se você não estiver doente passando por alguma psicopatologia você é uma pessoa que Definitivamente não quer morrer né como já cantava A Blitz todo mundo quer ir pro céu mas ninguém quer morrer é verdade a gente quer ir pro céu né ah eu quero o paraíso vamos agora não agora não deixa para mais tarde vamos aguardar não morrer ninguém quer mas a gente ensina o outro a morrer né a gente realmente ensina o outro a morrer e muitas vezes faz isso sem perceber que tá fazendo Então que tal você parar de ensinar o outro a
morrer já que você não quer morrer na sua vida e aí nesse caso não precisa ser morte física evidentemente né Há muitas outras mortes que a gente pode impor ao outro você quer saber do que é que eu tô falando eu sou Marcos rerda psicólogo e esse é mais um nós da questão vamos est [Música] junto a gente vive quase que uma busca incessante para moldar o mundo o mundo tem que ser como eu quero eu tenho que fazer as coisas acontecerem no tempo no momento do jeito que eu quero e nessa busca incessante por
moldar o mundo muitas vezes eu começo a tentar moldar o outro a querer que o outro mude a querer que o outro se transforme e o outro por muitas vezes amor por medo de me perder ele começa mesmo a tentar fazer isso ele começa a tentar dar um nó na própria natureza a se negar quem ele é a negar o que ele gosta o que ele sente mas Sobretudo o que ele é e neste aspecto na sua Sana egoísta pela sua Fel idade você começa a ensinar o outro a morrer e o outro topa aprender
a morrer porque não quer perder porque tem medo da infelicidade porque acha que não existe outra forma que se trocar você por alguém vai trocar seis por meia dúzia pois bem isso não se refere só a casais românticos não tá muitas vezes pais esperam que os filhos sejam o que que eles nunca foram na própria vida e querem se realizar através do dos filhos e tá Evidente a natureza daquele filho para determinadas coisas e ele quer outras coisas uma paciente me contava por esses dias que alguém da família dela havia dito que o filho né
tinha dito que queria ser dublador e o pai prontamente disse que is era um absurdo isso não dá futuro isso não tem dinheiro isso não sei o quê gente é um adolescente querendo experimentar a vida é um adolescente querendo descobrir os próprios talentos é um adolescente que desde criança segundo a paciente gosta muito de dublagem gosta de imitar vozes de personagens de coisas Pois é e aí esse pai olhou para esse adolescente e ensinou esse adolescente a morrer isso é ensinar a morrer sabe não dá espaço para o outro tentar Florescer no que de fato
é casais de pessoas românticas que se amam romanticamente ISO aí pelo amor de Deus só Jesus na causa a gente diz que tá fazendo Em Nome do Amor Em Nome do cuidado é nada é em nome do egoísmo e aí eu chego pro outro e digo vem cá deixa eu te ensinar morrer sabe por quê Porque desse jeito que tu é eu não quero eu quero de outro jeito a sociedade também faz isso a sociedade é muito pródiga em dizer que todo mundo tem que calçar 42 acontece que o p42 não é o de todo
mundo para algumas pessoas esse sapato vai ficar confortável para outras vai ficar muito frouxo para outras vai ficar apertadíssimo vamos parar de ensinar o outro a morrer porque o tanto que a gente faz isso com o outro é o mesmo tanto que fazem isso com a gente eu preciso compreender a diferença das pessoas e eu preciso amar as pessoas do jeito que as pessoas são ah mas eu não consigo Isso é um absurdo não vou então deixa essa pessoa mas não ensine ela a morrer apenas deixe ela então se você acha que a sua felicidade
depende da transformação do outro Pergunte ao outro se aquela transformação que você julga importante é algo que faz sentido pro outro por exemplo a história do rapaz que falou com o filho a história da dublagem ele poderia ter chegado pro filho e dito meu filho eu entendo é uma arte você de fato se sente inclinado para isso e eu lhe acho uma pessoa muito talentosa mas isso me assusta eu fico assustado porque eu tenho medo que você talvez não consiga ganhar dinheiro para se manter e eu acho isso uma coisa assustadora para mim seu pai
