Senhoras e senhores bom Bom dia sejam todos bem-vindos ao seminário políticas industriais no Brasil e no mundo um evento realizado pela Confederação Nacional da Indústria CNI em parceria com o Ministério do Desenvolvimento indústria Comércio e Serviços mic e com o Banco Nacional de desenvolvimento econômico e social BNDS contando com o apoio institucional da agência Brasileira de desenvolvimento Industrial abdi Este é o MEO de uma série de seminários para promover o debate a respeito das principais tendências em política industrial no evento de hoje vamos discutir as políticas verdes e boas práticas de governança que estão sendo
adotadas nos diferentes países nos últimos anos a política Industrial Voltou ao centro do debate um estudo recente do fundo monetário internacional FMI mapeou mais de 2500 medidas em 75 Países somente no ano de 2023 Nesse contexto o Brasil retomou sua agenda de promoção da indústria com o anúncio da nova indústria Brasil do plano de transformação ecológica e do programa de aceleração do crescimento são iniciativas fundamentais para a retomada do crescimento e desenvolvimento econômico e social do país em bases mais inovadoras e sustentáveis esses temas serão obo das discussões na manhã de hoje antes de Chamarmos
nossos convidados gostaríamos de informar que ess seminário está sendo transmitido na página da CNI no YouTube e conta com o serviço de tradução simultânea aos que estão presentes aqui informamos que a fones para acompanhar a tradução simultânea que podem ser retirados na entrada do auditório dando início à nossa programação convidamos para compor a mesa de abertura o presidente da república em exercício e Ministro de Indria Comércio e Serviços Geraldo acompanhado do ministro de estado da Fazenda substituto Carnevale durigan do vice-presidente da Confederação Nacional da Indústria Leonardo de Castro e do diretor de planejamento e relações
institucionais do Banco Nacional de desenvolvimento econômico e social N h Barbosa [Aplausos] Filho para fazer a abertura do seminário convidamos o vice-presidente da CNI Leonardo de Castro Bom dia senhoras e senhores sejam bem-vindos ao nosso seminário políticas industriais no Brasil e no mundo quero primeiro lugar saudar e agradecer aqui a presença do nosso presidente da república em exercício e Ministro do desenvolvimento Indústria e Comércio e Serviço Geraldo al que tem liderado de forma brilhante essa agenda de reencontro do Brasil com uma indústria que vai nos dar cada vez mais orgulho e a quem eu peço
uma salva de [Aplausos] palmas saudar daril durigan Ministro da Fazenda em exercício saudar o Nelson Barbosa Filho diretor de planejamento e relações institucionais do BNDS que também tem se posicionado de forma muito ativa nesse encontro do Brasil com a Indústria e senhoras e senhores Hoje é um dia importante para nós muito importante Desde janeiro desse ano o Brasil Resolveu se reencontrar com a indústria me refiro a esse reencontro porque no passado o Brasil já fez da indústria o seu carro para o desenvolvimento e para a prosperidade dessa nação quando nós advogamos pela pela agenda Industrial
nós estamos na verdade Advogando senhor presidente por todos os brasileiros por todos os brasileiros a indústria ela tem um poder muito grande de irradiar prosperidade em todos os campos todas as atividades econômicas na pesquisa no Agro nos serviços né então um país desenvolvido sabe é um país sem dúvida que reconhece a sua indústria como uma vertente definitiva e Central né para o seu crescimento foram décadas sem uma política Industrial ativa o Brasil agora Volta a Ter uma estratégia estruturante paraen e fortalecimento do setor industrial com o plano nova indústria Brasil anib lançado em janeiro desse
ano pelo Governo Federal estamos convictos que a falta de uma política de estado que apoiasse e valorizasse a indústria brasileira contribuiu de forma decisiva para o baixo crescimento do Brasil nos últimos 40 anos os dados são contundentes para Ficar apenas nos últimos 10 anos de 2013 a 2023 o PIB brasileiro Apresentou um crescimento médio de apenas % ao ano no mesmo período a agropecuária cresceu 3.3% ao ano os serviços 08 ao ano e a indústria encolheu 1.8% ao ano cito esses dados para mostrar que é muito difícil eu diria praticamente impossível ter um Crescimento pujante
ter um desenvolvimento forte de país sem ter uma indústria ativa e liderando essa agenda no nosso país a NIB vem preencher essa lacuna com um projeto que parte das demandas atuais da sociedade brasileira e mobiliza a a indústria a buscar soluções para esses desafios por meio das seis missões que são já conhecidas por todos Senador Armando Monteiro Presidente emérito da CNI é quem Saúdo Aqui também Presidente Armando a indústria a NIB une o país une os trabalhadores une o setor produtivo une todos aqueles que querem ver um Brasil voltando a por longo período por ciclos
maiores a uma taxa maior do que 2,5 3% ao ano o seminário de hoje faz parte de uma agenda de debates que queremos pautar em conjunto com a mdic e o BNDS sobre a relevância de se ter uma política Industrial e de quão potente essa política de fato deve ser o mundo todo tem adotado polí industriais estudo da frente monetária internacional FMI mapeou do 2500 medidas de política industrial em 75 países sendo A grande maioria 70% desses das chamadas economias desenvolvidas desde desde 2019 para cá esses países anunciaram planos programas e estratégias que mobilizam mais
de 12 Trilhões de dólares o número impressiona 12 trilhões de dólares em investimentos e incentivos que dão prioridade à resolução dos Desafios que mais impactam cada nação o Brasil não pode ficar alheio e observando esse movimento Global além de aprofundarmos as práticas utilizadas pelos diferentes países no tema nesse seminário hoje nós também teremos dois painéis o primeiro painel tratará da experiência de política Industrial Verde pois essa é uma Vantagem competitiva relevante do Brasil além disso há uma das missões da NIB diretamente conectada ao tema a bioeconomia a descarbonização e a transição energética o país precisa
pensar em ser mais do que um produtor de energia verde não podemos olhar a energia Verde como mais uma commodity devemos trabalhar para usar as fontes renováveis como uma importante vantagem competitiva atualmente 83% da energia do país vem de fontes renováveis enquanto a média mundial é de apenas 2% por meio da biotecnologia e da descarbonização de processos produtivos será possível agregar mais valor a produção de setores como combustíveis minerais produtos químicos fertilizantes cosméticos farmacêuticos plástico celulose e papel cerâmica vidro aço ferro e alumínio dentre vários outros setores que t a energia como um Dos insumos
intensivos assim como no Agro Presidente alkem recentemente o senhor teve oportunidade junto com a abia de anunciar investimento de 120 bilhões de reais na indústria de alimentos né é o olhar nosso para indústria verde para paraa transição energética e energia verde né Nós precisamos industrializar o Agro e nós precisamos fazer da energia verde meio para que nós possamos agregar valor à produção industrial Brasileira além da crescente oferta de energia eólica solar e de outras fontes renováveis o Brasil tem projetos ambiciosos para produção de hidrogênio de Baixo Carbono o hidrogênio verde que na sexta-feira passada o
presidente Lula esteve lá em Fortaleza eh num importante evento tratando do marco regulatório do hidrogênio verde o Brasil é referência mundial em biocombustíveis particularmente em etanol e biodísel a experiência acumulada nessas áreas pode Ser transferida e adaptada para o desenvolvimento e produção de combustíveis de aviação sustentável e etanol de segunda geração eles surgem como alternativas promissoras e renováveis que podem posicionar o Brasil como um líder Global em bioenergia para avançar nesse sentido a NIB e o plano de transformação ecológica são centrais no apoio à indústria e à competitividade do país a implementação dessas políticas é
urgente para o Brasil Não perder a janela de oportunidade que está se abrindo diante da corrida Global pelo combate às mudanças climáticas e pela transição para economia de Baixo Carbono outro tema importante para o avanço da Neo industrialização e da é o da coordenação e governança esse eu acho que é Central nós estamos aqui discutindo uma agenda que não vai trazer resultados imediatos pro amanhã é uma agenda de país é uma agenda de nação né é uma agenda de longo Prazo e para uma agenda de longo prazo ficar de pé é muito importante uma governança
competente nós temos instrumentos bem alocados o cndi Conselho Nacional de desenvolvimento industrial que foi eh reconectado à agenda do país é o fórum perfeito para o debate e a evolução do tema O cndi reúne 19 Ministérios a agenda da indústria é assim é uma agenda transversal é uma agenda de país e precisa ter esse acompanhamento E essa percepção de valor por todos os Ministérios pelo executivo pelo legislativo pelo Judiciário e principalmente Armando pela sociedade então estabelecer uma governança ter transparência medir os resultados das políticas públicas mostrar que isso faz sentido e que isso é bom
para todos os brasileiros é isso que vai garantir a a sequência e o aumento cada vez maior da potência indri o plano saf que é que nós tanto Nos orgulhamos é uma agenda que vem sendo construída de F Agro há mais de 20 anos agora nós temos o p p que tem a mesma lógica n focado no Agro a Embrapa que também tanto nos orgulhamos é uma agenda de décadas assim temos Ai que precisamos fortalecê-la cada vez mais a conexão da pesquisa com a a realidade os desafios colocados pelas missões na NIB a pesquisa Universitária
é fundamental O Brasil precisa de Pragmatismo O Brasil precisa de ganhar velocidade NS seus avanços E isso se faz com boa governança com prestação de conta e com a coordenação da sociedade como um todo por isso o tema governança vai ser bastante eh debatido aqui hoje e no nosso olhar Central para que nós possamos entregar cada vez mais eh resultados Esses são os temas do nosso segundo painel governança transparência prestação de conta e antes de concluir menciono um Levantamento inédito feito pela CNI no início desse ano que revelou haver um amplo desconhecimento Olha que interessante
um amplo desconhecimento por parte das empresas empresários sobre a nova política Industrial brasileira e seus instrumentos de fomento E aí eu toco no último ponto que é a agenda da comunicação nós precisamos nos comunicar melhor nós precisamos traduzir a NIB pra sociedade nós precisamos Presidente Traduzir a agenda do custo Brasil pra sociedade o brasileiro precisa compreender que carrega hoje um um um custo adicional ou vou chamar de um custo morto de 1.7 trilhão deais que é o que foi dimensionado o custo do Brasil e que nos relativamente nos coloca em desvantagem com que com que
é produzido fora do país o Brasil carrega isso para se tornar mais competitivo então a agenda né de redução do custo do Brasil que não agrega valor nenhum paraa Sociedade tem que ser também uma agenda Central mas precisa ser compreendida pela sociedade né no cong nós temos lá frente parlamentar do Brasil competitivo né que faz o enfrentamento desse tema justamente né na busca de conseguirmos vencermos no âmbito da regulação vários desses pontos do custo Brasil então governança aproveitar a oportunidade da transição energética comunicação né esse tripé é fundamental para que a gente possa no Futuro
olhar para trás e ver dores de crescimento do PIB que mostram a força e como a indústria pode empurrar de fato o Brasil para um ciclo de crescimento maior né e mais estável o Brasil já perdeu muito tempo e desperdiçou muitas oportunidades as consequências de não se tornar de não se ter uma política Industrial estão todas aí Portanto o momento é de unir forças no governo no setor Empresarial e na academia para implementar uma política Industrial que promova efetivamente o crescimento econômico e o bem-estar da população não é exagero dizer que o país está diante
de uma oportunidade Histórica de transformar a indústria e a economia Nacional como Tem dito o presidente da CNI Ricardo alban precisamos fazer em 20 meses na indústria o que tivemos a competência de fazer em 20 anos no Agro Desejo a todos uma excelente manhã de trabalho e Muito [Música] Obrigado muito obrigado Leonardo por suas palavras ouviremos agora o diretor de planejamento e relações institucionais do BNDS Nelson Henrique Barbosa Filho Bom dia a todos quero cumprimentar o vice-presidente da República ministro da da Indústria e Comércio Geraldo secretário executivo do Ministério da Fazenda Dario duga Leonardo de
Castro vice-presidente da CNI Armando Monteiro coleg de ministério Presidente emérito da ci em nome de quem eu cumprimento todos os aqui presentes Agradeço o convite para est nesse importante evento parabeniza a senia por promover o debate das políticas industriais não só no Brasil mas no mundo porque frequentemente no Brasil como nós somos um país Continental e bem grande a gente olha muito para dentro e acho que algumas das questões que nós debatemos aqui são somente brasileiras o debate da política Industrial Ele voltou No mundo inteiro e voltou com força como Leonardo mencionou na verdade a
política Industrial nunca foi embora tem um texto famoso do FMI de alguns anos atrás que diz a política que nós não ousamos dizer o nome e se levantou quais eram as políticas industriais adotadas em várias partes do mundo política Industrial foi adotada com ver de política de segurança nacional vice-presidente com polí política de inovação e mais recentemente Com política de transição ecológica e política ambiental mas sempre existiu mais recentemente os últimos 20 anos Ascensão da China provocou uma revisão do pensamento e das estratégias políticas do acidente com uso maior e mais transparente mais aberto de
medidas de política Industrial com viés também ambiental e com uma preocupação de inclusão social vendo aqui meus ex-professores João Carlos Ferraz L razen clev Instituto de Economia da FJ que chamava-se Instituto de Economia industrial e aqui eu lembro do outro professor já se foi infelizmente David Cooper que nas suas aulas ele sempre dizia a indústria é um miolo da economia a indústria compra e vende pro Agro a indústria compra e vende pros serviços a indústria processa os insumos e para ter uma economia forte é precisa ter uma indústria forte uma indústria que se renova uma
indústria que inova a indústria em todos os lugar Do mundo é o setor que gera mais ganhos de produtividade não só para si mas para os outros setores é um mito achar que existe uma oposição entre Agro e Indústria e um país Continental como o Brasil Brasil pode fazer as duas coisas existem países que são fortes no Agro e são fortes em indústria e tecnologia Estados Unidos é um [Aplausos] exemplo discussão é muito importante pra gente desfazer esses mitos e nos colocar Pragmaticamente no debate que ocorre no mundo e ocorre também no Brasil o nosso
desafio é conciliar riqueza e recursos naturais com diversificação produtiva para gerar empregos de qualidade num país de 210 milhões de pessoas porque é disso que se trata gerar empregos de qualidade gerar uma Economia mais diversificada capaz de suportar choques internacionais sem gerar muita crise muita utilidade aqui dentro é possível fazer isso o Brasil já teve uma boa Experiência de industrialização meados do século passado e agora a gente tem que se adaptar a realidade desse século a economia está gerando empregos isso aqui eu quero parabenizar o Dari em nome do ministro adad pela condução da economia
o desemprego está caindo a inflação está sob controle e a economia deve registrar nesse ano um crescimento entre 2,5 e 3% quando no início do mandato daria as pessoas não achavam que o Brasil podia crescer mais de Dois Brasil cresceu quase 3% ano passado esse ano vai crescer entre 2,5 e 3 a produtividade tá subindo e a indústria Tá se recuperando e esse ano a gente deve registrar um aumento da taxa de investimento eu sei que o mundo está vivendo volatilidade is é da vida a bolsa de toque cai o 13% hoje subiu 10 hoje
mercado financeiro flutua é importante ter uma estrutura diversificada e uma política transparente com regras bem Claras que Ajudam o país a atravessar isso mas tendo sempre metas de longo prazo de desenvolvimento que o ministro tem liderado Para retomar a política Industrial a gente tem que avaliar nossas experiências passadas admitindo os erros mas também os sucessos nós economistas gostamos muito de falar dos erros né que é mais fácil mas a gente sabe tem vários sucessos de política Industrial brasileira tá aí a Petrobras O press tá aí o etanol tá a expansão da Agricultura com a embrap
a embra nossa Indústria Farmacêutica Então temos experiências de sucesso também e devemos aprender com elas nessa nova iniciativa liderada pelo Ministro Walk já se baseia em três focos principais um foco em inovação que política Industrial é renovação é inovação é transformação não é só consolidar setores que já existiam no Passado é gerar inovação para continuar na fronteira tecnológica o Catching up o alcance dos países mais desenvolvidos política Industrial bem-sucedida tem que ser compatível com a abertura da economia todas as potências industriais do mundo exportam e importam muitos produtos industriais não dá para só exportar não
dá para só importar é precisa aumentar o volume de comércio industrial exportando e importando produtos da mesma natureza isso Desenvolve o país e insere o Brasil competitivamente nas cadeias globais ou regionais de valor é preciso ter sustent ilidade ambiental e social é preciso que diante do desafio da mudança climática a política Industrial seja compatível com a redução de emissões com o aumento da eficiência energética preservação da biodiversidade e sobretudo com a geração de empregos de qualidade empregos dignos que promova a Sessão social da maior parte da população e o quarto princípio também muito importante é
preciso ter transparência e prestação de contas através da Transparência da prestação de contas que nós vamos poder identificar o que que tá dando certo O que que está dando errado e o que que precisa mudar como toda atividade de risco tem o risco tem o benefício Às vezes você acerta às vezes Você erra não só no Brasil em todas as experiências de política Industrial no mundo e para isso é importante ter um sistema com transparência e prestação de contas que o Brasil tem nós temos várias instituições para fazer isso E no caso do BDS recentemente
foi apontado pelo TCU com a instituição mais transparente da República BNDS que muitas vezes foi acusado de ser caixa preta na verdade é um aquário você pode ir na página do BNDS e consultar todas as operações do banco o que que tá sendo feito Quais são Os resultados estimados em termos de emprego renda arrecadação de tributos e nesse esforço para concluir o BNDS junto com a embrap e com a finet é um dos principais órgãos de execução da nova política Industrial do Brasil da nova indústria Brasil para reforçar esse nosso papel e aumentar a transparência
recentemente nós lançamos o painel da nova indústria Brasil está na internet atualizado todo mês em que a gente bota A evolução das diversas linhas que foram anunciadas Então vou concluir aqui apresentando alguns números quando a política foi lançada o vice-presidente era 300 bilhões de reais mapeados que a ideia como o Leonardo colocou era fazer um equivalente ao plano safra ver o que que o está no orçamento ou dos bancos públicos ou do Governo Federal de atividades relacionadas ao desenvolvimento industrial e coordenar isso porque Acontecia muito no passado de você ter por exemplo dois bancos financiando
a mesma programa com taxas diferentes aí gerava uma competição Às vezes a fnep tinha um programa de inovação com condições diferentes da do BNDS aí gerava aquela arbitragem que a gente chama em economia então o esforço foi fazer vamos fazer o que dá certo no plano safro fazer anualmente integrar ver qual é o orçamento como é que compatibiliza isso começou a ser feito Agora no terceiro Mandato do presidente Lula eess pi Dari não com recursos novos os recursos já estão programados R 300 bilhões deais em 4 anos um potencial obviamente isso pode subir se a
economia crescer mais e está crescendo mais e aí desses 300 bilhões cabe ao BNDS na estimativa Inicial 250 B em financiamentos e alguns outros apoios não reembolsáveis mas a maior parte em financiamento a maior parte com taxa de juros de mercado usando a tlp e uma Parte menor na linha de inovação TR usando uma algum incentivo financeiro pois bem em 1 ano e meio até junho desse ano dos 250 já alocados ao BNDS Nós contratamos R5 bilhões deais em 1 ano e meio R5 bilhões deais e 95,4 operações 90,3 bi nas linhas de aumento de
produtividade 18,1 bi paraa exportação 5,7 B paraa inovação e 1,2 B paraa indústria Verde temos que aumentar mais O desembolso paraa indústria Verde Então nós vamos cumprir e superar a meta esperada de 250 b e vamos fazer isso com responsabilidade financeira e fiscal porque a economia está crescendo está aumentando o lucro está aumentando a arrecadação de impostos do governo cuja uma parte vem pro BNDS eh para ser alocado no fat e estamos diversificando nossas fontes de captação para que a gente possa atender essa demanda maior de recursos para industrialização Estamos captando mais recursos lá fora
e a partir agora do segundo semestre com a aprovação da letra de crédito do desenvolvimento nós vamos emitir também no Brasil e vamos captar recursos aqui dentro em reais para financiar desenvolvimento e principalmente a produção industrial Muito [Aplausos] obrigado muito obrigado diretor Nelson por suas palavras pela sua participação convid agora o ministro de estado da Fazenda substituto dar Carnevale durigan Bom dia a todas e a todos em nome do ministro hadad venho aqui muita alegria hoje com muita honra participar desse primeiro seminário da indústria cumprimentar Presidente o meu amigo Nelson leard pel queria falar acho
que basicamente de três coisas aqui eh deixar a mensagem em nome do ministro hadad eu ouvi atentamente as falas que me antecederam e muita coisa me toca Profundamente e inspira o nosso trabalho no Ministério da Fazenda ouvi falar que o Brasil tem pressa a indústria tem pressa e a gente tem pressa também Ministério da Fazenda no que depender da gente a gente gostaria de ajustar as contas do país mais rapidamente do que a gente tá fazendo a gente gostaria de maiores estímulos à indústria mais amplos do que a gente tá fazendo mas a gente é
pragmático e eu ouvi isso também e a gente é a gente toma as decisões a Partir de números a partir de dados a partir de avaliação de políticas públicas com muita responsabilidade sem que a gente tenha que eh ter mais proximidade ou mais distanciamento seja de um setor ou de outro como verdadeiros Patriotas nós estamos pensando primeiro no país então estamos pensando primeiro no orçamento público primeiro no planejamento do país dos próximos anos com compromisso de que o país cresça e de que a indústria volte A crescer o que não aconteceu nos últimos anos e
