Né? >> É exatamente por isso. Beleza, >> fechou. Aí depois eu resgato lá a gravação e faço anotação à parte. Ó, nesse primeiro aqui, ó, ele escreveu, né? Então, iso apresentou as técnicas para avaliar e tal, aquela coisa de sempre. Eh, aí ele fala que devido às pequenas dimensões das amostras para análise microscópica, a observação foi usada Apenas para compreender o mecanismo de colagem. Tudo bem? Não há um protocolo de avaliação que possa ser usado para avaliar a penetração adesiva. Daí o que que eu lembro, né? Tem, por exemplo, o trabalho de pinos, ele tem
aquela aquele cálculo da análise da penetração lá, né, >> que eu esp, enfim, não lembro a sigla agora. >> Só que assim, Pro parico, né? Eh, eh, aí eu não sei essa parte aqui, que tipo de comentário que a gente poderia seguir, né? >> Então, ele ele tá falando aí que na verdade não tem um protocolo, né? >> É, porque o protocolo que foi proposto agora, uai, >> será que protocolo ele tá querendo dizer alguma coisa normativa, tipo alguma coisa que a gente poderia usar como base para comparar com nosso? Ó, deixa eu só >>
o que que foi proposto de protocolo, né? Assim, ó, passo a passo do que fazer, como fazer. Se eu não me engano, esse, na verdade, foi o único artigo que a gente colocou um capítulo só disso, né? Porque esse era aquele que ia para CBM. >> Ah, tá certo, >> né? Então aqui a gente colocou um protocolo que basicamente se resume em quando adotar cada um. Das das técnicas e essa questão de corte aqui, basicamente esse todo >> ele tá resumindo isso, né? >> Só que isso de fato não tá analisando o que ele comentou,
a profundidade, a penetração, né, da fase do adesivo na vida. >> Então, mas isso aí é uma limitação da imagem, né? Pronto. É, então meio que assim, não entrou no escopo do artigo, né? >> Não. Isso. >> Na verdade, a gente queria entender, por exemplo, com os métodos diferentes, qual deles era o mais adequado para poder exatamente visualizar essa penetração do adesivo. >> Então, tem um protocolo, né? Tem um protocolo aí para poder utilizar, né, os métodos diferent os os métodos diferentes, extração de amostras, etc. Só que essa profundidade de penetração, ela é obtida para
cada técnica de imagem que é utilizada. >> É, cada técnica tem a sua própria limitação, né, professor? Algumas vai conseguir visualizar alguma coisa e outras não, né? Assim, cada um vai ter sua particularidade. >> Então, Pedro, acho que vale a pena a gente destacar, né? Se você quiser até acrescentar de novo naquela malandragem nossa, destacar o trecho em vermelho, né, que existe um protocolo, né, o protocolo foi ajustado ou refinado no texto encontra selamente destacado na Cor vermelha, alguma coisa assim. Cabe destacar que a profundidade, penetração é intrínseca a cada método e essas discussões foram
feitas também no texto. Com certeza tem esse tipo de discussão no texto. Então aqui no caso acho que a gente consegue sair desse jeito. >> Fechou? Tá. >> E eu acho que talvez isso até se entrelaça com essa segunda, o segundo comentário do mesmo revisor, né? >> Exato. Ligas de Guan deve ser Sim. No final das contas, cada método possibilitou, não possibilitou identificar essa espessura ou algum método não foi efetivo? >> Então, deixa eu até relembrar aqui, é que teve método, por exemplo, aqui, ó, porcentagem da adusivo na camada. Deixa eu dar um zoom out
aqui. Ah, até se você lembrar fácil aí, ô Tô, que Eu não vou lembrar, mas ó, aqui, por exemplo, ele ela dá uma assim uma uma um chute aqui, né? Uma aproximação, né? Não é um chute, um cálculo aqui aproximado, né? De uma linha média de 100 micons, por exemplo. >> Aham. >> Mas eu acho que como o Antônio falou, não são todos que deu para fazer. esse tipo de medição, >> de medição. É, >> mas eu acho que talvez naquela tabela Que você apresentou lá no final, Pedrão, ah, tabela três, eu acho que era
aí, tabela três, eh, aí você descreveu, né, tipo assim, o que que deu para visualizar, por exemplo, a, o LM, né, foi a linha adesiva pura ali da anatomia da madeira. Tem uns que você fala que deu para ver as bolhas, né, que se formam através. Eu acho que, tipo, talvez a gente evidenciar que essa tabela consegue resumir o que cada método, cada técnica consegue, eh, como Que eu posso dizer, limitações mesmo, é as próprias limitações, mas as eh a >> as vantagens, como tá contagem, as vantagens e desvantagem de cada um dos métodos. É,
de fato, Antônio, acho que acrescentar aí o comentário da tabela três é muito oportuno. >> É, talvez assim, é porque a tabela três meio que parece que a gente só tá resumindo a avaliação da penetração do adesivo, mas não é isso, é que o que Cada técnica trouxe e o que a gente pode utilizar a partir dela. É que ela tá no tópico lá que o Pedrão falou, né, que é da do EP, né, Evaluation, >> uma coisa Evaluation Protocolo. Eh, aí é nesse caso aqui a gente fez neste tópico aqui de eh >> talvez
trazer então essa tabela para um anterior a isso. Não sei. >> O pior que eu acho que ela tá no lugar certo porque faz parte do protocolo, né? Qual técnica você vai usar? Eu acho que A gente pode mexer no texto mesmo. Depois eu vou ler com calma para não sei, né? Não dá a entender que que, né? É, mas em momento algum o objetivo foi medir essa foi medir essa espessura, né? >> Exato. >> Não foi o objetivo medir a espessura, foi na verdade avaliar as as como é que fala? As potencialidades e as
limitações de cada técnica de imagem utilizada. Quando você fala, por exemplo, efeito de penetração do adesivo, um desempenho Mecânico, ou seja, o cara tá tentando relacionar, por exemplo, o More, a resistência flexão estática, com a espessura da linha de adesivo, você tem no material. Como não é possível fazer essa medida, não há como fazer essa estatística. >> Pronto. >> Então, o ponto pode falar, Pedro. >> Não, não é isso aí. Uma coisa que daria para fazer, talvez, só para agradar, que eu acho que já tem artigo separado para Isso, é colocar um um disclaimer, um
comentário citando estudos que fizeram medições parecidas, né, desse impacto. Mas aí assim, vai ser com madeira diferente também, não sei se se vale, né, porque comicá mesmo acho improvável ter. >> É, eu acho que quando a gente fez aquela RSL, a gente não achou quase nada de paricar. O que mais achou, acho que foi o pinos e aquela híbrida lá do eucalipto, que é o Liptos, né? Aham. Exato. >> Ah, eu eu não sei se vale a pena fazer essas comparações, não, viu? >> Beleza. >> Eu acho que vale a pena a gente deixar destacado
aí a intenção real do trabalho e como essa espessura na medida. Não tem como avaliar a influência da espessura nas propriedades da flexão estática. Não tem como. >> Mas aí nesse caso, professor, será que seria o ideal então a gente ter essa Resposta como apenas um comentário pro revisor ver ou a gente tem que acrescentar isso no no texto? Porque o meu ponto de vista parece que ele só interpretou errado o artigo e não necessariamente faltou informação. >> Não, aí é que tá aqui falar para vocês. É o seguinte, ó. Veja, se a gente fosse
avaliar efeito da espessura aí de duas uma, ou a espessura é vista como variável aleatória, ou a gente classificaria Grupos de espessuras diferentes para fazer uma estatística, entende? >> Aqui a gente não consegue fazer essa correlação porque a gente não tem as medidas das espessuras. Então, fazer essa correlação que ele tá solicitando, infelizmente não é possível nesse trabalho, porque o objetivo não foi esse, né? O de avaliar a espessura da linha de cola e sim a potencialidade De cada um dos métodos aplicados na avaliação da adesividade entre as lamelas de madeira. Eu acho que nesse
sentido a gente saia por aí. Show. Beleza? >> Os outros eles eles vão na mesma linha assim. Na verdade, isso aqui é um comentário grande que eu fui dividindo. Então ele fala aqui, ó, até que ponto a ausência local da linha de cola afeta o desempenho, né? Então assim, a gente não mediu isso, >> por isso né? Então entra na mesma linha. >> Aí análises quantitativas e qualitativas para avaliar a penetração adesiva com base em técnicas de microscopia seriam úteis. É que é tudo uma coisa só, né? Acabei dividindo, mas Uhum. >> Me parece que
é a mesma resposta, né? >> Sim. >> É bom. Vamos lá. Aí já vencemos o quinto. Então aí o o quarto revisor, que também é bem curtinho, só tem três pontos, ele fala o Seguinte, ó: "Este artigo não explica claramente como classificar e graduar as lâminas eh e o processo de emenda finger joint. H, os parâmetros do processo de ligação não são refletidos. Aí o que que eu coloquei aqui, ó? Coloquei, imagino que seja o caso de justificar lá em materiais e métodos, destacando que o escopo é a interface das lamelas. >> Sim, com certeza,
>> né? >> Sim. Porém, eh, que o que o comportamento ele tende, né, a ser observado em outros componentes. Ou seja, se você tem uma qualidade de colagem adequada na lamela, subintende-se que a gente pode ter também um comportamento similar na colagem de outros elementos, não só entre lamelas, mas que isso tem que ter novos estudos e aí colocar nas conclusões uma indicação de novos estudos. >> É, esse daí passou a conta, fechou a régua. Nada acrescentar. Eu também não. Pronto. Ai, dois o processo de Ah, isso aqui é interessante que eu não tá, enfim,
não conheço nada disso, não sabia. É, o processo de colagem diferentes adesivos não foi detalhado. Apenas diferentes tipos de apenas diferentes tipos de adesivos são usados. E aqui é mais uma questão de detalhe, só que ele falam, ah, não, não é aqui, mas é um outro Comentário do CCA lá na frente. Aí ele fala, além disso, as lâminas passaram por tratamento do CCA. A razão para o tratamento não é conhecida, mas era impacto desempenho. Aqui eu tenho assim 97.12% de certeza que tem um um uma frase lá no materiais e métodos que justifica, >> que
é por conta da semelhança com a aplicação real que a pessoa vai usar. >> Exato. Exato. >> Mas a gente pode fazer aquela velha Técnica da fonte vermelha. >> Sim. É aqui, ó, já até achei, Pedrão tá falando que aqui explicou o que que é o CCA, né? E falou que é o CCA, ele é water solu, que é solúvel na água, viscoso, falou a cor e é um produto que é amplamente utilizado comercialmente para produção, para proteção de madeira. Então assim, a gente, a justificativa é essa. >> É, aí tem um outro comentário lá
na Frente do terceiro. O terceiro foi o cara que tava que ele ganhou carvão no Natal. E aí lá ele ele amplia um pouquinho isso aqui. Aí eu acho que vai ficar melhor até de juntar as respostas. Ó, o último do quarto, a avaliação do desempenho mecânico em escala realada colada é insuficiente, né? Então a gente avaliou pouco, né? O objetivo principal do artigo, não, esse aqui é complicado, o objetivo principal do artigo não foi plenamente elucidado pelos experimentos Apresentados. né? Então, só para ficar na gravação aí fácil, avaliação macro que foi feita foi isso
aqui, né? Aí são aquelas são aquelas estatísticas >> Uhum. >> Pudo estatísticas. >> Sim. e >> que não tinha, né, na realidade. >> É exato. Que aqui só tinha uma amostra, Eu acho, para isso aqui. Aí, enfim, ele tá falando que isso aqui é insuficiente, que não dá para comparar as coisas e a gente não consegue. Então, então, mas espera aí o artigo. Ô, ô, Pedro, na verdade é assim, bom, de forma quantitativa é o que tem para hoje, para cada adesivo, né? Nós estamos Volta, volta na tabela lá, Pedro, fazendo um grande favor. Desculpa
aí, para cada adesivo, o que que a gente tem a comparação more ou more? Aonde que aconteceu a ruptura, né, e o percentual de delaminação. >> Ah, então perfeito. Aqui é uma, então veja só para fazer uma pergunta para vocês aí, não sei se vocês lembram, mas a pressão de compactação, ela foi a mesma utilizada na fabricação da das vigas de MC, tanto com um tipo de adesivo quanto com outro? Pressão de colagem. Ó, eu não sei se o Antônio vai lembrar ou achar aí mais rápido, mas eu acho que Isso a gente aqui, ó,
>> a gente pegou, eu peguei da do catálogo. >> Ô, Pedrão, eu acho que tem um pouquinho ali embaixo, ó. >> Eh, desce mais um pouquinho aí, ó, no segundo parágrafo ali, ó. Detest sequ follow cus of control pressure 75. Será que não é esse que a gente explica qual que foi a pressão utilizada? >> Mas isso aqui é pro para avaliação. Calma aí, só >> da resistência a delaminação. Aí depois, >> é porque eu tava entendendo que era para fabricação. >> É, então, mas não é essa daqui. >> Então, esse aqui é pro ensaio
de resistência mesmo, ensaio de flexão e tal. Esse, essa tabela aqui é para fabricação das lamelas. >> Ah, tá. do Gluban, né? Do Glul. Nossa, Gluban mais. >> Deus me >> pera aí. a especificação de aplicação de adesivo. A pressão aí no caso para cada tipo de é a pressão tá sendo diferente, >> é diferente e a gramatura é diferente. Então a gente tá utiliz, então você veja, na verdade quando a gente faz a comparação de uma coisa com outra, quando a gente pega as vigas de MLC ou de Gluban, tanto faz com com um
OF, o PRF ou PU, na verdade os tratamentos não são os Mesmos. A gente não tem exatamente os mesmos tratamentos. Mas o que que a gente supõe? que como a literatura especifica que para melhor colagem, esses são os parâmetros que levam as melhores colagens, né? Então a gente faz aquela comparação. Então até aí tudo bem. Aí o que que fica? É o nu ele tá ele tá falando daquela que a gente não pode fazer aquela discussão por conta do tamanho da amostra que a gente considera. >> Deixa eu voltar lá. Avaliação do desempenho mecânico em
escala real. É isso que ele tá falando, que a avaliação mecânica é suficiente. Imagino que >> então, mas suficiente. Será que é em que sentido? Porque assim, isso é resposta global. a gente não tem como fazer uma comparação, né, em escala micro, porque não tem como fazer o micro ensaio de flexão. A única coisa que a gente consegue fazer é tentar tentar correlacionar eh a profundidade de adesivo, mas não de forma estatística, a profundidade de penetração do adesivo, por exemplo, tentar fazer alguma correlação, não estatística, eu falo divisão ou relação entre coisas entre duas quantidades.
