cháes em tinturas. a Leila aí é a Lisa falando. Isso é exatamente isso. Est, eh, a ideia é
você é você eh tá fazendo O que você pode, né, digamos assim, em termos de de legislação, tá? Então a ideia a gente mostrar muito sobre isso, muito, muito sobre isso. Eu não sei se vocês, a gente pode estar mostrando, mas eh no site da Anvisa, ele a Anvisa tem ela disponibiliza alguns alguns links, né, PowerBI pelo site, pela própria Anvisa, que eles mostram lá o que que são o que que entra naquela naquela lista de novos alimentos, novos, novos ingredientes e suplementos alimentares. Então, sempre que você tiver alguma dúvida, né, se você pode ou
não prescrever alguma coisa, se aqui no Brasil é considerado alimento, composto biativo, você vai nesse link da Anvisa, né, que é um Power BI, basicamente, que a tá sendo constantemente atualizado, tá? Então, posso colocar aqui para vocês eh para vocês terem acesso a essa essa essa lista, tá? Beleza? Então, eu vejo que que a turma ela é heterogênea nesse sentido, né? Tem pessoal da Nutrição, tem pessoal da educação física, tem pessoal que já tem pós-graduação, tem pessoal que não sabe nada de filo, enfim. Então, a gente vai tentar eh conversar um pouco com vocês relativos
a, né, tentar homogeneizar esse esse esse conhecimento sobre feito, né, e aplicações, tá beleza? Então, a gente vai tá falando sobre sobre o que hoje, né? A gente vai est discutindo alguns conceitos básicos, né, mas sempre falando questões aplicáveis aí. Então, Eh, principalmente para quem não teve vivência em fito, a gente vai ser bom isso aqui. Inicialmente e eu sempre trago, como eu falei, sempre vou abrir alguns, alguns PDFs aqui, algumas coisas que não estão no nos slides, porque a gente não se emprende nos slides, tá? A gente depois vai estar falando por a fitoterapia.
Então, nesse ponto aqui, eu vou estar discutindo, poxa, por que que a gente tem que estudar, a gente tem que estudar fitoterápico, né? Primeiro, Primeira coisa que a gente sempre fala é no uso racional, né, de medicamentos. Então a gente pode falar isso também para suplemento. Então quando a gente fala em uso racional, a gente sempre pensa naquela questão, né? E segurança, qualidade, especificamente pro nosso paciente, são pacientes que em sua grande maioria são polimedicados. Então são pacientes que sempre, deixa eu, são pacientes que sempre estão Usando muitos medicamentos. E a pergunta é: poxa, o
que que a gente como clínico, né, o que que a gente como profissional de saúde que atende pacientes, né, atende gente, que que a gente pode estar fazendo, por exemplo, para est minimizando efeitos adversos do uso de de medicamentos alopáticos? Será que a gente pode potencializar por meio da fito, por exemplo, eh Medicamentos antilipemiantes? Será que a gente pode estar potencializando o efeito desses medicamentos e reduzindo efeitos adversos, né? Será que a gente pode, por exemplo, paciente que faz exercício e só vive com dor articular, né, ou só vive com dor muscular, será que a
gente pode est promovendo um efeito analgésico sem ser necessário tá usando relaxante muscular ou tá usando antiinflamatório não esteroidal, que a gente sabe que pode estar inibindo Algumas adaptações eh ao exercício, né? Ah, pois bem. Então, será que a gente pode, por exemplo, tá minimizando os efeitos adversos de usuários crônicos de suplementos pré-treino? Ah, cara, eu só consigo treinar usando estimulante, cafeína, até a crina, né, recente ou ou qualquer outro estimulante ou guaraná. Pô, beleza. Eh, primeiro, será que isso é bom, né, esse uso crônico? E o que que a gente pode fazer para minimizar
efeitos Adversos relativos à ansiedade, a tremedeira nas mãos, a a piora do humor, né? Você fica mais irritado, você fica mais fica mais enérgico, né? Então isso pode não ser tão interessante a depender do exercício, a depender da modalidade. Então, será que eu posso usar alguma espécie tal que minimize isso? Será que tem melhor? Será que tem trabalhos com seres humanos, né, trabalhos clínicos que demonstrem essa esse potencial redutor de efeitos adversos de uso de Estimulantes, tá? Então a gente vai estar falando sobre isso aqui, né? Por que a fito, né? Por que que estudar
a a fitoterapia? El vai est falando também do estado da arte, né? vai estar falando o que é que se tem aí na nos trabalhos mostrando ah algumas espécies de tais em suas diferentes formas eh eh em diferentes modalidades. Então a gente vai estar falando um pouco sobre isso e a gente falar um pouco eh sobre vegetais, né, sobre fitoterápicos de Maneira geral, né, de maneira específica, ou melhor dizendo. Então ele vai estendo, elencando alguns espécies e tá detalhando a discussão nessas espécies. E aí, ah, a depender da nossa conversa agora de manhã, a gente
pode, eu pensei em algumas espécies vegetais, mas fiquem a vontade de sugerir, né? Então, a gente pode estar discutindo, eh, de maneira mais detalhada alguma dessas espécies vegetais, tá? E aí no final, lógico, a gente fazer essas Conclusões, tá? Então, a gente tem essas etapas aqui, tem o roteiro eh da nossa aula de hoje, tá? Então, de novo, peço que vocês perguntem o máximo possível, porque para ficar mais legal essa essa nossa essa nossa conversa, tá? Mas primeira coisa, pessoal, a gente tá falando de de exercício, né, de esporte, de exercício. A pergunta que eu
faço para vocês, ó, eh, o que é que vocês entendem como performance? O que é que vocês entendem Como performance? Responda aí para mim no no chat. O que que seria performance? O que é que O que é que a fitoterapia no esporte pode promover? Por que que eu pergunto isso? Porque a gente pergunta assim, né? Ah, quem pratica exercício, ou melhor, quem é atleta, ele tem que ser atlético, não é isso? A gente acha que a pessoa que faz exercício, ele tem que ser atlético, tem que ser aquele cara o mais forte possível, é
o mais seco, né? Ou seja, baixa a deposidade, ele tem que ser aquele car, aquele cara atlético. Será que é isso? Será que, Será que o atleta, será que o atleta ele tem que ser atlético? Vocês já viram, né, o pessoal, tem alguns atletas aí de algumas modalidades que são meio cheinhos, né? Não tem um corpo magro, não tem um corpo forte, eles são tem uma um grau de adiposidade até considerável, né? Eu são Baixinhos ali ou são muito magrinhos pro esporte, né? A Jéssica fala: "Depend da modalidade, se for fiz turista". Sim, né? Aí
claro, é muito específico de modalidade, mas você vê futebol. Futebol você precisa ser forte, ou seja, ter uma massa muscular muito desenvolvida. No basquete você precisa ter uma massa muscular muito desenvolvida, né? Será que esporta é só isso? Tá? Então, primeira primeira coisa, né? Quando a gente fala, quando a gente fala em em Desempenho, em performance, eh a gente fala muito em características específicas à modalidade, tá? Então, então foi que vocês falaram aí, ah, esporte é melhor de rendimento. Exato, né? Então, quando você fala em avaliar desempenho, performance, você fala em rendimento, mas se fala
em rendimento específico à modalidade. Ou seja, eh, digamos que você é muito forte em termos de músculo e você vai jogar basquete ou Você vai jogar pingpongo de mesa. Será que essa sua essa sua hipertrofia aí considerável, esse esse seu grau de de hipertrofia, ele vai se traduzir em melhor desempenho no tênis de mesa? Não sei, tá? Mas o que eu quero começar a traçar a ideia para vocês quando fala em, veja, né? Tem questão de saúde e aí tem questão do esporte, da modalidade específica. Eh, quando você fala da modalidade da modalidade específica, nãoamente
você Tem que ser atlético, então aquele cara muito forte, aquele aquela pessoa eh com uma baixa deposidade, não necessariamente, porque avaliar desempenho em modalidades coletivas, principalmente, são vários fatores que influenciam, tá? Então, cuidado. Então, eu trago eu trago então o que que é performance? Performance é específico a modalidade, tá? Então você fala no atleta aí, então você pega um jogador de basquete, por exemplo, você pega Messi, Vamos pegar futebol, né? Bem conhecido, pô, quem performa melhor, Messi ou Cristiano Ronaldo? Pergunta bem e o debate grande, né? Messi ou Cristiano Ronaldo. Mas quero falar para vocês,
você percebe que Messi baixinho, magrinho, tem um perfil totalmente diferente de Cristiano Ronaldo, que é mais alto, que é que é muito atlético? Mas vocês concordam para mim que os dois performam muito bem? Eles estão entre os melhores do mundo da História e são totalmente diferentes. Então se você acha que desempenho é o cara tem que ser forte, atlético, então você pensa no Cristiano Ronaldo. Mas não é isso, tá? Não é só isso, principalmente em modalidades coletivas, né, que que o desempenho ele é muito diferente. Então, eh, no basquete você vê atletas que não são
mais alto, não é o atleta mais alto, não é atleta que salta mais, não é o atleta mais Forte, mais rápido, mas ele performa muito bem, porque ele sabe sabe defender, ele sabe os atalhos da quadra, ele sabe passar bem, ele arremessa bem. Sim. Então, cuidado, quando a gente fala em esporte, a gente tem que pensar muito nesse contexto, tá? Para pensar nas nossas nas nossas nas nossas condutas, tá? E daí e daí, ó, que eu tem essa notícia que eu sempre eu sempre coloco, né? Então, a gente vê aí, ó, goleiro de 150 kg
de futsal inspira pessoas gordas A seguir seus sonhos. Esse goleiro ele é profissional, é um cara do futsal, ele é profissional do futsal. Ele é atlético? Não, ele não é atlético, ele tem obesidade, ó, ele tem 150 kg e ele é atleta profissional de futsal. Se eu pergun, se alguém perguntar para vocês, pô, você acredita que tem algum jogador de futebol, de futsal aqui no Brasil que tem 150 kg? Eu acho que 95, 99% da gente vai dizer: "Não, eu acho que não. Acho que não tem nenhum goleiro, não tem Nenhum atleta profissional eh com
obesidade que seja que do futsal aqui no Brasil. Acho que não, mas tem. E aí tá um exemplo. Ah, Cao, mas como é que pode? ele consegue treinar bem, ele corre bem. Olha, a função dele não é correr. A função desse goleiro é o quê? É agarrar, é pegar a bola, defender o gol. E esse goleiro, ele, você lê aí essa notícia e, ah, Caio, ele é titular? Não, ele não é titular, ele é reserva. E ele entra quando? Ele entra quando tem Um pênalti ou quando tem tiro livre indireto. Ou seja, a função desse
goleiro, desse desse atleta ou atleta pronal, a função desse atleta é não é correr, não é fazer gol, não é chutar. A a a a função dele é e agarrar, né, defender o gol em pênaltis e tira o livre direto. Por quê? Porque ele é grande, ele ocupa espaço, então ele evita gol nessas situações que são comuns no nesse esporte. Então ele tem uma função bem bem Definida no esporte e ele com isso ele trabalha o quê? Em alto rendimento. Então imagina se você fala: "Não, não, fulano, né, o Marcelo, o nome dele é Marcelo".
Não, Marcelo, tu vai ter que emagrecer porque tu tá com obesidade, aí vai, tu vai ter que emagrecer, tu percebe que tu vai tá indo contra a função dele no esporte? Então, é sempre bom discutir isso quando ele fala em desempenho, porque eh de novo, o atleta profissional, ele não necessariamente Ele é atlético, percebe? ele performa bem. Então, quem for trabalhar aí com atleta profissional, muitos casos são assim, né? A gente não tá falando em saúde, a gente tá falando em performar, né? Em uma modalidade bem específica. Então, quem for trabalhar com esporte, quem trabalha
com tem algum clube profissional aí, né? Algum clube atlético, tem time profissional, que tem categorias de base aí, né? Sub13, sub15, sub-16, sub-17, a gente trabalha muito Com com alguns perfis assim, né? Então a gente procura melhorar a saúde, mas a depende do esporte, isso é bem específico, a depende do esporte, a depende da posição do atleta, as necessidades serão diferentes, tá? Então sempre que a gente vai falar de esporte, é importante tá tá conceituando esses aspectos aí pra gente alinhar a expectativa com o paciente, né, e adequar eh as necessidades dele, tá? Então, sempre
é importante estar falando Isso. Uma outra coisa muito importante que provavelmente você já viram essa essa pirâmide, isso aqui é uma pirâmide que o Asken é o Kenrap, né, ele ele criou, né, ele ele produziu e a gente fala em conhecimentos específicos de de nutrição esportiva, digamos assim, né? E a fit entra nisso. Então, a gente aqui tem duas pirâmides, né? uma pirâmide que a indústria, né, de suplementos, ela as as propagandas e tal, ela nos nos leva a crer isso aqui. E tem uma uma pirâmide meio que baseada aqui em evidência. Então, a gente
tem eh uma dieta balanceada aqui na base da pirâmide e aí a gente começa a ter, ó, conhecimentos, conhecimentos específicos em esporte, né? E aqui ele coloca noção esportiva, mas em esporte. E aqui, ó, no ápice, a gente fala aqui suplementos, mas a gente fala suplementos, comportes biativos, fitoterápicos. Ou seja, a gente vai tá, a gente vai est falando muito de fitoterápico aqui, mas eh pense Nisso aqui como como o a mais o adicional a ah tudo tudo equilibrado, né? Seja dieta, seja o treino, ah, seja o próprio dieta, treino e o próprio estímulo do
exercício. Então, a gente vai a gente começa a falar de fito, ó, a gente começa a falar aqui, tá? Então, pra gente entender de fit no esporte, a gente precisa entender de de fisiologia do exercício, de treinamento desportivo, tá? Então, a gente vai sempre vai est lembrando alguns conceitos, alguns Conceitos relativos a essas áreas correladas, tá? Então, falar em fito, a gente vai estar falando em fitoterapia, mas fito no esporte, a gente precisa ter alguns conhecimentos sobre fisiologia do exercício, sobre eh exercício físico. Perfeito. Tá? Então a gente é importante a gente tá falando sobre
isso. E eu sempre faço essa pergunta, pô, são fontes confiáveis, né, Facebook, Instagram, Wikipédia. E eu sempre trago isso pra gente tentar ser crítico eh em Redes sociais, tá? Então, a gente sempre eh vários trabalhos procuram avaliar isso, procuram avaliar, por exemplo, conhecimento, conhecimento, eh, ou melhor, qualidade das informações, né, ah, em redes sociais, né? Então ele mostra que ele faz ele faz esses estudos. Eh, recentemente eu tenho orientado justamente eu tenho orientado, pessoal, alguns trabalhos de de pesquisa onde a gente procura avaliar a qualidade Da informação em redes sociais, né? A gente tem a
gente tem se a gente tem se eh se limitado a estudar vídeos do YouTube e também plataforma TikTok. Então, assim, existe instrumentos para avaliar esse esse conhecimento, né? instrumentos para avaliar as informações, comparar com informações de de sociedades internacionais. E a gente vê uma bagunça de fato, né? A gente vê que sempre sempre aí 90% 85% do dos vídeos no YouTube, né, e TikTok, por Exemplo, são de baixa qualidade, né, no sentido de não não especifica o que dá especificar, né, não fala questão de segurança e por aí vai. Então, eh, esses trabalhos são importantes
pra gente avaliar isso, para, de fato falar que cuidado, cuidado com informações veículas na internet, de modo que a gente tem que ser crítico, né? A gente sempre eh aborda essa essa necessidade de ser crítico, de saber eh filtrar o que tem o que tem rede Social, né? Então, a gente sempre fala, sempre mostra isso, ó. Cuidado para não ser o o tiozão do WhatsApp, né? eh para tá disseminando informações aí que não tem um grau de evidência bom ou que são falsas mesmo, a gente como profissional de saúde precisa ter esse cuidado, tá? Então
cuidado com algumas fontes que a gente tem, né, em em redes sociais. E aí sempre pode a gente tá falando sobre isso, ó, alguns conceitos, né? Eh, poxa, o que que ser o que que seria um Fitoterápico, né? Qual a diferença para plante medicinal, né? Eh, o que que seria isso? Uso tradicional de fitoterápicos. O que que O que que é isso? O que que é essa tradicionalidade de uso, né? Será que de fato ser natural não faz mal, né? Será que o fito ele ele ser natural não faz mal? Então a gente vai tá
vai tá abordando esses esses aspectos agora, tá? Eh, tá, mas vamos lá. Eu vou eu vou eu vou começar a compartilhar a tela, tá? Deixa tô aqui, Raíça, compartilhar a tela. Deixa eu só confirme aí para mim se vocês estão vendo, tão vendo minha minha tela aqui? Tão, né? Tá perfeita aqui, professor. Começar a escrever um pouco. Oi. Tá perfeito aqui para mim sua tela. Tá perfeito. Ó, então, eh, então lembrando, né, que eu vou est eu vou est enviando para vocês essas anotações, tá, ao longo quando a gente finalizar hoje a aula, de modo
que eh algumas dessas informações tem nos slides, então sempre Vou est complementando com mostrando alguns artigos e vou estar escrevendo. Mas vamos lá. Primeira coisa que a gente precisa saber, né? E aí a gente tá, deixa eu botar aqui a a disciplina, né? O pera aí só alterar aqui a a gria. Pera aí. Pronto. Então ajeitei aqui. Vai tá falando em fitoterapia no esporte, né? Então, a gente precisa a gente precisa diferenciar a alguns conceitos, né? Então, a gente fala, a gente fala em fisioterápico, como eu falei para vocês agora a pouco, a gente sempre
pensa eh no medicamento fitoterápico, né? Aí sempre pensa naquele naquele no medicamento, naquele extrato paronizado. Só que cuidado, né? A gente começa a discutir, ó, você diferenciar planta medicinal de droga vegetal e de fitoterápico, né? Então, quando a Gente ah, a gente considera o fitoterápico como sendo tudo isso, tudo a mesma coisa e não é, isso aqui são coisas, isso aqui são coisas diferentes, tá? Então, a gente fala eh planta medicinal, a gente fala em droga vegetal e a gente fala em fitoterápico, a gente fala em coisas diferentes, tá? Eh, quando a gente fala em
uma planta medicinal, a gente tá falando o quê? uma planta com propriedades Terapêuticas, tá? Então, a gente fala planta medicinal, a gente tá falando de uma planta com propriedades terapêuticas, então é uma planta que tem componentes que podem ter um efeito estimulante, né? pode ter efeito calmante, pode ter um efeito aí contra constipação, pode ter um efeito analgésico, só que a planta medicinal meio que a planta bruta, né? A planta no seu estado natural ali, a planta cultivada e ela é uma planta Medicinal, tá? Então ela não é um fitoterápico, né? Ela ela não é
um não seria um fitoterápico, tá? Então isso é planta medicinal. O que que seria a droga vegetal? E aí é o que é o que quem nutre que não tem habilitação em fitro pode prescrever, por exemplo, né? Então, ó, eu vou o que que seria essa essa droga vegetal? Puxar para cá, tá certo? Então, a gente tem uma planta, ela vai ser ela vai ter o cultivo da planta, Né? O pera aí. ela vai ter o cultivo da planta. Então você vai cultivar essa planta, ela vai, a gente vai fazer a colheita da planta. Então
a gente vai estar cultivando a planta, a gente vai fazer a colheita dessa planta, essa essa planta, né, em suas diferentes formas. A gente vai fazer a seleção da planta. Então, né, ou parte da planta, uma semente que tá tá machucada, você descarta, uma Folha que tá com que também tá machucada, você descarta. Enfim, então você vai ter essa seleção dessa planta, você vai ter os processos de de secagem. secagem e botar aqui assim, estabilização. Então você vai ter o processo de secagem e estabilização dessa planta, né? Eh, isso aqui após esses processos será ela
vai ser a droga vegetal. Então, então você pega aquele Café, né? Aquele café que você pega, né? Aquele o pó do café, né? Então, a após essa caixação vai ter o processo de rasura, né, de de trituração, etc., para formar a droga vegetal. Então, o que que seria uma droga vegetal? Droga vegetal é a planta medicinal. Após a após a colheita, após a seleção, após a secagem, ah, estabilização. O que que é secagem? Você de fato colocar, né, numa estufa, você colocar para secar, para você desidratar a planta. No que você Desidrata a planta, você
vai est o quê? eh reduzindo a atividade de água e estabilizando essa planta. Ou seja, o fato de a planta perder água, desidratar, ela vai tá reduzindo a atividade enzimática. O fato dela reduzir a atividade a atividade enzimática dela, você tá prolongando a meia vida da planta, então ela vai ficar mais estável, né? Então quando você tem muita água, a planta ela vai ela vai ela vai ter uma meia vida, digamos assim, Uma estabilidade menor, né? porque vai ter atividade de enzimas, bactérias e coisas do tipo. Então, após esses processos, você a gente tem a
droga vegetal. Então, droga vegetal, por exemplo, é o chá verde com as suas folhas eh rasuradas. Então você quando você vai numa numa ervanaria, né, ou você vai comprar ah no local que vende chás, né, que vende espetis, então quando você compra eh a a planta ali pulverizada sob a forma de pó ou a Planta já com os saquinhos, né, separados, com as folhas secas, aquali é droga vegetal, tá? Então, a droga vegetal ela difere da planta medicinal porque ela, a droga vegetal já é uma planta medicinal, ela ela é uma droga vegetal já, digamos
assim, processada de alguma maneira, né? Onde houve a a colheita, onde houve a secagem, a estabilização, eh, onde houve um pré-processamento, né? Então, Rasurou, você pulverizou a planta ali e aí você forma a droga vegetal, tá? Então, a Lisa falou aí, né, cannabis, eu não sei, né, Lisa? eh não por consumo, né, por consumo terapêutico, né, eh, mas a cúrcuma, né, o próprio gengibre, né, sobre a forma de pó e e por aí vai. Então, isso é droga vegetal. E por que que a gente fala sobre isso? Porque, como eu falei para vocês, a planta
mencional, a planta ela é meio que no estado bruto da planta. Então, você não vai usar a planta no estado bruto, então você meio que pré-processa ela, né, o processo de de seleção, etc., para se converter na droga vegetal e aí você usar de alguma maneira, tá? E e pro profissional de saúde a gente pode estar usando droga vegetal, né, sobre a forma de chá, né, etc, etc. Tá? Então, eu vou est mostrando para vocês eh que, pô, você fala em temperos, né? Uso de temperos, uso de chás, uso do chá mesmo, da droga Vegetal,
né? Aí a gente fala diverso, o chá do hibisco, etc. Ele já tem potencial essa droga vegetal. potencial da de uso clínico. Então é muitos trabalhos que que estudam, né, que avaliam a que avaliam o uso de drogas vegetais no contexto clínico, né? Então tem trabalho mostrando trabalhos até que são recentes, trabalhos, por exemplo, com chá de bisco, né? com chá de bisco, eh, 10 g, ah, do chá de bisco, né? Eh, do Cálice lá, mostrando, por exemplo, um efeitos, um efeito eh antihipertensivo em pré-hipertensos, né? E aí trabalhos comparando, por exemplo, um captoprio, por
exemplo. Então, vê, ó, a droga vegetal, ela tendo tendo potencial clínico e aí você pode prescrever isso, você pode pode sugerir mesmo sem ter fito, entendeu? A gente vê também alguns trabalhos mostrando hidroclorizia ou ou melhor usando e a a cavalinha, né, arvenos sinenses, a Cavalinha tendo efeito comparável à hidroclutia, né, como efeito aidurético, como melhoral de pressão arterial. Eh, a gente observa trabalhos com roman, né? Utilizar o roman, roman, pô, a púnica granato, né? Roman, uma espécie de tal que tem punicalaginas, né? É um composto biativo, você pode prescrever púnicainas. E e aí mostra
o roman tem defeitos aí relacionados a a melhora de desempenho, aumento de capacidade aeróbia, ah, melhora de promoção de vaso Dilatação, né? E essa vasilatação tem um efeito melhorador na recuperação, tá? Ou seja, ele vai est falando um pouco sobre isso, pô. Como é que a gente avalier a recuperação, né, no na pesquisa? É, é aquela, você sente dor articular até dois três dias após a prática de exercício e você começa a sentir apenas, né, você deixa de sentir dor já no primeiro dia após o treino, isso você tá acelerando recuperação. Então, ah, púnicas laginas
promovem isso, por Exemplo, né? Elas têm um efeito melhorador de desempenho, né? Então você pega o roman, a gente faz o suco de roman, mas aí você pode mesmo o nutri, né? E aí, claro, falando para nocionista, você pode prescrever pondo em calaginas, porque é um composto biativo romã aqui no Brasil é alimento. Então, e é legal, ó, o legal disso é que a gente fala, ah, por exemplo, e eu vou entrar, eu vou entrar em detalhes, tá, mais para frente, mas a gente fala que Você não precisa estar usando aí por semanas para ter
um desfecho clínico positivo, nesse caso para nesse caso com pôicainas para aumentar desempenho. Tem trabalhos que mostram que você usar três dias antes do evento competitivo já melhora o desempenho. Então você vai ver, a gente vai ver muitas coisas que com uso agudo, né, ou seja, um uso, um uso planejado, né, pro paciente tem a capacidade de melhorar desempenciente. Então isso é muito interessante, tá? É Muito é muito interessante a gente tá tá discutindo essas diversas abordagens aí de esperto vegetais, tá? Aí a a Leila falou aqui, ó, droga vegetal, faço isso com a moringa
ou leífera que tenho em casa e tomo em forma de pó. É basicamente isso, né? Então, eh, isso é droga vegetal, né? O que difere de de planta medicinal e o que difere de fisioterápico, tá? que é o que é que é o ponto que é o ponto aqui. Então, fito, o fito a gente fala, a gente fala Que ele é um medicamento de fato, né, que pode ser o medicamento fisioterápico, né, ou produto tradicional fisioterápico, tá? Então, deixa eu botar aqui medicamento fitoterápico e o produto tradicional fitoterápico, tá? Enfim, então, eh, é importante primeiro,
né, pra gente que não tem vivência em fito, pô, é Importante saber disso, né? É importante saber disso. Então, eh, cuidado. Ah, caio, a gente tá falando aqui em em droga vegetal e aí, claro, sempre com potencial terapêutico. Então, quer dizer que que aquele chazinho que eu compro no supermercado, né, na nos saquinhos, é uma droga vegetal. É, cuidado. A gente a gente fala isso, mas a gente a gente precisa diferenciar quando é eh com fim alimentício e com fim terapêutico, tá? Então, ah, cara, eu quero eu quero perceber droga vegetal, pô. Então, é importante
que você sempre sugira, né, o paciente comprar em locais que de fato vendem a droga vegetal e e não aqueles saquinhos que a gente compra em supermercado por alguns fatores, né? eh, questão de dose mesmo. Então aquele saquinho, então a gente vai ver que muitas espécies vegetais para ter um efeito clínico, você precisa usar 3, 5, 10 G, né? Seja a folha, seja o pó. E quando tu pega aqueles saquinhos, né, de que vem no no na no supermercado, né, aqueles produtos alimentícios, você vê que cada saquinho da daquele tem 1 g, ou seja, uma
dose a quem do ideal para promover o efeito terapêutico. E também, pessoal, isso é bem interessante, é quando você vai fazer a infusão daqueles saquinhos, aquela própria camada, aquela de celulose, né, daqueles saquinhos, eles eh reduzem o contato da água quente Com a com a com a droga vegetal, de modo que ele perde a capacidade extratora dos fitoquímicos. Então, aqueles saquinhos tem uma dose baixa, tem aquela a a o saquinho de celulose que dificulta a extração da pela água quente dos fitoquímicos. Ou seja, eh, o efeito não vai ter efeito terapêutico. Então, aqueles saquinhos ali
é mais, de fato chá alimentício mesmo, né? Aquela coisa pronto alimentício para com uma bebida com sabor e tal. Mas você fala em em Melhorar desfecho clínico procura usar de fato a droga vegetal, né? Ah, ou seja, com a com a folha seca ali já estabilizada, com a dose certa e por aí vai, tá? Então, eh, então é importante ter ter noção desses desses aspectos aí. Mas aí, pessoal, a gente o principal ponto, tá, o principal ponto de um de um fitoterápico e eu vou colocar aqui, tá? Eh, o fitoterápico, deixa eu puxar aqui, né?
Uma espécie vegetal, digamos assim, um ponto forte desse desse Produto. Aí alguém aqui escreveu, eu não sei o nome, mas aqui tem vem que tem dança. Então acho que alguém associado à dança aí da educação física, eu não sei, não sei o nome, né? Mas ela perguntou assim, ó, para melhor desempenho, a Romã pode ser prescrito para qualquer idade? Então, eh, a gente precisa, a gente precisa basear a pris da gente em evidência, né? Ou seja, não é que você não vai errar, mas gente minimiza o erro, né? Quando tem quando tem quando Tem evidência.
Eh, para qualquer idade, do ponto de vista de desempenho, eh, a gente vê para adultos jovens e de meia idade, que eu saiba, a gente não tem, a gente não tem trabalho procurando, eh, melhorar desempenho em adolescentes, por exemplo, em em idosos, a gente tem para para adulto jovem, adulto meia, tá? Então, eh, se é seguro ou qualquer coisa do tipo, a gente não pode afirmar porque não tem nenhum trabalho que eu saiba, que eu tenho Conhecimento. Eh, nesse caso do roman, tá? Para atletas adolescentes, por exemplo, tá? Eh, tá, mas vamos lá. Então, a
gente fala nesse nesse nesse fitoterápico, né? A gente tá falando nisso daqui, pessoal. A gente tá falando que é uma é uma força eh é uma força da fitoterapia nesse sentido, tá? Eu vou est discutindo um pouco sobre isso. Eh, a gente fala nesse nisso aqui, ó, fito, a gente fala no fitocomplexo. Então, quando a gente Fala, a gente fala ah em fitoterápicos, não tem como não falar nisso aqui, no fitocomplexo. Então, anota aí. Essa é a força da fitoterapia. O fita complexo é a força da droga vegetal, do fitoterápico, tá? É a força. Ou
seja, um um dos um dos um dos porquês que a gente usa, né, espécies vegetais nas nossas condutas terapêuticas é o fitocomplexo, tá? Isso, isso é um dos Porquês do fitoterápico, tá? E pra gente saber o que que seria isso, aí precisa ter esse conceito aqui de Então, o que o que que é um fitoclexo? É um conjunto é um conjunto de fitoquímicos. Então, quando você fala em em fit em em fitocomplexo, né, ele é um conjunto de fitoquímicos. Aí eu faço a pergunta para vocês. O que que é um fitoquímico? Escreva aí para mim
no no Chat. O que que é um fitoquímico? Que é que seria um fitoquímico? A Ra fala [Música] Jincen aí, substâncias extraídas de plantas. Que mais aí, ó? Jéssica falou. Jéssica Cristina, substância está de plantas. Alisa gincen. O que que O que que substâncias aí regiane? Substâncias com potencial Antioxidante e antiinflamatória. Mais alguém? Mas eu faço a pergunta para ti, Regiane, aqui a Isabela, aqui, ó. Compost naturais encontrad em plantas que têm efeitos e e benefícios à saúde, né? Que tem efeitos benéficos na saúde. Aí, Elisa, são vários compostos juntos. É por aí. Então, todo
mundo, todo mundo tá tá respondendo o que que é um fitoquímico, né? O que é que é um fitoquímico? Vamos dar uma uma Definiçãozinha, né, assim, que vai contemplar isso que vocês falaram. Foquímicos são substâncias derivadas de espécies vegetais, né? Então, eh, alguém falou aí que são estradas de plantas, não são substâncias derivadas de espécies vegetais, né? Eh, então pode ser de uma maçã, por exemplo, não necessariamente é planta, né? Eh, substâncias derivadas de espécies. Exato. Leas fitoquímicos estão preses em frutas, verduras, olleaginas. Isso. Então, o que que são fitoquímicos, né? São substâncias, de maneira
geral, são substâncias derivadas de espécies vegetais, eh, que apresentam um efeito fisiológico bem determinado, ou seja, que eles têm um efeito secundário, né? eles apresentam um efeito fisiológico bem eh bem determinado, mas o ponto chave aqui, ou seja, são fitoquímicos, são substâncias derivadas de espécies vegetais que apresentam efeitos fisiológicos bem Determinados, né, mas que não são essenciais, né, mas que não são essenciais aos processos de desenvolvimento, maturação, né, ao desenvolvimento e maturação. dos organismos. De novo, fitoquímicos são substâncias, né, são compostos químicos derivados de espécies getais que apresentam efeitos fisiológicos bem determinados, mas mas eh
que não são essenciais, né, aos processos de Crescimento, desenvolvimento e maturação. Ou seja, o que que é o que que é esse fitoquímico? fitoquímico é uma substância que vem de espécietal, que tem um efeito bom pra gente, mas que não são essenciais à sobrevivência. Então você pode passar a venda inteira sem consumir eh alguma catequina e não vai ter nenhum problema de deficiência por isso. Não vai ter nenhum não vai ter nenhuma decorrência negativa disso paraa Saúde. Você pode passar a vida inteira, foi o que a gente falou aí, a vida inteira sem consumir um
suco de romã, né, sem sem consumir punicalaginas e não vai ter nenhum problema de desenvolvimento, você não vai ter nenhuma doença carencial, etc. Tá? Então isso é um fitoquímico. Ele é diferente de de vitaminas e minerais porque também são compostos químicos, né, que derivam de alimentos de maneira geral. Aí agora já pode abordar um pouco Isso, mas que você fala em vitamina mineral, né, os micronutrientes, eles são essenciais a ao crescimento, desenvolvimento, maturação, tá? A Leandra, Leandra perguntou: "Como possessar os slides?" Quando consegui entrar na aula já havia começado. A Leandra, eu enviei a Raí
tá aqui, Raí tá dando suporte pra gente. Eu acho que ela pode informar melhor, tá? Mas eh eu enviei para vocês ontem, eu acho, né? E eu não sei se Mas enfim. Fala aí, Raíça, Para pra Leandra. Então, eh, Aleandra, o slide fica disponível no portal de vocês, tá? vocês conseguem acessar por lá mesmo normalmente. Aí vocês precisam entrar no portal de vocês, acessar o slide e voltar paraa aula, né? Caso vocês queiram acompanhar o slide junto com a apresentação do professor. Aí é isso, tá? Perfeito. Então, então isso, isso seria um uma vitamina mineral,
né? Tem essa questão de essencialidade, né? Então são são componentes essenciais aí a ao crescimento, desenvolvimento e maturação. O que não acontece o que não acontece com os fitoquímicos, tá? Então então isso é um fitoquímico. E o que que seria esse esse fitoterápico? Seria um conjunto desses fitoquímicos, tá? E esse conjunto de fitoquímicos, eles, isso aqui é essencial, eles atuam, eles atuam em sinergismo. Então, esses fitoquímicos, Então quando você consome, né, um fitoterápico, né, um um um espécie vegetal, um produto derivado de espécietal, eh você tá você tá consumindo vários fitoquímicos e esses fitoquímicos eles
atuam em conjunto, eles atuam em sinergismo, né, ou seja, esses esses sinergismo farmacológico. Então isso aqui é importante por, né? E e nos slides tem isso, mas ó, ele promove aqui Aumento da eficácia no efeito fisiológico. Ele promove redução, talvez, né, de efeitos adversos. ele promove aqui no final, opa, segurança. Então, quando você fala em em um fitocomplexo, você começa você começa a a pensar nisso, né, nessa questão de eficácia, de redução de de risco e por aí vai, por exemplo. E aí a gente começa a falar sobre isso e aí Tem no material de
slide para vocês, eh, parece que o corpo, né, por exemplo, é diferente. É diferente. Então, só vamos lá. Só para se eu pego, se eu pego o chá verde, só para vocês entenderem. Então, assim, ó. E e é diferente, tá? Ó, eh, o fitocomplexo, o efeito do fitocomplexo, ele difere do efeito de um fitoquímico. Então, vou dar um exemplo disso. Então, aqui, vamos lá dar um Exemplo. Se eu penso no chá verde, né, que é a bebida mais consumida junto com café, a briga, né, que fora a água com a bebida mais consumida no mundo.
que é café ou ou ou chá verde. O chá verde, qual o nome do chá verde? Nome, o nome botânico, né? Teria a famosa camélia sinenses. E aí, ó, e aí eu já já fica já fica uma dica aqui de de nomenclatura para vocês, tá? Sempre que você for Escrever o nome botânico de uma planta, de uma espécie vegetal, a gente tem aqui o gênero, né, Camélia, e a tem aqui o epíteto. Então, de maneira geral, sempre aqui o nome vai ser maiúscula, letra maiúscula, tá? Camela letra maiúscula. Aqui o epíteto vai ser letra minúscula
e sempre ele tem que estar diferenciado do texto. Então, sempre que eu colocar aqui o nome para vocês escrever, vocês vão perceber que eu tô sublinhando. Se você for escrever aí no Word, um documento, ou você sublinha, ou você deixa itálico, ou você deixa tá? Então, sempre o nome da da espéciaal, o nome botânico, você diferencia, tá? Da escrita da escrita do texto, tá? Tá? Então a gente fala da Camélia sines, tá? Então sempre que eu escrever aqui na na nas anotações vai tá assim, vai est sublinhado para tá diferenciando do do texto, beleza? Tá?
E por que que é importante saber disso? Porque, ó, eh eu Fiz uma pergunta agora a pouco. Eu fiz uma pergunta, eu perguntei assim, ó: "O que que é um fitoquímico?" Aí alguém respondeu aqui a Lisa. A Lisa responde assim: "Gincen". Aí eu faço pergunta para vocês agora. O que que é o gin? Qual a espécie do gin? Porque vocês vocês conseguem perceber que gin é o nome popular, né? O nome popular. Mas eu faço a pergunta para Vocês. Pô, quando você fala em gincen, o que é que vem na cabeça? Qual o gin? Porque
tem, ó, gincen brasileiro, gincen americano, gincen feminino, gincé indiano, gincen siberiano, gincen da Malásia, gincen do Vietnã, gincen japonês, tem vários tipos de gincen, percebe? São vários tipos de gincen. Então, quando você fala, como é que você vai saber o gincen coreano? Então, o qual é o que a Lisa falou? Qual o gincen Coreano? É o pan gincen. Qual o gincen japonês? Gincen japonicos. Qual o gincém brasileiro? A fáfia paniculata. Qual o gincé indiano? Vitânia sonífera ou Itânia sonífera. Então é importante estar sabendo do do da, né, nomenclatura botânica para de fato a gente saber
qual espécie de tal a gente tá falando. Por quê? Porque o a a espécies diferentes pode ter o mesmo nome popular, só que os efeitos vão ser totalmente diferentes, Tá? Aí Daniele perguntou: "Fitoquímico é o marcador do fitoterápico?" Não, não, não é Danelle, é o marcador, o marcador é um marcador que pode ser ativo, etc., né? Então, o marcador, eh, geralmente a gente tá associado, eh, ao principio ativo, né, que preferencialmente tem a associação com desfecho clínico, tá? Mas o marcador que a gente fala, né, quando a gente fala na parização, tá muito associada para
ver tanto eficácia, mas também segurança, tá? E para comprovar Que aquele produto que você tem em mãos, ele de fato tem eficácia. É de fato aquilo que você falou. Eu vou estar discutindo sobre sobre isso já já, tá? Eh, então, por exemplo, a camila cinenses, que é um fita complexo, a Lisa falou: "Eu pensava que os efeitos eram iguais, porém uns melhores que outros". Não, Lisa, não, não é. Eh, apesar de ter o nome, o mesmo nome popular, é importante você ter noção, ter noção eh do nome botânico Para saber qual espécie de tal que
você tá se referenciando, porque os efeitos são podem ser bem diferentes. Então, não só os efeitos, Lisa, mas também os mecanismos de ação. Então, por exemplo, eh, a FAF planiculata, que é brasileira, né, que é um adaptógem brasileiro, ele tem ele tem um um uma tradicionalidade de uso interessante. Então, assim, uso tradicional, né? Uso tradicional, a gente vai falar sobre Isso, é uma abordagem da fito, mas a FAF ela fala-se que tem uma ação adaptogênica, mas a cá, então vou prescrever FAF paniculata, beleza? Mas quando, mas assim, quando você fala em em fitoterapia racional, né,
ou seja, eh, que é o que a gente aprende na faculdade, né, abordagem, abordagem racional, abordagem método científico, né, eh tem poucos trabalhos com a faca paniculata. Então, eh, o conhecimento, o conhecimento acerca da faca paniculata, Ela é muito incipiente, por exemplo, com relação à dose, com relação à à padronização do extrato, com relação à segurança, sabe? Então, e aí quando você compara com o gin eh coreano, foi foi o que tu falastes aí, né, que é o pana ginen, que é ter origem asiática, eh tem muito mais trabalho com o PANCEN. Então, se você
pensa na nesse tripé de qualidade, segurança e eficácia, é melhor você prescrever o extrato paranoizado de de pana G 100, porque tem Muita evidência paraa eficácia. a gente já conhece em quem é mais, em quem mais indicado, em quem não é, a gente sabe a dose, a gente sabe tempo de uso e por aí vai, apesar dos dois serem 100, percebe? Então, eh, aí varia por conta disso, tá? Diferentemente, por exemplo, eh você pega o gincé indiano, que é que é o famoso achoanda, né? a gente vê aí mais comercialmente esse nome, acho você pega
a vitamina sonífera, né, o gcin indiano, ele ele tem um efeito adaptogênico, mas Parece que os mecanismos de ação do do gincend indiano diferen coreano, sabe? Então, o gincendiano eh a a vitânia sondífera parece que ela atua muito ela atua tendo efeito um efeito adaptogênico, modulando alguns neutransmissores, né? Então ela ela ela reduz a atividade de sinalização glutamatérgica, por exemplo, né? Eh, aumentando ação consequentemente, né? A tem esse feito controrregulatório, aumentando sinalização gabaégica, né? Eh, o que difere do panacin 100 que tem um efeito mais antioxidante a nível a nível de neurônio. Então, é um
pouquinho diferente os mecânicos de ação. Eh, assim sendo, a prescrição também deve deve diferir a depende do caso, entendeu? Então, então assim, teoricamente, teoricamente eh, a vitam, teoricamente, tá, aí não tem, teoricamente a vitamina sonífera, ela tem um efeito, por exemplo, que ela pode melhorar o sono Pelos seus próprios mecânicos de ação. Eh, coisa que coisa que o gin coreano não, o gent coreano ele tem um efeito adaptogênico, né, que ele reduz fadiga e estresse, né, por essas questões um pouquinho diferentes. Então, eh, se você se você eh precisa, por exemplo, melhorar a qualidade do
sono, né? Seja porque você trabalha à noite e você chega em casa muito acordado, pode ser interessante você fazer de novo. Pode ser Interessante porque eu tô enferindo, aí não tem trabalho mostrando isso cabalmente, mas pode ser interessante se você usar a vitamina sonífera à noite. Então, adaptógeno que vai tá é um é um produto que vai ter um efeito redutor de fadiga e estresse porque ele vai te ajudar a relaxar mais à noite, digamos assim. O pan gin 100 não, o panacin 100 ele tem que ser feito adaptogênico por outros mecanismos de ação, percebe?
