[Música] eh antes de mais nada né Eu queria agradecer a oportunidade de estar aqui com vocês hoje pra gente fazer esse bate-papo né na pessoa e da professora Silvana né daqui de Araxá do CEFET tá estudando com vocês aí né Silvana e me convidou para fazer essa essa apresentação né para mostrar um pouquinho do trabalho que a gente vem desenvolvendo aqui tá na cbmm Eh e é isso tá E meu nome é Thiago Gomes né Eu sou engenheiro geólogo né agora tudo igual né sai uma lei que é todo mundo igual agora né Tem esse
negócio de engenheiro geólogo geólogo mais não né eu nem falo que eu sou engenheiro eu sou geólogo né trabalhei a minha vida como toda como geólogo então eu formei lá em Ouro Preto na na escola de Minas de Ouro Preto eh fiz meu mestrado né E já trabalhando aqui em aracha na Cbmm na Unicamp né Fiz meu mestrado lá inclusive o que eu vou mostrar para vocês aqui hoje é uma grande parte é em cima desse mestrado que eu defendi né lá em 2017 e agora eu tô terminando também como vocês sou com vocês né
Sou estudante de doutorado também tô terminando agora se tudo der certo né até o meio do ano que vem já vou qualificar no início do ano e defendendo o meio do ano que vem né fazendo um Estudo também em hidrogeologia na Unicamp também com a mesma orientadora que foi do do meu mestrado né infelizmente tô até meio perdido assim meio órfão aqui porque infelizmente na há duas semanas atrás minha orientadora veio falecer né a Sueli osinaga é uma japonesa eh arretada né como eu digo é que nossa Tiago eu não sabia ela ela faleceu esses
dias faleceu Silvana ela tem umas duas Semanas é tem umas duas semanas nos e ela foi fazer uma cirurgia cara um negócio assim que eu acho que não era tão complicado não sabe e o negócio complicou durante a cirurgia e ela veio a falecer durante essa cirurgia nossa que triste hein é foi um negócio pegou a gente assim muito de surpresa né então eu tô meio assim perdido ainda de saber como que que eu vou fazer para poder continuar e terminar o trabalho né e eu fiquei muito chateado Porque eu eu assim se a gente
trabalhar e estudar é complicado né e eu fiz toda a minha graduação e o mestrado também e o e agora o doutorado trabalhando né e eu sou sempre foi um cara muito enrolado sabe e eu queria ter terminado esse trabalho com ela né então agora quando já tava chegando no finalzinho ela acontecer isso me me chateou bastante mas são coisas da vida né bola pra frente Tá certo então eu assim trabalho com hidrogeologia Ah cara vai para quase Uns 15 anos né eu trabalhei como técnico em mineração né sou formado em técnic mineração também eu
trabalhei lá na Samarco durante 10 anos apoiando né um um hidrogeólogo então muita coisa que eu aprendi eh para aplicar na hidrogeologia mesmo antes de me formar né Eu já já trabalhava com isso né e depois que que eu que eu me formei geólogo né eu eu vim eu fiz uma breve passagem por Casa de Pedra lá na CSN depois eu vim aqui pr pra cbmm já Tem 12 anos que eu tô aqui né trabalhando com hidrogeologia e um pouquinho com geotecnia de mina tá então até no final vou falar um pouquinho sobre a hiddro
e a geotecnia trabalhando juntas tá bom Bom vamos lá eh Vamos ver se esse vídeo aqui vai rodar né Eu queria mostrar para vocês aqui é todo mundo de Goiás que tá aí não tem tem pessoas de Minas como é que é eu estou em Goiás professor é mas s Mas tá Você tá em Goiás mas é de Goiás mesmo né Catalão não eu sou mineira mas eu tô aqui em Catalão já tem 15 anos Ah legal legal então eh eu vou mostrar algumas minas né de Minas Gerais né para vocês para depois a gente
continuar o papo aqui né Então tá aí o estado grande estado de Minas Gerais né as maiores Minas do país né Eh eu vou mostrar um monte de Minas de Ferro para vocês lá no quadrilátero ferrífero tá aí a mina de Cauê né são minas que eu passei já Trabalhei eh Essa Mina de gongo soo que aparece aí né é uma mina que eu ia quando eu era criança meu pai trabalhou nessa mina durante 30 anos então já tô na na na mineração tem muito tempo como eu disse passei por alegria também né Eh lá
na Samarco trabalhei lá durante 10 anos né Um pouquinho antes disso logo quando eu me formei como técnico meu primeiro trabalho foi nessa mina aí a mina de timbopeba né trabalhei como fiscal de sondagem SPT né lá na década De 90 tá aproveitando que tá aqui perto dá um tchauzinho pra escola de minas né lendária né de Ouro Preto ou fop ah e também passei por Casa de Pedra né como eu disse para vocês lá na CSN antes de vir aqui para Araxá e tem uma mina que eu gosto de mostrar que é uma mina
muito importante aqui na lá na região do quadrado ferrífero né que é a mina de Águas Claras né que tá ali atrás da da Serra do Curral Tá certo visto essas minas aí a gente dá um salto aqui agora Agora paraa região do alto Paranaíba para Araxá né na mina de niob a cava da mina de neob aí a mina F4 também né que são duas Cavas são da cbmm né as instalações industriais a gente pode ver um pouquinho da barragem aqui da barragem oito desculpa da barragem seis né E aqui muito próximo da Estância
hidromineral do Barreiro né não sei se vocês conhecem aracha gente eh mas a gente tem nesse local aqui um Um um bem a proteger que é muito importante né então é bom a gente guardar um pouquinho sobre isso aqui que eu vou falar mais sobre essa questão mais à frente na nossa apresentação tá E esse limite em vermelho aqui é meio que o limite da nossa área de estudo sobre um que a gente vai falar hoje tá bom isso é a área de estudo do mestrado tá bom eh durante o vídeo né eh não sei
se vocês Perceberam passa um pouquinho rápido né mas eu dei um print aqui Tô mostrando para vocês agora estático né todas essas Cavas que a gente mostrou né Elas têm uma coisa em comum né estão vendo as setinhas aí mostrando Você tem sempre um um laguinho aqui no fundo da mina né aqui tá aqui timbopeba aqui Águas Claras já tem um lago bem profundo aqui né para uma menina que já tá parada há mais tempo e a gente tem eh a cava do F4 aqui em Araxá que é uma cava de fosfato né Que foi
arrendada à época para Vale depois passou para mosik né tiraram bastante fosfato aqui e a gente vê realmente um lago aqui no fundo dessa cava eh isso não é água de chuva tá eh essas imagens Geralmente as imagens que que aparecem no Google né são imagens são feitas durante o período seco do ano para não ter cobertura de nuvem né Então você estão vocês estão vendo uma Água aqui né a mina já tá em cava e e e isso é afloramento né do do nível daágua subterrâneo invariavelmente toda a cava de mineração né maior parte
delas né na nessa região né do nosso que o Brasil tá tá inserida né Eh muita disponibilidade de chuva então a gente tem uma recarga muito efetiva dependendo do depósito mineral É lógico mas a gente tem recarga que que vai eh invariavelmente trazer pra gente Esse a gente não gosto de falar problema né E Esse desafio vamos dizer assim né essa oportunidade né de trabalhar concavas que atingem o nível de água subterrâneo né ou o nível do lençol freático como preferirem né então ah a gente eh da hidrogeologia né Tem um um um um um
trabalho dentro da mineração e é eh justamente lidar com esse com esse com essa oportunidade né com esse com esse desafio né de minerar né de trabalhar com minério seco né Eh abaixo do nível eh saturado tá então a gente Vai conversar um pouquinho sobre isso aqui hoje tá bom eh bom eh então quando eu vim para C MM né já voltando um pouquinho aqui para rachar Ah e antes Eu esqueci de mostrar né Essa aqui é a nossa cava né de niop como ela tá mais ou menos hoje né Eh eu vim para cá
em 2012 essa cava era um pouquinho diferente do que ela tá hoje né Eh mas vocês podem ver que nessa cava não tem água florando né aqui na cava do lado no F4 ela tá um pouquinho mais profunda você tem um laguinho lá que tá florando água é subterrânea mas aqui não né eh essa mina é uma mina muito particular Apesar dela tá rodando desde a década de 70 né a gente vai começar a ter vamos dizer eh interferências com o nível d' água agora nos próximos anos por causa porque a Lavra tá avançando de
tal forma que a gente vai se aproximar do nível dgo subterrâneo né mas durante todo o tempo que essa mina rodou né até agora Desde a década de 70 né Eh é e dessa cava aqui sai 80% do niop que é consumido no mundo né Eh só agora que a gente tá tendo esse problema com com água sabe porque a o pece né que a gente Lavra esse minério aqui é um é um pouquinho diferente né de uma cava de minério de ferro né Talvez o que a gente produz num ano aqui se você for
olhar para uma mina grande dessa como Cauê os caras vão produzir lá em um mês ou talvez até em menos tempo né Ah a gente tá falando aí nessa cava aqui de 7 milhões Tonelada ano né de de ROM de minério né que sai dessa cava aqui e vai produzir ali 95 eh 1000 toneladas de Ferro neob né que é o nosso principal produto aqui eh no ano também né então é é uma mina diferente é uma mina pequena né uma cava pequena é uma é uma cava que a gente opera com caminhões rodoviários né
Camões de 40 toneladas a não trabalha com fora de estrada então o pece é Diferente né apesar da gente tá rodando desde a década de 70 agora que a gente vai começar a ter algum algum eh alguma interferência do nível d'água subterrâneo né Essa cava aqui ó o F4 essa turma começou a operar aqui em 2007 né E eles já atingiram o nível muito rápido porque aqui a gente já tava com um nível um pouco mais alto né eh e e bombear aqui chegaram a bombear aqui 80000 m c por hora de água para poder
rebaixar isso aqui né e a Gente tá na mineração né hidrogeologia Tá na mineração Como eu disse para trabalhar com minério seco né o minério eh a umidade do minério ela para vários processos né E o nosso aqui não é diferente a umidade ela é um fator eh que apha né sobretudo a operação de Lavra né e o e o beneficiamento também né a turma lá da usina de concentração aqui da cbmm né Eh né Silvana lá o Gláucio lá né você eu acho que você conhece né verdade É turma a turma lá assim eles
eles trabalham com 17 assim normalmente acima do nível d'água né a gente tem um minério lá hoje que gira dependendo da da época do ano entre 10 e 12% de umidade né bom a a usina se você chega com o minério lá acima de 15 16 ali por C Eles já começam a achar ruim com a gente porque eles já começam a ter algum problema de peneiramento né E aí eles Começam a ligar mandar flores para as nossas mães né serim Muito sempre muito educados né mas é é é porque realmente a umidade ela atrapalha
e a gente assim eh quando a gente tá lavrando lá a gente não quer transportar água a gente quer transportar só minério né então é um negócio que ocupa espaço também na na durante o transporte né você subir com isso numa Correia é difícil né empilhar depois para poder fazer a homogeneização então isso a umidade Ela traz uma série De problemas né para para operação de Lavra e de beneficiamento né e abaixo do nível d' água a gente tá falando de de umidade da ordem de sei lá eh 25 30 35% de umidade né O
que se torna praticamente impossível você lavrar o minério nesse nesse teor de humidade porque assim que você atinge o nível d'água que que é saturado vai tá tudo eh eh como um um um Pântano mesmo né vira uma lama né você não consegue lavrar a lama Tá certo e muito menos transportar E muito menos tratar né então a gente tem que trabalhar com o nível d'água eh rebaixado a a a o principal a principal o principal objetivo né do hidrogeólogo na na na mineração é justamente esse liberar minério palavra seco né E a gente vai
ver um pouquinho como que a gente faz isso tá bom Aqui paraa frente bom quando eu vim para para cbmm então né a gente iniciou os trabalhos aqui era uma disciplina que não existia na cbmm quando eu vim para cá sabe Eh não tinha nenhum poço de de de observação né a gente não sabia nem onde tava o nível d'água para te falar a verdade né que era uma preocupação que não existia desde a década 70 até quando foi formada essa gerência que eu que eu que eu entrei né que eu fui chamado para para
