nem agora vou falar um pouquinho submetem se for um grampo ele foi o grande na verdade o exame que o que ele faz basicamente tem que ficar zonas cerebrais e amplificar então o eleitor é colocado no crânio em vários pontos que o técnico que faz o exame ele já sabe está predeterminado colocadas ponto de se ele pega esses pontos amplifica os dados que esses eletrodos colocaram e manda pra aparelho quando ele manda parelho o neurofisiologista aqui é interpretar os exames vai pegar toda aquela zona que foram orientados e tem vários tipos de alguns minutos em
que foi pedir outras às vezes pode pedir até 12 anos né ouvi que hoje o paciente vai fazer um eletro de forma constante mas de um modo geral do leite seu programa simples efeito de alguns minutos ele deu uma série de estímulos para vencer esses times vão desencadear ou não a mudança no padrão desse elétron e aí grande questão do ano de programa identificação de padrões né então você tem um padrão normal o padrão de sono por ação de guerrilha ele faz três colunas é uma série de coisas e muitos desses pacientes ele tem áreas
irritativa com o cérebro que desencadeou crise então o elétron exame que você vai usar o dado clínico do paciente somado o que você vê o exemplo de maria para definir aquele paciente pode ou não ter o diagnóstico ou tem algum foco um origem para o quadro que você já imagina de ele ter propiciando assim é o exame que ele tem que ser feito junto e analisado com a história clínica e por isso que às vezes o paciente chega com valentina programa que diz alguma normalidade você é uma história clínica não bate o que aquele exame
sugere com a história clínica do paciente o mais importante da história clínica a epilepsia é um diagnóstico clínico o exame de imagem ele serve muito pra você direcionar e ver como se tem algum for primário e principalmente um discurso mais uso e pra ver se o controle tenha sido de forma adequada então eu pensei em te dando anticonvulsivante ele começou com foco e irritação sabe que provavelmente a crise dele tem uma origem determinado local você começa o remédio não resolver aquele problema mesmo tomando remédio ele tá então às vezes junto com o contexto clínico junto
com o resultado laboratorial da 12 terá perdido remédios e pode ajustar ou não a gente pra neurocirurgia usar muito no pós operatório dos pacientes quando ele tem alguma alteração você não imagina que está compatível com a cirurgia foi feita com seis anos de imagem então às vezes o paciente tem uma alteração leite fonograma e os fica pior clinton que não tem nada a ver direto com o procedimento cirúrgico então tem sangramento não tenha nenhuma mas aquele paciente não melhorou muito então você pode ter o diagnóstico passei a ter uma crise uma crise parcial 1 às
vezes até um status que justifica piora da consciência deles em grande anormalidade exame de imagem então pra gente nova cirurgia é muito comum principalmente paciente crítico pós operatório dito o traumatismo crânio-encefálico nem aneurisma que tem às vezes uma irritação no cérebro que dão a série de alterações e muitas vezes pela história clínica pelo pós operatório você não está compreendendo que aquele paciente tem por isso que a gente já tem estudos mostrando que o paciente neurocríticos de incidência muito alta de crise no cenário de terapia intensiva por isso é um exemplo que a gente perde muito
não tem no consultores que falei com você geralmente num contexto com o texto medicamentoso no curso de investigação clínica do paciente pra você vence aquele lance ele tem aplicativos fica aqui então espero que tenha ajudado sei que é um tema muito complexo muito amplo mas de um modo geral esse é como funciona o eletroencefalograma como a gente usa também um pouquinho na prática protege da brigada