Qu [risadas] tá falando 3 2 1 >> abominação não gostou? Não gostei cara complicado esse debate. >> Que médio da população caiu space, hein, galera. Denunci aí >> que atualizar interromper você usa inteligência artificial você falou que >> não eu não. Algumar minha aí que falou. Eu nunca falei isso não. >> Eu nunca falei isso não. >> Se você fosse o ser gay foguet ele é incompetente mesmo. >> Porque na terra plana isso é impossível de acontecer. >> Porque é assim ó. >> Então a terra como que é a terra? A terra é plana e
faz assim, ó. O sistema Paulo Freire que é um fiasco. >> Eu não acredito que o homem pisou na lua. >> Pois é, mas esse processo acontecendo em massa vai causar um impacto social. >> Sim. Boa. [aplausos] Não, cara, esse esse tema aí. >> Aia, ela vai tirar empregos, mas ela vai gerar novos empregos. >> Será que a questão não é que ela não vai tirar >> a inteligência artificial? Com certeza vai tirar o meu emprego. Isso não é ruim. Será que ela não vai, não vão nascer novos empregos? >> A terra é plana e
tem outros, outras em volta aqui, ó. Depois da Antártida, >> porque tua mãe talvez ainda precise de uma pessoa ali para ajudar ela. Você acha que quando você for idoso vai ter caixa do supermercado? Só acho argumento muito válido para para essas larição, >> mas questionar com base. O >> que você acha de cortar árvore? >> Cortar árvore? Mas eu não entendi que isso tem a ver com vida inteligente fora da terra. >> Às vezes dá até vontade de dar risada quando a gente vê aquela nave. >> Por tu dizes que tem extraterrestre lá. >>
A lua e o sol são dois astros que são eles são puro holograma. Eu vou achar pessoas que dentro da dentro do do corpo. >> A maior parte das pessoas votaram no Lula também, né? Você acha que o Lula tá certo. >> Acredito que o homem não tem nem como sair da terra por conta do dono. Tem um dom, mas tinha 500.000 pessoas nos Estados Unidos trabalhando na ida do Homem pra lua. >> E a não só vai acabar com os empregos, como >> acabar >> vai acabar com o seu emprego, como eu vou fazer
uma denúncia aqui, vai acabar com você, Sergão. São incríveis, cara. Guilherme Brigs, o Wend Bezerra, vocês são incríveis. Se vocês querem que est, cara, eles vão ter que estar no processo. Eles merece. da China, da Índia, do Japão, da Sim. Vê bonitão. Vê Bonitão. >> Eu quero ver essa foto agora. Eu quero ver essa foto. Não tem procurar, entra aí, escreve assim: Lro Apollo Landing S. Gente, >> ou eu estudo isso ou eu vou ser atropelado. >> Sim, mas ela ainda assim ela vai tirar emprego. >> Abra o vídeo da Apollo 17 saindo da Lua.
Você vai ver um maravilhoso chromak de níveis chaves. >> Não tem chromak. >> O chroma de Chapolim. Foi dirigido pelo Stanley Kubrick. E o Serjão sabe disso. >> O est público dirigiu o quê? O primeiro até o último. O governo brasileiro, ele não se importa se você não vai ter o que comer amanhã. Eu [risadas] venci. Complicado isso aí, cara. Demais. [risadas] Salve salve pessoal. Meu nome é Sérgio Sacani, tenho 50 anos, estou aqui hoje contra 26 negacionistas e a minha primeira afirmação é: O Brasil odeia ciência. >> Tudo bom? >> Tudo bem? Prazer, Rafael.
>> Prazer, cara. Tudo joia. >> Prazer. É ótimo falar contigo. >> Bora. Me chamo Rafael, sou empresário, moro aqui em São Paulo e hoje eu vim aqui para debater com o Sérgio Sacan aí, um grande ícone aí do YouTube. E Sergão, Pra gente já começar aqui, eu quero entender, me fala o o por que você acredita que o Brasil é inimigo da ciência. >> Cara, o Brasil como estado odeia a ciência porque nós não temos e nunca tivemos nenhum governo, nenhuma, nenhuma instituição, nenhum grande investimento no que a gente chama de big science. O único
grande investimento que o Brasil teve na Big Science foi o acelerador Siírios, que demorou muito tempo. Nós Não temos investimento em satélite, que é super importante para o país. A gente não tem investimento num sistema de GPS, que é fundamental hoje para um país. Soberano, se os Estados Unidos quisesse, ele poderia ferrar boa parte do mundo, o Brasil, inclusive, entendeu? E tudo isso é investimento científico. E não é, não é investimento na ciência aplicada. Esse que é o grande problema. tem que ter um investimento na ciência de base. >> E a ciência de base ela
é muito Importante. Só que o problema da ciência de base é que ela não dá voto, ela não aparece. Então isso faz com que os governantes, os deputados não queiram investir nisso. Então isso é a coisa mais clara que tem é o Brasil onde é a ciência. E se você pegar a tabela dos dos países mais ricos do mundo, são os países que mais investem em ciência e tecnologia no mundo. E por que que o Brasil não investe? Então esse é um grande problema. E não tem, não adianta Lado de governo. Você pode falar qualquer
um. Desde da, acho que desde da, do descobrimento do Brasil até hoje, não teve um governo que quis investir pesadamente ciência. >> Entendi. Mas você acha que é possível a gente começar a investir em ciência sem investir em estudo de base? >> Não, tem que começar por aí, por isso tem que tem que investir na na base. É porque muita gente separa, né? Existe uma separação que às vezes não é para Existir entre ciência e educação. São duas coisas que estão muito ligadas. Agora você pega, por exemplo, no Brasil, você já viu algum ministro da
educação trocando ideia junto com o ministro da Ciência e Tecnologia? Você não vê eles nem junto. >> Então isso é um grande problema. Os países que são desenvolvidos nessa área, a ciência e educação ela tá ligada. E aí, como eu tô falando que é ciência de base, a gente tem que começar na base Também, porque não adianta hoje eu querer, por exemplo, fazer um satélite, eu não vou conseguir apoio de ninguém, porque eu não tenho nem essa cultura. Quando eu começo a investir na na educação de base, a criança ela já cresce com aquela cultura.
Eu dou o exemplo sempre da Índia. Na Índia exploração espacial é obrigatório no ensino fundamental. Então a criança ela já cresce com aquilo. Quando ela for tiver na idade para votar, ela vai votar Em pessoas que têm aquele mesmo interesse que ela tem desde criança. E o Brasil não tem isso. Então a gente tem que ter esse investimento. >> É, mas boa parte da academia que a gente vê hoje, né, e defende o ensino de faculdade. É tudo escola superior e ninguém fala sobre o ensino de base, né? tá errado. >> Hoje totalmente tomado pelo
sistema Paulo Freire, que é um fiasco, não funciona, né? O aluno hoje ele passa de Ano, a não ser que ele fica um ano inteiro sem ir pra escola e nada acontece, né? Então o nosso sistema hoje ele já é falido. E para você que não sabe, você sabia que um aluno do Brasil hoje pro governo ele custa muito mais do que o do Japão? Pois é, pode pesquisar aí. Então o problema não é nem dinheiro. Agora falando isso, >> não, mas o problema nunca é dinheiro, viu? Isso aí vale, é bom ressaltar que boa
parte de todos os problemas, o Problema não é dinheiro. O problema, na verdade, é interesse. >> Agora fica aquela questão, será que os próprios governantes não têm interesse em manter a população ignorante? É. >> E agora que você falou em censo, vou trazer um ponto importante. Pandemia. Pandemia foi onde a gente mais viu aí falarem que de negacionista, né? Eu fui tratado com negacionista quando eu achei que era uma loucura falar que você vai pegar COVID se você tiver em pé num Shopping, não sentado. >> Prazer, tudo bom? Primeiro começar concordando com o que você
falou antes do debate, que o Palmeiras não tem mundial. >> Boa. Já temos uma um >> uma coisa em comum. [risadas] Muito prazer. >> Prazer. Seu nome >> é Giovani. >> Boa, Giovani. >> E eu gostaria de falar que o Brasil como Estado, que foi o seu argumento, ele não odeia a ciência. E eu vou concordar que realmente falta investimento na ciência por muitos motivos. Mas isso não é por motivo de ódio, porque na minha visão o governo brasileiro ele não se importa se você não vai ter o que comer amanhã. O governo brasileiro, ele
não se importa se quando você sair de casa vão apontar uma arma na sua cabeça para te roubar. O governo brasileiro, ele não se importa se vai ter algum médico para te atender Na fila do hospital. A realidade é que o governo ele é incompetente mesmo. Ele não odeia a ciência, ele é incompetente. Isso a gente vê em educação, a gente vê em transporte, infraestrutura, saneamento básico. Mas e tudo isso tá ligado com a ciência, cara? Sim. E é isso que a população não entende, porque a população, a população na hora da eleição, o cara
quer, eu também quero, eu quero que minha rua não inunde, >> eu quero que o meu esgoto funcione. Mas O que que eu vou fazer um esgoto melhor? Se eu fosse, se eu tiver uma universidade trabalhando legal, na universidade eu posso desenvolver um novo sistema de esgoto, um novo sistema de encanamento, que é mais barato, que é mais eficaz. E isso o governo não percebe que se ele fizer esse investimento na base, como a gente tava falando antes, isso aí vai gerar muitos frutos. Só que qual é o problema de tudo isso? Eu vou te
falar qual que é o Problema. O problema é que qualquer investimento em ciência, ele é um negócio de longo prazo, médio longo prazo. E médio longo prazo pro sistema que a gente tem político, ele não funciona, porque os caras são imediatistas. O cara quer que daqui 4 anos ele seja reeleito. Só que 4 anos às vezes para um investimento científico, por exemplo, pra gente colocar um satélite, rolou de violência. >> Se a gente coloca um satélite hoje, um Radar, por exemplo, a gente identifica exatamente aonde tem traficante, aonde que tem grupo mexendo com roubando caminhão,
por exemplo, roubo de carga no Brasil, a gente conseguiria fazer tudo isso via satélite, só que é um negócio que demoraria demoraria talvez 10 anos pra gente ter. E nenhum governo quer isso, porque o governo ele não quer que depois entre o outro e saia com os louros do que ele começou. Então esse que é o grande problema. Por isso que eu Falo que o Brasil como ele odeia mesmo, porque ele é é isso é um ódio, cara. Isso é um para mim é um ódio, entendeu? >> Na minha visão, eu concordo de tudo que
você falou quanto a importância da ciência, com certeza ela pode ajudar em muitos fatores. Porém, isso não é uma questão de ódio, porque quando você vincula um sentimento nisso, você pode acabar gerando muito mais conflito em questão da polarização, etc. Porque se você for analisar, por exemplo, o Brasil Ele não prioriza a ciência, o que pode ser um erro por tudo isso que você falou, mas você não priorizar não significa que você não que você odeie. Ou às vezes, por exemplo, vou dar o exemplo de um pai que ele tá preocupado em trabalho, várias questões
para pagar conta, às vezes ele não consegue dar tempo de qualidade pro seu filho. Ele não tá priorizando o filho, não significa que ele odeia o filho dele. >> Sim, nesse ponto aí tem razão. Mas o mas O ódio, né, no sentido de você não buscar a o o inter a gente falou, né, e eu falei aqui, o problema não é dinheiro, cara. Entendeu? Porque se o problema fosse dinheiro, tudo bem. até acho que não teria, ó, ó, nós temos um problema, nós temos um problema de dinheiro aqui, não vamos fazer isso, mas o problema
não é esse. O problema é falta de interesse mesmo. Então você tem um desinteresse total pela ciência. >> A falta de interesse não é só na Ciência. >> Prazer, tudo bom? >> Fala, Sergão. >> Joia. >> Sou seu fã para caramba. >> Qual seu nome? >> Rafael. Boa, Rafael. Vai lá. >> Bom, vamos lá. Eu vou ter que divertir de você, discordar de você o seguinte âmbito. Existe sim um investimento, né? do nosso país na ciência e um gosto pela ciência. Porém, em contraponto, quem não gosta é a população. A população prefere o quê? Pão
e circo. Então, >> mas aí que tá. Por que que a população não gosta? Porque não, será que não falta um, igual a gente tava falando aqui, um investimento na base, a população não gosta porque ela não veio com essa cultura da ciência. >> Eu vou usar um exemplo para você que sim, >> investe, porém a população não gosta, Mas que tem gente que gosta. Marcos Pontes. >> Hum. Ele foi um exemplo nosso de que sim, dá para você gostar de ciência, dá para você gostar de astronomia, tudo isso é uma questão aqui fora do
pessoal querer. Pessoal quer outras coisas. Então colocar que eu acho que o país é que não tem um investimento igual a fora, mas deve ter sim, porém a população aqui fora prefere outra coisa. >> Não tem. Então mas não é que a População, a população não é que a população prefere, cara. A população ela é levada por por eles, entendeu? Porque os caras preferem investir em coisa imediatista, muitas vezes populista, entendeu? Porque o cara quer se reeleger daqui 4 anos. >> A população aqui fora, ela entra no Instagram e gosto de ver a Virgínia, não
é o governo, é ela. >> Sim, cara. Mas aí que tá, mas tá faltando é cultura. Mas por isso que eu Falo que é a base. >> É a base. Porque se o se o governo chega e fala assim, ó, galera, é o seguinte, eu vou ter que gastar 400 milhões de dólares para fazer um sistema de GPS. vão falar que ele tá jogando dinheiro fora, vão falar que, ó, por que que você tá investindo essa grana toda se tem gente morrendo de fome? Porque eu quero, entendeu? Mas por que isso? Porque não tem a
base. Como a gente falou, é importante a base. Se a gente investir Na base educacional e fazer essa criança crescer com essa cultura, depois ela não, ela vai acessar o Instagram, certo? Entendeu? Ela vai querer procurar satélite, ela vai querer fazer participar de lançamento de foguete, ela vai querer fazer lançamento de fog. Eu no colégio, vou te dar um exemplo meu. Quando criança, >> eu fiz uma maquete do sistema solar. O professor pediu para fazer essa maquete. Poucos alunos na sala, né, se dedicaram A esse trabalho. A grande maioria gostava do quê? Educação física, jogar
bola. Então assim, o governo tava lá com o professor de geografia, sente ele colocou lá o professor de geografia para ensinar pra gente. A maioria queria o quê? O futebol. Então eu acho até que o governo, tô falando com o governo aqui, essa maravilha toda. A gente sabe que não é, mas acho que o mínimo chega a fazer, porém a população não quer saber. >> Cara, eu acho que não faz nenhum mínimo. Vou pegar o seu exemplo de futebol. Quando o Brasil foi campeão do mundo, o Brasil foi recebido pelo presidente. Até o Vampeta deu
