Eu costumo falar que existiram três eras de conteúdo. 2017, quando eu entrei, era muito aquele conteúdo informativo, uma pegada meio blog. Depois a gente teve uma segunda era de conteúdo que era um conteúdo mais técnico de oportunidade, mostrando ali uma parada de objeção, talvez. E agora, meu irmão, as pessoas querem ser lideradas, elas querem um conteúdo de opinião. Leandro Ferrari, criador do corredor polonês. Estratégia Que o fez faturar mais de 100 milhões com lançamentos. Hoje possui um ecossistema com diversos funis e mais de 40 pessoas na sua equipe. Geralmente quando o cara começa a buscar
um especialista para ele lançar, ele vai atrás de um cara que tem um conteúdo técnico muito bom. Só que na real o cara tem que ser menos professor e mais é líder de movimento. Qual que tu acha que é o formato que alguém deve começar, tá? lançamento. Eu escuto muito que essa Parada das quatro aulas aí gratuitas online não funciona mais como funcionava antes. E eu faço sete dígitos todo mês com quatro aulas, quatro aulas 100% online, 100% gratuito. Assim, eu te desafio a me provocar, a te mostrar os meus resultados, que eu tenho certeza
absoluta que eu vou te impressionar e vou quebrar essa objeção, porque o problema, na verdade, não é as 4 horas do lançamento, é você que tá fazendo a parada errada. Por um acaso, hoje eu Tenho na m esteira lançamento, mas lançamento não representa o maior volume de dinheiro que entra líquido pro meu negócio. Isso é interessante porque muita gente acha que lançamento é a veia. Se eu aprender lançamento eu vou ficar multimilionária. E não é o ponto. Primeiro trimestre a gente vendia 500.000 mês só de social ser selling e a gente fez sete dígitos em
alguns segundos com essa oferta vendendo produto de R$ 100.000. A minha renovação De masterm de hoje produto de R$ 100.000 é de 80%. O cara não sai mais. LTV eterno, sacou? [ __ ] mano. Loucura. Esse podcast vai me dar dinheiro. Sério? Que bom. Maravilhoso. Só insite, mano. Só tá. E aí, pessoal, beleza? Antes de começar o podcast, olha só esses resultados aqui, tá? Que vão aparecer aqui na tela. Como você tá vendo, toda essa galera aí tá aumentando a conversão dos seus vídeos de vendas, dos seus VSLs, ganhando muito mais dinheiro. E eu quero
te mostrar, tá, como que eles estão fazendo isso na prática. E por isso eu gravei um vídeo te mostrando como que tu pode fazer para ter resultados similares a esses que apareceram aí na tela. Não tem nada ali para vender, tá? Não tem nenhum infopruto, mentoria, nada disso. É realmente só uma maneira de te ajudar para tu conseguir ganhar mais dinheiro, tá, com seus VLs, com seus vídeos de Vendas. E esse vídeo tá ali no link da descrição, tá? Vai ser o primeiro link, vai aparecer na tela também. Então, se tu tem um vídeo de
venda, se tu tem um VL e tu quer aumentar tua conversão, tu quer ganhar mais dinheiro aí com ele, cara, clica nesse vídeo aí e assiste esse vídeo até o final. E não só isso, tá? Mas aplica também em todas aquelas dicas ali, tá? que eu te passo ali. São sete testes extremamente simples de fazer. Qualquer pessoa pode fazer, que Vão aumentar tua conversão, fazer a tua empresa crescer. E mais importante do que isso, né, colocar mais dinheiro no teu bolso. E além disso, caso tu não conheça aqui o podcast, esse aqui é o podcast
do Beturb, onde toda semana a gente traz pessoas que já escalaram seus negócios, já escalaram suas ofertas para que tu consiga pegar aí uma, duas, às vezes três dicas, né, se o podcast for bom, aplicar no teu negócio e escalar ele também. Então, sem mais delongas aí, Bora pro podcast, mano. Bem-vindo. Que honra. Obrigado pelo convite. [ __ ] já comecei fazendo merda. Quebra tudo, mano. Obrigado pelo convite. Tô muito feliz em estar aqui. É, como você falou, né? Pagou hotel, pagou passagem. Paguei, mano. Eu tenho no mínimo a obrigação de deixar três sacadas aqui
para quem tá assistindo. E eu vou honrar, hein? Eu vou honrar. Eu quero, mano. Ô, tu queres um pano alguma coisa, mano? Bora pr cima. É, cara, eu queria te agradecer, Tá? Pelo tempo que tu, enfim, tu teve vindo para cá. Eh, porque, [ __ ] é chato, né? O cara tem que sair lá de São Paulo, lá do de tu, né? É, tudo interior. E daí tu tem que pegar o o carro, ir para aeroporto de lá, vir para cá. É um tempo. Aí tu veio para cá ontem à noite. Sim. Mas queria te
agradecer aí pelo teu tempo. Imagina que isso. Vai ser uma honra. Espero contribuir bastante. Tô aqui com essa missão. Não, mas tô vendo dúvida que, mano, eu vou eu Vou extrair o conteúdo de ti, cara. Então, vai valer sem dúvida alguma. Vamos lá. Eh, cara, primeira coisa, tá, para as pessoas que não te conhecem aí ou te conhecem pouco, tu poderia dar um um overview assim, explicar um pouco o quem que é Leandro Ferrari, o que que tu faz, tá no mercado digital quanto tempo? Só pra galera que não te conhece assim conhecer um pouquinho
mais aí sobre sobre Bora, vamos lá. Eu entrei em final de 2018 no mercado digital e a princípio Eu era um lançador, uma Eurugência. Eu tenho um sócio que começou comigo desde o começo, Henrique Brenha, que foi o cara que me colocou nesse mercado. E a gente sempre buscou lançar outros especialistas e a gente entrou nesse mercado com dois, três, cheguei até 12 especialistas e de um tempo para cá a gente teve foco em não só construir mais negócios sólidos, porque a gente tava até conversando aqui, a gente entendeu sobre relação LTV CAC, o quanto
é Importante não ser dependente de uma única estratégia. E por um acaso hoje a gente faz lançamento, mas é um só e dos funis, é uma das coisas que a gente faz dentro do nosso negócio. Hoje acho que a gente se denomina mais uma startup do que uma agência de lançamentos. Uhum. Além de lançamento, cara, qual quais são essas outras coisas que tu faz aí? Eu sei que tu faz evento também, né? Faço, cara. Eh, eu não entro mais em projetos como eu entrava antigamente, com o Intuito de fazer só lançamento. Então, hoje a gente
tem pós-graduações, a gente tem eventos presenciais de vários especialistas que são sócios do nosso ecossistema, a gente tem esteiras de fronte que a gente faz muito eh o que a gente chama de funil que a gente estressa o ROY para criar mais audiência, múltiplos canais de receita para dentro do negócio. E a gente tem uma esteira própria que eu de um tempo para cá fui desafiado, de tanto que eu Tomei na cabeça com especialista, essa história é muito boa. Eu fui desafiado pelos meus sócios em sair dos bastidores e virar um especialista, porque eu criava
um negócio sólido, o cara chegava para mim e falava: "Pô, até aqui, obrigado, vou seguir por conta própria". E desde então virei um especialista. Então, a gente eh ensina tudo que a gente faz, principalmente tudo que envolve escala de lançamento, toda estruturação de negócio. Hoje eu sou o Cara que representa a esteira da XFO, que é eh a agência de lançamento que virou esse ecossistema. O nome da empresa é Xflow. Xfow pros brasileiros aí. Sim, cara. E o X, você tem ideia de onde vem o X, né? Do I Batista. muito fã do pau do
Ikke velho, muito. E pela primeira vez, semana retrasada, eu conheci o Ike, foi na mentora dele? Não, eu encontrei numa confraria e eu contei para ele, falei: "Velho, eu tenho uma empresa que tá virando um império no Mercado digital e esse nome saiu por conta dos seus negócios. Eu me inspirei muito em você." E a gente foi o X da multiplicação e o flow, pô, a gente falava: "Cara, eu quero ter o flow de trabalhar sempre feliz". E aí virou a multiplicação com flow e veio Xflow. Cara, interessante. Eh, esse essa inspiração, tá, que tu
tinha no Like I aí, isso veio antes do digital ou depois? Antes. Sempre paguei muito pau. Modelo de Negócio, um cara que estruturou todos os negócios dele de uma maneira muito disruptiva e foi sem ter muito background do que que era a parada. Então, pô, você vê tudo que envolve minério nele, ele meteu a cara sem conhecer. é um cara que sempre pesquisou muito, que é uma coisa que eu sempre admirei. Pô, eu invisto bilhões de dólares em pesquisas para como eu vou profissionalizar o mercado que eu tô hoje. Ele fala isso tem muito tempo
já. E é um negócio que para mim sempre foi encantador. [ __ ] modelo de negócio. Sim, mano. Cara, antes da gente entrar no digital, tá? Ah, lembra que eu te falei? Pessoal, quem é do Scala me oferta, do escala me oferta, dogresso da escala aqui, sabe que a gente vai seguindo aqui a minha curiosidade, né? como aqui. E cara, eu fiquei curioso referente a isso. Então, antes do digital, tu já era fã do Ike, né? Eventualmente chegou a conhecer ele. Aham. Eh, agora a pouco, Qu Quais foram as coisas assim que tu acha que
ele te ajudou assim na tua jornada? Não sei se tu pegou algum hábito, algum modelo mental, algum sistema de gestão, sabe? Alguma coisa assim, eh, que de fato te ajudou. Teve alguma coisa assim que te marcou ali no no dessa pessoa? Tá. É, o que eu sempre curti, ele não era um cara pegado em um modelo de negócio só, sempre foi um cara que desbrava vários modelos de negócio. Então, uma das inspirações sempre foi Essa. Pô, eu vendia plano de saúde, irmão. Meu negócio era entregar panfletinho na casa das pessoas e sair correndo para que
elas ligassem numa lojinha que minha mãe tinha para eu atender e vender plano de saúde para elas. E eu falava: "Isso não é escalável. eu nunca vou ter o dinheiro que eu quero se eu for um eterno vendedor de plano de saúde. E eu falava: "Pô, se eu tiver um segundo, terceiro negócio, eu vou conseguir pelo menos Sobreviver do plano de saúde e ter outras paradas." Então, olhava para ele e falava assim: "Mano, pera aí, ele tem petróleo, ele tem tudo que envolve minério, ele é um cara que tem uma cana de açúcar que chegou
no Brasil, que hoje qualquer pessoa que faz uma cana de açúcar que é do estudo dele, paga royalty para ele. É um cara que ele diz que vai falir as empresas dele, porque ele tá desenvolvendo a tecnologia que envolve a eletricidade, ele fala: "Eu, Você a pessoa, o percussor de falim empresa de petróleo, uma empresa de cana de açúcar". Então é é tão disruptivo e tão inimaginável quando eu era só um empreendedor que eu olhava para aquilo, falava: "Velho, esse cara é muito foda". Fora que, pô, é o Forbs, né? Quando você tá criando, ainda
criança, pô, o cara foi o quinto maior, eh, o maior brasileiro em relação à grana numa época. Então, chamava atenção para [ __ ] Entendi, mano. Eu sinto uma Coisa similar com o Elon Musk, sabe? Aham. Mano, esse bicho tá mandando os foguete lá pra Marte. Eu falo: "Caralho, mano, que tipo, que [ __ ] é essa, velho?" E não só isso, mano. Ele tá mandando os foguetes pra Marte. Aí tem os robôs que ele tá fazendo da Tesla. Tu viste a a o último lançamento de produto da Tesla agora? Não, do robô. É, não.
Eu fiquei impressionado. Que [ __ ] é essa, mano? Ele ele colocou robô para fazer serviço de pedreiro, mano. Mano, Bizarro. Bizarro. É muito doido. Tipo, daqui a pouco a gente vai na Casas Bahia, vai comprar uma caixa, sério, vai apertar o botão, vai pular um negócio dali e aí tu vai mandar pro robô, mano. Pro robô se robô faz tal coisa, mano. E o robô vai fazer, tá ligado? Muito [ __ ] velho. É, vai ser muito doido. Pela primeira vez, foguete deu ré essas semanas atrás. Foguete deu ré. É muito subível demais. Incrível.
Sim. Opa, antes da gente seguir o podcast aqui, eu Só queria te lembrar rapidinho que se tu tem um vídeo de vendas ou se tu tem um VSL e tu quer aumentar a conversão dele, quer conseguir ganhar mais dinheiro aí com o teu VSL sem gastar um centav mais em tráfego e sem mudar a tua cópia, eu preparei um vídeo, tá, que eu te mostro sete testes extremamente fáceis qualquer pessoa pode fazer e que provavelmente tu consegue fazer aí no TVSL também para aumentar a conversão dele e tá no primeiro link aqui nos comentários aqui
Do YouTube. É só tu clicar ali, assistir o vídeo e aumentar a conversão do TVSL também, beleza? Então, se tu ainda não viu esse vídeo, tá? Clica ali, assiste o vídeo, aplica os testes, tá? Porque só assim tu vai ganhar dinheiro. E agora de volta aí pro podcast. Mas, mano, é, pelo que eu entendi, então tá, tu tem a a XFlow hoje em dia não é só uma agência de lançamentos. Aham. tem uma porrada de coisa, tu faz eventos, tem expert ali e tal, aí meio que tu conseguiu criar um Negócio sólido que curiosamente, tá?
Curiosamente usa o digital ali como um pouco de canal de aquisição. Exato. Então tu consegue trazer as pessoas através do digital, tal, eventualmente tu usa sim o funil do lançamento, mas o lançamento por si só ele não é só um negócio, ele é só o a a pontinha ali do do do do do negócio como um todo. Isso é muito interessante, né, mano? Porque hoje em dia no digital muitas pessoas acreditam que o lançamento ele é um Negócio, né? É aquilo ali. Aham. E daí acho que é por isso que a maioria dos lançadores aí
acabam se ferrando um pouco, né? Ficando meio Eu eu fui esse cara. Inclusive quando a gente começou a aprender sobre mundo dos lançamentos, que que eu falava? Eu preciso de volume de gente para eu lançar para que eu tenha lançamentos todos os meses entrando um dinheiro infinito para mim. Então, para mim, ela era essa a minha tese. Eu já aprendi a fazer parada e eu Vou andar. Mas eu tive uma fase na minha vida que foi inclusive icônica quando eu recebi minha primeira plaquinha da Hotmart de 1 milhão deais 2019. Morava em Salvador ainda. Portaria
me liga, cara, tem uma encomenda para você. Fui lá receber e quando eu começo a abrir essa parada, minha esposa tava do meu lado, eu começo a falar, mano, olha isso que pra gente é uma [ __ ] de uma métrica de ego, né? Quando você recebe uma placa é maravilhoso. E quando eu termino de Abrir e eu falo: "Cara, a gente já faturou R 1 milhãoais". A minha esposa olha para mim e fala assim: "Tá, mas e os dois aluguéis que estão atrasados, a gente vai pagar?" Foi quando eu começo a cair na real
e eu falo: "Pera aí, essa parada não vai me deixar eh rico no longo prazo. Se eu quiser entender como eu vou ter dinheiro e como eu vou escalar meu negócio, eu não posso ser um dependente de lançamento." E aí que a gente começa a Repensar sobre o modelo de negócio. E a gente entendeu que se eu dependesse de uma estratégia de receita e um produto, eu não ia longe. E quantas pessoas você tá até mais tempo que eu no mercado, se você parar para refletir, quantos caras bons não entraram e saíram desse mercado? Um
monte. Um monte. Porque o cara, ele não entendeu sobre o modelo de negócio com múltiplas canais de receita. Eh, o digital não sabe que o vendedor vende. Olha que coisa louca, irmão. De Um ano para cá começou a falar sobre comercial dentro do mercado digital, mas até então o cara ele pegava lead de balde, chegava num lançamento, ele colocava a gente para vender e no final das contas o que não convertia, ele não tava nem aí. Só que comercial é premissa de venda de toda a grande empresa e até então a gente não sabia. Então
eu tenho isso como é uma lição de vida, o cara não ser dependente de uma estratégia de receita E de um único produto. Foi assim que eu comecei e a gente aprendeu muito, mas eh tomamos muito na cabeça também com isso. Nesse começo, eh o o erro principal que tu cometeu, pelo que eu entendi, então era tu depender apenas ali de um canalzinho ali, de uma fonte de receita, correto? Foi, foi. Só que e aí tu tinha essa ideia de não ter apenas um, mas lançar várias pessoas, né? Paralelamente ali tu falou que chegou até
12, né? 12. E e por Que que isso não resolveu? Porque em teoria tu ia ter múltiplos canais ali, né? Exato. Eh, depois até eu vou falar um pouco mais sobre modelo de contrato, que foi um outro grande erro também. A gente teve alguns contratos que a gente chama de contrato masoquista, que era parada que, [ __ ] eu sabia fazer lançamento, mas eu não era um cara que tinha poder de negociação, então meio que aceitei uns contratos bizarro, mas depois a gente fala sobre isso. Eh, Falando sobre esses 12 especialistas que a gente chegou
a ter, foi muito louco porque a gente começou a escalar time, chegamos até 6, 8, 12 especialistas. Só que quando você faz uma parceria e a pessoa entende que você vai ser a responsável por tomar conta da estratégia, ela depende muito de você. E o meu time ele começou a ficar cada vez mais inflado e com as responsabilidades que envolvem um lançamento. E aí a gente começou a escalar, escalar, escalar Faturamento. Só que ao mesmo tempo eu comecei a ter um múltiplo burnout no meu time. E a galera começou a ter problema de saúde, porque
toda semana eu tinha lançamento, irmão. E a energia que você coloca no lançamento é diferente da energia que você coloca em qualquer outro funil, porque aquela adrenalina, muita coisa para entregar. E eu comecei a entender quando a gente contratou um BPO ainda que começou a pegar a margem líquida dos nossos produtos. A gente Falava assim, cara, BPO, BPO é meio que uma contabilidade que mostra alguns dados contábeis mais detalhados. Tu sabe o que significa isso, BTO? Não, eu eu sei, eu já li sobre isso. Eu não não sei exatamente o termo. Vai aparecer b aqui
pra gente aí, mas enfim, v tratar ele. Bom, eh, e aí a gente entendeu que a margem líquida das nossas esteiras que mais representavam dinheiro para nós eram produtos de dois a três especialistas. Ou seja, se eu colocasse Mais energia em quem trazia dinheiro, ia ser melhor em relação a dinheiro e em relação à energia que eu colocaria mais aonde tá o 8020 do meu negócio. E aí então a gente falou: "Velho, vamos viver mais eh encontrando 8020 e os produtos que mais produtos especialistas que mais tinham e o LTV, que não era mais só
a parada de lançamento. Por quê? Quando eu entrei em 2018, 2019, Lead Frew era uma beleza para converter. Mercado de lançamento, a gente vendia para [ __ ] 2020, 2021, as coisas começaram a mudar. 2023 a gente entra numa era da conscientização, onde o conteúdo que o cara quer ouvir é um conteúdo mais de opinião, ele quer ser liderado, ele quer fazer parte de uma tribo. E o Lead Quente ele começa a converter. Logo le quente é mais caro. As conversões de lançamento, mesmo altas, elas não representam o mesmo faturamento do que antes. Uhum. O
que que isso significa para uma empresa que quer eh galgar a Longo prazo? O cara precisa de LTV, precisa vender mais de uma vez para uma única pessoa. Então, se eu ficasse vivendo de lançamento, ter um ruas de três vezes, um R de ruas de duas vezes, só que eu ficava eh dois meses sem lançar, sem ter uma injeção de caixa, isso era problema pro meu negócio. Entendi. Porque dois lançamentos que não dassem bons desses caras que representavam a maior parte da grana, eh, era o suficiente para quase me Quebrar. Sim. É, ia prejudicar bastante
ter fluxo de caixa ali, cara. hoje em dia, tá? O tipo 2024 aí e tal, tu acredita que ainda tem eh, aliás, deixa eu fazer uma pergunta antes. Eu acredito então, tá? Aham. Que o que tu recomenda então não é ter uma porrada de especialista de jeito nenhum, é ter menos especialista, correto? Maravilha. A partir disso, tu acredita que hoje em dia, 2024 agora, tá, ainda tem gente que tem essa porrada De especialista aí no no digital? Ainda tá nesse nível assim? Tem tem um cara inclusive, Mac Carvalho, e ele é meu amigo e sempre
a gente tinha essas discussões, né, que ele sempre defende a tese de ter muito especialista e eu sempre defendi a tese de ter menos especialista. E a verdade é que não tem certo errado, tem o que mais faz sentido pro seu momento, seu modelo de negócio. E na época que eu converti, conversei com ele, ele falou assim: "Velho, eu tô Com tipo 22 caras". E eu falei: "Mano, graças a Deus que você tem 23 anos. você tivesse 33, você já teria infartado. Se eu tivesse no teu lugar com 20, [ __ ] experto. Então, no
meu ponto de vista, eu acho que poucos especialistas que você consegue botar energia para focar numa esteira, entender sobre o LTV dessa parada, estruturar um evento presencial que é focado em branding, você estruturar um high ticket, pô, às vezes você consegue colocar uma pós-graduação, Maravilhoso. é melhor do que depender de um único produto e ficar dependendo de rosto de lançamento atrás de rosto de lançamento. Sim. Tanto que eu saí de 12 especialistas e hoje eu tenho dois sócios. Então, e é uma concepção diferente, porque quando você fala de de especialistas, eu tô fazendo por um
acaso teu lançamento aqui e a qualquer momento acaba eh o nosso contrato e a gente vai embora. Hoje eu tenho dois sócios que são os caras que eu visto a Camisa para estruturar o negócio deles. Então eu faço três, quatro eventos presenciais. Eu tô preocupado em em fomentar, em crescer a marca deles. A gente tem mentorias, por um acaso a gente faz lançamento também. Eu tenho várias esteiras de fronte, ou seja, não quero mais ter 12 especialistas porque eu quero viver, velho. Senão eu vou perder minha mulher. Esse que é o lance. Quanto mais especialista,
mais a chance da mulher falar, velho. E aí? É verdade. A gente falta, cara. É bem legal, tá? A gente vai entrar nessa discussão aí. Achei bem interessante. Eh, eu hoje em dia, eu não sou o cara de lançamento. Uhum. Eu não sei se tu sabe, mas eu nunca fiz um lançamento, tá? Na minha [ __ ] não sabia não. Nunca fiz, mano. Eu só fui copywritter de um lançamento. Mas eu eu tipo, ah, eu fiz, eu estruturar essa [ __ ] aí que vocês fazem. Aham. Para mim isso é uma loucura do [ __
] mano. Para mim isso, isso é Tipo, é surreal que tu bota todas as tuas chances naquilo ali e se der uma merda, mano, se cair o teu link de checkout, tipo qualquer o detalhe assim, tu disparou o e-mail com uma vírgula errada ali, já é um um impacto muito grande de faturamento. Aí assim, apesar disso, eu tenho minha opinião sobre isso também, que eu eu deduzi, né, a parte da lógica. Aham. Que eu concordo contigo, tá? Pô, para mim faz muito mais sentido ter uma pessoa só e verticalizar naquela Pessoa ali. Mas eu queria
saber, tu consegue defender o argumento do Mac? Eh, tu consegue, tipo, imagina que tu é o Mac, o que que ele fala, tal? Qual que é a vantagem de tu ter aí uma porrada de especialista ao invés de tu ter um ou dois? Tá? Eh, eu acho que o conceito de muito especialista é bem parecido de um fundo imobiliário, por exemplo. O cara ele tem diversos negócios e ele tá focando no resultado global. Então são vários projetos ao mesmo tempo e depois Ele une e coloca tudo num bolo. Então talvez ele diminuiria o risco tendo
muita gente no mesmo balaio. Eh, e se ele encontra do tr cinco caras que dão essas porradas de milhões de múltiplos sete dígitos, o negócio dele naturalmente ele vai escalar mais. Então eu acho que essa tese que ele defende. Mas falando de organização, o cara tem que ser muito bom para tocar de forma assim, eh, reloginho ali. Exato, velho. É difícil. É difícil no digital, tá? Entre essas duas vertentes, eu acredito que o teu modelo Aham. Ele é respaldado por muito mais faturamento, né? Sim. Os coprodutores que trabalham com especialista só, acho que eles faturam
muito mais do que os coprodutores que trabalham com vários, né? média total. Eh, nessa época que eu tava com 12 especialistas, eu tive um mastermind de um cara que praticamente entrou no mercado digital comigo, o nome dele é Thiago Bernardes. E aí ele tinha um Negócio que faturava sete dígitos com lançamento. E eu comecei a falar sobre a minha margem, o quanto eu tinha colocado no bolso. E esse cara, velho, ele tinha trabalhado muito menos que eu, eh, em relação a o desgaste de lançamentos, que ele tinha feito tipo cinco lançamentos no ano e mais
algumas campanhas. E eu fui ver, eu falei: "Mano, quanto você botou no teu bolso?" Pessoa física mesmo? Ele falou: "Cara, tanto". E eu tinha colocado 1/3 daquilo, só que eu Tinha 12 especialistas. Então, para mim, eh, eu tinha que entender qual era a lógica pro negócio dele ter colocado mais dinheiro no bolso dele do que o meu com 12 especialistas, porque na minha racionalidade ali, quando eu comecei essa parada, eu falei: "Não, se eu tenho 12, eu tenho ganhar 12 vezes mais que ele". E eu fui entender que o jogo não era esse, velho, porque
ele tinha mentorias que escalavam e era KCK zero, produto de 15 pau. Esse cara tinha uma Pós-graduação que era um produto mais caro. Produto de pós-graduação é fácil de vender. Ele já tava olhando para um evento presencial, coisa que para mim eu só tinha tempo de lançar atrás e de de campanha. Então era cada 60 dias eu tava lançando essas mesmas pessoas. E você falasse para mim, Leandro, tô pensando em fazer uma mentoria. falar: "Não, não precisa não, não tem tempo para isso, velho. Vamos fazer só lançamento". E aí eu entendo o modelo de negócio
que eu Não precisava disso, sacou? Uhum. Entendi, mano. Eh, no mundo de tráfego direto, eu acho que é a mesma coisa que tu falou, tá exatamente igual. Se o cara tem vários VSLs ali que ele tá rodando, a tendência é ele não conseguir dar atenção para nenhum deles, tá? Pode ser que fature, mas vai faturar relativamente pouco ali. Aham. E só que se um der merda, tem outro, né? Sim. É, ao mesmo tempo, se tu tem vários que são, aliás, tu tem um só que é muito Bom, aí, pô, tu consegue faturar muito mais, tu
consegue dar muito mais atenção, só que se der merda naquele ali, tu perdeu tudo. Sim. Só que eu eu eu julgo, tá, pô, o risco de um VSL é muito maior do que o risco de um especialista, porque se for um especialista bom, tipo, ah, pô, tu confia no cara, tu veste a camisa, um sócio teu, cara, não vai dar merda, sabe? É difícil, é difícil dar. Beleza. Po, pode ser que dê, pode. Aham. Mas é Bem mais difícil, muito mais difícil dar merda do que um VSL que pode morrer assim, né? Não sei, sei
lá, que Deus me livre, mas teu só sofre um acidente, alguma merda assim. Mas a princípio não é para acontecer. Volta e meia o pessoal briga, né? Em sociedade já aconteceu, já veio gente aqui que falou que brigou, tal. Até teve um cara recentemente, tá, que ele falou de uma empresa que é o corpo explica, falou que os sócios brigaram lá. Eu não sei de nada disso Daí, tá? Não entendo, mas ele falou isso aí, falou que era empresa era grande, falou que deu uma merda [ __ ] lá. Então assim, pode acontecer, mas a
minha opinião, tá? A minha opinião, se eu fosse fazer alguma coisa no mercado de lançamento, tal, eh, ou na verdade qualquer mercado, né? Porque como a gente fala, o lançamento é só um funil de aquisição ali e tal, a gente poderia ter vários outros funilis, como tu tem, até inclusive funil de vári de Webinário, funil low ticket aí dos ebooks aí que tu tem. Eh, mas assumindo que a gente vai por esse caminho, tá? que é o caminho que eu recomendo aí pra galera mesmo de mano, vamos trabalhar com um especialista muito bom aí, às
vezes dois, às vezes às vezes é um ou dois, não sei, ou enfim, três aí, não sei tu, tu vai me falar, cara, qual que é o primeiro passo assim para eu encontrar esse cara? Eh, tem algum tipo de eh sei lá, coisas em comum que bons Especialistas têm e como não fazer, tá, esse tal de contrato masoquista aí que você falou, tá? Eh, falando de especialistas agora, eu fiz uma análise profunda sobre os caras que eram líderes de tribo de um tempo para cá. E como eu virei especialista, cada vez mais eu quero entender
o que que essas pessoas fazem que eu posso literalmente plugar no meu negócio. E se você reparar sobre características comuns dele, eh, de todos eles, vamos citar aqui alguns, tá? Pablo Marçal, Betina, Ítalo Marcille, eh Ícaro de Carvalho, são pessoas que naturalmente você entra no perfil deles e você não identifica de forma clara o que eles vendem. Você só entende que é uma pessoa que tem uma opinião muito formada sobre diversas coisas. Ponto final. E o que que eles são? Muito mais líderes de tribo do que conteudistas. E geralmente quando o cara começa a buscar
um especialista para ele lançar, ele vai atrás de um cara que tem um conteúdo Técnico muito bom. Só que na real e se você olhar só pro conteúdo técnico, você não consegue entender a parada do líder de tribo, que são o que essas pessoas aumentam o nível de consciência para que eles andem lá dentro. E assim, eh, Betina, ninguém quer saber o que a Betina vende, velho. Eu só quero comprar a vida dela. Independente do que ela tiver me ofertando ali, eu vou. Ô, Leandro, só para ficar claro pessoal, tá? E para mim também, tu
