Cuidado da gestante da PUERpera. Indicador número três do componente três, componente qualidade do novo financiamento da atenção primária. Meu nome é Jamerson Ferreira, sou consultor em saúde.
Vamos falar desse indicador. A primeira coisa que vocês podem estar estreando, Jamerson, mas por você passou do indicador um pro indicador três? Eu vou explicar aqui nesse vídeo.
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Fora isso, encaminha esse vídeo para chegar a mais pessoas. Estamos aqui no canal Descomplicando da Saúde Coletiva e também aqui na conta do Instagram Jamerson_J. Então vem comigo, esse vídeo tem muito detalhe.
Falamos no primeiro vídeo ou no vídeo anterior que dos 15 indicadores do componente 3, sete são da saúde da família, OK? Do componente três, componente qualidade. Desses sete indicadores, nós temos um indicador ligado a acesso, que é o mais acesso ao APS, seis indicadores ligados a cuidados para públicos específicos.
Só que nessa listagem, o segundo indicador seria o cuidado no desenvolvimento infantil. E por que a gente tá falando agora do cuidado no da gestante e da poérpera? para que haja uma continuidade do cuidado eh também no raciocínio, né, paraa análise dos indicadores.
Então, a gente vai falar primeiro deste indicador, do cuidado da gestante da POERPRA e ele abre as portas para a gente falar no próximo vídeo sobre o cuidado no desenvolvimento infantil. Afinal de contas, eh, esse passar do tempo, do cuidado na gestação, que é o pré-natal, no puerpério, ele vai preparar todo o ensejo, todo o argumento para o próximo indicador, que vai ser o cuidado no desenvolvimento infantil. Por isso, a gente passou do componente é do indicador um pro indicador três.
Qual é o objetivo deste indicador? Veja, primeira coisa, ele tem dois públicos. Ele não é um indicador da PUERpera, ele não é um indicador da gestante, ele é um indicador da gestante, da PUERPER.
Então, muitas coisas a gente percebe como dica somente no nome do indicador. Mas vamos com calma. O objetivo tá lá na ficha de qualificação dos indicadores.
Induzir a qualificação do acompanhamento da gestante, que é um público, da puérpera, é outro público, a fim de incidir na morb mortalidade materna e neonatal. Então, justamente por isso, a gente foi direto pro indicador três. Esse indicador que ele implica em avaliar conjunto de ações e serviços num passar de tempo, num período de tempo que vai eh da identificação da gestação.
Chega no parto, ele não vai avaliar parto porque ele é da atenção primária e ele vai até o powerpério, ele vai criar condições para avaliar a oferta desse cuidado. E obviamente quando você avalia um serviço, o objetivo é entender como ele está e induzindo esse processo de melhora. Dessa forma, se a gente melhora o pré-natal e o porpério, a gente tende a impactar esse processo de perdas de vidas de crianças e de suas mães.
Vamos lá. Quando a gente entende um pouquinho o nome do indicador, e eu acabei de falar sobre isso, a gente vai perceber o seguinte. Esse indicador, ele tem duas condições de saúde ligadas à mesma mulher.
Só que esta condição de saúde, ela vai implicar em um conjunto de serviços específicos para cada momento. Então, quando ela está gestante, ah, vai ter um conjunto de serviço chamado boas práticas ligadas a este período, na qual a condição de saúde desta mulher é gestante. O cuidado para esta mulher, enquanto ela está gestante, é o pré-natal.
Então, dentro do pré-natal, eu vou ter atividades de nível superior, nível técnico e nível médio. E a gente vai conhecer no pós-parto, ou seja, após o nascimento da criança, após o encerramento do pré-natal, nós temos o período chamado de puerpéreo. Para mulher, ela se torna uma puérpera, tá?
Então, neste período de aproximadamente 45 dias, nós temos um segundo conjunto de serviços a ser ofertado para esta mulher. Então, neste indicador, nós temos a importância da identificação desta mulher enquanto gestante e depois do encerramento do pré-natal e do reconhecimento dela como puérpera. Ponto um.
