[Música] galera beleza Hoje eu queria convidar vocês então para a gente falar um pouquinho sobre anatomia da respiração então a gente já vai falar tanto do processo de ventilação quanto do processo de hematose ou seja do processo de troca gasosa que é o processo de respiração então o que que a gente precisa lembrar a gente precisa lembrar que o nosso sistema respiratório ele vai ter duas funções tá que elas são diretamente relacionadas que funcionam essas a gente vai ter uma função então que vai ser a nossa função de ventilação tá e a ventilação nada mais
é do que o que a gente está vendo aqui ó entrada de oxigênio de ar durante o processo de inspiração e saída de ar durante o processo de expiração então rico em gás carbônico Então para que haja entrada de ar e saída de ar né que é o processo então de inspiração e expiração que é o que a gente chama então de ventilação é preciso então que haja de pressão diferença de pressão entre quem diferença de pressão entre o ar presente nos pulmões ou seja entre o ar presente no interior da nossa caixa torácica e
também no ar atmosférico então se eu tenho uma pressão menor dentro dos pulmões o que acontece uma pressão menor dentro dos pulmões faz com que haja a entrada de ar uma pressão maior nos pulmões faz com que haja saída de ar Então o que acontece para nossa mecânica ventilatória a gente vai ter que ter músculos então que gerem diferença de pressão então já que eu não tenho capacidade de mudar a minha pressão atmosférica eu tenho que mudar minha pressão interna e como que isso funciona aqui a gente está vendo então nessa animação né o ar
sendo então inspirado e a ilustração então da entrada de oxigênio é claro que não acontece só a entrada de oxigênio entra oxigênio entra gás carbônico entra todos os outros gases mas o ar atmosférico mais rico em oxigênio Então esse ar que tá entrando ele tá entrando Porque existe uma diferença de pressão Então olha o que acontece aqui toda vez que o meu diafragma que é o meu músculo respiratório contrai esse pulmão então ou essa cavidade torácica na verdade ela vai aumentar no sentido inferior porque o diafragma então ele vai fazer um movimento para baixo o
pulmão aumenta e consequentemente ocorre a entrada de ar tá que é o que tá acontecendo aqui para a gente agora tá então a partir do momento então que eu tenho uma contração do diafragma aumenta o tamanho do pulmão gera uma pressão negativa o ar Sai num segundo momento Então o que acontece eu tenho relaxamento do diafragma o diafragma sobe comprime o pulmão cumprime as vísceras torácicas aumenta a pressão intra torácica e o ar sai esse processo de entrada e saída de ar é o que a gente chama então de processo de ventilação e cada ciclo
ventilatório corresponde então a uma incursão então Felipe O que que significa uma incursão incursão não significa uma inspiração entrada de ar seguida de uma expiração saída de ar então por isso a nossa frequência respiratória ela é mensurada através do número de incursões por minuto então ou seja quantas vezes eu tenho entrada e saída de ar dos meus pulmões dentro de um minuto Então a nossa frequência respiratória normal ela varia de 12 a 20 incursões por minuto tá ou seja de 12 a 25 de inspiração entrada de ar e respiração por minuto é claro que levando
em consideração então a pessoa está em repouso quando esse ar entra então ele vai passar por diversas estruturas dentro do o nosso sistema respiratório então que a gente chama primeiro então de vias aéreas superiores Então quem são essas vias aéreas superiores a princípio tá então as vias aéreas superiores Então vão corresponder todas as estruturas até com que o ar chegue nos pulmões então na nas vias aéreas superiores nosso ar então ele vai entrar pelo nosso nariz externo tá que tá representado aqui maior depois ele vai passar pela nossa cavidade nasal e na cavidade nasal Então
a gente vai encontrar as conchas nasais os meados nasais Qual é a grande função das Conchas e dos meados nasais As conchas os meados na verdade elas têm a grande função então de aumentar o contato do ar durante a passagem pelo sistema respiratório e essa essa mucosa então da cavidade nasal ela é extremamente úmida então ela vai cumprir um outro papel que vai ser filtrar e umidificar esse ar que tá entrando então no nosso sistema respiratório Então passou pelo nariz externo passou pela cavidade nasal a gente vai ter três porções diferentes da nossa faringe tá