E aí é legal falar isso por quê? Porque ah, Você tem um paciente que usa pré-treino e e a gente usa muito, né, assim, pré-treino para para ter um efeito estimulante no exercício. E já pode anotar aí o Fanin 100, pessoal, ele ele ele usado 30 40 minutos antes do exercício, ele tem um potencial melhorador do desempenho. Eh, e e não é necessário você ser um usuário crônico de ginc coreano, mas sem trabalho mostrando que o uso agudo tem esse efeito, tá? Então, Perceba, eh, apesar de ser ginem, eles eles têm eles são coisas diferentes,
com mecanismos de ação diferentes e consequentemente a a prescrição diferente. E quando eu falo com o gincen coreano, pessoal, eh, que é o pan gincen, não é só medicamente fitoterápico paronizado, né? Ou seja, aquele extrato paronizado de 1 a 27% de gincenocílios, né? de 300 a 500 mg ali do extrato, do extrato seco. Eu não tô falando nisso. Tem trabalho, acabei de Responder, Jéssica. Eh, tem trabalho que mostra que o pó do ginem, tá? Então, você usar o pó do gin tem trabalho que mostra 10 g, trabalho que mostra 20 g do pó do gin
100 por dia, ele tem um efeito adaptogênico, ele ele melhora, ele reduz percepção de fadiga e estresse ao longo do dia, tá? Então, se você eh aí, claro, e quando você fala estresse, aí você fala, né, estresse físico, estresse mental, estresse térmico. Ah, então a gente pode falar mais sobre isso. Não Sei se você já tiveram algum algum módulo sobre isso, eh, sobre adaptógeno, né? Eh, mas é interessante. E só só uma só uma dúvida, após de vocês, eh, é em nutrição, é nutrição esportiva ou em fitoterapia? Só para eu estar aqui que eu confundi,
que eu esportiva. Pronto. Então vocês não escutaram falar de adaptógeno. Então vocês não não escutaram falar de adaptógeno. Eh, e quando a gente na área da fito, né, a Gente fala muito em adaptógenos. E aí julgo eu, eu posso estar falando sobre isso, tá? Eu posso a gente pode est eh tá abordando especificamente falar de adaptógeno, que é muito interessante e julgo eu, é um de alguns compostos que a gente mais precisa. Acho que todo mundo precisa de adaptógeno, tá? Que são essas substâncias que tem uma capacidade de reduzir estress fadiga. Se eu perguntar aqui
para vocês, ó, eh, quem quem quem dorme aqui 10 Horas por noite? Quem é que dorme 10 horas por noite? Acho que ninguém, né? No dia a dia. Quem dorme nove? Ninguém, né? Quem dorme oito? Pouca gente. Aí quem dorme sete, quem dorme seis, quem dorme 5 horas? Pronto, é o nosso normal. Então, a gente sempre a ideia é a gente aqui, pessoal, durmo aí, Tobias, durmo oito, você abençoado, Tobias, eu durmo cinco, seis, se é isso, é a média é essa, seis, se Então eh a gente usar um adaptógeno, ou seja, um adaptógeno é
diferente estimulante, tá? A gente vai tá falando isso no nos slides, é diferente estimulante, mas o adaptógeno ele ele reduz a percepção ao estresse e a fadiga, tá? Então são componentes muito interessantes para quem faz exercício de fato. Então tem muitos trabalhos que mostram isso, que mostram que você usar um adaptógio pré-treino, uso agudo, ele pode ter um efeito, um efeito aumentador Do desempenho, tá? A Carol levantou a mão. Fala, Carol. Acho que não tá, acho que o microfone não tá aberto. Se tu pudesse falar aí, Carol, no chat, fica voltado, tá? Então vê aí
já anota aí, pessoal. Anota aí já um spoiler que a gente pode falar. Anota aí eh, fitoterápicos, né, que podem servir como pré-treino. Ah, foi sem querer, né, Carol? Tá beleza. Fitoterápic pode ser Utilizados como pré-treinos, né? Ou seja, eh, são aquelas expert vegetais que não precisa você passar semanas usando para ter um desfecho clínico favorável. Então, você usar uma vez, tem evidência que já melhora o desempenho. Então, anota aí. Eh, deixa eu anotar aqui que tem um nome científico, né, ó. Então, ó, e tem um nome que são os nomes meio meio feio. Então,
o g coreano, né, que seria botar aqui de de roxo, Ó, van 100. Tá. Panagem 100. A gente tem 100. Opa. A gente tem também. Bota aí. Euleutero. O eutero que é o gincé, gincé da Malásia, né? Que é o eloterococos centos. Bem meio meio feio o termo, né? E tem, ó, tá aqui, ó, a vitânia sonífera, Gincendiano e tenho eu leu, deixa eu melhorar a letra aqui que para vocês entenderem. Então, Panagem 100, Vitânia sonífra e e elotrococos centos que é o leutero, né? Ho da Sibéria, eles têm evidência de uso agudo melhorando desempenho,
tá? Deixa eu botar isso aqui mais para baixo aqui, tá? E anota aí também, né? A rodola rosia rodeola rose, tá? É, Principalmente, colocar essa rodola rose, principalmente associada com algum componente estimulante. Tá. Então, seriam tem mais, tá? Mas eh como a gente fala nesses nesses nesses produtos aí que tem esse efeito, tão vendo a minha tela? Ah, tão, né? Porque que saiu, tá? Então, a gente fala nesses ativos aí que tem um efeito um efeito agudo, tá? A gente observa, a gente observa Eh ele o elero a observa rodola rosa vitivra e e panen,
tá? Então, seria seria essa espécies que tem um efeito interessante do ponto de vista do ponto de vista eh de desempenho. Alguém fez uma pergunta aqui. A Daniele perguntou eh aqui a Bárbara, acho que a Bárbara deve ter gatinho. Quem viu o chat aí, a Bárbara escreveu um monte de coisa. Foi um gatinho que apertou o teclado da Bárbara aí, ó. Quem tem gato sabe como é. Eh, ô professor, a Carol ela levantou a mão. Eu não sei se ela tem alguma dúvida, mas eu já Não, não, eu já perguntei, eu já perguntei. Ela ela
falou que foi por engano. Ah, tá. Tá bom, então. Tá. Ela perguntou, eu perguntei aqui no ela disse que foi por engano. Então, a Bárbara aqui, o gatinho. Bárbara, não tem problema, a gente entende. Quem tem gato sabe como é. Eh, alguém fez uma pergunta aqui. A Daniele perguntou: "Elerococos centrocosos é a mesma coisa que long jack?" Não. O long jack, Daniele, éuricomoa longifólia, tá? O long jack é outra espécie vegetal, é uricoma longifólia, tá? Não é o leiteroco centos. Uicomo longifóia é outra coisa, tá? Aí a Ívila pergunta aí, Daniela. Aí Daniela perguntou também,
ó. Pode colocar todos na mesma fórmula. Aí, Daniela, depende. Isso aqui é uma coisa que a gente vai estar discutindo hoje ao longo da aula, né? Eh, que entra muita questão relativa a sinergismo. A gente precisa, a gente precisa pensar o seguinte, a gente precisa pensar o seguinte, muito nessa questão do uso do uso racional, tá? Então, eh, qual a ideia? A ideia é a gente entender, a ideia a gente entender como é que cada Um desses componentes, né, eles atuam. E a ideia vou estar mostrando sobre isso, tá? A ideia é quando quando tiver,
lembra quando eu botei no roteiro da aula de hoje, quando tiver falando de fita do estado da arte, pronto, eu vou começar a falar de alguns fitos específicos ali. Mas a ideia, eh, Daniel, é a gente conseguir entender os efeitos clínicos de cada um, as respectivas doses e e sabendo os mecanismos de ação, a ideia é que a Gente coloque eh um, dois ou três na mesma formulação para garantir esse esse sinergismo farmacológico, tá? Eh, a gente acha que quanto mais coisa a gente colocar numa formulação, melhor não, tá? nem sempre mais é melhor. Então,
quando você coloca mais coisa na mesma formulação ou você, né, ou você sugere o paciente usar muitos ativos, muitos suplementos, nesse caso muitos fitoterápicos, você pode estar piorando A situação, você pode estar aumentando o risco de interações, né, a farmacológicas, encarecendo o produto de modo que pode não ser interessante. Então, por exemplo, eu eu vou est mostrando para vocês um trabalho, eu falei de rodola, rodola rosea, né, que é um é um adaptógeno bem bem conhecido, mas a rodola, ela tem vários efeitos para ansiedade, mas tem muito trabalho, e é interessante a gente falar isso,
tem muito trabalho associando rodea com Quem? Com cafeína. Então, eu vou até mostrar, acho que tem até na aula, nos slides, trabalhos mostrando que você adicionar, você na mesma formulação, você colocar rodiola rosa mais cafeína, né? Cafeína é um pré-treino clássico, rodea, rodeiola rosa mais cafeína é melhor do que uma dose alta de cafeína. Então, de novo, olha a ideia, a gente começa, a gente começou a falar de fito, né? a gente começou a falar de Diferenças, a gente começou a falar do fitocomplexo e a gente começou a falar de sinergismo. Então é muito comum
quem usa quem usa pré-treino nunca fica em dos baixas de pré-treino, né? A a pessoa que usa pré-treino diariamente, o que que ela começa a fazer? ele começa a aumentar a dose o pré-treino, porque o pré-treino começa a perder o efeito. E quando você começa a aumentar a dose de um de uma substância estimulante, ah, você se se expõe a Riscos, né, de tá cardia, coisa do tipo. E quando a gente começa a associar, né, e eu vou colocar aqui, eh, você começa a associar estimulantes, estimulantes mais adaptógenos. O que que esses adaptógenos o que
que esses adaptógenos eles eles eles promovem? Eles promovem uma redução dos efeitos adversos dos estimulantes e também aumenta essa eficácia do efeito estimulante. Ou seja, se você usa um pré-treino para ficar Mais acordado, mais ligado, parece que a utilização do adaptó ele potencializa esse efeito, tá? Então vou até então tem trabalhos, tem trabalho associando rodola rosa com cafeína, ou seja, sendo melhor do que do que a cafeína isolada. Então, nesse sentido, nesse sentido, eh, você, o fato de você associar um adaptó a um estimulante, talvez a abre-se a possibilidade de você reduzir a dose do
estimulante para manter o mesmo efeito. Vocês conseguem perceber Isso? Então, ah, percebe então, ó, você usar a fitoterapia, né? você usar um fancin 100, por exemplo, gincen coreano, o pó do gem coreano mais estimulante, isso pode ser interessante porque você minimiza prováveis efeitos adversos do uso de de estimulantes, tá? A partir pergunta, vitifre é a chaganda. Isso é exatamente isso, Patrício. A Jéssica pergunta: "A taurina então seria um adaptógeno?" Não, não, Jéssica, taurina não seria um Adaptógeno. Taurina seria meio que um um estimulante, né? Taurina não seria um adaptógeno, tá? Se eu falar adaptógeno, geralmente
você pensa em espécie vegetal, você pensa no fitocomplexo, tá? Uma planta com ação adaptogênica, percebe? Aí pergunta em esse não preciso de uso crônico. Exatamente, esse que eu falei aqui, ó, ele n que é que é o gincen siberiano, eloterococos centos panaginen, vitânifra, rodeoloria, parece que eles têm efeito agudo, né? Ou seja, Espécies vegetaais que podem servir com pré-treino para ter um efeito agudo. E quando eu falo servir com pré-treino, é justamente isso, pessoal. É tanto melhorar, é tanto melhorar o desempenho no exercício, mas também melhorar recuperação. Então, coloque aí, né? Eh, você fala no
pré-treino, não é só pensando no desempenho naqu naquele momento, aquele o desempenho agudo, mas é melhorar a adaptação ao treino, adap melhorar a recuperação ao treino, Tá? Então, então seria então seria esse, esse o objetivo, tá? Ah, beleza. Então, a gente vai tá falando melhor, a gente vai tá, eu vou est mostrando trabalhos com esses, com esses adaptóes daqui, tá? Então, eh, a gente vai estar falando de dose, de de paronização do extrato, coisa do tipo, tá? Então vou tá vou est abordando melhor essas peças de detalhe já já. Mas a gente parou. Deixa eu
colocar mais Para baixo aqui. Isso aqui, ó. A gente tava falando de dos fitoquímicos, né? A gente tá falando dos fitoquímicos de uma espécie vegetal. A Maria perguntou, ó, a Maria, a Maria falou: "Tenho visto acho associada a rodola, a rodola para dormir." É a justamente isso. A acho ela tem esse efeito gabaégico, né? Ela tem esse efeito redutor da dessa sinalização glutamatérgica, mas a a chagana tem esse efeito gabaégico, ao que parece o seu Principal efeito, tá? Eh, acho ganda, ela ela ela reduz a ação da da NADPH de fosfotase. E essa é uma
enzima nível central que parece que tem uma ação aí que degrada, né, que reduz salação gabaégica. Então, a o internação ao inibir essa esse complexo enzimático, parece que ela ela tem esse efeito estimulante da de uma de uma sinalização gabaégica, então por isso que é utilizada à noite, entendeu? Eh, e aí por ser espécietal a gente a gente Considera como sendo essa substância adaptogênica, tá? Então, por exemplo, a a vitonífera é um fitão complexo, né? Ela tem o etanolírios A, o etanolírios B, o italínia, seja, tem uma série de fitoquímicos, que é o que eu
que eu venho falar, venho falar aqui, ó. Então, um fitocomplexo, ele difere de um fitoquímico, né? O fitoquímico é uma substância só isolada ali. E quando você associa essas diversas substâncias, a gente fala no Fitocomplexo. Então, por exemplo, aí tem no chá verde, aí tem as catequinas, aí tem as diversas as diversas catequinas. E aí são vários tipos, são várias catequinas, ó. Então são vários fitoquímicos, né? Então, ó, aí tem epicatequina, epígalo, catequina. Aí tem epi Catequina, galato. E aqui tem a epígalo. Opa. Epígalo, catequina é pelo catequina transgalato que é a EG egcg. Então,
por exemplo, o chá verde, que é a camada cinenses, ele é um fitocomplexo, né? Ou seja, que tem vários fitoquímicos e e esse, não só esses fitoquímicos, mas eu dei alguns Exemplos, ó, né? E esses fitocuns aqui conjuntamente eles formam, né? Não só eles, mas eles fazem parte do fitocomplexo da câmera ascendidência, tá cara? Mas e daí? E daí que o que que eu tô falando para vocês que o poder, a força de um fitoterápico é isso, é a é o fitocomplexo e que o efeito clínico, o efeito clínico do fitocomplexo, ele difere do fitoquímico.
Então, eh, a gente sabe, né, a gente sabe que parece que o principal eh, o Principal composto bioativo, né, da catequina do chave é essa aqui. É a EGCG, é a pelocatequina 3 galato. Então, sempre que você vê algum trabalho e tem algum efeito, algum desfecho clínico favorável, positivo da do extrato de chá verde ou do chá verde, ele fala lá: "Não, isso é padronizado com isso aqui de de epígulo catequin trgalata." Ah, cá, então quer dizer que epíglocatequin transgalata é o mais Importante do chá verde é só ter ele é só é só ter
ele na no produto. Não, não é. Eh, por quê? Porque, por exemplo, e aí vocês vão entender a importância desse fitocomplexo. Eh, existem trabalhos que mostram, né, eu vou puxar para cá, existem trabalhos que mostram, claro, né, aí a gente pode discutir grau de evidência, mas, ó, que mostra que a EGCG, egcg, ou seja, a epíglocatequin 3 galato isolada, ela tem um um efeito Hepatotóxico, ou seja, se você usar doses altas aí você usar doses altas dessa catequinha do chá verde, né? Aí pelo catequinha trgalato é pato é patotoxicidade. Você usar a epígloocatequina tresgal, né?
Aí numa dose de 500 mg tem um potencial hepatotóxico. Só que quando você usa o extrato, o extrato de chá verde vai ter um efeito Pato protetor, tá? Então, ó, por isso que é importante você ter noção da diferença do fitocomplexo e do fitoquímico, porque o fitocomplexo, eh, por ter essas essas diversas interações, eh, dos fitoquímicos, eles vai ter um efeito diferente do fitoquímico. Então, ah, a epílocatequina três galato, ela isoladamente ela tem um potencial Hepatotóxico, enquanto que o extrato da planta, o fitocomplexo que contém gcg, que contém e pelo catequin tralato, ele vai ter
um efeito hepatoprotetor. Então, quando você fala em fitoterapia, então assim, você você falar pessoal em um fitoterápico, né, em uma espécie vegetal, você tá falando no fitocomplexo. Então, acho que não esqueçam disso. Você está falando no fitocomplexo, você não está falando no composto biativo, você não está falando No fitoquímico, você está falando no fitocomplexo. Por que é importante saber disso? Porque o desfecho clínico, ou seja, os efeitos fisiológicos metabólicos são diferentes. Então, eh, se você utiliza cafeína, cafeína é diferente de café. Você usar cafeína é diferente do extrato da cofia arábica. É diferente, tá? Você
pega o café no longo, né, o uso crônico do café, né, em torno aí de de uma a cinco xícaras de café por dia, o Uso crônico, ele tem um efeito o quê? Antihipertensivo. Então, quem usa café ali até em torno de três a cinco xícaras por dia tem uma uma pressão arterial menor do que quem não consome a tendência, logicamente, né? Eh, por quê? Porque o café não é só cafeína, né? O café tem cafestol, cafeol, o ácido clorogênico, tem cafeína, tem uma série uma série de outros fitoquímicos que o desfecho clínico é diferente.
Então, quem toma café diariamente, nessa dose Que eu falei, nessa quantidade, ah, tem pressão material menor. Por quê? Porque o fitocomplexo ele difere do fitoquímico, tá? ele difere com fitoquímico. Então, sempre que a gente começa a falar em fitoterápico, eh, pensem nisso, pensem, né? Eh, que o efeito fitoquímico ele difere do fitocomplexo, beleza? Então, então vê, ó. Então, quando a gente começa a falar, então vê, quando a gente começa a falar De de fitoterápico, é importante ter isso em mente. É importante ter esses conceitos básicos em mente. O que é que é uma planta? O
que é que é uma planta medicinal? O que é que é uma droga vegetal? O que é importante que nem desfecho clínico já? E o que que é um fitoterápico. Então a gente fala em fitoterápico, a gente tá falando de um medicamento, né, que pode ser o próprio medicamento fitoterápico, pode ser o que a gente chama de produto Tradicional fitoterápico, tá? E quando você fala nesse fitoterápico, a gente tá falando em fitocomplexo. Então isso é importante. Por quê? Porque o fitocomplexo é um conjunto de fitoquímicos, né? que são aquelas substâncias que a gente chama de
metabólitos secundários, que tem um desfecho clínico, né, mas que não são essenciais para nossa paraa nossa sobrevivência. Mas o efeito do fito do fitocomplexo, ele difere do Fitoquímico, tá? E eu dou o exemplo aqui clássico da camarada sinenses com a epilocatequina 3 galato, que é GCG. Ela isolada promove aumenta o risco de hepatitoxicidade e e junto ao fito complexo tem um efeito hepatoprotetor, tá? Então, eh muitas coisas que saem na mídia, muitas coisas que saem na mídia, que a gente fala assim: "Ah, tal produto aí, ó, é derivado, é é planta, ele ele causou mal".
Geralmente são componentes que a gente fala que são componentes Isolados, né? fazem fazem parte de são substâncias isoladas que fazem parte de um med de um produto que é uma mistura de coisas, mas isso não é um fitoterapico, tá? Eh, essa substância isolada não é um fitoterápico, tá? Aí a Lisa fala: "Professor, eu precisava o contrário, que não poderia exagerar a quantidade de café para quem pertenço, não poderia usar mais que duas xícaras por dia." É, Lisa, essa essa é um é um é uma é Uma é uma questão que a gente precisa discutir melhor,
porque quando você fala na resposta ao café, resposta ao cafeína, exigem várias coisas. tem trabalho, café muito estudado, mas assim, sendo sendo bem simplista, você fala na sua resposta ao café, eh, depende principalmente da habituação, né? Quanto café você consome por dia, mas aí tem, por exemplo, use medicamentos, a tua microbiota, o teu gênero, se tu fuma ou não, eh, tudo isso Influencia na tua resposta ao café cafeína. Mas tem trabalho que mostra isso, tem um trabalho que mostra que basta você consumir eh por duas semanas, duas semanas consumindo café diariamente, tá? E aí seria
diariamente, a gente tem que ver a dose. Eh eh já só essas duas semanas de consumo já baixam pro seu corpo ganhar tolerância ao café. Ou seja, se você pega uma pessoa que nunca tomou café e você dá uma dose alta de café, tem is e tem trabalho mostrando Isso, trabalho de 290, tá? né? Nada é recente. É tipo assim, resumindo, você pega pessoas que nunca consumiram o café, aí você dá uma dose alta de café ou cafeína, a pressão arterial aumenta. Aumentou lá no trabalho oito, aumentou eh chegou a aumentar, se engano, 12 mm
de mercúrio, que é um aumento bem considerável. Beleza? Aí passou duas semanas essas essas pessoas usando, tomando café todo dia nessa dose. E após essas duas semanas eles fizeram o novo Teste de tolerância, então deram uma dose alta de café. para esse público. Então, o que foi que eles observaram que no início do trabalho ali o que tem aumentado 12, né, nas pessoas que não tomavam café, o que tem aumentado 12 mm de mercúrio na pressão arterial, duas semanas após de consumo, só aumentou 2 mm de mercúrio. Ou seja, a tua pressão era era 130
por 9, né, por 90, foi para 132. Ou seja, isso não tem uma importância clínica. Então, então é Isso. Então, se você vai beber café, tem que beber na dose certa todo dia, porque se tu beber assim, cinco dias, não, tu vai se manter numa meio que responsível ao café, entendeu? Então, um dos um dos um dos fatores que afetam a tua resposta cafeína é a habituação. Aí, claro, né, a gente tem que a gente tem que ser cuidadoso com isso. Se você pega uma pessoa que é um hipertenso, descontrolado, uma pressão arterial de 180
por 12, pô, aí tu vai ter que Monitorar muito bem isso, tu vai ter que ver isso muito bem. Talvez ela uma pessoa tendência a ser muito ansiosa, que usa muitas outras coisas, é polimericado, aí cada caso é um caso, né? Mas de maneira geral é importante a gente ter noção, né, da habituação, da microbiota, eh, de polimorfismos, né, do cutocom P450. Então, eh, lembrar, né, que quando você fala em polimorfismo lá e especific café, ah, gente que tem um alelo CC, salvo engano, né, o alelo C São metabolizadores lentos de café, salvo engano, é
isso. E assim sendo, o seu risco para tendência cardiovascular é maior. Então, tem esse esse aspecto, esse aspecto genético também. Então, assim, eh, não é não é ser tão simplista assim, né? É importante ter ter isso em mente, mas de maneira geral é isso, tá? Ó, a Regan falou, tem um paciente que não toma café, ele não tocar com cafeína, né? Eh, de fato. Então, é importante você ver essa questão Específica. E, eh, Reijan, o que que eu sugiro? Eh, quando ele ele ele refere isso, ele refere isso que fica mal, eh, ele já chegou
a mensurar isso? E como assim? Ele já chegou quando ele toma essa dose cafeína aí, né? Porque geralmente gel de carboidrato vai ter o quê? vai ter 100, 200 mg de cafeína associada ao gel, que é uma dose, é uma dose moderada baixa até. Eh, ele chegou, ele usa algum algum dispositivo, algum algum algum vestível, né? Ou seja, ele Usa algum ah smartwatch, smart band para ver a frequência cardíaca dele ali ou ele já chegou a mensurar que a gente não pode descartar essa essa percepção subjetiva do indivíduo, né? Então essa coisa que ele acha,
ah, vou consumir cafeína ali, eu vou ficar, eu vou ter tacicardia. Então esse, esse viés cognitivo pode influenciar na resposta, né? Pode influenciar, não na resposta, mas também na resposta, mas na percepção dele a aquela aquela estratégia. Então, Se tu perguntar isso para ele, né, no sentido de, pô, tu já chegou a mensurar isso, né, de com relação à frequência e tal, eh, é exato. Ó, ele usa Garmim, mas não questionei se ele observou a frequência, pô, seria bo até até para ele para ele ver, né, porque eh, e eu digo isso assim, a gente
vê vai para ver os trabalhos e até percepção do indivíduo, a gente vê que a percepção do indivíduo é muito envieszada, tá? Então, tem vários trabalhos que mostram isso, Essa essa essa questão envieszada da percepção do dos pacientes sobre várias coisas, né? Eh, se dorme bem, etc. Então, eh pede para ele para fazer o teste dele usar, ele usa o garm, ele provavelmente vê a frequência, fazer um teste de quando ele usa ou não, porque de fato a gente vê se tem uma resposta, uma uma tacardia associada a isso ou não, né? Então acho que
seria uma uma boa eh a gente ter esse cuidado aí, tá? Enfim, eh, então, percebam, a gente Começa a falar em em espécieto, a gente precisa ter isso em mente, esses vários esses vários fatores aí associados, tá? Eu vou vou parar aqui o compartilhamento, deixa eu vou voltar aqui para paraa tela, tá? Deixa eu ver aqui, pera aí. Vou parar de compartilhar aqui, tá? Voltar a compartilhar, ó. Então, confirma para mim se vocês tão vendo a tela. Tão vendo a tela, né? Ó, Então, a gente a gente já começou a falar um pouco sobre esses
conceitos, né? O que que seria, ó, planta medicinal, né? o que que seria, o que que seria um fitáapo. Então são coisas diferentes, tá? Importante ter isso em mente para poder de fato prescrever, né? Para de fato ter uma segurança nessa prescrição. Então a gente tem alguns conceitos, ó, o que que seria a fitaerapia, né? Ó, então terapêutica caracterizada por utilizar Plantas medicinais em suas diferentes formas farmacêuticas sem usar substâncias ativas isoladas. Então, sempre que você fala em um fitoterápico, você tá falando no fitocomplexo, tá? Tá falando no fitocomplexo, ou seja, essa associação eh de
fitoquímicos, tá? Então, falou em fito, a gente tá falando em associação de fitoquímicos, tá? E a gente fala em fitoterápica, a gente tá falando que é um é um derivado vegetal, né? É um Produto que que deriva aí de uma droga vegetal que tem seus efeitos aí. ah, específicos, tá? Enfim. Então, eh, a gente fala, ó, o básico faz diferença, né? E é o que eu tava falando para vocês, ó. A gente, a gente acha que é só o medicamento fitoterápico que vai ter um desfecho clínico favorável, não tá? a gente fala eh você utilizar
o pó, você utilizar a droga vegetal, ele pode ele pode ter efeit interessante. Então, eh, o básico faz a diferença. Então, a gente Traz aqui, por exemplo, ó, será que esse suplemento de pré-treino vale a pena, né? Uma coisa que a gente tinha a gente tinha tinha falado aí, né? Eu tinha citado, será que pré-treino vale a pena, tá? E aí a gente a gente fala em prescrição, pessoal, o que que é essencial saber? É essencial saber custo benefício. Então é essencial a gente saber se naquele produto, quais são os componentes que tem naquele produto
e saber o valor, né, o preço, né, o preço Que tu vais pagar naquele produto. E aí, será que vale a pena? Porque você pode mostrar para mim que tal substância ela tem tal trabalho, né? Tal artigo mostrou que aquela substância aumentou o desempenho. Tá, mas será que isso garante, né, ou isso justifica a minha prescrição? Eu tenho que pensar muito no paciente. É, é relação ao custo benefício mesmo. Então, não necessariamente o que o que tem um um Artigo mostrando que funciona, não necessamente se aplica para mim. Por quê? tá? Melhora quanto, né? Ah,
em quem foi foi notada essa melhora? Eh, qual foi a dose que foi utilizada? E e e quarto aí, qual o valor desse produto? Então, eu trago para vocês aqui eh uma série de pré-treinos, né, disponíveis no mercado. Eh, esses valores podem mudar um pouco, né, porque já faz um certo tempo, foi essa semana passada que eu que eu fiz essa pesquisa, mas é uma Média de valores e você vê vários pré-treinos aí, né, ah, bem conhecidos e os seus respectivos valores. E, e assim, aí existem vários tipos de pré-treino, tá? A gente pode falar
sobre isso, eh, discutir um pouco sobre esses tipos de pré-treino, mas esses pré-treinos aí geralmente são pré-treinos que a gente pensa muito em estimulantes, tá? Eu posso adentar para vocês que existem pelo menos quatro Tipos de pré-treino, né? Quatro tipos de de pré-treinos e um deles é estimulantes, né? Você tem um efeito estimulante. Eh, mas não é só isso, tá? Então, pré-treino não é só não é só ter não são apenas estimulantes, mas a gente vê os valores aí, ó. Então, a gente vê os valores geralmente são substâncias aqui eh estimulantes, tá? Contendo cafeína e
outros e outras inas da vida. Mas olha só os valores. Será que vale a pena você gastar quase R$ 400 num Pré-treino? Tá? Por que que eu falo isso, né? Porque a gente vou est discutindo especificamente sobre sobre isso, tá? Mas fica fica essa pergunta, tá? E aí ao mesmo tempo a gente começa a trazer, ó, a essas questões relativas a adaptógenos. Lembra quando eu falei do adaptógeno, né? Já existem adaptógenos podendo ser utilizados como pré-treino para melhorar tanto o desempenho físico e mental a e melhorar a Recuperação? Pois bem, né? a gente tem aí
tem já vários trabalhos há muitos anos discutindo questões relativas de adaptógenos e e quando você fala em adaptógenos, que é o que tá no nos próximos slides aí, a gente discute adaptógenos pessoal, eles reduzem a fadiga e estresse, mas são diferentes de estimulantes, tá? Então é importante tá tá falando isso. Eh, um adaptógeno ele não é a mesma coisa que um estimulante, ou seja, eles reduzem a fadiga, né? Tanto estimulante como adaptógeno, só que são coisas diferentes. Os adaptógenos eles não têm esse efeito, eles não têm esse efeito tipo cafeína de estímulo. Eh, os estímulos
deles são um pouquinho, ou seja, os mecanismos de ação deles são um pouquinho diferentes. Então, a gente vai estar falando sobre sobre isso, mas o adaptógeno ele é um, anota aí, ele é um normalizador fisiológico. Então, então se você é uma pessoa que Dorme muito mal, então adaptóens atuam, por exemplo, através da sinalização de neurotransmissores, por exemplo, tá? Eh, e aí isso isso é interessante, né? Porque você começa a combater fadiga e estresse ah por maneiras que não são utilização de estimulantes, tá? Então, a gente vai vai falar melhor sobre pré-treinos, sobre adaptógenos, mas enfim,
mas a gente começa a a falar sobre isso, ó. Então a diferença, né, a gente começa a Discutir sobre adaptógenos versus estimulantes, tá? Então estimulantes, ó, é o uso agudo, né? Então eles têm umas características aí de drogas eh psicoativas e e estimulantes. Eh, eles você acaba por desenvolver com uso crônico, tolerância. E isso é muito comum, né? a pessoa que é viciada no pré-treino, que contém cafeína, contém outras inas, eh à medida que você vai usando esse produto, eh, você vai ganhando tolerância, ou Seja, ou seja, uma certa resistência, né? O seu corpo ele
começa a adquirir uma certa resistência àquela substância. Então, o que você começa a fazer? Você começa a aumentar doses, você meio que fica viciado, você quando não tem aquela substância, você sente sente uma certa abstinência. é muito comum, né, em usuários de de de pré-treinos, usuários de estimulantes, já os adaptógenos. E aí já os adaptógenos e Esse aqui a gente pode até criticar essa isso aqui, uso crônico. Os adaptógenos geralmente são recomendados para se se utilizar cronicamente, só que como eu falei para vocês já, eh existem trabalhos que mostram o efeito agudo de adaptógenos, tá?
Então aí tá o uso crônico de maneira bem generalista. Mas existem eh trabalhos que mostram que alguns adaptónios usados agudamente eles melhoram, eh tem algum desecho clínico Considerado. E aí, ó, os adaptógenos, ele se comportam como um normalizador orgânico, tá? ele normaliza a função. Então a gente começa começa a a diferenciar adaptógenos de estimulantes. Eh, a gente pode citar essas diferenças aí. Então, adaptógenos, eles reduzem fadiga e estresse. Estimulantes reduzem fadiga, só que eles atuam por mecanismos diferentes, né? que é os estimulantes, o próprio nome já fala, eles têm é uso Agudo, eles têm eh
um efeito, né, adrenético geralmente. Então eles têm esse efeito estimulante, eles estimulam aí eh as adrenais a tá estimulando, né, a adrenalina, ou seja, eles tm esse efeito aí de droga psicoativa. Você de modo que você caba, pode ganhar tolerância e e criar esse vício, digamos assim, enquanto que adaptógenos, não, tá? adaptou geralmente o uso crônico e ele se comporta como um normalizador de função. Normalizador de função. E aí tem Trabalhos, ó, eh nessa revista, trabalhos que não são recentes já um um certo tempo aí que eles mostram assim, ó. Aí fica a dica. Primeiro,
ó, tem essa revista, pessoal, dar um zoom aqui. Essa revista, ó, a fitoterapy research, né? Ou seja, pesquisa em fitoterapia. Fica a dica para vocês. Eh, vão no site aí, coloca, joga no Google, né? A Philoty Research, joga aí no Google, eh, que vai sair a o site dessa revista e se cadastra nessa revista lá para tá Recebendo a as novidades, né? para tá recebendo o o o as revistas que saem as publicações e e muitos artigos são abertos dessa revista e é uma revista boa, é uma revista de um fatal de impacto acima de
3,5, salvo engano, é uma revista muito boa dentro da dentro da fitoterapia e aí para quem se estressar mais na temática, eh eles sempre publicam eh sobre fitoterápicos em suas diversas nuances, né, no esporte, doenças neurológicas, doenças Hepáticas e e por aí vai. isso aí para se você quiser eh estudar mais sobre fitoterápicos, eh vão lá no no site dessa revista, fica é é uma dica para vocês aí, tá? E aí ela, olha o título do trabalho, né? ele ele trabalha assim, ó, efeitos estimulantes dos adaptógenos, uma revisão, né, com especial atenção a sua eficácia
após eh uma única dose. Então, por isso que a gente falou, geralmente os trabalhos eh com Adaptógenos eram feitos trabalhos crônicos, né, que demoravam qu 6 8 12 semanas para ver ansiedade, para ver estresse. Mas aí já um bom tempo eh começa a ser começou-se a estudar a o efeito agudo de alguns adaptógenos, tá? E aí, ó, a gente começa a discutir, ó. Ah, eles utilizam aqui trabalhos com eleo, né? Trabalhos, ó, com com magnól, né? Eluteroco centosos, trabalhos com panquein ó, trabalhos com a sandras chinenses, que é a magnólia chinesa, Pode estar fandela também,
mostrando esses efeitos aí, esses efeitos, esses efeitos benéficos do ponto de vista ah mental e também do ponto de vista físico, tá? Então, ó, opa, deixa eu só voltar aqui, pera aí. Deixa eu dar um zoom aqui. Deixa eu vir para cá, ó. Então, e aí eu, esse esse trabalho ele criou essa tabelinha diferenciando adaptos de estimulantes. Então, a discutem aqui, por exemplo, ó, ah, efeito, né, dessas Substâncias na recuperação, recuperação após um treino exaustivo, né, um treino volumoso. Ele fala que os adaptóes, ó, melhoram essa essa recuperação, porque os adaptógenos como eles não têm
esse efeito esse efeito estimulante, né? Parece que os adaptógenos, por serem fitocomplexos, eles têm uma uma ação mais holística mesmo, né? Eles atuam, como eu já falei, né? Neurotransmissores, também podem ter um efeito, um efeito periférico. Então, eh, A gente observa que, e eu vou mostrar esse trabalho para vocês, que quando a gente utiliza alguns adaptóos como pré-treino, eh, há uma aceleração da recuperação no pós-treino, seja uma aceleração do ponto de vista de inflamação, de parâmetros de dano muscular e parâmetros funcionais, tá? Como assim? cai parâmetros funcionais, então a altura do salto, eh, do articular
ao movimento, ou seja, quando você utiliza um adaptógeno como Pré-treino, a sua recuperação pós-treino parece parece ser acelerada. Então vê, ó, um pré-treino ajudando no momento pós-treino. Então a gente fala no pré-treino que a gente associa com adaptógeno, eh, não é só pensando no desempenho, né, a a no evento competitivo ou no treino, mas a gente pensa também em recuperação. De novo, de que ponto de vista a gente observa? Com relação a marcadores de inflamação, marcadores de Dano muscular e marcadores funcionais, ou seja, a altura do salto, velocidade do sprint e a capacidade de de,
né, do articular ao movimento. Ou seja, tudo isso, ao que parece é acelerado com a associação de adaptógenes no pré-treino, tá? Então, por exemplo, eh, eu trabalho, falei para vocês, eu trabalho com basquete profissional, né? Então, eh, eu sou nursonista de um de um time da do time de basquet da Unifcisa, né, que disputa o NBB, né, que é a liga de elite Eh aqui do brasileiro, né, eh, nacional. E, eh, na no meu dia a dia eu utilizo fitoterápicos, né? utilizo, por exemplo, existem pro basquete específico, existem alguns alguns espos vegetais, alguns compostos biativos
que sendo usados como pré-treino, eles têm um efeito ergogênico e melhora na aceleração da recuperação. Então, tem trabalho com com jogador com tem trabalho mostrando isso com atletas profissionais de basquete, né? Foi trabalho, foram trabalhos Publicados até com paratinaicos, né? é um time da Grécia, é um time que sempre disputa Euroliga e coisas do tipo. Ou seja, eh, eu, né, profissional de saúde nocionista, eu utilizo, eh, trabalho, né, com sou nionista, uma equipe profissional de basquete. Tem evidência o basquete, utilizo algumas coisas no pré-jogo, pós-treino, pré-treino, eh, com fita terápido. Então, quando vocês começam a
pensar em fitoterápicos, eu acho que é uma é uma é uma ótima a gente Começar a pensar nesses adaptógenos como sendo estratégias para melhorar desempenho e acelerar a recuperação. E aí tem diversos efeitos, ó. Eh, por exemplo, cafeína gera insônia, adaptó não gera insônia, pelo contrário, acho que alguém falou aí, eu não me lembro eh quem foi, eu posso ver, eu posso ver aqui no chat que até falou, né? eh, associa com o quê para dormir? Eh, com rodiola para dormir, né? Enfim. Então, percebam, Tem essa ten essa essa pressão mais mais holística, digamos assim,
quando você fala em adaptógenos. Por quê? Porque são fitacomplexos, né? A raiz, eu achei que era só aquele mesmo. Ah, tá. Riz falou alguma coisa relacionada a aos slides, tá? Enfim. Então, eh, e eu vou estar mostrando esses trabalhos para vocês, tá? Eu vou est mostrando esses trabalhos para vocês, eh, pensando nesse aspecto não só do desempenho diretamente, mas pensando Nessa recuperação, que é o que importa pra gente, né? É o que importa pra gente que trabalha trabalha com atleta, com indivíduo fisicamente ativo, tá? Então, ó, de novo, aqueles aqueles adaptóes que eu falei, então,
ó, Rodiola Rosia, eh, Panakin, Vitana Sonífra, Eleutero, né? Eh, e aqui ele citou a magnólia chinesa, a Xissandra chinenses. E eu vou colocar, vou colocar aqui no chat para vocês o nome da Xissandra chines, tá? Ó, deixa eu botar aqui no Chat. Deixa eu só Xandra chinenses, que é a magnólia chinesa, tá? a xissând chinenses, que é a magnola chinesa, como citou aí nesse trabalho, parece que também tem um efeito ahã tem um efeito adaptogênico agudo, tá? Então, então isso, isso pode ser bem interessante pra gente que trabalha com indivídu de física ambientativo. Então, ó,
a gente mostra trabalhos eh com Atletas, mas vamos pensar no nosso dia a dia. É muito comum, né, a gente trabalhar com paciente que é atleta amador, né, que trabalha, que estuda, que que é pai, que é mãe, que dorme pouco, né, que tem vários fatores de estresse. Então, poxa, se você quer melhorar desempenho desse paciente, né, eh, a prógen, eu acho que é interessante porque não é estimulante e você otimiza a sação, você otimiza recuperação, tá? Eh, é uma estratégia minha que eu sempre Utilizo é em dietas hipocalóricas. Poxa, você tá você tá trabalhando
com paciente onde você tá começou a reduzir a, né, a o aporte calórico das dietas nesse paciente, o que que é muito recorrente pacientes que que estão em restrição calórica, cansaço, fadiga, né, falta de exposição. Então, nessa fase de dieta mais restrita, né, de dieta hipocalórica, eu sempre prescrevo o adaptógeno, né? Eh, tem trabalhos, não é, não faz parte Dessa aula, mas eh eu vou vou eu vou tô organizando uma jornada, né, da fitaerapia agora para essa semana. Até fica o convite, né? Se vocês puderem entrar no meu no meu no meu perfil, eu vou
estar promovendo esse evento quarta e quinta-feira à noite. Aí eu vou falar sobre isso aí, vou est falando sobre ansiedade. Poxa, você tá você tá fazendo uma dieta hipocalórica, qual é a sua maior vontade quando você tá numa dieta de restrição? Comer doces. comer Besteira normal, você fica mais cansado, né? Eh, pela própria região calórica. E e tem muitos adaptógenos que mostram que ah, quando você tá utilizando esses adaptógenos, o seu ímpeto, ou seja, sua vontade de de comer besteira, né, de de ter de comer doce, ou seja, de ter comportamentos que não são bons.
