Bom dia. >> Eh, nós estamos na comissão de processo administrativo e disciplinar. Sou Cristiane, estou presidente, a secretária tá aqui do meu lado, Ana Marta e o colega Valber.
Eh, você tá no local de trabalho? >> Não. >> Ah, sim.
>> É porque eu tô de atestado, mas aí eu >> Ah, tá. >> Passado eu tô em casa. assento.
Eh, estamos aqui nessa sentada para a realização de oitiva de Vossa Senhoria, que foi arrolada como testemunha no âmbito do processo administrativo 047/2025, instaurado por meio da portaria CRGMSTPC número eh 224 de 15 de outubro de 2025. Eh, movida em desvoridor Iulo. Marcelo, você tem algum grau de amizade íntima, parentesco ou inimizade com o servidor Iulo?
Não, não tem não. Me dou muito bem como. >> OK.
Eh, você se compromete a dizer a verdade sobre tudo que souber for perguntado sobre pena de incorrer num crime de falso testemunho previsto no artigo 342 do Código Penal? >> Sim. Eh, fica Vossa Senhoria ainda ciente do registro audiovisual do depoimento e do tratamento dos dados pessoais, consoante artigo 7º inciso 2, artigo 11 inciso 2, linha A e artigo 23, inciso 1, da Lei Geral de Proteção de Dados.
Iremos fazer perguntas relacionadas ao objeto do processo. O que você souber e se recordar, você indica. Se não souber, não se recordar, você informa que vai ficar tudo registrado.
Posteriormente a gente abre para que a defesa também possa fazer perguntas e ao final você pode acrescentar algo que tenha relação com o objeto do processo. Marcelo, onde você trabalha? >> Trabalho no Nart trabalho >> há quanto tempo?
>> Ah, tem já assim, desde quando eu entrei eu também no setor de segurança trabalha, né? 16 anos por aí, 17. >> Uhum.
Qual o seu seu cargo de concurso? To, segurança do trabalho. >> Eh, dentro do seu cargo, quais são as suas atribuições?
Atribuições tem eh elaboração de documentos, seguros trabalhos, treinamentos e isso por aí vai. >> Uhum. Você já trabalhou diretamente com o servidor Iulo?
>> Já foi meu colega de trabalho. >> Ainda trabalha? >> Não, ele foi meu colega de trabalho no N.
>> Ah, sim. Eh, e qual setor? segurança de trabalho no NAT, núcle Segurança de Trabalho no Nart.
>> No NAST, né? Eh, dentro das atribuições de vocês, você como técnico e e Ulo como engenheiro, ah, vocês trabalham e juntamente ou uma hierarquia você estava diretamente subordinado a a Aulo? >> Não, assim, subordinado assim, a gente tinha a gerência, né?
Mas assim, ele como engenheiro, né, ele e tecnicamente, né, a gente escuta muito ele, né, como como engenheiro. >> Eu não entendi muito bem. O trabalho de vocês é conjunto, >> não?
Que assim, o trabalho de engenheiro é um, do técnico é outro. Mas assim, tecnicamente o engenheiro ele tem uma uma noção técnica mais que o técnico, né? Aí de vez em quando ele a gente orientava a gente a algumas coisas técnicas, né?
Mas não tem subordinação, não é isso? >> Não. Subordinação não.
Subordinação a gente era a gerência, né? >> Aham. E mas as suas demandas eram passadas por Iulo, >> não por Taís.
>> OK. Mas para você concluir eh suas demandas, você precisava eh de um parecer dele, de alguma alguma informação do servidor Iulo, >> assim, da forma que a prefeitura trabalha, assim, diretamente, não, porque a prefeitura tem os seus tem o as faltas de equipamentos, né, as condições de trabalho que não era 100%, entendeu? Então, até o próprio ele não tinha como fazer eh milagre com as condições, né?
Mas o que eu quero entender assim, para você concluir suas demandas, você precisava do servidor do do trabalho, entendeu? Do do do >> cli dele. >> Sim.
