Então, boa noite a todos. Estamos aqui todos no Brasil dessa vez, né? Então, é boa noite mesmo pra gente que tá aqui conectado hoje, nosso penúltimo encontro dessa formação, dessa série de encontros sobre gestão de empresa, projetos e obras. E nesse quinto encontro, a gente vai falar sobre o processo de gestão e gerenciamento das obras, que é uma coisa complexa. Quem não tem experiência eh passa muito aperto, como eu tava dizendo Nesse preâmbulo aí, eh foge um pouco o controle da gente se a gente não tiver preparado, não tiver com materiais, documentos e não tiver
seguro do que a gente precisa fazer e do passo a passo que isso precisa acontecer. Então, no encontro de hoje, a gente vai falar sobre as principais responsabilidades, as principais atribuições, as principais tarefas e demandas que a gente precisa ter atenção para prevenir ou mitigar os nossos riscos e os nossos erros. E se porventura acontecer algum problema mais sério ou mais grave, a gente conseguir contornar, ajudar, resolver e se precaver também de eventuais problemas que possam ser decorrentes de um acidente ou de algum problema mais sério no campo da obra, não? Então, eu quero agradecer
todos vocês que estão aqui hoje reunidos. tem mais gente chegando e a partir de agora a gente vai dar início oficial, então, a esse encontro. Eu quero saudar todos Vocês e saber como cada um tem passado essas semanas para que cada um possa fazer um um breve relato aí sobre como tem passado, o que que tem refletido, se vocês têm conseguido fazer as atividades ou não e como que tá sendo isso. Se cada um ou quem sentir puder fazer uma fala breve, aí a gente vai agradecer muito. >> Opa, boa noite. Eh, quero fazer só
um comentário aí referente a a todo o conteúdo que você tá passando. Eh, eu comecei, montei as As pastas do com todas as a as sequências da administração, RH, financeiro, e aí comecei criar todo esse esse conteúdo e separar por pastra como é que você como você foi orientando aí no no decorrer do curso e tenho refletido bastante eh sobre manter esse esse esse padrão, né, para ficar coisa organizada. uma coisa eh bem elaborada e não fugir muito desse foco. Tô achando muito interessante o curso, tá me dando bastante base e eu tô achando legal
isso aí. Certo? Obrigado, Reginaldo. Tem alguém que tá conseguindo já aplicar alguma coisa do que tá acontecendo? Por exemplo, a gente faz o encontro e de repente acontece alguma coisa que vocês falam: "Nossa, a gente aprendeu isso, a gente conversou disso no outro encontro, teve alguém que já se deparou com alguma Situação real e pôde aplicar alguma coisa?" Não deu tempo ainda? >> Salve, Léo. Salve a todos. Boa noite a todo mundo aí. Eh, a gente aqui, né, no na gente do bambu aqui, a gente tem, eu tenho uma tava numa assim, entramos numa execução
de três obras ao mesmo tempo, eu fazendo uma aqui na Bahia, outras duas rolando, né, uma inclusive que era uma reforma de uma obra que a gente já tinha feito. E aí esses 15 dias, assim, foi engraçado que ficou meio pacato de novos contatos assim, né, nesses últimos três semanas aí. Mas ao mesmo tempo, três obras rolando ao mesmo tempo, né? Eu aqui nordeste, o pessoal Brend entregou uma obra hoje, ontem, né, também que a gente fechou junto. E essa parte de de gestão remota, assim, compras, tudo assim, né? Deu para ver o quanto que
a gente, eu, né, dentro da minha organização, já tem de caminhada, Né, já tem de muita coisa organizada, de muita apresentação, orçamento, muita coisa, eh, que já tem uma caminhada, mas ao mesmo tempo quanto que tem tenho visto quanto que ainda tem para caminhar, né, para aprimorar os processos, né, dentro desses procedimentos aí que você tem aposentado. E é isso, né? Eh, esses dias eu pensei: "Ah, não tem entrado nada, tá meio pacato, o que que será que tá acontecendo aí de três dias Para cá?" Um monte de contato de obra grande, de coisa grande
aí. Opa, pera aí. Então, tem estamos com a oportunidade aqui de pôr em prática, né, as mitigações de riscos, né? Forma de apresentar as coisas aí com bastante eh segurança assim, né? Então é é a hora agora, né, de pôr pôr em prática mesmo esses esses movimentos assim, né? Cada dia é um novo oportunidade, né? >> Três obras ao mesmo tempo, dá para dá Para arranjar muita coisa aí para muito pano paraa manga, como diz o outro, né? É isso aí, gente. A Camila do Ebil Bambu tá fazendo parte dos encontros aí junto com o
pessoal do coletivo do Bambu, pessoal. >> Não, não, não tá não. Camila, eu conheço ela, minha amiga também, mas nem cheguei a chamar não. >> Ela tá no grupo aqui querendo entrar na aula. Vou, se ela clicar aqui para entrar, eu vou, vou permitir que ela Entre. Vamos ver. >> Sim, >> a Ariane já mandou o link aqui para ela. Legal. Então, eu vou eu não vou fazer não vou antecipar a pergunta porque a pergunta que eu ia fazer para você vai ser uma pergunta que vai servir para todo mundo numa atividade que a gente
vai fazer ao longo do encontro, né? Na verdade, bem na parte inicial já. Eu vou compartilhar uma tela aqui só para eu poder eh me embasar aqui e Seguir com a com a apresentação. A Raíça Gramach também tá querendo entrar. Mas é basicamente pra gente fazer aquela atividade que a gente costuma fazer, que é a atividade do IAI, não, que é uma forma de revisitar o nosso quarto encontro, revisitar aquilo que a gente falou no encontro passado ainda. Então, tem a cola aí para vocês, mas eu queria que a gente pudesse falar um pouco do
que que vocês lembram. E isso Serve para ver aquilo que foi mais importante ou aquilo que teve mais aproveitamento para vocês. Então, quem lembra um pouco rapidamente do que foi o o encontro da semana passada, onde a gente falou da parte dos projetos, não? E a gente vai fazer aquela brincadeira lá, alguém fala e e termina a sua frase falando e aí e a outra pessoa dá uma continuada sem pressão, sem sem crise, mas quanto mais pessoas puderem falar, mais a gente vai resgatar na memória o Que aconteceu. Então eu vou começar falando que na
semana passada, que foi dia 25 de julho, a gente teve o nosso quarto encontro da nossa formação que foi sobre gerenciamento de projetos. E aí passou, né? Ninguém tá lembrando. Quem vai lembrar? Dá para dar cola aí da da lousa, pessoal. Um minuto eu falo. >> Beleza. Eu a gente mostrou algumas metodologias para poder gerenciar Projetos como usar ferramentas como MS Project, o Asana o Elephant, o Trelo. A gente falou também de uma planilha chamada de 5W2H, que você pergunta quem, quando, como, quanto, onde. E você vai preenchendo isso para você poder destrinchar essas etapas,
não? A gente falou também sobre as diferentes etapas que podem ser sequenciadas ou elas podem estar encavaladas também se você eh souber delegar ou tiver atividades com pessoas diferentes. Você Pode estar realizando atividades simultaneamente, como, né, uma pessoa tá planejando, enquanto a outra já tá acotando alguma coisa ou fazendo contato com fornecedores. A gente falou também sobre as etapas e os grupos de entrega de cada etapa de projeto, não? Quem lembra um pouco disso? E aí, vamos dar uma animada, galera. Vamos dar uma animada. A força vai acabando. >> E aí, vocês estão me ouvindo?
Vocês me ouvem? >> Sim. >> Quem tá falando? Raíça, liga a câmera aí, Raísa. >> Isso. Eh, e aí a parte também de destrinchar assim as etapas de serviço para, enfim, tanto cobrar quanto, eh, saber direcionar, né, quem vai fazer cada coisa e tal. E aí? E aí o Léo mostrou pra gente um pouco de como ele faz essa orçamentação, né, de cada serviço. Apresentou uma planilha onde ele conseguia apresentar cada etapa dos serviços, quem seriam as pessoas envolvidas, quantas horas seriam dedicadas para cada uma dessas etapas e e precificando, né, conforme o valor da
hora de cada de cada um, né, ou de cada profissional. E no final você tem como eh encontrar, né, um preço base. E a gente linkando Também com a aula de finanças, lembrados de fazer, né, o que a gente sabe que chama, né, grosise up para botar o valor dos impostos dentro desse valor que tem que ser um valor líquido no final e também entender que ah você tem uma previsão de gasto dessa hora, depois você tem que ir comprovando esses gastos de horas através da gestão de do desse mesmo projeto ou de projetos anteriores
para que você tenha eh a confirmação ação, né? Pô, vendi a quantidade de Horas certas ou vendi hora de menos e gastei muito mais horas. Então, isso é um pouco do exercício, né? E aí? E aí que eu vi que eu não sei escrever elephant, tô ajustando aqui ao vivo. Quem sabe faz ao vivo. [roncando] Essa é uma das ferramentas. O Rafael Zan gosta de usar um pouco Trelo, né? Não sei quanto que tá usando ainda, né, Zan? Mas usou o trelo no começo aí do nosso do nosso trabalho? Não, >> eu sigo usando Trelo.
Eu gosto muito da ferramenta, principalmente pela parte dos checklists. Me dá uma paz de espírito botar os checklists e ticar eles e ter a resolução do processo. >> Boa. Eu vou passar um slide aqui porque a gente também e aí foi falado também sobre as etapas, não? Muitas das vezes a gente não sabe até onde que eu tenho que ir no detalhamento de uma entrega de um projeto. E às vezes eu tô falando que tô Vendendo um projeto executivo e tô entregando um antiprojeto ou tô fazendo um projeto eh muito detalhado e cobrando como se
fosse um estudo preliminar. Então, a gente falou um pouco isso, isso é muito importante, até porque a gente consegue eh comparar qualidades de projeto. Então, eu vou falar um caso, né, sem me alongar nessa parte, mas um caso do que eu tenho visto aqui na prefeitura, como eu recebo muitos projetos de muitas Naturezas, de muitos projetistas distintos, eu consigo ver hoje com muito mais clareza eh a a disparidade que existe entre os projetos. Então, um cara tá falando que tá entregando um memorial descritivo de um projeto que vai paraa obra com duas páginas, três páginas,
enquanto o outro tá mandando a mesma coisa com 20, 30 páginas, né? Um cara faz, vai falar que vai fazer um sistema de tratamento de esgoto com possa, filtro e sumidouro e faz uns retângulos Assim, como se fosse um bloco e falar: "Isso aqui é a fosse, isso aqui é o filtro". Mas não tem detalhe de altura, de cota de cano, dimensionamento dos canos, nem de nada, altura útil, tal. O outro já coloca até o T de esgoto lá dentro que ele pega de um bloco, de algum lugar e tal. Então isso serve pra gente
também ter eh eh uma um nivelamento da qualidade dos trabalhos, não? Se você vende alguma coisa, você espera que aquilo atinja o nível de Qualidade eh daquele trabalho que você vendeu, que precisa chegar naquele lugar. Outro dia mesmo eu também vi um projeto que tava no carimbo da prancha como se fosse um projeto básico e aquilo para mim ainda era um estudo, era como se fosse assim, ó, eu tô mostrando pro meu cliente mais ou menos onde vai ficar as coisas ali, mas não dá para você dizer que aquilo é um projeto básico, que já
vai virar um projeto executivo, de repente já para ir pra obra. era uma Coisa tão inicial, tão eh simbólica, era mais um desenho esquemático, alguma coisa representativa e a pessoa tá vendendo aquilo como um projeto básico, não? Então, até pra gente enquanto profissionais e pessoas que quer querem melhorar, senão vocês não estavam aqui hoje, se você pega um outro cara, pega um projeto seu assinado como um projeto básico, um projeto executivo e vê que aquilo tá muito a quem da qualidade ou Da necessidade da especificação que um projeto precisa ter, eh, isso acontece comigo, porque
eu hoje pego um projeto desse falando: "Gente, isso aqui tá muito ruim, tá muito básico. Não tem como o cara pensar em ir para uma obra com um projeto que ele tá dizendo que é um projeto executivo, que não tem uma cota, que não tem um um nível, que não tem um uma medida precisa daquilo, >> porque senão vai chegar na obra e vai Sobrar para quem? No nosso caso aqui, no nosso grupo, vai sobrar pro Reginaldo, que é um construtor, é um executor, ou vai sobrar pro Brendo, pro Pedro, pro Leco, pro pra galera
do bambu. É porque eu imagino que muitos dos trabalhos que eles executam são projetos e trabalhos deles mesmos, não? Mas se você faz um projeto que vai passar para outra pessoa executar, e é isso que a gente vai entrar hoje, eh, pode gerar problema. E sem me antecipar, mas já indo pro nosso Último encontro que vai falar dos aspectos jurídicos de novo, né, linkando com o primeiro encontro, quem vai pagar o pato? Se você não tem um projeto bem elaborado, bem detalhado, e vai para uma obra e o cara executa um negócio fora ou executa
errado e dá um problema do tipo, o cara dá uma descarga na privada e o esgoto não vai embora porque aquilo ficou com caimento errado ou não tinha um detalhe mínimo necessário pro construtor Entender o que que tinha que ser feito. Quem vai pagar o pato dessa reforma? Quem vai quebrar o piso ali que acabou de ser feito no passeio em volta da casa para refazer aquilo? Alguém vai refazer, beleza, mas quem vai pagar por isso? Então, tudo que a gente foi falando desde o primeiro encontro vai culminar com isso, com a sua segurança, com
a sua tranquilidade e com a qualidade de você deitar à noite e dormir com a cabeça tranquila no travesseiro, dizendo: "Meu, Eu tenho um bom projeto, eu tenho um bom pacote de projeto e isso pode ir pra obra e eu tô tranquilo, tô seguro com isso, porque senão você vai ficar com a pulga atrás da orelha E você sempre vai ficar com aquele pensamento tipo, meu, tomara que não dê problema, tomara que não dê zica, tomara que dê tudo certo, mas sem saber se deu certo ou não, porque pode dar errado. Seja porque você não
teve um projeto de qualidade, seja porque você não vai acompanhar ou não Vai gerenciar a obra ou não vai executar aquele serviço. E aí depois de 2, 3, 5 anos acontece alguma coisa, o cara vai te ligar e você não vai nem entender o que que estava acontecendo. Isso já aconteceu com a gente há muitos anos atrás, quando acontece algum problema de anos depois e você vai resgatar o teu próprio projeto e você fala: "Nossa, realmente olhando hoje o que eu fiz há anos atrás, não tinha como ter clareza, não tava nítido, não tava óbvio,
não Tava claro o que deveria ter sido feito. E ali gera um ponto de dúvida, de confusão, que se eu não tiver bem resolvido isso, o empreente, o mestre de obra, vai resolver da cabeça dele aquilo. Pode dar certo e pode dar errado também, não. Então isso é uma coisa que a gente não quer que aconteça. A gente tinha deixado algumas atividades para que vocês possam fazer, né? Eu sei que uma semana de intervalo é é muito curto, mas isso é pro próprio Desenvolvimento de vocês. Então, quem quiser, quem teve tempo de fazer, muito legal,
a gente tá disponível para poder revisar, tirar dúvidas e somar com vocês no trabalho de vocês. E quem não teve tempo ou não teve condição, fica a tarefa aí que, como eu disse, é pro pro próprio benefício de vocês, para vocês lembrarem e aos poucos poderem ir fazendo isso também. Eh, lembrando, e a gente vai mostrar mais documentos aqui, que a gente tem Esses pacotes de documentos todos prontos, todos mastigados, todos eh organizados e automatizados, justamente para facilitar o trabalho de quem tá começando nessa intenção de vocês têm que fazer a empresa de vocês andarem
e não dá mais tempo de ficar investindo ou perdendo tempo criando tudo isso do zero. Vocês podem aproveitar o que a gente já fez de tantos anos revisando e melhorando e aprimorando esse tipo de material para já partir daí para vender, Daí para projetar, daí para ir para uma obra, sabendo que vocês têm um respaldo, tem uma segurança por detrás de documentações, de contratos, de papéis que vão ajudar vocês a gerenciar tudo isso que a gente tá falando, né? já fazendo um um uma amarração desde os primeiros encontros, sabendo que vocês têm planilhas que formam
preço bem organizadas para vocês não perderem dinheiro com as propostas, a os próprios modelos de propostas, a parte da gestão Financeira, de marketing, de estratégia de tudo isso e depois modelos de esqueletos de memoriais descritivos, de cálculo, de planilhas, de materiais pros projetos. E hoje a gente vai apresentar mais algumas coisas já falando das obras. E na semana que vem a gente vai falar sobre a parte do jurídico, né, que é uma parte que é muito complicada, assim como a parte contábil de contador, é uma parte muito difícil, que a gente não foi preparado nisso,