E aí não é só comer besteira doce, mas é fumar, é beber, né, eh, etc. São diversos outros fatores, né, diversos outros comportamentos. Quando você Utiliza eh alguns fitoterápicos, né, que tem um efeito ansiolítico, você minimiza a chance de ter esses comportamentos, percebe? Então, adaptó são adaptóes podem promover isso. Então, poxa, isso pelo menos é o meu é o meu é o meu dia a dia na clínica, né? Ontem mesmo eu tava atendendo, passei ontem, comecei a atender 7:30 da manhã, né? Passei amanhã atendendo, depois fui pro treino do time. Mas assim, os quatro pacientes
que eu atendi pela manhã, eh, Três tinha isso de são, eram professores, então trabalhavam manhã, tarde e noite praticamente. Eh, tinha um filho, problema em casa, né, com com o esposo, com a esposa, familiar doente. Então, quem é que quem aqui não tem vários fatores, quem é aqui não tem vários gatilhos de estresse no dia a dia? Então você tem um suporte desse, né? Eh, você consegue, você tem qualidade de vida. Esse, esse, esse é o principal, né? você tem qualidade de Vida, você não é estimulante, é adaptógeno, ele ele aumenta a tua resistência a
estresse e fadiga. E eu sou usuário de de adaptógeno, sempre eu faço ciclos de uso, mas assim, só para vocês perceberem assim, o que é que a gente pode mudar na qualidade de vida do paciente. Eu eu sempre uso, sempre faço ciclo de uso, mas eu percebo o seguinte, eu percebo que quando eu durmo muito mal, eh quando eu durmo muito mal, o que que eu percebo? quando muito pouco. Eu Para acordar é muito difícil sair da cama. Eu eu fico enrolando, né? Você acorda, você fica enrolando na cama e eu percebo que no final
da tarde eu fico caindo de sono. Eu fico, eu posso dormir em pé assim de tanto sono que eu fico final da tarde. Mas eu percebo que quando eu tô usando alguns adaptógenos, eu consigo ficar menos, eu consigo me levantar mais rápido da cama quando eu muito pouco. E eu não sinto tanto sono. Eu nem sinto sono final da tarde. Isso é Muito perceptivo. Já teve eh vezes que eu fiz isso que eu parei de usar, né, algum adaptógeno e sempre que eu dormia muito mal por qualquer fator de trabalho, etc., eu era muito difícil
acordar. Eu ficava enrolando muito na cama para acordar e no final da tarde era perceptível assim que eu atendendo, eu ficava bocejando enfim ao paciente assim de tanto sono que a pessoa tinha. Então são esses são esses detalhes que influenciam na qualidade de vida, né? Então eh fica a dica, né? Então a gente vai vai tá vai tá trabalhando melhor esse adaptógens, vai est falando de adaptógens brasileiros aqui, mas eh pro exercício eu acho que agora já tá falando nisso. Então eh fica a dica a dica para vocês nesse adaptóico. Vou est falando das doses,
tá? A gente vai tá falando nessas nessas doses aí, tá? Eh tá beleza? Então então deixa eu só passar aqui, tá? Então ó, o básico faz a diferença, tá? O básico, ué, o básico Faz a diferença nesse nesse sentido. E a gente tem aqui, ó, a gente tem o pan gincen, né? Eh, a gente até o até acho que a Leila falou, né? Outras pessoas falaram no ginem, mas a gente tem o ginem, né? Que é um é um alimento aqui no Brasil, né? Por que alimento aqui no Brasil? Porque muita gente consome, né? Eh,
então a gente vende eh sob a forma de pó, né, geralmente, mas o Venha é uma espécie fitoterápico. Eh, a gente vai est falando da dose dele, né, do Medicamento fitoterápico, mas a gente vai falar aqui da da do uso tradicional, né, que o uso do pó. Então, ó, ó, o trabalho de incento. Então, também não um trabalho recente, é o trabalho de 15 anos atrás, ó, 14 anos atrás, trabalho 2011. Ele mostra assim, ó, efeitos do uso de genscen coreano em parâmetros de dano muscular à inflamação após, né, uma uma corrida esteira em seres
humanos, tá? Então, eh o que fica Observar aqui, ó, 18 atletas jovens, né? Então, atleta jovem, o que que é um atleta jovem? Ah, são adultos, né, de 18 a 40 anos, né, adultos de de 18, 20 a 40 anos. são adultos jovens, né? Ado meio idade de 40 a 60 anos. Então eles basicamente pegaram 20 g de pó de gem 100, deram préo 18 atletas adultos jovens e eles usaram essa suplementação por uma semana, 7 dias apenas. Então aqui eu não estou falando no medicamento fitoterápico, né, no extrato paronizado, Né, ou seja, no extrato
seco paronizado de 1 a 27% de higienocidos. Eu não estou falando isso, estou eh falando no uso do pó, tá? No uso do pó, né? Nessa forma 20 g por dia. É uma dose alta. Eh, 20 g de pó vai dar aí uma colher de sobremesa cheia de de gem coreano, tá? Eh, eu não sei se vocês já já consumiram gc coreano ou já consumindo, por exemplo, na forma de pó maca peruana. Eu já eh geralmente eu uso sobre eh com quando eu usava, né? Faz tempo que eu não uso, mas a gente Usa, eu
uso no no iogurte. Eu vou tomar de manhã o iogurte, coloco proteína, coloco aveia, coloco uma fruta e misturo o pó, tá? e fica saboroso. Então você pode usar isso, né, 10, 20 g de uma só vez, você pode dividir isso ao longo do dia, você pode usar no iogurte, você pode botar no suco, enfim, fica fica a forma que você achar mais confortável, né, que a posologia seja mais adequada para ti. Mas eh esse é o ponto, percebe, ó, a gente tá falando uso do pó, tá? Eh, Então, de novo, quando a gente fala
em fitoterapia, eu não tô falando unicamente do medicamento que você tem que comprar numa farmácia de manipulação ou tem que comprar numa farmácia. Não, aqui a gente tá usando sobre a forma de pó. E aqui, ó, eles fizeram um teste máximo de corrida. Então, de fato, eh, esse é um trabalho de corrida com atletas jovens que eles quiseram, eles colocaram os indivíduos para fazer o quê? Um teste máximo. Indivíduos Moderadamente treinados, tá? Não, não eram atletas profissionais também, não eram sedentários, eles eram indivíduos modernamente treinados, que é o que a gente atende no dia a
dia. E aí o que que eles avaliaram, né? Eles avaliaram aqui, ó, não avaliaram desempenho. Eles quiseram avaliar, né, claro, esse o volume de treino, né, em term em termos de de quantas corriam, mas eles avaliaram marcadores de dano muscular, né, a secar, avaliaram interleucina Seis, né, que é o marcador de inflamação e avaliaram alguns parâmetros, ó, de de insulina, né, insulinemia. eh, realizaram esse teste tolerância oral à glicose, né, um dia após. Mas o que é que foi legal desse trabalho e não e não trabalho, tá, pessoal, que avalia isso, são vários outros trabalhos,
mas eu trouxe aqui só para a título de de informação, até porque tem trabalhos melhor conduzidos do que esse. Mas eu quero mostrar para vocês, ó, eh o legal Desse trabalho é que eles avaliaram esses marcadores eh pré-exercício, um dia após o exercício, dois dias, três dias, quatro dias após. Ou seja, isso aqui é um desenho do estudo muito interessante, porque eles avaliaram antes exercício e avaliaram a recuperação pós exercício. Então eles dá, dá para ter uma noção cronológica do quão rápido aquele paciente, aquele esportista se recuperou. Ora, então, se Você tem eh uma uma
se você tem esses marcadores de dano muscular, de inflamação e de função, eh, sendo reduzidos mais rapidamente após o treino, isso denota a melhora da recuperação. Isso é muito importante, porque você consegue otimizar o desempenho se você consegue treinar mais vezes na semana e melhor. Porque algumas pessoas falam assim, né? Ah, aquele treino foi muito intenso, tá? do que adianta você dá um treino intenso por Semana, se você passa o resto da semana quebrado, você passa o resto da semana sem nem andar direito, você no outro dia não treina, não é verdade? você não vai
treinar no outro dia, então você deixa de melhorar, você deixa de dar o estímulo e a medida que você envelhece é isso. Eu não sei vocês, eu jogo basquete, fui at, eu fui, eu sou atleta de basquet, atleta master, fui, fui bolsicha do colégio. É, ano passado, ó, só ano passado a gente foi entrar, a Gente inventou de entrar nossa equipe amadora no campeonato e a gente foi pra final desse campeonato. Só que no na final a gente pegou os meninos da universidade que tinha tudo 19 anos, 20 anos. A gente perdeu a final o
jogo pau a pau. Eh, mas eu te digo, eu passei uma semana doente após a final. Eu nunca senti aqui na minha vida. Eu eu senti dores nas costas que eu não sabia que eu tinha aquele músculo, porque eu nunca tive isso. Você no né, no calor do jogo, Você não não alivia, você só vai, né? Mas eu eu te juro, foi foi no ano passado, em dezembro isso, eu passei uma semana doente, com febre, com dores, assim, que eu digo: "Meu Deus do céu, o que que é isso?" Aí não, isso é a idade,
isso é a idade. Então é isso, do que adianta, né? Percebe? Então se você no dia a dia e aí você está numa pós desportiva, vocês sabem disso, né? Vocês sabem disso que nem sempre mais é melhor no treino, né? Você tem que ter uma um Treino periodizado, né? O volume controlado. Para quê? para otimizar a adaptação. Então, então você fica doente, eu fiquei doente de fato com febre, com dores articulares, com dores musculares, uma semana para me recuperar, pensando que eu que eu tinha meus 20 anos de idade, né? Então, eh, esse esse é
um exemplo de estudo que mostra isso, que após um um estímulo, você pode acelerar sua recuperação. E eles mensuram esse esse trabalho não Mensurou, mas outros trabalhos vou estar mostrando para vocês, eles mostrando, por exemplo, a aceleração da recuperação, ou seja, após um um estímulo intenso, você se recupera mais rápido do ponto de vista de inflamação, do ponto de vista de marcadores de muscular e do ponto de vista funcional, ou seja, eh capacidade que você tem de contrair o músculo, do articular, do muscular. Eh, que é um outro exemplo que eu vou estar falando Para
vocês, você usar gengibre, você usar urucum, por exemplo, eles parece que eles melhoram essa recuperação pós- treino, por exemplo, em corredores de rua. Tem trabalho mostrando isso, tá? Mas a gente a gente fala isso isso depois, tá? Mas tá na aula. Beleza? Eh, pessoal, já vi al algumas pessoas aqui falando. Algumas pessoas aqui falando. Eh, vamos dar um intervalo. Tem um intervalo, né, Raíça? Não é isso? O intervalo das 10 horas. Tem sim, professor. Pronto. Vamos dar um intervalo, pessoal. Entro com todo aqui, tá? Eh, eu vi aqui algumas pessoas comentando, né, da idade. De
fato. É isso, pessoal. A recuperação é é não tem como, a gente tenta posergar, mas chega, então a sua recuperação não vai ser a mesma coisa. Então isso é importante ter em mente. Mas a ideia é essa. A ideia, percebo que a gente começou a falar agora de Fitoterapia, né, como pré-treino, mas pensando não só no desempenho durante o exercício, mas pensando na recuperação. Ou seja, se você consegue se recuperar mais rápido e com mais qualidade, você consegue continuar treinando melhor, né? mais intenso, melhor e com mais frequência, porque é esse volume de treino que
de fato que vai determinar tua adaptação ao exercício de fato uma melhora no desempenho, mas também uma melhora na saúde, tá beleza? Eu vi que Algumas pessoas comentaram algumas coisas aqui. A gente vamos dar um intervalo, né, agora dar uma parada. Raíça, quanto tempo de intervalo, professor? Você pode dar tanto 10 minutos quanto 15. Aí fica ao critério seu e dos alunos, tá? Vamos dar 15 minutos. Se o tempo de tomar um repol aqui meu cafezinho, minha garganta já tá doendo. Vou tomar uma aguinha. Vamos dar 15 minutos, tá? São 10:12, então 10:27 a gente
volta, Beleza? 10 minutinhos, 15 minutinhos aí de intervalo, beleza? Então é isso, pessoal. Até já. Bom café aí para vocês. Para vocês também. Voltamos, pessoal. Olá, pessoal. Voltando, voltando agora. Eh, tá todo mundo aí? Tá todo mundo aí, né? Deixa eu ver aqui minha tá tudo certo aí. Tá, tão me escutando, né? Tá beleza. Deixa eu só. Tá perfeito. Então, vamos lá, ó. A gente a gente parou aqui, ele era justamente sobre sobre isso que a gente tava falando, né? Ou seja, a capacidade que a FITO tem de otimizar alguns alguns parâmetros, tá? Eh, isso
aqui é só um trabalho com com gincen coreano, né? Opan em 100, mas não é o único tampouco é o único espécie vegetal que tem que tem essa demonstração de efeito. Então a ideia é que a gente mostrar ah agora, né, hoje vários vários vários desses exemplos mostrando assim, Mostrando que ah consumos em pouco tempo, né, não são necessários semanas de uso, a gente já pode ter desfechos clínicos eh positivos. Nesse caso aqui foi uma semana de uso, mas eu posso falar de outras espécies de tais com três dias de uso, eh, um dia de
uso só, ou seja, no pré-treino, de fato, já vai ter um efeito melhorador de desempenho, ah, e recuperação principalmente. Tá? Tá. Deixa eu ver Aqui. Tá, então é isso. Ele mostra aqui algum os trabalhos mostrando já uma recuperação acelerada, né, para alguns parâmetros, ó, no terceiro dia, outro já no dia posterior, ou seja, a gente a gente consegue melhorar esses parâmetros funcionais, eh, utilizando, por, por exemplo, algumas espécies vegetais, tá? Aqui também eu eu trago eh falei do ginencen corano, mas aqui eu trago um trabalho com rodola rosea, né, que eu falei agora para vocês.
Eh, Principalmente eu falei assim, ó, associando rodola com estimulantes, pode ter um efeito benéfico. E nesse trabalho foi só a rodola rose, tá? Mas por que que eu trou esse trabalho aqui, né? Um trabalho já há algum tempo foi publicado, ó, desde 2018. Então, por que que a gente sempre fala da data, né? que a gente vê de novo, a gente vê algumas coisas em rede social, eh, o pessoal reinventando a roda, né? Então, já não são coisas tão Recentes, né? Eh, e, e a medida que as publicações saem, a gente vai criando eh esse
corpo de evidência paraa aplicação de alguma dessas espécies vegetais. E quando a gente fala aí na rodea, rosa rodeola clássico, né, um adaptógeno clássico assim, ansiolito quando depressivo, ela tem várias mecânicas de ação, mas parece que ela atua inibindo a mal, né, que seria a monoaminoxidase, né, que que coincidentemente, né, tem alguns alguns Medicamentos alopáticos, convencionais que também atuam por esse mecanismo, né, ou seja, a monoaminoxidagem, monoaminoxidagem é uma é uma enzema que uma proteína que degrada monaminas, né? Então, dopamina, ah, ou seja, eh, levodopa, etc. Então, o fato de você inibir essa degradação dessas
aminas, você consegue manter a a ação desse gênero transmissões por mais tempo, né? Ou seja, associando-se aí, nesse caso a questões ansiolíticas. Mas por que que Eu eu trouxe esse trabalho? com um trabalho que foi observado em mulheres. Geralmente quando você pega para ver para ver os estudos, eh, tem poucas mulheres, né? Assim, os estudos são mais com homens. Eh, um dos fatores é que o ciclo menstrual das mulheres afeta a as respostas. E metodologicamente falando, pro pesquisador, eh, ter mais uma variável a controlar, no caso, o ciclo menstrual das mulheres, é muito difícil e
às vezes Não é prático porque é uma é uma equipe, né? é é uma equipe de atletas ali de uma modalidade coletiva que tem ciclos menstruais diferentes e é muito difícil. Então, por isso que sempre há há uma discussão nos estudos relativos a isso, pô, ó, uma limitação, porque não consideramos os ciclos menstruais, esse pode ser um fator de influência na no desfecho clínico. E eu trouxe esse trabalho porque justamente eles consideraram mulheres, tá? Então, ó, foi Um trabalho sempre cego, randomizado, cruzado e, ó, e 3D suplementação, tá? A gente pode criticar a a a
metodologia, né? Não foi duplo não foi duplo cego. Eh, mas, ó, tem uma força que foi cruzada, ou seja, eh, o a própria am foi seu controle. Então aquela questão que a gente fala assim, ah, pode ter sido, pode ser questões individuais, né, questões genéticas e tal, aí já descarta isso aqui, porque foi um estudo controlado nesse sentido, né, cruzado. Então, foi o que eles avaliaram. Avaliaram doses altas de rodea, rose, ó, 1500 mg de extrato, tá? Eh, paronizado em 3% de rosavinas e 1% de salidrocílios. É uma dose alta, tá? Eh, e versus placebo.
Geralmente a dose de rodear rosa ela varia, tá, pessoal, entre 250 a 680 mg do extrato seco, tá? Eh, mas essa dose é uma dose eh com eficácia em diversos contextos, mas aqui eles usaram uma dose muito uma dose alta de 1500 mg, não é porque você vai passar eh 4, 8, 12 semanas usando. Aqui foi um estudo, ó, de três dias de suplementação, tá? Três dias de suplementação. Então, eh foi um estudo, enfim, com essa dose aqui de rodolor rosa versus placebo. E eles fizeram o quê? O quê? Eles que eles se quiser observar
desempenha naeróbio, né? Esse utiliza um teste wingate, né? Desempenho para avaliar a capacidade anaeróbia do do dos indivíduos. Então, no dia do Teste, meia hora antes do exercício, eles usaram ainda, ó, 500 mg de estrato seco, ou seja, passaram 1500 mg usando 3 dias antes do do teste e no dia do teste, meia hora antes, usaram 500 mg. Eh, eu vou estar mostrando para vocês outros outros trabalhos com rodeola rosa eh que mostra confirma que o uso agudo da rodeola rosa sem ser necessário estre de suplementação, uso agudo eles têm o potencial de aumentar tanto
exercício eh de endurance, né, Corrida, bike, mas também exercícios de carta de força, tá? Vou estar mostrando para vocês mais para frente, confirmando esse trabalhos mais recentes, trabalho 2023, 2024, confirmando os achados nesse nesse estudo específico, tá? E aí, ó, quais são quais foram os dificis os diferenciais de trabalho? Eh, apenas mulheres utilizadas como amostra, né? Geralmente, como eu falei para vocês, não tem muito trabalho utilizando mulher. Fo foi usado um exercício carta Anaeróbio, né? Porque geralmente os estudos avaliam exercícios aeróbios, tá? Eh, quando a gente a gente fala em adaptó, geralmente são exercícios aeróbios,
tá? Porque já, por que que eles fazem isso? Porque como exercício aeróbio, né, de de alto volume, eh essa questão relativa à percepção ao esforço, né, é mais recorrente. Eh, por isso que os estudos se dão nessas nessas modalidades, tá? E terceiro, ó, com estudo agudo, apenas três dias de Suplementação. Então isso é muito legal. Isso é muito legal porque você que trabalha com atendimento clínico, a gente começa a periodizar, né, a dieta. A gente já faz isso na dieta, mas a gente periodiza o exercício, né, o treinamento físico e a gente periodiza também o
quê? Ah, as estratégias a serem utilizadas, seja usando um composto piativo, um fitoterápico, um suplemento, o que quer que seja, né? Então, é importante a gente ter ter esse Em mente, porque a gente reduz risco de efeito adverso pro paciente, né? Porque quanto mais coisa ele usa, a gente aumenta esse risco, mas a gente economiza o dinheiro do paciente, né? Porque é muito mais fácil ele usar eh um produto por três dias do que usar 12 semanas. E a gente tem um efeito aí positivo eh no desempenho e na recuperação, tá? Eh, aí aqui no
trabalho ele ele mostra, né, a com relação à capacidade anaeróbia, a percepção à Fadiga, volume total do exercício. A gente mostra que eh a força média, né, a potência, né, que a potência a gente associa aí eh a força com velocidade, né, com com texto de movimento. Então, aí tu observa aqui, ó, há uma melhora aqui e relativo comparado ao placebo com rodelo rosa. Eh, ah, cá, eu tô, isso aqui é é uma é um teste de wingate, tá? capacidade anaeróbia. Eh, só que a gente tem que lembrar, tem que ser crítico que eh o
fato de você aumentar esse teste Gate não éamente melhor desempenho. Lembra quando eu falei para vocês lá do início, né? O que que é desempenho, né? Eu mostrei o mostrei o goleiro lá com 150 kg, goleiro com obesidade, enfim. Então, mas isso aqui é um é um estudo 2018 e como eu tô falando para vocês, não é o único trabalho e mais recentemente eh há uma revisão sistemática com metaanálise mostrando isso, mostrando que em algumas modalidades há uma melhora desempenho, Tá? E a discutem mecanismo de ação e tal, mas são estudos que comprovam, né, que
ratificam esse esse estudo de 2018, tá? Ou seja, eh, não pensa, não pensa em fitoterápico como só sendo medicamento, fitoterápico. Tampouco não pense em um fit como sendo algo que você tem que usar por semanas para poder ter um efeito, não. Como eu tô mostrando para vocês, a possibilidade de efeitos aí eh no curto prazo, tá? Já mostrei trabalho com s dias em uso, né, de sem coreano. Esse agora eu mostro com três dias. E tem muitos trabalhos, incluindo rodeol rosa, incluindo Panagin 100 com uso agudo, ou seja, servindo com pré-treino. Qual a vantagem? Além
de aumentar o desempenho no exercício, ao que parece, há o potencial forte de quê? De tá melhorando recuperação, tá? E quando a gente fala em recuperação, a gente fala em função muscular, força muscular. A gente fala em marcadores de inflamação, a gente fala em marcadores de dano Muscular. Perfeito. Enfim, então, eh, potencial aí desse uso periodizado de adaptógenos. E aí, nesse sentido, como eu falei para vocês, existem adaptógenos brasileiros, né? Então, a gente fala que gincé brasileiro, né? Fáf paniculata, eh, com o nome cachorro, né? A gente fala catuaba, ó, damiana, Muiirapuama, guaraná. Eh, é
interessante falar isso porque são são plantas que parecem com propriedades adaptogênicas. E quando a gente vai falar em Adaptógeno, é, há uma confusão que, primeiro que não tem assim a na literatura, né, a não não tem um conceito do que do que seria um adaptógeno mesmo, né, não tem um conceito fechado, de modo que eh adaptógeno ele também e é um aumentador de libido, né? Eh, ele é uma rebit, então tem essas esses nomes coloquiais relativos a adaptógenos, por exemplo, eh, catuaba. A catuaba fala-se que aumenta libido, né? Mas parece que os efeitos da catuaba
na libido de fato é reduzir a reduzir a fadiga. Então, ninguém tem libido boa sem dormir, né, sem ter um sono no recuperador. Eh, de modo espécie efeito adaptogênico. E aí esse esse é esse seria uma ação indireta. pro aumento da libido, tá? Enfim, então tem essas essas essas especiadas, mas a gente tem, ó, trabalhos trabalhos já eh se a gente se vocês forem no portal da CAPS, né, das teses e dissertações, vocês vão ver que Tem muito trabalho com eh nossos adaptógenos, mas que ainda não foram publicados, mas a gente já pode ter acesso
aos dados, né, nesse banco de teses e dissertações da CAPS, tá? Então, aí tem, ó, várias adaptens aqui. São, aí tem a gente pode discutir as limitações metodológicas dos estudos, né, como por exemplo, sem sem grupo placebo, estudos abertos, sem análise de de várias variáveis fisiológicas, mas eh a gente vê o aumento do número dessas pesquisas Com os nossos adaptógensos, tá? E aí, diferentemente em diferentes localidades do Brasil. E a gente observa isso, né? Opa, deixa eu vir para cá. A gente observa eh alguns exemplos, né, publicados aqui, ó, na revista Brasileira de Farmacognosia, revista
eh de etnofarmacologia, enfim. Então eles discutem isso, essas essas questões aí do uso tradicional, discutem eh o estado da arte e por aí vai, tá? E aqui nessa Tabela, nesse quadro, eles mostram algumas algumas plantas anaptógenas com o nome popular da planta, né, o nome botânico, região que é encontrada e uso tradicional, tá? Então a gente vai estar falando sobre isso, sobre uso tradicional, né? Ou seja, sobre a fitoterapia tradicional, fitoterapia racional, etc. Pra gente saber as diferenças. Mas a gente traz esses slides aqui, só para mostrar isso para vocês, que que a gente tem
muito Adaptógeno brasileiro, né, que são que são cultivados aqui no Brasil. Entretanto, o corpo de evidência, né, a do ponto de vista de de pesquisa científica com essas plantas, eh, pode ser melhorado, né, no sentido de quantidade mesmo, né, são poucos estudos quando a gente compara com espécies asiáticas e espécies europeias e por aí vai, tá? Mas eh potencial grande, potencial grande. Ah, o mat, né, aqui então São coisas que a gente deve deve pontuar quando a gente fala em fito, né, quando a gente tá falando em adaptor aqui aqui no Brasil. Perfeito. Tá? E
aí a gente a gente continuando nessa nessa temática, né, eu vou passar isso aqui eh da Camasenses, tá? A gente só dando alguns exemplos aí do porquê, né, e tá assistindo fito, mas a gente fala com silênci camel silênci e pra gente poder extrapolar isso de falar, ó, ah, feito não é só pro pro Atleta de alternimento, eu trago esses trabalhos aqui e e é boa parte do que a gente atende, tá? Então vocês mesmos me disseram: "Pô, o que é que o que que é a fita esportiva? Pô, é melhorar rendimento, melhorar saúde do
indivíduo em diversos aspectos." E aqui eu trago isso aqui eu trago, ó, trabalhos também que não são recentes, né? Ou seja, pra gente mostrar que a gente não tá inventando a roda, mas ele eles eles Discutem aqui eh o efeito sinégérgico de fitoterápicos com exercício. E nesse caso aqui com idosos, com japoneses sarcopênicos. Olha, eu acredito que vocês atendam aí pacientes idosos, né, ou pacientes de meia ou pacientes voltando de lesão, né, pacientes eh voltando algum acidente, né, que tem sérias limitações funcionais. E aqui esse trabalho, ó, utilizou eh idosas, né, japonesas, ó, 128 mulheres
acima de 75 anos, 3 meses De intervenção e eles avaliaram, ó, eh, testes funcionais, né, levantar e andar. eh, testes de composição corporal e avaliaram um grupo controle sem nada, um grupo só exercício, um grupo só chá verde, um grupo chá verde mais exercício. E que ele mostra em torno de 540 mg de catequinas. Lembra quando a gente falou de catequinas do fitocomplexo? Aqui é tudo junto, tá? 540 mg de catequinas. Eh, um chá verde, um chá verde que você faz um infuso e um Chá verde contendo aí em torno de de 3 a 10
g da folha da droga vegetal, né, da folha seca, vai fornecer algo em torno disso, tá? Vai vai fornecer algo em torno de 200 a 500 mg de catequinas, tá? Eh, você usando, você usando a droga vegetal, o chá, você vai saber qual catequina específica? Não. Aí é uma limitação da fito, né? E a gente pode, a gente falou da força, ou seja, o próprio fitocomplexo é a força da da Fitoterapia, mas também nesse caso a gente pode pensar como limitação, porque apesar que da gente saber que tem 500, né, em torno em média ali
550 mg de catequinas, aí não tem como saber qual é a principal catequina ali daquele daquele alimento, né, daquele chá que você tá consumindo. Então, ao mesmo tempo que a força é a limitação. Mas o que é que importa? O desfecho clínico. Então, o que foi que a gente observou aí? Então, observou o seguinte, que Esses essas idosas com o mesmo treino, os mesmos hábitos mais ou menos, né, a mesma dieta, tudo tudo semelhante, eh teve um efeito benéfico relativo à massa muscular. Eu não vou aentrar nesses detalhes, tá? Porque avaliou com relação à biopedância.
A gente a gente pode ter uma a não é o momento a gente ter uma discussão mais aprofundada sobre as limitações ah desse método de avaliação da comporção corporal. Eh, é limitado, Mas o que quis observar aqui e eu vou e eu vou me pautar mais eh nos parâmetros funcionais, ó, aumento de velocidade na deambulação, eh, com associação de quê? De exercício e chaveiro. Ou seja, lembra daquele daquele efeito cinético do treino do exercício mais fitoterapia? Então, um estudo bem interessante, com muita gente, ó, três meses de intervenção, consumindo 540 mg de catequinas por dia
e gente que só treinava, gente que não fazia nada, Gente que só tomava eh o chá e gente que treinava mais mais uso de catequinas. Então, pois bem, do ponto de vista funcional pro idoso, foi melhor você treinar e fazer o consumo das catequinas. Percebe que aqui o idoso, ó, a gente tá falando em em capacidade funcional. Ora, o idoso sarcopênico, qual é a principal limitação do idoso? Conseguir andar, né? Tem independência, tem independência no dia a dia. Então, no idoso, ó, acima de 75 anos, tá? Eh, Qualidade de vida, ela pode ser mensurada, a
incidência de quedas é um parâmetro a considerar na qualidade de vida, né? Então, o idoso que cai, ele tem menos menor qualidade de vida. Então ele tem um ele tem um sistema osteoarticular, né, um sistema locomotor mais deficitário. Então vê, ó, só o fato de você colocar essas catequinas no dia a dia do paciente, percebe que isso não, ele não vai morrer ou viver por conta disso, né? Porque esses metabóticos Secundários não são essenciais à sobrevivência, né? Que a gente falou isso, né, sobre os fitoquímicos, mas eles otimizam saúde, eles otimizam performance, tá? Então, ó,
eh, a as catequinas mostrando essa melhora aí, na capacidade funcional. E eles discutem, eles discutem força também, ó, aumento de força, né? Ó, ó, aumento de força, mas aqui aumento de massa muscular da perna, né? É velocidade na na deambulação. Então, perceba, a gente tem Essas essas possibilidades de de aplicação com com a camélia cinenses, né? Elisa, levantou a mão. Qual a quantidade de folhas que foi usado? Lisa, nesse trabalho aqui eles usaram sobre a forma de medicamento, mas quando você fala na dose, esse trabalho usou em torno de 500 a 540 mg de catequinas.
E aí quando você fala nessa dosagem de catequinas, a gente fala numa dosagem aí que vai conter, né, essa quantidade de catequinas de 3 a 10 gol seca para você Usar num dia, né, o infuso. Então, ah, cai, quantas xícaras de chá não dá por dia? Xícara de chá, pessoal, é só é só a medida de caseira. você pode deixar a infusão mais ou menos concentrada, né? Então, geralmente a recomendação é essa, é de 3 a 5 g da droga vegetal da folha seca de 150 atrás 50 ml e de água para fazer o infuso.
Então você pode usar isso uma, duas, três ao dia, né? Então que vai dar em torno de de três, quatro xícaras por dia de chá verde, vai Fornecer algo perto disso daí, né? Algo perto algo perto dessa quantidade de 500 mg de catequines, tá? Então, seria mais ou menos isso, tá? Faço a pergunta. Alguém aqui na sala faz consumo de chá diariamente? Se sim. Qual? Diariamente eu pergunto. Por que que eu pergunto isso? Porque a gente, a posologia é algo importante, não, não basta você consumir um dia, né? Percebe? Esse foi um trabalho que a
gente trabalha 3 meses de Duração utilizando essa dose. Então, por isso que eu coloquei lá no slide inicial, o básico faz a diferença. Então, quem aqui quem aqui recomenda para vocês usar isso aí de três de três xícaras de de camela cinese por dia de chá verde? Eh, assim, é educação, é educação em saúde, né? É algo simples. Poxa, então aqui eu tô tomando, tô tomando água, geralmente o que que eu faço pessoalmente de manhã eu, eu, eu passo a manhã tomando café. Eu sou meio Que viciado em café. Eh, e à tarde o que
que eu faço? Eu tomo chá. Eu tomo chá e eu vario o máximo possível. Então eu faço a infusão, encho uma garrafinha dessa térmica, fecho e e passo a tarde tomando. Então é algo que muito saudável, que eu tô estudando, trabalhando, tô tomando o chá. Ou seja, é uma fonte que eu consiga que eu consigo ingerir polifenóis por dia numa quantidade numa quantidade boa, percebe? E é o pessoal, ó, o pessoal sim, não, Né? Eh, moro no Sul. Aí a Ana, a Ana mora no Sul. Então, mate aí só, só toma isso, né, Ana? Vocês
passam o dia inteiro tomando chimarrão aí e lex paruanense, né? Aí a Marigle faço sim, Capin Sant, Camomila, eh, e por aí vai, né? Isso aí. A Lisa fala: "Menti professor, eu tomo sim, mas é o chá que o hospital faz no café". É, então um pouco. Ana, Ana do Sul, eu me lembro, Ana, eu acho que em 2012, eu Acho, 2012, 2013, eu fui dar uma aula de pós eh em Porto Alegre. E aí foi a primeira vez que eu vi isso, né? Só foi a primeira vez que eu vi isso, eu dando aula
e aí vocês prepararam um chimarrão, sei lá, toma tinha 25 pessoas, não sei. E é costuma de vocês aí, né? Vocês preparam um chimarrão e e era meio que coletivo, né? vocês saíram distribuindo pessoa a pessoa, dando aquela, dando, tomando, cada pessoa tomava um pouquinho, né, no Chimarrão e a e a sala inteira fazia isso assim. Então a gente passou, eu me lembro, passou o final de semana inteira o pessoal do de Porto Aga fazendo isso, né? É coletivo mesmo. É exato. Eu nunca tinha eu nunca tinha visto isso. Primeiras que eu vi esse uso
coletivo do do eh do mate, né, do chimarrão e tal. E isso é um costume muito muito bom do pessoal do Sul. Eh, e não só o pessoal do Sul, né, Ana? Eh, o o uruguaio, né? Uruguaio tem Muito disso porque na mesma região, né? Argentina, Uruguaio. Então a gente aqui no time basquete, a gente hoje tem quatro estrangeiros, né? A gente tem a gente tem um argentino, aí tem um panamenho e a gente tem dois americanos. E aí que já teve uruguaio, já teve já teve venezuelano e geralmente o pessoal da América do Sul
toma muito muito chá, muito chimarrão, muito mate e é muito costume deles. Então ele sempre vem com a com a coisinha do chá para tomar, né? Ó, a Maria Mela Rodrigues, ó. Sim, sou Uruguai e aqui é só chá preto. Perfeito. Então isso é uma coisa que o que o brasileiro não tem o hábito, né, desse consumo de de chá. Assim, não tem como como o sul-americano, como o o venezuelano, uruguaio, eh argentino. Então isso é é um hábito muito bom. Mas o que que o que que eu falo para vocês é isso? É é
são coisas simples que fazem diferença. Ó, o uso de drog vegetal a gente diariamente pode trazer uma uma Diferença grande pra gente, né? Então essa é a ideia. Então, eh, mas aqui, aqui o fornecimento foi em torno disso, em torno de 540 mg, tá? Então, no chá verde, a folha do chá verde, seria isso, algo em torno de de 3 a 10 g da droga seca, né, da folha vegetal, né, eh, fazendo infusão ali para ter para ter o consumo desses polifenóis, dessas catequímicas, tá? E aí, pessoal, eu trago esse outro trabalho também com idosa,
o trabalho 2018, dessa vez com 62 homens, acima de 65 anos. E esse trabalho, ó, ele teve testes funcionais, ó, oito semanas de duração foram testes funcionais. Eles treinaram musculação, eles fizeram, eles avaliaram eh exames de sangue, eles fizeram avaliação por dexa, né? E o mesmo desenho de estudo, um grupo lacebo, um grupo só exercício, um grupo só chá verde e um grupo exercício mais chá verde. Essa dose aqui é uma uma dose, ó, Bem bem pouquinho de epicatequin, ó, mas foi para epicatequina, ó, e 1 mg por kg, né? Então você com 60 kg
aí estar ingerindo uma dose de epicatequina, tá? De 60 mg. E aí o que que eles observam aqui? Eles observam, eles avaliaram miostatina e folistatina. Eh, eh, meostatina tá associada ao quê? A inibição do crescimento muscular. E folestatina, o inverso, né? Folestatina e meioostatina tem esse efeito, esse efeito é Contrregulatório. O que foi que eles eles eles eles mostraram aqui nesse trabalho, né? Eh, eles mostraram que ah o uso de de o treino de musculação mais epicatequina nessa dose de 1 mg por kg, eles aumentaram força de membros inferiores e de membros superiores, ó, eh,
supino e leg press, né? Esse mes avaliera aqui. Houve um aumento de folistatina e redonção de meostatina no grupo exercício mais mais chá verde. Ah, ou seja, a gente escuta muita coisa Falando de miostatina em rede social, né? Eh, inibidor de miostatina na nutrição. A gente precisa ter um cuidado com isso, porque isso não determina função. É só é só mais um parâmetro que eles avaliaram. Mas resumindo a história, parece que em idosos, em idosos que treinam, parece que é interessante você usar essa fonte de polifenóis, nesse caso aqui eles colocaram cataquinas de maneira geral,
eh vai ter um efeito sinégérgico, ou Seja, eh os idosos que só treinaram, né, os idosos que só tomaram eh eh chá verde e mas e os idosos que treinaram e tomaram chá verde, nesses grupos houve uma melhor funcional, como a gente tem mostrado aqui, aumento de força, né? E nesse caso aumente força tanto de membro superior como de membro inferior. E aí é uma discussão, né, de de uso de uso se iníbou naomestina, mas enfim, isso é uma é uma discussão mais ah mais molecular, digamos assim, mas que tem um impacto Funcional, como demonstrar
aqui nesse nesse estudo, tá? Então percebam que de fato detalhes faz a diferença, tá? Então, atos simples que podem, nessa população específica aí de idosos, elas podem ter a importância clínica bem interessante. Por quê? Porque são é uma população frágil, né? Uma população que que pode que pode piorar muito rapidamente, é mais sensível, mais susceptível a a amorbidade, tá? Então vê, uma coisa simples, o chá, digamos Assim, a gente poder estar usando no dia a dia. E aí eu trago também, ó, outro trabalho 2019. Aí aqui utilizou eh atletas eh do CrossFit e usaram o
extrato o extrato seco do do chá verde. E aqui eles quiser eles quiseram ver, né, eles quiseram ver eh em Atlétic Crossfit se o extrato seco se ele aumentaria a capacidade antioxidante do sangue e vocês aumentariam se terem algum efeito no BDNF, né? O BDNF é aquele fator Neurotrófico derivado do cérebro, né? Não sei se vocês já leram. Ó, a Maria, a Maria perguntou: "Professor, o uso de chá nesses idosos é população saudável sem doenças cardiovasculares?" Exatamente, Maria. Era era eram pacientes saudáveis, tá? Não eram pacientes de contexto clínico sério. Eram idosos sarcopênicos, né? eram
doses que tinham que tinham alimentações e a gente sabe que nesse tipo de paciente tá mais septível a ter Patologias de maneira geral, mas não eram pacientes que tinham que tinham doenças cardiovasculares consideráveis, que eram hipertensos, não tá? Eram pacientes sarcopênicos, ou seja, eh tinham limitações funcionais relativos à massa muscular, tá? Ou seja, eh é o reflexo, né? Boa parte que ainda atende para 11, né? Então, sempre tem sempre tem essas comorbidades aí, tá? Eh, e esse é o trabalho aqui do CrossFit, né? O trabalho do CrossFit Mais pro desempenho. O que foi? Eles eles
observaram que não houve melhora no desempenho aqui, até a conclusão, ó. É, não houve não houve seis semanas de suplementação, eh, não houve não houve melhora do do desempenho, tá? Mas aqui, ó, parece que aumentou essa esse BDNF. Então fica, a gente vai falar de BDF, BDNF já, mas eh chá verde parece que melhorou aí esse BDNF, ou seja, esse fator neurotrófico derivado do cérebro Em atletas do Crossfit, tá? Mas não melhor desempenho nesse nesse nessa população, tá? Mas de novo, que a gente mostra, perceba aí a a as diversas aplicações, né, os diversos efeitos
que um simples hábito que a gente pode adotar ele pode ter na na nossa fisiologia, tá? E aí a gente começa eh a gente começa começa, ó, a Leilha a Leila fala assim, ó, faça o uso do chave de de maneira regular. Passei a produzir também com bucha por Aprender que a base era camelhaenses. Fermentar deve ser melhor. Leila. Eh, eu eu me debrucei sobre combucha já alguns meses pro estudo e tal, porque vendo vendo, né, o os potenciais benefícios, né, da combucha, mas uma coisa muito muito recorrente que fala-se eh sobre a combucha é
nos processos de produção, sabe? Então essa fermentação aí, a depender da forma pela qual você faz, né, da se você é uma produtora que vende ou nessas Empresas, eh, os processos industriais são assim muito importantes, sabe, no sentido de, eh, da própria qualidade prima, da matéria, da qualidade da matéria-pra, né, ou seja, da da caminência que você utiliza, do tempo de fermentação, eh, da temperatura, da altitude, da umidade. São muitas são muitas variáveis que você tem que controlar muito bem porque porque você ah tendo alguma inadequação num Desses pontos, você pode estar criando sempre de
bactérias, fungos, eh você pode estar degradando as catequinas, os polifenoló gerados e por aí vai. Então uma área muito interessante e pro pessoal da tecnologia dos alimentos aí da nutrição, né, que vai para essa parte de engenharia de tecnologia. Eh, são essas variáveis que a gente tem que considerar, tá? E e é isso, né? Aí você faz você faz pro uso pro uso pro uso pro uso pessoal, Né? É, mas é muito interessante. É uma área é uma área bem interessante que eu tenho uma amiga até que tem uma empresa de combucha, ela ela quem
me falou isso, né? E e ela me falou e eu comecei a ler sobre foi muito por conta dela, da germana e e é uma área muito interessante assim, sabe? É, tá beleza. Mas a gente precisa, a gente precisa para vocês que não são da fito, a gente precisa eh entender isso, ó. Quais são as modalidades da Fitoterapia? Ou seja, o que que o que que se estuda na fito, né, digamos assim, assim, quais são quais são essas abordagens? Porque existem abordagens diferentes de fito. E aí para entender um pouco sobre sobre isso, eh, a
gente a gente a gente tem que saber, tá? Mas antes de de adentrar nesse nesse nessa nessa parte, a Iane falou aqui, né, perguntou perguntou aqui no chat, professor, sempre ouvi dizer para variar o uso de chás, exemplo, um Dia chá verde, outro hibisco. O que você diz sobre isso? Eh, vamos lá, ó. E é muito bom, né? Assim, a gente precisa por que que por que que existe essa essa recomendação na variação? É porque se antes disso eu perguntava para vocês, ó, assim como dieta, assim como na dieta a gente, o que que a
gente sempre sugere com relação à dieta? Tem uma dieta variada, né? Quanto mais variada, melhor. Por quê? Porque tendo uma dieta variada, você vai est variando As vitaminas, os minerais consumidos, né? Os compostos biativos e por aí vai. Eh, e da mesma forma o consumo de espécies vegetais. Então, se você, por exemplo, se você eh se a gente considera assim, ó, por que que se eu perguntar para vocês qual qual a recomendação mínima em termos de porção de fruta e verdura que a gente deve consumir por dia para ter saúde? Por que que eu pergunto
isso? Porque geralmente Em aluno graduação a gente a gente em rede social também, né, a gente vê eh a gente observa uma discussão que assim: "Ah, tal alimento é proibido, né? Eh, tal produto é ruim para consumir, é proibido." E eu acho que isso é uma abordagem limitada da nutrição, né? Da dieta, como tudo. A gente às vezes foca no que não é para comer, mas na verdade o nosso foco devia ser outro. O nosso foco devia ser assim: o quem deve consumir Diariamente para garantir saúde, porque ninguém segue dieta 100% do tempo, concorda? A
gente sempre come uma besteirinha, mas a a ideia a gente sempre fala da questão do equilíbrio, né? Então a ideia é você consumir diariamente as coisas boas de se consumir e sempre tem também um pouquinho de besteira, o que é normal. O que é normal e é saudável até, né? A gente tem que entender a alimentação não só com não só no parâmetro fisiológico, Mas no parâmetro social, né? no parâmetro psicológico. Então, a alimentação é isso, tá? Beleza? Eh, mas o que é que importa no dia? Assim, o que importa no dia é você consumir
o número mínimo de de frutas e verduras por dia, que vai fornecer uma quantidade de fibras e principalmente polifenóis. Isso é o que importa. Então, não é bom você só consumir açafrão por dia. Ah, eu eu gosto de açafrão, vou me entupir. Não, não é bom consumir só só Açafrão por dia e consumir outros outros compostos biativos. Por quê? pela questão de variedade, de diferentes efeitos fisiológicos. E a e daí vem minha pergunta, eh, quantos gramas, né, ou melhor, quantas porções de fruta e verdura estão associadas com menor risco de morbre mortalidade por todas as
caudas? Tem trabalho mostrando isso. E alguém falou aqui, ó, Ana, a Ana falou, ó, tenho também, tenho essa dúvida, eh, 400 g por dia. É mais ou Menos isso. Então, o que que o pessoal mostra? Os trabalhos most que você consumir pelo menos de 6 a 10 porções de fruta mais verduras por dia, está associado a menor morbe mortalidade por todas as causas. Então se você consumir de seis a 10 porções de fruta mais não é não é seis de fruta e seis de verdura, é dos dois juntos, tá? 6 a 10 de maneira geral,
pode ser um pouquinho mais, 6 a 10 por dia, você tá associado a uma Menor mordea e mortalidade por todas as causas. Isso vai dar mais ou menos o que vocês estão falando, algo em torno de 500 g de frutas mais verduras por dia. Então se você consome de 400 a 500 g de fruta e verdura por dia, mas é difícil pro paciente saber o que que são 500 g, né? Ele não tem, ele não tem noção de medida caseira, então ele tampouco ele vai pesar, é difícil ficar pesando sempre. Então a gente vai para
essa questão de De medicaseiro. Então você consumir de seis a 10 porções de fruta mais frutas e ou verdures por dia, você vai tá tendo um menor risco de mor mortalidade por todas as causas. Isso vai dar em torno de quantos? De 500 mg de polifenóis por dia, pelo menos. Então você consumir algo em torno de 500 mg de polifenóides, pelo menos por dia, eh, e de diferentes e de diferentes fontes alimentares, você vai estar Garantindo saúde. Então, acho que esse é o foco da gente. Então, o foco do profissional de saúde não é proibir
alimento, pô, se proíbe em casos pontuais, né, em alergia, intolerância, alguma coisa assim, de maneira eh pensada, né, planejada. Então, o foco não é esse. O foco não é você eh eh proibir alimentos, porque quando você proíbe uma coisa, a pessoa vai querer comer aquilo dali, né? Fica algo mais saboroso, né? é aquela e é fora da lei. Então, bom, não é proibir, é você ah consumir as coisas boas de maneira frequente. E aí uma maneira fácil é você fazer isso, é você consumir algo em torno de 500 mg eh de polifenóis, ou seja, seja
10 porções de fruta mais e ou verdura por dia. E aí vem essa vem esse ponto, né, quando a a tua pergunta eh Iane, né, com relação à variação, a ideia é variar. A ideia é variar. Então vê, ó. Eu falei para vocês que você consumir algo em torno de de três a Cinco xícaras de chá verde por dia, você vai consumir algo em torno de quê? Ali algo perto de 500 mg de catequinas, né? Então, então, então a o principal objetivo é esse. Então, se você consegue fazer isso diariamente e de maneira e de
maneira variada, Ian, é perfeito nesse sentido, tá? Porque você consumindo esse essa quantidade de polifenois, você vai estar garantindo ali, né, uma uma função endotelial boa, né? Você vai est Garantindo ah uma função hipotalâmica também boa, né? Porque muitas vezes polfinóis atuam, né, nesses centros de nesse centro de de fome e saciedade, né? Então a gente fala nessa questão da da fome saciedade, eh, e por aí vai. Mas aí quando você tem alguns casos específicos, Iane, eh, sentido de pressão alta, dor articular, etc., A ideia é você sempre tentar consumir aquela espécie vegetal diariamente, né?
