As narrativas compartilhadas têm o prazer de continuar ouvindo Caio Henrique. Chola agora no terceiro bloco. O Caio vai falar agora um pouco para nós sobre sua experiência nesse momento como professor.
Estamos no momento da pandemia e, em seguida, ele vai falar sobre sua experiência enquanto escritor, a participação dele no Concurso Literário e também sobre os livros que ele escreveu e publicou. Caio, com você a palavra. Bom, então, eu vou sair de educação esse ano, Roberto.
Eu dei aula, eu sempre gostei de escola pública. Trabalhei na rede privada também, mas a minha paixão sempre foi mesmo a escola e as aulas. Logo terminei a faculdade em 2013 e, em 2014/2015, eu dei algumas aulas.
Aí, parei, mas estou retornando agora, né? Eu estava perguntando para você aqui, né? Estou ansioso para lá, talvez mais para frente com o Zé, quando passar esse período.
Esse conteúdo acadêmico, né? A gente tem trabalhado mais virtualmente do estado, fazendo atividades, e a gente se comunica, mais ou menos, dessa forma. Com tudo, é assim.
. . O ensino agora, minha ida e a.
. . Não estão atendendo.
Estamos tendo aula semipresencial, né? Com aquele público que realmente precisa aparecer na escola, que de repente não tem internet em casa, não tem condição de fazer essas atividades online. Eles têm que aparecer algumas vezes na escola, né?
Eu voltei a ser professor lá. E também, no momento, estou escrevendo meu terceiro livro, meu quarto, na verdade, mas é meu terceiro de volta agora. Daqui a pouco vou falar sobre um bom também.
Eu acho que vai ser o título do meu. . .
Deus, é aquele negócio que eu te falei. Você escreveu três livros. O primeiro você dedicou para quem?
A dedicatória do primeiro livro é para Francisco e Francine de Oliveira Palma. Ela é professora, pedagoga, trabalha no estado. Não consegui como professora, mas é o amor da minha vida também, né?
Que é minha musa inspiradora. Esse ano estamos juntos, já faz 10 anos. É uma maravilha!
Parabéns! E o outro você dedicou para sua mãe e o terceiro para seu pai, é isso? Isso.
Me conta um pouquinho sobre as experiências de leitura, né? Como você produziu esses livros e publicou, a questão do conteúdo, mais ou menos, porta para nós. Certo.
O primeiro livro, “12”, bom, que foram escritos entre 2010/2011 e 2013, são uma reunião dos melhores contos da época, né? Mas eles têm bastante coisa em comum assim. Eu gosto de contar a história do dativo ao ponto, né?
O próprio “bandarilhas”. Sim, eu demorei um ano para conseguir começar a escrever esse texto, Roberto. Eu acho que eu ganhei entrar em contato com a palavra, né?
Gostaria de uma palavra bonita. Aí começou a surgir a ideia, um pouco na minha cabeça. Até que eu tinha um papelzinho que andava com ele na minha carteira e estava escrito “quando é bandarilha circular” e algumas ideias.
Alexandre, como, mas eu não. . .
toda vez que eu começava, eu parava, jogava o descartável, jogava fora e não conseguia encontrar um foco narrativo, uma voz, uma voz apropriada. Não me é sempre a ideia. Esse tiver a pessoa é por uma mulher.
É engraçado, costumo dizer que eu escrevo bem sobre mulheres. Entretanto, eu mesmo que peguei essa coisa do. .
. A gente, eu e o meu amigo, acho que há duas semanas, a gente participou de um bate-papo com a Daniela. A janela entrou a questão do eu-lírico, da coordenação do curso de Letras.
A gente faz um bate-papo agora, semanas, é colocar alunos dela, né? Sobre escrita literária, sobre escrever, contar um pouquinho também da nossa história. E daí, nesse momento, surgiu o tema aqui, né?
Fazer o menor. . .