usou esse Termo aí, líder de tribo. O Ícaro, líder de tribo, a Betina líder de tribo. Sim. Eh, e aí tu falou também agora desse negócio do lifestyle, cara, tu consegue juntar as coisas. O que que é ser líder de tribo? Cara, eu acho que é um combinado de opiniões em relação a várias coisas da vida da pessoa, sobre o que ela acredita e, principalmente quais são eh os valores inegociáveis para você, tá? E quando a gente fala de o cara dar opinião e se posicionar, muita Gente acha que é, pô, é minha opinião política
e minha opinião religiosa. Só que na real não. O dia a dia envolve outras opiniões que a pessoa que tá seguindo alguém, ela quer entender o que que você pensa sobre aquilo. Eu costumo falar que existiram três eras de conteúdo. 2017, quando eu entrei, era muito aquele conteúdo informativo, uma pegada meio blog. Depois a gente teve uma segunda era de eh conteúdo, que era um conteúdo mais técnico de Oportunidade, mostrando ali uma parada de objeção, talvez. E agora, meu irmão, as pessoas querem ser lideradas, elas querem um conteúdo de opinião. Então, elas não querem mais
que você fique falando qual é o melhor passo de uma VSL. Ela quer saber o que você pensa em relação à tua vida no geral, que por um acaso ela vai vender VSL para chegar onde você chegou. Então, o líder de tribo, ele tem essa característica de dar opinião sobre qualquer coisa que ele Pense que são valores inegociáveis para ele, para que as pessoas eh de forma eh mais até fácil elas tirem conclusões, porque as pessoas têm preguiça de tirar conclusão, sacou? É muito difícil ele parar e pensar, mano, o que que eu penso sobre
isso? Então eu vou no João, que é um cara que eu admiro, falo: "Velho, eu vou seguir o que ele pensa". E naturalmente eh ser líder de tribo tá ligado a você da opinião e você trazer pessoas para eh a tua comunidade a ponto Dela acreditar na mesma coisa que você, sacou? E isso naturalmente vai fazer com que você venda. Fala pessoal, antes de vocês seguirem aqui no podcast, eu só queria agradecer vocês aqui, tá? Porque a gente conseguiu fazer um progresso, a gente diminuiu o número de pessoas que não são inscritas aqui no canal
do Vetorb. Esse número hoje tá em 59,2%, vai aparecer o print aí na tela e antes, tá, era 65%. Então, cara, obrigado aí, tá? Isso aqui tá ajudando a Gente a crescer mais aqui no nosso canal. A nossa meta aqui é chegar a 50% das pessoas que assistem nossos vídeos sendo inscritas aqui no canal. Então, se tu ainda não se inscreveu, cara, clica aqui embaixo, se inscreve aqui. Tu não perde nada com isso, tá? muito pelo contrário, só tem a ganhar com isso daí, porque quanto mais inscritos tem o canal, mais ele cresce, a gente
consegue trazer convidados ainda maiores, que vai ter um conteúdo ainda melhor para que tu Consiga assistir aí. Então, tu não perde nada com isso, só tem a ganhar. Então, cara, clica aqui embaixo, tá? Ajuda a gente a bater a meta aí de chegar a 50% das pessoas que assistem o canal como inscritos. Muito obrigado aí e bom podcast. Então, resumindo, você não precisa ser um cara que tem o melhor conteúdo. Tem um cara que chama Gabriel Padrinho e ele fala uma coisa muito massa sobre isso. Se você parar para eh refletir quem foram os professores
que Mais marcaram a sua infância, geralmente para e pensa, tá? Geralmente esses professores, eles não são os caras que são melhores tecnicamente. Você lembra do cara, tipo aquele professor de história que contava uma piada engraçada? Você lembra o cara que fez uma analogia massa para te ensinar uma coisa, só que você não lembra do melhor professor. E o que que isso tem a ver com a parada do líder de movimento? As pessoas se conectam com Boas histórias. Então, a opinião tá ligada, se você se posicionar em relação a histórias que você viveu, a saber conectar,
a saber trazer esse conceito de pô, eu tenho o caminho, mas compra a minha história, vem comigo. Tipo Pablo Marçal, mano, entra no Pablo Marçal hoje no perfil dele, você não vai identificar nada que ele vende, porque é um mix de opinião com boas histórias e no final das contas, por um acaso, ele tem algo que ele vai te vender ali. Uhum. Sacou? Tu acreditas que esses líderes, tá, de de tribo, como tu tu acabou de falar, Aham. Essas pessoas, elas necessariamente são grandes ou eventualmente a pessoa ela pode ser pequeno também, sabe? Eventualmente ter
um Instagram menor ali. Eh, porque, pô, existe uma quantidade limitada, né, dessas pessoas grandes. Sim. É, no mercado. Então, pô, Betinho, Marçal, o Thiago Finch, o acho que o Pedro Sobral, podia dizer assim também, né? Ladeira, Cada um, ladeira, cada um deles bem único, bem bem consegue expor sua personalidade ali que conecta com um certo público. Eh, e eu acho que é isso que faz com que eles sejam tão que eles venham tanto, que eles conseguem se conectar com as pessoas. Sim. E é muitas pessoas que eles se conectam, porém pode ser que uma pessoa
menorzinha também se conecte muito com aquele públicozinho dela ali, sabe? Sim. Aí, será que esse Essa pessoa é uma boa para lançar também? Sim. Eu acho que a característica em si de eh dar opinião e ser líder de movimento é diferente do tamanho da pessoa, porque esses caras eles também entraram no mercado um dia pequenos, só que eles entenderam a parada de se posicionar e formar a patota deles, que é um grupo de pessoas unido em busca do mesmo propósito. Então, na minha opinião, não tem tamanho para acontecer isso. Dá para começar Pequeno, só que
e existem alguns elementos como vulnerabilidade, demonstração de vulnerabilidade. Vou dar esse exemplo aqui, tá? Uhum. Eh, sabe quem é a Lara Nesteruk, né? Beleza. Nesteruk. Que nome chique, mano. É Lara. é uma das pessoas que eh eu vejo também como referência nessa parada de movimento e ela teve um cenário que rolou uma treta dela com o marido e muita mulher segue ela. O que que aconteceu? Ela criou um movimento com Tudo isso que tinha acontecido e ela demonstrou essa vulnerabilidade dela. Falou: "Cara, aconteceu isso, isso, isso comigo que envolvia talvez uma traição, talvez uma quebra
de contrato, eu não lembro exatamente o que era." Cara, a galera comprou a treta de um jeito que ela fez eh um estrondo em relação a vendas que ela nunca tinha tido no negócio dela, porque ela demonstrou essa vulnerabilidade. Mesma coisa. Itítalo Marcili no meio de um lançamento. O pai Do Itítalo Marcili, ele foi assassinado, velho. Você lembra dessa história? E foi um lançamento brutal, porque ele demonstrou, ele fez um no meio do CPL, ele fez meio que uma homenagem pro pai dele. Foi lindo para [ __ ] isso. Então, a demonstração de vulnerabilidade, eu
acho que faz parte dessa parada do líder mostrar: "Não, minha vida não é perfeita, eu também tenho problema." E eles super se conectam, principalmente quem tá Acompanhando e tentando encontrar um um caminho para ele pertencer ali. Uhum. Tu conhece o o Naval? Sei quem é. Ele tem uns podcasts, né, que é como ficar rico. Tem um podcast da felicidade também. E ô Thagão, coloca na tela aí, cara, pro pessoal ver aí, ó. Coloca o podcast do Naval de como ficar rico, de felicidade, [ __ ] Tudo aí, coloca o livro lá que escreveu sobre ele
também. Ô, vocês todos vocês estudem sobre o naval, tá? Pega esse insight do podcast Aí. Esse cara mudou minha vida. O cara, ele é [ __ ] [ __ ] E ele ele só dá papo reto, né, mano? É tipo uma frasinha que tu leí, tu fala: "Caralho". É, pensa ali por três semanas da mesma frase, você não digere na hora, né? A frase é difícil, é difícil. É. Aí ele já falou várias para mim. Ele falou uma assim para mim, por exemplo, que é, cara, se tu é tão inteligente, porque uma época da minha
vida, quando eu comecei a ganhar grana, eu falava: "Não, sou sou Bravo, sou [ __ ] mano, eu sou [ __ ] fogo, sou rico não, meu Deus do céu." Aí eu me achava inteligente, né? Daí ele falou assim: "Mano, se tu é tão inteligente, por que que tu não é feliz?" Ele meteu essa e eu falei: "Caralho, mano, porque eu tava, eu me achava inteligente, só que eu tava todo ferrado a cabeça que eu tava tipo lidando com um monte de merda, sabe?" Uhum. Mas enfim, uma outra coisa que ele falou também que Ficou
muito na minha cabeça, que é tipo, eh, cada pessoa ela é única, porque a tu tem os os teus a a tua soma de crenças aí, de gostos, a maneira como tu se comunica. E existem pessoas que vão se conectar unicamente contigo. Uhum. Assim como tem pessoas que vão se conectar unicamente comigo, pô, eu gosto do Elon Mus, eu gosto de ciência, de engenharia, de de foguete, essas porras aí também gosto de copyright, ganhar dinheiro. Então, um cara que é que é meio nerd Assim, ele vai se conectar comigo. Uhum. Eh, então, como cada pessoa
é única e como a internet tem todo mundo, cada pessoa vai ter uma audiência específica para ela. Total. E daí ele fala assim: "Cara, a maneira de tu escapar da competição, de tu ser único, é através da autenticidade". Total. Isso é muito doido. Tipo, o fato de tu ser tu mesmo, só de tu ser autêntico e expressar quem que tu realmente é, automaticamente vai fazer com que tu se conecte com um grupo De pessoas que nunca ninguém vai conseguir competir contigo, porque a melhor pessoa em ser, por exemplo, o Leandro Ferrari é o Leandro Ferrari.
Eu nunca vou ser um Leandro Ferrari melhor do que o próprio Leandro Ferrari. Exato. E daí se eu se eu fosse procurar um expert, mano, eu procuraria um expert assim, autêntico, tá? Acho que essa é a palavra. E bizarramente, tá, mano, sem querer ser arrogante, mas eu acho que eu sou assim. Eu acho que tu é assim Também, tá? Pelo menos eu te vejo assim. E esses caras grande aí, mano, eu também acho que são assim, tipo, é uma pessoa que ela, só ela mesmo, ela é autêntica. E aquela pessoa que quer entrar na modinha
das coisas, sabe? Que ela não que ela não tem a coragem e a vulnerabilidade de expor quem ela realmente é, ela não escala tanto, sabe? Exato. Aí se eu fosse procurar, sendo que detalhe, nunca nunca peguei uma pessoa para para sei lá, para criar o Negócio dela. Ou talvez eu, né, eu criei meu próprio negócio aí com com Beturb, mas eu iria procurar por essa característica. Autenticidade. O que eu vejo geralmente a inspiração acaba virando cópia. Quando eu pegava alguém para lançar, eu falava assim: "Cara, dá uma olhada nisso aqui". Eu comecei lançando no mercado
financeiro. Eu falava meu especialista: "Olha, dá uma olhada nesse cara da Empíricos, dá uma olhada no André Antunes, os caras que Para mim eram as maiores referências em relação à grana. Só que o que naturalmente acontece, o cara que não tem uma personalidade, o cara que não é muito autêntico, ele tende a copiar. Quantos caras de desenvolvimento pessoal você não vê que começa a deixar o barbão aqui, né? Porque naturalmente ele começa a ver o Wendel como a referência dele e ele perde autenticidade. Às vezes o cara nem gosta de barba, mano. Só que o
maior do mercado tem barba, o cara fala: "Porra, mano, então eu vou conectar através dessa parada". Então, eh, a autenticidade é diferente de referência, porque as pessoas, geralmente a referência que é para tirar o aprendizado de como a pessoa é e fala: "Pô, esse é o jeito que vai e me levar a converter, esse é o jeito que vai trazer mais pessoas para próximo de mim". ele vira uma cópia da pessoa e aí é o começo do fim, sacou? Eh, voltando paraa sua pergunta de eh características de um Especialista, eu acho que a primeira coisa
é isso. O cara tem que ser menos professor e mais eh líder de movimento mesmo. O cara tem que ter uma opinião formada. O cara ele não tem que ter medo de meter a cara e opinar em relação ao que ele pensa, porque naturalmente as pessoas vão conectar e não vão conectar com o que ele pensa. Então, crença política, crença de família, crença de valores, muito do que você pensar. Muita gente vai falar: "Pô, eu vejo isso como Uma verdade". E muitos vão falar: "Porra, eu acho uma merda isso que você tá falando". Só que
naturalmente quem fica fica conectado e quem sai é o cara que naturalmente não ia comprar de você. Aquela velha história, eh, Jesus Cristo falou: "Nem eu quero, eh, nem Deus gosta de gente em cima do muro. Ou você vai ou você não vai. Esse negócio de, pô, eu não vou me posicionar porque eu tenho medo. Eu tenho medo do que as pessoas vão pensar, cara. Então, não joga o jogo De especialista. É, se tu não se posiciona, tu já tá posicionado. Exato. Eu vi isso recentemente em algum lugar, cara. Não, isso é muito bom. É,
alguém postou is no Instagram aí, alguém que está posicionado, é, postou essa parada aí. Aham. Mas cara, eh, beleza, a gente tem esse critério de qualidades, tá, que a gente acabou de falar. Uhum. Como que na prática a gente acha essas pessoas aí, tá? Pra gente, imagina, sei lá, tem um coprodutor aqui, ele quer começar Aham. O negócio dele de especialista, quer ganhar aí seus milhões aí, sua independência financeira. Sim. Eh, ele sai, o que que eu faria? Tá, eu sairia mandando DM no Instagram, tipo, ô doido, tá, tem alguém para te lançar aí ou
sei lá, tu tens algum produto para vender for produto. Uhum. Como que tu recomenda esse processo, tá? Tem algumas coisas que eu já fiz, tá? Eh, primeira coisa de tudo, mandar DM no Instagram é a pior coisa que tem. Putz, pior coisa que tem, Tá? Você não vai ter um cara bom, um cara [ __ ] mandando um direct para ele falando: "Ô, posso te lançar?" O que que eu sempre fiz? A primeira coisa é encontrar gap no modelo de negócio do cara para eu entrar como uma contribuição louca. Então, eu via que talvez ele
tinha um site que ele poderia vender algo ou talvez ele tinha um livro ou que ele tinha uma página. E eu tendo entendimento com o lançamento, eu ia contribuir com ele. Então eu falava: "Cara, você tá em captação disso aqui que eu tô vendo que tá uma merda, mas eu não vou falar para ele que tá uma merda". E eu falo: "Velho, e se você fizesse isso? E se você fizesse essa parada? A conversão vai ser maior por isso". Então eu meio que ativo uma reciprocidade sem ter interesse. Aquela velha história de ser interessante antes
de ser interesseiro. Então primeiro eu contribuo com o cara, o cara pra pirei velho, vou fazer esse teste na página. Aí depois de uma semana eu ia lá e perguntava para ele: "Cara, essa parada que eu te falei do botão você colocar na primeira dobra, deu bom?" Aí ele, "Pô, velho, deu bom para [ __ ] aumentou minha conversão, tá dando bom?" Falei: "Pô, vamos marcar uma reunião que eu acho que eu posso te ajudar mais." E nessa reunião eu trazia uma proposta: "Pô, vamos talvez fazer um teste pra gente se namorar". Porque geralmente um
lançador quando ele aprende a a fazer a Estratégia, ele quer a sociedade. Ele já chega pro cara falando: "Ô, eu quero parte do seu negócio, eu quero 55". [ __ ] pera, velho, calma. Você nem mostrou ainda se é bom. Então eu sempre falava assim, ó: "Eu tenho vontade de explodir teu negócio e eu já te mostrei com uma sacada aqui que você pode aumentar tua conversão. Você não quer namorar comigo não? Vamos fazer uma campanha, deixa eu tocar estrategicamente isso, não vou te cobrar Nada e se der bom a gente casa. Se não der
bom, você não precisa nem me pagar". Aí o cara, [ __ ] velho, o cara tá realmente confiando no que ele sabe fazer. Uma oferta muito mais irresistível. Exato. Dizer sim, é muito maior. Exato. Peguei vários fazendo isso, vários especialistas bons. E tinha uma outra parada. Eu via na minha cidade profissionais que tinham eh potencial de estourar. Então, o cara já tinha um Método, o cara era um dentista famoso. Tipo, o meu dentista que eu coloquei minha lente foi um cara que eu me aproximei dele para tentar virar sócio do cara. Então, eu marquei a
consulta dele, custava R$ 1.000. [ __ ] Eh, Dr. Daniel. Daniel, ele é de Salvador. E eu falei: "Mano, eu preciso conectar com esse cara que esse cara ele tem muita coisa para vender. Ele já tinha pós-graduação, ele é um cara que ensina faceta." Falei: "Mano, vou vou ficar Amigo dele". E aí eu vou no consultório dele, começo a mostrar que eu sou uma autoridade no assunto, começo a ajudar, começo a contribuir e existe a possibilidade, abre-se a possibilidade de eu lançar o cara. Agora você imagina, eu mero mortal, até então eu não tinha posicionamento
nenhum, tinha 500 seguidores. Se eu mando uma DM para um cara que é muito [ __ ] você acha que o cara vai me responder, mano? Sem dúvida. É, não vai. Então, sempre a Contribuição. E aí a última coisa, eh, e não menos importante, que envolve não só encontrar especialista, mas também eh tá do lado de boas pessoas, é evento presencial. Eu nunca me di esforços para estar em todos os eventos que eu podia eh investir muito em não só conhecimento, mas eu ia para evento para não assistir palestra e para ficar rodando no corredor,
conectando com galera. E naturalmente essas pessoas tinham alguém que conhecia alguém que me Conectava com tal pessoa, eu vendi uma consultoria e a hora que eu vi, eu tava lançando o cara junto com outro cara que eu conheci no evento. Então o negócio de tá em movimento, tá pronto, é é absurdo, cara. Eh, comentando em cima do que tu falou, tá? Aham. A primeira parte ali sobre a contribuição, eh, para quem não sabe, tá, pessoal, eu era, eu fui sócio da pessoa que mais horrível assim de que, que já jogou Bomberman na face Da Terra,
tá? Pensa num cara ruim, Bomberman e Mario Kart, que é o Alan. Vai aparecer o podcast do Alan na tela. Alan, Alan Ncolas. Alan Nicolas. Horrível, assim, ó, nojo, né, Al? E tu sabe mesmo, cara, que tu é ruim. Ele saiu da nossa empresa de marketing porque ele cansou de apanhar. Ele fala que foi porque ele ganhou dinheiro, tal, e queria fazer outra coisa, [ __ ] nenhuma. Era mentira. Todo, todo meio-dia ele só, eu pegava bombazinha Assim e jogava lá no no Overman, sabe que ele pega assim aqui aqui nas costas de era só
bomba na cabeça dele, mano. Ele cansou de apanhar e resolveu sair da empresa. Eu te entendo. A luta eu faria mesmo, mano. Até não sei nem como tu durou tanto tempo assim. Mas enfim. Eh, quando eu conheci ele, eu trabalhava, eu eu tava eh sendo sendo copywritter freelancer, eu nem tinha operação [ __ ] nenhuma. E aí, eh, a gente estava num evento presencial de um Rapaz que já faleceu, o Carlos Ramos, já ouviu falar dele, não? Sim. Infelizmente ele sabia disso. Ah, sabia. Loucura, né, mano? Tem que É, enfim, a vida a vida é
assim. Loucura. É, fiquei de cara. Mas enfim. Aí o Alan tava no evento presencial e aí o Alan tinha, ele vendia um curso de inglês, faturava seis registros por mês ali com aquele, com aquele curso. Ele fazia lançamento, lançamento perpétuo, acho que webinário, teve um monte de coisa. E daí eu cheguei Para ele, né, eu eu li a página dele e falei: "Cara, só que daí eu não fui tão de boa como tu, né? Eu falei: "Mano, tua página ela ela tava uma merda". Aham. Porque realmente tava a line dele era horrível. Eu até nem
entendi como era possível vender com aquele negócio ali, mesmo assim ele vendia um monte. que aí que eu entendi que o mercado do Brasil naquela época era meio bobinho de copas. Foi em 2000 e 2016. É, nem tava nesse mercado ainda. É, tipo, o pessoal lá não sabia [ __ ] né? E eu também não era tão bom assim, mas eu tinha uma uma noção legal assim, genteado já alguns ns e tal, e daí eu falei para ele, cara, vamos fazer isso aqui, tal, etc. Daí dei uma uma dicazinha ali para ele. Aham. Aí isso
era sei lá, num sábado. Aí na segunda-feira ele me ligou e me contratou. Cara, [ __ ] Ele gostou do que eu falei, sabe? porque eu demonstrei autoridade para ele. Aham. E daí ele me Contratou para eu ser o copywritter dele, da empresa lá do Inglês Win, lá do Paulo Barros. E cara, foi bem interessante. E foi essencialmente essa parada da contribuição, né, que eu oferece valor muito. Se a gente, se, se eu pudesse resumir essa parte da contribuição, cara, eu acho que é tu vê se faz sentido, tá? Mas tu provar pro especialista que
tu consegue ajudar ele de fato ajudando ele. Aham. Porque se tu falar assim, cara, eu posso te ajudar, Você tal, tal coisa, tal. Essa cópia aí, cara, nunca vai converter tanto quanto a melhor cópia do mundo, que é a cópia da demonstração. Tu mostrar pro cara que tu realmente consegue ajudar ajudando ele de fato. Uhum. Esse é o melhor elemento para outra pessoa para tu conseguir demonstrar, cara, a clara diferença entre a autoridade declarada e a autoridade percebida. Uhum. Quando eu falo para você, João, o seguinte: "Eu quero refazer tudo do Veturb, porque eu Sou
[ __ ] para [ __ ] em COP. Eu sou o melhor gestor de tráfego, já faturei mais de 100 milhões. Eu tô falando que eu sou bom. A partir do momento que eu mostro que eu sou bom, você tem uma autoridade percebida sobre o que eu tô te falando que eu sei fazer. Você fala: "Porra, esse cara é bom". E é muito melhor você trabalhar autoridade percebida do que uma autoridade declarada. Quantos caras, bando de banana que fica falando: "Porra, eu Faturo 1 milhão por mês, eu faturo 2 milhões por mês, aí você vai
ver o cara é um [ __ ] de um bosta, é o que mais tem, entendeu? E aí quando a pessoa gera valor a ponto da eh pessoa que tá acompanhando ela falar: "Mano, esse cara é bom". Autoridade percebida é outro jogo, velho. Sem dúvida. Muito mais fácil. E esse elemento de prova, cara, sempre que eu sempre que alguém consegue usar isso, tá? Em qualquer tipo de funil assim, eu recomendo muito, tá? O Elemento da demonstração total, ele é o mais poderoso de todos assim. Se eu falar para ti assim, mano, eu sei levitar, eu
consigo levitar, mano. Eu sou iluminado aqui, ó. E se eu quiser eu levito aqui. Tu não vai acreditar, mano. Tu não acredita. Mas se eu levitar na tua frente, mano, na dúvida tu fica, tá ligado? Tu vai vir aqui meter a mão e falar: "Mano, que [ __ ] é essa, mano?" E se tu ver que eu tô levito, tu vai falar: "Caralho, esse Bicho é doido, mano. Aí não sei o que acontecer". Mas entendeu? Então assim, é muito interessante, cara, oferecer valor. Chega lá para para um para um para alguém aí que tu acha
que é interessante, que possa ser um bom parceiro e cara, oferece valor. Tu já vai conquistar muito mais a atenção da pessoa. Sim. A segunda coisa que tu falou, né, foi ir em eventos presenciais. E daí tu tu usou tu falou uma coisa, cara, que eu não sei se tu Sabe, tal, aprendi isso aí faz pouco tempo, eu não sabia, mas agora aprendi, que é chamado de ser indipidade. Ser indipidade é a arte de deixar o acaso acontecer. Então, por exemplo, eu tô lá morando em rancho queimado. Aham. 2800 habitantes. O que que pode O
que que po qual das possibilidades que podem acontecer comigo? O que que pode acontecer? [ __ ] nenhuma. Você picado por uma aranha, esse é o ponto alto da minha vida, entendeu? Agora, se tu tá lá Metido no centro de São Paulo, no evento lá de de marketing e tal, cara, pode estar andando e aí de repente um carro na rua pode quebrar, tem que empurrar o carro e de repente sai do carro ali o Erico Rocha, entendeu? Aí o Erico fala: "Pô, obrigado por empurrar meu carro, vem aqui para masterm". Pronto, entendeu? Pode ser
que mude completamente tua vida. Então tu se posicionar nesses lugares também é muito muito interessante, né? Total. E uma Coisa doida, tá, cara? Eh, evento presencial é interessante. Tu se posiciona, tu tu abre ali para pr para as pessoas esse eh essa capacidade de das pessoas te verem. Isso daí, tá? É um tipo de sorte, eu diria, porque tu tá lá e daí tu pode ser visto. Então, meio que a eh as coisas acontecem sem tu tá tá necessariamente ali. Mas uma coisa que eu queria falar pra audiência, tá, que eu acho que pode gerar
valor Uhum. É que existem vários tipos de sorte. Então tem Mais jeito de tu manipular essa serendipidade. Total. Por exemplo, mano, tu tá aqui tá, será que foi o acaso? Tu tu teve a sorte Uhum de eu te chamar? Sim. Mas eu não te chamei de bobeira, tipo, ah, vou chamar esse moleque aí. Não, mano, é porque tu tava posicionado para isso. Posicionado total. Tu botou um monte de esforço na tua marca pessoal, tal, conteúdo. A gente foi no Masterm, a gente se conheceu, cara, no masterm do EDP. Do EDP, verdade. Florianópolis que aqui em
cima, tá? Fal aqui, pessoal. O podcast de vai aparecer na tela, tá? Para quem quiser ver também outro ruim no FIFA também. Ele é ruinzinho. Todo mundo apanha no videogame com você, computador, essas parada. É isso, mano. Eu vou te contar a verdade, tá? Hã, eu vou contar também pela primeira vez no podcast. Eu nunca joguei comedpo, mas eu já chamo ele de ruim agora. Entendi. Eu já tô fazendo o sideding, entendeu? Você Já tá, já tô mexendo na psicologia dele. A galera vai torcer para você porque imagina que você que vai ganhar, sai. Mas
na média eu dou um pau nos caras assim, tá? No FIFA, eu sou chato, embaçado. Entendi. Mas enfim, aí a gente se conheceu lá, tal, tu tinha tu tava posicionado, tu tava no evento em primeiro lugar, aí teve a sorte de vir para cá. Então essa foi a sorte de tu tá posicionado, de tu ter a referência. Tem a sorte, tipo, tá andando e tropeçou num Num poste de ouro. Uhum. Ess é uma sorte também. Tem a sorte que é a sorte que eu usei para construir o Veturb, que é a sorte do conhecimento. Então
eu vi que o mercado tava todo mundo tá eh querendo fazer aquela parada do PLR. Sim. Daí eu falei, mano, se eu fizer uma parada para vídeo, a galera vai usar. E daí eu me posicionei no meio disso. Aí vi essa esse pessoal, uma hora essa parada ia morrer, essa on aí morreu, só que fic fica os bons, entendeu? Então eu usei Essa galera de de financiamento do Veturb, meio que peguei o faturamento da galera ali que construiu o Veturb. Hoje em dia tem um monte de cliente muito mais sólido, pô, G4 é meu cliente,
o Icor é meu cliente, a Mand Val é meu cliente. Uhum. Mas eu vi esse movimento acontecendo, entendeu? Sim. Eh, enfim. Então existem múltiplos tipos de sorte. Quem me ensinou isso aí foi o Naval. Aham. E cara, quanto mais tu conseguir essa sorte, melhor. Cara, você falou do G4, tem uma frase do Alfredo Soares que é muito boa e para mim é mantra de vida. Marketing é sobre o seu potencial de construir agenda. Ele fala isso num podcast que ele fez com o Joel J. ele fala e o seu marketing é a força de você
estar em vários lugares ao mesmo tempo e sempre eh estar se posicionando. Então, tanto um especialista que quer movimentar, um cara que quer ser visto, eh, ele construir agenda, maravilhoso, mas um cara que constrói agenda para Fazer boas parcerias também é maravilhoso, que é o marketing pessoal dele. Então, tá muito ligado a isso. E na hora que o Alfredo fala isso, você vê depois esse podcast é muito bom. Alfredo Soares e Joel, ele fala assim: "Marketing é sobre o seu potencial de construir agenda". Daí o Joel fala: "Meu Deus, para tudo, para tudo". Que foi
a melhor coisa que você me falou até agora. E ele cita o João Adibe da Cimed e ele fala: "Mano, olha o potencial Desse cara criar agenda". Ele hoje ele funda uma parada, no outro dia ele tá no Luciano Hul, depois ele sai, vai para outro lugar. Ou seja, o tempo todo ele tá dando oportunidade das pessoas quererem ver o movimento que tá acontecendo no negócio dele. Marketing é sobre o cara eh se posicionar e estar em vários lugares. E foi assim, olha que louco, a gente se conheceu no Éedipo e eu tô muito investindo
em agenda agora. Ou seja, eh agora eu tô aqui, amanhã eu Tô em outro podcast, depois eu vou para um evento presencial, vou palestrar fora, volto. Eh, e tudo isso tem a ver com a próxima conexão que eu vou fazer, porque daqui pode ser que surja uma próxima palestra que eu vou fazer e eu vou me posicionar lá. Às vezes a gente tá conversando aqui, do nada a gente vira sócio, sacou? Então é tudo que você falou da eh da do plantil da sorte, né? Tá tudo ligado. Sim. Isso é muito poderoso, cara. Uma uma
das coisas mais [ __ ] que eu fiz, tá? Foi começar a produzir conteúdo. Tal que foi uma merda minha produção de conteúdo. Quem sabe aí, pessoal. Tipo, eu tenho, sei lá, cinco lives no Instagram, seis que eu fiz de uma hora mais ou menos. Naquela época tava bem estourado, que eu tinha ganhado o martelo da Man lá de de 30 milhões lá. É. E daí eu comecei a apostar umas coisas, mas cara, foi disso que veio o Veturb, porque daí depois eu peguei essa audiência e só falei: "Mano, Usem, entendeu? Dá apontei para isso."