Então, pô, visando pressão arterial. Então, é bom quando você é pré-hipertensa, alguma coisa assim, né? Tem um paciente pré-hipertense. Hipertens grau um e você pensa em alguns champertensivo. É importante que você é importante que você eh que você consuma diariamente aquela espécie vegetal específica, né? porque tem aquele aquele desfecho clínico favorável para aquela questão, entendeu? Para aquele contexto. Então isso é importante, tá? Aí a gente Pergunta ainda também, ó, eh a falar quantidade também de preparo do chá para água. Então, a gente tem, eu posso eu posso eu posso colocar, eu vou botar, se você
se você colocar eh no Google, né, Farmacopeia brasileira, né, Farmacopeia brasileira, você vai tá vendo um documento oficial, né, aqui do Brasil, né, da nossa agência, agência sanitária, né, que vai est falando sobre isso, tem formas de preparo, dosees, etc., né? Mas se você botar farcopia brasileira no Google, eh, vai sair lá o o o essa esse documento que orienta forma de preparo, dose, etc. Você vai ver que nem sempre eh aumentar a temperatura demais é bom, porque você acaba você acaba extraindo coisas que não era para extrair. Então, pouco eh é importante também o
tempo de infusão, o tempo de decção, sabe? Então, é algo que a gente, essas variáveis a gente tem que tem que saber, tá? Eh, e aí varia de uma espécie vegetal para outra, né? Então, você pega Folhas, é melhor fazer um infuso. Você pega uma canela, que é uma parte dura, melhor fazer uma decoxção. Então, eh, varia a depender da parte da planta, tá? Mas na farmacopia brasileira, eh, e também na europeia tem isso. Eu vou aqui, eu tenho aqui, pessoal, eu eu vou procurar, tá? Eu me [Música] me eh comprometo fazer isso no intervalo
aqui da da aula amanhã. Eu vou procurar algumas referências que eu tenho eh de Alguns materiais assim já preparados que sugerem fontes de referência em em fitoterapia, que mostra base de dados, que mostra documentos, eh, públicos para vocês terem acesso, tá? E fala assim muito sobre isso, posologia, sobre forma de preparo, sobre dose, sobre tempo de uso e por aí vai, porque aí facilita, tá? Eu eu não tenho aqui ass de pronte fácil, eu teria que parar um pouquinho para procurar no meus arquivos, mas aí quando aí tiver uma parada no intervalo Eu faço isso,
tá? Até para não a gente não não alterar o o tempo da aula. Beleza? Lilian? Tu levantou a mão, tá? Lilan, acho que apertou por engano, por engano, tá, Lilian, se tu pudesse falar, tu tu apertar, tu fala no chat, tá? Que a gente que a gente que a gente continua, tá? Mas é isso, Anne. Eh, essa é uma é uma boa recomendação, tá? Porque você variando, você vai tá variando a quantidade, né? Vai tá variando os polifenolóis Consumidos. Mas eh aspecto central é isso. Aspecto central é você garantir um consumo de polifenóis adequado ao
longo do dia de maneira frequente, tá? Então por isso que o nosso papel como profissional de saúde, né, como educador, né, educador em saúde, porque são coisas simples que fazem que fazem eh diferença, tá? Mas vamos lá, ó. A gente fala aqui, ó, quais são as modalidades da fitoterapia, né? Então, eh, como é que a gente como é que se Estuda a fitoterapia? A gente tem três modalidades, ó. a fitoterapia popular, a fitoterapia tradicional e a fitoterapia eh científico occidental, tá? Então, a gente fala em fito, a gente fala nessas três abordagens que anota aí,
essas abordagens não são excludentes, elas não se excluem, elas se complementam, tá? Então são abordagens eh que se complementam, nenhuma é melhor do que a outra. ela uma continua a outra, então elas estão fortemente associadas, tá? Por que que eu digo isso? Porque quando a gente fala em fito, essa questão do uso tradicional é importante, tá? Eu vou est falando, vou vou est falando o que que seria isso, porque quando a gente fala em fito, é um pouco é é diferente de de suplementação nutricional, tá? É diferente de suplemento alimentar. Então, a gente fala em
fito, tem esses esses porquês aí, digamos assim, pra gente tá tá levando em conta, tá? Então, o que é que seria a fitoterapia Popular? Eh, geralmente a fitoterapia popular é aquele con aquele conhecimento eh restrito, em que sentido? restrito a uma localidade, a um local bem definido. Então, a gente tem, né, nossa avós aí, nossa mãe, a gente tem aqueles aqueles conhecimentos, ah, tal planta, né, que a gente de uma localidade específica, de uma região. Então, ó, eh é uso doméstico, né, doméstico e comunitário de plantas, tá? Então, integra aqui o o o chama público
De saúde, né? E aí a gente fala em educação e saúde, mas eh então, ó, tem um fortíssimo componente cultural, político e religioso. Então, a gente fala na fita popular, né, na fitoterapia popular, que é conhecimento restrito, né, restrito a uma localidade, eh, que não tem registro escrito, né? E a gente começa, é uma fonte de informação para investigação científica. Então é é daí que daí que as coisas Começam. É como se a gente percebesse assim, né? a gente mora numa numa região, a gente fala assim, a gente costuma fazer chá daquela daquela planta ou
costuma usar sobre a forma de tempero. E você percebe que aquelas pessoas que fazem esse uso não ficam com dor de cabeça. Mas aí você não tem, né, assim, com essa informação, você não tem questão de dose, de segurança, você não sabe se uma gestante pode tomar, se o Idoso pode consumir. Então aquela coisa, aquele conhecimento restrito, específico para uma determinada, uma determinada situação e é não tem registro escrito e é e é limitado nessas nesses aspectos. Então isso aqui é fito popular, não é que é pior ou melhor do que outra abordagem, mas é
uma abordagem que se complementa as outras e geralmente, ó, é fonte de informação para pesquisa científica, tá? E aí tem outra outra abordagem, então isso aqui é a popular e Tem a a filoterapia. Opa, a gente tem a fitoterapia tradicional, né? Na fitoterapia tradicional já é um pouco diferente. Eh, na fitoterapia tradicional ela já tem, ó, um registro escrito, tá? Da sua prática já tem eh registro escrito, tá? E ela existe por pelo menos, ó, a em torno de 30 anos, né? Então, enquanto a popular, aquela coisa, aquela coisa bem localizada que não tem registro
escrito, etc. nada tradicional, já tem registro Escrito eh por algum documento sanitário do país, né? Eh, já esse conhecimento já acontece por pelo menos 30 anos, então não é algo tão recente, é algo que já vem de várias décadas, tá? Eh, e tem aqui, ó, e tem essa fonte também serve como fonte de investigação científica. Então, percebo que começa-se com conhecimento popular, ao longo do tempo ele vai se consolidando, ele vira esse conhecimento tradicional, tá? E ele entrega aqui eh e essa fita tradicional Integra, por exemplo, as farmacopeés. Então, quando você fala em em fitoterapia
chinesa, né, fitoterapia russa, indiana, né, então a gente já fala isso em fitoterapia tradicional. Existem, pessoal, e anotem aí, anotem também, existem a farmacopeia, eh, fala farmacopeia europeia, tá? Farmacopeia, eu vou passar isso para vocês também, né, que é a EMA, né, que é a tem uma parte da EMA, né, que isso é Agência europeia de medicamentos, é como se fosse a nossa Anvisa, tá? Eles têm um documento eh com essa esse esses usos tradicionais de espécies vegetais, tá? Então, assim como a gente tem a nossa farmacopeia, eles têm a farmacopeia europeia, aí tem a
chinesa, tem a indiana, tem a russa. E eles ele é bem é bem legal que eles mostram tal espécie vegetal para que é e a posologia. Mas quando você fala em fito tradicional é algo bem específico e é um contexto, tá, Para alguma doença, alguma coisa assim. E geralmente essas farmacopeas são para quê? São para doenças autolimitadas. Tá? Ou seja, é uma gripe, é uma doença que naturalmente ela vai ela vai se curar sozinha, digamos assim. Então existe documentos escritos para essas para essa para esses contextos, tá? Então a gente a gente vê escuta muito
falar, né, sobre medicina tradicional chinesa. Então a fitoterapia faz parte disso, da desse conhecimento tradicional Da China, tá? Então é isso aqui. Então qual é a principal característica da da fitoterapia tradicional? eh um long eh existe registros escritos e é uma é um longo tempo de uso, pelo menos 30 anos, tá? Então, enquanto que a fito popular não não tem isso, beleza? E além disso, a gente tem a fitoterapia científica, né? A fitoterapia racional. O que que a gente entende por isso é que nessa modalidade utiliza-se o método científico como maneira pela qual a Gente
determina eficácia, segurança e qualidade dos produtos, tá? Aqui no Brasil, eh, nas faculdades, né, nas nas graduações, a gente essa a utiliza os conhecimentos dessa abordagem aqui, tá? de novo, ela não é melhor nem pior do que as outras duas, elas são complementares. Então, geralmente tudo começa aqui na fitoterapia popular, eh, ao longo do tempo ela vai se consolidando, né, e a gente considera como sendo uma abordagem tradicional. E Após essa tradicional, né, quando começa as pesquisas, a gente começa a entrar nessa nessa fitoterapia científica ocidental. Ou seja, e o método científico ele organiza informações.
Então ele começa, por meio dos trabalhos científicos, ele começa a avaliar dose, ele começa a avaliar segurança, ele começa a avaliar aplicações em diferentes eh populações e é por aí vai, tá? Então, eh esse conhecimento é um conhecimento sistematizado, organizado. Por que que a gente fala isso, tá? Eu vou vou passar aqui. Por que que é importante a gente falar isso? Porque eh então aqui, ó, emprego de de pesquisa, né, pesquisa médica, né, de boas práticas de de de produção em evidências científicas, né, prática baseada em evidências, tá? Eh, também baseada como conhecida como fitoterapia
racional, tá? E sempre falo, ó, qualidade, eficácia e segurança, tá? E nessas boas práticas de produção, Manipulação. Por que que a gente, por que que é importante falar sobre isso? Porque na época da pandemia, eu vinha muito colega assim dizendo assim, ah, dizendo tipo assim, ó, sobre sobre o própolis, o própolis não serve para nada. Só falava porque não tem evidência científica. Se você for no Pubmed, não serve para nada porque não tem evidência, não tem trabalho científico, os trabalhos que tem são poucos, etc. Isso lá em 2020, o pessoal Falava muito isso. Só que
quando você fala sobre isso, e aí que isso é algo diferente de de suplementação, é importante saber que a fito tá tá enraizada nesse nessa nesses outros sistemas de saúde e que tem um histórico, né, um histórico muito grande nesse sentido. Então existe uma evidência de efetividade, né, que seria esse uso tradicional. E aí pessoal falava, tá vendo? Própo não tem nenhuma evidência, não serve para nada, etc. Só Que desde então, né, 2020 passaram esses anos e aí você começou a ver uma explosão de trabalhos científicos mostrando o própolis, mostrando o o extrato seco sobre
a forma de cápsula, eh o extrato líquido, etc., mostrando já evidências, por exemplo, de redução da incidência de infecções respiratórias, eh, e pacientes com DPOC, etc. Então, quero mostrar para vocês que eh evidência de ausência não é ausência de evidência. Então, quando você fala em Fitoterapia, é importante sim a gente tá considerando esse essas abordagens, porque não não é porque que não tenha um um um né, um trabalho ou vários artigos publicados que a gente não pode estar usando a nossa prática clínica se considerarmos essa tradicionalidade de uso, tá? Então a gente observou isso lá
no início da pandemia em 2020, mas passaram-se alguns anos e a gente começou a observar pela própria interesse, né, de infecções aéreas, Infecções das vias aéreas superiores, começou a observar eh diversos trabalhos com planos que não eram tão estudadas antes sendo estudadas. Então isso é importante a gente a gente considerar, tá? Então eh quando você fala em fito, considera isso, tá? Eh, que é importante a gente ter ter esse considerar essa essa tradonalidade de uso, tá? E aí a gente mostra isso. Então, a gente tem essas abordagens e aí só um adendo, né? Cuidado, a
gente tá falando de Abordagem, cuidado que essas coisas que a gente vê em rede social não é fáb, né? Assim, desde desde então a gente observa alguns anos aí o pessoal morrendo, né? Ahã. De vez em quando eu sempre escuto, eu sempre vejo isso notícia na internet, ó, fulano morreu porque usava o fita trápico. Cuidado. Eh, nessas nessas situações aqui, eles não estavam consumindo fitrápicos, tá? Eles estavam consumindo produtos irregulares que tinham várias coisas misturadas. Dentre Essas várias coisas tinha eh ativos vegetais, mas isso não é um fitoterapico, tá? Então é importante a gente a
gente eh ter isso em mente. Então a gente tá falando de fito, né, de fitoterapia, de plantamentos, não, isso aqui era um isso aqui eram produtos irregulares, tá? Tem uma porrada de coisa misturada. Isso aqui não é chá, tampouco é fitoterápico, tá? Então só só um adendo aí pra gente ter ter vocês terem ciência disso, tá? Mas aí a gente Observa isso, ó. A medida que a medida que que a gente vai vendo, vai estudando fito, né? Hã, o produtos eh apícolas e por aí vai, né? Mel tá aqui dentro, ó. E tu observa o
uso de mel, ó, no exercício. Então, será que mel é só carboidrato? Não. A gente fala no mel, ele tem vários componentes bioativos que melhoram, por exemplo, recuperação ao treino, né? Tem essa visão mais mais holística. Então, a gente fala aqui, eu Botei o mel, será que é só malto para melhorar desempenho? Não, né? Não. Então me opção é tão boa porque contém carboidrato, mas também capaz de melhorar diversos aspectos da resposta imunológica. E quando a gente fala no cara que treina, é muito comum, né, a a gente passar pelo quê? Por uma imunossupressão do
exercício, por exemplo, né? Então, então a gente começa a falar em fito, eh, não pensem só em caloria, né? É uma coisa que a gente Muito do esporte pensa, aumentar desempenho, aumentar desempenho, mas vários trabalhos mostram, por exemplo, melhores relativas a incidência de infecções respiratórias, tá? Então, a gente que é uma publicação que eu fiz faz tempo, ah, mas que é importante esse esse esse aspecto aí mais holístico, tá? E a gente fala muito de suplementação. Eh, e da mesma forma, própolis, ó, a gente começou a observar própolis desde então, eh, algum alguns trabalhos sempre
Publicados relativos a própolis no exercício, né, em exercício de alto rendimento, como também no contexto, deixa eu vir para cá, ó, no contexto mais de saúde, tá? Então a gente pega trabalhos aqui com diabetes tipo dois e a gente vê trabalhos associados a própolis aqui como tendo o efeito, por exemplo, prebiótico, né? Ah, vocês t pacientes que sempre têm eh transtornos gastrintestinais com diarreia, com Estipação, etc., né? Então a gente começa a falar no própolis, né, que geralmente aí eh você usar aquelas doses de 30 a 60 gotas por dia, né, naqueles extratos secos que
vendem, né, que vai fornecer algo em torno aí de 300 a 900 mgh de fitoquímicos do própolis, ele tá associado a a menor incidência de transtornos gastestinais e também tá associado a à menor incidência de infecções de vias aéreas, tá? Então, ó, a coisa que é do conhecimento Tradicional e e começa começar a sair publicações sobre o própolis nessas formas farmacêuticas, tendo um efeito benéfico, tá? Então, a gente começa a ver isso. Então, é importante considerar essas essas abordagens eh da fitoterapia de modo que de modo que a gente começa a observar, ó, trabalhos ah
investigando isso, tá? trabalha investigando eh a aplicação do própolis no contexto de exercício, tá? Então é importante de novo ter em mente essas Abordagens. E aqui ele mostra, por exemplo, eh o uso de própolis, né? H, algo em torno aqui varia de 300 a 900 mg por dia, que se você providencia um produto, um produto de engotas, né, que ali tem o extrato alcoólico, não alcoólico de própolis, ele vai dar o em torno de 30 a 90 gotas por dia. E eles mostram aqui alguns efeitos já observados em indivíduos fisicamente ativos, eh, aumentando a ação
de enzimas Antioxidantes, né, tipo glutationa, né, aumentando a capacidade antioxidante total do plasma, eh reduzindo alguns parâmetros de inflamação, ó, então existem eh existe parâmetros que você avalia, né, o índice de estidativo, malão de aldeído, eh capacidade anoxina total do plasma, etc. e alguns desfechos clínicos aqui, né, para mais ou para menos a depender do que você esteja observando. Então, coisa simples, coisa simples. Eh, especificamente no time Basquete, a gente tem, como eu falei para vocês, hoje a gente tá com quatro estrangeiros, né? Um argentino, um paném e dois americanos. E tem um dos americanos
que tinha que tinha os o americano em si não tem atos de de dieta tão bons, né? Então a gente já procurou conversar isso com ele, já já fez a intervenção, faz o monitoramento. Então, e aí a gente sugeriu, por exemplo, ele tá usando sempre ah strat própolis diariamente, tá? Em torno ali de 60 60 gotas por dia, com a melhora de de com objetivo de melhorar esses aspectos intestinais. Então são coisas simples que eh pode não afetar diretamente o desempenho, né, mas afeta qualidade de vida e indiretamente esse desempenho. Porque um atleta que sempre
está com algum transtorno do do trato gastestinal, ele não treina bem, ele vai perder um treino porque vai ter diarreia, ele não treina bem em alguns momentos por conta desses transtornos. Então observa, a gente falando de uma coisa, de um conhecimento tradicional, né, que veio a pandemia, teve toda aquela confusão, aquelas questões seríssimas que a gente passou, mas eh desde então eh trabalhos foram sendo publicados eh relativo a essa estratégia, de modo que a gente pode começar a a ver evidência, né, racional, né, a fitoterapia ocidental nesse sentido, tá? Eh, então, então é importante, a
gente tem que considerar Esses aspectos. Então, por isso que é muito importante a gente tá falando sobre isso, tá? Sobre essas abordagens eh da fitoterapia popular tradicional e essa científica ocidental. A gente ter passimônia, né? a gente ter eh saber criticar, saber que é um processo que as pesquisas vão evoluindo, a gente vai sistematizando esse conhecimento. Então, eh não pode estar desconsiderando essas essas duas abordagens, a popular e a tradicional, pensando que só o que Importa é essa fitoterapia racional, tá? Então isso quando a gente fala em fito é muito muito importante e é essencial
a gente tá discutindo aqui nessa aula que é para uma turma de esporte, né, deção esportiva, eh de modo que a gente pode tá tá tendo esse efeito, tá? Beleza? E aí, alguém levantou a mão? Pode falar, quem levantou a mão. Eu não sei se o áudio é bom dia, professora. É o seguinte, foi eu que perguntei a Você antes no chat sobre a questão do fito para que adolescentes, porque assim, eu sou educador físico educação física e sou nutricionista também e estutor estudante de nutrição. Acontece, eu trabalho com aluno do quarto ao 9º ano
e a gente tá preparando, os meninos pod preparar para um jogo, para o jogo estudantil. Aí eu tenho um time de futsal, como essa aula falou muito sobre eh a questão dos adaptógenos para recuperação, para melhora do desempenho Físico, né, assim, os meus alunos são de 12 a 15 anos. Aí eu queria ver que dentro dessa faixa etária, a eh a como se fala, a administração, a orientação, na verdade, desses eh adaptógenos são interessantes desses fitoterapos. Assim, eu eu faço pós de nutrição da saúde da mulher, mas a professora a Juliana só fala mais referente
à saúde da mulher, como essa pos desportiva é mais no contexto da frito para o importe, eu Queria saber se capacetária esses esse adaptógenos ele é interessante, tá? E aí é qual teu nome? Leonardo, Márcio, Márcio, tá. É, Márcio, eu escutei boa parte que tu falou porque cortou o áudio aí, mas eu acho que eu acho que deu para entender. Tu perguntou basicamente relativo à segurança, né, para os populações mais jovens, né, que você é professor e e e lida com esse com esse Público, né? Eh, isso é uma questão boa. Isso é uma questão
boa. Eh, que Márcio, quando você fala em adaptógenos, você fala assim numa ampla gama de de espécies vegetais diferentes. Então, eu não posso eu não posso te dar uma uma informação generalista. Então, a gente teria que ver qual é qual é a espécie vegetal que a gente tá se referenciando para saber se tem evidência de segurança ou não, tá? eh, especificamente especificamente Com com gincen coreano, que foi o que a gente falou, para jinem, né? Por exemplo, a gente observa segurança de uso eh para adultos jovens, por exemplo, de você usar pelo menos por se
meses. Então, para adulto jovem tem uma certa segurança. Só que quando você fala em em crianças, aí você vê assim, pô, qual a faixa etária? É abaixo de 5 anos. Então, por exemplo, você fala abaixo de 5 anos, eu digo que ser de cabeça, tá? E por isso que eu tô falando de 100. A Gente fala abaixo de 5 anos, eh, é provavelmente não seguro. Então, se você tem uma criança baixo de 5 anos, provavelmente não segura. Então, sugere se você evitar o uso, tá? Eh, aí a gente fala, por exemplo, para gestante, para gestante
também parece que não é seguro, parece que é teratogênico, então para também você não deve utilizar, tá? Ah, para lactação. Para lactação não tem trabalho, não tem nenhum estudo com relativo à lactância, então evita-se o Uso. Eh, e aí mostra-se que tem evidências limitadas para crianças, que acho que é mais ou menos faixa etária, de 6 a 10 anos, 6 a 12 anos. Eh, e parece que assim, aí não tem tantos trabalhos. Então, quando fala-se assim, ele recomenda-se, né, que não que eh você deve se você deve monitorar relativo à segurança desse no caso do
Gen coreano. Então, por exemplo, você fala, você fala em doses, por exemplo, existem existem alguns transtornos, por Exemplo, eh, de redução de apetite, de constipação em adultos jovens, curso de gên coreano. Então, e a ideia, se você for usar numa criança de 10 anos, você monitorar esses sintomas, entende? Então, eh, o que é que eu sugiro paraa segurança? Eh, de maneira geral, é sempre é você assim que você vai usar uma substância, você usar uma substância por vez, porque imagina tu dá duas coisas de uma só vez e o paciente via passar mal, seja Constipação,
seja diarreia, seja insônia, por exemplo, você não vai ter noção de qual foi o causador desse sintoma, percebe? Então, a ideia principal é você usar eh uma espécie vegetal por vez e monitorar a reação. E a gente fala reação relativa à insônia, relativo ao humor, relativo a a transtorno gastestinal e por aí, relativo à fome. Então, aí eu te falo, isso é muito específico, é muito específico de de espécie vegetal por Espécie vegetal. Então, a gente não pode dar uma resposta ah cabal, uma resposta fechada para adaptógenos, a gente não pode. Então, a gente pode
a gente pode eh e aí a gente pode investigar eh em base de dados e e tentar fazer a triagem para essa tua população, que é uma população bem específica. É bem específica. Mas o que eu posso fazer, o que eu posso te falar, eh, são poucos estudos. São poucos estudos, não tem Muita coisa, não. A gente o que a gente mais tem, é evidência de, eh, evidência de tradicionalidade, né, de efetividade, que seria desse uso tradicional, tá? E aí quando a gente fala, quando a gente fala em fito, Márcio, eh, fito nos últimos anos
a gente vê, a gente pega para ver o mercado de fitoterapia, nos últimos 10, 20 anos, aumentou muito o número de pesquisas, aumentou muito, né, o o mercado da fito, mas a é uma limitação na literatura é que em vários Grupos populacionais não tem muitos estudos e aí quando tu foca no esporte vai ter menos ainda. Aí quando tu foca no esporte para mulher vai ter menos ainda. fala em criança, adolescente, putz, aí que quase não tem e é o teu público, né? Então, nesse caso específico, eh, é importante a gente ver a evidência que
se tem para adultos e a gente monitorar bem de pertinho isso, o uso em em crianças, adolescentes, né, ali acima dos 6 anos Pra gente poder minimizar risco, tá? Porque sempre tem o risco inerente, sempre assim. Isso na aplicação, professor, desses fit, desses fitor, eh, exemplo, meus alunos vão jogar em maio. O senhor acha que assim, eh, o processo a gente já tem que começar bem antes de, eh, dessa no pré preparatório? Sim, isso dois, três meses antes. Dois, três, porque imagina, eu digo, imagina, imagina tu é, pronto, eu mostrei a evidência ali de sete
dias de uso. A Gente na competição a gente nunca deve usar uma coisa nova, né? O que é muito arriscado você passar para outra desde um tênis, né? Uma roupa diferente, porque impacta o desempenho. Então, imagina uma uma um adolescente desse, uma criança ter uma diarreia, alguma relação adversa nesse sentido, ele vai perder dias. E aí se tu se tu fizer isso muito próximo da competição, eh, vai impactar diretamente nesse nesse desempenho. Então, a ideia nesse caso é Você usar na preparação mesmo. Dois, três meses antes, você começa a monitorar, você anota o que que
você usou, em quem você usou e você montora o uso ali por uma, duas semanas. Porque em adulto jovens, como eu falei, você fala nesse caso, no exemplo do gincoreano, eh, existe trabalhos mostrando segurança de se meses de uso contínuo, segurança, só que a gente não tem esse dado em crianças, adolescentes. Então, uma uma atitude mais eh mais segura é você tipo Usar por no máximo 2 meses, 3 meses, né, controlando esses sinais e sintomas e ver como é que como é que é a resposta do paciente. Porque se você tem, imagina o paciente tem
uma insônia, né, tem um trchorro do humor, alguma coisa assim no adolescente, isso é algo a considerar. Então, no teu caso, eu sugeria isso. Eu sugeria você usar eh testar bem antes, então dois meses antes, você testar uma um produto, né, uma espécie uma espécie vegetal por vez, tá? E monitorar. E Quando eu falo monitorar, eh, além de você perguntar a à criança, aos pais, né, se se houve alguma diferença, eh, existem questionários validados, Márcio, que você avalia eh fadiga, que você avalia enxaqueca, que você avalia transtornos gastestinais, ou seja, existem existem instrumentos psicométricos, né,
que você pode tá gerando dados quantificáveis da resposta do paciente, que a gente foge com isso, a gente foge pode dar subjetividade do Paciente, ah, tô melhor, tô pior, entende? Então, eu sei que vários questionários desse para adultos e aí eu não posso confirmar se existem eh tantos questionários validados para crianças, adolescentes, porque já é outra população, mas acho que é importante a gente ter esses dados, sabe, para poder monitorar e se e se e se se assegurar, né, se assegurar de qualquer coisa no futuro, percebe? Então é assim, de maneira inicial, eu faria eu
faria eu, Eu eu faria eh esses essa essa abordagem, tá? Mas aí quando você fala em adaptógeno, nesse caso, a gente poderia pensar, né, nesse perfil, no seu perfil de trabalho, a gente pode pensar nos que são mais estudados, né, que seria espan rodola rosa, vitânia sonífera e a gente procurar especificamente eh a evidência que se tem sobre em crianças adolescentes. Eu acho que seria seria um um bom ponto de partida para ti, pra gente pra gente Ver, né? E e claro, é você monitorar, né? Já você como responsável ali, como professor, você ter esse
acompanhamento, tá? Porque é isso, a a gente tem que tem que se certificar das limitações da da fitoterapia, né? A gente tem isso também para suplementação, né? A gente fala no esporte, noção esportiva, isso para suplemento também tem essa limitação. Então a gente tem que reconhecer e saber trabalhar nesse sentido pra gente poder garantir eficácia e segurança. Eu acho, Eu acho que é basicamente basicamente por aí, né? Muito obrigado. Beleza. Nada. Eh, deixa eu passar aqui, tá? E aí a pergunta, né? A gente já começa, a gente já falou desses conceitos básicos de fito. Eh,
qual a pergunta? Eh, qual seja por a fitoterapia, né? Então, eh, já começou a mostrar, né, o que que é um fitoterápico, eh, essa importância do fitocomplexo, essa importância de tá considerando mecanismos de ação, mas a Gente evolui. Então, por que a fito, tá? Primeiro a gente, por que que a gente deve estudar fitoterapia, tá? Tá. Primeira coisa, para evitar isso aqui, para evitar eh isso aqui, né? Então, a gente fala do uso racional, né? Ou seja, a gente evitar o uso irracional. Então, isso aqui é um exemplo. Dá um zoom aqui, ó. Isso aqui
é um exemplo de aqui. Isso aqui é um exemplo de de prescrição de de um profissional eh de saúde que ele prescreveu um monte de coisa, ó. Elitamina, elitaurina, cactína, morosil, eh silimarina, ácido alfalipóico, puiconatic cromo, um monte de coisa junto que tem diversos efeitos fisiológicos, né? Então, por exemplo, especificamente na no nionisto, ele não pode percever isso, né? O nionista ele não pode prescrever eh um um extrato vegetal, né? Ah, associado com compostos bioativos e associado com suplementos. Então, a gente não pode fazer essa prescrição. Mas qual foi o meu o meu o Meu
foco aqui? É que muitas coisas juntas, isso aqui faz pro paciente gastar muito dinheiro, né? R$ 700, R$ 800 por mês. Então está totalmente fora do que a gente chama de uso racional de medicamentos, né? e coisas que não tem tanta evidência. Então, a gente estuda fito para não passar por isso, tá? Para não fazer esse tipo de de prescrição, tá? Então, eh, vou passar aqui. Já teve eventos e aqui eu não não eu não trouxe, Né? Mas já teve eventos assim que que eu participei que eu pudde mostrar que eu pude mostrar eh uma
discussão de casos clínicos e e e assim foi um caso clínico bem parecer caso clínico de de livro, sabe? De livro didático. Porque resumindo a história, resumindo, eh, o paciente chegou, o paciente tá comigo faz uns 3 anos já, o Clébert, o nome dele, né? ele já é aposentado, já é um senhor, ele ele professor universitário, já se aposentou e tal. E ele, resumindo, Ele ele começou ele diabético, glicemia lá em cima, eh um quadro de hiperinsulinemia e ele foi para um profissional de saúde, não nutricionista e e ele dosou a insulina dele e tava
em e tava em 23, acho que é 23 microi por litro, né, que é que tá na é no limeado da referência de insulina, ou seja, mostrando que ele tava numa num quadro de resistência à insulina, né? o corpo produzindo muita insulina, ela sem funcionar, então ele vai na grosseria, Ele aumenta ainda mais a secreção insulina para ter esse efeito antihipertemiante. Beleza? Ele foi nesse profissional, ele ele ele prescreveu uma série de uma uma formulação magistral com uma série de coisas. Passou-se um tempo e ele refez os exames. E antes o que era, né, o
antes que a insulina dele tava 23, passou para 45, ou seja, dobrou a insulinemia do paciente, ou seja, dobrou pro mais dobrou, né, ou seja, bem acima do do Teto da referência. E ela achou estranho, ele refez ele refez os exames, confirmou essa ímpar insulinemia. E qual foi o erro do do prescritor? É que ele juntou muita coisa na mesma formulação que eram eram ativos que tinham o quê? um efeito insulinotrófico. Então, o o paciente já tinha uma insulinemia alta, o prescritor passou para ele uma série de coisas que aumentavam ainda mais essa insulemia, ou
seja, piorou totalmente o quadro dele. Então, a ideia da gente estudar fitoterapia, né, a ideia da gente estudar suplementação é justamente essa, é a gente conseguir e entender o que cada espécie vegetal, o que cada suplemento faz, ou seja, é entender o desfecho clínico e, mais importante, os mecanismos de ação associados. Para quê? Para fazer uma prescrição assertiva. Então, isso aqui não existe, tá? Eh, não existe muito a gente fazer isso de quanto achar que quanto mais coisa a Gente coloca, melhor. Cuidado, tá? Quanto mais coisa, às vezes pode ser pior, porque você aumenta o
risco de interações. Eh, são vários mecanismos de ação associados e você pode tá, digamos assim, piorando a situação do paciente, tá? Então, importante é sempre tá tá lidando com isso. E, e dentro do exercício, quais são as aplicações da fita? Pô, a gente tem várias coisas a tá promovendo, ó. Aí pode estar promovendo vasilatação, aí pode estar melhorando, Ó, capacidade de concentração, cognição, pode tá associado a prevenção de lesões em melhora de saúde articular, prevenção de quem chama da síndrome do descondicionamento paradoxal, que é o famoso overtraining, né, que esse esse essa nomenclatura tá em
desuso, tá? overtraining, eh, aumenta o desempenho, né, seja de força, de endurance, de, ou seja, velocidade da corrida, eh, a gente pode tá melhorando aqui, ó, reduzindo estímulos Catabólicos, né, em dietas hipocalóricas. Então, para vocês que trabalham aí com treinamento de atletas que que competem judô, gilidson, né, NMA, que tem um componente de controle de peso, isso aqui é muito importante. Vou est mostrando o trabalho eh para vocês sobre isso. E aqui, ó, a aceleração do tempo de recuperação, né, para regain de força, redução de dor muscular e por aí vai. Então, quando você fala
em fitro no Contexto de exercício, a gente fala muito sobre isso, tá? A gente fala sobre esses aspectos. E o mais importante, eu vou est mostrando evidência clínica, né? Eh, eu vou est mostrando o trabalho em seres humanos e a gente começar a discutir, começar discutir intervenção. Então, isso aqui é muito interessante, ó, esse ponto aqui que eu coloquei, ó, redução de estímulos catabólicos. Olha, quem é que não faz, como eu já falei, né? Quem é que já não fez dieta de Rejeição calórica? muito comum. Eh, pô, quando você começa a restingir caloria, você começa
a aumentar o risco, né, para deficientes nutricionais, para alteração do humor. Você abre, né, uma janela de infecção para infecções do trato respiratório superior. Ou seja, tem uma série de de aspectos que a gente tem considerado, né, que a gente como profissional de saúde, né, que age no campo do desempenho, aí nós devemos considerar. Então isso aqui são diversas aplicações da Fito, tá? Então a gente precisa estudar aqui urucum aqui, né? Chá verde, guaraná, a Elutero. Então são coisas que a gente pode tá pode tá deve considerar por uma prescrição assertiva, tá? Tá beleza. E
aqui, ó, aqui eu eu posso a gente pode discutir isso mais para frente, tá? Isso aqui são quando a gente começa a falar em overtraining. Vocês já tiveram algum módulo de overtraining? Responda aí para mim no chat. Já tiveram algum módulo de overtraining ou de alguma coisa associada à imunidade no exercício? Já tiveram já tiveram esse módulo aqui na pos? Não é? Eu não sei como é como é que como é que eu não sei se são várias turmas, né, que aqui na posi não sei como como é que vocês Vocês vocês eh fazem. Mas
deixa eu só ver aqui, só ver uma coisa, o próximo slide aqui, porque a gente pode posso estar discutindo um pouco sobre isso, tá? Então vamos, eu vou, tá? Beleza. Então eu vou eu vou compartilhar a tela aqui, tá? Então deixa eu só eu vou sa aqui, eu vou compartilhar a tela. pra gente discutir um pouquinho. Deixa eu ver aqui o [Música] aplicativo. Pera Aí, tá? Eu vou eu vou aqui pro pro eh pro slide, tá? Para pedir aqui para compartilhar a tela. Me confirma se vocês estão tendo acesso aqui a à a tela, no
caso aqui as anotações. Não, professor, ainda não apareceu nada. E agora? Pera aí. Não, né? Tá. Então já agora, agora apareceu, tá? Então vamos lá. Importante, importante a gente Ter esses conceitos aqui, ó. Então, vamos lá. O que foi que O que foi que a gente a gente mostrou? A gente começou a mostrar aqui dessas possíveis aplicações. Em uma dessas aplicações, eu falei assim, eh, nessa síndrome do desconsciamento paradoxal, não foi isso? Então a gente tinha, vamos lá, então, só para só pra gente tentar ser rápido, né, para para poder ser ser didático. Então, que
o que que a gente fala? O Exercício primeiro, né, lembrar, né, que eh a atividade física importante a ter iscimento, né? Então, ah, deixa eu apagar aqui. Pera aí. A gente fala que a atividade física, ela difere, não é isso? De ela difere do exercício físico. A gente sabe disso, né? A atidade física, o que que é? Ela é um componente, ela é um componente do get, do gasto energético total, né? Lembrar Que o get, o que é o get? O get tem a taxa metabólica basal, o get tem a termogênese induzida pela dieta, que
é a energia que você gaste para digerir, absorver e assimilar os nutrientes. E aí tem o fator atdade física. O fato atividade física pode ser uma atividade física espontânea e uma atividade não espontânea, não é isso? Então, a atividade física é isso, é qualquer movimento da musculatura que Você faça, né, que gasta energia. Então agora nós estamos fazendo atidade física. E aí vocês, eu tô falando, tô movimentando meus braços, vocês estão escrevendo, tão sentados assistindo a aula e tal. Então a gente agora tá fazendo atividade física, mas ou seja, atividade física é um componente do
GET. é qualquer qualquer movimento na musculatura com gasto expandido de energia. O que difere de exercício? O exercício físico, Ele o exercício ele é um eh ele tem que ter eh um objetivo, né? Ele tem que ter um objetivo, uma frequência e e uma adaptação fisiológica, não é isso? Então isso é exercício. Então eh é você sair de casa para ir paraa academia, é você sair de casa para correr, né? É algo planejado que tem uma frequência, que tem uma adaptação. Hoje a gente sa, eu não vou entrar detalhes nisso, mas hoje a gente Sabe
que um dos fatores de saúde é você ter um um nível de atividade física eh moderada a alto. E como é que a gente mensura isso? Número de passos por dia, né? Então, eh, a depende da referência, a gente vê que eh para você ter um um uma get, né, um gasto geto total e uma e um get interessante do e e uma contribuição do fator atidade física, que é o que você faz no dia a dia, é que você deve ter ali algo alem De 3.500, é claro, depende da referência, tá? Mas de 3.500
a 5500 passos por dia, isso fora o exercício, tá? Então, ah, Caio, eh, eu treino uma hora por dia, mas passo, eu passo o resto do meu dia sentado trabalhando, porque eu vou pro escritório, eu vou paraa clínica, atender, eu vou, eu passo o dia sentado, o que é comum, né? A gente pronalmente, a gente fica muito assim. Então, eh, isso a a a os órgãos, né, que de de Medicina, da educação física, isso não é bom paraa saúde, porque você acha que é, ah, cara, mas eu treino uma hora por dia. Não, você não
treina uma hora por dia, você treina 25, 30 minutos por dia e o resto é na academia conversando, tirando foto para publicar no Instagram, né, tá pago, não sei o quê. Você não treina uma hora por dia, você treina meia horinha por dia e o resto do dia você passa sentado, você passa, você tem um comportamento mais Sedentário. E a gente observa que essas pessoas que têm esse comportamento, eles têm um perfil, um risco maior de morbidades, né? Então meio que compensa. Então eh o seu gasto calórico não é tão alto por dia, porque você
treina todo dia. Não, você treina todo dia, mas você compensa o resto do dia sentado. Então a ideia é você ter um comportamento menos sedentário. E como é que a gente mensura isso? Uma forma simples e prática de mensurar é número de passos por dia. Então quem tem celular, você no seu aplicativo, ele lá no, enfim, não vou dizer a marca, mas tem aplicativos que você avalia, né? número de passos por dia. Existem as as os smartwatchs, né? Existem as smart bands, existem hoje os anéis inteligentes, né? Que hoje eu eu sou doido pelo anel
daquele que tem eh da Samsung, mas é R$ 3.000. Eu não vou dar R$ 3.000 no anel para avaliar. Desculpa, não dou, né? No relógio até vai, mas no Anel quando baixar eu eu providencio um. Mas, ou seja, existem existem eh esses instrumentos vestíveis, né, que a pessoa chama weballs, né, eh que você começa a mensurar a frequência cardíaca e você mensura número de passos por dia. Então é uma dica aí para vocês, é uma coisa que eu sempre falo pro paciente. Tu tu treina todo dia? Treino todo dia, tá? Aí você começa, como é
o treino, né? Como é que como é tua teu hábito de de caminhar todo dia? Não, cara, eu passo o dia no e No no escritório, eu ando pouco, mas tá, mas tu anda pouco. Quanto? É importante ter dado, né? A ter dados para o paciente ver que que, por exemplo, pô, é muito difícil, desculpa, é muito difícil o paciente conseguir emagrecer bem se ele não dá nem 1000 passos por dia. É, é muito difícil, né? Se ele tem uma vida pouco ativa. Então, como é que você mensura isso? avaliando o número de passos e
ter o dado de novo, né? Você ter o dado em mãos, você mostra pro Paciente aquilo. Ah, K, eu dormo bem, será que tu dorme bem mesmo? Eu disse, por exemplo, eu eu uso, eu sempre uso um smart band e na smart band ele avalia o número de passos, avalia a frequência cardíaca, avalia a qualidade do sono. Aí é bem criticável, tá? Essa avaliação da qualidade do sono. Bem criticável, porque os trabalhos mostram que eles não tm uma leitura tão fidedigna. Mas percebe, tem uma leitura, percebe que Tem uma leitura dessa do sono, é melhor
do que ter do que da quadrada do sono, é melhor do que não ter nenhuma. Vocês percebem isso? Sim, né? A gente trabalha com o que a gente pode, não, às vezes não é sempre o melhor. Mas o que eu quero mostrar para vocês que eu sempre avalio, eu sempre uso uma smart band e eu sempre durmo com ela. E aí, por exemplo, eu avalio quantas horas de de sono eu tive, né? Eh, sono rin, sono profundo, sono leve. Então, sempre tem. Então eu sei, claro, não é a melhor medida, mas eu sei quando eu
durmo ali 1 hora 10, 1:20 pelo aplicativo, eu dormi bem, mesmo dormindo menos horas. Mas eu quero eu quero mostrar para vocês que teve uma vez, ficou bem claro isso para mim, uma vez que dia de semana mesmo eu tava com minha namorada e a gente falou assisti um filme de noite, dia da semana e e eu tomei dois cros de vinho, dois cros de vinho, ou seja, nem me embriaguei, foi só comendo, jantando Ali, assim, uma série e tomei um vinhozinho, né, saboroso e tal. Beleza, fui dormir. No outro dia eu acordei assim mal,
assim, acordei, não foi um sono recuperador, não foi, não foi um sono bom. Aí quando eu fui ver no, na Smart Band, tava lá sono profundo, eh, tipo 35 minutos, que é uma hora que que normalmente eu costumo dormir 1 hora 10, 1 hora20. Mas o que eu quero mostrar para vocês que eu dormi ali 7, 8 horas, Dormi quantitativamente bem, mas a qualidade dos sonos foi uma porcaria. Por que foi uma porcaria? Porque eu fui assistir vídeo à noite, né, série à noite, que eu não não costumo fazer isso dia de semana, e fui
tomar vinho. Ou seja, teve teve essas duas variáveis, álcool e e e uso de telas à noite. Isso já afetou meu sono. Ou seja, como é que você vai cobrar do seu paciente, né, digamos assim, como é que o paciente vai Conseguir acordar, dormir bem, ter disposição para treinar e outra, lembrar, pessoal, quando você dormir mal, eh, suas escolhas alimentares são alteradas. Então você fica com mais vontade de comer besteira, você foge mais da dieta. Mas o que quero falar para vocês, ó, a gente começou a falar que em componente do get é coisas simples
afetam sua escolha alimentar, afetam a sua capacidade de treinar, isso afeta na adaptação, afeta na resposta Que você tem a a suas estratégias. Então é isso, ó. Então a gente falando dessa questão de atidade física, pô, é importante você avaliar o número de passos por dia. Isso é atade física, tá? O que difere do exercício, como o Márcio falou aí, eh, de você de você ter essa esse objetivo, né, essa frequência e essa adaptação, tá? Isso também difere, tudo isso difere aqui. Eh, deixa eu só vou puxar para cá para organizar. Pera aí. Isso aqui
difere de quê? Isso daqui Difere do treinamento. Isso aqui também difere, tá? O treinamento físico, ele ele eh o treinamento físico ele deve ser prescrito por quem? Por um profissional de atenção física, né? o o o treinamento físico, ele é a atividade privativa do profissional da educação física, ou seja, é o cara que prescreve, é o cara que tem capacidade técnica para tal. E Aí o que que a gente observa? A gente observa que existem fases do treino, né? Micro, meso, macrociclos, né? Eh, da mesma forma você pensa em quê? Você pensa é o treino
para quê? É o treino de força, é o treino de potência, qual intervalo, né? Qual a adaptação que você Quer? Ou seja, existem várias várias variáveis, que é o que o pessoal de educação física só estuda isso, que é o nosso complexo, né? Eh, para poder entender essas várias variáveis. Com qual objetivo? Eh, qual o objetivo de gerar uma uma adaptação positiva, né? Principal objetivo. Então, o o o treinador, o treinador, né, ah, o professor de educação física pensa no treino com suas mesas, marcam Microciclos, etc., ao longo de um ano, ao longo de semestre
para ter essa adaptação. E tá mais ou menos assim, ó. Esse treinamento aqui, puxar para cá, tá? Puxar isso aqui de novo, pessoal. Essas minhas natações eu vou passar pra Raíça ao término do dia para ela passar para vocês, tá? Então a gente acha o seguinte, a a gente acha que o nosso treino tem que ser assim, né? A gente vê aqui, sei lá, botar aqui volume do treino, volume, carga, né? E vou botar Tempo. A gente acha que o treino ele tem que ser mais ou menos assim, ó. A gente acha que a cada
sessão de treino, o treino tem que ser mais pesado, o treino tem que ser eh tem que ser eh tem que ser mais intensa a cada treino. Cuidado. Eh, não é bem assim, tá? Então, a gente acha que o treino eh tem que ser o mais intenso possível a cada treino. Ah, se tal semana eu peguei 20 kg de Cada lado no supino, semana que vem eu tenho que pegar 25, na outra semana tem que pegar 30. Cuidado, não é assim. Então tem essa essa evolução das cargas, mas eh não é essa não é a
única variável a considerar, tá? Então, quando você tem esse tipo de treino aqui, isso aqui você eh você aumenta o risco, tá? aqui assim o risco de má de má Adaptação. Então quando você faz esse esse treino aí que sempre tá aumentando as cargas em relação ao tempo, isso aqui você gera má adaptação. Então isso aqui aumenta o risco o risco o quê? De de lesão, né? de perda de força, de, ó, eh, aumenta o risco de lesão, aumenta o risco de infecção do trato respiratório superior. Alguém aqui já treinou demais e ficou doente na
semana posterior? Isso é muito comum nossos pacientes. O cara nunca fez nada na Vida, aí começa a treinar de segunda a sábado, de manhã e de noite. Meu amigo, você passou 35 anos da vida sem fazer nada e quando começa é dois, duas vezes por dia, você vai ficar doente. Aí defeito, o cara faz isso por uma semana. e passa duas semanas doente, resfriado, todo quebrado. O que que fez? Não fez nada. Então, e essa má adaptação tem um nome, a gente a gente fala que adaptação, né? Aí eu vou botar aqui em cima, tá?