trabalhar aqui como hidrogeólogo mas na época a gente tava fazendo uma campanha de sondagem né com a Joss sol né uma campanha de sondagem para pesquisa né para trabalhar com com Estimativa de minério mais para ver minério né e eu lembro que na época a turma tava fazendo uma um método de sondagem aqui que até que até vim conhecer aqui que é o aircore né Ou seja a turma usava ar comprimido para como fluido de perfuração né é uma máquina que faz o testemunho de sondagem mas ele usa o o fluido é o ar né
porque a gente tem alguns problemas com a lama que era utilizada naquela época que contaminava O minério trazia alguns problemas para depois da gente fazer a análise e tal tavam usando isso aqui então tinha mais ou menos uma semana que eu tava trabalhando aqui né pensando como é que eu ia fazer para para determinar esse nível d'água né que assim o nível da água subterrânea é a informação pro hidrogo mais importante né na qualquer área né que o hidrólogo vai trabalhar porque é precisa saber que profundidade A água tá né o nível de saturação Tá
aí rapaz eu cheguei lá na mina tinha uma sonda fazendo uma manobra né Na hora que ele entrou com o o a a o baete né com a com a com as astes né dentro do furo e chegou encostou no no fundo do furo e soprou né com o ar comprimido subiu água né jogou água para fora falei Opa tá aí né ah o nível tá aí né Então a partir desse momento eu pedi para que cada furo eh que eles fossem fazendo a gente tinha a topografia da boca do furo aqui né com a
Cota né Eh Pedi pros sadores ó chegou na água S prou água para fora anota essa profundidade né Eu preciso saber disso então Os caras foram fazendo isso né e geraram um mapa para mim com pon né E aí você tem a cota da boca do furo você tem a profundidade do nível daágua você tem a cota do na né E com isso foi possível a gente rodar o primeiro mapa potenciométrico né aqui estão as curvas potenciométricas Do da da mina da cbmm tá um pouquinho apagada eu tentei achar uma mais bonitinha que eu tinha
lá né E vocês podem ver que tá feito na mão né quando eu f cbmm a gente foi comprar software e tal não tinha nenhum argis lá pra gente trabalhar né então isso foi interpolado mesmo eh na mão né Eh então esse aqui é meio que uma figurinha meio que histórica assim da gente primeiro mapa potenciométrico né do nível da água subterrâneo que a gente fez lá na na Cbmm né Vocês veem um nível se aprofundando eh de se né para NW tem algumas algumas diferenças aqui um ponto um pouco mais alto aqui naquele momento
mas o o fluxo principal ele se dá lá né já olhando aqui para um um estudo um pouquinho mais eh bem feitinho né no argiz aqui e tal com software já e algumas sessões né Eh do fluxo realmente partindo de se para NW tá então assim que a gente começa lá né Com e eh derrubando o mato né Eu costumo falar a gente foi para trabalhar lá na cbmm é hidrogeologico falando é tudo mato né como o pessoal fala aí então assim e a a a importância né que que a gente o que a gente
precisa né na hidrogeologia eh e a geologia não é um negócio tão imediatista assim igual é uma pesquisa geológica porque a pesquisa geológica você vai lá faz o furo né retira uma amostra manda pro laboratório dosa né faz a as os testes que você quer Fazer eh adquire as informações que você quer adquirir e usa aquilo no seu modelo né geomec Eh geológico geom Metalúrgico E por aí vai né a hidrogeologia ela é um pouquinho diferente ela demanda um pouquinho mais de tempo porque ah o o o fluxo ou seja o o ciclo hidrológico né
ele se dá ao longo de um tempo tem uma variável aqui que é o tempo né então a gente precisa monitorar né a a geologia a hidrogeologia precisa De monitoramento né a gente precisa entender como que esse ciclo funciona né Eh para que a gente possa começar a fazer uma aproximação né do que que é um estudo hidrogeológico né mas o o ciclo assim bem resumidamente né ele tá aqui nem nem tá parecendo um ciclo tá um contínuo aqui mas acaba que que é um ciclo fechado devia até melhor essa imagem aqui mas eh você
tem ali o início desse ciclo né no no na água subterrania numa numa recarga né com a chuva né Caindo aqui você tem a infiltração a ao longo da da da recarga ou da Rocha do solo que você tá trabalhando com ele você vai ter um fluxo né de água subterrânea a partir de uma mapa potenciométrico e em algum lugar você vai ter uma descarga né isso acontece ao longo do do tempo então a gente precisa monitorar essas três coisas aqui Principalmente quando a gente vai trabalhar com água subterrânea né E como é que a
gente faz isso né h a recarga Você vai monitorar com uma estação meteorológica né você precisa saber quanto chove né a sua área de estudo Porque a partir daí eh você vai estimar né valores de recarga com testes que você faz tem vários testes para estimar esse tipo de de coisa né o quanto de água de chuva que tá caindo no seu site que vai realmente contribuir com a água subterrânea né Eh você vai ter que trabalhar né com o monitoramento do nível d'água que é né o os inas né Indicadores de nível d'água o
pessoal chama também de pesm metros né você vai eh fazer esse esse acesso né ao ao ao nível d' água né Faz igual quando eu falei né A J sol tava lá fazendo os furos né quando o cara anotava o cara da sonda anotava o valor ali que ele encontrou água né ele encontrou água Naquele dia naquele minuto naquele naquela hora naquele minuto naquele segundo né então é uma uma foto que o cara tirou né a gente precisa do vídeo Né então a gente O que que a gente fazia aproveitava esses furos de sonda né
instalava um tubo de PVC lá dentro que é o que é o Inna né o pom para fazer as leituras né Eh semanais né diárias e tal por aí vai para entender como que esse fluxo se dá para onde que ele tá indo né E como que ele oscila né a partir da sazonalidade né ou seja choveu né o nível a época de chuva né com algum delay né se tem algum delay o nível tende a aumentar né no período de seca Você tá só tendo restituição para PR pra superfície no nível de água subterrâneo
né ele tente abaixar Então qual que é essa variação esse Delta né Então tudo isso a gente precisa entender aqui né com esse com esses inas né e a descarga né a gente monitora meio de mato mesmo né aonde tem Córregos né a gente vai lá e instala um vertedor fluviométrico que é esse equipamento aqui onde a gente mede a vazão e entende quanto Oí que você tá trabalhando com ele tá Restituindo né eh é meio que um sistema fechado né se eu voltar aqui ó eh a gente tem um balanço de massa que a
gente faz vou mostrar ele para vocês lá na frente eh meio que a recarga tem que ser igual a descarga o que tá entrando no sistema tem que sair tá certo a tem que garantir isso para dizer que o modelo tá bem calibrado né quando você vai modelar essas questões em meio computacional Tá bom então lá em 2013 né quando eu já tava lá há um ano você tá Aqui os primeiros cinco indicadores de nível d'água a mina né a gente tentou cercar os limites e colocar um aqui no meio para saber hoje em 2024
a gente já tá com esse tanto de equipamento lá dentro da cava né monitorando o monitoramento eh no início era manual né com uma leitura semanal também era eu eu eu mesmo eu e eu mesmo né minha equipe né então eu que que ia até o campo para monitorar isso descer uma régua aqui né um medidor de nível medi o nível aqui Anotar na planilha né Eh para ir já gerando um banco de dados né hoje a gente tem uma leitura diária com um sensor aqui dentro dessina que já faz a leitura e manda via
telemetria a informação pra gente né a gente libera tempo de monitoramento põe o a máquina para trabalhar pra gente né para gente sobrar mais tempo pra gente tratar essas informações né porque a gente gera muita informação diariamente né dentro de uma cava dessa a gente precisa Realmente de tê-las né e eu lembro que lá no início a gente trabalhava com planilha de excel né para receber esses dados as leituras aqui dos dos inas né e mas Excel não é banco de dados né não o cara trabalhar comigo falar Excel é é bando de dados né
é Excel é planel eletrônico é para você fazer conta né não é para você armazenar informação vai indo isso aqui vira um um inferno né se trabalhar com Excel hoje a gente tem um banco de dados né estruturado que é o Hga Né o hydrogel analyst né A gente trabalha com ele tem toda a parte de de gestão de dados né de análise e interpretação colaboração né com outras áreas principalmente a área de Meio Ambiente da empresa que precisa saber todas essas informações então ele tem uma série de ferramentas né Eh que ajudam a gente
a tratar essas informações que são geradas diariamente lá dentro da ca né então eh o o o o monitoramento né ele na minha concepção Né ele cara é meio que 80% sabe do que você faz em hidrogeologia né os outros 20 é você pegar isso e interpretar e utilizar isso dentro de um modelo eh hidrogeológico sabe eh e o monitoramento ele tem que ser uma coisa bem feita né E que você precisa confiar nesse monitoramento porque é dele a partir dele você vai tomar todas as decisões paraa frente quando você constrói um modelo com um
monitoramento que não é bom né não vai sair coisa boa lá na Frente né Eh então a gente precisa eh eh ter uma garantia que esse monitoramento em todas essas fases que eu falei para vocês aqui ele precisa ser bem feito né e paraa gente poder fazer a análise a interpretação e tomar as decisões acertadas em cima dessa essa dessa análise Tá certo então assim para que que a gente monitora né Eh a gente precisa trabalhar com com o futuro também o modelo hidrogeológico né A Modelagem hidrogeológica hidrogeologia né ela como eu disse ela tem
o tempo como uma das variáveis né então a gente olha pro passado a gente tenta reproduzir o que aconteceu no passado e o que tá acontecendo agora para que a gente possa ter um modelo um entendimento né do que que acontece naquela região para você tentar prever o futuro né por isso que eu coloquei essa Dona aí com a bola de cristal né make bola de cristal mesmo né o futuro ele é E observado né por nós né hidrogeólogo né E por que que a gente usa modelo né a principal motivação pra gente utilizar modelos
né de qualquer de qualquer coisa tá né não tô falando só em indologia não é realizar a previsão de um fenômeno né então você tem ali a realidade né Começando aqui né Você tem uma realidade que você quer que você quer modelar né você faz esse modelo modela ela faz uma previsão né calibra esse modelo e faz uma previsão e começa a responder Perguntas desse tipo e se eu fizer isso que que acontece né então o modelo é para isso para isso que a gente diz em hidrogeologia tá aqui ó você tem uma realidade aqui
que é uma mina né vou fazer um modelo hidrogeológico daquela daquela região daquela mina né vou fazer previsões né ó se chover tanto qual Quanto que o meu nível d' água vai subir né quanto eu vou ter que bombear E se eu perfurar E se eu perfurar um poço aqui e retirar dele 40 M c porh o que que vai acontecer daqui 10 anos e eu mantiver Esse poço rodando 10 anos o que que vai acontecer né então a gente usa o modelo para para essas coisas né para para tentar eh eh prever o futuro
tá eh O que que é um modelo né antes disso né que que é um modelo né modelo é uma ferramenta né que a gente desenvolve para representar uma versão simplificada da realidade essa é uma definição desses caras aqui né lá de 82 e aqui embaixo eu Tô mostrando alguns modelos né né esse aqui é um modelo de uma molécula né Ela é a molécula não ela representa né como que os átomos estão ligados né para formar essa molécula aqui beleza é um modelo né ó modelinho aqui né numa maquete de uma de uma construção
de uma casa né e tal eh que representa né uma uma versão simplificada da casa né não tem tudo que tem que vai ter nessa casa tá aqui né representado nessa maquete não mas é dá Pra gente ver como que a minha casa vai ficar né um outro exemplo ó tem um aeromodelo né até o próprio nome já diz é um aeromodelo né Eh voa voa né ele voa né só que ele tem todas as peças iguaizinhas tem no no no no avião real não né então é é é uma simplificação também da realidade né
