eh a minha descrição minhas características físicas já estão nessa gravação né no link de hoje então eu sou réa sou professora da UFCG Campos Pombal semiário paraibano e lidero um grupo de pesquisa que se chama sistema de indicadores de sustentabilidade Urbana Rural e ambiental e também sou membro do comitê de energia renovável que aqui tá valme um dos culpados desse comitê existir junto com César Nóbrega que é nosso agitador social e que é a partir dessas duas luzes né que eu dig que ele é uma luz que brilha dentro do IFPB e a gente precisa
dar visibilidade às ideias dele a a postura dele profissional como ele se coloca Cesinha que traz a força da sociedade civil e que chega nas universidades e nos hies e diz bora se motive e a gente diz Bora para onde e vamos né E aí a gente chega no território encontra essas forças maravilhosas né que realmente Adriane chamou Rose de professora que são Mestres doutores e pós-doutores muito mais qualificados do que nós que estamos comendo os livros né tentando entrar numa ciência que foi feita para encaixar o conhecimento da Europa né que trouxe pra gente
e a gente está dentro das doutrinas de e algo de um pensamento que as teorias não casa com o lugar quando a gente vai verificar a lente do nosso território então Eh pode passar aí essa foi só a temática né da mesa mas eh Adrian falou um pouco da cartografia social para nós né do grupo Sura para mim como pessoa com pesquisadora eu entendo que o meu lugar é aquele onde eu conso trazer para dentro da academia um conhecimento que é da ancestralidade e que a academia tem o dever de trazer de volta alguma contribuição
para que essas pessoas vivam ainda melhor e por muito mais tempo e significa reconhecer que essas pessoas elas tem uma interação muito mais forte com o ambiente do que nós que vivemos nos seres urbanos e elas TM muito a nos ensinar e a cartografia social ela tem essa condição de ser um instrumento que vai nos aproximar né pesquisadores e pessoas da comunidade vai nos tirar esse peso de chegar lá os doutores e vai na verdade construir o conhecimento aprendendo e depois a gente traduz esse conhecimento para dentro da academia para que a academia aprenda então
é uma cartografia que ela vai fazer um serviço cont do que foi a base cartográfica do que foi a estrutura que construiu a ciência geográfica e que foi trazida de Fora para cá para Brasil pode passar por favor aqui é lá em no Piauí na Chapada do Araripe depois eu vou falar um pouco mais mas essa foto é muito representativa aqui já é lá em Cuité né E essa é a grande Pergunta Nossa enquanto grupo de pesquisa né como é que nós que trabalhamos sistema de indicadores nós podemos chegar na comunidade trabalhar a cartografia social
e depois trazer essa discussão para que pessoas que estão no planejamento na gestão tem a condição de se basar nesse conhecimento validado dentro da ciência para tomada de decisão Então esse daqui esse é o Zeca que tá lá que muito nos acolheu e era aqui que a gente comia né esse era o nosso fonte de apoio e era da comida que ele plantava né e ele foi a primeira vez que conseguiu pegar um drone na mão pode passar passou um pouquinho Essa é Margarida que é companheira do seu Zeca que é uma das mulheres mais
sorte também que eu conheço são muitas mulheres são muitas mulheres que T muito a nos ensinar principalmente o ser mulher e muito a ensinar aos homens como ser homem mas também ser mulher quando a gente começou a ter contato com a comunidade né a gente já chega numa comunidade que já táa com conflito a CPT já estava lá Claudia Onor já estava lá como centrac eu nem vou falar mais dessa criatura porque essa criatura já tá envolvida até os cabelos o povo procurando ele quando dizia o povo do sindicato já era confusão Então já tava
o conflito armado E aí nós chegamos lá e nós vimos duas coisas nós pegamos um sistema de indicador de sustentabilidade nós tivemos a condição de ter um parâmetro internacional porque é um sistema de indicador que ele tem a condição de ver a situação daquele território antes da ocupação dessas pessoas lá a situação do território com as pessoas presentes executando suas atividades e como essa esse território ele pode sofrer alguma resposta alguma alteração se a gente colocasse lá os Aéreos geradores no modelo Centralizado então é por isso que o nome dele é pressão estado Impacto resposta
e ele é um excelente sistema de indicador para que a gente faça adaptação para ter informações do lugar e não trabalhar só com dados secundários aqueles que a gente já sabe que eles não existem ou quando existem eles são fos porque quando a gente vê aqueles setor citá que Gustavo mostrou aqui antes a gente vê uma configuração que ali Nós não sabemos nem quantas propriedades da agricultura familiar Tem e eles fazem uma junção e quando a gente quer chega já na propriedade de Rose a gente não chega pelo D IBGE Então a gente vai fazendo
uma estimativa então toda estimativa em relação à Agricultura Familiar Se eu disser 30.000 ela pode tá ainda subjulgar ela pode ser muito maior Porque nós não temos a precisão dela como a gente tem a exatidão de uma coordenada geográfica de um aerogerador e outra coisa que a gente viu é que a a partir da cartografia social nós temos condição de elaborar instrumentos como por exemplo a carteira de governança energética Comunitária que nós vamos lançar agora no dia 20 de Maio lá no ccda com a vinda do pessoal lá do Piauí pode passar por favor então
