Vamos com tudo então pessoal. Então vamos lá. Então hoje o tema nosso, maioria de nós não gosta, né? Ok. É o tema a gente vai falar um pouquinho hoje da morte aí, mas eu quero que vocês aula de hoje >> não só sobre a morte, tá? E o que a gente vai falar, nós vamos falar de encerramentos de ciclo e a morte é um deles, OK? Precisa ter medo, combinado? Então, a gente vai conversar bastante, Tá? E o combinado de sempre, qualquer dúvida perguntem, não é para vocês engolirem abaixo, nada, tá? Mas é para vocês
expandirem um pouquinho a consciência e vamos observar outras possibilidades, combinado? Então tá, vamos com tudo. Vou projetar para vocês aqui. Então vamos lá. Projetando. Projetou. Projetou. Projetou para vocês aí, pessoal, só para Saber se tá passando aí. Projetou. OK. >> Sim. >> Temos recadinhos hoje. Temos. Recadinho de hoje, pessoal, para quem já fez o curso básico ou curso nível um, tá? Dia 18/11 agora nós vamos iniciar a turma do curso nível dois, o curso avançado, OK? O curso avançado onde vocês vão aprender a aprofundar o raciocínio informacional, tá? Vocês vão aprender procurar aí as historinhas,
as informações com mais Precisão, OK? É um dos raciocínios que a gente usa durante os atendimentos, tá? Então vocês vão aprofundar bastante aí o raciocínio informacional, tá? Vão conhecer a cronologia de doenças. É. Quando a gente olha paraa nossa cronologia, ela é muito importante porque ela vai nos mostrar as idades que eu tenho que olhar, quais as idades mais importantes para mim procurar as informações, pra gente olhar quais as idades que o porão mais Se negativou, digo, tá? Então é um curso que traz muito conhecimento para vocês, OK? e no curso avançado que a gente
vai aprender a aplicar o HQI diretamente no financeiro. Então a gente aprende algumas tabelas que nos ajuda muito nessa mudança de realidade financeira, tá bom? Então é o curso para quem já fez o básico, tá? Nada. É um curso também para quem tá pensando em ser terapeuta de HQ um dia tem que passar pelo curso avançado, Tá? Não é um curso de terapeutas, né? Mas é um curso que dá base para você chegar a ter o curso de formação. OK? Então, dia 18, terça-feira, né? Terça-feira que vem, curso avançado não é um curso que eu
faço várias vezes no ano, faço muito poucas. Bom, as turmas eu sempre mantenho elas pequenas porque é um curso que a gente tem que se doar muito mais, eu preciso de muito mais perguntas de vocês. Bom, então quem tiver interesse, dia 18 agora, só mandar O WhatsApp para nós nesse WhatsApp aqui, combinado? OK. Acho que muitos aqui já receberam o folhetinho. Quem não recebeu ainda vai receber. A gente tem que tá passando devagarinho que a gente não usa nada automatizado, tá? É o Juliana que vai passando um por um aí com vocês que é importante
esse marhamento para nós. OK. E tá demorando um pouquinho mais para passar porque a Serena chegou e ela toma Um pouquinho do tempo da Ju, né? Mas vai passar para todo mundo, combinado? Então vamos que vamos, pessoal. Vamos com tudo aqui, ó. Hoje vamos olhar para o que chamamos de fim. descobrir que a vida continua. Então, lembra que o nosso bate-papo hoje, não observem só a morte, observem o fechamento de ciclo que a gente vai conversar hoje serve para inúmeras atas, OK? Serve pros relacionamentos, serve pros financeiros. E aí vocês vão Entender o porquê disso,
ó, a morte para mim é vida nova. Morremos e nascemos todos os dias, momentos. Basta observar. Perfeito, maravilhoso. Gratidão. Vamos lá, então. Então, vamos começar a refletir juntos um pouquinho aqui, ó. Nada realmente morre, apenas muda de forma pra gente começar a esquentar aí os motores da reflexão, tá? Então, toda essa aula, pessoal, ela foi construída em cima da minha história. Então, cada tela aqui Tem um pontinho aqui da minha história, nado? Sempre que eu monto as aulas, eu sempre tento trazer algo da minha história que eu vivenciei, né? Daí a gente consegue conversar melhor,
tá? Então, nada realmente morre, apenas muda de forma. A morte, o fim de um ciclo, a despedida, tudo isso nos lembra que viver é transformado. Então, muitas vezes a gente observa a morte como fim, não é isso? Como fim. Acabou, né? Muitas vezes a gente encerra o final de um ciclo como um fim. final de um relacionamento, final de uma empresa, final de um emprego. E a gente tem que observar, será que realmente é um fim ou eu que tô determinando isso? Então, a morte, o fim de um ciclo, a despedida, tudo isso nos lembra
que viver é transformar, mas o medo do fim nos faz acreditar que algo se perde Quando na verdade a vida apenas muda de expressão. Então, o que nos atrapalha muito na nossa vida é o medo, né, Carlos? Mas o medo é um sentimento só ruim? Não. O medo pode ser bom. O medo nos protege, não é isso? O medo não faz eu que eu me queimar. O medo não faz eu me pular do prédio. O medo faz eu me proteger. Então o medo também é bom. Mas o problema é que a gente vai guardando esse
medo e esse Medo vai acumulando. E esse medo em acúmulo na nossa consciência, pessoal, ele vai nos atrapalhar, né? Porque vai chegar uma hora que ele vai nos travar, ele vai nos bloquear. E muitas pessoas passam uma grande parte da vida temendo o fim, não é assim? Temendo o fim, né? Tem gente que vive um relacionamento horrível, temendo a perda, temendo o fim do relacionamento. E a hora que o medo chega num estado na Nossa consciência que a gente não percebe que o que eu tô vivenciando naquele relacionamento é muito pior do que eu imagino.
Tô sofrendo diariamente naquele relacionamento, mas eu tenho medo de sair. Eu tenho medo do fim. Esse medo que vai nos bloquear. Eu não preciso ter medo do fim. E se eu tenho medo do fim, eu tenho que olhar para dentro de mim, para dentro da minha consciência, do meu porão e Entender por que eu tenho medo. A gente vai falar um pouquinho mais disso. Por que que eu tenho medo da única certeza da medo? Se é um ciclo, os ciclos vão chegar aos fim, ao fim. Vamos começar com isso. Mas o medo do fim nos
faz acreditar que algo se perde quando na verdade a vida apenas muda de expressão. A morte não é ausência, é movimento. A gente observa a morte como ausência, mas ela é também um movimento. Tudo o que parte continua em outro lugar do fluxo da existência, né? Tudo que parte continua no outro lugar. Só que aqui a gente tem que observar assim, se eu tenho medo da morte, eu não confio na vida. E se eu não confio na vida, ferrou tudo, porque eu não vou ter o controle de tudo. A gente vai aprofundar um pouquinho mais
para frente, mas eu tenho que entender que ao mesmo tempo que eu confio na vida, a vida confia em mim. E isso as muitas poucas pessoas refletem. A vida também confia em mim. Já pararam para refletir um pouquinho isso, Carlos? Eu confio na vida. Legal, mas a vida também confia em você. E você tem tem que refletir. Essa reflexão é muito profunda, pessoal. A vida confia. Você pode não confiar em você, mas a Vida confia. Vamos ver onde a gente vai chegar. Pergunta de reflexão para vocês. Anotem aí, ó. O que dentro de mim ainda
acredita que o fim é o oposto da vida? e que dentro de vocês, dentro de cada um de vocês, ainda acredita que o fim é o oposto, é uma crença, é um pensamento, é uma história que você vivenciou. Geralmente começa naquela historinha que a gente escuta quando é pequenininho, que quando morre vira estrelinha, não é Isso? Vira um anjinho, vira estrelinha. Ninguém fala da morte para nós. Todo mundo pinta a morte legal. Mas aí quando alguém morre, aquela pessoa que nos contou que virava estrelinha, ela sofre. E aí tá a nossa dor da morte. É
ali que tá a dor na morte. Hum. Por exemplo, Noa, nosso filho do meio, tem 2 anos e, sei lá, 2 anos e meio, 2 anos e 8 meses. Se ele chega perto da Piscina e alguém fala para ele, noa, sai daí que você vai morrer já tá ensinando errado pro novo a morte. Já tá ensinando que a morte é ruim. OK. Vamos olhar para dentro. O que que eu escutei falar da morte? Mas não hoje. O que que eu escutei pequenininho falar da morte? Que que eu penso da morte? É legal vocês escreverem isso.
Que que eu penso desses pensamentos? Quais são meus? Quais foram embutidos em mim? Dessas crenças que eu ouço da morte? Quais para mim são crenças e quais já deixaram de ser crenças? Agora são pensamentos. Da onde veio isso? Fui eu que fui criando esse pensamento. >> Desculpa. >> Desculpa, professor. >> Pode falar. >> Qual seria a diferença eh entre crenças e pensamentos? >> Entre crenças e pensamentos. Vamos lá, Ó. Acho que todo mundo escutou essa crença assim. É difícil ganhar dinheiro. Já muita gente já ouviu isso, né? Aí eu tenho que analisar. Eu penso que
é difícil ganhar dinheiro, Carlos. Eu não penso que é difícil ganhar dinheiro. Para mim o dinheiro flui, mas o consciente coletivo pensa. Então isso é uma crença que eu tô inserida nessa crença querendo ou não, porque muitas pessoas pensam, muitas consciências conectadas a mim Pensa. O pai pensa, a mãe pensa, o irmão pensa, eu não penso. Então só uma não, Carlos, eu também penso que é difícil ganhar dinheiro. É a hora que além da crença nós vamos ter o pensamento. Então crença é aquilo que não é a minha verdade, mas é a verdade da maioria.