Sim. Mas cara, beleza. A gente tem alguma ideia aqui, tá? Qual que é o tipo de especialista que a gente vai procurar? Aham. Eh, como procurar ele, tá? DM não é uma boa ideia, tá? DM não. Então, oferecer valor e ser indipidade, tá? Duas dicas aí muito poderosas. Eh, que tipo de negociação que eu faço com esse cara, mano? Tá. Existem algumas delas e eu vou falar primeiro o jeito Errado, tá? Quando a gente tá começando e aprendendo, independente da estratégia, tá? Se o cara tá aprendendo a fazer lançamento, qualquer coisa que envolva bastidores, ele
tem a parada de ter certeza que ele não é bom naquilo, até porque ele não tem ainda histórico. O cara não é uma autoridade. Então ele vai chegar oferecendo qualquer coisa para esse especialista, porque ele quer ficar nos bastidores, ele não é um cara que pode ensinar alguma coisa. E a gente Tende a oferecer uma parada que no longo prazo tende a não dar bom para nós. E o que que eu fiz com o meu primeiro especialista, depois que eu fiz o curso, nunca tinha lançado ninguém, a gente identificou um especialista que era o cara
de mercado financeiro. Esse eu fechei pela DM, hein? Lá em 2018. Esse eu fechei pela DM. Fala aí, ó. Fala do DM. Foi o único também. Foi o único. E aí meu sócio, Henrique, ele falava assim: "Mano, a gente precisa encontrar Alguém que é bom em alguma coisa, porque a gente já aprendeu a fazer essa parada de lançamento. Vamos colocar na prática agora. E aí ela aceitou e o cara falou assim: "Velho, e aí, mas quanto que vocês vão cobrar?" Aí meu sócio falou: "Olha, eh, eu cobro 50%, porém eu invisto em tráfego". E aí
o cara falou: "Beleza, então eu vou passar para você, na verdade eu não passo 50%, eu vou passar 49 da empresa para vocês. Eu vou ficar com 51 e o tráfego é de vocês. No Curto prazo, quando você tá numa empresa que não tá escalada, funciona. Até porque a gente estava num um movimento ali pré-pandêmico que, velho, qualquer coisa que você oferecesse na internet, vendia e vendia muito. E quando estourou a pandemia, ficou tudo mais fácil ainda. Qualquer animal que colocasse qualquer coisa para vender ia vender muito ali. E aí o que que aconteceu? A
partir do momento que acaba aquele movimento de pandemia muito forte, os RAS eles Começam a apertar. Aí pensa comigo, se você investe 200.000 em um lançamento e volta 1 milhão e você tem essa negociação, legal, até porque, pô, investiu 200, sobrou 800.000, eu tirei 200.000 a menos porque eu investi em tráfego. Agora pensa comigo, se eu investir 1 milhão em tráfego e voltar 2 milhões, é bom? complica um pouco. É bom pro especialista, mas para mim não. Então só eu investi em tráfego. Chegou uma hora Que eu fiquei limitado. Eu falei: "Eu quero escalar, irmão.
Eu quero jogar o jogo da Empíricos". Na época Empíricos eles estavam absurdamente estourado. E eu falei: "Eu quero investir 2 milhões de tráfego por mês." Só que na escala você já deve ter passado por isso. Você entende que quanto mais você escala o Ruas naturalmente ele vai diminuir, ele cai. Então eu não tinha longo prazo com esse cara, porque se eu investisse 1 milhão em tráfego e voltasse 2 milhões, Ele botava 1 milhão no bolso e eu os meus 1 milhão eu tinha que pagar imposto, taxa de plataforma e meu 1 milhão é tráfego, ou
seja, a conta nunca ia fechar. Sim. E até pior para ele também, né? Porque deixa de faturar o quanto que que vocês poderiam faturar. Total. Exatamente. Só que foi um acordo que eu tinha feito lá atrás, a gente teve que respeitar e a gente acabou que essa parceria para nós, a gente brinca que foi uma negociação masoquista, Masquista porque a gente mesmo propôs isso para ele. Nada contra o especialista em si. a gente gosta dele até hoje, é um cara muito do bem, só que a gente fez uma proposta errada na hora certa e a
gente perdeu ali, tipo, cara, o momento era muito certo. Se eu tivesse feito uma proposta eh mais alinhada com o que eu faço hoje, pensando no longo prazo, eu ia estar com esse cara até hoje, a gente já tá ganhando muito dinheiro. Então, qual que é o modelo de Negociação que não tem certo e errado, mas que para mim funciona? O 5050, onde tudo que envolve background, tudo que envolve a parte de eh coprodução, que é COP, página, tráfego, automação, isso fica o do a responsabilidade do coprodutor. No caso, a minha responsabilidade, que eu tô
fazendo o lançamento dele, é parte estratégica. E o especialista, ele cuida de tudo que é ligado a produto. Então o time de produto, ele vai ter que Contratar, ele é o cara que faz live para [ __ ] se precisar. Ele vai se posicionar como o líder de movimento, ele vai criar novos produtos e o 5050, esse é o padrão do mercado. Só que o que que acontece? Tudo depende do tamanho do especialista. Não adianta você chegar, sei lá, pô, quero fazer o lançamento do Hendre Carvalho. Você vai mandar essa DM para ele, ele vai
te mandar e tomar no cu bem tomado. Sacou? Por quê? Tudo depende do modelo de negócio. Existem Algumas parcerias que mais vale você tá dentro do projeto mesmo ganhando pouco, muito pra tua autoridade você falar, pô, você assinar que você fez uma participação nisso aí, tipo, eh, Thiago Fin fez evento presencial e aí chegou, pô, você não quer fazer o nosso evento presencial? Quero, cara, mas você faz os seus, deve ser caro. Não, eu vou pegar esse evento presencial para fazer, eu quero só ele no meu currículo. E a gente cuidou de toda a estratégia
de venda do Evento que bombou no final das contas. Então ali é um movimento meio que para mostrar minha autoridade. Então quando a gente tem um especialista que é uma autoridade, um cara muito [ __ ] naturalmente você não vai pedir muito nesse contrato. Agora, quando eu vou pedir 5050? Quando o cara tá começando, quando ele ainda não tá escalado, quando ele já tem uma agência que cuida dele e ele ainda não conseguiu escalar, legal, aí você vai conseguir propor isso. Mas Nada é cantado em pedra. Eu gosto de fazer uma conta matemática que é
uma engenharia reversa. Eu sempre coloco quanto eu quero ganhar primeiro. Hum. Então, se eu vou fazer uma negociação, eu pergunto o histórico, cara, como é que tá a tua vida? Quanto que você já faturou? Ele fala para mim: "Velho, eu fiz dois lançamentos que eu faturei tanto, eu tenho um front aqui que me dá tanto e eu começo a pensar qual que é a possibilidade de eu entrar nesse Projeto, quanto que eu quero ganhar." E depois eu faço a proposta para ele. E eu faço a proposta bem claro que eu tô disposto a conversar dependendo
do que e eu tiver ali de percepção de longo prazo. Então eu falo: "Olha, o padrão é 5050, mas como você já fatura, que que você acha de 60 para você? 40 para mim. 70 para você, 30 para mim." E o investimento em tráfego sempre é proporcional. Por quê? Se eu investir em tráfego sozinho, eu sei que eu não vou Ter longo prazo, eu não vou aguentar eh suprir a necessidade de um lançamento que eu vou investir 1 milhão, porque daí eu quebro. Uhum. Então esse é o que eu penso de eh bate pronto te
falando assim do que dá certo para nós. O 5050 é o padrão, mas depende do tamanho do especialista. Sim, de fato. Eh, cara, tem algumas perguntas, tá? É para isso daí. Primeiro de tudo, entre pegar um especialista menorzinho, Aham. ou sei lá, que tá Começando ou talvez já fez alguns lançamentos, por exemplo, esse esse cara aí que tu falou: "Ah, tipo, ah, fiz lançamento, tem um front, tá? Ou pegar um cara grande, mas ter ali seus 10% do cara grande, tá? Eh, tu acha que depende de cada caso, tipo, financeiramente é melhor o pequeno e
talvez o grande é melhor só pra autoridade ou como que tu vê isso daí? Que dica que tu dá, tá? Eh, eu gosto muito do posicionamento e pensar no longo prazo. Se esse pequeno Ele te dá uma percepção de longo prazo, você vê que o cara, pô, líder de movimento, é um cara [ __ ] bateu o olho, falou: "Mano, esse aqui pode virar a minha próxima betina?" Massa. Legal. Só que eu nunca vou deixar uma oportunidade de um 10% de um cara que é referência passar. Eu vou pegar nem que eu tenha que trabalhar
20 horas por dia, porque eu preciso da autoridade que esse projeto vai me trazer. Porque a partir do momento que você faz um movimento com Alguém que é muito grande, naturalmente outras pessoas vão te procurar para fazer parceria. Então, pro meu momento, se eu tiver que escolher, você falar assim: "Leandro, o João quer que você escolha ou é 10% do pequeno, ou é 10% do grande, ou 50% do pequeno. Primeiro eu vou dar o tiro do grande, porque primeiro eu vou construir meu nome, porque o pequeno ele pode entrar em ano sabático, ele pode desistir.
Então eu vou primeiro no cara que vai me dar Autoridade a ponto de trazer mais conexões, porque eu sei que se eu tô do lado dele, eu tô um aperto de mão de um próximo, de um próximo, de um próximo. E naturalmente, quanto mais autoridade eu tenho, mais caro eu posso cobrar. De fato. É, até porque essa autoridade do grande te dá é leverage, né? Alavancagem ali. Exato. Poder de barganha com o pequeno. Pode falar: "Pô, eu já lancei aqui o Neymar". Então, boa. Faz sentido. Exato. Cara, olha que interessante, tá? Eh, eu acho que
vocês são muito bom, muito bonzinhos, mano. Eh, porque, meu Deus do céu, à vezes que eu trabalhei com expert, mano. Aham. Eu acho que era tipo, acho que era 5%. ou 10%. Aham. E não é nem do faturamento, tá? Do lucro. Do lucro. Você passava isso pro especialista. É, só que como que eram os nossos especialistas, tá? Era tipo, eram umas pessoas relativamente desconhecidas. Aham. Que tudo que eu queria que a Pessoa fizesse era gravar um VSL e entregar o curso. Aham. Então, por exemplo, tinha uma uma expert que era de que ela ensinava mulheres
a se afiliarem a produtos e vender como afiliada. Aham. E daí eh assim, não tinha demanda dela de fazer live, tá? A demanda dela era gravar um VSL, um vídeo e eventualmente fazer criativos. Então eu acredito que se tu começar com esse funil, tá? Como que eu faria isso? Uhum. Que eu queria dar esse Input pra galera também. Se tu vai pegar um expert para tu, um sócio, alguém para para botar a cara ali e essa pessoa, o trabalho dela vai ser fazer lançamento, onde vai ter uma uma produção de conteúdo mais intensa, onde ela
tem que de fato estar ali aquecendo, cara, faz todo sentido total ser uma postagem maior, sabe? Se tu vai usar algum outro funil, aí eu já acho que não faz sentido, a não ser que seja um expert muito bom. Uhum. onde daí a gente vai Falar sobre isso, tá? Daqui a pouco, mas aí a gente não vai trabalhar só esse front, a gente vai trabalhar um negócio eistema, todo o rolê, é é um é um modelo de negócio diferente, onde essa pessoa ela vai ser um teu sócio, ela vai executar aqui eventualmente mentorias ou coisas
X ou coisas y coisas Z. Então a pessoa não é só um expert, mas é também um empresário, tipo tu, entendeu? Então tipo, tu, pô, tu é o expert, mas tu também é o empresário, sabe? Tu tu tu Provavelmente faz o teu próprio lançamento, as pessoas opções total. Então, nesse caso, faria todo sentido. O meu sócio, André, a gente pode dizer que eu sou meio que isso assim, eu sou em teoria um expert que eu apareço aqui e tal, conta aí umas mentiras pra galera pra galera escutar aí, achar legal aí. Aham. Eh, é, falo
umas besteira e aí só que eu também, pô, eu sou o CEO, eu contrato, eu faço isso, faço aquilo, entendeu? Então, eu construo a empresa De fato. Sim. Então, acho que é que que tipo, basicamente, cara, existe aquele pensamento de primeiros princípios, tá ligado? O que é isso? Tipo, tu deduzir a parada, para quem não sabe aí, eh, que que é pensamento de primeiros princípios, é tu pensar, mano, o que que é o problema e como que eu resolvo? Uhum. E aí tu pensa, beleza, qual que é o problema? Eu tenho que ter alguém para
pr para aparecer aqui e tal, para fazer essa pessoa, quanto disposto Que ela vai colocar, qual a possibilidade que ela merece? Lançamento vai ser muito, se vai fazer uma outra coisa, vai ser um pouquinho a menos. Claro que se a pessoa, quanto mais a pessoa agrega, mais ela precisa eh de porcentagem. Com certeza. E depende do modelo de negócio. É, eu sempre falo que o expert com dinheiro no bolso ele é feliz e ele grava o quanto você quiser e é um cara que vai ser presente para [ __ ] Então, só pra galera não
achar Que um modelo de negócio ou outro é certo, não tem certo e errado. Tipo, o que você trabalhava, galera, o que o João trabalhava aqui era uma parada mais VSL, oferta direta, que é um negócio que eu vejo muito mais e com uma característica de cash flow. Cara, vamos fazer grana, mas eu não sei do longo prazo disso, do que um especialista que é 5050, pô, você vai pensar em ecossistema, você vai desenvolver a parada. Então são modelos de negócio Diferente e não tem certo e errado. Mas o 5% inclusive tem uma história do
Leandro Carnal ele foi um cara que deu a concessão dos direitos de imagem dele, gravou algumas coisas e a pessoa pagava um salário pro Leandro Carnal, irmão. Toma, toma. E foi bizarro. E pagava tipo um royalty barato. E ficou durante uns três, 4 anos o lançador que fez uma negociação e teve uma [ __ ] visão do [ __ ] conseguiu colocar uma [ __ ] Grana no bolso. Chegou uma hora que o Leandro falou: "Não, pera aí. Eh, tá na hora de, eu tô vendo o tanto de dinheiro que tá entrando para você. Faz
sentido eu ter parte desse negócio e acabou a parceria não andando mais." Mas se esse cara tivesse oferecido lá atrás 30% pro L do Carnal, ele podia estar ganhando dinheiro até hoje. Sem dúvida. Pode ser, entendeu? Então, sempre é o que que você quer de longo prazo, eh, e qual que é a tua ideia, porque o cash flow ele para Curto prazo, eu acho que ele funciona massa, que foi essa estratégia muito boa, tipo, cara, eu vou te vender o sonho de 5% sem você fazer praticamente nada, são cinco criativos. Ganha e era isso aí,
mano. Ela ganhava ali 60, R$ 60.000, se eu não me engano. Tá maravilhoso. Passivo. Aham. Tipo, a mulher nunca, eu acho, tá, que ela nunca ganhou tanto dinheiro na vida dela como ela ganhou naquele, naquele período ali que, que ela trabalhou com a gente. Exatamente. Você vende o sonho. É. E aí, no meu caso eu já vendo o inferno na vida dele, entendeu? Sacou? Tipo, cara, você quer entrar, quer jogar o jogo, tá disposto a fazer live todo dia? Se precisar, você tá disposto a fazer CPR, você tá disposto a fazer evento presencial todo mês?