Exatamente assim. Não, porque, por exemplo, para mim d treinamento, brigada de incêndio, essas outras coisas aí, não. Ele não precisava do deolo, não.
>> Hã, >> sim. Eh, Marcelo, você pelo tempo que você trabalhou com Iulo, você percebia alguma dificuldade do servidor eh em realizar as demandas dele? >> Assim, foi eu falei aqui, né?
Porque às vezes faltava muito eh equipamentos, a dificuldade da própria prefeitura, né, para realizar o trabalho dele com exatidão, né? >> Uhum. Eu citei aí questão de equipamentos, né, de a dificuldade com as coordenações de tocar o serviço, né?
Aí >> tinha essa dificuldade. Então é uma coisa que a gente se encontra até hoje, né? A gente tem esse problema, porque às vezes as coordenações não entende a a questão técnica, né?
E e acaba atrapalhando o próprio serviço do do setor de segurança. >> OK? No tempo que vocês trabalharam junto, você se recorda se havia por parte da da do chefe imediato de vocês alguma queixa em relação eh ao trabalho do servidor Iula em questão de celeridade, de produtividade?
Então, é como eu te falei, como a a as dificuldades de equipamento, de entendimento da própria atividade do do do setor, então não posso dizer que que que era tipo assim uma queixa válida, entendeu? >> Porque quando você não tem isso aí você acaba você acaba não não conseguindo fazer atividades. E aí talvez as coordenações não entenda isso, entendeu?
Porque às vezes muita coisa que acontece é culpa da coordenação que não entende a parte técnica e quer cobrar uma coisa que você talvez é possível você fazer naquele momento com aquele material que você tem. Então a gente passou muito por isso, né? >> Entendi.
Eh, inicialmente, quando você trabalhou com Yulo, eh, tinha outro segurança do trabalho ou era só ele no setor? Não era só eu e ele. >> E havia uma uma grande demanda para vocês de trabalho?
>> Sim, até hoje tem a demanda, só que a gente, infelizmente, não consegui executar como devia, né? Por causa das limitações que a própria prefeitura coloca, as próprias coordenações coloca, né? De como eu falei, equipamentos, carro, não tinha carro, às vezes eh material mesmo de trabalho não tinha.
A maior parte do tempo foi foi assim, infelizmente já teve a gente fazer visita e e voltar a pé porque o carro não não não tinha carro para ir. >> Eu mesmo já vim de pé várias vezes de setores, porque eles tiraram o carro da gente para dar um carro para tipo assim para uma gerente e e buscar um lanche, não sei na onde e a gente acabou vindo a pé, né? Então, eh, então existe foi muito complicado essas questões aí, né?
As condições de trabalho mesmo. >> Uhum. >> Que a gente não tinha.
>> Hoje tem quanto, quantos engenheiros do trabalho lá no Nash com você? >> Hoje tem só uma só, Ana Paula. >> Continua tendo só um engenheiro do trabalho.
>> Só um engenheiro. >> E as condições de trabalho hoje mudou em relação quando na época de UO? >> É, hoje mudou.
mudou porque hoje a gente tem um setor, né, não sei se já chegou a ver lá no Nar aí hoje tem o o voo ali, né, do carro que facilitou demais. Então hoje a gente não tem mais dificuldade com carro. Eh, estou adquirindo agora um programa lá.
Então, hoje as condições de trabalho hoje hoje são outras. >> Uhum. >> Então, hoje você já tem equipamentos, contrataram uma empresa para fazer as as avaliações, né?
Testirizou as avaliações, né? >> Uhum. fizeram o processo de contratação.
Então hoje hoje hoje não tem dificuldade, mas antes tinha. >> E na época de Ulmo não tinha uma empresa que fazia também alguns trabalhos? >> Não, de avaliação não, de ruído não.
>> A MaceG ela fazia que trabalho? >> Não, a Macega ela foi contratada para fazer todos os documentos da prefeitura, né? São trabalhos diferentes do que são feitos hoje, >> não?