a primeira coisa que eu preciso tratar é de política lá no ministério da fazenda por ordem orientação do ministro hadad do presidente alkem do presidente Lula não há Dogma seja jurídico seja econômico seja político a gente tem os nossos princípios a gente não abre mão dos nossos princípios mas o diálogo é sempre muito bem-vindo a gente tem insistido em Alguns diálogos até com alguma alguma certa teimosia em alguns temas mas porque a gente acredita que o país precisa est em primeiro lugar para que a gente tenha condições macroeconômicas para que todo mundo possa se desenvolver
como a gente tem visto então o que a gente tem em 1 ano e meio de governo em 1 ano e meio de gestão do ministro adade na fazenda são bons resultados na economia os resultados da economia tão de bom tamanho porque a gente gostaria Não não tão mas perto do que se esperava eu lembro das conversas antes de entrar de assumir a a função de secretário executivo do Ministério havia um ceticismo muito grande havia uma baixa expectativa seja para crescimento geração de emprego juros balança comercial e nós fomos surpreendendo Não da forma como esperava
como Gostaríamos mas fomos surpreendendo end e a gente precisa seguir dando tração à economia Da forma como a gente vem fazendo então a a política num primeiro momento ela é fundamental então a gente tá abertos a discutir eu tenho dito isso nos fóruns da CNI com as lideranças do congresso nacional não há Dogma a alguns princípios basilares a gente fez um esforço maior para dar estabilidade pras contas públicas do Brasil os últimos 10 anos antes do Presidente alk e do presidente Lula assumirem o Brasil fez déficit primário e o país não viu Sucesso seja na
política seja na economia seja na estabilização das relações sociais o que a gente viu foram 10 anos vamos dizer perdidos pro país a gente precisa mudar isso e não fazer o que foi feito no passado e fazer o novo por isso a nova política Industrial por isso a transformação ecológica e por isso uma nova relação política que tem que ser feita com generosidade a gente não aposta na polarização a gente aposta na formação De consensos no Congresso a gente tá disposto a ceder dos da ideia Inicial Concebida na Fazenda sem nenhum problema sem nenhum problema
em 2023 A Fazenda aprovou inúmeros projetos no Congresso Nacional Um deles e ouvi isso aqui do ex-ministro Nelson Barbosa muitas vezes a gente não chama do nome de política Industrial mas a reforma tributária ela Sem dúvida nenhuma vai trazer um uma uma uma oxigenação de racionalidade e de simplicidade e de estabilização de Expectativa que vai ser muito positiva pra indústria isso foi feito no primeiro ano de governo em meio a um caos de organização do do estado da administração pública e a gente segue entregando com muito diálogo com todos os projetos aprovados em 2023 A
Fazenda abriu mão de uma série de pontos negociou reviu posições e a gente não tem problema nenhum com isso desde que mantidas as nossas premissas elementares segundo lugar é importante Falar de Economia não tem como fugir desse tema E aí abordo o momento atual que a gente tá vivendo momento de muita muita volatilidade muita incerteza no mundo a gente viu a gangorra esses dias no o Estados Unidos passou no fim do ano passado a gente aguardava que os Estados Unidos diminuísse a taxa básica de juros da economia no primeiro semestre agora de 24 durante o
primeiro semestre de 24 enquanto a gente aguardava a redução de Juros americano a gente se deparou com a constatação de que talvez ele não caísse nem no primeiro semestre nem no segundo semestre não viesse esse ano que causou uma repressif de ativo no mundo todo fazendo com que o nosso câmbio por exemplo se desvalorize eh por um por esse primeiro elemento e nos últimos 5 10 dias o que a gente tem visto é uma alegação do contrário que talvez Hoje os Estados Unidos entrando em recessão e que os juros talvez tenha demorado para Cair então
de fato o cenário externo ele é muito desafiador e o que a gente faz é conduzir a leitura desse cenário externo Protegendo o Brasil Protegendo o Brasil e como se protege o Brasil a gente tem que fazer as transições seja a transição democrática com responsabilidade como foi feito de 22 para 23 fazer a transição da autoridade monetária também com com responsabilidade sem arroubo político somos a favor da autonomia do Banco Central porque a autonomia do Banco Central garante que não haja oposição política no banco central que haja diálogo técnico que haja entendimento isso é muito
importante nesse momento nesse momento do país então do ponto de vista da economia nós temos que proteger o Brasil proteger o fiscal do Brasil A Fazenda não abre mão de ter o equilíbrio das contas públicas gostaríamos de ter feito antes não foi possível vamos fazer esse ano vamos fazer no ano seguinte mas não Abrir mal isso vai dar tranquilidade pro país manter uma taxa de juros mais baixa gerar emprego gerar estabilidade aumentar o fluxo da balança comercial a gente acredita profundamente nisso e vamos seguir nessa toada recentemente a gente teve algumas reuniões com o presidente
em que a gente tirou cinco encaminhamentos importantes primeiro foi manter o arcabouo fiscal até 2026 custe o que custar como o ministro hadad disse a imprensa na sequência da reunião a Pedido do presidente Lula então arcabo fiscal ele traz uma série de novidades ele traz piso de investimento ele traz uma regra anticíclica ele traz um teto de despesa ele traz um mínimo de crescimento da despesa por ano e o arcabouço fiscal vai ser mantido E para isso algumas medidas precisam ser tomadas e a gente começou a anunciar primeiro uma revisão inicial do gasto público da
ordem de 25 bilhões que agora quando a gente for anunciar o projeto de Lei orçamentária no dia 31 de agosto 30 de agosto que é uma sexta-feira nós vamos explicitar o detalhamento disso com o Ministério do planejamento foi feito um contingenciamento e um bloqueio agora no orçamento que afeta grande medida os Ministérios mas foi feito porque é importante fazer de novo a gente sabe dos cuidados das dificuldades que isso tem mas é importante que as medidas sejam adotadas com coragem ainda que isso cause alguma repercussão mais Negativa a gente segue estudando as medidas para equilibrar
o gasto público e manter a previsibilidade da da despesa dentro do arcabo fiscal a autonomia do Banco Central tá mantida vamos fazer a transição mais tranquila dentro do da da autoridade do Banco Central com as novas diretorias para que a gente passe por esse processo também sem sem maiores precificações indevidas no mercado e e acho que como como Palavra Final Minha é importante falar do que a gente quer de país porque isso tudo estabilidade política valorização da Democracia generosidade formação de consensos cuidado com a economia isso não não basta isso é importante pro país se
sustentar enquanto país sério que tenha credibilidade internacional que possa emitir título soberano no exterior título sustentável né os nossos Green bonds começamos a emitir o ano passado emitimos uma segunda Leva esse ano Conseguindo captar como se fôssemos país de de grau de investimento o que hoje infelizmente não somos então a gente precisa dar o passo que é o passo de projeto de país que é o passo de desenvolvimento e por isso a a a nova política industrial liderada pelo presidente alken pelo Ministro hadad por isso o plano de transformação ecológica que tem justamente o que
o que o Leonardo disse o objetivo de não olhar o Brasil como mero eh produtor e Exportador de commodity a gente quer adensar a nossa cadeia produtiva a gente quer repensar Se se isso não foi feito até agora por que não aproveitar essa oportunidade repensar a integração da Universidade com as empresas porque não melhorar o ambiente de negócio acreditando que é o mercado quem tem que liderar todos esses processos seja o industrial seja o da transformação ecológica porque não D os incentivos corretos porque não fazer a reforma Tributária por não aprovar os projetos de lei
que dê estabilidade fiscal pro país Ministro adad muitas vezes me diz não tá difícil de organizar o país Veja a reforma tributária pare algo impossível tá concretizando ada vamos concluir a reforma tributária esse ano Veja a estabilização fiscal a gente negociou O que foi possível vamos avançar nós estamos zerando o déficit do país isso permite que o juros caia permita que as empresas tenham Estabilidade e isso permite que a gente avance na política Industrial avance na transformação ecológica nos seus vários eixos né nos ciclos da política Industrial nos eixos da transformação ecológica a gente acredita
muito num projeto de desenvolvimento do país que seja lastreado com responsabilidade política e responsabilidade Econômica tudo que for possível ser feito na maior velocidade que seja possível dentro dos nossos limites a gente vai fazer e a Indústria tá em primeiro lugar a gente fez eu até disse numa reunião com a CNI recentemente coisas que a gente tem feito a gente tem revisado gastos tributários que pecam porque não atendem critérios de avaliação de política pública não não atendem critérios de Transparência nós estamos revendo com coragem porque é vida mas estamos feito mais pra indústria acabamos de
aprovar a lei do hidrogênio verde com uma uma série de incentivos a essa Cadeia fizemos a LCD junto com o mic junto com BNDS fizemos o mover fizemos a depreciação acelerada podia ser maior podia ser maior a gente gostaria que fosse maior mas é o que cobe e a gente quer ampliar vamos ampliar vamos vamos aumentar Vamos trabalhar para que a gente aumente as Políticas de incentivo que a gente aumente os programas revisando sempre para que a gente não não mantenha nenhum Dogma como a gente tem que fazer em outros casos que a Gente debatendo
no Congresso Nacional e assim que a gente procura avançar responsabilidade política abertura pro diálogo responsabilidade econômica e apostar no que é correto e apostar na indústria a gente tem certeza que é o correto a ser feito pro país obrigado [Aplausos] [Música] para o seu pronunciamento convidamos o presidente da república em exercício e Ministro de estado do desenvolvimento Indústria Comércio e Serviços Geraldo [Aplausos] alim bom dia bom dia a todas e a todos quero cumprimentar o nosso anfitrião vice-presidente da CNI o Leonardo de Castro Ministro da Fazenda em exercício Dario durig Barbosa Filho sempre Ministro dirigente
do BNDS Rafael dob secretário da da Fazenda o cumprimentar o olace Moreira secretário do mic elsio liva freda Mascarenha secretário da frente Parlamentar do Senado Ministro Senador Armando Monteiro Neto Conselheiro emérito da CNI Rafael Luque da CNI Jeferson Gomes Gustavo Leal Professor João Carlos Ferraz Fernanda degre do ipia associações aqui presentes José Veloso Dias Cardoso presidente da abac Reginaldo Braga arcuri presidente da Farma Brasil José Ricardo roris Coelho presidente da abiplast Renato Correa presidente do ceque amigas e amigos primeiro cumprimentar Leonardo a CNI Pela é extremamente importante sobre política Industrial não só no Brasil mas
no mundo todo não tem Desenvolvimento Social econômico ganho de renda sair de renda média ir para renda mais alta salários de melhor valor se não tiver indústria a indústria agrega valor e ela tá na ponta da tecnológica interessante um um pequeno exemplo todo órgão nobre do corpo humano tem uma membrana envolvendo o cérebro Meninge pulmão pleura coração perico entre o cora e a maior artéria do corpo humano que é a artéria ahorta existe uma válvula chamada válvula aórtica ela liga o ventrículo esquerdo a artéria óta essa válvula com a idade ou por outros fatores ela
pode endurecer e ela causa um estreitamento chamado estenose aórtica E aí nós precisamos Substituir a válvula aórtica Quanto custa 1 kg de carne de porco mais ou menos entre 16 16 e R 20 vamos arredondar 1 kg de carne de porco custa R 18 a tecnologia a indústria pega o pericárdio do porquinho pericárdio do porco e com isso faz a válvula aórtica a válvula é desse tamanhinho não tem ouro não tem diamante só tem o pericárdio do porco uma válvula órtico R 70.000 uma para colocar é mais que isso Mas uma válvula custa R 70.000
então tecnologia eu tive há pouco lá numa indústria que foi ampliada ampliada porque com a mudança demográfica população mais idosa aumentam os problemas de válvulas cardíacas mas 1 kg custa R 18 uma válvula R 70.000 como é que a gente pode fazer para agregar valor no Brasil fortalecer a indústria pagar salário mais alto e Poder desenvolver Esse é o grande desafio e quero cumprimentar aqui Leonardo a CNI sociedade civil organizada faz diferença faz diferença então é importante ter sociedade civil organizada e diálogo debate quem ouve mais erra menos então o presidente Lula lançou a nive
a NIB a nova indústria Brasil com as seis Missões aqui relatadas e com quatro pilares transversais em todas essas missões a Primeira a Inovação como é que a gente estimula inovação eu diria que a questão do crédito paraa inovação tá bem caminhada que é o único caso que tem TR então é TR é praticamente juro Real zero TR ainda tem 21 bilhões não reembolsável e três instituições extremamente sérias BNDS fep e inbrap pra gente estimular a pesquisa desenvolvimento e inovação depois o registro de patentes o INPI tava levando quase 8 anos para registro de patentes
a nossa meta é 2 Anos que é o padrão internacional então digitalização recursos humanos pra gente reduzir esse prazo de patentes no país depois Verde sustentável uma indústria Verde sustentável O Mover são créditos financeiros chegarão em 5 anos a quase 18 bilhões de reais para estimular a descarbonização eficiência energética Brasil tem compromisso com a descarbonização e o combate à mudança do clima aqui foi citado o hidrogênio de Baixo Carbono presidente Lula sancionou A semana passada no Ceará a lei do hidrogênio de Baixo Carbono presidente Lula o presidente biden e o primeiro-ministro mod da Índia criaram
uma aliança Global pelos biocombustíveis então Brasil índia Estados Unidos liderando os biocombustíveis nós vamos ter que trocar o querosene do avião pelo saf quem é que pode produzir nós temos óleo vegetal temos etanol então podemos liderar esse trabalho o fato de hoje ser mais caro amanhã vai ficar mais barato Veja energia solar e energia eólica quando começou poucos acreditavam que pudesse ser viável economicamente hoje o Mew h de energia solar e eólica é R 140 as grandes hidroelétricas R 250 as pequenas hidroelétricas quase 300 as termoelétricas 350 a nuclear 550 eó solar 140 então nós
temos uma avenida aí para poder liderar esse trabalho e o mais importante que é desmatamento combater o desmatamento is É 40% das emissões do Brasil um hectare de Mata derrubado e queimada Nós lançamos 300 toneladas de carbono na atmosfera então Total compromisso desmatamento ilegal zero zero e uma indústria exportadora comércio exterior como bem disse o ministro Nelson Barbosa é exportar e importar e aí o portal único Ministro Armando Monteiro completar o trabalho do Portal Único licença flex ao invés de ter uma licença por operação Você tem Uma licença para exportar 4 anos uma licença para
importar x anos ou valor mas desburocratizar exportação de frango para Reino Unido e União Europeia era papel e 166 de taxa por guia hoje tudo digital sai na hora não paga mais nada nada nada desburocratizar nós temos uma cultura cartorial nós precisamos estar 24 horas simplificando reduzindo o custo desburocratizando então Comércio Exterior de um lado excesso de produção no mundo às vezes empurra para cá com dumping então defesa comercial recomposição tarifária de outro lado ex tarifário imposto de importação s zero para aquilo que a gente não produz máquinas equipamentos ganhar eficiência competitividade então um esfor
Abrir Mercado Abrir Mercado acabou de entrar no mercul a Bolívia Então já fomos pro quinto fizemos acordo Mercosul Singapura Estamos confiantes no acordo Mercosul União Europeia nós precisamos avançar na questão de novos mercados exporta importa estimula a economia ganha a sociedade e uma indústria competitiva então nós precisamos melhorar a produtividade reduzir custo custo de insumos então fizemos o rake a indústria química a biplast sabe reclama da dificuldade de competir com os asiáticos Quais são os insumos nafta tolueno benzeno propano etano imposto para baixo então reduzimos a carga tributária sobre Os insumos o Reik regime especial
da indústria química presidente Lula assinou a Lei a semana passada do LCD existe LCA para agricultura letra de crédito agrícola lci pro setor imobiliário não tinha paraa indústria e o lcd o BNDS é o grande eh Líder desse trabalho eh não é dinheiro do governo é mercado é mercado então é uma mudança importante você não é tão dependente de tesouro é mercado título é lançado mas ele pode Tornar o crédito um talvez até um pouco mais de 1% mais barato porque ele zera imposto de renda de pessoa física e ele reduz imposto de renda de
pessoa jurídica de dois de 25 para 15% depreciação acelerada né substituir máquinas melhorar produtividade ganhar eficiência reduzir custos depreciam uma máquina em 15 anos vamos depreciar em 2 anos claro que o o valor não é tão alto quanto nós gostaríamos mas o Rigor fiscal é Necessário mas deveremos est nos próximos dias já regulamentando fazendo a portaria da deess ação acelerada para estimular a renovação de máquinas equipamentos enfim pra gente poder avançar e a reforma tributária né Ela é eh básica essencial nós temos sempre tem um tripé importante né imposto juros e câmbio então imposto alto
e caro para pagar além de ser alto a reforma tributária simplifica que ela reduz cinco impostos Sobre consumo num Iva Dual E ela traz eficiência Econômica ela tira cumulatividade então ela desonera totalmente investimento e desonera totalmente exportação quanto menos exceção melhor então melhor vai ser o resultado em benefício da sociedade e fico extremamente feliz com o depoimento do Ministro Fernando Haddad do ministro Dario durigan e o compromisso do presidente Lula com o arcabouço fiscal em 2020 nós no Brasil tivemos quase 10% de Déficit primário eu não pago a dívida 6,5 trilhões pago nada nada e
gasto a mais do que arrecado quase 10% do PIB dizer foi covid covid teve no mundo inteiro teve também no México o déficit primário do México em 2020 foi 0% o nosso foi quase 10% a carga tributária este ano eh tá menor do que em 2022 era 33% baixou para 32 vírgula qualquer Coisa é altíssima ainda Estados Unidos é 26 A China é a Índia 19 é altíssima mas não tem como fazer mágica Mas ela já começou a cair e a reforma tributária ela vai fazer a diferença os estudos do ipia mostram que em 15
anos é só ela por ela pode fazer o PIB crescer 12% o investimento crescer 14% e as exportações crescerem 17% então política Industrial é emprego renda Desenvolvimento Social econômico e O mundo mudou pós crise de 2008 pós crise da covid que a gente observa no mundo inteiro É um enorme protecionismo e as nações mais ricas são as que mais distorcem o comércio internacional então nós temos que ter de um lado fazer defesa comercial quando tá na cara que tá vendo um problema e de outro lado trabalhar permanentemente para reduzirmos custos e termos melhor competitividade Parabéns
CNI Obrigado Presidente pela sua participação agradecemos a presença das autoridades e damos por encerrada essa sessão de abertura Solicito a todas e todos que aguardem em seus lugares a saída das autoridades Para darmos início à primeira palestra da programação nessa agenda aqui obrigado p como presidente seguimos a nossa programação com a palestra sobre o novo contexto Geopolítico para a política Industrial a tripla oportunidade para a América Latina participa conosco de forma online A professora honorária do institute for innovation and Public purpose e da Science Police research Unity Carlota perz A professora é responsável pela teoria
das mudanças de paradigma e autora do livro revoluções tecnológicas e capital financeiro a dinâmica das bolhas e da Idade de Ouro [Aplausos] Parabéns por essa iniciativa maravilhosa muito obrigado por ter me convidado e por ter poder participar e muito obrigado também a internet por fazer isso possível e eu vou falar com vocês sobre como eu vejo a novo contexto geopolítico para indústria política e temos agora uma oportunidade tripla para América Latina em particular e eu poderia simplesment dizer que o Brasil está muito incluído dentro dessa segundo Milagre brasileiro e eu gostaria de dizer um pouquinho
mais sobre ISO eu vou dizer que qualquer tentativa de desenvolvimento tem que começar dentro doto teic e opol estão ah são uma um objetivo que se move e são definidos pela a forma que a Revolução tecnológica difundida e também pelos os rearranjos sucessivos da economia e a minha investigação mostrou que nenhum país na história saltou tanto para o desenvolvimento liderança sem Uma promoção Clara e inteligente feita pelo Estado e as saltos para a liderança Mundial como os Estados Unidos e a Alemanha nos 80 nos 70 durante a primeira globalização e depois Japão na segunda parte
depois da primeira da Grande Guerra e depois a China na segunda globalização entre 1980 e até 2000 que realmente aconteceu né eo sobre os saltos para desenvolvimento na primeira globalização Quando os Estados Unidos e a Alemanha Fizeram essa esse salto praticamente todos os países europeus tinham instrumentos protecionistas e o Japão também Bom na verdade Japão era um caso específico que na verdade eles fizeram uma Revolução Industrial muito interna que foi a primeira globalização quando esse salto foi possível e recentemente nós tivemos Taiwan Hong Kong e Singapura que estão Utilizando essa oportunidade de 1950 até os
90 e eu vou falar sobre o que são essas oportunidades triplas mas algo importante a dizer é que nenhum dos países conseguiu isso sem um setor privado dinâmico e a fórmula foi a seguinte que tínhamos que ter estado mais direcionalidade e inovação mas educação e mercado com uma ação a conjunta do setor privado e público no espaço Global Mas uma coisa importante também é Que temos oportunidades menores também aproveitar elas também a gente tem a substituição de importação que começou nos anos 50 quando as indústrias do Norte estavam se maturando e Esse aumento especialmente mercado
eles não tinham mais negócio eles não tinham mais mercado e que que eles pensaram a América Latina usou isso de forma bem sucedida praticamente todos os países da América Latina avançaram por causa disso eu vou começar Então essa discussão entendendo o legado da substituição é importante pra gente entender isso e depois eu vou explicar a doto geopolítico e um caso particular da América Latina com os recursos naturais e vou falar também como a gente pode pegar a vantagem da internet de forma particular porque não é só da globalização mas é também da localização a Internet
faz com que a gente poss fazer projetos em qualquer parte do mundo é bem diferente e também vou falar do e da instituição de pú privada então a assembleia na da América Latina é um um jogo que é bom para todo mundo e com o norte a gente também tem um um jogo aqui que todo mundo ganha mas primeiro vamos falar disso e como a gente tirar vantagem disso então no continente a gente fez políticas Apropriadas para proteger a proteção destinada ao mercado nacional a gente importa partes E e depois a gente gostaria de deixar