E eu tô embutido nessa consciência coletiva. Então eu posso estar acessando essa crença. Não acredito, mas observo ela. Ela tá na minha consciência. Agora pensamento é aquele que eu também penso. Combinar. OK. Bom, então isso é importante. Que que eu penso da morte? Já amplinha a pergunta um pouquinho. Que que eu penso do final do ciclo? Muita gente relaciona o final do ciclo à morte, como o fim. Combinado aqui para que a gente esqueça. Um exemplo bem simples. O dia acaba, o dia acaba, não acaba? A noite começa. Paraa noite começar, o dia tem que
acabar. É um sim. Paraa noite, pro dia começar de novo, a noite tem que acabar. É um sim. Todo dia o dia acaba, a noite começa. A noite acaba, o dia começa. Isso é o sí. Então tem que entender. Pra noite começar, o dia tem que acabar. Se o dia não acaba, a noite não começa. Só que eu não quero que o dia acaba aí que vai começar a gerar o conflito. Quem tem insônia tem medo da noite. Não É que tem medo da noite, ela não quer que acabe o dia, porque enquanto o dia
não acaba, ela não pensa na insônia. Aí começa o desequilíbrio, porque o dia vai acabar, você querendo ou não, ele vai acabar. O problema é o medo que você tá dele acabar. Problema é a crença que você vai ter em sonô, pensamento que você vai ter em sono. As informações que te geram insônio. O problema não é o dia acabar, o problema é seu insônio. O dia vai acabar você querendo ou não. OK? Isso que a gente tem que entender um pouquinho. Nosso ciclo aqui na matéria vai acabar. Isso não tem dúvida, não é isso?
Todos nós vamos sair da matéria um dia. E a gente tem que entender que o meu tempo na matéria, vai depender de como vocês observam o tempo, mas o meu tempo na matéria ele é pequeno, ele é curto, ele é só 100 anos, ele é só 80 anos, ele É só 90 anos, ele é só 10 anos, ele é curto. Então, se a gente olhar que a gente tem um ciclo curto na matéria, eu tenho que aproveitar esse ciclo que eu aproveitando ou não, ele vai se encerrar. É igual o dia. Você pode querer que
o dia não acabe. E vai. Quando a gente acorda de madrugada, sei lá, umas 3 da manhã, que a gente olha no relógio, 3 da manhã, tenho mais 2 horas De sono. Maravilhoso. Essas 2 horas de sono podia transformar para 10, não vai? Às 5, às 6, o dia vai começar, não é isso? Seu despertador vai tocar. Então, a gente tem que entender o nosso ciclo na matéria é esse. Aí eu tenho uma escolha fazer, lembra, pessoal? A gente sempre tem escolhas. Como que eu vou vivenciar esse ciclo? Com medo dele acabar. Porque se eu
vivenciar esse ciclo da matéria com medo dele acabar, eu não vou vivenciar. Aí a partir aí é a hora que a gente começa a sobreviver e não viver. Isso é uma pergunta que vocês podem marcar aí. Eu vivo ou eu sobrevivo? No meu dia a dia? Eu tô vivendo ou tô sobreviv, Carlos? Eu tô sobrevivendo, mas tentando viver. Legal. 90% do que a gente precisa, você já tá fazendo, tá tentando. Porque tem gente que só sobrevive e não dá, é muito pouco, vai adoecer. Então, lembrem, nosso ciclo é combinado aqui, pessoal, né? Quem tem filho
pequeno ou quem é que a gente esquece, né? A gente esquece muito rápido das coisas. Por exemplo, com a chegada da Serena, ela chora à noite, óbvio que chora à noite. Só que esse choro já não incomoda porque é muito pouco tempo de choro. Percebe? É 3 meses para 50, para 60, para 30 anos que eu votar do lado dela. Então, 3 meses não é nada. Então, dá para curtir o momento do choro? Dá, porque você vai sentir falta depois. É que se você não tem equilíbrio, você entra no desespero daquele choro. Aí fica chato.
Caras, mas eu vou, eu vou acordar 6 da manhã, menina não para de chorar, tá tudo bem, vai dar tudo certo. Tudo vai dar certo. Esse ciclo vai encerrar daqui a pouquinho. É isso. Daqui a pouquinho ela tá tocando a campainha, apresentando coleguinha dela. Depois não é o noivo dela, depois é o marido dela e a ciclo tá passando. Só que eu não posso perder. Se eu perco o meu equilíbrio, eu perco o meu sim. Ele vai passar. É isso que a gente tem que entender. O fluxo da vida vai fluir. Você querendo Ou não,
você se vitimizando ou não, você sofrendo ou não, vai fluir. É uma escolha. Como que eu vou descer esse rio? A gente falou bastante disso, né? Como é que eu vou descer o fluxo da vida? Vou ficar brigando o tempo inteiro? Porque eu vou descer? Ou eu vou descer de uma maneira mais harmoniosa, equilibrando minha consciência, limpando o porão, olhando cada dia para dentro de mim. Vamos lá. E a resposta dessas perguntas, pessoal, é as informações que vocês têm que olhar dentro de vocês. Aqui tá o segredo da felicidade, olhar para dentro de vocês. Combinado?
Aqui tranquilo. Deixa eu ver no chat aqui se tem alguma coisa para nós. Pera aí, ó. A morte para mim. Aqui já as crenças sobre a as crenças sobre a morte fizeram com com que sentíssemos medo, pois foi condicionado que a morte é Punição. Isso que a morte é punição. Nem isso, que a morte é punição. Quando pensa em morte, pensa em dor. Eh, o problema é que ninguém morre simplesmente deixando o corpo e indo para outro plano numa boa. Antes da morte tem uma doença, olha lá, antes da morte tem uma doença, um acidente,
um sofrimento, uma dor, um negativo que gera morte. Então, condicionou a morte a um ruim, triste e negativo. Aqui já é uma crença. Porque se a morte necessita de uma doença, de um acidente, de uma tragédia, porque a sua consciência tá em desequilíbrio. Você criou o seu fim assim com as informações que você guardou na sua consciência. Tem gente que morre dormindo. Tem gente que morre dormindo. Não sente amante. Carlos é minoria, pessoal. Não sei se é minoria, porque o mundo hoje só Transmite tragédia. Coisas boas ninguém transmite, não é assim? Mas se você morreu
doente, enfermo, você criou essa verdade. Não se criou. que você vai equilibrar, você vai na dor ou no amor para você olhar para dentro de mim, for eliminando as minhas informações, foi me amando, foi cuidando de mim, esquecer o outro, olhar para mim esquecer o outro, que eu quero dizer, parar de jogar culpa No outro e olhar para você. parar de jogar culpa no vizinho, no pai, na mãe e olhar para você, porque o sofrimento é você que tá criando. E muitas vezes você cria o sofrimento porque você não permite que o ciclo se feche,
hein? Para que você permitir que o ciclo se feche, o sofrimento para Mas aqui já é uma crença, Carlos. da morte sempre vem de uma coisa ruim, crença. E se você observa essa crença, Maior probabilidade do seu fim ser assim, porque essa informação que você coloca. Hoje eu fiz um atendimento, pessoal, para ver você para vocês verem como a gente não se escuta. Hoje eu fiz um atendimento que eu anotei porque é a segunda vez que eu que eu atendo essa aluna. Durante 2 horas de atendimento, eu fui anotando, ela falou 150 vezes que ela
tava doente. 150 vezes pra mesma pessoa que ela Estava dormindo. Que que ela fez? 150 afirmações da consciência dela que ela tá dormindo. Olha o apego que a gente tem ao negativo. Olha o apego que a gente tem a doença para mim me equilibrar, para mim me autocurar, primeiro eu tenho que parar de pôr negativo na minha consciência. Se eu não paro, eu não mudo. Se eu não limpo, eu não mudo. Se eu não elimino negativo, eu não. Aí eu tô esperando milagre. Comino. Então observem então essas coisas, tá? A morte sempre uma desculpa para
nos levar. Olha, a morte nos leva, ok? Nos leva pro bom ou pro ruim. Aí é a observação de cada um. OK? Sobreviver é pouco e adoece por causa da falta de propósito. E isso, sobreviver é muito pouco. A gente veio para viver, não para. Exatamente. Ó, um tio avô e uma tia minha morreram dormindo. Perfeito. OK. Vamos dar um passito para mais aqui. Vamos lá. Chamamos de fim o que a consciência ainda não entende como transformação. Eu chamo de fim porque eu ainda não entendi que é só uma transformação. Eu ainda reluto com isso.