a famosa cambalhota lá. Sim. Quando o Nicolélio fez uma das coisas mais importantes pra ciência recente no Brasil, que foi fazer o cara chutar a bola ali, a TV preferiu transmitir o ônibus do Brasil saindo da concentração e colocar o cara chutando a bola pequenininho no canto. E o Nicoléis nunca foi recebido lá pelos caras. >> Mas aí TV não é governo, né, Sérgio? TV é t falando o governo. Por que o governo recebeu Nicoles? Ela falou: "Cara, esse cara aqui fez um negócio muito [ __ ] durante a Copa no Brasil. Ele fez um
paraplégico dar um chute numa bola, cara". Sim. >> Tanto que o Nicol Você quer a diferença? Troucou, Sergão. Valeu. [risadas] [risadas] >> Vou soltar aqui. Vou soltar aqui. Mas só para terminar o pensamento, né, que a gente tava tá falando do Nicoleres. O Nicoleres na China, cara, na China os chineses lembram do dia. Se eu perguntar aqui para qualquer um, qual foi o dia que o Paraplégico deu o chute com a bola na Copa do Mundo? Poucos vão lembrar, na China ele é parado na rua pelos chineses e os chineses cumprimentam ele. Então essa que
é a grande diferença. Prazer. Como que você chama? >> Prazer, Big Sérgio. Me chamo Gustavo Cristóvão. Queria dizer a todos que eu não vou demorar porque a cadeira tá meio bamba, eu tô um pouco [risadas] medo. >> Gostei da camiseta Cosmos. Aí ó, estamos junto. >> Obado. Bom, eu queria dizer que negacionista é um termo meio insalubre. A única coisa que eu sou negacionista mesmo é o Mundial do Palmeiras, como nosso amigo falou ali. Junto. >> Mas eu queria dizer, calma lá, hein. Eu Queria dizer que você, Sergião, como influenciador, não sei se se denomina
assim, >> pá, [risadas] pode ser. Vai lá, >> você como influenciador, cara, você não pode entrar nesse mérito de bater nessa técnica que o Brasil odeia ciência. >> Eu acho que o Brasil não é bom em odiar nada, cara. >> Eu acho que o que nós temos no Brasil atualmente é um declínio eh moral, intelectual. O Brasil é um dos únicos Países no mundo que o QI médio da população caiu nas últimas décadas. Então você sente um declínio em várias áreas, na música, na mídia, na produção audiovisual. O Brasil tá com esse problema. Agora você
pegar o Brasil, você vê, você falar: "O Brasil odeia a ciência". Pô, um país que teve Santos Dumon, teve padre Landel de Moura, teve Vital Brasil. Quando o Charles Darwin veio aqui, Darwin, gosto do Darwin? Sim, >> eu também gosto da árvore. Ele falou: "Pô, o imperador do Brasil é um cara da ciência. Todo mundo que gosta da ciência deveria gostar desse cara". >> Exatamente. Aí foi um foi um dos poucos momentos da história que o Brasil teve, que Dom Pedro II, ele era um cara, né, que que era ligado muito à ciência. Eh, você
deu alguns, o negócio é o seguinte, cara. O Brasil, o país do jeito que ele é, a gente busca eh, vamos dizer assim, exemplos pontuais e tinha que ser diferente. A gente tinha que sentar aqui E nem conseguir lembrar de tantos exemplos, entendeu? Então a gente consegue lembrar de coisas muito pontuais. Aí é o Santos do Mão aqui, é o Nicolelles que eu falei ali, é o é o é o Marcos Pontes que foi pro espaço aqui. >> Então a gente a gente lembra dessas coisas muito pontualmente, cara. Mas olha o tamanho do Brasil, recurso
natural não falta aqui. Aqui não falta nada, cara. Nada, absolutamente nada. Aqui seria talvez o melhor lugar para Você construir um observatório de ondas gravitacionais, que lá nos Estados Unidos os caras tem que ficar tomando conta se vai terremoto ou não. Aqui não tem nada. Por que que a gente não trouxe isso para cá? Mas você concorda comigo que o problema ele é mais tipo intelectual, moral em diversas áreas? >> E você é perigoso você falar assim, o Brasil as ciências? >> Eu tenho te dizer parafraseando o MC Brinquedo, cara, me suas palavras. >> Brasil
[risadas] para só para deixar claro pra galera assim, isso eu já expliquei várias vezes, até quando eu falo essa frase aí que a galera vem com tudo para cima de mim, é o seguinte, eu não falo o brasileiro, o brasileiro, às muitos brasileiros, igual ele falou ali, né? Tem muita criança que gosta. Toda criança, cara, criança, eu falava que queria ser cientista. >> Então, toda criança quer ser astronauta, Gosta de dinossauro. Por que que isso se perde? É isso que a gente não pode deixar perder. Cach, né? Fala na internet aí de per porque tá
faltando uma coisa do estado, entendeu? A ciência ela tem que ser tratada como uma coisa de estado e não de governo. Esse é que é o problema. E no Brasil ela é tratada como coisa de governo, coisa imediatista. >> Mas não fale isso, não. Não fale isso não. Que odeia assim, o Brasil, o Brasil Não odeia nada não, cara. É ruim de odiar. A gente tem amor no coração. >> Odeio a ciência, sim. >> Obrigado, Sérgio. >> Estamos junto. >> Soltei aqui. Vai lá. [risadas] >> Quem tirou primeiro? >> Os dois. >> O amarelo. O
amarelo. >> Ele tirou. >> Prazer. Eu devia saber seu nome, mas não sei. >> Fernando, >> boa. Vai lá, digue. >> Bom, eu discordo de você porque >> é uma coisa de conhecimento, >> é uma alguma coisa que você não conhece, você sabe? >> Um monte de coisa. >> Então, se eu não conheço da ciência, eu vou falar que eu o quê? Que eu não gosto. >> Então, no nosso país, >> hum, >> não é muito trabalhado a ciência. >> Sim. O >> nossos colegas aqui falam do governo, o governo que a gente coloca lá,
né? Então, tipo assim, tudo a gente reclama. A gente vai reclamar do governo que a gente colocou lá, que não faz nada. A gente vai reclamar da ciência que não sabe, porque a gente não sabe. >> Não, mas a questão não é essa, cara. A questão é que a gente elege pessoas na, vamos dizer assim, na intenção de que Elas tomem a melhor conta do melhor jeito do nosso país. E a gente sabe hoje que o melhor jeito de tomar conta de um país é investir em ciência e tecnologia. os o país que não investe
em ciência e tecnologia, ele tá fadado à falência, que é o que tá acontecendo com o Brasil. >> Aí eu discordo de novo, porque se eu não gosto da ciência, porque eu não sei, eu gosto de outra coisa, fazer outra coisa, outra função, outra área. >> Mas aí se o governo colocasse isso desde A base, você hoje poderia estar gostando de ciência. Olha que legal. >> Eu poderia ter um conhecimento nessa ciência. >> Isso. Isso aí. >> Obrigado. [aplausos] >> Não, cara, lá você vou falar, né? Essa essa frase é uma frase é uma frase
um pouco polêmica, nem é uma frase de tanto de negacionismo assim, né? Mas eu acho que já que eu tava na frente aqui de uma Galera aqui, se aí que tomara que esse vídeo aqui seja muito assistido, fica aí uma discussão e uma e um pensamento, né, para todo mundo ter. E quando você tiver em casa assim, fala: "Caramba, meu pô, ano que vem é um ano muito importante, ano de eleição. Pergunte para o seu político de estimação se ele tem alguma ideia do que que ele vai fazer com a parte científica e tecnológica do
Brasil. Cara, vem cá, todo o resto eu sei. Você quer acabar com fome, pô, Cara, todo mundo se sabe. Agora eu quero saber na parte científica o que que você tá pensando em fazer e veja se ele tem algum plano. Fica só esse recado aí. >> A minha próxima afirmação é: O homem pisou na lua em 1969. >> Muito prazer. >> Bora. Prazer. Tudo bom? Certo. Sou o Daniel Crammer, tenho 23 anos, crio conteúdo, sou massoterapeuta. >> E antes de tudo, vamos deixar algo bem claro. Ninguém aqui é negacionista. Esse Termo, como o colega bem
pontuou, é muito forte. Negacionista é quem não toma vacina. Negacionista é quem negou o holocausto. Agora, porque eu tô questionando o pouso na lua sou negacionista. Então, uma palavra muito forte, pô. [risadas] >> Enfim, contexto, pouso na lua em 72, certo? >> 69. >> 69. >> É 72 também, tá? Foi a última. Apolo 17, Mas tudo bem, mas tô falando da da Apolo 11. >> Apolo 17, você que tá aí de casa assistindo, abra o vídeo da Apolo 17 saindo da Lua. Você vai ver um maravilhoso chromak de níveis chaves. >> Não tem chroma. >>
O chroma de Chapolim foi dirigido pelo Stanley Kubrick. >> E o Serjão sabe disso. >> O Stanley Kubck dirigiu o quê? o primeiro até o último. >> Sim, ele sabe disso porque ele sabe que em 69 os Estados Unidos, o Grande Satan foi massacrado na guerra do Vietnã e toda a guerra é política, é informação. Todas todas as escolas de marketing, todo mundo que tem superior nisso, estuda a psicologia, sabe como funciona a manipulação das massas. Estuda quem? O Gebels, que foi o ministro de propaganda nazista. >> Hum. >> O Hitler conseguiu pegar toda uma
nação E fazer acreditar no projeto dele. Por quê? Porque ele tinha marketing. Então, quando os Estados Unidos sai destruído daquela guerra no Vietnã, você tem o contexto da Guerra Fria. >> Ainda tava, né? Na verdade, ainda tava. >> Tem aquela guerra espacial. Então eles precisavam de algo para se colocar como os fodões, como >> Sim, a gente tá falando exatamente no contexto de Guerra Fria, Estados Unidos contra União Soviética. Hã, >> então eu não tô negando que a exploração espacial, a cadelinha laica, ela foi lá, o Yuri Gagarin, ele eh foi lá, tá tudo certo,
>> entrou em >> Mas aquele vida, apó 17 aí, Sergão, você vai me desculpar, >> tá? Vamos lá, então. Pera aí, pera aí. Tem tem várias coisas aí que você tá misturando várias coisas numa coisa só. Eh, eu tô falando porque muita gente se muita gente discute no lance da ida do Homem pra lua, muita gente fala assim: "Não, o homem foi pra Lua". Mas em 69 ele não pisou porque tem várias questões de tecnologia e tal que eu até vim preparado para para conversar sobre isso. Ponto. Apolo 17. Aquele vídeo lá. Aquele vídeo lá,
cara, eu não sei se você conhece um pouco sobre a exploração espacial. Aquele vídeo era a última vez, a última tentativa, o último momento que a NASA, que os Estados Unidos tinha a chance de filmar aquilo acontecer. Apollo 15, Apolo 16 e Apolo 17 levou um hover pra lua, um hover, um jipinho. Esse jipinho ele foi com uma câmera. Apolo X já tem a filmagem. Apolo X eles filmaram, só que na hora que o que o que o módulo de ascensão que a gente chama vai sair, a câmera cai. A gente só vê um pedacinho.
Apolo 16 filmaram também, só que na hora que ele vai levantar a câmera não seguiu ele. E a história, a história da inter aquilo, aquilo é feio. Eu vi você no podcast falando que aquilo Foi controlado, transmitido ao vivo com controle de atar em 69. Cara, não é controle de atrole de o supercutador tinha capacidade de 64 KB. Se eu tirar uma foto sua agora, ela não vai ter >> 64. Isso que eu queria tocar. >> A TV era preto e branco na época, cara. >> Então a gente você tocou no ponto que eu queria
conversar com vocês, que é tecnologia. Então vamos lá. Você usa, vamos lá. Calma aí, calma. Você usa inteligência artificial? Se você fosse Ser gay foguet, você não ia defender isso. >> Você usa inteligência artificial? >> Uso, né? Tem que usar, né? Então, jeito. Us. Você sabe quando ela foi criada? >> Não. >> Não. Inteligência artificial foi criada em 1955, 14 anos antes do homem ir para a Lua. Sabia disso? >> Não. Obrigado pela aula. >> Sei. Em 1965, O ser humano criou um computador chamado Elisa. Já ouviu falar no Elisa? >> Não. >> Sabe o
que que o Elisa fazia? Não, >> você conversava com o computador. >> Olha que maravilha. >> Em 1964, o Estados Unidos construiu o Valquíria. Já ouviu falar no Valquíria? >> Não. >> Valquíria é o avião supersônico que ia jogar bomba atômica na União Soviética. >> Excelente. Mas nada disso muda o vídeo da Paulo 17. Veja o vídeo da Paulo 17. Cara, aquele vídeo lá, ele é ele é feito aquele lá tem a entrevista da galera que participou daquilo que eram pessoas de televisão. Foi no estúdio desse. >> Não foi no estúdio desse. >> Igualzinho. >>
Troca. Vai lá. Estamos junto aí, cara. Não, ele tem que falar o 3 2 1 lá. Calma. 3 2 >> Calma aí. Calma. [risadas] >> Prazer. Como que você chama? >> Prazer todo meu. Francisco. >> Boa. Eu vim, gostei que você vi o chapéu aí. É contra o três Atlas. [risadas] >> Eles estão nos ouvindo, hein? >> Estão nos ouvindo. Tá. É bom colocar. Eu esqueci o meu. Mas eu, segundo a galera fala para mim, eu já sou ouvido por eles. Então, tá tudo bem. Manda lá. Não, eu não vou refutar você não. Eu inclusive
moro na lua. Ah, >> isso. Pronto. Aí acabou. Aí, ó. Tá vendo Só? >> Estai minha nave aqui na Paulista. >> Parou. Aí >> é >> panelinha. Riscou ela. >> Riscou. Mas ainda bem que não tem problema, né? Mas eu volto para falar do aquecimento global. >> Tá [risadas] bom. Tá bom. [risadas] >> Ele não tá falando 3 2 1. Vai. >> Gabriel tá dormindo no ponto aí, Gabriel. [risadas] >> Lá. Prazer. Tudo bom? >> Prazer, Sergião. Tudo bem. >> Como você chama? Eu sou Eduardo Gimenees e eu tenho um canal no YouTube também chamado
A Chave da Ciência. Boa >> e eu escuto muito falar de você lá porque o pessoal da Terra Plana tem um carinho grande por você, hein? [risadas] Bom, seguinte, Sergão, tô aqui para falar um pouco sobre essa questão também da ida do Homem à Lua. >> Bora. Eh, eu tenho assim acompanhado muitas coisas em relação a isso desde alguns anos para cá >> e eu me dei conta de que essa tecnologia que você inclusive fala, que existe há muito tempo, >> eh, de acordo com até o astronauta, eh, Dom Petite, ele diz que essa tecnologia
foi até perdida ao longo do tempo em relação a >> tecnologia que foi perdida, mas tudo bem, vai lá. Bom, ele diz isso no vídeo Dele, que ele poderia ir paraa Lua no Nano II tal, mas muita coisa foi perdida e não daria para reverter isso. Era um processo até muito difícil para poder conseguir eh voltar a fazer isso. Porém, a gente vê que tenham acontecido coisas ao longo desse período que eles querem voltar pra lua, ir paraa Marte e tal. Eu tenho uma revista, inclusive dessa década de 60, onde falava que já deveríamos estar
em Marte desde 1978. E aí o que que acontece então com essa Tecnologia realmente não avança? Porque ano entra, ano sai, eles falam que vão e nunca vão e a gente tá em 2025. E aí >> então essa é uma das grandes questões que todo mundo levanta, né? Porque que a gente não voltou pra Lua, né? Como a gente tava começando a conversar aqui, a ida do Homem pra Lua na década de 60, 70 tinha um contexto que era o contexto da Guerra Fria, que era uma uma guerra ali entre Estados Unidos e União Soviética.