na assembleia e exportação era proibida dos contratos o objetivo era expander Expandir os mercados e não dividi-los então a gente faz isso nos nossos próprios países e os as tentativas no mercado comum sem muito sucesso e a Inovação também nos contratos você não poderia Mudar o produto você não poderia mandar e o processo também então isso é por isso que a gente fez instituições diferentes e tecnologias e sem essa ponte então o Brasil foi uma exceção Ness sentido com Embrapa que foi uma grande inovação mas a básica eles eles estavam presos nesse mercado interno o
mercado nacional e o fato é que a gente Realmente tirou vantagem dessas oportunidades até 1980 América Latina tinha muitoo de produtividade olha aqui entre 1950 e 80 a nossa produtividade Aumentou e a América Latina só foi mais baixo que o Japão e a América ocidental então a gente tá lá em cima onde a gente tá agora a gente tá ali no final a nossa produtividade tá em décimos então cada oportunidade tem Diferentes e diferentes possibilidades para o futuro então o que que a gente vê nessa em particular nesse cenário particular na substituição muitas pessoas tentam
negar mas a gente fez Progresso a gente fez 6% com a produtividade de aumento de 4% e a classe média significamente e mais classe foi foi criada a gente tem um uma camada de de negócios que ganhou também Experiência mas isso protegendo a gente de sucesso é nos preveniu de ter avanços das próximas oportunidades que é a globalização comp competitiva Nós já estamos competindo no mercado local então tendo feito isso ah é tirar a vantagem de novas oportunidades de regl e essa experiência mostra que a gente pode fazer isso se a gente tiver o design
do Projeto Então vamos olhar para oportunidades triplas é importante para entender o que isso é para olhar o que a a tripla oportunidade era antes dessa desses asian tigers Então a gente tem as políticas de 80 280 e 90 eles usaram o mesmo modelo de de produção de massa e agora as companhias gostariam eh de explotar e pro exterior usando Eh os seus o seu trabalho local e mandar pros e países Bem desenvolvidos então Eh exportar essa maturidade de produção de massa segunda oportunidade é o aspecto de oportunidade da revolução de informação e esse modelo
de produção então rapidamente talvez você não possa acreditar nisso mas qu mais nova revolução é mais fácil de tirar a vantagem dela e entrar no mercado Se você esperar um pouco você perde porque todas as outras pessoas vão ter aprendido então entrar cedo é o Segredo quando você tem uma tecnologia e você pode aprender nas universidades generalmente e a outra parte dessa oportunidade é o contexto mundial em prover suporte financeiro os mercados Coreia exportou para várias várias quantidades e eles foram beneficiados pelo por esse fator tem Norte Coreia do Norte Taiwan você tem China em
cima de Singapura Hong Kong os quatro tigres eles estavam bem no meio da Guerra Fria Nesse contexto era muito favorável para eles a gente estava longe a mais importante também é reconhecer a natureza da oportunidade o estado teve um um papel muito forte na indústrias e dando Fundos E promovendo essas indústrias exportadoras e garantir que você Ten o comércio doméstico e eh jeitos de exportar por um tempo e só se eles garantindo e um ter da exportação da da produção deles era Muito forte essa essa intervenção e bem dinâmico esse esse mercado privado agora a
a Latino América tem acesso uma tripla oportunidade também de forma diferente a gente tem acesso à tecnologias digitais mas basicamente a gente tá fazendo muito com Essas tecnologias digitais e o que a gente faz com isso a gente tem a transição verde que em si é uma oportunidade e aob por razões Geopolíticas a confrontação da China e do oeste e a gente quer regaliz mas também a gente vai falar disso por um momento então a gente precisa Reconhecer ess essa tripla oportunidade e tem outras instituições que podem tirar vantagem dessa propriedade oão mudar Inexoravelmente os
efeitos visíveis da aquecimento global a indústria tá muito preocupada Né de seguro as tensões geopolíticas a insegurança de de provedores então uma nos eventos relativos e no custo da produção transporte e Distribuição de de bens e praticamente não tem custo mas a mudança que tá acontecendo tangível é muito importante pra gente porque é onde a gente tem produzido até agora e tá acontecendo no contexto de tensões que Continuam a crescer na China então podemos esperar mudanças nas políticas do governo e nas estratégias de Negócios em quase todas as companhias do mundo então isso leva a
especialização da geografia e da da produção física e em redes locais e regionais O que que a gente vai trazer o que que a gente vai atrair a gente vai o não pode trazer o consumo de produção de bens que Não tem sido tão barato quanto quanto agora e a China tá amadurecendo nesse sentido e eles precisam mover na cadeia Eles estão só movendo agora e um pouco dessa produção né em ordem chegar em escala tecnologia e infraestrutura a a China e o o que estão avançando eles precisam de mercados que estão crescendo onde que
eles vão achar no sul Porque eles estão competindo por esses mercados que estão avançando e eles já estão tentando eh Alcançar esses mercados eh como painéis Solares é um exemplo disso então para conseguir parceiros e de relações de importação e a globalização desenvolvimento Global tem só uma solução para todos os países e é aí que a gente tá agora a oportunidade tripla tem todo esse espectro eh e a reg globalização abre possibilidades e conseguir recursos naturais e processando esses recursos naturais e quantos ict abram e serviços E inovação em todos os setores e ao mesmo
tempo a internet faz com que seja possível a industrializar cada canto do território a gente não precisa ter todo mundo vindo das cidades para conseguir empregos a gente pode criar empregos em todos os lugares agora a gente nunca teve tanta oportunidade uma oportunidade tão Ampla o desafio é enorme mas o sucesso é possível realmente acredito que não só o Brasil pode ter um segundo milagre mas que pode Eh ainda bater a Índia nisso você pode e o o desenvolvimento Global está no no norte e no sul e a gente tem feito isso bem E os
dois em termos de mercado dinâmico e reduzindo as migrações desesperadas o tsunami de migração que tem acontecido é essa transição verde que não foi feita todos os trópicos vão querer vir pro norte o que que eles vão fazer eles T que mudar as coisas agora e ajudar o sul para desenvolver paraa transição Verde Acontecer então vamos falar um pouco desse dessa dessa vantagem que a América Latina tem as demandas da transição Verde estão mudando em eh no processo e junto com os recursos naturais e a latinoamérica também tem eh recursos abundantes de energia renovável e
a Latino América a América Latina também tem Experiência prévia com a produção de recursos naturais e as a experiência em processar e as indústrias e antes disso também então a gente tem muita experiência nas eh nas agrárias alumínio etc químicos então tem essa condição e essa esse valor de cadeia a gente pode produzir a a pegada de carbono a gente já falou a gente pode reduzir a pegada de carbono como a gente falou Antes então para extração a gente tem a energias mas também usamos icts para otimização e rastreamento e de serviços técnicos tem toda
esse amplitude de possibilidades a gente tá falando de eh empresas intensivas não só de extração mas de toda a indústria nacional se transformar uma infraestrutura técnica e que tem essa esse expertise em biotecnologia a gente tem toda essa amplitude de processos processando do material com a condição De uma redução significante da pegada de carbono e todas esses processos Eles são muito intensivos energeticamente então é muito importante pro mundo esses processos devam ser feitos nos lugares onde temos energias renováveis e isso também faz com que seja possível as nossas alianças com produtores externos pra gente atraí-los
e mostrá-los eh eh a vantag de vir então a gente pode fazer o nosso Também depois de aprender com eles então a Inteligência artificial e materiais especiais para divisão a maioria dos usuários tem que fazer esse essa padronização não pode ser tão dif são diferentes em quantidades menores Mas normalmente fazemos isso para eles mas agora a gente pode produzir também e finalmente no transporte que é muito importante a gente tem a redução drástica do material que pode ser Transportado o que você realmente tem agora cada vez que o Chile manda sete sete navios pra China
ou Singapura seis deles é sujeira um deles é bronze porque nesse processo você tem todas as coisas que não não é o que você tá realmente procurando Então a gente tem menos navios indo e a gente tá esse processo do do usuário final é um processo que pronto a ser feito produzido Agora então de novo a gente tem essa essa redução do da pegada de carbono poderia ser enorme então isso significa que os custos e as vantagens poderiam mudar em favor do Sul e as consequências da mudança climática deixaria os países para ter condições impor
condições eu eu acho que vocês vão discutir isso No resto do seminário em e Europa já tá fazendo isso a união europeia tá fazendo Isso então você vê que os produtos de carbono e importação não os nossos seriam renováveis para que eles possam ser bem-vindos então estratégias sistemáticas podem dar essa essa essa rede toda e de de recursos Então a gente tem a produção sustentável e tudo ali tá aberto pra gente poder fazer e claro a gente gostaria que ter a Infraestrutura técnica eu como eu falei antes você tem serviços de alta tecnologia que poderíamos
produzir e de forma na engenharia universidades e companhias e institutos que façam isso E claro o equipamento e em alguns casos já tem sido feito na agropecuária com o nosso próprio equipamento e com a interação de todos os membros dessa rede de uma forma pública privada inovações com políticas Próprias orientadas para esse fim Como você sabe é sobre essa essa aprendizado do público privado que realmente leva a o que todo mundo precisa fazer então vamos falar da a de aproveitar a a internet como eu falei antes a globalização e a localização qual é a o
que a gente entende sobre a internet essencialmente o que que isso significa o fato de que cada pedaço do território do planeta tá interconectado E pode fazer essa troca e você tem própr a internet e os as suas fontes e também em cada pedaço de território isso quer dizer que também tem a possibilidade de localização e a oportunidade está aberta para tornar todo o projeto agricultural num uma política de desenvolvimento territorial de tal forma que tenhamos Também várias outras atividades que estejam relacionadas com esse projeto outras que sejam Independentes mas que possam criar novos ambientes
urbanos e cada ao redor de cada um desses projetos e obviamente também temos a possibilidade de poder fortalecer as capacidades de e o poder de criação de políticas também nos governos estatais e municipais então Pens no Brasil como uma federação que que tenha vários hubs de criação de Políticas industriais em qual nas quais em cada estado também tem uma preparação de a pequenos hubs de criação de políticas industriais e tem que ser algo feito consensualmente E que esteja em todos os locais não somente no governo central e então possível agora de conseguir dois objetivos complementares
que no primeiro lugar seria um posicionamento global de crescimento econômico sustentável e também outro Um um emprego completo de bem-estar para todo mundo e sabemos que nem todo mundo a busca oferecer um bom emprego mas nós podemos ter o ambos podemos oferecer bons trabalhos e também uma um desenvolvimento urbano e sustentável também que seja topd e uma estratégia tamb Então como que seria essa esse modelo Dual nós geralmente falamos sobre dualidade quando falamos da economia informal e formal mas aqui estamos Falando sobre algo que é proposital e é modelo com processos convergentes de inovação e
crescimento então nós temos dois setores crescendo e avançando e que estão constantemente sendo modernizados no qual teremos tecnologias sustentáveis e competitivas para os mercados globais e por outro lado nós teremos também uma economia local interconectada que seja especializado também em cada território E também com um desento diferenciado para cada país baseado na vocação produtiva local que foi identificada promovida pelo mercado doméstico e que seja também apoiada por um acesso completo à internet e qual o objetivo o objetivo do setores de crescimento Avan seria justamente o crescimento geração de comércio internacional e o objetivo Também é
de melhorar a qualidade de vida das pessoas sobretudo nas comunidades rurais e urbanas e o que estado fará seria fazer uma promoção ativa e vai ser também um facilitador de consenso e iniciativas locais em qual vai diferenciar políticas capital humano financiamento e infraestrutura técnica e física que possa conectar tudo isso e quais são as vantagens do modelo Dual em Primeiro lugar é importante saber que as indústrias não estão de processamento não são grandes empregadores se nós olhos para o mundo nós podemos ver que a América Latina pode ser o campeão indri processuais com grandes Grand
Ades e nós precisamos esse modelo Dual sobretudo usando os recursos naturais do territórios usando todo o território e por exemplo Como podemos melhorar também o padrão de vida reduzir também o fluxo par cidades e também tem uma superpopulação nas favelas e também redução da economia informal e também outra coisa que podemos fazer resgatar as culturas locais e os valores comunitários assim como também incentivar o emprendedorismo e melhorar também o Esse chamado para o trabalho remoto porque cada vez que nós fazemos esses desenvolvimentos o trabalho remoto pode também estar Associado a isso sempre que nós estejamos
incentivando EA ser algo mais ao redor do país e a internet ela faz possível com que nós possamos superar a isolação geográfica e também reduzir a divisão entre o urbano e Rural mas aproveitar disso requer não somente um acaboa institucional jurídico mas também requer um esforço e apoio que seja Educacional institucional também porque nós precisamos de muita educação para os Setores competitivos para que realmente eles possam melhorar seja no mercado doméstico mas também no mercado exportador porque eles podem fazer obviamente também porque muitas coisas domésticas podem ser exportadas também e dado que tem muitas pessoas
que hoje em dia vendem coisas que podem ser vendidas em outros países também estamos no mundo de variedade estamos vindo num mundo de produção em massa no quos encr com produtos muito nichados e Finalmente temos que repensar radicalmente OAB institucional entre a setor público e privado e seja no caso de fazer uma estratégia temos que ver que a promoção seja crucial Não podemos continuar com o antigo modelo noos a Ciência Tecnologia comoes is eles estejam isoladas elas tem que coordenar as outras não podemos estar competindo uma com a outra Obviamente as instituições maiores eles vão
fazer isso mas tem que estar em conexão e hoje em dia qualquer estratégia de desenvolvimento local Regional tem que ser uma estratégia de tecnologia não podemos ter estratégias que não sejam tecnológicas porque assim é o mundo hoje em dia e opação entre os ministros e também com o setor privado é essencial e um arcabo institucional Dual para uma estratégia Dual integrada é o Que nós precisamos e para os setores competitivos globalmente falando nós precisamos de um arcabo institucional complementário com pessoas capacitadas e nós fazemos isso para poder justamente evitar a corrupção chamar as pessoas para
poder estar dentro doses independentemente de que seja privado público nós podemos os fazer o mesmo e nós precisamos ter pessoas que sejam treinadas dentro do setor público E isso vai oferecer um apoio político que vai dar um consenso político e negociar com os governos e vai fazer também com que haja um desenvolvimento centavo e também busca de investimento e também que ajude as outras instituições que estejam relacionadas e isso é algo que nós vemos em todos os países que estão se desenvolvendo e o Estados Unidos tem feito isso constantemente e não está fazendo o rnd
mas está Fazendo o investimento e apoiar os aspectos de outras companhias também e também criando políticas estáveis que sejam fiscais e também que possam dar uma estabilidade e todo o país e se nós não temos um consenso E cada vez que nós mudamos de governo isso faz com que cada vez que tenhamos uma mudança de governo no estado nós temos uma catástrofe porque não podemos ter Consenso entre especialistas e menos aind entre os governos então é difícil de poder avançar com algo e nós temos que entender que para a essa direção na qual nós vamos
e nós temos que ter um Framework seja adicional e sobretudo criado para isso ah que possa oferecer um apoio a que possa oferecer empreendedorismo e também apoio financeiro e tecnológico também e de Inovação e que possa também ah ver diferentes trocas entre os setores e sobretudo porque algumas vezes nós temos alguns a representantes que eles TM esse tipo de produto no mercado não sabem onde eles estão então não conseguem fazer esse tipo de transações e por isso temos que oferecer esse tipo de apoio e às vezes temos até que fazer alguns apoios que sejam de
alta tecnologia As duas formas de instituições têm que ter competências distintas em diferentes tipos de pessoal com diferentes a forma de colaboração para que possa fortalecer as regiões e os locais de maneira política e econômica e nós temos que realmente ver que para que possamos conseguir o desenvolvimento pessoal as localidades tem que ter apoio político com competências e também tem que ser EC então aí podemos perguntar que que é mais importante o mercado ou o estado nós temos que trabalhar com ambos temos que reconhecer as oportunidades temos que criar políticas apropriadas para as instituições para
promover o apoio também dos capacidades técnicas e também para os C isso é que Alemanha e Estados Unidos fez isso é muito importante e nunca aconteceu de outra Forma e temos que ter consenso em projetos maiores e a ideia da missão também é muito importante e isso é importante porque é uma forma de conseguir com que todos possam estar juntos para um objetivo e não somente o que nós vamos produzir o que vamos ter como resultado para políticas industriais e isso é o que nós temos que fazer para conseguir a Recursos Humanos de em diferentes
níveis para poder criar parcerias e nós temos Que estar muito abertos a criar networking redes também nacionais internacionais globais nós temos que entender que essa é a nova forma de organização para a maior eficiência e obviamente oferecer investimento adequado uma direcionalidade adequada e e uma sinergia também que seja Dual e dentro de uma colaboração Isso é uma experiência internacional de sucesso e esse é o caminho para sucesso e Obviamente nós não temos que ter o estado somente ou o mercado somente temos que ter ambos por último Esses são tempos para inovações institucionais e para criação
de a visões compartilhadas e nos desde os 50 até os 70 foi tivemos o tempo da época do estado protecionista e a partir dos 80 tivemos o estado not tonista e os mercados Livres não tivemos muito sucesso com isso e nos anos 2020 nós tivemos o estado promotor que é ativo Inovador e Que está oferecendo um apoio e quando é necessário e também até mesmo uma proteção e enquanto as tensões da China com o ocidente estão crescendo Nós entramos numa nova era E a regl balização muda os interesses e também os países que estão desenvolvendo
vão começam a ir para o sul e justamente isso faz com que nós tenhamos um potencial inovativo para vários fatores e vários jogadores e aqui nós podemos ser os líderes para todo o mundo e para A América Latina muito [Aplausos] obrigadoa sua participação nesse seminário passaremos agora ao painel sobre experiências de política Industrial Verde convidamos para compor a mesa o secretário de desenvolvimento industrial inovação comércio e serviços do Ministério do Desenvolvimento indústria Comércio e Serviços wace Moreira Lima o secretário executivo adjunto do Ministrio da Fazenda Rafael Dub o professor da universidade federal do Rio de
Janeiro João Carlos [Aplausos] Ferraz a diretora de energia e descarbonização da Vale Ludmila [Aplausos] nascimento e a diretora de de estudos setoriais do Instituto de Pesquisa Econômica e aplicada ipia e moderadora deste painel Fernanda [Aplausos] Denegri Fernanda a palavra está com você Agora sim Bom dia a todos eh eu queria primeiro antes de mais nada agradecer a CNI pela oportunidade de est aqui nesse debate e parabenizar pela iniciativa desse debate tão importante eh sobre política industrial e especialmente aqui nesse painel que a gente que a gente tá que é sobre política Industrial Verde eh a
gente tá cada vez mais convencido que as mudanças climáticas são o principal Desafio eh da humanidade nos dos nossos tempos eh mas a gente tem visto aumento da frequência de de eventos extremos tais como aconteceram no Rio Grande do Sul eh que causam prejuízos enormes paraa produção pras pessoas vidas de saúde e esse é um desafio para o qual a gente precisa de soluções Integradas e complexas é um problema complexo para o qual não existem soluções simples eh o mundo todo tá desenvolvendo políticas Industriais e políticas voltadas especificamente paraa melhoria da da da para aumento
da sustentabilidade paraa transição Verde Então a gente tem visto no mundo todo uma série de políticas para descarbonização para redução de emissões e a gente tem cada vez mais certeza que isso vai ser fundamental pra nossa existência no futuro próximo paraa Nossa continuidade das do crescimento econômico paraa continuidade do processo ou para o aumento do processo de redução De desigualdades não vai haver crescimento econômico e redução das desigualdades se nós não conseguimos mudar o nosso paradigma de produção e paradigma técnico de produção e para isso é fundamental políticas públicas e políticas industriais para pensar eh
todos esses desafios tem um relatório recente da da Agência Nacional de Energia que fala que nós não vamos alcançar os as metas eh eh do do acordo de Paris se nós não tivermos um forte Investimento em pesquisa e desenvolvimento porque boa parte das tecnologias que vão ser necessárias pra gente eh reduzir emissões e alcançar descarbonização elas ainda estão em desenvolvimento ou ainda tão em fase final de desenvolvimento ou mesmo em fase inicial de desenvolvimento que você precisa para isso soluções é investimentos fortes em pesquisa mas não basta só isso a gente precisa de investimentos fortes
em pesquisa em Tecnologia na produção e a gente precisa de políticas Integradas políticas que consigam juntar eh subsídios subvenções políticas de crédito tributárias com regulação com uma série de ações que todas apontem na mesma direção na direção das Missões que a gente se pretende alcançar e vou aproveitar o gancho com a apresentação da professora Carlota o Brasil tem uma grande oportunidade eu acho eh como já teve muitas outras eh e que é fundamental que A gente consiga estabelecer algum tipo de conserta para conseguir eh eh eh aproveitar essa oportunidade que é justamente a oportunidade da
transição Verde a gente tem uma matriz energética limpa a gente pode se convertendo um país que seja um exportador de energia limpa seja nos seus produtos seja na forma de hidrogênio Verde seja em diversas maneiras Então a gente tem uma uma grande janela de oportunidade paraa Qual a gente precisa ser capaz de Conseguir essa concertação e conseguir deixar claro Quais são nossos objetivos e com quais políticas nós vamos fazer isso então dito isso eu vou começar o painel passando a palavra pro secretário wace justamente com com essa pergunta secretário eh a gente parabeniza o o