Espessura de de adesivo de ou de penetração, perdão, com mor. Será que a gente consegue enxergar algum alguma luz no fim do túnel? Então, nesse sentido, é a única coisa que a gente consegue fazer. Acho que aí nesse caso, que que você falar? >> Não, não, tô pensando. >> Não, eu acho que talvez a gente deve verificar quantas amostras a gente considerou para fazer essas estatísticas. >> Uhum. >> E provavelmente a gente deve ter citado norma para isso, >> tá? >> Não citou. Coloca sample na para ver se dá um control F aí. Tá com
sample, ó. Sample. Samples specimens. Specimen, talvez. Ó lá, ó. Aí, Pedrão, você já viu, ó. >> Calma aí. >> 10, ó. Tens samp, ó. Tá vendo? 10. Tá vendo? 10 eh 10 amostras por tipo de adesivo. Então, a gente tá considerando 10 amostras. Aí a gente não coloca nenhuma referência. >> Sim. >> Sabe o que a gente pode fazer aí? Tcar uma ABNT, tascar uma ABNT, né? de acordo com, eu não sei se a gente pode falar um de acordo, o adaptado D, mas o adaptado D já >> resolve. >> Oi? >> Já resolve. >>
Então eu eu eu vou tentar eu vou tentar jogar na resposta aqui o tamanho amostral, >> tentar jogar aqui na porque de novo as vigas são fabricadas com processos de fabricação distintos. A pressão e a linha de adesivo, a gramatura é diferente, >> depende do adesivo, >> certo ou não? Então, né? Então, a pressão aí também a pressão varia de uma de uma configuração para outra. >> Se variou tudo isso, como é que você compara mo e mor e fala que um é melhor do que o outro? Você pode falar, só que explicar o porquê,
se é a pressão, se é a gramatura, a gente não consegue explicar. >> Perfeito. >> Será que é isso que ele quer dizer? >> É, ô Pedrão, nesse parágrafo que você tá bem baixo ali, fala que a norma ali, ó, CSA >> aqui, ó. Isso mesmo. E aqui fala se pra Parte mecânica, né? Ó, seis espécims aqui também, ó. Seis espécies, né? O de 10 espécies é para microscopia. >> Sim, sim, sim, sim. >> Paraa parte mecânica são seis. >> Ô, Pedro, acho que vale a pena a gente fazer o seguinte aqui, ó. >> Não,
então a gente já tem aí as referências de norma. Eu acho que vale a pena a gente fazer um comentário no texto. Aí temos que pensar aqui agora e Que essas estatísticas elas não refletem o efeito das variáveis gramatura e pressão, >> tá? >> E simplesmente do conjunto, o conjunto madeira adesiva. >> Uhum. >> Né? Então, na verdade, essa estatística ela não evidencia, ela não evidencia a influência dos dois parâmetros, pressão de colagem e gramatura. Não evidencia, mas nós fizemos a estatística, só para Ter em mente, em tese, o adesivo que promoveu melhor desempenho em
nível global dessas peças. Exato. >> É isso que eu acho que a gente tem que apostar aí as fichas. Então, o tamanho das amostras, a gente tem um número balizado por norma? Eu acho que a nossa resposta ela tem que nessa linha. Perfeito. >> Presado revisor, cabe destacar que os fatores de fabricação foram a pressão de De prensagem e a gramatura do adesivo. Ambos são diferentes para cada espécie, para cada tipo de adesivo. São diferentes por tipo de adesivo. Logo, o objetivo não foi identificar eh dentre esses dois fatores o de maior significância no mor
das vigas testadas. Apenas em caráter de interesse global, procurou-se descobrir qual dos tratamentos promoveu o o maior valor do MO e do MOR, enfim, sei lá, alguma coisa assim. >> Uhum. Bom, fechou. Aí entramos agora no queridíssimo revisor três. Sempre tem um que é >> esse daí mandou uma Bíblia, né? >> De uma olhada. Ele fez um artigo dele, só ó. Mas assim, esse início aqui de fato é detalhe. Então, passar bem rapidinho aqui, ó. Ele fala aqui, ó, afirmação que o glulã é produzido com pinos eucalipto deve ser verificada. Os autores poderiam indicar ã
em quais partes as referências Citadas essa informação fornecida. Eu acho que tem, mas tudo bem. Eh, se os autores desejam fazer tais afirmações, seria mais apropriado referir estudos de análise de mercado. Deve ser, enfim, é um comentário genérico, né? Mas tudo bem. >> É, parece que o cara fumou alguma coisa, né? O cara que corrigiu aí >> fou fumou o carvão que ganhou de Natal. E mas isso aqui também é deve ser bem Fácil de achar um artigo desse, sem nenhum problema. Ao afirmar que há pouco que há poucos estudos sobre o uso dessa espécie
para a produção de gluã, os autores têm uma hipótese, os autores têm uma hipótese do por essas espécies não têm sido estudadas até agora, no caso paricá, né? Ã, quais propriedades deste material fazem com que seja considerado de baixo potencial para elementos estruturais? Eu tenho também 93.4% de certeza que isso tá lá na introdução. Eh, mas estudos tem, né? O Diegão mesmo, tem um monte de artigo lá que ele é o primeiro autor do Paricá que fala do uso estrutural e etc. Acho que isso aqui não tem muito muito problema, né? E o fato dela
não tá dela não ter sido muito estudada porque é é nichado para caramba e né? E é isso aí. >> Sim, basicamente é um elemento é ele é chato igual o Igual o Gluban. É, é nichado. É só, é aqui em não sei quantos países mais, né? Então são países que não tem essa pesquisa tão forte quanto a China. Então, por isso, né, imagino eu. >> Sim. >> Bom, então eu acho que é uma questão é uma questão de é uma questão de como é que fala? Eh, de fonte, né? >> Sim. Aricá não é
uma espécie de madeira Que brota em todo lugar do mundo. Logo, a gente não tem, né, resultados expressivos com essa espécie de madeira. E aqui no Brasil, não sei os outros países, imagino que não também, mas a própria MLC não é um método mais, como que eu posso dizer, mais famoso, né? Então, >> não é o mais amplo, né? É, não, não vai ter estudos mesmo e a gente tá trabalhando para isso. >> É, eu acho que nós temos que ir nessa Linha e assim, não sei se a gente justificou o porquê do paricá no
texto. Justificou o porquê? >> Justificou, mas é, enfim, justificou. >> Então, acho que essa cabe a gente justificar, Pedro, no texto, o paricar madeira de baixa densidade, nós estamos tentando reduzir a pressão sobre o uso de madeira de floresta plantada como pinos. É, até porque, >> Pedrão, acho que isso aí que o professor Falou, tá ali, ó, na na linha 61 até 68 ali. A gente justificou isso, professor. >> Falou que ele é uma alternativa promissora, porque ela tem um rápido crescimento, se encontra primordialmente no norte, norte, nordeste do Brasil e tem umas características favoráveis,
que ela é leve, eh, se ela tiver uma densidade ali mais ou menos na aproximada de 262 para 5 anos ou de 303 para 11 anos. E aí falou que ela tem um potencial de propriedade mecânica Comparado com as testinos elit e o Taeda. >> Então eu só acho que vale a pena a gente acrescentar nesse parágrafo o que permite reduzir a pressão sobre o uso dessas espécies de florestas plantadas. >> Uhum. Legal. >> Eu acho que isso vale a pena a gente acrescentar. É bem no finzinho ali do 6,7 ali. Bem no finzinho. >>
Aí é um vermelho. É um vermelho e acréscimo. Cabuco. >> Fechou. Vamos lá. Ã, bom, os autores indicam estudos específicos sobre o uso dessa espécie paricá, né, em diferentes aspectos. Na minha opinião, seria valioso fornecer pelo menos um breve resumo desses estudos. Ele quer que a gente fale mais aí esse parágrafo aqui, né, ó, >> para falar mais do barcado é que que que a gente fez? A gente fez a busca, achou Alguns artigos que estão aqui, ó, do artigo 11 até o 15. >> Uhum. >> E assim, falou qual que foi o objetivo do
estudo para mostrar que o objetivo tá longe do que que a gente tá fazendo. Eh, >> é que o o paric tem sido estudado, né? Só que não necessariamente o estudo que a gente fez, >> foi além do que os outros já fizeram. >> Exato. Aí, pelo que eu tô entendendo, ele quer que a gente pegue então esse eh A >> esses cinco artigos aí, sei lá quantos são >> e detalhe um pouco mais. >> Ele acha que a introdução ficou pequena. >> É que olha, é uma uma loucura isso. Você manda trabalho, o cara
fala que a introdução tá longa, tem que reduzir 40%, 50%. de tá falando, tá pequeno, tá curto. >> É, enfim, >> mas eu acho que é só isso também. >> É, esse aí é tranquilo. >> Ó, os autores observaram que estudos sobre colagem adesiva e análise microscópica dessa espécie não são comuns. Acho que são até inexistentes, mas tem que olhar. Eh, entretanto, a literatura mostra que existem alguns estudos sobre a colagem desta espécies com diferentes adesivos. Portanto, para dar ao leitor uma perspectiva completa, seria útil resumir e citar >> ah, os estudos fala >> é
aquele da revista Madeira, eu acho, sei lá qual revista que foi essa aqui. >> Ô, Pedro, mas quando você fizer o detalhamento maior desses trabalhos do Paricá, vai entrar, >> você já responde essa questão do cara. Uhum. E aí tem um ponto também, né, que assim, isso aqui vai aparecer lá na frente, tá? Eh, essa introdução de fato a gente fez com base nas bases de dados. Esse trabalho que ele tá se referindo Aqui é um trabalho nacional. Eu acho que eu acho, se eu tô lembrando bem, é aquele trabalho da revista Madeira ou alguma
coisa assim. >> Madeiras do Chile. >> Ei, alguma coisa assim. Mas é um trabalho que tá em português, se eu tô lembrando bem aqui. Ou seja, eh, não apareceu na base de dados, por isso que não entrou aqui, né? Mas tá certo, é só inserir também. E, >> ô, cara, se ele tá em português, Provavelmente, >> se for em português, provavelmente foi alguém aqui do Brasil que avaliou esse trabalho. >> É exatamente isso que eu tava pensando. Sei. >> E curiosamente foi o cara que mais encheu o saco dentre todos os que avaliaram. É impressionante
isso, né? >> A história se repete. História se repete. Se repete. >> Ai, meu Deus do céu. >> Enfim. Mas eu acho que é isso que ele até fala é de um dos autores, com certeza falando eh de você. Então assim, com certeza é [ __ ] Bom, tudo bem, mas isso vai isso vai melhorar lá com com outra com comentário três. Aí os autores vistam diferentes técnicas de imagem utilizadas em estudos anteriores. Com base nisso, é possível resumir esses trabalhos e indicar vantagens e desvantagens de cada método? >> [ __ ] tá na tabela.