E aqui um exemplo de um modelo já um modelo computacional um modelo hidrogeológico né que tá representando uma região aqui e uma realidade também Mas é uma versão simplificada também principalmente porque ele tá em meio computacional Tá certo então e modelos na hidrogeologia a gente usa para muita coisa né A gente vai usar modelo para fazer simulações de rebaixamento na mina né como eu disse para vocês a gente precisa trabalhar com minério seco então a gente precisa rebaixar esse nível d'água né a gente pode fazer e modelos de transporte contaminantes Ah se cair um contaminante
ali naquele aquifero o Que que vai acontecer para onde essa pluma de contaminação vai com que concentração né a gente consegue prever essas questões também né a gente vai modelar o fluxo de água subterrânea para onde o fluxo tá indo né com que velocidade né E já Fora esse aqui eu dei três exemplos que que podem acontecer na mineração na indústria né mas aqui já fora desse contexto né eh impactos né de grandes explota ções né de água por exemplo para Abastecimento né para agronegócio enfim dá pra gente trabalhar com isso também né se você
tiver um modelo informação informações eh que são necessárias ao modelo a gente vai conseguir modelar isso tá certo eh tipos de modelo né modelos físicos isso aqui já é assim um negócio que hoje ele tá tá como se diz eh ultrapassado né Mas e o os modelos F já foram utilizados né Tem um modelo de caixa de areia aqui que Você representa em escala né o seu aquero escala Laboratorial uma caixa de acrílico aqui com areia aqui dentro e os Pocinhos perfurados os caras jogam Já vi muitas vezes os Car fazendo isso né cara joga
aqui dentro um corante Aqui você vê para onde tá indo o fluxo de água né se aquilo for uma ação com que velocidade isso vai chegar enfim Tom utilizou isso aqui bastante no passado né Eh o modelo analógico elétrico também já vi um modelo desse funcionando os caras Pegam a área e isso aqui é Tudo aqueles resistores né o cara vai colocando aqui ele injeta uma corrente elétrica aqui vê como é que el sai lá na frente por que que eles fazem isso né porque darcia a lei de Darc né que rege o fluxo de
ág subterrâneo ela é muito parecida com a lei de homem né Se você pegar aqui a vazão e a corrente aqui né Você tem uma constante k aqui que é a permeabilidade aqui a permissividade né Você tem uma área Você tem uma derivação aqui da Altura pelo comprimento que é o o gradiente hidráulico e aqui o a diferença de potencial né você vai ter mais ou menos a mesma coisa né então você consegue reproduzir um fluxo de água subterrânea a partir de olhando pra lei de homem também mas isso aqui né ficou no passado Como
eu disse né Eh quando veio o estudo das equações governantes né lá na década assim até até antes disso mas na década de 80 né o Pessoal da usgs propôs né o o Mod Flow né que são que é um modelo que trabalha com equações governantes né Eh diferenciais né parciais que vão satisfazer um princípio de conservação na verdade os caras pegaram dac levaram em Laplace né e obtiveram a equação governando o fluxo de água tá então você põe a máquina para resolver isso aqui para para x y e z você consegue determinar em cada
Eh nó do seu modelo Qual que é o o nível daá subterrâneo né com mas você precisa ter essas as informações né de KX de Ky KZ né o w o armazenamento né E por aí vai tá E e lógico aplicar as condições de contorno né Eh na sua região porque essa equação aqui né Eh vocês vão lembrar eu eu não lembro né Eu estudei isso mas eu não lembro né aquas equações diferenciais Ordinárias né as edos né D aqueles Campos de vetores lá que é a coisa que é desespero Né porque para mim foi
difícil demais estudar esses negócios né então esse essa equação aqui ela tem ela tem infinitas soluções né pela pela definição lá né Eh das equações diferenciais o que que traz essa essa solução para uma solução única as condições de contorno né então você tem condições de contorno do tipo I né de H conhecido ou se ou seja você tem um lago na sua área né interagindo com o aquifero né Eh do tipo dois aqui de Fluxo especificado né se tem um rio ou um córrego que passa ali né Qual que é a recarga né uma
condição de contorno também quanto de água que tá entrando no sistema eh todas essas essas condições de contorno né Eh elas vão entrar para trazer o o seu modelo para uma solução única Tá certo tudo bem até aqui pessoal achando vocês muito calado Tudo sim então tá bom Beleza vamos em frente então Eh bom eu trouxe esse esse essa primeira parte mais Como assim um alguns conceitos pra gente entender o que que a gente vai mostrar daqui para frente que é o estudo de caso lá da mina da cbmm né como eu disse quando eu
vim para cá a gente não tinha nada então assim vamos começar a caracterizar né esse essa região do ponto de vista hidrogeológico para propor um modelo eh matemático e fazer simulações em cima Dele né Eh e esse é o assunto né do do meu do meu mestrado que é essa caracterização hidrogeológica né e Simulação numérica da jazida de pirocloro associada ao Complexo calcino carbonat titico do Barreiro né Eh foi defendida lá em 2017 lá em Campinas na Unicamp tá aqui né o o local dela né CPD lá eh Se quiserem baixar né Eu acho que
tá gravando aí né Silvan depois se a turma quiser Revisitar aí e pegar essa aham essa dissertação lá fiquem à vontade tá se quiser se interessarem para aprofundar no assunto né onde lá tá mais explicadinho as coisas né e e mesmo se não quiser ler se quiser baixar pode baixar também porque fortalece né quanto mais gente baixando lá a a a a dissertação melhor né Beleza Vamos lá eh bom que que é o complexo alcalino carbonati do Barreiro Néo é acb que a gente chama aqui né trazer um pouquinho do do contexto geológico local para
vocês tá o complexo é é um complexo alcalino eh de idade cretáceo Ele é do final do cretáceo na verdade el tem 90 milhões de anos né ele ocorre eh ele é meio que irmão né de alguns complexos importantes que a gente tem aqui na região do Alto do Paranaíba que estão associados ao lineamento 125 a né que corta o Brasil Ali no azimute 125 de Fora a fora né Eh você tem ao longo Dessa dessa desse início de rifteamento né dessa início de quebra Continental aí que ocorreu após a separação do gondan né você
tem a a a possibilidade da atuação né Impacto de algumas plumas mantélicas né nessa região nossa aqui que vão formar conexões né com o manto e a gente em cada complexo desse né você vai ter ascensão de magma eh com magmas assim muito característicos né do ponto de vista químico porque você vai ter nessa Região nossa que tem os o é a província Igna do alto Paranaíba né tem os os os complexos alcalinos eh de maior produção né Mundial tanto de fosfato eh como nióbio né Eh a gente tem mais a sua aqui de ar
chat Tapira né que é um um grande complexo você tem lá hoje uma mina de fosfato operada pela mosic né você tem bastante titânio lá e pouco nióbio né Acho que o nióbio todo que tinha na época ele veio para Araxá né é a maior Jazida que a gente conhece né de de de neob do planeta realmente é uma anomalia muito grande por conta dos teores que a gente observa aqui né já mais para nó você tem Salitre né o complexo Salitre 1 2 3 né que é fosfato eh Serra Negra né que hoje não
tem mina né Eh mas tem alguma coisa de fosfato lá também e Catalão onde vocês estão né E aí você tem aí fosfato né que é mosic que cuida e a semoc trabalhando com ó né em Cavas diferentes certo Eh bom o complexo ele é circundado por um anel de quartzitos fenez né esse anel guardem ele né porque ele é muito importante para a hidrogeologia tá eh Na verdade ele que vai ser a área de recarga dessa região aqui do complexo tá eh cobrindo né todo depósito a gente tem o material argiloso que a gente
observa todos eles né é uma laterita né Muito rica em Ox hidrox ferro tá aqui vermelhinha aqui né é o nosso estéreo tá eh abaixo dela você vai ter uma uma Argila também uma argila amarela né ela muda de cor porque muda a a mineralia de uma para outra muda né mas ainda é um material estéril pra gente Apesar de que a gente usa muito para fazer obras de terra aqui dentro né as nossas jazidas de obras de terra estão aqui atrás aqui ó Então vai fazer faz um alteamento de barragem né vai fazer um
Dick de partida sempre busca esse material porque é um material que dá uma compactação excelente né Muito bom para fazer obras De terra eh abaixo dele né você vai ter um um minério oxidado que aqui tá mostrando tá mostrado como laranja e marrom né é a separação e que a gente chama de alito né É porque é um produto da alteração da Rocha sã né você tem esse material são aqui exposto eh ao longo de 70 milhões de anos a em temperes né então se o que acontece nessa região é um um um processo de
enriquecimento super gênico né você tem muito carbonato nesse material aqui né Então água de chuva entrando por fraturas né uma água um pouco mais ácida eh entra em contato com esses carbonato se lixivia né todos esses carbonatos tira essa e eh esse esses carbonatos da da do sistema né e o que fica para trás é um material parecido com esse aqui tá eh onde a gente tem somente os minerais são resistentes a esse processo de liti Viação né só é um enriquecimento supergênios aqui a gente vai encontrar essa Rocha ah Em média 120 m de
profundidade tá não é um como vocês podem ver na imagem aqui não é uma coisa flat não é a frente de de de alteração ela é e ela não é igual em todos os lugares então tem lugar que é você tem topo do Altos do Topo rochoso e baixos do Topo rochoso né Eh se tem algum falhamento né a gente precisa entender um pouco mais sobre essa parte estrutural aí do depósito mas o caso é que tem lugar que você pega Essa essa Rocha com com 20 16 20 m de profundidade tem lugar que Você
fura 300 m para chegar nessa Rocha né então é um negócio a gente brinca aqui né complexo alcalino carbonati do Barreiro chama complexo porque é complexo mesmo né não é simples tá e a gente tem a distribuição do niob né Eh da mineralização do nióbio mais aqui no centro do depósito tá e em volta dele um alo mais carbonati queo um pouco mais pobre né com mais fosfato essa aqui é a Mina do Barreiro uma mina que rodou durante muito tempo minerando fosfato a mineralização de do niob tá aqui debaixo da nossa cava e um
pouquinho para baixo aqui onde vocês estão vendo né a a uma das da dos estudos de Cava né da da mineralização aqui tá e em profundidade né Eh você tá falando aqui de um teor de 2,5% nesse material alterado e 1,5 por na rocha né tem um furo aqui na década de 80 que a turma fez aqui que atravessou toda a sequência Pegou essa Rocha sã e entrou 600 m nela né um furo feito na década de 80 a última amostra desse furo aqui no fundo aqui ó né tá com 1.4% Deó né então a
mineralização ela a anomalia de neb ela é muito alta inclusive na rocha San né isso aqui para hoje para nós isso não é reserva hoje mas eh no futuro será né porque a gente tem teores muito altos aqui até comparado com Catalão né que a turma aí já Minera em Rocha né nó estão falando de eu acho que é por volta de 07 Né 05 07 que a turma do trabalho aí né E durante muito tempo a gente trabalhou com um teor de corte aqui para nós de um abaixo de 1% para nós era estério
né então é um negócio assim bem bem anômalo mesmo né bem diferente tá bom eh Por que que que a gente trabalha com hidrogeologia então então né na numa mina né já falei um pouquinho sobre isso mas a operação de mina ela gera interferências no sistema hídrico local né então a gente precisa entender como Que essa interferência se dá né E quando e como ela vai se dar porque quando a gente conhece isso previamente a gente planeja atividades para mitigar esse problema né Eh na verdade a gente nem fala problema né a gente tem que
falar é oportunidades né ou então interferências né Eh eh eh não é um problema que a gente pode contornar né na verdade então a gente vai planejar atividades né de Rebaixamento para que a gente contorne eh essa questão aqui tá certo que são essas interferências no sistema hídrico local tá então o método desse trabalho né de qualquer trabalho de hidrogeologia quando você vai começar a trabalhar com hidrogeologia é mais ou menos esse né você fazer uma caracterização hidrogeológica né de contextualização de avaliação de dados que você já tem eh de dados que você vai precisar