ministério da indústria pela iniciativa da nova indústria Brasil onde se colocaram várias missões e tal eh e mas assim a a fazer a fazer essa política pública e fazer a política Industrial a gente sabe que não é eh uma tarefa fácil eh como é que tá sendo pensado o detalhamento da dessa política o estabelecimento de missões de objetivos eh mais específicos dentro daquele daquele grande guarda-chuva de missões eh que foi pensado eh eh eh no início como é que isso tá sendo desenhado como é que essas metas esses objetivos mais específicos estão sendo pensados eh
e estão sendo detalhados já tem alguma novidade em relação a Isso só uma coisa eu esqueci de falar antes de passar a palavra pro pro olace nós temos 1:5 minutos eh acho que é só apertar então a princípio seriam perguntas rápidas para uma coisa de 6 minutos de resposta para cada um tá eh eu sei que é difícil mas a gente vai tentar eu vou ficar enchendo o saco de vocês vou pegar o microfone da Fernanda porque é obrigado Fernanda pela pela benevolência e primeiro Quero Agradecer o convite da CNI parabenizar pelo evento aqui no
Em Nome do Nosso vice-presidente da CNI Leonardo quero saudar o nosso eterno Ministro Armando né quero saudar aqui a mesa Ludmila meu parceiro e amigo Rafael dob de governo de várias lutas dentro do governo né o professor João Ferraz uma referência para todos aqueles que estudam em economia né e a Fernanda uma pesquisadora de ponta também grande referência em nome dela ela da Fernando Saúdo todas as mulheres presentes aqui no evento que tem um número representativo isso é muito importante nesse debate bom veja só a a a a pauta de transição energética ela é transversal
dentro da nova indústria Brasil né ela tem uma missão específica que é a missão cinco de transição energética mas quando a gente aborda todas as missões cadeas agroindustriais que é a missão um quando a gente aborda o complexo econômico industrial da Saúde Na missão dois quando a gente fala de infraestrutura saneamento e mobilidade na missão três quando a gente fala de transição de transformação digital né quando a gente fala da base industrial de defesa na missão seis todas elas né dialogam com a necessidade de transição energética portanto na Essência a nova indústria Brasil tem como
grande elemento de política Industrial né a exploração dessa vantagem competitiva que o Brasil tem que é a transição ética E aí tem um ponto que é importante e o dub tá aqui que a NIB Ela não é uma política isolada ela é uma política que tá articulada com o novo pac e com a transformação ecológica Então as missões a política Industrial ela dialoga com esses dois grandes programas do governo que estão ali vinculadas a cada missão específica Por exemplo quando a gente fala da missão três a gente tá dialogando vários elementos e instrumentos de implementação
de Política pública do PAC quando a gente fala da transformação ecológica a gente tá dialogando ali com a missão dois com a missão três com todas as missões ela é mais Ampla e dialoga muito com a política Industrial então é é um conjunto ou três grandes projetos do governo do presidente Lula liderada pelo vice-presidente e Ministro Geraldo alkem né A transformação ecológica pelo Ministro Fernando hadad o PAC pelo ministro da casa civil Rui Costa e que Elas estão dialogando primeiro passo agora depois do anúncio dia 22 de janeiro da nova política Industrial é um aprimoramento
dessa política Industrial né eu não vou poder dizer aqui o que que foi feito porque quem vai dizer isso é o presidente Lula e o vice-presidente na apresentação da nova fase da NIB mas posso dar algumas ideias do que a gente vem fazendo trabalhando a primeira questão é aprimorar o a a ideia das metas que foram estabelecidas Esse foi Um primeiro passo que nós fizemos né e e quando bater meu tempo você me fala porque embora secretário ainda tem ali na origem a questão do professor então Eh então o primeiro ponto foi esse aprimorar as
metas o segundo foi entender o que cada missão ou em e o que que nós podemos desenvolver em cada missão E aí eu eu eu agradeço já fiz isso várias vezes agradeço aqui publicamente ao Leonardo em nome do Leonardo a equipe do do da Sani o luquez Né o Fabrício a Samanta que foram muito importantes nesse processo de trabalho de diálogo a todas as entidades do setor produtivo né aqui horrorist aqui eu vi que tinha o mais alguns outros não vou citar o nome de todos senão vou vou ser injusto mas a gente passou por
um processo de aprimoramento de compreender o que cada missão está dizendo a Carlota Perez é uma das maiores especialistas em inovação eu eu a eu a vejo como uma chiana Né e enquanto a jupiterian tem um elemento que Ela traz eu tava conversando com Ferrais ali na apresentação dela uma das coisas que mais me atrai na obra da da da Carlota perz é a perspectiva de janelas de oportunidades a cada Revolução Industrial a cada transformação Industrial essas janelas de oportunidades e aí o um professor com quem eu trabalhei na Coreia do Sul canly ele fala
assim olha você consegue Otimizar essas janelas de oportunidade dentro das revoluções industriais desde que você tenha né aquilo que a gente chama de National capability ou local ability capacidades construídas ou seja compreender as cadeias produtivas desenvolvidas e todo o ecossistema formado em torno dela de institutos de pesquisas de inovação universidades empresas nacionais e estrangeiras e a articulação entre o setor público e privado que possibilita a gente avançar No adensamento dessa cadeia produtiva para torná-las mais complexas tecnologicamente e ao mesmo tempo num próximo passo e a compreensão desse processo é o que nós estamos fazendo na
NIB dialogando com todos os Ministérios e com o BNDS né que compõe o cndi e com o próprio setor privado Então esse processo ele tem sido feito E aí uma leitura muito clara tratando especificamente da questão da transição Energética uma das grandes janelas de oportunidade isso eu não me canso de falar é a transição energética né quando você pega por exemplo a questão do investimento em energia hoje ele gira no mercado de investimento 770 bilhões existe perspectiva que ele chega a 3 trilhões até 2030 de volume de investimento China Índia e Brasil concentram mais ou
menos 7 3/4 desses investimentos mas basicamente a China e Índia o Brasil tem uma matriz energética Matriz elétrica todo mundo gosta de falar de transição e é muito bom e precisamos falar entretanto eu não posso dialogar transição por transição se eu dialogar transição por transição a gente faz fazer do Brasil uma neocolonização né que é produzir hidrogênio de Baixo Carbono por exemplo exportar hidrogênio na forma de amônio e não agregar nada de valor então a gente vai est na transição Vai est na foto como uma Periferia sem desenvolver aquilo que o calec que o Marx
o chump o Furtado sempre defenderam que é o desenvolvimento do departamento um bem de Capital se nós não desenvolvermos essas estruturas produtivas e ficar dependendo de máquinas e equipamentos de toda a cadeia produtiva vai ser um processo de Neo industrialização dependente bonitinha na foto em que você reduziu o nível de emissão de CO2 mas destruindo Com cadeia produtiva e deixando a janela de oportunidade passar portanto essa nova fase da nova indústria Brasil nos dar a possibilidade de entender essas cadeias produtivas dialogar com os instrumentos construídos para que implemente para adensar a cadeia produtiva e o
diálogo com o setor privado vai ser fundamental porque veja né o setor privado é é estratégico paraa execução desses projetos não é o setor público que faz o setor público dialoga Ele constrói o cenário para que o setor privado Execute esses investimentos Gere emprego Gere renda então ess a próxima fase foram vários E aí o o o Dario né o vice-presidente aqui que lidera essa pauta repito ele é o líder dessa pauta na frente do governo do presidente Lula fizeram várias medidas o ano passado o novo padis o Brasil mais produtivo numa parceria extremamente estratégica
Senai sebrai eh embrap fep BNDS abdi né o regime especial para indústria química a Depreciação acelerada tudo isso são instrumentos que estão sendo construídos consolidados para dinamizar o investimento produtivo mas repito ou Nós pensamos como desenvolver essas cadeias produtivas e adenas ou vamos nos desenvolver e crescer e fazer aquilo que a gente fazia nos anos 80 é um crescimento a industrialização restringida que vai se rebater na balança comercial aumentando a importação de máquinas e equipamentos e Exportando commodities não é isso que a Neo industrialização quer não é isso que a nova indústria Brasil quer o
Brasil Quer usar o Brasil Quer avançar e é por isso que o presidente Lula e o vice-presidente ministro Geraldo alkem lançaram a nova indústria Brasil obrigada wace obrigada pela rapidez na resposta aí a gente vai cumprir o tempo desse jeito eh então Deixa eu aproveitar o gancho Vou fazer uma pergunta aqui pro pro Rafael eh que é justamente tanto olace quanto o o o ministro alm várias pessoas aqui já mencionaram A o plano de de eh eh eh transformação ecológica do que tá sendo liderado pelo Ministério da Fazenda eu queria que você falasse um pouco
mais sobre as ações concretas que estão sendo pensadas e que estão sendo executadas no no plano de transformação ecológica e qual que é eh o Alace Já falou um pouco disso mas qual que é a a Como é que tá a integração com as ações previstas na nova indústria Brasil perfeito Bom dia Fernanda Bom dia a todos os colegas aqui da mesa Bom dia Queria a plateia queria agradecer a CNI pelo convite parabenizar por organizar esse evento e colocar na pauta do país de maneira aberta e transparente um debate sobre política Industrial que a gente
precisa efetivamente fazer como já foi discutido aqui antes o mundo inteiro vem fazendo e o que o Brasil vem Colocando nessa área com nova indústria Brasil inteiramente integrado com o que a gente vem chamando de plano de transformação ecológica é parte desse esforço de reorientação do modelo de desenvolvimento do Brasil e eu gosto sempre de mencionar que para além das frentes tradicionais de atuação do Ministério da Fazenda do equilíbrio macroeconômico sustentabilidade da dívida pública de melhoria do ambiente de negócios reforma tributária etc há Uma frente nova que o Ministro Fernando Haddad tem trazido que é
justamente o plano de transformação ecológica como ele próprio gosta de ressaltar garantir estabilidade macroeconômica garantir a melhoria do ambiente de negócios são medidas fundamentais são pressupostos pro desenvolvimento mas não são propriamente desenvolvimento pra gente ter efetivamente um novo modelo de desenvolvimento a gente precisa reorientar os estímulos existentes na Economia pra gente passar para um padrão que não seja meramente extrativo sem agregação de valor para que não seja um padrão destruidor do meu ambiente e para que não seja o padrão histórico nosso também concentrador de renda e São esses os três grandes objetivos do plano de
transformação ecológica a gente justamente reorientar o nosso modelo histórico de desenvolvimento pra gente ter um modelo com maior agregação de valor como o Alex falou agora a pouco Pra gente ter uma relação nova com o meio ambiente Fernanda iniciou aqui a fala eh ressaltando a dimensão do desafio climático que o planeta e o país naturalmente enfrentam e a gente lidar também com o nosso histórico de desigualdades obscenas que é uma das Chagas do aís que a gente também precisa superar então esses três grandes objetivos estão organizados em torno de vários eh de seis eixos com
inúmeras medidas que já várias já tão em Implementação com articulação entre vários ministérios não é uma ação só do Ministério da Fazenda pelo contrário é uma ação do governo federal pra gente viabilizar os incentivos adequados para esse novo modelo de desenvolvimento e entre essas medidas eu vou destacar algumas delas aqui eh a primeira que eu mencionaria é a ação de um mercado regulado de carbono no Brasil que é uma medida que tem um impacto muito grande eh pra economia brasileira e a gente Construiu esse texto do mercado regulado de carbono com a parceria muito forte
com a própria CNI pra gente ter um texto que viabilize essa reorientação do modelo para um modelo de Baixo Carbono e ao mesmo tempo um modelo que promova desenvolvimento tecnológico dessas tecnologias necessárias para essa nova economia aqui no Brasil não pra gente ser comprador de tecnologias desenvolvid vi lá fora mas pro Brasil ser um desenvolvedor e eventualmente exportador Dessas soluções tecnológicas então isso tá no projeto de lei que já foi aprovado no senado já foi aprovado na Câmara tá pendente mais uma votação no senado que deve ocorrer eh em breve eh outra medida importante é
emissão de títulos soberanos sustentáveis o governo brasileiro Como daril já mencionou aqui na mais cedo fez no ano passado a primeira emissão de títulos soberanos sustentáveis levantou 2 Bilhões de Dólares algo como R bilhões de reais e Nesse ano no em maio desse ano fez uma segunda emissão de mais de 2 Bilhões de Dólares Então isso é importante em primeiro lugar pela mensagem que traz ao mundo de engajamento do país na pauta é importante porque a gente consegue captar uma taxa de juros um pouco mais barata do que a emissão de títulos tradicionais e abre
as portas ao criar uma curva de juros de referência para que também as empresas brasileiras façam emissões Corporativas sustentáveis então conseguindo também captar a uma taxa mais barata para investimentos relacionados à transformação ecológica Além disso o volume captado o mesmo volume de recurso captado eh por essas emissões ão algo como 2 Bilhões de Dólares por ano em torno de R bilhões de reais estão sendo alocados no fundo clima que é um fundo já pré-existente historicamente ele desembolsa algo como 0,2 bilhão de reais por ano 200 milhões Reais e ele agora vai passar a desembolsar algo
como 10 bilhões de reais tem um aumento de 50 vezes no fundo clima que é gerido pelo BNDS e tem um papel Central justamente em alocar esse recurso a uma taxa mais competitiva sem subsídio do poder público mas uma taxa mais competitiva porque é o fund mais barato que a gente consegue ter que é o fund soberano do país num título sustentável então a menor taxa possível pra gente viabil Investimentos nessa área com a taxa mais competitiva então outra ferramenta nova a essa se soma A TR para inovação que o vice-presidente almen já mencionou aqui
também a ferramenta importantíssima para que para atividades de inovação a gente também tenha taxas mais competitivas o que é absolutamente justificável tanto paraa inovação quanto paraa sustentabilidade a gente ter taxas mais baratas pelas externalidades positivas que isso traz pro conjunto da economia e Eu acrescentaria aqui para não me alongar muito porque são inúmeras as medidas que a gente vem trabalhando no plano mas Duas Medidas adicionais uma a O redesenho que houve das debes incentivadas e das debes de infraestrutura no Brasil que tem um incentivo fiscal para para as empresas que captam recursos via emissão de
debos em alguns setores indicados ah pela legislação e houve uma mudança recente no decreto do presidente Lula desse ano Para justamente estimular a esse a a locação desses recursos em atividades relacionadas ao Baixo Carbono então o setor por exemplo de óleo e carvão deixou de ser elegível para debent incentivado e para debent de infraestrutura e em lugar desses entraram os setores dessa nova economia que tá surgindo no país no mundo então hidrogênio por exemplo passou a ser elegível captura estocagem de carbono passou a ser elegível e uma super Importante que foi uma novidade aqui que
era na área de mineração que tem um papel cal paraa transição energética né com os chamados minerais estratégicos ou minerais críticos como lítio terras raras níquel etc o Brasil tem um potencial enorme em vários deles mas o que a gente quer estimular não é apenas a extração desses minerais aqui no Brasil mas o processamento deles o beneficiamento aqui no Brasil então o incentivo colocado na debent de Infraestrutura é pros minerais estratégicos paraa transição energética para etapa de processamento a etapa de extração então não há impedimento de cada um fazer mas não há um incentivo fiscal
pro processamento aqui no Brasil pro beneficiamento Aí sim há um incentivo então é outra medida importante e por último eh eu ia mencionar aqui a o programa ecoinvest Brasil lançado em fevereiro desse ano pelo Ministro Fernando Haddad Durante o encontro do G20 que é focado na atração de poupança externa no no estímulo de captação de investimentos estrangeiros diretos aqui no Brasil de longo prazo Ah mitigando um dos maiores obstáculos para investimentos estrangeiros eh virem a países em desenvolvimento que é justamente o receio de volatilidade do câmbio então com o ecoinvest a gente consegue criar uma
ferramenta de R cambial para investimentos de longo prazo uma solução Que hoje não Tá disponível no mercado a gente tem solução de red de curto prazo por 1 ano 2 anos mas a gente não tem Hed de longo prazo Então esse programa foi desenhado com o apoio técnico da equipe do b do Banco Mundial com banco central aqui no Brasil uma solução inovadora que tá sendo colocada o Brasil como um um piloto para ir funcionando bem Inclusive a gente poder expandir esse modelo para outros países em desenvolvimento que garante uma proteção cambiar o pro Investidor
de longo prazo desde que vinculados a projetos relacionados à transformação ecológica então se for uma termelétrica a carvão por exemplo não seria elegível no ecoinvest mas um projeto em áveis seria Especialmente quando a gente agregar elementos de desenvolvimento tecnológico Nacional então todo o programa de transformação ecológica tem por base a ideia de que a gente precisa não apenas descarbonizar a economia brasileira mas Aproveitar essa necessidade como uma oportunidade de promover um adensamento tecnológico e produtivo aqui no Brasil então a indústria e a tecnologia como a professora Carlota falou são centrais aqui no processo é uma
estratégia de desenvolvimento ento industrial e tecnológico e não só uma estratégia de promover crescimento de curto prazo aproveitando as vantagens naturais extrativas que a gente tem aqui no Brasil acho que era isso muito Obrigado Muito obrigada Rafael eh pelos enfim pela resposta pelos esclarecimentos eu queria passar fazer uma pergunta agora pro pro f porque eu sei que aproveitando que a gente tá falando em políticas né política industrial paraa descarbonização e tal eu sei que vocês estão fazendo um estudo lá na UFRJ sobre políticas industriais verdes No No No resto do mundo e tal eh e
tem uma coisa que sempre me intriga quando eu estudo políticas de inovação No No resto do mundo eh que é eh a capacidade de de eh estabelecer um foco muito claro uma medida uma uma uma um objetivo muito Claro e conseguir estabelecer uma concertação e e levar aquilo adiante Eu sempre tenho e é uma coisa que me me me me intriga um pouco quando olho o Brasil o resto do mundo falo pô os gringos foram lá e resolveram fazer um Brain initiative Vamos estudar o cérebro de coloco lá um bilhão para estudar o cérebro Depois
de alguns anos Eu tenho um monte de de novas tecnologias desenvolvidas um monte de estudos científicos provavelmente avanços na cura para Alzheimer etc e eu sempre achei que a gente tem uma dificuldade grande no Brasil de conseguir criar uma conserta e apontar eh estabelecer prioridades objetivos o que não é trivial obviamente né mas assim tem alguma lição eh Quais as lições que essas experiências do resto do mundo podem nos dar em relação a isso Ou outra coisa que você julgue mais importante do que isso obviamente Obrigado Fernanda e obrigada CNI pelo eh pelo pelo convite
para estar aqui eh eu gostaria de agradecer a presença de todos e vários amigos aqui em particular Dr Armando e cumprimentando o senhor e Fernanda homem e mulheres cumprimentando todos vocês e eu acho que a gente vai ter uma volta né nos 6 minutos depois vai ter outro né Tá bom eh então eu eu talvez eu vá por partes por ca do tempo né tem que tá olhando aquele relógio eh eu eu vou para um ângulo um pouco diferente não é nós Contra Eles eu vou falar sobre o Brasil também mas o que mais me
chama atenção é que nós estamos o mundo nós estamos diante um duplo desafio todos est Estamos correndo pelo Baixo Carbono e todos Estamos correndo por política Industrial ao mesmo Tempo há uma concorrência em política Industrial neste momento Mirando existe Mirando vários alvos né Existe Nós estamos tratando aqui do do verde mas tem um alguns países emergindo aí tirando os outros de posições estabelecidas tem as guerras tem pandemia eh mas focalizando no eh nessa dimensão do Baixo Carbono eu acho que nunca antes na História nós tivemos isso na história das Nações nós tivemos grande parte dos
países enfrentando o mesmo desafio e utilizando políticas industriais ativas neste momento sempre foi uma coisa cada um num determinado momento do tempo mas aqui agora é todo mundo neste barco eh o que implica e é um barco diferente implica quebrar normas padrões experimentar acertar errar aprender idealmente com máximo de de Eficiência né O que que eu eu pensando aqui para vir eu eu eu listei que lições que a gente pode derivar desse contexto de desafios comuns agora veja o seguinte o desafio do verde ele é comum a todos mas ele se manifesta em cada país
de uma maneira específica ele não é a mesma coisa resolver eh as emissões no Brasil é diferente do que resolver as emissões na China ou no Equador e todos os instrumentos que se usam também são Diferentes eh Então as políticas todo mundo pratica de política industrial Mas elas são implementadas de maneira diferente o que Wallace e Rafael disseram agora são soluções locais desenvolvidas para este local que é diferente do que a gente e pode continuar sobre isso mas agora vamos ter clareza aqui né Eh os desafios descarbonização eles mudam a maneira de se defender ou
atacar Uma política Industrial não é a substituição de importações promover exportações acabou não é eh eh eh não é assim a melhor política Industrial é a não política Industrial a política Industrial hoje é Dr Armando vai lembrar quando a gente trabalhou nisso a gente desenhou uma política PDP que era de geometria variável mais do que nunca essa geometria variável se expressa e em vários sentidos e eu Vou falar metade deles agora depois outros o primeiro é todos os países estão competindo na defesa de seus interesses nacionais ponto em seu nome do defesa de interesses nacionais
eles ativam política plano programa Mirando seus desafios e mobilizando os instrumentos que eles p e que eles podem ativar com maior facilidade muita prioridade política Muita política política Prior muita muita muita o segundo é que os problemas de cada eu já mencionei os problemas de cada país são eh novos eixos né Eh os problemas de cada país e o tema acho que um de você você falou Fernanda o o tema do da das emissões ele não é um tema setorial ele não é um tema temático ele não é a descarbonização não é transversal horizontal vertical
