Oi gente tudo bom com vocês Espero que todos estejam bem no dia de hoje assim tenciono assim desejo vem mudando com uma uma continuação desse livro aqui é vigiar e punir de Michel Foucault a história da violência nas prisões eu já iniciei com o primeiro capítulo né da primeira parte que é a parte do suplício e agora vou para o segundo capítulo né que é Ostentação do suplício o Ok só gostaria de lembrar vocês que o que eu tenho outras obras aqui no meu canal e é tenho outros outros obras Michel Foucault tenta vem de
outros autores quem tiver interesse consulte as minhas playlists né você vai você vai ver as outras outras que eu tenho quem tiver interesse no livro A História da sexualidade Volume 1 eu tenho essas aulas gravadas na udemy Então vamos iniciar é importante que para entender o que eu estou tratando nesse nesse capítulo é você tem assistido o primeiro capítulo ou é o primeiro capítulo que eu trouxe né que é uma sequência então é importante que assiste Vista o primeiro outra linha do texto que assistindo para para entender do que eu estou falando ok Pois vamos
lá é o que é o suplício né eu ficou ele ele pergunta né então suplício é uma quantidade de Sofrimento né que enfim e a uma pessoa é que não se trata somente de privada pessoal da própria vida festa de viver mas é uma é uma graduação certo mano calculada de suplemento que sujeito tem que que passar certo que que variável Né desde a captação que a vida acabava no instante até o esquartejamento né o O importante era um cálculo certo de um da dor a dor do corpo que o sujeito deveria passar certo e
assim poder essa morte poderia ser por o esquartejamento pela cruz né pelo enforcamento pela roda pela fogueira o importante é que o sujeito organizasse né então era um arte de reter a vida no máximo duas do sofrimento causando no indivíduo Esse é o pouco vai falar mil mortes certo e era e era esse sofrimento ele era calculado né como é que deveria ser esse cálculo variável de acordo com a natureza do crime e o status social do sujeito que cometeu o crime E então Havia sim um cálculo jurídico da dor né Por exemplo era calculada
com regras detalhadas o número de golpes né localização dos golpes tempo da Agonia o tempo da Bravo tempo na fogueira né então havia um cálculo desse dessa dor né Desse Sofrimento que deveria causar no sujeito que fosse brincamos condenado né e a intenção é passar no corpo do condenado memória sinais que possuem inesquecíveis e também fosse no esqueci inesquecíveis é para as pessoas que assistiam né por isso o suplício era algo ostentoso né era algo que deveria também ser público e a e fazer com que todos lembrassem certo e e também depois que o sujeito
morria né a vítima do Face morria seu corpo ficava exposto muitas vezes nas estradas na cruz na nas grades né e a intenção era fazer uma manifestação de poder certo daquele que podia com ir né mostrar que poderia que tinha esse poder de punir né e assim a intenção era deixar na memória certo as pessoas né esse poder ele vai dizer que na França certo e na maioria dos países da Europa com exceção da Inglaterra todo o processo penal é até a sentença permaneciam em segredo né era o a investigação a sentença Era um modelo
jurídico que era que esse modelo era era era e manter o processo em segredo bom então é era secreto não não só para o público mas era secreto também para o acusado Vasconcelos não poderia saber quem o denunciou ele não tinha acesso ao processo e muito menos advogados certo é e o magistrado ele tinha o direito de receber denúncias anônimas esconder da vítima né do que a vítima que é o acusado a natureza EA causa né do que o pedido sobre ele e o magistrado tinha direito de interrogar o sujeito fazendo insinuações Caprichosos certo e
e só essas denúncias já era motivo para que o que o indivíduo Já fosse considerado o meio ocupado bom então assim é as provas que eram plenas para eles né já era o tipo de Condenação mas tinha as provas em plena né E essas provas esses indícios imperfeitos já faziam já era motivo para decretar o sujeito meio suspeito certo é Já e já era motivo para impor ao sujeito né uma investigação profunda né e ou então em pó uma multa na pessoa quer estava sendo acusada então a confissão era a prova mais forte que que
uma vez que o sujeito confessasse não havia necessidade de maiores investigações nem de buscar outras provas né e é a conquistam era tido como uma vitória sobre o acusado não a vitória do Brasil o acusado é i i que era era muito importante então que o sujeito confessasse né que é através do Juramento ele assinasse a sua culpa certo só que essa confissão ela muitas vezes era Tida certo através do interrogatório e da Tortura e para obter né havia uma necessidade que o o sujeito Juraci e também muitas vezes fosse interrogado é interrogado através da
Tortura é então assim a confissão é uma mentira dessa forma que tem muitos filmes que tratam disso né eu assisti há pouco tempo um filme no YouTube que é o martelo das bruxas marcado As Feiticeiras nome do filme me mostre como era esse como é que era esse processo de investigação né como é que as pessoas eram torturadas e elas confessaram através das torturas né E era um modelo penal da época certo se a pessoa ela fosse é submetida a uma série de provas de severidade não era uma série de torturas bom e depois de
muitas torturas ela ela continuasse dizendo que é inocente certo aí significava que o supliciado ele ganhou certo o corpo é dizer E aí não se poderia assim é condená-lo à morte certo mas se tivesse assim uma indícios de provas ele poderia o sujeito não era completamente inocentado por causa da sua resistência às torturas ele ainda continuava ser digamos assim tem uma penalidade só que ele não poderia mais ser condenado à morte e aí a investigação certo é e era feita através da Tortura porque uma vez que o indivíduo ele dissesse que ele é o culpado
certo ele não já estava finalizado né Há a questão então a culpa certo não não começava é em cima do sujeito reunindo todas as provas não sujeito não era considerado culpado uma vez que ou se reunido todas as provas contra ele certo uma meia prova já deixavam de vidro meios meio ocupado certo é não vi essa essa questão assim do Falso ou Verdadeiro né se é culpado ou não uma meia prova já era um indício de que o sujeito ele era meio ocupado assim ele já era submetido a uma penalidade certo bom gente é ele
era parcialmente punido né e eu termino aqui esse essa parte e logo continuarei com as outras partes do livro Os outros capítulos eu nosso estudo eu agradeço quem assistiu essa aula muito obrigada