Eh, adaptação, adaptação boa, Né? Opa, deixa eu só apagar aqui. A gente fala que botar em azul escuro. Essa adaptação é super compensação, né? Mas vamosar esse nome que o pessoal utiliza. Eh, deixa eu apagar aqui. É o overreing, né? Overreating, né? Que seria essa super compensação, né? Seria uma adaptação positiva, né? Eh, adaptação positiva, né? O Overreaching, tá? E essa essa má adaptação e eu vou só colocar aqui embaixo, é o que eles chamam de overreaching não funcional, overreaching não funcional. Então é aquela pessoa que treina, treina, treina, se vive matando de treino, mas
não evolui. Ou evoluiu, chega num ponto que não consegue aumentar, né? Eh, a Lisa perguntou: "Explica o volume E o tempo novamente, aumente car passar do tempo." Eh, Lisa, assim, sendo bem sendo bem bem generalista, tá? Eh, volume, eh, a volume de treino é associação assim de carga, carga e repetição. Então, sei lá, digamos, vamos lá, por exemplo, se, vamos lá, treino de basquetes, se você manter, é, vamos, sendo bem, sendo bem grosseiro, tá? Sendo bem generalista, digamos que você tem um treino ABC, né? Um treino, um dia você treina perna, outro dia você treina
Eh peitoral e tríceps, outro dia você treina cocha, coxa e e bíceps. Esse treino A, B, C. Então, você treina três vezes na semana. Se você começa a treinar A, B, C, A, ou seja, em vez de treinar três vezes e começar a treinar cinco, o volume de treino desse treino A, B, C, AB é maior do que do outro, percebe? Porque você tá, você manteve o treino, você tá treinando cinco vezes. Então, volume é Mais ou menos isso. Aí você é corredora, aí você um dia, você um dia correu 10 km, no outro dia
você correu 15 km. Pronto. Se você nesse outro dia que você correu 15 km mantendo a mesma velocidade, o volume de treino foi maior, entendeu? É mais ou menos, é mais complicado do que isso, mas é mais ou menos isso. O pessoal da educação física quando vai programar o treino, ele pensa, tipo, o volume de treino na semana, no Mês, ou seja, ele modifica a intensidade nos treinos, o tempo de recuperação, o volume, a carga. Então você percebe que começa a complicar, né? Começa a complicar. Então nem sempre o melhor treino é aquela de três
séries de 10. Ah, hoje eu vou hoje eu vou me matar treinando. Às vezes isso é ruim, porque quando você se mata treinando, você não deixa seu corpo recuperar. Então eu eu trabalho muito com corredores também e com ciclistas e aí eles têm assessoria, Né, de um de um treinador. Então às vezes a gente vai fazer uma avaliação nessa semana de polimento que é bem leve as cargas, que ele fala assim: "Caio, eu tô aqui, eu tô aqui essa semana, o treino é bem levezinho, eu vejo que eu posso treinar mais, mais intenso, mas o
meu treinador me proibiu de treinar, mas eu eu sei que eu posso mais." Mas aí eu falo: "Bicho, tu pode mais de fato, mas se você puxar muito intenso, aumentar muito volume de treino essa semana, você Não vai estar dando pro seu organismo se adaptar ao estímulo de semana passada, semana retrasada. Então, respeita o o respeita a o teu treino, porque essa semana aqui tu tá super compensando. É isso que é isso que vai te fazer melhorar, percebe? Então, às vezes a pessoa tá tá disposta, tem mais tem mais energia, mas é justamente é algo
planejado. Eh, então isso é você programar o treino. Isso é o que o profissional de educação física faz e é O que a gente na nutrição deve fazer. Então, você estando numa posi de de de inção esportiva, a gente tem que adequar, a gente tem que perorizar a dieta baseado no treino. Isso é o mais importante, tá? Então, se o cara tá numa dieta mais hipocalórica, eh, com volume de treino menor, você tem uma liberdade de, né, no volume de treino menor, você tem uma liberdade, por exemplo, de mexer com caloria, mexer com carboidrato, você
Adicionar ou retirar um suplemento, né? Então, o físico turista tem isso, tem essa essa periodização da dieta. Pô, perto do palco tem que reduzir caloria. Você começa a reduzir eh carboidrato ali, né, de maneira de de maneira de maneira ah de maneira gradual, você mantém proteína alta, mas você começa a mexer com hidratação, etc. Então, o treino é periodizado, tá? Então, eh, você que trabalha com um profissional de educação física, tem que conversar isso Com ele, porque se o estímulo que ele der para um estímulo muito volumoso e você botou pouca caloria, pouco carboidrato, você
não vai conseguir se adaptar direito, percebe? Então é o que chama de dieta periodizada. Então, o treino, ó, o treino, isso aqui é uma é uma situação ruim, né, digamos assim, eh, de má adaptação, de overreaching funcional. O que que é um treino que o pessoal da educação física faz? Eh, é mais ou menos isso aqui, Ó. Tem tem relação do tempo com carga. Botar aqui assim, né, de maneira bem generalista, mas a relação é essa aqui, ó. Então, a a o volume de treino ele é meio que mais ou menos ondulatório. Aí eu não
vou entrar em detalhes porque tem muitas aí tem muitas eh aí tem muitas estratégias diferentes para tal atleta, para tal nível de concionamento, pro objetivo dele da fase de treino que ele quer, pra competição. Mas isso aqui, ó, é um treino periodizado. Então, você altera várias eh aqui eu vejo que o má tá respondendo aqui, o má também da educação física, né? Eu vejo o pessoal falando a carga e tal. É, é mais ou menos isso aí. Me ajuda aí, tá, Márcio? Me ajuda aí. Então, de fato, o treino tem que ser periodizado. E por
que que eu falo isso? Porque nesse sentido a dieta deve Ser periodizada. E nesse sentido tá aqui estratégias de suplementação e fitaapia otimizadas. Opa, periodizadas, né? Ou seja, aí começou a falar em fito, a gente tem que saber eh em qual momento a gente deve usar um fito, eh por quanto tempo, a dose, a depender dos estímulos de treino e ou competição. Então, eu não mandei os slides para vocês que que eu Mandei os slides, né? Mas eu vou eu vou estar mostrando outros slides, mostrando muito da experiência que eu faço no basquete, um atleta
profissional usando fitoterapia, tá? Eh, por quê? Porque é algo periodizado. Então, tem coisa que eu só uso dia de jogo, tem coisa que eu uso para para atleta que tá mais com do articular, que tá com lesão, aluma coisa assim, porque tem que ser algo periodizado e e quando a gente faz isso, a gente otimiza a adaptação, tá? E nesse sentido, pessoal, aqui, ó, aí, deixa só pra gente finalizar essa parte da manhã aqui. Nesse sentido, o que foi que o que foi que a gente falou, ó? A gente falou em Eita, minha letra tá
tá muito bonita não, mas enfim, dá para entender, né? Dá para entender. Você já a a aquele negócio, negócio de passar assim um tempinho sem escrever, né? Passa uma semana sem escrever, a pessoa vai escrever, parece Que nem sabe escrever, né? Você pronto, sou eu agora, tá? Fazia tempo que eu não escrev no iPad aqui. Aí eu tô escrevendo, chega, tô aqui over. A gente tem o over funcional. Então assim, ó. É, então deixa eu puxar mais para baixo aqui, ó. Então, a gente tem eh melhor, deixa eu puxar mais para cá. Então a gente
tem o estímulo do treino que vai gerar um over, um overing Funcional. Isso aqui, ó, com descanso adequado, né? Então, se você treina, descansa e come bem, você vai ter uma uma adaptação, você vai ter essa esse overreaching funcional. Entretanto, se houver um descanso inadequado, aí vai ter o overreaching. Opa, apagar aqui. Aí vai ter o over reading não funcional. O que é isso? É Uma má adaptação, é uma redução do desempenho. Isso é overage não funcional. E se a gente continuar sem descansar e a gente e a gente continuar aumentando a carga de treino,
aumentando o estimo de treino, que que pode gerar? Isso pode evoluir, né, para o que a gente chama de síndrome do descondicionamento. Descamento paradoxal. Olha o nome, síndrome do Descondicionamento paradoxal. Então aquela o que que a gente faz? você começa a treinar, começa a evoluir, aí chega um momento que você não evolui mais, aí você fala: "Caraca, eu não tô mais eh melhorando desempenho". Aí o que que você faz? Intensifica ainda mais, né? Aumenta a carga, aumenta a frequência de treinos e mesmo assim você não você não não consegue adaptar, não consegue supercompensar. Então você
tá no risco alto de quê? De sofrer essa Síndrome do desse consciamento paradoxal. Isso aqui, isso aqui é um novo termo, um termo mais aceito, é um termo que contempla e melhor os diversos aspectos do que antes a gente chamava de over training. Então, o que que o que que é esse overtrain, né, que a gente fala overtrain é isso, é um sobre treinamento. E então essa síndrome aqui é o quê? É uma Redução do desempenho, né? é uma má adaptação. Então o o nome atual é isso, é síndrome do descondicionamento paradoxal. O que antes
era overtraining. Por que que hoje não é mais overtraining, pessoal? Por que que o nome não é mais overtraining? Porque quando a gente fala em overtraining, a gente dá uma importância eh exclusiva ao quê? ao excesso de treino. E a gente sabe que essa má adaptação não é só pelo excesso de Treino. Essa má adaptação se dá por outros fatores e e esses fatores são fatores dietéticos e fatores psicológicos. Tá, C? Mas por que tá falando sobre isso? Porque e existem estudos, e eu vou mostrar para vocês, que parecem ah, parecem que o efeito de
algumas estratégias nutricionais são mais preponderantes nessas situações de overreaching não funcional. Ou seja, algumas estratégias demonstram ter efeito quando você tá numa num contexto De excesso de treino, de pouca caloria, coisa que não acontece quando você tá com uma dieta hipercalórica e tá treinando e descansando bem. Ou seja, a gente começa ver, né, começa a ratificar a importância de saber um pouco de fisiologia do exercício para entender quando fazer uma determinada prescrição, tá? Então é diferente eu eu trabalhar com atleta profissional do que eu trabalhar com atleta amador que não tem o mesmo nível de
concionamento e que Nem treina da mesma maneira que o outro. Então é isso, a gente vê muita em rede social alguma alguns, né, alguns profissionais sugerindo algumas estratégias dietéticas eh para amadores, né, ou seja, pros nossos pacientes, que ele tá usando como referência um at profissional. Pô, não não tem, não vai assim, não vai funcionar a mesma coisa, porque as necessidades são diferentes. Então, é importante saber disso, de desses conceitos de overing funcional, Overreaching não funcional e síndrome do descondicionamento paradoxal. Por quê? Porque isso isso determina a nossa prescrição. E aí, por que que eu
tr isso para vocês? Eu dei esse arrodeuo todo, né, pra gente entender algumas estratégias. Então, por exemplo, por que que certas coisas funcionam eh porque que algumas coisas funcionam, por exemplo, para reduzir a incidência de infecção do trato respiratório superior em algumas ocasiões, em outras Não? O que que tem trabalho mostrando que eh a maca peruana eh funciona em algumas situações e em outros em outros estudos não, percebe? Então, a ideia é a gente entender um pouco desses desses conceitos para saber fazer a prescrição. E aí isso e aí a dieta influencia demais, tá? Então
é por isso que a gente quando a gente começa a a entender um pouco sobre isso, a gente começa a entender o por que alguns estudos têm resultados e outros não, porque no final Muda muito a situação eh dos atletas, o tempo, né, nível de condicionamento, o tipo o tipo de estímulo do treino, dieta e por aí vai. Beleza? Tá, vamos dar um então, pronto, falei nisso e aí na volta aí, vamos dar um intervalo agora, né, para almoçar. É bom a gente almoçar. Eh, na volta, a gente, baseado nisso que eu acabei de falar,
né, desses dessas questões de adaptação ao treino, eu vou começar a mostrar a intervenções, né, ou seja, a aplicação de alguns Fitoterápicos de de maneira periodizada de novo, ó, né, dieta periodizada, né, ou seja, uso de de uma espertetal periodizada. a gente começa a a mostrar em que situações vocês podem estar usando algumas coisas base muito pensando no atleta de vocês, né, nos nos clientes de vocês, nos pacientes, eh, baseado no que eles estão precisando no momento. Beleza? Tá, Raíça, me fala como é que vocês fazem, como é que vocês faz o Intervalo. É 1
hora, 1 hora e meia, como explica aí para mim. Então, professor, em relação ao intervalo também fica a critério do professor dar 1 hora ou 1 hora e meia que for melhor para você e pros alunos. Vamos dar uma Vamos dar 1 hora e meia, pessoal. Eu dar 1 hora e meia que eu ainda vou ainda vou fazer preparar comida aqui para mim. É, tem que ser um pouquinho mais tempo, tá? Mas é isso aí. Vamos, vamos. Ó, são, então, são 12:15, eh, 1:45, né? 1 hora meia de intervalo. A gente volta de 1:45, beleza?
Sim. E aí quando a gente voltar eu já começo a falar desses desses exemplos aí de de abordagem que a gente pode estar baseando nessa questão de periodização da dieta. Beleza? Beleza, professor. Isso valeu pessoal, até já. Bom almoço e a gente se vê já. Abraço. Olá aluno. Tudo bem com você? Eu sou o Mateus Prates, faço passo aqui da equipe Do grupo Inades e vou passar agora rapidinho no seu intervalo para te dar alguns informativos. Bom, a sua pós-graduação, ela é em modalidade EAD, então eu acredito que você já tenha recebido o seu acesso.
Caso você ainda não tenha recebido, entra em contato com o nosso suporte que na segunda-feira eles fazem o envio para você, tá bom? Podem aguardar um pouquinho devido a leva de demandas do final de semana. Pode ser Que demore uns 10 a 15 minutinhos, mas logo logo eles respondem vocês. Assim que você recebe o seu acesso, vai ter disponível todos os seus dados para acessar a sua plataforma. Vai receber o link, o seu usuário e a sua senha. Acessando o seu portal, o primeiro acesso é o seu contrato. Nele você pode fazer toda a leitura,
não tem problema, pode ficar à vontade para ler e ao final do seu contrato vai ter o seu aceite para que você possa aceitar os Termos do contrato e ser liberado todo o conteúdo na sua plataforma. Então, assim que você acessa o seu contrato, que você dá o aceite, vai ser liberado para você todos os seus materiais, né? Conforme o seu calendário, vai ser liberado os vídeos conforme também o calendário, assim que ele é ministrado, tá? É referente ao seu TCC, né? Alguns alunos nos perguntam sobre o TCC. De recordo a resolução número 1 de
6/04/2018, o TCC passou a ser opcional, Tá? Então fica seu critério realizá-lo ou não. E nós optamos por ser em formato de artigo. Então lá no campo material didático, material downloads, vai ter a disciplina do TCC, né, do trabalho de conclusão de cursos com todo informativo, com todo o material que vai te auxiliar na confecção do seu artigo. O seu calendário também constará o e-mail do seu orientador, onde você vai poder conversar com ele, tirar dúvidas e até mesmo enviar o seu TCC para correção E aprovação. Como o seu curso ele é em modalidade EAD,
a gente conta com a sua frequência na plataforma, tá? Então, caso você não tenha conseguido assistir uma aula ao vivo, onde nós disponibilizamos também uma lista de presença, né, que essa lista de presença na aula ao vivo é mais que um controle mesmo, tá? Não é obrigatório aqueles alunos que não conseguem participar, a gente precisa da sua frequência na sua plataforma, tá? Então a sua frequência, ela é contada assistindo a sua aula, realizando a sua avaliação, colocando a sua documentação todo em dia na plataforma, que é de suma importância que você deixe toda a documentação
certinha em até 30 dias após a sua matrícula, tá bom? Então, tendo esses passos na sua plataforma, assistindo a aula, fazendo avaliação e documentação, OK? A sua frequência, ela é contabilizada na sua plataforma. Aqueles alunos que assistem ao vivo, né, Que assinam lista de presença, eles conseguem, na maioria das vezes, solicitar uma declaração de cursando, uma declaração de de frequência de matrícula. Mas para isso a gente precisa de total interação com o seu portal, deixando ele todo em dia. Cada aula será liberado para você uma apostila e uma avaliação. Essa apostila, ela é um material
complementar da sua disciplina, tá? material complementar da aula que o professor Ministrará. Então você vai ter todo acesso à apostila, à avaliação e essa avaliação, ela contém 10 questões, tá? Duas tentativas para realizá-la com a nossa média de sete pontos e no máximo de 10. Toda essa avaliação, ela é baseada na sua apostila, tá? Então você consegue realizá-la com mais rapidez, né? Com mais facilidade, acessando o material didático que é liberado para você na plataforma. Como eu disse, é um material complementar. da aula, tá? Então vocês vão ter um material aí que vai te ajudar
também a entender sobre o assunto que é abordado. Como eu havia falado, o TCC ele é opcional, tá? Aqueles alunos que optam por não realizar, vocês recebem o certificado também de forma igual, mas ao receber o seu certificado constará uma ressalva nele que de acordo com a resolução número um, né, de de 64 de 2018, você optou por não realizar o TCC. Assim vai ser dispensado o seu TCC e vai Contar essa observação no seu certificado. Mas você não fica prejudicado e não recebê-lo. Você recebe de forma igual. ao final do seu curso, né, com
todas as pendências sanadas, com todas as avaliações realizadas, os documentos deferidos na plataforma, você pode solicitar o seu certificado, tá? Mas a partir do momento de solicitação, que é deferido, você não terá mais acesso ao portal aula. Então é importante que você assista aquela aula Que você quer terminar de você revise aquele material que você quer terminar de revisar, porque a partir do momento que é solicitado o seu certificado, você não terá mais acesso a sua plataforma, porque ela é dada como concluída e é encerrada. No mais, estamos à disposição para ajudá-los. Qualquer dúvida que
surgir, entra em contato conosco, né? Com a nossa equipe de suporte, com a nossa secretaria, com a nossa certificação, enfim, qual for a sua Dúvida, entra em contato com nossos canais de comunicação para que a gente possa te ajudar da melhor maneira, tá bom? Boa aula. Vendo a tela? Confirma para mim. Ué, tá. Pera aí. Ó, então vamos lá. Vou aqui adiantar um os slides. Pronto, ó. Então, onde foi que a gente parou? A gente a gente parou justamente nesse slide, né? Deixa eu botar aqui para apresentar. A gente parou justamente nesse slide, eh, ou
seja, quando a gente tava falando sobre sobre, eh, síndrome do descondicionamento paradoxal, foi isso? Ou seja, a gente eu abordei um pouco do que seria exercício, né? Relembrei, né? Vocês já viram isso? Isso em algum em algum módulo da Pós, né? que são questões que a gente tá relembrando. Então, a gente eh falou um pouco do que seria Isso e aí a gente acaba falando nessa má adaptação. Então, a gente falou o que é que adaptação, que é a síndrome ah ou melhor que é o overing funcional, né, ou supercpensação, que é o que todo
mundo quer. Só o que que a gente vê, existe uma linha muito tênue entre a boa, a adaptação que a gente quer, adaptação desejada e a má adaptação. Então a gente começou a discutir, ó, aquela questão de treino, dieta e descanso é muito Importante. Então você pode treinar bem, só que se você não descansa bem, a tendência é você não se adaptar bem. Eh, você pode treinar bem, pode ter uma boa alimentação, só que se você não descansar bem também a adaptação não vai ser otimizada. Então a gente fala nisso, a gente fala em se
adaptar, né, que ser esse esse esse essa supercpensação, esse overaging funcional, é o todo mundo quer. Só que se um desses três pontos, dieta, treino, Descanso, não estão adequados, né, principalmente dieta e descanso, você pode ter essa essa má adaptação que é o overating funcional. Esse overreaching funcional, desculpa, overreaching não funcional. Esse overate não funcional, ele principal característica é redução do desempenho que pode durar aí de dias a semanas. Então, eh, os nossos pacientes estão aqui basicamente, ou seja, os nossos pacientes eles continuam treinando muito, só que é o paciente que Não dorme bem, que
não descansa, é o é o paciente que treina seis vezes na semana, eh, trabalha, estuda ou trabalha, eh, vai paraa festa final de semana e aí volta a treinar. é aquele paciente que acha que quanto mais treino melhor. Então ele não adapta, ele não supercompensa. Ah, nesse sentido, eh, então ele vai treinar, então ele, ah, piora o desempenho, piora a performance, em vez de descansar, ele treina mais intenso. Isso é um é um círculo vicioso. Então ele é aquele paciente que ele vai começar a ter lesão, né, uma lesão no ombro, uma lesão no joelho,
eh, alguma coisa e e não consegue evoluir. Então, é muito comum, tá? E aí, continuando esse processo de pouco descanso e muito treino, a gente chega na síndrome do descondicionamento paradoxal, que antes era o overtraining. E eu falei assim no final da aula, ó, eh, esse overtraining, por que que o esse nome não é mais tão adequado, não é Mais utilizado? Porque quando você fala em overtraining, você coloca um peso eh exclusivo no treino. Então, é como se você tivesse só treinando demais e você desconsidera outros fatores associados a essa má adaptação. Então, por isso
que virou essa síndrome, ó, do descondicionamento. Então, você tá perdendo condicionamento de maneira paradoxal, ou seja, você continua treinando, só que você perde aquela adaptação. Então, por isso que é um Desconamento paradoxal, paradoxo, né? Tá, Caio. Mas e daí? E daí? Eh, primeiro ponto que eu falei, a gente tá numa numa pós de nutrição esportiva e é importante estar considerando outros aspectos, né? No caso aqui nutrição especificamente, eh, e também a fitoterapia. E aí nessa fito entra aquele aquele aspecto associado à periodização da dieta. Então, a gente vai começar a falar alguns algumas espécies detais
agora e a gente vai fazer vai fazendo esses links, Né? sempre importante estar fazendo esses links, beleza? E aqui cai nessa parte da nossa aula, né? Ou seja, então para evitar não só tá usando, não só usar o o overtraining, né? Mas tá usando o termo síndrome do desse consumimento paradoxal. E aqui ele mostra justamente isso. Então, desde 2020, né, o pessoal vem discutindo algumas temáticas relativas a isso, a esse essa síndrome ah do desconamento paradoxal. E aqui, ó, a Gente começa a mostrar algum desses desses parâmetros. Ah, cara, mas por que que tu falastes
que que não é só eh o excesso de treino? Porque esses estudos eles começam a ver o seguinte, ó. E aqui tá um pouco dessa dessa síndrome de má adaptação. Sim. Antes disso, antes disso, eh, vocês já perceberam, pessoal, aqui vamos tentar dar exemplos, né, que a gente vê no na nossa prática. Vocês já perceberam assim, vocês mesmos, não sei, ou com alguns pacientes de vocês, tipo Assim, você tá num você pega, você começa a fazer consultoria para algum estudante, né? Eh, e aí e aí qual é que seja o motivo, né? dívida que trabalha
e ele tá treinando muito, treina muito e não consegue evoluir, sempre tá com uma dor ali articular, alguma dor no ombro, alguma coisa assim. Eh, e aí vai ter uma semana de prova ou uma semana que ele vai viajar a trabalho, alguma coisa assim. E o que que a gente e já pode ter Acontecido com paciente em vocês, mas também com vocês, né? Então, o que o que que a gente observa? Então, imagina assim, eh, já passado por isso eh de um paciente a gente treinando, aí vai ter uma semana de prova, naquela semana de
prova, aquele desespero, o paciente ele passa uma semana sem treinar, então ele vai paraa semana de de prova ou ou vai viajar por qualquer motivo e ele passa uma semana sem treinar. E aí dormi relativamente bem ali, mas deixou uma Semana inteira eh sem treinar. E aí quando você volta a treinar, eu não sei se já aconteceu com vocês, comigo já aconteceu, mas também eh com pacientes. Ah, e aí você volta a treinar. Aí quando tu volta a treinar, tu pensa assim: "É, eu passei, eu passei uma semana, 10 dias sem treinar, eu vou pegar
mais leve no treino, eu vou eu vou eu vou pegar um pouco mais leve no treino porque eu acho que eu não tô com tanta força e tal. E aí tu tu vai treinar e aí tu, sei lá, Vai fazer supino, qualquer que seja exercício e tu e tu e tu coloca pouco baixas cargas e aí tu vai treinar e aí tu percebe que apesar de ter passado muito tempo sem treinar, né, 10 dias, uma semana, duas, tu coloca pouco peso e aí vê que tá leve, começa a aumentar. E aí, resumindo, nesse primeiro treino
que tu volta, eh, tu pega cargas que antes tu que tu não tinha conseguido pegar, tipo, tu aumentou as cargas a um nível que tu Não tava conseguindo antes de de ter dado esse esse break. Isso é muito comum. E o paciente fala: "Cara, eu tava com muita força, eh, eu consegui treinar muito bem e no outro dia eu não tava tão desgastado e coisas do tipo." O que a gente pode entender dessa situação que é muito comum até que que pode entender que o indivíduo quando volta a treinar e volta a treinar muito bem,
isso simplesmente quer dizer que essa semana que ele tirou off, que ele foi viajar, Que ele foi fazer prova, né? qualquer que seja o fator que ele passou uma semana sem treinar, essa esse esse break que ele deu nos treinos meio que foi o tempo suficiente para o corpo dele super compensar, adaptar algo que ele não vinha conseguindo fazer há muito tempo. Por quê? Porque é aquela pessoa que é doida por treino, que treina seis vezes na semana ou até mesmo treina mais de seis vezes na semana porque treina mais de uma vez ao dia.
De modo que aquele Break que ele deu nos treinos foi o foi o tempo necessário pro corpo, né, o corpo descansar e gerar esse overating funcional, essa supercompensação e de fato melhorar. A gente vê vários exemplos disso no no esporte de alto rendimento, quando você vê um atleta eh passar uma, duas, três semanas sem jogar. Então o atleta ele só treina ali bem de leve, mas não vai pro jogo, ele é poupado e quando ele volta ele volta Melhor. Então tem muito disso, dessa dessa sair desse overat não funcional para ir pro overreaching funcional. Então
isso é muito comum. Então, certas eh é importante ter cimento, por de novo, né? Aquela questão do treino adequado, ele tem que ser periodizado. A gente acha que sempre tem que treinar mais, sempre tá sempre tem que tá treinando. E cuidado, cuidado, cuidado com esse tipo de pensamento, porque isso gera, tende a gerar uma síndrome de má Adaptação, né? Inicialmente over funcional e podendo evoluir para um over funcional, tá? Tá beleza? E a gente vem para cá, pro pro slide. E o que eu queria mostrar para vocês eh do do ponto de vista dietético, a
gente vê, ó, então anota aí, né, quais são eh quais são os fatores dietéticos que estão associados ao surgimento, ao desenvolvimento dessa síndrome do desconsciamento paradoxal. bota SDP, tá, né? Para sempre é um nome Muito extenso, ou seja, que é o antigo overtraining, quais são os fatores dietéticos associados a SDP, né, considerando que SDP é síndrome do desconiccionamento paradoxal? Então, a gente observa aqui, ó, primeiro, ah, depressão energética, ou seja, uma dieta hipocalórica, né? Então, uma dieta hipocalórica tá associado a SSDP. Além disso, uma dieta hipocalórica a gente coloca uma dieta hipoproteica, né? uma dieta
com baixo, uma baixa quantidade de Proteína. E aí eu falo uma dieta hipoproteica, pessoal, pro pro atleta bota aí, né, algo em torno de menos que 1.6 g de proteína por kg, tá? Então, menos que 1.6 g de proteína por kg. Lembrar, quando a gente fala em proteína, a gente tá falando em adaptação, né? Eu não tô falando em músculo, não, tá? Não tô nem pensando em massa muscular, eu tô pensando de fato em síntese proteica, né? Síntese proteica miofibrilar. mitocondrial, ah, De proteínas ósteoarticulares, proteínas eh viscerais, né? Então, um atleta que tem uma alta
demanda calórica, ele precisa um pouquinho mais de proteína, na nada do outro mundo, mas a ao torno ali pelo menos 1.6, de modo que abaixo disso isso pode não ser tão tão interessante. Então, ó, dieta hipocalórica, dieta hipoprotica, dieta hipoglicídica, né, clássico. Mas eu queria mostrar o quê para vocês? eh Eh estresse cognitivo. Estresse cognitivo. Então, eh e isso é isso é algo isso é algo interessante, porque quando você fala nesse estresse cognitivo, a gente tá falando, dentre outras coisas, de uso de telas. Uso de telas, ou seja, uso de celular, eh uso de iPad,
iPhone, tablet, né? Muito tempo de tela. Então essa luz, né, que esses aparelhos eles emitem, isso gera uma fadiga mental, uma uma fadiga cognitiva, tá? Então, eh os Trabalhos mais recentes t mostrado isso, tem mostrado que tempo de tela, né, eh, ele tá associado a estresse cognitivo, tá? Eh, sono, sono, sono não recuperador, tá? Então, vê, e claro, exercício, né, excesso de treino, digamos assim. Então, quando a gente fala na SSDP, perceba que não é só treino, a gente fala em dieta hipocalórica, dieta hipoproteica, dieta hipoglicídica, eh aumento do tempo de uso de tela, sono
não recuperador e eh o Treino acessivo. Então, olha, olha e claro, e eles colocam também estresses, estresses eh extra quadra, né? Estresses eh que não tem nada a ver com esporte. Então, o atleta é gente, né? atleta, o atleta, o indivíduo tem uma vida, né, uma vida social, etc. E isso eh os diversos estresses também impactam nesse, nesse esforço cognitivo. Então, veja, olha só a evolução do termo, né, do conceito. A gente falava de overtraining, só pensava na questão do Treino, da quantidade de treino, mas além do treino, a gente pensa nesses outros fatores dietéticos
e ambientais, né, como o sono não recuperador e o tempo de uso de telas. E aí tem alguns trabalhos mostrando, né, que você passar muito tempo, você usar o celular durante o treino de musculação, você eh afeta a capacidade de recrutamento de miofibrilas, né? Eh, e por aí vai, tá? Afeta em exercício de de exercícios com modalidades coletivas, Afeta tomada decisão e por aí vai. Isso tudo tá associado associado a SDP, né? A síndrome do desconheçamento paradoxal. Então, a gente sai de uma de uma de um de um termo, né, que usava unicamente o exercício
como esse esse agente de má adaptação, mas não é só exercício, não tem todos esses fatores associados. Exigções, né, que consideram que consideram parâmetros hormonais, parâmetros psicométricos que quantificam isso, tá? E é e é uma das Coisas que que esses trabalhos eh esses trabalhos analisam aqui. Então ele mostra, ó, isso aqui tudo vai gerar, né, numa depressão crônica de glicogênio, ah, numa redon capacidade de armazenamento da energia, né, estress oxidativo, eh, o acúmulo de toxinas pró-inflamatórias. E aqui, ó, eh, ele fala aqui imunodeficiências, né? Uma imunossupressão. Então, o indivíduo que tá treinando demais, estão vendo
os Slides que o Renato falou? Não tá não aparece os slides. Vocês estão vendo os slides? Aqui para mim tá normal, professor. Sim. Eh, Renato, talvez, Renato, talvez tu esteja no celular e às vezes tu tem que dar uma clicada na tela para aparecer, entendeu? Porque às vezes tem esse esse errinho mesmo. Eu digo isso porque eu também aqui tô no tablet, né, acompanhando e às vezes some aqui do tablet, dou eu dou uma clicada na tela e E ele aparece, sabe? Mas aí pelo pessoal pelo que o pessoal falou tá aparecendo, tá? Eu também
tô vendo aqui na na minha tela, tá? Beleza? Ó, então tudo isso tá associado a SDP, beleza? Então coisa muito muito clássica é isso, né? Síndome ah da SDP, né? do desse consumo paradoxal tá associado, por exemplo, a aumento da incidência de infecção do trato respiratório superior, tá? Então, eh, alguém tem aqui algum paciente que só vive Com neurinita alérgica, só vive cocindo, só vive espirrando, só vive corizando. Isso é um sinal clássico, sinal clássico que o que o que você não tá se adaptando bem a ao exercício. Eh, está muito associado a esses outros
fatores. Eh, semana passada eu, por exemplo, foi um foi um exemplo disso. Semana passada eu sempre treinei, né? Sempre fui atleta no sentido de de treinar academia e basquete. E semana passada eu tava em Brasília trabalhando e passei uma semana Dormindo mal e não foi outras. Desde sexta-feira eu comecei com a garganta arranhando e torcindo, espirrando. Ou seja, eu passei cinco dias dormindo mal e aí o corpo, o corpo acusa. Como é que eu melhoro, o sono? Não tem não tem outra, né? recuperação. Então, eh, esses fatores associados aí e se você pega para ver
os pacientes que sempre estão com essa renita alérgica, com infecção respiratória, algum desses desses pontos estão sendo estão eh associados, se não Todos, né? Pois bem, então isso é o que esses trabalhos mostram desde 2019, né? Esses fatores ambientais, dentre el os fatores dietéticos associados a isso, tá? Eh, de modo que é importante ter ter noção desses desses pontos aí, beleza? Então, lembra muito dessa questão de de proteína, tá? Eh, de carboidrato que tá associado a essas dietas de policídicas. E aí, por que que eu falo isso? Por que que a gente traz traz aqui
a espirulina? Uma alga, né, que aqui no Brasil tá tá Muito associado, ela entra dentro dessa legislação de de fitoterapia, né, de compostos bioativos, então ela ela é considerada como alimento. Aí então vocês eh podem prescrever, quem não tem habilitação em fito, pode prescrever espirulina, né, espirulinoplatenses. Eh, espirulina é rica em ficocianubilina, né, que é um é um é um fitoquímico aí que tá associado aos seus efeitos. Mas o que que eu trago aqui da Da espirulina? Eu trago esse trabalho, ó, um trabalho 2021. É um trabalho publicado revista britânica de nutrição, uma revista eh
interessante, sai muitos trabalhos bons lá. E e aí eu eu trouxe isso aqui para vocês, ó. Eh, o que foi que quais foi um dos fatores associados aí a a a essa má adaptação, né, a SSDP, dieta hipocalórica, né? Então, vê, eh, a espirulina, espirulina, eh, eu tenho, eu tenho alguns trabalhos com sobre, com Relação a espirulina e, e a espirulina ela é uma alga, né, uma alga que tem vários fitoquímicos, tem cinco e essa ficocenobilina, ela é estudada no contexto eh de doenças respiratórias e tal. E ela ela ela começou a ser estudada a
nível hospitalar, sendo aplicada em pacientesizados, né? Pacientes ali com problemas hepáticos, pacientes de de longa estadia no hospital. E o que que se observa, o que que se observa observava com esses Pacientes? que de maneira geral espirulina reduzia tempo de internação. A a espirulina ela tem uma capacidade de aumentar a capacidade antioxidante do plasma, ou seja, dava dava um suporte interessante para para em alguns contextos, né, de em paciente no hospital. E aí o que foi que o pessoal começou a fazer? O pessoal começou a investigar a espirulina eh no contexto de exercício. E aí
tem um trabalho, acho que é publicado em 2010 com ciclistas Que viu, por exemplo, que espirrulina não tinha nenhum efeito, não tinha efeito naqueles ciclistas. Eram ciclistas que treinavam, tinham um volume de treino muito alto ao longo da semana, que tinha uma ótima dieta, né? Tinha uma ótima dieta, tinha um ótimo consumo de vitamina C, de vitamina E via dieta. Sei se foi, isso foi mensurado a nível plasmático e os autores eles discutiram isso, ó. A gente não teve resultado porque esses profissionais, Né, eles tinham eles tinham uma boa dieta, uma dieta que tava adequada
do ponto de vista de caloria, do ponto de vista de de proteína, do ponto de vista eh de micronutrientes, né? Ou seja, a gente começa a ver, a gente começa a a ver algumas tendências, ou seja, parece que a espirulina ela pode ter um efeito ergogênico quando o consumo, né, quando o consumo dietético total pode não estar eh otimizando o desempenho. Ou seja, quando falta ou quando as quantidades Presentes na dieta daqueles micronutrientes de polifenóis que a gente falou de manhã, eles não são numa quantidade otimizada para aquela situação. E é aqui que esse trabalho
entra. Então veja, se você tem um atleta, vamos lá. Então, se você tem, se você acompanha um paciente eh adulto jovem, saudável, que tem uma ótima dieta, né, que ele consegue ele consegue ele dorme relativamente bem, ele ele tem um treino bom, mas ele tem uma dieta Muito boa, eh pouco provável ele ser responsível à espirrulina, né, do ponto de vista de melhora de inflamação, redução de estos ativo, melhora de recuperação. Por quê? porque a dieta dele como todo tá muito boa. Em contrapartida, a pergunta é: tá, e em situações que que a dieta não
tá não está tão boa, será que a gente pode estar otimizando eh pode tá melhorando esse esse esse esse quadro? Parece que sim. Então, por Exemplo, ah, qual a principal dificuldade de a gente de a gente trabalhar com mulheres? Mulheres que treinam: "Ah, cara, eu quero eu sou mulher, eu quero, eu quero treinar, eu quero perder peso." É complicado, né? Assim, trabalhar com mulheres nesse sentido é mais desafiador. Por quê? Porque se você se você pega um homem, vamos lá, um homem de de 1,80 e 90 kg, concorda concorda comigo que é muito mais fácil
fazer esse hom perder peso do Que uma mulher que tem 1,50 e e 50 kg, 55? É por questão de tamanho mesmo. Então o homem de 1,80, 90 kg, ele vai ele, o vet de manutenção dele vai ser o quê? 2000, 2500, 2800 calorias. É muito fácil você reduzir essas calorias e garantir que ele esteja consumindo uma quantidade de nutrientes adequada ainda, digamos assim, pra mulher mais desafiador, porque pelo próprio tamanho da mulher, né, ela naturalmente gasta menos energia e Quando você faz uma dieta de restrição calórica, você aumenta o risco de ter alguma deficiência.