Lembrando que a União Soviética foi o Primeiro país a admitir a chegada dos Estados Unidos na Lua. Tanto que eles pararam o desenvolvimento do N1 deles, que era o foguete lunar dele, foi parado, porque eles falaram: "Não adianta mais a gente gastar dinheiro com esse foguete porque nós já perdemos a corrida espacial". Entendeu? Então não tem prova maior do que o maior inimigo dos Estados Unidos ter admitido que os Estados Unidos tinha chegado na Lua e ganho. Por que que a gente não voltou na Lua? Porque naquela época ir para a Lua era ir, chegar
e fim de papo e voltar. Isso aí mostrava, é como se fazer um gol no futebol. Acabou, ganhei o jogo, entendeu? Depois você não tinha mais um apelo econômico para voltar pra lua, como o o cara que ele veio aqui antes, os Estados Unidos estava passando a guerra do Vietnã. Isso era terrível. A população americana, Apolo 12 quase ninguém assistiu. Apolo X foi um vechame. Apolo X foi um vechame tão Grande que a família dos astronautas tava assistindo na arquibancada na NASA, teve que ser levada para dentro do centro de controle porque não tinha ninguém
assistindo mais. As outras então nem se fala. Apolo 3, ela só ficou famosa depois que ela explodiu no espaço. Aí toda toda a comunidade, toda os os o cidadão americano foi para para assistir. Então assim, eles pousou, acabou, cara. Não queria mais saber da lua. Em 1998, Uma sonda indiana chamada Xandraian com um equipamento da NASA passou pelo polo sul da lua e detectou água. Aquilo ali foi a grande mudança da ida pra Lua. Até 1998 não se tinha por voltar pra Lua. Não tinha interesse, não tinha nada. A partir de 98 até hoje, a
gente tem essa esse tentativa de voltar paraa Lua em algum momento agora. Por que que naquela época a gente enfiava os caras e vamos, cara? Entendeu? Tem várias várias questões aí. Aqueles caras ali, eles Eram uma raça fora do comum, era um piloto de teste. O Buzz Aldre, eu já vi duas palestras do Buz, ele assinou um documento >> falando que ele tinha 95% de chance de morrer. >> Esse era o documento que os caras assinavam. >> Sim. Mas uma coisa eu queria te perguntar, você falou que acredita que a mídia ela pode focar em
algo específico para fazer com que a nação então Acompanhe um caso pequeno, um caso grande, ou torneo, grande ou um caso grande pequeno. Você não acha que eles podem controlar inclusive dentro disso e fazer com que as pessoas acreditem que algo aconteceu, que não aconteceu, só para controlar mundialmente isso? >> Control a questão da mídia, concordo com todo mundo que fala, a mídia pode controlar, isso aí é óbvio, cara. Mas tinha 500.000 1 pessoas nos Estados Unidos trabalhando na ida do homem pra Lua. 500.000 pessoas. Você controlar, colocar na televisão, mas você fazer 500.000 pessoas
falarem mentira, isso é muito complicado, entendeu? É impossível praticamente, entendeu? >> Tá OK. >> Tudo bom? >> Prazer. Tudo bem. Seu nome? >> Gustavo. Tenho 20 anos. E o primeiro que eu acredito que o homem não tem nem como sair da terra por conta do domo. Tem um domo. Eu acredito nisso. >> Você acredita? Tem um domo? Sim. >> O domo é feito do quê? >> Não sei. Mas tem um domo e a terra é plana para mim e não tem como sair daqui. >> É tudo uma mentira. Você tá na Matrix, na minha opinião,
você tá na Matrix. Você tá feito de crenças. A sua cabeça tá feito de >> crenças. Não, beleza. Nem nem era terra plana o assunto aqui, mas tudo bem. A gente fala, >> mas essa questão. A terra não é redonda, não tem como sair daqui >> para ir pra Lua. >> Lá. Eh, você acha que terremoto existe? >> Terremoto existe. Já presenci terremoto já. >> Terremote. Já presenciou? Que bom. Então, então vou te falar, cara. É impossível terremoto da Terra plana. Para impossível. Não tem como você fazer aqui uma conta aqui na minha frente agora
provando que tenha terremoto da Terra plana. E se você já presenciou, é muito bom, porque você sabe que eu não estou mentindo. >> Sim. >> Você concorda também que terremoto acontece com todo lugar do mundo. >> Todo lugar do mundo na hora. Eu trabalhei durante 5 anos num observatório sismológico da USP, registrando terremotos do mundo inteiro. Eu conseguia na USP registrar terremotos que aconteciam no Japão. E estudando as Ondas sísmicas que atravessam a Terra, a gente chega à conclusão de que a Terra tem um manto, tem um núcleo externo, tem um núcleo interno, coisa que
na Terra plana isso é impossível de acontecer. >> Porque é assim, ó. >> Então a ter como que é a terra? >> A terra é plana e faz assim, ó. >> Faz assim. Então eu dou aqui, Então beleza. Então você tá falando que a Terra, a borda dela para baixo é triangular. >> Sim. >> Se fosse assim os terremotos que a gente registra no mundo inteiro já teriam mostrado isso e não teria como enganar. Tem tem matrix, cara. >> Não tem matrix. Porque os dados os dados de terremotos eles são, boa parte deles são públicos,
qualquer pessoa pode acessar. >> Gratidão. Estamos junto. >> Nem lembro, mas nós estamos falando da lua, né? >> Vai lá. >> Prazer. Tudo bom? >> Como que você chama? Gustavo, >> bora diga. >> Então, eh, o homem não foi a lua. >> Sabe por quê? A lua e o eita, a lua e o sol são dois astros que são >> eles são puro holograma. >> Holograma, >> exatamente. Por Deus, >> você já viu num telescó? Você já viu um telescópio? >> Você já viu um telescópio? Lua. >> Não tem como, não tem como pisar na
lua. A lua não é algo? >> Você já viu a lua no telescópio? >> Não, não tem aquele telescópio >> não. Então, cara, te convido aí para qualquer observatório. Você é daqui de São Paulo? >> Sou. Aqui em São Paulo o planetário faz sessão de observação. Ali no planetário eles observam o sol e observam a lua. >> Qual sol? Tem três sol. >> Três sóis. >> Tem. Cada lugar da terra tem um sol. [risadas] >> Não temos três sóis, cara. Fica tranquilo. Tem vários vídeos com Vamos lá. Então vamos lá. Aí dá pra gente provar
matematicamente que não tem três sóiss. Porque se a gente tivesse três sóiss, a gente viveria num sistema chamado problema de n corpos. E num problema desse E num problema desse não Tem como ter um planeta em órbita estável, >> entendeu? Isso você consegue provar matematicamente que não tem como ter órbita estável. Você acredita que a Terra tá orbitando alguma coisa ou não? >> Não, não acredito. Não, eu acredito que esses astros foram criados por Deus a noite e o dia. Não tem nada a ver com esse negócio de pisar na lua. >> A noite e
o dia. Mas quando a lua aparece de dia, como que fica? >> Ah, >> se a lua aparece de dia. >> Vai lá. Prazer. Tudo bom? >> Vinícius. Ô, Vinícius. Hã, >> nós estamos falando do homem na lua, hein, galera. Só eh desviamos aqui paraa terra plana, mas tudo bem. Vai lá. >> Eu não acredito que o homem pisou na lua. >> Boa. Por quê? >> Até por motivo de ter, eu teria que ter fé para isso, >> porque, por exemplo, eh, quando eu tava vindo para cá, eu passei numa rede de supermercado e eles
tinham uma bandeirona do Brasil lá, por exemplo. Aí eu vi, falou bonita, tal. Qualquer um aqui pode passar lá e ver. >> Agora os americanos foi na lua e fincou a bandeira deles lá. Alguém aqui pode ir lá e ver e comprovar isso? >> Qualquer um pode, cara. Tanto a maior prova é o seguinte, vamos lá. As missões da Índia, missões da China, missões da Própria grupo fechado. Não é, não é grupo fechado, cara. Vou te falar. Missões da Índia, missões da China, missões da própria Rússia e da União Soviética, fotografaram missões que estão na
órbita da lua, fotografaram os restos das missões Apolo lá. Então, todos esses países mostraram: "Ah, mas a gente consegue ver a bandeira daqui da Terra?" a gente não consegue. Existe uma conta que a gente faz para poder ver a bandeira dos Estados Unidos fincada na Lua, a gente teria que ter um telescópio de 150 m. Isso é impossível ter, tá? Mas está tudo lá, tudo que foi deixado, Índia, China, Rússia, própria União Soviética e Japão, aliás, e Coreia do Sul também, porque a Coreia do Sul tem uma sonda na óbita da lua, todas elas passaram
em cima dos locais de pouso da Apolo e mostraram tudo lá. Então, tá tudo lá, entendeu? E também, por exemplo, vai, a gente pega a nave que foi usada e às vezes dá até vontade de Dar risada quando a gente vê aquela nave, porque a gente vê uma fragilidade nela, ela aguentou temperatura, temperaturas altas, temperaturas baixas, >> ela tem fragilidade aquela, outras também, por exemplo, para ela sair daqui, precisou da propulção, certo? E precisou de bastante energia, bastante combustível, certo? Então, imagina tudo esse combustível e o tanto que utilizou para ir daqui até lá e
depois ir para voltar. Para voltar você não precisa de Quase nada, porque >> e a propulsão para sair de lá. >> A propulsão ela tinha tanto que o módulo de ascensão ele guardava um pouco de combustível. Isso foi calculado. E obviamente para você sair da lua, você precisa de muito menos combustível. A lua é muito menor que a Terra. A Lua tem uma gravidade muito baixa e a Lua não tem atmosfera. Para sair da Terra é algo muito, realmente muito difícil. Não é à toa que os foguetes hoje, 90% do foguete É puro combustível. O
que resta do foguete é um pedacinho ali, o próprio falou, >> mas naquela nave que a gente consegue ver lá no >> naquela nave que a gente consegue ver >> aonde cabe tudo isso de combustível ali, a gente vê >> toda, toda a nave é combustível. O Saturno 5, ele tinha 110 m de comprimento, os 100 m de comprimento dele era combustível. Eram vários Estágios todos de combustível líquido, que iam sendo descartados, iam dado dando impulso na nave, iam descartando e só o resto é que sobrava. >> Lua, né? >> [risadas] >> Tudo bem, Sacani?
Tudo bom? Prazer. >> Prazer, Victor. L. Op. >> Eu sou professor de lógica. >> Boa. >> Eu queria voltar um pouco no primeiro tema, porque o pessoal tá desvendo Bastante, que é o seguinte. >> Eu acho que o Brasil odeia a ciência, mas você a superestima. >> Eu superestimo a ciência. você superestima ciência, porque você eh pressupõe uma visão de mundo que se chama cientificismo, >> em que não vai lá que as tes em que as teses científicas são as únicas que que são verdadeiras ou que podem ser provadas como verdadeiras >> e as outras
teses não podem ser provadas Como verdadeiras. Quando eu falo a questão do do da ciência, cara, eu não tô falando desse ponto aí que você tá levantando. Eu tô eu tô colocando o ponto de que você, por exemplo, vamos vou eu preciso, >> você preciso entender que o cientificismo ele não é uma visão de mundo que você tem necessariamente conscientemente. Pode ser inconsciente, pode ser pressuposto inconsciente. Seu debate contra o monarque, por exemplo, Fica muito claro essa visão, >> porque Deus não pode ser provado cientificamente. Então, não tem problema com Deus ser provado cientificamente. Não,
o meu lance da ciência não é não é desse ponto de vista. Minha questão de ciência é o seguinte. Vamos supor, para eu desenvolver um encanamento melhor, que vai fazer com que São Paulo não inunde todo final de ano, eu tenho que ir com coisas da ciência ali. O que que é, o que que é a ciência no caso? É Desenvolver um material melhor, é desenvolver um material mais eficiente, é desenvolver um tipo isso aí cai no âmbito da ciência e tecnologia. É a ciência e tecnologia que faz isso. Por quê? Eu vou ter alguém
ali estudando um material diferente cientificamente. O que quer dizer cientificamente? Você vê pessoas como Arsagan tentando usar ciência para refutar Deus, você acha isso absurdo? >> Não acho absurdo. >> Por que não? >> Não acho absurdo, cara. >> Eu acho que sabe por eu acho que não, honestamente. Eu acho que porque você é cientificista, porque você tem pressuposto no seu e no seu conjunto de crenças >> que somente aquilo que é provado cientificamente pode ser acreditado. E >> sabe qual o problema do cientificismo? Não sou esse cara. >> Ctificismo. Ele é inconsistente, ele é Autocontraditório.
>> Ó, não vou soltar o tempo aqui não, mas só para completar ali. Eu eu eu entendo o que ele o que ele falou, mas a minha visão, cara, eu não sou cientificista nesse ponto não, tá? >> Eu acho que você não sabe que você >> Eu tenho muita coisa que eu que porque se eu fosse isso, cara, pô, eu acho que é viver aí sim. É viver, como o pessoal fala, viver numa matrícula total, >> entendeu? Aí sim. Mas vamos lá. >> Pera aí. Voltou, né, Lua, né? >> Voltei, Serjão. >> Bora. Isso aqui
é um tema muito bom. Inclusive falo para todos vocês, não precisa acreditar no que eu tô falando, não, porque esse tema é muito fácil, é só a gente ver o que a gente já tem aí gravado. >> Hum. >> Os atornautas, né? A gente tem várias provas que eles não foram pra Lua. Vamos uma uma bem fácil, Serjão. >> Hoje com os carros elétricos que nós temos atualmente, né? Porque dizem já que a China já está produzindo carros com maiores autonomias de de bateria elétrica, né? A gente roda aí, vamos pôr aí 300 km, tá,
Sergão? Não sei, mas aproximadamente isso. Quantos quilômetros mais ou menos? 300 rodar. Sergião, se a gente tem uma variação lá na lua de temperatura que ela sai de 120 para menos 30, men 70, men 120 também, Né? Quanto em quanto tempo? >> Me fala uma coisa, qual a qual a carga de energia? Mas assim, seis dias andando na lua, certo? >> Seis dias nem lua tudo bem, vamos lá. Por como que essa bateria aguentou esse resfriamento e esse superaquecimento? Me fala. Bateria da Audi, né? Inclusive. Vamos lá. Vamos lá. Vamos falar. Vamos falar. Primeiro você
tem que saber quanto tempo que nós ficamos na lua. A gente ficava Muito pouco tempo e segundo a gente ia na lua quando estava na na no dia lunar. >> Quanto quanto tempo que dura um dia lunar? >> Não, mas pera aí. Não, mas vamos lá. Qual o nível? Eu quero saber o seguinte. Como que a gente não tem essa bateria? Aí não tinha variação. >> Ah, então foi essa tecnologia. Porque o outro ponto que o amigo trouxe aqui que ele citou o Dom Peti, que você até falou, não é que a tecnologia se perdeu.