a cartografia social pra gente é essa porta de aproxima ação com a comunidade e é onde a gente vai realmente vivenciar essa comunidade aqui é já a produção né já A análise do sistema de indicadores ele é enorme tá aqui nesse relatório vocês acessando esse k code já chega lá direto né faz o o download e eu não posso deixar de dizer que esse trabalho só foi possível essa produção só saiu porque teve o apoio financeiro da Action porque sen não a gente não teria condição com os recursos da Universidade de fazer esse trabalho aqui
é o movimento né de reunião pass por favor meu Deus do céu como o tempo é rápido chega meu filho ag aqui é o resultado né a gente já encontrou uma comunidade cheia de conflito E além disso com uma denúncia muito séria seu Zeca que tava ali tinha ido pela primeira vez na polícia porque tinha sido acusado de estar causando um dano ambiental e ele era um criminoso ambiental por uma denúncia que foi feita e depois a gente viu que era um brol tamanho do mundo porque era de pessoas que tava querendo acusar ele para
poder as empresas entrar mais fácil então quando a gente começa a analisar a gente vai ver a partir da cartografia eh social que também teve o auxílio do Drone que a gente fez todo papiamento na na da área né com a ajuda de Gustavo a gente viu que 20 anos não houve nem 8% de comprometimento de toda a área que eles T de produção e de reserva legal a reserva legal que on foi falada aqui é aquela dali né que o povo queria mudar de lugar é é uma delas né É porque ess aqui é
brão dois são são três reservas po meu filho bora aqui temp tá acabando aí aqui é umzinho pelas caridade aqui é lá Tá certo essa é uma á e a única Catinga no mundo dentro as catingas é o tipo quro só existe lá e onde estão essas pessoas devendo a unidade a altura e aí são os meus alunos né tudo da cidade nunca tinha ido se lascar para chegar porque esse povo aí perde a produção planta orgânico perde a produção porque a estrada é ruim para eles escoar a produção como é que a gente pode
dizer é que esse povo não pode contribuir economicamente com o p do Brasil ele não tem estrutura e mesmo assim o CPT fez um levantamento aquele povo produz R 32.000 por ano e aí aqui o povo olhando a terra deles no no mapa Então essa cartografia social ela é fantástica porque ela tem a condição de mostrar eles assim de cima de uma de uma visão de avião que pra gente é comum mas que eles nunca tiveram porque nunca voaram não viajaram de avião aqui nesse caso já é um documento também tá publicado tem esse CR
code aí que é o caso a chopado do Araripe a gente for olhar aqui a questão dos parcelas chegando e eles têm um investimento do Brasil e quais são as recomendações que a gente faz então primeiro é o planejamento a gestão né o o estado brasileiro tomar conta do que ser do seu território e depois é que a gente tá vendo que além de recomendar o protocolo de consulta né prévia a gente precisa também fazer mais três coisas porque as três coisas juntas é que vai dar mais força que a outra é é a questão
do do da salvaguarda e a questão da governança Comunitária a governança energética Comunitária porque hoje Você tá vendo que tá tendo pode passar viu tá tendo aí a elaboração por parte do Estado de instrumentos de governança energética mas não inclui a comunidade aqui é um dos maiores desrespeito que eu já vi com a produção de alimento por Parte dessas empresas isso é a linha de transmissão que foi jogado os equipamentos em cima da única cultura que eles T lá que é o PL de mandioca olha o que aconteceu com o plo de manioca acabou por
passaram a draga para poder botar a linha de transmissão pode passando aqui já é na Chapada do Araripe Esse é seu zezito um guerreiro aqui somos nós ind também para lá e lá também nós fizemos eh a cartografia social Isso daqu a reunião com a comunidade ess comunidade quilombola tem nada de respeito a 869 nada isso aí é ficção científica coisa que a gente discuta aqui dentro porque aí não chega mas aí eu aprendi uma coisa com o nego Bispo que eu tive a felicidade de conhecê-lo pessoalmente aí numa dessas reuniões que eu fui que
a governança dentro do Quilombo ela nunca vai ser entendida por nós se nós não formos para dentro do Quilombo para entender como é feita a governança dentro do Quilombo das Comunidades tradicionais e nesse momento ele disse veja aqui tem governança mas aqui na moralidade e eu falei para ele nego bispo e essa é a minha preocupação porque quando a gente sai externamente é o que vale é o papel O que vale é o contrato e a fala de quem tá fora não é a mesma de quem tá dentro a fala de quem tá fora não
vale nada ou vale muito dinheiro e aí ele disse então eu concedo porque tem que pedir a licença inclusive ancestralidade pra gente poder começar esse trabalho aí e só depois dessas bênçãos foi que a gente fez esse trabalho da cartografia e agora a gente constrói essa cartilha de governança energética comunitária A partir de perguntas que é as pessoas fizeram mas elas já estão vitimadas pelas empresas que lá estão passo por favor E aí eu acredito que depois disso eu já vou chegando ao fim que meu tempo esgotou mas eu gostaria muito que o ministério pvo
Federal que todas as instituições de ensino Onde tiver gente de verdade que vocês deixem o coração por que vocês não Leiam as letras com a frieza que o papel imprime que vocês vejam que cada olhar nosso ou de dentro da academia ou de dentro da Justiça aquilo ali vai refletir na vida dessas pessoas que nunca foram convidadas para nossa festa mas agora defender elas é uma questão de defender a nossa própria vida então é sobre isso que essa governança energética Comunitária fala que é essa permissão pra gente juntar força qualificar essas pessoas na nossa linguagem
mas isso não nos dá o direito de desconhecer que qualificados essas pessoas já são Então por agora era isso e eu fico à disposição