Concorda comigo? E é claro, o nutre, né, ele vai ele vai sugerir algumas coisas, alguns alimentos e tal para prevenir que isso aconteça. Mas aí imagina, pessoal, eh, os diversos e aí pensa nessa, na na SDP, imagina esses esses fatores associados, ó, a mulher vai fazer uma dieta hipocalórica e aí tu vai ter que reduzir proteína, tu vai ter que reduzir carboidrato. A Mulher além de treinar, ela tem um filho, ela tem um pai, uma mãe que precisa de cuidado, ela trabalha, estuda, ela trabalha manhã, tarde e noite. Então tu começa a somar os gatilhos
de estresse, percebe que isso tudo vai impactar nas necessidades nutricionais dela? E eu nem vou me adentrar a situações que, por exemplo, ela usa em alguns medicamentos de uso crônico, porque a gente sabe, né, que alguns medicamentos afetam essa afetam a Biodisponabilidade de alguns nutrientes e coisas do tipo. O que eu quero mostrar para vocês é que no mundo real a gente tem vários gatilhos de estresse, digamos assim, que afetam na capacidade que o indivíduo tem, né, de aproveitar o que ele consome e e coisa do tipo. E aí entra esse trabalho, ó. Esse trabalho
foi um trabalho com adultos jovens, eh, judou, né, atletas melhor de de luta, né, west, de luta olímpica, né, luta greco-romana. E, ó, 40 sujeitos, média Idade, 22 anos, eles for passaram dois dias de intervenção em dieta hipocalórica, né? Então, foi uma dieta hipocalórica para eles perderem algo em torno de 4% do do peso corporal. Ou seja, a gente vê eh a gente vê agora deixa eu ver aqui quando foi, eu não me lembro, eu não detalhei aqui nesse nesse slide especificamente, mas a dieta de restrição foi algo em torno de 30% de restrição, salvo
engano. Deixa eu ver aqui. Então, então vê, então isso aqui é O comum do atleta, né? ele faz uma dieta de restrição. Ah, e a própria dieta de restrição vai ter um impacto não só na composição corporal, mas na capacidade de gestão de nutrientes, né, de força muscular, de capacidade do sono, de recuperação. Então, esse trabalho mostrou o seguinte, ó. Eh, 12 dias de intervenção dietética para perder 4% do peso corporal é é uma perda bem bem considerável, tá? em 12 dias. Se a gente Pegar para ver, eu faço a pergunta para vocês, vocês sabem
quais são as recomendações de perda de peso para para ser uma perda de peso saudável e clinicamente considerável no médio prazo, ou seja, ali pelo menos de três a se meses? Alguém tem esse dado de cor? Se você pega para ver para ver posicionamentos, alguém alguém alguém sabe isso de có? falar assim, perde peso que seja que seja eh clinicamente Considerável. O que que eu falo clinicamente considerável? É aquela perda de peso que vai ter um impacto na pressão arterial, que vai reduzir a glicemia, que vai melhorar sintomas relativos à ansiedade, que vai que vai
que vai tá associado à melhor saúde articular. A Jéssica fala de 5 a 10%, 10%. Eh, galera, eu não tô falando da restrição calórica, eu tô falando da da perda de peso, tá? Da perda de peso. Eh, algumas Falaram 1 kg por semana, kg por semana. Então, uma perda de peso, uma perda de peso clinicamente considerável é quando você perde 1 a 3% do peso inicial por mês, de modo que em 6 meses você tenha perdido pelo menos aí algo em torno de 6 a 10% do peso corporal inicial. Isso é uma perda de peso
que você já obtém que você já obtém eh melhoras clinicamente significativas e que são, ao que parece são mais fáceis de serem mantidas no Longo prazo, 6 meses, 1 ano, mais do que isso, tá? Então esses atletas aqui perderam 4% em 12 dias. É uma perda de peso bem considerável, né? Então, uma perda de peso considerável clinicamente, né, clinicamente importante seria isso, seria 1 a 10% do peso corporal, 1 a 3% corporal inicial. Então, é sempre bom a gente pensar de maneira relativa, né, falar em porcentagem, porque quando a gente fala em valor absoluto, ah,
perder 1 kg por Semana, tu tá colocando no mesmo saco uma pessoa que tem 60 kg e uma pessoa que tem 150. Uma pessoa que tem 150, perder 1 kg na semana é eh no mês é pouco, percebe? Eh, então sempre é bom a gente pensar de maneira relativa do ponto de vista pro desempenho, né, de maneira bem generalista, eh, é importante você perder, você reduzir ali em torno de 500 g por semana, ao que parece, para nív que faz musculação, porque parece quando Você perder isso por semana, no máximo, você tende a reter mais
massa muscular, você perde menos massa muscular no processo de emagrecimento. Mas claro, isso isso depende da do indivíduo, mas geralmente tá isso isso isso parece ser verdade para indivíduo que tem ali 80 kg, né? Um pouquinho para mais, um pouquinho para menos, sendo bem generalista, tá? Então, mas de maneira geral, pensando na clínica seria isso, de 1 a 3% do peso por mês, tá? Então, então se você tem aí 100 kg, né, e você perde aí 3% por mês, seria uma perda de peso de 3 kg por mês, né, em 12 meses. Aí você conseguindo
manter, que é bem difícil, você dá para perder uma pancada de peso, né? Dá para perder aí 30 kg, 36 kg, né? Então, o paciente com obesidade, ele consegue reduzir bastante essa essa quantidade, que é bem difícil isso no médio e longo prazo. Então isso vai ter uma um efeito positivo no eh enfim na saúde. Então, nesse estudo, foi Isso. Nesse estudo eles queriam ver eh por duas semanas o que é que a adição de espirulina poderia poderia estar associada aí nessa nessa perda de peso. E aí é um trabalho controlado, randomizado, duplo cego. E
eles usaram, ó, 1 g de espirulina e avaliaram eh pela biopedância, avaliaram composição corporal, avaliaram transaminases e avaliaram também, ó, concentrações plasmáticas de miostatina, folistatina e GF1. Então, quem vai Lutar, quem vai lutar e perde muito peso, fica fraco pra luta. Isso é muito, isso é muito recorrente, né? Você perde peso ali nos, no duas semanas, três semanas para ver a luta. Então, o pessoal que luta diz que são duas lutas, né? os atletas, duas lutas, uma para baixar o peso e a outra a a luta propriamente dita. Então esse trabalho ele basicamente ele quis
ver se o consumo de espirulina era seguro, né, nessas nessas Duas semanas de intervenção e os efeitos aí relativos a a parâmetros bioquímicos e parâmetros de composição corporal em atletas jovens, né, que em média de idade de 22 anos por por 12 por 12 dias de intervenção. E aqui ele mostra basicamente o seguinte, ele ele mostra basicamente que os grupos que usaram ah que usaram espirulina, digamos assim, eles eh conseguiram manter massa massa muscular, né? E foi algo seguro do ponto de vista de transaminases, né? Então, houve uma redução de transaminas aqui, não, ou seja,
não houve um aumento de marcadores diretos de dano muscular e parece que a compulsão corporal eles periam mais massa gorda, né, fatos indivíduos os indivíduos que não usaram espirulina, tá? É aqui a Jéssica falou, mas tem a estratégia de deshidratação também que ajuda a perder bastante peso, então depende da pessoa até 4 kg só de água. Perfeito. Então, eh, que que algo ajuda A te a se manter fraco, né? Então, por isso que o pessoal fala que são duas lutas aí para quem para quem é atleta de de luta, né? Você tem eh quando você
principalmente quando você se pesa um dia antes da luta, né? Geralmente o pessoal de judô se pesa no dia da luta, não é isso? Judô, jitso, se você vai pro pro MMA, geralmente, apesar de um dia antes, não é isso? E aí você tem esse dia aí de reidratação. Mas o que quer quero mostrar aqui, você começa a usar Algumas ter algumas estratégias eh de maneira periodizada. Nesse caso aqui, ele quis saber se haveria uma deficiência do dan espirulina do ponto de vista de ah parâmetros bioquímicos, folistatina e meostatina e também parâmetro de de dano
de massa muscular, de parâmetros de dano muscular marc ou melhor marcadores interesse de dano muscular, tá? Então ele mostrou aqui que espulina não tem esse impacto negativo em transaminases. Ele mostrou que os Indivíduos perderam mais gordura eh nesses 12 nesses 12 dias de intervenção, tá? Mas da mesma forma eh a gente começa a pensar sentido relativo à periodização da dieta, né? Então isso isso a gente sempre vai tá falando nesse nesse contexto, tá? Beleza? Ó, aí eu queria a gente vai falar, deixa eu ver aqui, tá? Ó, e além disso, eh, de manhã eu tinha
falado, você lembra que eu tinha citado, eh, mostrei aquele trabalho com os atletas de Crossfit que, ah, com relação à Camélia Censees, que mostrava eh alguns trabalhos relativos ao BDN, né, que seria esse fator neutrófico derivado do cérebro, que tá associado à cognição, a a tá associado a alguns domínios cognitivos. E quando a gente fala em cognição, a gente fala em muitos domínios, tá? Então, a gente fala memória de curto prazo, longo prazo, eh tomada de decisão, eh enfim. Então existem vários domínios cognitivos, de Modo que você falar em cognição é algo é algo muito
aberto, né? Mas aqui, ó, e a gente sempre é importante a gente falar também alguns algumas espécies de que eles come eles colocam aqui como botanicals, né? Eh, modulador de neuroplasticidade. Então, foco, ó, no BDNF. Então a gente fala em BDNF, voltando, né, para esse fator neotrópico que tá associado aí alguns domínios cognitivos, a gente mostra, ó, ah, Panatin a gente mostra aqui, ó, Carmelha Sinenses, a gente mostra Bacopa, Moniere, Jinco, Sálvia, ah, rodiola rose, ó, vitânia, sonífra, eloterococos centosos, ó. Então, a gente já falou um pouco do BDNF e a gente começa a falar
um pouco aqui, ó, de adaptógenos, né? Então, eh, esses adaptógenos que promovem redução de fadiga, redução de estresse, a gente começa a ver que parece que eles também têm esse esse efeito na neuroplasticidade, ou seja, a gente Consegue melhorar essa função neurológica ah por diversos mecanismos e e parece que dentro desses mecanismos a gente consegue avaliar aí esse esse BDNF, tá? Tá beleza? Mas aí, ó, deixa eu aí ele mostra aqui alguns, né, mais umas figuras aqui com com esses artigos que a gente com essas espécies detalhes que a gente que a gente acabou de
citar, prováveis mecânicos de ação que estão envolvidos aqui com sinalização de neutransmissores. Mas aqui, ó, a gente Traz um trabalho com achoa, né, que a gente citou também, falou hoje pela manhã daquele uso agudo. Então, vê, ó, efeito da arxaganda, né, da sonífra no desempenho físico, né, resochemática com metanase beisiana. Então isso é um trabalho que existe os trabalhos mais recentes, né? Mas a gente traz um trabalho que é legal que ele traz algumas figuras e ele ele traz aqui alguns gráficos, né, dessa análise ecológica que ele fez relativo à força, Relativo à força de
de pressão manual, relativo à potência, à força, tá? Então a gente observa alguns alguns prováveis mecanismos de ação da vitân sonífera. Então vê a gente tem a vitânfera. né? Ou sonífra. A gente consegue, tô dando esse zoom aqui, a gente consegue ver, a Regane perguntou: "Como usa a espirulina?" Como assim, Rejane? Eh, a dose da espirulina varia, tá? Mas a dose da espirulina é em torno de 1 a 10 g por Dia, tá? Dose da espirulina. Eh, o marcador da da espirulina, como eu falei, é a ficcianobina. Vou até botar aqui, ó, fic vou botar
no chat, tá? ficociando, ficociando bilina. E e fala-se uma dose efetiva de 1 a 10 g por dia. Só que eh alguém aqui, alguém aqui já tomou espirulina, já consumiu espirulina, ela é muito usada também eh para paciente para assim um um bom um Bom evidência dela eh para controle de pacientes com metabólica do ponto de vista de perfil lipídico e glicemia, tá? Tem alguns trabalhos eh com desenho metodológico bem duvidoso, mostrando, tendo o efeito hepato protetor, tá? Mas você fala na espirulina, eh alguns trabalhos mostram isso, né, assim, com mais com corpo de evidência
mais interessante do ponto de vista de glicemia e de lipemia. A evidência moderada fraca para Proteção. Então tr base mostrando uma redição TG, TGP, gama GT, né? seja um reflexo dessa melhora, dessa melhor saúde hepática. Eh, parece que a espirolina ela se comporta também como adaptógeno. Então, tem alguns trabalhos que mostram alguns trabalhos ah, né, de de relativo a desempenho acadêmico, mostrando que espirulina ela reduz o tempo de resposta da prova e aumenta o número de acertos. E aí o pessoal faz esses testes Em provas de matemática, em provas de lógica, sabe? Então você fala
espirulina, você fala nesses nesses pontos. Então é uma dose que demonstra eficácia algo em torno de 1 a 10 g da espirulina. Eh, geralmente o pessoal utiliza aí algo em torno de pelo menos 500 mg de ficcianubilina, tá? Mas isso também não tem nada certo. Depende do trabalho. Eu ten trabalho que nem fala quanto fico bililina tem na na espirulina, mas é o que parece já uma Das efetiva aí de 1 a 2 g. O pessoal mostra, o pessoal mostra que 10 g tem tem evidência, mas que 10 g é uma dose alta, que não
tralha uma vantagem em relação à dose um ou 2 g. A Daniele pergunta: "Qual sabor é tranquilo de tomar?" Daniele: "Não é tranquilo de tomar". Tá? Então sugere fortemente que você consuma sobre a forma de cáfula porque se você for consumir sobre a forma de pó é muito ruim. Eh, você vai ter vontade de não consumir o produto, Tá? Eh, é, então seria em cápsula, tá? Então é muito r. Ó, a Maria já traz um feedback, ó. Comecei a tomar, mas logo parei, pois me deu muitos gases também. Também tomei também junto a clorela. Isso
é importante a gente eh falar porque Marí para todo mundo, né? Você fala em fito e você isso é algo relativo à suplementação. Eh, às vezes você tem uma resposta, uma uma má resposta a um Produto específico, não pelo pelo composto ativo, tá? Não pelo oposto, não, não pelo principio ativo, mas sim talvez pelos recipientes que vão junto ao produto. Você vocês conseguem perceber? Vocês conseguem entender os relativo aos recipientes, porque você compra um suplemento, uma cápsa, você não só, você não só compra o o aquele composto ativo, né, aquele aquela substância ali proposta, tem
os recipientes que servem Para dar sabor, que servem para dar para dar estabilidade e coisas do tipo. Então, às vezes, só o fato de você mudar a marca, você não tem uma reação dessa, tá? uma uma mágestão, gases e coisas do tipo. Então, talvez pode ser o recipiente utilizado utilizado na mar da marca, tá? Então, tenta esse teste porque isso é muito comum. É igual a proteína, tem proteína que você toma e fica tendo diarreia direto e você muda o produto e não tem, né? Então você acha Que talvez que tenha alguma alguma intolerância alimentar
e às vezes é o recipiente usado, né? O o adoçante, o recipiente, o educorante, né? O conservante que tá ali, tá? Eh, então vale vale a pena você fazer esse teste, tá? E como a Patrícia falou, né? A Patrícia falou em pó cheiro abominável. É mais ou menos isso, Patrícia. Eu eu recomendo recomendo, recomendo você testar, tá? Não usar em pó, porque De forte é bem é bem forte. eh usar sobre a forma de cápsula e aí você usar 10 g tomando cápsula, você vai tomar umas 20, 25 cápsulas por dia, ou seja, ou, né,
considerando que seja uma cápsula de 500 mg, então seria muita, muita coisa, tá? Eh, beleza? Ó, então a gente vê aqui eh a aaganda, a vitância sonífera com, ó, a os diferentes fitoquímicos, né? itferina, o itanosídio quatro, etonolídio, itanona, achoandon, axoagandonídio, né? Eh, ou seja, é um Fitocomplexo, então existem vários vários fitoquímicos, tá? Eh, aproveita aí, a anotem a anotem anotem a dose, né, daoaganda. seria uma dose aí de 200 a 500 mg de eh deanolídios, ó, desculpa, 200 a 500 mg de do extrato seco paronizado deâia sonífera, tá? Então, uma dose de 200 a
500 mg de eh do extrato de sonífra Padronizado de 1 a 3% de etanolídios, tá? Então, então vê, então seria uma dose aí de 1 a 3% de etanolídios, tá? 1 a 3% de etanolidos. Ó, Jana, a Janaí pergunta, é, vamos lá. Com relação, Janaína, com relação à espirulina, é 1 a 2 g, tá? Deixa eu botar aqui no chat, tá? Espirulina 1 a 2 g. Vai botar aqui assim, tendo trabalhos usando até 10 g. eh principativo, né? Então, a fico, sim, Ficcianobina, pelo menos algo em torno aí de 500 mg, tá? Né, do do
do composto aí da ficocianobilina, que parece que é responsável aí pelos efeitos da espirulina. Com relação à vitânia sonífra, vitânia sonífera é algo em torno de 200 a 500 a 500 mg do extrato seco padronizado, contendo algo em torno de 1 a 3% de itã. Aqui o etanolídios, tá? Então é assim que você vai prescrever, né? Estrato seco, né? Da vitamina sonífera padronizado em de 1 a 3% de etanolídios, tá? Então esse seria essa seria eh seria seria a prescrição aí, né? Ou seja, e saí que a gente tá fazendo, pessoal? Quando eu falei assim,
ó, o extrato seco padronizado, eh, é justamente isso. A Gente tá garantindo que naquela dose, né, de 200 a 500 mg de vitamina sonífa, algo em torno de 1 a 3% seja de etanolidos. Por quê? Porque já é observado que quando você utiliza essa dose tem um efeito clínico, né, tem um desfecho clínico positivo, tá? Então, busc a gente fala que é um fitocomplexo, mas alguns fitocomplexos estão associados aí a a maiores efeitos, né, digamos assim, né? Então, então a gente fala justamente isso, né, de um, Pessoal fala de 1 a 3% de etanolidos, tá?
Então, essa de 1 a 3% já parece que já garantia aí efeito efeito efeito clínico considerável. Alguns trabalhos mostram 10%, 20% do etanolídeos, mas aí você já aumenta demais, já deixa o produto mais caro. Então, eh sugiro você colocando uma dose 3% de o etanolírios nesse extrato, né? 3% já garante efeito clínico, tá? Então oitanolid de maneira geral, né? Tem o etanolido do A, B, etc. Tá? Então fica fica essa é uma dose ao que parece ter ter feito, tá? Então ele a gente tem esses itanolídios, ele tem ele se parece muito, né, a estrutura
do itanol se parece muito com estrutura do DEA, né? Então parece que ah parece que a sonífera, por isso que ela é utilizada no contexto de libido, sabe? De de testerona, melhor da da da função da testerona, enfim. Então, a gente tem eh algumas aplicações, ó, ah, com desfechos clínicos, ó, com relação a a melhora da Qualidade do sono, melhora da função mental, né, da saúde mental. Então, por isso que ele é um adaptógeno. Ah, melhores pesportivo, fica essa essa pergunta. ele fala, ó, eh, redução do cortisol, ou seja, redução do efeito cortisol, que é
isso que a gente fala da da vitrina sonífera, como tendo o efeito adaptogênico, né, um efeito adaptogênico e e tá associado aí a alguns parâmetros associados à fertilidade, né, de de libido, de Aumento do apetite sexual e melhora da qualidade do sono, tá? A Maria pergunta: "Me perdi na função da achagrã no esporte, desculpe. Eh, qual seria o melhor horário para consumo?" Ó, Maria, eh, a o Vitân sonífra, como falei, tem trabalhos mostrando que o uso agudo da vitara parece que ela melhora desempenho. Então, eh, mas isso não é consenso, mas existem trabalhos que parece
que mostram esse desfecho clínico. Então você utilizando aí, né, 40 uma hora antes exercício, alguns trabalhos mostram, por exemplo, uma uma redução da percepção a esforço no exercício, o que isso pode contribuir paraa melhora do desempenho, tá? Eh, também existem trabalhos eh mostrando que o fato de você consumir a a vitamina sonífer à noite alguns seus próprios mecanismos, né, que a gente falou que a vitamina sonífer, ao que parece ela ajuda a reduzir a ação de uma proteína que é a NADPH de fosfatase. E Essa parece que eh aumenta a sinalização glutamatérgica, o que dificulta
a você entrar num estado de de sonolência, né, de de sono. Então, algumas anedotas, algumas pessoas afirmam que o fato de você consumir à noite, eh, e o fato da da ter feito, ela também assim sendo, ela pode ter uma ação gabaégérgica, meio que te ajudaria a melhorar a qualidade do sono. De maneira geral que a gente fala, ó, de maneira geral é importante que você procure consumir diariamente Nos mesmos nos mesmos horários, né, para você garantir ali que tenha uma uma conciliação de anolídeos, né, no seu sangue meio que constante ao longo do dia,
né, isso é o que vai garantir maior efeito. É, mas se você se você acha que a sua maior necessidade é consumir à noite, né, por essa questão de sono, que é uma anedota, a gente não sabe, ou pelo menos não é bem consolidado, ou você usar antes o exercício, pode ser interessante, tá? Então, eh, a ideia, a Ideia depender aí você ver o que que é o que que é melhor pela melhor pela pr sua pra sua conveniência, tá? E aí essa dose seria uma dose de 200 a 500 mg, né, do extrato sego
paronizado, né, da vitâna, eh, sendo paronizada em 1 a 3% de, eh, etanolídios, tá? Sendo sendo melhor aproveitar nessa questão de de anolídeos, tá? Eh, aí a Maria pergunta: "Se elimina pelurina?" Como assim, Maríel? Explica Melhor essa pergunta. Ó, alguns compostos, né, alguns compostos eles sempre vão ser excretados, né, podem ser excretados eh questão de alitose, né, questão de sudorese, fez e urina, tá? Então, os etanolídes, esses metaboles secundários, eles vão eles vão ser excretados de alguma maneira, né, vão ser metabolizados antes disso para ser excretados. Então, eh, teoricamente sim, eh, se você pensa em
questão de urina Coma plasmática, não é dpem o que parece, né? Não tá na lista da do ABCD, né, da da dopagem da ada, da, né, de modo que seria seguro nesse sentido, tá? Aí, acha que aí a Júlia pergunta, acha que é interessante ligar a suplemento estimulante como cafeína, pensando em suplementação pré-treino? Então, eh, Júlia, tem tem trabalho tem trabalho que mostra que o fato de você associar com adaptógenos, você melhora o efeito de estimulantes, reduzindo Efeitos adversos, reduzindo eh tacardia, reduzindo eh tremedeira nas mãos, né? Ou seja, essa tremedeira periférica. Eh, e também
tendo melhora em scores eh em scores eh psicométricos de ansiedade, tá? Especificamente, existe trabalhos com rodola rósea, tá? Rodola rosa existe trabalhos associando estimulantes com elitirosina, tá? Comiteonina, teanina, né? Que é um composto que tá no chá de maneira geral, né? esse esse aminoácido não proteico. Eh, com a vitamina sonífra tem trabalho também, mas tem trabalho mais com blend, ou seja, associando estimulantes com um blend de adaptógenos. Eh, pessoalmente, pessoalmente eu eu sugeria tá usando com rodear roseia, porque parece que tem mais trabalhos associando estimulância com rodear rose, tá? Eh, teria mais trabalhos que que
teria que teria ser feito aí você pensando no pré-treino, tá? Só que como eu te falei, você usando, Por exemplo, a o principal objetivo, a tua pergunta seria o quê, Júlio? Seria com relação a desempenho no exercício de fato, né? Seria o desempenho no treino ou você pensa além do desempenho no treino, você pensa nessa questão de recuperação, você pensa nessa questão de controle de de estresse por aí vai, percebe? Então você precisa pensando em desempenho mesmo, tá? Eh, então de novo, tem trabalho com Panakin 100, tem trabalho com vitâna, Tem trabalho com ele tem
trabalho com xinas chinenses, estudos agudos, tá? Então você pode estar utilizando pensando nesse efeito somatório, né? Nesse efeito somatório. Agora, você pensa em sinergismo farmacodinâmico, né, farmacológico, você vê mais trabalho com cafeína, com alitanina, cafeína com rodear rose, tá? Eh, só que eh estimulantes, só que você pensa assim, ó, você pensa, você pensa em um, Em aumentar desempenho. O único o o único, o mecanismo que tá associado a isso não é só pelo efeito estimulante, pelo efeito central, tá? Quando você fala, quando você fala em um pré-treino, você pode melhorar o desempenho não só pensando
nessa redução da percepção à fadiga e nesse efeito estimulante, tá? Então eu vou est falando mais para frente aí para já até adiantar eu vou est falando da Ribisn que é a grosélia. A gente pode est falando da da própria Púnica granato, né, que o roman, eh, tendo efeito tendo efeito ergogênico no exercício e foge disso. Foge de ter um efeito adaptogênico e foge também de ter um efeito de ter um efeito é estimulante, tá? Eh, aproveitem e anota aí também. Anotem aí, ó. A Maria pergunta, boa pergunta, Maria. Eh, estudar Gerir só quando treina
sem necessidade de dose crônica como a como a creatina? É, não, creatina é crônico, né? Pelo menos aí duas Semanas, três aí, né? Eh, mas a gente fala em estudo crônico, em estudo estudo crônico, o melhor uso agudo, pessoal, uso agudo aí pelo menos até 7 dias de uso. Então, você faz s dias de uso, isso aqui é alguns autores considerem como sendo agudo ainda, tá? Então, se você usa pré-treino, é algo agudo. Se você usou por três dias antes só da competição, efeito agudo. 7 dias ainda, efeito agudo, tá? Acima disso, você já começa
a considerar como crônico, tá? Então, bicarbonato de sódio agudo, né? Eh, betanina crônico, né? creatina crônico, carato agudo, cafeína agudo. Então você fala em alguns em alguns fitoterápicos, alguns adaptógenos, uso agudo, porque a gente vê esse que eu citei agora, Roman, Groselliia, ah, esses adaptógens aí que eu citei, esses quatro, uso agudo, tá? Ou seja, eh, usando pré-treino uma vez, usando aí três, quatro dias antes, já tem tem um efeito no desempenho, tá? Então, os Agudos, alguns alguns autores eles consideram nessa nessa dose daí, tá? Eh, tá beleza. Então, a esse trabalho discutir isso, ó,
ele e ele aqui discute, ele aqui discute, né? Ele ele especifica aqui, ó, eh, repetição máxima, né, de membros superiores e membros inferiores. Ele vê força de pressão manual, ele vê velocidade, potência, ele vê, ó, concentração de testosterona. Ele vê aqui eh os efeitos, né, enfim, da da vita, ele vê, ó, um Favorecendo a a chaça, né, repetição máxima de menos superiores, inferiores, força de pressão manual, eh, potência e testerona. Eh, percebe, a gente fala aqui testerona, mas também eh não é não é não é tema da da do módulo. Eh, isso aqui é é
um tema muito interessante que dava algumas horas de conversa. Acho que provavelmente vocês têm algum módulo de, né, modulação hormonal de eh de sistema endócrino, mas cuidado, pessoal, aquele Ele diz que favorece concentração testosterona, mas o fato da gente modular possivamente testerona não tá associando a aumento de massa muscular, tá? Então a gente tá falando aqui de de aumento testerona, mas é muito mais é um efeito normalizador, né, das concentrações plasmáticas de testerona. E não estou me estou falando em massa muscular. Tá? Então, eh, só uma uma ideia, esses esses sujeitos aí que a gente
falou que Que estão em SDP, né, síndrome eh síndrome do desse consumimento paradoxal, qual uma tendência deles? Baixar os efeitos da testosterona. Então, eu atendi o paciente essa semana agora que a a teste dele tava tipo assim, tava agora é vamos lá, tava acho que era 147 n por dil. 147 é abaixo do PIS referência. É, é no o PIS é 150 no no no laboratório, né, no protocolo laboratório. Então é o paciente que tá já tá baixo, né? Tá Acima do piso referência. Aí a pergunta, claro, ele é um paciente que várias questões de
sono, de estresse, então ele ele trabalha para uma empresa de engenharia, ele pegou um cargo de coordenação, dorme mal para caramba, só vive estressado, come porcaria e por aí vai. É claro que essa concentração tá com tá sendo influenciada por essa esses fatores de esses vasos gatilhos. Mas a pergunta é, será que aumentado testerona nesse nesse indivíduo aí para 400, 500 N Por dil? Eu vou aumentar a massa muscular dele por isso? Não, né? Mas a gente vai ter um efeito normalizador. Então, diversos parâmetros como dor articular, son, humor, vão ser positivamente associados. Então essa
é a ideia, né? A gente a gente fala nessa modulação hormonal de testerona pela o sonífra, a gente tá falando em quê? a gente tá falando em eh a gente tá falando em eh normalização normalização dessas Concentrações, tá? E não e não especificamente aumentar a massa muscular, tá? Então cuidado com com a gente fala em normalizar testerona, eu não tô falando em aumentar massa muscular, não, tá? Beleza? Então a gente vê isso com a vitân sonífera, tá? Então, a vitamina sonífera, essa dose aí de de 100 a 300 mg, né, do estrato seco, paronizado em
1 a 3% de etanolíos, tá? Ah, de 1 a 30%, né? Depende da referência aí, mas isso é uma É uma dose é uma dose já aceitável, tá? Aí que eles mostram, por exemplo, efeito da rodola rosa no exercício no esporte, uma revisão sistemática. Eu peço, eu vou, deixa eu abrir aqui, pessoal, rapidinho. Eu tenho um trabalho, eu tenho alguns, alguns materiais complementares, ah, falando de rodola rose. Eu vou abrir aqui e vou deixar no ponto, tá? Então a gente, eu vou mostrar esse trabalho para vocês, mas eu vou abrir aqui o Canva eh mostrar
também Mostrar também esses esses outros trabalhos que que se tem sobre rodea rosa. Então só um minutinho aqui, deixa eu só abrir a aula rapidão. Então, ó ver, você começa a ver, a gente começa a analisar vários trabalhos eh com essas diferentes aspectos vegetais, tendo tendo efeito benéfico, né, no desempenho. E aqui a gente traz de relativo a rodeola rosa e ele ele começa a discutir, né, alguns mecanismos, ó. Então, a gente vê rodea Rosa com mecanismos centrais, né? Então, por exemplo, a gente vê rodola róia, ela aqui, ó, inibindo, que eu falei para vocês,
monoaminoxidase, né? Então, a gente fala aí da rodola rósea, eh, contendo os salidrocídeos ou rosavinas. Então, eu vou eu vou colocar aqui para vocês também, eh, aqui no chat, eu falei já a dose, mas eu não sei se se todo mundo pegou, tá? Mas eu vou eu vou colocar aqui no chat no chat da da aula ah sobre A dose da rodola rosa, tá? Então aqui, ó, vou colocar aqui no chat, só abrir aqui, ó. Coloca aqui a dose da da rodea rose, tá? Então, ó, extrato seco de rodula rósea, ou seja, em torno de
250 a 600 mg do extrato. Tá aqui assim, ó, padronizado, tá aqui assim em um 1 a 3% também, ó. de rosavinas e ou Salidroídios. Salidro, pera aí, salidrocíos, tá? Então isso aqui, ó, acabei de escrever no chat, isso aqui é um é uma são doses, vários trabalhos que existem, né, que estão associados aí a nossa, tá muito barulho aqui. Não faz esse barulho. Enfim, eh serão as doses de rodol rosa, né, de 1 a 3% de de rosa vinas ou salidrocílios. E aí é bom você avaliar isso no seu no seu No produto. Então
tem muito paciente que chega com produto já comprado e geralmente tem paciente que compra na internet, né, naquele IERB ou coisas do tipo. E é importante você ver isso aqui, ó, se tá associado, se tem essa quantidade rosa vinas e ou salidrocídeos, tá? Beleza? Então a gente vê isso aqui com com relação ao rodola rose, tá? E aí eu peço licença porque eu vou compartilhar a tela aqui. Deixa eu só interromper o Compartilhamento e eu vou abrir essa outra essa outra aqui um material só sobre rodola rosa, tá? Ó, então, deixa eu só mostrar aqui
rapidinho. Ah, pera que não tá não tá aparecendo. Tá, confirma aí para mim se vocês conseguem ver a tela. Tô compartilhando. Ainda não, professor. Tá, vou tentar. E agora? Agora foi. Foi. Tá perfeito. Ó, então vê, a gente a Gente vê Rodola Rosia, né? Eh, ó, aí tem esse trabalho, trabalho mais recente, né? Trabalho publicado, acho que ano passado, né? Isso aqui tava na versão ainda do manuscrito aceito, não tinha sido publicado, né? Não deve ter sido publicado no ano passado. Eh, o que que tu observa aqui, ó? E e assim, principais indicações da rodeola
rose, ó, redução de fadiga, né, claro, é um adaptógeno, eh, Promoção de redução de dano muscular, marcador de dano muscular e aumenta a capacidade antioxidante do plasma, né, aumenta esse esse status antioxidante. Aí, eh, nessa nessa revisão usaram 16 estudos ah publicados, ó, entre 2000 e 2023. Eh, a a parte da planta utilizada é raiz da rodola rosa e sempre investigaram aqui o uso de, ou seja, os efeitos de rosavinas e ou salidrocíde que são esses esses fitoquímicos aí que eu citei que t Parece que são os responsáveis por esses efeitos clínicos, tá? Então, então
observa eh que essa revisão considerou essas informações, tá? E aí, ó, a o conjunto de dados coletados, né, ó, eh, eles investigaram os efeitos em, eh, 366 adultos, adultos jovens, ó, abaixo de 30 anos. E apenas um trabalho foi com indivíduos, ó, acima de 40 anos, né? E nesse trabalho indivíduo de 40 a 44 anos. Nesses trabalhos, ó, cinco trabalhos eram com atletas Profissionais, tá? Cinco trabalhos com atletas profissionais. Eh, quatro com indivíduos moderadamente treinados, quatro com ativos recreacionais e dois com destreinados. E aquilo que eu falei para vocês, ó, indivíduo que é destreinado é
diferente, né? Individo que é destreinado, você não pode estar comparando ali com atleta de alto rendimento ou com indivíduo, um atleta amador, porque são adaptações diferentes. Então esse esse foi um Trabalho interessante que que procurou avaliar isso, tá? Então aqui, como eu falei, ó, foi até a pergunta, acho que foi pergunta de quem? Acho que foi da Maria, né? Ó, Maria, o uso agudo, ó, a gente considera aqui de 1 a 7 dias de uso e uso crônico de 8 a 38 dias. Então, o que o que a gente vem batendo na tecla que a
gente fala aí em em alguns alguns alimentos, né, com propriedades adaptogênicas, ó, a gente se beneficia com o uso com o uso agudo, tá? Então a Gente observa, né, ó, utilizou base de dados, ó, da Scopus, Web of Science, do PIMED e a posologia dos trabalhos, ó, variando entre 100 e 2400 mg por dia, paronizado, ó, em 1% salidrocílios e ou rosavinas. Eh, percebe que essa dose varia demais, ó, de 100 a 2400 mg. Mas se vocês se lembrarem de um estudo que eu falei pela manhã, eh, que foi o estudo com mulheres, lembra do
teste wingate para ver que a parte da anaeróbica. Eu falei Assim, ó, isso é um bom trabalho porque, eh, estudou mulheres, que é um público pouco estudado. E no trabalho em questão que eles usaram por apenas 3 dias, as doses foram de 100 mg. Ou seja, parece que quando você eh vai usar pouco tempo, ou seja, vai usar um dia antes, dois dias antes ou no dia da prova, parece que é interessante você aumentar essa dose ah de rodolóiaa. Eu falei aqui ah só relativa essa dose 250 a 680, a gente pensa mais no uso
crônico, né? Uma, Duas, três semanas. Mas parece, pessoal, quando você vai usar um curto intervalo de tempo que a gente deve usar doses maiores. Então, por exemplo, é o que eu faço com o time de basquete. O time de basquete, rodela rosia, eh, eu sempre uso associado rodela rosa, eh, mais Panakin 100, tá? Eu mandei formular associado, mas também eu tenho só o Rodola Rose. E aí tem estimulantes, né, cafeína. Então, sempre, pelo menos aí três dias antes Dos jogos, né, do Game Day, a gente começa a ver fazer a suplementação pré-jogo. Então, a suplementação
pré-jogo que que a gente faz não é no dia do jogo, a suplanentação pré-jogo, a gente começa a fazer aí pelo menos três dias antes, tá? E aí, fugindo um pouco da fito, mas só para eh vocês entenderem também o que a gente faz, tem um tem alguns trabalhos que mostram que você usar vitamina D, vitamina D é na dose ali de 4.000 a 10.000, o, né, eh, de Quatro a 7 dias antes do evento competitivo, você melhora escoles de de força muscular e você acelera a recuperação do ponto de vista de de função, né,
de força muscular e do do ponto de vista de marcadores de dano muscular. Então, também e é uma é uma estratégia da gente tá utilizando essa dose vitamina D aí pelo menos 4 dias antes dos jogos, tá? Eu não tô pensando, a gente sabe, né, que a vitamina D é uma substância tipo hormônio, que ela atua Em receptor eh receptor nuclear, né? Ou seja, tem mecanismo genômico e não genômico. Eu não, eu não tô pensando, por exemplo, na vitamina D para aumentar as concentrações de vitamina D. Eu tô pensando nesse efeito meio que em em
receptor celular, né? esse efeito mais agudo de vitamina D, pensando em força e função muscular e na recuperação. Então, na vitamina D a gente usa isso. Ah, se a gente tiver se a gente tiver pouco tempo, a gente usa isso. Se a gente for, Tipo assim, começar a usar quatro exances do jogo, a gente usa uma dose de 10.000 Ii para cada para cada atleta e e uma semana antes aí começa a usar eh 4.000. Então, por exemplo, eh, o que eu quero mostrar para vocês, essa questão de periodização, de você periodizar no nosso time.
E aí eu tenho uma e aí uma coisa que eu batalhei, eu consegui junto à direção, eh, o nosso time a gente a gente tem um orçamento Anual para garantir suplementos básicos pros atletas. Então eu a eu consegui muita coisa, sei lá, eu consegui por por temporada eu consegui algo em torno de eu fiz um orçamento mês passado já pensando na próxima temporada, né, na 2000 2025, 2026, a a a temporada regular do NBB vai acabar agora, vai acabar em junho, né, quem for paraa final. Ela volta em ela volta em outubro, então ela o
quê? Julho, né, julho, agosto, setembro tem 3 Meses de folga. Então a gente já tá pensando já na próxima temporada no no que a gente vai providenciar. E aí e é um projeto grande da gente. A gente tem a a gente elabora projeto pro governo federal, paraa CBC, né, que é o Comitê Brasileiro de Clubes. Então a gente ganha ganha algum dinheiro ah da CBC, então a gente investe e ano passado a gente a gente conseguiu, eu consegui, eu consegui um orçamento, né, brigando com o povo lá da diretoria, a gente eu Consegui R$ 20.000
para gastar o suplamento esse ano, né? Então, eh, então assim, é, é, é uma, nosso clube é um clube muito bem muito bem estruturado, assim, eu acho que eu tenho orgulho mesmo fazer parte do do desse clube de basquete profissional, tá? E a gente tá num nível de organização muito muito grande, assim, acho que esse ano agora foi o nosso melhor ano, a gente só tenta melhorar, né? Porque a gente vai angarando mais Coisas. Mas percebo, quero mostrar para vocês que a gente pensa nessa periodização. Eu faço consultoria com cada atleta individualmente, mas aquela gente,
a gente começou a notar que apesar de você orientar o atleta a conversar, eh, muitos não tomavam as coisas ou ou ou eu ou eu esqueci de comprar ou demorava a comprar. Então, a gente começou a ver que o básico lá, né, e a gente considera os jogos de game day, né, preparação por jogos algo Essencial. a gente começou a fornecer isso pros atletas. E aí eu uso, eu uso gincen coreano, eu uso rodola rosa, eh alguns suplementos, eu uso citina, eu uso mangferina, né, que são compostos bioativos e eu eu uso paciflada em carnata,
né, enfim. Então a gente tem uma série de de de estratégias que a gente utiliza no dia a dia, tá? Dos atletas, tá? Então usar rodela rosa, por exemplo, é uma dessas, tá? É uma dessas porque a gente vê vê essas evidências, Tá? Ah, é Aina, Ainá ou Aina ou Aina, não sei. Aa, a Aida Ludes falou assim, Aina, né? Se tiver errado me corrige. Aina, eh, atendi uma paciente que a endócrino dela passou rodiola para amenizar sintomas de menopausa. Sim, né? A gente fala eh fala menopausa, a gente vê eh é uma síndrome, né,
vários fatores associados. Então, uma das uma um dos fatores é você ah minimizar sintomas, né, modular, monitoramento de sintomas e Em e em menopausa, tá? Eh, e um deles rodola, né? A sa da fadiga e e a ansiedade e coisas do tipo, né? A Maria pergunta: "Professor, significa que não é necessário usar sempre fitos? O paciente melhora o rendimento ou normaliza e deixa de fazer uso porque não tem benefício benefício seguir tomando?" É isso depende, Maria. O que que a gente tá mostrando? né? Porque é assim, a gente fala, ó, que pensa, esses adaptógenos, eles
são eles São mais conhecidos, tem mais evidência para, por exemplo, ter um efeito ansiolítico, para ter um efeito retor de fadiga, né? E tem um efeito eh de combater sintomas depressivos. Então, para esse tipo de paciente tem que usar diariamente, percebe? é o uso diário eh que você faz, você vai monitorando a evolução de espaço aí nesses contextos aí ao longo do tempo. Mas como como a gente tá numa aula de de exercício, eh algo que a gente não pode desconsiderar, Né? Algo que a gente não que a gente deve considerar é o desempenho físico,
o desempenho atlético, ou seja, naquela modalidade, ele correr mais rápido, ele performar bem no futebol, no futsal, no vôle, o que é que seja. E aí nessas situações, se eh e também se é um paciente, por exemplo, Maria, que usa muita coisa, então imagina o paciente usa, vamos lá, ele ele usa, comprou proteína, comprou betalanina, comprou cafeína, aí compra alguns medicamentos, Alguns medicamentos alopatos convencionalis, ou seja, é um paciente que gasta muito dinheiro, tu percebe que não vai ser interessante ele tá gastando, investindo mais dinheiro com esses produtos para tá tá usando mais pílula todo
dia para tá usando mais suplemento. Então vai ser uma coisa que vai ser um desafio posológico e vai ser um desafio financeiro para ele nesse contexto e e pensando que ele quer otimizar o Desempenho. Ao invés de você percebe, tá tá colocando o paciente para usar mais uma coisa por mais tempo e e ele se esquece, tem que ficar se lembrando de tomar mais coisa, nessa situação pode ser interessante você fazer o uso periodizado, ou seja, você fazer o uso planejado pensando no no desempenho, entendeu? Então, no final é uma relação que você pensa em
em custo benefício. E aí é isso que a gente traz. Então, se o o seu se o seu o seu paciente tá nesse contexto, é interessante você fazer esses eh pensar nesse uso agudo de uma semana antes do evento competitivo, porque você garante eh você aumenta o risco dele aumentar o desempenho, né? você incrementa esse risco, ou seja, você de fato melhora esse empenho, eh, fazendo com que o paciente promovendo esse esse uso racional, percebe? Então, é nesse sentido de a gente fazer uso Uso uso racional, uso inteligente dessas estratégias dietéticas, tá? Eh, tá? Mas
aí, ó, então nesse trabalho, o que que eles consideraram? Marcadores de dano muscular, inflamação, ó. Então, creatina, quinase, proteína serreativa, lactato, superóxidos, mutase. Avaliado também, ó, parâmetro de função pessoal. Então, eles viram repetição máxima de agachamento, de extensão de joelho, de supino, número número de repetições até a falha. Pô, Isso é muito legal. Isso é muito, isso é muito legal ter um trabalho que, que avalia isso, porque vocês percebem, a gente tá saindo, a gente tá saindo de trabalhos que só avaliam parâmetros e laboratoriais, parâmetros bioquímicos e a gente tá indo para trabalhos que avaliam
função muscular, pô. Então, tá avaliando, tá avaliando agachamento, avaliando, né, repetição máxima de supino, avaliando número de repetições até a falha, ou seja, volume do treino. Isso é muito legal. E além disso, avaliando parâmetros de dano muscular, inflamação, teste de wingate e tempo contra relógio e tempo até exaustão, parâmetros de desempenho. Isso tudo com a cimentação de rodola rosa. E o que que eles observaram, né, assim, o que que eles discutiram? Então, como eu falei para vocês, efeito cinético com cafeína. Então parece que a rodola roder por tá modulando esses neurotransmissores, né, essa sinalização de
neutransmissores, Né, eh, simulando efeitos relativos à monoaminaticidade, eh esses efeitos t esses esses neutransmissores têm um impacto o quê? na percepção de fadiga, né, no humor. Então esse é o esse é o uso racional da rodola rosea, ah, relativo à ansiedade, depressão. Mas no contexto do exercício, a gente observa isso, a gente observa eh esse potencial eh ergogênico, por exemplo, tendo efeito sinérgico com cafeína, tá? Da mesma forma, ó, reduzindo se, né, que é essa Percepção subjetiva ao esforço e tendo efeito aí ao que parece minimizando replicação viral, ou seja, ah, minimizando talvez a essa
incidência da infecção de trato do trato respiratório superior, tá? Ou seja, algo importante ah pro desportista pro atleta, né? E aí o que que eles observam, ó? Eles observam que eh os resultados aqui, eles observam que no contexto no contexto de exercícios de endurance, ó, acima de 200 mg do extrato seco com essa parização, 1 Hora antes do exercício, tá? E no contexto de exercício de força, doses maiores, ó, em torno de 1500 mg do extrato seco paronizado, eh, até 1 hora antes do exercício, tá? Então, percebam que há uma diferença eh há uma diferença
ah no tipo de exercício, tá? E também nas doses. Então, parece que doses de força são necessárias ah doses maiores, né? Quantidades maiores desse extrato para ter um benefício. E o que que é legal aqui? Legal é que ele dem ele não Demonstra ter efeito hormétrico, tá? Com relação à dose. Eh, vocês entendem isso de efeito ormétrico da suplementação? Vocês já viram isso com essa nomenclatura em algum em alguma em algum local? Ormés ou coisa do tipo? Não. Maria falou não. Janaína não. Tá. A gente pode, a gente pode estar discutindo isso, tá? Posso falar
isso aqui agora. Ó, ela tá a pergunta: "Professor, eh, o uso numa prova de corrida de montanha que que dura em Torno de 8 horas, seria seria interessante seu consumo? Então, eh, Tacana, boa pergunta, porque aí a gente começa a pensar, eh, na meia vida do do produto, ou seja, o tempo do efeito que o produto fica na corrente sanguínea, né? Então, por exemplo, você pega cafeína, cafeína fica no sangue ali em torno de quê? De 4 a 8 horas, né? Ah, você pega rodola, ela fica ali em torno de 2, 4 horas também, até
6 horas, Alguns trabalhos mostram. Então, o que que eu a gente pode pensar nesse caso, eh, Taciana, talvez pode ser interessante você usar como pré-treino, então usar umas doses altas desce aí uma hora antes do exercício e mais ou menos ali com 4 horas de duração da corrida, você dá uma outra dose desse, porque meio que você garante, né, você garante uma um aumento da concentração de rosa vendas e salcis no sangue e quando ali Tá reduzindo ali, que pode ser na quarta hora, quinta qua, sexta hora do treino, você dá outra dose para garantir
isso, tá? Eh, importante considerar que esses trabalhos vem o quê? Esses trabalhos venham analisão meio maratonistas, né, que demora aí 1 hora, né, 21 km, demora 1 hora de exercício, 1 hora e meia, 2 horas, o que é diferente desse desse desse a tua eh corrida de montanha, que é um caso bem específico. Eh, que eu saiba, até onde eu leio leio sobre Rodola, eu sempre tô lendo sobre adaptó, que é interesse mesmo pessoal, eu nunca vi nenhum trabalho com com correia de montanha, eh, com a autorização de rodela rose, tá? Não sei qual é
o teu teu histórico, mas isso aí dá uma boa pesquisa de de mestrado, uma boa pesquisa científica, tá? É pouquíssimo trabalho. O que vem, o que tem correr de montanha é mais é mais cafeína, até até mesmo vasos latadores e tal. Eh, mas seria uma boa um bom tema de pesquisa, Difícil, né? Porque correia de rua, correia de montanha e eh pelo menos não não leu muito sobre não e nem vejo. É uma ótima pergunta, tá? Então eu faria isso a grosso modo, tá? Assim, sem nessa resposta, eu faria isso. Eu eu eu faria pensaria
em algo no meio no meio da prova ali. Então se se o teu planejamento é iniciar 7 da manhã, né, e terminar no meio da tarde, pré prorrida e ali mais ou menos 11 horas da manhã faria uso de novamente uma dose dessa, tá? Era era o que era o que eu o que eu sugeriria a primeiro momento, tá? Deixa eu ver aqui, ó. A tercando pergunta, isso, o pessoal de mantenha o consumo muita cafeína, então mais um mais um motivo para ter esse efeito sinégérgico com a cafeína, né? Eh, porque você meio que ajuda
a garantir o efeito da cafeína, esse efeito ergogênico, mas você minimiza, Minimiza prováveis efeitos adversos de cafeína, né? Lembra desse, lembra que a gente mostrou aquela aquele quadro com diferenci estiman e adaptógenos, né? Eh, com relação à recuperação, com relação a a esse efeito aí, né, de aumento de ansiedade, efeito adverso. Então, parece que dá uma essa reduzida. Eh, de novo, bem interessante essa pergunta, pergunta bem interessante paraa pesquisa até, né, para ver prestar para esforço, para ver dano muscular. Eu faria isso, eu faria Essa essa eu eu treinaria com atleta, eu combinaria com ele
de tá de tá planejando esse uso eh no meio da competição, no meio da corrida de de algum adaptógeno e também até de algum vasilatador, né, de nitrato, de extrato beterraba, de betaína também, tá? eh, de romã, ó, romã aí a gente vai mostrar romã no meio. Então, seria uma coisa pré, né? Aí durante você usaria carboidrato, né? Aquela estratégia clássica e o que mais aumenta Desempenho. E no meio da prova ali, na quarta hora, quinta hora, você além do carboidrato ali, você forneceria ah um extrato de romã, né? Um extrato de de grosélia, não
sei, mas a gente fala do roman, a gente fala do nitrato, talvez betaína. E aí, rodiola pensando nessa questão da fadiga, tá? Principalmente isso. E a Júlia pergunta, é uma e uma maratona funcionaria também? Eh, então, Júlia, a gente tem trabalhos com de endurance, Né? Ciclistas e e e corredores. Então, a gente fala na maratona, né, 42 km. Eh, sim, teoricamente, sim. Tá? Então, seria mesmo o mesmo pensamento, doses aí acima de 200 mg de extrato, né? Pode ser interessante, você faz esse pequeno carregamento três dias antes, você faz o carregamento com rodola rosa e
aí ah, um pouco antes da prova você dá uma dose acima de 200 mg para ter feito o redutor de fadiga com a nossa maratona, né, considerando que você vai terminar ali 2 Horas me 3 horas, eh você pensa nessa meia vida da rodola, que ela vai durar já a a o a prova inteira, né, já que ela tem uma meia vida, uma meia vida de 2, 4 horas. Então, teoricamente, baixaria esse consumo pré maratona da rodol da rodeola para garantir esses efeitos adaptogênicos, tá? Então, então vê, ó. Então, percebe, a gente vê, a gente
fala na rodola, eh, diferenças relativas a caráter do exercício, caráter aeróbio, caráter anaeróbio, tá? Tá? Eu vou passar Aqui, ó. Então, outros trabalhos mostrando ah esse efeito trabalho de revisão, né? Eh, ele mostra uso crônico capaz de aumentar capacidade antioxidante, podendo ser benéfico na aceleração da reparação ao treino, né? Eh, os agud já nesse nesse trabalho ele viu que não teve eh benefício em em exercício de força, apesar que esse trabalho eh o outro trabalho considerou questão da dose, é importante. Ele mostra aqui, ó, nos trabalhos Utilizados, o legal que ele ele citou as marcas,
ó, porque a os produtos usados de rodea rosa, então a gente vê, ó, marcas até conhecidas, AAL, né, a a enfim, várias marcas aqui. E ele mostra a parização dos componentes, ó. Então, tá dentro daquilo que a gente falou, ó, 13% de rosa vina, 1.8 sal hidrocídrio, 1%, 5% de rosa vina, né? Então, tá dentro daquela mágica que a gente falou de 1 a 3% de rosavas e ou salidrocílios, tá? Então, a gente vê mais um trabalho, Discutindo isso sobre a rodola rosa. Eh, mais trabalhos aqui sobre outra revisão mostrando, né, mais trabalhos com relação,
ó, três dias de uso, 4ro semanas de uso, uma um uma hora antes do exercício. Então, de fato, uso agudo, né, que vai tanto do dia até 7 dias antes do exercício, tá? Tem algumas limitações dessa desse trabalho específico, etc. Mas enfim, eu vou eu vou eh parar o compartilhamento e vou falar um pouco dessa dessa dessa Pergunta que eu fiz relativa ao efeito ao efeito ormético, tá? Quando eu perguntei se se porventura vocês eh já tenham escutado falar, tá? Isso é muito importante a gente discutir porque a gente fala em suplementação e isso de
efeito ormédico é uma coisa eh que merece e merece ser merece ser discutido, tá? Então, só confirma para mim, pessoal, se vocês estão vendo minha tela. Tão vendo a tela Aí? Tão vendo a tela? Tá sim. Perfeito. Então, ó, vamos lá. Eh, então a gente, eu, pior que eu eu eu botei esse esse esse, eu não sei como é que eu quero botar esse treco aqui. Pronto. Pera aí. Pronto. Queria botar aqui embaixo da tela porque tava me atrapalhando, tá? Ó, eh, a gente fala em Ormeses ou, né, a gente fala, discuta assim, a gente
fala em eh, ou seja, efeito hormétrico. efeito hormétrico da suplementação. O que o que que seria isso? Então, vamos lá. A gente começa a estudar suplementação, a gente começa a estudar nutrição, né? E começa a estudar que a fita tá dentro disso, a gente começa, mas a gente começa a estudar suplementação de maneira geral. O que que a gente, e principalmente pro pro Atleta, o que que a gente espera, né? Quando a gente vai começar a usar alguns suplementos, a gente espera assim, ó. Isso aqui é o é o é o desejo. Então vou traçar
um gráfico aqui dessa relação de dose e efeito fisiológico. Opa, pera aí. dose e efeito fisiológico. A gente espera o quê? A gente espera que que seja assim o Comportamento, né? Que quanto maior a dose, maior o efeito. Não é isso que a gente espera? Então a gente espera assim, ó, pelo gráfico, a gente espera que quanto maior a dose que a gente fornece do produto, maior o efeito fisiológico. Ah, Caio, se se lá o produto tá dizendo que é para você tomar uma cápsula, eu vou tomar duas cápsulas que vai ser melhor. O nosso
pensamento é esse. Isso aqui é o é o Desejo, é o é o desejo. Pera, deixa eu botar em azul. Isso aqui é o desejo. Só que as coisas não são assim. A gente, o que é que é o real? O real é isso aqui, ó. O real é isso. A gente aumenta, começa a aumentar a dose, ele vai aumentando o efeito. Chega um ponto, né? Chega um ponto que você aumentar mais a dose, o Efeito não aumenta mais. Ó, ó aqui, ó. Ó o gatinho ali da Patrícia. Patrícia, tem o gatinho atrás, ó. Quem
tem gatinho se identifica. Eu fechei, eu eu eu entrei na eu entrei na pirâmide dos gatos. Eu tenho cinco gatos e é porque eu não gostava de gato. Ó o nome para vocês verem como eu estudo, como eu estudo, estudo muito isso de adaptógeno. Ó o nome, ó o nome dos meus gatinhos. Panak jincen, rodea, rosia. Eh, pipernigro, pifáfe, paniculata e Severinas. Pronto, o resto é tudo adaptógeno, meus gatinhos. Eh, aí eu entrei na pirâmide dos gatos. Eu não gostava de gato. Foi me, um gato me adotou e eu já tô com cinco. Entrei na,
eu entrei na pirâmid dos gatos. Eu fechei a porta aqui porque eu vi o gatinho subindo aí no sofá na cadeira e se eu não tivesse a porta fechada tava os gatos tudos aqui passando na frente. Mas depois eu depois eu pego eles aqui. A gente tiver próximo eu vejo se eu consigo pegar os cinco. Eu não vou conseguir, mas eu mostro pelo menos um, tá? Tá. Mas beleza. Eh, mas eu não brinquei não, tá? O nome dos meus gatos é tudo nome de adaptógeno. Aí vocês veem, vocês veem que como eu gosto dessa parte
de de de adaptógeno, tá aí, Patrícia? O da que se chama linguiça, tá? Beleza. Eh, mas ó, então então eh, esse, esse é o esperado. Isso aqui é o esperado. É o real, tá? É o que Acontece mais. Mas ó, da Rosângela é Mingau. Mas não. E outra, a minha namorada também foi adotada. Aí, adivinha qual o nome da primeira gata da minha namorada? Espirulina. Eu eu fiz ela dar o nome de Espirulina. Aí o apelido dela é Espiro. Eh, enfim. É, mas a Espirulina é sério o nome da gatinha dele, da primeira gata, né?