Por que que eu reluto? Eu não quero, eu tenho medo, eu não quero refletir. Caros, mas aonde eu vou achar? Aonde eu acho? Onde fala da morte? Onde você acha, pessoal? Dentro de você. O lugar, o melhor lugar para você entender a morte é você questionar as suas informações e aí você chegar na sua conclusão, porque a sua consciência que tem que entender a transformação. Isso não vai ser enfiado com ela abaixo. Isso vocês têm que olhar para dentro. Combinado. Desde cedo aprendemos a temer as despedidas. Fomos ensinados que perderam é fracassar. Aqui, pessoal, aqui
já pode sair uma pergunta para para vocês, ó. Quais as piores despedidas que vocês passaram? Quais as piores? Não é morte aqui. Quais as piores despedidas? Pode ser despedida lá quando você era pequeno, A mãe despedindo de você na porta do colégio no primeiro dia de aula. Um exemplo, para mim foi uma despedida horrível, mas é uma despedida. E quais despedidas foram ruins para mim? Tá? Desde cedo aprendemos a temer as despedidas. Fomos ensinados que perder é fracassão. Alguém aprendeu diferente que perder não é fracassar? E perder é bom. Pode falar, Márcia. Eh, Carlos, essa
questão das despedidas, Eu acho que tá dentro daquelas crenças, né, de que perder ruim, >> isso >> né, e que a gente eh passa por momentos que são fazem parte da vida, mas a gente tem um apego muito grande, uma consciência muito grande de corpo apenas, né? A partir do momento que a gente começa a ter um entendimento maior, que nós somos muito mais do que apenas um corpo, a Gente passa a ver eh um pouco diferente essa questão, pelo menos eu, né? A partir do momento que eu comecei a entender que eu sou mais
do que um corpo, que esse corpo daqui a pouco ele vai ter o o prazo de validade dele vencido, né? Mas o e eu continuo, como você colocou no começo, é uma transformação, né? Eu vou sofrer ou não na no momento do desencarne, vamos dizer assim, eh, dependendo de da minha consciência, Né? Se eu tiver uma consciência mais voltada pro espiritual, eu acredito que a o meu desligamento do corpo vai ser menos doloroso, pelo menos para mim, né? vai ser menos doloroso do que enquanto ainda se tem uma consciência muito forte de corpo apenas, não
é? >> Perfeito. >> E se eu entender que eu sou uma consciência e expansão, eu posso entender que esse corpo me limita. Então eu posso entender que esse ciclo Tem que acabar para minha consciência continuar expandindo, porque aí o corpo me liga nosso corpo. >> Exatamente. >> Muito bom. Tá. Vamos ver lá, ó. Desde pequeno aprendemos a temer as despedidas. Fomos ensinados que perder é fracassar, que perder é ruim, igual a Márcia trouxe para nós. Mesma coisa que eu falo assim, noa, se você perder a chupeta, você fica sem. Eu tô ensinando para ele que
perder ruim. Tô ensinando que perder a ruim. OK. Mas quando um ciclo se encerra, ele não leva embora a vida, ele leva apenas o que já não serve. Essa é a transformação. Mas quando o ciclo se encerra, ele não leva embora vindo, ele leva apenas o que já não serve. Então, pra expansão da sua consciência, esse corpo já não serve para você. Esse estado matéria não servem para Você. Todo fechamento guarda uma semente de recomeço e a consciência desperta aprende a ver a beleza no que termina. Vai lá. Todo fechamento guarda uma semente de recomeço.
E a consciência desperta aprende a ver a beleza do que termina. Não perguntaram no chat assim, ó. Mas quem morre dormindo, quem quem garante que não sentiu nada? Ninguém garante. Não tem como garantir. Aí a parte que a Gente tem que confiar na vida, é a parte que a gente não controla, a garantia que a gente não vai ter. Agora aqui é a parte que eu tenho que entender se eu confio na vida ou não. E se eu não confio na vida, eu vou adoecer, porque eu não consigo controlar tudo. Não cabe a mim controlar.
E a gente vai falar um pouquinho disso. Mas eu posso relutar e querer controlar. Querer controlar eu posso. Talvez eu pague um preço um pouquinho caro, porque Eu não vou controlar tudo, mas eu posso pagar para mim. Combinado. Perguntinha para vocês aí, ó. Quantos finais eu chamei de perda quando na verdade eram libertações? Aqui a gente vai deixar a morte um pouquinho de lado. Pense em finais de quantos finais de ciclos vocês temeram? Vocês olharam como uma perda, mas um pouquinho depois vocês viram que foi uma libertação, Uma perda de emprego, uma perda de relacionamento
e depois você viu que melhorou. OK. Como perder pode ser bom. A perda, pessoal, é o peso que eu vou colocar nela. A perda não é boa nem ruim, ela é só uma perda. Ela é só um Perder um emprego ruim. Depende de quem observa. Carlos. Perder um emprego é horrível. Uma pessoa equilibrada, ela vai olhar Pra perda do emprego assim: "Meu ciclo nessa empresa fechou". O que eu tinha que ensinar nessa empresa e aprender nessa empresa, acabou. A pessoa com equilíbrio, ela arruma um outro ciclo muito rápido, porque ela não põe negativo. Outra pessoa
quando perde o emprego observa que é o fim. É uma questão de como você vai observar, só que você vai observar com as informações que você tem na sua Consciência. Você não vai mudar a sua observação na marra. Você vai mudar a sua observação do final do ciclo, olhando para dentro de você e eliminando suas crenças, seus pensamentos, suasidades, seus sentimentos, suas emoções negativas que te faz observar uma única possibilidade. Uhum. Carlos, eu não confio na vida, eu não consigo mudar, eu tento controlar tudo, mas é assim que eu vivo. Tudo bem, é uma Escolha.
Mas talvez você não muda. Talvez você vai continuar vivendo, sobrevivendo, com dor, com doença, com mal-estar, com desânimo, com depressão, com pânico. Caros, eu tenho 40 anos e 40 anos que eu vivo assim, tá? 40 anos que não deu certo. Vamos tentar mudar, mas mudar aí dentro, não da boca para fora, entendeu? A perda pode ser crescimento, a perda pode ser expansão. E acho que eu bati o medo aqui. Deixa eu ver. Não, acho que quantos finais eu chamei de perda quando na verdade eram pertações. Se questionem. Talvez vocês encontram aí dentro mesmo. >> Carlos
>> o pior é >> muitas vezes >> pode falar >> aqui, desculpa. Aqui em Portugal muitas Vezes quando a pessoa morre e ela estava sofrendo, nós dizemos eh enfim, já descansou. >> OK. >> Ela ela tava sofrendo, ela morreu. E aí é uma libertação de fato. >> OK. Aqui também usa-se muito esse termo já eh jáou descansou. Muitas pessoas observam isso como bom, outras como ruim. Aí é sempre, pessoal, vai dar informação da consciência de cada um, sempre vai tá a sua consciência Que vai determinar o que é certo e que era. OK. Ó, >>
professor, boa noite. >> Pode falar, Fábio. >> Oi, tudo bom? Gratidão pela sua aula. Joia. Gratidão. Como então como como você tem falado na aula, como o tema da aula é perder para ter um um novo ciclo. A minha dúvida é que assim, quando a gente morre, a gente vive um outro Ciclo. É possível a gente viver as nossas lembranças e as nossas memórias em uma outra matéria após a morte ou uma vida após a morte? Não tenho como se como te precisar isso. Não tem como te ter certeza disso, >> tá? Mas olha só,
só não é necessário perder para melhorar, não é isso? OK. O que eu tô observando é um ciclo se fecha para iniciar outro, mas é que eu tô observando o final de um ciclo como Uma perda. >> Ah, tá. O ponto, OK? Eu tô pondo um peso num lugar que talvez eu possa observar que não é para mim pôr um peso, >> aquilo que às vezes não é uma perda. >> Isso >> às vezes se culpa >> e às vezes não é uma perda. Perfeito. >> Entendi. Observo, né? Eu tô observando que o final do
ciclo é uma per Uma pergunta no chat aqui que leva essa reflexão. Vamos ver aqui, ó. OK. >> Vamos ver essa antes aqui, ó. Deixa eu só ler para vocês. Tá lá no chat, ó. O pior é quando não quis perder o relacionamento. O pior é quando não quis perder o relacionamento e vive numa prisão, porque tinha crença sobre o divórcio, inseguranças, medos. Isso. Vivo um relacionamento horrível pelas crenças, os pensamentos que eu tenho. Na realidade, que que tá acontecendo aqui que eu não que eu não tô observando? Eu tô perdendo a experiência que era
para mim ter para estar no relacionamento. Por um medo que esse relacionamento termina, eu já tô perdendo a cada dia. Se eu vivo um relacionamento ruim, a cada dia eu tô perdendo. OK? Vamos ver uma outra dúvida aqui, ó. O fim de um relacionamento, não, aquilo, A perda de um bicho ou ente querido implica em lidar com o vazio. Não necessariamente melhor para quem fica. Isso. Mas olha só, perfeito. Não necessariamente melhor para quem fica. Mas se eu amo aquele cachorro, você ama o bicho? Eu amo o bicho. Se eu amo o bicho, eu quero
ele bem. E às vezes para ele o bem não era matar. E agora eu vou falar uma coisa que geralmente vocês querem bater em mim. Carlos, eu amo a minha esposa. Você ama A sua esposa? Amo. Então você quer ver ela bem? É isso? Quero. Do seu lado ou do lado de outro homem? Não. Eu não quero. Então você não ama. Então você não ama. Porque se você ama a fulana e ela tá infeliz o seu lado, você quer mais que ela seja feliz. Aí você ama incondicionalmente. Não tá feliz do meu lado? Não tô.
Então nosso ciclo terminou. Então se eu te amo, eu quero ver você Bem com quem que sente, sozinha, com Pedro, com o João, com Antônio, com que for, com a Maria, com quem for aí, amor, porque senão eu vou prender. Mesma coisa quando a gente tem um um ente querido à beira da morte, tá lá na UTI, entado por todos os lados, alimentado por sonda, tá lá. Por que que ele tá lá? Porque ele sabe que o filho vai sofrer se ele partir. A consciência dele sabe que o filho tem medo de perder e ele
ama Esse filho. Então ele vai dar um jeito de ficar lá na terra. Acho que todo mundo já escutou um relato assim: Carlos, fui na UTI, falei pro meu pai que eu tava tranquilo. Vaiá em paz. Naquela noite, naquela tarde, naquela manhã, ele morreu. Tava uma semana em coma, tava uma semana entado. Cheguei lá no ouvidinho dele e falou: "Pai, vai com Deus, eu tô bem". Ele foi. Agora Eu amo o pai a ponto de querer preferir preferir ele encravado na cama ou eu tô apegado ao pai ou eu tenho medo de perder o pai.