mas eu estou disposto a lhe apoiar para que você encontre a sua natureza agora saiba do meu medo e se puder considere meu medo pronto eu não tô ensinando ninguém a morrer e eu estou sando exatamente o que eu sinto agora para você que se sente sendo ensinado a morrer eu vou lhe dar algumas dicas de coisas que você pode começar a fazer para cortar essas aulas que você recebe do mundo da sociedade de quem você ama da sua família não importa comece fazendo uma lista das pressões externas O que é isso quais são as
expectativas que o mundo a pessoa que eu amo meus filhos o trabalho a sociedade não importa Quais são as expectativas que essas pessoas que esse conjunto tem sobre mim tá eles esperam isso isso isso que eu seja assim que eu sinta aquilo que eu faça de tal maneira que eu me comporte tudo bem dessas expectativas O que é realmente que faz sentido para mim porque muitas dessas expectativas não faram sentido muitas dessas expectativas são apenas convites para lhe ensinar a morrer então você pode começar a fazer a peneira com essa lista eu tenho vivo neste
mundo de expectativas bom quais fazem Eco dentro de mim quais de fato se adequam à minha natureza o segundo ponto é esteja atento a quem é você quando os outros não estão olhando quando os outros não estão estão olhando quem é você de verdade Quais são os seus pensamentos o que é que você faz quando não tem ninguém vendo como é que você se comporta realmente porque sempre tem duas pessoas né tem o avatar que é aquele que eu forneço para quem tá ao meu redor E tem aquele que de fato sou eu ISO que
é um exemplo disso fotografia quando ninguém parece com a fotografia da identidade não parece a gente se organiza tanto a gente se apronta tanto pra foto da identidade que quando você olha eu não sou essa pessoa não é possível que eu seja a foto que é você é aquela que tiram sem você ver que tá sendo fotografado aí você vê quem é você eu não sei como é hoje em dia mas antigamente para você tirar uma foto de identidade você tinha que seguir inclusive as orientações do Fotógrafo levante mais o queixo isso Olhe para cá
vira a cabeça um pouco mais para cá e você ia travando de um jeito que era qualquer pessoa você na foto né Pois é é esse exercício de quase quem sou eu na foto desprevenida porque a foto da identidade você já sabe mas quem sou eu na foto desprevenida eu de verdade eu quando os outros não me veem para que Parem de lhe ensinar a morrer defina por este ano que ainda tá correndo ao menos três metas que sejam somente suas e você as alcançará ainda neste ano que corre e estas metas podem est completamente
contra o que todo mundo pensa eu vivi isso há 8 meses eu vivi isso eu decidi vir para São Paulo já contei isso e eu tinha uma vida absolutamente Próspera confortável estável em João Pessoa que era a minha cidade coluna semanal ao vivo na Rede Globo local coluna na CBN local uma clínica cheia um canal no YouTube promissor livros virando bcel sendo traduzidos para o espanhol vendidos pro México pra Argentina e eu disse quer saber vou deixar João Pessoa e vou para São Paulo você é um louco em São Paulo você será só mais um
aqui você tem um nome na cidade em São Paulo você não será ninguém eu disse para bebê para porque você não vai me ensinar a morrer não vai a vida tá confortável tá boa Tá legal tá mas eu quero outras coisas eu quero memórias eu quero experiências e eu quero ir para São Paulo e vim e vim e estou aqui Continuo sendo Mais Um na Multidão de São Paulo Continuo sendo Mais Um na Multidão de São Paulo mas Eu segui o meu desejo a minha natureza a minha vontade coloque três metas para esse ano as