>> Isso é isso é um dos resultados, inclusive. É, é. >> Tanto que tem uma parte que >> em algum momento aqui fala que é tipo, ó, a gente tá fazendo isso porque, exatamente, a gente quer levantar essa diferença, porque não tem um estudo que faça essa comparação pra mesma amostra, né? Exato. >> Mas, ô professor, eu interpretei um Pouquinho diferente essa questão que ele falou, porque quando a gente apresenta ali na linha 90 até o 93, a gente tá falando as técnicas que foram encontradas em outros artigos que estudaram outras espécies, talvez. >> E
ele tá querendo que a gente resuma o que que esses artigos encontraram, não o que a gente encontrou, porque o que a gente tem é lá na tabela três, né? >> Ah, >> é quando você falou linha 90 93, eu não Tô ligado nisso de fato. >> Aham. Mas assim, é basicamente, professor, desculpa a grosseira, mas falar, cara, se você quer ver que que eles encontraram de bom, abre o artigo aí e lê. Pô, nós colocou já referência para você. >> Vontade de falar isso, professor. >> É, dá vontade de falar muita coisa. Vou escrever
isso então lá na >> Fala assim, ó. Aqui tá o DOI de cada um dos artigos. Você pode ler e verificar Qual que foi a vantagem e desvantagem que eles acharam, que o do nosso artigo tá aqui. Ô, António. Então, basicamente é a mesma coisa do Paricá aqui, né? É, eu acho que ele quer que a gente faça tipo um resumo do que que, por exemplo, ó, o artigo 1920 estudou o LM, né? Aí depois o 19, além de estudar o LM, também estudou o CSLM. E aí eu acho que ele quer que a gente
faça um resumo, tipo assim, ah, esse artigo estudou isso e conseguiu Identificar isso. >> É, acho talvez as características, porque a comparação obviamente isso não existe. >> É porque são espécies diferentes, né? Se eu lembro bem no artigo de Pinos, a gente entrou um pouco mais nesses artigos, >> porque quando foi feita a introdução do Pinos, o Alpinos era o artigo que a gente ia mandar para pra CBN, né? E aí para diferenciar a introdução aqui, a Gente acabou sendo mais conciso, mas zero problema também, né? Não tem. E tá aí de duas uma, não
sei o que que vocês acham oportuno fazer essa comparação que o Antônio acabou de alertar, que não é a tabela quando a gente apresenta a tabela e tenta detectar aquilo que eh aquilo que os autores encontraram também. >> Sim, sim. >> Eu acho para ver se tem algum padrão, né, professor? Tipo, o que a gente achou De vantagem, se eles também acharam. Exatamente isso. Ou pelo menos aquilo que foi é que foi enxergado, que não foi enxergado, ou seja, vantagem e desvantagem. Acho que vale a pena colocar depois a tabela. >> Fechou? Aí ele fala
aqui, concord lacuna de pesquisa identificada pelos autoresente a estudos comparativos. Eh, enfim, é relevante. Normalmente estudos apegam apenas pelo menos, eita, Apenas uma técnica. A comparação é limitada devido à diferenças de metodologia. Assim, apoio a opinião. Então, obrigado, né? Pelo menos >> desceu o pau e depois apoiou. >> É, morde a sobra, mas ele não parou. Continuou >> agora. Mas mas aí tem aí já vem um pronto, ó. Embora. >> Embora. Exato. Estava bom demais. é um texto. Embora eu concorde, eh, não entendo totalmente a afirmação de que Comparar métodos e ampliar o conhecimento no
controle de qualidade em nível micro pode contribuir diretamente pro uso eficaz de espécies subutilizadas. Na minha opinião, propriedades mecânicas não eh permitem a certificação e classificação mais adequada. Só falar uma coisa para vocês, nós estamos comparando os métodos ou a gente tá mostrando quais são as limitações e os potenciais desses métodos? >> É, não é mais a limitação e e depois a gente pega lentações e fala: "Ó, >> esse cam a gente não vai conseguir fazer isso por esse caminho a gente vai". Então, veja, então esse ponto eu acho que é isso que a gente
tem que só deixar mais enfatizado no texto. O objetivo não foi fazer a comparação, o objetivo foi tentar identificar o os métodos mais adequados para obtenção das informações. >> Ah, eu até eu fiz um comentário aqui, Não sei se responde também, mas ó, imagina que a linha de resposta seria que a avaliação qualitativa da colágen prejudicada sem uma análise microscópica. Eh, e a ideia do estudo é sugerir um protocolo para que isso seja feito. >> Então, assim, difícil avaliar, >> não é que é, é melhor você avaliar a qualidade da colagem com uma análise microscópica.
Basicamente é isso. A qualidade da colagem influencia Diretamente a eficiência e eficácia do elemento. E é claro que a caracterização ela é fundamental e mais decisiva quanto à utilização do elemento, mas a gente tá falando de ampliar a a análise, não restringir ela apenas a liposcopia. é acrescentar ela, né, no estudo, no na análise que já vem sendo feita, né, com a microscopia. >> É, tanto que a gente faz no final lá uma indicação pra indústria, entendeu? >> Ah, legal. Verdade, >> né? Porque é onde você tem aparato, né? >> Legal. Eu não lembrava disso.
Sim. >> É. Aí eu pensei nessa linha também, né? Dá para >> Então, mas aí fica fica com uma resposta para ele ou algo tem que ser acrescentado no texto? Ah, eu acho que dá para dar uma >> marcar uns vermelho, acrescentar mais umas três palavras lá e >> é ali onde justifica e tal, talvez na conclusão também dê para fazer algum Comentário. Deixa eu colocar aqui, sabe? Para deixar claro e e fundamentar ali as linhas vermelhas no texto, né? >> Certo? >> Bom, agora começa aqui alguns métodos. Vamos lá. Aí aqui que eu falei
de CCA, o uso do CCA para impregnação da madeira levanta preocupação. Embora historicamente eficaz, sua composição química e questões ambientais devem ser consideradas. >> Os autores afirmam que é amplamente Utilizado, sem observar que sua aplicação é restrita ou proibida em muitos países devido ao conteúdo de arsênio. H, isso é especialmente importante. Considerando o sistema sustentável. Os autores consideram CCA ainda relevante ou seria melhor usar o preservante com menos preocupações? Qual foi a razão dessa escolha? A disponibilidade ainda no Brasil ele é utilizado. Entretanto, então vê, tem dois efeitos, o CCA como tratamento e como é
partícula, no final das contas ele obviamente pode prejudicar a adesividade. Acredito que não teria tanta diferença se fosse CCB. Entende? Então, CCA, por que o CCA? Porque ainda é utilizado no Brasil, né? O >> Paricá, o Paricá, que outros países assim que usa par você sabe assim ou Não? Só para eu >> Nossa, posso procurar aqui agora? Mas >> não não não precisa não. É só para saber se sabia de pronto assim, porque no Brasil pode ser ainda, né? Eu não lembro de não poder. >> Sim, sim. >> Então, né? tipo >> com restrições, na
verdade, pela disponibilidade e uso. >> É, então isso mais isso já tá no texto também, né? Então É mais uma questão de dar um destaque maior, né? >> Sim. >> Enfim, porque eu imagino que se o Paric tiver em outros países, vai ser ali pela América Latina também. E imagino que essa restrição do CCA, não sei se no Chile, mas não sei se no Chile vai ter, enfim. Acho que entra tudo nessa resposta aqui. Você mais um comentário de que nos leva a acreditar que a pessoa Que avaliou esse trabalho é aqui do Brasil. >>
Pois é. >> Eita lasqueira. Bom, o ganho percentual de massa após impregnação não é especificado. Portanto, é difícil avaliar se foi comparável para todas as variantes e se influenciou nos resultados. Pelo amor de Deus, bicho. Você tá falando, você tá falando de uma peça de madeira que pesa 500 g, você tem 3 g de Adesivo. Você quer saber se isso influenci? Então, pera aí. O ganho percentual de massa após a impregnação não é especificada. [ __ ] merda. Nossa, nós temos que agora pensar aquele quer que nem quando acontece com painel, professor, que a gente
faz, né? Porque dependendo da porcentagem de adesivo utilizada ali, o painel ele acaba ficando mais pesado mesmo, porque Os adesivos em si eles são bem densos. E aí a gente fez o estudo da densidade, né, ou não? >> Eu acho >> após a colagem. >> Posso ver aqui, mas é porque no painel, o adesivo tá no painel todo, né? >> É, >> aqui é só uma uma lambida. >> Exatamente isso, >> ó. Aqui, bom, pelo menos aqui nesse método não tem. Aqui já pode um negócio desse não, >> não. A gente não fez nenhum, a
gente não fez nenhum estudo mesmo de densidade. Só mecânico, físico a gente não fez nenhum. >> Isso é só uma resposta para ele. Na verdade, veja essa linha de adesivo dá quantos micros? >> Putz, 100 micros. Quanto que era? Deixa eu ver. Em algum lugar aqui. Aqui. Em algum lugar aqui. Deus. Mas era 100 microns aqui, ó. Aproximadamente 100 Microns. Ô, >> Pedro, se você quiser fazer a estimativa só da densidade da madeira e a densidade da madeira com isso, mas ou seja, sabe, não vai dar diferença nenhuma. >> Nenhuma, nenhuma. >> Então, a gente
pode tentar aí tentar responder para ele. Prezado revisor, entendemos essa observação. Entretanto, cabe destacar que a linha adesiva é ser tem espessura de cerca de 100 micrôm. Considerando o volume da madeira, Né, o peso no final com adesivo tecnicamente não varia, por isso não foi considerado. Espero que entenda a nossa a nossa abordagem. É, >> e outra, isso nem é o objetivo do trabalho, >> mas nós temos que responder. Então, se essa, essa é uma pergunta delicada, nós temos que responder mais ou menos desse jeito. >> Ai, ai, difícil. Bom, eu acho, eu não, eu
olha não sou eu não sou definitivamente um conhecedor de Gulan, mas eu não lembro de ver nenhum estudo que faça isso. >> Então, isso é assustador, viu? >> Eu não lembro mesmo. Assim, eu posso estar errado aqui. >> Nós estamos no mesmo revisor, né? É, já é ainda. A gente não tá nem na metade dele. Sério? Mais de 20 tanto aqui, ó. 20. >> Meu Deus do céu. Que cara >> cara desocupar a pessoa, né? Pode ser a moça, mas enfim. É desocupada ao extremo. >> É. Não, pelo amor de >> Não. Os outros era