Olha a Rosan. Rosan com gatinho aí, mingau. Eh, tá beleza. Então, isso é o esperado, né? Isso é o que a gente, primeiro, o azul é O que a gente espera e o e o roxo é o real, ou seja, o fato de você aumentar a dose não aumenta o efeito fisiológico, tá? Isso é isso é o mais comum. Só que tem um problema em suplementação, ó, quando você começa às vezes e vai ser vai ser essa eh a T perguntou se eu estava no gluten free, estava, né, que a da nutrição integrativa, né? Eh,
tava sim. ano passado eu eu palestrei lá, foi na numa palestra lá no no era eu eu, sim. Se Você me viu, eu tava lá, tá? Tá sendo. Eh, o em vermelho a gente vê isso aqui, ó. É mais ou menos isso aqui em vermelho. Esse esse vermelho é a curva, né? o invertido. Deixa eu só. Tá. O que que é isso? Isso é ormeses. Isso é hormesises. Então, vê, olha só. E essa cor vermelho, o que que ela tá mostrando? Quando a gente a gente pega um Suplemento, a gente fala assim: "Ah, eu vou
aumentar a dose". Eh, se não tiver um efeito positivo, mal não vai causar, não. Não vai ter nada de ruim, não. Pode ter, pode ter um efeito negativo. E justamente já já é justamente essa curva em um invertido. Então você percebe que à medida que que eu tô aumentando a dose, o efeito ele vai aumentando até certo ponto e depois que eu ultrapasso essa dose, o efeito fisiológico ele piora, ele reduz, tá? Então, esse efeito Eh que é que é associado à dose de um produto, à dose de um suplemento, a gente fala que é
hormes, né? E Orméses não é só só sobre o suplemento, Hormese é sobre estímulos, tá? O exercício se comporta assim também, eh, de modo que a gente precisa ter cuidado com dose. Então, o que que é o que que é ormésio? Eu vou botar uma definição aqui, tá? Eu vou anotar porque é algo importante, mas, ó, a gente traz aqui ormésio, botar aqui assim, ó. O que seria Ormés? Ormese, vou botar aqui assim, ó. seria, ó, resposta adaptativa a determinado estímulo. Nesse caso tá aqui assim, suplementação é caracterizada caracterizada por ser bifásica e dose dependente.
Ou seja, o que que é Orméses? Orméses é uma, nesse comportamento hormético, é uma resposta adaptativa a um estímulo, né, que pode exercício, exposição alguma substância. Aqui a gente tá falando suplementação sendo caracterizadas por ser bifásica, dose dependente. Como assim? Ou seja, vou tá aqui assim, ó. Deixa eu apagar aqui doses. Doses baixas, doses baixas moderadas, eh, Promovendo, promovendo adaptações positivas. e doses elevadas, promovendo má adaptação. A Ja, a Jéssica falou, ó, o que difere o remédio. Isso. Então, o que determina remédio ou veneno é a dose. Não só dose, tá? Mas a gente fala
dose, a gente fala tempo de uso, a gente fala via de administração, a gente fala estado de saúde, a gente fala uso concomitante de outras coisas, mas e Esse é o pensamento, né? Então, a dose é algo muito importante. Eh, e isso aqui é muito comum em suplementação, esse efeito hormético. Ou seja, você tem uma dose, um componente, uma dose baixa, a moderada, que tem um efeito positivo. Quando você aumenta a dose, tem um efeito negativo. O exercício é assim. O exercício, se você Então, o pessoal, o pessoal pergunta de um maratonista, vê, eu, eu
treino musculação e, e jogo basquete. Jogo basquete duas, três vezes Por semana. Eh, eu sou muito atlético no basquete, então, tipo, pela minha própria, pela minha própria altura, eu sou muito baixinho pro esporte, então preciso compensar. Então, sempre trabalhei muito essa esse aspecto físico. Mas se eu for se eu for correr uma maratona, eu eu não treino para fazer maratona. Eu não eu não vou eu não treino para correr 42 km, nem uma meia maratona. Ah, K, mas tu acha que tu Terminaria uma uma maratona? Eu acho que eu terminaria uma maratona. Eu caio. Eu,
mas eu ia terminar num péssimo tempo. Eu ia caminhar boa parte da prova, né? Ia ficar cheio de dor, ia me dar muito mal, mas eu terminaria. Mas vocês percebem que esse estímulo do exercício seria um estímulo muito elevado para mim, que não treino para isso? Então vocês vocês entendem que o exercício físico é algo bom, mas se eu se eu faço um treino muito volumoso Feito, né? do estímulo muito volumoso feito esse de uma maratona, você percebe que e esse e vai da própria definição da Ormeses, você percebe que se o estímulo for alto
vai ter uma má adaptação. Então é isso. Então se eu Caio for for pedalar, né, uma competição de pedal e uma maratona, eu posso até terminar a prova, mas eu vou me dar muito mal, eu vou terminar no péssimo, né, no péssimo pace e a adaptação. Eu eu vou ficar vou ficar doente, igual eu fiquei lá na na Final. Eu vou passar uma semana, duas doente, com febre, com dor articular, se se não tiver algo mais sério. Então isso isso é muito de hormeses, tá? Ou seja, o exercício se comporta como efeito hormédico. Então se
você quer treinar bem para uma maratona, você vai ter que eh ao longo do das semanas de treino e é ormo, ó, o o estímulo dado, ele tem que ser de baixa a moderada magnitude. Para quê? para dar tempo do seu corpo se adaptar, né? Então o exercício se Comporta como efeito hormético, tá? E tá cai mais e suplementação. Pois bem, eh geralmente, pessoal, geralmente coisas na dieta que se comportam como esse U invertido aqui, eh, a gente observa suplementos. suplementos, ou seja, compostos isolados. Então isso já foi observado com, ó, já foi observado com
vitamina C, vitamina E, quecitina, com ômega3. Então, ó, você fala: "Pô, vitamina C, vitamina E é coisas, são coisas boas". Sim, mas se você dá numa dose mais alta ou ou mesmo a a claro a depender do sujeito ou pré-exercício, pré ou pós-treino, não é que ele vai morrer por isso, mas esses produtos aqui eles podem eh podem inibir adaptações Ao ao exercício. Então, já isso já foi observado, ó, isso já foi observado com, pera aí, e já foi observado com hipertrofia, poça muscular. a atividade de enzimas antioxidantes e também antioxidantes e biogênese. mitocondrial. Claro,
isso principalmente Aqui assim, tá? Isso aqui, principalmente em indivíduos destreinados ou modera ou moderadamente treinados, ou seja, você utilizar ah, pré ou pós exercício indivíduos que não são tão bem treinados, você pode estar promovendo uma má adaptação. Então, tem trabalho em seres humanos, isso não é isso, pessoal, isso faz, isso data desde 2006, tá? O primeiro trabalho que analisou isso foi um trabalho de 2006. O que que eles o que que eles observaram? que indivíduos que estão começando a treinar, indivíduos que estão que são moderadamente treinados e usam vitamina C e E pré e pós
exercício, eh a adaptação ao treino, seja ganho de força, seja hipertrofia, seja aumenta a capacidade aeróbia, ela é inibida quando Você utiliza algum desses suplementos, tá? Então isso é efeito ormédico, ou seja, tanto o momento de uso como eh tanto o momento de uso como a dose pode impactar negativamente as adaptações ao treino, tá? Então isso é efeito hormético, tá? E e por que que eu tô falando isso? Porque quando eu quando eu tava falando da rodola, né? O que foi que eu coloquei? eh, parece não se comportar com parece não se parece não Passar,
não se comportar pelo efeito ormétrico. Ou seja, se você prescreve o fitocomplexo, eh ele não tem esse efeito, esse provável efeito negativo em indivíduos moderadamente destreinados, né? Ou seja, indivíduos destreinados ou moderadamente eh treinados e não a os fitocomplexos, a açafrão, camélinenses, etc. eles não passam, eles não sofrem esse efeito ormétrico da suplementação, tá? De modo que é mais um ponto positivo pro Fitocomplexo, tá? Então, então se você começou a atender um paciente que ele tá tentando mudar o, né, o estilo de vida, ah, querendo melhorar saúde e ele reporta desconforto, dor muscular pelo próprio,
né, a a pelo próprio estímulo do exercício, que é algo novo, evita evita sugerir para ele ou orienta para ele não tá usando relaxante muscular ou anti-inflamatório ou antiinflamatório não esteroidal, né, para para parar com as dores, porque isso também inibe Eh o estímulo do treino. Ou seja, lembra que eu falei para vocês que o treino é um estresse? Então você o o exercício é um estresse. Eh, ou seja, o que que é estresse? Eh, aumento de hormônios catabólicos, dano muscular, gera inflamação, aumenta a temperatura, aumenta cortisol. Então, agudamente o exercício causa esse estresse. Então,
esse estresse, ou seja, aumenta estresse oxidativo, etc. Esse estresse servirá servirão como sinais pro corpo se Adaptar, né, pro corpo gerar adaptação. Então, quando você usa, por exemplo, esses componentes aqui, que são componentes isolados, você inibe esses sinais e consequentemente você inibe adaptações, o que é um efeito negativo. E nesse sentido, quando você utiliza fitocomplexos, né, e eu digo isso porque eu já fiz pesquiso com a espirulina, com camelinenses, não tem esse efeito inibitório dessas adaptações. Ou seja, mesmo você eh trabalhando com paciente Destreinado e que começou a treinar faz pouco tempo, você usando fitocomplexos,
parece que os fitocomplexos não passam por esse comportamento de ormeses, tá? de modo que você eh tem o estímulo do exercício e você não inibe esses estímulos pelo uso de componentes antioxidantes quando a gente fala em fitocomplexos, tá? Eh, pessoal, só me lembra, Raíça, eh, me lembra, tem alguma folga agora à tarde? Folga, algum intervalo? Tem, sim, professor. De 10 a 15 minutos também, igual cedo. Pronto. Então, vamos dar esse intervalo, pessoal. Aí, tá aqui desde 1:45, vai dar duas horinhas de fala. Vamos dar um intervalozinho de 15 minutos e a gente volta, tá? São
13:35, a gente volta de 13:50. Perfeito. Certo. Então, a gente dá intervalozinho, lembrando da lista de presença, né? Aproveitar o intervalo agora, quem já quiser assinar, tá bom? E é isso. Voltamos às 3:50, então. Tá beleza. Até até voltamos, pessoal. Vamos lá, pessoal. Tudo certo aí? Tão me escutando? Tudo certo, Raíça? Tudo certinho, professor? Tá me escutando, né? Tá perfeito. Vamos, vamos lá. Eu vou então é isso. A gente a gente de eu só eu acho que eu não tô compartilhando mais tela, né? Saiu a minha tela, mas tudo bem. Tá. Então, eh, o que
foi que o Que foi que a gente observou, né? Que a questão de dose, dose importa muito, né? Como eu falei para vocês, o que que é important a gente tá considerando não só a dose, tá? E vocês podem anotar isso, né? você fala relativo à segurança de um de um suplemento, de um fitoterrápico, a gente fala primeiro de dose, eh, momento de uso, via de administração, tempo de uso, ah, saúde Do indivíduo e uso seis, né? Uso concomitante de outras substâncias. ão tudo isso vai impactar eh no desfecho clínico, vai impactar se o paciente
eh se se o uso de algum produto vai ser mais seguro ou não. Nesse caso específico da do efeito hormético, e quando eu citei a rodola, foi isso, o efeito hormético eh denota muito essa questão de dose. Se você usar componentes isolados, vitamina C, vitamina E, quecitina, ah, óleo de Peixe, por exemplo, né, ômega-3, a depende da dose, eles podem ter efeitos negativos em que sentido, eh, inibir, né, enfim, alterar a resposta adaptativa a do exercício, tá? Então isso é bem bem importante da gente tá considerando, tá? Pois bem, eu vou voltar aqui a aos
slides. A gente tinha parado aqui nessa parte eh de de rodeola, né? A gente tinha falado eh parado justamente aqui, tá? Eh, relativo a rodeola rosa. E aí a gente fala disso Aqui, né, do de novo, desses vários aspectos que a gente pode tá a alcançando usando a fitoterapia, né? Então, perceba que é o uso racional, né? um uso eh baseado em evidências, tá? Eh, de modo que a gente continua, né, o disso do porquê da fitoterapia. E aí, nesse sentido, pessoal, desse efeito ormético da suplementação, a gente fala disso aqui, né, eh, que eu
acabei de citar, falar sobre uso de antifamatórios, uso de analgésicos aí no Pós-treino. Então, é muito comum a gente a gente ver pacientes que utilizam eh corriqueiramente esses esses medicamentos, tá? Porque eles têm um efeito de redutor de dor, etc. Mas cuidado, esses efeitos aqui, eh, é justamente esse efeito ormétrico, eles podem estar inibindo adaptações positivas ao exercício, tá? De modo que você utilizar corriqueiramente, frequentemente esses analgésicos, antiformatórios para combater dores Associados ao treino, porque o treino é muito intenso, cuidado. Isso pode isso pode ter um efeito um efeito negativo quando você fala no médio
e longo prazo. E é justamente isso, ó. Olha o título desse trabalho. Dá um zoom aqui, ó. A gente mostra trabalho 2018, ó. Eh, medicamentos analgésicos e antiinflamatórios nos esportes, implicações para o desempenho esportivo e adaptações ao treino. Então, então, perceba que desde 2018, nessa Publicação, desde antes disso, na verdade, eh já se estudava essa essas relações, tá? Então ele ele discute isso. Deixa eu dar um zoom aqui. Ele discute justamente isso, ó. Então a gente observa que o exercício ele é um estresse. Ele vai ele vai tá ativando fosfolipasa do Essa, por sua vez
vai tá aqui eh degradando, né, o a áceraquidônico aqui da da membrana, dos fosfolipidos de membrana. Ah, por sua vez, vai tá ativando, né, ciclo Oxigenase, né, cox 1 2 3, enfim. E essas por sua vez vão estar produzindo prestlandinas e prostanoidis, né? Enfim, vão tá vão tá ah sintetizando marca média dois inflamatórios. O que acontece quando você utiliza ah analgésicos aninflamatórios? Vão estar inibindo a ação, né? n vão estar inibindo algum desses efeitos e consequentemente não vai estar tendo ah o estímulo ao exercício. Então você consumir ah ibuprofeno, né, 1.2 g, Paracetamol, você pode
estar, por exemplo, ó, inibindo, reduzindo hipertrofia muscular, inibindo a atividade da citratointase. E outras palavras, citrato, lembra, né? A citratointase é um é primeira é enzima que tá no ciclo de crebes, né? ou seja, no ciclo do ácido cítrico, no ciclo do ácido tricarboxílico. Ah, então a citratointase ela ela é a enzima que vai tá formando sintase, né? Vai tá formando A o citrato, tá? Então é dá o início de tudo, né? Citrato, isocitrato, aconitato, alcetutarato, ou seja, é quando o ciclo de creves ele ele começa a rodar. Então você inibir a ação das enzima,
você inibe o ciclo do de CRBS, consequentemente você altera a atividade mitocondrial, né? Então você altera essa biogênese mitocondrial, tá? Enfim, então você impede, você atrasa, você inibe a adaptação cardiorrespiratória. Então você usar muito desses produtos pode Estar associado de novo a esse efeito ormético, né? Esse essa inibição de adaptações, tá? Mas por que que eu falo isso? Porque eu faço essa pergunta, efeitos apenas com medicamentos convencionais, será que a gente pode tá tendo esses efeitos analgésicos, antiinflamatórios apenas com medicamentos ã acabados, né, com esses medicamentos que a gente que a gente conhece? E eu
trago alguns trabalhos aqui com Gengibre, né, com gengibre ao sinale. E eu já peço para vocês anotarem a a as doses, né? Então, a gente eh já peço para vocês anotarem aí. Então, eu vou eu vou botar aqui, ó, eu vou botar no chat, tá? Eu vou botar no chat porque falar às vezes. Então, ó, eh, botar aqui estrato seco. Eu faço pergunta. Alguém aqui consome gengibre diariamente? Jéssica diariamente. Mas é formulado ou ou é o gengibre mesmo em Cáfula? Quanto da dose? aqui, gig 100 mg, 1 g, tá? Então coloquei aí, tá? Eu coloquei
na na no chat, né? O gengibre oficinale, né? Nome, nome botânico de gengibre. É uma dose aí de 500 mg do extrato seco paronizado, né? Deixa eu até botar aqui extrato seco. Estrato seco paronizado, eh, em 5% de gingerols. Então, os gingerols, eh, são, Né, o os fitoquímicos. gingerols, tem também os chogaols, também são fitoquímicos do gengibre, que são responsáveis por seus efeitos, seus efeitos clinicamente consideráveis. Então, para quem não tem para quem não tem quem não é habilitado em fitoterapia, mas vocês podem prescrever gingerol, tá? Vocês podem prescrever eh xogaol. Por quê? Porque o
gengibre aqui no Brasil é considerado como alimento. Assim sendo, inclusive você tem essa Substância, esse fitoquímico isolado dele, ele se comporta como composto biativo e e qualquer gente pode estar prescrevendo, tá? Então, eh, de qualquer forma aí, de qualquer forma, eh, vocês podem que todo mundo pode estar prescrevendo, tá? Então, o que que seria 500, o que que seria 5% de 500? Seria 25 mg de gingerol, tá? Então, 25 m de gerol, eh, já parece ter esse efeito clinicamente considerável aí, tá? Então, eh, e, e o legal, como a gente tá falando de fita complexo,
né, a Lisa, a Lisa pergunta: "Gi bebou para quê, Lisa?" Eh, depende. Eu não também assim, não tem como a gente entrar em detalhes nisso, mas quando a gente fala eh em dos, tá? Eh, assim, eu tenho uma aula sobre gengibre que demora bem uns duas horas de aula só sobre gengibre. É muito interessante. Eh, mas deixa eu ver aqui, deixa eu ver se deixa eu ver se eu consigo abrir rápido o Material sobre gengibre que eu posso só mostrar esses efeitos, esses efeitos, ah, clínicos, tá? Só deixa eu só achar aqui, pessoal, só um
minutinho. Deixa eu ver aqui se eu Ai, pera aí. Eita, pessoal. Pera aí. Deixa só ver aqui. Pronto, vai abrir, tá? Deixa eu ver se acha aqui. Você perguntou para quê se a gente pode pensar em em efeitos efeitos Benéficos para diabetes, tá? para deslipidemia, eh, infecção respiratória de, né, infecção infecção no clatiratório superior. Eh, e aí também a gente fala também sobre analgesia, tá? E é uma coisa que que falar aqui relativo à analgesia, tá? Pronto, abrir aqui, tô abrindo aqui o documento, tá? Mas só voltar aqui, ó. Então, a gente falou o Gengibre.
Alguém perguntou alguma coisa? Isso. Questões relativas aí a enjou, né? A gente fala do gengibre, bem lembrado, Jéssica. Eh, a gente fala, tem esses efeitos gastrointestinais, tá? Eh, mas o gengibre para gestante, eh, chá de gengibre é uma das poucas coisas interessantes para para ver enjooos, né, em gestantes, tá? Isso já tem uma um perfil de segurança bem bem aceitável paraa gestante, né? também tem exato. Essas Essas bem lembrado, Jéssica. Bem lembrado essas questões do tráfico gastinal. Mas, ó, a gente fala aqui em gengibre e aí tem vários efeitos aqui, ó. Eh, sim, interessante falar.
Eh, é, Jéssico, tem efeito termogênico. Exato, Jéssico, tu tá falando, eu tô lembrando a minha aula e é por isso que a aula tem bem umas duas horas de duração, eh, porque você falou de fato, né, aumenta efeito término da dieta. Eh, do ponto de vista respiratório, leilí pessoal, tem Esse trabalho aqui, ó, que eu tô mostrando que tá aqui atrás. Olha o título do trabalho. Estate gengibre versus loratidina no tratamento de rinita lética, estudo, estudo randomizado e controlado. Então, o que que o que que esse o que que esse trabalho mostrou? Eh, que o
estátua de gengibre, nessa dose que eu falei de 500 mg, 500 mg paronizado em 5% de gengirol, ele tem um efeito tipo loratidina do ponto de vista de rita alérgica. Aí tem As questões de estudo, né, os métodos que eles avaliaram e tal, mas enfim, se você tem ridita alérgica ou se você tem um paciente que tem rita alérgica, pode ser interessante você testar, você testar e esse extrato de gengibre ou gengibre mesmo, né? enfim, eh, para ter para ter um efeito controlador, né, dessa dessa incidência de infecção do trato respiratório superior, tá? Eh, então,
veja, gengibre, o extrato de uma planta, né, paronizado, ele tendo um Efeito benéfico para pessoas com rinita alérgica, tá? Então isso é interessante. É claro, você vai ter que ver a tolerância gástrica, né? Porque tem gente que tem que sente queimação, que sente aia quando consome gengibre. Eh, eu tô falando de maneira generalista, tá? De modo que é importante você testar, tá? Ó, e a Lisa tem rinite. Pronto. Pois tcha tenta garantir essa dose de 500 mg e com essa paronização de 5% gerol. Por Que que a gente fala nisso, pessoal, nessa nessa paronização? Eh,
porque quando eu perguntei para vocês, pô, qual é a dose? É, o pessoal 1 g, não sei quanto. Ah, quando você fala em fitoterapia, pessoal, o seguinte, eh, por isso que é bom eh você quando a gente fala em fitoterapia, vê, eh, a parte da planta utilizada é muito importante. Então, se você pega uma planta e você usa folha, por que que, por exemplo, por que que Gengibre a gente usa raiz, né, digamos assim, né? Eh, e outras e outras espécies vegetais, tipo a camé, a gente usa a folha, porque os órgãos da planta, que
a gente chama das passe da planta, eh o teor de fitoquímicos para cada parte da planta vai diferir. Então, eh, o teor de fitoquímicos no risoma, na raiz, no culo, na folha, no fruto, eh os teus fitoquímicos serão diferentes. Então, para cada planta ali, para cada uso, Você vai usar uma parte da planta específica, né? Beleza? E aí, ah, o que é que vai influenciar no teor fitoquímicos dessa planta? Várias coisas. Então, qualidade do solo, altitude, temperatura, umidade, uso uso de de de eita, agora de agrotóxicos, influencia presença de parasitas, eh, radiação ultravioleta. Então esse
esses pontos aí influenciam Na qualidade do produto, na qualidade da planta, da espécie vegetal em uma determinada região. Então existem trabalhos que mostram isso. Olha, então tem trabalhos que mostram que, por exemplo, o tribulos terrestres eh de algumas regiões da Europa difer de algumas regiões da Rússia. Por quê? Porque essa mudança de condição vai impactar no teor fitoquímico da planta e consequentemente no no teor de fitoquímices, ou seja, na no nos efeitos Clínicos da planta. Percebe? Então, quando eu faço a pergunta para vocês, ó, vocês usam quanto? Aí vocês me responderam 500 mg, 1 g.
Eh, beleza. Mas, eh, não necessariamente a gente tá garantindo que você vai ter aí gengirols, né, que são um dos principais responsáveis, pelo menos a gente tem na literatura, acerca dos efeitos do gengibre na saúde, percebe? Então, sempre eh e quando a gente fala em paronização, isso é importante. Então, Quando você fala em gengibre, não tem como não falar no gengirol e no chogaol, tá? que são eh os princípios ativos, né, que são os fitoquímicos, o gengibre, que tem um efeito clínico bem considerado, tá? A Ana a Ana fala isso aí, ó. Gigip também contribui
paraa redição de dores musculares após exercícios. Perfeito, Ana. E é isso que eu vou mostrar aqui, né? É isso que nessa nesse material eu eu mostrei, eu trouxe alguns trabalhos, mas vê, ó. A gente tem trabalho aqui com Gengibre, ah, com loratidina, a gente tem trabalho aqui, ó, aumentando o gengibre. É, é legal isso, ó. Eh, o gengibre quando consumido eh junto consumido junto a uma refeição, ele ele aumenta o efeito térmico da dieta. Ele aumenta o efeito término da dieta e o pessoal mostra que você usar 1 a 2 g de gengibre junto ao
suco de uma refeição, você aumenta o gasto, aumenta, ou seja, o efeito término da dieta, ou seja, a energia que o corpo vai gastar Para digerir e absorver, assimilar aqueles nutrientes. O gente promoveu esse aumento. Ele ele aumentou algo em torno de 45 ah a 50 calorias, né? o gasto calórico daquela refeição, só para digerir e absorver aquela refeição. E ele ele reduziu o cociente respiratório, né? Ou seja, eh o GG meio que melhora essa flexidade metabólica ali depois de 4, 5 horas após a refeição. E o mais legal é que ele ele promove saciedade
na próxima Refeição. Então, nesse trabalho que não é único, resumindo, o que que eles o que que eles fazem? Eh, tanto aí, anota aí também, tá? Gengibre e pimenta. Cáano. Deixa eu só botar aqui pimenta vermelha. Vou botar no chat, tá? Tá no chat aqui. Pera aí. Eita, pera aí. Pimenta vermelha, capsuano. Tá. Eh, tanto gengibre com pimenta, pimenta vermelha, né? Cápsulando. Eh, e a e a pimenta vermelha é um tom de 5 mg de extrato, paronizado em 45% de capsinoides, capsinides totais, tá? Ah, uso o uso uso desses produtos, né? Hoje a gente também
o pessoal usa na forma de pó, tá? trabal mostrando 1 gr do pó do junto a uma refeição. Ele mostrou que você aumenta o a Tide, né, aumenta a termogênese induzida pela dieta daquela refeição. Eh, após a refeição, no no 4 horas após a refeição, houve uma redução do cociente respiratório. O que é isso? É, o corpo meio que começa a usar óxida mais gordura, né? O corpo começa a extrair melhor a energia proveniente de cios grassos. Isso não quer dizer que a pessoa emagrece, mas isso isso melhora o que a chama de flexibilidade metabólica,
o que é saudável. E na outra, na próxima refeição que eles fizeram do dos indivíduos, eles Eh e eles, como posso falar? Eles chamaram, né, os indivíduos voltaram pro laboratório. Lá na no laboratório tinha uma mesa repleta de comida. E o que é que os os pesquisadores falaram? ó, podem comer à vontade, de modo que as pessoas iam iam se servindo e eles eles pesaram as refeições, então eles quantificaram as refeições eh pros indivíduos. Então isso foi estudo, ó, que foi estudo, eles forneceram um almoço, forneceram uma Refeição pro pros sujeitos do estudo e aí
nessa refeição era tudo já calculado, o peso, quantidade de caloria, etc. a pessoa, as pessoas consumiram essa refeição com com pimenta ou nesse caso, com gengibre. Após essa refeição, eles monitoraram eh o cociente respiratório e e a temperatura desses sujeitos. E após 4 horas dessa refeição, eles liberaram comida pros pacientes. Ó, coma aí o que vocês quiserem, que vocês tiverem fome. E aí o pessoal ia se servindo, eles iam Pesando e eles quantificaram isso. Aí, resumindo, o gengibre ele teve ele teve um efeito aumentador da termogênese induzida pela dieta, né? Eh, e reduziu o cociente
respiratório pós refeição, né, no momento pósprandial. E o mais importante, houve uma promoção de saciedade na refeição subsequente. Então, os sujeitos reportaram eh menos fome naquela naquela refeição libitu, né? Ou seja, refeição, ah, que eles podiam comer o quanto Quisessem. E eles também dosaram, aí tem trabalho que dos, tem trabalho que não dos, eles dosaram eh hormônios, né, associados aí à saciedade ou fome, né, GLP1, o peptídio semelhante ao glucagon e a colexocinina, tá? Então eles verificaram nesses trabalhos ah relativos aí de fome, saciedade também dosaram hormônios associados à fome e ou saciedade. Ou seja,
o consumo de gengibre ele promoveu uma saciedade na refeição subsequente mediada pelo Aumento de GLP1 e CCK. Então qual a informação? Então se você se vocês têm pessoal uma pessoa que sente muita fome à noite, o que que pode ser interessante? Pode ser interessante você tá adicionando gengibre ou pimenta vermelha, né, o extrato ou gengibre, o pó, né, o gengibre ralado mesmo no lanche da tarde ou no almoço. Por quê? Porque você vai estar promovendo esse efeito, esse efeito término da dieta. Você vai estar promovendo essa redução Do cociente respiratório. O que que é isso?
Isso isso denota o aumento da oxação de gordura pós refeição, o que é positivo paraa saúde e não estou falando emagrecimento. E talvez o mais importante, há uma promoção de saciedade na refeição posterior. Então, se você tem aquela aquele paciente que reporta muita fome à noite, muita fome final da tarde pro início da noite, que é o momento que ele mais come besteira, que ele mais tem essa tendência, você pode Ter esse efeito saciogênico pensando na refeição anterior, tá? Então, isso com gengibre e tem trabalho mostrando com extrato de gengibre, tem trabalho mostrando com pó
de gengibre em torno de 1 a 2 g, tá? Então isso é muito interessante. Então você planeja, você planeja a dieta do paciente de fato, percebe? E e é legal você falar isso pro paciente, né? Tem que falar isso pro paciente, que o timing, ou seja, o momento de uso Daquele produto é muito importante. Então eu acho eu acho eh isso isso bem bem importante para pro paciente entender, né, e se manter eh com aquela estratégia. Então a gente eh a gente então vê, ó, esses trabalhos aqui. Então a Morgana perguntou, posso ser tomado como
chá também? Então Morgana, nesse trabalho específico foi utilizado o pó do gengibre, né? E e sobre a forma de chá, a única única a único ponto é é se você vai se você vai Preparar, né, aquele chá com essa dose de gengibre que fornece esses componentes, entendeu? Então, se você for fazer o chá do gengibre, eh, a infusão, você tem que pensar na dose, na quantidade do chá, entendeu? Porque teoricamente, sim, tá? Teoricamente, sim. Eh, o legal, pessoal, falar disso é que eh quando a gente utiliza algumas especiarias, então eh Lisa, na soba forma de
pó, o pessoal fala de um até 4 g por dia. De 1 até 4 g por dia do pó. Mas quando a gente fala no extrato seco, que é 500 mg, porque o extrato é mais concentrado, né? O extrato tem menos tem menos eh outros componentes, tá? Então o extrato geralmente o extrato ser parionizado ele é mais caro, mas essa é vantagem esposológica, porque você minimiza o volume do que você consome e você aumenta a concentração, tá? Mas eu eu sou adepto do eu já eu já usei recentemente gengibre na forma de extrato paranizado, pensando
muito isso Aí de de infecção, principalmente infecção de via aérea, porque, pô, eu e e a gente sabe, eu não sei vocês, mas quando eu passo um dia atendendo, eu eu evito hoje passar um dia inteiro atendendo. Eu prefiro atender um turno hoje e um turno amanhã do que os dois turnos de atendimento. Eu fico exausto no final do dia do atendimento. Fico exausto assim. mentalmente, né? Porque a gente fala nutrição, né? A gente mexe muito com Emoções, né? E às vezes são a gente tem assim questões bem complicadas do do dos pacientes, você se
envolve muito e também a gente fala demais, né? E e eu também sou professor e eu falo muito, então eu evito passar muito, muito tempo falando. Então eu assim, eu tento blocar em um turno por dia, sabe? Atender quatro, cinco pacientes ali, porque acaba com isso, acaba com a garganta, né? Aí eu fico muito exausto final do dia. E aí aí eu tava usando, passei um Tempo usar ano passado isso, o estrat, mas eu prefiro usar eh o pó porque eu eu misturar o chá, eu misturei alguma coisa, como eu falei, eu coloco no iogurte,
sempre eu tento fazer essa maneira, sabe? Eh, aí a Jéssica, achei que era só eu. Nossa, e Jéssica, e tem dia e pronto, ontem, ontem, ontem foi sexta, foi isso, ó. A gente teve treino do time de basquete 11 às 11 da 11:30 da manhã. 11:30 da manhã o basquete, Basqueteamento assim, treino de de 11, o treino de quar de 11 da manhã, 11:30 e eu comecei a atender de 7:30 da manhã aí 7:30, 8:30, 9:30, 10:30 atendi quatro pacientes. Tipo, eu já fico, eu já fico agoniado assim querendo não ir ficar mais na clínica
porque é é muita, é muita, é, né? você fala muito e tal, então eu evito, eu evito isso, tá? Então eu tava usando o gengibre, mas eu prefiro usar o pó mesmo, assim, sempre, sempre usei mais o pó, o chá, né, para, Para isso. A Júlia perguntou se, o sealdeído da canela tem efeito semelhante. Eh, o o sinaldeído, o pessoal fala desse efeito termogênico, mas tem assim, tem pouco trabalho com isso, Júlia, tem mais trabalho do ponto do ponto de vista metabólico incidindido, reduzindo glicemia póscandial, sabe? Então aí a canela de fato é canela cacau
tem trabalhos mostrando isso, eh, redução de de glicemia pósprandial, o que também é Interessante. Então, se você pensa se você pensa do ponto de vista organolétrico, né, misturar aí desse ponto de vista você vai estar reduzindo glicemia pósprundial e tá melhorando o sabor, né? A Maria, a Maria Fernanda pergunta: "Professor, e no choque matinal seria válido também?" Tomo todos os dias de manhã. Maria, eu sugiro eh muita gente faz isso, né? Fazer um shot. Eu eu o o shot é legal Porque em que sentido? O primeiro porque você acorda e você consome esse shot, você
implementa no no paciente rotina, né? Então você condicionar o paciente a acordar e uma das primeiras coisas do dia que ele faz é tomar isso, você meio que garante que ele esteja consumindo isso no dia, né? esse conjunto de polifenois e tal. Só que uma coisa que tem que pensar primeiro é se o paciente tolera isso, né? Porque você coloca no chot, você às vezes coloca o quê? Limão, Você coloca própolis, né? Você misturou com isso. Então, do ponto de vista de tolerância gastestinal, eh, o paciente pode sentir, né? Ele pode sentir um desconforto. Então
isso isso é algo considerar. E eu sugiro, principalmente se você for usar o shot, eh, de ser um pré-refeição, muito por essas questões de biodisponibilidade, porque alguns shots, de fato, alguns desses componentes, eles têm uma baixa biodisponabilidade e parece que você Aumenta essa biodisponidade quando tá consumindo junto a uma refeição. E também aproveitando os efeitos metabólicos dessas especiarias, eh, por exemplo, redução de glicemia, de lipemia pósplandial. Então, tem muito trabalho mostrando isso, pessoal. Aí, anota aí também tem trabalho mostrando, ó, que você eh no preparo uma refeição contendo de seis a pelo menos, vamos lá,
de seis, de 6 a 14 g de especiarias em uma refeição, ou seja, você misturar canela, Gengibre, e açafrão, eh, tomilho, ah, ah, cominho, você misturar eh de 6 a 14 geparo de uma refeição. Então, tu vai fazer o almoço, tu vai fazer o café da manhã e colocar isso no preparo do ovo ou no preparo de uma carne, né? Nem uma porção de carne, tu vai consumir. Eh, sabe-se que você reduz a glicemia, a lipemia pósprandial, né? Então você vai reduzir eh e esse essa glicemia lipemia pósprendial e você também reduz eh a concentração
de produtos avançados de Glicação. Então eh essa é uma ótima. O fato de você usar esses temperos, né, usar essas espcearias ali na refeição, você usar 6 g de almoço e 6 g de jantar, é uma ótima maneira de você tá ah ingerindo polifenóis, né, ingerindo fitoquímicos, além de você tá reduzindo a resposta glicêmica, a resposta lipêmica e de produzos avançados de glicação em resposta à refeição. Então isso seria uma ótima uma ótima uma, uma ótima estratégia, tá? E aí você garante Também, né, você aumentar essa concentração de fitoquímicos no sangue o dia inteiro, porque
você consome de manhã, você consome no almoço, você consome no jantar. Então você sempre mantém essa curva alta, né, essa concentração plasmática de fitoquímicos em uma quantidade boa, tá? Então, várias especiarias, eh, Gisele, então, ó, tomilho, eh, açafrão, gengibre, canela, eh, cominho, tá? tem tem evidências relativas a isso. Eu vou até Eu vou eu vou pedir licença aqui para vocês. Eu vou aproveitar e mostrar, tá? Deixa eu deixa eu abrir aqui a uma apresentação que é um assunto de de uma outra aula quando eu falo sobre aplicação de especiarias, mas fica a dica, né? Eh,
isso é importante pro atleta, né? Para todo mundo. Olha, se você consegue reduzir glicemia, lipemia e produto avançado de irritação, principalmente, tá beneficiando, tá beneficiando e saúde do atleta, tá? Deixa eu mostrar aqui. Vou achar rapidinho. Eu vou interromper compartilhamento. Deixa eu só achar aqui rapidão. Eu vou mostrar os trabalhos que que mostram isso, tá? Ó, vou vou compartilhar tela. Deixa eu só separar aqui, ó. Compartilhei tela. Vê se vocês conseguem. Confirma para mim se vocês estão tão visualizando, se aparece para vocês. Apareceu, Ó. Eu vou mostrar aqui para vocês. Apareceu, né? Ó, vou mostrar
para vocês aqui, ó. Aí você fala no shot. Eh, quem foi que falou no shot? Ah, foi a Gisele, né? O Gisele. Gisele perguntou quais especiarias. Eh, a Lisa perguntou quais quais quais especiarias. Então tem, ó, é o trabalho só sobre, é, é uma aula que eu, que eu, que eu, que eu tenho preparado só sobre isso, ó, sobre eh maneiras pelas quais a gente pode estar, por exemplo, modelando Resposta glica, tá? Mas eu vou mostrar aqui, aí tem várias coisas que a gente pode estar utilizando, ó. Então, enfim, tem é nosso bem interessante, ó,
suco verde. Tem alguns sucos que tem esses impactos positivos, mas deixa eu mostrar aqui, ó. Aí tem alguns trabalhos que mostram isso de, ó, uso de especiarias, ó, para controle de de síndrome metabólica, né? Aí eu organizei aqui, ó, várias especiarias, Ó, várias espécies vegetais. Então, bem interessante, ó. Então, açafrão, salsa, orégano, etc. Eh, deixa eu ver se deixa eu ver se eu acho essa. Eita, pior que não tá aqui o trabalho específico. Seria outro. Tá. Deixa eu só ver se eu acho aqui, pessoal. Ué, é, mas vê aqui, ó. Vou vou pera aí, deixa
eu ver se é esse aqui. Não, pera aí. É, mas aqui já já dá para então, ó, você usar de 6 a 14 g de de de especiarias por refeição, esse promove esses efeitos benéficos do ponto de vista de quê? De redução da glicemia e lipemia pósprandiais e também eh produtos avançados de glicação, ó. Então, a gente observa aqui, ó, cardamomo, fenô grego, cominho, gengibre, açafrão, canela, alho, tá? Então, você fazer um blend dessas especiarias eh no jantar e no almoço, Isso é ótimo, tá? Eu aproveito, já que eu vi aqui o fenô grego, o
fenogrego vocês já ouviram falar do fenô grego em algum em algum canto? Já, né? gente escuta muito fenogrego relativo a controle glicêmico, relativo a doenças neurológicas, mas anota aí, isso é muito importante. A gente a gente eh até bom ter até ter visto aqui o fenogrego eh o fenogrego eh anota aí, o fenogrego ele tem um efeito glicogênico, então ela aumenta a capacidade de formar Glicogênio, né? E isso é de maneira independente. Independente isso para menopausa. Então o fenório também é conhecido por essa modulação hormonal. Ele normaliza alguns hormônios aí, alguns efeitos hormônios, mas parece
que o fenogrego associar o fenogrego, o extrato fenogrego ele promove eh o aumento da assimilação de creatina. Então, anota isso aí, ó. E o feno grego, ele parece que aumenta a assimilação pelo músculo de creatina. Ó, Só que legal. Então, se você pega um paciente de força, eh, que você tá fazendo um um controle dietético, tá promovendo uma restão calórica e a você precisa controlar um pouco a quantidade de carboidrato que ele consome, etc., uma maneira pela qual você tem de aumentar a simulação pelo músculo de creatina é você eh associar com o fenogrego e
é o fenogrego você usa as sementes, né? Então, a dose, o fenórego é tipo uma leguminosa, né? Então você Usar aí em torno de cinco, 5 a 15 g do grão de fenogrego ou 500 mg do extrato seco de fenogrego, ele promove esse efeito glicogênico, né? Ele ele tende a reduzir essa glicemia. Ele tem esses efeitos aí hormonais que o pessoal falou na menopause, né? Modulação de de sintomas de de menopausa. E ele parece que ele aumenta a assimilação de creatina pelo músculo. Isso é muito legal. Isso é muito legal. principalmente quando você Fala, por
exemplo, em em atletas vegetarianos, em atletas veganos que consomem pouca carne. Isso é muito legal quando você fala em pacientes idosos, pacientes de meia, né, que pela própria resistência anabólica, eles não conseguem aumentar essa captação, essa simulação de creatina. Então, o fato de você adicionar fenogrego, seja na forma do grão, seja na forma do extrato seco, tem evidência disso, tem a evidência que você aumenta a capacidade do músculo de Assimilar creatina. Isso é muito legal. Isso aí bem lembrado. Aí quando fal me veu a me veu a a a memória agora, tá? Que ele que
ele tem esse efeito de novo aqui. O pessoal pensando, né? Eh, o fenô grego, eh, dose, né? 5 a 15 g do grão do feno grego. Então é como se fosse uma leguminosa, tá? Como se fosse um feijão, mas é é um grão, né? Um grão a semente, 5 a 15 g eh do fenô grego e na e e sobrema farmacêutica, digamos assim, eh 500 mg de Extrato, 500 mg de extrato do extrato seco, tá? E só para E só para deixa eu mostrar aqui. Tem nessa aula tem aqui um trabalho com atleta do Fenogrego.
