o olá pessoal professor wilson cândido de volta com mais um vídeo da série tvh e estimulação cognitiva dessa vez conversando sobre a história do tdh uma condição diagnóstica que já existe há muito tempo e que algumas pessoas insistem em afirmar que seja modismo que seja invencionice para justificar comportamentos inadequados em 2012 o jornal of attention on the lord's publicou uma descoberta de um livro de 1775 ou seja a 245 anos atrás um livro de artes do médico alemão meu adam wicca.com capítulo que fala outro escreve o técnico deve ter atenção que ele chama de atention
volubilis e com características daí comportamentais que os enquadram no que chamamos critérios diagnósticos para o tdh então foi a primeira denominação do que chamamos de entre a atacar alguns trechos do livro do que em que se pode identificar o transtorno são esses essas pessoas sentem necessidade de se concentrar por mais tempo e com mais insistência que as outras qualquer incerto qualquer sombra qualquer som ou até mesmo uma lembrança é capaz de desviar essa pessoa de sua tarefa e essas pessoas só ouvir metade do que eles falam guarda na memória ou dão informações só da metade
do que ouviram e de uma forma pouco clara essas pessoas são inconstantes na execução do que fazem são descuidados e são imprudentes e são três desse livro segundo esse médico animal a causa desse comportamento desse comportamento seria a velocidade e o volume de informações que eram fornecidos a essas crianças e na nessa época o tratamento indicado seria o isolamento no escuro banhos frios um bando terapia bebidas quentes e ácidas abstinência do café e temperos cavalgadas exercícios físicos isso era indicação naquela época é a primeira descrições de quatro semelhança do tdh da tão aí do século
18 sendo a primeira descrição mais detalhada do início do século 20 com trabalho de stil em 1902 que escreveram sobre psicopatologias da infância dizer então ao longo toda essa história o th passou a ganhar diversas nomenclaturas com a mulher são cerebral mínima disfunção cerebral mínima chegando aos tempos mais modernos com uma denominação chamada transtorno hipercinético e agora desde o dsm 4 chamado de transtorno do déficit de atenção com hiperatividade que a gente entende hoje como essa condição diagnóstica do tipo desatento do tipo misto e do tipo combinado e se fizeram um percurso histórico uma linha
do tempo para essa condição diagnóstica vamos dizer que em 1798 se falava sobre impaciência inquietação e agitação mental era essa classificação para pvh em 1902 foi chamados de feito de conduta moral em 1934 desordem pré encefálica em 1940 lesão cerebral mínima 1950 disfunção cerebral mínima 1968 reação hipercinético na infância lá no dsm 2980 ainda não dsm2 tenda ea 83th um transtorno hipercinético no cid-10 em 8.987 do dsm-3 revisado tendem h mais uma vez se repete enquanto a condição diagnóstica em o fato tdh no dsm-4 em 2013 2014 continua tdh no dsm-5 quintal th nesse dessa
linha histórica e ele é sim uma condição diagnóstica real presente em todos os passos na independente de qualquer condição que esse espaço traga é genético ou ambiental multifatorial não entendemos aí que ela não é uma situação inventada é uma situação cada vez que cada vez mais recorrente que necessita do nosso entendimento parece condução e na busca de ferramentas que melhor auxilia em pessoas que estão tem desse quadro que considera considerado aí um quadro que pode trazer diversos prejuízos à vida funcional dos sujeitos não tratado de forma coerente e pontual a partir do seu processo de
identificação e fechamento diagnóstico bom então vamos fazer dentro da linha do tempo que 1980 dsm-5 dsm utiliza o tempo td hm87 na revisão do sbsm eles põem o ponto central do problema que é a dificuldade de concentração e de atenção vinculado e é um quadro de inquietação em 87 mais uma vez reforçando ele vem como um distúrbio que passa a ser chamado de transtorno do déficit de atenção e hiperatividade tanta dos atenção quanto a inquietação estavam frequentemente envolvidos nesse quatro anos mais tarde com a revisão do manual então o nome da do tdh permanece aí
enquanto tv hd até hoje dentro das nossas classificações permanece como tdh dentre os critérios diagnósticos que desde então se observa estão aí de novo mais uma vez a inquietação a impulsividade e o défice de atenção e sempre lembrando que é importante observar se isso acontece em mais de um ambiente o melhor em dois três ambientes se tem uma persistência de durabilidade duração e intensidade sintomas e se tem aí pelo menos seis sintomas do tipo desatento impossível é imperativo para se encaixar de fato nessa condição do diagnóstico então mais uma vez vai passando que é um
diagnóstico que já existe há muito tempo mas ela mais dois séculos até mas que só ganhou de fato essa nomenclatura tdh da década de 80 para cá porque se entendeu aí esse conjunto de sintomas que entrariam prejuízos nas diversas áreas funcionais e sujeito a várias sociais nas áreas escolares familiares profissionais em função da presença recorrente desses quadros sintomáticos bom então vamos dizer mais uma vez e reforçar que o tdh não é uma condição inventada é real lá não é falta de disciplina familiar não é culpa de pai ou mãe né é uma condição que está
presente independente de qualquer culpabilização independente de qualquer disciplina educação familiar ele vai chegar em todos os passos já está em todos os espaços e é necessário que cada profissional seja o professor em sala de aula desde creche pré-escola ou nos livros mais avançados da sua escolarização seja um profissional da terapia ocupacional da fonoaudiologia da psicologia que é muito importante nesse caso da psicomotricidade né da psicopedagogia da neuropsicopedagogia da da neurologia infantil usado neuropediatria e da psiquiatria infantil precisão cada vez mais compreender com e funciona para precocemente a facilidade dos encaminhamentos que aconteçam também se fechasse
diagnóstico precoce lembrando que é importante pelo menos a partir dos 45 anos para que a estimulação aconteça e as ferramentas de intervenção de ordem clínica institucional também aconteça teria gastar na história ele tem uma história e existe há séculos mas precisamente mais dois séculos em que dia já teve diversos nomes diversos entendimentos diversas formas inclusive de condutas de intervenção e que hoje entendemos em pvh são inteligentes podem se virar sozinho mas podem ter prejuízos na sua funcionalidade em função dessas três situações que a gente vem repetindo em todos os vídeos deve ter atenção impulsividade e
agitação que com a medicalização e as intervenções nos atendimentos clínicos e funcionais podem trazer aí grande e significativo funcionamento preste sujeito enquanto vida independente e vida autônoma chegando aí a a a trabalhar ea tornar-se né autônomo independente mesmo com tdh ainda presente e pelo menos cinquenta por cento de seus sintomas na vida adulta mas se não tratado teremos aí diversas problemáticas associadas portanto cada vez mais devemos entender que é uma condição real que preciso também da nossa real participação o movimento para que as coisas possam funcionar bem para cada um deles eu sou professor joão
cândido e esse é mais um vídeo da série te dh e estimulação cognitiva abraço