E o cara, pô, se ele vai querer jogar o jogo, massa, a gente vai junto nessa. Que que eu entendo? Falando sobre características de expert, eu vou voltar rapidamente. Se O cara tem uma fonte de renda principal que não seja o ecossistema do digital, ele tende a eh te deixar em segundo plano. Naturalmente o cara não vai aparecer, o cara não vai gravar do jeito que tem que gravar. Então eu gosto de pagar bem e cada um ter suas responsabilidades para que ele coloque isso como a principal fonte de receita dele, sacou? que daí sim
eu vou conseguir construir um negócio de longo prazo com ele. Mas não tem certo errado. É, eu eu acho que é tipo assim, no fim das contas acho não são coisas excludentes, sabe? A gente pode ter um expert que vai ter postagem maioral e o VSL é um funil dele. Exato, velho. Assim como ele pode também ter um funil de high ticket ou um funil não sei o que e tal. Uhum. Todos os funis eles eles podem funcionar para aquela pessoa ali. O ponto é o quanto de input que ela vai colocar. Aí se tu
pensa, mano, eu só quero fazer um cash Flow que deu aí, pô, daí paga pouco mesmo e deu, sabe? É isso aí. Tu só quer botar a grana no bolso, quer construir uma coisa um pouco mais de médio prazo ou longo prazo até, aí necessariamente tu vai ter que aumentar a porcentagem ali. Exatamente. Se o interesse não tiver alinhado, dá merda, né? Dá merda. E cara, isso é uma coisa que eu aprendi com o Charlie Müunger, que ele falava assim: "Olha, eu não brigo por porcentagem de querer negociar, porque o Negócio é bom, o negócio
é ruim. Se o negócio é bom, ele é bom e deu." Uhum. Se o negócio ele é ruim, tu vai saber que ele é ruim. Se tu tem que pensar, tipo, aquele funcionário assim, pô, será que será que eu demito esse cara? Mano, tem já demite, já demite, porque o funcionário bom, tu nem pensa nisso, nem entra na tua cabeça essa parada aí. Aham. Então é a mesma coisa com com com Calma aí, edita essa [ __ ] aí, Thago. Então, a Mesma coisa com eh o as negociações, sabe? Se se tu pega uma negociação,
tem que pensar, cara, vai ser assim, vai ser assado, daí já tá já tá zoado, entende? É, eu já pego e já faço. Eu, muitas vezes eu abro mão de porcentagem, eu dou mais porcentagem pra pessoa que tá executando ali do outro lado, porque no fim das contas, mano, se essa porcentagem a menos que que a pessoa tiver for uma coisa que vai deixar ela triste, irritada e vai ter tornar o Negócio menos instável, vai acontecer aquilo que tu falou com o Leandro Carnal, cara, a pessoa daqui a tantos anos ela vai dar para trás
e vai dar merda. Recentemente, tá, a gente tem um programa do Veturb agora que é o Scal Minta. Uhum. Que a gente ajuda, a gente pega uma pessoa e ela paga R$ 6.000 pra gente recorrente, tá? Todo mês e a gente faz o vest dela vender muito mais. A gente escala o V. Que maneiro isso, velho. É legal. É. Aham. E aí quem quem Entrega isso sou eu, mas é também um outro copyright que eu contratei. E cara, é 60% para ele e só 40 para mim. Aham. Por ele vai ter mais input. Foi o
que ele pediu. Eu falei: "Mano, o que que tu acha que é justo?" Ele: "Cara, que tal 60 40?" Eu falei: "Fechou, beleza". Nem falei 50 50, deixei de boa, tá? Porque se é o que ele quer, entendeu? Para mim tá tudo certo, desde que o negócio ele funcione no longo prazo. Aham. Porque hoje em dia eu tô Nessa, mano. Fazer a parada de longo prazo. Longo prazo é uma delícia. Nem sempre eu fui assim, tá? No começo eu eu queria Uhum. E ainda recomendo para algumas pessoas fazer coisas de curto prazo. Sim. Eu geralmente
eu falo, mano, coloca aí um grana no teu bolso, faz com curto prazo mesmo. Depois que tem a grana, assegurou aqui o dinheiro, beleza? Aí começa a pensar no médio prazo. Sim, porque o médio prazo ele é difícil, né, cara? É outro rolê ex outro Jogo. É outro jogo. Falando de especialista, você falou do cara que você acha que você deve demitir, você já deve demitir na verdade quando você pensa isso. Para especialista é a mesma coisa. Mesma coisa. Quando você acha que o cara vai te dar trabalho e ou que ele vai te deixar
na mão, ele já vai já. Então, a mesma premissa que a gente usa, pô, dialeto de gestão, eh, contrata devagar e demite rápido, o especialista a mesma coisa, escolhe devagar, porque o Cara tem que ter todas as características que conectem, principalmente com seus valores, que isso é até um outro assunto importante da gente falar também. Eh, mas se vê que o cara é ruim, velho, não fica insistindo, não. Não precisa dar murro em ponta de faca. Quantas vezes eu não agi pela emoção porque especialista eu ficava amigo do cara. Então eu lançava a esposa dele
e a hora que eu vi eu tava falando de churrasco com ele de carne. Pô velho, você já comeu essa carne aqui e tal. E eu ficava com o emocional abalado de ter que acabar essa parceria porque eu tava amigo do cara. Que que acontecia? Eu perdia tempo e dinheiro porque eu tomava a decisão muito mais emocionalmente do que racional. Então hoje a parada é assim, cara, se eu vejo que não vai escalar, se eu vejo que me deixou na mão uma vez, você vê que não tem comprometimento, tchau, é rápido, é rápido, porque o
o a nosso eh o nosso Fluxo, a nossa empresa não pode esperar um cara resolver eh dar resultado. Então te pô é velocidade. Isso daí, cara, é uma coisa que acho que vem também com a experiência, né? Muito. Eu lembro que pelo menos no começo da minha carreira assim, poxa, eu ficava tão ansioso assim para demitir, para ter essas conversas, sabe? Aham. Hoje em dia, mano, hoje em dia não tem choro não. Hoje em dia o pessoal lá do Ved sabe, hoje em dia a Gente até tem uma cultura assim de ser meio robótico na
empresa, sabe? Meio frio assim. Eu nem dou bom dia, até peço desculpas aí para ti, Nick, eu não dou bom dia. Eu só, tipo, chega, eu só mando o que eu quero. Tem tal coisa? Aí o pessoal me responde: "Ô, João, bom dia, tudo bom?" Mas [ __ ] porque, tipo, eu gosto de eficiência, sabe? Eu não tô ali para fazer amigo, apesar de eu gostar todo mundo ali do pessoal, pessoalmente eu sou amigo, mas cara, eu gosto de que As coisas sejam bem profissionais pra gente manter esse profissionalismo aí e eventualmente quando tem que
demitir eu demito mesmo, sabe? A pessoa já sabe, mas demorou para chegar nesse nível, sabe? Sim. Como que tu acha que alguém pode evoluir para isso, cara? Para deixar para perder essa, esse medinho, sabe, de ser pulso firme, de ter coragem de tomar a decisão que ela precisa tomar, de tipo ser adulto, sabe? Tá? Eu acho que a primeira coisa que tem que tá Na cabeça é que a decisão é pela empresa, primeiro de tudo, e nunca é pelo Leandro, nunca pelo João. Então, quando você coloca a empresa como eh o ponto chave de todas
suas decisões, fica mais fácil, porque é zero emocional e 100% racional a parada. Então, é conta. Você viu que a pessoa não te trouxe resultado suficiente que você esperava ou que ela não tá sendo eficiente o suficiente, a conta dela já tá ali fechada. Então, sempre eh, a gente toma A decisão de colocar a empresa em primeiro lugar. E se é pelo bem da empresa, velho, a gente tem que demitir, a gente tem que cortar relação e vida que segue. É natural, é natural. E também uma coisa que eu digo para mim mesmo, tá, para
quem tá pensando nisso daí, cara, é melhor pra pessoa, sabe? Total. Tipo, tu tá impedindo a pessoa de crescer. Mano, isso funciona até para relacionamento total, tá? Até para relacionamento. Com certeza. Agora dei a Facada no coração dos moleques que estão vindo aí, estão precisando terminar. Não terminaram, tá? Bater ali, mano, a vida é tua, faz se tu quiser. Mas, tipo, são de tens que tomar. Aham. Eh, mas enfim, se tu não permite a pessoa de crescer, cara, se tu manter ela escrava na tua empresa, tipo, ah, pô, vai ficar aqui e tal, a pessoa
ela entrega mais ou menos aqui. Aham. Aí, cara, no fim das contas, tu vai se ferrar, a pessoa vai se ferrar porque ela não vai crescer também, então Ela ela não vai atingir os objetivos que ela quer. Uhum. Então, a melhor coisa é só tu acabar ali e fechou. Sim. Vamos assumir assim, pô, achei aqui um cara legal, tá? Um um um possível uma pessoa aqui para ser o meu sócio, especialista, a pessoa que vai ser a cara ali do meu negócio, do meu império digital. Aí, cara, as pessoas geralmente começam fazendo eh lançamento ou
talvez colocando algum outro tipo de funil ali. Eu, como eu não sei fazer lançamento, Né, eu colocarem um um VSL, um vídeo de vendas, que é o que eu sei fazer. Aham. Eh, eu queria que tu explicasse para mim, tá, o que que tu recomenda fazer, cara. Qual que é a primeira etapa, segunda etapa, terceira? O o o que que eu crio, tá, com esse expert barra especialista para eu começar a a monetizar, ganhar dinheiro mesmo, tá? Sei lá, faturar aí meus primeiros R$ 100.000 constantes ali, sabe? Depois eu quero chegar a 1 milhão, dois
daí. Velho, é muito louco, porque dependendo do berço do cara, ele vai dar uma opinião, tipo, você entraria com a parada de VSL porque você aprendeu a fazer isso muito bem. Exato. E eu penso completamente diferente. Eu acho que a primeira coisa que um especialista tem que colocar para rodar é um produto mais caro. Então, ou um produto de lançamento, sei lá, numa faixa de 1000 a R$ 2.000, ou até um high ticket, um produto de 5, 7, R$ 10.000. Por quê? Geralmente você não tem muita audiência. E quando você vende um produto muito barato,
você não vai ter escala de grana. Quando você não tem escala de grana, o cara fica desanimado. Então, todos os meus produtos, eu sempre comecei por um produto de lançamento, R$ 997, R$ 1.000, R$ 2.000. E o que não fecha a conta para lançamento, pelo histórico de conversão que a gente tem, é produtos abaixo de R$ 500. Então, não é só o produto que você vai jogar, é a Estratégia também que você vai usar para vender. Tipo, um front VSL, maravilhoso, vai muito bem. Agora, para um produto de lançamento, não tem como você fazer um
lançamento para um produto de R$ 300, R$ 200. A conta não fecha. No final das contas, você vai rodar dinheiro, rodar dinheiro e você vai acabar empatando. Sim, só o Facebook vai ganhar dinheiro. Exatamente. Então eu acho que é Hotmart, é independente da plataforma, principalmente. É, principalmente eles Aí. Mas no final das contas, velho, eu não gosto de começar com um produto muito barato, porque eh eu gosto muito de ter resultado até nesse processo de escala importante. Uma coisa que a gente tava falando aqui que tem a ver com a autoridade do especialista também. E
quando você vende um produto muito barato, geralmente as pessoas não têm uma transformação clara e ela não tem aquele tesão de vir para você falar: "Pô, João, sabe aquela parada que eu Comprei de você na minha comunidade? Pô, isso aqui mudou minha vida. É X Y Z. Quando você vende um ebook de R9,90, um front de 97, dificilmente você vai ter resultado, claro, disso. A pessoa não vai te dar um depoimento, mas quando você faz uma consultoria cara, ela faz questão de vir te contar que ela aplicou e teve resultado. E quanto mais a pessoa
investe, mais ela tá e comprometida em aplicar essa parada. Tanto que ebook de R9,90, dificilmente o cara vai aplicar. Muitas vezes tem um dado que 30% das pessoas que compram um fronte de R9,90.000, eles não abrem e eles não pedem reembolso também. Tipo, o cara simplesmente caga para aquilo porque é muito barato. Às vezes você entregou um [ __ ] de um valor num produto barato e ele não vai ter transformação. Tendo em vista essa perceptiva, essa essa ótica de que eu quero ter depoimento rápido, esse produto médio de R$ 1.000, óbvio que depende do
do nicho que você tá tá Jogando, eu acho que é massa. Mas por que que a gente tem que fazer isso de ter depoimento rápido? Cara, quanto mais a gente fala de escala, mais a gente precisa de pessoas que fazem parte do movimento e que tem prova de que aquilo funciona. 2017, 2018, 2019 eram fases do mercado digital que você não tinha o tanto de picareta que tem hoje. Isso é importante a gente falar. Naturalmente a gente tá vivendo uma era da sofisticação, onde as pessoas querem Pertencer a um movimento, uma tribo, e mais do
que isso, tem muita gente vendendo merda por muito. Então, só para você ter ideia, um movimento claro de mercado é que cada vez mais os alunos dos nossos especialistas estão virando concorrentes. Eles pegam a metodologia, mudam o nome e ensinam essa parada, ganham carona na tua autoridade, que você começa a passar autoridade para eles. A hora que você vê esse cara, ele tá se posicionando e tá vendendo a mesma Coisa que você. E nem sempre ele entrega uma transformação. Então, a maneira mais fácil de você escalar um negócio hoje é tendo prova de que aquilo
funciona. Tem muito produto do mercado que é ruim e que já tem uma possibilidade de tração, porque o expert é muito bom, mas se esse especialista tivesse uma transformação [ __ ] esse cara faturava oito dígitos mês fácil. Então, o que eu sempre levo em consideração eh na parte do pós-venda é Eu preciso transformar a vida dessa pessoa, porque naturalmente quanto mais esse cara me indicar ou falar bem ou me dar um depoimento, mais o meu negócio vai escalar. Mano, agora vou te fazer uma pergunta aqui. Aham. Que agora tu pegou pesado, tá? Tá. Olha
só isso aí. Tu pensou sozinho, essa parada aí que tu acabou de falar? Tu vi em algum lugar? Car, não é? é meio que um foi um raciocínio meio lógico eh e e de mudança de comportamento de mercado. E o que eu Acredito quando eu dou as maiores pauladas em relação a faturamento de lançamento, tipo carrinho de oito dígitos, eu vejo que o cara tá mais querendo comprar a vida, não só do especialista, que é a transformação que ele tem, muitas vezes ele é skin in the game, mas também do aluno que já chegou lá,
porque a conexão, eu entrei assim no digital, irmão, eu vi a história de alguém que passava por uma fase que ele tinha saído do mesmo que eu vivia. Eu Falava: "Velho, eu quero isso para mim". Então eu comprei mais a histórica, a história do cara do que a metodologia. Uhum. Cara, por que que você perguntou? Fiquei curioso agora. Então, vou te dar o contexto. Eh, cara, essa parada aí que tu falou, mano, foi a coisa que me deixou que me deu muito dinheiro, assim, a minha primeira virada de chave no digital. Foi o que, tipo,
foi o que me fez sair ali de 300.000 por mês para 3 milhões. Sério, velho. Essa parada aí Que tu falou foi como é que foi? Eh, que tem um cara, tá, que é o o Gary Benvenga. Já viu falar desse cara? Não. Coloca uma foto aí, Thagão. Escreve aí no Google Ben Venga Bullets. Coloca tudo aí, Thagão. Coloca aí o a foto dele, tá? Coloca aquela foto dele com Gbert com Jout também. Pede para mim lá no Slack. Dá um jeito aí, põe aí. E coloca também o site aí, pessoal, ó. Bem se venga
bullets/archive arquivo. Lê esses artigos aí, coloca no chat pt do cara. Esse aí mano, é na minha opinião, o melhor copyright da história. Gary B Venga. Um cara, deve ter agora, sei lá, uns 80 anos, sabe? Mas ele é assim, era um monstro, mano. Era um, é tipo o Pelé, ele destruía, arregaçava. A gente em copyright, né, em resposta direta, a gente tem um um negócio que é tipo que é o chamado de controle, que é a cópia que mais converte. E todo copyright sempre quer bater o controle, quer criar uma cópia que vende mais
que aquela que tá Convertendo. Aham. Então, tipo, tu tá ali promovendo ali uma carta de vendas, de repente tu cria outra que vendeu mais, pronto, bateu seu controle e todo o copyright quer fazer isso. Esse cara, mano, destruí assim, batia todos os controles dos copyrights mais foros do mundo, tá? [ __ ] Então ele arregaçava, arregaçava. Era tipo o Neymar no Santos. Aham. Brincava, entendeu? Ele brincava. Aí, beleza. Aí eu fui estudar esse cara aí e ele tem um Curso, tá, que é o 100 seminar, que é 100 seminário, que é um seminário que ele
deu em 2005 para 100 pessoas apenas, porque ele foi se aposentar e falou: "Mano, agora que eu vou me aposentar, eu vou compartilhar todos os segredos que eu tenho, vou cobrar aqui para ajudar vocês, porque eu não vou mais usar. Até então eu usava, não ia compartilhar, mas agora que eu vou me aposentar, eu vou dar para vocês aí o segredo. E lá, cara, ele falou uma coisa que mudou Completamente assim o meu game, que eu falei: "Caralho, isso faz muito sentido". E eu comecei a aplicar e deu muito certo. Que ele falou assim: "Eh,
bom, falou um monte de coisa, né? Seminário extenso, mas uma coisa que ele falou, a aula era como lançar produtos milionários." Esse era o nome da aula. Aham. E ele falava assim: "Cara, hoje em dia a gente tem muito mais anunciante do que tem no passado." Uhum. Tem muita gente anunciando, então O nível de ceticismo, ele aumentou muito. Então, eh, por causa desse aumento, né, no nível de sofisticação aí que tu falou que vem lá do Eldin Schwartz, tá, pessoal, break advertising, coloca na tela e ti por causa disso, a parte mais importante da mensagem
de vendas não é mais a promessa, não é mais tal coisa, é a prova. A prova. Se as pessoas acreditarem naquilo que tu fala, naquilo que tu promete, elas vão comprar de ti. Se tu acreditar, tá, que se que agora que se tu me me dar esse teu date just aí, eu te dou um daton aqui original, Uhum. provavelmente tu ia me dar, a não ser que tenhas algum pego emocional, mas é possível que tu ia rolar essa troca, entendeu? Aham. Por quê? Porque tu vai pensar, pô, mano, eu tô saindo da vantagem aqui. Então,
se tu acreditar, tá? Se tu acreditar que se tu fizer um pix para mim de 100.000, eu vou te fazer um de 1 milhão logo Depois, tu faz. Então, a parte mais importante é essa parte da prova. E daí ele falou: "Mano, e uma ótima maneira, tá, de tu lançar novos produtos no mercado é tu procurar produtos que já ten um elemento de prova embutido neles por si só." Muito bom isso, tá ligado? Então, tipo, ah, eu quero lançar, digamos, vou lançar um especialista. Aham. Num curso de futebol, quem que é melhor lançar o Anderson?
Aham. que tá Ali no podcast, ele até joga um pouquinho, joga uma bolinha, mas ele é ruim nem tipo, quer dizer, sei lá, acho que é mais ou menos lançar o curso do Anderson que tá ali no podcast, ou lançar o curso do Neymar, sabe? [ __ ] o curso do Neymar, poral vai ter muito mais provas, a tendência de vender é muito maior. Sim. Então aí que foi a ideia. A ideia é tipo tu procurar elementos de provas para tu lançar e quanto mais tu procurar elemento de Prova, quanto mais prova ele tiver, maior
o poder de conversando daquilo ali. Uhum. E daí que eu pensei, mano, nos meus VSL eu não vou procurar promessa, procurar bigid, eu vou procurar prova. E daí a primeira cópia que eu achei, eu comecei a procurar prova, prova, prova, aí eu achei um estudo da Universidade de São Paulo que falava que se tu tomar 3.5 g de colágeno do verol, tua pele rejuvenece. Não foi o que eu falei, foi a Universidade de São Paulo. Sim. Aí eu criei uma cópia daquele produto ali e aí bum, estourou de vender, sabe? Muito bom. Então a parada
é procurar alum de prova em primeiro lugar. E da, eu achei muito interessante isso, cara, porque tu também tem esse viés de prova de de aumentar a prova do teu especialista e criando essa essa quantidade de prova eh para deixar ele mais e mais persuasivo, para tu vender mais e mais ainda. Por isso que eu achei interessante, porque Tipo, eu não tive esse pensamento que tu teve, tá ligado? Eu tive que fazer o curso, mas tu, pá, tu pensou na tua cabeça. Foi, é a construção orgânico ali para ti, sabe? Foi meio que aprendizado, velho.
Tem uma coisa. Quando eu comecei a estudar sobre a o posicionamento, sobre essas pessoas que eh viviam eh esse magnetismo natural que as pessoas gostavam de acompanhar, eu fiz uma parada que eu chamei de oficina do óculos do cliente pro meu negócio. Ó que Louco. Eu coloquei o óculos como se fosse o meu cliente ou o ICP do meu produto olhando pro meu negócio. E eu falei assim: "O que que esse cara precisa ver para tomar a decisão de compra quando ele vem pro meu perfil? E eu listei eh dos elementos que eram fundamentais para
que isso acontecesse. E desses elementos, três envolviam provas. Então o meu dia a dia hoje, se alguém que tiver assistindo agora entrar nos meus stories, eu tenho certeza Absoluta que vai ter prova de algum aluno meu tendo resultado, porque o meu bom dia, naturalmente é a prova de que funciona a minha metodologia. Então, 100% das vezes eu tô passando pela oficina do óculos do cliente, que é vendo eh outras coisas que fazem sentido para ele tomar a decisão de estar do meu lado, dentro da minha tribo. Mas prova, velho, representa grande parte disso. Ou eu
falo sobre alguma coisa que tá acontecendo dentro da minha comunidade, Que a galera tá tendo resultado, que eu fomento o meu senso de comunidade, pô, a minha tropa é muito [ __ ] ou é um resultado de aluno, ou o cara investiu 50.000, voltou 400 nesse lançamento. Que que ele aplicou? corredor polonês. Pô, corredor polonês é do Ferrari, [ __ ] vontade, fomo. Então, é meio que uma prova e eu mostro que eh ele precisa estar do meu lado se ele quer escalar. Então, a prova no dia a dia, mais do que só em VSL,
ela fala mais alto e traz Mais conversão ainda, não só em momento específico, mas quando você vive a prova, tipo aqueles cara de, vamos citar aqui, os caras que jogam e aposta esportiva, tigrinho, qualquer coisa que a gente não recomenda a galera fazer, ele posta tanto resultado financeiro, não só dele, mas também das pessoas que ele ensinou, que a galera fala assim: "Mano, pera aí, é fácil fazer essa [ __ ] Você acha que eu vou perder meu tempo aprendendo fazer alguma coisa que Me dá trabalho? Não, eu vou investir nisso aqui que é mais
fácil. Então, tudo que gera facilidade e que mostra números faz com que a pessoa ela tome a decisão mais fácil de estar do teu lado. Sem dúvida. E mano, esses bichos são convincentes mesmo, tá? Eu peguei um Uber, esse dia, o cara veio me convencendo, tá? De Congonhas até o destino que aposta dá dinheiro e ficou, ficou ficou ficou. Eu falei: "Caralho, mano, a cova que botaram no cara é Maluquícia". Mas, mano, pelo que eu entendi, então, tá, primeira coisa que tu recomenda é um produto um pouco mais caro. Sim. Pra gente conseguir pegar depoimentos,
para criar bola de neve e começar a vender eh mais por mais tempo, correto? Aí tu falou, cara, a gente pode começar com um produto de high ticket ou um produto mais de lançamento. High ticket aí 4 7 R$ 10.000. Lançamento aí de R000 a R$ 2000, pelo que eu entendi. Sim. Eh, qual quais desses tu recomenda Mais, tá, para começar ou depende? Como é que faz essa análise? Depende muito do especialista, depende da característica dele, mas a minha bússola sempre é o primeiro lançamento, que eu já vou saber se esse cara tem potencial de
tração ou não e eu vou testar ele. Então, o meu primeiro lançamento nunca eu faço um tiro muito longo e eu não envolvo várias aulas, principalmente se ele ainda não se posiciona, um cara que não tem tribo, que não faz muita live. Então, é um Lançamento geralmente do que a gente chama de aula magna. Pô, é um tiro só. ele vai fazer eh um convite para uma aula e a gente vai transformar a vida desse cara com conteúdo muito [ __ ] ali, porque eu quero ver se ele tem o dom de fazer o pit.