Percebem, pessoal? aqui que a gente vai entender o amor. Quanto que eu amo de verdade. Não, Carlos, deixa ele ir lá na cama porque quando eu acordo ele tá lá sofrendo, mas ele tá lá. Então isso não é amor, isso é apego, isso é dependência, isso é medo, isso é insegurança. A gente dá outros nomes pro amor. OK. Vamos dar um passinho a mais. O que dói na perda não é o que vai. A pergunta que vocês fizeram aqui, ó. O que dói na perda não é o que vai, é o que dentro de mim
se recusa a soltar. Aqui é dor da per. Quando você se recusa a soltar, soltar o relacionamento, soltar a empresa, soltar o trabalho, soltar a vida, deixa a vida fluir, você não vai conseguir segurar. O apego é o desejo de segurar o que já Cumpriu o seu pai. Cachorrinho já entrou na sua história. O cachorrinho já ensinou que ele tinha que ensinar. O cachorrinho já te amou. Agora o ciclo dele é um pai, a mãe, um irmão, filho. O apego é o desejo de segurar o que já cumpriu o seu papel. É o medo de
ficar vazio, o medo de não saber quem ser sem aquilo. No chat, ó, eu liberei meu pai há 8 anos atrás. Ele em coma falei no seu ouvido Que ele podia ir e que eu ficaria bem. Dia 12/11/27. Um dia depois, após o que eu falei, ele partiu. Vocês já observaram muito isso. Vocês já observaram muito isso? Não tem aquela brincadeira entre casal? Pelo menos pais sempre brincavam assim, que na realidade não era uma brincadeira, né? Ah, mãe, você não pode morrer antes de mim. Aí a mãe fala assim: "Não, imagina, eu morro antes." É
o medo de ficar só. É o medo de ficar sozinho. Isso é um medo que você nunca tá só. Você tem você. Você tem a melhor companhia da sua vida. Você, Carlos, eu não gosto da minha companhia, então tem problema aí. Aí você tem problema. OK? Então, olha lá. O medo de ficar vazio é o medo de não saber quem ser sem. Mas o amor verdadeiro não precisa possuí-lo. Amar é permitir. Cada coisa siga o seu curso. Que que é o amar? Permitir. Soltar não é desistir, é confiar que o que é real nunca se
perde. Problema todo nosso, pessoal, é que a gente teme algo que vai acontecer. Esse é o Então, se vai acontecer, se é a única certeza da vida, olha para dentro, se questione porque você não quer, porque vai acontecer você querendo, né? Cominada. Não dá para mais aqui, ó. O que em mim ainda tem medo de deixar isso? Essa pergunta vai se replicar várias vezes durante a noite hoje, de maneiras diferentes. Cada um vai observar de uma maneira diferente, tá? O que em mim ainda tem um medo de deixar e que eu tenho medo de deixar
em um relacionamento, empresa, um ente querido, um animalzinho? Carlos, mas o meu animalzinho não pode Morrer. Primeiro que ele não é seu, ele só está com você. Carlos, minha mãe não pode morrer. Primeiro que ela não é sua, ela só está ao seu lado. Aqui é o AP. Esse termo meu, minha, é. Já mostra. Tudo que vocês usarem o termo meu, minha, atenção. Pero, toda hora que eu vou falar do filho, eu falo: "Meu filho, atenção que você tá pegado nesse filho vai dar ruim Pros dois, porque o filho também sente o apego que você
tem nele." >> Carlos, posso fazer uma con uma uma >> pode falar concessão com relação a esse meu, minha? Eh, eu já ouvi isso de outras pessoas também. Ah, se eu disser que é meu, isso é posse, é apego. Mas assim, tem momento >> é exatamente. Eh, tem momentos assim que eu não tenho como me referir ao meu filho sem dizer que ele é meu, né? >> Ah, quem é o seu filho? Ah, aquele ali, ó. Aquele ali é o meu filho. >> Isso aí. Tranquilo. Por isso que tá falando. >> É, Carlos, sempre que
eu falo do filho, eu falo meu. Esse é o apelo. Tô conversando com o pai dele e fala assim: "Chama o meu filho para jantar. A então é ficar atento. Carlos ora, eu uso o meu. Ora não, eu uso o meu quando é necessário usar o meu. OK? Para indicar, para apontar. >> Sim. Isso é nisso que eu me refiro, né? Então, ah, qual é daqueles lá que é seu filho, né? Ah, aquele camisa branca é o meu filho, digamos assim, né? Ou então vou dier: "Ah, eu vou conversar com alguém, ah, o meu filho
e tal, fez isso, fez aquilo, né?" né? Então eu acho que assim, eh, como direcionamento para pra gente poder se se expressar com relação à pessoa é diferente do que, como você tá falando, né? A é meu filho, não, você não toca porque é meu, né? Aquele ciúme De sogra com nor, >> vou dar um exemplo, ó, o exemplo fora dos filhos que a gente consegue observar bem. Eu vou pegar o carro no estacionamento e falo pro manobrista assim: "Aquele preto é o meu carro". OK? Uma coisa, tá? Agora eu tô em casa e falo
pro filho assim: "Filho, pega a chave do meu carro". Aí eu apego no carro. Seu carro não é meu, o carro é da família. Tô falando pro filho, filho, pega a Chave do meu carro. É apego. Posso falar? Pega a chave do carro. Uhum. >> Pega a chave do carro tal e é o da família, né, Carlos? Sempre que eu falo do carro, eu apero. Sabe quando dá aquele risquinho na porta que um acaba o final de semana, o outro não tá nem aí? O que acaba o final de semana é porque ele tá pegado
no carro. O que não tá nem aí, ele sabe aquilo é só matéria, aquilo vai acabar um dia. Carlos é desleixo, não é desapego. OK, combinado? Mas é exatamente quando quando a gente observa o termo meu, minha tem que ficar ato. Sempre que eu falo do filho, eu uso o meu. Aí sempre que eu falo do cachorrinho, eu uso o termo meu. Independente de qualquer situação, eu falo meu filho, meu cachorro, minha esposa. Aí eu apeno. Não, Carlos, eu falo o meu quando eu tenho que quando é necessário. Então, tá bom. Combinado? Passito a mais.
A dependência nasce quando o vazio que habita em mim pede para ser preenchido pelo outro. Isso é dependência. Uma definição de dependência bem simples. A dependência nasce quando o vazio que habita em mim pede para ser preenchido pelo outro. OK? A dependência é a tentativa da consciência de evitar o silêncio Interno, mas o vazio não é inimigo, é o espaço da criação. A gente tem medo do silêncio. A dependência é a tentativa da consciência de evitar o silêncio interno, mas o vazio não é inimigo, é o espaço da criação. Enquanto busco fora o que só
posso encontrar dentro, repito padrões de carência e frustração. Enquanto vocês buscarem fora. Carlos, eu preciso de um relacionamento para ser feliz. Pode arrumar o que você quiser que você não vai ser. Eu preciso ganhar tanto para ser feliz. Pode ganhar o que você imaginar que você não precisa. E tudo isso é o contrário. Você não precisa de ninguém para ser feliz. Tem que ser feliz você e você. Então eu vou olhar sempre para dentro. OK? Quando me volto para dentro e preencho o Meu próprio vazio, a presença volta a ser suficiente. Carlos, ninguém me ama
porque você não se ama. Você se ama? Não, ninguém vai te amar. Carlos é óbvio que eu me amo. Você se julga? Julgo. Então você não se ama quando você não tem que trabalhar um pouquinho mais esse amor próprio ainda. Então se eu não me amo, eu vou buscar para fora e eu não acho. Nunca vai ser subscrito. Perguntinha para vocês aí. Já vou pro chat já. que parte de mim ainda acredita que precisa de algo fora para se sentir inteiro ou inteiro e que parte de mim acredita que preciso de algo fora para se
sentir inteiro vamos ver lá no fim, ó, meu relacionamento. Pera aí, aqui já foi. O fim do meu relacionamento foi a melhor coisa que me ocorreu. Percebi logo depois. Pera aí. Mas precisou finalizar. Se você diz que ama alguém, mas ela só pode estar bem se estiver com você, não é amor, é posse. Isso você possui. Exatamente. Normalmente, quando falamos em morte, repetemos a morte física, quando muitas vezes são encerramentos de qualquer processo que precisa acabar, físico, moral, profissional. Isso. Quando a gente fala do morte, final do ciclo, a gente já vai pra morte, mas
não Necessariamente é o fim da vida, pode ser o fim do trabalho, do relacionamento. Exatamente isso. E o peso que eu coloco em um, posso estar colocando nos outros. Muito bom, pessoal. Eu, exatamente isso. Deixa eu ver que é mais aqui, ó. Quando eu tenho medo de sair para outra cidade, porque pera aí, quando eu tenho medo de sair para outra cidade, porque posso não voltar e deixar a família. E só o medo de deixar a família aí. Olha como o nosso medo vai nos bloqueando. Esse exemplo que deram no chat, ela tem medo de
ir até para para outra cidade. Ela tem medo de sair e deixar para mim. Percebe? O medo vai bloqueando a gente. Daqui a pouco não você não sai de casa mais. Muito bom. Vamos. Vamos ver aqui, ó. Quando o senhor diz que não é natural um filho cuidar, ó, vamos lá. Quando o senhor diz Que não é natural um filho cuidar dos pais, quando isso ocorre, o senhor quer quer dizer que é por apego dos filhos. Se o filho tá cuidando por obriga, não. Muitos filhos cuidam por obrigação. Pode ser por apelego, pode ser por
obrigação, pode ser por amor. Se for por amor, tá tudo bem. OK? Se for por amor, tá tudo bom. Se for por amor, você vai ter paciência da mãe tomar banho a hora que ela quiser, porque ela é a mãe, você é o filho. Se For por apego, se for por obrigação, você vai brigar com essa mãe para tomar banho. Mas essa é a grande diferença. Se for por amor, você vai ficar esperando lá com equilíbrio, com sabedoria, a hora que ela quiser tomar. não vai querer controlar o que seria natural então, pois estamos vendo
isso ocorrer a cada vez mais com os pais, com o Alzheimer, por exemplo, certo? Cada vez a gente tá ficando mais doente, cada vez a gente tá ficando mais Desequilibrado. Por que que as doenças do sistema nervoso estão crescendo? Porque cada hora a gente tá tentando controlar mais o que não dá para ter controle. O Alzheimer é o desequilíbrio de controle. Que que tá aumentando filhos tendo que cuidar do pai? Porque a medicina jogou a vida lá para cima, só que as consciências não evoluíram para isso. Por isso tá piorando tudo, tá? Muitas as pessoas
estão adoecendo cada vez mais Cedo, não é assim? Porque a gente estamos em desequilíbrio, porque a gente não aprendeu a olhar para dentro, a gente aprendeu a resolver para fora e para fora não resolve nada. Não tá dando certo que a maioria tem. >> Carlos, dá um exemplo disso que você falou, que a da que a medicina jogou a a vida lá para cima e a mente não acompanhou. >> A medicina só cuida do quê? Do corpo, não cuida da consciência. Exatamente. >> A gente não, a gente não aprendeu eliminar o que tá gerando o
câncer. A gente aprendeu a arrancar o câncer, mas quando arranca o câncer, o que gerou o câncer tá na consciência. >> Então a evolução ficou da mente para fora e o que era para o que era para evoluir ou junto ou até mais é a mente. >> Isso. >> OK. Gratidão. >> Eu tenho que entender assim, ó. Carlos, Eu quero autocurar um câncer, tá? Para autocurar o câncer, primeiro você tem que entender o que gerou o câncer. Aí você consegue autocura. Se você entende o que gerou o câncer, você elimina o que gerou o câncer.