obter né em testes e amostragem né Para que depois Que você tenha isso bem definido né dentro da sua cabeça né você vai fazer um modelo conceitual né ou seja um modelo que ainda não existe né ele existe na sua cabeça né Olha eu acho que é assim né Então a partir do momento que você tem um modelo conceitual você vai trabalhar com um modelo matemático né a partir da das equações governantes que que eu mostrei lá mais as condições de contorno né você vai tentar reproduzir esse modelo conceitual aqui né com as Equações governantes
e as condições de contorno no modelo matemático você você conseguiu fazer isso e calibrou o seu modelo tanto em regime permanente como em regime transitório seu modelo tá pronto para você fazer simulações que são aquelas simulações que eu falei lá né simulação de rebaixamento simulação de transporte né de de retirada de impacto de de de retirada de água para abastecimento e por aí vai né Então esse é sempre um um um fluxo que a gente Trabalha com ele em hidrogeologia agora você chegou aqui nessa etapa né de calibração você não conseguiu calibrar o seu modelo
Eu vou falar o que que é calibrar o modelo né É você sempre tem que voltar né Eh em em Passos anteriores até que você consiga essa calibração só Posso pular para cá realmente quando seu modelo tá calibrado Tá certo bom o referencial teórico desse trabalho né foi Principalmente um estudo realizado pela cprm lá em 98 né que é o estudo Geoambiental do Barreiro foi um estudo um pouco mais voltado para eh as águas lá do Barreiro mesmo da estância hidromineral né mas pegou o complexo inteiro tem algumas amostras de água subterrânea né Eh mas
foi um dos primeiros estudos os assim mais voltados paraa hidrogeologia aqui na nossa região tá e tem o trabalho do raposo né Eh em 2011 que ele fez também a dissertação de Mestrado dele na Unicamp Né inclusive com a mesma orientadora que eu fiz né com a Sueli eh e defendeu lá em 2011 ele fez um trabalho mais voltado para a caracterização né e um pouquinho mais fechado na na área das Cavas né na cava do do no no na mina do Barreiro né Eh e já já trouxe algumas insights a respeito do modelo conceitual
da região e aí eu parti a partir desses dois trabalhos para fazer uma caracterização um pouco mais aberta né no entorno do complexo Também e buscando fazer a simulação numérica tá então eh a gente começou a trabalhar com as avaliações preliminares né Eh de dados hidrogeológicos na época a gente tinha 183 TR poos eh de observação para obtenção de nível de al subterrâneo maior parte desses poos de propriedade da área de Meio Ambiente da empresa né Eh O entorno era muito bem monitorado entorno da cava o que não tinha era dentro da cava mesmo né
então a gente usou esses postos Também né para essa caracterização lógico como eu disse a pluviometria né a gente precisa saber quanto Choveu e Quanto chove né na nossa região de 1971 até 201 com estação meteorológica do imet que tem aqui em Araxá né e 16 vertedores fluviométricos espalhados aí pelos diversos Córregos né que drenam a região você tem aqui nos níveis no nível d'água aqui leituras automáticas e leituras manuais né E A modelagem geológica que é da onde parte o modelo Hidrogeológico vou falar um pouquinho mais para frente disso né Eh feita a partir
de sondagens né da descrição geológica e da modelagem disso no software M site a época hoje a turma USA eh lip frog para modelar mas na época era o minesight né Eh dentro aí de mais ou menos uns 500 na época uns 500 furos de sonda que tinham lá na região né a determinação da condutividade hidráulica que é aquele k lá que tá na na na na equação né a gente fez eh 280 eh testes Nesse trabalho né tanto testes de Slug como pmet de gelf e testes Hidráulicos de carga ascendente e descendente né emos
em indicadores de nível d'água eh na própria superfície né com o permeâmetro pra obtenção do K porque esse k é assim o par mais importante que a gente precisa quando vai fazer um modelo né você tem que aplicar esse k nas suas Diferentes litologias né para você rodar o modelo depois uma coisa que ajudou bastante pra gente entender um Pouco do ciclo hidrológico também foi a parte de hidroquímica e isótopos ambientais né a gente fez 26 amostras em Águas eh eh de nascente né que Nascente é uma é é uma extensão da água subterrânea né
você acaba que você tá mostrando água subterrânea né Ahã que é uma água que acabou de sair ali né da da da da subsuperfície Então ela traz aí muita coisa ainda da água subterrânea então a gente para determinar hidroquímica né e isótopos né A gente fez esse trabalho eh de amostragem nascente e água subterrânea também já em poos né 10 amostras eh a gente mandou essa água pra universidade atlu lá no Canadá né lá no laboratório de isótopos ambientais onde a gente dosou deutério eh oxigênio 18 e trítio carbono 13 carbono 14 para ver a
questão de tempo de de trânsito dessas águas né Eh e e e assim H uma caracterização e hidrogeológica ela tem então esse viés Né você é lógico você pode caracterizar somente a parte física porque essa aqui é a parte física da coisa né você tá obtendo aqui informações de hidrodinâmica como que a água com que velocidade a água percola né Qual que é o armazenamento Qual que é a transmissividade então aqui você tem a parte física e aqui é a parte química né el você pode fazer só uma determinação física o modelo às vezes não
não não recebe informações químicas né se você Não vai modelar transporte né Eh você nem precisa fazer mas a gente fez porque a gente queria modelar transporte no futuro e a gente com esse oxen 18 de a gente tem muita informação eh de onde a água tá indo para onde que tá né então isso ajudou a gente no modelo conceitual tá eh então assim já passando pros resultados né a parte física né a gente tem um modelo geológico então a época né que é mais ou menos desse jeito Tem um Corte dele aqui né com
a os solos de capeamento né aquelas argilas que eu mostrei lá em branco aqui depois em azul e verde o alteritas alterité de quartizito em volta né Eh eu esqueci de falar né no entorno Você tem os xistos né e quartzitos subordinados da do grupo ibia né Eh formação Rio Verde São xistos né Principalmente eh eh e o anel de quartzitos aqui em volta tá eh tem uma fotinha aí para cada um deles aqui né então Eh a gente fez esse modelo em cima daquele trabalho de sondagem né e e para para isso a gente
determinou em furos de sonda né como eu disse aqui eh nesses testes né de condutividade hidráulica a gente obteve então para os alteritas né Eh solos e materiais alterados né do do próprio complexo e os xistos do anel de e anel de corte zitos né e a rocha carbonatica sã uma variação da condutividade hidráulica muito muito grande né Eh você tá com 1 2 3 4 ordens De grandeza aqui né Essa condutividade hidráulica no na área de estudo em metros por segundo ela varia de 10 a-4 até 10 a-8 né onde você tem as permeabilidades
mais baixas aqui né o 10 a-8 nesses xistos né no próprio painel de quist na rocha carbonatica s em profundidade né oi só te interrompendo rapidinho essa condutividade hidráulica foi feito fora do anel também porque você colocou xistos Aqui tá relacionado ao grupo arach tá relacionado ao grupo IB na verdade né que é o que tá ali logo no no entorno né Na época Silvana a gente tava fazendo um estudo pra instalação da barragem B8 né então foi feito um estudo hidrogeológico pra implantação dessa barragem fora do anel fora do anel e a turma fez
muito pemet de gelf lá né lá no trabalho tem todos os resultados lá que a gente obteve onde foram feitas Essas campanhas né foram feitas eh testes perda d'água so pressão aqueles packer testes né E fizemos muito Slug testes também também carga constante carga variável então deu uma boa ideia pra gente do que que era O entorno é interessante porque bem maior do que inclusive no material intemperizado dentro do do domo não achava que fosse uma diferença tão grande né é éos pro é ele ele assim os cistos do grupo IB são muito fraturados né
então a parte Alterada dele né você vai ter um aquifero assim pouco expressivo né com a habilidade bem baixa né variando aí 10 a men6 10 a men7 nessa parte alterada dele ele é misto porque ele tem um pouquinho como ele tá alterado ele tem um pouquinho de porosidade Mas ele tem fratura também algumas fraturas reliquiar elas preservam então A água tá passando por ali né E quando você chega na parte sã do Xisto né Aí você vai ter sua velocidade secundária que é só por Fratura Então essa permeabilidade costuma dependendo do lugar cair bastante
né a se tornar até dependendo no lugar que tiver menos fraturado até meio que quase que impermeável né então funciona ali como como um Bad rock ali sabe e ele vai essa água assim você vê muito isso lá Sea entra dentro dos Córregos na região do Entorno ali né e começa a andar você vê a muita Nascente né muita muita eh surgência de água justamente no contato entre o material Alterado no Xisto do Xisto com o material são que a que a flora ali no Meio do Córrego sabe a água sempre tá saindo ali porque
ele chega a água infiltra pelo material alterado chega no Bad rock ali no no xão ele ele pega uma uma horizontal né se ele não pegar uma fratura ali ele pega uma horizontal e vai sair nos Córregos sabe Ah então é bem limitado bem próximo na verdade do domo né o domo tem um impacto significativo nesses valores né a Fratura as fraturas né sim sim é aquele trabalho até tava lendo esse trabalho recentemente tem um trabalho do do wildo eh da da Lúcia né que Esser lá em Parece que um trabalho queer lá em 2008
Se não me engano né Eles estudaram justamente isso o fraturamento que você você vê no entorno nesses xistos do Entorno né E isso inclusive eles fizeram não para hidrogeologia mas para ver a locação de de de dicks né cama fugitivos e tal eh eles fizeram uma uma avaliação Então Você tem um fraturamento muito intenso por conta da intrusão né Realmente nesses xistos então por isso que confere a eles essa essa caracterítica né Essa característica de permeabilidade assim parecida em certa medida com com os materiais de dentro do comp é não eu tô perguntando porque é
interessante né a gente pensar no Xisto com uma com uma condutividade hidráulica maior do que eu tenho um material mais intemperizado Mas é por causa das fraturas então é bem Local isso né comportamento é é é é localizado porque tá bem próximo ali a a B8 tá bem próxima ali né do do do do do anel né B cer obrigada é nada é isso eh bom resultados né hidroquímica né a gente eh conseguiu eh ver lá quatro grupos principais né de água subterrânea né Eh a gente tem um mapa aí à esquerda que mostra né
eh algumas amostras que a gente fez em nascentes também em água subterrânea mais pro centro do complexo Isso são diagramas de stiff né que mostram pra gente a partir da dos resultados químicos né de alguns ions anions e CS ali a gente consegue meio que desenhar como é quimicamente essa água com um polígono né então a gente percebeu algumas diferenças eh bem marcantes né da parte de fora do anel de quartzitos né as próprias eh amostras que tem nascentes no anel de quartzitos porque esse anel ele é fenez então o potássio dele é um pouquinho
diferente Das águas de fora né que você tem muito muito cafis espato aqui dentro desse quartizito né então ele vai conferir essa esse pouquinho de potássio a mais na água né as águas subterrâneas do interior né você vê que elas não t nada a ver com as águas de fora né bem diferente São águas bicarbonatadas sódicas aí cálcio né e as águas superficiais aqui mais na região de interface né Elas são um pouquinho diferentes também né então hidroquímica Mostrou pra gente que a gente tem aí quatro três quatro populações de águas diferentes né Eh o
que mostra pra gente que a gente tem eh na verdade assim pra gente ver transformar isso em fluxo né como é que a gente faz né Pô você tem uma água aqui que não tem nada a ver com essa né então sei lá você você imagina Olha eu não tenho interação então das águas de fora do complexo para dentro dele né E nem de dentro para fora porque senão teria uma uma coisa um mix né uma Mistura que ia deixar esses polígonos mais parecidos né vamos dizer assim tá então a gente é bom a gente