É outra coisa importante. Se o cara não é bom de pit no presencial, se ele não é bom de pit numa live, para mim já não faz sentido. Então ele tem que ser desbloqueado para falar de dinheiro. Ele tem que ser Desbloqueado para vender o que ele oferece como transformação ali, que ele for, se ele for só um conteudista nato, a hora que ele for fazer o pit, ele nossa, não faz sentido, eu vou falar com pouca segurança, já fodeu. Então se ele não confia no produto dele a ponto de vender a parada de forma
bem clara, objetiva ali, já não faz sentido. Então eu vou levar esse cara e numa estratégia de lançamento para vender a primeira vez. OK. Eh, cara, eu acho que não cabe A gente, tá, ensinar o pessoal a fazer lançamento básico aqui, porque o nosso podcast é mais meio de fundil, né? Provavelmente quem tá vendo aqui, tu deve saber fazer lançamento. Ah, sim. Eh, porém tu tem muita experiência com o lançamento. Aham. E sem dúvida alguma devem ter ajustes de chave, né, entre lançamentos pequenos. Aham. e lançamentos maiores, correto? Sim. Eh, quais são essas coisas, cara,
que tu acha que, Pô, um lançamento aí de sete dígitos, ele vai ter de diferente de um lançamento, talvez de cinco, sabe, ou de quatro, que nem funciona? Quais são as principais coisas assim? Sim, tá? Eh, principais características. Começando pelo ticket, se você vê as maiores porradas de lançamento de oito dígitos, múltiplos sete dígitos, não são de ofertas de R$ 197, a não ser que você seja Virgínia. Você for a Virgínia, beleza. Se não for, esquece, oferta Barata, não fatura múltiplos sete dígitos. Segundo ponto, processo de conscientização. Esse aqui é muito louco, porque é mais
uma mudança drástica de mercado que cada vez eh tem mais ligação com o ceticismo, que é o que você trouxe e tá ligado à parada da prova, conscientização e processo de conscientização para ele tomar uma decisão de estado e falar: "Porra, eu quero estar na comunidade do João". Isso não é mais uma coisa que você consegue Fazer para um público completamente frio, igual era antigamente, porque as conversões de lista geralmente era muito altas. Então, o que que eu tenho entendido? Mudança de mercado. Antigamente, quando você ia fazer um lançamento, você falava pro teu gestor de
tráfego, ou se você era o gestor de tráfego, você tinha a premissa de que 50% você investia em público quente, 50% em público frio. Legal. Os lançamentos que faturam múltiplos sete dígitos, eles Têm as características de só trazerem públicos com base em dados que t uma conversão alta. Então, a análise geralmente é feita no ICP de quem já comprou e ele traça esse perfil dessa pessoa. Eh, o que a gente chama de perfil, posicionamento e temperatura. Então, com esses três elementos, ele traz só leads que tem potencial de compra. E ele não se importa mais
em só pagar lead barato. Ele quer le barato também, só que se ele tiver que pagar Mais caro num lead que tem tração, tá tudo bem para ele. Então essa é a primeira coisa, conscientização. E o que geralmente eu tenho visto nos lançamentos que tem faturamento maior é que o lead fre ele não tem mais uma conversão alta. Antigamente eh, a gente conseguia ter conversões relevantes, mas hoje em dia o cara ele tem que começar a te seguir, ele tem que passar pela oficina do óculos do cliente, que é, pô, o João ele Tem resultado,
esse cara é [ __ ] maneiro, conscientização. Então, a distribuição de conteúdo hoje ela já é mais intencional. Esses caras grandes, geralmente eles são mais eh racionais para criar essa esteira, esse funil de conscientização. E o lead que ele leva pro lançamento, muitas vezes ele é quente porque é um cara que já conhece a tribo, que já tem a vontade de pertencer a esse movimento e ele não é um cara totalmente frio. Então, essas Características de ticket alto, você ao invés de trazer ele de frio, você aumentar sua base de seguidores, aprender a lógica por
trás de dados, criar audiência e aumentar o nível de consciência para ele chegar comprado no lançamento, é o que geralmente faz um lançamento ele ter uma conversão maior do que um cara que só quer 50% de tráfego quente, 50 de frio. Uhum. É, sem dúvida alguma faz sentido, tá? aumentar o ticket, a gente vai ter um faturamento Maior. Exato. A princípio vai custar um pouco da conversão, mas como o lançamento ele é tão intensivo em persuasão, a pessoa que pagaria um ticket menor vai pagar o maior também. Então, acredito, tem que cobrar mais caro, faz
todo sentido. Parte de dados também faz todo sentido. Eh, uma dúvida que eu tive, cara, aliás, o aquecimento também, né? Deixar a pessoa de fato mais pronta para comprar. Sim. Só Que para pra gente executar isso e parece meio difícil sabe, principalmente essa parte dos dados, tá? Eh, o o que que um cara tem que começar a fazer para começar a moldar essa estratégia, cara, para ir para esse para esse lançamento eh mais poderoso aí, digamos, sete dígitos, tá? Tipo, tu falou do do negócio do aquecimento ali, tu falou que fez aquele negócio do do
do corredore. Isso aí é uma dessas coisas, não? Sim, faz parte desse processo de Conscientização, mas falando sobre dados aqui, esses três pilares de perfil, posicionamento e temperatura, tá? Que qualquer cara grande entende qual é o potencial de compra que ele tem com base nas pessoas que já deram o passo de entrar na comunidade. Como que você faz isso, velho? Eu poderia falar aqui que você precisa de um traqueamento de um cientista de dados, mas vou falar de uma palavra que todo copywritter é louco por ela. Sabe qual é? Pesquisa. Hum. Geralmente pesquisa de alunos,
onde você traz características de decisão de compra. Pô, por que que você decidiu comprar? Vamos supor que a gente entra no lançamento agora e eu vou fazer eh uma venda de um produto meu, tá? O João já comprou meu produto. Eu vou primeiro entender o por que ele comprou de mim e quais foram as características dessas pessoas, que o que que ele tem em comum ali. Então eu vou perguntar para você, cara, o que te fez tomar a decisão de Entrar pro meu método? De onde você me conheceu? Facebook, Instagram, YouTube, quanto tempo você me
conhecia? Tudo isso, tipo, tá dentro não só de coisas demográficas, mas também que envolve posicionamento e temperatura dele. Eh, o que que eu falei que te fez tomar a decisão de entrar? Quais eram os seus principais medos quando você entrou pro meu método? O que que você deseja alcançar na tua vida quando você alcançar X transformação? São perguntas Que fazem com que você tenha muita clareza de qual é a COP que converte mais, qual é o público. Ou seja, será que eu vou investir mais em Facebook ou mais Instagram ou talvez mais em YouTube? Será
que eu vou captar mais lead quente ou lead frio? Quanto tempo geralmente esse cara precisa me seguir para tomar essa decisão de compra? E quando você tem isso mapeado, você entende de forma clara qual cópia que você tem que fazer, onde tem que e Anunciar em relação à plataforma e qual que é o tipo de lead que você tem que trazer, por exemplo, tá? Vou te trazer um exemplo prático aqui. Instagram hoje, eh, para público mais jovem, ele tende a converter mais do que Facebook. Porém, existem alguns eh alguns nichos específicos que o Facebook ainda
converte muito mais. Quando você tem esse dado na tua mão, o que que você fala pro seu gestor de tráfego? Cara, independente do custo Facebook Ads como Um todo, eu quero que você compre mais lead no Facebook ou mais lead no Instagram. Ou isola, eu não quero que você compre mais nada no Instagram, porque eu sei que não converte. Às vezes, por você ter um podcast, é um um tipo de conteúdo que aumenta muito o nível de consciência. Eu já participei de lançamentos que 90% da conversão vinha de YouTube, porque o especialista tinha a característica
de produzir conteúdo mais denso Lá. E aí, que que a gente fez, cara? Vamos captar só YouTube, talvez só testar alguns públicos compradores no Facebook, Instagram, pode ser que dê bom, pode, mas eu vou onde para mim existe a lógica de que existe público comprador, por velho, vocêou mais eh profundo ainda. Geração de conteúdo. Hoje quem tá no Instagram geralmente busca conexão. Então não tá no Instagram quem quer um conteúdo mais denso. YouTube é um cara que quer aprender algo De forma mais e clara, mais objetiva, mais prática. Então, se você andar dessas duas formas
com especialista hoje, sendo que você explora um podcast mais denso desse para quem quer aprender, porém Instagram eu vendo tribo, eu vendo uma história, eu vendo conexão, é o perfeito canal de aquisição para você entender de onde vai vir um lead mais comprador. Então, com base nisso, você vai falar: "Pô, eu sei que o meu lead ele quer um papo mais e denso, Eu vou comprar mais lead lá." Sim. Viajei na maionese ou ficou claro? Eu eu tenho algumas dúvidas, tá? Mas eu entendi a lógica, a lógica geral, tá? A minha dúvida é tipo, beleza,
eu entendi que a partir da análise do meu do meu público comprador, eu consigo definir, cara, esse público aqui ele vai ter uma maior conversão. Aham. Logo, obviamente, né? Vamos investir mais nesse cara aqui. Sim. Só que eh porque a gente não consegue saber tipo, ah, beleza, esse o Meu custo por lead não quer dizer que vai vender, ele só te diz que a gente tá comprando, mas vale a pena tu pagar mais por um lead mais qualificado que eventualmente vai comprar muito mais total. Só que para tu fechar esse ciclo, tem que esperar vender,
tem que esperar o lançamento. Sim. Então minha dúvida é eh para pra pessoa que tá vendo aqui, a gente tá aqui em casa, tu acredita que a melhor dica para ela seria só rodar o lançamento na loucura com os bons e Velhos, 50% lá e 50% aqui? Aham. E depois analisar e aí otimizar para no próximo direcionar melhor a verba de compra. Sim. Ou então, tá, uma ideia que eu tive agora, por exemplo, sei lá, manda um DM para ti e fala: "Mano, no nicho aqui de relacionamento para mulheres, qual que é a melhor mídia
aqui que eu devo anunciar?" Tá? Eh, ou seria uma combinação dos dois, sabe? Ou ou o que que tu recomenda assim para o cara de fato ter acesso a esses dados e de Fato conseguir aplicar, sabe? Beleza? Como eu não tenho a percepção de que um lead frio ele converte de forma fácil, ainda mais se estamos falando de um expert que não tem relevância, que não tem autoridade, eu investiria num fluxo. Primeira coisa, aumentar a audiência. Então, criar audiência para esse especialista. E não tem nada que traz mais resultado do que isso do que botãozinho
pulsionar. Olha que louco o cara fazer uns conteúdos de oportunidade E turbinar no Instagram. Eh, várias vezes a gente tentou usar ferramentas para trazer seguidores mais barato e mais conectados, mas para nós o que mais funciona, independente do nicho, ainda é o botãozinho turbinar, que é o descomplicadinho que faz a parada bem feita. A partir desse momento, você começa a trazer pessoas para te seguirem e acompanharem qual que é a ideologia do especialista. Pô, eles vão entender sobre valores inegociáveis desse Especialista, vão começar a ter mais conexão com todos os valores dele para que você
aumente o nível de consciência e depois você consiga levar pro lançamento. Esse é o caminho mais lógico, eh, do que você ficar comprando um lead que nunca te viu, sendo que você não é uma autoridade ainda no assunto. Então, prefiro primeiro criar essa audiência para trazer pessoas mais próximas de mim, para e levantar minhas bandeiras para depois levar ele no Lançamento e vender do que ficar só e comprando de forma aleatória um lead frio que nunca vai comprar. Sim, sem dúvida. Eh, e para isso, pelo que eu entendo, tá? Aham. Eh, e pelo que a
gente conversou da estratégia lá do do corredor polonês, pelo que eu entendo por cima, porque eu não entendo muito, Aham. Mas essencialmente a gente tem que criar uma série de conteúdos que vão meio que doutrinando a pessoa ali, vendendo para Ela e por etapas. Então é a mesma coisa que a gente faria num VSL, por exemplo, de pegar atenção, mostrar a autoridade, mostrar o que ela tem que fazer, mostrar a prova. Uhum. Só que em vez de fazer no V, a gente faz com conteúdos. Isso. E com uma porrada de tempo, né? A princípio é
isso aí que eu que eu que eu deduzir da parada. Tá correto isso? Não. Ah, correto. É meio que um aida num conteúdo de 2 minutos. É, só que vários conteúdos, um só. Vários conteúdos, só que o que que é o MVP assim, cara, dessa parada para que alguém que tem tá com seu expert aí e eventualmente ele tem essa ideia de, pô, tem que investir aqui em travego frio, não, ele começa a de fato eh melhorar ali a audiência dele e tal, aquecer mais a audiência para daí pegar e avançar, tá? A lógica por
trás do corredor polonês é que esse processo de conscientização cada vez mais ele tem que acontecer com quem tá próximo. E Quando eu entrei no mercado digital, você é dessa época, inclusive você tava já antes de mim, mas as pessoas falaram: "Você precisava distribuir conteúdo". E como que a gente aprendeu a distribuir conteúdo no mercado? Você pega uma live de forma totalmente aleatória, você picota ela e você distribui esses conteúdos para pessoas que nunca te viram e nunca vão te ver na tua vida. Mas você tinha na cabeça que você precisava distribuir conteúdo, beleza? E
Eu nunca vi sentido, porque todos os conteúdos que eu via de picote, de live era um conteúdo sem começo, sem meio, sem fim. Era uma parada que não tinha lógica, não mostrava uma oportunidade e ele não por si só acabava trazendo clareza do que eu vendia ali, por exemplo. Então, eu só fazia porque alguém me falou um dia que eu tinha que fazer. E quando a gente começou a pensar em tudo que envolvia conscientização, o que que eu posso fazer para aumentar a Conversão do meu lançamento? Eu falei: "Cara, distribuição de conteúdo, se eu for
mais intencional, eu vou fazer com que o cara fique mais doutrinado a querer comprar o meu produto no meu próximo lançamento." E aí que nasceu o corredor polonês? Porque a gente conversando em uma live, meu sócio pegou em uma live em uma reunião de conselho, meu sócio falou assim, ó: "Mano, a gente vai dar uma surra de conteúdo no cara". Tipo, ele vai passar num corredor Polonês. Tá ligado que corredor polonês na época de escola você passava por um corredor cheio de cara te dando porrada. E eu pensei: "Pô, a gente vai fazer isso, só
que a lógica é: "Eu vou dar uma surra de conteúdo no cara". De forma totalmente intencional. Que que a gente fez? Pegamos a pesquisa, a gente entendeu todas as dores, todos os desejos, todas as objeções e a gente montou um script com headlines que o especialista precisava gravar. Então eu Mandava headline e falava assim: "Olha, eu preciso que você grave esse conteúdo de 2 a 3 minutos, só que você fala só desse assunto." Então ele estava as principais oportunidades de dentro do meu método e eu fazia conteúdo específico para isso. Eu fazia conteúdo quebrando todas
as objeções e eu separava os melhores depoimentos. E o corredor polonês, ele fazia o trabalho de a cada s dias eu colocava cinco novos conteúdos e o cara a partir Do momento que ele começava a me seguir, inclusive se você que tá assistindo esse podcast não me seguia, começar a me seguir hoje, você vai começar a entrar no fluxo do corredor polonêense. Você vai passar por isso na prática. a gente começa a mostrar pro cara todas as oportunidades que a gente vai oferecendo. Depois entra a quebra de objeção, porque a partir do momento que você
vê uma oportunidade, você vai ter objeção de tomar decisão. E o terceiro Pilar que anda junto com a segunda fase é eu te mostrar depoimentos de pessoas similares a você que tomaram a decisão de estar do meu lado e naturalmente depois eu vou te convidar para um lançamento. Isso tudo tá que tu faz é unicamente no Instagram ou dá para fazer no YouTube? Dá para fazer no YouTube também, saquei. Dá. Então, na prática, tu cria um conteúdo mostrando a tua oportunidade. Isso daí no formato de de res ou tanto faz? Independente, Independente, tá? Beleza. Cria
o conteúdo, dispara pra tua audiência, vai a crescer um pouquinho a audiência. Ah, sim. Pelo que eu entendi, tá? Quem assistir x% daquele conteúdo vai receber o outro. É um funilzinho. Exato. Ele ele não necessariamente ele precisa assistir até um determinado ponto, até porque tem alguma oportunidade dentro do meu método que não vai interessar para você. Se eu te segmentar como um cara desqualificado, pô, eu tô te jogando Fora, mas eu tenho outras oportunidades que podem fazer sentido. Tipo, falando de lançamento aqui, eu posso falar de criação de oferta aniquiladora, que é uma característica minha.
Para você pode não fazer sentido, mas pode ser que você queira saber de corredor polonês, que é uma outra oportunidade que eu faço se eu lit chegar comprado. Pô, por que que eu vou te desqualificar só porque você não quer saber de oferta aniquiladora, sacou? Então, tipo, eu não te Desqualifico. A minha premissa é: "Esse cara precisa est quente, ele tá me seguindo, ele já teve envolvimento comigo, ele nunca é um cara frio e eu vou distribuir para ele." Saquei. Tá. Eh, qual que é a frequência? Assim, tu falou que tu tu coloca cinco conteúdos,
eu assumo que vai ter mais conteúdos desses iniciais, né? Porque tem que sentir mais pessoas e conforme elas vão progredindo, vão tendo menos. Tu falou que tu solta toda semana conteúdos na Isso daí. É, eu reciclo vários desses conteúdos porque senão eu mato o meu especialista, mas uma média para um corredor polonês num ciclo de 60 dias são em média 25 conteúdos. Então 25 conteúdos de 2 a 3 minutos. Que que eu falo pro especialista, velho? Essas são as headlines que eu mostro as oportunidades e objeções. Eu falo: "Olha, eu preciso que você me faça
conteúdos específicos para cada um deles." O que que eu preciso que ele Faça? Não grave no mesmo lugar com a mesma roupa para o meu lead não ter a percepção de que tá vendo o mesmo vídeo toda hora, porque senão ele vai pular. Então ele grava três a quatro vídeos em cada lugar e ele vai trocando de roupa. A cada conteúdo que ele faz, ele traz, pô, camiseta branca, camiseta preta, jaqueta sem jaqueta, colete sem colete. Todo conteúdo que a minha audiência vai ver, ela vai ter a percepção de que não tinha visto isso ainda.
Entendi. Eh, só Para entender, tá? Tá? Então, tipo assim, o o conteúdo de oportunidade, eu falaria assim, por exemplo, eh, como ganhar dinheiro com VSLS, como ganhar dinheiro sem depender de um especialista. Aí eu falo em dois minutinhos daqui, pá, pá, pá, pá. Maravilha, maravilha. Aí se eu tiver 25 conteúdos, eu vou ter, sei lá, tipo cinco desses sim ou sei lá, 10, não sei. Aí o segundo tipo de conteúdo aí seria o conteúdo de depoimento de pessoas já Ganharam dinheiro com objeções que ele pode ter. Objeções, é, saquei. E depoimento de quem já ganhou
dinheiro. Saquei. Então é oportunidade, objeção, depoimento. E aí dáhe com botãozinho turbinar ali. Não, botão. Vamos lá. Isso é muito importante a gente falar porque eu não quero que vocês façam merda. O botão turbinar, o botão impulsionar, ele serve para construir a audiência, para o cara começar a te seguir. São coisas diferentes. É o impulsionário ou Turbinário, é a mesma coisa, depende do do tecnologia que o cara usa, mas o impulsionário ele ser para trazer seguidores. A partir do momento que o cara começa a te seguir, a gente estrutura uma campanha que é pelo gerenciador
para só impactar público quente com esses conteúdos. Então o corredor polonês ele não roda botãozinho impulsionar, tá? Uhum. Botãozinho impulsionário ou turbinar, ele é só para crescer número de seguidores e trazer Pessoas que talvez tenham interesse em comprar de você. Mas ele não, o corredor polonês não roda nem nesse primeiro vídeo da nova oportunidade, tipo como fazer como ganhar dinheiro com VSL. Nesse eu rolaria que é o vídeo número um do corredor polonês. Aí ele pega a audiência, joga o perfil, aí dá objeção e prova. Exatamente. Exatamente. Eventualmente quando quando a pessoa já tá mais
preparada, aí sim começa a captação pro lançamento. Exato. Saquei. Top. Entendi. Exato. O que que eu falaria? Vamos supor que o João ele tem um curso é que ensina o cara a ganhar dinheiro com VSL, tá? Então imagina que a ideia central é vender com VSL. Só que existem várias outras suboportunidades que estão dentro dessa oferta que elas tendem a ajudar um cara que talvez já esteja no nicho ou buscando isso. Então você vai falar: "Cara, os três melhores criativos para você vender no na na sua VSL". Depois eh, a melhor forma de você Eh
criar um vídeo que tem retenção até o final do vídeo. Cara, várias outras oportunidades que envolvem tudo isso para que o cara ele vai tomando várias oportunidades até chegar no ponto de querer comprar teu produto. Uhum. Porque, cara, eh, a lógica é a seguinte, todos os meus conteúdos eles trazem 100% do meu método de forma desmembrada. Então, meio que é um Lego jogado na mesa com muito conteúdo de valor. Se ele olhar 100% do meu Instagram, ele vai ver A minha metodologia inteira, porque eu falo como eu faço evento presencial, eu falo como eu faço
eh corredor polonês, como eu faço lançamento. Só que ele não entende a lógica de como ele vai montar essa estrutura e trazer pra realidade dele. Por quê? A partir do momento que ele vê tudo aquilo lá acontecendo, ele fala: "Beleza, eu quero um corredor polonês, eu quero criar uma oferta aniquiladora, eu quero entender de dados, mas em que momento vai acontecer Cada um desses?" Aí que eu já vendi minha autoridade. Ele já viu que eu tenho resultado, que eu sou skin in the game para [ __ ] porque eu faço lançamento sete dígitos todo mês
e ele vai falar: "Porra, esse é o cara que eu vou escolher para ser meu mentor". Entendi, mano. Cara, eh, o Caik, tá? Aham. Tem um podcast aqui dele, pessoal, vai aparecer na tela aí. O Caik, ele ele falou para mim que o que deu muito certo no lançamento dele Foi uma coisa tipo isso daí, tá? tipo corredor polonês. Só que ao invés de criar vários conteúdos, ele botou, ele fez um vídeo só que esse vídeo vendia ali pra pessoa, ele a autoridade, a história dele e tal, etc. Ele falou para mim que o lançamento
dele, o primeiro lá que aliás o primeiro que deu muito certo assim, que eu acho que ele faturou oito dígitos no lançamento, foi um lançamento absurdo, Foi eh com muita audiência aquecida do podcast da QFI que viralizou lá, teve e chegou a bater sete dígitos de de visualizações lá o podcast dele. CL e daí ele pensou, cara, esse podcast aqui ele deu muito bom essa audiência, como que eu faço então para ter mais disso aí, cara? que ele fez, ele basicamente pegou o podcast, não sei se ele baixou, se ele regravou com a mesma mesma
cópia ali. Uhum. Colocou numa página de vendas, só botou o vídeo lá e daí o Funil de lançamento dele era, cara, era botar tráfego nesse vídeo como se fosse um VSL, só que no final, em invés de ter uma oferta para para um produto, a oferta era para ele se inscrever no lançamento. Aham. E daí esse esse vídeo fazia esse processo de aquecimento e convidava a pessoa pro lançamento. Ele pagava muito mais caro no lead, mas de acordo com ele funcionava. Sim. Eh, tu tu tens alguma experiência com isso? Tu acha que é uma coisa
que faz sentido? Tá. Eh, pode fazer sentido, só que eu não acho que é muito replicável, até porque existem algumas personalidades que não são replicáveis. Uhum. Se a gente falar dessas pessoas que a gente trouxe como exemplo, como Betina, Pablo, Primo Rico, Carvalho, não é natural que as pessoas tenham a mesma percepção de autoridade do que o Caik, por exemplo. O cara ele por si só teve e a premiação da Kifi, se eu não me engano, ele foi o cara que Ganhou a campanha da Kifi lá, ganhou Lamborghini. E exato. Então assim, é uma autoridade
percebida brutal em relação ao cara, mas eu acho isso pouco replicável porque às vezes é um cara que tá começando do zero, é um cara que ainda não tem prova, ele não tem autoridade, ele nunca subiu num palco, ele não consegue comprovar que a parada funciona sem ser na vida dele mesmo. Então, como a gente falou, né, de eh ou ir pro caminho da VSL ou do lançamento, Não tem certo e errado, mas tem o certo pro momento do especialista. E sem é você entender qual é o momento dele, você não consegue colocar uma estratégia
que funciona para um big player, por exemplo. Por exemplo, tá trazendo uma outra viajada aqui, reality show. Mano, eu já fiz reality show que a gente faturou 9, 10 milhões. Só que se eu não encaixasse para aquele especialista isso, velho, não ia dar bom, porque a audiência não ia acompanhar da mesma Forma que acompanharia eh com esse reality. Então, eh, tudo tem que ser visto de forma individualizada, tudo funciona. Só que tudo funciona desde que você entenda que é pro momento do negócio do especialista. Hum, interessante. Eh, e eu eu quero falar, tá, desse outro
termo que tu citou aqui, que é essa tal dessa oferta aniquiladora. Aham. Porque eu que eu acho que tu considera isso um diferencial também, né? Demais. Maravilha. Então, tá anotado aqui, tá? Mas antes disso, só para só para relembrar aqui, tá? Pessoal, a gente tá otimizando aqui o teu lançamento. A gente falou aqui dessa parte de aquecimento de conteúdo. E uma outra coisa que tu acabou de falar que eu achei interessante, então antes de falar da oferta aniquiladora, tu falou que tu fez lançamento com esse formato de reality show. Sim. E daí isso é muito
interessante porque no passado eu vi que Os lançamentos eles eram, por exemplo, ah, como é que faz aqui um, aliás, vem aqui para quatro aulas gratuitas, 100% online e tal, 100% grátis aqui essas quatro aulas. Aí a pessoa ia, aí depois disso começou a vir desafio de 7 dias. Aham. Se eu não me engano, cara, chegou a ter desafio de 24 dias, né? Ou 30 dias de desafio assim, tipo, uma coisa surreal assim, desafio [ __ ] E aí, eh, a Betina, aí veio o Pablo Marçal, tá? Ele fez o Lacasa Digital, Casa Digital, Então
um reality. E a recentemente a Betina, a Betina Rudolp, ela fez aí um um documentário que foi no cinema, tal, que na prática é tudo um lançamento, só que o que muda é a maneira de tu apresentar aquilo ali, porque tu fura sofisticação no mercado. Totalmente. E aí tu tu dá uma nova carinha pro teu evento que disfarça mais aquela mensagem de vendas como um conteúdo, atrai mais atenção, tal, consegue vender. Aham. Cara, eh o qual que tu acha que é o Formato que alguém deve começar, tá? lançamento ou o formato que mais funciona hoje,
o melhor custo benefício, tá? Porque eu escuto muito que essa parada das quatro aulas aí gratuitas online não funciona mais como funcionava antes, só que eu não tô no game, entendeu? Então eu queria escutar de ti assim, tipo, ah, o cara já é experiente e tal, eh, e essa mudança ela vale a pena fazer esse investimento ou ele tem que, sei lá, Antes de tentar mudar o formato do lançamento, sei lá, fazer outras coisas, sabe? Eu como copyright de marketing direto, cara, eu tive que no direto o formato é tipo é essencial, mano. Um VSL
aqui em PowerPoint, um VSL em podcast aqui a gente conversando, o podcast pode, tipo, vender o triplo, sabe? É desse nível parada, o impacto é gigante. Como é que funciona assim no mundo dos lançamentos, essa influência do formato? Eh, sempre a gente começa com arroz, Feijão que dá bom. Então, tem muita gente que até quer ser disruptivo demais e quer inventar muita moda. Uhum. Mas a gente só inventa moda a partir do momento que você tem clareza de que o caminho que você tá indo é certo e você consegue ter dados caso aquilo não dê
bom. Então, [ __ ] eu vou fazer um lançamento de reality show com o formato de três CPLs, mas eu vou meio que mascarar aquele negócio do 100% online, três aulas, 100% gratuito. E eu vou Trazer num contexto diferente. Cara, se não der bom para mim, eu tenho histórico. Eu fazia sete dígitos todo mês com esse lançamento. Agora, uma pessoa que tá começando do zero, o negócio é o arroz feijão para você primeiro validar essa oferta. Então, primeira coisa, ele tem que entender que o que ele tá fazendo tá num caminho que tem tração para
escala e depois ele começar a pensar em qualquer coisa de documentário, de reality ou eh um Lançamento com formato mais disruptivo no geral. Uhum. começar com arroz feijão. Você falou sobre eh as quatro aulas que pode ser que não estejam funcionando eh igual antigamente e eu faço sete dígitos todo mês com as quatro aulas quatro aulas 100% online e 100% gratuitas. Então, tem dois sócios meus, um de registro de imóveis extrajudicial, que é um subnicho do direito. Eu tenho um sócio que é de incorporação imobiliária, a gente ensina os caras a Fazerem prédio e a
gente tá faturando sete dígitos nesse formato. O lance é: qual é a narrativa que o cara que não tá tendo resultado tá usando. Eu me garanto fazendo narrativas de sete díos todo mês, porque o meu lançamento ele conta uma história que faz com que eu tenha muita prova, aumente o nível de consciência para ele tomar a decisão de compra. Agora o cara que tá reclamando, muitas vezes você vai olhar o lançamento do cara, mano, ele replica o que a Galera ensinava em 2017. Então é pautado em dados a decisão que você tá fazendo de conscientização.
O cara que você tá levando pro lançamento, tá certo? Seu especialista é um cara magnético? Você tá jogando o jogo de um especialista de 2024 ou você é o cara que tem como especialista um conteudista chato, aquele professor de faculdade que ninguém tá nem aí? O cara conta boas histórias. Então é um conjunto de fatores que o fracassado sempre vai Falar não tá mais funcionando. É muito mais fácil, na real é mais tranquilo a pessoa trazer um contexto de que não tá funcionando do que ela aceitar que o problema é ela, sacou? Então tá aí.
Se qualquer pessoa eh que fala que lançamento de quatro aulas ou de três aulas ou de uma aula não dá certo, eh eu te desafio a me provocar a te mostrar os meus resultados, que eu tenho certeza absoluta que eu vou te impressionar e vou quebrar essa objeção, porque o Problema, na verdade, não é o as 4 horas do lançamento, é você que tá fazendo a parada errada. Entendi, mano. Cara, é muito legal saber isso aí do skin the game, porque como eu falei, nunca fiz lançamento. Aí eu escuto essa parada aí. Mas é doido,
velho, porque naturalmente o cara que desconstrói um método que tá funcionando, ele geralmente tá tentando te vender um jeito diferente de fazer a parada. Claro. Entendeu? Ele puxa a sardinha Para ele, ó. Exato. E não precisa desconstruir e falar que isso aqui parou de funcionar. Talvez se o cara vendesse e falar: "Pô, essa aqui é a mais nova alta conversão do mercado." Tem gente que tá fazendo lançamento pago agora, que tá dando bom para [ __ ] Mas assim, [ __ ] você não precisa eh falar que aquilo ali não funciona, que não é verdade,
entendeu? Uhum. Tudo funciona, mas eh vai depender do jeito que você tá tratando em relação ao profissionalismo Daquilo. Cara, sabia que você ia notar isso, tá? Mas é lógico, mano. Tu acha que eu vou deixar passar essa daí? Já tá anotado aqui, viu, pessoal? Ele vai falando aqui, ó, pá, metendo a cópia aqui nele, ó, e dáhe página, tá? Eh, maravilha, mano. Tinha calma que o lançamento pago vai chegar. Não, não estamos lá ainda, tá? Eh, maravilha. Então, o formato ali das quatro aulas gratuitas ali e tal, show de bola, Funciona. O que que é
essa parada aí da da oferta aniquiladora? Isso daí é um diferencial assim pro lançamento funcionar muito bem? Como é que é? Total. Eu sempre tive costume de me preocupar em ter o resultado, pelo menos de tráfego, logo nos primeiros minutos de carrinho aberto. E para isso acontecer sempre eu tinha que ter uma oferta muito disruptiva pro cara tomar a decisão de ser o primeiro a comprar. E a gente sempre eh estruturou nos nossos Negócios e a gente sempre teve a crença de que uma oferta aniquiladora, ela tá muito próximo da nossa zona de desconforto. Não
é confortável entregar uma oferta aniquiladora. E eu te explico, geralmente quando alguém entra no mercado digital, ele quer copiar a oferta do amiguinho que já tem autoridade. Vou falar de desenvolvimento pessoal, vou olhar o end copiar a oferta dele. Só que se você tem menos autoridade, menos aluno que ele, Naturalmente pra pessoa confiar em você, você tem que ter uma oferta muito mais [ __ ] E geralmente a oferta aniquiladora, ela tá desconfortável para entregar. Então, teve um lançamento, esse do reality show, a gente construiu uma oferta que eu ia ser o primeiro investidor no
negócio do cara. Então, além de ensinar toda a metodologia por trás de como a gente fazia dinheiro, eu ia ser o primeiro investidor no negócio dele, ou seja, era zero risco. Eu Ensinava ele a fazer tráfego, entrar no mercado digital e eu investia a primeira campanha de tráfego dele para ele ter resultado. E [ __ ] era uma parada muito aniquiladora, porque ele falava assim: "Pô, pera aí, nunca ninguém me ensinou algo e confiou tanto na parada que vai ensinar, que vai investir no meu negócio." Então, sempre as nossas ofertas t esse negócio de presencial.