Vou corrigir então o que ele fala que as empresas foram que produziam, que tinham parceria, não existem mais. É perda de tecnologia. >> Então a gente não tem mais tecnologia para ir na Lua hoje. >> Tem. Tem uma tecnologia até ver. >> Por que que não voltamos na lua? >> Nós não voltamos com o ser humano, cara. Mas nós voltamos várias vezes na lua. Por >> que que a gente não consegue ver uma Foto lá do Google Earth que assim, ó? Se você jogar a minha casa no Google Earth hoje, é você, vamos lá, você
vai me ver lá, você, ó. Joga, pessoal, joga aí, ó. Estátua da Liberdade, Google Earth. Vocês vão ver a estátua, mas a gente não consegue ver lá a base da da polo que ficou lá na lua. Aí que tá, cara. Euô, a gente consegue. Acabei de falar aqui pro pessoal, >> tem missões do próprio Estados Unidos, da China, da Índia, do Japão. Sim. Vê Bonitão. Vê bonitão. >> Eu quero ver essa foto agora. Eu quero ver essa foto. Não tem procurar. Entra aí e escreve assim: Lro Apollo Landing S. >> Lro, gente. Ó, caminho de
formiga. Se você pegar o caminho de formiga e colocar o filtro preto e branco, é a mesma coisa. Pelo amor de Deus. Não. >> Outra coisa interessante também, há um tempo atrás o FBI ele declarou que ele abriu uma investigação sobre a Copa do Mundo da Rússia, né? Fraude, corrupção. Uma pessoa muito importante na Rússia falou: "Então nós vamos reabrir eh uma missão, vamos reabrir a investigação sobre a ida do homem na Lua". De repente parou essa investigação da Rússia. >> Não tem problema, cara. Como eu falei, então vamos lá. Como eu falei, a União
Soviética foi o primeiro país a admitir que os Estados Unidos tinha pousado na >> porque eles eram parceiros na corrida espacial. Você sabe disso, >> eles não eram parceiros porque tinha uma briga violenta eram parceiro, cara. Aí você tá aí. Então você acredita que a Rússia Você acredita? Não, pera aí, não tô mudando a história. Se você acredita realmente que a Rússia inimiga dos Estados Unidos ia falar: "Olha, perdemos a União Soviética". Ia eles não eram parceiro. Pode procurar aí. Era um parceiro sim. Na corrida espacialão. Você sabe que não era aí você tá mudando
a história completamente. História. Não, [risadas] [aplausos] >> não, cara. assim, é, é uma é uma discussão muito legal, né, esse negócio da ida do homem pra lua. Muita gente discute, né, muita gente até não discute a ida como como um todo, mas discute a ida em 1969. Uma das grandes questões é a tecnologia, mas tecnologia a gente xinga muito. Esse negócio de ter perdido durante o tempo, isso é um problema que a NASA tem, a NASA tem problema com o Hubble hoje. E eles falam: "Cara, a gente não consegue arrumar o Hubble porque tem coisa
do próprio Hubble aí que já se perdeu nessa história toda, entendeu? Então isso é uma coisa normal de acontecer. Mais evidência como foi na >> Não, não tem. Agora isso aí que você falou não pode, cara. Aí você tá mudando totalmente a história falar que os Estados Unidos, União Soviética não eram, eles eram inimigo em tudo, inclusive nisso. [risadas] >> Minha terceira afirmação é: a inteligência artificial não vai roubar o seu emprego. Prazer, tudo bom? O meu nome é Lucas. Opa, lá trabalhei com supercutação, inteligência artificial também. >> Boa. >> Ah, eu acho que é
uma visão muito otimista a gente pensar que a inteligência artificial não vai roubar o emprego da gente. Ah, eu acredito que a gente não tá falando da máquina de TC da Revolução Industrial. Eu acho também que a gente não tá falando uma tecnologia no nível a da segunda revolução industrial. >> E também a gente não tá falando entre duas máquinas se comunicando, né, que é o caso da internet. A gente tá falando de uma tecnologia muito poderosa que assim, sendo bem honesto, eu não acredito que seja uma máquina de probabilidades, como as pessoas acabam falando,
né? >> Mas é, né? Mas é >> porque o que tá na base, o que tá na base da da inteligência social é matriz, cara. É álgebra linear. >> Probl rede neural. >> Rede neural. Exatamente. >> Ah, mas eu acho que é subestimar o potencial a dessa. >> Mas uma pergunta para você, você você que é da área aí, você até pode responder, legal. Você acredita na na no lance da singularidade? >> Você fala do AGI? >> É. >> Ah, não. Eu acredito que é uma coisa de marketing. Eu não acho que a Open Ei,
a XI, o Cloud, o que que seja, eu acho que eles não vão conseguir alcançar esse nível com a inteligência artificial. No entanto, >> aí vai roubar, então, a inteligência não vai roubar. >> Ah, mas esse não é o caso. O caso é da inteligência artificial nesse momento que a gente tá vivendo, >> nesse momento atual. Mas você não concorda comigo que >> o que pode roubar o emprego das pessoas são pessoas que aprendam a usar a inteligência artificial como uma ferramenta >> dentro do trabalho dela. Então, na verdade, o seu emprego vai ser roubado
não pela IA, mas por um ser humano mesmo que conseguiu aprender aquilo e usar aquilo da melhor forma possível para aumentar sua produtividade, para deixar O trabalho mais fácil, para não fazer tarefas repetitivas. Você não acha que isso que acontece? Você acha que a IA ela pode, eu posso substituir totalmente e tirar o ser humano totalmente dessa da cadeia produtiva? Eu acho que não pode. >> OK. >> Você acha que a gente pode tirar totalmente? >> Eu acredito que sim. Ah, eu acredito também que a inteligência artificial ela vai chegar num nível aonde, como você
Mesmo falou, a vão ter pessoas que vão aprender inteligência artificial, elas vão ser mais produtivas, mas vão ter pessoas que não vão ter tempo nem mesmo, sei lá, paciência para aprender. A minha mãe, ela não vai aprender inteligência artificial para poder competir no mercado de trabalho com alguém que, sei lá, tem boa, >> mais novo, sabe? Boa. Eu tenho um projeto em Brasília, participei de um projeto em Brasília que chama Brasília Iá, que é muito legal, que era, foi um projeto feito para adolescentes. Sabe o que que a gente notou no projeto? >> Que as
mães e as avós eram o maior número de alunos depois, porque na verdade elas é que queriam aprender a inteligência artificial, porque a gente às vezes subestima o próprio ser humano, cara. A gente acha que, por exemplo, sua mãe não vai querer, mas se ela for apresentada para que ela vai falar: "Caramba, ou eu aprendo isso aqui >> ou o mundo vai passar por mim". Uhum. >> Então essas pessoas, isso foi uma grande surpresa que a gente teve, que as pessoas mais velhas, elas que queriam fazer os cursos de de de computação e de a
que a gente tava promovendo, entendeu? Então assim, eu eu continuo nessa. Eu acho que a IA sozinho, eu acho que não tem como tirar o ser humano da cadeia produtiva, entendeu? Porque a IA ela não pensa sozinha, ela precisa de alguém ali, você que sabe melhor do que eu, ela Precisa de alguém programando ali. Ela não vai do nada decidir, pô, o que que eu vou fazer? Não, você acha que a Iá do nada ia pensar ia falar assim: "Hum, eu acho que eu vou criar um programa 30 contra um que eu acho que vai
ser legal". Não, foi o ser humano. Agora a gente pode usar IA dentro desse contexto? A gente pode, por exemplo, pessoal que vai editar o vídeo pode usar IA para ajudar a editar, para editar mais rápido e tudo. Só que a IA ela não Tá tirando o emprego. O editor que aprendeu a usar IA, ele vai tirar o emprego de um editor que não quis saber da IA. Mas aí a gente não tem como também convencer todo mundo a saber. A pessoa tem que ter a consciência de falar assim: "Cara, ou eu aprendo isso aqui
ou o mundo vai me atropelar". >> OK? Mas a gente tem várias afirmações e principalmente de pessoas da indústria como Marcos Zuckerg, a o próprio Senhman Sunman, ele falou recentemente que, ah, É só se a Iá roubou o emprego de uma pessoa, é só e isso não era emprego de verdade, sabe? Então, >> discordo do que ele falou, pode ser o SAF. Você já viu as as declarações do Yan Lecum? Você conhece Yan Lecum? E Lecum, para quem não sabe, é o pai da inteligência artificial. >> Eu acredito que ele trabalha na meta atualmente, né?
>> Atualmente ele tá na meta e tal. Ele é um cara que ele fala, cara, que não, Cara. O ser humano precisa est ali, cara. O ser humano precisa estar na é o ser humano que programa. Por isso que a gente fala que a Iá ela gera coisas, mas a Iá não cria coisas. Quem cria coisa é o ser humano. >> Prazer, Sérgio Sac. >> Senta aí primeiro. [risadas] >> Beleza. >> Prazer. Tudo bom? >> Prazer, Mateus Fonseca. >> Mateus, boa. Vai lá, Dig. Eu sou um Grande fã seu e como todo mundo tá falando,
nós não somos negacionistas de tudo, mas nesse assunto eu quero sim debater com você. >> Bora. >> Nós temos lá inteligência artificial, ela veio sim para facilitar o trabalho do ser humano, mas ela também tá tirando sim já muitos empregos. Nós vemos isso com a casa do Miazak que aconteceu, que foi sobre o Studio GB, que todo mundo postou várias fotos e o MAK ele declarou Isso, que era uma abominação para ele ter a arte dele, que ele estudou por vários anos da vida dele, sendo postada sem pagar, sem direitos autorais nem nada do tipo.
Nós também temos designers. Eu sou designer. >> Eu sofri muito por causa disso também. >> Então, mas você não acha que se você aprender a usar e a no seu trabalho que é de design, você não teria um diferencial perante aos outros Designers? Porque assim, tem não tem na minha na minha visão, tá? Não tem o que eu tô falando é isso, né? Que eu falo que a IA não vai tirar o seu emprego, é que para mim não tem como tirar o ser humano da da cadeia produtiva, entendeu? Não tem como eu colocar o
negócio aqui e a faz tudo, entendeu? Se o ser humano não tiver interferindo ali na cadeia produtiva, ele criando coisas, opa, pó, consegui criar isso aqui. Isso aqui é um negócio que eu tenho que fazer 10.000 Vezes, beleza? Vem aí aqui e faz isso 10.000 vezes para mim. >> Mas você não acha que era uma questão de regularização? Então a gente vai pegar a esse artista, fazer ele, ah, essas artes estão autorizadas para serem utilizadas por nós e nós vamos distribuir pros artistas. Eu já conversei com vários, muitos artistas pensam o contrário. Sabe por quê?
Porque o o artista ele quer que o traço dele fique conhecido para todo mundo, cara. Então, por exemplo, você Não você não teria um consenso entre os artistas, sabia disso? Porque tem muito artista que ele pensa o contrário. Embora tenha artistas que queiram guardar o traço, a característica para ele, tem muitos que fala: "Não, cara, eu quero que o meu traço seja reconhecido, pô. Eu achar muito legal um cara lá no Japão fazer qualquer coisa para pr pra quinta série e na hora dele fazer o desenho, ele usar o meu traço. Então, como que você
vai chegar num consenso? É Muito difícil ter esse consenso. Eu concordo em termos com você, aliás, com muita coisa. Existem existem determinadas áreas que essas coisas são críticas. A arte é muito é muito gritante. Isso >> hoje em dia que todos os cara dubladores são incríveis, cara. Guilherme Brigs, Wend Bezerras. Vocês são incríveis. Se vocês tiverem, mas tem que est, cara, eles vão ter que estar no processo. Mas eles vão ter que estar no Processo, cara. Eles vão ter que tá, você não vai ter como >> jogar esse negócio e aí pegar fazer um negócio
sozinho mesmo, porque eu já conversei com vários dubladores, aí conversei com o próprio Wendel e tudo, né? Existem, por exemplo, piadas que os caras têm que adaptar. A piada é feita Estados Unidos, o cara tem que adaptar aquela piada pro até talvez até para uma questão regional, entendeu? A IA ela não vai saber disso, cara. Aí, ela não vai Saber que ela tá dublando um texto em inglês para, sei lá, o interior de São Paulo. E aí eu vou ter que adaptar aquela piada. Isso aí não vai. Se o ser humano não interferir no processo,
entendeu? Ela não vai conseguir fazer isso. Por causa de uma regulamentação, >> cara. É porque a palavra regulamentação ela é muito perigosa, né? E eu acho que já teve até essa discussão até aqui no próprio 30 contra um, né? Essa palavra regulamentação, ela é muito perigosa Porque começa começa a navegar no nos limites ali com censura e tal. Sim, concordo. >> Eh, eu acho que talvez o o termo, aliás, é um termo aí, fica aí de dica para todo mundo quem quiser estudar e o pessoal da de computação e de a manja muito disso, é
o termo chamado etics ai que é a ética na aplicação da inteligência artificial. O Tudo bem, eu sei que você vai falar, pô, mas a ética vai depender da cabeça de cada pessoa que tá aplicando Indústrias que querem dinheiro. Temos o caso da Larissa Maissa Mayô, que teve recentemente, que ela explodiu nas redes sociais, que é uma inteligência artificial. Não, a própria antes, antes de virar esse boa, antes de virar esse boom que a gente tem hoje, 2023 num concurso de arte, foi uma IA que ganhou, entendeu? A uma IA que ganhou, mas não é
que uma I, mas mas vamos lá, não é a IA que ganhou, porque ela não fez aquilo sozinha, foi um cara Programando a IA para fazer aquilo, >> mas ela pegou dados de outras pessoas, >> ela pegou dados, ela misturou, ela fez uma uma mescla de coisa ali, sabe? >> É, o regularizar talvez seja o melhor coisa. O homem foi a lua e aquecimento global existe. >> Boa, valeu. Estamos junto aí. Estamos junto. Não, esse tema aí é muito legal. Só para para só para complementar aqui o pensamento, né? Existem existem existem situações são críticas
mesmo e o lance De regulamentar, se ele for muito bem feito, show de bola. O problema é que quando a gente põe a palavrinha regulamentar, a gente começa a navegar numa outra coisa muito nebulosa aí. Mas tudo bem. Ou seja, só mas você não acredita também que, sei lá, isso não tira a alma humana criativa do processo? >> Eu acho que não, cara, porque eu acho que o ser humano tem que est, como eu falei, cara, para mim é o seguinte, a Iá, ela gera coisas, ela não cria. Agora Eu criei um deles, vamos, eu
criei um personagem, Serjão Foguete. Eu vou ter que repetir aquele personagem 5000 vezes para pôr numa historinha. Se aá pode repetir aquilo para mim, cara, tá show de bola. Mas quem criou o P fui eu, entendeu? >> Prazer. >> Prazer. Tudo bom? >> Meu nome é Carlos Domenciano. Eh, eu discordo dessa parte do dessa questão da IA, porque a gente pega lá atrás na Revolução Industrial. Eh, trazer esse ponto, porque quando tiveram-se os teares e começou a ter o Tar manual, muitas pessoas acabaram perdendo os empregos, só que também teve novos empregos sendo gerados. Então
a ela vai tirar empregos, mas ela vai gerar novos empregos. >> Será que a questão não é que ela não vai tirar emprego, será que ela não vai não vão nascer novos empregos? E aí as pessoas vão ter que se atualizar, vão Ter que se sei lá, estudar, vão ter que se para poder assumir esses novos empregos que estão surgindo. Por isso que eu acho é uma revolução. Por isso que eu acho que aí ela não tira, ela pode criar novos empregos e aí vai de cada ser humano ter a sua consciência, falar assim: "Cara,
eu vou abraçar isso. Eu falo isso várias vezes, né? Eu eu, cara, esse tema de eu sei que ele é muito polêmico, tá? E pelo seguinte, você pode ficar reclamando da IA, cara. Você pode ficar sentado em casa reclamando da o dia inteiro, não tem problema nenhum. Ou você pode falar: "Cara, eu vou estudar isso aqui". Porque se eu não estudar isso aqui, não tem hoje não tem como mais separar isso. A Iá tá vindo aí, ela tá atropelando tudo. Então é a decisão de cada um. Ou eu estudo isso ou eu vou ser atropelado.
