Oi, oi, gente. Sejam muito bem-vindos ao meu canal. Eu sou a Leandra e eu conto relatos sobrenaturais aqui todos os dias para vocês.
Se por um acaso você caiu de para-quedas aqui, eu também conto relatos mais curtos eh lá nas minhas outras redes sociais, no TikTok, no Instagram. E essas redes sociais estão aqui embaixo na descrição do vídeo. Se por um acaso você tiver algum relato para me enviar o e-mail para onde os relatos devem ser enviados também fica aqui embaixo na descrição do vídeo.
Lembrando que todos os conteúdos postados aqui estão disponíveis lá no Spotify para você ouvir onde e quando quiser. E o link também já fica aqui embaixo na descrição. Então é só você clicar aqui, você já é redirecionado para lá.
E como vocês sabem, né, eu não gosto de enrolar muito aqui na introdução, então já vamos pros relatos de hoje. Mas antes, não se esqueça de se inscrever no canal, tá? Caso você ainda não seja inscrito, mas gosta desse tipo de conteúdo, se inscreve aí porque tem vídeo novo todos os dias.
E também eu gostaria de pedir a você que curtisse esse vídeo agora no iniciozinho, porque ajuda muito a divulgar o vídeo aqui na plataforma. Não sei por qual motivo, mas ajuda muito. Não entendo muito porquê, mas eu só sei que o YouTube entende que o vídeo é bom quando você curte ele logo no início.
Mas enfim, e se também tiver disponível aí a opção de hypar este vídeo, hypa para mim, porque ajuda demais. Agora sim, recadinhos dados, né? Vamos aos nossos relatos de hoje, que é sobre uma coletânia aí, né, de relatos que aconteceram em Alto Mar.
E eu espero muito que vocês gostem desse tipo de coletânea e escreve aí nos comentários se vocês gostaram ou não, porque se gostaram e eu tenho mais alguns outros relatos desse tipo lá no meu e-mail, aí eu trago para vocês, tá bom? Mas é isso. Agora, sem mais enrolações, vamos pro nosso primeiro relato.
Deixa eu só ver aqui o nome do título, que se chama esse esse relato, gente, se chama O que aconteceu com a minha tia naquela noite nunca foi explicado. Oi, Lili. Me chamo Jaqueline e o que eu vou contar aconteceu com a minha tia.
Eu já te sigo há muito tempo, desde o TikTok e depois migrei pro YouTube, mas eu só decidi mandar esse relato após assistir o seu vídeo sobre a operação prato. E confesso que eu fiquei meio chocada porque algo muito parecido ocorreu com essa minha tia e na hora eu mandei o vídeo para ela que também ficou chocada porque ela não sabia assim nada sobre a história dessa operação. E bom, minha tia nasceu e cresceu na praia do francês em Alagoas.
E desde criança o mar era tudo para ela, sabe? Um refúgio e também um companheiro. Ela nadava como se tivesse nascido na água e até hoje, com mais de 50 anos, ela ainda participa de travessias e competições.
Mas tem uma história que ela contou para mim e meus primos uma vez. E quando ela contou, ela tava com os olhos cheio de um medo que assim não combinava com uma mulher forte e corajosa que eu sempre admirei. Mas tem um porquê disso.
Essa história é assim terrível. E depois que ela nos contou, eu entendi o medo no olhar dela. Ela devia ter uns 16, 17 anos na época que ocorreu.
Era verão, fim de tarde, e ela estava na praia quando conheceu um grupo de jovens que ela nunca tinha visto antes. Eles não eram dali. A família deles estavam passando férias na região.
Eram simpáticos ali da mesma idade e a convidaram para um passeio de barco e ela topou. Era comum sair assim os barcos, né, com pescadores, eh, ou amigos ali de verão. Mas um dos garotos parecia saber exatamente o que fazia no comando da embarcação.
Então, minha tia não viu problema de ir com eles. E, bom, o tempo passou rápido, como sempre acontece, né, quando se está quando está ali se divertindo. conversas, risadas e o céu ali lentamente escurecendo.