Pô, eu vou trazer o cara para passar um dia comigo. No meu mastermind, quando a Gente faz uma oferta de mentoria, por exemplo, eu falo: "Ó, eu vou te levar pro próximo encontro do mastermind. O primeiro que comprar vai com tudo pago para Angra dos Race. Vai ter acesso a 130 empresários que faturam múltiplos sete dígitos. Eu quero que o cara compre rápido. Então, a eh fora todo contexto que já é um entregável com mais proximidade do que os outros concorrentes do mercado, eu ainda empilho muita pressão pro cara comprar Rápido a parada. Cara, isso
é muito bom. É, é engraçado. E isso aí tu pensou sozinho também, não? Foi um negócio de ver o especialista desmotivado. Quando abre o carrinho, o cara ele ou ele tem uma sensação de ser o superherói ou ele tem a sensação de ser o cara mais fracassado do mundo. Eu entendi que quando eu abri o carrinho e pingava pouca venda, o cara se sentia mal. Aí eu pedia para ele fazer live, ele não fazia. Então eu, meus sócios, a Gente falava assim: "Velho, então eu preciso fazer com que pingue muita venda no começo para esse
cara ter tranquilidade de de continuar". E aí a gente entendeu que, cara, quando eu antecipava uma oferta muito boa ao longo dos CPLs, eles queriam mais comprar de forma rápida e isso me ajudava a vender mais. Então, todas as nossas ofertas eh que a gente faz em lançamento, a parada é múltiplos sete dígitos em alguns minutos, porque eu sei que a oferta é Muito bizarra, mas eu digo assim, ó, eh, foi esse problema, tá, que te fez pensar nessa solução ou então tu viu em algum lugar, cara, tem que ter uma oferta ultra top e
tu adaptou essa parada dali? Nada. Tanto que eu nunca vi ninguém falando sobre construção de oferta aniquiladora. Esse termo é nosso. Aham. foi meio que um problema que trouxe a solução e depois uma oportunidade. Então eu tinha o problema do expert que ele ficava desmotivado. Aí eu encontrei essa Oportunidade, essa solução e depois eu vi uma oportunidade de vender mais quando eu tinha uma oferta muito [ __ ] Entendi mano. Tu sabe quem que é o Alex Hormose? [ __ ] demais. Tá maluco. Aí ele tem o livro lá, né? Oferta de 100 milhões de
dólares lá. Já lesse esse livro? Não. Já é. Então cara e isso é muito doido, porque a parte de criação de oferta, olha que doido, eu fiquei 10 anos, né? aliás, 7 anos ali intensivamente trabalhando ali com Marketing direto e tal, mas essa parte de criação de oferta foi uma coisa que eu só comecei a me ligar agora, porque até então as minhas ofertas eram mais comuns. Aham. Porém, uma oferta, cara, se a oferta ela é realmente matadora aí ou então como tu tu usou o termo, né? Aniquiladora, cara, isso facilita de uma maneira, né?
A tua cópia, ela pode até não ser tão boa assim. Aham. Se tu tá dando pro cara R$ 100.000 e tu tá cobrando 10.000, Viu? É, Cara, não precisa de muita COP para vender isso daí, sabe? Se tu tá vendendo e R$ 10.000 por R$ 10.000, é muita COP. É. E se tu tá vendendo R$ 10.000 por R.000, aí fodeu. Aí a pessoa nunca vai comprar ti. Sim. E é bem interessante que ele fala lá no no livro, né, cara? Quanto mais tu reduzir o esforço da pessoa, melhor. Então, pô, entre a pessoa aprender a
fazer lançamento ou tu fazer o lançamento por ela, tu fazer o lançamento, tu vai cobrar muito mais, Porque tem muito mais falou percebido. Ah, sim. E e é muito interessante porque tu usa muito isso, né? Tu tu realmente faz a tua oferta ficar [ __ ] ela ficar assim eh irresistível tu aumenta muito valor. Aham. A gente teve uma oferta, velho, no último evento presencial, um evento para 1500 pessoas e eu ofertava o mastermind, é um produto de R$ 100.000 e eu criei uma oferta de que o primeiro inscrito eu me tornaria o estrategista do
cara por um lançamento. Eu ia trabalhar pro cara. [ __ ] mano. E a gente fez sete dígitos em alguns segundos com essa oferta, vendendo produto de R$ 100.000. Então, o cara falava assim: "Pô, se eu tenho dúvida, eu vou tirar minha dúvida agora, porque se eu for o primeiro, o cara vai trabalhar para mim, no mínimo eu vou recuperar isso." Então, todas as nossas ofertas, geralmente quando eu apresento, o cara fala: "Puta que pariu, eu vou comprar rápido, nem que eu tenho que se Tornar depois, mas eu tenho que tomar essa decisão na hora,
entendeu? Nem que eu peço charge back". Exatamente. [ __ ] mano, que oferta violenta, cara. violenta. Qual qual já sortei uma BMW, irmão? Ah, vai se [ __ ] Sério? Sério? Sério? Que que eu fazia, mano? Eu tinha, você lembra quando estourou aquele bagulho de caixa misteriosa de era um box da China. Por essa [ __ ] aí, mano? Ah, não, foi eu acho que eu vi no nas Ah, tá. Eu lembro que alguém no Digital fez isso. É, a gente a gente fez primeiro. Se alguém fez, foi depois de mim. Não, acho que eu
lembro disso. Eu o que que eu sentia na construção de oferta? Eu sempre pegava alguns elementos que me dessem vontade de comprar. E essa [ __ ] começou a vir para cá da China e eu comprei essa parada que era uma oferta misteriosa. Você podia ganhar desde um cabo de iPhone até um PS5. E eu nem queria as paradas, eu só queria a emoção de abrir essa caixa, de Chegar para mim, de eu tirar essa possibilidade. Aí eu comecei a falar: "Mano, como que eu posso eh fazer com que as pessoas tenham vontade de comprar
meu produto usando essa narrativa?" E a gente durante todo o lançamento a gente deixava atrás do especialista a caixa misteriosa. Então era meio que um stereg que as pessoas começavam a olhar e elas liam que era uma caixa misteriosa. Uhum. E ao longo dos CPLs ele abria e falava assim: "Deixa eu ver O que tem aqui dentro." Ele abria, tirava um iPhone. El falava: "Nossa, tem um iPhone aqui dentro, hein". Mas depois vocês vão entender mais sobre isso. Ah, tem um iPad, tem um MacBook. Aí tirava um bolo de dólar, ó, tem $000. E a
narrativa de tudo isso era um produto que a gente ensinava o cara a ganhar dinheiro eh com produtos dos Estados Unidos e a gente investia em dólar nele. Então o primeiro investimento em dólar para ele trazer Produto era nosso. E a caixa misteriosa era um elemento que os primeiros inscritos tinham acesso. Então vou mandar uma caixa de madeira que era toda bola, boladona pra casa do cara e ele vai ter no mínimo R$ 3.000 lá de produtos para ele já dar os primeiros passos. E todo mundo que comprava até meia-noite, ele tinha acesso a um
cupom que ele concorria a uma BMW. [ __ ] mano. Sinistro, mano. Isso é muito doido mesmo, tá? Isso daí é eu nunca vi. Tem Tem algum frameworf que tu usa para para chegar nessas ideias em primeiro lugar ou tipo vendo a lenha assim, baixa Deus assim e falar: "Cara, BMW", mano. Não é, eu vejo muito o que conecta com a audiência, né? Tipo, para um nicho de direito que nem o meu sócio de agora, não vai encaixar uma BMW, não tem nada a ver. Então, como era um público mais molecada que tinha essa veia
de eu preciso, eu quero ter um carro esportivo, era o primeiro passo para Ele. Maneiro. Então eu sempre conecto com o que a audiência quer ali e o que vai fazer mais sentido para ele ter vontade. Mas sempre eu penso a possibilidade de trazer algo físico pra oferta do do info. Isso é muito bom, velho. Tipo, nem que seja um pack de livro, mas quando tem algo que é materializado, a tomada de decisão é mais fácil porque não é um acesso. Então eu tenho uma caneca que eu vou mostrar pro cara. Olha, se você entrar
hoje, eu Vou te mandar, sei lá, uma caixa, tipo um presente que eu ganhei do Veturb aqui, tipo, cara, é uma garrafa maravilhosa, personalizada e a galera que é da minha tribo vai ter essa parada que tomar a decisão de compra rápido. Então, materializa e ele fala: "Pô, então não é só um acesso, eu vou ter uma canequinha igual do meu especialista que é meu ídolo". Sim, cara. Muito bom, mano. Muito bom. Isso é isso na bom para [ __ ] Mano. Aqui, pessoal, olha só que doido, né? Vocês acham que vocês aprendem, cara, aqui?
Mas o que eu já notei de ideia aqui, mano, tá vendo que tem umas coisas anotad bem grande aqui, mano? Aham. Não tem. Isso aqui é para eu lembrar depois, entendeu? Sabe? Tem tem duas hipóteses. Ou tipo, você gostou para [ __ ] ou você não entendeu [ __ ] nenhuma e vai pesquisar depois, tá ligado? Não, mano, eu gostei, mano, porque tipo isso daí casa com aquela Minha oferta do Sky Minha oferta lá que eu otimizo VCL do cara, sabe? Aí eu pensei, [ __ ] mano, eu poderia tipo cobrar um pouco mais caro
como porque eu já vou aumentar o preço, né? que a gente tá fechando os slots ali e eu posso entregar um evento presencial pro cara e vai gerar um [ __ ] valor pros caras. Eu não vou gastar tanto assim porque eu posso deixar o hotel eh na mão do cara, passagem e tal. Aí jogo os caras ali no Magestic ali, faço um dia de evento ali, Sabe? Já era um [ __ ] valor network entre a galera. Aham. A matemática vai fechar. Eu eu melhoraria ainda, tá? Eu pensaria talvez em você criar uma confraria
dessas pessoas. O que que é isso? Confraria. Você juntar não só um evento presencial, mas você conectar eles. Uhum. Tipo, fazer com que essas pessoas elas caminhem juntas e uma vai compartilhando com a outra. É meio que um mastermind seu. Todas as empresas que você vai meter a mão vão ter conexão e Elas vão contribuir falando que tá dando bom, tipo um grupo deles, uma confraria parte além desse seu evento presencial, entendeu? Cara, isso é muito bom mesmo. Aí você bate o senso de comunidade, aí é bom. Confraria dos alunos. É, imagina confraria Vterturb. Top,
mano. E aí você pode até unir dentro desse grupo os maiores clientes que mais ganham placas da Vturb, colocar eles ali para contribuírem. [ __ ] [ __ ] velho. Não, muito top, mano. Gostei. Top. Ó, viu Como aprendo? Maravilha, mano. Obrigado pela mentoria aí. Estão gostando, pessoal? Se tá gostando, deixa o like aí, tá? Compartilha. Aliás, só deixa o like aí mesmo. Depois vou falar para você fazer outras coisas. Por agora deixa a [ __ ] do like, clica aí embaixo, tá bom? Não custa nada. E ajuda nós. Ajuda aqui o Leandro. ajuda eu.
Então, estamos junto. Isso aí. Isso aí, mano. Então, assim, ó. Primeira coisa, achamos nosso especialista, estamos ali, pá, Queremos começar a monetizar o cara, vamos fazer um lançamento. Uhum. Coisas importantes, aquecer a audiência para daí não ficar vendendo para público frio. Demos a dica aí do corredor polonês. Quer saber mais? Segue lá o Leandro, vai aparecer o Instagram na tela. Qual que o teu Instagram mesmo? @leandroferrari. Tem dois iss no final. @leandroferrari com dois is. Tá aí. Tu pode seguir ele aí, tu vai cair no corredor polonês. E tem também a oferta Aniquiladora. Cara, gostei
muito dessa dica de adicionar alguma coisa do físico na oferta. Uhum. Tentar sempre fazer mais o trabalho pela pessoa, aumentar a tua entrega, diminuir o risco, fazer a pessoa ter resultado em menos tempo com menos esforço. Então isso aí deixa, aumenta o valor da oferta. Isso que falar no livro do Hormose que vai aparecer aí na tela, tá pessoal? É oferta de 100 milhões de dólares. Vai aparecer aí, o Thagão vai colocar. Cara, Eu tenho dó do Thagão, velho. Você já falou para ele fazer umas 18 coisas desde o começo do podcast? Não, tu vai
ver a edição que vai sair no começo do teu podcast, aí tu vai ver, tá? O trabalho que vai ser. [ __ ] Ó, Thagão, um abraço para você, viu, velho. É, não, tu vai ver, tu vai ficar de cara. Eh, mas cara, maravilha. O que mais, tá, que tu acha que é interessante é de algum diferencial entre um lançamento de sete dígitos? Tu Acha que esses são os pilares ou tem alguma outra coisa que eu não falei que tu não falou, no caso? Tá. É. de tudo que a gente falou aqui, se tudo isso
foi for construído em cima de dados, a pessoa entender que audiência é importante, processo de conscientização, construção de oferta, teste atrás de teste, cara, é o primeiro passo. Uhum. Porque tendo esse arroz feijão muito bem feito, tendo clareza do público comprador sobre perfil, posicionamento e Temperatura, é mais fácil para você entrar no processo de escala. Saquei. Show de bola, mano. Eh, só que assim, tá beleza, eu não quero mais falar de lançamento, tá? A gente e eu sei que tu, como eu falei no começo do podcast, tu tens essa visão de, cara, o lançamento é
um funil ali para tu ganhar dinheiro. Não é o único, tem vários. Dá para tu botar high ticket, dá para tu fazer evento presencial, dá para fazer isso, isso, aquilo. Eh, quais outros funis que Tu acha que é interessante a pessoa ter, tá, quando ela quer profissionalizar, tipo ser tipo tu assim, sabe? Eu quero realmente ser uma pessoa grande aqui, quero ter o meu ecossistema aqui. O que que eu vou implementar agora? Aliás, qual primeiro quais são as outras coisas que que tu acha que vale a pena implementar e daí eu vou escolher uma delas
pra gente, beleza? meter bola. É, algumas delas, tá? Como você falou, por um acaso hoje eu tenho na m esteira Lançamento, mas lançamento não representa o maior volume de dinheiro que entra líquido pro meu negócio. Isso é interessante porque muita gente acha que lançamento é aveia. Se eu aprender lançamento, eu vou ficar multimilionária. E não é o ponto. Uhum. Eh, funil de aquisição com produtos de fronte. Isso é uma parada que é o ouro do ouro. E lá atrás falava-se muito em vender ebooks, vender VSLs com produto de fronte, mas muita gente tinha o Intuito
de ganhar dinheiro nesse funiz. E o meu objetivo não é esse. Uma vez eu ouvi o Battle Altenhoffen da Empíricos falando sobre um funil de aquisição dele que dava prejuízo e ele falava: "O meu objetivo aqui é estressar o Roy". E eu fui atrás dessa parada, falei: "Que [ __ ] é essa? Como assim? Ele tá perdendo dinheiro e tá feliz. Eu entendi que o LTV dessas pessoas que compravam esse produto de fronte era brutal. Ou seja, ele vendia um e-book a R9,90. O Custo de aquisição era de R$ 15, ou seja, ele já perdia
R$ 5. Mas esse cara que comprava um e-book de R$9,90 comprava outros produtos e no final das contas esse cara deixava R, 5, R$ 10.000 dentro da empresa dele. Então eu falei: "Opa, pera aí, vamos testar essa parada". Hoje a gente tem várias esteiras, vários funis de frontes, produtos de R$9,90, R$ 29,90. R$ 97 que trazem uma vitória rápida para que ele continue andando dentro da minha Esteira. Quando a gente fala de produto de fronte, muita gente acha que tem que ser um produto merda. E esse é o começo do fim. Quando você tem uma
promessa é muito boa para um produto de fronte e a entrega dela é merda, naturalmente esse cara não vai querer ter uma segunda transformação com você, não vai querer estar dentro da tua tribo. Então, geralmente um produto de R$9,90 ele tem um valor agregado de R$ 900. O cara vai comprar, ele vai falar: "Mano, que [ __ ] É? Se o Ferrari me entregou por R$9,90 a os detalhes de como construir uma oferta aniquiladora, você imagina se eu pagar uma mentoria de 18.000 com ele?" Então, sempre a percepção é de que o cara pagou muito
barato pelo que você entregou ali e para ele continuar na esteira. Então, vários funis de fronte, VSL e Ebook, tudo que são produtos que vão trazer uma vitória rápida. Nunca um produto de fronte é um produto muito extenso, porque o cara não anda na esteira. Essa Característica é importante. Geralmente eu não tiro simplesmente um módulo dentro do curso e entrego para ele. Eu faço algo personalizado para ele ter uma vitória rápido e eu resolvo um problema e crio outro dentro de um produto de fronte. Depois funil de webinário é testável, funil de lançamento e depois
a gente entra nos mais complexos que daí envolvem time comercial, funil de sessão estratégica, funil de social selling. Mano, esse é muito bom pra gente trocar Ideia aqui porque dá muito dinheiro essa parada. Hum. E depois evento presencial. É, esses são os meus funis que eu rodo em praticamente todos os meus negócios hoje. Tu roda todos eles, mano? Todos eles. Todos eles. A gente, qual que é o mais complexo de todos? evento, cara, o mais complexo, na minha concepção, ainda é o evento presencial, mas é um dos funis que mais representam longo prazo de um
negócio, que a partir do momento que você Posiciona o seu especialista como um cara que faz evento presencial, ele vira uma referência e você posiciona ele num lugar diferente de todos os outros especialistas da categoria, o cara vira líder. Você acredita, velho? Te contar uma história. Eu tinha algumas referências de vida para mim no digital. as pessoas que quando você começa a trabalhar fazem dinheiro e tem um modelo de negócio, um modelo de vida que você quer ter, começam a ser suas Referências. E praticamente todos os caras que eu via como referência, depois que eu
me posicionei como um player que faz evento presencial, viraram meus amigos. Olha que louco isso. E naturalmente, a partir do momento que eu viro amigo das minhas referências, eu me coloco no lugar deles, eu me coloco na lateral deles e aí eu começo a ter uma contribuição e trazer cada vez mais essas pessoas para perto de mim. Isso joga é um movimento de brand pro meu Negócio. Fenomenal. Então eu me posiciono como o cara que é diferente, se posiciona fazendo o evento presencial, que tem as maiores referências ali, por eu desbloqueei. Porém, o jogo do
evento presencial não é um jogo fácil. Não é um jogo fácil. É, cara. Sim, sem dúvida. Eu lembro que o Artur tá da KFI. Aham. Eh, bom. Coloca uma coisa dele aí também, Thagão. Dá uma moral pro Artur aí. Ach alguma foto aí, sei lá, alguma coisa. Coitado do Thaago. É, mas faz alguma zoeira, entendeu? Coloca aí, sei lá, faz alguma coisa aí, mas não muito. Aí senão vai ficar bravo comigo. Uma zoeirinha assim, coloca, bota tipo ele na Lamborghini verde assim, ó. Faz uma montagem dessa que todo mundo lembra dele. Coloca na K Lambo.
É, coloca aí, Thago. Dá um jeito aí, faz a montagem. Eh, e daí, pessoal, vocês mandam lá no direct dele para ele ele ver. Beleza. Eh, mas sim, cara, ele falou Para mim, mano, quem faz os evento presencial geralmente são referências, porque tu se posiciona muito como autoridade saí, aí tu vira tipo, ô cara, assim, porque, pô, tu tá lá, tal, a galera, tu tá lá na frente de todo mundo, todo mundo tá te dando autoridade, as pessoas vão te dar ainda mais autoridade. E é realmente uma coisa muito massa. Eu nunca fiz, mano. Ninguém
quer jogar o jogo difícil, velho. Esse é o lance. É, deve ser um trampo. Eu acho Que as pessoas que fazem, eles contratam um time de fora e Deus, sabe? Aham. Por exemplo, o Igan lá, ele contratou um time de fora. Aham. Eh, o Itítalo Soares também, um amigo meu que ele faz também, contratou, acho que acho que tá aquele contratou o time de fora. Não sei até onde isso é o ideal, tá? Porque, tipo, deve ser um rolo [ __ ] isso daí. Sim, deve ser caro, né? Aí, enfim, não sei se tá bom,
mas é o o é necessário, tá? Eh, eu não recomendo que alguém que queira Dar o primeiro passo de evento presencial tem um time de eventos igual eu tenho hoje. Tipo, hoje eu tenho uma operação porque eu faço evento presencial todo mês. Tá louco, mano. Mas eh um time de produção é necessário. Por quê, mano? Você tá ligado que você tem para um evento de mais de 150 pessoas tem que ter uma ambulância lá, [ __ ] Você sabia que você precisa de dois geradores num evento porque pode um queimar e se precisar do seu?
Cara, Coisa que a gente nunca vai imaginar. E sempre a gente aprendeu o quê? Fazer dinheiro, falar bem. Você estudou para fazer um evento presencial. Só que, mano, acessibilidade tem que ter. Caso vá um cadeirante, caso vê um cara com qualquer dificuldade, você tem que pensar na comida, tem que ter a parada de você tá preparado para Anvis ir lá e e ver se as comidas tão, mano. É um [ __ ] de um bo. Então, tipo, é tipo política. Você quer entrar na política, você tem Que ser político, porque o jogo é diferente. O
jogo de evento é a mesma coisa, velho. Você tem que ser o cara que joga o jogo do evento e se você não for, você contrata alguém que faz a parada. Porque não adianta você querer aprender falar isso, fazer essa parada que vai mais dar trabalho do que ajudar. Sim, mano. A gente vai voltar para evento daqui a pouco, tá? Eu quero conversar sobre isso, tá? Só que antes, tá, tu falou, mano, eh, a gente pode Criar eh produtos diferentes para esse expert. Aham. para para esse especialista, esse sócio, essa pessoa ali, pro teu negócio
digital. Sim. Aí tu disse sobre funis de aquisição de frontend, que são funis que vão te dar, vão vender um produto ali inicial e tem a ideia de dar uma vitória rápida pra pessoa para ela poder evoluir ali na tua esteira, tá, de produtos. Ah, sim. Aí tu falou também do social selling, que eu quero entrar aqui. Uhum. Só que assim, Eh, esse funil, tá, tu falou que dá para usar um VSL, que é o que eu mais gosto, né? Pelo menos eu consigo fazer. Eh, por agora tá tá tendo um funil aí que ele
meio que junta aí isso, só que já embarca no lançamento depois que é o tal do lançamento pago, tá? Ou webinário pago, sei lá. Basicamente tu vende ali pra pessoa a chance de receber um pit, né? E o conteúdo. O que que tu vê disso daí? Tu vê funcionando? Tu acha que é uma boa ideia as pessoas aplicarem? Tu Tá aplicando isso? Como é que é? Eu não sabia que isso chamava lançamento pago. Para mim, lançamento pago é uma coisa que as pessoas vendem um ingresso para o lançamento de três aulas, que é uma imersão
de três dias, por exemplo. Tá, mas tem lógica, pode ser que alguém chame assim, não tem nenhum problema também, que o cara vende um produto de fronte e aumenta ponto de contato, que é a lógica. Não, não, lançamento pago. Esse aí que que tu falou mesmo, né? Pelo Menos que eu entendo é isso. Na verdade, eu descobri essa, eu não sei se é uma ona, mas eu descobri que as pessoas estão fazendo isso agora, cara. Sim, eu tava no mastermind do Marcos Dutra, vai aparecer aí, tá? Pessoal do Marcos aí e da Mica lá, que
é o masterm de A fogueira. Ô, pensa no pessoal, gente boa, cara. Gostei dele. Conheço de forma próxima assim, conheço. Ô, pessoal bem família ali e tal. Daí, cara, eu fui lá, palestrei lá. E daí teve outro cara que O nome dele é William Baldan, se eu não me engano. Aham. Que aparecer na telat também. Thagão, pega no Instagram aí. Não, eu ponho o cara errado, hein, senão a gente vai passar vergonha aqui. E daí ele falou lançamento pago e tal. Mas é isso aí. O cara vende um ingresso para participar da imersão e na
imersão acontece um pit. Essencialmente é isso. Só que não era de três dias que o pessoal tava falando, era de um dia só. Mas eventualmente pode ser tipo tanto Faz, né? Dá para ter tem vários tipos ali. Pode dá para testar. Mas como que tu vê esse funil aí? Cara, é massa. Dá para testar, só que eh para nós aqui, quando eu falo de volume de dinheiro, com base no que a gente testou, o lançamento gratuito para nós ainda fez mais sentido. Uhum. Então tem muita gente, inclusive do meu mastermind, tem gente que parou de
fazer o lançamento convencional, só tá fazendo o lançamento pago agora e o cara tá fazendo dinheiro Para [ __ ] Mas é sempre aquela parada da especificidade do nicho, do método, do mentor em si. Então é testar. Eu acho que é uma estratégia que eu acredito porque eu tenho visto do meu lado resultado para [ __ ] Só que você só faz ela a partir do momento que você entende o jogo dela. Por quê? Como do esse podcast vai me dar dinheiro. Sério? Que bom. Maravilhoso. Só insite, mano. Só insite. Tá. Que bom. Fico feliz.