guardar essa essa informação porque na hora que eu for falar da do anel de quartizito aqui a gente vai entender muito bem essa questão do fluxo tá bom isótopos ambientais a gente usou lá oxigênio 18 deutério né a gente tem aqui a reta meteórica local desculpa Global né com algumas análises aí de de oxigênio 18 deutério que mostra né que as águas que Tão eh eh aqui São águas de alteritas né São águas que T mais ou menos a mesma assinatura isotópica elas caem meio que dentro de um de de grupos né que mostra pra
gente que essas águas tiveram ah dentro do ciclo hidrológico né Mais ou menos as mesmas condições de recarga de infiltração e tal o oxigênio 18 e deutério serve para isso né pra gente mostrar como que que que a água infiltrou né como que é algum Insight Dentro do ciclo hidrológico e o trítio né a gente usou para datar essa água né a gente não D não é só Rocha né na verdade a gente não data a água a gente data o tempo de trânsito dela né ou seja quanto tempo atrás essa água né então a
gente sabe que algumas amostras que a gente fez e do zot trítio né Eh que é o H3 né na verdade eh você tem Águas submas aqui no no e modernas aqui águas mais superficiais né a gente tem eh que tão mais rasas né de acuíferos Mais rasos São águas que estão girando aí em torno de 50 até 70 anos de tempo de trânsito tá e e a gente tem uma anomalia que nessa região aqui ó não sei se vocês conhecem arach já foram lá no Barreiro tem uma fonte a gente chama de fonte Andrade
Júnior né é uma fonte sulfurosa que a gente tem aqui né Eh muito carregada né em em em sais né extremamente carregada né uma uma condutividade elétrica altíssimo né E Essa água ela tem um um tempo de trânsito bem longo né Eu acho que a gente tem hoje A ideia que ela tá associada a um falhamento que a gente tem na borda do complexo né essa água tem um tempo de de um um um trânsito muito profundo inclusive ela sai na fonte a 32º é uma água hipotermi vai formar um gás sulfídrico inclusive ela tem
cheiro de de ovo podre né não sei se vocês conhecem essa fonte lá então Então você Chega lá e a gente mediu o tempo de trânsit essa áa com carbono 14 né ela deu um tempo de trânsit de 40.000 anos né Então essa água ela infiltrou há 40.000 anos atrás água que tá saindo agora né então Eh assim a gente o o Raposo já tinha feito isso e a gente fez para confirmar e realmente a gente confirmou né esse tempo esses tempos de trânsito aí dessas águas eh no no complexo aí bom Ah então diante
de todas essas Informações né do modelo geológico da da distribuição do k e da da da parte né vamos dizer química da da da das águas né a gente propôs esse modelo conceitual que é uma sessão tipo né ela tá cortando o complexo assim de se para NW tá ela sai do ponto mais alto aqui que é o anel de cozidos né já com os tsos aqui um pouquinho mais rebaixados a gente passa a mina da cbmm tá aqui né Eh e a gente vai ter as zonas de descarga lá no na na no Barreiro
Lago Sul aqui a fonte Dona beij a fonte Andrade Júnior eh com a cobertura né de de de argila eh principalmente aqui dentro do complexo os alteritas né a gente não separa aqui entre a alteritas alito marrom um saprolito né uma rocha sem intemperizada e a rocha San aqui embaixo né com esses casos aí que vocês estão vendo tá eh onde a gente tá vendo esse isso aqui são as surgência eh do anel de quartzitos né e as as surgência nos xistos você tem Umas surgência dentro do complexo né a principal delas é a fonte
Dona Beja tá então o que a gente percebeu né é que o fluxo ele se dá então de se para NW a gente já tinha visto isso lá atrás quando a gente fez o os primeiros o primeiro o mapa potenciométrico né que eu mostrei para vocês então a o fluxo de água se dá nesse sentido na maior parte do do complexo e a zona de recarga ela realmente vou pedir para vocês guardarem a questão do anel de quartizito É por Isso né a zona de recarga do nosso complexo ela se dá né eh na região
dos quartzitos essa parte superior aqui ó né alterada do do anel de cor ela é muito fraturada mas muito fraturada mesmo então isso aqui é meio que uma esponja né isso aqui a água entra por aqui e quando como ela tá numa porção mais alta da da topografia ela funciona né o anel de quarti ele funciona tanto como um divisor de fluxo de água superficial né como água subterrânea também então a Água ela infiltra no anel de quartzitos ela vai doar água tanto para dentro do complexo quanto para fora principalmente nessa região mais se aqui
tá essa região se aqui ela é é a que mais contribui com essa recarga para dentro do complexo Então essa água ela vai passar né Eh por baixo aqui do no nos corte zitos né Eh lógico recebendo água de recarga principalmente na região das Cavas né que estão abertas lá que você já não tem mais essa esse essa cobertura argilosa Né então você vai ter ali uma boca aberta ali bebendo água né Eh porque a a permeabilidade aqui é maior do que aqui né então você tem uma mistura de água eh submod com moderna aqui
ela vai levar então dentro dos nossos resultados lá paraa saída aqui do anel de quartzitos aqui chegar aqui na fona Beja atravessar né daqui para cá né é 70 anos tá essas águas aqui Nas urgências que estão saindo logo no anel de quarzit ó a Gente tem um água com um tempo de trânsito bem menor aqui né vocês podem ver então São águas modernas 10 anos até menos do que isso né e nos cistos também dado da sua distância aqui né Eh que mais bom Aquela fonte Andrade Júnior antiga né que eu falei aqui tá
associada a esse falhamento então a gente não entende muito bem onde se dá essa recarga né onde se deu essa recarga eh mas o que a gente sabe é que ela leva 40.000 anos para fazer esse esse trânsito aí tá bom bom teve o conceito o negócio agora é transformar isso né Eh conceito bem definido Vamos tentar reproduzir isso aqui em meio computacional né então a gente trabalhou né Eh dentro de um software que chama fif Flow né Eh para poder tentar reproduzir essa geologia né estão vendo aí todas as questões de modelagem espacial mesmo
em 3D né pra gente Reproduzir todas essas camadas né como elas se arranjam no espaço e aplicar né nessa nessa camada nessas camadas o os valores né de k que a gente obteve durante a caracterização eh fizemos um modelo também do do do Entorno próximo né é importante a gente ah min minha mina tá aqui ah mas por que que não faz o modelo só aqui né a gente precisa saber quando a gente vai simular alguma coisa o que que vai acontecer no entorno né então aqui ó Silvan você perguntou o Grupo achá tá bem
aqui mais a norte tá vendo ó contato dele com o ibia né que é a formação Rio Verde né tá tá aqui ó né ele nem participa muito do do modelo não mais importante pra gente é onde tá a intrusão né e e aqui já alguns algumas Rochas do grupo Canastra né já aqueles Cortez ditos lá que aqui é a zona de calamento lá né contato do do Rio Verde aqui com o grupo Canastra tá bom eh como eu disse né a gente utilizou lip frog para poder fazer esse modelo né um Modelo que a
geologia já faz mesmo porquea precisa modelar para poder passar a estimativa de modelo de bloco pessoal da Lavra né do planejamento de Lavra essa coisa toda a gente utilizou Aquele modelo fez um uma transformação dele para uma uma malha né e através desse módulo hydro aí do lip frog que o fif flow consegue enxergar né então aqui já tá toda a geologia já na forma de uma malha em três dimensões né a supermash que vai receber as informações de de Todas todos esses inputs que eu falei né que a gente precisa dar pro modelo k
né recarga e armazenamento né e fazer isso rodar no tempo a gente fez eh usando esse softwares aí tá bom aí a gente vai pegar esse modelo e vai rodar né com todas as ações que a gente tem né roda o modelo e ele vai te dar um resultado mas eu confio naquele resultado é aqui é isso que eu falei né que é isso que é calibrar né Ou seja eu tenho que ter eh Informações naqueles inas né que eu mostrei para vocês lá na mina e todos aqueles outros postos que a gente utilizou eh
no entorno do do complexo também eh por quê Porque eles vão gerar informações eh reais né ou seja eh o modelo quando você roda ele ele tá fazendo um cálculo ele tá resolvendo equações ele vai trazer aquela solução daquelas equações em cada ponto para mim Né Eh mas só que em alguns pontos que são Onde estão instalados esses inas eu tenho o valor real que é observado eu vou lá e messo o nível dado Então o que eu trago né você fazer e uma uma uma análise estatística né comparando trazendo num gráfico aqui de dispersão
o observado e o calibrado né ou calculado Desculpa né você faz uma avaliação da raiz média eh residual do do erro quadrático aqui né o RMS né que tem essa formulinhas Desse tipo né Você tem uma distribuição que é normal também da desses erros né Eh que tem aqui com o modelo né você tá vendo aqui uma linha de 40º de 45º que mostra que Onde por exemplo nesse ponto aqui ó o valor observado ele foi muito próximo do calculado né Eh e se você pegar esse calculado menos observado aqui né e levar ele para
zero né Eh quando o modelo está 100% calibrado né ou com zero de RMS de NM NR nrms né eu normalizar né É como se todos Os pontos caíssem em cima dessa linha de 45º ou seja em todos os pontos o observada é igual calculado se você for calibrar um modelo e isso aqui acontecer tá errado né já tá errado n modelo calibrou 100% não não existe modelo calibrado a 100% o modelo é uma aproximação da realidade ele nunca vai ser a realidade você tá você tá você tá simplificando demais as coisas para que isso
aqui dê em cima né E principalmente quando você tem muitos pontos né então o Que a gente eh tem de expectativa é isso mas a realidade é essa né você tem aqui eh pontos que ficam povoando aqui O entorno dessa reta de 45º Tá certo uma distribuição normal aqui que é o que a gente espera mas que deu um histograma aqui que tem algumas coisinhas aqui que não tão tão normais assim né mas a gente trabalha com quando a gente faz esse cálculo com o nrms aai abaix 10% Ou seja eu confio 90% no meu
trabalho no meu modelo né Eh essa calibração esse resultado dessa calibração quando a gente fez esse primeiro modelo ela deu por volta de 6 5 6% né abaixo de 10 já tá bom você já pode utilizar Aquele modelo para fazer simulações né Eh e a gente calibra o modelo em regime permanente né em transitório porque como eu disse o tempo é uma vari que a gente precisa levar em consideração então a diferença do modelo calibrado em regime permanente né é que a gente pega todos aqueles níveis Daqueles poos né Eh e tira uma foto né
como se fosse o cara da geosol lá anotando o nível d'água naquele dia naquela hora naquele naquele minuto né então é uma foto você vê um gráfico desse tipo aqui né ou seja observado frente ao calculado se o modelo calibrou Aqui você passa para o modelo para calibrar o modelo em regime transitório é como se fosse isso aqui ó Isso aqui é uma foto isso aqui é um vídeo né aqui o t entra o tempo entra né Então você vai calibrar para ver tendências né de rebaixamento de recuperação do nível d'água ao longo do tempo
você calibrou seu modelo em regime Permanente em transitório você tá pronto para poder fazer as simulações né em cima do seu mapa potenciométrico aí esse aqui é um mapa real potenciométrico da daquele da região do modelo A mina tá tá mais ou menos por aqui assim né aquilo que eu falei né o anel de quartzitos aqui né Eh Eh doando água para fora e para dentro do complexo né com os níveis mais altos aqui mais na porção sul e os níveis mais baixos né é onde você tem a zona de descarga que é aqui na
região do do Barreiro né lá da distância hidromineral do Barreiro tá bom eh bom parte disso eu já acabando tá gente eu sei que eu falei para caramba mas eu já tô terminando eh os resultados né de simulação de rebaixamento Então a gente vai fazer esse exercício né Eh quanto eu tenho que tirar de água e com quantos Poços né Eh eu de quantos Poços eu vou precisar pegar esse nível aqui né que tá aqui hoje e jogar ele aqui embaixo embaixo aonde abaixo da que a gente tem de longo prazo por exemplo n esse