Ponto dois, da janela de tempo durante o pré-natal e da janela de tempo durante o porpério. OK? Estamos compreendendo todo o processo bem ponto a ponto.
Ótimo. Aí aqui muita gente tá querendo estudar o indicador diretamente nas fichas e tá sentindo dificuldade por causa da linguagem das fichas. E é verdade.
Olha, para você ter ideia o quanto é difícil compreender essa fórmula de cálculo pela forma que e pelo jeito que ela é apresentada, né? Então, neste indicador, nós temos 11 conjuntos de serviços, que é denominado de boas práticas para esta mulher que ela vai passar da eh do pré-natal até o puerpério. Então, este 11 conjuntos serão avaliados e somados os pontos, porque cada conjunto de ações tem seus pontos.
E a análise ela é por pessoa. Então se eu tiver 20 porérperas, não é só 20 vezes o total de pontos, não é isso. É que tem que ser analisado qual é o conjunto de serviços que foi oferecido no tempo correto, da forma correta, no registro correto para a gestante e que depois virou puérpera.
Então isso aqui vai compor essa análise a parte de cima que é o numerador. Então, se eu tenho, por exemplo, ah, 10 puérperas que concluíram neste durante o quadrimestre, vai ser avaliado o que foi oferecido para elas do pré-natal até agora. Já vou explicar a pontuação.
A soma das boas práticas por gestante é equivale a 100 pontos, mas ainda não temos ã nem meta, nem parâmetro. Eu vou falar isso agora e vou repetir isso lá no final. Ainda não temos nem meta, nem parâmetro.
É claro que quando a gente pensa o seguinte, se o total do cuidado é igual a 100, o melhor nível de cuidado equivale a 100 pontos. Isso tá escrito na ficha? Não está.
As fichas estão incompletas. As 15 fichas estão incompletas porque não tem nem meta, nem parâmetro. E tem coisa que foi apresentado pela representante do ministério na apresentação da live e que não tá nas fichas.
Inclusive o desenho da fórmula é é bem diferente, tá? Mas o conteúdo é igual. A questão é, o próprio Ministério ainda tem várias pendências a serem publicadas para que faça uma análise correta dos indicadores.
Então, voltando ao exemplo, estas 10 poérperas que foram atendidas e que concluíram o período de puerpério no quadrimestre, só um exemplo 10, tá? Vai ser verificado quais das listas das boas práticas foi entregue a cada uma delas. Então vai ser 1 vezes o somatório dos pontos das boas práticas, porque cada boa prática tem um ponto.
Então isso aqui vai ser o meu numerador, que é a parte de cima dividido pelo total de puérperas cadastradas e vinculadas por equipe. Aqui já tem uma coisa maravilhosa pra gente saber e que vai gerar uma certa preocupação em muita gente. Não é o total de puérperas atendidas na equipe de saúde da família ou EAP, é o total de puérperas vinculadas.
Ela precisa estar cadastrada pelo ACS com o cadastro válido e vinculado a uma equipe de saú da família. Obviamente, quando o ACS cadastra uma pessoa, esse cadastro ele sobe já vinculando a pessoa, aquele ACS e aquela equipe. Se eu tenho uma poérpera, que ela é atendida fora da equipe, ela vai pontuar pro indicador?
Não, não pontua. Eu posso rejeitar serviço para esta mulher porque ela não é cadastrada pelo ACS? Não, não importa se ela é moradora ou não da sua área, se ela é moradora ou não do seu município, você não pode rejeitar acesso à atenção primária saúde, tá?
Esse jeito aqui foi o que foi apresentado na apresentação, né? muito mais simples, muito mais simples, que é o somatório das boas práticas por puérpera, não é o total do período, é por puérpera. Então, somatório das boas práticas, cada um acontece seu ponto vezes a quantidade de puérpras que atingiram dividido pelo total de puérperas vinculadas vezes 100, porque é um percentual.