Mas a gente tá acostumado resolver da maneira mais rápida possível, resolver para fora, não é assim? Faz uma cirurgia, arranca o rim. Tem dois rims, arranca um. Bom, é necessário para você ficar na matéria. Às vezes é necessário Tira o rim, mas você tem que entender o que gerou o câncer no rim ainda tá na sua consciência. O tirar o rim, você não tirou o que fez a célula multiplicar errada, na hora errada, na quantidade errada, no formato errado, no tamanho errado. Você só tirou a célula já duplicada errada. É. Aí a hora que a
gente olha para fora, a gente tá olhando cada vez mais para fora, não é isso? >> É aquilo que eu falei sobre consciência De corpo, né, Carlos? >> Isso. Tem gente que escolhe relacionamento pela beleza física. Qual a probabilidade de não dar certo? Você escolher só pela beleza física. Grande, >> grande não é. Tem gente que muda na hora do namoro, Carlos. No namoro o cara fazia tudo. Casou, mudou. Por quê? Porque ele não tava sendo ele no namoro. Qual a probabilidade disso dar certo? Pouca. Ou você é você no relacionamento desde o primeiro dia,
ou se você colocar montar um personagem, você não sustenta o personagem. Só que é o que a gente vai aprendendo e a gente vai tentando. Vamos dar um passito a mais aqui. Já volto pro chat já. Tá, >> professor, uma colocação, >> a questão da dependência e de todos esses sentimentos aí gerados em torno da Vida, os tudo vai ao controle, né? Porque, por exemplo, o controle dentro de um relacionamento com com relação ao outro, você mata o outro, você morre em vida deixando o outro te controlar em nome desse amor, né? >> Sim. >>
E você acaba morrendo em vida e e quando vai perceber o estrago tá feito, né? pela justamente a dependência que você deixa que o outro gerado de você Ser gerado em você pelo outro e o outro passa te controlar e quando você vai ver você tá morto em vida. Justamente porque a questão da morte não é a morte física. A morte mental é espiritual, é emocional, é toda, né? Ela é um conjunto, né? E a gente >> e a gente vive isso. Eu também dou esse testemunho porque assim, eu também claro aí de um relacionamento,
eu sei o que é isso, porque eu fiquei num casamento de 25 anos em que assim eu tava numa Autodestruição, mas e que eu acordei com com 25 anos de casado aqui para muitos, meu Deus, né? Olha, todo esse tempo, como é que casamento? Mas ou era eu ou ele. >> Perfeito. >> Eu era do outro. Eu me escolhi. >> V escolher. >> Eu vou ter. Exatamente. Eu vou ter. E quando a gente olha, Fátima, no relacionamento, controle, é o que você trouxe pra gente. Um relacionamento Movido em cima do controle. A gente tem que
observar, tem duas consciências em desequilíbrio. Tem o contr controlador e o controlado. >> Isso. >> Controlador tá em desequilíbrio, por isso que ele controla. E o controlado também tá em desequilíbrio, por isso que ele se deixa controlar. >> É isso mesmo. Obrigado. Desequilíbrio. Exatamente. >> Obrigada. Gratidão. >> A gente gratou. Tá. Vamos lá. Então, ó. A dependência é a tentativa da consciência de evitar o silêncio interno, mas o vazio não é inimigo, é espaço da criação. Enquanto busco foro, que só possa encontrar dentro, repito padrões e carências e frustrações. Quando me volto para dentro e
preencho o meu próprio vazio, a presença volta a ser suficiente. Pergunta para vocês. Qual parte mim, Qual parte de mim ainda acredita que precisa de algo fora para se sentir em? E parte de você ainda pensa que precisa de algo de fora para se sentir, boto naquela mesma pergunta, Carlos, eu preciso do teu salário tal para ser feliz. Você não vai ter o salário. Eu preciso de um relacionamento tal para ser feliz. você não vai ter o relacionamento, porque o relacionamento que você busca o salário que você tanto quer é o Resultado da sua felicidade.
Se você aprender ser feliz no hoje, ser equilibrado no hoje, se equilibrar dia a dia, aí você cria a realidade que você. Agora, se você tá num relacionamento acabado, trabalha no que você não gosta, não segue o seu propósito, desculpa, vai ser difícil ganhar, tem medo de seguir o seu propósito, tem medo de arregaçar a manga para buscar qual é o seu propósito, tem preguiça de tentar coisas Diferentes, não vai conseguir. Porque pra gente achar o propósito, primeira bom, primeira coisa que eu tenho para achar o propósito, pessoal, procurar o propósito. Se eu não procuro,
eu não acho. Se eu não me questiono, eu não acho. Se eu não olho para dentro, eu não acho. Ele não vai cair no céu. Combinado. Nosso propósito é a busca. Muitas vezes eu tô em algo que é o meu propósito, Daqui a pouco eu vejo que não é. Eu tenho que mudar. É hora que eu ajusto as velas. Era propósito. Agora não é mais. Minha consciência tá em expansão. Meu propósito era esse. Agora meu propósito é esse. Então eu mudo quantas vezes for necessário, porque eu tô expandindo. Todos nós estamos expandindo. Combinado? Vamos dar
um passinho para mais. O medo De perder é o que nos impede de viver. Reflita um pouquinho disso. O medo de perder é o que nos impede de viver. O medo da perda é o medo do desconhecido. É a tentativa de segurar o que já está indo, de controlar o que só o tempo pode revelar. Mas o medo é ilusão. Ele cria sofrimento antes que algo realmente aconteça. Quem teve perder deixa de viver o que. Conheço muitas pessoas Que tem o medo da escassez, só que ele não é escasso, mas ele tem o medo da
escassez. Veio da infância, de algum lugar, a consciência dele foi criando esse medo da escassez. Pode ter o emprego que tiver, pode ter o dinheiro que tiver, o medo da escassez está lá. E o medo da escassez tira a pessoa do medo reforça a observação. Essa pessoa pode perder o que tem só Pelo medo da escassez. Então o medo nos limita. Pergunta para para vocês aí, ó. O que na minha vida eu deixei de viver por medo de perder? Que que vocês deixaram de viver por? Eu vou dar um exemplo bem banal, ó. Sabe aquela
garota da quinta série que você não foi falar para ela que você gostava dela porque você tinha medo de levar um não ou medo de perder a amizade? Talvez ela nunca soube que você gostasse Dela. Seu medo bloqueou seu seu processo, né? Isso inúmeras áreas da da nossa vida. Carlos, esse medo, >> esse medo de perder, né? Às vezes a gente tem, eu falando por experiência própria, às vezes eh o medo de perder eh na atualidade muitas vezes ele é gerado pelas perdas que a gente já teve. Sim, >> né? >> Então, ó, eu já
perdi lá, eu já perdi tantas vezes que agora eu fiquei com medo de perder de novo. E muitas vezes a gente acaba abrindo mão do que a gente tem por medo de perder. E desculpa, eu sei que agora eu posso ser um pouco duro, mas se eu já perdi muito na vida e tenho medo de perder, eu vou continuar perdendo. Eu só vou parar de perder quando eu olhar paraas minhas Perdas e eliminar o que eu senti, eliminar as informações que eu gerei em cada perda. Se eu não fizer isso, minha consciência só entende perda.