Quando minha tia percebeu, já passava das 7 da noite e ela comentou que era hora de voltar, mas o grupo quis ficar um pouco mais. Então, ancoraram o barco um pouco mais perto da costa e disseram que só iam ficar mais uns minutinhos. Foi então que tudo começou.
Uma das meninas ali no barco, que até hoje a minha tia não lembra o nome dela, começou a gritar, apontando pro céu, dizendo que tinha algo sobrevoando o barco. Todos riram e disseram que ela estava bêbada e exagerando, mas a expressão no rosto dela não era de quem estava brincando. E minutos depois, aquele riso todo morreu.
O barco inteiro começou a chacoalhar com uma força absurda. E não tinha assim nada de ondas ou correntezas naturais. Era algo diferente e desesperador.
Eles se levantaram tentando se equilibrar e foi nesse momento que o céu acima deles pareceu se rasgar. Minha tia viu com os próprios olhos um objeto cilíndrico enorme e ela compara ao tamanho de uma geladeira em pé. Aquilo pairava sobre eles com uma luz pulsante e um som grave que vibrava até nos ossos.
O barco balançava como se algo invisível estivesse tentando virá-lo. E então veio a última pancada. Todos foram lançados ao mar.
Minha tia nadava bem, nadava melhor que qualquer um que ela conhecia e isso salvou a vida dela. Enquanto gritava pelos outros, ela não obteve respostas, então ela nadou com todas as forças que ela tinha até a praia, que naquela hora estava quase deserta. encontrou dois pescadores e gritou por ajuda.
Eles correram com ela de volta eh pro local com um bote motorizado. Só que quando chegaram lá, o barco ainda flutuava, mas estava vazio, sem ninguém. Mas havia marcas de queimaduras na madeira e no convés, como se algo tivesse, sei lá, pousado ali ou disparado alguma coisa.
Buscaram por dias, foi equipes da Marinha, bombeiros, mergulhadores, só que nada, nenhum corpo, nenhum objeto, nada foi encontrado e não tinha nenhuma explicação para aquela situação. Minha tia nunca mais viu nenhum daqueles jovens e o mais sinistro é que os corpos também nunca foram encontrados, o que não faz sentido nenhum. Minha tia conta que o mar estava calmo e isso não deveria ter acontecido.
Minha tia conta que na época foi inventado ali uma história para abafar o caso, mas quem morava ali na região sabia que algo muito estranho havia acontecido e que não tinha explicação. E aí o relato acaba por aqui, ó. Um beijo para você que enviou o relato, né, e pra sua tia também.
E muito obrigado, tá? Por ter enviado. E gente, que doideira, né?
Realmente é muito parecido. Eh, quem tá assistindo aí o relato e não entendeu muito a comparação que ela fez, vai aí assistir o vídeo sobre a operação prata, porque lá tem um um incidente, né, que aconteceu ali durante a operação, que é um pouco parecido com isso, né, que o barco e dos pescadores foram atacados ali por uma luz, por um objeto estranho também. E foi algo meio que parecido que ocorreu, eh, né, aí nesse lugar onde a tia dela tava.
E gente, que loucura, né? Que loucura. E assim, eu não sei se é uma praia que tem aí eh eh muita, como que fala?
Muita ocorrência de coisas do tipo, ou se, sei lá, foi a primeira vez que esse tipo de coisa aconteceu lá, né? Não sei, mas é bem comum em regiões assim com mar ou com água ter esse tipo de aparição. Só que eu fiquei muito pensativa sobre o que que aconteceu com o pessoal.
Será que foi alguma coisa que, tipo, quis jogar eles na água meio que para, né? Porque na água a maioria mesmo sabendo nadar era alto mar, né, gente? que é muito complicado, tipo, mesmo a pessoa sabendo nadar, você tem que ter uma resistência muito forte ali para você ficar tipo se debatendo na água e não afundar, né?
Então, acredito que o a a coisa, o negócio que fez isso, eu acho que jogou pro mar de propósito para poder ser mais fácil, sei lá, meio que para capturar, porque foi o que eu fiquei pensando, a teoria que eu criei, porque se não for encontrado corpo nenhum, a probabilidade é que o que tava sobrevoando ali deve ter meio que capturado eles, né? E eu acho que isso só não aconteceu mesmo com a sua tia, porque a sua tia sabia nadar e muito doido isso, né, gente? Mas enfim, ó, um beijo, tá?