que vão ser a nasofaringe ou seja porção superior da faringe que fica localizada atrás da cavidade nasal depois o ar vai passar pela orofaringe porção localizada então posteriormente a cavidade oral e depois então vai passar pela porção laríngea da faringe também chamada de laringo faringe a partir dali a gente vai ter uma válvulazinha que ela é chamada de epiglote a epiglote vai fazer o quê então se a hip God estiver aberta o ar Então vai ter menos resistência para o sistema respiratório ou seja para passar para laringe e consequentemente Então esse ar ele vai estar
passando para laringe porque o esôfago é um tubo muscular que fica o tempo todo fechado então se esse ar ele vai ter menos resistência se a laringe está aberta se a epiglote está aberta então o que que vai acontecer esse ar então ele vai passar direto para laringe e da laringe para A traqueia Beleza então como funciona essa válvula é o que a gente vai ver agora aqui vou rodar aqui rapidinho para a gente conseguir visualizar então posteriormente a nossa epiglote então com uma vista posterior a nossa epiglote ela vai ficar localizada então lá na
transição entre a minha laringo faringe e a laringe então toda vez que eu fizer um ato de deglutição o que vai acontecer quando a gente engole a língua empurra o alimento para trás e para baixo e consequentemente a língua vai fechar Então epiglote a partir do momento que ela fecha bigode aquela fecha a laringe e consequentemente é o Ato da deglutição faz com que esse bolo alimentar seja empurrado para o esôfago Felipe mas isso eu não tô engolindo se a gente não tá engolindo o ar então ele vai fazer o trajeto que a gente tá
vendo aqui passar da laringo faringe para a laringe a laringe ela vai ser a região né do sistema respiratório da via aérea superior que vai estar localizado então na região anterior do pescoço aplica mas tem algum problema não necessariamente é um problema mas é o que a gente vai estar vendo agora aqui ó como ela fica na região anterior do pescoço o que que pode acontecer ela vai ficar numa região que é menos protegida então consequentemente lá na minha região da laringe a gente vai precisar de estruturas que façam a proteção da laringe E aí
eu tenho três estruturas principais que estruturas são essas nosso osso ioide depois a gente vai ter a nossa cartilagem tireoide que essa cartilagem grandona da região anterior do pescoço embaixo a gente vai ter então a cartilagem clicoide E aí na sequência a gente vai ter Então a nossa traqueia Então a nossa traqueia que é muito semelhante então um tubo de conduíte porque ela vai ser formado por anéis cartilaginosos semi circulares né ou seja eles são todos fechados anteriormente mais formados só por uma membrana posterior então que vai ter um contato direto com o esôfago ela
vai ser mais rígida e essa traqueia então ela vai conduzir o ar que veio da faringe depois da laringe que tá passando agora pela traqueia até a Karina né então a gente vai dar uma olhadinha aqui na Karina aonde vai estar localizada aqui a Karina e a Karina Então na verdade vai ser a nossa bifurcação da traqueia Então a partir do momento que ele chega na Karina a gente vai ter a nossa bifurcação da traqueia formando dois brônquios principais bronquio principal direito e bronco principal esquerda aqui a gente já pode ver que os pulmões eles
têm uma diferença anatômica bem significativa o nosso pulmão direito então ele vai ser formado por três lobos logo superior logo médio e logo inferior Lobos ou lóbulos tá tanto faz e o nosso pulmão esquerdo ele é menor ele vai ser formado por dois lobos ou lóbulos logo superior e logo inferior por que isso porque o nosso coração que a nossa outra vencedora torácica ela fica localizada no mediastino seja no centro da caixa torácica o ápice da base dele então fica superior e o ápice fica inferior à esquerda Então como ele fica do lado esquerdo então
ele ocupa um espaço maior do lado esquerdo consequente ele tá ocupando espaço que seria então um espaço do pulmão esquerdo então o nosso pulmão direito é maior dividido em Lobos superior logo médio logo inferior nosso pulmão esquerdo menor dividido em Lobos superior e logo e inferior Por que que a gente está falando isso então se a gente está falando da Condução do ar até os pulmões É claro que vai terminar tudo no lobby mas eu tô falando isso porque essa Carina vai dividir então em dois brônquios principais bronquio principal direito em bronca e o principal
