A diferença entre uma esposa troféu e uma prostituta é o anel. Prostituta são as mulheres que transam, ficam sem compromisso nenhum. E acho que se for uma mulher vivida, ela não vai querer casar com um cara que não tenha condições. Meu marido foi embora com uma prcha. Eu nunca tive pai presente. Acabou o império Nati Beauty? Não acabou não. E aí você não tem um homem acabou? Não. Tava devendo 200.000. Nome no Serasa. Carro com busca e apreensão. Não era nada. Ele quer uma esposa cheirosa, unha. Mas ele também quer isso da prostituta. Sou interesseira,
então vou gastar o que é dele mesmo. Mas se é a favor da mulher casar com [ __ ] A decisão final é sempre minha. Eu não acredito. Um homem cristão, ele vai te tratar igual uma rainha. Quantos cristãos a gente não vê traindo, matando? Eles não pensam duas vezes. Mas eu não sou qualquer uma, eu sou a mulher troféu. O dinheiro é dos dois? É responsabilidade. Será que essa mulher não tá lutando por uma melhora? Até quando chegar e não tem mais o que fazer. Dinheiro na mão, calcinha no chão. Eu sou Natália Martins,
hoje associou do grupo Natália Beauty. Já fui uma mulher completamente dependente financeiramente. Cresci num lar de mulheres muito dependente financeiramente e acredito que essa dor se transformou na minha maior missão. E hoje estou cercada por 30 esposas troféu. Se a mulher não trabalha, ela não tem liberdade. Oi, tudo bem? Tudo bom. Ana Cláudia de Manaus. Tudo bom, Ana? Tudo. E aí? Bom, eu possivelmente não acredito nisso porque nós mulheres não dependemos de homem para nada, né? E eu como eu sei como eu sou mãe e cuido da minha filha, cuido do meu marido e eu
acho que tipo assim, eu só não trato trabalhando porque eu não quero mesmo. E como eu já passei 10 anos só, só trabalhando, cuidando do meu marido, eu acho bom ele também. Mas hoje você não tem renda. Você depende financeiramente, porque você falou que não depende de homem para nada. Mas hoje se você quiser ir embora de casa com seu filho, como que você vive? Qual é a sua renda? O que que você construiu? Bom, eu possivelmente eu só deixei por causa do meu da minha filha, né, para eu m poder cuidar dela, ficar mais
com ela. Mas não tem nada a ver de eu não querer trabalhar. Eu trabalho se eu quiser e eu mando nele. É, mas não é bem assim. Quando a gente fala de, eu tô falando de liberdade financeira, porque alguma vez você já deixou de comprar alguma coisa? Maioria, então, obrigado. Ó, e aí me conta. Bom, realmente, eh, eu acredito que mulher não tenha liberdade, porque o trabalho dignifica a gente, com certeza, né? E aí quando a gente é casada, a gente depende do dinheiro do marido para tudo. Como que você vai ter uma independência se
você tem que pedir o dinheiro para essa pessoa? Se você depende totalmente dessa pessoa? Exatamente. Exato. Fica bem difícil. Mas ao mesmo tempo a gente também pode achar outros meios, né, de ter essa tal liberdade. A gente pode tudo bem bom, qual que é seu nome? Natália. Sou xará. Lindo. Bora, Nati. Meu nome é Natália, eu tenho 34 anos, eu sou dona de casa e eu decidi Participar porque eu acredito que o papel da dona de casa muitas vezes é desvalorizado pela sociedade. O que que você defende nessa situação onde a mulher que não trabalha
não tem liberdade? Por quê? O que você considera liberdade? Liberdade de falar não, liberdade de sair se ela quiser, liberdade de ir embora, liberdade de comprar o que ela quiser, liberdade de simplesmente dizer não. Porque eu cresci num lar onde eu vi a minha mãe ficar num relacionamento por anos, porque ela tinha cinco filhos e não tinha como sustentar nenhum deles. Então ela ficou neste relacionamento que acabou com a vida dela. Aí eu acho que é um problema do relacionamento, porque eu vivo num extremo oposto desse relacionamento, onde meu marido me valoriza, onde o que
eu faço dentro de casa ele vê com bons olhos, né? Então, a liberdade para mim, eh, por exemplo, o salário do meu marido, ele não considera é o meu salário, é o nosso salário. Então, mas você tem que justificar os seus gastos de alguma forma, né? Ou ele não te pergunta se você quer. Não, eu tenho um cartão de crédito adicional do dele porque ele confia em mim, ele sabe. Eu não vou gastar o dinheiro que é nosso de uma forma eh irresponsável. O dinheiro é nosso. Então eu vou gastar com aquilo que eu sei
que é necessário. Eu vou gastar com aquilo que vai fazer diferença na minha casa, Com o supermercado, com as crianças, com dentista, com remédio. É claro, às vezes, ah, fiz aqui minha unha de gel, mas eu não preciso justificar para ele. Quando eu chego, ele olha pra minha unha e fala: "Nossa, que linda, amor, você fez sua unha, como tá bonito, né? Ele gosta que eu me cuide também". Então, eu sei que essa talvez não seja uma realidade de todas as mulheres, mas você sabe que 52% das mulheres que sofrem abuso, que é um número
gigante, e quando eu falo abuso é psicológico, é físico, é patrimonial, né? E é o tem de internet também. Todas elas, 52% delas não trabalham, por isso não podem sair desse relacionamento. Então, a sua realidade talvez seja uma realidade muito diferente, muito específica. Mas mesmo assim, tá, como mulher, eu ainda defendo que toda mulher tem que ter o seu dinheiro de alguma outra forma. O marido dá, legal, mas talvez você um dia fique brava com ele, não se se imponha tanto, porque precisa de um dinheiro de justificar algo na outra semana. Eu vivi muito isso.
Eu, Nati, eu já trabalhei fora. Eu sou formada em marketing, fiz na USP, eu fiz intercâmbio em Boston, morei meses em Boston. Eu fiz curso em Harvard, eu falo inglês fluente e eu por muito tempo assim me via como uma pessoa que seria uma mulher de carreira, uma mulher de negócios, tal. Então eu trabalhei em Empresas multinacionais, eu trabalhei em empresas que eu cuidava de contas grandes, eu cuidava de vivo, eu cuidava de bobs e aí vieram os filhos, tá? E aí eu Você não sente falta dessa identidade sua? Não, porque fora a maternidade, quando
eu estava lá na empresa, a minha cabeça estava na minha casa, né? Eu, quando os meus filhos nasceram, eu continuei por um tempo trabalhando e eu não conseguia dar o meu melhor nem aqui e nem ali, porque quando eu tava no trabalho, eu tava pensando nos meus filhos. Quando eu chegava em casa, eu tava pensando nos problemas do trabalho. E quando eu decidi me dedicar à minha casa, à minha família, eu sinto que eu entrego integralmente tudo que eu posso aqui para eles e que esse é o meu legado. Esse esse é o eu não
vou ser valorizada, nunca vai aparecer numa revista Forbes As 10 melhores mães do mundo, né? Isso ninguém vê. Mas eu sou valorizada por eles. Então, quando o meu filho vem e fala: "Mãe, você é a melhor mãe do mundo". Porque eu sentei para assistir Harry Potter com ele e ele ficou super feliz. É uma coisa que eu não conseguia fazer antes, porque quando eu chegava do serviço, eu era 2 horas de trânsito para chegar, depois 2 horas de trânsito para voltar. Quando eu chegava Em casa, eu tinha que ainda fazer um monte de burocracia. E
aí, e você tinha que cuidar da casa, deixar tudo em ordem, uns filhos, que é um trabalho que geralmente não existe uma ajuda assim muito explícita dos maridos. Mas meu marido é parceirão, mas só que mesmo assim é muita coisa, né? Porque você chega, eu tava pré-diabética, eu tava com sobrepeso, eu tava com estresse, eu tava ansiosa, eu tava assim no na beira de um burnout. Quando você, quando você era criança, que, qual era o seu sonho? Você falava que queria ser o quê quando crescesse? Chiqueititas. Sério? Porque a gente deixa de sonhar em algum
momento, né? Quando a gente casa, a vida vai acontecendo, todos esses problemas, os filhos, a gente esquece um pouco dessa infância, dessa menina que sonhava em ser algo. Sim. Mas aqui na sua situação, quando a gente diz esposa troféu, né? aquela esposa que não trabalha, que não pode trabalhar, que não tem consciência nenhuma, que não tá nem aí com as coisas financeiras. Você então a esposa, é uma parceira, uma sócia do seu marido, se a gente parar para pensar isso. Eu vejo o meu, minha casa, o meu lar como uma empresa e eu sou CEO
dessa empresa. Para o meu lar dar certo, pros meus filhos darem certo, eles dependem de mim. Então, para mim não tem dinheiro no mundo que vai pagar o fato de meus filhos crescerem e eu ver, nossa, eles São bons maridos, eles são bons agora porque pode acontecer, tá? A gente vive num mundo que pode acontecer. E um dado muito interessante é 96% dos brasileiros não confiam nos outros. Então, lá no fundo, se ele for embora, como você fica? Você que você faz? Como eu falei, eu tenho, né, eu tenho estudo, eu tenho, eu fiz a
opção de ficar em casa, mas é que é uma hipótese que para mim não vai acontecer, Nati. Eu tenho um filho que tem uma síndrome rara. Quantas mães que tem crianças com deficiência que vem seus maridos irem embora. E meu marido nessa situação tá ainda mais perto. Meu marido trabalhava 15 dias embarcado em plataforma, 15 dias em casa. Quando a gente teve o Isaac, nosso segundo filho, ele falou: "Linda, não vou mais ficar em plataforma, vou ficar aqui com você". Eu falei: "Por favor". E aí, então assim, eu não consigo imaginar meu marido indo, porque
é isso, a gente vive nessa parceria de que a gente acredita que juntos nós somos mais fortes, de que se um cair o outro levanta. Então é o relacionamento que eu vivo muito bom. Nesse caso você tem realmente uma sociedade com ele, mas ainda aí mesmo assim para mim tem que ter a sua renda, a sua fonte de renda, mesmo que seja em casa com seus filhos. Mary ó lá. Pronto, gente, tem uma fonte de renda aí lá no fundo. Você tem o seu dinheiro que você ganha, que você faz o que você quiser. Eu