Jamerson, o que significa boas práticas e quais são elas? As boas práticas são conjuntos de ações, serviços de saúde que estão ligados aos protocolos de cuidado, tanto de cada público, né? Neste indicador vai ser da gestante e da puerper.
Temos 11 boas práticas. Todas elas são para gestantes? Não.
Um grupo de ações aqui é para a puérpera e outro para gestante. Então vamos colocar na ordem cronológica. um grupo de ações que é o maior grupo de ações é direcionado a gestante e o menor grupo de ações é direcionado à puérpera.
Total 11. Como é que eu vou explicar isso? Aí vai surgir uma série de perguntas na sua cabeça.
Como é que eu vou apresentar isso pro meu município? Se você tá dizendo que a ficha ela tá incompleta e está mesmo, se ela não tem parâmetros e metas? se a fórmula, se o a o método de apresentação daquela fórmula é um pesadelo e é verdade.
Então eu vou explicar ah o primeiro. E segunda pergunta é: como é que eu vou tornar isso real? E por último, quais são as metas e parâmetros?
Vamos com calma. Qual a minha sugestão? Separe os serviços por público, tá?
Então aqui eu separei daquela redação a ação, a quantidade e o profissional que vai entregar aquele serviço. Fica mais fácil. Então, para gestante, eu tenho consulta de pré-natal até 12 semanas, a primeiro, o primeiro atendimento, quantidade uma, quem vai fazer esse serviço, médico ou enfermeiro.
Consultas ao todo de pré-natal durante, né, o pré-natal vai para sete, que pode ser do médico e ou enfermeiro. Avaliação de pressão arterial sete. Quem pode realizar isso durante o pré-natal?
Médico, enfermeiro, técnico e auxiliar. E também o táx. técnico e agente comunitário de saúde, porque o ACS não pode.
A diferença do tax para o ACS é a possibilidade de realização de ações assistenciais que não o ACS não pode fazer pela legislação. Só pode virar táxi quem fez o curso saúde com a gente. E quem foi, quem concluiu o curso e quem foi já atualizado no CNÉs pela Secretaria Municipal de Saúde, o CBO, que é a classificação brasileira de ocupação para tax.
Fora isso, ele tem que receber insumo e ter o seu serviço acompanhado, informado, monitorado. Ah, aqui embaixo, registros simultâneos de peso e altura durante o período da gestação. Quem pode fazer isso?
Médico, enfermeiro, técnico de enfermagem, auxiliar de enfermagem. Se você na sua unidade básica de saúde, na sua unidade de saúde da família tiver esse trajeto muito bem formatado, esse circuito de atendimento, quando uma mulher ela chega na unidade, ela vai ao balcão de atendimento, ó, na ali na entrada da unidade, se identifica e ela vai solicitar uma consulta ou ela vai se apresentar para uma consulta se se já tiver marcada. O ideal é que ela seja conduzida a uma sala de procedimentos, uma sala de triagem, na qual esses procedimentos aqui já sejam realizados.
A ferição de pressão arterial, peso e altura por quem? Pelo técnico de enfermagem ou pelo auxiliar de enfermagem. Quando ela faz isso, todas as vezes que ela for na unidade, vocês vão bater essas três, esses três, essas três boas práticas aqui, tá bom?
Então é é muito muito bom pensar isso. Ah, lembrando, não é o acesso que vai fazer peso e altura dessa gestet, ela já é adulta. Então não é o nem o ACS, nem o táxi.
É dentro da unidade ou fora da unidade, mas não é o ACS. Ou é o técnico de enfermagem ou o enfermeiro ou o médico. Acabou.
Tá bom. Ahã. aqui embaixo, visita domiciliar vai acontecer somente pelo ACS e pelo tax.