esquerdo e depois então esses brônquios principais eles vão ser subdivididos como a gente vai tá vendo aqui agora em brônquios lobares tá então como o meu pulmão direito tem três lobos o meu bronk o principal direito vai dar origem ao brônquio Lobato superior bronco Lobato médio e o brônquio Lobato inferior ou seja os três lobos do pulmão direito lá no meu lado esquerdo Então a gente vai ter o nosso bronco principal esquerdo dando origem ao brônquio Lobato superior e é o bronco lombar inferior depois disso em cada um dos pulmões os brônquios globais vão dar
origem aos brônquios segmentares Ou seja que vão se espalhar pelo segmentos pulmonares e posteriormente Então esse ar vai chegar aos bronquíolos até que vai chegar então aos bronquíolos terminais quando ele vai quando ele chegar então aos bronquilinos lá no bronquio do terminal ele vai encontrar Nossa unidade respiratória que é o nosso ácido aí a gente para tudo pera Então a nossa porção de respiração é o ácido o ácido nada mais é do que um conjunto de alvéolos É como se eu tivesse um cachinho de uvas cada uva representa um alvéolo e o ácido representa o
cacho como um todo então ele vai bifurcando bifurcando bifurcando até que ele cheguem todos alvéolos insulfila todos alvéolos Então a nossa porção de respiração quando a gente faz uma divisão do sistema respiratório em porção de condução e porção de respiração a nossa porção de respiração é o nosso ácido ou o nosso alvéolo alvéolo unidade ácido conjunto por que isso porque vai ser a única estrutura do nosso sistema respiratório com capacidade de realizar troca e quando a gente fala de respiração respiração nada mais é do que o processo de troca gasosa que a gente chama também
de hematose troca gasosa alvéolo capilar Então a partir do momento que ele chegou lá então eu vou ter a minha região de troca e toda outra porção que a nossa porção de condução então né vai ser responsável apenas por conduzir o ar Então a gente vai ter a passagem do ar pelo nariz externo depois pela cavidade nasal depois pela faringe nasofaringe orofaringe laringo faringe né epiglote aberta laringe depois traqueia chegou lá na parte mais inferior da traqueia então bifurcação Karina da origem então a bronca principal direito branco que o principal esquerdo do logo direito então
a gente vai formar bronco Lobato superior bronco lombar médio bronco lombar inferior que vão dar origem aos Broncos segmentados bronquíolas terminais do pulmão esquerdo então do lado esquerdo a gente vai ter então o nosso bronquio principal esquerdo que vai dar origem a dois brônquios lobares superior e inferior depois cada bronco lombar aos brônquios segmentares depois os bronquíolos bronquíolos terminais até chegar no ácido nos alvéolos área de troca então toda a porção que eu tô falando aqui para vocês até chegar a nossa área de troca a gente chama então de porção de condução que vocês também
podem encontrar com o nome de espaço morto anatômico grave esse nome Felipe eu vim falar em espaço morto anatômico O que que significa espaço morto anatômico toda parte do sistema respiratório por onde tem passagem de ar só que não vai ter troca Então o que acontece o ar que vai trocar é o ar que tá chegando lá nos alvéolos então para chegar uma quantidade de anos alguma quantidade já ficou pelo trajeto esse ar que ficou pelo trajeto não vai fazer troca nunca por isso a gente chama de espaço morto mas é claro que precisou passar
por esse espaço para conseguir chegar lá na ponta Então a gente tem uma parte que é chamada de espaço morto econômico espaço morto anatômico grava isso espaço morto anatômico é sinônimo de porção de Condução do Sistema de respiração Felipe mas eu ouvi falar também de espaço morto fisiológico Espera aí espaço modo fisiológico é diferente espaço morto fisiológico corresponde então a porção de respiração do nosso sistema respiratório que não realiza troca em uma única incursão ou em uma determinada incursão Então o que acontece quando esse ar chega nos alvéolos alvéolos dele sim Sul e Eles encontram