nem na escola, Menos ainda na faculdade. E a gente teve que remar muito nesse aspecto, gastar, investir muito dinheiro nisso tudo pra gente ter segurança do que a gente tá falando, do que a gente tá fazendo e não cair em silada, né? Tem mais gente chegando aí, Guilherme, a Dezir também chegou aí também tá todo mundo dentro da sala. E aí para de fato chegar no tema de hoje, né, esses primeiros 20, 30 minutos, sempre a gente tem feito essa Recapitulação aí também. E e hoje então é o encontro que a gente vai falar de
gerenciando obras. Então, eh, eu não se eu sei que a maioria de vocês faz isso, né? Porque a Thaís e a Ariane, eu sei que são mal na massa também. O pessoal do bambu não tem nem o que falar, né? Creio que eles também arrepiam aí também o pessoal da terra também, vira e mexe tá lá gerenciando obra ou até executando também. E o Reginaldo é o cara que faz menos projeto e vai mais pro Mão na Massa, mas mesmo talvez sem ele ter os projetos, quando a gente fornece os projetos para ele, eu sei
que minimamente ele tem algum rascunho, alguma coisa que ele faz ali quando ele já pega a obra para começar, ele minimamente tem que ter algum planejamento ali de projeto para economizar tempo e garantir que a obra dele não vai dar errado também. E aqui eu vou trazer um exemplo engraçado para começar, né? Mas é tipo assim, ah, a Obra vai começar na segunda-feira, aí você vê no domingo o cara, o cara tá lá na praia, tá curtindo uma onda, tá lá em Parati Miririm, lá no Poço da Cajaíba, tá no Bonete lá de Ubatuba, o
de Ilhabela, domingão fazendo um rolê e segunda-feira vai começar a obra, né? E os caras estão lá curtindo. É o trio aí, ó. Eles não estão nem aí pro que pr pra obra que vai começar segunda. Ou tão, né? Você pode ter esse momento de Espairecer antes de um momento estressante, de começar uma obra, ao mesmo tempo, essa sátira aí quer trazer eh o o o alerta para tipo, meu, não dá para você tá eh fazendo nada e se preparando para começar uma obra no outro dia, 5, 7 da manhã, né? Então, a importância dessa
dessa brincadeira aí, eh, é se preparar. Isso. A Thaí já tá aí mandando aí, se tiver tudo organizado, beleza, senão não dá para ir, né? Por quê? Porque você precisa se preparar Para começar uma obra. E como eu disse anteriormente, você tem que estar seguro para poder começar uma obra, sabendo que você tá com tudo em dia, né? O que que é tá com tudo em dia? é se organizar, ter, por exemplo, eh, cronograma da da sua obra em mãos, né? Você tem que ter os materiais, tem que estar na obra. De repente, imagina, você
começa uma obra na segunda, aí você chega a segunda lá e aí vamos começar. Ué, cadê o cimento? Cadê o bambu? Cadê a maquita? Ah, não Sei. Ah, vamos ter que voltar para casa lá buscar. Já começou a a ineficiência ali, né? Então, as ferramentas, os EPIs, tem que dormir cedo também, não consumir álcool. É isso aí, né? Tem que ter alguns cuidados para você poder pensar em começar uma obra, né? Você tem que ter combinados também. Então, tipo, quem vai, que horas tem que chegar, senão às vezes o cara da obra quer chegar às
7 da manhã, o lugar só abre às às 9 e o engenheiro vai começar a obra, o Engenheiro só chega às 10. Aí a galera já tá lá das 7 às 10, já começa a obra, já tá todo mundo lá parado esperando, ih, ó o bonitão, chegou 10 horas da manhã na obra, né? Já ficamos ali quase meio período sem fazer nada. Obra, a galera gosta de chegar cedo. É ou não é, Reginaldo? Chegar cedo na obra podia render, né? É isso aí. Então, se você não se preparar, a obra já vai começar toda ao
contrário, né? E boa parte do começo da obra é Justamente preparar, organizar. Então aonde os materiais vão ficar armazenados. De repente chega lá um caminhão de brita, vai chega 15 toneladas de brita lá para você fazer alguma coisa, um um contrapiso, radiê da casa lá. Onde vai ficar esse material? Ah, não sei. Joga aí. Aí depois do da brita chega o cimento. O cimento tinha que ficar no lugar guardado lá embaixo de um telhado. Aí o cara já jogou a brita aqui na frente. Cimento não tem Como passar mais. O caminão do cimento já não
chega porque ficou longe. Quem vai carregar o saco de cimento? Então sabe, diversas coisas, né? E no momento da pandemia que tinha que estar todo mundo longe um do outro, eu tinha que fazer mapa de obra de acesso à obra por causa do Covid e da pandemia. As pessoas que moram tem que entrar por aqui, a equipe de obra tem que ir por lá. Eu fazia mapa de calor, mapa de risco, tipo, ó, os pedreiros não podem vir para Cá porque aqui é onde estão as pessoas idosas, aonde entãoonde as pessoas cruzavam com os outros
na obra, era uma área de risco. Então aqui não dá, eu tenho que isolar áreas da obra. E se eu tiver que pô tapume nos espaços, se eu tenho um monte de velhinha, de senhora, de mulher que dorme, toma banho, se troca, os pedreiros vão ficar passando na janela delas lá vendo a tiazinha tomar banho ou se alimentar, sei lá, não dá, né? Então, uma série de preparações Que tem que ser feitas para você pensar em ir para uma obra. Aqui é outro caso, né? o segundo caso. Então vamos começar a obra na segunda. Você
vai ver e falar: "Tá bom, cadê o projeto?" O cara traz aquele papel de pão, aquele guardanapo lá, todo rabiscado falando: "Tá aí o projeto, ó, ali vai ser a cozinha, ali vai ser a sala, né? Como que você vai para uma obra com papel de pão rabiscado lá para pensar e qual a chance de dar certo Isso, né? Pode dar certo, mas é mais fácil dar errado do que dar certo, né? Esse aí é clássico, né? A janelinha do cara lá ficou bem boa. Essa aqui é a ponte, né? O cara vai lá, constrói
a ponte, chega lá na hora no final. E aí, como é que resolve agora um problema desse, né? Não, não, não casou a ponte, não chegou, encontrou uma com a outra. E esse caso da escada aqui também, que isso aí acho que virou meme há muitos anos atrás, né? O cara foi lá, construiu A escada, ó. Como é que ficou a escada? Quem consegue reparar o problema da escada? Ou tá normal essa escada aí, né? O cara para subir a escada já tem que se matar, se tem suicidar, fazer um rapel ali. Só o Benjamim,
meu só que é bom de escalada, ia conseguir subir pro outro andar lá, essa escada aí. [risadas] Então, eh, é importante, né, pensar em tudo isso. E aí, para Entrar no assunto de fato e trazer de vocês a as informações, fica essa pergunta. E, na verdade, essa pergunta é só uma pergunta disparadora para uma atividade que a gente vai fazer. Eu vou explicar como que a atividade vai funcionar. prepara para dividir as salas aí para mim, por favor, com três pessoas por sala, vê quantas salas, acho que vão dar três ou quatro salas aí. Então,
a pergunta, a primeira pergunta é: como que vocês costumam Fazer com as obras de vocês? Mas vai ter uma dinâmica envolvida com aquelas atividades de grupo, mas hoje vai ser um pouco diferente. A gente vai ter uma atividade de 20 minutos aí, no máximo 30 de novo, né? Eu vou cuidar do tempo, uma pessoa vai cuidar das memórias e vai ter aquela pessoa que não vai deixar ninguém xingar o outro, falar que o outro é burro ou sei lá o quê, né? Mas essa atividade é a chamada de World Café. Eu não sei quem já
ouviu falar de World Café. Alguém já ouviu falar? Thagão, Rafanão, Thís tá olhando, galera tá chegando. Então, Word Café é uma é uma atividade de grupo, uma atividade aonde você consegue fazer a colheita de uma reunião a que quando você tem muitas pessoas. Aqui a gente não tá em muitas pessoas, mas fica o exercício. Então, se você tem uma reunião que você tem um tempo limite aí de uma hora para fazer uma reunião e você tem 150 pessoas numa sala, como que você faz uma reunião ser Produtiva, aonde você vai ouvir todo mundo, aonde você
vai eh eh ter a colaboração de todos em pouco tempo? Então, essa dinâmica do Word Café serve para isso. Qual que são as regras de um Word Café? Vocês têm que, que a gente chama de etiqueta do Word Café, né? Vocês têm que focar naquilo que importa. Você vai falar, vai contribuir com seus pensamentos, com as suas eh ideias. você vai falar também através da sua mente e do seu coração. Você precisa escutar de Fato para compreender aquilo que os outros querem eh te passar de informação. Deixa eu só fazer uma movimentação aqui. Você precisa
eh de fato ouvir, né? É escutar. Então a pessoa fala: "Ah, nossa, hoje meu dia foi cansativo". A outra fala: "Ah, legal. Não, legal não. Tô dizendo que meu dia foi cansativo, né? Então, de fato, escutar aquilo que a pessoa tá querendo dizer, conectar ideias. Então, lembra, a ideia, uma Ideia nunca é ruim, uma ideia sempre colabora com a do outro. Então, de fato, ligar e conectar essas ideias, escutar e ter o os insightes para questões mais profundas, até nesse caso, a gente vai focar na obra, brincar, desenhar. Vocês podem escrever aqui, não tem toalhas
de mesa porque a gente tá no meio digital, né? E se e divertir também. Então, na obra sempre tem piada, sempre tem brincadeira e tudo mais. E vai ter um diferencial, uma pessoa do grupo, ela Vai ser o que a gente chama de anfitrião. Então, na hora de rodar os grupos, a gente vai fazer aquela mistureba de grupos na segunda rodada, mas uma das pessoas vai ser a responsável por ser o anfitrião, vai ser o guardião das memórias. Então, quando vocês chegarem no grupo, vocês vão ter que decidir quem vai ser o anfitrião, quem vai
ser o guardião da memória. E essa pessoa é a única que vai tomar nota de tudo. E os outros vão falando, vão Compartilhando, vão cocriando ali. Quem é o anfitrião também dá suas dicas, mas o anfitrião tem o papel especial de ser o cuidador daquilo que vai ser discutido naquele grupo, né? ele vai lembrar e anotar tudo que tiver acontecendo, as principais descobertas, as principais ideias, né? Quando os grupos rodarem, essa pessoa vai continuar e quando as outras pessoas novas chegarem naquele novo grupo que se formar, o anfitrião é o cara que vai Falar: "Olha,
na primeira rodada a gente falou disso, disso, aquilo a gente tava discutindo isso, isso, aquilo e aí a conversa continua para para aquele raciocínio não se perder, tá? Todo mundo entendeu até aí? Vamos ver na hora que que a sala encerrar a primeira rodada como que os anfitriões vão ficar na sala. Talvez os anfitrões tenham que lembrar qual foi a sala que você tava e aí você vai ter que sair e voltar para aquela sala ou o Rafael Zan. Você pode mudar as pessoas. Você fala pras pessoas, você empurra as pessoas para outra sala e
mantém o anfitrião. A gente só vai ter que saber em qual sala quem é o anfitrião. E aí o Zan vai ter o nome das outras pessoas, ele ele joga as pessoas paraas outras salas e mantém o anfitrião na sala, você entendeu? E aí a gente vai ter esses 20 minutos e vai ter duas perguntas disparadoras. E agora eu vou mostrar a primeira pergunta e vocês já vão se preparar para ir paraas salas, OK? Então, a primeira rodada da primeira pergunta é: gerenciando uma obra. Quais são as ferramentas? as ferramentas que eu digo assim, os
métodos, os documentos, qual é o tipo de preparação prévio que você faz antes de chegar na segunda-feira e começar uma obra? Então, que tipo de papel você leva? Que tipo de documento você tem que organizar, que tipo de Coisa você tem que ter atenção, o que tipo de pré-produção tem que ser feito do jeito que vocês fazem hoje para ou tocar uma obra ou gerenciar uma obra. Todo mundo entendeu, Zan? As salas estão prontas aí para soltar o pessoal lá? Três salas prontas aqui já. >> Perfeito. Então, lembrem de quando entrar decidir quem vai ser
o anfitrião da mesa, o cara que vai tomar a nota das coisas. E boa atividade. Foquem na Primeira rodada. Bom ouro de café para vocês. Vamos lá. Quem já tiver recebendo o convite aí, pode ir clicando para somar nas salas e boa atividade. Aí, pessoal, deu certo porque eu fui para três e não tinha ninguém. >> Não entrou aqui o Brendo, nem a Raíça. >> Exato. É a Raíça, Ariane e Brendo. O Brendo entrou. Raíça, pode se jogar para lá. >> Entrou agora. Ariane entrou agora. >> Como é que eu entrei, não tinha ninguém. Agora
como é que eu volto para lá? >> Zan, você consegue? Ah, eu não sei se vocês estão me ouvindo. >> Sim. >> Ai, você aqui. >> Join break. Achei. Achei. >> Join breakout room. Foi todo mundo. A Raíça tá indo já, né? Aí foi. >> Ô, valeu, mano. Valeu. Essa ajuda aí é importante, que às vezes eu não consigo resolver tudo sozinho a mesmo tempo. >> Tranquilo. Depois eu pego aí com eles daqui a 20 minutos quem que são os anfitriões. >> Exato. Tem alguma tem alguma solicitação aqui? Ah, não. Você tá aqui, Ana sign,
mas é claro, você vai ficar aqui. Vamos fazer, então. Vamos anotar agora. Daqui a gente faz a a troca de rodada, Porque daí 20 minutos é a atividade total. E aí quando dos 10 minutos até os 20 a gente lança a segunda pergunta para eles, tá bom? >> Tá. Vouar 10 minutos aqui, então. >> Tá. que aí porque vai ter 20 minutos de tudo, depois mais eles falarem o que aconteceu e tal, aí a gente faz, fecha em 30 minutos, né? 750 quase. >> Tem que ter um buffzinho aí da mudança Das salas também >>
que eu vou entrar perguntar. >> Você consegue ver que tem um lugar assim, né? Move to tal. Aí você pega e joga o cara pra outra sala e pega o da outra e joga pra outra. faz uma mistureba aí, uma miscelânia. O importante é só a gente saber quem que quem que vai tá de anfitrião de cada sala, né? Sim, mas >> se for o caso, você consegue ver de entrar para você aparece exam, tipo, Join, dá para você entrar na sala, você consegue ver isso para você ou não tem? Tem a opção join. >>
Exato. Aí você consegue join numa sala e depois você se join na outra. E e dá para fazer isso só para você entrar e falar: "Gente, quem que é o anfitri da sala?" Aí você toma nota aí em algum papel, alguma anotação sua aí e sai de novo. Só cuidado para você não se excluir da dessa sala mãe aqui, sabe? Só sai do breakout room, volta pra sala Mãe, aí abre na janelinha, entra na outra pra gente não cuspir o anfitrião da sala. Eu acho que é mais fácil até o broadcast message. Vou botar aqui
quem são os >> Eles. É que eles não conseguem, eu acho. A gente que é host manda para todos, mas acho que eles não conseguem devolver a mensagem para nós. >> Ah, eles não respondem. >> É, eles vão só ver, tipo, falta 5 minutos, aí eles conseguem ver, mas eles não conseguem responder pra gente, >> não conseguem devolver nada. É, não consegue. >> Tá, vou entrar aqui então. >> Ainda bem que eu vi que você mandou. Não, estou como cohost, eu esqueci de fazer isso no começo. Valeu. Eu vou parar de compartilhar a tela aqui
também um pouco. >> Boa. Deixa eu ver aqui se eu consigo entrar, >> tá bom? Peguei a primeira, desirer. Vamos ver na outra. Portugu E aí, Zé? Tô aqui. >> Quem que tá de anfitrião aí? >> Colocaram a Thaí. Na outra tá deserrei. Vamos ver agora nessa aqui. Legal. Eu saí quer porque o negócio ficou na frente da tela aqui e eu fui fechar achando que ia fechar. Sabe quando você não lê e tipo só acha que é OK e tá querendo ouvir? Eu perdi depoimento do Thago, pô, o restinho que ele que eu tava
contando. >> Calma, vai dar tudo certo. Sacanagem, [risadas] >> pô. Isso é um bom sinal. Sinal que tava bom o Paco. >> Tava, tava >> tava massa. >> Legal. O pessoal tá voltando aí. Vamos deixar todo mundo voltar. Demora um pouquinho mesmo. Deu para conversar ou foi muito pouco tempo? Sempre é pouco tempo, eu sei, né? Mas como foi? >> Deu para conversar? Legal. >> Deu, pô. Foi bom. >> Legal. >> Foi até vontade de conversar mais. >> É, >> é >> quando a gente viu já, já quicou todo mundo da sala. Eu tô contando
a parada pro Reginaldo. Aí a raiz saiu. [risadas] [limpando a garganta] >> Pena que eu tô sem vídeo e sem microfone. Pô, Ariane, como é que você tá fazendo, Ariane? >> [risadas] >> Se preparar, pessoal, para atividade. Microfone. A próxima vez a gente a gente vai fornecer um kit, um microfone, um fone para cada participante. É um brinde que a gente vai dar pros participantes. Que vocês acham dessa ideia? Aqueles do metrô que o cara vende no metrô cincão. [roncando] [limpando a garganta] >> Tem que dar um notebook completo, um, >> né? É isso aí.