metas que são suas que não interessa mais ninguém faça um mapeamento das influências você pode fazer isso através de desenhos de gráficos ou de escritas se você quiser de pintura de colagem da arte que você quiser e é com você mas faço o mapeamento de influências Quais coisas influenciam mais os meus comportamentos a sociedade o que os meus filhos pensam o que meu marido quer o que a minha esposa acha o que o meu emprego exige Quais são as influências às quais de fato eu tô submetido e até onde essas influências podem ser atendidas por
mim e a partir de qual momento Elas começam a me ensinar a morrer é preciso que você faça esse mapeamento para que você seja também uma pessoa ligada que você estará o tempo inteiro cercado ou cercada por pessoas ou situações que estarão dizendo exatamente essa frase vem cá deixa eu te ensinar a morrer não isso eu não quero deixa eu te ensinar a morrer e às vezes são em coisas pequenas que parecem a melhor das intenções eu tenho uma paciente que ela é uma moça muito bem educada ela sabe se portar em todos os lugares
ela sabe perfeitamente as regras de etiqueta mas quando ela tá em casa na casa dela na vida dela com a comida que ela fez ela gosta de comer de colher ela sabe perfeitamente comer de gfa e faca quando ela G os restaurantes assim ela se comporta eu acho até que ela acompanha Fernanda Brito protocolo Fernanda Brito protocolo já disse você passou dos 4 anos de idade nada de comer de colher nem pensar entendo o que Fernanda quer dizer com isso Fernanda quer dizer que há rituais sociais que precisam ser mantidos e que você precisa fazer
parte deles e ela faz mas dentro da casa dela ela quer comer de colher pronto o namorado dela sempre que vai comer lá Acha um absurdo pega um garfo e uma faca e bota do lado dela largue esta colher você coma de garfo e faca por que isso seria preciso dentro da casa dela por que ele não percebe que esse pequeno detalhe é um ensiná-la a morrer porque de alguma forma para ela no final da as contas isso Ficou claro para ela na terapia é que comer de colher em casa é simplesmente uma forma dela
voltar à infância dela ela se sente mais criança Ela se sente mais feliz ela se lembra do tempo em que ela comia de colher à mesa com o pai e a mãe que ela já não tem mais então é um prazer para ela comer de colher na casa dela porque isso traz uma memória infantil para ela qual o problema disso por ela ela precisa ser convidada a morrer e a não ser Ela nisso ela não tá absolutamente infringindo nenhuma regra social pública mas o namorado tá lá inconformado Como eu posso namorar com alguém que come
de colher PIS então não namore né não namore é simples assim mas o outro tem direito à existência isso é possível sobretudo quando essa existência fala de um afeto né de um de uma lembrança infantil F dela deu para você perceber o como você você não nós eu me incluo nisso Nós não somos tão bonzinhos como achamos que somos não somos agora Eu repito o que disse no começo morrer ninguém quer e não tô falando só morrer fisicamente ninguém quer ser retirado da própria Essência ninguém quer ser violentado na própria natureza porque isso é um
convite a morrer mas a gente faz isso com os outros então para de convidar o outro para morrer porque ninguém quer esse convite tá ai meu Deus então eu não posso ajudar o outro a ser uma pessoa melhor dizendo coisas que não estão certas para bebê para da tua mentira a maior parte do tempo você não quer ajudar o outro a ser melhor você quer não se sentir envergonhado com que o outro faz você quer que o outro se torne o sucesso que você gostaria Você quer uma série de coisas que dizem muito mais respeito
a você do que ao outro porque quando você realmente quer ajudar o outro você não tenta ensinar o outro a morrer você apenas dá um toque e respeita se o outro não quiser esse toque porque H Rigor o outro pode fazer da própria vida o que quiser inclusive uma porcaria se a pessoa que vai fazer da própria vida uma porcaria fará e eu que lide com isso se for um adulto maior de idade lúcido dono da Própria Consciência pagante da própria vida faz o que quiser da própria vida você não tem o direito de me
ensinar a morrer Pense nisso tchau até a [Música] próxima n