faço, é, eu faço mais por nos tempos livres, no tempo vago, mas não é um compromisso que eu tenho de levar sustento paraa minha casa. Eu acho que esse que é o peso que se coloca em cima da mulher, que aí a gente gera também homens fracos. Quando a gente eh tira esse peso do homem, a gente vai gerar um homem banana, né? É, é que é que não é todo homem ou toda mulher que tem essa opção, né, de ter alguém que seja tão provedor assim a ponto de deixar muito livre. Mas todas as
mulheres que eu conheço que dependem do homem financeiramente, em algum momento elas não se sentem livres para gastar ou para sonhar ou para serem protagonistas. em algum momento elas questionam identidade. Então, se você diz que tá vendendo cake, que é que é legal, que eu acho muito legal, se você tá em casa trabalhando, mas tem ali o seu dinheiro, a minha preocupação é essa, porque Mas ó, vou te falar, Marc mais me dá prejuízo. Ah, mulher, não fala isso. É verdade, porque eu pego o cartão do meu marido, eu falo: "Lindo, vou comprar aqui a
Merc, vou fazer um evento." Às vezes eu nem vendo tudo do que eu comprei, tipo, eu faço mais por um hobby, por ser uma coisa que eu gosto, sabe? Eu acho que a mulher devia trabalhar por uma coisa que ela gosta, Por um hobby, não com a missão de, tipo assim, se eu não levantar, se eu não acordar cedo, quer dizer, mesmo sem trabalhar fora, a gente acorda cedo porque arruma a lancheira das crianças e leva pra escola. É, eu falo que cuidar da casa é um trabalho sem benefício. Exatamente. Porque você acaba sendo funcionária,
mas não tem INSS, não tem seguro desemprego, não tem, né? O homem constrói tudo isso sem benefícios. Aí, por exemplo, o meu benefício é ver meus cílios crescendo, é ver o primeiro passo, é ver o primeiro tchauzinho, é ver o primeiro beijinho, né? Para mim esse é o maior benefício. Sim, tem também, mas tô falando financeiramente de liberdade. Mas eu entendi o seu ponto. Faz sentido. Ela me dobrou aqui, cara. Sabe, eu vou embora. Ela vai trabalhar comigo também. Não, eu mulher não posso, amor. E jamais não. Eu sou casada, maravilhosa, feliz, encontrei o amor
da minha vida. E tem filhos, n? Eu tenho duas meninas e eu sou muito feliz hoje, mas livre. E ó, te falar uma coisa, eu nunca senti a liberdade como eu sinto hoje, podendo fazer o que eu quiser, a hora que eu quiser, falar não, falar sim. E não é Uma competição, é liberdade. Porque quando a gente é livre, a gente realmente se conhece. Enquanto a gente não tem essa liberdade, a gente depende muito do outro, do humor do outro, da vontade do outro, de como o outro está. Eu lembro de várias vezes eu tendo
que pedir cartão pro meu pai ou pro meu ex-marido, que eu tinha que agradar ele. Então, se ele tava de mau humor, não ia pedir naquele dia. Se ele tava de bom humor, eu ia tentar iniciar uma conversa. Então, às vezes eu até tava brava com algum comportamento dele, mas eu não falava porque no dia seguinte ia pedir dinheiro para comprar alguma coisa. Então, é esse tipo de liberdade que eu não tinha e que eu senti com a financeira. E eu falo que o primeiro grau de liberdade de uma mulher é a financeira, mas você
tá me dizendo que você já teve essa liberdade e que hoje você escolhe não ter, mas que se amanhã você tivesse que voltar a trabalhar, você tem essa liberdade, essa de escolha. Tenho. Então isso é ótimo. É. Tá ótimo. Melhor dos mundos. Verdade. Tá filhosa. Obrigada, N. Obrigada a você. É muito difícil brigar comigo. É. Então, mas eu não posso ser. A minha experiência foi assim algo surreal. Eu não vou esquecer o que eu vivi aqui hoje. Eu aprendi muito com essas mulheres também, apesar de não concordar com a opinião delas, porque eu realmente acredito
e não tem nada que me faça mudar que toda mulher tem que ter a sua Independência financeira. Ela tem que ganhar o seu próprio dinheiro, tem que ter a sua fonte de renda, senão ela fica sujeita a alguém decidir por ela, um homem mandar na vida dela, dar a palavra final. Foi incrível. Senta aqui. Senta aqui. Você pode repetir quantas vezes você quiser. Você pode vir agora na próxima. Vem cá. sente aqui. Sé, qual que é o seu nome? Érica. Prazer, Érica. Vamos lá. Eu eu fazer um questionamento, questão do que a amiga tava falando,
né? Eh, entendo toda a questão dela. Eu também, no meu caso, estudei e tudo mais, né? Quando virei mãe de família, passei a ficar em casa. Meu marido sempre cuidou de mim, dos meus luxos e tudo mais. Aí o que que acontecer? Meu dinheiro, né? O que ele me dava. Olha, isso aqui é para você, para fazer suas coisinhas. Eu sempre fiz uma reserva. Hum. Sempre deixei uma reserva porque a gente nunca sabe o que pode acontecer. Então esse dinheirinho da minha reserva, ele ficava ali guardadinho onde só eu sabia, né? Mas com o passar
dos anos, eu falei, eu preciso passar isso para alguém dessa reservinha que eu tenho em questão de eu estar esse tempo todo em casa, sem trabalhar e ele ali, né, me sustentando, coisa e tal. E eu falei, eu preciso falar para alguém porque o tempo tá passando e eu já tô para fazer 50 anos, a gente não sabe o que pode acontecer, Né? E aí, meus filhos? Então, tá, essa coisa de pensar nessa reserva é tipo Deus sabe todas as coisas, né? Porque tipo acontece que coisas ilusidadas na nossa vida. Sim. Sim. O que aconteceu
comigo? Eu nessa minha rotina de vida, sempre fazendo ali as minhas reservas, mas estudando, fazendo uma coisa aqui e outra coisa ali, eh, transista, né, sempre, né, fazendo um cursinho, aquela coisa, mas vivendo ali uma vida totalmente estável, tranquila, sendo sustentada primeiro pelo meu marido, os filhos todos estabilizados, estudando, que eu fui mãe muito cedo, eu casei com 15 anos, né, e meus filhos já são todos hoje, né, cada um cuida da sua vida. tem a sua casa. Um belo dia ele saiu para para jogar bola. Ele teve um infarto fulminante aos 42 anos. Então,
como eu fiquei? Como a minha reserva? Você entendeu? É essa reserva de alguma coisa. Óbvio que a gente não quer isso, mas a gente tem que contar analisando os dados, tá? Dados. Exato. Então, a maioria das mulheres quando não tem renda e acontece de se separar ou do marido falecer, ela regride e fica até Em estado de vulnerabilidade com os filhos. Então, a minha preocupação é essa com as mulheres e essa é a minha missão. Você é interesseira se quer casar apenas por dinheiro. Nati, meu Deus. Ah, essa frase, o que que ela significa? Se
você já casa, sabendo que ele vai ser o provedor e pôr dinheiro, isso é interesse. Com certeza. Concordo. Absolutamente. Claro, se você tá casando por dinheiro, você é interesseira. A gente entra num relacionamento por amor, é por por admiração. Você acha que tem mulheres que casam por isso? Tem, com certeza. Tem. Tem mulheres que deve ter. Ah, você vê tantos eh velhinhos com as novinhas aí ou velho do do IAT lá. Com certeza. Tem muitas mulheres que casam por isso. Mas eh aqui no nosso contexto aqui, eu acredito que quem tá aqui defendendo o papel
da esposa, ninguém aqui casou por dinheiro. A gente casou, quer dizer, não sei, né, mas eu casei por amor ao meu marido, né? A, eu acredito que num casamento a gente se casa porque você vê no gente. Aê. Oi, Natália. Vai. Tudo bem? Prazer. bem, te admiro muito. Eu sou a Mariana, tenho 26 anos, trabalho como influenciadora e eu decidi participar do debate para ouvir novas opiniões, né, debater sobre o assunto. E eu discordo. Eu acho que quando o homem tem muito dinheiro, ele não vai querer ver a esposa se matando, trabalhando, às vezes para
ganhar um salário mínimo ou trabalhando ali numa escala de CLT 6 ou 10 horas por dia. Então eu discordo. Eu acho que quando ele tem dinheiro, ele vai querer a mulher perto, querer a mulher perto dos filhos e consequentemente a falta é a mulher que casa por dinheiro, ela é interesseira? Depende. Por quê? Depende. Acho que se for uma mulher vivida, que já sofreu muito na vida, né? Ela não vai querer casar com um cara que não tenha condições. Ela vai continuar ali se matando, trabalhando. Mas de novo, tudo por dinheiro. Dinheiro. Eu não faria
isso, mas eu entendo quem faz isso. Entende que falta, né? A independência dela e ela tem que ir para isso. Independência, falta um pouco de garra e aí algumas mulheres acabam indo para esse lado, entende? Às vezes se o homem concorda, é porque o homem não quer ver a mulher trabalhando. É isso. É bem ruim, né? É. E você concorda quando a palavra final é do homem, quando ele que ganha o dinheiro? Que você tava falando disso, né? Sim. Se eu sou submissa ao homem, A palavra final é dele. A palavra final muit das vezes
é dele. Mas a mulherência maioria a tem que chegar primeiro. Qual que é seu nome? Mariana. Mariana me diz, você concorda com o fato de que a mulher, se ela casa por dinheiro, ela é interesseira? Concordo. Você concorda? Concordo. Ou você acha que tem mulheres que a única opção dela é essa? Eh, na verdade, eh, só quem for tonta que não gosta de dinheiro. Eu gosto de dinheiro. Com certeza eu juntaria útil agradável. Ficaria assim com cara mais assim. Tem que ter muito dinheiro para eu ser uma virgínia da vida, ter babá, ter empregada, ter
todo mundo que faça tudo por mim. Claro que eu quero viajar sim com ele me bancando todinha. Mas a Virgínia construiu dela? Construiu sim. Mas que o que ajudou a Virgínia, o Zé Felipe que eu acho foi ao contrário aí, né, nessa relação. Não. Ah, enfim. Não sei. Tô dizendo que eu quero ser rica que nem ela. Maravilhosa. Então tem que ser independente, ganhar o seu dinheiro. Não, mas é mais fácil ele me sustentar do que eu me matar, né? Se ele já tá ali, gosta de mim, então vou gastar o que é dele mesmo.