é um outro bicho ela é Multifacetada isso a gente deveria ter muita clareza principalmente na hora de organizar eh as relações públicas e privadas eh O segundo é que existe certeza e existe incerteza alguns desafios de descarbonização Eles já TM uma taxa interna de retorno já definidas Então você já tem mercados consolidados o eólico é um exemplo disso né Eh mas outras não por não existir ou A solução tecnológica eh ou de difícil Estimativa de uma taxa interna de retorno porque ela implicam cadeias produtivas com agentes econômicos cada um com seu interesse juntar essas peças
um eh o terceiro ponto é vale tudo os instrumentos pertinentes a cada desafio eles podem ser diferentes mas de modo geral o Arsenal que se usa ele é necessariamente diversificado normas técnicas financiamento preço do carbom poder de compra a lista é longa e Aqui foram mencionados Alguns que estão começando a ser ativados eh e cada um terá maior ou menor pertinência dependendo do desafio que se pretende então quando se trata eh Rafael tava mencionando né Eh eh um um título eh brasileiro foi feito Red para alimentar o fundo do clima Ok Isso é Instrumento agora
OK e agora aonde aonde colocar estes recursos que façam diferença e aqui eu gostaria de mencionar Quanto tempo você tá medindo aí agora eu fiquei curiosa não eu gostaria de mencionar um assunto que é o seguinte eh as eh é o o o novo o o pró tema é desconstruir Silos e dado que é um assunto multifacetado E Em contrapartida as agências instituições públicas elas tem mandatos muito bem definidos passados ali num cartório Sei lá uma lei um trem que seja e elas operam em relação a estes e se não cumpre aquele dato Hum e
aí a capacidade dos Estados da das instituições nacionais de operar e em si já é um problema operar de forma articulada ou n eh esse tipo de articulação que tá existindo hoje entre o ministério da Fazenda mic o Ministério do meio ambiente o ministério de ciência e tecnologia e inovação isso é novo novamente o ministério da fazenda com a a as ações que eles estão tomando se nós olharmos na história não Foi muitas vezes que o ministério da fazenda se propôs a fazer o que eles estão fazendo mas os Silos existem eles existem aqui existem
em qualquer lugar no Japão existe no Japão são quatro BNDS promovendo startups e não se conva Cada um define Startup de uma maneira diferente eh tá todo mundo no mesmo barco esse ativismo plurinacional ele tem uma Face de disputa porque quem faz mais melhor primeiro se destaca e vou terminar e deixar o outro mas tem uma outra cont facee todos os países estão enfrentando aqui é o ponto que você mencionou todos Os países estão enfrentando desafios da mesma natureza eh emissões etc e a mobilização de um amplo espectro de instrumentos todos estão aprendendo o que
fazer e não é razoável supor que todos estejam sendo implementados com o máximo de eficiência eh a pouca evidência que existe principalmente na Europa né o China é mais difícil e tal ele mostra eh no como chama programa de resiliência e transformação estrutural chama nextgen eu acho agora eh Ele estão Com muitos problemas de implementação não é simples fazer enfrentar esses Desafios que nós estamos hoje enfrentando não é simples e aí eu deixo para a próxima [Aplausos] obrigado obrigada ferras eh Ludmila eh eu Teve teve uma coisa que me chamou atenção né eu vou aproveitar
isso para te fazer a a uma pergunta que me chamou a atenção na última pesquisa de inovação tecnológica foi o crescimento do Investimento em pid do setor de mineração Aí eu falei não é possível o que que tá acontecendo aí eu fui lá abrir o balanço das empresas de mineração eh e vi que de fato a Vale tinha tem um pouco de um efeito câmbio aí obviamente né mas a Vale tinha aumentado muito seus investimentos em pid eh no período recente então a minha pergunta para você e é é a seguinte quais são eh os
principais desafios eh da do ponto de vista Empresarial né para Implementar eh uma ações de sustentabilidade práticas de sustentabilidade e em que medida isso tá relacionado com esse aumento de investimento de pesquisa que vocês tiveram no período recente perfeito Fernanda Obrigada pela pergunta aproveitar e agradecer CNI pelo convite e cumprimentar os meus colegas aqui de mesa bom eh alguns desafios e foi muito bom porque o professor João Carlos já pontuou alguns que acontecem Com políticas públicas mas também acontecem nas empresas então o primeiro eu diria um grande desafio é questão da competitividade porque a transição
energética tá envolvendo tecnologias novas que Professor pontou muito bem eh você não existe ainda um retorno e como é que você faz uma locação de Capital né para esses novos projetos Então isso é um grande desafio e também garantir que essas novas inici as e soluções elas sejam competitivas no longo prazo que Você não vai poder ficar fazendo vários investimentos por exemplo mudando toda a forma que você opera a todo momento né Tem um custo de Capital importante ali segundo ponto é a questão de tecnologia e inovação eh e eu vou chegar lá no PD
já já me 6 minutos tá pode deixar eh então Essas tecnologias elas hoje eh pra parte de energia menos né energia renovável porque há 20 anos atrás isso começou a ser feito mas PR as tecnologias de conversão principalmente De motores e outros eh eh eh soluções e isso ainda é incipiente então isso vai levar um tempo e existe uma baixa maturidade hoje dessas tecnologias o que faz aumentar inclusive o custo né de implementação das mesmas uma outra questão importante é a questão toda de infraestrutura quando a gente tá pensando na questão das cadeias produtivas a
questão da infraestrutura ela é Central Então se a gente quer por exemplo adensar a cadeia eu vou dar um Exemplo aqui do minério de ferro com uma produção do hbi a gente vai precisar por exemplo de portos para que que depois a gente possa exportar esse produto adensado eh quando a gente tá falando do próprio hbi usando o hidrogênio Verde a gente vai precisar do reforço nas linhas de transmissão para aproveitar todo o potencial de energia renovável que a gente tem no Brasil então são alguns exemplos do que a gente eh de fatoo eh eh
vai deparar como desafios eh e uma Questão que a professora Carlota comentou a questão de mão de obra a gente às vezes esquece mas isso é essencial e a gente vai ver um desafio cada vez maior por essas tecnologias novas a gente precisar eh de capacitar uma nova mão deobra eh para que eh a gente tenha um contingente suficiente para operar inclusive essas novas soluções que a gente tá trazendo né E aí a pergunta que que eh você colocou Fernando como é que a empresa eh pode Então ajudar né a gente por pelas empresas que
elas podem fazer então a primeira coisa de fato é fazer esse investimento em infraestrutura é ID né Eh a pesquisa e desenvolvimento para a questão da Inovação então aqui eu vou trazer alguns exemplos a gente aumentou de fato eh o nosso investimento em pesquisa e desenvolvimento não só na parte de exploração mineral mas principalmente na questão da transição energética na Descarbonização Então a gente tem uma meta eh bastante ousada para 2030 em reduzir 33% das emissões PR escopo 1 e do mas a gente também tá olhando eh como a gente ajuda né na cadeia Siderúrgica
que é o nosso principal cliente e a gente vem fazendo desenvolvimentos importantes também em Novos Produtos o briquete verde é um exemplo 20 anos de investimento em pesquisa e desenvolvimento até a gente chegar numa fase onde a gente pudesse de fato eh Fazer as plantas e começar a entregar o produto pro cliente eh ainda no scopo um um e dois eh uma questão muito importante que é sim o investimento todo em pesquisa e desenvolvimento eh mas aproveitando as vantagens e as vocações do país né então no nosso caso a gente tem eh Um Desafio muito
grande de emissão no caso de diesel tanto nas minas quanto na Fer via e a gente tem que utilizar todo o nosso potencial por exemplo de biocombustíveis e a gente vem Fazendo esse desenvolvimento e uma parte desse investimento é feito ali para fazer o desenvolvimento de novas tecnologias de conversão para eh veículos híbridos por exemplo Então isso é é uma questão eh um um outro ponto é a questão toda de parcerias E colaborações então a gente vem fazendo todo esse investimento em parceria com os fornecedores desses equipamentos com universidades com instituições eh de até aceleração
né dessas tecnologias porque Eh a gente vai precisar de todo mundo junto correndo na mesma direção e obviamente a questão do fund é importante e a empresa pode eh ajudar dessa forma também é importante pra gente mas aí é importante também para toda a sociedade eh e a própria capacitação Nossa interna porque uma questão muito importante que vai acontecer nas empresas é que o modus operand ele vai mudar né a forma como a gente opera Hoje ela vai necessariamente Mudar então hoje eh um operador que tá acostumado um equipamento com o diesel ele vai ter
que aprender a lidar com seja etanol seja biodiesel seja amônio enfim Qual a solução que for pertinente para aquele combustível então eh todas essas questões e e passam por essa Eh esses desafios e as soluções para ess desafios passam por essas outras questões a Vale eh se comprometeu né a a investir de qu a 6 Bilhões de Dólares nesse programa de descarbonização paraas Cop um e dois eh olhando obviamente também eh a questão toda do escopo três que é pros clientes né tanto na parte de navegação Quanto na parte e de Novos Produtos pros clientes
então Eh esses seriam os principais pontos salvem un um tempinho aí pra [Aplausos] gente Obrigada Ludmila começar uma segunda uma segunda rodada eh de perguntas eh eu não sei se a gente vai ter eu acho que vai ter esta rodada e PR E mais ou menos nesse mesmo tempo que vocês tiveram também tá eh wace o o o o a NIB previu uma coisa de 300 bilhões ao longo de 4 anos né E o Nelson Barbosa falou ali no início que desses 300 Muito provavelmente 250 bilhões são recursos do de crédito do BNDS principalmente de
crédito eh a gente sabe que a demanda por recurso de crédito tanto no BNDS quanto na fnep tá elevada a a pergunta é tem previsão de outras fontes de recurso e como é que Isso tá sendo pensado outras ações além do do da grande maioria do dos recursos que são crédito do BNDS você tem algumas outras ações em termos de ou subvenção ou outras ações de crédito sendo pensadas na na NIB pro pro futuro próximo é bom deixa eu Isso é isso é isso é interessante porque veja quando a a NIB foi anunciada a al
a gente né com o exemplo do Sucesso da Agricultura né de ter o plano safra anualmente em torno de 400 bilhões para o setor a gente também né ali liderado pelo vice-presidente diálogo com Ministro da Fazenda com todos os Ministérios tivemos a iniciativa de criar o plano mais produção com 300 bilhões 66 bilhões para uma dimensão de uma Indústria mais nova adora 12 bilhões para uma indústria mais Verde 182 bilhões para uma indústria mais competitiva e 40 bilhões para uma indústria mais exportadora quando foi Anunciado o presidente Mercadante fez uma fala muito importante que ali
era o início da construção do plano mais produção como foi com o plano safro o plano safro não nasceu Pronto ele foi se aprimorando ao longo do tempo então a a a NIB a gente trabalha com isso com um processo de maturação de um conjunto de linhas de crédito bancos para financiar a indústria em particular quando a gente dialoga com inovação porque inovação intrinsicamente ali ela tem incerteza Ninguém investe em inovação sem suporte sem subsídio sem incentivo eu desafio qualquer um me mostrar qual o país no mundo que investe em inovação sem subsídio eu desafio
me mostre um país no mundo que faz isso sem incentivo sem subsídio não existe isso inovação é incerteza incerteza não se mensura você pode mensurar com modelo econométrico e ainda muito falho riscos mas não incerteza mas não in Certeza então o que o governo tem feito é construir um plano Chamado ali plano mais produção pra indústria então ali foi apresentado 300 bilhões com ebpi BNDS e fnep né além disso a gente tem as políticas de incentivos fiscais crédito financeiro por exemplo o MOV programa de mobilidade Verde inovação com 19.3 bilhões de crédito financeiro temos o
regime especial para indústria química com 5.2 bilhões de reais temos o Brasil mais produtivo mais 2 bilhões temos a lei de informática que que é crédito financeiro Que hoje gira em torno de 7 bilhões por ano tem a Lei do Bem com mais ou menos seis ou 7 bilhões de crédito financeiro para inovação tem o padis em torno de 700 a 800 milhões por ano para mais inovação Então esse é um conjunto de instrumentos de políticas industriais de políticas de inovação para fomentar o processo de Neo industrialização o próximo passo é justamente dialogar e construir
fortalecer o plano mais produção né com mais valores com mais Recursos para que de fato Garanta a indústria o mínimo de previsibilidade ninguém vai investir em inovação ninguém vai investir em expansão da capacidade produtivo primeiro sem garantia de demanda local sem instrumentos para estimular a exportação e sem linhas de crédito específicas que Garanta ao setor privado que ele possa correr seus riscos em seus investimentos que ele possa ter mínimo de previsibilidade paraa rentabilidade Futura do Capital sem isso não existe investimento não existe inovação não existe crescimento Portanto o que a NIB vem fazendo para além
dos 300 bilhões é agregando todos esses elementos todos esses instrumentos para que a gente de fato Crie e Construa um ambiente propício um ecossistema propício para estimular o investimento para que o setor privado corra o risco do investimento produtivo para uma economia que desde os anos 90 tem uma dinâmica Stop and go do do chamado né de forma pejorativa do voo da galinha não sustenta crescimento econômico com uma taxa de investimento com proporção do PIB abaixo de 20% como a Carlota pz colocou ali no artigo do Gabriel palma que é um outro professor extremamente renomado
a produtividade no Brasil cresceu muito até os anos 80 por isso que quando os críticos de política Industrial falar a industrialização substitutiva de importação não deu certo Não deu certo para quem por qu com base em que vocês afirmam isso porque pós anos 90 com a ausência da política Industrial os países que mantiveram essas políticas industriais teve crescimento de produtividade teve desenvolvimento em particular os países asiáticos os países que caíram no conto de que a melhor política Industrial é não ter política Industrial Olha o resultado o Danny Rod escreve um paper né sobre o no
consens sobre o Consenso De wash as políticas industriais em que ele compara América Latina com a Ásia e aí vai PR definição conclusão básica por que os países asiáticos ganhar e a América Latin peru uma questão simples lá sempre se levou a sério política Industrial como política de estado independentemente de governo de aprimorar o Sistema Nacional de inovação o sistema setorial de inovação que aí envolve formação de mão deobra Qualificada linhas de crédito a indústria quebrar o preconceito contra os doutores os mestres porque é recíproco também esse distanciamento entre no Sistema Nacional de inovação entre
empresas e universidades Universidade vive no mundo da lua muitas vezes com pesquisas que não condiz em nada com as demandas da sociedade como também as empresas T uma visão muito muitas vezes preconceituosa em relação a os doutores tanto é que Você você pegar o número de doutores que é contratado pelas empresas brasileiras então é é Um Desafio muito grande a gente superar isso né para poder aprimorar o Sistema Nacional de inovação o sistema setorial de inovação e criar um ecossistema favorável pro CET shap paraa inovação para não ser um pet folo para não ser um
seguidor de tecnologia para gerar inovação para Inovar para adensar e o plano mais produção ele é uma das bases para Sustentar esse processo esse Grande Desafio que o governo vem enfrentando e Como disse o Carlos Ferraz Possivelmente Talvez uma das maiores janelas de oportunidade que a gente viveu nos últimos anos é o que o mundo inteiro vem fazendo isso e veja ninguém tá inventando nem criando instrumentos novos todo mundo tá usando a mesma coisa conteúdo local margem de preferência Barreiras tarifárias Barreiras não tarifárias crédito subsidiado incentivos Fiscais todo mundo usa a mesma coisa segundo a
ucd nós temos hoje no mundo mais de 500 medidas de conteúdo local concentrado em 20 países e 21 países principalmente nessa pauta que é a transição energética porque ninguém quer ficar dependendo de fontes energéticos de outros países todo mundo quer buscar resiliência na cadeia produtiva mas para isso a gente precisa construir e articular esses instrumentos como bem diz o Ferraz né de forma mais ah ah Convergente é um é um é um Um Desafio vamos errar vamos porque isso é política pública Isso não é um modelo econométrico e você torna constante várias variáveis e acerto
o alvo não vai acontecer isso vai errar e a gente tem que ter preparado pro debate do acerto e do erro do acerto é o learning by doing é aprendendo fazendo corrigindo e olhando pro passado reconhecendo os erros e aprimorando aquilo que deu certo aquilo que não deu certo Dub eu continuar na mesma ordem eh e o como é que tá o a gente sabe que o fundo clima Teve um aumento bateu o recorde de arrecadação Você mesmo falou da da da eh eh da atração de de enfim da da Captação do fundo clima e
tal eh como é que e e é um fundo para financiar eh ações de de emitir ação e de adaptação às mudanças climáticas que são fundamentais assim eh como construir infraestrutura mais resiliente Você vai precisar financiar Isso financiar o investimento numa infraestrutura que dê conta de chuvas mais extremas de temperaturas mais extremas eh como é que como é que tá sendo executado o fundo clima e quais são os principais gargalos onde é que tá pegando se é que tá pegando alguma coisa na execução do do do do do fundo Quais são os gargalos para esse
investimento na mitigação e na adaptação ótimo Fernanda eh acho que essa é uma das questões eh centrais eh inclusive onde é Que a gente vai alocar esse recurso né eh Como Eu mencionei só recapitulando os números o fundo clima desembolsa algo como 0,2 Bi por ano no final do ano passado eh foi quando ocorreram as emissões dos primeiros títulos soberanos sustentáveis eh do Brasil né foi alocado um volume mais expressivo de recursos no fundo clima já aumentou de maneira muito significativa chegou perto de 1 bilhão o desembolso no ano passado embora a disponibilização dos recursos
só tenha Ocorrido no final do ano nos últimos dois meses ainda assim foi possível aumentar de maneira muito expressiva o desembolso naquele ano e certamente o BNDS vai ter os dados aqui mais detalhados mas do do do que tenho acompanhado eh a previsão de desembolso não é só de contrato mas de desembolso nesse ano já deve chegar perto de 6 bilhões e a previsão pro próximo ano já é inclusive de passar de 10 B o que há de demanda eh para para eh elegível Paraa carteira do fundo clima A ideia é que a gente tenha
um fundo desembolsando algo em torno de 10 B por ano né então é um volume bastante expressivo eh o enquadramento das atividades são atividades que simplificadamente aqui são ligadas ligadas à transformação ecológica Mas claro que existe uma resolução do conselho do fundo clima estabelecendo exatamente o que é que é elegível e a gente vem trabalhando não só pro fundo clima mas para outras áreas Com um outro processo que é muito relevante para toda essa agenda que é a taxonomia sustentável do Brasil né vários outros países já TM uma taxonomia que eh enfim é uma classificação
um documento grande no fundo classificando categorizando uma espécie de um dicionário do que é que é sustentável o que não é sustentável eh hoje no Brasil algumas instituições criaram suas próprias taxonomias para definir o que é que vai ser elegível para diferentes eh Linhas de crédito especialmente vinculadas a agenda H Verde agenda climática eh a própria febraban tem uma classificação dessa e várias outras tem mas não existe uma taxonomia Nacional unificada no Brasil a união europeia criou uma das que é de referência levou cerca de 6 anos para criar a taxonomia da União Europeia alguns
países latinoamericanos já fizeram isso também a Colômbia já fez o México já fez e o Brasil não tinha ainda uma taxonomia não Tem ainda mas desde meados do ano passado a gente começou a trabalhar fi criado um grupo de trabalho eh coordenado pelo Ministério da Fazenda com vários ministérios participando com vários atores do setor produtivo participando da sociedade civil para que a gente crie a taxonomia sustentável brasileira que vai aí sim quando a gente tiver Ela completa servir de referência pro fundo clima e para várias outras H instituições no Brasil inclusive paraas Instituições privadas classificando
o que é que é sustentável e o que o que não é eh na COP no ano passado em Dubai foi lançado o Road map da da taxonomia sustentável brasileira já traçando as diretrizes do que é que vai ser essa taxonomia o presidente Lula assinou poucos meses atrás o decreto criando um comitê interinstitucional com várias instituições do setor privado também que tão participando o CNI tem colaborado muito também nesse processo pra gente Criar essa taxonomia Nacional sustentável e a previsão é que a gente leve não se anos como a união europeia mas num prazo muito
mais curto a ideia é que ao final desse ano ano no máximo no começo do ano que vem a gente já tenha toda a taxonomia Nacional sustentável brasileira pronta para servir como um farol para onde é que a gente deve dirigir os recursos né então é outra ferramenta super relevante aí nesse processo eu queria só antes de concluir Aqui eh retomando o tema da Inovação que já foi mencionado aqui por todos antes e como é uma agenda muito Central né como enfim levando um pouco também quantro do que a professora Carlota mencionou antes queria destacar
que duas eh medidas fundamentais adotadas nesse governo já uma decisão do presidente Lula no início do ano passado ainda de descontingenciar inteiramente o fndct Né o Fundo Nacional de Desenvolvimento científico e tecnológico ao longo dos últimos Governos a gente teve contingenciamentos muito fortes o o volume de recursos por fndct ficou majoritariamente bloqueado e uma das primeiras decisões do presidente foi acabar com o contingenciamento do fndct E graças a isso [Aplausos] graças a essa decisão corajosa do presidente Lula a gente tem um desembolso na ordem de 12 13 bilhões de reais por ano para financiar atividades
de Ciência Tecnologia e inovação no Brasil é suficiente sempre podia ser mais mas é o que cabe nesse momento e é uma mudança Clara de orientação em relação ao que a gente vinha vindo vinha eh vendo ao longo dos últimos anos casado com isso um esforço de reorientar a própria locação um dos recursos do fndct Esse é um processo em curso ainda mas pra gente evitar o desafio histórico que a gente tem aqui sobre o qual eh o Alex falou que é uma capacidade de produção científica muito relevante o Brasil tem um ativo extraordinário que
é a capacidade de produção científica a gente tá entre os 15 maiores produtores de ciência do mundo mas um histórico de de dissociação entre a produção acadêmica e o setor produtivo brasileiro a gente precisa promover essa integração cada vez mais e para isso a própria locação dos recursos do fundo do fndct tá sendo redesenhada para evitar pulverização de recursos em projetos sem grande Impacto mas a a priorização em Grandes projetos vinculados às missões industriais do nova indústria Brasil estimulando fundamentalmente integração da academia com o setor produtivo Esse é o modelo que dá certo esse é