Muito obrigada por ter enviado é o relato. E agora a gente vai pro próximo que se chama O Cruzeiro. Eh, oi Leandra, assistindo alguns relatos do seu canal, eu vi você falando sobre impressões.
Esse relato, gente, é bem recente. Ela enviou, acho que foi essa semana, essa mesmo que eu estou eh postando o vídeo. E eu achei muito interessante.
Bom, eh, resolvi te enviar este relato que aconteceu comigo. Ah, tá. para eu você falando sobre impressões e resolvi te enviar este relato que aconteceu comigo, envolvendo impressões de um acontecimento ruim.
Em 2016, eu decidi trabalhar em Cruzeiros. Eu tinha uma pessoa conhecida já que trabalhava e ela ganhava muito bem. E a minha ideia era trabalhar com isso por um tempo, juntar ali uma grana e depois sair para investir em algo.
Eu faço o curso de inglês e espanhol desde pequena e sozinha eu também aprendi francês e coreano. Então assim, eu falo cinco idiomas fluente, o que me ajudou muito a conseguir essa vaca. Eu não vou entrar muito em detalhes porque eu não quero expor a empresa, mas de uma forma bem resumida, eu consegui trabalho ali em um cruzeiro e toda a sua rota ali duraria 6 meses.
E eu tenho certeza absoluta que eu só consegui por causa dos dos idiomas que eu falava. E até a minha amiga ficou boba que eu consegui porque era muito difícil eh nesse cruzeiro em específico. Eu não vou citar a rota nem nada porque algum espertinho pode acabar descobrindo qual cruzeiro é e isso pode me trazer problemas.
Mas enfim, foram seis meses praticamente em alto mar. E como muitos de vocês podem imaginar, ficar seis meses em alto mar ia me trazer muito, mas muito dinheiro. Fora que passaríamos por vários países e tinha gente de toda parte do mundo.
Aqui no Brasil isso não é muito comum, mas lá fora é bastante comum dar gorgetas. Então eu sabia que eu tinha tirado a sorte grande e parecia um sonho, sabe? No começo, a viagem, mar, festa, gente de todo canto, as gorgetas que eu ia receber, fora o salário que já era altíssimo, pois eu ia ficar seis meses trancafiada em um navio.
Mas enfim, o que ninguém te conta é que navio é como uma cidade flutuante e como qualquer cidade antiga, ela guarda memórias. e algumas delas muito pesadas. Eu sempre ouvi os comentários dos colegas, histórias de passageiros que desapareceram ali, de portas que batiam sozinhas em cabines vazias, vozes sussurrando nos corredores estreitos da tripulação.
E teve até uma vez que um cozinheiro jurou ter visto uma mulher parada no fundo da cozinha às 3 da manhã. Ela usava um vestido de festa dos anos 70 e sumiu quando ele piscou e acendeu a luz. Mas assim, nada me marcou como o que aconteceu naquela noite.
Era por volta das 2:40 da madrugada e eu estava no meu plantão na recepção interna do navio, aquela central que cuida de chamadas internas e pequenos problemas dos hóspedes durante a noite. O telefone tocou e no visor apareceu o número de uma das cabines do Convé B, uma das mais baratas, perto da área técnica. E eu atendi com o protocolo padrão.
Do outro lado, uma voz de um homem jovem e tremendo, dizendo: "Por favor, me ajuda. Me tirem daqui. Eu não consigo.
Por favor, manda alguém. " Ah, e a pessoa do outro lado falou isso em inglês. Antes que eu pudesse perguntar o que estava acontecendo, a ligação caiu e aquilo foi diferente de qualquer trote ou brincadeira.
Havia pânico real naquela voz. Então eu peguei o meu crachá e corri. O corredor do Conv B era silencioso demais e a luz levemente amarelada parecia mais fraca naquela noite.