Não vou mentir, não. Sou interesseira. Gente, ela sumiu. Mentira, mentira, mentira. Obrigada. Qual que é a pauta mesmo? A mulher que casa por por interesse, por dinheiro. Não, a mulher que casa só por dinheiro, ela é interesseira. Você é você é inter. Eu sim, eu gostaria de ter um homem sim que realmente tenha dinheiro para bancar, certo? para mim cuidar, para mim cuidar da eh eh da minha beleza. Porque assim como existe mulher interesseira atrás de dinheiro, existe também muito homem interesseiro, que eu falo que é o quê? Que ele vai atrás de beleza, ele
vai atrás da mulher, que ela é bem vestida, que ela é bem arrumada, entendeu? E aí ele tá com ela por isso. Então existe um interesse das duas partes. Das duas partes. Exatamente. Ambos interesseiros. Ambos interesseiros. Olha, é a minha opinião. Sim. Lógico, tem muito homem aí para você ver que tem 50 anos e ele sai desfilando com a novinha do lado dele. Não é interesse. Ele é interessante também dos dois, tanto da parte dele quanto da parte dela. Eu acho que a mulher também ela tem que ser independente, minha opinião. Ela tem que correr
atrás do dinheiro dela, não viver em pró. Mas se realmente, se ela encontrar um cara que diz que quer dar uma estabilidade de vida financeira para ela, por que não? Cara, eu vou, posso contar uma história? Pode uma história. Tem uma uma amiga minha conhecida e ela foi amante de um homem por muitos anos. Sim. 30 anos. E ele ela ele pediu para ela sair do trabalho que não precisava mais trabalhar. Ele dava tudo para ela, tudo. Absolutamente. Ele e ele abria a mão. Dava o cartão, ela podia gastar o que quisesse, pagou faculdade dos
filhos. Foi aquela vida muito boa. Chegou no momento, depois de 30 anos, ele simplesmente falou que não queria mais ser amante dela. Sabe como ela tá hoje? Trabalhando de Uber. Trabalhando de Uber. Todo o dinheiro, todo o dinheiro que ela tinha era o cartão dele. Então ela gastava e ele e ele pagava. E hoje ela tá como Uber. Então é muito perigoso. A gente não sabe o dia de amanhã. Exatamente. Foca em garantir o seu. Exatamente. Também foco em garantir o seu. Mas a opinião, como existe muitas mulheres que casam por interesse no bem material,
existe muito homem também aí que casa por interesse, que às vezes nem casa, às vezes ele é interesseiro pela beleza dela, porque assim, dizem que beleza não se põe na mesa, mas você tem que andar com uma pessoa que, né, que que deixe você bem o troféu. Ele é o troféu. Ela é o troféu dele e ele é o troféu dela. Ambas as partes. Olá. Oi. Eu discordo. Eu casei eh por amor. Eu acho assim, gente, pelo amor de Deus, né? Que mundo que a gente tá. Então é, o amor não existe mais. Então, o
amor é raridade, o o amor é um almoço, é uma janta, o amor é o dinheiro no bolso. Não, eu discordo casou por amor, mas eu ouvi aqui uma frase muito boa. Ela falou: "Mas amor não enche barriga". Não é enche barriga. Mas se você ajudar, você viu isso da mãe de vocês? Já a vida toda, seja independente ou casa com homem rico. Não, independente eu não digo. É lógico que é bom você ter uma pessoa que te ajude, uma pessoa que pague o jantar, que uma pessoa que Mas se não existe amor, cara, e
casar só por interesse, eu acho que é uma coisa muito vazia, só por dinheiro. Então assim, poxa, eu eu casei, meu marido não tinha nada, era uns zer ninguém, ele ganhava um salário mínimo na época e eu ganhava cinco, né? Então, quem era provedora na época, né? Na época, só que isso inverteu com tempo. Eu se arrependeu em algum momento? Nenhum momento do tipo, putz, poderia? Não, eu faria tudo de novo. Eu casaria hoje por amor. Eu eu amo, eu amo tudo. Eu amo tudo em minha volta. queo criança, eu amo gente, eu prefiro pensar
que ainda existe gente honesta, existe gente boa. Eu só desacredito quando me provam o contrário. Aí a conversa muda, mas eu sim, eu casaria por amor. Muito bom. Se alguém quiser sentar maravilhosa. É, não sei quem falou que amor não enche barriga. Enche sim. Vivi de amor, engravidei cedo. Eu sou a Valéria, tenho 37 anos, sou autônoma, trabalho com venda de roupas no momento. Decidi participar porque eu estou me ressignificando. Estou aberta pro novo e ouvir opiniões diferentes, coisas diferentes, é o que eu busco no momento. No, tô segurando até hoje, 18 anos, graças a
Deus, vai entrar na faculdade, minha princesa. Mas assim, tudo tem que ter interesse. Se não tiver, vai ficar para trás. É só por dinheiro. Aí é difícil, né? É porque acho que é um conjunto. Eu vou cuidar da roupa dele, vou cuidar dos filhos. O que que você vai me dar em troca? Não sou sua empregada, não sou mulher maravilha. Então você é, tem que ter uma troca, sim. Que que você vai me proporcionar? É cura e não vai na minha porta fazer. Vem aqui que hoje eu vou fazer unha para você. Sobrancelha também não.
Eu raspo meu cabelo por opção, mas as minhas le estão em casa. Hum. A hora que eu quiser você coloca aí. Eu quero. Não interessa para deixar no guarda-roupa. Eu quero. Porque se ele não fazer para mim, ele vai fazer na rua e a rua tira sem dó. Então você pensa assim: "Vou gastar todo o dinheiro dele para não sobrar nada". Pelado vai com a cueca rasgada. Se quiser pode pegar. É, mas meus filhos t que ter do bom e do melhor. Eu também quando eu entrar numa loja, quando eu falar: "Eu quero, eu quero."
Não quer uma mulher cheirosa, limpinha, né? na hora lá do chá. Exato. Tem que tá cheirosa aí de graça. Tudo de graça, de empregada. Depois da minha primeira relação da minha filha, nada mais é de graça. Dinheiro na mão, calcinha, calcinha no chão. Tu imagina o seu marido assistindo isso. Ele, eu falo para ele, ó. Ele sabia, ele sabe que você veio aqui, que ele falou. Eu falo para ele que às vezes quando ele tiver muito nervoso, gente, ai, ó. Vai, fala. Posso contar tudo, né? Pode. Quando ele tá muito nervoso, falo: "Vou te dar
seu calmar". Eu vou falar uma, duas, três. Não deu um tempo. Qual que é o calmante? Opa, opa. Cada um com a sua terra, gente. Maravilhosa. Vai me matar. Chifre, pau e água. É, eles não pensam duas vezes quem kardashan chifruda Beyonce. Tudo com cinturinha, não tem padrão, não tem cintura, não tem mulher magra, não tem mulher gorda. Homem não quer saber se tem cabelo, se não tem, se é magra, se é gorda, se é preta, se é azul. Homem não quer saber. E aí quando chega a minha vez, eu não tô poupando ninguém, eu
tenho que me poupar. Não vou fazer isso porque para mim não tá legal. Do contrário, eu vou ficar cantando música para homem barbado que não sabe tratar mulher. Eu não. Ele não dá bom dia. Tem muita gente aí que tá dando bom dia. Nossa. É. Não vai levar uma flor, uma flor para mulher, um chocolate. Tem muita gente disposto a dar. Então assim, você quer mulher, você tem que cuidar, tem que bancar. Mulher é luxo, não quer, vai ficar com homem. Até os homens estão querendo, né? Uma academia, um milkshake, ninguém tá fazendo mais nada.
Sab que o homem tem que bancar a mulher? Tem. Até os homens hoje ninguém tá fazendo mais nada de graça. Até eles querem ser bancados, né? Aí eu eu souis, sou, mas eu não sou qualquer uma, eu sou a mulher troféu maravilhosa. Posso ir? Olha, seu marido vai assistir. Olha só, vai assistir. Já perdeu caixa do a sua. Ela do caixa dois, né? Você vai perder. O homem que banca, a mulher que casa por dinheiro é interesseira. Eu não quero casar com homem rico. Eu quero casar que se ele com homem que se ele tiver
R$ 5, ele vai comprar uma casquinha para ele e para mim e ele vai pensar em mim, ainda que ele não tenha condições para isso. O real não é o interesse, é o que o homem faz pela mulher, mesmo ele não tendo. O homem não precisa eh ter milhões de reais, mas o pouco que ele tem, ele vai levar você ali para comer um hot dog. Vem, vem, vem, vem. Nós não somos burras, né? Nós somos mulheres maduras. Pensem comigo. Ai, por interesseira, porque eu amo, gente. Claro, você junta o útil agradável. Não vou pegar
um capenga, uma coisa horrorosa, não. E outra, vocês falam tanto isso, né, que hoje os homens estão extremamente interesseiros. Eles chegam assim hoje em você, você tem carro, você mora sozinha. Tô mentindo. Então assim, mas tem muitos, muitos, Gente, pelo amor de Deus, mulheres, nós temos que ser espertas. Por que você acha que eles estão assim? Porque eles estão mal acostumados. Por culpa, acredito eu, também das mulheres, entendeu? E é isso. Então é o seguinte, homem tem que sustentar a gente sim, porque senão eles com bananão mesmo. É eles que tem que bancar. É eles.