o modelo que deu certo em outros países do mundo são os casos de sucesso que a gente tem aqui no Brasil como é o caso do Ita com a Embraer como é o caso da Embrapa com o setor agrícola brasileiro como é o caso da engenharia da UFRJ com a Petrobras e todo o setor petrolífero brasileiro Enfim são esses exemplos aqui que a gente precisa trazer e consolidar nessas áreas que são as as portadoras de futuro né É o hidrogênio de Baixo Carbono e a gente vem discutindo isso com a Vale com a Petrobras eh
é são as energias renováveis é a biotecnologia na Amazônia no se semiário no cerrado enfim todo esse potencial que a agenda de transformação ecológica pode trazer e por último eu queria mencionar aqui uma ferramenta super relevante que é a lei De inovação aprovada em 2016 no Brasil em janeiro de 16 ela foi sancionada pela presidenta Dilma e infelizmente a aplicação da Lei ainda deixou a desejar porque a gente ainda não utilizou plenamente vários dos instrumentos que estão lá colocados que criam um regime jurídico diferenciado justamente para promover a integração entre institutos públicos de pesquisa e
o setor privado acho que um dos exemplos mais notórios evidentes e bem sucedidos que a gente Tem desse tipo de integração é a imb brapi e Saúdo aqui meu amigo Igor que tá aqui presente e que representa esse modelo de parceria da tripli hélice de integração de instituições de pesquisa com o setor privado e a gente pode usar várias das Ferramentas da Lei eu vou destacar aqui a encomenda tecnológica que a gente possibilita ter uma missão clara pra gente resolver desafios tecnológicos concretos especialmente ligados especialmente ligados à Transformação ecológica seja um hidrogênio de Baixo Carbono
seja a o biobank para transporte marítimo seja o saf o sustainable aviation Field para aviação enfim as vários potenciais que a gente tem aqui nessa área e que a gente tá trabalhando no programa para justamente criar um programa para criar um programa no Brasil de encomendas tecnológicas para que a gente consiga ah envolver a academia e o setor produtivo na solução desses desafios e na criação De produtos e serviços novos com alto valor agregado que aí sim criem esse novo modelo de desenvolvimento pro país de Baixo Carbono intensivo em tecnologia e com empregos de alta
qualidade para promover distribuição de renda é [Aplausos] isso obrigada Dub eh a gente vai ter que dar uma apertadinha na nossa Fala aí tá ferras vamos lá ferras eh acho que isso tá na Muito provavelmente na sua no no seu roteiro aí mas acho que é uma coisa Que você começou a mencionar no início da sua fala o mundo tá ficando cada vez mais protecionista eh vários países do mundo estão adotando medidas cada vez mais protecionistas isso obviamente tem Impacto para nós eh no entanto Você tem uma série de de de eh de elementos ou
de iniciativas que são importantes para as mudanças climáticas que são dependentes de cooperação internacional assim taxonomia sustentável é uma não adianta cada país ter a sua Você vai precisar de Uma negociação internacional para isso regulação do mercado de carbono é a mesma coisa quer dizer tem uma série de exemplos que já foram mencionados aqui que a gente vai precisar ter também uma atuação Internacional e algum e alguma cooperação internacional para estabelecer as mesmas bases eh como é que é isso como é que tá isso é não é não é eu acho B é assim as
distorções a UMC tá dormindo né Eu vou focalizar atenção em em dois pontos aqui pegando muito eh e da minha cadeira da academia eu não estou na cadeira de Wallace não estou na cadeira de Rafael eu gostaria de chamar atenção pros Desafios que a gente tem o primeiro é que eh O que foi tecido aqui ao longo do tempo eh ele mostra que o o Brasil tá ligado nos temas tem as suas vantagens tem as suas janelas foi desfiada aqui uma lista de iniciativas os instrumentos não diferem mas a maneira Como eles se manifestam e
o momento como eles se manifestam são diferente vocês deram exemplos aqui volume instrumentos capacidade avaliação alocação eficiente de recursos eles fazem a diferença aí fica assim frente às Nações ou regiões com alto poder econômico o valor que vocês colocaram aqui né a diferença dos 13 trilhões que leonar tava mencionando ali é muito grande mas é porque a gente tá olhando Assim agora olhem assim pensem outros países o Equador gana pegar esses dois por conta de porte Eles são muito diferentes aí o que nós temos que pensar é o seguinte o que que um país médio
Então deixa lá deixa para cá o que que um país médio como o Brasil que de fato está navegando com uma renovação de equipamentos de de instrumento de política equipes pilotos E comandantes nós temos essa esse barco nosso tem uma configuração diferente o que que podem fazer o meu ponto é o seguinte cada centavo de real dispendido no Brasil ele tem que valer em termos do seu Impacto muito mais do que um país rico no sentido de sua efetividade os recursos em termos de valores absolutos eles são altos mas relativamente aos concorrentes eles são baixos
nós os recursos a serem Disponibilizados em condições favorecidas eles deveriam ser objeto de disputa muito muito muito acirrada pelos potenciais beneficiários eu acho que a gente deveria ter muita clareza com relação a isso e obviamente que em processos abertos transparentes etc o segundo ponto é que não há outro caminho eu vou pegar final de Wallace o outro caminho que o investimento em capabil mas ele começa com informação e Aqui eu vou fazer um anúncio eh nós informação tempestiva de qualidade faz diferença o que o que o que o Fernando até tava mencionando é do projeto
que a gente tá fazendo de examinar evidências sobre o que que os países estão implementando e o que que a os especialistas têm dito desde sempre sobre política Industrial Verde Mas acima de tudo eh n o IBGE abdi e a UFRJ tem uma iniciativa chamada pinex semestral provavelmente as pessoas aqui Conhecem e onde que a gente tá eh eh dando informações sobre a capacidade de inovação das empresas industriais com mais de 100 eh Empregados de maneira muito regular e de maneira e no dia 18 de Setembro será eh divulg serão divulgados os dados da pesquisa
que foi feita no primeiro semestre ano base 23 sobre as práticas ambientais das empresas industriais brasileiras é assim para seis itens tratamento de de resíduos água eficiência Energética se os caras estão fazendo nada estão começando no meio ou estão mais avançado e uma avaliação desde dos instrumentos de política para o uso dos instrumentos que estão sendo colocados aqui será que evidências tempestivas de qualidade não poderiam fazer diferença para que o nosso rico dinheirinho não Valha mais dinheirinho público não vale a mais Então ali eh fechei aqui a parte de anúncio mas é Porque eh do
ponto de vista de políticas importa mas o que mais importa é o investimento e eu vou aqui na direção de Wallace de capacidades e capacitações de instituições públicas e na linha ladana privadas para serem efic eficientes efetivas transparentes e principalmente inovadoras em su em uma perspectiva temporal de longa longa duração firmeza de propósito tenacidade investir em aprendizado para uma implementação de uma política Industrial Verde permanente inovadora é o que a gente precisa obgado até assustei quando você falou que terminou uma parte eu falei meu Deus vai começar outra não vai dar tempo não era continuação
por é parte dois pô obrigada ferras valeu eh Ludmilla eu deixo para você fechar essa mesa você falou ali em diversos Desafios que a que a que a Vale especialmente infraestrutura e pessoal para Implementar ações mais sustentáveis enfim eh como é que você acha que que o que que falta a gente avançar nas políticas públicas para dar conta desses Desafios que você colocou Fernanda acho que a gente tá indo num caminho eh excelente na verdade a gente precisa de agilidade né e e algumas questões assim primeiro ponto é a questão toda da regulamentação de ter
o marco regulatório o alas comentou no início isso é essencial para garantir eh A segurança né institucional e jurídica mas também para reduzir o risco eh de quem faz o investimento isso é muito importante e com isso atrair os investimentos para que eles possam eh começar a ser feitos então exemplo do marco regulatório né A Lei do hidrogênico que foi sancionado semana passada foi um Marco muito comemorado Porque a partir de agora as empresas podem avançar né nas suas Business cases para começar a ter lá os investimentos Aprovados E aí começar por exemplo eh os
investimentos então isso acho que é fundamental isso a gente tá avançando eh então mais uma maior agilidade eh seria muito interessante pela janela de oportunidade que também foi comentada aqui na mesa e né nas palestras anteriores o segundo ponto é a questão dos incentivos que estão relacionados ao marco regulatório mas também que eh Rafael Wallace comentaram muito bem sobre todos os instrumentos que o Brasil Tá eh colocando aí em prática para que a gente possa ter esse fomento nessas novas cadeias produtivas baseados na transição energética Então isso é fundamental e lembrar que esses investimentos eles
levam tempo porque primeiro você vai fazer um um investimento pesado em pesquisa e desenvolvimento inovação tem uma questão muito importante que é como a gente escala né Essas soluções e isso às vezes é parte mais difícil não é nem a parte Da pesquisa e desenvolvimento então e isso é uma questão muito importante na escalabilidade dessas soluções que a gente vai trazer eh um outro ponto Rafael comentou muito bem sobre taxonomia isso é fundamental pra questão da certificação isso vai de encontro o que eu tinha falado no começo sobre competitividade a certificação Ela é muito importante
para garantir que os produtos de fato vão ser Baixo Carbono isso possa gerar até eventualmente um Prêmio né em outros mercados que estão um pouco mais avançados e podem pagar por isso isso Volta lá a alimentar a questão da competitividade e os retornos para esses investimentos e por fim a questão da capacitação a capacitação vai ser fundamental para que a gente tenha essa sustentabilidade no longo prazo dessas cadeias e não seja que o Alace comentou vo de galinha né vai muito bem mas depois você não tem eh mão de obra para sustentar todo esse crescimento
Então em termos do tempo era isso eu queria agradecer a todos agradecer especialmente a CNI Leonardo pelo convite e agradecer vocês da mesa aqui por cumprirem o tempo e pelas falas preciosas que a gente teve Obrigada agradecemos a presença de todos que participaram desse painel e os convidamos para que ocupem seus lugares neste auditório Para darmos início ao segundo painel fa Olá posso Man posso ou espero o serviço aqui [Música] primeiro Ah ainda tem uma sim bem daremos início agora ao segundo painel deste seminário com o tema mecanismos de governança e condicionalidades da política industrial
para compor a mesa convidamos Ceara Machado pojo secretário de gestão e inovação do Ministério da gestão e inovação em serviços públicos o diretor de desenvolvimento industrial da CNI diretor superintendente do Sesi departamento Nacional Rafael [Aplausos] de desenvolvimento produtivo e inovação do BNDS João Paulo [Aplausos] Pieroni a vice-presidente de sustentabilidade jurídico reputação e Comunicação corporativa da Natura Ana [Aplausos] Costa e a coordenadora do programa de pós-graduação em planejamento Regional e gestão cade na Universidade Cândido Mendes e moderadora deste [Aplausos] painel Lia o comando do painel está com você agora tá obrigada Então vamos dar início a
esse painel sendo que primeiro que nós já estamos no adiantado da hora e depois eu acho que os outros painéis Né tanto a a abertura do seminário quanto o que nos antecedeu e a palestra da professora Carlota Perez adiantaram muito as questões que nós vamos discutir as questões que estão aqui para nós trabalharmos dizem respeito à questão da e a questão das condicionalidades nesse sentido eh Talvez seja a diferença desse painel seja a gente tentar pensar um pouco qual é o papel do ator principal da política Industrial e se ele tá satisfeito né ou se
as os os órgãos ministeriais satisfeito é ela que tem que falar Ana Costa né estão satisfeitos ou se os órgãos que vão e o luques né Eh mas se os os órgãos BNDS eh Ministério da da gestão e inovação né Eh estão eh suficientemente eh aparelhados para dar né Eh vamos dizer assim motivação pro setor industri se engajar na política Industrial né porque a questão de uma Política industrial sem o ator principal que é a indústria é uma política que não vai ter efetividade nenhuma né e para que a gente possa ter isso é claro
que alguns já nos antecederam e todo o desenho da política tá sendo feito de uma certa forma não totalmente de cima para baixo mas tentando engajar os setores né Eh paraa definição de várias questões mas eh eu acho que esse painel ele pode dar alguma luz justamente sobre Eh a governança está satisfatória as condicionalidades exigidas pelos eh órgãos do governo eh são condicionalidades aveis para o setor privado né o setor privado tem demandas né sobre a questão da governança né tem demandas sobre a definição das das das direcionamentos das diretrizes que a política deve seguir
que eu acho que inclusive se é um dos pontos mais em Aberto da nossa política e que tá sendo como foi dito aqui anteriormente construído ao longo do tempo mas não tem a priori né uma meta o próprio Lula falou né a gente precisa ter não pode ter uma meta assim tão aberta a gente tem que ter metas mais específicas Então eu acho que esse painel pode dar uma contribuição nesse sentido eh eu vou começar pelo pela ordem que tá proposta viu Roberto não sei se você Recebeu eh as questões antes mas eh no caso
aqui do ministro Ministério da gestão e da Inovação em serviços públicos eles estão com uma no outro painel se falou muito dos instrumentos que são muito afetos à questão da Inovação que é a margem de preferência e o conteúdo local e recentemente o ministério da da gestão e da Inovação em serviços públicos criou a comissão interministerial de compras públicas para o desenvolvimento sustentável e Essa comissão ela tem o o o papel de regulamentar aplicação de alguns instrumentos nesse sentido a questão que eu coloco Roberto eh você poderia falar um pouco mais sobre isso mas principalmente
como você irá operacionalizar o uso da margem de preferência e das exigência de conteúdo local pelo que eu andei olhando a equipe ela vai fazer um estudo de avaliação do benefícios e dos custos da aplicação da margem de preferência e do conteúdo Local para a emissão de autorização para o uso desses instrumentos Eu tenho um pouco de medo que isso seja uma burocratização do uso desses instrumentos eu queria então que você falasse um pouco sobre isso obrigado Li tô meu microfone aqui não tá funcionando Vou usar esse aqui bom eh primeiro quando a gente fala
em compras públicas estamos falando de uma estimativa do estado brasileiro adquirindo aí 12% do PIB então uma capacidade de indução E ela tem que ser direcionada assim que que que que a ministra assumiu ela lançou esse desafio do uso do poder de compra do estado e um dos pontos que a que que eu coloquei foi muito claramente a gente tem os instrumentos mas tem que definir o que que a gente quer comprar o que que a gente qual o setor ou quais os setores que serão incentivados dentro de um processo de do uso desse poder
de compra e um um um aspecto que é muito utilizado que é a questão da margem de Preferência já já estava definida na na nova lei Lembrando que a gente tem uma nova lei de licitações desde 21 que coexistiu com a lei anterior Até final do ano passado e a partir desse ano é a única regra estabelecida o que que o que que a gente carrega nesse processo de contratações públicas que tem um impacto enorme dentro do do da ideia do uso do poder de compra é que os últimos 30 anos quando se falava em
contratações públicas Falava-se sobretudo de como é que eu controlo o procedimento de modo que eu possa controlar qualquer tipo de desvio isso isso gerou uma uma uma asfixia do uso do poder de compra Por quê o estado tava limitado a fazer a escolha do seu fornecedor a partir de um único ou principalmente de um único ponto menor preço é como se alguém dono de algum estabelecimento de uma Indústria falava que tudo que eu comprar de insumo eu vou pegar o menor Preço e colocar dentro Isso é óbvio que dá errado é uma coisa óbvia mas
perduram os últimos 30 anos muito em função disso a nova lei abriu uma série de possibilidades de romper com essa lógica e acho que sobretudo que o processo de controle ele deixa Afasta a questão procedimental e passa a ter a sua prevalência na transparência então eh isso vai sim eh nos dar uma capacidade de implementar políticas efetivas a partir da do Poder de de compra do Estado o que que o que que foi estabelecido o que que a lei traz então margem de preferência Ela traz dois números um aplicação de margem de preferência 10% desde
que você tenha o reconhecimento de conteúdo local e aí vem a questão que provavelmente preocupa a professora que é essa questão de como é que eu vou não burocratizar aplica dessa margem e o segundo aspecto que é um aspecto que também uma um fator adicional de mais 10% caso você tenha um Conteúdo de inovação dentro desse dentro do produto podendo aplicar separadamente cada um desses valores ou os dois concomitantes atingindo 20% primeira crítica que eu faço é que obviamente é um número mágico a gente não sabe e e acho que isso tem que ficar bem
claro eh é um número mágico para todos os setores e é por óbvio que 10% ou 20% linear não vai dar a competitividade esperada para todos os setores que forem aplicados mas isso já tá definido em lei e não no Curtíssimo prazo não tem muito como a alterar isso segundo aspecto que quando se trata de compras eh governamentais processos licitatórios a estabilidade jurídico é fundamental E aí vem o desafio o como é que eu trago um elemento eh muito forte de modo que ele seja aceito e seja inconteste para sustentar que eu vou pagar 10%
a mais até 10% a mais em determinado produto em relação a um outro produto que não tenha eh conteúdo Nacional então o que Que a gente partiu a gente Partiu para usar os elementos já existentes então sobretudo eh usar as marcações que existem hoje a partir do BNDS da política do BNDS sobre tudo do ncm de modo que eu já pegue algo pronto e não tem que criar Não isso não não atrase e razão pela qual uma das razões que Foi estabelecido o setor eh de ônibus e Ferroviário como o primeiro que que tem a
aplicação da da Margem a partir de setembro o a parte burocrática disso é alteração de sistema uma uma série de ações que a gente tá que a gente tá implementando para tornar viável a aplicação disso uma forma automatizada Lembrando que as licitações são feitas por centenas milhares de Agentes eh pelo país inteiro que precisam também compreender o uso disso porque né Tem uma uma uma uma um histórico de 30 anos onde o menor preço é aplicado a gente tá rompendo com isso Então para que isso também não tenha essa essa trava burocrática estamos levando um
processo do do máximo de de transparência e eh de clareza mesmo dentro desse processo o avanço disso para eh colocar o que que como é que a gente vai expandir Então existe essa comissão Inter interministerial e com a participação inclusive eh de setores da indústria para que a Gente possa a cada eh a ideia que a cada 3S meses a gente leve a aplicação da margem para setores o o próxima decisão Tá previsto agora para Setembro com a a discussão em na aplicação eh Indústria Farmacêutica linha amarela painéis Solares n ainda tá no processo de
discussão pra gente conseguir dentro da comissão ainda chegar à conclusão de qual se vai conseguir aplicar para todos esses setores ou para algum setores Levando-se em conta que o nosso principal fator nessa discussão é como é que eu aplico o identificador do conteúdo nacional que tenha estabilidade jurídica e não seja objeto de contestação a cada vez que a gente fizer uma compra pública Então é assim que a gente tá trabalhando na na comissão Obrigado Roberto então depois aí os outros podem é palminhas [Aplausos] então agora vamos passar pro Rafael Diretor de desenvolvimento industrial da da
CNI né e diretor subintendente do do Sesi então Eh Rafael A questão aqui que a gente tá querendo discutir um pouco com você eh essa retomada da política Industrial né Eh tá tendo já ensaiando vários eh instrumentos eh para vamos dizer assim engajar o seu setor produtivo Mas a questão que a gente tá eh querendo pensar aqui um pouco é quais as outras ações são necessárias para Mobilizar o investimento pelo setor Empresarial nas agendas priorizadas pelas missões é preciso primeiro algum tipo de concertação estratégica que não está ainda governança que não está ainda sendo tocado
eh é preciso que haja um conhecimento maior dos gaps produtivos e tecnológicos das cadeias dos vários setores para que ter direcionalidade adequada o que a CNI tem feito para ajudar nessa direção bom Obrigado por por est aqui o o Eu acho que o Brasil primeiro precisa fazer uma uma discussão Muito importante se a indústria no Brasil no projeto de país tem um papel chave Eu acho que o o Léo dec foi muito feliz na abertura quando falou que a última década que foi um período de ouro paraa expansão do ago o crescimento do país foi
Medíocre Eu acho que isso demonstra um pouco do quão importante é o Brasil se conectar esse movimento Global a de Reindustrialização e a segunda questão que é fundamental é o debate que existe no país o debate que existe no país é em geral olhando com o retrovisor os especialistas que falam na mídia desconhecem de política industrial e falam no geral um consenso velho que fracassou no Brasil o país tem que ter coragem de abandonar o fracasso eh é sempre apresentado como política Industrial as ideias velhas que não funcionam E aí eu acho que o Wallace
foi Muito feliz em comparar enquanto o país tinha uma obsessão de criar uma moderna manufatura o Brasil foi o país que mais cresceu no planeta os 40 anos que vai de 1940 a 1980 é o Brasil que é o país que mais cresce no mundo e nos últimos 40 anos foi o país que mais fracassou o que mais perdeu complexidade produtiva exatamente quando se tornou um palavrão falar sobre isso E aí nós temos que reaprender a fazer isso a institucionalidade pública ela não tem Os elementos Nós perdemos estrutura até porque todo o desenvolvimento industrial brasileiro
foi baseado em encomendas com uma uma discricionaridade muito grande do estado brasileiro que hoje o arcabouo legal da Constituição de 88 não permite a mesma discricionaridade que nós vemos no Ira no inflex reduction act ou em vários instrumentos nos Estados Unidos que o poder público tem alta capacidade de escolher as campeões nacionais um outro palavrão que a gente criou no Brasil que todos os estados nacionais fazem não existe nenhuma atividade competitiva nos Estados Unidos na Alemanha ou na Inglaterra que não tem o estado por detrás como chave temos que reaprender a fazer isso mas nós