Quando eu cheguei na cabine de onde a ligação veio, a porta estava entreaberta, o número 237. Empurrei devagar e entrei, e foi quando eu vi um rapaz enforcado, pendurado em um lençol preso ao suporte da cortina. Seus olhos arregalados, a pele pálida e a língua estava para fora.
O quarto estava gelado e um cheiro estranho de ferro no ar. Eu gritei, gritei por socorro e comecei a correr pelo corredor, desesperada, tropeçando, sem saber direito o que fazer. Voltei com outro funcionário e um segurança menos de 2 minutos depois.
E o estranho é que a porta estava fechada e eu tinha certeza que eu saí correndo tão desesperada que a porta havia ficado aberta. E ao abrirem, o quarto estava vazio, arrumado, impecável. Nenhum sinal de alguém ali, nenhum lençol fora do lugar, nenhuma marca no teto e o número do quarto ainda era o mesmo.
Mas a sensação que me invadiu antes, sabe? Aquilo continuava como um peso no ar. Era como se a dor ainda estivesse presa entre aquelas quatro paredes.
E detalhe, lá dentro estava frio, igual no primeiro momento. E o que era estranho, porque só ali estava frio daquele jeito. Bom, Liandra, depois eu descobri que anos antes um passageiro havia se enforcado ali durante uma viagem internacional.
Nunca contaram para os hóspedes, claro, mas os mais antigos da tripulação sabiam e disseram que vez ou outra alguém ligava da cabina da cabine 237 pedindo ajuda. E era sempre por volta ali das 2:40 à 3 horas da manhã. Outro detalhe interessante é que essa cabine quase nunca era alugada ou reservada, mas quando isso acontecia, o hóspede dela sempre tinha que ser realocado para uma outra cabine, porque sempre dava problema, sabe?
Era sempre alguma coisa que fazia a pessoa não querer ficar ali. Teve uma certa vez que não tinha cabine disponível e me disseram que o hóspede preferiu dormir no corredor do que dormir no quarto até uma cabine vagar. Não entendi muito bem, mas foi o que me contaram.
Eu morria de medo de acontecer outra ligação como essa e também de presenciar outra aparição, mas graças a Deus não ocorreu mais nada desse tipo. E esse acontecimento que eu relatei, ele foi bem no meio assim da viagem. E o clima do lugar era bem estranho, como mencionei, todo mundo que trabalhava ali e tinha acesso a lugares que os passageiros não tinha, sempre sentia que tinha alguma coisa de errado, principalmente nesses lugares de pouco acesso.
E eu acredito que seja o fato dele ser um navio muito antigo e que presenciou muita coisa. Quando eu retornei, eh, eu respirei aliviada e com um pensamento de eu nunca mais faço um negócio desses e ela botou vários Kak. E assim, Li, foi um dinheiro muito bom, é muito mesmo, me ajudou demais e graças a ele hoje eu tenho meu negócio próprio.
Mas assim, foi horrível. Eu passei por vários países, eu conheci muita gente bacana, foi até muito divertido essa parte, mas a energia daquele cruzeiro era macabra demais. E bom, esse foi o meu relato.
Espero muito que você leia. Um grande beijo, ó. Um beijo.
Muito obrigada por ter enviado. E gente, assim, eu acho que eu não teria coragem de fazer cruzeiro. Eu tenho ai, eu tenho medo.
Nossa, eu tenho um pavor assim de imaginar estar no meio do oceano e, tipo, olhar para todos os lados e só ver água, sabe? Ai, não, não tenho nenhum pingo de vontade de fazer um negócio desse. Eu tenho pavor.
E eu não sabia, né? Tipo, esses tempo, há um tempo atrás, há uns meses, eu tava pesquisando e, tipo, é mais barato, né, você fazer cruzeiro do que você viajar por outros lugares, é, de avião, por exemplo. Então, Cruzeiro é bem mais é caro, eu sei que é caro, gente, mas é bem mais barato.
É, é uma forma mais barata de você conhecer outros países, porque passa por muitos lugares, né? Então, ai, pera aí que o meu gato tá pisando em cima do computador. Ai, pera aí.
Ô, meu filho, que fala pro pessoal que você tava querendo destruir o cenário e desligar o comput. Gente, ó a cara disso. Ai, é muito gostoso.