quatro linha ali de revisão, no máximo. Isso daí, professor. >> Foi lamentavelmente. >> Ess essa resposta tá certa, né? >> Tá, tá, tá. É, foi que absurdo. Bom, as dimensões das vigas produzidas são fornecidas, >> mas as dimensões das lamelas, né, antes da prensagem e o número de camadas estão ausentes. >> Ô louco. >> Aí eu eh talvez até esteja mesmo. Aí eu não tenho certeza não. Mas assim, se tiver também é adicionário informação, eu acho. >> Ah, se ô ô Pedrão. >> Então, olha, ó, professor, ó. Seis eh vigas de gulã foram feitas para
cada tipo de adesivo, medindo 300 cm de Comprimento com 10 cm de largura e 3 cm de altura, totalizando 18 lamelas, 18 bins. >> Mas eu acho que ele tá falando antes da >> Ô Antônio, ele quer saber as dimensões nominais antes da da lamela ter passado por por pela desengrossadeira, alguma coisa assim. Eu tô achando que é isso porque aqui, ó, você for uma adesivo, só porque isso aqui, >> ah, aí você coloca 10 cm de de largura, tal, não sei o quê, Pedro. Aí você Coloca 3 cm de espessura. Aí você coloca o
mais ou menos, vamos dizer o padrão, >> tá? >> Aí do lado que >> isso aqui é depois, né, da da manufatura, né? É isso, né? Pronto. E coloca o mais ali, né? Eu entendi. Deixa eu só voltar aqui para não falar besteira, né? Ó, antes da prensagem número de camadas, prensagem que ele tá falando é >> [ __ ] pera aí. Ele tá falando o Seguinte, >> é importante de compactar >> era as dimensões nominais, né? Antes de compactar, você tinha uma ideia da do final. Depois que você compacta com a pressão, qual é
a dimensão final da viga? Ah, agora que eu fui olhar para esse lado. >> [ __ ] esse cara é maluco. Ele com certeza não é da área. >> Esse cara não é da área. >> É, mas é que lá a gente falou que foi um total de 18 lamelas e foram seis tratamentos, né? Seis, seis para cada adesivo. Então, por isso que a gente colocou aqui 18. Eu lembro, Pedrão, que era uma camada central e duas na um cada uma na extremidade, que foi três por adesivo, né? >> Então são três, então são três
lamelas. São três lamelas. Isso aí tá certo, né? >> Uhum. >> São três lamelas, não é isso? >> Exato. >> Perfeito. O que ele tá perguntando para nós é depois que compactou, depois que pensou, cada uma tem 3 cm. Então, em tese, 9 cm é a altura. Mas e depois que compactou, qual que é a altura final? É 8,96 mm em média. Você entende? Ele tá perguntando da espessura, das medidas >> depois e antes. >> Sim, >> na verdade depois, né? Antes a gente colocou. Vamos inventar, vamos inventar aí no caso que a na verdade
essa informação não sei como que a gente pode considerar. Ah, eu vou vou ver se eu acho algum trabalho assim que faça uma Eu eu aplico a mesma razão. >> Cara do céu, bicho. Olha, eu vou falar para você uma coisa, viu? Eu sei que isso aí não vai ser, ó, isso aí n Isso aí a gente vai Desengasgar, com certeza. Mas Pedrão, vocês me dão uma licença rapidinho. Preciso atender um telefonem, já venho, tá? Vai lá, >> [ __ ] Pedro do céu, que que cara difícil, viu? >> Difícil, cara. Puxa vida, os outros
foram mais tranquilos. Bom, mas aqui eu pego uma um outro trabalho, vejo se eu acho isso aí, faço uma razão e é isso. Paciência. >> Sim. Bom, como a umidade da madeira e ah, sim, ele quer saber aqui, ó, como que a umidade da madeira foi controlada antes da colagem e se as namelas foram condicionadas a 12%, mesmo assim é difícil assumir a umidade uniforme, o que pode afetar fortemente a junta. Aí eu coloquei aqui, ó, vou descrever como é que foi feito o controle de umidade, fazer comentários sobre o impacto dessa variação, comentários da
literatura mesmo, ã, Ainda que pequena na qualidade da colágen >> que a variação deidade vai ser o quê? Mais ou menos um, mais ou menos 2%. É, não, na verdade é o seguinte, eu isso eu não sei se tá assim no texto, mas a gente tem que tem que ter deixado claro que as madeiras permaneceram em pátio, sabe? Ambas no mesmo espaço, né? Protegidas as intempéries por um período X. >> Tá? Eu acho que não, não entrou. Fechou? >> É, se isso não entrou, a gente tem que considerar mesmo, >> tá? Essa é uma formação
importante. Coloca moisture, moisture content, alguma coisa assim, Pedro, bolhas. É, acho que >> dá o próximo aí. Quer ver? Ó. Lá, ó. Não. Então, mas ele não fala, a gente não fala comoção. >> Aqui já é do adesivo. >> É, a gente não explica como, Pedro. >> Beleza. Beleza. Você adicionar então. Show de bola. Últimamente fácil. Bom, as faixas de taxa de espalhamento do adesivo apresentam grande variação. Uma única taxa de espalhamento foi usada para todas as seis ligas de uma data variante, >> tá na tabela. >> É, então, como a quantidade foi aplicada, se
uma prensa hidráulica foi usada para pressão, deve ser especificada. Aí vamos lá. Aí a gente colocou essa variação aqui porque a gente não tinha essa informação. Aí a ideia da época é: "Ah, vamos colocar a variação porque como foi manual não tem como ter certeza e vamos colocar a variação do catálogo." >> Uhum. >> Essa foi a ideia na época. Eh, de fato, a prensa não foi especificada aqui, mas eu acho que a gente tem uma prensa, isso aqui é uma Prensa manual, impressão? >> É, é. É bom. Vou ver lá como é que tá
no trabalho lá para especificar essa prensa. >> Agora essa questão, >> eu a ser que será veja veja no trabalho da Raquel, que é um trabalho de MRC, não fala dessa pressão que foi aplicada na nas vigas. [ __ ] que pariu. Aí é complicado, hein? >> Foi. A gente ficou um tempão parado nisso na época. [ __ ] merda, velho. E o pior é que não dá para não dá para assumir não dá para assumir que as pressões são as mesmas. Pressão de colagem é a mesma. >> Exato. Ah, v ver se achar fácil
aqui. Gente, você olha, se conseguir publicar esse trabalho, nós vamos estar quase muito próximo de um milagre. fazer um Pequeno milagrezinho, viu? Ã, tem essas na água. Isso aqui é do teste de mais para cima. Aqui o adesivo, método preparação. >> Ó, aí fala do tamanho. >> Uhum. Ó, conforme ela só falou isso, ó, conforme instrução do fabricante, >> que é o que você pegou, né? >> Que é o que é exato. E acabou aqui, entendeu? >> Então, mas será que a gente será que a gente pode ir nos meios termos daquilo que tá na
tabela? >> Pode. Então, eu pensei nisso, só que aí como é que eu responderia ele, né? Tipo, ah, por que que eu não botei antes isso? Não, na verdade foi a é >> ficaria estranho mesmo, né? Fal assim: "Ah, já que você tem um valor exato, Porque você colocou um uma média e um uma variação?" >> Ó, vê aí se faz sentido, hein? a gente pode agradecer o comentário, eh eh dizer que a gente inseriu informações que estavam no catálogo do fabricante, eh, e acabamos, então, depois de ler o seu, o seu apontamento, entendendo que
seria melhor, seria o certo a gente colocar o valor exato que a gente mediu, eh, e que foi um lapso nosso na hora da escrita. Eu acho nós estamos aqui por por essa saída, por essa via. >> É botar o rabinho entre as pernas. >> É, não, a gente permanece com a tabela. Esses são são os valores indicados pela pelo fabricante. Entretanto, aí depois da tabela a gente pode tentar especificar. >> Ah, talvez, talvez. Ó, nessa linha mesmo aqui a gente pode pôr eh eh fabricante adotado. >> Exato. >> Na tabela mesmo, sabe? dela. Boa.
>> Ah, pronto. Ah, e é isso aí, seja que Deus quiser. Mas enfim, será que só por esse ponto pessoal vai? >> Então, aí no caso, vamos voltar aí, ó. Que que Deixa eu ver única, deixa eu ver alguma coisa. Uma única taxa de espalhamento foi usada para todas as seis vigas de mandar. Como a quantidade aplicada foi controlada? Ponto. >> Não, na verdade isso é assim. a gente tem a área superficial, a gente pesa o adesivo, mede a massa e aquela massa tem que ser espalhada na superfície. Isso aí é isso é básico. Depois
que a gente define qual é a gramatura, aí acabou. A gente tem a área. Se uma prensa hidráulica foi usada, a pressão de prensagem deve ser especificada. Depois eu falei: "Perfeito, Pedro, ó, isso aí de fato, a Gente tem que colocar uma coluna naquela tabela. Então, valores preditos por literatura. valores considerados na fabricação, alguma coisa assim. E a gente fala para ele que de fato faltou a gente incluir naquela tabela os valores que nós consideramos. Então, ó, faltou, então a gente esqueceu de colocar naquela tabela. Isso é importante, desse jeito. >> Perfeito. Eh, aqui ele
pergunta que Norma que a gente usou e quantas vigas foram testadas. Aqui eu vou, aqui eu vou. >> Aí é fácil, hein? Não, não >> tá aqui porque eu acho que não é possível que a gente não tenha colocado, pelo menos a norma. >> Coloca beans aí. Norma. >> Ah, não é possível. >> Parâmetros. Tem essa norma canadense, né? >> Tá doido. >> E se eu não me engano foram seis aqui, ó. 10, ó. Foi não. >> Eh, >> eu acho que eram seis, hein. >> É, são seis, professor. >> Mas a gente colocou no
texto, né? >> Ó lá, ó. >> Aí, ó. Ah, não, no cisalhamento. >> É seis espécies pro cisalhamento. Cadê o more? Ah, será que faltou botar no more? Pera aí. The maximum deflection. Volta ou vol mais para cima aí, Pedral? No MOI. Work decision. Ah, é verdade, hein? Faltou falar do número de amostras. Não, fechou. Aí isso aqui é fácil pra gente. Obrigado aí pela pelo ponto. Tá. O teste de denominação foi realizado de acordo com alguma norma? Mesma coisa, né? >> As amostras foram retiradas das vigas Previamente ensaiadas, a flexão ou de vigas separadas?