Nós somos caras, somos muito car. Pode bancar. O meu marido pode me bancar, mas eu ainda quero ter o meu dinheiro vindo da minha fonte. Tá certo? Você pode ter seu dinheiro, você fica aí à vontade, entendeu? Não, eu quero ser toda sustentada, linda, maravilhosa, fazer minhas coisas, ter minha boutique, meu negócio, minha coisa. Esposa troféu maravilhosa. Sim, esposa troféu linda e maravilhosa. Obrigada. Era só isso que eu queria dizer. Beijo da É ou você faz minha sobrancelha? Sendo assim, meu nome é Dayane, eu tenho 38 anos, sou a esposa troféu e eu decidi participar
porque tem ainda muito tabu da mulher que escolhe ser troféu, escolhe ser bancada pelo marido. Natália, é só uma réplica. Você tá perguntando à mulher se ela é interesseira, mas se é a favor da mulher casar com [ __ ] Não, nunca. Então, mas se é só casar por dinheiro, não é questão de ser [ __ ] não. É questão dele, dele ser só por isso, entende? Não, mas só por isso, só por isso tem muitas que causas, tá? Mas assim, hoje em dia amor nem tá vingando. Ah, tá. Por quê? Claro, tá. Não, porque
assim, não é muito difícil, porque é como você falou, a sua pauta o tempo todo foi o medo da mulher é ser largada, o medo da mulher ser eh depois viver depois dependendo do homem e tal. Então, se a mulher já casa com esse medo, então ela já tem que arrumar um homem provedor para ela ter alguma coisa. Mas mesmo que ele seja provedor, o dinheiro não é dela, não. Quando, como foi, como eu falei, quando casa é dos dois, então é dela sim. Mas só que daí quando a mulher ela vai casar com [
__ ] então ela tem que casar sim com interesse de alguma coisa, porque ela vai casar com [ __ ] por amor. É para bancar ele bancar ela, né? É ela que vai bancar ele. A diferença entre uma esposa troféu e uma prostituta é o anel. Isso aí. Eu tô atrás de você. Eu puxo seu cabelo. Não pode puxar não, mulher. Olha, é um carro aqui, hein. Eu quero saber por que a diferença é essa de uma mulher prostituta com uma mulher troféu. É só o anel. Quando a gente fala essa frase, o sentido é
a mulher que é prostituta, ela serve com o tempo dela, prazer, corpo, beleza, tempo e a esposa troféu também nesse caso. Sério? Não, pelo esposa troféu, onde ele acha que ela é um troféu, que leva para lá, desfila para lá e para cá, ele controla, paga ele controla. Não, eu não tenho problema de controlar os gastos porque uma esposa troféu mesmo, o marido nem liga porque ela gasta. Eu tenho liga sim. E duvido que, gente, impossível ele não pegar o cartão e falar que que foi isso aqui nessa isso. Eu te garanto. Isso eu te
garanto. Não, eu passo por isso. Eu te garanto que não são todos que ligam pro que você gasta. Eu mesma tenho total liberdade de entrar no no na conta dele, ver o quanto entra, o quanto sai. E e eu garanto para você que é, pelo contrário, quem controla o dinheiro sou eu. Dinheiro dele que ele ganha. Mas um dinheiro que ele ganha. Mas eu controlo. Mas se ele embora? Se ele embora, ele vai me pagar uma pensão porque eu estou ali com ele. Tem certeza? Quando eu me separei, eu fiquei sem pensão e ele falava
que nunca ia deixar, que ia Cuidar. Mas aí a justiça enquanto a justiça. E outra, tudo que se ele for embora, tudo que nós construímos juntos, eu tenho direito. Eu vou ficar com a metade e aí daí eu ressurdo da fênix e vou viver minha vida. Mas enquanto eu tô com ele, a obrigação é dele. É separação total de bens ou comunhão total? Separação total de bens. Separação total. Então você não tem nada. Não, comunhão, desculpa, comunhão total de bens. Eu tenho direito de tudo que é dele. Mas aí você sabe que a comunhão às
vezes tem casais que ficam juntos, não são mais felizes porque é comunhão total de bens, não separa para não ter que separar bem. Mas e qual não, eu vou ter a minha metade. Qual o problema de eu começar do zero com que eu fiquei? Tipo assim, sozinha? Não, não tem problema nenhum. O importante o feliz é agora, por exemplo, a moça citou que o cara morreu. Pode ser eu, pode ser ele. Então assim, o feliz é agora. Agora eu quero viver isso. Não quer dizer que eu sou uma prostituta, porque ele não manda em mim,
porque eu faço minha academia, eu faço o que eu quero com o dinheiro dele. Você cuida, eu me cuido. O dinheiro dele, tudo que eu quero é com o dinheiro dele. Então ele tem a obrigação de manter. Você não sente vontade de ter o seu dinheiro? Não, porque eu tenho total liberdade, o dinheiro dele é meu. Eu tenho, eu entro na conta, são contas conjuntas e eu gasto com que eu quiser. Pelo contrário, eu garanto para você que quem dá satisfação que quem gasta é ele. Isso eu te garanto. Você E você já trabalhou fora?
Já trabalhei fora. Eu sou comissária, sou formada em comissária, trabalhei como comissária durante um tempo e hoje eu não trabalho mais. Mas foi porque eu quis. Eu tive filho, né, aos 26 anos e aí meu filho tem umas condições especiais, né? Ele também é uma criança típica e eu optei cuidar dele e aí depois eu tive outro filho na pandemia e eu fico em casa cuidando dos meus filhos e vivo a minha vida e faço tudo. E ele não tem eh acesso nem ao dinheiro dele, ao dinheiro dele direito. Eu que tenho isso, eu te
garanto. E se você tiver que trabalhar hoje, começar a trabalhar, você tem total liberdade para querer isso. Total liberdade para eu trabalhar, total liberdade de gasto, total liberdade de comprar o que eu quero. E se eu quiser sair, eu viajar, eu viajo com amigas, eu faço o que eu quero. Eu não sou esposa troféu, não quer dizer que o cara manda em mim, quer dizer que ele me banca. É totalmente diferente. Liberdade. Eu tenho total liberdade. Eu viajo com amigas, eu faço passeio, eventos, teatro, viagens para fora, para onde eu quiser ir. E é com
dinheiro dele e ele ainda tem que pagar alguém para ficar com as crianças. Tem que ensinar tudo é sério. Agora para você é muito mais fácil. Por exemplo, você começou do zero, eu não sei como você começou, que você hoje é uma empresária de sucesso, Mas só que você hoje é muito mais fácil com a mídia você crescer e ter o seu dinheiro, porque hoje você é considerado uma rica famosa. É lógico que se eu tivesse uma oportunidade de est rica famosa que nem você, eu optaria por isso. Mas só que nem todo olha o
desejo no fundo. Mas eu comecei do zero. Não, você começou do zero. Eu não era nada disso. Muito pelo contrário. Eu tava devendo 200.000 nome no Serasa. Carro com busca e apreensão. Minha filha pequenininha. Você tinha mídia nessa época. Não. Então isso que eu tô falando, hoje com a mídia é tudo muito mais fácil. Você não era tão rica como você hoje com a mídia. Então com a mídia hoje tudo é mais fácil. Você ficou mais fácil de você ficar rica. Eu tenho certeza que depois que você estourou na internet, no Instagram, como eu te
conheço de lá, você ficou muito mais rica. Então para você é muito mais fácil não desistir. É muito mais fácil falar porque você também tem pessoas que trabalham ao seu redor para você. A gente não tem, então a gente não tem. Mas você pode construir, porque do jeito que você falou, se tivesse a opção, eu iria. E aí você comparar a mim com uma mulher de boa índole, uma mulher honesta, uma mulher fiel, uma mulher que se dedica à família com uma prostituta, você tá totalmente rebaixando uma classe na qual nós escolhemos ser. Porque uma
prostituta, ela ainda mais se ela é uma prostituta, é problema dela. Ela tá trabalhando com o que é dela, é o corpo dela, ela tem o limite dela. Então assim, por isso que a gente fala que a diferença é uma aliança, não é? Não é uma aliança. Ela tá, ela ela ali, ela tá trabalhando. Quem tá bancando ela, ela, Ela tá fazendo esforço de doar o corpo dela para isso. Ela tá doando no corpo dela para um cara desconhecido que tá usando ela. Ele é meu marido, ele não é desconhecido. Ele tá, ele não tá
me usando. Nós estamos num consensual de casal. É totalmente diferente de quem tá coisa. Maioria. Tô bom. Obrigada. Bom, para mim, prostituta são as mulheres que transam, ficam sem compromisso nenhum, certo? Mesmo que não cobre. Essa sim, porque eh o casamento é uma instituição por Deus. Ela não é não é uma instituição falida, como muitos vêm, não é os divórcios da internet. teoria. Sim, na teoria é isso mesmo, mas na prática é uma porcentagem muito pequena de pessoas que Eu acredito que ninguém aqui casa para separar. A gente não casa já pensando na reserva, ah,
meu marido vai me largar. Mas tem gente que casa só pelo dinheiro. Muita gente. Sim, mas não é a maioria. Não é a maioria. Muitas aí que tá. Muitas. Eu te falo com propriedade. Se Deus me livre eu casar e me divorciar, eu já trabalho desde os meus 16 anos. Eu já carrego uma casa nas costas desde o meu 16 anos. A gente não nasceu, a gente tem a capacidade de carregar o mundo nas costas, mas a gente não nasceu para carregar o mundo nas costas. E esse é o papel de quem? Do Homem. Então
assim, a gente vai casar para não confiar, para achar que a gente vai ser abandonado. Coisa do papel do homem, da mulher nos dias de hoje. Eu entendo que a gente fala de homens bananas e tal. Sim, mas não é um pouco injusto hoje? Porque eu já vi mulheres brilhantes se apagarem, porque o marido era a estrela, o protagonista, e ela brilhante ficou simplesmente embaixo da asa e chegou no momento que ela se arrependeu. Mas o que é estar debaixo da asa? É que aqui a gente tá falando de homens ruins, homens tóxicos, mas um
homem eh da família tradicional brasileira, um homem cristão, ele vai te tratar igual uma rainha, entendeu? Será que é só porque ele é cristão? Quantos cristãos a gente não vê traindo, matando? Mas isso não é o o próprio do cristianismo, né? O que é pregado no cristianismo. Então, por isso que eu tô te falando que na teoria tudo é muito lindo. Tudo é lindo. Inclusive se uma esposa troféu na teoria lindo, né? Imagina, eu adoraria assim, nossa, não tem nada, liberdade, tudo dinheiro, mas não é assim na realidade. Por que que alguém vai casar pensando
em separar? Mas porque tem gente que casa por interesse, tem homem que casa com a mulher porque ela é bonita e não trabalha. Ele vai manipular. Mas é a culpa é da escolha ruim que a pessoa faz, entende? A gente tem que ser direcionado a casar com a pessoa certa. A gente tem que orar por isso. A gente tem que buscar por isso. A gente tem que eh procurar os os benefícios que aquela pessoa tem a longo prazo, né? Não é conhecer hoje eu vou casar e a pessoa é boa e ponto. A gente tem