Ela vai criar outras perdas, porque é isso que ela observa. Então, o medo de perder já potencializa a sua perda. Exatamente. E aí eu tenho que eliminar tudo isso. Se eu não elimino, provavelmente eu vou perder de novo. E aí aqueles ciclos intermináveis >> que é aquela, né, professor, >> desculpa, é os traumas, né, da perda que ficaram e que tá lá no porão. Se não for limpo, >> se não for exatamente isso. >> Perfeito. Exatamente. Traumas gerados e tá lá no porão. Se não limpar, não vai resolver, não vai, não vai caminhar, né? >>
Perfeito. Carlos, eu criei um relacionamento ruim. Vou dar um outro exemplo. Carlos, eu criei um relacionamento ruim ou eu criei Um emprego ruim, criei uma empresa ruim, eu vou criar outro relacionamento. Se eu pegar as mesmas informações que eu criei, o relacionamento um ruim, for criar o relacionamento dois, ele vai ser ruim. Você tá usando mesmo, os mesmos ingredientes. Você fez a empresa um, ela quebrou a dois, ela quebrou, a três, ela quebrou. Se você não eliminar o que sentiu na quebra, dá um, dá dois, dá três, a quarta quebra. Ou você vai ter que
Arrumar um sócio uma consciência muito forte para sustentar isso. Você sozinho não vai conseguir. Só se você olhar para dentro e vi desconstruindo as informações que você mesmo construiu. Aí você abre a empresa que sustém. Aí você cria o relacionamento que é saudável. Ou você vai precisar, no caso, das empresas, de um sócio, uma consciência bem equilibradinha para sustentar. Só que se esse sócio sair, você quer você não consegue sustentar. sozinho E tudo tá dentro de você. Eu sei que às vezes, caros, é ruim ouvir isso. Eu sei que é para mim também era até
o momento que eu entendi que só dependia de mim. Aí ficou gostoso ouvir isso. Mas a responsabilidade é minha. Vamos dar um cito a mais aqui, ó. A vida é o fluxo do amor e o medo é o medo de amar o movimento. A vida é o fluxo do amor, pessoal, mas é o fluxo. A vida anda. O medo é o medo de amar. O fluxo de amar o movimento. Quando eu tenho, quando eu temo perder, é porque ainda acredito que sou eu quem sustenta a vida. Quando você pensar que é você que sustenta a
vida, você vai ter menos. Quando quando eu temo perder, é porque eu ainda acredito que sou eu quem sustenta Mas confiar é soltar, é saber que a vida tem sabedoria maior que a minha vontade. Sabedoria da vida é maior que a minha. Só que eu não quero dar o abraço porão. É saber que Mas confiar é soltar. É saber que a vida tem a sabedoria maior que a minha vontade. É acreditar que o amor não erra o caminho. A vida não erra. Nós erramos a vida não. Então o que que eu quero dizer com isso?
A morte é a única certeza que temos e mesmo assim tentamos negá-la. Negar a morte é negar a própria a morte é não confiar na Temer a morte é não confiar. Então, mas confiar é soltar. Guardem isso. É saber que a vida tem sabedoria maior que a minha. Perguntinha de reflexão para vocês, ó. Em que parte da minha vida eu ainda tento segurar o que a vida já pediu para soltar e parte da minha vida, eu tenho que segurar aquilo que a vida já demonstrou de inúmeras maneiras é para me soltar. OK? Vamos dar um
passinho para Mar para fechar esse raciocínio aqui, ó. Bora lá. A vida não te nega, ela confia que você é capaz de caminhar. Esse é um ponto que eu trouxe lá no comecinho da aula. Pessoal, você confia na vida e ao mesmo tempo a vida confia em você. Você não pode esquecer disso. A vida sabe o poder de você. A vida sabe até onde você pode ir. A vida não te nega, ela confia que você é capaz de caminhar. Só que se ela fazer antes da hora, ela não confia em você. E a sua hora
não é a hora da vida. Vamos refletir nisso. Quando temos um filho pequeno, queremos poupá-lo de toda dor, mas se dermos tudo que ele pede, ele não aprende a caminhar sozinho. Concordam? Plenamente. >> A gente quer poupar ele da dor, não Quer? Só que isso não é sabedoria. Só que a vida é sábia. A vida não vai me poupar da dor, porque a dor, o problema de observar dor como negativo é meu, não é o sistema, não é da eu que observa a dor. Quando temos o filho pequeno, queremos poupá-lo de toda dor, mas se
dermos tudo que ele pede, ele não aprende a caminhar só sozinho. Não é a falta de amor. Não é falta de Amor, é confiança. O pai sabe que o filho vai tropeçar, mas ele também sabe que ele vai levantar. Quando o filhinho é pequeno, o filhinho cai. Tem pai que já se desespera, tem pai que fica olhando. Quando Noa cai, eu fico olhando. Se ele não levantar, eu pergunto para ele, quer ajuda? Quero. Eu ajudo. Mas 99% das vezes ele cai, se estrepa, levanta. Só que se eu for antes levantar ele, eu tiro a confiança
dele. Se eu for antes Levantar ele, eu não confio que ele vai levantar sozinho. Percebe? Se eu p tô usando o Noa de eh de exemplo, se eu peço pro Noa fazer algo e não dou tempo dele fazer, vou e faço. Eu não confio que ele é capaz de fazer. Eu tô mostrando isso para ele em coisa simples, pessoal. Filho, põe a chave na porta. Talvez ele demore uns 15 minutos para pôr a chave na porta. Talvez ele desista. Se ele desiste, ninguém põe a chave na porta. Agora, se eu pego a chave da mão
dele e ponho na porta, eu não confiei que ele ia pôr sua chave na porta. E a vida mesma. Se ela agir antes da hora, ela não confia em mim. Mas o problema é que o meu tempo não é o tempo da vida, porque muitas vezes eu acho que eu sou mais sábio do que a vida, não sou. E aqui que eu tenho que aprender a confiar na vida e tenho que entender que a vida confia em mim. Ela sabe até onde eu posso ir. Ela vai agir se precisar, mas na hora, se precisar, ela
vai agir. Como a gente faz com os nossos filhos? Se precisar, eu vou levantar o só que primeiro eu vou esperar o tempo dele. Se ele não conseguir levantar ou se ele ficar no chão, tá apresentando algum tipo de risco, eu levanto e explico para Ele. Combinado? Mas eu tenho que entender isso só. Vamos ler outra vez. Quando temos um filho pequeno, queremos poupá-lo de toda dor. Mas se dermos tudo que ele pede, ele não aprende a caminhar sozinho. Não é falta de amor, é confiança. O pai sabe que o filho vai tropeçar, mas também
sabe que ele vai levantar. A vida sabe que você vai tropeçar, mas ela sabe que você vai Levantar. E até ela confia em você até o micro segundo, pessoal, que você vai partir equilibrado. Clei, só liga o som. >> Ah, tá. >> Ah, sim. Então, eh, desde o começo da aula. Boa noite. Muito boas aulas. Boa noite. >> Boa noite. >> Gratidão. >> Com o grupo que participa, as perguntas São muito interessantes também, mas assim, é uma coisa interessante, como você explicou desde o início da aula, eh, por exemplo, a perda financeira, eh, na psiquiatria
a gente classifica esquizofrenia. Aí, ao contrário do que muita gente fala assim, ah, pessoa louca é aquela que rasga dinheiro. Na verdade, a gente nota que o doido é aquele que não rasga de dinheiro. Ele é muito econômico, ele é muito preso à matéria e se a família, se Ele quiser controlar o dinheiro, dá na mão dele que não vai gastar nada. >> Vai gastar nada. Verdade. É controlador. >> É o controlador, né? E da criança tem uma outra forma de esquizofrenia simples que é aquela que às vezes a mãe fala: "Ele é muito bonzinha,
o filho que não dá trabalho." Ela põe a criança aqui e fica, pega uma roupa, veste, a criança aceita, ele cresce sem iniciativa, ele cresce aquela pessoa, é com uma afetividade fria, ele não tem motivação, Né? >> Perfeito. Perfeito. Exatamente. Então é necessário o quê? a gente deixar a vida fluir. Eu tenho que confiar e tenho que entender que a vida tá confiando em mim. Você tem seu tempo, a vida dela e tá tudo bem, Carlos, mas eu não consegui ainda. Tá tudo bem. Continua tentando, continua equilibrando, continua eliminando coisa do seu porão. Vai dar,
vai dar certo. Só Não para, só não para. OK. Não é falta aqui, OK? A vida é esse mesmo amor. Ela não faz tudo que você quer, porque enxerga o que você ainda não vê. A vida não faz tudo que você quer, porque ela não te ama. o oposto disso, porque ela te ama, porque enxerga o que você ainda não o que chamamos de negação, muitas vezes é A forma da vida dizer: "Eu confio em você". E você muitas vezes chama de negação e a vida falando: "Eu confio em você, confia em mim, só vai".
Então, às vezes, pessoal, confiar é deixar o ciclo se fechar, porque ali já não é mais para você. Ou aquele relacionamento, aquele emprego, ou aquele, aquele plano material já não é mais para você. Talvez você não entenda o porquê, mas Tem que confiar. Nada. Quantas vezes a vida confiou em mim e eu chamei isso de abandono. Quantas vezes vocês falaram que a vida abandonou você e aí vão refletir cada abandono. Será que foi um abandono mesmo? Você só não tava pronto? Não era o seu tempo, não era o que seria bom para você naquele momento.