Não, da mesma viga. >> Ele fala do delaminação. Deixa eu ver aqui, ó. Seis espécies por tipo de adesivo. Tá querendo saber quantas amostras? Então, tá aqui quantas amostras. Ô, >> Pedro, como a gente faz aquela análise de de adesivo? Tudo que a gente tá considerando é depois do ensaio de Flexão. Por exemplo, qual que é o tamanho da viguinha de da da flexão? É 1 m >> 2,30. >> Vão. Ah, com tranquilo. Então, velho. Com certeza. Nós estamos pegando os os as amostras de para fazer o sisalamento das vigas que foram testadas na flexão
estática. >> Fechou? Cesarealhamento e denaminação também. >> Sim. >> Tá. Beleza. >> A gente só tem que ver se as amostras são as mes o tamanho da amostra é o mesmo, né? Será que é o mesmo? A gente fala de tamanho de amostra. >> Depois desse período os eles foram cortados 7,5 cm. >> Foram cortados. Provavelmente eles vieram do ensaio de flexão estática. >> É porque a viga ela tem Era aquela medida lá, né? 18 não, 18, não lembro agora. Não, 18 vigas. 3 m e o vão era de 2 e tantos. >> Ah, tranquilo.
3 m de vão, >> 9 cm, né? Assim, 10 cm total. Não, beleza. Vem das vigas, então as medidas não vão ser problema. >> Uhum. Tá. Colocar a norma. Oi. >> A norma. Se as amostras vieram das vigas. Sim. E quantas amostras foram testadas? >> Seis. Isso já tá lá no texto já. >> Perfeito. >> Beleza. >> Como são seis vigas, não é? São seis amostras testadas em delaminação. >> Show de bola. >> Deve ficar claro quantas amostras foram analisadas por técnica e se essas mesmas amostras foram usadas para diferentes métodos de imagem. >> Sim.
>> Qual informação sobre a orientação das Amostras em relação às fibras? Eu acho que orientação das amostras em da parte de microscopia, não sei não. >> Não, na não, na verdade tá falando posicionamento da da na sessão transversal, no plano da sessão transversal tem uma direção preferencial, tipo radial, tangencial, a disposição daselas não foi controlada. Não foi exato. Não foi >> não. Mas o detalhe, isso é importante. Assim como é feito na prática, >> a gente isso tá no texto. >> Quando você faz nessas vigas de MDC, você não controla a orientação de anel de
crescimento e essas coisas. Então, nesse caso, não houve controle, assim como não ocorre na prática. >> Ó, aqui, ó. >> Deixa eu ver. Pera aí. Sim, perfeito. >> E mais para frente deve ter outros comentários, né? Enfim, >> mas eu acho que essa questão se não tiver Pedro, talvez assim como é feito na prática, né, para ele, a resposta para ele. Eu acho que isso é importante a gente colocar, >> tá? >> Porque não adianta a gente começar a inventar um monte de condicionante se na prática aquilo não é feito daquele jeito. >> Exato, né?
Bom, não está claro se a secagem é a vácuo, teve apenas o objetivo de remover a umidade ou também estabilizar a estrutura antes do micrófono. >> Ah, boa pergunta. De duas, isso aí, de duas uma, se não tiver no texto, nós vamos pro chattel. Eu eu já nem perderia tempo já iria pro chatt. >> É, então pronto. Aí ele fala: "A voltagem aceleradora do MEF não é informada. Tudo bem? Acho que Se não tiver a gente procura nessa especificação de equipamento. Olha, tudo que eu tô falando é é para agilizar, porque perguntar para Raquel pode
ser que a resposta ela venha no final de fevereiro. >> Informação sobre o número de repetições e testes estatísticos estão ausentes, tornando impossível avaliar se os grupos homogêneos foram determinados corretamente. Aqui ele já tá falando dessa parte da Microscopia. Não, aí não. Ele tá falando, ó, no que você tá marcando aí no comentário 18. É isso? >> É. >> Não, ele tá falando do número de amostras e os testes estatísticos ausentes. Na verdade, o que a gente tem que deixar claro é que para cada eh para cada tipo de adesivo foram utilizadas seis amostras. >>
Sim, >> seis amostras. Então vamos deixar claro. E aí na tabela, tornando impossível avaliar grupos homogêneos foram determinados corretamente. Vamos ver uma coisa na tabela de resultado, Pedro, que que a gente coloca? A gente faz a descrição do token, né? >> Aham. >> Test. Então, ó, veja, seis amostras nós estamos balizados por nórco, Certo? E nós utilizamos um teste de contraste médio para saber, em tese, quais grupos eram equivalentes ou diferentes um dos outros. Acho que a gente pode, como a gente colocou o resultado do Tuque para não ficar muita coisa no meio do texto
na forma de legenda, talvez o cara nem viu a legenda. >> Uhum. >> Entende? Então, marca a legenda em Vermelho. E aí vamos ressaltar que foram seis amostras que foram consideradas para cada uma das análises. Lembrando que a norma X, não sei norma canadense, que norma que falo, que seis amostras é o mínimo considerável. >> Beleza? Aí ele fala que a conclusão, embora as espécies sejam diferentes, esses achados corroboram a eficiência dos sistemas adesivos empregados no presente estudo comparicá. Então ele fala que isso não Tá claro, eh, que a gente poderia melhorar a clareza. Deixa
eu pegar até para achar exatamente o lugar. Eu acho que eu achei, Pedrão. Linha 243. Pera aí. É, não é uma, não foi exatamente a conclusão. >> É, às vezes é a tradução do Ah, aqui os peças são diferentes. Sim, aqui a gente tá falando que ah, tá conclusão dessa sessão, né? Tá aí, deixa eu voltar lá pro português. Embora as espécies diferentes, essas corporam a eficiência de sistemas con de sistemas adesivos empregados do presente estudo. Porque a ideia dessa frase é o quê? a gente eh é dizer que a colagem que a gente fez
é uma colagem adequada. >> Sim, >> né? Essa é a ideia geral. Eh, acho que é só uma questão de reescrever mesmo para deixar mais claro, porque a gente Apresenta os resultados e compara com a literatura. Fala: "Ó, os nossos resultados eles estão OK e são até muito bons quando a gente compara com a literatura, né? Então a gente tem um uma delaminação, >> perfeita e por aí vai, né? A resistência chuchu, beleza? >> Aham. >> Pintura, né? desamento chuchu. Beleza? Então assim, acho que é mais uma questão de reescrever mesmo. Isso aqui já é
resultado já tirar isso aqui. >> É assim, eu eu ainda parto eu tô partindo do lado que ele não conseguiu entender, porque antes da gente falar essa parte ali na conclusão desse tópico, né, a gente tá abordando outros resultados encontrados por outros autores, às vezes com o mesmo adesivo, mas com outra espécie. E aí no final a gente conclui que embora as peças sejam diferente, né, a gente conseguiu validar Que o adesivo que a gente utilizou, a metodologia foi eficiente e ele só interpretou de uma maneira errada para mim, mas dá pra gente tentar realmente
mudar skinzinho aí é agradar ele. Esse negócio. É, >> sim, sim, eu concordo 100%. >> Essa é a vida. Ah, aí teve aquele problema lá, né, com FM que a resolução ficou muito ruim e tal. Aí ele quer saber A possível causa disso. Em algum lugar aqui, se eu não tô lembrando errado, a gente fala que o corte do micrótono, a superfície não ficou perfeita, né? E aí, como essa técnica, ela precisaria disso, acabou que a a o foco teve problemas com isso. Eu acho que é por aí. Eu acho que a resposta ela tá
exatamente nessa linha. >> Qual >> é a preparação da amostra, né? >> Exato. Exato. >> Aham. É. É. Então é, dá uma enfatizadinha mais uns grifos. Ah, e Pedro, até fazendo uma observação, esse efeito, essa, esse ponto, esse aspecto negativo, não sei se a gente pode colocar assim, será que aconteceu, por exemplo, será que a gente descreve isso naquela tabela de comparação de métodos? >> Se eu não me engano, sim, ó, baixo foco e resolução. É que assim, Não é que é baixo foco e resolução, né? eh eh a sensibilidade, né, do foco da resolução
à qualidade da superfície, né? >> Então >> seria mais isso, né? >> Eu acho que talvez a gente possa complementar nesse sentido, hein? >> Táados. É isso, né, Antônio? >> É. >> Ah, beleza. Então, isso aqui é fácil. Ah, ó, estamos chegando nos 30% final. Sim. Eh, os autores afirmam que esse CLSM permite observar interfaces adesivas. Podem comentar diferenças ao usar diferentes adesivos? Podem, >> sei lá, agora >> comentar diferenças. Ué, na verdade a >> Ah, >> a tabela, a tabela é a síntese dessa comparação, né? É, o estudo em si é essa Comparação e
a tabela é o resumo. Não leu o artigo, professor. >> Esse aí botou no chat e pt e pediu, ó, faça um uma avaliação aqui para mim. Aí ele deu uma olhada por cima. >> Você sabe algumas pessoas estão fazendo? O pessoal tá colocando um prompt dentro do artigo, falando para o artigo ser bem avaliado, sei lá o quê, para pegar leve e colocando o texto na fonte branca. >> Colocando o quê? O pessoal põe um prompt pro chat GPT, avaliar bem o artigo. >> Tudo bem certo. >> E coloca a fonte branca para a
pessoa não ver lá enquanto baixa. E quando se a pessoa jogar no chat GPT, pro chat GPT avaliar o artigo, aí isso é e eh e o chat GPT ele entende o prompt. Não sei o quanto de verdade é isso, mas eu f a galera. Olha, nunca nunca nunca fiz isso. É, eu não duvido de nada. >> Eu vi que o pessoal tava utilizando isso para recrutamento em empresa, que o pessoal, tipo, em vez de analisar o currículo e tudo mais, ele colocava alguma coisinha ali num um prompt, que nem o Pedrão falou, né, no
currículo, só que com fonte transparente ali branca. E aí quando fosse ser avaliado para algum tipo de empresa assim que utiliza a inteligência artificial, ela avaliava bem. É exatamente isso. Olha que [ __ ] É, a gente vive um mundo complicado. Olha isso. Eu nunca imaginei na minha vida. Agora que eu entendi, agora eu entendi o significado de deixar a fonte eh não aparecendo no texto. >> Exato. É. Então, aí a pessoa não vê, vai pro chat. É [ __ ] cara. Olha, esse é o mundo que a gente tá vivendo, cara. >> Ai, meu
Deus. Mas vamos lá, ô Pedro. Mas pera aí. A 21 nós respondemos, >> é, não, deixa eu lembrar aqui. Os autores afirmam que esse método permite Observar a interface adesiva. E aí pode, basicamente, pelo que eu tô entendendo aqui, é o seguinte. Ele quer que a gente fala, ó, dá para observar a interface, só que essa observação, eh, ela não é exatamente igual para todos os adesivos. A diferença é essa. >> Basicamente, acho que é isso que ele tá querendo, né? >> Perfeito. >> Eu acho, eu acho que a gente não tem um comentário assim
Eh eh eh focado nisso. Talvez dê para fazer. >> Importante fazer, >> tá? >> Importante fazer. Eu acho. >> Na tabela lá a gente compara os métodos, não os não com os adesivos. >> Exato. Porque aí, enfim, seria para entrar, eu acho que seria mais o caso de escrever aqui nessa sessão mesmo. >> Sim. >> É. Perfeito. >> Beleza. É porque de fato não tem uma É, tá certo? Pertinente. Aí tem que ver como é que vai observar isso, mas a gente não dores indicam que a espécie selecionada dificulta a preparação das amostras. Isso. Isso
entra na mesma questão do FM lá. >> Sim. Com base nas observações da sessão transversal, os autores têm ideias de como modificar o protocolo Para reduzir os danos estruturais. Estruturais eu não sei, mas >> é, na verdade, eh, não >> é mais uma questão do do maquin da ferramenta para fazer o corte, né? Eu acho. >> Sim. >> Na verdade, tem tem essa tem essa descrição do micrótomo, né? como é que ele foi utilizado, enfim, tem todo então. E provavelmente se procurar se procurar nessa descrição Metodológica, a gente vai encontrar a referência, >> tá? >>