Somente esses dois podem fazer. O que que é mais indicado a gestante? O acesso à vacina DTPA a partir da 2 20ª semana, um uma vacina ah que vai ser aplicada ou pelo médico ou enfermeiro ou técnico de enfermagem ou auxiliar de enfermagem.
Ah, segundo, ter registros de exames avaliados no primeiro e terceiro trimestre, que vão ser de quê? Sífiles, HIV e hepatites B e C. Ainda no primeiro trimestre e no terceiro, então é um por trimestre.
E quem é que vai fazer isso? Médico e enfermeiro. Para fechar com chave de ouro esse pré-natal, uma consulta odontológica.
E quem vai fazer? Cirurgia ou dentista. Então, vejam que nesse indicador aqui eu tenho uma ampliação do olhar para as boas práticas, que é o conjunto de serviços ofertados a essa gestante.
Mas as boas práticas não é somente do pré-natal e do bartério. Vocês vão ver esse termo boas práticas nos outros indicadores, para cuidado da criança, para hipertenso, para diabético, para idoso. Vocês vão ver boas práticas em tudo isso.
E para poder tem boas práticas? tem uma visita, pelo menos uma visita domiciliar do ACS, do tax e uma consulta médica ou de enfermagem que seja presencial ou remota. Tem gente que já tá trabalhando com a teleconsulta na atenção primária, tá aí a possibilidade.
Então, percebam o seguinte, isto aqui é o mínimo desejado para que a gente tenha uma melhoria no cuidado, na consistência, no impacto positivo sobre a gestante e sobre a puérpera. Então, somente atingir isso, garante qualidade, isso é o mínimo, tá? Então você, ela, essa, essa mulher, ela pode ter acesso a mais consultas e mais procedimentos.
O que que deve ser feito antes para que esse indicador dê certo? É necessário perguntar pros acessses continuamente, todos os meses em reunião de equipe, onde estão as gestantes de cada área? O cadastro delas, depois que você falou com ela, descobriu que ela está gestante, já foi atualizado pra condição de saúde gestante?
muitas vezes não. E agora tá sendo cobrada a atualização do cadastro num período de até 24 meses. Então isso aqui é um ótimo argumento para atualizar cadastro.
Já iniciaram as consultas de pré-natal? Se essa mulher que está gestante não iniciou sua consulta de pré-natal, aquela sua visita ainda não está contando para esse indicador. A visita do acesso só vai contar pro indicador do acompanhamento da gestante quando esta condição de saúde é reconhecida pelo médico ou enfermeiro durante o atendimento e marca lá no no motivo do atendimento gestação.
E lá no motivo do atendimento, quando ela está gestante, ela vai ter que informar a Dom, que é a data da última menstruação. Por isso que é uma data importante. E a partir da Dom é calculada a DPP, que é a data provável de parto.
Então, quando a gente descobre que ela está gestante, a gente a gente vai ter que perguntar se ela iniciou ou não pré-natal. a gente vai ah alterar a essa informação no cadastro e informar ela que ela vai ser visitada também porque ela está gestante. Isso tem que ser descoberto pelo ACS e pela equipe, tá?
E quando você descobre que a gestante ela não tem ACS, ela não está cadastrada, primeiro perguntar no momento do atendimento, isso tô falando aqui na unidade de saúde, se ela onde ela mora e verificar se é uma área coberta ou não por ACS. porque ela pode ser de uma área coberta e por algum motivo ou mais motivos ela tá sem acompanhamento da CS, vamos dizer que ela é uma moradora nova, que ela ainda não foi visitada pelo agente comunitário de saúde, ou ela está em uma área descoberta dentro de uma área de abrangência, foi uma área de crescimento populacional ou teve alguma saída de acess. perguntar também se ela é moradora do município, porque ela pode ser moradora de município de da área de outra equipe que pode ter a área de cobertura, pode ter acess e sugerir para ela, você não gostaria de fazer o pré-natal mais próximo da sua casa?