Porque hoje deram condições ao setor fazer e antes contratar na empresa para fazer o que se faz hoje, entendeu? >> Eh, em relação a documentos que não que que independe desse dessa desses equipamentos aí de carro, por exemplo, a questão da de de dar aparecer em relação à insalubridade, eh, como era na época de Ulo? por exemplo, porque para você dar um parecer de insalubridade aí no caso assim para fechar um diagnóstico seguro e correto, você tem que ter equipamentos, tem que ter, porque assim, quando você entra na justiça para questionar, eles vão pedir laudos.
Uhum. >> Né? Então assim, tem um ruído, tem uma a vibração.
Então quando você não mede essa esses esses ruídos, então você não consegue fazer um laudo conclusivo, porque se o servidor entrar na justiça, eles vão pedir o quê? Eu quero eu quero a medição desses ruídos são quantos ruídos, né? Ah, a a vibração no o trator, por exemplo, ele foi, você a gente mediu, o não conseguiu, então a gente não tinha como medir isso, né?
Então era difícil fechar um laudo inclusive. Então >> quando você faz, se você faz um documento desse sem essas avaliações, então você fica exposto, né, tanto para o poder público quanto paraa justiça do trabalho. Aí se o servidor entrar em ação.
>> E hoje você já tem esses equipamentos que não tinha antes? >> Hoje tem porque hoje hoje tem equipamentos, a metade tem e a outra eh hoje tem uma empresa contratada. >> Ah sim, >> hoje tem a empresa contratada que a Recoceegue que foi feito um processo de licitação, né?
Então ela é só para fazer essas avaliações. Então se hoje se hoje a gente precisa fazer uma avaliação de um trator de ruído, vibração, >> aí a gente solicita essa empresa, ela vaiá, ela vai lá e faz e passa os laudos pra gente. >> Uhum.
Eh eh na época que Ulo trabalhava lá com vocês, houve uma tentativa de contratar uma empresa desse porte? Ó, tentativa teve, mas não foi aprovado pelas pela pela coordenação. A gente nunca conseguiu fazer essa contratação, não.
A gente pedia pedia as avaliações, eh, pedia contratação de empresa, pedia contratação de aparelho, mas a gente não conseguia. A gente veio conseguir isso, a gente veio conseguir isso agora recentemente, de um ano para cá. >> Entendi.
Eh, você chegou a trabalhar com servidor Juliano também? Ó, o Juliano foi bem pouco tempo, né? Porque não sei se ele ficou lá uns três meses no setor e aí na época eu fiz uma cirurgia do joelho, aí eu fiquei na parte de baixo do setor, né?
Aí eu acabei me afastando um pouco do setor e foi um período também que eu fi que eu fiz a cirurgia, eu acabei ficando dois meses fora, mas foi foi bem bem pouco tempo assim, coisa de de uns 30 dias, eu creio, né? O tempo passa tão rápido que a gente vai ficando velho, né? recorda tanto.
>> Ah, na época que o Juliano foi trabalhar com vocês no Nash, eh, você percebeu que houve uma uma melhora no no serviço? Ajudou a a ida dele para lá? Amiga, não, assim, igual eu te falei, a gente não fazia o que podia que tinha.
Então, se a gente não tinha condições de trabalho, de fazer as avaliações, então não. A gente ficou enxug enxugando gelo esse tempo todo. >> Uhum.
Infelizmente é é isso que que eu tenho que dizer, porque eu me fiz até chateado, né? Porque 18 anos de prefeitura, a gente veio ter uma condições de fazer um trabalho correto agora de do anos para cá. Então a gente se sentia muito chateado um tempo >> por causa da dessas condições que que não era reconhecidos, né?
a necessidade de de equipamentos, necessidade de de treinamentos, uma atenção mesmo, né, à saúde da gente, que a gente a saúde trabalhador que a gente não teve essa atenção, né? >> Uhum. Era o contrário, a gente tinha essas brigas de salário, redução do salário, tentando reduzir o salário da gente, >> eram coisas que deixava a gente muito chateado.