Não vai? >> Deixa eu ver aqui. Acho que essa parte, se eu não me engano, tem alguma norma, não é? Próximo. Ah, é, não, não tem uma referência não. Só fala como foi feito. Eu posso procurar alguma referência? >> Acho que seria importante colocar alguma referência aí, viu, Pedro, para tentar falar que a gente seguiu um protocolo para extração das lâminas. >> E aí, o que acontece? talvez lá na conclusão, eu não sei se isso existe já, mas uma indicação também de estudos futuros para o preparo dessas lâminas. >> Perfeito. >> Que exatamente para esse
tipo de espécie, né? Esse tipo de de de classificação Física da madeira não é o melhor caso. O que faz sentido porque eh o local, né? Então, enfim. Então, acho que esse aqui a gente venceu, né? É isso. É isso. >> É o 22. É o 22. Pronto. É, aí mais uma afirmação que ele tá questionando aqui. Neste estudo, técnicas de microscopia foram entregadas para analisar vigas de GLAN preparadas de acordo com o Fabricante. Aí ele tá falando que não tá claro no o propósito dessa afirmação. >> Pera aí, volta aí, volta aí de novo,
calma, deixa eu só pegar a linha aqui. 401, 402. Só para eu entender o contexto aqui. Vamos ver. Ah, era o início do do capítulo de micro CT. E aqui, ó, neste estudo, as técnicas de microscopia com empregados analisaram as vigas, preparados de acordo com as Instruções. Basicamente é, talvez seja redundante, talvez não é redundante, né? porque, enfim, só tava introduzindo o o o capítulo aqui, né? Aí eu acho que é isso que ele tá querendo dizer, ó. Dá uma olhada aí conectante adesivo. >> É, me parece que uma informação que a gente botou aí,
só que eu acho que não era para tá aí. >> É, >> talvez lá na nos materiais e métodos lá na parte de cima, né? Não, na na parte do micro CT. >> É, acho que é mais uma questão de redundância e não era para tá aí também. >> Sim. >> É, >> concordo. >> Apagar. Pronto. Ã, o gráfico percentual adesivo por camada e distância são médias de múltiplas medições ou uma Única medição? Cara, isso eu não sei. Eu acho que é uma única medição. >> É uma única medição. >> É, >> pronto. >> Só
que é só que essa única medição. >> Hã, tão escutando aí, moçada? >> Sim, >> tô ouvindo. Pode falar. >> Então, na verdade, essa imagem tomografia são 1 milhão de fotos tiradas De posições diferentes, né? >> Uhum. E o resultado da amostra é esse aí. >> É, é uma amostra, né? Então é uma média. >> É uma É, mas isso já é da técnica, né? Lá, ó. Nós estamos vendo lá no final das contas a camada de adesivo. Essa camada de adesivo é um percentual do volume desse objeto, não é isso? >> Aham. Para mim,
para mim, isso é o valor que representa a amostra. É uma amostra. Acho que a gente pode ser categórico, Pedro. Ele pergunta se é de uma amostra ou não, né? Não é isso? >> Sim. >> O gráfico tal, >> ele ele fala se é múltiplas medições. >> Ah, são múltiplas medições, >> né? Da mesma amostra você faz >> isso. >> Aí ele pergunta por a linha de cola de PU está deslocada do centro. Bom, cadê a PU aqui? Tá querendo saber? [ __ ] que pariu. [ __ ] que pariu. Ah, na verdade, ah, a
gente pode falar para ele que isso não interfere tanto nas análises, né? >> Foi uma preparação da amostra, foi a dificuldade de extrair o corpo de prova da viga. >> Não foi possível, né? Eh, pegar, preparar a amostra com simetria, mas o que a gente quer ver é quanto adesivo penetra. >> Exato. Ai, que pessoa abençoada, não? É o entend foi a dificuldade foi a dificuldade na extração da amostra da viga que levou uma uma amostra não simétrica. Entretanto, cabe destacar que esse resultado não prejudica as a a avaliação da da penetração da da adesivo.
Enfim, afirmação sobre a liberação de CO2 para sistemas de politano é repetida. >> É, não é mesmo? Isso. Eu já vi. questão de suprimir só a espessura da linha de cola foi medida Usando diferentes técnicas de imagem. Aí é volta para aquela questão, né? Nem todas foram medidas. >> Sim, >> mesmo com poucos pontos de medição, seria valioso ver as diferenças entre as técnicas. A significância estatística deve ser verificada. >> Não, não dá. A gente tem que falar para ele, ó, primeira coisa, porque que não tem estatística? Porque a gente não fez duas, três, quatro,
cinco, seis Amostras. Então não tem como fazer essa comparação. É uma análise qualitativa. >> Qualitativa. Puramente qualitativa. >> É puramente qualitativa. >> Beleza. Ah, os autores observam que a densidade da madeira pode afetar a distribuição do adesivo, mas os resultados de densidade após impregnação não são apresentados. Meu Deus, a densidade após a impregnação A gente considera que é a mesma, porque o adesivo, né, na sua massa total pouco interfere na massa da, né, enfim, aquela resposta já dada antes. >> Exato. >> E Pedro, sempre com cuidado, sempre com qualquer entendemos tal, não sei o quê.
Entretanto, né, é uma resposta, como é que fala? para não falar que parece que ele tá, sei lá, >> é, esse cara tá viajando na maionese, nesse sentido, ele tá viajando na maionese. Enfim, eh, esse cara aqui, antes de se pesar na balança, ele cospe. É isso que ele as conclusões, >> ele respira, ele respira e pesa. e solta o ar e pesa também para ver qual que é o peso aí, qual que é a variação. >> Boa. >> As conclusões precisam ser reescritas. Elas majoritariamente resumem o estudo e a discussão ao invés de apresentar
achados específicos. Eu até concordo, viu? Eu li depois e até concordo. Apenas afirmar que usar múltiplas técnicas é bom não é novidade. Considerando que a introdução menciona diretrizes para controle de qualidade em nível de micro na indústria, >> seria útil comparar as técnicas em termos de limitação, mais ou menos. Então aí entra aquela questão custos e equipamento, né? A gente falou lá no início, antes de começar a fazer o trabalho, seria legal trazer, mas acabou que não, né? as conclusões. >> É, mas acabou que não tinha isso, né, de de tempo também, né? Tempo para
fazer cada ensaio. >> Sim, >> acabou que não entrou isso. Eh, seria legal, mas a afirmação de que a técnica deve ser Adaptada ao objeto de pesquisa contribui muito pouco. Os autores devem selecionar objetivos principais para as vigas e então propor a técnica mais apropriada. É, eu acho que deve, eu acho que >> a gente pode bater martelo numa das técnicas. >> É, enfim, acho que isso aqui dá para dá para desenrolar lá e faz uma versão, até porque ficou bem grande assim, ficou bem meio que incheção de linguiça. Depois eu achei, viu? Quando a
gente faz na hora, fala: "Nossa, que que escrita maravilhosa". Aí depois, enfim, dá para fazer como tópicos, né? Deixar mais objetivo. >> Sim. >> Até porque o trabalho já é bastante grande, né? Tenso, gente. Parabéns. Vencemos o crítico. Aí tem alguns comentários aqui mais assim, mas são em menor quantidade. O Revisor dois, ele começa falando assim, ó. O manuscrito descreve a a penetração do adesivo em vasos e raios, mas não apresenta quantificação, né? Por exemplo, profundidade, distribuição e tal. Ele pede pra gente incluir box comparando a profundidade da penetração. Hos adesivos e a técnica de
microscopia. A gente não mediu isso, né? >> Não, a gente não mediu isso. >> Então, não temos como fazer isso aí. Aí Eu tô achando que a linha de argumentação aqui vai no sentido do estudo ser qualitativo, né? >> Exatamente isso. >> Enfim. Eh, e Pedro, só uma coisa, em algum momento do texto a gente falou que o objetivo era medir >> a espessura da linha de cola. >> Posso tirar a dúvida aqui porque no pinos foi medido, então pode ser que tenha entrado aqui alguma coisa, mas eu Eu tenho quase certeza que não entrou.
Analisa usar diferença. Objetivo é comparar, tá? até com caracterização, não posso colocar tipo uma caracterização, uma avaliação qualitativa, né? Mas >> eu acho que exatamente isso. >> Procurar contribuindo para assim, a gente não fala que tá analisando isso, né? Mas realmente pode ser que dê a entender porque tá um pouco vasto aqui. >> Sim. >> Então dá para colocar no objetivo aqui uma avaliação qualitativa. >> Então você já até marca. Bom, isso é importante, viu? Tá. Tá. Pode deixar. A diferença na espessura da linha de cola e na penetração do MUFPU são mencionadas, mas sua
relação com a anatomia da madeira não é totalmente explorada. Incorpore análises quantitativas da distribuição do adesivo em diferentes elementos Anatômicos. >> Não, isso não foi mensurado também. É de novo voto na questão qualitativa. >> Exato. Pronto. A sugestão de usar pelo menos duas técnicas complementares é útil, mas poderia ser direcionado a objetivos específicos, por exemplo, profundidade, penetração, etc. forneça um guia de seleção técnica na discussão. Conclusão. Isso aqui ele eh eh tá mais ou menos no Caminho desse comentário aqui, quando ele fala que, ó, pega um objetivo pra viga e fala o caminho assim. >>
Perfeito. Perfeito. >> É a mesma coisa, né? >> Sim. >> Ah, bom. Por exemplo, imagens FM, a fronteira entre a linha do adesivo e o tecido lenhoso não está claramente marcada. Aí ele fala para fazer um um destaque, né? Deixa eu só olhar como É que tá essa imagem. >> Isso é fácil de fazer também. >> Olha isso. Aqui é que a gente manuseia a imagem, né? >> Exato. E realmente dá fm. FM e realmente dá valoriza um pouco, né? Não, isso é light. Considere feito. O estudo cita alguns trabalhos relacionados, mas não compara sistematicamente
os seus achados como a Morfologia da linha de cola, profundidade e penetração, especialmente maneiras tropicais. >> Que que você escreveu alguma coisa aí, Pedro? >> Ah, eu coloquei que eu ia que assim tinha que ler esses trabalhos de novo para ver, né? Aí eu falei que eu ia tentar montar um parágrafo para tentar discutir isso, mas >> é só da literatura. Eu coloquei resultados aqui, mas se eu falar só da Literatura, não. Como é que eu compararia isso com o que a gente tá fazendo? Não tem, porque de novo o nosso estudo é qualitativo. >>
Exato. Enfim, >> sistematicamente os seus achados é qualitativo. É aquela aquela coisa que a gente tá falando da comparação. Por exemplo, o cara utilizou o método X, ele constatou os mesmos problemas que a Gente. >> Aham. >> As mesmas limitações, os mesmos potenciais. ou aquilo é mais intrínseco da espécie que a gente avaliou que não possibilitou identificar geometria, morfologia, entre outras coisas. >> Perfeito. Uhum. Bom, beleza. Aí o o revisor um. Material e métodos usados precisam ser descritos com mais precisão. A aplicação do adesivo e pressão e não apenas do prospecto. Entra no que o
>> na tabela, naquela tabela que nós temos que colocar os valores, >> ó. É >> exatamente isso, né? Vai ser oportuno colocar na tabela para falar que a gente esqueceu de colocar na tabela. >> Exato. Exatamente. Aí ele fala tabelas com resultado. Média, desvio padrão para diferentes adesivos. falha na linha de cola em percentual e Em tabela de luminação. Ué, calma aí. Tabela com resultados. Médio, padrão. É aquela tabela do token. Não tem, não tem a média que não tem o desvio quadrão. Ah, com certeza tem. Só tá a média lá. >> Média e desquadrão.