os capilares Então eu tenho algumas determinantes alguns fatores são determinantes para que haja troca Quais são esses meus fatores determinantes então de troca gasosa tem que ter contato físico entre o alvéolo capilar Tem que existir diferença de pressão de gás ou seja maior concentração ou maior pressão de oxigênio no alvéolo menor pressão de gás carbônico no alvéolo e assim eu vou passar oxigênio do alvéolo para o capilar gás carbônico do capilar para o alvéolo Então tem que ter contato físico tem que ter diferença de pressão e tem que ter permeabilidade de membrana agora em uma
determinada incursão Pode ser que alguns alvéolos que são regiões de troca não encontrem nenhum capilar Então o que acontece Esse é o véu que nessa disposição dessa incursão específica não encontrou capilar ele não vai fazer troca quanto por cento dos alvéolos não encontram capilar em uma determinada inclusão cerca de 5%. então todos esses alvéolos que receberam ar nessa inspiração mas não encontraram nenhum capilar ou seja não tiveram contato físico com nenhum capilar eles vão receber o ar o ar vai entrar e vai sair esse ar que entrou chegou na área de troca saiu da área
de troca sem realizar troca Então esse espaço a gente chama de espaço morto fisiológico porque fisiológico porque fisiologicamente tinha capacidade de fazer troca só que não realizou troca então ele sai mas numa próxima incursão a conformação anatômica desses alvéolos pode mudar e às vezes aquele é o aluno não fez troca né Essa incursão vai fazer na outra então esse espaço morto fisiológico ele tá o tempo todo variando então o tempo todo tem alguns alvéolos fazendo troca e alguns poucos cerca de 5% que dentro do parâmetro de normalidade não fazem troca Felipe mas eu já escutei
falar de xant beleza o que que é o chat chat fisiológico é o volume de ar que chega a área de troca e não realiza troca é Felipe então xant fisiologica a mesma coisa que espaço morto fisiológico sim só que o espaço eu tô falando então da estrutura e chance eu tô falando de volume então quando eu tenho um volume de ar que chega na área de troca e não realiza troca se for até 5% fisiológico porque fisiológico porque é dentro do normal se eu tenho 5% do meu espaço de troca que não realiza troca
eu tenho 5% do volume de ar que não é trocado fisiológico agora o que que é um chat patológico ou quando a gente considera Então o que a gente chama simplesmente quando a gente fala assim ó falando de tal tá apresentando Xande a gente pensa Opa patológico porque se fosse fisiológico né todo mundo apresenta então o que que então oxante patológico é quando a gente tem um volume maior do que 5%. E aí alguns fatores podem ser determinantes então nessa presença do Xande Que fatores são esses então eu posso ter uma alteração de permeabilidade de
membrana como que isso pode acontecer Felipe fulano de tal Seu Pedro seu Antônio seu Paulo fumar um durante anos durante anos Eles vieram lesionando esses alvéolos as lesões foram gerando então recuperação e Regeneração Mas tem sido fibrótico também esse tecido fibrótico então de membrana alvéolo capilar fez com que houvesse um espessamento de membrana membrana mais espessa significa menos permeável menos permeável menor capacidade de troca então para esse cara então que evolui Como a doença pulmonar obstrutiva crônica com DPOC exemplo enfisema pulmonar ele vai ter que aumentar o volume de ar colocar um volume de ar
maior para aumentar a pressão para distender mais esse alvéolo para conseguir melhorar a permeabilidade Mas porque porque ele começa a apresentar um Xande então mesmo alguns alvéolos que recebem né o ar que tem o contato não tem permeabilidade suficiente para fazer troca e aí ele tem uma perda na eficiência de troca tem chance Felipe Mas e se eu tiver uma necrose se eu tiver alguma perda significativa né traumática o cara fez uma lobotomia qualquer prejuízo que ele tem é diária ou diária de troca específica ele vai apresentar um Xande patológico um Xande E aí tem
que avaliar qual é a causa se aquilo ali foi alguma coisa mas tá estagnada ou se aquilo ali é um processo evolutivo com menos casos então das doenças pulmonais obstrutivas crônicas como o DPOC que a gente vai ver aí em muitos pacientes Então chegou lá vai realizar troca desde que eu tenha a diferença de pressão contato físico e permeabilidade membrana alvéolo capilar beleza Felipe depois que realiza a troca então aí agora a gente vai avançar então para outros processos que eu vou estar ilustrando para vocês aqui agora quando esse ar chega lá então olha o