Aí, >> ô Marcelo, em relação aos laudos, né, o parecer, não sei como é que vocês falam, em relação à insalubridade, periculosidade, eh, você também tinha acesso a esses documentos ou era um trabalho exclusivo do engenheiro? >> Não, instalabilidade e periculosidade é exclusivo do engenheiro. >> OK.
Eh, você tinha acesso ao sistema IL para ver eh os dados do servidor? >> Tinha daal >> da tinha para para ver da data de nascimento, RG, eh, vê assim, se se tá de se tá em o cargo, né? Se é se é técnico, se é su gerais, aí tem acesso.
>> Você tinha acesso ao sistema? >> Aí ele tinha. >> Você tinha também.
Esse mesmo sistema que você tinha acesso era o que Uinha? >> Sim. daí ele >> o mesmo, né?
>> É o mesmo. >> Eh, você se recorda assim na época como era dado esse acesso para vocês? Acesso era a gerência da fazer autorizava a gente fazia a senha e o e o cadastro, né?
Daí ele. >> Aí o eles fazia, a gente cadastrava a senha e acessava o >> tinha acesso ao >> era um acesso eh pessoal, individual, cada um tinha sua, tinha sua senha. >> Cada um tinha sua senha.
Você qu >> eh você se se recorda se houve algum caso no setor de algum servidor que tinha acesso a esse sistema de usar essas informações para alguma situação particular? >> Não, não tenho. >> Esse acesso era para para que tipo de trabalho, para que situação?
>> Não, porque, por exemplo, a gente ia fazer um PPP, a gente aí a gente tinha que ter o acesso ao histórico do trabalhador, né? A gente pegava, >> pode explicar sem a sigla o que que é essa? PP >> a PPP quando o trabalhador vai se aposentar, por exemplo, você vai você vai lá e pede: "Ó, Marcelo, eu quero me aposentar, preciso do PPP, que é para apresentar no NSS".
>> O PPP, o que significa PPP? >> É perfil proficiográfico previdenciário, que é um documento previdenciário que é passado para o INSS. Entendi.
>> Aí nesse PPP a gente pega lá eh confirma o o nome do servidor, matrícula, data de admissão, se for o caso data de de demissão, aí se precisar também que hoje mudou o CPF, esses dados que a gente pegava lá. >> Eh, quando você até hoje você tem acesso a esse sistema? >> Tem, até hoje tem.
>> Eh, quando foi dado esse acesso a vocês? Eh, houve por parte da administração, da coordenação ou do próprio CTI alguma orientação de que resguardar as informações ali presentes? >> Não, amigo, nunca sai não.
Só só fez o quadro assim e a gente a gente mesmo vai aprender a mexer no sistema. Mas você entende que é um acesso para para uso no trabalho por se tratar de informações, né, de de de trabalho. É, eu só uso ele no trabalho, né?
Eh, Marcelo, deixa eu te fazer uma pergunta com relação à questão da empresa que eh dava a época eh responsável pelo auxílio a vocês. Quando você eh foi quando você tava no setor, foi feito o processo da contratação da empresa? >> Tá, foi eu tava.
Quem eram as pessoas que estavam do setor responsáveis pelo acompanhamento do processo de contratação ou a solicitação dessa contratação? >> Ó, do do setor no início foi Débora, né? A Aline, Débora e Aline eram os principais que estavam próximo disso daí.
>> Sim. Pra, a gente sabe que para completar uma empresa precisa de um de um termo de referência, informações relacionadas ao serviço que vai ser prestado para metalização. Isso foi solicitado de você de U para constrar.
>> Isso a aí tem o tempo de referência que eu me lembro, né, que Iulo e ajudou a elaborar, Neomar também ajudou um pouco, né, nessas questões, né, porque era uma coisa nova, a gente nunca tinha mexido com isso. E eu lembro que foi feito isso, esse termo de referência. E você lembra qual foi o mecanismo utilizado paraa contratação da empresa?
Foi licitação, né? Hum. Licitação.
Aí foi, aí teve essas as empresas que participaram, né? Teve até umas empresas aqui de conquista que participou. >> Alexandre, >> só um instantinho aqui, Marcelo, que eu vou precisar remover.