Vamos lá para sentar mais Apenas um pouquinho, Carlos. Sim, >> pode voltar só um pouquinho ali só para eu terminar de copiar a última frase >> aqui. >> Isso, >> esse aqui, né? Isso pode sim. Então, deixa eu ir pro chat, então. Pera aí, deixa eu ver aqui. Deixa eu ver onde eu paro. Pera aí, pera aí. O senhor, quando o senhor diz que aqui já foi, que parte de mim acredita, ó, pera aí. Que parte de Mim acredita que precisa de algo fora para se sentir inteiro? Eu ainda não, eu ainda penso que seria
arrumar o meu financeiro para resolver várias coisas da minha vida. Perfeito. Aqui observa um pouquinho diferente. Arruma sua consciência, seu financeiro porque senão você vai Aqui temos uma crença que eu só vou equilibrar depois do financeiro. Isso é uma crença. Se equilibra o financeiro equilibra junto. Tem que focar se meu financeiro tá Desequilibrado porque minha consciência tá em desequilíbrio. Só isso. O só isso, pessoal, não quer dizer que é facinho. Entendam isso, ok? Não tô falando, é só equilibrar a consciência que financeira equilibra. Parece que é uma coisa simples, mas não é arregaçar a manga,
é entrar para dentro dessa consciência, é fazer perguntas, é achar histórias, é achar traumas, eliminar, achar pensamentos, elimida. Sua consciência tem camadas, Uma hora você acessa uma, outro dia você acessa a outra, eu não posso parar. Só que conforme eu vou trabalhando, eliminando, progredindo na minha no meu autocuidado, financeiro começa a melhorar. Mas é um processo. A gente não lembra tudo de uma hora para outra. A gente nem aguenta lembrar tudo de uma hora para outra. Mas eu tô olhando pro meu dia, o que que incomodou no hoje? Busco isso lá na Minha infância, na
minha adolescência, encontro, vou lá, ele outra coisa eu não encontro hoje, vou demorar uns dias, mas se eu parar de procurar aí que eu não encontro. Meu porão é grande. O meu não, nosso porão é grande. Pelo menos o meu é monstruoso. Aí é o perseverar. >> Obrigada, Carlos. >> Sim, pode falar, Márcia. Desculpa. Ah. É só para agradecer que você voltou. Obrigado. >> Imagina, imagina. Vamos lá, então. Ó, a perda é o próprio fluxo da vida, é a maré voltando para o mundo. Tudo na vida nasce, cresce, amadurece e se transforma. O fim não
é o castigo, é a renovação. Quando resisto ao que precisa ir, interrompo o fluxo natural das Éistência que o desequilíbrio nasce. E quer ver um ciclo que a gente não Permite, que fecha, pessoal? Vou dar um exemplo só, porque às vezes isso passa despercebido. Fechar o ciclo não é só a morte, não é só acabar o relacionamento, não é só acabar uma empresa. Fechar o ciclo é finalizar o ciclo das informações que você tem na sua consciência. O que que eu quero dizer com isso? Só vou contar uma historinha aqui. Caros, meu pai separou da
minha mãe. Meu pai não pagou pensão e por ele não pagar pensão, eu tive que entrar no colégio do estado. Já ouviram historinhas parecidas com essas? Já ouviam? Pai separou da mãe. Pai não pagou pensão. Por ele não pagar pensão, eu tive que estudar em colégio que estav. OK. Esse ciclo já aconteceu, não foi isso? O pai já separou, o pai já não pagou pensão E você já estudou no colégio do estado. Só que você não deixa esses ciclos fechar. Por quê? O pai separou, você ficou triste, rejeitado, com raiva, sei lá o quê, guardou
essa informação na sua consciência. O pai não pagou pensão. Você se sentiu carente, desaprovado, excluído, trocado, guardou tudo isso? Você estudou no colégio do estado, se ele sentiu raiva, inferioridade, vergonha, humilhação, incapacidade, o Que foram suas crenças aí do colégio do estado, guardou tudo isso na sua consciência. Só de você guardar essas informações, sua consciência, essa dor não para, esse ciclo não fecha. E a tristeza que você sentiu quando o pai se separou, ela tá lá. Toda hora dói essa separação dos p. Só que você também conscientemente não permite que ela feche, porque você fala
assim: "Eu não tenho bom emprego". E aí você começa, o pai separou da mãe, que ele não pagou pensão, eu não estudei no colégio particular, então eu não tenho um bom emprego. Você abriu o segundo aí você vem de novo, eu não tenho uma boa casa, eu não tenho a casa própria porque o par se separou, não pagou pensão, eu não estudei num colégio bom, por isso que eu não tenho a casa própria. Você percebe que você não permite que esse ciclo feche? O pai já se separou. Você só tem uma coisa a fazer, olhar
para esse momento, eliminar o que você sentiu. É isso que você pode fazer. Mais nada. Você não pode voltar para trás, caras, mas eu não entendo porque ele fez isso e nunca vai entender, porque a consciência dele é outra. Enquanto você tá perdendo o tempo entender algo que você não vai entender, porque a consciência dele é outra, você Não permite que esse ciclo feche. E o pai já separou, ele já não pagou pensão, você já estudou no colégio. Só que você tem uma escolha para fazer. Elimina essas informações, fecha esse ciclo, muda a sua realidade.
E agora é com você. Carlos. Eu me senti rejeitado quando ele se separou. em rejeição. Eu me senti abandonado quando ele não pagou a pensão, nem me abordou. Eu me senti inferior porque ele me Deixou no colégio de estado. Elimina a inferioridade. Eliminou. Eliminei. Agora vai. Agora cria o seu financeiro. Só que se você ficar remoendo essa dor, você não deixa o ciclo fechar. Toda hora você vai naquilo. Toda hora você vai naquilo. Toda hora você recria. E é hora que você não permite o ciclofono. Quando você elimina a dor de uma história, de um
momento ruim, quando você elimina a dor da separação, ela tá Lá. Sua consciência vai revisitar, vai, mas não tem mais dor. O ciclo fecha. Você para de revisitar isso. Não tem por revisitar. Você vai revisitar de vez em quando, quando alguém te perdir. Porque se você analisar friamente, que vai determinar se tem a casa própria hoje ou não, não é onde você estudou, é a sua raça de mudar. E se você quer, você consegue. Agora, se Você ficar remoendo a dor da separação, da escola, da pensão, não, nada vai mudar. Aí o vitimismo entender. E
aí o vitimismo não deixa o ciclo fechar. E aí você fica girando naquele ciclo sem fim. E aí você esquece, você tem que tomar vida na sua mão de fazer a conversa, de olhar paraa consciência, eliminar as emoções, eliminar as crenças, mas depende de você. Esse exemplo, que esse exemplo é vira e mexe, eu escuto isso. Por causa disso, Eu sou assim, ah, esse raciocínio é importante para você achar informação, eliminar. Achou, eliminou, acabou, segue a vida. Mas você já cai num ganho secundário ficar usando sempre aquilo paraa sua consciência para justificar muitas vezes a
não tomada de certas decisões, né, Carlos? >> Isso até inconsciente desculpa, >> Carlos, mas eu sou assim porque o pai Separou, tá? O pai já separou e aí muda então senão você vai ficar para >> faz diferente, né? faz diferente. E o que ajuda você fazer diferente, pessoal? Eu sei que muitos não gostam de escutar. Julgar o pai só gera negativo. Julgar a mãe, julgar o chefe, julgar quem for. julgar o pai só germos. Mas você tem que entender que uma das Possibilidades, mesmo que você não queira ver, é que lá atrás, quando o pai
te separou, quando o pai não pagou a pensão, certo ou errado, uma das possibilidades é ele, o que ele conseguiu fazer foi aquilo. O que a consciência dele permitiu que ele fizesse foi aquilo. É o que ele conseguiu. Não tô falando se é certo ou errado. Eu tô falando que a com as informações que O pai tinha naquele momento é o que ele conseguiu fazer. Só que se você ficar abrindo essa dor, você fica girando nisso. >> E isso é uma escolha também, né, Carlos? Ele escolheu fazer aquilo. >> Sim, mas ele escolheu com as
informações que ele tinha na consciência dele. Aí que eu tenho que entender que eu não adianta eu ficar julgando. Eu posso não, a gente falou bastante disso, eu posso não concordar, mas eu Posso acolher, eu não faria assim, mas é uma escolha. OK? Eu não deixarei de pagar a pensão, mas é uma escolha. O porqu já não é comigo. Aí é ele que a consciência dele. Mas já foi. Eu tenho que fazer a vida andar porque eu a vida tá andando. Se eu ficar voltando sempre nesse ponto e não elimino o que eu sinto, a
vida vai andar. E aí é quando a gente não deixa o ciclo de uma história encerrado. Nós saímos completamente da morte e viemos pro nosso porão, pra nossa consciência. Eu tenho que ir encerrando esses ciclos que eu vivenciei porque já foi combinado até aqui. OK? Tudo na vida nasce, cresce, amadurece, se transforma. O fim não é o castigo, é a renovação. Quando eu respeito o que precisa ir, quando eu resisto, desculpa, quando eu resisto ao que precisa ir, interrompo o fluxo natural da Existência. É a nossa, é nessa resistência que o desequilíbrio nasce. Aceitar o
fluxo é viver em paz com o tempo. É perceber que quando >> tá salada. >> É perceber que quando a vida leva a algo, é porque está abrindo um espaço para o novo tempo. Quando confio no fluxo, a vida me leva para onde meu coração já pertence. Temos que aprender a confiar mesmo. Temos que eliminar os nossos medos. Isso É importantíssimo. Com medo a gente não confia. Com apego a gente não confia. Com controle a gente não confia. E a gente tem que fazer ações, né? Não adianta eu eliminar um controle da da de ontem