>> Não, lá média e desquadrão. >> Eu não coloquei no texto. Deixa eu ver. Eh, coeficiente de variação. Coloquei. >> Ah, então coeficiente de variação e porcentagem, hein? >> É. colocar, ele tem que colocar um porcentagem aí dentro, >> tá? >> Falha na linha de cola em percentual em tabela para elinação. >> Deixa eu ver a delominação 0% não tem porcentagem de rupturaisalhamento >> 100% na madeira. >> 100% na madeira em todos os casos. Eu não, eu não sei se eu entendi essa segunda parte aqui, >> não. Então é, é porcentagem, na verdade Nós estamos
falando aí que a delaminação ela não aconteceu no adesivo, ela aconteceu 100% na madeira. >> Exato. >> Ou seja, que os adesivos foram efetivos. >> Fazola percentual. >> Pois é, mas que que aí eu não consigo >> aí que tá 100%. Ah, então aí é que tá. A gente pode de novo colocar um vermelho, faz de conta que ele não viu, >> coloca um vermelho na coluna >> e coloca os os porcento dentro dos parênteses aí da da do MO e do Mor para falar dos CVs. >> É que gente é até fala aqui, ó,
tipo, a gente até reforça aí, mas beleza. Isso aí >> que outros estudos também encontrou a mesma evidência, mas >> é, tá bom. Não, menos pior, né? Pelo menos é exato. Marca o vermelho lá na coluna e acabou. >> É, os adesivos PU nem sempre apresentam Bolhas, isso depende da umidade. É >> isso é verdade. >> Isso eu acho que já tá no texto, mas é a mesma coisa, né? >> Sim. Eu acho que esse pessoal eles ganham algum voer, alguma coisa lá e precisa fazer a revisão, entendeu? Tipo, não é possível. >> Pior que
não, hein, Pedro. Se fosse DPI >> antes, fosse, >> é, antes fosse Na área também sobre linhas de cola e CT/ micro CT e Syncroton. Que [ __ ] que é essa? Síncroton. >> Nossa, mas deixa eu ver no inglês lá. Ah, pode, pode terminar aí. Essa parte não representa realmente o estado da arte. Deixa eu só ler meu comentário aqui. Às vezes, ó, os trabalhos que consideramos na revisão foram obtidos conforme o método apresentado na própria introdução, string, base de dados, etc. Claro que deve existir trabalhos que não foram encontrados por este método, porém
não consigo garantir que vamos achar exatamente trabalho que eu desoro. Posso tentar buscar mais trabalhos porque eu fiquei com medo de nem achar o que que ele tá pensando aí, né? Porque até porque, tipo assim, ó, tem mais trabalho, traz aí. Isso é pera aí, pera aí, pera aí. Ó, o o micro microtomográfica que que é o CT mesmo? É, >> é assim, >> é aquela microtomografia computadorizada, não é? >> Isso é aquele, é aquele 3D, não é? >> É >> pegar o nome certo. >> Tem muito mais. Ele tá de brincadeira, ó. Deixa eu
pegar a string do da microscopia só pra gente ver. Ó, a string da microscopia foi plulã. >> Sim. >> Microscopia, microtomografia. >> Perfeito. É isso aí. >> Não tem como ser mais amplo que isso >> não. Não tem. Pode ser categórico. Aí é que tá. Trabalho. Tudo bem. trabalho com MLC com avaliação de delaminação, essas porcarias, tudo vai ter um bilhão de trabalhos. Mas quando você coloca a técnica de imagem, aí no caso não. >> E isso é um recorte do quê? Da copos e Da siz. >> Exato. Então trabalhos. Mas >> então, mas veja
aí, ó. No caso, a espécie de madeira que nós estamos considerando nesse trabalho é só o paric, >> só. >> Então aí ficou mais [ __ ] ficou mais difícil ainda encontrar alguma coisa a par. Ainda nem que se fosse só MLC sem a técnica de imagem. MLC com paricar. Quantos trabalhos você vai encontrar? Deixa eu ver se tem aqui, ó. >> Cinco. >> Lá cinco. A gente pode falar, ó. A gente já tem as já temos a resposta aí. Então, com o MC de Paricá, foram encontrados cinco trabalhos para uma revisão sistemática de literatura.
E quando a composição da string combinou a técnica de imagem, nenhum trabalho foi encontrado. Então, acho que a gente pode simplesmente dar essa resposta. Apesar Do revisor, cabe notar que é no parágrafo tal, falamos sobre como os trabalhos foram encontrados, né? né? Fizemos uma revisão sistemática, as stringas foram tais, enfim, acho que isso a gente responde numa boa. >> Aí aqui ele fala que tem muita figura sem valor científico. Eu tô achando que ele tá falando, por exemplo, disso aqui. >> Ah, tudo bem. Não, na verdade, técnica de fabricação desse trabalho, olha, não ranca nem
a pau. >> É, então, tipo, >> isso aí tem que estar no trabalho. Ah, tudo bem aí. Não sei essas figuras aí de ensaio, não sei, >> mas, né, eh, sei lá, enfim, a gente entende, né, a observação dele. Entretanto, né, para uma revista plurista, em termos de área, consideramos ser importante manter as imagens. Espero que considere a nossa colocação, alguma coisa assim. Aí, por fim, a parte sobrinha de cola tá boa. Ótimo. Ah, meu Deus. Eu gostei de uma resposta que o Víor deu, que eu eu normalmente quando eu faço uma uma resposta, eu
vou focar só no que eu preciso alterar, né? >> O Vor não. Eu peguei lá um um modelo que ele mandou para mim, ele respondeu tudo, inclusive o que os revisores concordam. E aí ele dá maior ênfase, a gente agradece, a gente aprecia que você Entendeu, porque a gente e o Vitor é bom nisso, né? Aí é isso mesmo. >> Aí não, mas sempre cabe um agradecimento, né? Gustavo. >> Maravilha. >> Mas ele valoriza bem isso. Sensacional. Esse é o Esse é o Vitor, cara. Bisto, é só isso, >> só pouquinha coisa. >> Eu acho.
Eu qual que foi o revisor mesmo? O número do revisor que fez 7 Coment. Já escrevi o nome dele no meu caderno. >> Perguntava pro professor C se ele consegue descobrir na JMRT quem que é o revisor três. >> Olha, não tramita trabalho. Mas o Antônio, o trabalho, como eu tava falando aqui, o professor Sérgio Pedro na época quando mandou o trabalho, ele falou para mim e era importante que ele não mandasse, que ele não entrasse como autor Correspondente >> para ele poder, não sei o que que ele faz dentro da revista, agilizar o processo
de de encaminhamento do trabalho. >> Professor, e ele vai entrar só nesse ou ele vai entrar em outros também? Ô Antônio, na verdade é o seguinte, a gente pode convidar ele para outros. >> Eu digo isso pela dificuldade que a gente tem tendo, né? Acho que fazem o quê? Seis meses que a gente tá desde o Começo. Acho que a gente terminou em junho, né, Pedrão? Por aí eu acho que até fazer, deixa eu perguntar para vocês uma coisa. Vocês falaram do Pinos, né? Esse artigo do Pinos tá em avaliação. >> Te falo agora. Calma
aí, ó. Da Raquel. O que que eu tenho da Raquel aqui? Minha planilha, ó, tem o da Liptus que vai pra revista matéria. Esse tá parado só esperando os outros serem publicados. E esse tem seis autores só. Só assim. Eh, deixa eu ver aí. Tem um que tá na Discovery que é sobre a teca. Esse tá sendo avaliado ainda. O da o de pinos a gente mandou para aquela materiales deconstruci. >> Ah, foi para ela. Então já foi. >> Ela demora. >> Ela demora. Pois é. A da Discover. Deixa eu entrar aqui no Sistema porque
eu não sei o que acontece. Esse sistema da Discovery às vezes demora para me alertar. Aí eu entro dia sim, dia não. >> Ah, você não recebe notificação, >> então? Eu recebo, mas eu recebo. Aí quando eu entro no site, essa essa notificação já aconteceu há 5 dias. >> [ __ ] merda. >> É só discover. Eu não entendo. Eu tô entrando aqui para ver. Ai, >> então na verdade, então assim, assim, pendente de submissão por conta dos outros serem publicados, né? É o do lips assim, se tiver um, ó, tá tudo certo, eu acho
que já dá para submeter. >> Ah, com certeza. >> Ó, a última atualização desse trabalho da da Discovery, ó, tem três revisores que aceitaram fazer revisão e é um desses revisores aceitou fazer Revisão no dia 24 de dezembro. [ __ ] que pariu. >> Pode esperar isso pro meio, final de janeiro aí. >> Ah, com certeza, >> com certeza. Espera que seja o revisor 3. >> Olha, ele já pode tirar férias já, velho. Tá cansado, >> pelo amor de Deus, cara. >> Ô, Pedro, ó, aí vocês vêm. Eu acho que vai, acho que não tem
nenhum impedimento Da gente mandar o trabalho pra matéria. >> É, né? É, >> até também eles avaliaram e tudo, né? >> Vixe, na matéria, na, ó, na verdade é o seguinte, a matéria, como todo periódico, ela eles eles acabam perguntando, né, pedindo sugestões no protocolo lá de submissão de possíveis avaliadores, né? Geralmente nessas revistas internacionais quando a gente coloca eles nunca consideram. É para eles para fazer banco de dados de revisores. Aqui no Brasil a coisa é um pouco diferente. O cara já quer trabalho, editor. Se você indica os revisores, ele já manda bala. Eu
falo isso por quê? que tem um amigo da ENF lá da, enfim, é o Neander. E curiosamente, em cerca de três semanas eu recebi três artigos dele de revistas diferentes para avaliar. resumo da ópera. Ele tá mandando os Trabalhos, ele tá sugerindo as os revisores, coisa que eu nunca fiz, e o editor tá mandando pros revisores que ele tá indicando. Um desses artigos é da revista matéria. >> Olha aí. >> Então, quando for mandar o trabalho pra revista matéria, Pedro, quando for mandar o trabalho, pergunta quais são os os revisores que a gente pode considerar.
pega esses orientados aí do passado que eu tenho e considera eles Como como potenciais de visores. Isso vai agilizar o trabalho, publicação, >> tá? Perfeito. >> É, inclusive, professor, teve um, não vou falar tão recente, mas eu acho que faz uns dois meses que chegou do Rodrigo Bispo para que eu pudesse avaliar. >> É, da matéria. >> Da matéria. Exatamente. Eu até comentei com ele, né? falei: "Ah, chegou aqui Para mim e tudo mais". E aí eu não lembro se a resposta dele foi que ele me colocou como sugestão ou eu tava no banco de
dados lá, porque a gente já tá tava também no processo de publicação da do artigo da Isabela. >> Eu falo, não, isso é uma é uma possibilidade, até porque esse banco de dado de painéis, né, a área específica é muito restrita. Ela é muito restrita. Agora, por exemplo, o Niander, que eu tô falando para você da Universidade Estadual do Norte Fluminense, Arce Ribeiro, fez um trabalho comenaria estrutural. >> Chegou em você lá. >> Eu, a gente, eu tenho trabalho com a venari estrutural, mas obviamente de longe é o que eu mais, né? >> Aham. >>
Você lembra do trabalho? Inclusive, Pedro, você participou desse trabalho. >> Sim, sim. >> Não, mas veio para mim. Tudo certo. Eu acredito. >> Alguma revista do Brasil dá um um incentivo para quem é revisor? Não, né? >> Dá, dá sim. É um feliz Natal. >> Não, porque >> pior que nem isso, nem isso eles mandam para nós no final do ano. Nem >> cara, pelo menos um voerzinho 50% da taxa, vai. 50%. Ped. >> O incentivo é você fazer no na menor quantidade de dias possível. É três dias para você revisar. Esse é o incentivo.