>> Alexandre. >> Olá. Cheguei antes, foi?
>> É. E assim, eu acho que você conseguiu acessar sem a gente ter que permitir. Eu vou precisar remover você rapidinho, viu?
>> Tudo bem. Tô saindo então. >> Por favor, >> é mãe.
Eh, >> fazer isso. >> É, ô, ô, Marcelo, voltando aqui, eh, e aí no caso, quando foi feita a, por exemplo, que eu sei que quando existe o processo de definição da empresa que vai ser contratada, isso retorna no setor de requerimento para análise técnica. Foi feito com vocês isso para dizer se o preço, se a proposta atende aos requisitos técnicos foi feito com você, se não se recorda disso?
>> Não, porque assim, foi feita a licitação, é todo feito por pelo o setor de compras. >> Uhum. >> Então, a gente só só recebe o quem ganhou e quem não ganhou, né?
Que a gente não não tem como intervir nessa parte, né? Que esse é um setor exclusivo de de compras. Então foi feito o processo e a gente só só recebeu assim, tal empresa ganhou, né?
Então a gente não tem esse acesso do de pregão. Esse negócio de pregão aí é é do setor de compras, é exclusivo deles, né? >> E você lembra quem era o fiscal desse processo?
>> Não lembro, não lembro porque o setor de culpa é muita gente, né? >> Não, aí no setor de vocês tinha um fiscal técnico responsável. >> Ah, você fala o fiscal do processo.
>> É, o fiscal era era Ulo. Joia. Eu eu eu creio que seja Ul devia ser Débora ou Aline não Aline era Aline Aline Maciel e Ulcho que era eram os dois responsáveis pelo processo, se eu não me engano.
Não tem certeza não, >> mas é Alineo. Você ficou sabendo eh sobre o uma denúncia que tenha sido feita pelo serviço do Yolo a setores da prefeitura e também setores fora da prefeitura relacionado a questões eh pertinentes ao trabalho desenvolvido na coordenação gestção de pessoas, onde vocês estavam lotados? >> Olha, assim como eu não tive mais acesso a a a Iolo tal, a gente escuta alguns bamburinhos, mas nada oficial, né?
Nada oficial que tenha falar assim, aconteceu isso e isso, né? Escuta por rádio peão por aí, mas oficialmente não >> entendi. Ô, Marcelo, eh, você sabe informar qual foi a razão, por qual motivo e o Luú do Nash, considerando que é um setor que tem a grande necessidade engenheiro do trabalho?
>> Ó, ele sabe que temeve uns processos anterior, né, que já foi encerrado aí do pátio e tinha essas questões aí de relacionamento lá, né, que que com a chef com as as coordenações lá, né? E aí eles optaram para fazer isso, né, de de tirar ele aí do do setor. >> Entendi.
>> Dr Ricardo, >> bom dia, Marcelo. Tudo bem? >> Bom dia, jovem.
>> Vamos lá. Deixa eu fazer algumas poucas perguntas para você. A comissão já fez uma parte do que eu pretendia.
O senhor sabe, senhor sabe nos dizer, eh, o Juliano, qual era o cargo que ele exerceu lá no Nast? Ó, ele chegou lá no no cargo de de fazer tipo o trabalho de U também, né, de de engenheiro de segurança de trabalho. >> Hum.
Você sabe dizer se foi esse o cargo que ele tinha sido aprovado no concurso? >> Não, ele era eletricista. Certo.
Você sabe dizer pra gente como é que foi que a nomeação para ele, para esse cargo? >> Não sei. Acho que não teve nomeação não.
Que que eu me recordo não. Ah, você fala nomeação qu para >> para para vir pro Nart. >> Não, acho que não tem nomeação não.
Que eu me recordo não. Como é administrativo, né? Não tenho certeza, mas que eu me recorde não.
>> Você sabe dizer se existia hierarquia entre Ulo e Juliano? Não sei dizer não. >> Tecnicamente falando, como é que é, Iolo?