aqui é uma das Cavas de longo prazo né hoje essa cava esse nível esse nível o Bottom Pit da mina tá aqui em cima né eu vou tirar esse tante minério aqui que tá abaixo do nível D'água o que que eu preciso fazer né Quanto quantos postos eu preciso perfurar ou Qual a vazão eu preciso retirar né Para que eu pegue esse nível então e joga ele aqui embaixo e seque todo esse minério quanto tempo eu vou precisar para fazer isso né isso eh é o principal input para esse relatório técnico para solicitação de outorga
Porque não basta eu saber o que eu tenho que fazer eu preciso ter licença para isso né logicamente aqui no Estado de Minas Gerais quem concede essa licença é o igan né Aqui tem um órgão aqui perto que é a teap né urga teap né aqui na região do alto Paranaíba que recebe esse esse relatório técnico de solicitação de outorga informando para eles Qual que é a vazão que nós vamos tirar e quais vão ser ah os as interferências que a gente vai ter a partir desse bombeamento no entorno do empreendimento né e haja visto
que a gente tem essa questão da da Instância hidromineral do Barreiro muito próxima aqui da gente né então é o nosso principal bem a proteger a gente precisa trabalhar assim bem bem em cima dessa questão de impactos né ambientais né Impacto não interfer Impacto é uma palavra pesada né interferências né que a gente vai fazer no sistema hídrico local tá para que eles concedam o autó mas ao mesmo tempo eles vão solicitar uma série de condicionantes que a gente vai precisar cumprir para poder fazer o Rebaixamento né ao longo de da vida útil da mina
Porque a partir do momento que é aqui que eu falei né você chegou nesse nível aqui ó né Sai minério mais não né infelizmente não sai min né porque torna-se uma uma lama a gente vai fechar a mina e vai embora né Vamos fechar a mina de no que tem 527 milhões de toneladas de minério hoje né Eh que tão eh certificadas né de minério com 2,5% neob né metade dessa reserva tá de B d'água vamos deixa a metade dessa Riqueza toda para trás não né a gente vai fazer promover esse rebaixamento aqui para secar
esse minério trabalhar com ele Sec né Então as simulações servem para isso tá então tá aqui um pouquinho dela né V ser a gente simulou isso aí no tempo para atender uma curva de produção um pouco mais arrojada do que a gente tá enxergando hoje com 22 poos até 2038 né bombeando 835 m c deágua por hora para poder rebaixar essa essa cava aí né a gente vai pegar o Nível d'água e vai fazer um uma diminuição dele nessa região da cava aqui né você tem pouca interferência eh mais longe né na na da da
da da do rebaixamento né Ele é mais pronunciado aqui meio bem no meio da cava né onde a gente precisa rebaixar Mas algumas coisas vão acontecer no entorno de alguns Córregos aqui que vai diminuir um pouquinho a vazão a gente já prevê isso né Eh no nos planos de mitigação que Normalmente a gente tem que restituir essa água de alguma forma né Eh que tá faltando mens Córregos então o orgo ambiental já traz isso como condicionante pra gente tem que continuar monitorando né Principalmente depois que você começa a fazer a intervenção você tem que continuar
monitorando lógico essa esse monitoramento inclusive se se intensifica né Eh e o exemplo de uma superfície Potenciométrica calibrada né Eh na atualidade com uma cava futura né você vê cara toda essa essa esse volume de material aqui ó né Se você pegar o nível daágua como ele tá hoje é tá debaixo d'água né vamos dizer assim e se você conseguisse fazer essa cava sem rebaixar né o nível de água ia ficar aqui em cima né uma piscina e tanto né Não dá para fazer isso né Isso é impraticável do ponto de vista prático da coisa
né então O trabalho realmente é pegar esse nível d'água fazer um cone de baixamento aqui abaixo da cava Oi Mas vocês já estão nesse vocês não estão nesse nível ainda né não chegar não não a gente entrou com esse relatório de a meso mesmo na mais aqui à direita aqui que parece que tá o nível tá um pouco mais Raso ainda não né não não eh a gente tá hoje a cava tá com nível suba aflorante sabe ô ô Silvan tem alguns locais na mina que você você furar você pega usinas mostram água por Exemplo
9 m de profundidade né o nosso processo el tá um pouquinho atrasado né a gente entrou com ele agora na na no órgão ambiental a gente espera que a gente vai ter essa tó daqui uns dois 1 ano e meio 2 anos né que é o que tempo que leva mesmo de processo e a gente começa a rebaixar para já tá lavrando abaixo do nível d'água lá em 2030 mais ou menos que é aonde tá o planejamento de Lavra tá indicando pra gente que a gente vai realmente atingir O nível d'água e daí para baixo
a gente não consegue lavrar mais sem sem água sem sem rebaixar né então hoje a gente tem um poço Pioneiro só dentro da cava mas a gente no futuro aí a gente vai precisar de mais mais 21 né posso tirando aí 835 m c para promover esse rebaixamento Tá mas isso sim lá no lá na frente né Mas já tem mas esses esses loca mais da mina onde já você já tá mais próximo né Eh do nível de água aí ele que você falou Acho Que 9 m né alguma coisa parecida ele já tá impactando
nas operações de estabilidade de talud de alguma coisa desse tipo ainda não umidade a gente não tem nenhuma surgência né a gente porque o nível tá realmente abaixo a gente não tem nenhuma surgência né É lógico que existe né Eh a partir do nível d' água de saturação mesmo você tem tem uma franja capilar a gente até já determinou ela é você tem uma franja capilar que ela Aumenta um pouco a a a a umidade do minério antes de chegar nos nove né vamos dizer assim nos 10 m de profundidade você tem lugar que você
vai se você for escavar Ali você vai pegar um teor ali de de de 17% de 15% de umidade a 4 5 m de profundidade sabe Então essas áreas elas estão sendo evitadas nesse momento pelo pessoal do planejamento de Lavra eles colocam uma constraint ali né colocam uma um pro pro pro sequenciamento da Lavra né pros Sequenciadores lá ele coloca ali um uma uma constraint para poder ó se daqui para baixo você não vai pegar nada não né então eles estão trabalhando para abrir mais a cava né antes da gente iniciar o rebaixamento ali em
2026 2027 a gente inicia o rebaixamento aí ele libera o sequenciador a partir é porque aí vai chegando o período de chuva né então esses níveis vão elevando mais rapidamente né isso isso é eu não sei se eu tô entendendo essa figura Corretamente mas me parece que ela tá justamente mais próximo da região de recargo ou não tá não é na e na verdade isso aqui é é é uma das Cavas né porque eu coloquei ela meio em 3D aqui mas is é uma cava futura né não é a cava como tá hoje não é
mas o nível tá um pouco mais alto né ele ele ele tá um pouco mais direita isso aí a minha pergunta é o seguinte Essa região é mais próxima da região de recarga né isso isso tá mais pró aí assim é por isso que eu tô te Perguntando né se se nessa região né já observa né uma proximidade desse nível eh em épocas de chuva onde você tem uma recarga maior isso ainda não impacta em nada né as suas operações aqui de estabilidade em nada não não não eu vou até mostrar no assim nos próximos
nos dois slides aqui tem essa essa questão a gente usa esses níveis como eles estão hoje e como eles estarão no futuro para rodar nossas análises de estabilidade né para mostrar que realmente a gente Precisa fazer esse rebaixamento né é que é isso aqui né na verdade aqui tá a cava futura a cava eh atual tá aqui por baixo né mas a gente tem essa cava futura aqui ó né que é a nossa cava de reserva eh uma delas né um dos estudos de de reserva É esse aqui né e a gente fez alguns estudos
o nível d'água tá aqui né o nível d'água atual né ele tá aqui então Eh Quando você vai aprofundando né Você vai atingir o nível d'água nessa nessa cota aqui mais ou menos né então o Que a gente fez aqui para mostrar por exemplo e Dando um exemplo dessa dessa são aqui né que corta a cava aqui né se você eh pegar isso aqui esse corte aqui trazer para cá né você vai ver aqui um um talud de geral aqui né Eh somente nos alteritas não pegou Rocha aqui ainda né mas você você simula né
na sua análise de estabilidade um nível d'água aqui no alto né como ele tá hoje Ó tá pegando ele mais ou menos aqui né na metade da sessão tá ele aqui metade Da sessão Então o que tá mostrando pra gente quando você roda essa análise de estabilidade é que você des abaixo do nível d'água né ele não passa tá vendo tá muito próximo do equel limite aqui ó tá dando 1 V alguma coisa 102 né se você se você der um um colocar um carregamento S sísmico aqui isso aqui já não passa né análise estabilidade
eh assim Isso aqui é uma coisa hipotética na verdade porque é Impossível você fazer uma Cava abaixo do nível d'água isso aqui tem 10 m de altura de banco ó 10 20 30 40 50 60 70 m né quase 80 m né abaixo do nível d'água como é que você vai fazer essa Lavra sem rebaixar é impossível mas a gente faz esse exercício essa simulação né lá usando o slide justamente para mostrar que a a a cava ela não apresenta estabilidade se você não fizer o rebaixamento ou se se você fizer um rebaixamento vamos dizer
entre aspas mal Feito né que leva esse nível d'água muito próximo mesmo que ele não esteja florando aqui mas muito próximo da da face do talud você começa a ter problemas realmente igual você falou aí de de de de poropressão aqui na face livre do talud isso pode acarretar uma uma ruptura né A medida que se você pega esse nível A e faz o rebaixamento dele como tem que ser feito né Essa sessão de baixo a gente tá fazendo uma simulação aqui com o nível rebaixado né Esse valor Já sobe lá para 1,7 né Às
vezes a gente pode até trabalhar um pouco se se o valor de de de fator de segurança D muito alto né a gente pode até trabalhar com um pouquinho com a geometria para mudar esse esse ângulo geral aí e trabalhar com ângulos um pouco mais inclinados né e ganhar um pouquinho de minério tirar menos estéreo Eu trabalho na verdade que a Taísa né que trabalha comigo fez né que eu orientei o trabalho dela aqui de Mestrado aqui no cfet foi Mais ou menos um exercício desse tipo sabe a gente rodou as análises de estabilidade e
viu que tinha alguns locais que a gente tinha como ganhar ali né Um pouquinho na geometria certo certinho Vamos finalizar aqui né que já são Nossa Senhora falei demais 20 e 37 bom eh considerações finais né Graças a Deus ó oito unidades hidroesta gráficas então Né na de estudo solos argilosos de capeamento depósito alitos laranja e marrom que são os principais aqufa do complexo né o saprolito lá é uma rocha semi intemperizada a rocha carbonat titica sã ío fissural pouco expressivo né o anel de quartzitos fenez né também é um aquero fissural né que vai
funcionar como uma zona de recarga os eh eh as rochas encaixantes né os xistos do grupo EB são né Eh Ou seja os tistos lá eh não Intemperizados e os tistos e quartzitos alterados né mais próximo da superfície a condutividade hidráulica ela varia desde 10 a-5 até 10 a-8 né no x pouco fraturados lá do grupo Bia então uma gama muito grande de de três casas eh três ordens de grandeza né Eh Faces eh hidroquímicas né Nós temos três principais né as águas interiores ao cacb com um grupo representado pelos poos né de água subterrânea
e outro pelas nascentes localizadas dentro do Limite do domo lá mais ao norte né as águas do anel de pozito Fiti representadas pelas aquelas nascentes que tão ali no no nesse domínio eh litológico ali nos ané co azit né fraturados e as águas exteriores né que são as nascentes lá que ocorrem fora dos domínios do domo lá no no grupo IB né Eh o oxeno 18 deutério apontam né que a gente tem um sistema de fluxo de água subterrânea eh lá no Manto intemperismo e ele não Possui uma interconexão significativa com as águas externas ao
dombo né nem e nem vice-versa né até deixei de escrever isso aqui eh a calibração do modelo né quando a gente trabalhou lá né com níveis de acurácia aí de 6.55 por né com um coeficiente de correlação de 95.6 Então isso é satisfatório pra gente trabalhar com com modelo para simulação né como a gente fez os baixos níveis de erro né Eh do balanço de massa aliado Essa Eh eh boa correlação nas descargas dos custos d'água né Eh mostram que o que o nível de calibração é satisfatório então a gente pode utilizar esse modelo para