Vai lá, vai. Ele foi tentar passar aqui por cima e toda vez que ele faz isso, ele desliga, ele faz alguma coisa na tela desse computador que me deixa desesperada, porque depois eu ten que ficar vendo vídeo no YouTube pra tela voltar. Mas enfim, falando, eu tava, eu descobri que, tipo, eu não sabia que existiam viagens tão longas assim de cruzeiro, né?
E existe uma, gente, que eu achei muito interessante. Você fica, tipo, é praticamente um ano, né? É quase 12 meses ou passa de 12 meses um negócio assim dentro de um cruzeiro.
E tipo assim, é meio que você, eu não lembro muito bem a rota, mas cara, eu acho que você conhece praticamente quase todos os países. É um negócio assim, eu posso estar errada no que eu tô falando. Pode não ser todos os países, mas assim, são muitos, muitos, muitos.
Aí o preço, gente, é tipo assim, é, eu não achei tão caro, entendeu? É coisa de tipo, eu acho que é 190. 000.
um negócio assim. Eu sei, gente, que 190. 000 é muito dinheiro, tá?
Não tô dizendo que eu que não é muito dinheiro, mas é porque você fica um ano viajando e você conhece, tipo, muitos, muitos lugares, muitos países. É tipo assim, eu não sabia que existia esse tipo de viagem. Aí eu tava pesquisando, eu vi sobre isso e realmente as pessoas que trabalham ganham muito, mas eu pelo que eu vi eu acho que não, eu acho que não é a mesma e a mesma tripulação de de funcionários.
Eu acho que é assim que fala, né? Eh, ou é tripulação mesmo, não sei. Mas eu acho que não é a mesma que fica o ano todo.
Eu acho que é por período, entendeu? Eu acho que eh fica tantos meses aí depois troca, faz tipo um rodízio. Bom, pelo que eu vi, eu acho que é assim, mas eu achei muito interessante porque, cara, é literalmente você ficar um ano dentro de um navio.
Eu eu não sei se é o mesmo navio também, não sei se faz alguma troca, mas eu achei muito interessante. Faria jamais, gente. Não é só pela questão do dinheiro, é porque eu não teria coragem, não.
Eu também não tenho esse dinheiro não, tá gente? Mas é porque sei lá, eu acho muito, per, não é perigoso, mas aí eu tenho muito medo de barco dessas coisas. Mas eu achei muito interessante, então eu não sabia antes que as pessoas ficavam tipo tanto tempo assim igual essa da moça que se meses e aí tem esse de um ano.
Então é muito doido, né? É, pensa gente, uma viagem e eu acho que é pra pessoa fazer um negócio desse, ou ela assim tem que ser uma pessoa aposentada ou algo do tipo, ou ela trabalha de forma remota, né? Porque um ano, até esse de se meses, eu acho muito doido uma pessoa conseguir fazer, mas de qualquer forma, muito obrigada por ter enviado o relato, tá bom?
E agora a gente vai para o próximo. Deixa eu só coisar aqui porque o meu gato ele Ai, ai, bolinha, bolinha é o nome do gato, tá? Ele bagunçou tudo.
Pera aí, deixa eu achar o próximo aqui. É, eu quase pulei um relato aqui. Ainda bem que eu lembrei que eu tinha separado um com um nome parecido.
Pera aí. O cruzeiro foi o que eu acabei de ler. E aí, pera aí.
Ah, tá. É porque esse ele não tem um título. É por isso que eu quase não achei, porque esse a pessoa escreveu.
Eh, depois disso eu nunca mais entro e num navio. Olá, Leandra, pode me chamar de Rodrigo. Eu nunca fui fã de mar, muito menos de Cruzeiro, igual eu.
É só a ideia de estar cercado por água para todo lado, sem terra à vista, já me dava ali um aperto no peito. Mas eu aceitei ir nessa viagem porque era uma comemoração da família da minha namorada, era aniversário de casamento dos pais dela. E o cruzeiro seria ali um cruzeiro de 15 dias saindo de Santos e passando por alguns pontos da América do Sul.