Eu tô no banco lá da matéria, nunca chegou nenhum artigo e eu dou graças a Deus porque não ganharam, né? >> Olha, então você, bom, enfim, quando assim a medida que o tempo for passando, essa chance vai aumentando de você receber >> trabalha para para avaliar. Eu não recuso porque é revista nacional. >> É, não, eu também. ou que sempre chega para mim é da conexões >> aí, >> por incrível que pareça. Aí eu sempre chegou um um eh dimensionamento de pilar lá, um programa de dimensionamento de pilar. Falei: "Ah, deve ser da Isabela". >>
Ah, da Isabela, com certeza. >> Aí >> conexões. >> É aquela da aquela que a gente publicou o Stud Bolt. >> Sim. >> Nossa, direto chega. Acho que vai ganhei uns cinco artigos deles. Enfim. >> Caramba. Eh, mas na matéria nunca, nunca, mas não ganha nada também. Se chegar eu avalio, mas se não chegar não faz, >> gente. E essa, olha só, MDPI é tudo assim, é tudo filho da [ __ ] né? Toda revista. E o pior que é o seguinte, hein? É um é um dos comércios mais rentáveis que tem. Por quê? Porque
você não tem tecnicamente mão de obra. >> Exato. >> Para pagar. Sabe quem que recebe desses Caras todos? só o editor chefe. O resto, todos os demais editores, eles estão lá por status e para trocar a figurinha. O Pedro tá na revista X, eu tô na revista Y. Quando eu mando o trabalho paraa revista do Pedro, eu publico, porque o Pedro facilita a minha vida e eu faço a mesma coisa com Pedro. Então, ganhar a gente não ganha absolutamente nada. E a revista paga indiano, paga asiático para poder formatar os trabalhos, assim, paga Miséria, sabe?
Então assim, esses caras lucram fortunas. Eu não sei se chegaram a ver, gente, eu não sei se isso é verdade. Eu não lembro da onde que foi que eu recebi essa mensagem. Parece que o Brasil já pagou um acordo de publicação com Nature, Eusevir e Springer. Escuta isso. De 1 bilhão de reais. pra gente ter acesso aos artigos desses periódicos. Eu não vi esse valor. Caramba, bicho. >> Eu vi foi recente, né, professor? >> Não, mas para ter acesso ou para publicar? >> Porque para publicar foi recente. >> Acho que eu te mandei um e-mail.
O >> foi para publicar que tá aberto. >> Então tem um lá que eu vi que eu acho que eu até te encaminhei. Da Will >> acho que é. É verdade, verdade. >> A Willam é uma editora que em tese não tem revistas com JCRs expressivos ainda. >> Até porque é difícil conseguir os Artigos deles assim, né, de uma forma paralela. >> Difícil. Então você vê. E aí agora você pelo menos só que você vê olha o olha o comércio, bicho. 1 bilhão de reais para poder acessar os artigos dessas revistas >> que a gente
produz, >> que a gente produz, >> que a gente avalia, >> que a gente avalia. Exatamente isso. E esses imbecis decive falando que publicar na não sei na onde, né, Engineering structures, que é a coisa mais fantástica do mundo, tem que ser o supraassunto. Suprassunto. Eh, povo idiota, parece que é um povo que não tem, acho que deve ter dois neurônios e um deles deve estar com defeito, não se comunica com o outro. Férias, >> enfim. Enfim. >> Bom, maravilha. Professor, só aproveitando aí, eu mandei já, já que eu tô atrapalhando a sério, eu vou
Atrapalhar direito, né? >> Bora. >> Eu mandei para assinar aquele meu relatório já. >> Não vou assinar não, meu velho. Já assinei, já tem tempo. >> Eu não vou assinar porque eu já assinei. >> Isso que é eficiência, meu. Tá doido. >> Pelo amor de Deus, Pedro. Colocar um código lá. Se eu demorar 10, 1 minuto para fazer isso, eu tenho que ser ser professor do Decibe. Mais que 2 Minutos é professor do Decibe. Não. Então, obrigado. Valeu. Vou mandar lá que o pessoal tá, enfim, enchendo meu saco. Eu tava enrolando para ver se entrava
mais algum artigo esse ano, mas já. >> [ __ ] velho, pelo amor de Deus. Você tá de brincadeira, >> não? Tá bom. Tá bom demais. >> Você tá de brincadeira. Esse ano aí que vai entrar, vai vir coisa boa para nós >> já. Antôni, >> nossa, por falar nisso, ô Antônio, vamos ver se a gente depois você consegue tentar defender no final do ano, porque os concursos públicos eles vão acontecer até o primeiro semestre, >> estão pipocando já, né? >> E vão no segundo semestre, a partir daí já não tem mais por conta, né,
um ano eleitoral. Sim, >> eu agora eu já acredito que 2027 começa fervendo em termos de concurso público. >> É, a nossa projeção que a gente tinha Feito, por era qualificar mais ou menos em abril e tentar defender ali para agosto, julho. Mas aí qual coisa se a gente conseguia >> nessa nesse planejamento aí, né, o quanto antes, né, >> para você, né, velho? Para você também não faz sentido você ficar aí, né? O Pedro, para ele faz todo sentido. Para você não faz, né? >> É, não tô sem gostada. >> Quanto quanto é o
quanto an você Terminar esse doutorado aí, melhor. E o bom Pedro, o Antônio já tem publicação na Flores, ele já tem a carta de alforria para poder defender. Então a gente, com Antônio, não, isso é sem pressão, viu? Você quiser qualificar, a qualificação não tem muito que correr, né? Qualificação é prazo limite, mas a defesa é só uma sugestão da gente defender esse ano para você poder e não defender, tipo, em dezembro. Você Defender em dezembro o título você vai conseguir ver depois em fevereiro. Vai saber quando é que você vai ver o título. Apesar
que a coordenação ainda vai est na Sheila. Nossa, pô, vai tá na Sheila ainda. >> Ah, eu quero pegar só a Sheila. Olha >> que desgraça, viu? Que cor rápido, >> ô Pedro. Não, mas enfim, não tem muito o que eles fazerem, não. Ah, o o o Vittor, eh, numa época a gente ofertou uma disciplina na Offscar, aquela de construções de madeira e bambu. >> Sim. >> E era na época da Gláuscia. Você acredita que ela não emitiu certificado para ele da disciplina? >> Foi >> não emitiu. Teve, tive que pedir pra Sheila. Depois que
a Sheila entrou, permitiu um certificado de que ele dividiu Disciplina comigo para poder colocar em currículo. >> E o certificado? Não, bicho. Não, mas o certificado tá escrito, sabe? A pessoa só tem que pegar ele, gerar o PDF e assinar. Mas é isso, cara. É isso. Graças a Deus, aquela desgraça já passou da coordenação. Acho que coisa pior que aquela não tem. >> Até o o meio que nesse assunto eu falei até com o Tarnier, o infelizmente a gente perdeu um colega aqui no Departamento e professor >> e aí vai já abrir uma vaga, né?
E o edital tá para ser lançado. Lembra que eu falei que tinha um edital pro interior, né? Só que agora vai ter um edital no meu departamento. >> Nossa, Pedro. Então, assim, esse esse eu vou fazer >> e eu já tô assim virando noite aqui, montando coisa. Mudou tudo aquilo que eu fiz eu perdi. >> Por qu? Ah, porque você não vai fazer mais. >> É, é o mesmo edital. A tua prova vai ser juntos. Até Antônio aí, não sei se você tá animado em mudar de estado, passar um pouco de calor, mas aqui em
aqui em Rondônia vai ter em Giparaná e em Porto Velho, né? Porto Velho vai ter uma vaga de Paraná vai ter uma, mas como lá o curso é novo, eu acho que lá vão chamar mais gente. Só que lá é a primeira turma que tá Entrando agora. lá era engenharia ambiental antes. Então a galera é muito nichada para esse lado. Saneamento é engenheiro de saneamento. A >> mas com certeza vai ter mecânica dos sólidos, né? Isso aí não tem como não ter estática, não tem como não ter. Essa parte vai chamar uma galera, entendeu? O
resto eles se viram, saneamento, hidrologia, eles se viram lá. Mas essa parte de estruturas e tal, com certeza vai ter. Fica aí para para pensar. Quando sair o edital eu aviso. >> Uhum. >> Infelizmente aqui em Porto Velho vai ser só uma vaga mesmo. Ô, >> ô, Pedro. E foi um cara faleceu do quê? Eh, >> ele estava com câncer. >> Ah, com só que assim, a há tempo ele melhorou, mas você fica comprometido, né? Aí o pulmão dele começou a falhar. Não sei o quanto que a COVID deve ter Influenciado, né, na no desgaste,
né? E aí, >> ô Pedrão, e ele era de idade, >> cara? 63, 64 anos. Ele tava >> 2, 68, ele tá falando de aposentar já tinha 10 anos. Ele entrou na UNIR há 30 anos atrás, eu acho. 30. >> Car, professor de matem. Ele é função de cálculo. >> Ah, então vai ser, mas vai ser da, vai ser na área da matemática, >> não vai ser para engenharia geral. Colocaram temas de estruturas, tem tema de ferrovia, tem hidrologia e problema é de quem vai fazer a prova. >> [ __ ] que pariu, cara. >>
Tem hidrovias. O legal, assim, o legal é modo de falar, mas o interessante é que esses temas eles estão focados na região. Então, entrovia de de de eh eh eh amazônicos e tal. Então, assim, eu acho Que isso vai assustar uma galera eh com razão. >> Ah, ah, entendi. >> Então, assim, eu tô um pouco maisado por isso, apesar de não ser minha área, pelo menos Ah, sim. Vixe, vai, vai, vai encarar essa assim com um gosto. >> Olha, eu vou com os dois pés no peito. >> Oh, com certeza. Porque se não for, >>
é uma pena. >> É uma pena. É uma pena. Mas assim, se Não for agora, cara, não tem nenhuma previsão de vaga para pra gente aqui em Porto Velho. Não tem, >> não. Tem que ser agora, tem que ser essa vaga aí. >> E, e se fosse geotecnia, tinha que ser essa vaga também. Se fosse língua portuguesa ser essa vaga. Exatamente isso. História, história do Bolsonaro. Você vai ser >> Tem que ser isso. É isso aí. Defensor do Bolsonaro. >> Tem que ser defensor de Bolsonaro. Não tem jeito. >> Não tem jeito. A gente vende
até a >> É, eu tô um pouco assim esperançoso, professor, para quando for abrir as vagas aqui para São José do Rio Preto. >> Ah. PR pra arquitetura, hein? >> Então, quando abrir por ali, >> que é perto da minha cidade de Natal aqui que é Lins, é uma horinha, 1 hora e meia quase de viagem, não é muito longe Da família. >> É o Fiscar lá que abriu, né, professor? >> É offcar. É, inclusive, inclusive, >> é, tem um campus, um bom, você vê a Oiscar tá toda [ __ ] mas o Lula tá
abrindo um campus novo lá em São José do Rio Preto e aí vai ter arquitetura e outros cursos. Inclusive, eu acho que tem professor do Deci que vai para lá, >> olha só, >> porque já abriram já edital de remoção. >> Eu acho que o Guilherme Parcequian, por Exemplo, é um que vai embora. >> Sério? >> Eu acho. Por quê? Porque ele tá passando as orientações dele para outras pessoas, >> o Ricardo, né? >> É. Então, e aí não sei, eu tenho a impressão que ele tá pensando em picar mula. É uma pena que vai
só ele, né? >> Podia fazer a podia fretar o ônibus. >> Pelo menos umas quatro, cinco pessoas já deixava um ambiente assim su, né? Uma Van. Tá bom. >> Vamos sonhar, mas não dá para sonhar muito alto. Pessoal não erga o osso não, viu, bicho? >> Não, não era. É mais fácil a gente perecer. É verdade. Ai. Ô, >> gente, então, ó, maravilha, viu? que vão falar com vocês.