Todo mundo voltou? Voltou, Né? É isso aí. Eh, então agora a gente vai fazer o seguinte da atividade, que é para concluir o Word de Café. justamente o o barato dessa atividade é que você imagina numa reunião de novo com 150 pessoas, se cada um quiser falar um minuto de como foi a reunião, você já ficou 2 horas fazendo essa brincadeira. Então, de café é isso. O anfitrião agora, cada anfitrião de cada sala vai ter um, 2 minutos aí para falar e em 5, 6 minutos a gente vai Fazer uma colheita geral de tudo que
foi discutido ao longo desses 20, 30 minutos que a gente ficou juntos. E isso é interessante porque já fica para vocês uma ferramenta também de uma atividade quando vocês forem fazer tarefas de grupo. Então, quem foi o anfitrião de cada sala? O o Rafael anotou aí, eu eu, se eu não me engano, era Desir numa sala, a Thaís na outra e alguém na outra, não me lembro mais. Então agora essas três pessoas vão se pronunciar aí, Vai uma de cada vez e vai falar o que que aconteceu assim o o suprassumo, né, o ápice do
da rodada de vocês. E aí vocês podem, se quiser falar, ah, na primeira rodada foi essa, na segunda foi aquilo, mas também se quiser fazer um compilado geral também tá valendo, tá bom? Fica à vontade, quem quiser falar, eu só vou compartilhar a tela, porque daí eu vou tomar nota do que aconteceu e todo mundo vai poder eh ver aquilo que foi discutido e vai ficar uma memória Aqui do nosso encontro. Vocês estão vendo a tela? Então vamos lá. Quem vai ser primeiro? >> Eu vou começar então. >> Taís. >> Aham. Pode ser. Então, a
primeira questão que era quais são as ferramentas e preparação prévia antes de começar uma obra? É para falar a lista mesmo, né? O que a Gente anotou, né? >> O que você achar melhor, da maneira que você achar melhor. De repente você fez um desenho aí no pain brush, sei lá. >> Não, eu sou a mina das listas. [risadas] Beleza? >> Então vai eh de ferramentas a gente ou materiais, né? né? A gente pensou em plotar as plantas do projeto, um plano de execução da obra, tipo que vai fazer, quais as etapas, quais os dias,
quais as ordens, Eh lista de ferramentas, lista de vestimentas e EPIs, mantimentos, então, tipo comida, água, dinheiro, físico, porque pode não ter internet, pode, sei lá, qualquer coisa, né? Eh, checagem do veículo, materiais para a mecânica do carro, kit de primeiros socorros para caso de acidente. E na preparação eh antes da obra, seria uma reunião de estudo do material, de Estudo do projeto, do plano e tal, checar a previsão do tempo, estudar o itinerário e confirmar com toda a equipe, descansar, combinar quem vai levar os equipamentos. Descansar. Ah, beleza. >> Combinar quem vai levar os
equipamentos e materiais e combinar coisas do dia a dia. Eh, quais os banheiros os Prestadores vão usar, qual fonte de água potável, se vai ter café, como vai ser o almoço, se alguém vai cozinhar, se tem que levar marmita, se tem restaurante de perto, essas coisas. >> Muito bom. Isso foi só da primeira ou já foi de tudo? >> De tudo. >> Legal. >> Tem mais algo que você queira completar Ou foi? >> Não, acho que tá bem suscinto aí tudo que eu faria também. >> Muito bom. Muito bom. Quem quem vai dar continuidade aí?
Quem vai dar sequência? Só os anfitriões falam isso nesse momento. Só eles falam mesmo. Sou eu. >> Manda bala. >> Sou eu. >> Hum. Falar um pouco. É, eu acho que não sou muito repetitivo, mas eu achei legal que eu acho que todo mundo pensou coisas Parecidas, né? Então acho que a gente tá, né, num caminho, enfim, bom. Mas resumindo o que a gente falou, né, na primeira e na segunda parte, a primeira seria realmente fazer um checklist antes, fazendo dos materiais, das ferramentas da alimentação, né, eh, e como seria essa logística, quem é que
vai levar, onde tá, onde vai guardar também levar o o plano, o projeto, né, e o cronograma também impressos. E a gente também discutiu sobre, por exemplo, levar um computador, dependendo do lugar da obra, etc e tal, né? Se tem um barracão, porque para quem faz o gerenciamento e as medições, hã, a discussão das etapas da obra. E o que eu achei bem legal foi que também teve um certo momento, tipo, já nesse primeiro dia, na segunda-feira, que mas só que ser esse primeiro dia de reconhecimento do local de obra, identificação de todos os trabalhadores
Do tipo quem tá eh tomando cuidado do almaxerifado, quem cuida ali daquela parte, quem cuida dessa, né, para tipo saber com quem falar na hora ali, né, todo mundo saber quem é responsável pelo quê. Hã, é isso. Apresentação dos projetos teve isso. E a gente falou também sobre incidentes, né, coisas que aconteceram e algumas coisas que vieram foram, por exemplo, que o valor do contrato fechado foi mais baixo do que o valor da Empreiteira, da empreita, então a pessoa teve que botar dinheiro do próprio bolso para terminar, então observar isso, né, entender melhor a precificação.
É, também teve alguns casos de prazos muito curtos pra execução, né? Achar que vai ser numa certa num certo tempo, mas só que na verdade a realidade ali se mostrar por vários motivos, né? Então observar isso, algumas coisas, tipo a ferramenta que quebrou, então como tá preparado para repor ou encontrar outra, Né? Eh, e também ser bem fiel no orçamento para ele ser bem baseado na realidade, para que a realização seja, né, seja bem feita. Hã, e importante também a parte da compatibilização dos projetos. Algum caso, um caso que o Brendo contou e, por exemplo,
teve um problema entre elétrica e marcenaria porque os projetos não tinham sido compatibilizados. Aí ele falou disso da comunhão dos projetos. Então, foi interessante que a gente trouxe os Problemas, né, que aconteceram, mas também já o que que a gente tirou disso e como melhorar o processo. Foi um pouco isso. >> Muito bom, Léo. Deixa eu entrar com o meu outro usuário. Cadê Ariane? Diga, fala comigo, Ariane. Azevedo. >> É, a outra anfitrinha fui eu, mas assim, tudo bem contemplado com tudo que já foi dito, assim. Eh, E se não tá assim, é de um
jeito um pouquinho diferente, mas nada diferente. Só a ordem dos processos às vezes mudam. Enfim, acho que uma questão de escala também. >> Eh, mas isso assim tem, por exemplo, o caso da da Ariane e da Thaí, que trabalham eh mais com projeto mesmo, ela, né? A Ariane trouxe essa essa questão de deixar tudo quantificado já do projeto paraa obra que, enfim, aí os executores pegam. Então é isso, tá na lista de quantitativos, né, de materiais aí de projetos impressos. Então, não sei, acho que foi tudo bem contemplado. É, só na parte de acidentes assim,
né, e incidentes, a gente falou mais essa questão de EPI, assim, eh, de alguns boss sérios assim em obra, né, de ferramenta que escapa, de quase um olho que se vai no Reginaldo, eh, ou um dedo que se foi de fato assim. E aí Eu perdi um restinho de história ali do Thiago que eu não sei se tinha a ver exatamente com isso ou se era algo que eles já tavam imaginando que pudesse dar um bo. Eu perdi, não sei. Mas, mas é assim, a gente comentou de alguns, eu trouxe, né, pelo menos a a
a situação que eu vivi assim foi de perceber, me me colocar nesse lugar de tá entre cliente e e executor, né, e entender Essa esse ambiente que nem sempre é saudável quando a gente tá tratando de obra residencial ou de uma reforma, né, porque, enfim, envolve os moradores e às vezes tem intenções que são que não cabem ao executor, né, ao pedreiro, ao eletricista, seja lá quem for, que tiver trabalhando lá. E enfim, tem às vezes a gente que tá nesse lugar de ponte, né, nessa comunicação, Perceber também essas essas miúcias para para todo mundo
tá trabalhando com saúde mental, emocional, assim, porque é um trabalho que por mais que a gente use de EPI, né, tem seus riscos assim. Mas é isso, tem que ter PI, gente. [suspirando] >> Exato. Muito bom. Eu vou, eu, a gente vai falar um pouco disso, sim. Eu vou, eu anotei tudo aqui. Fico feliz que, que foi interessante, né? O pessoal voltou Um pouco mais animado aí, porque no começo a gente tava meio cansado, né? essas atividades, essas dinâmicas de grupo são interessantes por conta disso. Fica o a dica para vocês poderem fazer Word, Words,
cafés, por onde vocês passarem também. E e a gente vai falar assim um pouco mais disso. Agora a gente vai entrar numa parte eh de complementação dessa teoria, mas como é um horário redondo aí das 8:30, a gente não fez o intervalinho, eu vou dar 2 3 minutinhos pra gente fazer o pip break, tá? Deixa eu pausar aqui a o compartilhamento. Vamos fazer um pip break ali de 2 3 minutos e aí na volta eu vou entrar em algumas nuances aí de responsabilidades, cuidado, metodologia, como fazer pra gente garantir que a gente vai ter um
pouco mais de cuidado, qualidade e assertividade na nossa obra. Tá bom? Então vamos ali 2 3 minutos. Vou fechar a câmera aqui. Perfeita para pegar a filha dormindo no carro. Obrigado, irmão. >> Vamos lá, então. Vou deixar um sonzinho passando aí enquanto a gente volta, >> tá? Não era isso. Então, >> então é isso que a gente vai compartilhar agora, esses assuntos. Eu vou entrar nos detalhes agora. Então, essa assessoria de obra é você fazer o quê? É cotar os materiais, é você comparar o o preço das coisas. Eu tenho muito vendedor que pega e
fala: "Ah, não tenho bloco de 10, vou pôr o Bloco de 14 e não dá para ser isso. Não tenho bloco de concreto, vou botar um bloco cerâmico." Às vezes não dá. Não tenho bloco convencional, vou botar um bloco estrutural. Não tenho cimento CP3, vou botar cimento sei lá o quê, né? Não tenho areia fina, vou botar areia média. Então esse trabalho de cotar, encontrar os fornecedores, verificar a idoneidade dos caras, comparar preço das coisas, de fato comprar, faturar ou pagar, combinar quando vai entregar e o horário Da entrega e você tem restrição de caminhão
para entregar naquele local e você tem que saber de tudo isso. Então esse trabalho é um trabalho que ninguém entende o trabalho que dá, ninguém valoriza esse trabalho, mas ele é extremamente importante e dá muito trabalho de fato fazer isso. Imagina se você tá gerenciando uma obra pequena de 5, 10.000, já dá trabalho. Imagina você gerenciar um trabalho de 250.000, que se você começa a comprar tudo, ah, Compra no primeiro que eu vi, compra no primeiro que eu vi, essa variação de valores chega no final de uma obra de 200.000, 1000 virou 300 de novo.