Estava todo mundo empolgado, menos eu. Até que assim, os primeiros dias foram tranquilos, comida boa, festa, piscina, aquela vista infinita ali do oceano e eu ia tentando assim relaxar. Mas no sétimo dia aconteceu algo, algo que eu não consigo explicar até hoje.
Era fim de tarde, o sol estava começando a descer, céu alaranjado e eu estava sozinho no conv de trás, só olhando pro mar, tentando ali me convencer de que talvez aquilo tudo não fosse tão ruim assim. E foi quando eu vi. No começo eu pensei que fosse uma sombra, sabe?
uma ilusão ali da luz no oceano, mas não. Havia algo nadando ao lado do navio, algo enorme, do tamanho de um ônibus, ou talvez até maior. A superfície era escura, meio metálica e tinha um formato estranho.
Era meio oval, liso, sem detalhes visíveis. Eu não vi nadadeiras, nem calda, nem cabeça, sem nada que me fizesse pensar: "Ah, isso é um animal marinho". E ao mesmo tempo parecia que aquilo estava vivo, porque aquilo se movia, não em não em linha reta, mas em zigue-zague, como se estivesse acompanhando o navio, sei lá, testando alguma coisa.
E a cada curva, cada curva suave na água forma pequenas ondulações que batiam no casco. Eu fiquei congelado, tentei até chamar alguém, mas a garganta secou. Lembro que peguei o celular, mas a câmera não conseguia focar direito porque é muito alto, então, automaticamente é bem distante.
E a luz também estava baixa e o reflexo da água atrapalhava tudo. E então, sem aviso nenhum, aquela coisa mergulhou. Não fez barulho nem nada, só afundou e sumiu.
Eu fiquei ali por mais algumas horas olhando pro mesmo ponto, mas nunca mais apareceu, nem naquele dia e nem nos que vieram depois, porque sim, eu fiz questão de ir lá todos os dias para ver se aquilo aparecia de novo. Eu decidi não falar pra minha namorada e nem pra família dela. Eu só contei depois, quando já estava eh em terra firme.
E assim, eu não faço ideia do que era aquilo, mas sei que não era algo normal. E eu tenho certeza que o oceano guarda coisas que a gente não está preparado para entender. E desde então, quando ouço alguém animado lá falando de cruzeiro, eu só consigo pensar em uma coisa: Não contem com minha presença.
E aí ele botou vários kakak e o relato acaba por aqui, ó. Um beijo, tá? Muito obrigado por ter por ter enviado.
E gente, o que que será que era, né? Eu fiquei pensando que talvez é realmente poderia ser alguma coisa do Cruzeiro, mas eu acho, gente, que isso não existe, né? A única coisa que às vezes acompanha o Cruzeiro ali na lateral é o barquinho, é um barco, né?
Ou então tem um que realmente ele é bem estranho assim, bem diferente que eu já vi, que é o de transporte, que é o que leva as pessoas tipo pra pra, tipo, pra área da praia assim, né? Mas assim, não tem essa aparência, né? Porque é totalmente diferente.
Então assim, talvez poderia ser um submarino, né? Mas aí tem a questão de que tava meio que nadando em zigue-zague, mas ele não via nadadeiras. Ai gente, só Deus sa é muito doido isso, né?
a pessoa, ela já tem medo, aí vai, acontece um negócio dela, um negócio desse. Eu tenho certeza que quem tava dentro do cruzeiro, que não tem medo algum, não viu. E agora ele que tava ali já assim, quase relaxando, quase assim, ah, até que não tá tão ruim, vai ver um troço desse.
Ai, gente, mas eu teria medo também. Eu também não faria outro não. Eu não faria nem o primeiro, né?
quemará o segundo. Mas enfim, escrevam aí nos comentários o que que vocês acham que pode ter sido isso que ele viu. Será que era o quê?
Será que era algo sobrenatural? Será que, sei lá, era um tipo de submarino? Enfim.
Mas, ó, um beijo, muito obrigado por ter enviado o relato. E agora a gente vai pro próximo, que se chama Uma sereia me salvou. Oi, Li, pode me chamar de Renata.