e controlar de novo hoje. Eu tenho que olhar para mim, tem que ficar atento. Por que que eu tô controlando ainda? Sempre eu tenho que estar pesquisando. Quando a gente fala abrir mão do Controle não é do dia para noite, não é de uma semana para outra. controle é algo que a gente vai enraizando, mas é possível perceber elas, combinado? Passar mais. Vamos lá. Cada ciclo não encerrado nos prende ao passado e enfraquece o presente, seja no relacionamento, seja numa empresa, seja no exemplo que eu leva. Cada ciclo não encerrado nos prende ao Passado e
enfraquece o presente. Enquanto eu não resolver isso com o meu pai que separou, nesse exemplo hipotético, eu continuo vivendo no passado. Se eu vivo no passado, não inimigo no passado. O meu presente no mundo. Os ciclos que deixamos abertos continuam vibrando em nós. trazem culpas, medo, mágoa e sentimento. Toda hora que eu lembro que pai separou, pai não pagou pensão, eu recrio essas emoções, Eu gero novas emoções, negativo mais minha consciência, bloqueio mais minha vida uro. Os ciclos que deixamos abertos continuam vibrando em nós, trazem, trazem culpa, medo, mágoa, ressentimento. Toda vez que uma situação
parecida surge, aquela mesma informação se ativa novamente. Fechar o ciclo é libertar a energia, é permitir que a consciência respe. Não vamos começar a permitir e fechar Ciclos que já não são mais nossos. É o que eu bato naquela teclinha, a gente olhar para as histórias ruins e eliminar as emoções que essas histórias geraram. Porque elas vão continuar reverbendo. Pergunta para vocês. Qual história do meu passado ainda está viva dentro de mim? Qual a história do passado de vocês? Ainda tá vivo aí ainda, pessoal. Vou pro chat aqui, ó. Que gera lupos. Lupos, pessoal. As
autoinvasões e as histórias que você sentiu invadida. OK. Pelupos é uma tá. um pouquinho para isso. A medicina tem foco na doença e nós espiritualistas temos foco na saúde. Perfeito. As duas são importantes, tá? Nada contra a os médicos, a medicina de forma alguma. A gente precisa deles. A gente pode atuar nas duas áreas ao mesmo tempo. OK? Nada Contra. Estranho, ó. É estranho. Mas alguém poderia ter medo de enriquecer? Pode, pode ter medo e tem que vencer. Eu dar um exemplo. Se meus pais se separaram depois que o pai ficou rico e o pai
traiu a mãe depois que ficou rico, eu posso ter um medo de ricas. Meu medo da perda pode ser tanto que a minha consciência bloqueia ganhar, porque se eu ganho eu posso perder, então não quero nem ganhar. Pode ser. Tem gente que tem medo de requisar. vocês estudarem um pouquinho, pessoal, tirando aquelas heranças de família para ou até as heranças, se vocês forem olhar quem gerou a primeira herança forte, essa pessoa perdeu algumas vezes, mas ela não tava nem aí. Essa pessoa quebrou algumas vezes, ela não tava nem aí. O foco dela era ganhar, não
era no perder. Quem aplica em bolsa perde. Óbvio que Perde, mas ele sabe que que ele ganha. Ele vai ajustando e vai ganhando. Ele não ganha todo dia, mas ele não tem medo de perder. Vocês perceberem aí o as fortunas do mundo são pessoas que não têm medo de perder. Elas perdem, mas elas criam outra vez, não tem problema. OK? Tá a mais aqui. Fechar um ciclo é escolher a vida. Fechar não é esquecer, é compreender. É olhar para o que foi e dizer: "Vou Aprendi e agora posso seguir." Fechar um fechar fechar um ciclo
é escolher a vida. Fechar não é esquecer, é compreender, é olhar para o que foi e dizer: "Eu aprendi, agora posso ser Carlos. Mas seu pai morreu, tá tudo bem. Ele morreu. Porque que você tinha de que aprender com ele como filho? Acabou. Que ele tinha que aprender com você como pai, acabou. Que ele tinha que para ensinar e para aprender aqui na matéria, acabou. Só isso. OK. HQI nos ensina que eliminar é libertar a consciência das informações que mantém a dor viva. Quando a informação é eliminada da consciência, a energia volta a fluir e
o amor retorna ao espaço que é seu. O que dentro de mim está pronto para ser encerrado com amor? Que que eu tô segurando ainda que já era para deixar partir? Que que eu tô sendo teimoso? É que eu tô vendo que eu tô sofrendo e não mudo e que eu tô esperando o outro mudar. Em vez de esperar o outro mudar, eu tenho que mudar aqui dentro. Aí a teimo diferente de perseverança. Vamos lá. Temos teimosia. Perceber alian perceber copiaram aqui. Estamos quase lá já. A morte é apenas o intervalo entre o que já
foi e o que está nascendo. Esta é a Morte ou final de unção. Toda despedida é uma promessa de uma vida nova. A semente precisa romper a casca para florescer e nós também. O que a O que parte abre espaço para o novo O que parte abre espaço para o novo florescer? Nada termina, tudo se renova, tá? Usamos um pouquinho reflexão da natureza, né? O celente precisa romper a casca para florecer. Nós também parte abre espaço para o novo florescer. O que eu preciso deixar morrer para que O novo possa nascer? Que que eu preciso
deixar morrer, pessoal? Um negativo que tá na minha consciência. Sentimentos, as emoções, as histórias ruins, as crenças, os pensamentos. É isso que eu tenho que tirar, é isso que eu tenho que me libertar, senão eu não crio outra realidade. Vou recriar a mesma e a mesma e a mesma e a mesma. E aí tem uma hora que vou desistir. O fim é o modo que a vida tem de nos Ensinar a recomeçar. Cada fim traz uma lição de amor. Cada perda releva uma parte da nossa força. Cada morte simbólica desperta a consciência que estava adormecida.
Quando eu aceito o movimento dos ciclos, a dor se transforma em sabedoria e o medo se transforma em poquit. O que a vida está tentando ensinar com ciclos que se repetem? Quais os ciclos que se repetem na minha vida que eu não quero mais? Neles você tem que tocar. Que que vira e mexe acontece igual? Se eu não fizer nada, vai continuar acontecendo. Teve um amigo meu essa semana que que ele falou assim: "Carlos, eu não consigo parar em um namoro, ele não pratica o meu quântica errado. Eu não consigo parar em um namor." Eu
falei assim, ó, eu sei que você namora muito, conta para mim os seus 10 últimos namoros. Por que que acabou? Ele foi cantando. Ah, porque a Fulana tinha esse defeito, a ciclana tinha esse defeito, a fulana tinha esse defeito, a outra tinha esse defeito. Falei: "Tá, para, você já me contou 10. Nenhum desses relacionamentos o problema era você." Aí ele ficou quieto, meu. 10 só 10 que ele contou aí. Monstro desses 10 que você me relatou, você não se colocou como problema de nenhum. Será que aqui não tá o seu problema? Você só tá olhando
o problema do outro e Não tá olhando o seu. É, pode ser. Percebe, pessoal? Aí a temos é o ciclo que tá se repetindo e você tá construindo o mesmo ciclo e o mesmo ciclo. Por que que 10 relacionamentos não deu certo? É porque tá esmarhando com o mesmo tipo de pessoa. Se ele olhar para dentro, se ele transformar o negativo dele, ele cria um relacionamento diferente. Senão não é isso que a gente vai Fazendo. E aí que a gente é teimoso. É isso que eu fato nessa tecla da da teimzinha. Faça o tamanho. A
vida está te chamando não para temer o fim, mas para celebrar o recomeço. Cada eliminação que a gente faz a nossa consciência é um recomeço paraa nossa nova realidade. Cada raiva que você tira, cada tristeza, cada pensamento, cada crença que você vai liberando da sua consciência, é o recomeço da sua Nova crença. Mas não pode parar. Combinado? Então vamos fechando aqui, ó. Hoje você viu que a morte é parte do fluxo natural da vida. você querendo ou não, ela tá lá que o medo da perda é a falta de confiança na existência, que cada fechamento
é um renascimento disfarçado, que o apego e a dependência são Tentativas de parar o movimento da você não vai conseguir parar. e que eliminar o peso dos antigos ciclos é abrir espaço para o núo flores. Combinado, pessoal? OK. Reflita um pouquinho o que a gente conversou. Essa aula não é só sobre morte de pessoas, de entes, de animais. Ela sobre a vida. Ela sobre finais de si. Não só o ciclo da vida. Pode ser num relacionamento, no financeiro, Mas é importante a gente olhar para dentro e entender porque que eu temo final, qual ciclo já
tinha que ter fechado e não deixa fechar. Por que não deixe? É o medo, é o apego, não tem que olhar, tá? Porque a gente tem que entender, pessoal, para um relacionamento começar, quando a gente fala de um relacionamento amoroso, para um começar, o outro tem que acabar, Não é isso? Se eu começar um sem acabar o outro, eu vou trair. Aí eu vou gerar negativo tanto para mim como pro outro. Então, se esse já não alinha com a minha essência, esses problemas. Se esse emprego não alinha com a minha essência, procuro Mas aí eles
têm que ter coragem isso. Tem que ter coragem de procurar um outro emprego. Não, Carlos, eu fico aqui mesmo porque Arrumar emprego hoje é muito difícil. Eu tenho medo, dá muito trabalho. Aí você vai patinar na sua vida, tá? Porque eu já tenho a idade X, a idade Y, a idade Z. Você tá adoecendo. Não faça isso com você. Domina esse medo e vai criar combinado? Então, muito bom. Então, só relembrando, curso nível dois, terça-feira que vem, dia 18. Quem quiser, só mandar WhatsApp pra gente, tá? Se alguém não recebeu o Folheto, quer ter informação,
manda o WhatsApp pra gente que a gente tá aqui para ajudar vocês, combinado? Então, e nos vemos aí quarta-feira que vem, dia 19, numa outra aula do caminho do Altamor. Bom, só vou encerrar aqui para mim ver todos vocês ou a grande maioria. Muito bom. Então, isso aí, valeu a pena, pessoal. Sei que é um tema um pouquinho pesado hoje, mas dá pra gente progrão. >> Aula linda. >> Boa noite a todos. Gratidão. >> Boa noite a todos. Boa noite. >> Boa noite. Gratidão profunda. >> Boa noite. Gratidão. Boa noite, gratidão. Ah.