que conhecer a fundo essa pessoa para não ter o divórcio, porque o divórcio também é algo abominável aos olhos de Deus. Então ninguém vai casar pensando em divorciar. Mas e quando divorcia o que acontece? Se divorciar a gente tem a capacidade de correr atrás dos nossos próprios negócios, entendeu? a gente não vai ficar debaixo. Eh, por exemplo, acho que alguém falou de pensão, eu não, eu não iria atrás de uma pensão. Eu vou abrir meu negócio, vou fiz vender bolo na rua, eu vou que tá, se eu tivesse feito a minha reserva antes, eu não
teria passado tanta dificuldade quanto eu passei. E essa é a minha defesa. É que você não pode definir relacionamento, todos os relacionamentos com o tóxico que você teve, entendeu? Defindo, não tô definindo, não tô. Agora o seu marido, você não confia nele, senão acer que você vai passar o resto da vida com ele? Com toda certeza absoluta, absoluta. Se você por, por exemplo, você, Deus me livre, você tem uma doença grave, você não pode mais trabalhar. Acabou o império Nat Beauty. Não acabou não. E aí? Não acabou não. Não acabou não. Você não tem um
homem maduro, um homem suficiente para bancar você. Mas hoje ele é meu sócio nos negócios e na vida. E se não fosse, ele não tem caráter suficiente para te bancar? Com certeza. Mas eu eu não ia querer. Eu para mim ter que explicar o que eu faço ou o que eu gasto ou o meu sonho para alguém é muito difícil. Mas você não tem que explicar como homem é um bom homem, dependendo do seu investimento, não. A gente a gente nasce com a síndrome da guerreirinha já. A gente não nasceu para ser guerreira. A gente
nasceu para ser amada. É um peso queocam nsas costas de ter que trabalhar, ter que cuidar de filho, de ter que limpar casa, de ter que é um peso. Então, depende. Hoje eu tenho o meu trabalho e eu posso ter pessoas que me ajudam a cuidar dos meus filhos, mas antes eu não tinha, eu fazia tudo isso, mas foi uma fase. Mas você não pensa, você acha que você seria uma boa esposa, você tendo que trabalhar, cuidar dos filhos e limpar a casa? Cara, por um tempo. Sim. Se fosse sim, mas depois não. Não, porque
eu ia construir exatamente, porque é algo além do que você pode suportar sendo mulher. O nosso emocional é a diferença entre uma mulher, uma esposa troféu e uma prostituta é só um anel. Discordo. Por quê? Porque eu cansei de ser Mulher Maravilha. O que que é isso para você? Mulher maravilha ficar fazendo as coisas em casa enquanto o marido trabalha e não cobrar por isso. Então você tem um salário? Claro dele. O que é meu? Não, calma. Mas você tem um salário. Não, calma. O que é meu é meu. O que é dele é meu.
Mas vem por ele ou vem por você? Ah, vem por ele. Então, ele quer uma esposa cheirosa, uma boa mãe, unha, sobrancelha. Mas ele também quer isso da prostituta. Lá ele vai pagar, vai comer e com você também vai não. Você falou que ele te paga. Ele vai comer em casa, só que ele vai cumprir com a obrigação dele de homem provedor. Ele optou em ter uma família, então ele tem que cuidar. Se ele achar que ele quer ir pra rua, ele vai para um lado, eu vou pro outro. Mas e aí, o dinheiro como
é que você faz para ganhar? Caixa dois. Mas então, eh, fal, voltando no tema principal, caixa dois, porque imagina que muitas mulheres que vão assistir vivem relacionamentos completamente abusivos e do qual elas não saem por conta de dinheiro financeiro. Então, a ideia justamente dessa pauta é levar para estas mulheres também essa consciência. Então, é muito importante também o que vocês dizem, Tá? Na minha opinião é caixa dois, o mercado é cinco. Vou gastar 1000, vou vou guardar quatro, vou gastar dois, vou guardar três. Mas concorda que tem que ficar fazendo sempre essa matemática? Não deveria.
Depende do homem. Tem homem que não precisa, tem homem que não precisa cantar música para ele, que ele sabe da obrigação dele. Quando ele não souber, mulherada é caixa dois. Mas para você ir no salão, comprar roupa, você tem que pedir para ele. Não, ele sabe da obrigação dele. Ele sabe muito bem a mulher que ele tem. Então você vai e gasta o cartão e fala: "Exatamente, fiz isso, fiz aquilo". Não precisa. Eu já fui e já voltei. Você já trabalhou fora? Você falou já. Que que você fazia? Eu tinha uma marmitaria. Ah, é? É.
E aí você me encerrou? E aí eu cansei. Eu falei: "Eu vou cuidar de mim". Ninguém constrói um império sozinho, não. A união faz a força, uma mão lava a outra. Com certeza. Ele vai trabalhar, eu vou cuidar dos meus filhos, vou me cuidar e vou cuidar do dinheiro dele também. E se e se ele for embora? Aí, se ele for embora eu tenho caixa dois. Mas para trabalhar, mas o caixa dois é suficiente para quanto tempo, por exemplo, de sobrevivência, entende? para começar eh abrir o meu negócio, empreender. Se for vendendo sutiã, Mary K,
pastel na feira, a gente é mulher o corpo, o corpo. A gente é mulher suficiente para, eu sei a mãe, a mulher que eu sou para arregaçar as mangas. Se acontecer isso, eu tenho ciência. Enquanto não acontece, a minha escolha hoje é cuidar de mim e cuidar da minha família. E quantos filhos você tem? Dois. Dois. Dois. Foi mãe com quantos anos? Você falou que casou muito nova com 15, né? Não, eu não. Você casou com 15? Não. Foi a Foi ela. Foi ela. Foi ela. Foi ela. Foi ela. Gente, você eu com 18. Nova
também teve. Foi mãe com 18. Do primeiro relacionamento. Comeu pão que diabamaçou. No segundo eu falei: "Chega, agora quem usa sou eu". Você já viveu um relacionamento eh abusivo de é de mesquinhagem? Como que era? Só porque às vezes tem gente não sabe o que é. Então ninguém vai. Você tem 20 eu não tenho. Então ninguém vai. Então no segundo mas como que era o primeiro relacionamento? Você pode falar dele ou para você é ruim? Porque ele não tinha praticamente nem para ele. Mas eu era muito nova. Eu tava com 17 anos, sabe? Não queria,
eu não vi a hora de fazer 18. Mas você casou com ele? Casou. morou junto. Foi, foi, foi isso, né? Engravidei e aí eu falei, depois desse, eu falei, eu não quero isso mais paraa minha vida. Agora quem usa sou eu você aprendeu na dor ali. Na dor. Eu uso a minha dor até hoje. Me quer, vai me servir. Não quer porta da rua, serventia da casa. Gente, essa mulherada tá muito assim resolvida. É. Quem vive do dinheiro do outro vive com medo. Oi, Natália. Oi. Qual que é o seu nome? Isadora. Primeiramente, eu admiro
muito o seu trabalho, acho incrível tudo que você faz, mas nesse momento como esposa troféu, porque eu tive um bebê, então eu sempre trabalhei, tenho disposição amanhã se eu quiser trabalhar, mas a minha opção nesse momento foi dar amor e cuidar da minha filha, da minha bebezinha. Então, eu quero que você entenda que eu não tenho, não deixo de Fazer as coisas por conta eh porque ele me impede, por qu? Porque eu quero dar prioridade pelo cuidado dela. Talvez lá na frente, quem sabe fazer um curso da Natália Beauty, se especializar. Mas eh aí pode
falar para Mas ó, a pauta, vamos falar da pauta. E quando a gente for pensar na pauta, talvez você tenha uma realidade diferente, mas vamos pensar no Brasil. Claro. Quem vive do dinheiro do outro vive com medo. Você concorda com isso? Como que eu vou ter medo, Natália, se hoje eu vivo o que eu quero? Porque eu sempre tive medo de nunca poder cuidar da minha filha, porque eu nunca tive minha mãe, porque minha mãe trabalhava fora. Eu tive uma mãe que trabalhava como professora, diretora, que eu nunca tive o cuidado dela desde quando eu
era bebê, porque ela trabalhava por mim, porque ela não tinha um esposo, eu nunca tive pai presente, então é muito difícil. Então, quando eu tenho 25 anos, então quando eu cresci, eu tive filha agora tem meses, mas quando eu cresci o meu maior sonho era poder cuidar da minha filha por talvez não ter tido esse amor materno da minha mãe, não ter tido esse cuidado, não ter tido essa dedicação. Então, não é medo de perder dinheiro, não é medo de perder nada, é medo de não poder amar. É, o meu medo é de não poder
amar ela. Então Agora eu tô esperando. Eu sei que ela vai crescer. Você acha que isso daí também não é uma justificativa para você não trabalhar? Eu amo trabalhar, Natália. Eu eu já fui streamer. Eu adoro TikTok, eu adoro fazer live, eu adoro conversar, mas nesse momento eu não consigo propição, porque eu prefiro dar todo o meu amor, toda a minha disponibilidade, todo o meu cuidado. Mas agora falando da frase assim e pensa nas mulheres. Sim. Quando a gente vive com dinheiro do outro, a gente vive com medo. Então tá bom, gente. Acho que todo
mundo discordou de mim. Tudo bem? Tudo bem, gatinha. Eu discordo com por qu com você. Por quê? Porque nós sabemos que quando a gente casa, quando o homem casa, ele tem que saber e ele sabe que ele é o provedor. Pra gente entrar no relacionamento, nós temos que saber aonde nós vamos entrar, com quem vamos passar o resto da nossa vida até que a morte separe. Você, eu percebi que você Tem trauma do primeiro relacionamento e eu não sei se você parou para se perguntar ou perguntar paraas suas filhas se o tempo que você dá
para elas é devido. Eu pergunto para mim é de 11 o tempo todo. Mas será que ela é sincera? Será que você já começou a observer, observar e nela, nas atitudes? Porque às vezes tem coisas que passa despercebido, mas passa, mas a gente vê mães que às vezes estão em casa mais estressadas, mais irritadas, passam um dia no celular justamente pelos afazeres de casa. Eu discordo porque eu sou do lar, eu cuido da minha casa, eu administro o dinheiro do meu esposo, ele é o provedor e ele mesmo sempre diz para mim que ele é
o provedor e eu tenho tudo que eu preciso. Eu entro na conta dele se eu preciso de um dinheiro para alguma coisa. Mas você tem medo de gastar porque 78% das mulheres é um dado. 78 é muita coisa. Mas tem ansiedade de gastar o dinheiro, não de gastar, mas fica ansiosa por gastar o dinheiro do marido. Mí impulsionam a gastar desnecessariamente. Ah, não. A mídia faz isso. A mídia, a modernidade, ninguém obriga a pessoa a gastar, mas influencia. Influencia. A mídia começa a lançar dados, que é uma estatística que tá aí, pode pesquisar que coloca.