E eu tinha 21 anos quando isso aconteceu e estava naquela fase onde você acha que precisa estar em todo lugar que parece importante. A festa era em um iate daqueles enormes, cheio de gente rica, bebida cara e sorrisos que pareciam amigáveis, mas não eram. E eu fui porque uma amiga me chamou.
uma dessas amizades que são mais sobre conveniência do que sobre carinho real. E por isso que eu coloquei o Amiga, entre aspas, porque de amiga ela não tinha nada. No começo parecia só mais uma festa exagerada, muita música, gente bêbada, poses para foto, brindes atrás de brinde.
Mas assim, lá pra metade da noite, o clima começou a mudar, a bebida começou parecer mais forte, os olhares mais pesados e os sorrisos um pouco mais maliciosos. E eu comecei a me sentir presa, como se estivesse num lugar onde onde tudo estava fora do meu controle. E tava me sentindo meio estranho.
Um grupo de caras começou a se aproximar de uma forma estranha. Um deles passou o braço no meu ombro e o outro fez um comentário que me gelou por dentro. Começou a insinuar coisas e forçar eh forçar brincadeiras.
E quando eu disse não, começaram a rir. E um deles falou algo como: "Relaxa, você vai gostar. A gente faz isso com quem precisa aprender".
E foi aí que eu entrei em pânico. Quando eu olhei na minha em minha volta, eu percebi que ninguém ali ia me ajudar, nem a minha amiga. Vi que estávamos no meio do mar, longe da costa, e que o barco seguia devagar.
Leandra, sem pensar duas vezes, eu empurrei um deles, corri até a borda e pulei. Sim, eu pulei. E enquanto a água me engolia, eu ouvia gargalhadas ecoando no escuro.
E uma voz gritou: "Ah, vai morrer afogado, idiota! " E outra respondeu rindo alto: "Ah, depois a gente ia jogar ela no mar mesmo. Ela mesma já fez o trabalho.
" Leandra, quando eu ouvi isso, eu arrepiei inteira. Talvez eu pudesse ter arrepiado porque a água tava muito gelada também, mas esses comentários e a forma como eu vi eles agindo, né, por eu ter pulado, eu achei aquilo muito estranho, muito estranho. E as luzes do barco foram ficando distantes.
Sim, eles me deixaram para trás e eu estava sozinha no breu no meio do oceano, sem direção. Eu comecei a nadar por pur por puro instinto, chorando e rezando, tentando entrar em pânico, mas a água era gelada e o corpo já começava a falhar. Foi então que ela apareceu.
Primeiro, eu achei que fosse um sonho ou uma alucinação da minha cabeça tentando me confortar antes do fim, mas não era. Ela saiu das profundezas como se o mar abrisse espaço para sua presença. tinha olhos enormes de um azul que parecia conter o próprio oceano.
A pele era suave, cintilante, mas não humana, e o cabelo flutuava como algas douradas. Eu tenho quase certeza que era uma sereia. Ela não falou, apenas me olhou e me tocou.
A mão dela era quente. Segurou a minha com firmeza e começou a me guiar. E eu não lutava, eu só deixava.
Era como se ela soubesse exatamente para onde me levar. Nadamos por longos minutos ou horas assim, eu não sei. Eu só sei que chegamos a uma ilha pequena, um pedaço de terra coberto de areia e algumas pedras.
Era um lugar bem pequenininho e ela me deixou ali sentada e eu estava exausta. e depois desapareceu no mar como se nunca tivesse existido. O sol começou a nascer pouco tempo depois, tingindo ali o céu de laranja.
E quando eu pensei que tudo aquilo podia ter sido um delírio ou que eu tivesse morrido e sei lá, aquilo ali era o céu ou o outro lado, um barco de pescadores apareceu no horizonte e eles me viram, se aproximaram e me puxaram para dentro e eu só conseguia chorar. Contei tudo? Claro que não.
Quem ia acreditar nisso, Leandra? Até hoje eu custo acreditar que isso aconteceu comigo, mas eu sei o que eu vi. Eu sei quem me salvou.
E aquela criatura não era uma invenção ou talvez, sabe, por conta de algo que eu bebi. Aquilo foi real, porque se não fosse, eu provavelmente teria morrido. Eu não conseguiria nadar até aquela ilha igual igual aí.