Eu acho que o seu “like”, o seu “eu”, limpar masculino e feminino da história. Isso para dizer a importância, realmente, e também, Roberto, influenciar para ver se um pouco pela Clarice Lispector. Sim, você tem muito da cabeça aí, né?
Aquele personagem, né? Você entra no personagem e você também acaba. .
. Você fala muito sobre essas coisas nesse Messenger, você fala bastante, né? A respeito da questão da pessoa, né?
Você entra nos vários espaços. Você consegue entrar, inclusive, do personagem, como se você é um animal, né? É o animal pensando, o animal conversando.
É impressionante. Você tem condição de entrar na cabeça de qualquer um. Você passa no personagem-narrador, depois você passa no.
. . Enfim, não vou entrar em detalhes técnicos, né?
Porque senão nós vamos longe. Prescrição da propriedade da parte técnica, mas a verdade é essa. Você não é só o personagem feminino.
Você tem condição de entrar em qualquer tipo de personagem. Para mim, é um elogio. Obrigado, viu?
Sim, com certeza. É uma facilidade muito grande. E o fantástico, né?
Você gosta muito da literatura fantástica, né? Posso. .
. Eu acho que se percebe. Hora lésbica, limpou Clarice Lispector.
E aí, essa questão também do fluxo do pensamento, né? Você escreve, muda de uma coisa para outra rapidamente. Eu gosto mesmo do fantástico.
Assim, ele permite. . .
Eu uso o fantástico, às vezes. Também no Brasil tem aquele. .
. com o rato e o cacto a conversar com o personagem e sugerir ideias. Conservadoras, né?
Também, né? Nesse aqui do clube de vantagens, sim, ele vai contar diversas narrativas e vai usar diversas técnicas, mas ele é. .
. ele, né? No papel, não deixa de ser.
. . É possível, é muito mais.
Isso é muito legal. Primeira pessoa que eu lembro dele, lembro de chegar da Universidade, chegar em casa à tarde, né? Tava lá e ele foi durante um mês assim a mexer, ficava no Pará.
Ou tá bem, foi assim um trabalho. E é uma história engraçada também, é que quando eu decidi, né, é bom, tá a história de uma tourada espanhola, a Eucaristia de informação, né? Você escolhe, eu quero contar.
Aí, agora, eu entrei num trabalho de pesquisa tão profundo, Roberto assistindo ao vídeo de tourada. Meu irmão passou assim, ele já fez muita coisa. Aí, meu irmão passou do lado de fogo, assim: "Ué, você vai ser toureiro agora?
" Ele falou: "Pô, a última cidades. " E eu levo também disso, acho engraçado. E também a forma que parece as bandarilhas, né?
Só que elas, barbas enfeitadas, coloridas, né? Peças de visão, são bonitas, porém também trazem consigo a morte que vão causar. Acho que eu tô aceitando um bairro perto agora na orelha que eu fiz.
E, por exemplo, para descrever o que acontece: primeiro, as bactérias são entregues de forma assim, sabe? O primeiro, a gente, um pai, depois vou para o pai, depois o terceiro daqui finaliza. Enfim, é um trabalho mesmo de pesquisa e do trabalho sua nesse texto.
E os vários desses textos do Bar Alice também foram vencer um concurso literário em 2011. Passei um ano escrevendo cursos literários, demorou para ganhar o primeiro, mas quando eu ganhei, também eu levo agora até do Roberto Gil, parecendo a sala. E mesmo assim, cara, e aí aparece ao redor a minha aula.
Ele passa, aí teve a notícia, foi muito gostosa. O segundo livro que não teria acontecido se não fosse a professora Maria Angélica, né? Foi minha orientadora e ela me deu uma liberdade e orientação em uma semana.
Liberdade tal, Sérgia, o apanhador no campo de centeio, da personagem Rodental. Para cada minha forma, esse personagem, esse livro é muito polêmico e eu acho uma tremenda bobagem tudo. Tudo rápido ele ficou vendo esse livro.