>> Ô, você fala de conhecimento técnico? >> Sim. >> Ah, de conhecimento técnico.
Yulo, ele ele é referência, né? E no, que a gente pergunta ele, ele sabe, ele ele busca informar a gente. Sempre tive dúvida, sempre perguntei a ele.
Então, tecnicamente ele ele ele sabe da área dele. >> Certo? Você sabe me dizer quais informações se constam na ficha funcional com observações?
Se consta alguma informação financeira >> na ficha funcional? >> Hum. >> Na ficha funcional?
Não sei, cara. Mas eu creio que que consta. que a ficha funcional, cara.
Porque assim, eu nunca imprimi ela assim para mim checar, então eu não tenho certeza para mim falar com exidão. Não tenho certeza não. >> Só foi mais uma pergunta.
Me diga uma coisa, Marcelo. Eh, o Estatuto do Servidor impõe a o servidor que tenha conhecimento de alguma irregularidade, que ele faça denúncia para a autoridade competente? E assim, eu não sei do estatuto servidor, mas eu sei que a gente é obrigado a fazer assim até pela pela, como é que fala?
Constituição que a gente tem que realmente fazer as denúncias que a gente acha que que não é correto, né? A obrigação do servidor e de e do do cidadão também, né? A gente não pode ser omisso a a não pode ser omisso às situações, porque a omissão também gera um processo também em p também, né?
Então nós nós como servidores não podemos ser omissão, regularidade nenhuma. >> Perfeito. Muito eu tô satisfeito.
Muito obrigado, Marcelo. >> Eu, você quer fazer alguma pergunta? >> Quero sim, >> pode fazer.
Bom dia. Bom dia, Marcelo. >> Bom dia.
Ol. Eu eu gostaria de fazer uma pergunta, Marcelo, se ele tem ciência, né, do de que na verdade se se Juliano realizou durante essa essa esse tempo em que ele desenvolvia as atividades no setor comigo, né, e com você, se ele realizou assinatura, né, de laudo de insalubridade ou laudo de periculosidade que possa conceder adicional, né, de 20%, de 30% ou de 10% ou de 40%, né, para algum servidor se ele se ele se ele teria assinado algum tipo de documento desse e feito algum tipo de documentação que possa permitir o pagamento de alguma verba para outros servidores que não ele, né, dentro da prefeitura. ura de forma temporal, né, que que se inicia em um período e que ele não venha terminar, né, como algum tipo de adicional que foi pago naquela época e tá sendo pago até agora, como também alguns servidores podem ter cessado, né, o direito de estar recebendo algum adicional por uma negativa dele e tá sem receber esse dinheiro até hoje também sendo lesado financeiramente, né?
E aí vem as os reflexos disso de forma na saúde mental, na saúde psicológica dessa pessoa >> é porque sua pergunta você tá fazendo inferência. Seria interessante que você fizesse a pergunta de forma mais direta, até para ficar mais claro. >> Eu queria saber se Marcelo tem ciência ou se se viu Juliano fazer a assinatura de algum documento que porventura venha prejudicar outros servidores, né, no recebimento dessas verbas.
>> Em relação assim à prejudicação, eu não eu não cheguei assim, a ver um documento porque assim, na época não se fazia um laud, né? Se fazia um um parecer técnico, né? E aí eu não tenho certeza se de um parecer técnico assim, porque assim, o que vale hoje é o papel, né?
Você tiver como como provar, eu não me lembro eh como eu fiquei afastado, né, esses tempos aí eu não lembro se chegou a ser feito mesmo assim um assim papel mesmo, né, de de coisa, mas eu creio que na na que na época era feito para o parecer técnico, né? Então, >> para que para que um documento desse, para que um documento desse tivesse validade legal, ela deveria ser registrada no CREA, um documento que o engenheiro tem que assinar. Ele tem a responsabilidade de registrar uma RT no CREA >> assim, porque eu não sou engenheiro, né, mas eu creio que o engenheiro tem tem o conselho, né?