Quem vai pagar o par? Você vai passar pro cliente falar: "Não, você me falou que era 200, virou 300. Era 200 mais ou menos 10. A, mas então até eu tô sabendo que pode ser 200, mas pode virar 180, pode virar 220, não 300. Então isso precisa ter esse cuidado. E você que é um cara técnico responsável Por cuidar disso, se for trabalhar numa fábrica, numa indústria, numa coisa grande, vai ter que ter um processo de auditoria. Você vai ter que exigir, cadê as três cotações? Por que que você comprou com esse cara, não comprou
com o outro? Ah, porque você é teu amigo. Por acaso esse cara é teu amigo? Por acaso você tá ganhando porcentagem em cima desse material porque você tá querendo comprar dele. Então vocês precisam entender que isso pode acontecer. Você chegar um cara lá e falar: "Uai, eu quero ver por que que você comprou desse fornecedor aqui. Esse esse aqui tá mais caro. Eu entrei no site aqui, fiz uma busca rápida aqui e encontrei outros mais baratos. Por que você comprou desse? Por acaso você tá ganhando indicação do preço desse material? Você tá ganhando de comissão,
tá ganhando dinheiro em cima disso. O cara é teu amigo? você tá favorecendo alguém, como é que você prova que não se você não Fizer a cotação, não tem como você provar nada. A salvo um serviço muito específico, um um equipamento que tem que ser importado da Austrália, aí você até consegue justificar, mas senão tem que cotar, tem que comparar e você tem que ter o histórico disso para poder comprovar. E se você conseguir economizar, melhor ainda. Às vezes até pode ter um material mais caro numa loja, mas aquela loja tem tudo. E ao invés
de você ter que comprar Picado em três lojas diferentes, porque é mais barato na outra loja, você consegue justificar, ó, nessa loja tá mais barato, mas nessa aqui tem tudo. Então, dos 50 itens que eu tenho que comprar, 3 4 5 estão mais caro, mas no geral ainda fica mais barato, é mais fácil, porque é uma loja só, o cara entrega tudo, é perto daqui e aí você tem embasamento técnico para poder justificar a sua a sua decisão e não só, ah, porque eu acho que esse aqui é Melhor, mas você acha como, né, pagar
o único frete, então tem todo um monte de coisas realmente. Então, esse trabalho de assessoria ele é invisível. Tem gente, por exemplo, arquiteto, normalmente cobra um valor, uma porcentagem em cima do valor global da obra. Exatamente. Então você coloca 10, 15, 20% do da estimativa do valor total do serviço. Mas vai custar 200.000, eu vou cobrar de 20 a 25 até 30, às vezes até 40.000 para fazer esse serviço Que é que não existe, é uma coisa que ninguém vê esse trabalho, mas dá um super trabalho, tá? Então esse é o tipo de de serviço
que a gente chama de assessoria, né? Opa, perdão. E do acompanhamento de obra, que é o outro serviço que não tem nada a ver, porque você pode fazer a assessoria e não acompanhar a obra. Você pode acompanhar a obra e não fazer esse trabalho de assessoria, de compra e de Cotação e tudo mais. E você pode fazer os dois. Se você fizer os dois, é melhor, porque você ganha mais e você tem um pouco mais de controle da situação como um todo, né? Mas você precisa ser valorizado por isso. E o serviço de acompanhamento técnico
é um serviço onde você vai fazer o quê? A fiscalização da obra. Você vai dar uma assessoria técnica pro cliente no sentido de, ó, isso aqui tá sendo executado da maneira errada. Tá vendo Que o cano era para passar por ali? Você tá passando o cano por lá. Tá vendo a profundidade que isso tinha que tá? Não dá pro cano tá tão raso assim porque vai passar caminhão em cima dessa rua aqui, né? Não dá pro piso ser instalado assim. Eu quero que a água que caia no piso vá para lá. Eu não quero, né?
Essa mão francesa não tem que sair daqui. É 45º. Não é boca de tubarão, é boca de pescado que o negócio tem que fazer. Sei lá, não lembro mais os nomes, né? Vocês vão, os Bambuzeiros vão me zoar, falar: "Puta, o cara não lembra nada". Mas eu lembro, mas mais ou menos. Então, né? Não é aquele encaixe aqui 90º, é 45. Vou mandar uma mão francesa ali e tal. Olha o detalhe do projeto, né? E e o cronograma de obra, tá vendo aqui, ó? Você tinha dois, três dias para fazer, já tá uma semana cavando
esse buraco. Vamos embora, vai atrasar tudo desse jeito. Esse é o cara que tá fazendo esse acompanhamento, né? Esse cara é o cara Também que vai ver se os caras estão frequentando os EPI, se os caras estão usando EPI, se o cara não tá bebendo no meio da obra. Se o cara não tá chegando atrasado, nem tá largando bagunça, né? Não tem como o cara largar as ferramentas no final do dia tudo jogado para lá e para cá. Aí a velhinha passa, lá, tropeça, fica aquela sujeira toda no espaço. Então o o Reginaldo há muitos
anos que faz os nossos trabalhos, ele já é um cara atencioso, já é um cara Educado, já é um cara que sempre procura a melhoria contínua do processo de trabalho dele. Ele é um cara que hoje ele já sabe que ele, se ele vai embora às 5, ele não vai largar o cimento às 5, fechar a porta e embora. Ele vai parar às 4:30, porque a última meia hora ele vai recolher as ferramentas, ele vai harmonizar o espaço, ele vai juntar a sujeira, vai jogar no lixo, na caçamba, vai varrer o espaço. Se tiver que
lavar, ele vai passar uma água com a mangueira Em volta do espaço, vai conferir se as ferramentas dele não estão ficando perdida, largada, turquesa, marreta, tá tudo jogado, né? O fio do fio de pedreiro não tá lá para para passar o rodo em quem tiver passando à noite por lá, né? esse tipo de coisa que pessoas, perdão, que pessoas que estão começando um trabalho ou empreenteiros, pedreiros que sejam menos habilidosos ou menos atenciosos com isso, a gente vai ter que ir mostrando para ele a importância. Tá Pensando pode largar uma picareta aqui, senão vai fazer
igual Chaves. Ele vai dar uma pisada lá na enchada e vai dar na cara nele depois aquilo, né? Alguém vai tropeçar, vai cair num buraco. O cara cavou o buraco, ele tem que pôr um aderite ali em cima no final do dia. Vai botar um uma fita de isolamento, uma contenção do espaço ali, uma identificação visual, cuidado, obras, né? Igual você vê lá, estamos trabalhando para melhor atendê-lo, sei Lá, qualquer coisa que tenha que ter. Mas esse é o trabalho de quem tá gerenciando e acompanhando uma obra, né? ao mesmo tempo, já vai, Thagão, ao
mesmo tempo, o que que não faz parte desse serviço? Não faz parte eu executar a obra para você, né? Então, não, vamos lá sair cavando junto lá. O Reginaldo sabe que eu vou e faço às vezes até às vezes até para mostrar como a gente quer que as coisas sejam feitas, mas não sou eu que vou executar. A responsabilidade de Executar é de quem foi contratado para executar, né? Meu papel não é esse. O meu papel também não é controlar e guardar os materiais, porque eu tô acompanhando tecnicamente a obra. Eu preciso garantir que o
que eu projetei vai ser executado. Agora, se o cimento vai ficar guardado aqui, a colar e tal, a princípio não faz parte do da minha atribuição. Se o cimento sumir de madrugada da obra, não faz parte da minha atribuição também Fazer isso, né? você que guarde o cimento num lugar que não vai chover, num lugar que esteja fora da humidade e num lugar que fique trancado para não perder o material, porque não foi minha responsabilidade de comprar o material. Minha responsabilidade [limpando a garganta] é acompanhar tecnicamente, garantir que o que foi projetado vai ser executado.
Outra coisa que acontece é que nós, Enquanto acompanhadores técnicos, né, prestando um serviço de acompanhamento técnico de uma obra, quem me contrata não é a o executor, não é a equipe de obra. Quem me contrata é o cliente, é o cara que vai ter o a benfeitoria implantada. Então, oficialmente, a quem eu devo me eh reportar, não é pro emprenteiro, não é pro Toninho. Eu tenho que me reportar pro meu cliente. Quem tá me pagando é meu cliente. Então eu tenho que falar para ele: "Ó, a sua, a equipe De obra tá vindo de chinelo
pro pra obra. Você não pode deixar que os caras venham de chinelo pra obra. vai dar problema a isso. Eu tô te avisando que isso não pode acontecer. O o eu tô sentindo que os caras estão vindo cheirando a álcool depois do almoço, né? Eu [limpando a garganta] não tenho que falar para ele: "Ô, Fernando, ô ô, ô, Reginaldo, os caras estão vindo com bafo de cachaça depois do almoço." Eu não, teoricamente ele não me contratou e eu Não sou, eu não tô contratando ele. Quem me contratou é meu cliente. Então, eu tenho que reportar
pro meu cliente e meu cliente que contratou a equipe de obra tem que fazer esse controle. Agora, se eu subcontratar, se eu terceirizar, aí eu vou cobrar deles diretamente, senão não. E os relatórios de obra, o diário de obra e o relatório de obra, que é uma outra parte desse acompanhamento, também tem que tá relatado e reportado tudo Isso. Eu faço dois controles da obra, o meu diário de obra e aquilo que eu repasso pro meu cliente enquanto cliente. Eu vou, então, por exemplo, eu anoto isso, se tava chovendo, eu anoto observações gerais do que
tá acontecendo, insites que eu vou tendo, ó, tô vendo que os caras estão lerdo demais para cavar o buraco. Tô vendo que eles estão voltando depois do almoço muito devagar, estão parando muito cedo, estão chegando atrasado, a obra começou Com cinco, agora só tem dois. Isso lá na frente vai atrasar no cronograma. Então eu vou anotando tudo isso para mim, mas eu não falo tudo isso pro cliente. Eu só falo: "Ó, tô tô percebendo que tá tendo um atraso, as etapas tal tão atrasadas. Isso vai criar um atraso geral no na obra no final, né?
É esse tipo de repasse que eu faço para eles. Eu vou deixar vocês falarem um pouco aí que tem uma galera com a mão levantada e aí eu vou mostrar alguns algumas coisas Práticas disso. Pode falar. >> Não, eu ia falar só principalmente na hora que você comentou sobre a limpeza da obra, né? Porque às vezes é estranho, né? Mas tem cliente que quando vê 4:30, né, a galera parando, já fala assim: "Pô, já tá parando de trabalhar, né?" E aí, tipo, isso também precisa ser comunicado, né? Porque eu e o Rafael távamos fazendo a
obra agora do forro, pô, a gente saia de lá, deixava Impecável, varria o chão, tá ligado? E aí no dia que foi o eletricista, minha nossa senhora, e a gente sempre fala, né? Tem duas especialidades que, caramba, como conseguem ser especialistas em deixar a obra cagada, que é eletricista e serralheiro. Se vocês conhecessem, se conhecerem um eletricista, o serraleiro que deixa a obra limpa, indica pra gente que, pelo amor de Deus, a gente importa. É Bizarro, cara. É uma cagada fenomenal. E e lá na obra que a gente tá dando acompanhamento e assessoria, né, no
condomínio, é muito estranho também, né, cara, porque eh toda a orientação que você dá, né, para o empreiteiro e depois você repassa pro condomínio, tem coisas que também eles lavam as mãos, né? Então, assim, é o que você sempre diz, né? Tem que conter no relatório e tem que tá comunicado para quem é que quem deve se comunicar. Mas lá é isso, assim, tem um profissional que do início até agora o cara não deixa de usar a do chinelo. E não tem santo que faça o bicho botar uma de uma bota. Ou melhor, no dia
que choveu e tava uma poça gigantesca, o cara botou uma de uma bota. Mas se não fosse isso, o cara não tira o chinelo de jeito nenhum. É o chinelo no pé e o cigarro na boca, tá ligado? É, é o Luk Pedreiro clássico, sabe? E é isso. A gente comunica pro condomínio, comunica pro pro empreiteiro, mas ele tá todo mundo não, todo mundo sabe, todo mundo tá de boa, todo mundo tá tá de acordo, né, com isso. Mas a não conformidade tá lá relatada, ó. Se acontecer algum problema com o pé do cara, a
responsabilidade é de vocês, né? >> Exato. Exato. A Ariane falou várias coisas aqui também. O o Guilherme também fez umas Contribuições interessantes aqui. Eu tá f tá no chat tudo. Vocês também conseguem acessar o chat aí. E isso é muito importante. Tudo que eles falaram aqui tem super a ver. Eu vou eu vou avançar para mostrar aqui um um relatório de uma entrega de uma obra. Então o relatório pode ser um relatório periódico de obra. Então isso é importante quando você tá gerenciando uma obra, você tem que reportar. Aí você vai ver a frequência disso.