As histórias, se não passam de lenda urbana, nunca fui fazer esses. Ele, às vezes, a mídia é pesada, tem um olhar pesado, carregado. Isso é uma grande bobagem, a pessoa.
Vou tentar a minha visão, eu acho que eu tentei contribuir e é com a minha visão, né, da personagem. E é um dia nele, Roberto Mahr, essa uma imaturidade, sim, no Rolim. Cálculo é o responsável pela identificação do leitor com uma obra, pelo carinho de muito bem nessa obra.
Ela é muito amada e possui muitos fãs. E isso não termina o valor em casa, eu vejo nele e, por baixo, uma bondade. Lendo essa passagem, eu lembro dele falando assim, conversando com um rapaz que ele disse na escola, lá.
Rapaz super religioso. Eu vou deixar, o fogo não era ele, que ia me. O pai dele era irlandês, a mãe irlandesa, o pai católico.
Uma coisa assim, e por isso, na família dele, ninguém tinha residencial. Ele sentado com esse menino, acho que código religioso, e esse queria. Eu disse que claro que julga, se põe em pé, tá indeciso.
Rua. E o Rodrigo falou assim: "Não, eu não tenho um milhão de dólares, mas se eu tivesse, eu era capaz de apostar esse milhão, nós. " Que é que Judas não foi externo?
Então, revela nisso a bondade da personagem, sabe? Eu exijo e eu tentei olhar. Aí eu vejo isso, li essa.
. . Ele tá lhe pedindo um sonho, mesmo que a ganhadora, para dizer que isso é dele, o sonho dele.
Imagina um penhasco, hoje as crianças estão correndo e elas vão cair. Pode ser uma metáfora para a perda da inocência, roubando o preco crescia. Mas enfim, qual é o sonho dele?
Apanhar essas crianças e não deixar que elas caiam. E olha, Roberta, a profundidade da personagem não tem uma publicitária ecológica. Tamanho serve de eram desse nível.
E eu quis mostrar assim, porque as pessoas gostavam, porque o boné, essa pessoa tem uma criança também, também uma pessoa aqui, bom, e que possui essa bondade, essa vontade. E você tem alguma coisa já também escrita, agora que tá esperando para publicar? Assim, tenho sim.
O meu último livro foi, pensa, né? Então, agora é uma corneta rede e também de 12 pontos. Qual o número 12?
Para os livros, em, é bem experimental, para conseguir uma forma diferente. E daí, o que leva ao terceiro livro de contos meu, né? Que eu tô escrevendo, provavelmente vai se chamar "Maio os Lábios".
O que é um conto que eu fiz, eu conto muito rapidamente. Quando eu fiz, muito rapidamente inspirado na casa dos seus pés. Escrevi esse texto, escrito em 2017/2018.
Exatamente, ele ganhou o concurso da Unisa, acho que de 2010, o primeiro lugar, como era um pontos. O tema era mulher, porque eu já sei, se digital para esse concurso é para mim. Aparece, mulher.
Leva alguém a isso aqui. Então, vou falar a verdade. Esse daí eu nem sempre, eu tô copiando e é baseado mais lados, é o mês, né?
Maio, no outro lado, você, fazer uma história que eu tava relembrando, né? Eu acho que eu tava na segunda fase e de até 5 anos. Oi, e eu lembro que é dois momentos, é o momento diferente dessa época.
É o primeiro, foi assim, e eu lembro. Ela tinha a professora chamada ainda, e foi até depois me reencontrei com ela. Ela foi super amorosa.
Eu não tenho nenhuma mágoa dela, de novo, ela ficou maravilhosa. Mas eu lembro sim, no momento, se tiver, manda um oi, no. Marcou e talvez esteja magoado até hoje, você não conversa mais.
Se foi assim, falamos garantia. Aí ela falou assim, no tanque de areia onde as crianças brincam, tava lá. Tira, eu não sou zumbi, a sua professora.
Aí, eu fico triste, magoado, quando eu trabalhei com Educação de Chave. Me chamar se ele não puder. Mas, enfim, esse momento é outro.