Se você entra no seu celular para fazer qualquer coisa, até para entrar no aplicativo do banco, tá sendo bombardeado com alguma coisa para comprar. Então, se a gente tiver medo, a gente nunca vai viver com ninguém. Então, nós vamos entrar no casamento, no relacionamento, sabendo que é uma vida a dois, é pra vida toda. O homem vai entrar ali, ele sabe que ele é o provedor, que ele tem que trazer o sustento pra família. É, mas o medo não é o do marido. Eu tô falando o medo dele ir embora, de acontecer alguma coisa, de
gastar. Como a as meninas falaram, você sempre vai ter que fazer o seu pé de meia, não pensando que o homem vai embora, mas pensando numa necessidade futura. Se você for pensar de não ter dinheiro, você vai ter que pensar, se preocupar com a crise econômica, né, com as guerras. Então, tudo na nossa vida é uma incógnita. Você tem que pensar daqui pra frente. Então, se você vai pensar daqui paraa frente o que vai acontecer, você nunca vai viver. Você vai viver assustada. Se você consegue tá administrando a sua casa, o o as suas coisas,
seus filhos, eh cuidar do seu lar, cuidar do seu esposo, dar atenção, porque que meu esposo ele vai ter interesse em sair de casa? Porque tudo que ele tem, eu vou dar para ele. Eu vou suprir como uma esposa, como uma mulher do lar e ele vai simplesmente sair e trabalhar porque ele é um provedor, ele sabe disso. Ele tem que amar a esposa. O meu esposo, ele me ama. Quem casa as esposas querem ser amada. O homem ele tá ali para amar, cuidar da esposa, sair e prover. E as mulheres tá ali cuidando do
seu lado, seus filhos. A pauta é: quem vive com o dinheiro do outro vive com medo. Vive com medo. Então, eh, não questionando a amiga, mas o que eu tô vendo aqui, o que acontece? Muitas mulheres maquinadas, entendeu? Muitas mulheres maquinadas em um casamento. Que que é uma mulher maquinada? Maquinada, tipo, fui construída para isso, para casar, constituir família, formada. É para casar, constituir família, que aquele relacionamento eh dentro, né, da da do cristianismo, como a outra a nossa outra amiga falou, eh juntos para sempre, até que até que a morte nos separe. Beleza? Mas
o que acontece? Tão levando essa questão e tipo colocando o homem aí no na eh como um provedor. Eh, mas e eh eu tô vendo assim, tipo, como que eu posso explicar? Eh, um campo fechado, entendeu? Casei, então esse homem ele é o melhor. Exatamente. As coisas tudo pode acontecer, entendeu? E a gente não conhece a pessoa vivendo, vivendo e a vou casar com ele porque eu conheço ele integralmente, não. Porque paraa minha convivência ela vai aí a questão do tempo, né? Então existe sim a questão do medo, medo da pessoa ir embora, dela morrer,
De de ela não voltar mais. Examente. Vai existir o medo. Por mais que eu seja uma mulher que cuide da minha casa, cuido dos meus filhos, não para meu marido, tô ali me banca, inclusive falência, né? Exatamente. Ele me banca, ele faz tudo ali o que eu gosto, o que eu preciso, eu me dedico a ele. Mas no fundinho, tanto medo meu, eu tenho esse medo, como ele também pode ter o medo de me perder, porque eu sou o troféu dele. Eu sou o troféu dele. Eu acabo sendo o troféu dele. Por quê? Porque de
repente ele e se ele passar a pensar, nossa, se eu largar essa pessoa, será que eu vou arrumar uma outra pessoa que me trate dessa forma? Porque às vezes o homem ele procura o quê? O que não é que ele procura, mas dentro desse relacionamento ele procura, vamos dizer que procura uma estabilidade. Aqui eu estou instável. Sim. Ela tá, né? Sim. Mas quando a gente olha pra maioria das mulheres, mas quando a gente acaba olhando pra maioria das mulheres, acredito que, entendeu? Dá aí uma entra ainda uma contradição, né? O medo ele vai existir de
qualquer forma, porque tipo tudo pode acontecer, mas aí eu uso a minha vida como base, entendeu? Que nem eu perdi o meu marido, Ah, ele me recebi lá tudo que eu tinha para receber. Mas e aí, Érica, que que acontece depois disso? Opa, não, agora eu vou procurar um outro homem perfeito que me fazia, posso até procurar, mas vamos convemos. Eu tô com 50 anos, é melhor viver com quem eu tenho lá e procurar fazer uma outra coisa, viver uma outra realidade, porque troféu é troféu, né? Sim, mas no caso do medo e o medo
o medo ele entra porque tipo é uma coisa que sei lá, gente tem medo. O medo é a questão mesmo que tipo eu não cons eu eu eu entendo o o o casamento como ali um relacionamento perfeito e tudo mais, mas eu acredito que a mulher, por mais que ela esteja em casa, aquela coisa toda, um medo, ele sempre vai bater pelo fato de que, tipo, tudo pode acontecer o tempo todo, né? É o tempo todo. Olá, boa tarde. Bom, enfim, eu não concordo com essa pauta porque eu sou divorciada. Meu marido foi embora com
uma prostituta. Hum. Depois de 30 anos de casada. E hoje eu sou pensionista del mais nova? Não. Sim. 20 anos mais novos. Sab que é uma média. Tem a mulher que ela é dependente financeiramente depois dos 40, Ela tem mais três vezes mais chance de ser trocada por uma mais nova das que dependem. Isso é dado, não sou eu que tô falando, é um dado e é muito preocupante. Certeza. E enfim, eh, eu era aquela esposa troféu, né? Trabalhava em casa. Eu trabalhei desde os 13 anos de idade, tenho dois filhos, um de 31 e
um de 26. Construí uma família, não tinha o caixa dois. né? Porque eu confiava nele cegamente, como muitas aqui dizem que o marido é tudo em casa, que ela cuida do financeiro, que ela cuida. Então é assim, a gente realmente Você cuidava do financeiro? Sim, eu cuidava. A gente tinha uma empresa em comum juntos. Eu trabalhava fora, abri uma empresa com ele. Nós éramos sócios dessa empresa. Essa empresa existe até hoje. Meus dois filhos, graças a Deus, são formados em engenharia. O outro é advogado, mas eles abriram mão dos seus trabalhos, dos seus cargos, para
cuidar da empresa hoje. Hoje eles trabalham nessa empresa. E hoje você tem qual renda? Hoje eu tenho a pensão dele. Hum. Hum. Então eu não tenho medo hoje de gastar o dinheiro dele, que eu tive medo sim por 30 anos, porque era um dinheiro incomum, mas eu tinha medo por quê? Não é não é um medo de gastar o dinheiro que é dele, era um medo de faltar amanhã o dinheiro. Era um medo de não ter uma comida para prover meus filhos na mesa se a empresa não desse certo, se eu fosse demitida, Se eu
tivesse que cuidar da minha família. Então, veja bem, é um medo diferente. Ah, o que que mudou depois do divórcio eu não ter mais medo? Meus filhos estão criados, estão encaminhados, trabalham para eles. Todo o dinheiro que eu não gastei durante 30 anos que eu economizei para ele gastar com outra, hoje eu gasto esse dinheiro sem o menor medo de ser feliz. E você sabe que esse medo da dependência ele nem é consciente, né? As pessoas não não sabem que tem medo. É, mas hoje hoje eu até gosto de ser dependente dele e bastante, porque
hoje você tem lá aquele valor que vai entrar, mas se ele fal meus filhos estão trabalhando na empresa, eu me garanti para que isso não aconteça, né? Eu fui, eu fui, eu continuei sendo a mulher provedora e a mulher a porque a mulher inteligente ela edifica o homem, né? Eu edifiquei meu homem durante 30 anos, só que por algum motivo eu errei em alguma parte. Não é você que errou. Ah, mas às vezes sim. Por que que a gente tem que botar toda a culpa no no parceiro? Não, às vezes pode ser que tenha acontecido.