Falei. E falando sobre Lançamento pago, o lançamento pago, ele tem uma característica bem parecida com o evento presencial. Que que acontece, velho? O brasileiro ele tem eh um mecanismo natural de deixar tudo pra última hora, ou seja, um bando de procrastinador, filha da [ __ ] E quem faz evento presencial já sofre para [ __ ] com isso. Porque, mano, você imagina que hoje eu faço um evento para 1500 pessoas e aí esse evento já de cara tem um custo médio de R$ 1.200, R 1.H500. Beleza? A partir do momento que a galera começa a
procrastinar, você imagina a dor de barriga que começa a dar, porque começa a chegar parcela para você pagar no evento e o cara deixa pra última hora. E sempre quando vai chegando na virada de lote, que é um ponto de tomada de decisão, ele começa a comprar cada vez mais e no final todo mundo quer ir e não tem mais lugar. Já aprendi a a lidar com esse tipo de gente que eu já entendi que é normal, tá? E o Evento pago é parecido. E quando a gente fala de um evento eh de lançamento pago,
naturalmente as pessoas elas precisam estar presentes para ter oportunidade de tomar um pit para tomar conversão. E se você não vende muito ingresso, velho, você não vai conseguir fazer um pit para muita gente. Então o cara que faz um lançamento pago hoje, ele precisa entender sobre a premissa de evento presencial de virada de lote, porque o cara só toma decisão de compra quando Ele vê que vai virar o lote. Thiago Fin. Cara, o evento a gente fez, se eu não me engano, foram oito viradas de lote. A gente virava lote a cada 10 dias praticamente,
por quando ia virar lote, vendia para [ __ ] Vendia para [ __ ] No final, [ __ ] foi absurdo que daí iam acabar os ingressos, todo mundo quis entrar. Então, o lançamento pago tem a premissa de que você não acha que o cara vai e pagar, né, 40 dias antes do evento R$ 29 para est na tua Imersão. Não vai. Você precisa de vários gatilhos que fazem ele comprar ali no final. A conversão de evento eh de lançamento pago é maior do que um evento 100% online gratuito. É legal. Então tem uma conversão
maior mesmo. Porém, você precisa levar gente. Então se você não tem gente eh e não tem a capacidade de fazer uma campanha de venda de ingresso que lembra evento presencial, cara, tem um risco de você fazer uma merda aí. Às vezes tá dando bom o lançamento Convencional, não tem porque mudar. Time que tá ganhando no Méxic, sabe essa parada de eh histórica que o nosso vô falava para nós? Cara, é lógico, dúvida, cara. Então, eh, o pessoal de VSL, cara, eles fazem exatamente isso aí. Só que ao invés de de vender uma imersão top para
[ __ ] de vários dias num preço barato, Aham. Eles faz uma parada muito mais [ __ ] que é vender uma porcaria. Aham. E caro, entendeu? E milhões assim. E não só Isso, mas com um ruas alto, tá ligado? Sim. Tipo, então assim, imagina, tá? Se tu pluga isso, esse conhecimento de realmente criar uma comunicação massa, só que em vez de vender uma coisa zoada e caro, tu vende uma coisa legal, barato e ainda com o rosto provavelmente vai ser muito maior, sabe? Então tu consegue assim lotar o teu lançamento pago de uma maneira
que eu acho que o pessoal do lançamento não não acho que a galera nem entender que é sequer possível. Aham. E Daí eu tô com isso na cabeça, cara. Eu, pô, eu preciso achar um vagabundo, mano, que tá fazendo lançamento pago e falar assim: "Mano, vamos fazer um VSL aqui". E depois que ele fizer esse VSL para lotar o lançamento pago dele, ele tem que ensinar isso daí de calvin. Entendeu? [ __ ] Muito bom. Eu tenho esse cara, tá? Quem que é tu? Na Madeira. Na lá o quê, cara? Na Madeira. O cara é
[ __ ] de lançamento pago. É um [ __ ] de um especialista. Ó, Nataszinho, tô fazendo Propaganda disso aqui. Ele tá madeira, ele tá saindo agora dos bastidores e, mano, ninguém é bom de lançamento pago igual esse cara, velho. Ninguém, cara. Top, mano. É, vou vou vou conecta com ele então. Car, conecto. Tá fechado. Porque daí eu já anotei aqui, ó, tudo que tá em vermelho gigante aqui, é, é para eu falar contigo depois, porque, cara, isso é muito legal, sabe? Porque aí, tipo, aí sim, mano, aí o Vet vai ficar legal, pelo menos
no Brasil, Porque você aprende o cara, né, pô, você além de ensinar metodologia, você traz o como e aí por um acaso ele vai comprar algo que você vende. Uhum. Muito bom, cara. O que que tu acha que é, tá, a coisa que a pessoa deveria aplicar assim, que mais vai ajudar o negócio dela, uma vez que ela tá já com os lançamentos rodando ali certinho, tal, redondinho, seria o funil de aquisição no fronte, seria o social selling, já começamos com evento, onde é que tu Direcionaria esse teu mentorado aí? Fez lançamento, tá bem? Tá
bem? Próximo passo, esteira, começando por mentoria, um produto high ticket, ticket daí, porque um cara que tá dentro da tua metodologia, ela tá suscetível a uma nova oferta. Eh, então se você cobrar 10 vezes mais para uma mentoria, um produto de acompanhamento, que tem característica ou de aceleração ou de proximidade com o especialista, vai muito bem. E para você aumentar a Conversão do lançamento, pô, vários funizinhos de fronte. Só que para você eh começar o jogo, isso é muito bom, velho. Eu errava para [ __ ] que eu fui um dos maiores misturadores de estratégia
do Brasil. Então eu falava assim: "Velho, o Michava ideia com Micha, o Micha, mano, tô fazendo um negócio aqui, venda direto isso aqui, eu quero aprender." E aí antes de dar resultado, eu ouvi o Henrique Marinho. O Henrique Marinho falava de high ticket, Vamos fazer. E aí no final das contas, velho, eu não fazia nada bem feito. E eu entendi que, velho, eu precisava fazer a parada bem feita. Então, falando de funil de axissão aqui, a gente falou de VSL, a gente falou de ebook, a gente falou de webinário, talvez, mano, só faz o segundo
depois que o primeiro dá. Bom, então escolhe um, pô, faz sentido para mim ebook de 99,90. Ebook de 9,90 é cremoso, tá? É muito bom para nós aqui, dá muito bom. Então, fiz o ebook, tá Convertendo, legal, esse cara tá com LTV, tá convertendo o lançamento, pô, legal. Agora vou pro segundo funil. E o High Ticket ele é fácil, né? Principalmente quando tá e sendo estruturado para pessoas que já compraram de você. É uma oferta time comercial ou se você não tem time comercial, o próximo o próprio especialista vendendo ali oferta cara. Uhum. O que
que tu recomenda, cara, para montar esse primeiro lugar? Porque, Tipo, é outro rolê, sabe? Montar uma oferta cara. Eh, a parte de vendas, imagino que talvez tenha que, sei lá, no começo só entrar em contato e perguntar, prospectar na tua na tua própria base, né, dessas pessoas aí para fazer o upgrade ali para elas. Mas em termos de de oferta assim, tipo, ah, o cara comprou um curso de, sei lá, comprou o meu curso de fazer VSL, por exemplo, um backend que eu poderia ter seria eu ajudar o VSL do cara a escalar, por Exemplo,
ou então eu revisar o VSL dele, ou então fazer o VSL para ele. É uma comunidade, comunidade dos caras que compartilham tudo que tá dando certo ali. Essa parada de tribo vai muito bem, tá, em produto de mentoria. E geralmente existe uma diferença absurda entre o que você pensa que é o próximo produto que você tem que oferecer e o que o cara quer. Sabe quando eu quanto eu como que eu vendi minha primeira oferta ultra high ticket, produto de R$ 50.000. Meu Mastermind começou custando 50.000, hoje ele custa 100. Eu levei mentorados para um
dia comigo. Então eu levei no escritório e falei: "Olha, a gente vai fazer um dia de mentoria individual com vocês. A gente vai falar sobre todos os negócios". E aí eu já tinha na minha cabeça o que eu queria. E aí eu falei: "Velho, deixa eu te falar uma parada. Sabia que era um cara que tinha perfil para comprar um ultra high ticket meu. Eu tô pensando em criar um mastermind. [ __ ] Ferrari, sério, sério. Tô pensando em fazer esse mastermind aí e tô pensando em fazer isso. Serão três encontros, eu vou pagar o
tel, tô pensando em fazer uma parada mais resort, experiência, tal. E eu tô pensando em fazer isso, vai ser uma comunidade, não sei." E comecei meio que a apresentar o produto para ele. Uhum. O cara fala: "Velho, que isso aí? Tá animal, mas por que que você não faz isso aqui também? Aí, [ __ ] maneiro, Vou colocar não sei o qu, tal, não sei o que. Eu falei: "Mano, deixa eu te pedir uma ajuda aqui. Quanto você acha que eu conseguiria vender esse produto?" Com base, pô, você conhece meus alunos, você sabe a galera
que tá ali na mentoria, quem compraria esse ultra high ticket, esse mastermind meu? Falou: "Velho, eu já sabia quanto eu queria cobrar." Eu pô, o Marco Marot, o nome dele falou: "Velho, eu acho que 50.000 é um número bom, porque é mais barato do que os Outros mastermind. Você tá começando agora e é uma oferta que, pô, é aniquiladora porque você vai pagar o T, é diferente e tal. Pô, Marco, você acha, velho? Muito pô, [ __ ] demais. Você compraria se eu fizesse uma oferta de 50 p? Pô, lógico. Daí eu falei, então tô
te fazendo essa oferta agora. Você tá dentro 50.000, você quer pagar como? A visto daqui 5 dias. Aí o cara na hora, pô, tô dentro mesmo, real. Então ele meio que me ajudou. Eu perguntei para Ele o que que ele queria num produto. Ele me ajudou e eu criei com base na necessidade dele. Por quê? Aquela premissa de sempre eu tô resolvendo um problema e criando outro. Cara, se você que tá assistindo esse podcast agora, pegar só essa sacada, eu já vou sair daqui feliz. Na minha mentoria, eu resolvo o problema de escala de lançamento.
O cara tá começando a tomar pau, não entende sobre dados, ele não entende sobre e como conscientizar, Sobre como criar uma oferta. Eu ajudo ele, pô, vai criar audiência, vai fazer o jogo, pô, com base no que eu vivo aqui. Só que eu resolvo esse problema e eu crio outro. Qual que é o problema que eu é o que eu crio na cabeça dele? gestão, porque a partir do momento que ele escala o lançamento, ele fala: "Velho, agora eu preciso aprender de evento presencial, preciso estruturar high ticket e eu crio esse problema que eu resolvo
no meu mastermind. Então, a Partir do momento que ele escala, eu falo: "Beleza, você chegou até aqui, agora você precisa dar o próximo passo, você precisa virar mocinho, você precisa parar de ser empreendedor e virar empresário". E aí eu faço o pit do mastermind para ele. E o meu LTV no mastermind geralmente é infinito, que esse cara geralmente ele fica. A minha renovação de mastermind de hoje produto de R$ 100.000. R é de 80%, o cara não sai mais. LTV eterno, sacou? [ __ ] Mano. Loucura. Top, hein? Parabéns, mano. Incrível. E bom, [ __
] eh, tem tanta coisa, na real, mas assim, a, ainda no beleza, a gente tem essa dica aí de usar o teu próprio cliente, né, como fonte de inspiração para saber o que que ele comprar. Então, tu literalmente perguntou pro cara, mano, que que eu posso vender aqui e tal. Aí ele começou a te dar o papo ali, depois tu ainda fechou ali, né? E acho que é importante Isso para garantir, porque ele poderia falar um monte de coisa e quando falar assim, não paga aqui ele não paga. Aí, tipo, daí ele mandou a cópia
lá em ti, mas é, exatamente, na hora de fechar fugiu. Mas cara, eh, e pra gente vender isso de fato, tu acha que a pessoa ela eh qual que seria a o MVP assim da operação? Não é só o especialista chamando no WhatsApp ali, chama pra call ali e e sai um script de closer, tá? Ou tem outro tipo De process. O melhor funil para você vender uma parada high ticket é na primeira galera, primeiro grupinho que você for fazer das pessoas que vão ser parte dessa tribo, é você convidar as pessoas que já estão
dentro do seu produto e intimá-los para talvez uma imersão. Então eu faço muito isso para vender pós-graduação, cara. Principalmente quando tem pauta quente. Tem uma parada do direito que é o uso capião, mano. Uso capeião, ele estourou De um ano para cá. Todo mundo quer saber. Todo advogado quer saber qual que é a parada do uso capeão. Eu chamo toda a minha audiência para uma imersão de uso capião. Eu falo, velho, online ou online? Online, a gente vai fazer uma imersão aqui, 3 horas de conteúdo, só que para você comparecer, você tem que retirar teu
ingresso e tá dentro do grupo. Então, é um grupo de lançamento. Eu tô meio que levando ele para um lançamento convencional sem ele Entender. E ele tá levando a toda a galera eh para estarem nesse movimento. Uhum. Lá dentro dessa oferta, a mentoria ela tá construída com um dos pilares que é uso capião. Então eu uso a pauta quente como um dos pilares e eu vou propor para ele a aceleração ou acompanhamento ou proximidade com o especialista. Lá dentro eu faço uma antecipação igualzinha de um lançamento. Eu ligo para ele e por ura, eu mando
SMS, SMS Flash, API oficial, levo ele Para essa aula e ao longo dela eu falo sobre essa parada. E nunca é eu que quero vender, sempre é eles que querem dar o próximo passo, eles querem aprender algo a mais. Então, ó, tem muita gente que tá me pedindo proximidade e essa pauta quente que todo mundo quer saber tem uma grande oportunidade. E aí eu faço a venda desse produto. Uhum. O high ticket tem uma característica que é mais uma sacada importante. Lançamento, geralmente você Manda um link de checkout, R$ 2.000, o cara paga ali na
hora. Para high ticket, se você manda um link de R$ 5, R$ 10.000, o cara não vai pagar na hora. Então eu trago uma lógica de uma faculdade, numa numa graduação comum. Eu falo: "Olha, seguinte, vai custar R$ 5.000 esse produto, mas hoje você só paga R$ 500, que é sua taxa de matrícula". Uhum. O cara vai parcelar em até 12 vezes do jeito que ele quiser, no cartão, ele vai fazer Pix e depois meu Time vai entrar e falou: "Ó, tem mais 4 e me para trás aqui, como você vai pagar isso?" Semana seguinte
eu já pego essa diferença, porque é a levantada de mão e o comprometimento do cara de tá dentro. Então essa é a melhor forma de fechar o primeiro grupo de mentoria. Quem já tá dentro, você começa a fazer seing, ó, tem muita gente que tá pedindo, eu vou fazer. Puxa uma aula com pauta quente, uma antecipação igualzinho do lançamento e lá dentro faz essa oferta. Boa taxa de Matrícula. Legal isso daí, cara. Gostei. O cara vai se comprometer e daí depois deve acontecer do cara desistir depois, né? Ou não? Sim. A gente tem hoje uma
média de 7% de pessoas que e desistem, mas ele perde a matrícula, tá? A gente deixa bem claro isso. Ah, é? Deixa claro. Ah, tá. É porque daí ele acaba tirando a vaga de outra pessoa, né? Fica Exato. Teoricamente ele tiraria a vaga de outra pessoa. Aham. Tá. Saquei. Maravilha. Então isso daí seria Um bom furilzinho pro cara implementar, tá? Então, pô, tô aí com minha operaçãozinha rodando, cara. chama os caras aí paraa mentoria e entrar o conteúdo. Eh, existe algum processo para para estruturar essa venda em termos de de aula ali, tipo, é como
se fosse um algum CPL, alguma coisa, um vídeo de vendas? Como que a pessoa pode de fato construir essa imersão para resultar na venda? Aham. A lógica é bem parecida de uma aula magna, por exemplo, ou Lançamento semente, a galera que é de lançamento. Então, eh, apresentação, depois ele vai fazer a promessa, depois ele vai trazer eh autoridade, plausabilidade, traz um conteúdo muito denso e pit e oferta aniquiladora, primeiros inscritos, vai ter pro cara tomar decisão na hora sempre tem que ter oferta muito boa pros primeiros. Uhum. É, isso daí é legal. É, é uma
coisa que o pessoal de do marketing direto tá aprendendo agora. Só tá criar Sim a sua oferta para pra galera inicial. Sério, que louco. Aí o pessoal coloca nos ves lá os seus primeiros inscritos, tal, tal coisa. Aham. É bem interessante. Eh, cara, show. Então, com isso, a gente vai ter o nosso funilzinho de high ticket rodando ali e tal. Então, isso é muito legal porque, né, a gente vai poder potencializar ainda mais a cara do lançamento. Uhum. Aí tu acredita que agora a gente tem que aplicar o funil de Front end ou o social
selling ou eventualmente vamos para eventos? O que que tu acha que é o próximo passo assim para profissionalizar esse cara ainda mais? Tá. E só aqui tá, eu acho que a gente já tá faltando aí uns bons múltiplos também. Múlp seis. É, é o jogo do múltiplo seis. Uhum. Eh, tudo depende do tamanho da operação dessa pessoa. E partindo do princípio que esse cara ele tem eh algumas pessoas para contar e ele não é uma Eurugência, O que eu acho que nesse ponto de negócio ele não vai mais ser, eh, ele estrutura um funil de
fronte que seja pelo menos uma estratégia para aumentar a conversão do lançamento dele, logo entender mais do longo prazo o LTV dessa galera e partir para um social selling. Social selling é o ouro, velho. Eu acho que alguém vai ver esse vídeo daqui um ano e vai falar assim: "Caralho, tá todo mundo falando só de Social Selling agora. O Ferrari falou lá naquele podcast. Visionário, visionário, pessoal". Cara, é minha minha aposta. Esse aqui é visionário, tá? É minha aposta, tá? O que que tá acontecendo? O mundo tá indo para uma pegada cada vez mais automatizada,
robotizada e menos tato. E o social selling, ele tem uma característica de trazer aquela parada do: "Pô, João, você existe, que legal, você tem sentimento, você é um cara que conversa comigo". Porque a automação tirou completamente a parte de conexão Que a gente tinha com as pessoas no direct antes. E o social selling nada mais é do que a arte de você criar conexão com as pessoas e fazer venda de forma totalmente personalizada e individualizada. Então, eh, o Social Selling, eh, geralmente é uma pessoa que é um comercial, que meio que replica as ideias do
especialista e ele troca ideia, entende o momento das pessoas e faz uma oferta direto pelo Instagram ou Convida para um movimento. Então, eh, a minha operação de social selling hoje elas identificam, elas são clones meus. O tempo todo que alguém me mandar mensagem, elas vão gerar essa conexão com a pessoa e elas entendem tudo que acontece na minha vida. Eh, naturalmente elas eh geram engajamento e levam para um evento, fazem o pit de alguma coisa, se for necessário, levam para alguma live minha para eu criar relacionamento, porque cada vez mais o mundo tá Robotizado e
tá perdendo um relacionamento. Pô, imagina que eh o Social Cell ele tem o poder de gerar conexão através de stories seus, por exemplo, tá? Você me admira. Eh, você imagina qual que é a sensação de eu reagir a um story seu? É, tipo, você vai falar: "Cara, que da hora, o Leandro, ele ele é um cara que viu meus stories e aí aumenta a possibilidade de você querer comprar algo de mim". Então, o social selling, ele tem essa e essa Missão de gerar conexão através do direct e ele faz o que Davi Oliveira, que é
o criador, o cara que mais manja de soci. Então ele vai lá no teu perfil. O Davi aqui de Floripa. O Davi não, ele mora Favil hoje. Ah, é um magrinho. Não, não. Ah, então não sei. É um maluco pilota kart. O cara é o monstro da do Social Série. Ele pilota kart. É, ele é do Nordeste? Não, não. Ah, então não sei. Ele ele é do Nordeste, velho. É, eu acho Que ele é do Nordeste. Morava no Maranhão. Se pá, se bobear, ele palestrou agora no evento do Marcos do Trintão, mano. É ele, [
__ ] É ele, é ele, é ele, é ele. Ah, legal. Ele mesmo. É, é, eu sei porque ele é bem conectado que o Marcos parece que deu uma oportunidade para ele quando ele tava chegando eh do do Nordeste para cá, uma parada assim. Ah, interessante. Ele tava lá, eu conheci ele, eu falei com ele agora, tal, ele falou que ele que ele Era piloto também. Ele falou: "É, ele é piloto, mano. O cara é muito bravo e um cara muito bom para você trazer, tá? Porque o conteúdo dele é o ouro e é o
futuro. Todo mundo ano que vem vai querer sair da parada robotizada e aumentar a conversão por humanização." Certo? Ele fala disso ele fala disso e ele fala de uma parada que chama visita sincera. Então a visita sincera é, pô, você postou uma foto que tem conexão com o que eu acredito pra minha vida. Aí eu Vou lá e eu dou uma comentada. Só que não sou eu, na real, é um time de vendas que vai criar conexão e vai humanizar o processo até o cara tomar decisão de compra. É muito bom, velho. É muito bom.
A gente vende e eu não sei como tá hoje, tá? Mas primeiro trimestre a gente vendia 500.000 mês só de social selling, [ __ ] Só de social selling, só do meu perfil, tá? E e líquido, né? Ele quer só a comissão do vendedor ali. Zero, pô. Zero. Tu tu não paga comissão? Pago Comissão, mas é praticamente zero esse funil, porque eu não tenho nada de aquisição de lead, por exemplo. Não, um cara aqui. Sim, sim. Não, o curso de marketing é nulo, é só o curso de venda. Exato. Cara, é muito top isso daí,
mano. E na na prática, tá? Na prática assim, é tipo, tem uma pessoa, eu, Nicol, tu já viu que a Sabrina, o que que a Sabrina vai ter que começar a fazer agora, né? Acho que já viu tu já, tu, Sabrina, já se liga aí, tá? Porque, ó, vai ter que Começar a mandar mensagem pra galera aí, só para ver se eu entendi, tá? Na prática, então, eh, o especialista ali, o o enfim, a galera aí tal, o cara fez lançamento, pá, beleza? Aí plugou ali o funizinho high ticket, tá rodando as coisas, tá redondinho.
Quem seguir ele no Instagram, ele vai começar a criar essa conexão. Isso. Primeira coisa. no direct, ele primeira coisa, começou a seguir, ele vai identificar se é ICP, ou seja, se ele tem a probabilidade de Comprar algo de você ou se é um cara completamente desconexo. Se eu vejo que o João começa a me seguir, pô, João é do digital, João é empresário, pode ser que ele queira lançar alguma coisa um dia, que que eu vou fazer? Eh, a missão da social seller é entrar no Instagram do João, pegar alguns pontos de conexão comigo, tipo,
ah, o João ele mora em Florianópolis, o João ele faz lançamento, aí eu te mando boas-vindas. Fala: "Pô, João, que massa, tava dando Uma olhada aqui no seu perfil agora, vi que você começou a me seguir, vi que você é de Floripa, que massa, minha esposa também é de Floripa, conexão." E aí depois falo: "Pô, e aí, você também faz lançamento? E eu vou puxar uma conversa com você até que em um determinado ponto eu vou falar: "Mas que que você tá tendo dificuldade hoje? Ai, [ __ ] velho, não tô escalando porque eu acho
que eu não tô captando público certo. Aí eu falo, velho, faz o Seguinte, você quer trocar uma ideia com um estrategista meu pra gente falar sobre seu negócio? Ela vai naturalmente agendar um call de vendas, só que então é como se fosse então um SDR ali, isso, só que focado nas redes sociais, tá? Exato. Só que entendi. Exato. E aí, que que é o lance do social selling hoje? É o cara que vai criar rotina. Então, eu tenho rotina. Todas as Social Sellers, ela tem a missão de fazer visita sincera, que é reagir ao stories
de Muita gente. Cada uma tem que reagir 30 vezes por dia e criar essa conexão. Elas têm que, no mínimo, dar eh boas-vindas para 50 pessoas que chegam no perfil e de forma personalizada. Então, ela tem que entender o que que você faz. Não é assim, e aí, beleza, conta comigo? Não, ela vai entender perfil por perfil. Tipo, o cara porche, o cara, pô, ele postou uma foto dentro de um porche, ele tem uma porche. Pô, eu também gosto para [ __ ] Que massa. Qual porte é sua? Eu Também tenho uma 911, que legal.
Ou o cara posta relógio. Pô, eu também, enfim, tudo que traz comunicação. Você tem criança, tipo, eu tenho uma filha, então, pô, que legal que você também tem uma filha de 3 anos, pô, qual que é a idade dela? O que que ela faz? E onde você é? Então, eu vou criar conexão. Eh, e, e essa rotina. E depois elas têm a meta de agendar call para o time comercial. por dia, cara. São milhares de novas conexões que elas geram por dia Para alimentar o time comercial, para eles terem eh mais reuniões para fazer. Uhum.