que a gente está vendo aqui nessa imagem agora nessa imagem aqui a gente está vendo o oxigênio chegando então lá no meu ácido e você pode observar aí que cada cachinho desse aí então ele vai representar então um ácido que é formado Então por um conjunto de alvéolos quando esse ar ele chega lá ele vai chegar então rico e oxigênio oxigênio entrando e depois vai sair rico em gás carbônico porque porque durante o meu metabolismo as minhas células de todos os sistemas elas consomem muito oxigênio e produzem como subproduto gás carbônico então o tempo todo
eu tenho necessidade de capital oxigênio e necessidade de jogar fora de lavar esse gás carbônico aonde é feito esse processo Então esse processo então ele é feito lá no meu pulmão lá no meu houver então lá na membrana ou capilar então a gente perceber que o tecido pulmonar ele é altamente vascularizado os vasos que estão representados aqui em azul eles são eles estão representando então veias os vasos estão representados em vermelho então estão representando artérias Por que que é importante falar disso Por que que é importante falar disso então que quando a gente está falando
então de entrada e saída de dos pulmões então o que que vai estar acontecendo é o ar então ele vai chegar rico oxigênio vai sair rico em gás carbônico com essa troca então ela vai ser feita pela membrana alveolo capilar entre alvéolo e o capilar Então essa artéria que tá chegando para realizar troca diferente do que acontece na grande circulação ela tá chegando rica em gás carbônico porque porque a artéria é todo vaso que vai do Coração em direção alguma região do meu corpo e veia veia todo vaso que vem de alguma região do meu
corpo para o coração então o que acontece lá na nossa pequena circulação ou circulação pulmonar a gente tem as concentrações invertidas Então olha o que está acontecendo a minha artéria tá chegando rica em gás carbônico deixando o gás carbônico e depois voltando né o sangue através das veias que depois vão chegar lá no nosso coração através das veias pulmonares ricas em oxigênio lá no meu átrio então o esquerdo que vai ser o final da nossa o final da nossa então da nossa pequena circulação depois o que que a gente pode observar aqui então depois a
gente vai observar aqui nessa imagem tá que tá aparecendo aqui para vocês a gente vai observar então a região de troca e o que que tá sendo enfatizado nessa imagem nessa imagem aqui tá sendo enfatizado então para vocês a difusão de oxigênio Felipe o que que é difusão de oxigênio difusão de oxigênio nada mais é então do que o transporte a passagem através de membrana e o que está representado para a gente em azul é o nosso alvéolo é o nosso oxigênio Então tá representar tá sendo representado por essas bolinhas que estão atravessando a membrana
ouve capilar é e por volta então em volta esse duplo por onde a gente tem várias substâncias circulando então várias células circulando então elas estão representando o nosso capilar o que a gente pode perceber então o nosso oxigênio tem uma alta afinidade com uma proteína sanguínea que é chamada de bobina ou hgb essa hemoglobina ela fica localizada então no interior das hemácias que também são chamadas de eritrócitos ou glóbulos vermelhos então se eu tenho um alvéolo rico em oxigênio e ele entra em contato com um pilar se tem permeabilidade e esse capilar então ele tem
hemácia com hemoglobina esse oxigênio vai difundir então vai difundir de onde para onde vai difundir do alvéolo para o capilar só que a gente pode observar o seguinte que esse oxigênio ele não é transportado de forma livre uma pequena quantidade muito pequena a quantidade de oxigênio é transportado livre no sangue então o transporte de oxigênio na corrente sanguínea vai ser feito através da ligação entre o oxigênio e a hemoglobina que é uma ligação que a gente chama de Oxi hemoglobina tá então toda vez que a gente pensa em saturação fala nossa como é que tá