Então, quando a pessoa tem o conselho, aí ela tem tem os os procedimentos do conselho, né? Uhum. Ô, ô, ô, ô, >> ô, Marcelo, me perdoe, mas você não respondeu a pergunta de Urunani.
Você chegou a observar Juliano assinar laudos que deferiam esse benefício aos servidores? Sim ou não? >> Não, eu eu respondi para você que na época não era feito laudos, era feito um parecer técnico.
>> Se você procurar laudo daquela época lá, você não vai achar nenhum, entendeu? Entendi. Mas ele assinava esses pareceres era feito parecer.
É isso que eu tô dizendo aí. Eu não me recordo de ter visto o parecer desse porque assim, quando faz o parecer é encaminhado para coordenação. Então não não passa por mim técnico, entendeu?
Eu eu sou técnico, só fazia o levantamento das informações e passava para para eles quando necessário, né? Quando com quando pediam. Então, quando se fazia um parecer desse aí era caminhado paraa coordenação.
Então, quem pode dizer isso aí é as a coordenação que recebi ou a própria folha de pagamento. >> Você sabe me dizer se Juliano ele também fez algum tipo de projeto de incêndio? >> De projeto de incêndio é assim, eu eu eu eu eu lembro que ele tava fazendo os projetos de incêndio.
Agora eu não lembro se se chuva vou passar, mas ele tava fazendo sim. Tem que fazer como que você aí, pai. você pode me dizer se se algum tipo de projeto de algum tipo de documento, caso ele venha a ser feito, né, de forma imperita, né, se um documento ele for feito de forma impericial, né, uma forma e irresponsável, ele pode gerar dano para o patrimônio público, né, para um uma creche, por exemplo, que pode ter algum tipo de implicação paraa saúde pública.
>> É porque assim, como eu como técnico, né, eu não consigo adentrar nessas partes técnicas aí de da parte de engenharia, né, aí eu prefiro não opinar aí, >> tá OK? Sem mais pergunta. >> Marcelo, você quer acrescentar mais alguma coisa que tem relação com o objeto do processo?
Não, não, não, amiga. >> OK. >> Sal, a gente vai agradecer sua participação.
Eh, documento >> é seu documento ainda tá fácil aí com foto. >> Tá aqui, amiga. >> Você pode tentar enquadrar próximo da câmera pra gente?
>> Pronto. Ô, amiga, também queria, eu queria fazer uma observação que tá tá no meu coração aqui há muitos anos. Eu queria falar, aproveitar.
>> Ah, pode falar. que o seguinte, essa esses processos todo que aconteceu também existe uma parte muito grande da das coordenações, né, que que deixou um tudo que acontece, né, porque foi permitido acontecer, né? Então, eh, até relação de própria estrutura de trabalho, essas partes de orientação técnica, que nunca foram ouvidos, né, pelas coordenações aí da época.
Isso aí contribuiu muito para tudo que aconteceu, né? Então, eh, quer deix deixar esse esse desabafo aí, né? >> Uhum.
Sim. Você pode um quadrado comento? >> Aproxima, por favor.
Desculp >> a câmera aqui. >> Baixa mais. É porque tá.
>> É. Afasta só um pouquinho. >> É porque é porque ele tá com fundo de tela.
Porque ele tá com fundo de tela. Isso vai prejudicar a visualização do >> Per, deixa eu, deixa eu fechar a cortina aqui que tá aberta. Pera aí.
>> Não, não, perdão, seu Marcelo, me ouça. É o fundo de tela que o senhor colocou para poder participar da reunião que está interferindo >> aqui. É porque tá com luz aqui, entendeu?
Aí, ó. >> Tem, >> tem que botar ela na frente do seu rosto. Aí f aí consegue ver.
Eh, >> bota na direção do seu nariz. Aproxima um pouquinho. >> Aproxima um pouquinho pela Aí.
Perfeito. >> Pronto, Marcelo. Obrigada, viu?
>> De nada. Deus abençoe. >> Obrigado, Marcelo.
>> Você pode sair da da sala? Sim. Ciao ciao >> ciao ciao.