Por exemplo, Se é uma obra de três meses, não dá para você fazer um relatório por mês. Você é uma obra de uma semana, não dá para você fazer um relatório a cada mês, porque dura uma semana, você vai ter que fazer um relatório diário. De repente, se é uma obra de 2 anos, talvez você possa fazer um relatório mensal. Daí você que vai entender qual que é a frequência disso, dependendo do do tamanho do trabalho que você vai fazer ali, né? Então, se esse aqui, por exemplo, foi um Relatório eh eh final da entrega
de uma obra, então aqui vocês vão ver, por exemplo, o que que tem, né? Tem quem é o cliente, qual que foi o projeto, aonde foi feito esse projeto, quem que foi o projetista, quem que foi o coordenador, né, qual que foi o período da execução da obra e quando que foi a data de emissão daquele relatório, né? Tem aqui também quem que foi o contratado, quem que foi a empresa contratada e quem que foi a equipe do do da empresa Contratada, né? Aqui também tem algumas informações relacionadas ao clima, né? Por exemplo, se vai
você for ver que a obra tá atrasada, aí de repente tem uma justificativa clima, né? Então é importante ter isso daqui também. Tem aqui ocorrências, né? Então o que que aconteceu? O equipamento nunca tinha sido manuseado e instalado, mas os caras conseguiram fazer o trabalho sem danificar, né? Um tanque australiano Foi instalado corretamente, né? Então teve aqui algumas coisas que foram instaladas e tal. E aqui eu tenho se aquele status, porque aqui a obra já tava finalizada, né? Então, claro, tava tudo 100% finalizado, mas se você tá em andamento, você vai ver aqui, pô, essa
etapa tá em ordem, tá em atraso, quantos por cento foi executado daquela atividade, né? E o que que é a atividade. Aí eu tenho eh comentários, informações complementares, Né? Então, aqui, ó, foi instalado com sucesso, tudo mais, o sistema é movido a energia solar, p pa pá p pa p p pá, né? O sistema de irrigação. Isso daqui foi a instalação de um sistema de irrigação por meio de uma bomba solar que mandava água lá para cima de uma fazenda e a água descia por gravidade para uma irrigação de uma agrofloresta. Então aqui eu tenho
um controle financeiro da obra, ó, o quanto que tinha sido previsto e o quanto que foi gasto. Então Quem coordenou a execução dessa obra, ó, a compra do material, não orçou 100% adequadamente. Ó, o cara gastou aqui quase R$ 10.000 a mais de material, mas quase R$ 6.000 de equipamentos específicos a mais, mas, ó, R$ 8.000 R$ 1.000 quase aqui de materiais de irrigação. Economizou um pouco na mão de obra, mas melou. A obra estourou aqui, com certeza passou de 5 10% de de margem de de desvio padrão aqui. Esse caso eu só fiz O
relatório de fiscalização da obra. Eu fui tipo um auditor da obra para ver se tinha sido executado com qualidade. E esse é o meu relatório em cima disso. No final tem um relatório fotográfico do serviço que foi executado, né? você vê que foi bem executado, mas teve essa questão de que extrapolou um pouco os valores. Então aqui, por exemplo, ó, eu tenho a foto do tanque australiano, eu tenho a foto dos ramais de irrigação, eu tenho a foto do sistema Fotovoltaico, a casa do abrigo de bombas com a bomba que é movida energia solar fotovoltaica
e eu tenho no final aqui aonde a irrigação foi instalada, que era um sistema agroflorestal de 1 haar. E aqui eu tenho a o sistema de captação que foi feito do bombeamento e aqui de novo um resumo financeiro dessa obra. É isso aqui que eu entrego pro meu cliente e falo: "Ó, tá aqui o seu trabalho. Esse aqui é o de conclusão, mas eu poderia ter um desse passo a passo da obra, por Semana, por a cada 15 dias, a cada mês. E aí você também pode ter aqui, por exemplo, em ocorrências ou comentários e
informações complementares, as não conformidades, né? Então, olha, tá tendo aqui, o cara tá chegando bêbado, o cara tá chegando atrasado todo dia. Isso já tá acarretando um atraso na etapa x, Zonograma de obras. Aqui a gente já falou disso no no projet na semana passada, não? Então, esse tipo de de informação Eh é importante todo mundo ter aqui. É um outro modelo da mesma coisa, né? vocês aqui eh quem quiser ter esse pacote dos documentos e tal, vai colocar o seu logo, vai colocar suas cores, vai colocar tudo isso aqui era uma obra em andamento,
né? Então aqui já tinha etapas aqui que estavam atrasadas já em relação ao cronograma previsto. E aqui você vê, por exemplo, quando é a gente que coordena, graças a Deus a gente nunca teve obra que extrapolou os Orçamentos. Os nossos orçamentos sempre jogam pouco para baixo aqui. Isso é ótimo, né? Então a gente consegue também aqui, ó, tá vendo? Não tava nada finalizado, tava em processo de execução do serviço, tá? E os acordos e as responsabilidades, né? Isso aí é uma pergunta que o Guilherme fez, tipo, falou: "Pô, várias vezes eu vou lá e troco,
aí você é o engenheiro lá, o arquiteto, pô, não veio errado. Vai lá, busca e troca, cara. Se você Cada vez que vier uma coisa errada, você tiver que parar tudo, gastar tua gasolina, teu tempo para ela trocar, você facilita por um lado e se prejudica por outro, né? Então esse negócio aí é delicado, né? Ah, hoje não deu para eu ir na obra, você chega lá, a obra tá vazia, é que eu tô com duas outras obras. Isso aqui é o cúmulo, né? A pior coisa que você pode fazer é você é aquele emprenteiro
que toca três, quatro, cinco obras ao mesmo tempo. Ele Não termina nenhuma. O cliente fica p da vida porque ele vem das 7 ao meio-dia, depois do meio-dia ele vai almoçar e não volta mais. É porque ele vai lá tá em outra obra. Isso é muito ruim. O cara não consegue resolver nenhuma coisa nem outra, né? E esse caso aqui que é clássico, isso aqui eu tirei uma foto assim pela foto, não dá para entender, mas quando eu conto é o cara que descarregou o caminão de tijolo, tipo, do lado errado. Ah, não, descarrega do
outro lado da rua lá. Era para descarregar ali. O cara descarregou um caminhão inteiro de tijolo do lado errado da rua. Aí eu não, ô ô ô ô, me ajuda aqui. Só dá uma forcinha, é só trocar um caminhão inteiro de bloco de um lado pro outro do da obra, sabe? Tipo, não dá para esse tipo de coisa acontecer, né? Eh, é muito retrabalho, é muita perda de tempo, é muita ineficiência e você já começa uma obra dessa descarregando um caminhão Inteiro de tijolo no lugar errado, você imagina o que que vai acontecer no final
da obra, né? é muito delicado. A gente tem que evitar esse tipo de coisa acontecer. E e o óbvio não existe, né? Não é óbvio que o cara vai deixar o caminão de tijolo no lugar certo, não. Para isso você tem que falar: "Cara, o material vai ser depositado aqui, né? A gente fez obra em escola, né, Reginaldo, ano passado lá no no na escola. Então assim, não pode ter obra em escola Durante a aula. Aí a obra tem que ser relâmpago. Quem trabalhou em shopping sabe como que é de madrugada, tem que fazer obra
no shopping. Não pode deixar sujeira nenhuma, né? Você não pode ocupar o estacionamento, você não pode ocupar o espaço de entrada, os acessos. Então você pega lá o cara, um caminhão basculante, vai lá, descarrega 12 toneladas de brita na portaria da escola. Como é que entra e sai as pessoas de lá? Como é que o cara da Cantina vai levar a comida? Aí o cara, não, pô, transfere agora 13 toneladas de brita lá pro cantinho, cara. Você vai ficar uma semana arrastando brita, né? Ou então não, vamos então. Pera aí, aluga uma Bob Cat rapidinho.
A Bobcat a gente resolve isso, tá? Mas quem vai pagar uma diária da Bobcat? Não tava previsto isso, né? Então não dá para para ser feito as coisas dessa maneira, não. Se a gente quiser ser bons profissionais, se você quiser fazer Qualquer coisa, você faz, né? Mas não é o nosso caso. As visitas técnicas de obra também tem alguma alguma regra, alguma sequência. Eu vou dar um zoom aqui já, mas esse aqui é o manual de de treinamento básico que a gente tem quando as pessoas vêm trabalhar na Agua V. E se vocês tiverem o
pacote de documentações, vocês vão receber esse material também que mostra passo a passo, né? Então, por exemplo, visitas As técnicas de obras. Eu vou clicar aqui, ó. Ele vai falar então o que que a gente tem que fazer numa vistoria técnica de obra, né? Você tem que manter uma relação pessoal com o pessoal. Você faz uma piada porque é pedreiro, é legal obra, é esse clima descontraído, mas você tem que manter, ó, tô aqui, sou engenheiro, eu que resolvo essa merda aqui, entendeu? Você não vai, eu que vou falar se é para lá ou para
cá, né? Você precisa ter uma relação direta com o Cliente, né? Você precisa ter lá o seu diário de obra atualizado. Você precisa, se for semanalmente, o combinado ou de novo, dependendo do prazo da obra, imprimir esse seu diário de obra, apresentar ele pro seu cliente e o cliente também apresenta pra equipe de construção, né, o relatório de não conformidades e que deve ser assinado. Depois você fala: "Ó, tô te entregando aqui, esse é o diário de obra, esse é o relatório da semana, tô falando que isso Aqui tá dando certo, isso aqui tá ótimo,
os caras estão vindo, tá indo bem. Mas ó, eu tô achando que os caras estão bebendo. Fica atento, toma cuidado. De repente o cara bebe mais, cai lá de cima do andaime. Eu tô te avisando, isso aqui não tá certo. Tá bom? Você tá de acordo? Tá lendo isso aqui, assina aqui para mim. Aí o cliente vai lá, fala: "Ô pedreiro, ô equipe, ó, isso aqui talá. Vocês estão tá de acordo, tá atrasado, isso aqui era para já tá nesse passe, Vocês ainda estão aqui e tal, assina aqui para mim. Você pega aquilo e guarda
para você. Se acontecer alguma coisa para falar, eu avisei, ó. Eu avisei que o cara tava bebendo. Pô, o cara caiu do andãe. Caiu de lá de cima. Eu tô avisando, ó. Três, faz três relatórios atrás que eu tô avisando que o cara tá vendendo de chinelo, não usando capacete e cheirando bebida depois do almoço, né? Ninguém fez nada. Eu eu vou tomar pau junto no final, mas eu vou ter Minimamente um pouco mais de resguardo técnico para diminuir o meu risco. Quando a obra acabar, eu vou fazer um relatório de conclusão da obra que
eu acabei de mostrar para vocês, né? Eh, e esse relatório de vistoria também, na verdade, meio que os dois são podem ser a mesma coisa, né? Eh, ou não. E o que deve constar, a gente já falou, eu mostrei isso para vocês aqui, eh, é muito mais fácil já mostrar o negócio pronto do que ficar lendo isso sem ver De fato o relatório, mas é isso que a gente tem que ter atenção quando a gente for vistoriar ou for contratado para acompanhar tecnicamente uma obra. E no serviço de assessoria, que é essa cotação e tal,
a Ariane falou, né, desse dessa questão com as RRTs, né, que são os arquitetos, tem muito isso, tem muita gente que ganha porcentagem em cima disso. E aí se o seu cliente sabe disso, ou ele sabe desde o início ou ele nunca vai poder saber, porque pega muito mal Fazer isso para mim. Eu sou um cara que nunca recebi dinheiro para fazer isso e eu faço questão de falar e o Reginaldo sabe, eu não indico o Reginaldo. Eu falo, existem empreiteiros que executam muito bem os nossos projetos, mas faço questão de levar outros dois. Como
o trabalho do Reginaldo é muito bom, normalmente ele ganha porque ele é bom, porque ele é atencioso, porque ele é educado, porque o preço dele é bom, não porque eu dou preferência para ele, Porque eu posso muito bem gerenciar e acompanhar uma obra tecnicamente com o Reginaldo, com o Fernando, com o Alonso, com o Zézinho. Não precisa ser o Reginaldo. Mas o Reginaldo é um cara que já conhece os sistemas baseados na natureza. Ele já constrói cisterna, wetland, fossa, filtro, piscina, telhado verde, blá blá blá, tudo que é piso drenante. O cara sabe fazer tudo
que a gente faz. Então, é claro que para mim é melhor ele executar, mas eu não posso Garantir nem forçar o meu cliente que tá me contratando a contratar o Reginaldo. Ou se o cara já tá construindo uma casa inteira, tem uma construtora fazendo aquela obra da casa do cara, às vezes ele fala: "Não, o cliente fala para mim é melhor que o meu, que a minha construtora que você cute o seu projeto". Beleza, também nós somos profissionais, técnicos, habilitados, gabaritados, especialistas. Quem for executar o projeto, a obra, Para mim pouco importa. Importa que ele
execute o da da maneira que eu projetei, não é? porque ele é uma construtora que ele vai fazer o negócio do jeito que ele achar, porque se ele executar da maneira que ele achar, eu, enquanto um acompanhador lá, tô contratado para acompanhar ou gerenciar a obra, vou relatar uma não conformidade e se ele tiver feito besteira, ele vai ter que quebrar tudo e fazer de novo. Assim, quando eu fiz a obra em Fernando de Noronha, que era uma construtora fazendo a obra, eu cheguei lá e o filtro tava vazando e eles já queriam ter jogado
a pedra dentro, já tinham jogado. Eu falei: "Quem mandou você jogar a pedra dentro?" tá aqui no memorial descritivo que é rebocar, impermeabilizar, fazer o teste de estanqueidade e só depois disso você jogar a brita, tira tudo de dentro e vai me permeabilizar esse negócio de novo. Não, mas é pelo amor de Deus, tal, tal, tal. Aí eu falei, falei pro meu Cliente que era o dono do barco, ó, o seguinte, tá com vazamento, você quer deixar assim, o esgoto vai infiltrar, nunca vai sair água limpa desse negócio. Vai infiltrar o esgoto preto aqui por
baixo, vai cair lá na praia. A multa é sua. Tô te avisando que tá errado. Você prefere perder um dia, tirar tudo de dentro do filtro e permeabilizar direito negócio e e fazer do jeito que deve. Na hora o dono do bar foi lá, falou: "Tira tudo daqui porque esse esgoto tô em Fernando de Noronha. Você toma uma multa que é de milhões, tira tudo e faz o que o engenheiro tá falando. Pronto, entende? E tem horas que você vai ter que dar a carteirada lá mesmo, entendeu? Você vai chegar e falar: "Olha, desculpa, você
é legal, gosto de você, não quero criar nenhuma animosidade, mas o engenheiro dessa sou eu." Tira tudo daí e faz o negócio do jeito que tem que ser, senão nem eu, nem você, nem ninguém vai dormir tranquilo, sabendo Que o esgoto tá vazando pelo fundo do filtro, né? Não vai adiantar nada você ter feito aquele tratamento inteiro se o esgoto vazar. É da mesma maneira que se você não garantir o encaixe apertado entre os nós do bambu e você não concretar lá as juntas e as emendas, você sabe que no futuro vai ter problema, vai
economizar tempo, vai perder mais tempo concretando a junta, fazendo o a serra copo lá para preencher aquele gap. Vai, mas vai garantir a Longevidade do trabalho. Não vai tratar o bambu, vai fazer a obra porque precisa resolver logo. Vocês já sabem que não dá. perde lá dois meses colhendo, tratando na lua seca assim na lua minguante nova, 5 da manhã secando com octoborato e sei lá tudo mais que a gente tem que fazer para fazer o negócio direito para durar 10 anos lá paraa frente, porque daqui a se meses deu o caruncho de quem vai
ser o problema seu, né, ou de quem construiu? Não vale a Pena. Não vale a pena. E o outro aspecto que é super importante é a segurança do trabalho, né? Isso é importante. Eu não vou nem falar quantas ontem, ontem eu fui comprar queijo na na rotseria aqui e chegou um cara falando que o cara veio com a maquita no sentido contrário e cortou. Meninas, tampem os ouvidos. O cara cortou a bola do saco dele fora com a maquita. Eu não, eu falei, ainda bem que foi a bola, Né? Que não foi a outra parte,
senão eu já meti a maquita aqui no pescoço e já ia embora daqui, não tem mais. Então assim, o cara foi com a maquita, então você entende? O cara vai sem óculos, sem luva, não segue o procedimento. Muitos dos caras já tiram a proteção da maquita, né, Reginaldo? Gosta de tirar a proteção da maquita, né? E aí vem com a maquita no sentido contrário aqui assim, né? O cara vem com a o cara põe o joelho aqui, vem com a maquita, lógico Que vai dar errado, né? Você não precisa ser muito inteligente para entender o
que que vai acontecer, né? Então, olha aí o que que é importante ter. Todo cuidado é pouco, né? Então, meu, vai subir na escada, vai subir no telhado, tem que tá com o cinto, tem que ter linha de vida, tem que ter capacete, né? Pode não acontecer nada, pode não acontecer nada, mas se acontecer, porque é justamente aquilo, né? É na hora que você tá mais eh desatento, é Sempre no final do dia que tá todo mundo cansado, é naquela hora que o cara tá com fome, querendo almoçar. É sempre nessa hora que acontece aquilo.