E esse time comercial, no entanto, ele só vende high ticket, né, cara? Hoje sim, mas eu tô criando um produto que a gente vai literalmente pegar minha mente e duplicar para as pessoas que estão começando do zero. Então é um produto que eu vou ensinar lançamento, vou ensinar tudo que eu faço no meu modelo de negócio e eu tô apostando que eu vou vender para [ __ ] social selling e Desse produto que vai custar, sei lá, R$ 2.000, R$ 3.000, eu acho que vai dar bom demais. É, na minha cabeça é tipo assim, aí
que tá, eu fiquei pensando, né, pô, eu não sei se justificaria isso pro Vetor, porque sei lá, vamos dizer que eu faço todo esse trampo aí, eventualmente a pessoa, ela vira cliente, cara, na média o cara vai pagar R$ 97, sabe? Aham. Aí, tipo, talvez nem pague o salário do vendedor. Isso daí teria que ser um cliente que tenha um ticket mais Alto ali, né? É como a gente não infrutor, po ser. É, mas os clientes grandes que eventualmente tem um volume grande, poderia ser, não sei dizer aí direito, 100%. Claro. É. E ou então
no mínimo convidar para um teste grátis. Sabe? Daí, tipo, não tem a parte de de venda, é, de comercial ali extenso, tal. Comercial. Ah, aí poderia ser assim, talvez. Mas é, tem uma coisa que eu vou estudar, cara. É um funil que ele não atrapalha nenhum funil seu que tá Funcionando. Se você pegar hoje o salário de um comercial que vai fazer essa missão dentro do teu negócio, é um novo funil. Essa pessoa tem um novo salário, uma nova responsabilidade e ela vai trazer gente para ela oferecer funil de 30 dias. E aí você cria
um SCK, ela vai ter um link dela que é totalmente rastreável e você vai ver depois de três meses se ela tá trazendo bastante gente para fazer o trial e se essas pessoas estão ficando ou não. Faz sentido para [ __ ] Sem dúvida, cara. E também assim que [ __ ] tu só reaproveita uma coisa que tu já faz, né? Tu já tá publicando conteúdo, tu já tá fazendo isso aí. Se tu não fizer isso, é como é que, sei lá, é como se tivesse rodando um funil sem ter um upscell ou então sem
ter um funil de recuperação ali, sabe? sem ter um e-mail falando pra pessoa pagar o boleto. É, então, tipo, uma coisa que em teoria é só plugar numa estrutura que, tipo, a parte importante Que a produção de conteúdo já já tá sendo feita, já tá. O mais difícil, velho, é isso aqui. O mais difícil é as pessoas identificarem que existe uma oportunidade por trás da tua plataforma. Esse é o lance. Sim, cara. Qual que é o nome do rapaz que tu recomendo ali? Davi Ribeiro. Davi Oliveira. Davi Oliveira. É Davi Oliveira. É. Fala, Davi. Ó
a moral aí, ó. O Leandro te indicando aí. Bravíbíssimo, brabíssimo. Se Bobar palestrou no na fogueira lá no Mastermind. Tá. Não é ele? Certeza absoluta. Certeza absoluta. Certeza. Ah, então top. Ele tem uma história com o o Marcos parece que deu uma oportunidade para ele quando ele veio do Nordeste para cá. Ah, legal, legal. Tipo, ele foi social mídia do Marcos. Teve uma parada assim, velho. Eu não sei exatamente como é, mas eu sei que eles são conectados. Legal, legal. É, show de bola. Maravilha. Então, cara, top. Eu gostei desse funil, mano. É um funilzinho
Legal. Meio fácil de aplicar, velho. É, eu tenho uma dúvida sobre ele, tá? Uhum. Que é o seguinte, eu segui um cara que eu não vou falar quem é, tá? Uhum. Mas eu segui um cara aí e tal e daí o cara começou a falar comigo e, tipo, sei lá, eu já faturei, sei lá, tipo, 20 vezes mais o cara, sabe? Ah, e eu sei muito mais que o cara e uma porrada assim e tal. E daí ele foi falar comigo e daí ele daí ele veio trocar uma ideia, daí no começo eu Comecei a
falar com ele também, tava de boa. Aí ele começou a meter uns pit em mim assim. Eu falei: "Não, tô de boa". Ele começou a insistir e mandar umas coisas. Falei: "Ué, mano". E e tipo, deu para ver que o cara meio que não se ligou assim, ele veio falar comigo: "E aí, João, tudo bom? Eh, vi, vi que você está interessado em fazer lançamento. Sou seu É, exatamente, só que tipo, a minha experiência foi meio ruim, sabe? Eu não gostei de dele ter, tipo, essa Dele não ter o Tato. Eu falei, mano, tipo, pô,
tu não é o cara X. Em teoria era para tu ser uma pessoa que é uma uma sei lá, tu tu tu tu tu é uma tu tens um nome Azelarum e aí tu fica mandando se direct nada a ver, sabe? Sim. Aí acontece de tipo do social sell meio que queimar um pouco a tua reputação. Pode acontecer se ele não for um cara muito treinado e no começo acontece, tá? Uhum. Eu acho que faz parte do processo. E quanto mais orientação você der nesse Primeiro passo, melhor é que a pessoa vai ter que entender
todos os seus valores. Tipo, você imagina, hoje eu sou casado, tenho uma filha, eu tenho família. E a orientação é gerar visita sincera, independente da galera que tenha e ICP com produto, tá? E aí, sei lá, mano, uma foto de uma mulher mostrando a bunda, não é uma foto que no meu cotidiano eu curtiria. E se ela curte isso, é uma parada que, pô, não vai ser legal para quem tá ali. Então, Tipo, pô, foto de mão de mulher. Então, a gente já tem muito setado qual é o tipo de foto que ela curte, qual
é o tipo de conexão que ela vai gerar, qual é o tipo de conversa até gerar uma call. E mesmo assim, velho, às vezes acontece. É, e tá tudo bem, tem que dar feedback, tem que perceber, tipo, esse cara aí, eh, ele teria que ter alguém do time olhando para essa para essa conversa e falado: "Pô, velho, não foi legal, acerta aqui, acerta aqui, acerta aqui, Até o cara fica bom". E funciona isso pra empresa também? Tu acha? Funciona, velho. Inclusive, a Clint é uma empresa que tá fazendo isso, só que o que que eles
fazem? bem parecido com um canal de aquisição de uma G4, por exemplo, que tem influenciadores. Eles estão pegando o Instagram dos donos, dos CEOs, dos caras que representam uma personalidade e eles estão fazendo esse abordagem de social selling, por a abordagem quando vende um perfil corporativo, ela perde a Pessoalidade, humanização, porque a pessoa imagina que tá falando com um cara X. É, pois é, eu queria fazer isso com duvetur, mas aí se eu não queria fazer com o meu, sabe? Não, vai ter que fazer com o seu, velho. É. Senão é tipo, você vai ficar
meio puto e você vai desligar essa operação porque a galera não vai responder, vai achar que se eu se eu recebo hoje, tá, vamos colocar o óculos do cliente, aquela parada que eu sempre gosto de fazer, se você recebe Hoje do nada uma mensagem de uma empresa que pode ser até que você conheça, mas cara, caguei para ela, muito dificilmente você vai responder, concorda? Sim, sim. Então, naturalmente é isso que vai acontecer com todo mundo, mas o João é um cara que é uma referência em podcast. Pô, todo mundo sabe do seu nível intelectual. A
partir do momento que você manda um direct, minimamente vai falar: "Opa, que que esse maluco quer comigo?" Sacou? Sim, de Fato. É, de fato. É, cara, isso daí realmente é um uma coisa interessante. Uhum. Cara, a última coisa, tá, que eu vi que tu faz, que eu acho muito interessante, é esse negócio dos eventos, né? Eventos e presenciais. Uhum. E daí isso aí eu acho que cria um brand muito grande com as pessoas, tal. Eh, quando que tu acha assim que a pessoa deve começar a fazer evento e o que que ela deve se atentar
para criar o seu Primeiro evento? Beleza. Primeira coisa é sem caixa, sem evento. Não existe evento presencial se a pessoa não tem um caixa. Por quê? Um evento presencial é um funil que tem um investimento diferente. Além de tudo que envolve tráfego, a pessoa tem que cuidar de toda a estrutura. E por mais barato que seja um evento presencial, ele tem um custo alto, eh, que às vezes você não vai perceber a hora que você tá construindo, que é tipo a passagem, o time, a Estrutura, comida, eh, o a pessoa que vai palestrar, que você
vai talvez pagar a passagem, o especialista chegar, enfim, é um conjunto de fatores que tem que ser considerado sempre com caixa. E tem muita gente do digital que às vezes dá um passo maior que a perna em evento presencial e o cara quebra. Eu já vi tipo três, quatro casos assim de pessoas que eu conheço que não tinha o porquê fazer a cagada de fazer um evento presencial de um tamanho brutal, que o Cara poderia ter começado pequeno e o cara quebrou. Então sempre tem que ter caixa. Que o tamanho brutal assim, tipo, digamos, só
para terminar 1000 pessoas, 500 pessoas. Tamanho brutal sempre é o evento com base ao tamanho do negócio da pessoa. Que eu quero dizer com isso? O primeiro evento presencial, ele não tem o intuito de você ganhar dinheiro com ele. Você precisa validar a oferta e, principalmente, vê que o especialista ele tem Domidando a tua oferta que você tá trazendo. E evento presencial sempre a característica é de um produto high ticket. Você não pode oferecer um produto de R$ 97, senão a conta não fecha. Então, sempre primeiro evento presencial, eu quero dar sensação de que o
ingresso acabou, muita gente ficou de fora para eu preparar o próximo, validando essa primeira oferta para eu trabalhar e a transformação dessa galera que comprou. Então, independente do Tamanho da audiência do especialista, o primeiro evento presencial eu faria para 80, 100 pessoas. Por quê? Você não vai ter muita dificuldade para vender os 100 ingressos. Tem muita gente que já comprou de você que você pode talvez dar o ingresso para essa pessoa para ela tomar o pit e fazer ascensão. E a sensação que você vai deixar é esgotou. Primeiro evento presencial esgotado. É muito melhor a
sensação de soldout do que a sensação de evento vazio, porque As pessoas no próximo vão querer comprar. E sempre com essa premissa de ter caixa antes de se movimentar. Mas hoje tava te contando, né? Eu faço praticamente um evento presencial por mês. Eu, Leandro, como especialista, sem contar todos os meus sócios. Então tem ev tem tem meses que eu tenho dois, três eventos presenciais e é um dos funis que falando em longo prazo tem uma conversão mais brutal, porque um evento presencial hoje tem conversão de 25, 30, 40%, Dependendo do tamanho dele. Quanto menor, mais
chance de ter conversão maior. E o que diz eh se um evento presencial vai ser bom ou não em relação a vendas é o público que você tá colocando ali. Se você colocar a galera desqualificada, não existe um pit que você faça que eles comprem. Então, eh, a pessoa que vai no teu evento, ela tem que tá suscetiva à oferta que você tá preparando. Ela tem que tá preparada para ouvir essa oferta. Então, não tem Necessidade de ser um evento para 500 pessoas. Já vi gente fazendo uma [ __ ] de uma cagada e o
custo é reduzido. Cara, você não precisa de um palco gigantesco. Às vezes a galera me vê em evento presencial que a gente faz, pô, evento para 1500 pessoas, um palco gigantesco, um LED de 30 m. O cara vai falar: "Velho, eu não tenho a possibilidade de fazer um negócio, mas eu não recomendo isso." Tipo, se você vê o primeiro evento presencial meu, era um um lugar Eh na época foi para 220 pessoas, que na época eu já tinha 150 mentorados, que eu sabia que eu ia encher aquilo, mas era um LED pequeno, uma estrutura de
hotel muito mais barata, não é uma estrutura de evento que eu vou gastar 15 milhão 2 milhões igual eu gasto hoje. É diferente. Eu só tô gastando 15 milhão hoje porque eu comecei gastando R$ 50.000, R$ 100.000 E assim eu vou escalando e crescendo o número de pessoas. Engraçado que, tipo, tu gasta uma grana [ __ ] e o número de pessoas é relativamente, tá, relativamente baixo. Aham. Que tipo, se tu compara o número de pessoas vai no evento com os teus seguidores no Instagram, Aham. Tipo, é pouquíssimas pessoas, sabe? Tipo, acho que eu não
sei quantos seguidores tem, mas sei lá, tipo, 1%, não sei. É. Então, e mesmo assim é meio que um negócio que tu coloca uma atmosfera que a pessoa tá Preparada para comprar um high ticket. Um negócio pá absurdo. No último evento que eu fui agora, cara, o dono do evento vendeu lá um um produto de R$ 18.000. Eu fiquei tipo, [ __ ] mano. Uhum. E daí e o pessoal paga, mano. O pessoal paga e às vezes paga feliz, entendeu? Eu fiquei tipo, caramba, mano, que loucura. Sim. Eu confesso que eu não tenho essa moral,
sabia? Eu sei fazer pit, só que uma parte de mim fica pensando, [ __ ] 18.000, mano. Sim. Dá uma agonia assim De de cobrar isso, tá ligado? Imagina eu que faço pit para 100.000. 100.000 de de de produto ultra high ticket, caral. Não, isso isso é [ __ ] É isso, cara. Mas a parada é sempre quando você confia é que nesse momento você não tem esse ticket de 18.000 que se você compra a parada é mais fácil de você construir um pit para vender, sabe? Uhum. Essa é a premissa. É, o valor eu
acho que vale, tá? Porque eu tenho depoimento de um cara que me pagou 6.000 e eu levei ele De 200.000 mensal para 1 milhão mensal. Ô, bizarro. Eu tenho esse depoimento, sabe? Maluco. E ele e daí eu encerrei o programa, ele falou: "Mano, não tem como eu pagar mais para ti? Tipo, eu eu eh não qualquer qualquer coisa." Ele falou: "Deixa eu pagar alguma coisa para ti, só que eu não queria mais". Sim. E daí às vezes é muito de tu só vencer essa crença limitante, porque tipo, se eu cobrasse dele, sei lá, 100.000 Uhum.
Acho que ele pagaria ainda, sabe? [ __ ] Tipo, tu saiu de 200 K para 1 milhão, sabe? Então, em teoria, tu botou 200.000 no bolso aqui é mais de faturamento, não é lucro, beleza, mas sei lá, lucro disso vai ser um 30%. Aham. Sei lá, daí não sei, tipo R$ 200.000 de lucro, tipo, mensal, entendeu? Maravilhoso. Então, eh, vale. Uhum. Só que tu cobrar isso daí, cara, sei lá, eu tenho, eu tenho esse negócio, essa, essa crença assim. Eu acho que tem a parada que é intangível, mesmo o evento presencial Tendo uma conversão alta
e sendo um funil adicional, que eu não paro de fazer lançamento, não paro de vender time de comercial, é mais um funil. Eh, tem a parada intangível que é o branding do negócio. Uhum. Vurb precisa ter um evento presencial. Eu vou te deixar essa provocação. Eu acho que é um movimento de mercado que te coloca numa prateleira diferente. Então você talvez fazer uma confraria dos caras que usam, que para um evento para 100 pessoas você convidar Um monte de palestrante [ __ ] Eh, e quanto mais o cara usa, mais chance dele ir pro palco.
Isso é muito [ __ ] velho. Se você reparar o movimento que aqui o IFI tá fazendo de levar o cara que faturou R milhão deais pro podcast dele, você pode ter tua confraria e oferecer palco para quem fatura muito, porque o digital eles gostam, todo mundo gosta disso, adoram. É, exato, eles gostam. Tu acredita que 100 pessoas é um um número legal assim, primeiro passo assim, 50, 100, 80, essa média não mais que isso, porque tem o negócio do palco do especialista, tipo o meu primeiro pit presencial, irmão, eu tremia na base e eu
fiz um pit horroroso. Por sorte, eu tinha um produto muito bom que praticamente ele se vendeu só com as explicações que eu dei ali. Só que eu me preocupei tanto em fazer conteúdo e trou e trazer uma parada transformadora que eu esqueci que tinha que fazer pit. Eu não estudei pro pit. Então, meia hora Antes eu e meu só tá, mas a gente vai vender o master, tá? Quanto vai custar? Qual que a história que a gente vai contar? Foi assim, velho. E aí eu coloquei um flip chart para eu fazer é a conta e
a ancoragem de preço. Eu nunca tinha inscrito no Flipchart. E aí você pensa que eu eu pensava uma coisa, tipo, eu falava R$ 40.000, eu escrevia R$ 50.000 R e eu pensava outra. Então a minha conta não fechou. Tipo, foi uma desgraça, irmão. Meu pit, a hora todo Mundo da minha mentoria, os caras que estão no meu master hoje, eles falam: "Velho, se a gente comprou de você, é porque a gente confia muito, porque aquele pit foi horroroso". E foi mesmo. Se eu não tivesse com pouca gente ali, a parada ia ser tipo uma catástrofe.
Então, o primeiro pit tem que validar expert no palco, velho. Cara, é muito bom, mano. Aham. Só para ter uma ideia, tá? Eu sei que obviamente é variável, mas tipo, pô, eu não quero também fazer Uma coisa no Veturb que seja zoado, assim como um cara que tá aí vendo a gente e quer fazer o seu primeiro evento presencial, ele não vai querer fazer uma coisa seja zoada, ele vai querer ter um carinho ali, ter fazer o tipo, beleza, não vou sortear Lamborghini como a Kifi, não vou fazer isso, não vai ter nem HB20, tá,
pessoal, no meu evento. É, porém, entendeu? Tem que ser uma coisa legal. Aham. O que que tu acha assim para fazer uma experiência top, tá? Eh, Não tipo ultra luxo, mas tipo uma experiência top que leve o nome da marca pra frente, não só o do Vetor, mas do especialista, mas o que que tu acha que é o custo por pessoa para um evento desse? Papo, sei lá, 200 R$ 3.000 ou cara, eh, vamos falar sobre como você vai gerar valor com esse evento pra tua marca. Tem uma parada que a gente chama de PCA.
O PCA, sabia que você ia notar. O PCA é pegar carona na autoridade. Então, quando a VTURB ela tá vinculada Com nomes grandes do mercado, que são seus amigos e pessoas desse calibre palestrando no teu palco, você se coloca numa prateleira diferente das tuas concorrentes. Mesmo que você não tenha muito concorrente no Brasil hoje, que aqui você tá nadando de braçada, beleza? Uhum. Mas o nosso intuito é provocar as pessoas a terem VSL, porque é um [ __ ] de um canal de aquisição para quem faz lançamento, para quem tá jogando um jogo, eh, que
não necessariamente seja Só de VSL desde o começo. Então isso é um movimento de branding que você pode, eh, trazer de grande diferencial e algumas referências suas aí. Você perguntou R$ 1.000, R$ 2000, o quê? O ticket do evento, o custo por pessoa para fazer, custo por pessoa. Eventos de 2 dias de R$ 800 a R$ 1200. Uhum. Eventos de três dias de R 900 a R$ 1500. Tudo depende quando a gente fala de evento presencial. Qual que é o tamanho do palco que você quer fazer? Qual que é E a sua forma de fazer
cofe, se são dois ou três coffres? Se você paga almoço ou não paga almoço. Tipo, a minha imersão são três dias e a gente paga almoço para todo mundo que tá lá. Então só de almoço são mais de 150.000 que a gente tem de contexto só de entrada, só de almoço. [ __ ] então o cara tem que refletir. E primeiro evento eu fazia, eu faria uma parada seca, só coffee break, no máximo, não precisa se preocupar com almoço, não precisa se preocupar com coisa que vai Dar trabalho e contrata prestador, produção, deixa quem sabe
fazer. Lembra que política é para político, produção de evento é para quem é produtor. Quem que tu recomenda, cara, para que produz os eventos digitais assim, cara? Eh, eu não vou recomendar porque capaz de ferrar a galera. Existe um movimento no mercado hoje de produtores que não compactuam com uma coisa que eu tenho como premissa básica quando o assunto é evento presencial, que é eles aceitarem Repasse. Então, tipo, é uma prática comum do mercado e geralmente quando ele vai negociar um hotel, por exemplo, ele recebe uma comissão de 10%, de 20%. E a partir do
momento que eu tô contratando uma empresa, eu tô pagando ela para me desonerar e não me honerar. Então, como existem empresas que fazem isso e não faz parte dos meus princípios, a única recomendação é: tomem cuidado com isso. Quando vocês forem fechar um contrato com e uma Produtora, eu acho que já deixar claro que você não aceita isso, porque é uma prática normal do mercado. Só que se você não fala, eles vão ganhar de você em cima da tua produção, em cima de tudo que eles indicarem, 10% de tudo. E não tem certo e errado.
Tem o link de afiliado deles ali, ó. Exato, exato. Entendi. Isso aqui é de fato. É porque se se acontecer isso aí até vai ser que encareça evento também, né? Exato. É, de fato. É, tem que ficar ligado, cara. Maravilha. E como que tu, como que as pessoas devem organizar assim o evento MVP, cara? Tu falou que, tipo, ah, evento de dois dias, tu recomenda começar com dois dias ou um dia só, tá OK? É, eu acho que dois dias é bom. Um dia só tem o problema do pit acontecendo o mesmo dia que tudo
acontece. Então tem que ser um público muito específico, muito quente. Dois dias eu acho bom para começar. Eh, e três é o ideal para longo prazo. Eu gosto muito de três dias Porque você não precisa fazer pit no primeiro, sabe? Então, quando você faz evento de dois dias, você faz o o pit logo no primeiro dia, já de cara. É de cara. Então, tipo, é logo parte da tarde, pós break, é almoço, palestra, palestra, break, volta e aí já é o pit, a preparação para pit. Uma palestra pit. Toma. É, saquei. Daí no segundo dia,
é, segundo dia. Repite. Repite. Dá um céu. Saquei. Entendi. Maravilha, cara. Show de bola. É o evento, sem dúvida alguma, É uma coisa que eu gostaria de fazer, só não sei quem que é o público, sabe? Para isso. Eu gostaria de talvez fazer para vocês, sabe? A galera de lançamento que aprende VSL. Só que, [ __ ] sei lá, tipo, é, eu topo fazer a estratégia desse lançamento. Bora, cara. Eu vou vou estudar, tá? Já que tá oferecendo, que tem tanta coisa para fazer, sabe? Sim. E daí? Mas é uma boa. Mas enfim. Ô Anderson,
quanto tempo que a gente tá aí? Parabéns, mano. Ó, um dos maiores, será? Claro. Muito bom. Eh, e eu te falei, entendeu, pessoal? Engraçado, as pessoas sou inocente, né? O Len chegou aqui, eu falei: "Mano, quanto é que tu acha que vai ser aqui o tamanho no podcast?" Ele falava uns 40 minutos, uma hora. Daí eu falei: "Pô, bicho, como assim?" Tá ligado? Aí, tipo, é, sai um pouco, deu quase, quase isso, né? Po, e tu viu que não teve historinha, né, mano? Foi conteúdo. É. Ó, aqui teve uma, duas, 3, 4, 5, 6, 7,
8. [ __ ] velho. Nove páginas. Nove páginas. Pô, maravilhoso. 113 121. Muito bom. Parabéns, mano. Então, cara, queria te agradecer, tá, pelo teu tempo que tu apareceu aqui. Aham. Eh, a gente falou aqui, pessoal, de vários sistemas e estruturas aí para tu plugar no teu negócio digital, para tu não ser só uma pessoa amadora ou sei lá, se tu faz lançamento que vive, fatura um mês, aí fica três meses sem faturar, aí tu fica Rico no mês, depois perde tudo, né? Tem pago c fixo da equipe e tal. Eh, também não ser aquele cara
que só foca no frontend e aí vende ali e não sabe construir um um uma comunidade, um LTV grande aí no teu negócio, aí tu fica sempre escravo do frontend. Então, cara, você tem que parar com essas merdas aí e você tem que aprender a ter um negócio de verdade, tá? Com múltiplos sistemas ali de geração de receita com previsibilidade. Esse que é o rolê, tá? Para ser não só previsível, sustentável, mas para escalar, cara. Porque senão tu fica preso num negócio só, entendeu? Se tu tem uma coisa só, tu não tem um negócio, tens
um funil e é isso. E se e quando esse teu funil morrer, como ele vai morrer, tá? Já morreu com várias pessoas, vai dar merda, tá? E aí pode ser que tu, né, pare de viver o sonho do digital aí, que não é legal, não é uma boa ideia. Então, eh, por isso que eu fiz esse podcast, tá? Que eu realmente Acredito nisso. Uhum. Eu tive essa transformação também na minha carreira aí. E, cara, obrigado pelo teu tempo, tá? Ma pras pessoas que elas querem aprender eh a fazer mais isso, ter mais detalhes, porque cara,
tipo, tu é muito bom, aprendi bastante, mas que bom, fico feliz. É, a verdade é que, tipo, dificilmente, tá, esse podcast de 3 horas aqui vai mudar completamente a vida da pessoa, sabe? Aqui a ideia, como eu falei, pegar uma, duas, às vezes três Dicas aí, se o podcast for bom, aplicar no negócio da pessoa para escalar ali o negócio. Mas para quem quer muito mais do que uma, duas ou três dicas, quer, sei lá, 100 dicas ou dicas infinitas, como que a pessoa pode aprender mais contigo? Eu acho que primeira coisa pra gente ativar
o que eu gosto muito de reciprocidade, eu faço uma aula toda quarta-feira e o link fica no meu build, na b do meu Instagram. Então, entenda o quanto isso pode ser transformador você Participando dessa aula que eu tiro de dentro da minha mentoria e faço. E depois se você achar que faz sentido, você tá do meu lado, que querer ter acesso à minha mente inteira, aí você dá o próximo passo. E primeira coisa, eu quero agregar valor. Boa. Então, ó, vai ter uma aula, tá, pessoal, lá no Instagram do Leandro, é @leandroferrari, com dois no
final, vai aparecer aí na tela, tá? Aí, que que tu vai fazer? Aí tu vai pegar, tu vai abrir Teu celular, tá? No Instagram, é aquele aplicativo lá, aquele rosa lá, já sabe como é que é. Clica aí, clica na lupinha, escreve lá, Leandro Ferrari, coloca uma montagem aí, Thagão, para ficar óbvio. Aí se inscreve na aula lá, tá? E aí consome aula, faz isso, entendeu? Esse é o passo e número um, passo inicial. Certo. E aí tu vê o que que tem lá, pega mais dicas aí, aqui tu vai pegar algumas lá, tu pega
ainda mais. Caso tu acha interessante tu Trabalhar com Leandro, tá? eh ter esse acompanhamento a mais aí. Aí tu vai e e é isso, faça isso. Se tu gostou do podcast, tá? Também tira um print disso daqui, posta lá no teu Instagram também, tá?
[email protected]. Marcoleano também, @leandroferrari com 2 is. Is, eh, vai ajudar a gente, tá? Porque daí mais pessoas vão ver isso aqui e tal, o episódio vai crescer, o canal cresce também, a gente consegue trazer outras Pessoas aqui pro nosso podcast para gerar um conteúdo aí para ti também. E, cara, eu queria
te dar a palavra aí, tá, para tu deixar uma última mensagem aí pra galera. pode falar o que tu quiser, tá usando a tua criatividade. Eh, enfim, te dar um microfone aí, pode falar pra audiência aí. Obgado. Quero primeiro agradecer, João. Adorei. Acho que foi um dos podcasts que a gente mais conseguiu desenrolar, entregar valor e falei que eu viria desbloqueado em Relação a isso. Vamos para cima. E tem uma frase que eu gosto muito, que dita muito do que aconteceu na minha vida até aqui, que é, se você não tem coragem, não adianta ter
vontade. Então, pode ser que tudo que a gente falou hoje aqui fez sentido pro teu momento de negócio ou alguma coisa eh de evento presencial, talvez um fronte, ou talvez você insistir mais em ter resultado com tudo que o digital pode propor paraa tua vida, mas não adianta nada você ter Vontade de viver o que a gente viveu, de ter uma estruturação de negócio do nosso tamanho se você não tiver coragem. Então essa é a minha frase final pra gente encerrar esse podcast maravilhoso. Se você não tem coragem, não adianta ter vontade. Fica com Deus.
Grande abraço, pessoal. Esse foi mais um episódio de Segredo da Escala e valeu, cara. Muito obrigado aí por ter assistido aqui mais um episódio do Segredo da Escala. Se tu gostou do episódio, não se esquece, tá, De curtir aqui esse episódio, de se inscrever no canal do Veturb para tu receber aí mais episódios aí na tua caixa de entrada. Isso aí é muito importante pra gente. E se tu fizer isso, eu te garanto, tá? Que eu vou trazer os melhores convidados aqui para passar conteúdo para ti, beleza? E se você tá procurando aí mais episódios
aí para assistir, cara, eu vou deixar dois episódios aqui, tá? em algum lugar aqui da tela aqui do segredo da escala para Tu ver. Então, clica ali, vê eles, tá? Assiste também, vale a pena. Grande abraço e até mais.