É meio a meio. Tu sempre sempre. Então e aí eu continuei edificando. Não, O homem medo do quê? Se o dinheiro é dos dois. Mas aí que tá o medo do divórcio, da falência, do de do óbito, sem aviso prévio. Não, usar o medo de usar o dinheiro do outro, o outro estão vivo. A gente tá falando de mortos. Não, mas viver do dinheiro do outro, tipo, eu vou ter medo de, por exemplo, entrar numa conta que é nossa, individual, conta corrente e conjunta, na verdade, não, não é o medo só de gastar, porque a
mulher quando ela não tem a renda própria, ou seja, ela não gera o dinheiro, tá? Mas de alguma forma ela tá gerando porque ela é dona de casa. Não, esse não, mas esse discurso não cabe mais porque ela não tá gerando. Ela tem a ilusão. Ser dona de casa, por ser dona de casa, cuidar dos filhos, a pessoa não é útil. Não. Então aí que tá muito boa, não. Ela é muito útil. Útil e tem mulheres incríveis. Mas essas mulheres elas têm consciência de que elas não podem gastar o que elas querem, que elas têm
medo do dinheiro faltar e elas não conseguirem cuidar dos filhos delas. Então, existe um medo quando a gente vive do dinheiro do outro e não é o seu dinheiro que vem para você. Se o dinheiro é dos dois, é responsabilidade da mulher também guardar aquele dinheiro e cuidar daquele dinheiro. Mas na verdade não é dos dois, né? É uma ilusão. É sim. Se o se o próprio homem se se eu me caso com provor, o próprio homem fala: "É, o dinheiro é dos dois. O dinheiro não é nem só meu nem só seu, é dos
dois. É dos dois. Mas se ele for, homem também decide isso. Se ele for embora, aí que tá. É igual eu falei na outra pauta, a gente tem a capacidade de sair para trabalhar e para conquistar o nosso. Você não tem medo de acabar o dinheiro de faltar? Não, já faltou tanto para mim. Eh, com 16 anos eu comecei no mercado de trabalho. A minha avó faleceu quando eu tinha 18. Eu e a minha mãe, a gente foi expulsa de da casa da família. A gente se mudou. Eh, então a gente tinha que pagar R$
300 para continuar na casa. Eu não tinha condições. Eu consegui um emprego. É, eu me mudei com a minha mãe, sem fogão, sem guarda-roupa, sem nada, com as roupas todas emboloradas. Mas quando a gente olha pra pauta, você não concorda, mas sem olhar só pro seu ponto de vista na sua casa, quando você olha pra mulher, você já teve, conheceu alguma mulher que tem medo por não ter o próprio dinheiro? Não, porque eu não, eu não tenho essa visão de casamento falido, porque eu não conheci casamentos falidos. Eu estou vendo a parte boa do casamento.
Existem existem vários falidos no mundo. A minha volta falidos que estão juntos, né? Que a mulher não sai porque ela não tem como se bancar e cuidar dos filhos. Será que essa mulher não tá lutando para por uma melhora? Então, mas lutando até quando? Entende? Até quando chegar e não tem mais o que fazer. O amor é uma escolha. As pessoas desistem. As pessoas assim na primeira crise, vão divorciar. Não, não é primeira crise. Tem muitas mulheres que aguentam muito tempo e não saem. A minha mãe tá 53 anos casada, ela não vai separar nunca
mais. Mas se a 20 anos ela pudesse ter ido embora, ela teria ido com toda certeza. Então quantas mulher podia cinco filhos? Ela estudou até a quarta série, não sabia escrever nem falar, não tinha internet. Sai no meio da rua para pedir ajuda dos outros com cinco no braço. Mas não dava, não dava, coitada. Não dava. é diferente. E por ver isso que eu trago tudo, toda essa questão para cá para vocês. Então, quantas mulheres hoje eu conheço muitas que estão em casamentos falidos, mas que ela não vai embora porque existe um acordo financeiro. Quando
o dinheiro é dele, a palavra final também é. Bom, Nati, primeiro é porque aqui tá se estabelecendo esse ponto de que o dinheiro é dele e aqui tem 26 mulheres Que não consideram dessa forma, né? Por isso que a gente tá aqui para defender essa pauta. Então para mim o dinheiro não é dele. Eu me sinto tão merecedora de cada centavo do salário dele que cai naquela conta quanto ele, porque ele só tá onde ele tá porque ele tem uma mulher ao lado dele que ajuda ele. Ele pode trabalhar. Ô querendo dizer não, nem sempre
não são todas as mulheres que t essa capacidade. Uma eu tô falando do Eu tô falando assim, ó. Quando o dinheiro é feito por ele, na maioria dos casos, ou quase sempre, a palavra final também é: vocês vão comprar alguma coisa muito cara que você tem muita vontade. Ele acaba te convencendo que não se ele não quiser. E é um dado, ó, vamos lá. Dado é dado. 74% dos casamentos onde só o homem tem o dinheiro e trabalha para ter o dinheiro, olha só, ele tem o poder de veto sobre decisões, ou seja, ele pode
falar que não quer e a gente tem que acatar, incluindo gastos da esposa com ela mesma. E é um dado super recente. Então eu acho que eu faço parte desses 26% que não funciona dessa forma, porque na minha casa vai ter uma compra, a gente senta juntos, a gente discute, nenhuma decisão é tomada sozinha, nem ele decide sozinho, nem eu decido sozinha quando as coisas são relevantes. É claro, ah, eu vou comprar uma roupinha pro meu filho, eu não vou perguntar para ele, mas eu vou comprar uma geladeira nova. A gente vai sentar e vai
conversar. ele vai comprar uma televisão nova. A gente vai Dos dois é um consenso, né? É um, a gente senta, conversa e analisa. Tem coisas que eu vou saber melhor do que ele. Tem coisas que ele vai saber melhor do que eu. Ele é engenheiro, então para coisas de tecnologia, tal, ele vai saber melhor se a gente precisa ou não comprar. Eu vou saber mais de coisas da casa, vou saber mais daquilo que é da minha área. Eu eu que vou falar para ele, lindo, vamos no shopping, as crianças, o tênis tá pequeno, a gente
precisa comprar. Ele vai falar: "Não, essa decisão é minha". É. E quando a gente olha pras mulheres que vivem isso, quando o dinheiro é dele, elas, a palavra final também é. Você conhece pessoas assim, mulheres assim que passam por isso? Nenhuma. Não é possível. Sei. Deve ter, né? Com certeza deve ter. Muitas, muitas, muitas. E aí imagina você, o seu sonho você ter que depender de alguém para falar. É tipo um semáforo. A pessoa dá o verde e ela prova o teu sonho. Dá vermelho porque não é o momento na cabeça dele. Simplesmente você não
vive o seu sonho. A maioria das mulheres vive isso. Sim. A maioria. É. Eu trabalho com milhares de mulheres e eu vejo muito isso. Eu realmente não faço muitas que nem ten a consciência que que são assim. É, a gente decide juntos, juntos enquanto ele concorda. Meu nome é Margarete. Sou casada há 35 anos, né? Tenho três filhos, quatro netos. Legal. E o meu marido é assim, toda vez de que nem você falou aí, a palavra final é dele. Era dele mesmo. Eu nunca eu nunca bati de frente para falar, ó, eu só falo, ó,
quero uma geladeira, quero um fogão. Ele compra no tempo dele. Eu não tô, eu não quero saber o valor. Tipo, ah, ele gostou do fogão, eu gostei também. A geladeira gostei também. Mas você tem toda a hora que ficar vendendo seus desejos para ele. Isso eu falo, ó, precisa no fogão, ó. Vamos comprar uma geladeira nova. Vamos reformar, não sei quê. Ele fala: "Vamos". Então ele vai lá e ele compra. Tipo, ah, eu não quero saber o valor porque ele sabe do bolso dele, ele sabe quando sai, né? Isso. Então eu nunca impuso para falar,
ó, mas a palavra final é dele. Mas mas para você isso não é um problema. Não, não é problema. Nunca foi um problema. Nunca foi. Você nunca deixou de viver algo que você queria muito. Então agora aí passou anos, meus filhos cresceram, certo? E eu me senti aquela coisa sufocada dentro de casa, sabe? A mulher do lar, cuidando de casa, cuidando de filho. Aí chegou um tempo que eu falei: "Caramba, dá a impressão que você tá envelhecendo, sabe? Que você não se cuida de verdade?" Aí eu fui fazer um curso de atriz. Eu sou atriz
de teatro, né? Tô 15 anos em cartaz, trabalho de fim de semana, trabalho de segurança e tô vivendo minha vida agora. Isso, meu dinheiro. Então, quando eu quero alguma coisa para mim, eu compro com o meu dinheiro. Maravilhoso, né? Então, é por isso que a gente vive bem até hoje, porque ele faz o que ele quer lá com o dinheiro dele, eu faço o que eu quero com o meu dinheiro. Então você é uma esposa que não é troféu, é parceira. Sou parceira. Boa. Obrigada. Vamos levantar a mãozinha não para eu sair da mesa. Eu
quero sair. Fala maravilhosa você viu esses dentes branco. Parece dente de coelho, né? Gente, o narizinho dela parece o narizinho do Ken, não parece o narizinho do Ken lá da Bar é uma boneca linda. Ai, maravilhosa. Obrigada, viu? De nada. Tá, a gente queria fazer um barraco com você aqui, mas não dá. Que fazer fechar no narizinho dela. Quando o dinheiro é dele, a palavra final também é. Eu discordo completamente lá em casa. Quem dá a última palavra, quem vai comprar as coisas sou eu. Até porque quem administra o dinheiro dele sou eu. Nós temos
uma conta conjunta, então eu vejo as necessidades e eu só comunico a ele. Amor, tá precisando de tal coisa. Inclusive, em novembro eu troquei a geladeira, né? Eu queria uma nova melhor, aquelas cyber chique. Então eu falei: "Amor, pesquisei, tá entrando na Black, eu vou comprar a geladeira". Ele: "Tá bom, amor, você que sabe." Mas a palavra final foi dele, não? Tá bom, amor. Tá bom, amor. Porque Tá bom, amor porque ele disse não. Tá bom, amor. Pera aí, gente. Tá bom, amor, porque ele disse neguinhão, o que você escolher para mim tá perfeito. Mas