E se o cara despenca do telhado lá, né? Quem que vai pagar o pato? Quem vai pagar pra família do cara que morreu ou ficou tetraplégico lá? É você? É o cliente e tal. No na semana que vem a gente vai ver. Na hora que o bicho pegar, sabe quem vai pagar o papo? Todo mundo. A família do cara vai processar o Arquiteto, o engenheiro, o cliente, a construtora. Ele vai processar todo mundo e o e o juiz vai olhar e falar: "Quem que é o mais rico de vocês aí?" "Ah, é você?" Então você
paga. Depois vocês vão ver entre vocês quem se resolve. Aí é isso que vai acontecer, né? Na semana que vem a gente só vai falar disso, né? Eh, mas é isso que vai acontecer. Então, por isso, se você tá contratado, se você fez o projeto e acabou, Problema de quem for executar e quem for gerenciar. Agora, se for vocês que vão estar fazendo isso, então na lista de material lá do seu projeto tem que tá contemplado EPI na lista, porque ele vai falar: "Ah, não, mas ó, o engenheiro não falou, o projetista não falou que
tinha que ter EPI, pô, mas você vai trocar um telhado de uma casa". Tem que ter EPI, claro que tem que ter. Teoricamente, quem é o executor tem que saber o que tem que ser feito. Mas se ele não Souber, ou se pegar um um cara, né, que quer ser de máfé ou quer usar da máfé para falar que ele não é esclarecido, isso não existe, porque você pode falar: "Não, eu desconhecia a lei". O juiz fala: "Cara, você tem que saber da lei, não interessa. Você é um um profissional técnico especializado, você tem que
saber da lei, né? Então você já tem que colocar lá atrás o EPI que vai ter que ser na hora da obra. E se você tá contratado, pior ainda, ou seja, mais Ainda que você tem que cuidar disso. Então, existem as normas, existem as NRs, vocês têm que buscar saber o que que é isso. E tem uma coisinha que é legal que alguém falou, acho que foi a raíça, né, o dessas converb o primeiro dia, né? Então, quando eu mostrei na semana passada os cronogramas de obra, a primeira etapa do cronograma é um pouco isso
aqui que eu vou falar agora, é o que é o reconhecimento da obra, é o reconhecimento dos espaços, é o Reconhecimento das ferramentas, é o reconhecimento das responsabilidades de cada um. Ó, esse é o engenheiro. Quando vocês virem esse cara aqui na obra, é ele que tá coordenando o trabalho. Esse aqui é o é o cara da guarita, é o segurança, ele que vai abrir para vocês todo dia. É aqui que vocês vão tomar banho, poder almoçar e usar o banheiro, né? É aqui, aqui onde vocês podem ir, aqui onde vocês não podem ir na
obra, né? E essa conversa que chama DDS é o Diálogo diário de segurança. Então a gente sempre faz isso. Quais são os riscos que essa obra implica, né? O que que tem de problema, de dificuldade para fazer esse trabalho? Aonde que aonde que o bicho pode apertar? Aonde que pode dar errado? Então, teoricamente, quanto mais gabaritado, quanto mais complexo for a execução da obra ou quanto mais restritivo for o cliente de vocês, mais vocês vão ter que ter isso e fazer isso. Então, oficialmente, o procedimento Disso é fazer essa conversa, tira uma foto de todo
mundo fazendo essa conversa. Todo mundo assina uma lista de presença dessa conversa, tipo uma ata dessa reunião e aí a obra começa e todo dia existe uns 5 minutos ali que todo mundo fala: "Tá, e hoje qual que é o problema?" "Ah, hoje o problema é que a gente vai ter que subir lá naquele canto lá. Então tá bom. Como que a gente vai se precaver disso, né? E isso já é, por Exemplo, uma ferramenta, uma uma forma de poder controlar isso ou minimizar isso. E a CPA e a CPAT, opa, esse CPAT aqui era
com S. Opa, eu fiz vestirar. A CPA e a CPAT são dois mecanismos também que empresas maiores têm, mas foi como eu falei para vocês, não é porque a gente é uma empresa micro que a gente não precisa fazer isso. Então a CIPA é tipo uma comissão interna de acidentes, indústria todas tem, né? Então eles só Ficam preocupados com isso. Então eles vão ver o teve um acidente, o que aconteceu, vamos garantir que a gente tá cumprindo as normas de segurança, tá todo mundo ambientado com com a questão, tá todo mundo tem seu kit EPI,
o kit do cara rasgou, a bota rasgou, a Lu estragou, tem que fornecer outro pro cara, assina aqui que você recebeu seu EPI, tá vendo, né? E a CPAT é tipo uma semana de prevenção de acidentes. Aí você faz eh palestra, seminário, fala Para todo mundo dos problemas que tão acontecendo. Olha aqui, o cara com a empilhadeira atropelou todo mundo, foi dar ré, atropelou todo mundo, né? Esse tipo de coisa que quanto mais sério você quiser ser, mais você tem que estar por dentro disso. E hoje vocês são empreendedores. Amanhã você vai arranjar um emprego
numa indústria. Se o cara te falasse: "Ah, você sabe o que é CIPA?" Sim, você tem que falar sim, sei e tal. Você já fez um DDS? Sim, a gente faz Isso nas nossas obras, né? É importante saber disso. Quando eu fui fazer um projeto dentro da Mercedes-Benz, eu fiquei três dias fazendo integração de equipe para falar: "Olha, aqui dentro da Mercedes-Benz você só pode andar na calçada, tá? Lembra que eu falei do óbvio?" O óbvio precisa ser dito, porque o cara entra no estacionamento da Mercedes-Benz da Fábrica, sai andando para todo lado de fone
de ouvido, né? Na Vale do Rio Doce você não pode ter o Celular com você. Se o cara te pegar andando por pelo meio do campo, mexer no celular, você é demitido na hora por justa causa. Ele chamou de regra de ouro. Tem regras que, tipo, meu, pegou o cara fazendo besteira, é demitido por justa causa na hora, né? Por quê? Porque se o cara tá atravessando a rua de fone de ouvido, ouvindo um som e vem um caminhão, um trator, atropela o cara. Não é culpa dele, não é culpa do motor, isso é culpa
Do cara. Mas precisa ser dito. Olha, você só pode andar na faixa de pedestre na hora de atravessar a rua. Você lembra disso? É faixa de pedestre. Serve para isso. Tem que falar, né? Você você sabe que a maquita é para ir pra frente, você sabe que aquela proteção dela é para sua segurança, você não pode arrancar aquilo. Precisa falar, porque senão o cara vai cortar a bola do saco fora, né? E e é isso que vai acontecer, como aconteceu ontem. O Reginaldo também, né? Reginaldo ficou com uma cicatrizinha aqui na testa, virou o Volverine
um tempo ali, tomou uma uma rasgadinha do Volverine aqui na testa, no nariz, né, Reginaldo, nem lembro. Então assim, não dá, né? É melhor você ter isso do que você não ter e e se prejudicar depois no final. Pera aí, fizeram uma pergunta aqui. Quem paga o EPI? O cliente ou a responsabilidade de quem execut? Teoricamente a responsabilidade de quem tá executando, né? Esse é o cara que tem Que fornecer todo o material de segurança pra equipe dele. Ele é quem tá executando, ele é que tem que fazer isso. Mas pode acontecer de dele não
ter e aí alguém tem que pagar. Aí se ele não tem, você tem que falar: "Escuta, para compra o EPI e volta amanhã paraa obra". Ou então você tem que falar: "Olha, você não contabilizou isso no seu orçamento e aí o cliente teria que ter, porque de novo, se acontecer algum problema, todo mundo vai pagar o pato. O cliente vai Ser o primeiro a ser processado. E o que e se o construtor processa o cliente? Se ele for inteligente, ele vai processar o cliente e a empresa que tava gerenciando o processo. Se o cliente for
mais que você, o cliente vai pagar o pato, vai pagar o hospital, vai pagar o funeral da família do cara que caiu do telhado porque tava bêbado sem EPI. E aí o cliente vai pegar e falar: "Ué, mas eu contratei você para gerenciar a obra". Aí depois que o Cliente pagar e perder o dinheiro dele, mesmo sem ter sido culpa dele, porque ele pagou você para gerenciar a obra, aí depois o cliente vai pagar porque ele é mais rico. Aí depois o cliente vai fazer o quê? Vai vir processar você. Porque ele falou: "Ué, eu
te contratei e você não viu que o cara tava sem EPI. Aí ele vai lá e vai meter o pau em cima de você também, vai processar você depois. Então é isso que vai acontecer. Por isso que não pode permitir que isso aconteça. Tem que mitigar o risco, tem que evitar que isso aconteça. Para isso, lembra que eu falei lá no começo? informação documentada, diário de obra, toda a documentação em dia, você ter todo esse material na mão. E a última coisa que eu vou falar para deixar vocês falarem um pouco também é o que
eu falei, um caso no encontro passado, tipo, tá, era para chegar um material, um reservatório lá, não chegou, o que acontece, quem vai pagar? Eu eu tive que Trazer um caminhão mu descarregar esse esse material, essa caixa d'água gigantesca aqui. Quem vai pagar por isso? Ninguém. Alguém vai pagar com a diária de um caminão muk R$ 1.000, R$00, dependendo do lugar. Se eu te conto, contei para vocês isso, né? A gente teve que fazer uma obra que a gente teve que interditar a rua para descer o caminão CT com carro para transportar os reservatórios de
lá de 15.000 L, 30.000 1000 L de caixa d'água passando por cima De um muro no meio da avenida. Então, tipo, não pode dar errado isso. Não tem como falhar uma missão dessa, né? Então, você vai se resguardando, vai se precavendo, você liga o tempo inteiro pro cara, você manda ele assinar um termo de responsabilidade. Cara, você vai me garantir que esse negócio tá aqui 7 horas da manhã da sexta-feira porque eu vou interditar uma avenida para instalar esse negócio, né? E e aí você tem que garantir que isso vai dar certo. Você já fala
para ele, ó, você vai me garantir, assina aqui. Se esse negócio não chegar, eu vou eu vou passar a conta para você. Você tá entendendo? Aí o cara já fica assustado. Ele pode nem você pode nem fazer isso, mas você tem que deixar o cara ter certeza de que ele tem a parte dele e se não der certo, ele vai tomar um pau porque você não vai morrer com esse prejuízo. Então você vai se resguardando, vai se blindando para esse tipo de coisa. Quem quer falar um pouco aí? Se finalmente, >> não? Então, eh, sobre
essa questão assim de quando ocorre algum acidente, né? Eh, tá, foi até o que eu tava contando na hora que a que a Raíça foi retirada da sala. Eh, a gente tava fazendo lá o forro de bambu, usando uma pinadora de ar comprimido e tinha sujeira acumulada, né, na nos enfim, na estrutura que a gente tava botando o bambu. E aí um dos dias é exatamente isso, né? tá no final Do dia, tipo já escuro e tal, eu vou dou uma pinada e aí o ar que sai da pistola, joga essa sujeira e o vento
que tava da praia, pum, cai uma de uma sujeira no meu olho, porque eu tava sem a caceta do óculos, né? E aí, tipo, pô, aquilo gerou um incômodo, aquilo, tipo, tava me atrapalhando para trabalhar, óbvio, e tal. Eu comentei isso com a minha com a minha parceira, né, com a Maria, que ela trabalha no audiovisual, trabalha no Cinema. E ela falou: "Cara, qualquer coisa que acontece com você, a responsabilidade tem que ser de vocês, da empresa, tá ligado? Então assim, se tiver que comprar um colírio, se tiver que comprar um remédio, se tiver que
ir no médico, são vocês que têm que prever isso." Então é mais uma parada assim, né? Que eu nem tinha falado isso com o Rafaendo, mas é importante, né, cara? A gente tem que ter também uma um uma margem ali de segurança no orçamento Para qualquer acidente de trabalho, né? Tipo isso, A gente vai perder um profissional agora durante algumas horas, porque ele tem que ir lá no oftalmologista, no na emergência do oftalmologista para ver se entrou alguma parada no olho dele ou se é só um machucado e quanto que vai ter que pagar de
colírio e do não sei o quê para ele continuar a trabalhar, né? Aí como a gente é os patrões que trabalham na da Obra e que mete a mão na massa, né? Aí eu continuei com a do olho jogando colírio geladinho para caraca e com a do óculos e boné e quase que uma bandana em volta da cara para não cair mais nada, né? Mas é é esse tipo de coisa, né? E aí se acontece o acidente e a gente porque eu tô falando isso a partir da pergunta da Thaís, né? Quem é que paga
o API? Indiramente é o cliente, né? Porque se o cara que fez o o o orçamento dele, Reginaldo, fez o Orçamento dele, ele vai botar no orçamento dele lá o valor dos EPIs, né? Quantas luvas eu vou ter que comprar, se vai ter que comprar capacete, se você vai ter que comprar óculos, se vai ter que comprar bota para todo mundo, né? Você vai ter que botar um um colete, né? Com fita, né? Com aquela luz, né? Para para para sinalizar. Então isso tudo tem que estar no orçamento, indiretamente quem paga o cliente, né? Mas
e aí aí se der algum algum problema, né? A gente Também tem que ter essa esse esse nem sei qual o nome específico, Léo, que seria isso, né? Um uma um um uma margem de segurança ali para qualquer acidente de trabalho, né? >> Exato. Por isso que existe a lei do CLT, né? Porque aí se você tem os caras registrados, você tem o mínimo de segurança e resguardo disso, igual a Claro, né? por exemplo, o Reginaldo, que tem os ajudantes dele, que é tipo, ele pega o cara e fala: "Ô, Vamos lá, te pago a
diária tal". É um risco para ele. Teve obras que a gente teve que fazer, que a ele teve que fazer um processo de registrar os caras temporariamente, porque senão você não consegue entrar na obra, você não tem como, porque o cara não tem garantia, não tem resguardo nenhum daquilo, né? Então aí o que que o que que ele deveria fazer? ele já tem que cobrar um pouco mais caro, porque se ele sabe que o cara vai cair de lá de cima, não vai ter FGTS, não vai ter NSS, não vai ter nada. Então é é