temos que em primeiro momento colocar alguns pontos importantes no debate antes até de falar de política Industrial por exemplo nós temos uma taxa de juros no Brasil há 30 anos uma taxa de juros que deprime a economia que Reduz o investimento o emprego o bem-estar e a Prosperidade que é disfuncional claro que nós temos problemas na questão fiscal nós temos problema com parte disso é a carga eh fiscal que está aí embutido a dentro da taxa de juros mas o principal componente é a concentração bancária o principal componente é nós temos uma agência reguladora que
é o banco central capturado com essa lógica de um juros exorbitante há décadas que anula uma Série de Vantagens competitivas do país sobretudo pros setores mais sofisticados como é a indústria que tem C se se elos e esse custo financeiro se torna cumulativo Então isso acaba sendo muito desorganizador da produção porque é claro se você vai tomar empréstimo para recuperar num ciclo de 15 20 anos é muito mais complexo do que você aplicar isso até de Safra em Safra no setor agrícola a indústria ela é mais complexa Ela depende de mais estabilidade a longo prazo
para não falar também de um outro ponto que aí parabenizando aqui a CNI o presidente Armando Monteiro a da importância e o atual governo da importância da reforma tributária vai melhorar muito não é ideal porque isso não existe o ideal é algo Imaginário não tá no mundo real que tem que negociar mas hoje no Brasil a indústria paga 4 2% de carga fiscal sobre valor adicionado só uma comparação a agricultura paga 15 Então é claro que no fim ao cabo se eles pagam menos tributos se a taxa de juros é menos sensível você acaba prejudicando
o quê o investimento no setor produtivo que vai renovar que vai criar um processo de modernização da sua estrutura para política Industrial eh nós temos o cndi que é uma boa conserta é interessante e nós temos que ter mais ousadias nos instrumentos tem um plano mais produção de 75 bilhões ano é bom Mas quando você olha pro lado e vê o o plano safra com 475 B nós vemos que nós estamos fazendo uma escolha de futuro mais voltado para o Agro e eu acho que o Brasil merece fazer para a indústria até pela importância inclusive
que o Nelson Barbosa colocou ali pelo papel chave estruturante até para o ganho de produtividade e prosperidade fazer um esforço maior com esforço maior fiscal consenso na definição dessa política Industrial é que ele tem Impacto fiscal Zero Só tem 1,9 B que é do fndct então só para se ter uma ideia e com isso eu encerro esse primeiro bate-papo aqui a indústria ela paga 600 B de tributos e nós temos perto de 60 B de isenções ah e e subsídios tem quase quase 20 da Zona Franca de Manaus que nunca é política Industrial só é
uma política Regional agora a agricultura paga 12 bi de tributos é 0,7 do bolo Total a Indústria 38% e eh a agricultura tem entre incentivos e e subsídios perto de 100 bilhões então é claro que nós estamos fazendo uma escolha é claro que nós estamos sendo tímidos ao adotar instrumentos os Estados Unidos e a Europa tem um parecido eles têm desde 1932 o by America act e agora eles estão dando até 50% de margem de preferência sem conversar nada com ninguém porque é o interesse nacional e discricionaridade Do estado e a gente tá muito defensivo
em colocar 10% paraa margem comercial e 20% para pid Estados Unidos está chutando o pau da barraca e dizendo aqui é 50 meu irmão Porque a indústria pra gente é importante e nós vamos industrializar a os Estados Unidos e o Brasil aonde nós vamos nos colocar porque é claro que essa janela de oportunidade ela é curta e ela vai se esgotar e mais à frente quem dá o Tom das relações de Geopolítica vão novamente empurrar a escada e vão novamente falar sobre o livre comércio e a necessidade de abrir os mercados porque ele já vão
ter constituído o seu núcleo dinâmico a da indústria descarbonizada e de alta tecnologia tem sido assim na história e em parte as mudanças das revoluções científicas e tecnológicas servem para empurrar quem nadou nadou nadou e quase chegou lá que foi o Brasil de 1980 que a estrutura industrial Brasileira era maior do que a chinesa e a sul-coreana somadas em 40 anos nós perdemos tudo e a China fez tudo certo porque nos 40 anos anteriores o Brasil pensou sem sotaque com pensamento original e se industrializou quando nós aderimos ao consenso de Washington as teses lá propugnada
a pelo Johnson Ah nós fizemos o quê passamos a pensar com sotaque e regredimos retrocedemos empobrecemos o Brasil tá na hora de ter Coragem de abandonar o fracasso e ter mais ousadia na agenda de política Industrial numa democracia moderna isso não vai acontecer sem os industriais brasileiros serem pragmáticos e exigirem isso numa democracia moderna os grupos de interesse têm que se colocar o o Agro fez isso muito bem no primeiro governo Lula nem reconhece tanto mas quem fez o plano safre em 2003 o governo Lula como também em 2004 fez as lcas e agora tá
fazendo o plano mais produção no Lula 3 A e a LCD mas essa janela ainda está pequena os instrumentos fiscais são pequenos Porque a indústria precisa se unir mais e mais do estado brasileiro o estado brasileiro custa 3,3 trilhões deais 1,9 B é muito pouco é isso né esse tom que a gente precisa como eu falei no início do painel os precisam eh fazer um Lobby do mesmo jeito que os Os o Agro faz né Por exemplo na mídia que que tá na mídia é o Agro né e a o Agro dizendo que é tec
que é que é tudo que é isso que é aquilo né E aí quando você vai ver o Agro na verdade é só pop né Tem um Market maravilhoso né industriais que estão eu fui eu participei da da discussão sobre aer sobre a estratégia Nacional de Ciência e Tecnologia e lá estava o Agro em todas as sessões e a indústria não tava ausente Ministério da Saúde que Era um dos principais interessados nessa agenda estava ausente então assim eh realmente eu acho que essa questão que você colocou luques é muito relevante e para não falar da
timidez dos instrumentos e do montante de recursos destinados à indústria ainda que seja positivo O Retorno não é ainda não mostra a prioridade para a indústria Então tá na hora dos industriais se engajarem João Paulo para você que está respondendo pelo BNDS né e o até o Nelson já falou bastante sobre os 300 bilhões como é que eles estão divididos mas numa agenda de 3 anos né mas botou para lá para cá quanta coisa agora o que eu queria que você trouxesse pra gente é se o banco tem eh procurado eh colocar alguma condicionalidade Extra
Claro além das análises tradicionais de crédito né Eh em relação para que as empresas interessadas em acessar esses recursos tenham um sinal de comprometimento com a política vigente né E além disso do Outro lado né Que tipo de de mix de instrumentos financiamento subvenção não reembolsável vocês têm Para apoiar projetos mais disruptivos né porque a gente sabe que a maior parte desse dinheiro é crédito né então nós estamos falando de inovação mas também temos que falar de inovação Como já foi dito no outro painel inovações que muitas vezes vão precisar de desenvolvimento de pesquisa desenvolvimento
ainda não ex Então como é que vocês estão pensando Isso né Eh nesse nesse novo rodada né de política que o BNDS tá participando muito bem boa tarde a todos Obrigado Lia e cumprimentar a todas e todos aqui agradecer a c também pelo convite eh l o banco ele ele né como o Lu colocou a gente tem retomado um papel muito forte no apoio à indústria acho que a indústria volta com um protagonismo muito claro Nessa nesse novo ciclo do BNDS e e o banco trabalha eh eu eu diria que a gente tem vários condicionantes
eles estão sendo aprimorados pela política Industrial eu vou citar alguns deles aqui acho que um de um um e e que tá no coração acho que da Estratégia do banco historicamente eh Que conversa muito com o que o Roberto comentou é o conteúdo local né O bendes ele ele ele Manteve aprimorou a sua as suas práticas de de conteúdo local eh não é um conteúdo Local mais apenas baseado eh tratando todos os produtos de forma igualitária a gente consegue cada vez mais enxergar dentro das cadeias o qual é o conteúdo tecnológico crítico o que que
é relevante pro país ou qual tecnologia em que é preciso começar de trás para frente né montando aqui no Brasil para depois adensar essas cadeias então isso a gente fica muito feliz que o ministério da gestão tem passado a utilizar mais a metodologia do BNDS A Gente Tem trabalhado junto com o mdic para que outros bancos públicos também trabalhem eh e utilizem a tecnologia o o a metodologia de conteúdo local eh do banco porque não adianta o BNDS exigir para financiar uma uma uma energia uma indústria eólica ou solar eh exigir conteúdo local desse tipo
de tecnologia e outras instituições também com acesso a a funding público não não fazer então então a gente tem tentado do âmbito da política Industrial Lia e há um grupo de Coordenação do isso é importante falar da da também da governança da política dentro do CND a gente tem um grupo de governança eh para trabalhar as questões de financiamento que hoje é composto pelo BNDS pela fep pela embrapii outras instituições principalmente instituições públicas eh Então acho que o conteúdo local é um ponto bastante importante só para fechar esse exemplo o Roberto comentou que a primeira
a primeira eh iniciativa aqui Né da comissão de compras públicas vai ser de ônibus elétricos a gente justamente tá deixando o conteúdo local eh mais rigoroso paraa gente realmente chegar né da Montagem dos ônibus até efetivamente as baterias células de baterias esse componente crítico tão importante pro Brasil e isso se junta à iniciativas que a im brapi tem no financiamento da baterias que a fnep tem então acho que a gente tá conseguindo em vários casos articular esses diferentes Instrumentos no caso do eh sobre o plano mais produção Lia a gente tem eh dois instrumentos principais
que T taxas incentivadas né como o Nelson comentou aqui a maior parte das taxas são de mercado mas mas outros instrumentos recém criados ISO é importante né o plano mais produção traz instrumentos novos o principal deles é o mais inovação que é com custo em TR e o o dub comentou aqui sobre o fundo clima né que a gente muda a escala eh hoje a gente Tem mais de 10 bilhões de reais a serem a serem aplicados no fundo clima no BNDS e no mais inovação Lia condicionante ele tem que tá todos os projetos no
mais inovação precisam estar dentro das Missões né eles T que a gente tem que demonstrar isso que eles contribuem pras pras missões do definidas pelo pelo cndi eh todo equipamento de difusão tecnológica que é que é financiado pelo BNDS tem que ser credenciado com tecnologia 4.0 tem que ter Essas Tecnologias embutidas feitas no no país e no caso do fundo clima a principal métrica de aplicação é justamente a redução das emissões Então acho que para cada um desses programas amente os programas incentivados eh a gente construiu uma governança importante de condicionalidades e que a gente
vai buscar demonstrar e e Tá previsto isso na verdade a a a transparência tanto para no caso do mais inovação pro Conselho monetário Nacional O fundo clima pro conselho eh do fundo clima e para fechar o a sua segunda pergunta al sobre os mix de instrumentos eu acho que é uma é um ótimo ponto porque embora a gente tenha o plano plano mais produção ele de Fato né seja eh o início né dessa construção de um de um plano safa da indústria ainda com valor com valores mais eh aquém do do necessário na nossa visão
ele é um plano mais eh moderno do que o plano safra Por que que ele é mais moderno que o plano Safra porque o plano safra basicamente ele é crédito basicamente não ele é exclusivamente crédito crédito com subvenção com crédito equalizado eh e e crédito eh eh com taxas de mercado o plano mais produção ele nasce com crédito majoritariamente né com algumas taxas incentivadas mas ele nasce com subvenção Econômica com recursos não reembolsáveis então que são basicamente da fep né com o descono do fndct a gente tem mais de 20 bilhões de recursos não Reembolsáveis
no âmbito desses do plano mais produção e aí a subvenção Econômica paraa empresa paraas empresas foram lançados mais de 12 editais Ali pela fnep baseados nas missões e e também né Toda a parceria ict eh universidades e empresas e a gente tem instrumento de mercado de capitais ali também então Tá previsto ainda com valor tímido Lia Tá previsto ali r 8 bilhões deais no âmbito desses 300 de eh de iniciativas de mercado de capitais o que que isso Significa significa o BNDS a fep as demais instituições a gente poder construir constituir fundo de investimento eh
para investir em empresas inovadoras então aí com equity com startups voltadas também para as missões né esse é o nosso principal objetivo e o BNDS tá reconstruindo a sua estratégia de investir diretamente né via bnpa eh também empresas a gente ainda vai vai fazer uma uma ampla divulgação sobre Esse aspecto né tá sendo construído então mas e e um primeiro exemplo eh Lia daqui é um fundo foi um fundo que foi eh lançado eh lançado a chamada pro gestor no início desse há três meses atrás que é o fundo de minerais críticos para transição energética
então aqui o BNDS junto com a Vale eh e outros atores eh privados a gente deve investir cerca de R bilhão deais em empresas Júniors que vão fazer ali a Pesquisa mineral de de minerais que são amplamente reconhecidos no Brasil mas muito poucos explorados né como lítio como nióbio terras raras e outras então Eh o plano mais de produção eu acho que ele nasce de uma forma mais inteligente inteligente Desculpa acho mais moderna eh como uma política como uma política Industrial Eu acho que o nosso desafio agora é realmente aumentar os recursos e e colocar
as o conjunto de instituições eh públicas eh com a com com as mesmas Condições obrigado a eterna questão eh eu vejo assim um um problema sério e isso eu acho que o o Lobby Industrial deveria reclamar muito né se falou aqui no outro painel também de muito dinheiro para o o as Universidades e etc mas eu acho que a gente também tem que pensar que nos outros países né margem de preferência 50% Como disse o luquez e dinheiro de subvenção eh e não remons savel tá aos montes então também se a gente quer uma Indústria
forte essas coisas precisam aparecer não é só forte inovadora se a gente quer uma indústria inovadora se esses instrumentos não tiverem disponíveis para a indústria e se a gente continuar com essa pecha de que o estado não pode apoiar o setor privado fica complicado né então eu acho que o o Lobby Empresarial tem que ser muito pela fala do luquez já começou esse Lobby ser formado Vocês deviam fazer um um um comercial também de televisão do mesmo Jeito com todos os números e com certeza o Agro nunca mais apareceria Ana então agora queria passar para
você eh e considerando né A Ana é vice-presidente de sustentabilidade jurídico reputação e comunicação corporativa da Natura e tem uma experiência enorme nessa área de governança eh justamente de juntar né pesquisadores fornecedores diversos e vendedores dos seus produtos né Eh uma capacidade de gestão eh enorme de Governança né Eh então considerando essa expertise da Natura eh Quais elementos da prática Empresarial você destacaria como boas práticas de governança que poderiam ser incorporados pela política Industrial brasileira Obrigada Lia Bom dia na verdade boa tarde a todos e a todas obrigada a CNI pelo convite obrigada colegas de
mesa eh eu tava pensando Enquanto vocês estavam falando de como tem muitas semelhanças entre o mundo corporativo Eh e o mundo público e as políticas públicas né e não é muito diferente quando a gente vai a Natura nasceu de uma ambição muito grande ISO 55 anos atrás que ela foi constituída e de uma ambição muito grande quando não se falava ainda nas três letrinhas de SD de transformar desafios socioambientais e oportunidade de negócio né então a Natura cresceu indo pra Amazônia a gente tem uma fábrica na Amazônia inclusive no Pará em Benevides e de buscar
lá os Insumos os bioativos quando não se falava em bioeconomia ainda dos seus produtos e esse seu carro chefe da sua atuação isso não foi fácil e não é fácil até hoje né tivemos erros acertos tropeços e muitos acertos ao longo desses 55 anos e muito com uma coisa que eu acho que isso é o que a gente tem que incorporar em tudo que a gente faz é uma ambição e uma obsessão muito grande de fazer diferente e de dar certo de Inovar principalmente de fazer aquilo o que que A gente pode fazer de diferente
né como a gente pode eh eh pegar a gente fala em em em deforest momento em devastação em como a gente protege a floresta a gente falava disso muito tempo atrás em como compensar na verdade em como botar a floresta em pé a floresta vivem sair do desmatamento ilegal para outras atividades que gerassem renda Porque no final não dá para desassociar a floresta em pé com pessoas com a questão social não é mais sócio ambiental é Sócioambiental que aí entra um outro ponto que a gente fala as coisas todas hoje são interligadas todas são interdependentes
foi muito bacana ouv isso no painel an também não dá para você separar uma coisa você tem que criar pontes e não muros você tem que colaborar e Não competir são coisas muito bonitas de falar mas que na prática não é assim e mesmo no ambiente Empresarial não é assim quando você apresenta o novo vou usar álcool Orgânico E aí o pessoal de suprimentos fala alco orgânico mas vai aumentar e o meu custo Eu Não Vou atingir minha meta como é que eu vou usar al orgânico eu não bato ali a min então isso não
é só se você não tem não uma política mas uma estratégia que faça valer a pena e que trabalhe na interconexão de todos as pessoas de todos os interlocutores não adianta você ter uma política né então a gente quando a gente trabalhava em Silos dentro da empresa com a política de Biodiversidade com a política de povos indígenas com a política de inovação a gente não saía do lugar porque a gente batia a cabeça entre a gente mesmo porque o objetivo era de cada área quando a gente começou a trabalhar cultura comunicação eh e estratégia não
políticas individuais de uma forma ordenada trabalhando em eco ecossistema a gente começou a ter resultados diferentes porque o nosso sucesso dependia do Sucesso de quem tava na Ponta dependia da comunidade que eu tinha relação hoje a Natura tem eh tem relações com mais de 45 comunidades na América Latina mais de 42 eh ingredientes e bioativos e Tem compromissos públicos para aumentar isso mas eu não consigo fazer isso se eu não tiver um programa se eu não tiver um resultado comum se as as metas individuais são as mesmas Independente de quem de que área você tá
Se você não for todo dia obsecado por errar aprender Sair do lugar tem uma ambição de fazer diferente e de Inovar não existe inovação sem sustentabilidade nem sustentabilidade sem inovação a gente saiu recente de um conceito de sustentabilidade justamente paraa Regeneração que é muito mas não dá para sustentar o que tá insustentável então o que que a gente pode regenerar como é que a gente pode mudar e você só consegue fazer se você for realmente ambicioso e obsecado de ter isso na sua Pauta se não ter o comitê executivo isso não for uma métrica comum
para todo mundo gente no escritório de projetos o projeto não é de uma pessoa então é como é que eu aprovo um projeto que dá Rik negativo e muitas vezes dá hoik negativo então é como é que a gente faz isso se todo mundo não tiver falando a mesma linguagem não tiver a mesma lendo o mesmo livro né não um capítulo cada um lendo um capítulo do mesmo livro então isso é muito mais do que uma política e Para dar certo você tem que ter essa interdependência você não pode mexer só num pedacinho daquela engrenagem
toda você tem que mexer quando você fala em inovação eh como é que a gente simplifica como é que a gente desburocratiza como é que a gente trata as patentes que eu vi que é uma missão as missões TM que est interconectadas não adianta falar em descarbonização de escopo um e dois e não pensar no escopo três então é tudo muito interligado é um Engrenagem muito grande e a governança é Central nisso né Eu costumo dizer que não adianta ter o ambiental e o social se você não tiver a governança que é o que drives
the bus né que é o que faz aquilo acontecer com todo aquele ecossistema e com vários take holders na máquina pública é a mesma coisa você tem várias pessoas para falar para negociar é tão complexo quanto e você só consegue fazer isso se se a governança tiver baseada nesses três pilares que é Construir pontes ter metas comuns trabalhar sabendo que não é um ponto só não é uma política aqui que vai destravar são várias é um sistema é um ecossistema que tem que ser destravado você fala de da lei de biodiversidade você fala de taxonomia
Verde você fala de debentures da questão de incentivos tem que ter subsídios sim tem que ter uma indústria forte sim mas é é um conjunto é uma infraestrutura tanto quanto a gente tem uma infraestrutura Industrial a gente tem que ter uma infraestrutura nesse ecossistema para essa indústria ir para uma etapa né além daquilo que a gente tá fazendo então a governança para mim é essencial e tem que ter esse foco de trabalhar em conjunto de ter uma comunicação sim de ter um protagonismo e uma ambição e principalmente de identificar em cada missão Quais são os
outros os arcabouços legislativos quais são os outros programas reforma tributária se falou Aqui a gente vai ter uma cop 30 no ano que vem a gente tem o G20 Então quem são os outros articuladores e quais são as outras políticas públicas que a gente pode trabalhar em conjunto se a gente não fizer isso a gente não destrava indicadores metas Claras e transparência que isso é o que faz uma governança ser respeitada e ter credibilidade então a gente vê várias empresas também criando compromissos mas esses compromissos tem que ser sim auditado e você tem que ver
Onde é que você tá Como é que você tá chegando próximo como é que isso fala com o teu negócio e não adianta ser uma política muito distante ela tem que tá embutida no seu negócio na sua maneira de fazer negócio Acho que por isso que a Natura teve um desenvolvimento tão bacana até agora mas que não é perfeito e que tem que se reinova e se Reinventar todos os dias eu compro da comunidade eu tenho que ter um comércio justo eu tenho que pagar muitas vezes mais eu demoro Para chegar numa comunidade às vezes
três dias como é que eu falo de infraestrutura Então nada tá isolado senão arular isso E para isso eu tenho que ter uma governança boa eu não consigo fazer nada nem no ambiente público nem no ambiente [Aplausos] privado você já tá trazendo uma ah verde eu enxergo daqui Verde n uma uma questão você falou da governança da importância dessa Governança né E ao mesmo tempo a importância das metas Claras né e eh questões que precisam ser eh perseguidas o tempo todo ao longo né da política e aí nós estamos trazendo aqui pro para você uma
questão que é a questão de monitoração e avaliação das políticas né Essa questão se torna extremamente importante eh tendo en Vista esses desafios enormes e complexos né então eu queria saber como o ministério da gestão e inovação tem se Preparado para adquirir capacidade de avaliação de políticas e como tá podendo auxiliar nessa direção Obrigado lin bom eh o o a primeira expressão para descrever a situação que a gente se encontra no estado brasileiro para fazer avaliação e monitoramento da política de compra é pânico e terror por uma única razão a gente não sabe o que