Depois do Dia das Mães, eu e ela, ela a professora, meio que obrigou todos os alunos a passarem para bom para beijar o cartão do Dia das Mães, para beijar a mãe, para ela, de graça. Mas teve um menino, Roberto. Ele teve a força necessária; ele não passou batom, eu não queria passar batom.
Mas até hoje não tenho inveja desse menino, ele teve essa força, ele correu atrás de ninguém. Ele não passou o batom. Mas, enfim, hoje acho que aparece, cresce, né?
Hoje passo, eu vejo esse problema expresso na BR-101, e é uma linguagem interessante. Esse texto eu enviei por Gil, né? E o tio gostou muito.
Longe, eu, esse texto, e disse: "Allegri, também de novo arrebentando". Então, sempre muito preocupado com a técnica, com as formas do pomar. E esse texto é um texto cheio de hipérbatos.
E a Ana colocou-se de conclusões educadas, sabe? Pelo ouvidas, mas é conciso, conciso. Também muito legal.
E, chefe, você acaba também fazendo, ajudando muito a poesia, né? Alguns cores com seus têm muito da linguagem poética também, né? Muito bom, muito bom.
O que você gostaria de dizer agora para nós, deixarmos esse nosso bate-papo? Por mim, a gente ficaria muito mais, né? Mas a gente sabe que tudo tem que ter um momento de terminá-la.
E é você dizer que eu e meu amigo Leno, também no escritório, estamos com canela lá, né? Literalmente, você vê, em Niterói. E a gente publicou vários livros sobre obras brasileiras, L dos brasileiros que pedem, populares, e existem nos vestibulares.
Enfim, entre obras importantes da literatura brasileira, que a gente, do nosso jeito, faz análises. Falo com falar, mas sempre seguindo também nossa intuição e nosso tempo dele, sempre indagando mais e sempre interessados pelo próprio escritor, né? Da figura do Círculo.
Gostaria de convidar também as pessoas a acessarem lá e assistirem aos nossos filhos, também, Sertão Veredas, dentro de Dom Casmurro, Player, "Apesar ia", claro, Enigma, Estrelas Inteiras, HD, nas meninas, "O Vampiro de Curitiba", "À Noite na Taverna", "Romanceiro da Inconfidência", "Morte e Vida Severina", de João Cabral. Que mais? Falei errado.
E também "Garagem". É isso, é muito texto. Não percebi que continuam entrando em vestibulares, principalmente das instituições oficiais.
Agradecer, né, por ter participado aqui, contar um pouco da minha experiência com o teatro na universidade da história, né? Com certeza sou eu quem agradece, viu? Foi um prazer enorme, e muito obrigado.
E você com certeza tá sendo bem, seus alunos mesmo, dessa forma semipresencial, né? Que é um momento. E por isso que nós estamos fazendo aqui ver qual também nas entrevistas.
Senão, nós estaríamos com certeza lá no laboratório de comunicação da Uniso, que eles nos abriram para esta entrevista. Já, mas é graças a Deus. Mesmo assim, nós podemos fazer isso que estamos fazendo agora.
Estou muito obrigado. Agradeço muito a sua presença no nosso caminho lá dentro da Uniso. E até agora, muito obrigado por toda essa sua dedicação ao curso, aos colegas, e a sua vida tem muito a ver com esse percurso, né?
Porque você conheceu sua musa inspiradora lá dentro também, né? Então, é muito bonita essa relação de vocês enquanto amigos e essa proximidade. Vocês agora, né?
Lento um do terço do outro, colocando ideias, um ajudando o outro a publicar. E é esse o caminho. Tudo de bom, um ótimo percurso.
Deus abençoe você, tá bom? Você também, obrigado. E para vocês também que estão nos acompanhando, a nossa gratidão!
Continue acompanhando as nossas outras listas com muito prazer. Quer ser sempre pessoas que têm muito a dizer, muita a trocar, bastante coisa a partilhar para nós todos, tá? Então, muito obrigado e até a próxima.