>> Sim, mas ela ainda assim ela vai tirar empregos. Ela vai tirar empregos nessa base. Eu também já sou programador, Infelizmente sou desempregado, mas agora eu tô estudando o desenvolvimento de jogos. E aí ela fa facilita muita coisa, ela vai trazer novas coisas. >> Ló, mas você que é de jogos, quem vai criar o jogo, quem vai criar a história é a parte humana, entendeu? Você não tem como você chegar para uma IA assim e fala assim: "Ô, Iá, cria aí esse jogo". Não existe. >> Mas ainda assim, com o avanço da IA, como a
gente tá vendo, eh, ela vai sim Tomar um processo automaticamente entre várias delas. E tem um caso recente que aconteceu de uma Iá que ela tava tavam fazendo um teste com ela, era só uma questão simulada, onde ela eh num ambiente corporativo inventado, ela começou a descobrir e-mails de inventados também de um chefe que era envolvido com uma mulher do trabalho, isso tudo inventado. E ela começou a falar: "Ah, se vocês me desligarem, eu vou falar pra sua mulher que você fez Tal coisa". Aí a chantajando para impedir que se desligar tudo bem, eu li
isso aí. Eu vi isso aí. Eu vi isso aí. Isso aí tem que tomar muito cuidado, cara, porque a gente não tem detalhes de como que essas coisas foram feitas, entendeu? >> Pode ter sido induzido, >> pode ter sido muito, pode ser exatamente, pode ter sido um experimento enviezado para acontecer desse jeito para criar esse alá. O o a minha Questão, até daqui a pouco nós vamos falar de mudança climática. Do mesmo jeito, cara, eu não sou eu não sou um cara do lado alarmista de nada, entendeu? Então, do mesmo jeito, do lado da IA,
eu não sou um cara alarmista. essas coisas aí que a ah e a tem que tomar muito cuidado com esses experimentos que os caras mostram por aí, que qualquer pessoa, qualquer empresa mostra, tem que ir atrás direitinho para ver como que foi feito, Entendeu? Pode ter sido uma coisa enviezada para criar um alarmismo e falar assim: "Ó, você toma cuidado aí porque tem uma IA aqui que tá controlando tudo e eu não não sou dessa maneira." Então a gente não tem confirmação de nenhum dos dois lados, >> não? Não tem confirmação de nenhum dos dois.
Então a gente tem que tomar cuidado com isso. Mas a questão, cara, é essa aí. Você, por exemplo, que vai mexer com jogo, a IA pode te ajudar para Caramba. >> Não, isso eu tenho certeza. Criação do jogo vai depender de você ali, vai depender da sua criatividade. >> Tudo bem, Sejão. Sou Alberto. >> Opa, mand. >> Então, a verdade sobre essa questão da IA é que mesmo que não haja uma substituição completa por todos os trabalhos, porque isso é uma loucura pensar, ainda assim existem certos trabalhos que vão ser completamente Substituídos. Isso é um
processo normal, não é uma característica própria da IA. Sempre que você tem uma grande revolução na ciência, isso acontece, por exemplo, >> na tecnologia. Antigamente tinha gente que ganhava vida dando curso de para escrever em máquina de escrever, né? >> Eu fiz curso dailografia, viu? Em datilografia, esses trabalhos acabaram, isso é um processo normal que acontece. Isso vai acontecer com a IA. Agora, a questão que deve ser falada é que a IA Ela vai aumentar a produção das coisas. Por exemplo, um tradutor, para você traduzir um livro, eu trabalho com editorial de livros, para você
traduzir um livro antigamente era um trabalho imensurável, não é? para você fazer uma cópia de livro em tempos mais antigos ainda. Mais ainda, >> e hoje em dia aí ajuda você, ela vai aumentar a produção da cadeia. >> Sim, exatamente. >> Examente. É, não tô dizendo isso. O que Eu estou dizendo é isso, vai aumentando a produção. E não somente do exemplo que eu dei agora. Só que quando se aumenta a produção nessa forma, a escassez ela vai se diminuindo e certos trabalhos, como por exemplo, de um tradutor de livros, ele vai sendo mais eh
deixado de lado. >> Mas o cara que é tradutor de livro nesse processo todo, ele não pode virar, por exemplo, um revisor, >> um revisor de livros. É claro, os tradutores a massa, a maior parte não São grandes revisores, essas coisas. Agora massa per não, eu acho que não, ele não vai perder, ele vai perder o emprego se ele quiser. >> E se ele se atualizar, falar: "Cara, eu já sou um tradutor, >> e se eu me atualizo para virar um revisor? >> Porque o trabalho que a IA faz, eu vou ter que revisar o
que ela fez para aquilo poder ser publicado." Então você tá, aquele cara, você acaba mantendo ele Na cadeia produtiva, entendeu? Agora, qual a quantidade necessária de tradutores para um sistema sem inteligentes artificiais e de um revisor com inteligência artificial? >> Ah, não saiu, com certeza. o o a produtividade ela vai ser outra outra coisa. >> Se a produtividade ela vai aumentar e os empregos eles vão diminuir nesse aspecto. A necessidade de profissionais vai >> a necessidade de profissionais, sim, mas não é a totalmente que tirou, né? não é totalmente é, mas o fato é, as
pessoas vão perder emprego por causa disso e serão poucos que irão se enriquecer mais que isso. E agora o interessante é pensar como tudo isso se conecta com a agenda 2030 e o ideal de que você não terá nada e que você será feliz, onde a grande massa das pessoas elas irão perder um emprego ou ter um emprego substituído e poucas pessoas que irão se Especializar em a que vão conseguir dominar esse mercado e poder riscar por cara vão ter esperança na galera que a galera vai porque você mesmo acabou de assumir que e a
necessidade desses profissionais ela vai diminuir muito. >> Então mas aí mas aí tudo bem, pô. Não dei, não deu certo aqui porque revisou realmente, vamos supor, saturou aqui, não é o mesmo tanto de tradutor, >> cara. Será que não tem nenhuma um trabalho na área na área de publicação Que eu posso entrar? >> Pois é, mas esse processo acontecendo em massa vai causar um impacto social. >> Sim. >> Boa. [aplausos] Não, cara, esse esse tema aí a gente põe aqui, põe mais 5 minutos aí. >> Prendi, né? Pelo menos no relógio. Tá vendo? Não foi
aá, hein? Ó aqui, ó. Vem aqui, vem aqui apertar o botão aqui, ó. Senta aqui, ó, para apertar aqui no Botão. [risadas] >> Boa. Prazer. Tudo bom? >> Prazer, Faustino. Tudo bem? >> Complicado esse debate aqui, hein? >> Opa, complicado isso aí. Vai lá. [risadas] >> Vamos lá. Então, a inteligência artificial com certeza vai tirar o meu emprego e isso não é ruim. Exato. E explico melhor. Talvez o maior problema esteja na terminologia da do que a gente considera inteligência artificial. O Próprio Fábio Aquita já falava que talvez o correto seria falar inteligência computacional e
não artificial. >> É igual o Nicooleles, né? O Nicoleles fala que ela não é nem nem inteligente e nem artificial. >> E nem artificial. >> Exatamente. >> O que nós temos hoje como LLM tá muito mais próximo de algo computacional e totalmente mecânico do que qualquer Outra coisa. OK? Então, o ponto que a gente discorda é que esse algo totalmente mecânico, ele pode sim acabar tirando o meu emprego. Por exemplo, em meados de 2019, a gente teve o advento do Mid Journey. Todo mundo apostava suas fichas que a inteligência artificial tiraria o emprego primeiro dos
programadores, mas por incrível que para essa ela atacou primeiro a um pessoal da área artística propriamente dita. Porque o programador já usava aí fazia muito Tempo. >> Eu programa há muito tempo já com auxílio de inteligência artificial. a gente o copilot dentro dos dentro dos sistemas de programação que eles já eram basicamente a ajudando. Por exemplo, eu tô fazendo um programa aqui, eu tenho que calcular uma média, >> certo? >> Cara, eu vou escrever a equação da média de novo. Se esse negócio já foi usado 1 trilhão de vezes, a Ia vai lá para mim
e Faz a equaçãozinha. Acabou. >> E tu acabou não sendo aposentado por ela. E esse é o meu ponto. Por exemplo, eu sou editor de vídeos. Eu não vejo a hora da IA acabar aposentando o meu trabalho 100% para mim partir paraa outra. E explico melhor isso daí. Mas aí é porque você quer mudar de área, então você quer fazer uma necessariamente. É, não necessariamente. Por quê? Eh, nessa parte, quando a tecnologia começa a tomar o espaço de alguém que trabalha Nessa determinada área, significa porque a pessoa acaba não tendo muita aptidão dessa área ou
porque quer fazer uma transição. No meu caso, é a ansiedade maior pela transição, não tanto por causa da falta de aptidão. É, então no caso, por exemplo, antes eu era redator de conteúdo na internet, tivemos o boom o advento do chat de PT e poxa, tanto eu assim como inúmeros outros e redatores de conteúdo tiveram que transicionar de sua área. >> Show de bola. Você você fez a transição. >> Exato. E >> mas, por exemplo, você você fala para mim que numa edição de vídeo, por exemplo, eu jogo para Iar fazer, ela faz uma edição
ali. Agora a parte, por exemplo, criativa, pô, eu vou colocar aqui, eu vou fazer um corte seco aqui. Eu vou eu vou deixar aquela aquele aquele aquelas edições que eu deixo meia palavra e depois eu vou paraa outra. Isso aí é o ser humano, >> mas é tudo mais questão de tempo. Por exemplo, antes o onde a gente tinha um conjunto de 15 designers para entregar um trabalho mega grande, hoje a gente tem apenas ferramentas como Sora em Mid Jorden ou até para para cumprir essa função, entende? >> Tá? Eu até eu até entendo que
no caso da edição você até pode fazer, existem já softwares hoje que fazem edição por prompt, >> mas quem vai escrever o prompt >> é um ser humano, cara, >> por enquanto. E cada vez menos, né, >> cara? Eu sei disso porque eu vou te dar um exemplo meu mesmo, tá? Eu usei o mid journey. >> Uhum. >> Eu não sei desenhar. >> Exato. >> Veja, meus desenhos mid journey são a mesma coisa do meu desenho que eu eu não sei porque eu não tenho, cara, a base. Eu não tenho a base não. O resultado
são Uma porcaria. Não, você >> sai uma porcaria porque eu não tenho a base. Eu dou o maior exemplo que eu dou do Vilela, cara. O Vilela é um cara desenhista. >> Sim. vê ele usar o mid jour Journey, aí você vê que é um o artista, cara, ele tem que estar presente. >> Aí eu descob até quem não tem base, o resultado fica incrível. >> Fica bom, cara. A minha base é muito pouca, eu não sei. Vamos supor que eu Quero fazer essa garrafa aqui suadinha assim no midan. Eu não vou conseguir. Sabe por
quê? Eu não, eu pessoalmente eu não tenho base de perspectiva, de ângulo, de iluminação. E tudo isso você consegue colocar no pr >> Mas é que tá, você não vai consultar o Vilela para fazer um promp bom, você vai consultar o Mayá para fazer um promp bom. Eu acho que não que não vai. Aí ela não vai ter essa essa essa essa essa visualização do do todo como a gente Como o ser humano tem. Cara, >> eu já eu já imagino que vai ter, >> mas tudo bem. Boraão. >> Estou de volta, Sergão. >> Vai
lá. >> Eita. Vamos lá. Aí a não só vai acabar com os empregos, como >> acabar >> vai acabar com o seu emprego. Como eu vou fazer uma denúncia aqui, vai acabar com você, Sergião. Esses dias eu tava no YouTube, tem um canal que é você Contando histórias e é gerado em I. Vocês acreditam nisso? Então você tá falando que não vai gerar os empregos. Presta atenção no que o canal é o canal Dr. Doctor Space, hein, galera. Denunciem aí. Sérgio, falo, eu falo, eu falo. Você quer ver como que é? Facinho você, ó. Bom
exemplo, até para eu para, para eu para eu defender meu argumento. >> Falar vai. >> Não, não tem problema não. O lance é o Seguinte, eu falo três e atlas, essa fala 3/ a s. >> Ah, por enquanto. Calma. Você tá, eu concordo enquanto vai demorar muito tempo ainda. Eu concordo com você que ainda o fator humano não vai sair da equação, sempre vai ter uma pessoa ali por trás. Mas, por exemplo, hoje caixa de supermercado ainda tem, porque tua mãe talvez ainda precise de uma pessoa ali para ajudar ela. Você acha que quando você
for idoso vai ter caixa do Supermercado? >> Pois não, mas aí tudo bem, mas aí aí é a automação, né? >> Então aí porque vai ter um cara que vai programar todos esses caixas, as pessoas não vão perder emprego, elas vão perder. Isso vai acontecer. Se é certo ou errado, você em casa faça seu juízo de valor, mas isso vai acontecer. Pessoas vão perder o emprego. Nos Estados Unidos a gente já tem carro autônomo. Aqui vai demorar para chegar. A gente é um país De terceiro mundo. Vocês podem ficar tranquilo. Essa essa quebra que a
IA vai causar no nosso país vai demorar. Por quê? A gente é um país de terceiro mundo, as coisas demoram para chegar. Mas segundo, porque ano que vem, meus companheiros, ano que vem vai ter muita eagerada com a minha imagem. E aí eu vou regulamentar, eu vou chamar o Xandão e aí eu vou dar uma atrasada nisso. Mas você pode ter certeza, as pessoas estão perdendo emprego. Meu pai perdeu emprego Por conta disso. Então isso vai acontecer. E cuidado, vamos usar tua voz, vamos usar teu nome. >> A minha voz já usam, cara. Então, minha
quarta afirmação é: as mudanças climáticas existem e elas são causadas pelo ser humano. Sou Alberto, meu Instagram é Alberto. Trado, tenho que começar dizendo que esse nome de negacionismo, de negacionista já é uma farça completa. >> Porque se nós somos negacionistas do aquecimento global, isso já presume que o aquecimento global seria uma verdade absoluta que não pode ser discutida. seria um dogma, né? O que é uma uma preposição muito crente da parte do senhor que se desateu, não é? Você que tem o aquecimento global como um dogma absoluto. >> E não pode ser tido como
dogma absoluto, porque o senhor também tem que entender que é uma coisa que é discutida Inclusive dentro da academia científica e por diversos cientistas. >> Muito poucos, na verdade, muito poucos. Hoje mais de 97% dos cientistas estão de acordo que as mudanças climáticas são causadas pelo ser humano. >> Segundo qual fonte? o IPCC, qualquer fonte de que você pegar internacional, eles dizem que mais de 97% dos cientistas concordam que as mudanças climáticas são causadas pelo Ser humano. >> Certo? O senhor conhece o relatório de 2009? >> Conheço vários. >> O relatório de 2009 específico. Senhor,
já ouviu falar da da empresa que é a governmental panel of the global change the global changes, né? The >> do da mudança climática, no caso. >> Hum. >> Você já ouviu falar desse relatório? Já ouvi falar. O que que tem ele? >> Sim. Esse relatório foi escrito por 37.481 cientistas norte-americanos que todos eles concordaram que o ser humano ele não tinha capacidade de afetar diretamente em graus tão ah tão tão drásticos como se coloca atualmente a mídia sobre o aquecimento global. E esse isso vai ser denunciado não só por esses cientistas norte-americanos, como diversos
outros, inclusiveou o professor. >> Por isso que eu trouxe aqui o meu, ó, 2025, estado da arte do relatório climático. Esse aqui foi assinado por 15.800 cientistas. >> O meu tem 37, mas o [risadas] seu não, mas o meu é 2025. O seu é 2009. De 2009 para cá, será que eles não mudaram de ideia? >> Certo. Mas existem diversos outros cientistas do Cí. Só por exemplo, esse livro aqui não é, como eu falei, não é um consenso, cara. 98% dos cientistas Concordam. Tem 2% que não vai concordar. Aí o que nós vamos aí o