perigoso para ele e mais perigoso ainda para quem tá contratando. Agora, se o cara que tá contratando ou você que tá gerenciando essa contratação ou dando assessoria para isso também não averíua e não pesquisa isso, você fala: "Ah, você tem CNPJ?" Tem. "Ah, então bora, pode trabalhar". Não, não basta. Tem que saber se os ajudantes são funcionários, são registrados ou é só ajudante tal. Dependendo da da categoria Da obra e da categoria do risco que a obra implica, às vezes não vai dar para contratar o cara que tem o meio com ajudante ali todo informal,
vai ter que ir para uma categoria de uma construtora. Por isso que a construtora é muito mais caro, porque o cara vai ter tudo isso, vai ter toda a documentação, vai ter todo mundo registrado, vai ter o ASO, que é o atestado de sa do saúde ocupacional, vai ver que o cara não é bipolar para subir Numa viga em cima de um telhado, vai ver que o cara não é esquizofrênico, nem é é aqueles caras que tem da eh a Parkinson, sei lá, entendeu? qualquer coisa dessa natureza que garanta que o cara tem uma equipe
que consegue é habilitada para fazer a obra, né? Quem vai pagar o EPI é como você falou, você já embute no preço isso, quem paga é o cliente, mas é você que tem que ter, né? Até protetor solar e tudo mais, que nem eu trabalhando aqui na prefeitura, no começo tava no Escritório, agora tinha aqui para fazer vistoria, um monte de vistoria no meio do mato. Vai lá ver o rio que caiu o esgoto. É no meio do mato, na PP. Aí nada de chegar perneira, nada de chegar galocha, bota, nada. Aí eu falei para
a menina do RH, repelente, protetor solar, óx. Eu falei para ela: "Olha, é o seguinte, eu não vou, eu eu não eu tô falando, eu não vou mais poder fazer vistoria. Meu chefe tá falando que sem os EPIs eu não vou poder mais ir pro Campo." Na mesma semana chegou o EPI, eu já tava aqui há dois meses. Ah, EPI, pá, pá, pá, não precisa. Eu falei para ela, ó, eu não vou mais paraa vistoria nenhuma, vou perder aqui meu trabalho, meu chefe tá bravo, que eu tô tendo que cancelar a vistoria, porque eu não
vou entrar na app da mata da da da mata atlântica sem perneira, cheio de cobra aqui. Aí na mesma semana chegou, entendeu? Por quê? Porque ele sabe que não pode correr Esse risco, mas é funcionário, CLT e tudo mais. O Reginaldo deu uma vez lá de louco, levou um monte de haitiano de chinelo para uma obra no hospital. Eu tava lá na hora, eu falei: "Man, vai agora, vai embora daqui agora. Compra calça, bota óculos, esses cara, luva, volta amanhã ou volta depois do almoço, mas tira esses caras daqui agora, entende? Não dá para ele,
ele pegou lá os caras na 25 de março, ô, tá livre aí, bora pra obra, entendeu? Dentro de um Hospital. P lá da onde você achou esses cara, manda esses caras embora agora, né? E e no final não, os caras eram firmeza, viraram amigo deles e tal. Agora o Reginaldo fala francês, inglês, aprendeu a falar com os haitiano lá, mas entendeu? Não pode. Isso que ele é um cara cuidadoso, atencioso. Pega qualquer outro maluco aí, vai fazer isso o tempo inteiro, sabe? Então você põe em risco tudo, tudo e todos, né? A vida do cara,
O emprenteiro, o engenheiro e o cliente final. Tá todo mundo na lama com esse cara junto que vai de chinelo. A hora que cair a marreta no pé dele ou ele decepar os dedinhos dele com a maquita, esse cara pode até ficar de boa, saber que o problema é dele, mas ele vai chegar na casa dele, o cunhado dele vai encher o saco dele, a esposa dele vai falar: "Processa, mete ele no pau, sei lá o qu". Entendeu? Muitas das vezes é isso que acontece. Não é o cara que fica Envenenado com a questão. Alguém
envenena a mente dele e daí ele vai lá e mete todo mundo lá no pau depois, né? Quem mais quer fazer uma fala aí, fazer um fechamento que agora bateu o nosso horário? O Zan tá com uma cara tipo, meu, que bucha, virei engenheiro e não tava ligado dessas coisas. >> Então eu só queria falar é o Thaago, né? Fala aí, fala aí. Vai, Thaís, eu falo demais. Vai que depois eu >> Não, na verdade assim, ó, eh, o que eu ia falar é que essa parte de execução eu tô fazendo tudo errado, porque, eh,
quando eu comecei a fazer projeto, eu não tinha conhecimento sobre essas coisas assim, sabe? tipo, ah, assessoria é isso, acompanhamento é isso, execução é isso e nem o que competia a cada uma dessas categorias. Então, tipo, sei lá, eu fiz o projeto, eu pensava, pô, eu tenho que executar isso aqui, né? E aí eu eu faço tudo, Tipo, eu vou atrás de quem vai executar, eu fico lá executando com ele, eu ajudo a executar, eu compro os materiais, às vezes eu pago os materiais e o cliente me reembolsa. Tipo, é muito desorganizada essa parte assim,
dá certo, porque eu sou muito responsável de, tipo, para fazer dar certo. É, eu tipo me preocupo muito com isso de que dê tudo certo. Essa é a minha principal questão com projeto e com obra, mas eu não entendia ainda disso, de que tinha, Eu sabia que tinha essas categorias, mas eu não não comprendi ainda assim que, tipo, cada uma delas implicava certos serviços e quais eram os serviços. E aí agora foi bom porque eu vou repensar isso assim, tipo, será que eu quero executar agora? Talvez eu não queira mais. Talvez seja mais fácil contratar
alguém e eu sou gerenciar. Mas eu não sabia muito bem disso, então eu meio que fazia tudo. Eu falo, >> legal. Isso, isso tem um pouco a ver. Vê no chat aí o que o Thiago falou, né? Agora é cobrar pelo serviço e receber o que você merece com qualidade e e e fazer valer esse trabalho, porque é de fato muito trabalho e usar o EPI, né? É, não, o que eu ia falar é que eu só refleti nisso porque a Maria falou que dentro do audiovisual, né, dentro do cinema, dentro de propaganda e marketing,
toda todo esse nicho Sempre tá coberto essas questões de acidente de trabalho. Sempre o contrato que é feito nessas nesses tipos de serviço, sempre tá coberto. Se a pessoa ficar com febre, o remédio dela vai ser pago, o a consulta dela vai ser paga. independente do que aconteça, né? E aí, tipo, já falando sobre esse assunto que a Thaís trouxe, eh, é aquilo, eu vou aproveitar aqui para fazer mais uma propaganda do documento, realmente, do pacote de documentos, porque a gente Pulou umas casas no jogo da vida das empresas, porque lá, né, no primeiro curso,
que foi em 2021, em dezembro, eu adquiri esse pacote de documentos com o Léo, com a água V e assim de fato, assim, a gente conseguir discernir o que que é cada serviço. Isso, né? Pô, eu me formei em 2019, né? Em 2020 teve a pandemia, tava esperando o bebê com a minha com a minha esposa, então a gente mal trabalhou em 2020, né? final de 2020 começou a surgir os Primeiros projetos profissionalmente. E aí, né, tipo em 2021 que que começaram a rolar alguns serviços, né, aí realmente rolou o curso e aí eu já
falei: "Caralho, Léo, preciso dessa parada, senão, tipo, vou começar tudo zero. Não sei nem como é que eu elaboro um contrato, tá ligado? Tipo, como é que eu vou fazer um contrato se eu tenho que elaborar proposta? Eu tenho que, tipo, fazer uma porrada de coisa que eu não tenho a menor ideia. Então assim, a Bagagem que que a água vê traz, né? Imagina quanto pepino essa galera já não cortou, cebola chorou, tudo isso para conseguir fazer um belo ensopado e tá trazendo aqui pra gente, né? Então assim, de fato, né, esse discernimento dos serviços
é uma coisa que, pô, o que a Thaí tá compartilhando com a gente agora é é porque muita gente, né, muitos de nós acaba indo ali, tipo assim, pô, bota tudo no nas costas e sai levando, só que a gente não tá, primeiro Sendo valorizado pelo que a gente tá oferecendo para esse cliente e segundo a gente tá se responsabilizando por muito mais coisa do que a gente deveria, porque depois se der algum BO é porque você é muito responsável. é muito competente. Então isso aí é mais um motivo de você, saber o que que
você tá oferecendo mesmo, que é, né, voltando algumas aulas aí, se a gente divide, né, os processos, né, que que que é cada etapa. Então, tá bom. Então, Ó, nessa etapa aqui eu vou fazer isso e isso aqui é projeto. Nessa etapa aqui eu vou est assessorando o cliente. Então, ó, isso é outro preço. Se eu tiver que ir na obra para você, é acompanhamento. Aí a galera que executa, ó, se eu for executar para você, ó, vai ser desse jeito, desse jeito, desse jeito, desse jeito. Então, cada coisa é no seu potinho, né? É
igual eu explicando as emoções paraa minha filha. né? Cada coisa no seu potinho, senão, tipo assim, A gente enlouquece. E aí, cara, pô, a gente teve várias reflexões durante essa obra que a gente fez, né? Principalmente essas questões assim, tanto da gente conseguir controlar o financeiro, como conseguir eh eh prever o prazo. gente, a gente trabalhou para minha nossa senhora. Final das contas, a gente recebeu R$ 16 a hora. Trabalhamos dias que foram 14 horas de serviço. Assim, a gente a gente pensou que ia ser de 7 a 10 dias, Trabalhamos 13 dias trabalhando h
assim de áreas de trabalho estouradíssimas, né? Se a gente fosse trabalhar 8 horas, a gente teria que ter trabalhado 18 dias e a gente entregou a obra em 13, né? Então assim, essas coisas são muito importantes realmente da gente planejar previamente para entender, teve um dia que, quebrou o compressor. Primeiro dia de obra, vou eu lá de carro até Niterói, atravessa a ponte para conseguir consertar o Negócio, volto, enquanto isso, compressor não tá sendo usado, não tá usando pinadora. Aí, tipo, uma sexta-feira, 5 horas da tarde, 4:30 da tarde, acaba o pino da pinadora, Não
sei onde é que vem. Vai, vai no palácio da ferramenta. Não tem, Corre na outra loja, vai fechar daqui a 15 minutos, senão vou ter que pegar um mototaxi para ir em Niterói para comprar. Aí, tipo, chega na outra loja, tem, graças a Deus, comprar até um Garaviton para ficar feliz. Aí volta pra obra, aí fica até 9:30, 10 horas da noite, entendeu? Então assim, são coisas que é várias coisas que tão vão me remetendo assim das outras aulas. tá tá tá se preparando para uma obra, cara. mapeia quais são as lojas que você tem,
os equipamentos e e as peças que você vai precisar para fazer essa obra, né? Porque aí fica tudo mais fácil. A gente já tem até um grupo no WhatsApp que é que a gente vai botando tudo, né, Umas metáforas com relação à terra, né? Então as raízes à Terra são todos os fornecedores de coisas que a gente sabe que a gente precisa. Então é pinadora, é o cara do compressor, é o cara que é fornecedor de bambu, é o cara que é o Uber moto. Nossa Senhora, moleque. Falando em acidente, na última obra de bambu
que eu fiz, eu sofri um acidente na da moto e ainda bem que não aconteceu nada, brother, por causa dessas coisas de Desespero. Então é é sinistro também, cara. Eh, eh, é complicado. A gente tem que se precaver com antecedência para não precisar fazer as coisas no desespero. Tipo, o cara foi passando um cruzamento e veio um carro e brilho, bateu na gente. Eu caí no chão, eu falei assim: "Caralho, mano, no meio da obra". Tá ligado? Então é isso, assim, planejamento prévio, prever tipo tudo que pode acontecer antecipadamente. E o e o mínimo é
assim, É fazer assim pra gente que faz obra, né? Muitas das vezes a gente não vai fazer um projeto, tá ligado? porque sabe como vai executar o negócio. Então assim, cara, faz um um croqui mínimo, quantifica as paradas, faz a listagem de material, pega, gasta assim, tipo, dois, três, 4, 5 dias para fazer isso antes de mandar a proposta, porque isso é o que vai fazer com que tudo seja mais mais tranquilo, mais suave na hora da execução. Exato. >> Isso não é isso, senão é tipo dor de cabeça para >> Exato. falava demais. Tíz,
não pode deixar, cara, senão atrapalha aí o andamento da noite de todo mundo. >> Não, imagina. É [limpando a garganta] mais por causa da hora que já passou, mas quem quer falar tem Rafa hoje não falou nada, Reginaldo falou pouco. Ariane o gato comeu a língua, Pedro também tá devagar, galera tá cansada, né? O Reginaldo já tava dormindo ali. Uma fala final aí de alguém que quer falar um pouco da sua experiência aí. O pessoal do Bambu, vou escalar aqui uma fala do pessoal do Bambu, uma fala do Reginaldo aí e uma fala do Zan
para terminar. Fala aí, Reginaldo. Ô, Léo, então, deixa eu compartilhar uma situação aí. Eu, uma obra que eu peguei para fazer uma quadra aí, eu terceirizei o o serviço de serralheria. E aí tava amarrado em contrato, tudo certinho. Só que o serraleiro deu uma mancada lá, levou um ajudante de última hora parafusar as telhas do galpão da quadra e o cara não escorregou do telhado lá e caiu. Primeira [roncando] coisa que o que o que o gestor da do contrato veio foi me falar: "Cara, você segura o rojão todinho que se sobrar para mim aqui,
você vai ser o primeiro que eu vou buscar." E aí eu tive que arcar com as despesas De hospital, dei assistência pro cara até ele se recuperar. E foi bem aquilo que você falou, a família do cara queria que processasse e o cara, não, de boa, Reinaldo, de boa, tá me dando assistência, não vou mexer com nada disso. Foi um alívio depois que eu consegui resolver essa parte aí. É, eu fiquei sabendo depois dessa história. Esperdão. [risadas] Ainda bem que não era projeto nosso, né? Mas você vê que problema. E se o cara morre, meu?