você tem que confirmar com ele. Não, não tenho que confirmar. Não tem. Até numa empresa, até numa empresa, mas até numa empresa, querendo ou não, você precisa de alguém para tomar determinadas decisões. Na sua empresa, você não vai fazer tudo como você quer. Você vai, precisa de você ter alguém ali do seu lado auxiliando, tá? É uma auxiliadora, é concordância. Porém, a última palavra é a minha. Mesmo que ele dissesse que não iria comprar, eu sei das necessidades dentro de casa. Até porque eu estou ali mais tempo dentro de casa do que ele. Então eu
sei o que realmente precisa de dentro de casa. Então e se ele falar que não? Não tem como ele não falar que não, porque ele já falou que não para alguma coisa? Não. Difícil. Ele nunca falou não. Porque eu sempre vou argumentar com ele e vou explicar. Quando você me fala que ele nunca falou não, você dosa um pouco os seus desejos de compra de consumo. Não. Eu sou muito gastadeira. Eu sou muito gastadeira. Gosto muito, sou consumista, não tem como. A mídia começa a bombardear e a gente não tem como dizer não. Mas assim,
eh, brincadeiras à partes, no que diz respeito das coisas de dentro de casa, nós, eu mesmo tenho o meu cronograma, eu tenho lá a minha planilha do que vai precisar, do que não vai precisar, o orçamento da casa, o que eu vou comprar. E não tem como a gente chegar no mercado e comprar só aquilo que tá na lista. Sempre vamos comprar a mais. Por mais que a gente tenha um elétro bom, nós sempre vai querer trocar, né? As mulheres aqui que sabem. Mas ele tem que concordar de alguma forma, Não? Ele vai ver. Tem
coisas que ele vai ver em casa e vai olhar: "Nossa, amor, que lindo". E às vezes nem vai ter essa percepção de perceber que comprou, né? Até porque o homem não tem muita percepção do que comprou. Se não for algo muito grande, não tem como ele ver. E às vezes passa até despercebido. Por isso que nós mulheres temos que estar ali auxiliando, organizando, olhando as finanças. No meu caso, eu consigo controlar o dinheiro. Ele mesmo diz: "Meu amor, se não for você, eu gasto o dinheiro e ele é pior do que eu para gastar". Então
eu que controlo o dinheiro. Quando fala que a última palavra é do homem, depende das mulheres, depende das pessoas, depende do relacionamento. Porque se for um relacionamento em concordância, que o homem ele entende o papel da mulher, ele entende que a mulher dentro de casa ela tem mais visão do que está faltando, qual é a necessidade tanto das crianças como de um elétro, como de um de uma pintura da casa, ela falou que o marido dela é engenheiro, ele entende mais da área de engenharia. Só que nós mulheres também, é um ditado que diz, de
médico e louco todo mundo tem um pouco, mas nós mulheres nos sobressaímos. Não que nós vamos tomar o lugar do homem, cada um no seu papel, cada um no seu lugar. Porém, a mulher ela tem mais percepção, a mulher é mais visionária. A mulher consegue perceber ao e ao seu redor o que tá precisando. Mas uma coisa é perceber, outra coisa é ela usar o dinheiro e e usar. Mas quando a mulher ela tem um controle total junto com o esposa ali no dinheiro dele e dela, porque é dos dois, porque ele sai para trabalhar,
só que ele sai para trabalhar para trazer o sustento da família, ele, a mulher, os filhos, é uma família. Então ele já sabe que a mulher ela vai ali saber administrar, vai saber sentar ali com ele só para amor, as contas tá aqui, água, luz, telefone, internet, faculdade, curso das crianças. futebol. Já tirei, já paguei e tá ali o dinheirinho. Se ele quiser ver, ele vai ver lá no aplicativo do banco, o que entrou, o que saiu, vai ter lá. Só que ele sabe, o meu esposo, ele confia em mim, ele sabe a esposa que
ele casou. Por isso que eu digo, se tem mulheres que às vezes tem dificuldade no relacionamento, é porque às vezes as escolhas foram mal, às vezes se precipitaram. Se ela não tem o dinheiro para sair, se ela não tem o dinheiro, é porque ela casou com a pessoa errada. Porém, se ela casou com um homem que entende, que percebe que ele sai para trabalhar e a esposa está em casa cuidando das coisas deles, tá cuidando ali das crianças, da casa, tá organizando, tá fazendo com que o lar prazeroso, quando ele chegar estressado do trabalho, porque
trabalhar fora aí já tá fugindo muito. A decisão final, A decisão final, como eu tô falando, a decisão final é sempre minha. Sempre minha. Eu não acredito. Pois vamos lá em casa. Eu não acredito em você. Vamos lá em casa. Eu ligo agora pro meu esposo e ele vai falar com você. Ele vai falar que sim, mas eu não acredito. Ele vai falar: "Pois vai, passa um dia lá em casa que você vai ver. Vou lhe dar um ensinamento aí. Seu esposo vai lhe dar tudo." Não, eu não quero não. Vai lhe dar tudo. Vai
dizer: "Ó, minha rainha, tome tudo aqui. Tudo é seu, meus bens, tudo é meu. Minha preocupação". Vai lindar tudo. Pode ter certeza, gata, que se você fizer certinho, você vai ver, seu esposo vai entender que ele Ah, mas é bom, é bom, é bom sim. as mulheres que hoje em dia, né, tem esse problema que às vezes o homem abandona, o homem deixa a mulher ali com filho, deixa a mulher que a maioria, é porque assim, tem homens que não t consciência, não foi ensinado pelos pais, como algumas falaram aqui, vieram de de relacionamentos abusivos
e acaba trazendo pro lar, né, quando o homem ele viveu num relacionamento que viu o pai maltratando a mãe, batendo, Por mais que ele diga que não vai, é, por mais que ele diga que não vai fazer isso com a esposa, que quando ele casar vai ser diferente Não tem como, porque está no subconsciente dele e acaba querendo ou não influenciando. Mas quando um homem ou mulher sai de uma família bem estruturada, ele vai ver ali o exemplo do pai e da mãe e vai querer trazer pra vida dele, porque viu que era um lar
harmonioso, que viu uma família ali equilibrada. Então, se a maioria dos homens, como tá dizendo aí, que eu não creio muito nisso, na estatística, eh, faz isso, é porque veio de uma família acredística. Porque porque assim, eh, às vezes a mídia quer trazer aquilo que dá ibope, aquilo que lhe convém, mas na prática, na realidade mesmo, eles não vão entrar em 70%, 80% do lá para saber. Eles vivem de estatísticas. Você sabe quantas mulheres vivem sem renda no Brasil hoje? Estí própria. 28 milhões de mulheres não tem renda. E não é uma estatística boba. Mas
antigamente as mulheres eram do lar e sobreviviam bem, viviam bem, né? Tinha uma família estruturada. Hoje, hoje em dia, a criminalidade aumentou muito. A falta da mãe no lar traz muita discórdia, traz muitas consequências pros filhos e muuit das vezes geram filhos revoltados, depressivos, Estressados. Por quê? Porque a mãe não tá lhe dando o suporte necessário que uma mãe pode suprir. Mas você acha que se a mãe fizer isso, todo mundo que tem depressão, irritada as crianças, você acha que é por falta da mãe? Todo mundo? Nem todo mundo, mas a maioria sim. Um já
é da genética, mas quando uma mãe passa a maioria do tempo fora de casa, ela não vai conseguir suprir, tá ali pertinho do seu filho cuidando, vendo o crescimento, vendo a evolução dele e ter aquela percepção de que tem alguma coisa fora do normal do meu filho. Por mais que ela diga: "Ah, não, eu vou chegar em casa, eu vou conseguir ver." não consegue. Uma hora ela vai chegar cansada, o estresse do trabalho, o trânsito, o chefe, um cliente que tratou mal. E aí ela vai vir sobrecarregada e quando ela chegar em casa, ela vai
ter muitas coisas para ela pensar até ela descarregar aquela energia toda e se lembrar: "Ops, eu tenho que dar atenção ao meu filho, ops, eu tenho que saber o que é que meu filho tem, o que é que aconteceu na escola com ele." E qual que você, que que você vê o papel do homem nessa função toda? O homem, ele é o provedor, mas ele também é o companheiro, ele é o amigo, é aquele que tá ali para tá do lado da esposa, dos filhos e tá participando também na vida dos filhos. Tá ali, eh,
tem aquele momento em família, né? Uma família Unida é sentar para assistir junto, é conversar, é tá ali sabendo como é que foi o dia da esposa, como é que foi o dia dos filhos. É isso que tem que ser pro homem. Ele tá ali participando ativamente. Às vezes, se tiver um tempo sair mais cedo, ir buscar na escola, eh, ir paraas reuniões, ter aquele jantar em família à mesa. Hoje em dia as famílias perderam o costume de se sentar à mesa. É, sim. Porque não tem tempo, porque trabalha muito, trabalha fora e quando vai
sentar à mesa, alguns tá ali, ó, e esquecem de estar ali naquele momento em família, aquele momento com as esposas. Chegamos ao fim desse episódio que foi incrível. A gente levantou uma pauta muito interessante sobre mulheres que são esposas troféu e mulheres que são empreendedoras de trabalham, tem sua própria fonte de renda. Eu acredito que foi uma discussão muito válida, principalmente para quem mulheres que vão assistir para entender se elas está nesse papel ou não. Eu gostei bastante e vocês foram incríveis, maravilhosos aqui hoje, viu? Parabéns, muito obrigada,