Deixa eu ver se eu acho. Ué, pera aí. Aqui, ó. Olha só que legal esse trabalho aqui. Esse trabalho aqui, ó, o que que esse trabalha o MJ? Isso é Bem, isso é muito uma noção esportiva. E aí a gente e a gente, ó, a gente fala que eh alguém já ouvi falar do alho também? Eu sempre falo assim, o alho, o alho é uma espécie vegetal que ela é ela é muito subestimada. O alho é uma das coisas mais subestimadas que a gente tem aí na na fito. Então, quando você fala de alho, assim,
você fala de tem um efeito antihiperlicemiante e o efeito antihiperlipemiante. Então, fal em Controle de glicemia e de lipemia não tem como não falar do alho. Entretanto, ele é muito subestimado, muito, muito, muito, quase ninguém fala dele. Mas você vê, você vê o tamanho do efeito de alguns, de alguns trabalhos, você fala: "Caraca, por que que ninguém fala do alho, hein?" E e é algo muito interessante e assim e é muito prático pra gente, né? Muito barato, muito da nossa cultura, é fácil de você implementar isso. E aí eu trago Esses trabalhos, um deles, ó,
o trabalho 2005, só tem 20 anos de publicação, mas o outro trabalho final do ano passado, 2024. Um trabalho ele fala do fenô grego e outro trabalho ele fala aqui ah do extrato de de alho, tá? Eh, algo em torno aí de de 1 g, né? 1 a 2 g do alho, do extrato, né? E aí você pode botar aí essa dose equivale a uma a três dentes do alho por dia. Resumindo, o que que esse esse trabalho mostrou? Resumindo que após o treino, né, a gente tem Aquelas recomendações de carboidrato de consumir tantos gramas
de carboidrato por quilo, não tem isso? essas recomendações para você promover glicogênese. Então, se você é um atleta de futebol que treina todo dia e você sempre usa os mesmos grupos musculares, né? Você sempre usa ali o quadríceps e etc., é importante para esse atleta ele ter uma uma dieta em torno de de quê? De 4, 5, 6, 7 g de carboidrato por kg, né? por dia. Só que a gente sabe que às Vezes você não consegue consumir essa quantidade toda por uma baixa tolerância eh do TGI, né? É muito carboidrato, você tá muito cheio,
não tem fome. Então, uma maneira pela qual você pode otimizar a formação de glicogênio é você adicionar a essa refeição pós- treino ou a refeição com mais carboidrato do dia, você adicionar essa quantidade de fenô grego ou de alho. Por quê? porque eles promovem glicogênese. Então é o trabalho não tá Aqui, mas tem esse trabalho com fenogrego pessoal, o trabalho 2005, tá? Esse trabalha até um trabalho famosinho que ele mostra o seguinte, que ele mostra que você consumir, quando você compara consumo de só carboidrato e compara com carboidrato mais fenogrego, o extrato fenogrego, eh, e
o grupo, né, na situação porque foi um estudo cruzado, ou seja, esses foram os seus próprios controles, na situação que ele só que ele consumiu o fenogrego mais o Carboidrato, ele formou ele formou, consumindo a mesma quantidade de carboidrato, ele formou mais glicogênio E após 4 horas desse consumo, dessa refeição pós-treino, eles realizaram um teste de desempenho em ciclistas. E eles observaram que o grupo que consumiu, né, na situação que que foi consumido carboidrato mais fenogrego, eh além deles formarem mais glicogênio póstino, ou seja, eles ressintetizaram mais glicogênio, eles performaram melhor no Ciclismo, né? Ou
seja, você consumir eh extrato de alho ou alho, né, de um a três gentes de alho eh na refeição ou fenô grego, você acelera a ressíntese de glicogênio eh pós treino. Então, se você qual a qual a aplicação prática disso? Olha, se você tem um um atleta que você tá numa uma dieta de região calórica ou de carboidrato, a ideia é você conseguir ah a ideia é você conseguir ressintetizar glicogênio da melhor maneira que você Pode. Qual a melhor maneira de você ressintetizar glicogênio? Consumindo carboidrato, lógico. Só que você tá você tá numa dieta de
restrição, você tem uma mulher, né? aquela aquele desafio que eu citei eh em momento passado, você tem uma paciente mulher, que mulher é mais difícil você trabalhar, né? Por quê? Porque é menor, então você tem menos calorias, você tem menos carboidratos, você tem menos proteína, você tem menos tudo. E então uma maneira pela qual que Você pode otimizar a formação de glicogênio é nessas refeições com maior quantidade de carboidrato você adicionar eh o extrato fenogrega. Então, a tua estratégia pós-treino do teu atleta ou pós jogo vai ser o quê? Usar extrato renogrego mais carboidrato ou
extrato de alho, né? De alho sát mais carboidrato. Por quê? Porque essa estratégia, esses fitoquímicos do alho, né, alicina, etc., e do fenô grego, tu vai tá eh otimizando A ação, por exemplo, da glicogêniosetase, que é enzima que forma glicogênio. Então, tem trabalho que mostra isso, trabalho que fez biópsia, né, que aumentou a a que que demonstrou o aumento da atividade dessa enzima. Isso tem uma repercussão clínica. Por quê? Porque tu reduz glicemia pósperandial, tu aumenta a formação de glicogênio, ou seja, tu acelera a recuperação. Então eu não faço, eu não, esse ano, eu não
sei porque eu não pedi, Eu acho que eu esqueci ano passado de de pedir eh de botar isso na lista de compras, mas esse ano a gente a gente eu já fiz a lista e tá incluso o feno grego, né? Então vai ser isso, vai ser estratégias de de pré-jogo, né? pré pré-jogo no sentido de pensando naqueles três dias pré-jogo, né, dele de tá dando nos pós-treinos e também eh no pós-treino, no pós-jogo dos atletas, principalmente quando a gente tiver mais de um jogo por semana. Então, por Exemplo, o nosso time, ele viajou para chegou
hoje em São Paulo. Eh, eu não fui com time, eh, o time viajou para São Paulo, chegou hoje em São Paulo, segunda-feira a gente a gente vai para Mogi, o time tá indo para Mogi, chega hoje Mogi, vai segunda-feira à noite a gente joga contra o Mogi e eu acho que na quarta-feira a gente vai para São José jogar contra São José. Então, vê, serão dois jogos eh em quatro dias, ou seja, vai jogar um jogo a cada dois dias E vai ter viagem no meio, né? E muito desgastante. Então, é uma situação que que
deve ter eh fenogrego ou extrato de alho. Eu eu usei fenogrego, tá? Então, vê, ó. Olha, olha essa questão. Ah, cai, tu vai usar isso a temporada inteira? Não, isso aqui a gente vai estar usando eh em momentos importantes, em momentos que que nós precisamos. E esses trabalhos são trabalhos agudos, tá? São trabalhos agudos, tá? Então você aí que não é habilitado, pode perceber, né? O Alho é um alimento, tá? Você pode perceber fenô grego, alimento, tá? Composto biativo. Então você não precisa ser habilitado em fitoterapia para percever isso, tá? Eh, então vê que legal,
né? A gente vê, ó, de novo. E por que que cai? Por que que tu tá falando tanto de uso agudo de novo? Eu eu sempre falo do uso agudo porque a gente pensa no esporte, porque a gente periodiza a dieta, né? Então, de novo, ó, não é necessário você passar o Mês inteiro usando um produto para ter um efeito ou usar semanas, eh, porque você pode ter algum, em alguns casos, você pode ter o efeito agudo, tá? Então, tem trabalho demonstrando isso, o efeito agudo, tá? Ó, a gente com a com as gatinhas é
a Lisa com cachorro, né? Lisa, cachorrinho aí. Tá o cachorrinho. Tô vendo. Eu vejo aqui, tá? Tá o o cachorrinho da Lisa. Aí os petzinhos tudo participando da aula, tá? Então, vê. Então, isso é muito Legal, né? Isso é muito legal porque eh dá liberdade pra gente eh da gente da gente eh planejar a dieta, planejar as estratégias, tá? Isso é muito muito interessante de verdade, assim. Então, ó, então a gente vê eh nessa mesma referência, ó, eh a gente vê aqui a al os resultados, ó, e os e os respectivos efeitos clínicos mais consideráveis,
ó. Então, a gente observa aqui, ó, controle glicêmico, Insulinêmico, controle da lipemia, inflamação, né? Ou seja, esses prodos avançados de glicação. Então, a gente vê vê vê o potencial de especiarias. Então aquela coisa, né? Eh, detalhes t poder, né? O o básico faz a diferença. Então, poxa, isso aqui é educação e nutrição. Então, na na consulta, a gente precisa falar isso pro paciente, a gente precisa mostrar a importância de tá ah de tá usando isso a seu favor, né? Então, Paciente às vezes gosta de gastar muito dinheiro, pô, tá gastando, tá perdendo dinheiro. Então, ó,
coisa simples, mas que se você souber usar na dose certa, eh, vai assim, vai ser muito muito importante, né? Vai ter um um efeito direto aí na saúde, na saúde do paciente, tá? Aí a Júlia perguntou: "Suplementação aguda única em dias específicos?" Exatamente, Júlia. Exatamente, né? Eh, por que que eu falei com relação, por Exemplo, que a gente vai começar, que eu vou começar a usar paraa próxima temporada, o fen grego dois, três dias antes. É uma maneira, Júlia, de é uma maneira de otimizar a formação de glicogênio pro jogo, percebe? Então os atletas continuam
continuam consumindo, né, o que geralmente consumem. Mas o fato de você adicionar isso na dieta, você melhora essa formação de glucogênio. Então você pode falar pro paciente, ó, aumenta isso, isso, isso Aqui de carboidrato no dia anterior, dois dias antes, mas também consome isso, tá? E é por que que eu falo do time? Porque quando eu peço esses produtos, eu sempre eu tô nos treinos do time do time diariamente. Então, sempre nos treinos do time eu faço a suplementação pré-treino, durante treino, pós- treino. Em alguns casos específicos, eu dou um produto para ele usar à
noite, porque assim, é uma maneira de garantir, porque se a gente For depender do atleta, atleta profissional, ele ele tem muito atleta que esquece, que enfim, não dá tanta importância e esquece mesmo, né? E então a gente a gente fornecer isso para ele, a gente tá garantindo, né, que ele recupere melhor, que ele se adapte melhor à aquele aquele estímulo e e você e você garante isso, tá? Então tá sendo, é isso, ó. Eu estou pensando como usar as corridas. Perfeito, vai competir, passa aí três, qu dias usando o finel Grego junto às refeições, né?
Então tu vai carbar, né? Tu vai super compensar carboidrato, usa, tá? Porque já é demonstrado que ele aumenta, ele aumenta a glicogênese, tá? Da mesma forma, alguém trabalha com físico turista, da mesma da mesma coisa. O físico turista ele ele vai pesar na balança e depois ele começa aí a Jéssica. E aí depois tu é corredora, tu é físico turista, né, Jéssica? Enfim, eh vai se pesar na balança, bater o peso da competição, tu Começa o quê? Tu começa a carbar, né, arroz, etc. Começa a comer muito isso. Para quê? Para super compensar. Então fica
a dica aí, Jéssica, para você e adicionar esse extrato de fenô grego para você ah potencializar essa essa supercompensação, tá? Ah, mas a minha categoria não bate peso, mas mesmo assim, né, tu tem que tu tem que supercpensar, né, para ficar fibrada, né, para ficar vascularizada e tal. Então, acho que é interessante testar, Tá? Feno grego. Ah, cara, tem trabalho que mostra esse físico turista? Não tem, porque é algo aí é muito muito muito específico, né? Eh, mas a gente tem trabalho com ciclistas, com atletas de modalidades coletivas e a gente sabe do mecanismo de
ação, a gente sabe do efeito relativo glicogênes, então a gente começa a inferir pro físico turista. Aí fica outra dica para uma pesquisa. Porventura, quem tá aí no mestrado, doutorado ou quem tá Terminando o curso ou quem pensa em fazer uma aqui na própria pós, né, na própria pós, se tiver TCC, eh, pode ser interessante avaliar isso, avaliar glicogênes, enfim, eh, no físico turista, né, no corredor de rua, avaliar com performance, avaliar com parâmetros psicométricos, né, pão humor, enfim, não sei, pode ser pode ser interessante, tá? Então, eh, então é interessante, tá? Pode ser interessante.
Então, vê, eh, olha só que Legal, a gente tá falando de esporte, mas vocês percebem que muita coisa da nutrição clínica a gente puxa pro esporte e vice-versa. Então, o fenogrego ele é um exemplo claro que que ele nasceu na nutrição clínica, que que foi é é um produto que foi usado para controle glicêmico, controle glicêmico, controle de lipemia, controle de doenças neurológicas. Só que baseado nesses nesses resultados, Né, e o pessoal sabendo desse mecanismo de ação, o pessoal começou para puxar para esportiva. Então a gente vê aumenta a formação de glicógêno, ou seja, melhora
a recuperação do do indivíduo. Então usa essa dose aí, tá? D mg de extrato de de finogrego. Caio, tem aronização de finogrego? Não tem. Então, o pessoal usa 500 mg, o pessoal não sabe ao certo marcador, tá, do fino grego. É uma Limitação da literatura, mas enfim, com essa dose de de feno grego, já demonstra ter um efeito clínico considerável, tá? Então isso aí isso aí a gente já consegue consegue observar, tá? Enfim, então percebam, né, a gente eh começa a falar e tem muita coisa que que aparece por quê? Porque você lembra de de
alguns estudos, né? você lembre das evidências. Isso é muito interessante. Isso isso é muito legal, tá? Eh, eu vou voltar aqui pro outro pro outro material. Deixa eu Só ver aqui. Sim, antes disso, né, o pessoal, ó, tenho perguntado sobre gengibre. Eu vou compartilhar a tela aqui no outro material, só para mostrar que tem muita coisa sobre gengibre, tá? Ó, deixa eu mostrar aqui. Não tá no material de vocês isso tudo tá porque eh algo que sabia que não ia dar tempo mesmo pela questão do do tamanho da aula e do material que tem sobre
gengibre, mas a gente observa, ó, Eh, gengibre, deixa eu só selecionar aqui. Você fala gengibre, tem assim muita, muita, muita coisa, tá? Então, ó, deixa eu passar aqui rapidinho, ó. Então, a gente observa, ó, gengibre, ó, eh, associado, ó, à redução de dor em em dorstearticticular, né, pacientes com com osteartrite, eh, comparam defeito de gengibre com ibuprofeno paraa doença, para pacientes com doença oxartite. É o gengibre modulando inflamação em corredores, né? Enfim, então vários trabalhos aí do gengibre no contexto de exercício aqui, ó, no contexto de cima metabólica, no contexto de analgesia para para atletas.
no contexto de doenças degenerativas. Então, o gengibre várias várias coisas. Eh, a gente tem aqui, ó, um fitocomplexo, ó, gingerol, xogaol, né? Eh, vários fitoquímicos de gengibre. Eh, alguns efeitos, ó, modulação, redução de náusea, vômito, trabalho mostrando red de inflamação, eh perfil Lipídico, eh dor muscular tardio, modulação hormonal, né, ou testerona, eh principalmente para pacientes aí, ah, pacientes homens de meiaade, né, com hipogonandismo. Eh, aqui, ó, artrite, analgesia, usado também na aromaterapia, enfim, tá? E as doses do gengibre variam, ó. Então, doses variam para pacientes com hiperlipidemia, né, com o charartrito, ó, 1 g. Pacientes
diabéticos, ó, de 1 a 3 g. Eh, pacientes hepatopatas, pacientes, ó, esse DMT aqui É dor muscular de tardio, tá? Então, aí, ó, 500 mg, ó, paciente com desminorreia, etc. E fala geralmente a parização de 5% de gingerols, tá? Então, o gigibri ele é usado para algumas coisas nesse nesses aspectos aí que eu citei para vocês, né? É um produto seguro do ponto de vista de de ah para minimização de enros, tá? Para pacientes gestantes. É uma das poucas coisas que tem esse efeito, esse efeito de segurança aí na Gestação, tá? Eh, de modo que
são várias várias as as aplicações do do gengibre. Eu queria mostrar aqui, deixa eu ver se tá aqui no trabalho, que é que é que é o trabalho mostrando isso aqui, ó. Então, aquele aquele trabalho que eu citei para vocês, ó, consumo do geng consumo do gengibre aumenta efeito término da dieta e promove percepção de saciedade sem alterar parâmetros hormonais em homens com sobrepeso, né? Então, nesse estudo Aqui, ele mostrou que houve um aumento gáscalórico eh relativo à refeição. E nesse estudo aqui, ó, especificamente, ó, eles o de preto aqui é é o grupo gengibre.
Eles observaram que na outra refeição, ó, na outra refeição, a percepção de fome foi menor no grupo gengibre e o consumo de o consumo da de em termos de caloria, né, em termos de de de caloria aqui de grama, no grupo no grupo sem gengibre também foi maior. Ou seja, você consumir Gengibre numa refeição eh vai reduzir a fome na próxima refeição. Então isso é interessante você pensar nessa questão do timing, ou seja, cronometrar o consumo de uma espécie vegetal pensando na outra refeição. Então para aqueles pacientes que tem muita vontade de comer besteira de
noite, pode ser interessante estar colocando, né, na refeição anterior o almoço ou ah no lanche da tarde para minimizar essa vontade excessiva, digamos assim, de comer Coisas fora da dieta, tá? nesse trabalho aqui, eh, mas usou isso, usou usou uma du g, tá? Do do gengibre, enfim. Então, eh, perceba, vou fechar aqui, eh, das aplicações que a gente pode ter eh relativo relativo ao gengibre, tá? Então, fih, eu prefiro usar sobre a forma de pó, né? Eu prefiro usar sobre essa forma tradicional, porque sabor você percebe. Eu quando eu vou fazer um poque, né, um
vou lá no depô tal, fazer um um um pokzinho para mim, sempre coloco gengibre, ralo de gengibre, fica saboroso e e tem esses efeitos metabólicos, né? Então, eh, você que tem rinita alérgica, você que sente muita fome, você que treina, né? Eh, o gigibre é uma boa porque ele promove esse efeito eh de redução de infecção do trato respiratório superior, ele promove analgesia e tem esse efeito associado aí À saciedade, termogênese, que pode ser interessante eh para você, pro seu paciente em diferentes contextos, tá? E eu volto aqui para tinha falado ah aí tinha falado
do do gengibre, né? Começou a falar. Vou passar que deu uma uma leve travada aqui. Eh, ó, aquele trabalho que eu mostrei, né? você comparar o comprar o extrato do gengibre, ele ele tem um efeito hã Efeito tipo ibuprofeno para paciente com osteartrite. Então são trabalhos que mostram um efeito analgésico. Eh, ele mostra aqui, ó, escala visual analógica do do articular, né, do articular movimento, eh, rigidez articular, tendo efeito semelhante a ibuprofeno, né, o extrato do gengibre. Eh, e aqui a gente mostra alguns mecanismos do gengibre relativo à dor, ó. Então, a gente vê aqui,
ó, sempre, ó, o gigerol, xogaol, né? Eh, e a gente Observa aqui, por exemplo, um efeito, ó, associado a receptor vaniloide, né? Receptor transiente vaniloide, receptorp1. A gente vê também o receptor n nudo de asparto, né? NMDA, isso aqui tá é um receptor central, enfim, ó. Então, ele ele ele tem esse ele, ó, ele mexe também com o receptor de serotonina, enfim. né? Então a gente observa o gengibre como tem o efeito analgésico eh em vários aspectos, né? Em vários contextos. E a gente fala aqui no Contexto de exercício, pô, paciente com dor muscular no
tardio, paciente com rinita alérgica, né? Alguns trabalhos eh com pacientes com com cefaleia, alguns trabalhos evidência não é tão forte, mas enfim, a gente vê muita coisa com relação à gengibre. Então, olha só, não é algo essencial, né? eh, do ponto de sobrevivência, maturação, desenvolvimento, mas percebe o quanto que a gente a gente consegue extrair o benefício de uma coisa simples, Gengibre, né? E aqui a gente traz, ó, eh justamente esses trabalhos com dor muscular de stardio, né, a famosa DMT, eh, e mostra o efeito analgésico do gengibre, tá? Aí, isso aqui são um trabalho
de revisão, eh, trabalho mostrando nesse caso aqui, ó, 12 gó do gengibre, tá? Eh, o os efeitos aqui na escala visual analógica. Nesse trabalho aqui, geralmente indivíduos destreinados ou moderadamente treinados promove esse efeito, esse efeito fin. Então, se você Atende o idoso que tá voltando, tá começando a treinar, se você atende alguém voltando de lesão, se você atende o iniciante, ou seja, lembrar que essa dor tá muito associada a exercícios de alto volume ou exercícios novos que você nunca fez, é, possa ser interessante você tá promovendo esse efeito analgésico via gengibre. Por quê? porque não
tem esse essa essa esse ele não passa por esse efeito ormétrico da suplementação. Lembra quando a gente Falou de efeito ormétrico? Pois bem, o gengibre, por ser um fitor complexo também, ele ele não tem esse efeito, ó. Então ele mostra aqui, ó, que 2 g podem reduzir do muscular stardil, né, ó, se pelo menos usando é uma semana, duas semanas de uso e 4 g, uma dose maior e em uma semanazinha, ou seja, em 5 dias já parece promover esse efeito, tá? agudamente na hora parece que não tem um efeito na dor, né? Nem do
ponto vista de de percepção de força. Então, de fato, parece que é interessante você tá utilizando isso aqui pelo menos uma semaninha aí, né? Ou doses maiores em 5 dias, ó, 4 g. E ele vem benefício, ó, em analgesia, eh, em transtornos trato gastestinal, que foi o que vocês eh me lembraram até, e, eh, de vias aéreas superiores, ou seja, paciente que sempre tá resfriado, tcindo, espirrando, corizando, o gip pode ser bem bem interessante, tá? Então, percebam mais uma coisa que você Pode estar periodizando na dieta, né? sempre é importante estar falando isso, porque isso
é uso racional, é você saber usar o que deve ser usado no momento certo. Isso é muito legal. E você fazendo isso, você mostra pro seu paciente que você sabe o que tá fazendo, né? Então, por exemplo, eu tenho uma paciente e aí fugindo um pouco, né? Fugindo um pouco da esportiva eh eh também fugindo só da fito, mas eu tenho uma paciente que foi Diagnosticada um dia desse com síndrome síndrome de intestino irritável. E e era clássico, ela de vez em quando vinha com isso, né, com com constipação ou com diarreia, com desconforto, né,
produzindo do gás. E ela falou assim: "Caio, ela é um paciente que voltou, ela viajou, ela tirou férias, ela foi pra Itália, ela passou duas semanas na Itália rodando a Itália, pô pra Itália, pô, imagina, você come massa, né? Você come gordura, docinho e tal, aí tu vai Pra Itália, que é o que mais tem lá, né? São essa essa essa essas golosemas aí. E um paciente com símbestino irritável vai para aí, ela vai estudar mal, né? Vai passar duas semanas mal. E aí basicamente a gente usou, né? E, a gente sugeriu, Juliana, Juliana, Jul,
Juliana, o nome dela. Falei, eh, Ju, vamos, vamos testar isso aqui? Aí a gente, enfim, a gente eh prescreveu uma uma cepa de de de probióticos para ela, também glutamina à noite e eh óleo de hortalã Pimenta, né, de menta piperite, que é uma das coisas que até eu que eu já escrevi o cap de livro sobre, né, sobre sobre intestinal e tal, falando de fito, é uma das coisas que tem um um corpo de evidência legal, né, que seria mentapiperita para pacientes com com síndrome intestino irritável. é que não é a única coisa. Enfim,
eh, pô, ela passou, falou: "Cara, eu não tive nenhuma vez nada, nenhum nenhum nenhum transtorno gastinal nessas duas Semanas". Isso é muito legal, né? Então você vê, ó, uso racional, você saber mostrar pro paciente alguns momentos que você pode fazer para prevenir mesmo um um desfecho clínico ali que ele é que é recorrente, tá? Então, o gengibre é um exemplo, gengibre pode ser bem interessante a gente tá utilizando em diferentes diferentes situações, tá? E da mesma maneira, pessoal, a gente aí tem até 5 horas, né? Da mesma maneira eh que a gente falou aí, pessoal
Com ruinita léstica, eh paciente que sempre tá com alguma doença respiratória, sempre tá torcindo, espirrando, é é muito comum a gente passar por isso, né? Essa imunossupressão do exercício, tá? Então, poxa, a pessoa que nunca fez nada, começa a treinar, começa a treinar todo dia, mais de uma vez por dia, vai dar ruim, vai dar ruim, ela vai passar mal algum momento, porque porque ela vai ficar doente, né? Eh, é imunossupressão Do exercício. E aí a gente mostra alguns porquês, ou seja, por que que a pessoa que treina demais ou descansa de menos ou os
dois tende a ficar doente? Porque como eu falei para vocês, o exercício estresse, né? A gente observa, ó, que indivíduo que é acidentário, ele tem uma incidência mediana de infecção do trato respiratório superior. O indivíduo que treina bem, que descansa bem, ó, tem uma prevalência aqui, né, uma incidência Menor, né, uma incidência eh 50% menor em relação ao ocidentário. E o cara que treina demais, o paciente que treina demais, o homem e mulher que treina muito, ele tende a ficar mais doente, ou seja, duas a seis vezes mais do que o sedentário. Então o exercício,
né, o exercício volumoso, o exercício exenuante, ele ele ele ele ele aumenta essa genela de infecção, tá? E por que que se dá isso? Porque o treino intenso, então a gente vê aqui, ó, uma um Azulzinho claro, uma sessão de caminhada e uma corrida de maratona. Então, lembra quando eu falei para vocês, ó, eu eu não treino para fazer maratona, mas você acha que você acha que você terminaria uma maratona? Eu acho que eu terminaria, mas meu tempo ia ser horrível e eu ia passar boa parte da maratona caminhando. Ia caminhar para descansar mesmo, ia
passar uma hora caminhando. Eu acho que é até orgulho mesmo, né? Eu para não dar o braço a torcer, eu ia me dar mal, mas Eu terminava o negócio. Mas o problema seria o pós, o pós meia maratona. E é justamente isso, ó. Lembra Ormedes, né? Então, olha só, aqui a gente tem, ó, ah, imunoglobulina IGA salivá, né? Um anticorpo, imunoglobulina, ó, funções de célula T que tá associada à imunidade, atividade de células natural killer que tá associada a resposta inata, função de macrófagos, granulócidos, citocinas, ó, hormônios de estresse cortisol, né? Então, percebe, eh, quando
você disputa Uma maratona, olha só, o imunoglobulina vai lá para baixo, funções de célula T vai lá para baixo, funções de células natural killer vão lá para baixo, eh, citocinas próinflamatórias aumentam demais, cortisol, adrenalina aumenta demais. O que que isso quer? O que é que isso vai promover? Uma exaustão das tuas das tuas células imunes, tá? vai ter uma exaustão das células da das tuas células imunes, ou seja, vai abrir uma janela de infecção e E essa redução aqui da atividade desses atores, né, da resposta imune, o pessoal mostra que pode durar de um até
5 dias. Então tu vai passar 5 dias protegido, então com a ideia tu vai adoecer. Então, gente que sempre fica adoecendo, gente que treina muito e dorme pouco, trabalha demais, tem muito estresse, sempre fica doente. Por isso, sempre fica doente porque tuas células os atores, né, da resposta imune estão estão reduzidos, tá? Alguém falou aqui Comigo isso, ó, que tanto a Lidiane como a Lisa, ó, a maioria dos pacientes se queixam de pressão alta após uso gengibre. A Lisa é mesmo? Então é viciosinho pertence. Ó só, isso é uma boa pergunta, Lidiane Lisa, só voltando
aqui rapidamente. Eh, você fala no gengibre, a de maneira geral a evidência de gengibre é por redução de pressão arterial. Redução de pressão arterial. Eh, existem revisões que mostram isso e tal, mas a ideia é, aí eu faço a Pergunta de novo, né? Eh, essa pressão alta de fato existe? que o paciente chegou a mensurar ou é alguma percepção relativa a esse efeito de ardência, esse efeito do do trato exestinal. Então, de maneira geral, o gengibre tem mais um efeito hipotensor, o uso crônico, tá? Em doses moderadas aí 500 mg, 1 g por dia, tá?
Mas se de fato eh há e esse esse essa resposta hipertensiva, você para o uso, não tem não tem muito o que fazer, tá? Isso, exatamente, Lis, o uso contínuo, né? Eh, você vai ganhar uma certa tolerância ao uso desse componente, de modo que ele usa o contínuo, ele promove esse efeito hipotensor, tá? Trabalho mostrando a redução de 5, 10 mm de mercúrio na PAS, né, na pressão arterial sistólica, tá? Mas cada caso é um caso. E o mais importante, sempre é bom você falar com o paciente, você perguntar, tá? Vamos procurar mensurar isso, vamos
procurar mensurar ali usando o fig, né, Que tem aqueles fig automático hoje bem fácil, né, que o próprio paciente pode estar fazendo, vamos monitorar porque até ajuda o paciente a se conhecer, tá? Então tem tem esse ponto aí, tá? Mas voltando para cá, enfim, então exercíciuantes tem esse efeito, né, de de reduzir defesa imunológica. Mas a pergunta é, Caio, eh, vou passar isso aqui também, né, que tem a ver com células terreguladoras e tal. Aí eu faço pergunta, e será que tem alguma coisa Que a gente pode estar minimizando, Caio, essa essa essa imunossopressão do
exercício? E a gente fala da perlagonioides. A perlagonio cidoides é uma espécieetal que vocês estão vendo ela aí que eh é muito utilizada para em eh medicamentos acabados, né, que são utilizados a derivada de pelagonicides em a em crianças, crianças com DPOC, crianças asmáticas. E aí a gente traz trabalho aqui, né? Tem um tem um Produtor acabado, tá? Acho que é a caloba, se você botar caloba no bota caloba, asma, vai sair um produto. Pois bem, a caloba é um é um é um medicamento acabado que ele basicamente é um produto derivado de pelargôio cidóides,
tá? Então olha só, olha só o título do trabalho, eh, publicado em 2011, ó, não é novidade, na Fitomedicine. Então, fica a dica aí também, eu falei da Fitoterapy Research, né, daquela revista. Fica dic, fica a Dica também da Fitomedicine, que é uma revista interessante que publica muita coisa legal sobre sobre espécies vegetais e e olha o título do trabalho, respostas imunológicas induzidas pelo extrato de pelargonicides, ah, né, e na mucosa nasal e no e no soro, né, de atletas após exercício exaustivo, modulação de IgA salivá, né, modulação literacina 6, modulação litina 15. Ou seja,
isso é um trabalho que Utilizou o estado controlado em maratonistas. E aí acho que acho que alguém falou, acho que não sei se foi a Taciana, né, na corrida. Acho que foi, né, Taciana que faz, que é corredora, aí eh, corredora de rua, né, ó. Então, ó, ah, estudo em maratonistas de meia idade, ou seja, o pessoal de 40 anos. Por que que é legal desse trabalho? Porque de fato, essa população aí de meia idade, de 40 anos, eh, a resposta imune já não é tão boa como uma Pessoa que tem 25, né? Então isso
é é um trabalho com elevada uma alta validade externa, digamos assim. Então, ó, um trabalho de 28 dias, ó, 30 gotas três vezes ao dia, o extrato alcoólico, ó, fornecendo algo em torno de 825 mg por ml. Então, em torno de 20, 30 gotas tem 1 ml, tão consumindo de 30, 90, ou seja, tá consumindo aí até de 825 mg até 2 até 2.000 mg, né, mais ou menos, dos exat do dos polifenóis da da pelargonicides, tá? Então eles avaliaram, ó, IGA, Interlocinas 4, 6, 8, 10, 15, um beta e o TNF alfa, né, fator
necróito tumoral alfa. Ou seja, eles passaram um mês eh usando o estato alcoólico dessa da paragonid. Após após esse período, eles fizeram um teste de de desempenho, né, um um exercício maratona, de fato, para induzir essa redução ah dos atores aí da defesa imune. Eles avaliaram qual foi qual o efeito, né, o efeito em quem usou ou quem usou o Placebo. Então, sendo resumido, ó, eles observaram aqui uma redução de interlocinas inflamatórias, né, interlocinas 6 e 15 e aumento de IGA salivar, tá? E aqui, ó, ele mostra eh os efeitos dessa dessa redução, ó, os
grupos placebo e pelargônio, pré-tratamento, pósessão exaustiva de corrida, né, e essa relação, né, pré versus pós intergrupos, né, e os respectivos valores de de eh estatísticos. Então v, ele mostra, ó, Quais são mecanismos de pela pela qual IGA salivar módulo imunidade. Ó, a IGA que vai tá na saliva, esse anticorpo, ele vai impedir essa ligação do patógeno na célula, né, na mucosa. Então ele neutraliza e e essa entrada, ou seja, ele ele evita, né, ele evita que esses patógenes consigam adentrar no nosso sistema, né, no no plasma, né, no meio interno. E aí, ó, ele
ele lembra que essas entinas 6 e 15 são gatilhos paraa diferenciação, né, dessa resposta e Consequentemente alergia, né? Ah, ou seja, eh, você usar pelargônio em torno de 28 dias nesse estato alcoólico aí, ou seja, de 30 a 90 por dia, minimizou essa esse decréscimo da função imune, ou seja, minimizou a queda do Ga salivá e e promoveu uma redução de interlucinas pró-inflamatórias, intelucina 6, intelucina 15, eh, em maratonistas. Ou seja, mais um exemplo que a gente pode estar que a gente deve periodizar a dieta, né? Principalmente quando fala no Atleta. Então, se você tem
um um um paciente que disputa meia maratona, maratona, mais uma estratégia você pode estar utilizando, eh, visando esse efeito competitivo. Da mesma forma, se você tem um atleta ah que tá visando uma competição, pô, não é bom, é bom tá fazendo uso desse produto pensando na competição, né? Se você atende pessoas que fazem crossfit, né, crossfit, como como é que são as competições? Você vai participar da competição final de Semana, você faz vários né, na sexta, no sábado, no domingo. Ou seja, você um um altíssimo volume de treino em dias seguidos, que geralmente você ali
dorme mal, o pessoal depois gosta de beber, tomar uma cerveja, isso afeta quadrado sono, isso afeta recuperação. Então você minimiza, né, eh essa essa janela de oportunidades que se tem a do ponto de vista de infecção aérea, né, ou seja, infecção de via de via aérea superior, tá? Então, perceba, a gente a gente fala Da fito, olha, olha quantas coisas a gente pode estar mexendo. Então, eh, não é só desempenho de maneira direta, né? São vários aspectos. A gente fala promoção da analgesia, né? Redução de incidência de infecção de viaéa superior, eh, e várias várias
outras aplicações, tá? Então, aí sempre é importante a gente tá falando nisso, ó. Então, eu falo do ilx paraguanense também, enfim, falo de mecanismo aqui, etc, etc. Vou passar aqui, deixa eu Passar. Eh, deixa eu vir para cá, ó, só pra gente, é, aí aqui eu mostro o estado da arte que que eu tinha comentado, mas vou adiantar aqui, ó. Eh, ler esse trabalho. É um trabalho já alguns anos, mas ele mostra várias espécies vegetais, ó, gincen, gengibre, jincubiloba, cordí cinenses, rodiola, né? Enfim, ele, ó, fêno, o fenog grego tá aqui, né? Enfim, então ele
ele ele ele passa aí várias várias espécies detais possíveis de Serem aplicadas, tá? Mas eh vou passar aqui rápido, vou passar aqui. Is tem isso tem no material de vocês, tá? Passar aqui, ó. Mas eu queria falar aqui do Roman. A gente falou do Roman hoje mais cedo, tá? Eh, acho que até bom falar, tinha dito que ia comentar, né? Então, a gente traz aqui esse resuminho do do Roman, tá? Então aqui eu trago alguns trabalhos do Roman, a púica Granatum, ao trabalho de 2019, eh, enfim, mostrando, ó, revisões Sistemáticas, mostrando eh em corredores, em
ciclistas, né, treinados, em remadores, trabalhos ah, já com razão com metanálise. Então observa aqui, ó, trabalha avaliando dor muscular, desempenho, respostas fisiológicas, né, como capacidade de vasilatação. Ele mostra que o roman é capaz de melhor desempenho tanto de endurance como de força. E, ó, acelerar a recuperação da função muscular. E ele Cita alguns mecanismos, ó. Ele cita melhora de função entolial, ah, aumento de fluxo sanguíneo, etc. Então ele ele mostra aqui, ó, eh, algo em torno de 375 mg do extrato seco paronizado em 30% de púnica laaginas, tá? Ou só uma forma de suco, né?
Eh, suco de romã, suco bem concentrado. De novo aqui, o hormã, assim como assim como eu já falei de outros aspectos vegetais, ele assim como a rodola rosa, ele não tem efeito Hormético, tá? Então eu não demonstrei esse efeito ormético, ou seja, parece que tá mais protegido relativo a isso, a quem é destreinado, tá? Mas, ó, dose de 375 mg, ou você pode usar o quê? Você pode usar aqui algo em torno de 90 mg de picalagina, né? Que não é habilitado para estar usando esse composto biativo, porque o roman é alimento, tá? Então você
pode estar usando o medicamento que fia terápico paronizado ou tá utilizando 30% de punicagina, ou seja, em torno de 90 mg, né? 90, 100, 100 mg de púnica lagina. Então, eh, o niconista ele pode prescrever isso, né? Esse componente aí de púica lagina, tá? Da mesma forma, a gente tem Hibron, que é a grosélia, tá? Grosélia é usada, dá um zoom aqui, ó, tem várias aplicações, né, da Hibs Negron, né, a nível central, pele, doença cardiovascular, etc. Mas enfim, vou passar um pouco aqui e eu vou voltar, vou vou a gente vê, ó, vários trabalhos
Com com a Ribnum, com a grosélia, tá? Eh, então ele mostra, ó, e o legal aqui, ó, ah, com 7 dias de suplementação, então, ah, a gente observa que que, percebam, várias espécies vegetais parecem eh demonstram e ter efeitos eh ergogênicos com poucos dias de uso. Isso é muito legal porque isso dá liberdade pra gente, da opção de uso em diferentes contextos, tá? Ele mostra que as doses variam de acordo com o texto fisiológico para deslipidemia, Para hipertensão, para desempenho esportivo, parrite reumatoide, paraa isquemia. Então são vários trabalhos investigando a aplicação da Ribisnícon da grosélia,
ah com diferentes dosagens, tá? Então, o desempenho esportivo, ó, de 300 a 600 mg de extrato, contendo, ó, 210 mg de antioceanina. A pacientes com desepidemia de 3 a 3.6 g, né, para pacientes hipertensos, ó, 6 g eh do óleo das sementes por 8 semanas, enfim. Então Eles mostram aqui, ó, a redução do time trial, ou seja, eh redução de tempo de corrida, né? Aumento de força, ó, contrações máximas do RM, ó, e pique de velocidade e repetições de sprints máximos. Então, então eh parece que a Ribs Negron, né, ela de fato é um efeito
ergogênico tanto para exercício de endurance como para exercício de potência, como exercício de exercício de modalidades modalidades coletivas, tá? Então, Ribsngron, eh, Assim, isso aqui eu me lembro de uma vez que eu fui atualizar Ribisnegron, eram eram muitos trabalhos com esse ativo. E o pessoal fala pouco, talvez fala pouco porque é mais caro, tá? Eh, o Ribisn é algo tão tão barato assim, mas ele tem uma evidência bem interessante, tá? Então, fica fica essa sugestão aí. Ou seja, a gente pode estar usando sobre a forma de suco, sobre a forma de óleo de das sementes,
né, que vocês podem prescrever, quem não, todo mundo que não É habilitado em fito, pode prescrever óleo, tá? Da semente de de groséria, de ribisngron tá eles comportam, ele tá na lista de novos alimentos, novos ingredientes e suplementos alimentares. Então, vê, ó, olha quantas quantas abordagens a gente pode ter e especificamente ribis negro, fortíssima evidência para melhora desempenho, tá? seja corredores, seja para atletas de força, seja para atletas de modalidades coletivas, tá? Então, bem bem bem Interessante. Beleza? Pois bem, pessoal, eu acho que a gente pode terminar a aula. Eu acho que já são 5
horas. Eu acho que a gente eh falou muita coisa. Eu acho que foi bem proveitosa. Eh, vocês participaram bem, né? Com relação com relação Então, a Júlia pergunta pro desempenho esportivo em forma de óleo. É, pro desempenho, Júlia, geralmente o pessoal usa a forma do extrato, tá? Eu acho que sobre a forma de óleo você poderia testar, tá? Mas no desempenho Especificamente eh nessa foi utilizado nessa forma, tá? É, por que que o pessoal usa no contexto de exercício? Porque é mais prático, né? Até para fazer pesquisa é mais fácil você dar ali uma uma
cápsula, né? que o o atleta tem que consumar na hora do que eh tá consumindo óleo, né, que pode ter alguma algum efeito adverso, né, do ponto de vista do trato gastinal e e por aí vai, tá? Mas eu acho acho que legal a gente a gente a gente mostrar isso porque mostra Que que a gente a gente consegue ah a gente consegue promover desempenho, né? a gente consegue ter esse efeito, ter esse efeito ergogênico com a fitoterapia e e vocês percebem que a qualidade fala muito, né? Ou seja, a a qualidade, ou seja, o
timing, a associação com outros suplementos, eles eles são muito importantes. Então, eu acho que que vale a pena a gente tá tá falando sobre isso, né? tá mostrando Esses trabalhos e perceba sempre eh sempre em pessoas, digamos assim, né? Sempre eh estudos clínicos. Perceba que tudo que eu mostrei aqui foi estudo clínico, né? Foi estudo clínico que a gente a gente eh é o que a gente trabalha, né, com gente de modo que eh a gente mostra de fato evidência. Então isso é muito legal. Eh é impossível a gente falar sobre fitoterapia. eh tem uma
abordagem completa, digamos Assim, pelo tempo, porque fito é um mundo. Eu acho que deu para perceber isso, né? Fita, a gente fala em fito, é um mundo, é muita coisa de fito, né? Tanto é que tem pós-graduação só sobre fito, né? Mas eu acho que deu para perceber eh a complexidade do tema e como é legal, acho como é legal a gente utilizar a fitoterapia em suas diferentes formas farmacêuticas eh no contexto do exercício e no contexto da saúde, né? Então, acho que que deu para Deu para perceber. Eu me disponho aqui a a tá
tirando dúvidas, então lá no início da da no material de vocês, se tem minhas redes sociais, tem meu e-mail, tem lá meu site. Então fica à vontade de entrar em contato, tá? Pra gente trocar uma ideia, dúvida. Se vocês precisarem de referências, fique à vontade. Eu acho que a ideia é essa, a gente contribuir com com colegas, né? Eh, com com a formação e aí consequentemente com a prática clínica do de vocês, né? pra Gente fazer uma nutrição, pra gente fazer uma fitoterapia mais forte, né, mais baseada evidência e a gente possa melhorar de fato
saúde dos nossos pacientes, tá? Então, agradeço de fato. Eh, são aqui 60 pessoas aqui, né, com todo mundo junto, eh, 5:12 da tarde de um sábado, todo mundo aqui. Legal. E eu agradeço, agradeço pela oportunidade e e que bom que vocês foram bem participativos aqui da aula e acho que Foi uma aula leve e gostosa de escutar e muito aplicável, né? Eu acho que é que é basicamente isso, tá? Tá raissa, deixa gostaria de agradecer, né, a participação de todos vocês na aula de hoje. Eh, agradecer também a participação do professor, né, que nos propôs
essa aula maravilhosa e de propor uma foto pra gente registrar, né, esse momento. Quem puder ligar a câmera, fique à vontade, tá? E pessoal, lembrando também enquanto vocês ligar a câmera aí que a apostila e a avaliação de vocês, né, vão estar disponível no portal de vocês agora, né, já tá disponível para vocês realizarem a prova. E essa aula, ela tá gravada, ela vai ficar disponível também com prazo de sete dias úteis, tá? E é isso, pessoal. Quem puder ligar a câmera, fique à vontade. Tá, eu vou contar até três, tá bom? para todo mundo
Soltar o sorrisão. Um, dois, três. É isso, pessoal. Eu vou vou postar, né, na comunidade de vocês a foto. Quem quiser postar, marcar o grupo Nados, o professor pode ficar à vontade, tá bom? E também eu vou mandar pro professor, né, caso queira postar também. É isso. Tá. Então, perfeito. Então é isso, pessoal. Muito obrigado aí. Eh, boa, boas aulas para vocês aí no Resto da poss, tá? Que vocês aproveitem e aí qualquer coisa eu me disponho a est contribuindo com com a formação, mandando artigo, dando dica e vão conversando. Beleza? Prazer conhecê-los e até
a próxima. Até. Ciao. Ciao.