simulações futuras né o fluxo eh de água subterrânea ele o modelo ele tá bem ajustado à interpretações que a gente fez lá na fase conceitual ah a partir da região Sudeste ali da área de estudo o fluxo ele vai pro Interior do do cacb assume a direção sanw né vai daqui para cá ah a região da Estância hidromineral do Barreiro ela vai ser considerada então pra gente como uma zona de descarga na região possui as cargas hidráulicas mais baixas né e as águas que fluem para fora do CCB a partir ali do anel de quesitos
vai assumir uma direção oposta e vai constituir ali as nascentes que ocorrem nos cistos né do grupo iba Tá certo então você tem uma divisão de fluxo ali No anel de quartzitos ah e para finalizar níveis de água subterrânea eh que a gente simulou né nas nas simulações de de análise estabilidade por equilíbrio limite né eh vão impor condições desfavoráveis à estabilidade né então portanto a gente precisa fazer a implantação de um sistema de rebaixamento que vai ser a contornar essa situação e manter a cava segura mesmo após as atividades de Rebaixamento Beleza acho que
é isso aí obrigado pela paciência aí de est escutando até agora Se tiverem alguma dúvida tô aqui para para atender vocês tá Tiago primeiro te agradecer né pela palestra super interessante aí a gente tá sempre temas que são interessantes Tanto para quem está no meio da mineração quanto pr pra sociedade né que tá em torno disso aí que a gente sabe que surgem muitas Dúvidas né em relação aos Empreendimentos eh mineiros né então se fala muitas coisas né a gente já ouviu e por exemplo em arach várias coisas Ah Ará tem altos eh casos de
câncer tem várias histórias né que a gente sabe então eh eu acho que a sociedade ela precisa participar mesmo desses dessas atividades né E tá entendendo eu queria fazer uma pergunta depois eu vou abrir pro pessoal mais umas né que eu já fiz algumas ao longo da apresentação eh Essas estações meteorológicas que você falou são da cbmm quantas foram instaladas é a gente assim para para o trabalho eh do mestrado né que eu que eu mostrei para vocês aqui a gente usou porque eh na época a gente tinha pouca eh vamos dizer Pouca pouco tempo
né de de monitoramento numa estação que era nossa eh da que ficava na mina mesmo sabe tinha uma outra lá no meio ambiente que Tinha uma série histórica um pouco maior né Eh mas a gente ela não era calibrada enfim a gente ficou meio assim roso em usar os dados e a gente tinha uma tem uma estação do inm né que fica instalada em arach aqui na cidade ela ali perto que kem me miix ali naquele perto do Comboio ali né Fica ali aquela aquela Estação então a gente usou os dados dela né Eh para
trabalhar assim lá no dia a dia né Eh a gente tem um uma estação na na nossa cava né que é uma estação que Tá rodando desde a desde a década passada ali 2012 2013 que ela começou a funcionar quando eu vim para cá a gente comprou essa Estação eh temos outra na cava do F4 que é mais recente né E temos mais umas quatro ou cinco lá na na região das barragens Aí é pro pessoal da da da do CMI nosso lá né do monitoramento de barragens fica monitorando essas Estações lá então deve ter
hoje umas lá dentro do complexo uma deve ter alguma Lá na mosic também né eh não sei quantas eles T lá mas da da da CBM a gente tem umas seis seis Estações lá dentro né mas a gente sempre faz esses testes de consistência né entre essas Estações nossas com a estação da do imet né mas é um negócio que tá louco né a gente tem hora que chove sei lá 20 MM aqui an nachar 30 40 mm e não cai uma gota d'água nas nossas Estações lá né a chuva ela tá tá numa distribuição
muito maluca né Tim Localizada né A gente parece que tem uns corredores assim é é Era por isso que eu estou perguntando se se além dessa né quantas tinham espalhado dentro do do complexo não thago muito bom muitos dados né nossa 280 testes de de condutividade hidráulica né o trabalho bastante eh muita informação né Muito bacana seu trabalho aí parabéns tá beleza obrigado é agora a gente eh no no doutorado eu expandi essa essa área um pouquinho né Ela pega toda a região do alto Paranaíba pelo menos na parte mineira aqui né onde tão os
complexos alcalinos então uma área um pouquinho maior ela tem 16.000 km qu a gente fez avaliou testes de bombeamento em 43 poos de outorgados que a gente tem na região toda né escolhi alguns postos que são representativos das principais litologias né E foi um trabalho bacana Porque a gente determinou transmissividade nesses testes né e pela pela espessura do do nível d'água do aquero ali a gente consegue calcular o Car né E foi engraçado porque quando você pega essa transmissividade e compara com a vazão específica dos Possos né a gente conseguiu ter uma correlação bem interessante
assim de mais de 80% né e entre a transmissividade e a a vazão sabe doss Possos vazão Específica bacana ó interessante aí a gente tirou ali uma equação dali cara e aplicou em todos os poes eu tenho na minha área de estudo 1200 não mentira é 1240 alguma coisa Possos então é como se a gente tivesse condições de determinar Em Cada poço desse a partir da equação né que a gente obteve entre o a o k né o a transmissividade e a vazão específica eu tinha a vazão específica de todos Esses postos né então a
gente conseguiu meio que determinar a a permeabilidade para todo o o a área de estudo né e de E aí quando você pega esse interpola deu uns resultados assim bem bacana Então já tô ansiosa para ver sua tese então PR você acabar pra gente é ter acesso Essa informação tem bastante coisa para fazer ainda Mas vamos vamos que vamos né vai dar certo vai dar certo Diego boa noite boa noite Silvânia Eh boa noite senhor tá desculpem aí um Pouco do atraso além de entrar um pouquinho atrasado na sua apresentação thgo era para est também
ali junto com a Silvânia recebendo você eu tive queda de energia e internet agora no final da sua palestra aqui em Catalão então não sei mais se alguém ficou mas eu perdi a parte final eh bom da parte que acompanhei foi um um uma palestra muito interessante gostaria de ter ter assistido alguma coisa mais ten algumas perguntas n aliás tenho uma Pergunta também mas vou fazer aqui primeira pergunta da Aline não sei se se já foi feita Silvânia você sabe foi não porque ela escreveu no chat né Eu não falo ponto Então tá porque aí
a gente vai fazendo as perguntas para você a aline Nossa colega de de de doutorado aproveit para registrar Parabéns Silvânia pela sua defesa de tese pelo seu t Doutora Silvânia né Muito feliz com o seu doutorado aqui no no nosso programa no ppg 100 obrig Obrigada então Aline que também a nossa colega aqui do programa do ppgc parabeniza você Tiago eh diz que o tema é muito interessante Faz uma pergunta eu vou ler como tá aqui eh como teve queda de de de energia e de internet pode ser que eu não consiga lhe explicar Qual
era o objetivo da pergunta mas ela diz o seguinte nas minas tem análise de material particulado eh se eu tô entendendo bem quando ela fala material particulado é o material Particulado em suspensão né Eh Isso é uma uma uma área que quem cuida é o pessoal do meio ambiente mas assim já posso adiantar que realmente tem sim né Eh inclusive eles fazem essa coleta com com um equipamento Se não me engano chama High vall né que fica ali sugando o ar ali e vai medindo quanto tem de particulado né em suspensão não sei se é
isso que ela tá perguntando ela diz aqui que é isso mesmo é isso mesmo não então Tá é existe sim um estudo né e e a gente tem essas estações meteorológicas que que medem né pra gente também direção de vento e tal então isso é um estudo assim eu não desculpa al eu não sei falar muito sobre isso né porque realmente não é minha área é uma área que que a turma do meio ambiente que cuida né a gerência de meio ambiente que cuida mas Inclusive eu acho que tem até rivol aqui em Araxá também
né e e o que eu escuto falar é que assim a gente sempre Eh tá dentro dos parâmetros porque a gente tem Lógico né uma mina toda mina né tem né esse controle de particulados a partir da da principalmente na época de seca né Essa época a gente nem preocupa muito né mas na é de seca que a gente fica aí igual ficou esse ano sei lá Cent e tantos dias sem chuva ficou realmente muito seco Muita poeira mas a gente tem todo um processo de mitigação disso né a partir da da da umectação de
vias né que as vias principais Aonde a Produção tá tá escando né a gente sempre tá passando ali com pipas né caminhões pipa para poder fazer o controle desse particulado e assim nunca euv falar bom dentro do meu pouco conhecimento né sobre esse assunto que a gente tem algum problema com particulados lá não sabe por conta desse controle efetivo aí de de de de de humectação né de fazer a humectação das vias de acesso ela diz aqui que acredito que você tava falando na no eu perdi essa parte mas acredito Que você tava falando das
estações de monitoramento eh plomo Estação eh E ela diz que aqui em Catalão o equipamento fica na estação meteorológica uhum eh eu acredito que o grande problema talvez que a linha esteja levantando é a possibilidade desse material particulado eh ser solúvel né e acabar aí carreando por alguma associação algum outro elemento que vá alhe impactar sobre não é o recurso hídrico né Eh Talvez seja essa a perspectiva da discussão é é uma É uma preocupação bem válida Com certeza n eh eu vou aproveitar thago eu entrei a palestra já estava acontecendo demorei um pouquinho n
acho que tava você tava iniciando e sei que você tá falando de caracterização da da parte de de hidrologia Tá mas tem uma coisa que talvez você possa me dizer que eu peguei lá no início você falando sobre o percentual de humidade no Pit da mina tá chegando quando chove acima de 30% eh fazendo um paralelo com o que ocorre Em outras mineradoras que lógico conseguem lavrar nessa condição porque tem uma condição tem esse esse problema também que é você estabelecer condições de Lavra durante esse período de chuva e tudo mais qual seria a possibilidade
de processar esse minério com umidade natural nãoé o dito o processo onde você acaba reduzindo mais a captação de água por já considerar esse volume presente qual seria hoje a a essa essa possibilidade thgo Você sabe dizer bom Eh deixa eu ver se eu se eu entendi eh na verdade assim o o o que eu o que eu disse é o seguinte a gente hoje tá eh com a Lavra acima do nível freático né A gente trabalha com o minério na ordem de 10% até 12% período chuvoso do ano ele chega a 12% né e
no período mais Secco 10 99% tá eh o que a gente tem de dificuldade é de lavrar o material com níveis maiores de umidade é que a gente vai ter alguns problemas operacionais Lógico né dentro Da cava na própria Lavra mas os grandes problemas estão lá na frente quando a gente precisa homogeneizar o minério né no no pátio de homogenização e após a retomada lá dentro da usina de concentração que é o primeiro vamos dizer processo de tratamento é é uma usina de concentração lá né então e cara se chega na classificação lá por peneira
né se você chega ali com um teor um pouquinho acima de de 15% de umidade você já começa a ter alguns problemas de diminuição de eficiência de peneiramento de classificação sabe e a gente tá falando f de de níveis de umidade abaixo do nível do do do lençol freático abaixo do nível d'água que tá dentro do que é mais ou menos a porosidade né do do nosso material lá que pode chegar até 35% então é torna-se impraticável né você lavrar um material E mesmo se você conseguisse lavrar né o cara teve lá visitando outro dia
lá um um aluno de uma universidade falou ah mas eh você tá com umidade assim a a a umidade tá tão alta aqui dentro da cava mas por exemplo se você optar por um método de lava por exemplo meter uma draga aí dentro e dragar esse material sem precisar rebaixar você consegue dragar né você vai conseguir dragar mas cara você vai ter que esperar esse material secar porque com esse te de Humidade de 20 25 30% esse material não vai passar na usina entendeu ele vai chegar lá vai entupir as p iras todas né e