que você vai fazer é o que a gente chama de cherry picking. Eu vou achar pessoas que dentro da dentro do do >> A maior parte das pessoas votaram no Lula também, né? O senhor acha que o Lula tá certo? >> Mas não foi 98%, né? >> Pois é. Mas o senhor acha que o Lula tá certo? De qualquer forma? >> Foi a maior parte, não é? Questão é a Verdade. E a a questão é se existe uma discussão ainda em voga, mesmo que seja poucos ou sejam muitos, a discussão está em voga. Existem fatos,
existem dados. Esse livro Psicose Ambientalista de Dom Bertran tem uma quantidade inenarrável de ilustrações, de dados, de fatos, de cientistas do mundo inteiro sobre esse tema. >> Não se pode ser tratado como um dogma. Isso é um absurdo. E principalmente quando o aquecimento global ele é Utilizado como ferramenta política. Se eu discorda que é utilizado como ferramenta política. >> Ol lá, então vamos lá. Algumas coisas. Primeiro, hora nenhuma eu falei que é um dogma, não. Entendeu? >> Não. Se você chama de negacionista, todas as pessoas que >> tem os dados aqui, ó. E quando você
entra num artigo, o mais legal de artigo científico hoje, galera, que isso é pouca gente sabe, tem aqui, ó, material Para você ir lá e pegar os dados. Ou seja, qualquer pessoa baixa isso aqui hoje, qualquer pessoa, qualquer um pega os dados e qualquer um faz as mesmas análises que estão feitas aqui. Então, se fosse uma coisa dogmática, você não teria os dados nem para você encostar, entendeu? Então, a primeira coisa é essa. >> Isso é uma coisa. Segunda coisa que você falou, concordo também, como eu falei, cara, eu não sou o cara do alarmismo
Climático, entendeu? Eu não sou o cara do alarmismo climático, mas eu entendo muito bem de clima. O clima, ele é um sistema que a gente fala matematicamente caótico, entendeu? E é daí que vem a grande dificuldade das pessoas entenderem a mudança climática. na USP >> e na USP estudou com você o seu amigo, o senor Ricardo Felice, conhece muito bem, >> conheço bem >> e que estudou no mesmo na mesma faculdade que você que discorda Completamente e que traz outros dados e que faz diversas palestras, conferências discordando completamente da narrativa que você colocou dele. >>
Já vi os dados deles, inclusive muitos deles estão presentes aqui no livro de os dados dele. Você já viu o jeito que ele analisa os dados? >> Sim, já pegou para analisar, você já pegou, já foi, já foi refazer a mesma análise que ele fez nos dados dele? >> Muita gente já fez. >> Qualqu um pode fazer isso na casa. a gente mostrou que as análises que ele fez é errada. >> E o que muitos outros pegam os dados que o próprio senhor apresenta que a mídia tradicional coloca, porque a realidade é que a mí
a mídia utiliza o aquecimento global como propaganda comunista, >> como propaganda de dominação mundial por parte de elite. >> Você tá você tá misturando as coisas. Bora. Não, beleza. Deixa eu parar aqui Só, só para só para explicar. Eu eu como eu falei, cara, eu não sou o cara do alarmismo climático. É que nessa questão de clima, por isso que eu coloquei esse tempo por causa disso, porque eu sei que dá essa confusão aí, começa a misturar muita coisa. Uma coisa é a mídia usar isso, cara, eu sou totalmente contra, entendeu? E sou totalmente contra
as pessoas alarmarem a população, até no caso da IA, do mesmo jeito, no caso de crime, no caso de qualquer outra coisa Que que tenha discussão, entendeu? Por isso que eu acho que não é um dogma o negócio. Eu acho que pode ser discutido, pode. E eu gostaria que, por exemplo, o Brasil, a previsão de tempo para mim deveria ser apresentado até de forma diferente para as pessoas terem negacionista acredit. >> Ah, sim. A gente chama de negacionista aqui no no nosso contexto do do programa, né? Não, mas não é um dogma. Não é igual
a ida pra Lua. A ida pra Lua Tem discussão, não é um dogma, entendeu? Próximo. Bora. Opa, prazer. >> Opa, prazer. Tudo bom? Como que você chama? >> Israel. >> Bora, Israel. >> Eh, então eu queria, acho que a gente não sabe mais falar do da questão do negacionismo, né? Porque acho que já ficou claro que é só um termo para Exemplificar aqui, né? Porque >> Sim, sim. Se for ao pé da letra, eu acredito que você não vai achar que ninguém aqui é negacionista por defender uma tese. Eh, o que eu queria eh falar
sobre o aquecimento global é que >> é um pouco complicado negar, até porque qualquer planeta que tem atmosfera tem aquecimento global, então um fenômeno natural independente da intervenção do homem. O debate >> não, não, mas se você quiser já entrar nesse ponto, >> não, cara, o negócio é o seguinte, né, assim, os o planeta, qualquer planeta, qualquer objeto que tá aí no universo, ele esquenta e esfria. Existem ciclos, a Terra tem vários ciclos, esses ciclos t nomes, chama ciclos de Milancovit. São vários ciclos de Milancovite. Tem ciclos de 10.000 anos, 20.000 anos, 80. mil anos,
200.000 anos e tudo mais. Quando a gente analisa, e é aí que tá, é muito Difícil a conversa sobre clima por conta disso, quando a gente vai analisar a mudança climática em si, toda essa ciclicidade, ela é tirada dos dados. E quando a gente tira a ciclicidade dos dados, a gente vê uma tendência muito clara, principalmente a partir da revolução industrial, do aumento não só da temperatura, mas do aumento da concentração de de gás do efeito estufa na atmosfera, o que é terrível pro planeta. Semana passada, semana passada, Não tô falando de 10 anos atrás
de nada, semana passada o Mato Grosso estava em alerta. Os agricultores do Mato Grosso estavam desesperados. Por quê? Porque não choveu na hora que tinha que chover. >> Ah, >> não choveu na hora que tinha que chover, não planta a soja na hora que tem que plantar. Não planta na hora que tem que plantar, você não colhe na hora que tem que colher. E isso ferra tudo. A safra do próximo ano, ela já está ameaçada por Causa disso. E por que que acontece isso? Mudanças climáticas, >> certo? A mudança climática, o clima na Terra, ele
é um sistema que a gente chama tipo sistema caótico. O a o uma mudança ocorre num lugar, a gente não sabe onde que isso vai ser a consequência disso e nem quando. Pode ser daqui 5 anos, 10 anos, 20 anos, a gente não sabe. >> É o efeito borboleta, >> é o efeito borboleta que a gente chama Por causa do sistema caótico, entendeu? Então pode ser que a gente fez uma mudança, por exemplo, pode ser que a queimada no Mato Grosso mudou chuva na Índia, entendeu? E prejudicou os caras lá. Pode ser que uma coisa
que aconteceu na África é que tá causando essa esse atraso na chuva no Mato Grosso. Mas como que a gente vai fazer isso? Tem que estudar, cara. >> Tem que estudar. E quanto mais a população tiver aberta a querer estudar Esse tipo de coisa, é é interessante, entendeu? >> Eu eu tô olhando aqui porque tem uma colinha porque senão >> vai lá, pode colar. Eh, não, mas eu concordo porque o ponto que eu falei do de todo planeta que tem atmosfera tem aquecimento global, é porque quando você tem um planeta, por exemplo, que tem um
uma gravidade muito baixa, que não tem muitos gases, que seja CO2, nitrogênio, qualquer coisa, eh, tem uma variação Muito grande de temperatura. Então, de certa forma, os gases de efeito estufas não necessariamente são ruim. Eh, >> tem é >> eles são bons para manter uma, o problema da temperatura é que a temperatura para nós e outra coisa também, tá? Em nenhum momento aqui a gente fala que a terra vai acabar por causa disso. O ser humano é que vai ficar prejudicado. Porque nós, seres humanos hoje, primeira coisa, a gente Precisa de comer. Precisa comer. E
para comer a gente precisa plantar. E para plantar ou chove na hora certa, no lugar certo, ou a gente tá ferrado. Entendeu? >> Então, mas se a Terra é um sistema caótico, como que a gente pode ter certeza que vai em um determinado momento, em um determinado um determinado local, com certeza vai chover. Se é um sistema caótico. >> Aí é que tá. Por isso que a gente tem toda a parte tecnológica, Supercputadores e hoje lidando com esses modelos climáticos. Modelos climáticos são os modelos, talvez mais complicados de serem feitos. >> Por isso que o
pessoal do clima, da meteorologia tá muito querendo os computadores quânticos, porque eles vão fazer esses modelos climáticos numa velocidade muito maior. E vai ser a primeira vez na história que eu vou conseguir prever com uma precisão muito boa o clima daqui 2 3 meses, entendeu? Hoje o pessoal do clima vive numa tensão total justamente por causa disso, entendeu? >> Certo? Então aí nesse ponto eu até concordo plenamente, realmente desde a revolução industrial a gente tá tendo algumas mudanças e tal. Acho que não vai dar para muito mais, [risadas] mas beleza. Obrigado. >> Pera lá então.
Lá >> estamos de volta Sergão. Eu pô, >> vamos embora. Dig. >> Não, o pessoal fala que ah, não sou negacionista, né? Então por que veio num debate? Eu sou negacionista. >> Boa. >> Eu sou negacionista. 2017 eu compus esse esse versinho. Vou vou cantar para você. >> Beleza. Bora. Eu não acredito no cientista que passa a vida procurando pista. Vai seguindo um rastro de migalha sem perceber que a sua pesquisa é cheia De falha. >> Que é isso? Mas aí não, não gostei não. >> Não gostou? [aplausos] >> Não gostei, cara. >> Por que
não? >> Não gostei. Vou te falar, vou vou lá. Vou vou agora, agora eu vou defender meu lado aí dos cientistas, né, cara? >> Ah, cara, primeira coisa, né? Talvez as pessoas tenham uma visão até errada da dessa coisa da ciência, né? Muita gente acha que a ciência vai vir com a verdade Absoluta. Não, a ciência ela tá aqui para levantar questões. O primeiro ponto é esse, tá? E como cientista a gente mais erra do que acerta. Por exemplo, eu trabalho com a área de petróleo. Eu trabalho com a área de petróleo. Sim. Sabe qual
que é qual que é a taxa de acerto usando tudo que a gente tem de maior tecnologia hoje e tal? A taxa de acerto hoje, cara, para um posto exploratório é de menos de 30%. Se você chegar em qualquer empresa de petróleo e Falar que você acerta, que você tira cinco na escola, você é contratado com o maior salário da história no mundo do petróleo, entendeu? Então a ciência ela é você ir errando, aprendendo com os erros e tentando melhorar também quando ele não acha a banana, viu? Mas deixa fazer uma pergunta. É, não, com
todo respeito, seu fã, mas a gente tem que, né, ter esse esse debate aqui. Vocês se consideram cientista por quê? >> Bora me considero um cientista por quê, >> cara? Porque eu trabalho com uma com dentro de uma de uma área científica, entendeu? Eu trabalho com dados, eu aplico método científico, entendeu? Eu oriento alunos, eu dou aula e tudo. Então eu considero meio que um cientista. Pode ser bem arrogante, mais do que >> acredit não. Tudo bem. E acredito no aquecimento global, certo? >> Eu acho que as mudanças climáticas são causadas pelo ser humano. Sim,
cara. >> Mas então eu dei uma olhada no seu currículo, Lattis. Então por que que você pesquisa petróleo que polui o mundo e aumenta o aquecimento global? >> [risadas] >> Porque, cara, o petróleo ele é fundamental pra nossa vida atual. Mas olha só, meu carro é elétrico. >> Olha aí, ó. Tá vendo só? >> Eu acredito que existem duas ciências. >> A ciência das suas convicções morais. >> Hum. >> E a ciência que põe comida na mesa, que paga as contas. >> Hum. >> Certo. >> Não, >> não. Você por que você não pesquisou o
aquecimento global, então pesquisou petróleo? Cara, porque a minha a minha área de de interesse, ela nunca foi a área da eu eu estudei meteorologia e tudo e tal, modelos climáticos e tudo isso, mas a minha área de trabalho não Foi essa. Eu sou formado em geofísica e mestrado em geologia e engenharia do petróleo. Então, eu fui trabalhar com petróleo. Mas aí tem um negócio que é o seguinte, não quer dizer porque eu trabalho com achar petróleo, explorar petróleo, que eu não posso ter uma visão, uma mente aberta pro mundo e saber que tudo bem, eu
trabalho com isso porque essa é a necessidade mundial hoje, cara. Não tem como hoje, amanhã a gente transicionar energeticamente, Porque nem é na questão de combustível. Tudo que tá ao nosso redor aqui ou nesse estúdio, tudo praticamente foi feito do petróleo, entendeu? Petróleo. Acho legal. Não é convicção, cara. A questão não é convicção. Eu posso questionar muito bem, mesmo trabalhando numa área que eu sei que é a que mais polui o planeta. Só não tem problema. >> Valeu. >> Eu não vejo problema nisso. >> Vai lá. Como você chama? >> Beleza. Sou o Júlio. >>
Opa, manda. >> Sobre o aquecimento global. Na época do dilúvio, não tinha tanto ser humano. Você é casado pelo ser humano. Ser humano. Por que que houve o dilúvio? E também levando agora só um pouquinho, levando agora pra questão da das enchentes no Rio Grande do Sul. Teve nos anos 1941. >> Orora. Vamos falar disso aí. Teve. >> E teve agora no no ano de 2024 >> e duas vezes no ano 2024. Se >> foi causado pelo ser humano na época do diluvo, não tinha tanto ser humano. >> Então bora lá. Primeiro, a a chuva
na década de 40 do Rio Grande do Sul. Agora em 2024 choveu o mesmo tanto, só que naquela época demorou 15 dias para chover. Agora choveram em três dias. Então você tocou no ponto principal das mudanças climáticas. As mudanças climáticas elas deixam eventos extremos, mais extremos e mais frequentes. Pouca Gente vai saber que quando deu a grande chuva no Rio Grande do Sul, três meses antes tinha inundado o Rio Grande do Sul. Então você teve uma grande chuva, três meses depois você teve outra grande chuva. Qual que é o problema disso? A população que tava
tentando se recuperar da primeira grande chuva não teve tempo porque veio outro evento extremo em cima. Entendeu? Outra coisa, aquela chuva do Rio Grande do Sul, falando de modelo climático, ela estava prevista em Relatórios. Não acredito. Acredito que é Deus que tá >> fazendo uma castigo pra humanidade que tá precisando aí. >> Eu não vou não vou entrar nesse nesse negócio, nessa questão sua, mas as chuvas do Rio Grande do Sul de 2024 estavam previstas em modelos climáticos e aí vem uma falta da a as autoridades não terem dado bola para aquele relatório e por
que que não pegaram a Lagoa dos Patos lá e construíram mais Canais para escoar mais a água da chuva? >> É isso. A questão da do governo que falhou, né? Mas eu acredito >> mas estava no relatório. >> Você disse que ela vai aumentar o volume das chuvas, então o pessoal melhor se preparando para aumentar as calhas, porque senão os telhados melhorar, porque tem certeza que vai aumentar o volume de ch. >> Cara, os modelos prev isso, cara. Agora o modelo de novo, né, cara? A ciência, Né? É uma visão errada, galera. Tem que a
ciência vem com uma resposta. Os modelos eles dão previsões. Previsão. A previsão é 70% da chance das chuvas serem mais intensas do que elas foram normalmente. Aí você é governo, você olha para aquele resultado, pô, 70%, cara, é melhor eu tomar uma atitude, porque 70% é uma chance relativamente alta disso acontecer. >> Se preparem, pessoal. Vai. É isso aí. >> Estamos junto. >> Olá, Sérgio. Tudo bom? >> Opa, >> meu nome é José. >> E aí, José? Tranquilo, cara. >> Eu quero te falar que eu acredito no acrescimento global. >> Boa. >> Sabe por quê?