Você vai ser acompanhada pela equipe, vai ser acompanhado, cadastrada e acompanhada pela CS. Então são perguntas importantes porque vai facilitar o vínculo desta mulher com a equipe de saúde e também com o acompanhamento correto. Então quando a gente vê esse indicador, o que que a gente percebe?
Ah, a forma da gente levar isso aos municípios não é falando de indicador, porque muitas vezes não é fácil a compreensão. Qual a minha sugestão? Seguimente, quais são as ações do OCS para gestante, quais são as ações do OCS para PUERPA, quais são as ações esperadas do médico e do enfermeiro para gestante e para puérpera?
Quais são as ações esperadas do técnico de enfermagem e do auxiliar para gestante e para puérpera? Lembrando, qual é a ação do cirurgião dentista esperada para gestante? Então esse indicador ele poderia ser dividido pelo menos em dois e ele abrange a saúde da família, a saúde bucal, a imunização e dentro da saúde da família um acompanhamento que inicia com o ACS e conclui com o atendimento ou de médico ou de enfermeiro, tá?
Uma outra coisa que a gente percebe que essa janela na qual o indicador ele é calculado é de 12 meses. 12 meses, tá? não é de 9 meses, não é de 6 meses, não é de 4 meses.
Então, em dezembro de 2025, né, tá sendo analisado de janeiro a dezembro. Então, essas mulheres que estão concluindo o porerpéreo durante o quadrimestre que tá sendo analisado, você não tá analisando um quadrimestre vigente, você tá analisando mais dois outros quadrimestres que dá o total de três quadrimestres, ou seja, 12 meses do acompanhamento que foi ofertado a esta mulher. Ah, existem alguns riscos de dar errado.
Claro que existem. Quando a mulher inicia de forma tardia o pré-natal, ela demora para iniciar o pré-natal. Quando ela chega de outro município, porque não tem ainda não tem como resgatar o que ela fez no outro município, então a continuidade do cuidado, ela vai ser iniciada de forma já atrasada.
E por último e maior desafio. Último e maior desafio. Se você ainda trabalha com papel ao invés de prontuário eletrônico, esse é o seu maior desafio, a possibilidade de trabalhar muito e de ter perda de qualidade nas suas informações, tanto na identificação do usuário no papel quanto no sistema.
A gente sabe que quem trabalha com papel ainda tem a possibilidade de ter pequenos erros num preenchimento, por exemplo, na anotação, no registro do cartão SUS, no CPF. Quando isso vai ser digitado, muitas vezes pode dar algum errinho no lançamento e para não perder a produção, a pessoa digita, pula esse campo e só digita a partir de data de nascimento, mês e ano e sexo. Então, a produção ela sobe como válida, mas ela não é agregada ao nome de ninguém.
a gente não sabe quem foi atendido e isso vai sabotar os seus indicadores. Então, já chegando ao final, por só lembrando, eu fiz esse resgate, eu fiz esse pulo do indicador um pro indicador três, é porque o próximo vídeo eu vou falar do indicador do cuidado infantil. Afinal de contas, você tá vindo numa linha de cuidado da do pré-natal do porpéreo e aí você vai ter o próximo indicador, que é o cuidado do desenvolvimento infantil para crianças até 2 anos.
Então eu tinha que fazer essa linha de uma uma linha lógica, né, de de maturação dessa criança, tá? Então me diz o que que você achou desse vídeo, se você gostou, se você não gostou, quais são as suas as suas sugestões, identifique os maiores pontos de dificuldade do seu município. Compartilha aqui comigo.
Então, já que você chegou até aqui, muito obrigado. Então, tô lhe pedindo o seu like, tô lhe pedindo para você se inscrever aqui no canal, para compartilhar esse vídeo, para curtir e para deixar o seu comentário, né? me diz qual é o nome da sua cidade e estado.
A gente se encontra aqui num próximo vídeo. Não se esquece. Também me curta lá no Instagram.