Eu não conseguiria nadar até aquela ilha. Eh, igual acho que ela quis dizer, eh, eu não conseguiria nadar até aquela ilha de forma igual, eh, com ela me guiando. Eu acho que é isso.
Enfim, foi como se o mar tivesse enviado sua guardiã para proteger alguém que não podia mais se proteger sozinha. Desde então eu respeito muito o oceano, é de uma forma diferente, porque ele pode engolir você, mas às vezes ele também pode te salvar. E depois disso, eu me afastei o máximo que pude dessa galera, pois eu fiquei com medo real deles.
Mas o bom é que até essa amiga nunca mais olhou pra minha cara e me excluiu das redes sociais dela. Acho que naquele dia e aquilo foi uma emboscada para mim. Não tinha ali o mesmo nível.
social, né, econômico deles. E eu devia ser vista como uma presa fácil. Por isso me levaram para lá.
E só Deus sabe o que iam fazer comigo se eu não tivesse pulado daquele barco. Esse foi o relato, Li. Espero muito que você leia e que acredite.
Eu nunca contei essa história assim na íntegra para muitas pessoas, porque eu sei que muitos não acreditam e eu também não queria que ninguém risse dessa história, porque eu respeito muito eh o ser que me salvou, por mais que eu não sei ao certo quem foi. Mas eu também não gosto que as pessoas riem dessa história. E é isso.
Um grande beijo, ó. Um beijo. Muito obrigada por ter enviado.
E você pode ter certeza que eu não vou rir. Muito pelo contrário. Eu super acredito, sim.
Até porque, por mais que às vezes, eh, eu sei que pode surgir uma pessoa ou outra, talvez uns comentários, ah, mas às vezes, né, ela foi parar naquela ilha, gente, mas não tinha como. Eu entendi o que ela quis dizer, tipo, porque, vamos supor, se ela pulou de um determinado lugar e ela foi parar nesse lugar que era tipo, devia ser tipo uma ilhota, sabe? E pouco tempo depois o sol começou a aparecer, ou seja, era um lugar distante da onde o barco tava.
Então, tipo assim, teve que percorrer um percurso grande para chegar nessa ilha. E ela tinha bebido, gente, sabe? Não deve ter afeição ali com o nadar, igual a a primeira moça do relato, né, do nosso primeiro relato.
É, às vezes a pessoa não aguenta, gente. Às vezes mesmo que treina, que faz uma academia, que corre, faz um cárdio aqui ou ali, nadar, gente, é muito pesado, tá? Não é qualquer um que que consegue, não.
Eu tô falando isso porque eu já nadei, eh, já teve um tempo aí atrás que eu tava fazendo todos os dias natação e olha, é difícil, tá? É uma coisa que assim você tem que ter muito fôlego. Então assim, até quem corre, por exemplo, até eu que já que já tava conseguindo correr eh bem, eu senti eu sinto dificuldade para nadar.
Então assim, não tem outra explicação a não ser uma coisa, um acontecimento sobrenatural, porque diante das circunstâncias não teria como ela ter parado nessa ilha, né? Até se talvez ela tivesse apagado, ela não ia ir flutuando, tipo, na água até chegar na ilha. Não tem como.
Então assim, com certeza foi alguma coisa. Agora o que foi essa coisa não dá para ter certeza, né? Mas pelo menos foi algo que quis bem dela e ainda bem que ela pulou porque senão provavelmente, né, você ia virar aí estatística.
Eu não tô assim debochando da situação, tá? Porque esse tipo de coisa é muito perigoso. Depois eles vão e falam que, sei lá, você tava bêbada e caiu no mar, caiu na água.
E a gente sabe como é a justiça para pessoas ricas, né? E com dinheiro e com poder. Então, melhor coisa mesmo que você fez foi ter pulado.
E é isso, gente. Esses foram os relatos de hoje, tá? Espero muito que vocês tenham gostado.
Eu quero agradecer a cada um e de vocês que enviou aí os relatos e também agradecer a cada um de vocês que ficou até o final desta coletânia. Ó, um grande beijo. Tchau, tchau.