>> Hum. >> Porque o meu corpo está a ponto de se converter em chamas, olhando tantos Homens belos assim, minha voz. >> Nossa, aí sim, hein. Aí é aquecimento local, não é? Global. Pronto. De novo. Não, Sergão. >> Opa, prazer. Tudo bom? >> Prazer. Tudo bom. >> Joia. Manda >> seguinte. >> Hum. Eh, eu entrevistei no meu canal o Ricardo Felício, que é uma das pessoas aí que eu percebo que tem uma autoridade nessa questão de aquecimento global, >> que inclusive foi entrevistado lá no João Soares. >> Nossa Senhora. >> E realmente eu queria saber
sua opinião sobre isso daí, porque pelo jeito que eu tô vendo aqui, você acha que tipo e não tem fundamento o que ele diz? Então, >> cara, não tem tanto que só ver todas as penalidades que ele já sofreu dentro da academia e tudo mais, né, cara? Nem eu nem preciso falar nada disso, cara, entendeu? E eu não não vou falar dele Também, entendeu? A galera sempre, ah, faz um debate com o Ricardo, não vou fazer, cara. Ele foi meu colega de sala, entendeu? Nós estudamos juntos durante muitos anos na USP, entendeu? Muitos e muitos
anos mesmo. E eu sei como que ele era como aluno, cara. E eu sabendo como ele era como aluno, eu sei muito bem como ele pode ter sido como profissional, mas não vou, não tem o que falar, entendeu? >> Tá? Então quer dizer que por uma questão Sua, então, pessoal, de convivência com ele, você acredita que tudo que ele que ele diz, então que ele aborda não faz sentido. >> Tudo que ele aborda não faz sentido, cara. É, pode até fazer, mas ele ele faz análise dos dados dele do jeito que ele acha que tá
fazendo, né, cara? E aí ele consegue publicar e tal. Não sei. >> Isso não seria também uma forma de entender que exista uma certa perseguição para as pessoas que pensam Diferente? >> Não, não acredito nisso, cara. Eu sou eu sou da academia, entendeu? já tive em várias universidades e tal. Eu eu >> pessoalmente nunca vi ninguém ser perseguido, entendeu? Eu nunca vi ninguém ser perseguido. Isso é uma acusação muito séria da gente fazer que existe uma perseguição. Agora, se ele, por exemplo, se acha uma pessoa perseguida, ele que prove que tá sendo perseguido, entendeu? Ele
que tem que Provar essa perseguição em cima dele. Eu nunca vi ninguém ser perseguido. E eu acho que a universidade tá ali. Tem pessoas que concordam com coisa, tem pessoas que discordam, né? Não é todo mundo que concorda com o que eu com o que eu estudo, com o que eu faço, nem com as conclusões. Por isso que a gente tem uma banca. >> Quando a gente vai se tornar professor, a gente é exposto a uma banca. Se se não tivesse perseguição, tivesse Perseguição, precisava de banca. Para que que eu vou ter uma banca? Para
que que eu vou ter um concurso público se se a universidade é um negócio totalmente controlado assim? >> Sim. Mas você tocou num assunto interessante que é o quê? A questão de estudar. você tem que continuar estudando aumentar a questão do seu conhecimento, daquilo que foi estudado, daquilo que se estuda. Mas eu pergunto, e na questão da parte empírica de você Colocar os estudos em prática para ver se aquilo que realmente tá sendo falado é de fato daquele jeito? >> Então vamos lá. Por isso que eu vou repetir, cara, todos os dados que são adquiridos
sobre isso, dados de satélite, dados de boia, dados de coisa de temperatura, dados de nível do mar, tudo isso são dados públicos qualquer. E aí eu concordo com o seguinte coisa, as pessoas devem questionar, questionar sim, entendeu? Mas questionar com base. Qual é a base? Pô, cara, eu questiono isso aqui. Os dados estão lá. Você pega um artigo científico hoje, tem aqui o site para você ir lá e baixar todos os dados e fazer a sua análise. E assim, muitas, muitos trabalhos que eram ditos, trabalhos muito bons, foram questionados, entendeu? >> Então isso aí sim,
mas os dados estão aí. Qualquer pessoa, cara, não tá acreditando em mim, entra aí, entra aí no site do Noa, entendeu? Da NASA e Baixa os dados, cara. Baixa os dados. Mas eu acho interessante até essa questão que você levantou, porque, por exemplo, eu mesmo fui a campo fazer alguma experiência dentro até dessa questão de cálculo de curvatura da terra e tudo mais. Eu tive em João Pessoa, por exemplo, com uma P1000 e a >> Bora, >> voltamos. Bom, inclusive, só para reforçar, seria um debate muito legal no headcast Sergão E professor Ricardo Felício. Eu
vou discordar de você, Sergião, que tem sim algumas perseguições, algumas pautas na academia, mas voltando para aquecimento global, >> cara, de novo falar, eu tando lá dentro, eu nunca nunca vi isso aconteceu tudo bem, só vou voltar aqui pro tempo pra gente não ficar um pouco fora. É, você e o amigo ali entraram numa discussão que, pô, é, mas tem 5.000 de cientista que vai de um lado, 20.000 do outro. Cara, Eu não acho esse argumento muito válido quando a gente fala em ciência, porque quando o Cristóal Colombo chegou lá e falou que a terra
redonda, só ele era contra a academia toda, né? Pastor também, pastor era assim também, Lavazier também, todo mundo galileu. Então assim, eu acho, eu só não acho o argumento muito válido para para essa discussão. >> Não, cara, o lance é questionar, cara. Questionar é totalmente válido, mas Questionar com base. O >> que você acha de cortar árvore? >> Cortar árvore? Isso. A árvore ela aí, >> você tá, eu sei que você viu o mesmo mesmo lá do não. Não, mas é é porque assim, você eh dizem eh que hoje é vendido o crédito de carbono.
Para vocês entenderem o que que é o crédito de carbônio, entrar, >> você sabe que é um negócio. É, mas acontece isso hoje. Isso é para aquecimento global. >> Eu conheço muito bem o negócio do crédito carbono. Crédito de carbono, cara, nós vamos entrar numa discussão aqui que ela é complicadíssima porque tem empresas que estão até abusando de agricultores, entendeu? Porque o cara chega e fala assim: "Cara, eu compro tudo isso aqui seu porque o cara faz uma especulação com isso aí". Então isso aí é uma outra parada, cara. Isso aí é uma outra parada.
O que eu falo da mudança climática são dados de mudança Climática. As coisas que se aproveitam da mudança climática >> para outros outros fins. Aí é uma outra discussão. >> E as previsões do Algor, que que você acha? O Algor falou que ia acabar o gelo do Kilimandiaro lá em 2012, falou que o Ártico ia acabar em 2002. Que que você acha das previsões do Algor? >> Fal, então, já falei só, só para terminar isso aqui, tá? Eu já falei isso aí até com o Monarque. Qual aí? Vamos Lá. Qual é o erro? Tem, cara.
Existe cientista bom e existe cientista ruim, tá? >> O que que o Algor tinha que ter, eu ouço falar que o petróleo vai acabar desde o >> Isso também já falaram que até agora acabamos de descobrir >> B Gates, inclusive agora também recuou, né? Falou que o mundo não vai acabar com a global. >> Acabamos de descobrir o quê? Acabamos de descobrir a margem equatorial, certo? >> O que que faltou pro Algor fazer se ele fosse um cara honesto nessa questão? >> Não, faltou ele atualizar, cara. >> Que d atualizar, Serg? O cara, qual que
é a falsibilidade do modelo? Então, >> cara, ele tem que atualizar o modelo. >> Mas qual então o modelo? Qual a fsibilidade do modelo dele? >> O modelo, o modelo tem que ser atualizado, cara. O que que ele tinha que ter sido feito? Ó, pessoal, aqui eu tô em 2000 e tal. Eu fiz essa previsão Aqui que ia andar, ia encher todas as cidades aqui. Passou 5 anos, ó, com dados novos, eu refiz o modelo e agora a previsão é essa. Passou mais 5 anos, ó, com dados novos, com dados mais precisos, eu fiz uma
nova previsão. Só que ele não fez isso. >> Veja bem aqui. >> Mas isso aí é a ciência, cara. >> Mas veja bem, né? >> Mas é a ciência. É isso, cara. A ciência, cara. Eu trabalho com, eu Trabalho com um negócio que eu nunca vou ver na minha vida, que é um reservatório de petróleo, entendeu? Eu eu chego pra empresa e falo assim: "Cara, tem X000 barris de petróleo, quando começa a produzir, eu tenho mais dados". Eu chego e falo assim: "Opa, lembra aquilo lá que eu falei, cara, nós vamos ter que reduzir porque
não é X000, é X sobre 4." >> Então ele não faz ciência, né? O >> faz ciência, cara. Então ele não faz ciência do jeito certo. >> Ah, então não faz ciência. >> Ele não faz ciência do jeito certo. >> Não é ciência, então valeu. Obrigado. >> Minha quinta e última afirmação é: não existe vida inteligente fora da Terra. Serjão, eu acompanho bastante teus conteúdos e eu nunca vi você falando sobre isso. >> Bora. >> Sobre a sequência de Fibonáci e a proporção eu acredito que existe vida, inteligência fora da Terra e é Deus, cara.
Design universal, mano. Não tem como não ter sido criado. A, para quem não sabe, a sequência de Fibonáci é a assinatura de Deus, né, que a gente vê ali no na cabeça do ser humano, no caracol, no furacão, no >> no furacão. >> É, no furacão tem >> a a >> como o espiral não tem espiral? >> Não sei. Ué, você que tá falando. [risadas] >> Você que tá falando que tem uma sequência de fubonat tá no furacão. >> É, a espiral ela é encontrada. É assinatura de Deus. >> O furacão é um espiral, né?
>> É um espiral, não é? Não sei. Ué. Ué, [risadas] >> eu eu acho que não é coincidência. Eu acho que é realmente assinatura de Deus. >> Você acha que não é? Você acha que não é? Eu >> a gente tentando o ser humano, porque o Ser humano ele o ser humano ele é enlouquecido por buscar padrões. >> Certo? >> Você acha que não é uma uma busca insana do ser humano encontrar padrões nas coisas? Quando eu tive encontro com Deus, ele falou para mim que a coincidência, >> hum, >> é a forma que ele
encontrou de se manter oculto. Isso não pode ser coincidência, mano. A natureza é a representação de Deus na terra, >> tá certo? >> E eu queria que assim Deus convence o Serjão, porque vai fazer falta lá no céu. Porque >> mas eu não entendi que isso tem a ver com vida inteligente fora da terra, cara. >> É o Deus é um Deus é um extraterrestre. [risadas] >> Os anjos são extraterrestres, >> cara. Aí você tem aí você tem que chamar Um cara aqui que acredita em Deus para você discutir se Deus é ou não é
extraterrestre. Aí não é, aí você tá discutindo com a pessoa errada. >> Deus, ele vive no céu, no terceiro céu. Exatamente. E eu queria que quando a gente morresse, a gente fosse para lá no céu. >> E aidade vai ser muito chata assim, o Sergão dá para levar o Monarque também. O Júnior leva todo mundo. >> Bora. Vamos, vamos para uma realidade Paralela. [risadas] Tá bom, valeu. >> Mas assim, Deus te abençoe. Eu quero que Deus toque teu cora. Tu não tem nada a perder e acreditar em Deus. Só tem a ganhar. >> Só sempre.
>> Um dia ele vai conquistar esse teu coração aí. Jun. Deus te abençoe. >> Mão no foguete. É meu bordão. >> Boa. Tá [risadas] bom. Cuidado com esse bordão aí, hein? >> Lá ele com essa mão no foguete. >> Hum. >> Sem terra plana, hein. Ah, não. Mas você é terra planista. Então você não acredita também. >> Uai. Como não? >> Ué, porque como que os alienígenos chegam aqui? Você tem o domo? Eles abrem o domo? >> Eles tm um. Eles não chegam aqui, eles já estão aqui dentro por conta que o domest >> Não,
não. A questão é o quê? A Terra é plana e tem outros outras em volta aqui, ó. Depois da Antártida, >> por exemplo, me explica a garta, por exemplo. >> O quê? >> A garta. >> A garta? O que que é a garta, cara? >> Cidade perdida na Amazônia. >> Cidade perdida na Amazônia. Tá, então vamos lá. Vamos, vamos, vamos lá, >> cara. Vamos lá. Cidade, cidade. Então, Vamos lá. Esse aqui, ó, vou aproveitar aqui ele para dar uma aula de teoria de conspiração pra galera. Como que nascem teorias de conspiração? Teoria de conspiração, ela
pega verdades e mistura com coisas que não existem. Então assim, existem cidades antigas na Amazônia, existem, a gente já sabe disso. A gente hoje tem um equipamento chamado Liider Lidar, que escreve, você passa com ele eh num helicóptero, num avião e ele consegue ver embaixo de toda a folhagem Que tá ali. A gente já descobriu cidades com ruas, até com pirâmides, tanto na Amazônia brasileira, amazônia boliviana e boliviana e tudo mais. ponto parágrafo. Isso existe. Agora, isso ser algo construído por alienígena, isso ser algo que é tem lá toda a tecnologia da da humanidade tal,
não é subterrânea. Agarta é subterrânea. Tô falando de Agarta. >> Essa é subterrânea. Subterrânea a gente nunca encontrou nada. E ó, que tem Muita, >> mas não tem como encontrar. É escondido. É matriz. >> Então como você sabe que existe? >> Porque >> se a gente não consegue encontrar, como que você vem falar que o negócio existe? >> A imaginação, tá? É assim que funciona. É assim que funciona. >> Ué, se você vem falar para mim que a cidade tá lá, mas eu falo que a gente não consegue encontrar. Você fala que a Gente não
consegue encontrar, como que você pode afirmar que a cidade existe? >> Eu tenho, eu tenho contato. Eu tenho. >> Você tem contato com quem? Com os intraterrenos? >> Não, não vou, não posso falar com quem, mas eu tenho contato. >> Ah, é sempre assim, não pode falar com quem. Tá bom. [risadas] >> Deixa eu ir, deixa eu ir. Depois você vem. >> Nós já fomos aqui para onde? Já hoje a garta. E nossa, eu quero. Vamos lá. Deixa elá. Próximo. Venha. >> Ele vai vir. Calma, calma, tem tempo. >> Ó, vou te fazer pergunta simples.