a sua saturação de oxigênio ou seja quanto né de células você tem já com ligadas quanto de hemoglobina que você tem ligado ao oxigênio Então qual o ideal de 98 A 100%. então fala assim saturação de oxigênio 100% significa que 100% das suas hemoglobinas estão transportando oxigênio maravilha então o que que é o esperado dentro da normalidade de 95 a 100% ou seja quase todas as hemoglobinas estão o tempo todo transportando Felipe mas de quando a saturação tá baixa quando a saturação tá baixa significa que tem muita hemoglobina ociosa ou seja sem fazer transporte mas
o porquê que isso está acontecendo aí a gente tem que estudar o seguinte qual é o fato que está desencadeando então ou fazendo com que essas hemoglobinas que eram para estar transportando não estão transportando oxigênio nesse momento Então isso é o mais importante a gente entender o porquê entender a causa entender porque tem hemoglobina ansiosa se a hemoglobina tem uma alta deficiência no transporte Malta né afinidade com essa molécula de oxigênio então é por isso que a gente tem que tentar entender a partir do momento que a gente compreende isso a gente compreende o mecanismo
básico da patologia ou seja etiologia da doença que está fazendo então com que a hemoglobina não transporta oxigênio Felipe ela pode não estar transportando oxigênio por exemplo por uma intoxicação pode porque porque o monóxido de carbono tem uma afinidade com hemoglobina maior do que o oxigênio então se eu tiver muito intoxicação muito grande por monóxido de carbono essa hemoglobina ela se liga o monóxido de carbono e não oxigênio consequentemente o que acontece em vez de eu ter o transporte de oxigênio eu tenho o transporte de monóxido de carbono esse monóxido de carbono serve para mim
para nada mas ele vai ocupar a minha hemoglobina que era para estar transportando oxigênio e consequentemente começa a faltar o oxigênio por tecidos dependendo do nível de intoxicação isso pode levar então a morte tá Então é isso que a gente tá vendo nessa animação aqui onde a gente tá vendo Então um processo de difusão de oxigênio tá alvéolo capilar membrana o vello capilar o oxigênio saindo do alvéolo passando capilar automaticamente se ligando lá com a hemácia porque porque a hemácia tem a proteína que tem afinidade que é chamada de hemoglobina transporte feito então como Oxi
hemoglobina agora então a gente vai ver a segunda parte que vai ser o quê A gente vai ver então a difusão de CO2 de dióxido de carbono de gás carbônico então a gente pode perceber que o fluxo de dióxido de carbono agora ele é diferente o dióxido de carbono ele também é transportado no retorno sanguíneo pelas hemácias tá e pela hemoglobina tá como carboxi hemoglobina só que a ligação dele vai ser muito mais fraca então quando esse essa carbox hemoglobina Então chega lá na minha área de troca ele vai se desprender Então esse gás carbônico
Então esse dióxido de carbono se desprende da minha hemácia libera a hemácia para se ligar então né para ter a ligação da hemoglobina com oxigênio e esse gás carbônico então ele vai fazer a sua difusão só que a gente pode perceber o seguinte a difusão de gás carbônico então tem sentido contrário Qual é o sentido capilar ao véu durante a inspiração insulfrei cheguei lá embaixo então grande pressão de oxigênio encostou passa oxigênio dualvéolo para o capilar passa gás carbônico do capilar para o alvéolo e posteriormente Então a gente vai ter o fechamento disso Felipe mas
como é que vai fechar então o nosso ciclo é o que a gente vai estar vendo agora nessa próxima animação se tudo começou durante a inspiração todo o processo vai terminar então na fase da expiração então o que que é a expiração a expiração é a saída de ar aqui tá representado Então como saída de gás carbônico Mas é claro que a gente não tem a saída só do gás carbono a gente vai ter saída de ar só que na saída então o ar ele vai ser mais rico em gás carbônico e com isso a
gente fecha o nosso ciclo é claro de forma um pouco mais resumida mas tentando abranger todos os aspectos aí ou os principais componentes fazendo resumão aí do nosso sistema respiratório porção de condução porção de respiração do nosso sistema respiratório e todos os componentes aí né até com que haja troca gasosa que é o nosso processo de hematose galera queria deixar uma recomendação muito grande para vocês que gostaram das animações todas as animações então todas as aulas que eu venho andando então de forma digital principalmente meus alunos e presencial também quando a gente projeta no quadro
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