Que que acontece, né? Difícil. E a galera do bambu, quem já deu uma pinadinha no dedo, deu uma cerradinha errada. E aí, Brindão, quer dar um salve você aí? Vamos falar. Já abri o microfone aqui. Fala aí. Fala tu, mano. É, >> não, é questão de obra aí, né? Legal que no curso a gente tá vendo tudo que antecede, né? E aí essa mitigação de riscos, né? tanto durante o processo e Anterior assim que a gente vai eh também nomeando, né, os serviços, né, porque, por exemplo, a gente que costuma trabalhar com execução, como a
Thaí, a gente começa e aí faz gestão, faz execução, faz compra, faz cota, tudo e cobra num serviço só de diária na sua planilha de orçamento, né? Então, como assim, né? Então, eh, inclusive eu queria, eh, ver, né, a gente pode conversar depois mais, tal, mas como se cobra, né, para esse serviço De assessoria, né, a gente trabalhando com materiais eh diferentes, né, naturais, muitas pessoas costumam pedir esse serviço pra gente, né, mesmo a gente sendo executor, né, não sendo arquiteto ou engenheiro, né, porque é um serviço que a gente vai costumar fazer assim, né,
e tanto nas nossas obras quanto em obras de terceiros assim, né, que o a maior parte de contato que eu recebo são de arquitetas, já com projetos encaminhados, mas na maioria Das vezes tem muitas adaptações para ser feitas pro bambu, né? Então eu já sempre tô mexendo no projeto, né, que já chegou com adaptações a serem feitas. Depois durante a obra também eh essa essa troca, né, esse certificado de que a gente vai ter essa assessoria do arquiteto, por exemplo, para para compatibilizações ou para adequações, né? esse estudo aqui pra gente é legal da gente
tá elucidando esses processos, né, com quem tem experiência para Poder se certificar, né, no momento das coisas ir acontecendo, que a gente tá no caminho certo, né, que a gente não tá comendo bola ou que eh não vai com qualquer erro, qualquer coisa, se ferrar, né, e ter um prejuízo de dinheiro que a gente não tem, né, por exemplo, com acidente de obra, a gente pessoa física que mesmo sendo meio não tem um recurso, né? para lidar com esse tipo de situação assim, né? Então tem que ter, né, Recurso, tem que tem que tá em
algum lugar esse recurso aí pra gente girar. >> Exato. Quer complementar? Perdão. Eu eu quero complementar que eu gostei demais dessa aula, porque essa é a aula de redução de danos, né, desde de físicos a jurídicos, né, porque eu acredito que uma das piores coisas que a gente pode passar é atentar a própria saúde durante a execução de uma obra, né, Que é muito importante e e prazeroso. pra gente levar a sério o autocuidado, né? Tipo, é uma das coisas que eu mais gosto de fazer na vida é trabalhar, né? E eu eu me vejo
encorajado a seguir nesse diferencial que a gente segue, passando os desafios, que é por gostar de de usar a ferramenta, né? É um princípio mais antigo assim. Então, esse tipo de aula que a gente teve hoje me lembrou o quanto para mim é importante ser Pragmático em alguns critérios, principalmente de segurança, tipo, não pode deixar a zona do conforto chegar nessas áreas, né, nessas áreas de segurança, nessas áreas de cuidado com a própria ferramenta, né? que você junta uma vida, parcela um cartão, eh, nossa, economiza de várias formas para cuidar da ferramenta, né? E considerando
também que o corpo ele é uma ferramenta, né? Então, eu comecei a Trazer muito essa ideia assim para pra conversa e diálogo com a galera. Tipo, galera, nós tem que tomar água. Tipo assim, a gente tem que tomar água porque o que mais consome água é a cabeça. A gente tá lidando aqui o tempo todo com problema. É problema o tempo todo. Não tem nada que vai estar solucionado do começo ao fim na obra. Todo mundo vai ter que ter uma paciência, tipo, a gente vai ter que às vezes ficar Aqui até tarde, né? E
a gente não toma água e começa a ter dor de cabeça e começa a ficar irritado e tipo uma vida toda trabalhando com o corpo e não se alonga e não se fortalece. Tipo, cheguei até a brincar que capacitação técnica é às vezes é fazer uma musculação, porque você vai cuidar do corpo, você vai ter uma ferramenta que não vai olhar pro trabalho como um peso, né, um fardo, né? Então, é tanto os critérios de segurança que você tem que ter, tanto com o IPI, com o corpo, com a mentalidade ali em trabalho, né? Então
me inspirou lembrar dessa ideia que para mim é muito importante, é a saúde do corpo, assim como ferramenta mesmo, assim, tomar água, se alongar, comer bem, tipo, né? Quando a gente faz planejamento de imersão, a gente fica às vezes tipo um tempo isolado. Aí eu gosto de ser o cara que cuida da lista de alimento, Porque eu vou ali colocar umas coisas que para mim é importante pra gente que vai ficar exilado, que para mim aquilo é tipo ferramenta também, né? O alimento se torna parte da lista de material quando você vai est em estado
de de imersão, né? Então, tem essa inspiração aí de cuidado do corpo aí e agradeço poder compartilhar um pouco aí com vocês também. >> Cara, muito legal. Eu eu sou super favorável a isso. Achei a fala de vocês Incrível, assim, eu nossa, me veio vários insightes também. Eu falo no começo, né? Eu aprendo muito também ouvindo vocês. Tenho certeza que essa fala foi muito boa pro Reginaldo também, que que vem dessa força bruta e muitas das vezes, né, na né, os caras são mais brutos ainda do que ele e não reconhecem a importância disso. Tenho
certeza que que isso vai fazer ele refletir também sobre o que você falou. E complementando também isso é muito importante, porque a Gente pode ser rots, a gente pode ser natureba, mas a gente tem critério e tem qualidade do nosso trabalho. Então quando o Pedro fala do tipo que eu preciso eu preciso ensinar a arquiteta a entender como o bambu trabalha para o projeto dela sair melhor, para minha execução ficar boa, então eh e isso isso fortalece o trabalho seu também, entende? você falar para uma arquiteta, olha, você precisa pensar nisso, eu Preciso que o
seu projeto venha dessa maneira, pro meu trabalho também ficar bom e tal. Ela fala: "Pô, esses caras não são rots, os caras são, os caras são fera no assunto, mas eu posso ter um piercing, ter uma tatu, ter um alargador de orelha e você e você no meu trabalho, saca? Porque eu no meu trabalho hoje lá na prefeitura, eu sou o doido, mano. Eu sou o cara mais doido. Os caras na primeira vez falaram: "Mano, você é muito doido". Só que eu sou o Doido mais da equipe dos caras, porque eu sou um louco que
faz isso há 20 anos e faço o trabalho com direito, com critério, com qualidade, com excelência. Não faço negócio de qualquer jeito, sei o que precisa fazer para dar certo ou não. Assim como vocês sabem, melhor do que ninguém é o negócio do bambu. Então, pode ser Huts, pode ser vegetariano, pode ser natureba. Se quiser pitar um, falar com dia já no final da tarde, vai com Deus. Mas na Hora do trampo, eu tenho meu EPI, eu uso minha ferramenta, eu tenho minha, eu sei usar a ferramenta e eu vou executar meu trampo com qualidade,
né? E isso só eleva o nível do trabalho. Então eu posso ser o maluco mais louco que tem na prefeitura de Nova Lima, mas os caras não vão mexer comigo porque eu sou no assunto, né? E eu sei fazer o trabalho. Então não interessa isso. Isso fica pequeno perto do restante, né? Então, ter processo, ter documento, ter Qualidade, ter procedimento, seguir a rotina, o cronograma, ter esse tipo de papelada, não vai, vocês vão ser, é o, é o Charlie Brown, é o completamente louco, mas o louco consciente, né? E quanto mais a gente fizer isso,
mais a gente vai resgatar o nome da permacultura, o nome do bambu, mais a gente vai fortalecer o nosso trabalho, porque falar: "Meu, esses caras são loucos, mas os firmes mesa que fazem o trampo melhor do que qualquer outro". Né? E a gente precisa disso, cada vez mais disso. E aí, quem quem faltou? Thaí ia falar e o Zan ficou bem quietinho hoje também. Vamos fechar e acabar depois de 20 minutos já estendidos. Pera aí, [risadas] >> não vou ficar aqui até meia-noite. Não, zoeira. O que eu ia falar é que uma coisa que eu
acho mais difícil nessa questão do da gestão de obras e do das Categorias [limpando a garganta] que tem e as atribuições, >> Thaí? Deu ruim. >> Nossa, não tá vou voltar. Eh, o que eu ia falar é que uma coisa que eu acho que é um pouco mais difícil assim, que é além de eu ter que aprender a destrinchar agora eh cada uma dessas categorias de gestão de obras, o que compete de cada uma. Eh, tipo, o que eu acho que é uma que é uma coisa que eu Vou ter que pensar bastante é que
os nossos serviços são muito específicos. Então, tipo, ah, tratamento ecológico de águas, como eu vou contratar ou o cliente vai contratar um uma emprenteira para fazer isso e aí eu só vou a uma vez na semana para ver se estão fazendo certo? Então essa é uma questão assim para mim que eu vou ter que pensar bem assim, eh, porque não é qualquer pessoa que executa isso, por isso que eu executo também, que tipo, eu Não acho uma pessoa que vai fazer, aí eu falo: "Bom, melhor eu contratar aqui os caras, eu vou lá com eles,
fico lá todo dia até terminar e e sair." Bom, >> posso falar? Não é porque isso é um exemplo assim. Não, você não >> é eu não, né? É porque o acompanhamento de obra ele cada um vai ter um modelo, né? Então isso que você faz já é o acompanhamento, né? De você pegar e chamar a galera e passar a semana Inteira lá com ele já é um acompanhamento. Só que você não tá cobrando diferente por isso. Então você tem que vender um um pacote para esse cliente assim, ó, eu vou ter que fazer um
acompanhamento de obra semanal, né? Então você me contrata para uma semana, se precisar de mais outra semana, aí você vai me contratar novamente. Ou então não, você pode me contratar para dois dias na semana, aí eu vou para casa, a galera continua o resto da Semana, depois eu volto mais dois dias na semana que vem. Ou então é uma vez na segunda, outra vez na quinta que eu pego o início da obra, oriento eles que que eles têm que fazer nessa semana. Na quinta-feira eu vou lá vejo se eles estão fazendo tudo certo, se eles
tiverem feito alguma coisa errada, desfaz, ajeita para na sexta-feira tá tudo direito. Na segunda-feira eu volto para te orientar de novo, né? tudo vai ter um modelo para você conseguir fazer O acompanhamento de obra de uma forma, né, coerente com o projeto, porque aí, tipo assim, eh, o que eu entendo é assim, como eu falei, né, na nossa breve reunião do do World Café, eh, a gente, né, optou também por trabalhar, exceto nesses projetos que a gente executa, né, de bambu, instalação de home biogás e e de bioet, eh, sempre em assessoria e acompanhamento. Então
assim, a nossa intenção é sempre pegar uma equipe de Obra que não tem especialidade nenhuma em soluções baseadas na natureza ou bioconstrução ou qualquer coisa que seja, teto verde, tarará e a gente vai capacitar essa mão de obra, porque também tem um sentido que eu acho que a gente compartilha e comunga aqui, que é a gente precisa semear e se a gente não semear nos caras que realmente fazem, porque quem faz é o Reginaldo, é o mestre de obra que que vai pegar a obra. Então, esses caras são os caras que Realmente, por se eles
se apropriarem das técnicas numa outra obra, eles não vão nem precisar mais da gente. E assim, ah, não é que a gente tá perdendo serviço, isso é isso é muito maneiro. Se a gente conseguir cada vez mais ter multiplicadores das técnicas, a gente vai, por de fato, com o passar do tempo, conseguir mudar o paradigma da constituição civil. Então, eu capacito esse cara, pô, esse cara agora ele sabe fazer um teto verde. Esse cara agora Sabe fazer um adobe, esse cara sabe fazer um pau a esse cara sabe fazer um círculo de bananeira, uma bacia
de evapor transpiração ou ou uma estrutura de bambu ou o que quer que seja, né? Uma fundação de pedra, sei lá. Mas a gente capacita a mão de obra, orienta, acompanha e aí dessa forma você não é o responsável pela execução da obra, mas você tá dizendo para ele como que ele deve fazer e o seu cliente vai est assim: "Opa, maneiro, eu tenho uma Galera que sabe o que, como tem que fazer e que tá orientando o cara que eu contratei." Então assim, não sei se eu tô falando bobagem, mas é é essa foi
ótimo. Legal. Valeu. >> Exato. Gente, essa essa aula sempre gera essa discussão, né? A galera foi legal essa fala aí da Thaí que fica até meia-noite, eu fico sem problema aqui. A gente continua, mas é claro que a maioria da galera já can. >> É porque a galera não sabe, né, Léo, que a gente continua aqui. [risadas] >> Mas esa aí só para falar do que eu falei ali no WhatsApp, no chat, [limpando a garganta] que aí já vira um serviço a mais, né? Porque é diferente você acompanhar a obra com profissionais experientes e você
tá estar treinando e capacitando profissionais novos. Então você tem que cobrar um diferencial nesse serviço aí também já entra como um treinamento, né? Aí, Ariane. Ótimo. Então, isso pode ser um, essa é permacultora, isso pode ser um problema, mas pode ser uma solução. Então, olha aí que interessante. A gente começou assim, a 2007, 2008, a gente começou assim, a obra era tão barata, o nosso projeto e o nosso trabalho era tão pequeno que não dava para pagar tudo. Aí a gente combinava com o nosso cliente que a gente ia fazer um curso na obra, tipo
canteiro aberto. Aí a gente vendia a inscrição pro curso. As pessoas que vinham pro curso era mão de obra de graça. Eles ainda estavam pagando para fazer o curso. Quando a mão de obra do curso vinha, economizava a mão de obra do serviço contratado dos pedreiros e e o cliente economizava. E era uma relação de ganha, ganha ganha. A gente ganhava o projeto porque vendia barato. A gente conseguia ganhar um pouquinho a mais porque fazia um curso dentro da obra. O cliente economizava com a mão de obra e os participantes do Curso ganhavam o conhecimento
que eles não tinham, que só era teórico da faculdade. E foi assim que a gente começou fazendo. Eh, essa é a tal da escola de bioconstrução que abriu, cresceu e depois cortar pela raiz lá, jogar as nossas ilhas flutuantes na caçamba. Eu nunca consegui confirmar essa informação, mas e isso deveria ser o caminho normal, mas infelizmente essas iniciativas vão à falência muitas das vezes. Por isso que a gente tá fazendo Esse trabalho aqui, para que os bambuzeiros possam ser os melhores bambuzeiros tecnicamente e com a sua gestão empresarial funcionando também para não perder dinheiro. como
a Thaís falou, como o Brendon, o Pedro perguntaram [limpando a garganta] aqui no chat também, né, de como cobrar para esse serviço. Então, tem algumas maneiras, tipo, se você vai fazer essa assessoria aqui, né, você falou, o fornecedor não é Convencional, eh, a juta sintética lá, todos os as fibras e tal, o barro, pô, vou comprar um caminão de terra, onde que eu acho isso tal, não é convencional. Então, sabe o que que às vezes eu faço na obra na escola que o Reginaldo executou? Eu deixei o gestor da escola. Eu falei para ele, ó,
tem esse serviço aqui, eu vou cotar, comprar, gerenciar, mandar entregar, tudo vai custar 15% da estimativa do valor da obra. O cara não imagina. Aí eu Falei: "Tá bom, então gerencia aí, compra tudo, a obra começa segunda que vem, já precisa chegar isso, ser aquilo na obra". Passou duas horas, o cara me ligou, falou: "Não, eu prefiro pagar para você. Faz para mim isso que eu não tenho condição de fazer". Então, beleza, então eu faço, mas eu vou cobrar para fazer isso porque dá muito trabalho, né? Então, ou você coloca um valor por hora estimada,
ou você pode colocar um valor que é de 10 a 20%, não pode passar muito Disso, em cima do valor global, da estimativa global da obra toda, né? Eh, e você coloca isso como itens à parte, ó, tem esse serviço, tem esse serviço, tem esse serviço. Você não é obrigado a contratar tudo. Você pode contratar o que você quiser. Agora, com isso aqui, eu te alivio disso. Com isso aqui, você não precisa se preocupar com aquilo. E com isso aqui, eu vou entregar a chave na porta para você. Mas tem um risco. Se você embute
o preço do material dentro Do seu serviço também, esse negócio de chave na porta. Na pandemia conheci dois caras que foram à falência com isso. Ele pegou a primeira, não sei quem conhece o Marcos, ninguém. Ele pegou uma obra num condomínio lá de Goiás, a primeira obra dentro de um loteamento. Ele ia pegou a primeira casa sustentável que ele ia fazer num loteamento que era a primeira casa do do condomínio. Então ele falou: "Vou estourar, vou pegar a primeira, Depois vou fazer todas." Entrou a pandemia, o preço triplicou, ele faliu, né? Ninguém hoje tá morando
lá no Ceará, numa terrinha que ele comprou lá no Enco em 2010, recomeçando a vida dele porque ele perdeu tudo. Ao invés dele entregar a chave na porta, ele deixou a cueca lá na casa do cara, falou: "Meu, leva tudo, não tem como eu entregar essa casa para você mais, né?" Então tem que ter os seus cuidados também. O ninguém é muito doido e pecou nisso daí achou que ia Estourar e faliu, né? Você conhece ele, né? tá rindo, então pode dar certo e pode tá errado, por isso tem que se precaver. Ele merece não.
Mancada. É isso, gente. Alguém quer falar alguma coisa mais? Eu vou ter que cortar essa parte da aula, né? Est, acabou com a aula agora. Assis, finalmente. E o palavrão que o Thiago falou, né? toma maior cuidado para não falar Palavrão. Ele falou meia hora de palavrão.