Vou te fazer pergunta simples e você me responda com sim ou não. Há uma estação espacial do governo americano? >> Do governo americano? >> Há uma estação espacial >> internacional. >> Isso em órbita. H, >> sim. >> Onde ela está? Tá na terra. >> Está tá na óbita da terra. Tá uns 350 km, 400 km de altura. >> Não tá aqui. Tem gente lá. >> Tem. >> Então tem vida inteligente lá. Ah, tá. >> E onde fica? [aplausos] >> Me pegou. Valeu. [risadas] >> A linguagem é tudo. É isso. >> Veja como com uma afirmação
mal escrita, eu reputei. Ele, eu reputei o segundo. Boa. >> É vida inteligente tá fora da terra. >> Certísimo. [risadas] >> Eu venci. >> Complicado isso aí, cara. >> Bom demais. [risadas] Ai, ai, >> não é ele, né, que não veio aqui. Opa, beleza. Senta aí na hora que sentar eu disparo aqui. Bicho, os caras traz tudo anotado. Um chat é PT, cara. >> Que isso, Sejão? Que isso, >> Serjão, >> vai lá. >> Eh, existem mais de 200 bilhões de galáxias no universo, certo? >> Não, existem 2 trilhões de galáxia. >> 2 trilhões de
galáxias mais ainda, certo? >> Cada galáxia dessa tem bilhões de planetas e possivelmente irá habitados, certo? possivelmente tem, não tem uma uma pequena porcentagem, certo? >> Esses planetas eles têm tem a maioria das condições químicas que eh pode ter vida na Terra, que traz para ter vida na Terra, pode ser que tenha em outras galáxias também, >> certo? Então eu acredito que tenha por causa, tipo, matematicamente falando, é mais provável ter do que não ter, certo? Boa. Bom ponto. Eu eu pus esse tema aqui até justamente para falar isso. Eu ponho esse tema em todo
lugar, cara, e é muito legal que eu rodo aí o Brasil com uma Apresentação chamada será que estamos sozinhos? >> Sim. >> Entendeu? E eu falo assim, é um jeito, eu sou autorefutado por conta disso aí. Isso aí existe uma teoria na matemática chamada teoria dos grandes números, >> que ela basicamente me refuta nesse ponto que se falou. Agora vamos lá. Tem muita gente que fala que o universo é infinito, né? >> E que por conta disso a vida seria Infinita. Não é justamente até pelos pontos que você colocou. As condições paraa vida elas não
são infinitas. Sim. >> Beleza. >> Existem 122 variáveis. >> Então tem lá a gente nem sabe quais são as variáveis pra vida inteligente, que é essa vida que tá aqui do nós aqui, né? Estamos aqui hoje, tá? Então assim, vamos lá. Existe muito uma possibilidade muito grande de ter vida por aí. Existe, mas eu não acredito. Esse é o meu ponto, Entendeu? Eu não acredito que exista vida inteligente na Terra. Por quê? >> Porque eu acho que a vida é um acaso. >> Sim. Então a gente aconteceu aqui do jeito que a gente tá por
mero acaso e o acaso para mim não ia acontecer em outro lugar do universo. Entendeu? >> Mas matematicamente, >> matematicamente sim, eu sou, eu sou refutado. Eu sim, você me refuta tranquilamente com a gan >> Não, todos vocês todos vão me ganhar Nessa aí, tá? [aplausos] >> Eu coloquei essa aí só para não para não ganhar de zero, >> certo? Mas você acredita então que existe vida não existe vida inteligente, mas existe vida até no sistema solar vida. Eu acho que até no sistema solar tem muita vida. microorganismos, bactérias. >> Mas foi provado já também.
Não, ainda não. Esse aí é o meu ponto. Aí é o meu ponto, né? Até hoje no estado que a Gente tá da humanidade, o único lugar que tem vida de qualquer tipo, inteligente ou não, é a terra. >> Certo. Pronto. >> É isso. Estamos junto então. Valeu. >> Boa. [aplausos] >> Vamos lá, se >> prazer. Tudo bom? >> Prazer, seu Anderson. Tudo bem? Sou da Cab. Vamos lá. muito, não? Tô num campo muito eh fácil aqui para mim. Vamos lá. Muito se fala da área 51, né? >> Hum. >> E o pessoal, por que
todo mundo sai lá não se fala dessa área e diz que lá tem vida, né? Claro, dizem que lá se tem. E eu já vi uma vez você também no podcast defendendo também isso daí, >> cara. Área 51, vamos explicar pra galera o que que é, né? Que muita gente nem sabe o que que é área 51. É, é uma área militar americana, entendeu? Então é assim, não é? Se se você for em Brasília agora e tentar subir a rampa do palácio Lá, a Polícia Federal vem e te pega e te prende, entendeu? Então imagina,
tem muita gente que tenta entrar na área 51, essa pessoa vai ser presa? Lógico que vai, cara. Lá é uma é um setor militar, é uma área militar e é uma área onde estão sendo desenvolvidos as novas tecnologias bélicas dos Estados Unidos. >> Mas lá tem o o o diz que tem extraterrestre lá. >> Tem de fato ou não? >> Não tem, cara. Não tem não. É alienígia Não. Eu não. Alguma i minha aí que falou. Eu nunca falei isso não. >> Eu nunca falei isso não. A Área 51, por que que a Área 51
tem todo esse esse existe uma quase que uma mística em torno da Área 51? Alguns ex-funcionários de lá chegaram a falar que existiam ali seres capturados pelos Estados Unidos, entendeu? Quando essas pessoas foram colocadas à prova no Congresso americano, nenhuma delas a confirmou a afirmação, entendeu? Então por que que Elas saíram falando isso? a gente não sabe, entendeu? Por que que na hora que chegou na hora de confirmar, pô, eu vou confirmar aqui, ó, em frente ao Congresso americano que realmente a Área 51 tem seres, eles chamam hoje de seres não humanos, eh, guardados lá,
entendeu? E por que que na hora eles não confirmaram nenhum deles, entendeu? Então, isso é uma questão muito assim, ah, ah, eles podem ter ficado com medo, mas antes eles não tinham medo de sair Falando para todo mundo, né? >> Entendeu? Então é isso aí. Então, cara, não tem Área 51. O que ela é, ela é um, é uma uma área militar americana onde são desenvolvidos novos armamentos. Aquilo lá vai ser guardado em segredo. Vai, cara. Os Estados Unidos é um país que tá em guerra com o meio mundo. Do mesmo jeito que a China
tem coisa secreta que não mostra para ninguém, que a Rússia tem coisa secreta que não mostra para ninguém, que a Índia tem Coisa secreta que não mostra para ninguém. Os Estados Unidos também tem. Só que os Estados Unidos é tão assim que o a o entorno da Área 51 tem bar, os caras fazem festa e tudo lá. Entendeu? que em outros países você não chega nem perto. >> Sim. >> Entendeu? Então tem isso. Agora tem seres capturados lá. Aí é muito independência daí pro meu para minha meu gosto. >> Também acho também viu. Valeu. Obrigado.
>> Estamos junto. Valeu. >> Tem 5 minutos aqui, ó. Éí. Tudo bom? Prazer. Seu nome Luana. Então, para mim eu acho que existe sim vida fora da terra. E >> deixa aí o nosso patrocinador >> e vou além. Eu acho que eles já estão aqui, entendeu? Aqui >> estão aqui. >> Olha aí. >> 13 atras. Pode ser eu. Pantas. >> 13 atras. 13 atras. Cara, se nós estamos aqui hoje, para quem não sabe, né? Nós estamos gravando isso aqui no dia que era pro mundo acabar. Se o mundo não acabou, nós estamos aqui. Graças ao
nosso amigo ali do chapéu de alumínio veio para proteger a gente. [aplausos] Mas você acha que que tem seres aqui entre nós? Então >> eu acho que sim. Existe seres entre nós e não são da forma que o pessoal pensa carne e osso. São é >> são o quê? >> Não são matéria, é energia, entendeu? >> Energia. Hum. Hum. >> Então eu acho que já estão entre nós. >> É. >> E a terra é prana. Não, mentira. Não é. Não [risadas] >> é porque senão eles não entram, né? Eles não entram. Deixa eu aproveitar aqui.
Pera aí. Vai lá, senta aí, ó. Vamos fazer aqui, ó. Aproveitar aqui, pessoal, antes de de soltar aqui o último que vai Vir aqui. Vou fazer uma pesquisa aqui com a galera, que eu faço a pesquisa em todo lugar que eu vou. Então, para vocês aí, ó, respondam, tá? Quem acredita que exista qualquer tipo de vida no universo? Bactéria, microorganismo, no universo, fora da Terra. >> Qualqu fora da Terra? >> Ah, >> isso foi achado em Marte, não foi? Não, ainda não. Você você não acredita em nenhum tipo. Você também você não Acreditam que acredita
ou não acredita. >> Acredita. Quem acredita em qualquer tipo de vida, microorganismo e tal. Inteligente. >> Calma. >> Pronto. De aí, quem acredita que exista vida inteligente? >> É. E de vocês aí, quem acredita que essa vida nos visite ou está entre nós? >> É, até que tem bastante gente aí, ó. Legal. Depois a galera conta aí. A produção conta para nós. Delegacionista. >> Mas não era o outro, é você mesmo. >> Era eu. >> Então tá. Tava atrás. Vai lá. >> Boa. De Não, não, não. É só para >> Vai lá. Vamos tretar, Sergião,
só pelo engajamento. Vamos tretar. Eh, >> nós temos aqui no Brasil o Santo Graal da Ufologia, que é o caso Varginha. >> Nossa, >> eu preciso que o senhor me responda com sim ou não. O senhor é pago para espalhar desinformação sobre o caso Varginha? >> Eu não sou, cara. >> Infelizmente podia pagar Varginha. me paga. >> Eu já suspeitava. Bom, temos na internet diversos debates o que o senhor afirmava que o ET de Varginha era o mudinho da cidade de Varginha. >> Eu nunca afirmei isso. >> E que eu me lembro, >> eu muito
pelo contrário, pesquisa não, eu nunca afirmei isso, cara. >> Tá, vamos dizer que não afirmou. >> Eu nunca afirmei. Na verdade, eu vou te falar o que que eu afirmo que o pessoal ainda zoa comigo. Para mim o a criatura, né? Hoje a gente chama criatura de Varginha, para mim eram macacos. >> Ok. Era aí que eu queria chegar. Era aí que eu queria chegar. Então o senhor está afirmando que a criatura de Vargia era um símio americano. >> Não existem símios nas Américas, a não ser que você acredite no pé grande. >> Hum. >>
Era um símio americano. >> Era um tipo de de macaco >> que vivia em cavernas. >> Em cavernas >> que tinha características anfíbias. >> Não, por isso que eles saíram correndo quando >> Mas não tinham pelos e tinham olhos vermelhos. >> Tinham pelos. >> Isso aí seria um uma descoberta do campo Da biologia que eu não sei quanto você manja de biologia que seria uma inovação assim que seria divulgada. Por que que isso está sendo escondido desse jeito? >> Então o que é que eu não posso. Vamos lá. Agora eu vou usar quem que falou
aí? Alguém falou desse jeito. >> Bom, nós já tivemos a confirmação que ele diz que é pago para espalhar desinformação. Eu não sou pago qualquer. Quem dera eu fosse, cara. Quem dera eu fosse. >> Tô brincando, tô brincando. >> Mas você entende que um símil americano não faz sentido. >> Parece que você se nega tanto pra alternativa alienígena que você tá querendo buscar alternativa intraterrena de uma espécie desconhecida de não sei o quê. Porque que não pode ter vindo do espaço, pô? Nem inteligente o bicho era. >> Não, >> não. >> Ah, então tá bom,
né? Mas cara, eu não Eu não eu não. O lance é o seguinte, eu falo isso aí justamente porque as pessoas falam assim: "Caramba, ó, ele fala que é um absurdo ser um macaco". Cara, e não é um absurdo falar que é alienígena, né? >> Sim, macaco tem rabo. >> E não é [risadas] um absurdo falar que é um alienígena, não >> é? Mas eu no campo da biologia, >> você vem dizer que surgiu um símio nas Américas. O que que é mais absurdo pr Pra biologia? Um símio na América ou um alienígena? >> Vamos
ficar nos 50%. >> 50%. Então é nóamos [risadas] junto. >> E vamos lá. Copa Rio não é mundial. >> Não é mundial isso aí. Com certeza. >> Valeu. Estamos junto. >> Encrei primeiro aqui, ó. >> Seg. Segurem. >> Vai lá. Depois você. >> Tudo bem, sacân de novo. >> Bora. Bora. Vai lá. É bom, você disse, Conversando com outro rapaz ali, que foi provado, ele ele disse para você que foi provado matemáticamente que é provável que exista vida inteligente fora da Terra, >> correto? [risadas] >> E você disse depois em seguida números isso aí, >>
você disse depois em seguida que você acha que não foi provado cientificamente. Isso é >> isso demonstra o seu pensamento cientificista. >> Por quê? Isso mostra que você não entende matemática como ciência. estatística como ciência. [risadas] >> Então, mas isso demonstra que você não considera matemática científica. Acredito. Eu não acredito. Eu acho que a vida é uma a vida inteligente aqui do jeito que ela é, eu acho que ela é um acaso. As leis dos grandes números, elas ela ela ajuda a gente a entender que Poderia ter vida inteligente para outro lugar no universo. >>
Poderia ter, >> mas enquanto a gente não provar ela, a gente tem que provar. Concorda comigo ou não? >> Então, então você tá restringindo prova a prova científica, concorda comigo? Não precisa ser científico, cara. Pode ser pousar aqui agora. Ué, isso aí não é científico. Ué, então, mas você concorda comigo que você tá dizendo que a prova Matemática não é uma prova científica? Você tá reduzindo a ciência a um escopo específico. >> Não, mas eu não tô falando de [risadas] ciência no caso. Não, cara. Se um disco voador pousar aqui na frente da gente agora,
isso aqui não tem nada a ver com ciência, cara. Pousou, acabou. Ué, entendeu? >> É igual, por exemplo, planeta nove, que é uma grande discussão. Existe o planeta nove, a gente não sabe, a gente tem que Observar. O dia que a gente observar, acabou, acabou a situação. >> Então, a sua condição é observar. No caso aí de vida, no caso de vida é no caso de vida observar. >> Então isso é cientificismo, Sérgio. >> Observar já é cientificismo. >> É um reducionismo de >> eu acho que não, mas do conhecimento à percepção, a observação. Você
entende? É um reducionismo metodológico. >> Entendeu, >> né? Nesse caso é, né? Porque senão a gente fica só em probabilidade. >> Qual a probabilidade de ter vida fora da Terra? >> Probabilidade, mas existem argumentos metafísicos, por exemplo, dedutivos a priori, muito rigorosos. >> Mas metafísico em que sentido? metafísica, ciência doente enquanto ente de Aristóteles. É, >> então eu posso fazer uma demonstração partindo de premissas necessárias e Usando o sistema dedutivo que também implica numa conclusão necessária e eu vou ter uma conclusão verdadeira. >> Mas como a gente tá falando de um negócio que é vida,
cara, a vida é um negócio bem complicado porque existem fatores biológicos envolvidos, entre outros, físico, químico, entendeu? Então ela ela vai além dessa dedução, só entendeu? Nesse ponto eu concordo. Só queria provar o cientificismo mesmo geral. >> Obrigado, Sérgio. Valeu. [aplausos] >> Salve pessoal, esse foi o 30 contra um comigo aqui, Sérgio [música] Sacani. Um prazer aí conversar com todos vocês. Eu acho que eh eu falo isso em todo lugar, né? Existe uma doença hoje da galera não querer conversar. Eu adoro conversar, entendeu? Eu não sou dono da verdade em momento algum. Eu acho que
a gente tem que questionar tudo mesmo, toda hora. Estudar, isso abre e vai abrir a mente Da gente para tudo, tá? Então, parabéns aí a todos vocês. Valeu por terem vindo, valeu por ter passado o tempo aqui. Estamos junto. [aplausos] Palmeiras não tem. Palmeiras não tem mundial. Só para reforçar aqui. E tamamo junto, galera. Se inscreve aqui no canal, deixa seu like, comenta aqui, comenta quem ganhou. Vocês gostam de falar dizer quem ganhou, quem perdeu. Coloque [música] aí o placar aí deste debate aqui, desse 30 contra um. Tamo Junto. É nós. Valeu. [aplausos] >> Valeu,
galera.