isso vai se tornar um inferno operacional dentro da da da do próprio processo de beneficiamento né Uhum Então eh o que a gente precisa fazer é trazer esses níveis de umidade eh para próximo do que a gente trabalha com ele hoje né próximo de 10% 12% a partir de um sistema de rebaixamento do nível d'água né ou seja Vamos meter poço lá dentro e bombear água para fora para para poder rebaixar o nível da água e e secar esse material né trabalhar com ele mais seco né e níveis de umidade acima de 17 a usina
não aceita perfeito thago eu traga ou trouxe essa discussão rápida aí que você abordou porque justamente tem aquele outro cenário que vem sendo muito discutido de fazer com que eh as mineradores adotem processamento a seco Mas muit das vezes não há condição de a gente assumir essa essa possibilidade então essa relação da característica do próprio material da ocorrência da forma como ele se processa é importante porque às vezes as pessoas simplesmente pensam assim ah mineradora poderia investir 100% no processamento a seco explora na umidade que tá e já reduz o consumo de água captação de
água e diminui o impacto mas a gente sabe que tem esse Esses problemas n esses percalços tem você tava falando em cima também da pergunta da Aline com relação ao sólido particulado eh quando a gente fala aí na questão da da poeira do rebaixamento o pessoal tem usado algumas soluções que para fazer a suspensão ficar coloidal e permanecer retida por mais tempo não sei se vocês fazem isso mas há alguns estudos que apontam que eh paralelamente a essa situação que é benéfice e resolve a Questão do particulado a gente tem um outro probleminha que é
justamente a interação entre os reagentes não é a a pluviometria que acaba alterando e liberando esses químicos e causando risco de impacto sobre o lençol freático e aí provavelmente como é que vocês estão trabalhando esse monitoramento Olha a gente se não me engano é essa essa parte eh mais de operação aqui é um pouco diferente porque uhum Ah a a a cbmm é uma Joint ventry entre a gente tem um uma terceira empresa que faz a Lavra né até que vocês viram Aquela capa daquele relatório lá é o relatório da comipa né A empresa que
foi criada dentro de um contrato entre a cbmm e a codemig né na na época camig né que é um órgão do Estado né porque a gente tem ali naquela naquela cava dois decretos de lava um que é das de propriedade da cbmm e o outro é de propriedade da da codemig hoje né então A gente tem uma Lavra igualitária ali 5050 nas duas Cavas né mina um e mina do é uma cava só mas tem duas minas ali né mina um e mina do Então quem faz a Lavra é a comipa né Essa empresa
que é uma subsidiária Da Da Da cbmm junto com com o Estado então essa turma eles fizeram um alguns testes alguns estudos com esse tipo de material sabe H há mais tempo Eh você tá falando é um material que que ele ele funciona meio que como uma cola né Você joga ele ali dentro do Pipa né Ele gera um coloide ali dentro e você aplica ele no no acesso isso acaba retendo o material particular por mais tempo preso ao solo em termos isso eles fizeram um estudo com isso lá Professor mas cara eu não sei
te dizer a respeito dos resultados o que que eles obtiveram e se eles tiveram alguma dificuldade com relação a isso que você falou da da humidade aumentar por conta de chuva isso ter algum Impacto assim eh eu sei que hoje eu acho que eles não Estão fazendo isso lá não então eu acho que diante disso não deu muito certo né mas eu sei que tem uma turma que eh que faz esse mesmo trabalho isso é feito normalmente lá e até hoje é feito né nas pilhas de minério no pátio de homogeneização né as pilhas chevron
que tem lá né a turma quando tá tá construindo essas pilhas principalmente no período seco do ano tem um produto que eles aspergem lá sobre a pilha para poder eh segurar bem sabe a questão de Particulados lá então eu não sei falar qual o produto que é né Eh infelizmente mas eles fazem uso mesmo agora nos acessos da da mina eu acho que não deu muito certo porque hoje eu acho que eles estão aplicando realmente só a a umectação de vias com caminhão pipa apenas com água sem produto nenhum Ok ô ô thago eu vou
fazer uma última pergunta e aí o pessoal que tá aqui conosco também caso queiram fazer a pergunta através do chat podem fazê-los Ou se quiserem fazer direto ao thgo podem ligar a câmera participar aqui conosco dar aquele momento de interação porque aí é muito mais prazeroso eh Tiago além dos zinas eu vi que no último mapa que você mostrou entre o início com o número de quatro estações de de indicadores de nível d'água né hoje quais outras formas de monitoramento vocês adotam porque eu acho que pode ser que eu tenha passado entre entrar um pouquinho
atrasado e acabar tendo aqui a Perda da internet Quais são os outros formas de monitoramento que vocês estão fazendo por parte da hidrologia Uhum é a gente eh o modelo hoje Ele conta com um número muito maior de de pontos de monitoramento eh do que com quando a gente começou e fez o primeiro modelo né que é esse que que fez parte do do mestrado naquela época eh a gente tinha ali uns 15 inas né dentro da mina né Eh e mais un Cent e alguma coisa fora né Que é um postos de monitoramento do
do pessoal do meio ambiente eh e todos esses postos Eles foram utilizados para para calibração né hoje esse número ele aumentou bastante por conta de algumas intensificações de monitoramento principalmente por parte do pessoal do meio ambiente eh e na mina também porque a gente utilizou a campanhas de sondagem que tem sido feitas né Para dar uma Mel uma melhorada na questão da do do do modelo eh Geológico propriamente dito a gente aproveita esses furos e instala Ina né porque o mais caro do do do ina é você fazer a perfuração né então já que já
tem que perfurar para poder retirar a amostra a gente aproveita aquele furo ali e Só gasta com material paraa instalação hoje a gente tem dentro da cava eu não sei te dizer assim ao certo quanto são porque a gente a Lavra vai avançando para cima deles a gente perde um ali perde outro aqui às vezes tem um Que tá entupido a gente tem que fazer manutenção Mas deve ter por volta de 40 inas dentro da cava né quando a gente começa lá em 2 2012 né a gente os primeiros que foram perfurados a gente perfurou
cinco né Depois a gente perfurou mais cinco né ficamos com 10 15 ali eh no início né da da cava e e aquilo que eu mostrei né hoje a gente tem todo um trabalho de automatização desses desses equipamentos né a Gente cara como tem muito e a nossa equipe é reduzida Sou Eu de hidrogeólogo mais duas técnicas e mais um rapaz de uma contratada que trabalha no monitoramento com a gente então para essa turma ficar rodando todos esses equipamentos né e medindo esses níveis todos os dias né É É muito complicado então a gente trabalha
com com automatização né sensores de nível dentro desses postos que fazem a leitura automaticamente mandam pra gente as Informações e a gente gasta mais tempo para analisar do que para ficar medindo para fazer a aquisição dos dados né É lógico que a gente faz um trabalho de calibração né a gente não pode confiar 100% no sensor de vez em quando a gente vai lá e faz uma medida manual para ver se o sensor tá funcionando bem mas essa a gente teve essa curva de evolução assim né não foi tão elevada assim nesse nesse período de
tempo nesses 12 anos aí Eh mas a gente vem com com uma Quantidade que a gente considera que é boa né de informação e além disso as estações meteorológicas que a gente precisa monitorar o a recarga né então a gente precisa saber a a pluviometria para calcular a recarga eh e os vertedores fluviométricos nos Córregos né são acho que são 16 que a gente monitora mentira 16 não a gente já perdeu alguns por conta das barragens a gente tem por volta de 12 vertedores fluviométricos espalhados nos Córregos Né próximos as nascentes dos Córregos mais próximos
do do empreendimento a gente faz o monitoramento constante semanal né inclusive isso é um é um condicionante ambiental a gente fazer um monitoramento semanal pra gente gerar uma uma série histórica né dentro de um período de tempo que anteceda o rebaixamento pra gente mostrar olha ah a diminuição da vazão em certos locais ela é inerente ao processo sazonal Então não é o rebaixamento que tá que tá Influenciando essa diminuição de vazão nesse Córrego aqui porque a gente já observou isso no passado mesmo antes da do rebaixamento né ou não Sim realmente o rebaixamento tá influenciando
nesse Córrego e a gente vai fazer o processo de de mitigação que é necessário né então a gente tem para hidrogeologia esses eh esse conjunto de pontos de monitoramento que tá dentro eh de monitorar realmente o que que acontece No ciclo hidrológico né Eh recarga nível d'água e e fluxo e descarga perfeito certo bom eh Tiago eu não vejo mais perguntas aqui pelo chat uhum eh agradeço a sua participação eu gostaria de convidar a Silvânia Silvânia faça aí as suas considerações você que recebeu hoje o grande Thiago aqui conosco né eu acabei atrasando teve esse
probleminha eh é sempre uma grande satisfação eh recebê-lo receber as pessoas aqui Conosco por esse por esse canal né por essa forma a gente tem essa possibilidade de aproximar os alunos que estão desenvolvendo a pesquisa de pós-graduação em diversas áreas mas possibilitar com que eles enxerguem né alternativas de conhecimento de troca de ideias n é com que já foi desenvolvido Silvania deixo com você e depois com Tiago aí as considerações finais de vocês da noite de hoje só agradecer o Tiago né a gente sabe né trabalhou o dia Inteiro tá tem doutorado tem família né
Tiago nós não sei onde a gente vai parar aí nesse ritmo né mas tá bom mas o Thiago é um grande parceiro né Sempre eh muito disponível né pra academia né então assim eu fico muito feliz de te receber aqui não Vou estender e queria falar que recíproco né Precisando nós também estamos aí à disposição tá bom Thiago Obrigada Beleza beleza pô Eu que agradeço pessoal a oportunidade né e a a Paciência né de vocês de me escutar durante esse tempo todo aí né eh 9 horas já pô falei demais mas assim e geólogo é
assim mesmo né começa a falar e não para não se dechar a gente fica aqui até amanhã né eu fui participar daquela daquela banca do menino lá né do do Everton né Silvan falei fo uma das primeiras bancas assim que eu participei de defesa mesmo na hora que eu vi eu já tinha falado quase uma hora né e e e e foi aquela Aquela correria mas assim eh agradeço demais né É sempre que precisarem né e eu tô à disposição né como a Silvana falou eh eu gosto de estar nesse meio por isso que eu
tô fazendo doutorado né se eu não gostasse né eu não estaria buscando eh me especializar em fazer um doutorado Então para mim é sempre muito prazeroso poder compartilhar um pouco do que eu sei né eh e e tô aí à disposição né V terminar esse doutorado aí quem sabe eu Volto aí no futuro aí para apresentar já os resultados do doutorado né o mestrado já foi né Mas aí tem doutorado aí pela frente tem pdoc também né a gente corre atrás e e já fica já fica aberto já fica aberto o convite viu com certeza
vai ser a gente gosta de sofrer né thago tem que sofrer né senão como é que a gente vai justificar a cerveja depois no final do dia né tem que sofrer um pouquinho não eu eu falei assim cara quando eu formei defendi o mestrado né Falei Gente Não sento numa numa cadeira de uma escola nunca mais na minha vida eu tô lá fazendo doutorado agora né mas é são coisas né que que a gente gosta e a gente tá fazendo um trabalho que pra gente é importante e às vezes mu muitas das vezes né É
É importante também para a sociedade né para a empresa que você tá trabalhando para a cidade para a região né Eh tá contribuindo com o avanço da ciência no nosso país né eu vejo isso como como Muito importante né se todo mundo tivesse essa oportunidade né o mundo seria muito diferente né mas então é é isso pessoal agradeço deais aí a a a oportunidade e de novo né Sempre que precisar eu tô à disposição Tá bom então uma boa noite a todos e até um nosso próximo enc picado né ô por favor é importante lá
para alimentar aquele bichinho virtual lá que chama lattis né E para contabilizar também né nas atividades obrigada tchau boa noite boa Noite pessoal abraço a todos aí boa noite boa noite pessoal [Música]