a gente compra a gente não sabe de quem a gente compra assim que eu cheguei lá eu fiz a Seguinte pergunta quanto de produto importado adquirimos não existe o campo made in blá blá blá no cadastro de produto básico por isso que eu falei Pânico e terror 2023 não tô falando de 1980 então nosso esforço nesse o ano e meio é da a capacidade de prover informação temos uma vantagem que que é a instituição pela pela nova regulamentação do do portal Nacional de Contratações públicas isso é simplesmente o local onde todos os entes de todos
os poderes têm que registrar todas as suas compras públicas já é um primeiro passo problema o que é registrado lá tá registrado de uma forma estruturada que amanhã vou saber o que que eu compro de onde eu compro não então a gente tá construindo as condições de ter os dados para poder entender o que que o estado brasileiro como um todo Adquire eh por enquanto o a nossa camada de inovação tá fazer o Óbvio Infelizmente essa essa é a primeira camada que a gente vai vai tá enfrentando mas a gente começou começou a enfrentar isso
o quando a gente vai trabalhar no no em aspectos no aspecto mais básico e essencial que é simplesmente Qual é o meu eh cadastro de materiais ou seja como é que eu faço o catálogo de tudo que eu Adquiro então a a a última conclusão que a gente chegou Foi joga fora faz um novo eu tenho 38 cadastros de caneta esferográfica vermelha tudo isso posto o que que acontece é só para para fechar o que que a gente teve que romper romper com 30 anos imputando que o que importa na compra pública é comprar o
mais barato dentro de um procedimento estabelecido que eu não vai responder ao órgão de Controle isso é o resultado que a gente Tem Hoje simplesmente não saber o que a gente compra porque passamos 30 anos simplesmente olhando ó Comprei isso aqui foi o mais barato e segui os procedimentos então se eu registrei isso era o suficiente então a a o nosso investimento durante durante esses eh esse período né o os 4 anos é vai ser ter a capacidade de trazer a informação para aí sim a gente entender o que a gente tá comprando monitorar isso
e desenvolver então toda essa discussão de De incentivo a uma política de desenvolvimento Obrigada eh eu diria também eh qualificação de fornecedores né poderia ser agregado essa essa questão que eu acho que é uma uma falha também eh Luque voltando agora para você eh um pouco acho que você já falou um pouco das das exigências né Eh de condicionalidades mas eu penso o que que você pensa sobre a questão do conteúdo De exportação manutenção de empregos e garantias de reinvestimento na própria indústria como contrapartidas os incentivos governamentais Olha isso tem centralidade primeiro quero deixar absolutamente
claro que o Brasil fez uma escolha de futuro ao impulsionar O agronegócio extraordinário E aí me lembra que recentemente eu tive na China naban participei da cosb e o ministro da Indústria e Comércio deles lá chinês Falou uma coisa que uma visão estratégica muito clara dis o seguinte olha processo de industrialização chinês Já chegou no platô e agora O Grande Desafio da China é ir para o mercado de serviço de alta complexidade ou seja eles vão atacar a o que a Google faz o que a Microsoft faz o que a Apple faz eles vão pra
nuvem Então essa é uma visão de país bem consertada nós já atingimos o patamar do agronegócio nós temos que Resgatar a atividade industrial que ficou muito sacrificada nesses 40 anos o Brasil tem que ser justo como sociedade como país até porque eu não sei nem se vai ter país com uma desindustrialização precoce e massiva como nós estamos estamos tendo a indústria paga quase 40% da carga fiscal e é é claro que tem uma interdependência ela sofistica o setor de serviços a desindustrialização vai empobrecer empregos vai esvaziar a economia então nós temos Que pensar nisso Como
projeto de nação e tem tudo a ver com a questão do comércio exterior nós estamos sendo uma freira num bord nessa agenda de comércio exterior nós estamos muito conservadores Enquanto o mundo tá tendo uma defesa comercial altamente pragmática o que os Estados Unidos e a Europa estão fazendo e o Brasil tá imobilizado até dentro do governo há uma certa esquizofrenia quem pensa política Industrial pensa com instrumentos modernos e na área de comércio exterior ainda uma restrição muito grande então o presidente Ricardo alban tem colocado algo muito importante que o Léo de C falou aqui como
sociedade não apenas como CNI como sociedade o Brasil tem que fazer nos próximos 2 anos o que o país fez pelo Agro nos últimos 20 e isso passa não só por instrumentos horizontais mais modernos ah como Pieroni falou aqui do B do p+ p do b+ P Ah E aí tem a honra de estar aqui com o ex-ministro Armando Monteiro ex presidente dessa casa que criou o programa Brasil mais produtivo essa é uma agenda horizontal extremamente importante de produtividade do mais inovação mas também pela densificação das cadeias produtivas que com todo orgulho foi a cenia
foi o Léo de Castro que levou isso ao vice-presidente ALC no sentido de dar maior pragmatismo e resgatar o que o Brasil soube fazer nos Cdis a e criar as câmaras setoriais que não é o caso mas câmaras de densificação produt por cadeia e tá fazendo muito bem se gente pensar o mover é isso se gente pensar os anúncios no ao é isso também se a gente pensar uma concertação que a gente tá construindo junto com o governo política pública quem faz é governo mas políticas públicas modernas você chama os stakeholders que é o que
o CND representa é o diálogo que a gente tem Com o governo é o modelo de cogestão alemão é o me japonês é o que a Coreia do Sul tá fazendo e o que o Bras fez no CDI lá dos Reis Velosos nos anos 70 defesa comercial pragmática significa para quem tem baixa capacidade fiscal você ter uma agenda de defesa comercial o custo da política Industrial fica muito menor como a gente não tem a capacidade fiscal que os europeus têm porque aqui a gente pinta papel e fica papel pintado os Estados Unidos pinta o Papel
e vira riqueza porque eles têm capacidade como emissor Global nós não temos uma moeda forte então a gente fica restrito a uma contrição fiscal que a gente não pode fazer ó Vamos chutar o pau da barraca que nem os países a gente não tem condição de fazer isso mas a gente vai ter que ter uma defesa comercial e tá faltando esse entendimento no governo e tá faltando também a indústria bancar coisas nós temos a indústria de base uma construção Histórica que começa no segundo governo Vargas passa pelo plano de metas tá no no plano estratégico
de desenvolvimento no primeiro pnd no segundo pnd e a gente tá meio que jogando isso fora por vantagens comerciais frívolas a gente tem que ter um compromisso e e o Roriz outro dia falou uma coisa importante para mim nisso tudo bem luques eu acho que isso a indústria de plástico ela pode até fazer sacrifício mas se ela tiver Horizonte Sacrificar por sacrificar a gente tá fazendo isso há 40 anos sem resultados a gente tem que criar essa concertação setor produtivo governo e compromisso intra cadeia a indústria tem que parar de se dividir e pensar num
projeto de país numa agenda de construção Aonde a construção comum resultado sinérgico é maior do que a divisão das partes porque essa agenda de se dividir a gente é parte desse fracasso exatamente pensando no curto Prazo e pensando cada um no seu segmento sem uma construção maior e eu acho que isso o presidente Ricardo alban o Léo tem colocado de maneira clara inequívoca na agenda da da CNI essa agenda de concertação com o governo de maneira muito pragmática envolvendo uma agenda de oportunidade pro Brasil porque veja só a na Revolução verde na descarbonização produt na
transição energética o Brasil pode ser a nesse ambiente o que a Arábia Saudita e oriente médio a foi a para energia fóssil nós temos uma vantagem competitiva enorme Mas se nós ficarmos deitado em berço esplêndido como fala o hino nacional nós não vamos construir nada nós temos que ter a ideia de que isso é uma vantagem competitiva dinâmica e que os outros estados nacionais até na taxonomia a tem empurrado a escada do Brasil então essa é uma construção que passa por um projeto de país mas também Por geopolítica também por sofisticação de instrumentos Ah e
obviamente numa construção democrática no mundo que tá muito estranho então nós temos que abraçar essa hipótese para que o Brasil na agenda de power sh possa se colocar como um funcionador econômico importante e isso Lia vai ter uma ação muito articulada Roberto o o o Observatório Nacional da Indústria tá à disposição do mgi é claro que você falou muito para dentro e é a missão do seu Ministério Mas o poder público representa pouco mais de 30% do PIB brasileiro quando a gente falar da es cadeias a gente não tem que pensar apenas naquilo que o
estado compra mas naquilo que o estado pode funcionar nas cadeias produtivas sofisticadas num projeto de economia verde de transição energética e descarbonização produtiva obrigado obrigada Lu João Paulo João Paulo já falou bastante sobre a questão da governança Entre os os vários órgãos de financiamento né mas eu acho que você poderia desenvolver um pouco mais a ideia de você incluir out além da fep do BNDS instituições que possam participar tanto crédito externo quanto bancos internos muito bem a gente bom Ben e aep embrap né a gente fez essa costura aqui do plano mais produção Inicial com
aep talvez a gente esteja Ali no melhor momento eu tenho 16 anos de BNDS né então o melhor momento acho que de aproximação das instituições tanto no nível técnico quanto no nível eh gerencial há um acordo de cooperação entre as duas instituições e e a gente nivelou as as condições né Eu acho que não sei se foi o João Ferraz comentou né a gente não tem competição eh entre BNDS e fep com taxas diferenciadas é a mesma condição o mesmo prazo é a mesma participação das instituições eh isso no Financiamento que é a principal né
o principal instrumento mas a gente tá trabalhando muito em conjunto E aí junto com a embrap também para fazer algo que o lues comentou agora que eu acho fundamental que é Como descer dessas missões que são amplas importantes guias mas são muito amplas descer para aquilo aonde que a gente quer densificar a cadeia e agregar valor então e isso a gente tá usando os recursos mais nobres que a subvenção Econômica então para isso a gente teve uma longa discussão sobre quais nichos a gente tem em cada uma das missões e esses essas prioridades que foram
colocadas na subvenção econômico Esse é o primeiro passo acho que o lues eh comentou bem que a gente precisa descer eh no nível de pensar diferentes políticas né para para esses nichos que a gente quer cadeias principais que a gente quer incentivar sejam eles regulatórios de compras públicas é Financiamento mas eu acho que já é um já é um grande um grande uma grande iniciativa e sobre a a gente tá tentando nesse momento eh li a adicionar as demais instituições né a gente tá falando muito com os com com BASA com o BNB com o
Banco do Brasil com a caixa são as instituições públicas que tem também parte eh principalmente base a BNB dos Fundos constitucionais tem tem acesso a Fontes importantes de crédito para que Se somem aqui ao plano mais produção eh num num olhar eh articulado da da indústria articulado das exigências então isso tudo tá sendo estruturado nesse momento a gente espera que que em breve eles possam aí fazer parte oficialmente e e e comungar das mesmas condições acho que assim a gente vai conseguir eh com poucos recursos né com eu acho que eh relativamente ao nosso peso
na economia com poucos recursos mas fazer Um pouco do que o João comentou fazer aquilo que faz fazer a diferença né a gente vai ter que ser muito aqui enquanto gestor público feliz e acertivo no que vamos poder incentivar com esses recursos Principalmente aqueles que são eh subsidiados incentivados para fazer a diferença acho que se a gente se todos fizerem né caminharem na mesma direção com uma com uma com um plano agora que temos um plano para onde caminhar isso a gente vai ter um deve ter um deve ter um Resultado eh bem mais efetivo
obrigado gente Obrigado João pa obgado Ana eh continuando um pouquinho sobre o que que você acha que falta na política para as empresas brasileiras se tornarem mais competitivas e quais os compromissos que poderiam ser assumidos pela iniciativa privada de modo que a política pudesse reverter em maiores possibilidades de crescimento econômico para o país duas coisas de um lado e de outro né é Público e privado eu acho que quando a gente fala de na iniciativa privada muitas empresas Eu costumo dizer que nessa nessa pauta não não deve haver patente né Quanto mais pessoas tiverem mais
empresas juntas fazendo isso e pensando nessa coesão né de como a gente vai trabalhar junto e em benefício da indústria e tem uma palavra muito bacana que é vocação se a gente não fizer ninguém faz né E principalmente quem tá no Brasil quem tem parque industrial Entrea pessoas a gente sabe o desafio que é então a gente fala de simplificação de produtividade de eficiência mas a gente tem essa vocação então a gente colocar muito isso no na primeira pessoa é como empresa como empresariado para puxar essa conversa ter esse diálogo assumir compromisso e sim eu
acho que isso é muito importante cada vez mais as empresas estão assumindo e olhar isso como um ecossistema eu acho a a Natura lançou Recentemente uma questão que é um I pnel que é aquilo dando transparência Acho que o nome disso também é Transparência ser cirúrgico naquilo que eu vou escolher e dar transparência daquele resultado que seja um efeito eh que vá fazer diferença vá mover agulha esse I pnl que a gente lançou que eu acho que no no seria muito bacana ter também acho que temos alguma iniciativa dessa na no serviço público que é
aquilo que eu ganho o quanto eu reverto pra sociedade Né eu tenho três dimensões ali que é o sócioambiental humano e o econômico financeiro porque não dá para tirar esse Pilar também então de tudo que eu recebo como receita como uma empresa privada o quanto eu devolvo pra sociedade de alguma maneira e eu acompanho isso de uma forma eh sempre dando visibilidade para aquilo que eu entrego a cada um dólar por exemplo eu devolvo 2.7 e assumo um compromisso Então acho que esses compromissos as empresas têm que Fazer se articular estar junto e ter uma
agenda comum nesse sentido e eu ter políticas públicas também que endereçam esses anseios cada vez mais tendo essa colaboração e esse diálogo então eh a simplificação para min é chave quando eu falo de burocracia hoje é uma coisa muito grande o investimento o tempo de investimento a gente para investir num num pid pid a gente fala tanto de pid de inovação o tempo que eu descubro para uma para um determinado bioativo como Tucumã por exemplo que eu descobri depois de 20 anos de pesquisa que ele tem uma uma propriedade hialurônica quem a mulher entende isso
um pouco mais é eu tive que investir 20 anos em pesquisa né uma burocracia caminhando por por estradas e por caminhos que podem ter atalhos então ter essa conversa e ouvir Quais são esses atalhos e tornar isso mais simples Eu acho que é uma uma via de Mão Dupla que um ganha ganha que a gente tem que buscar em tudo aquilo que A gente faz muito obrigada Ana bom temos aí uma agenda né Encerrando o painel não sei se os palestrantes querem falar mais alguma coisa nós estamos lá no nosso tempinho terminando mas eh eu
acho que nós temos aí uma bastante contribuições interessantes não só das das ações que os dois setores públicos aqui presentes nos trouxeram de governança e condicionalidad como também de demandas Pela indústria né para que essa política tenha maior efetividade e seja feita de forma mais pragmática então agradecer a todos pela colaboração querem falar mais alguma coisa quer falar não só agradecer eu achei legal também a o ponto contraponto né ele tá falando que Ah nós estamos fazendo essa essa questão lá da da verificando os benefícios e os custos do conteúdo local e da margem de
preferência né Para que depois tenha Transparência nessa questão etc eu achei deu contraponto bem legal então é isso Parabéns a todos e obrigado pela [Aplausos] audiência Obrigado aos panelistas Solicito que retorne aos seus assentos neste auditório para continuarmos a nossa programação permane todos em seus emus lares aos palestrantes que por gentileza ocupem seus lugares na nossa no nosso Auditório aind senhoras e senhores que antes de ir emb de tru simultânea na recep bases de bem para a nossa última palestra do dia com o tema tendências internacionais em política Industrial participa conosco de forma online A
professora de economia da University of British Columbia e cofundadora do Industrial policy group recas é uma das Além de vários outros artigos no [Aplausos] tema vocês podem me ouvir excelente entãoo obrig convos vocês entendo que vocês embarcaram numa estratégia industrial ambiciosa e eu acho que o meu trabalho hoje é É só compartilhar um pouco das lições que a gente Aprendeu nas políticas industriais deixa eu tentar aumentar a tela Ok então eu gostaria de dividir um pouco de dispensamento com vocês sobre o que estudamos que a nova economia de políticas industriais que a gente tá tentando
fazer meio que um jeito novo de pensar no potencial do que são as políticas Industriais e o que ela pode alcançar e quais são os riscos do Sucesso e o que o que pode parar esse sucesso e das nossas pesquisas recentes o como o título fala tem algumas coisas que sabemos e coisas que nós queríamos saber mas não sabemos e eu vou falar euo dia onde os as barreiras estão do nosso Conhecimento hoje então tem dois pontos que eu gostaria de falar hoje um É a maioria de vocês tá sabendo do do jeito tradicional da
economia das políticas industriais e por muito tempo tem sido eh políticas industriais foram uma má ideia é o o senso comum e tem como falham muito e a pesquisa que chegou na última década mais ou menos é que essa essa visão se tornou uma uma mentira no último ano Dani e eu a gente escreveu um um artigo de novas pesquisas de eh políticas Industriais nós nessa pesquisa de política Industrial a gente meio Se surpreendeu por quanto eh trabalho tem sido feito de uma qualidade maior que tinha antes que tem essa luz positiva e que pode
alcançar Então eu acho que a evaluação empírica das episódios empíricos foi muito positiva então a gente meio se a gente aceitar essas políticas industriais junto com eh o potencial de Falhar e ele Segura esse potencial de de mudança Econômica em em larga em grande escala e a variação de políticas industriais que nos permitem entender o que é muito similar em um contexto eh que é muito positivo e pode ser uma falha muito grande em outro contexto Então eu acho que é aí que a gente vê os limites do nosso conhecimento de hoje eu não acho
que a gente tem um uma ideia completa do Que poderia explicar a variação das políticas industriais mas eu vou propor uma coisa que eu eu tenho trabalhado com que a gente tá escrevendo para esse jornal A gente fala que a economia política é importante de falar da variação não as primeiras pessoas de falar de política econômica e dessa pesquisa mas eu vou te mostrar como a gente vê isso e se aplica nas políticas Industriais eu gostaria de começar hoje qual é a definição das políticas industriais que eu uso no meu trabalho a gente pega definição
de política industrial de uma ação do governo que procura transformar a atividade econômica procurando um objetivo público e nesses contextos isso significou as ações de política usando intervenção do estado para tentar canalizar a industrialização Então a Gente tem a gente tem movido a economia longe da Agricultura para uma mais Industrial isso é o jeito Isso isso era o objetivo que o governo estava buscando intentando mudar a o que estava sendo produzido nacionalmente mas agora é um conceito muito mais amplo Não é aplicado para produção o moderno moderno é no contexto do Brasil que eu posso
pensar é a decona da economia e você pode ver como isso vai Levar a estrutura de economia doméstica nós vimos que essa definição é na verdade muito esclarecedora para alguns do das confusões que nós temos ao redor das políticas industriais primeiro porque é importante saber que a política industrial geralmente está baseada em políticas específicas porque eu penso que ela geralmente está associada com coisas como tarifas e esse é um dos motivos pelo qual nós muitas vezes vemos Isso como algo tradicional e Obviamente as a os impostos são importantes mas obviamente também a política Industrial não
está relacionada com qualquer a nível de política Ah mas com vários níveis de políticas e no meu webinar Geralmente eu mostro um pouco mais sobre isso e e realmente a política Industrial ela é muito diferente do que Nós pensamos com a sobre essa política industrial no passado e também ela não está Somente focando em em alguns setores específicos mas em vários setores ao mesmo tempo por exemplo o caso da economia de descarbonização que pode ser parte dessa política Industrial ela vai ser somente uma parte e vai estar em todos os outros setores que nós estamos
trabalhando ao mesmo tempo e praticamente vai estar presente em todos eles e é uma forma que a política Industrial vai estar trabalhando com todas juntas não de Maneira isolada e outra coisa que eu também gostaria de mencionar é que eh que muitas vezes está em debates polí públicos é que a política Industrial ela é muitas vezes potena obviamente tem algumas que [Música] são e como um exemplo que nós sabemos que é a questão das ah políticas deção de substituição de importação e que levam as os impostos em vez de proteger a a indústria doméstica e
na Verdade é está buscando substituir aquilo que está vindo do exterior para pelo que está dentro do país Então isso é uma forma de fazer um protecionismo mas aqui como vemos no próximo slide algumas das políticas sociais modernas elas não são protecionistas na verdade elas são muito mais orientadas para o exterior e também a última coisa aqui é e a política Industrial não é aquela coisa que aquele grupo de políticas que Eu e você não gostamos dela não é aquilo que eu não gosto e que dier com isso é que ter essa definição Ampla da
política Industrial é muito esclarecedora para poder ter uma conclusão que vai ajudar a ter discussões sobre políticas industriais mais adiante e algum dos pontos que eu gostaria de fazer também é sobre como a política Industrial moderna está sendo praticada e isso aqui é algo que eu tenho do e da verica Que eles usaram a processamento de a linguagem natural e machine learning para isolar as políticas industriais de outras políticas e comerciais e o ponto específico que eu quero falar aqui é sobre o diferente com aquilo que a cultura popular muitas das políticas industriais que nós
vemos E aqui estamos vendo aquelas que estão começando desde 2020 a 2021 ao redor do mundo Muitas delas são relacionadas com a subsídios ou exportações e países ah Sub desenvolvidas e desenvolvidos e economias avançadas nós vemos que essas políticas ah industriais elas não somente estão a orientadas para fora mas elas estão buscando a ter um foco maior naqueles setores que a naqueles setores que eles têm maior presença Mas isso não é verdade para os países em subdesenvolvimento Mas o que eu quero concluir é que é que as políticas industriais modernas elas usam ferramentas para como
subsídios e outras Ferramentas que também est buscando ajudar os Fundos domésticos nos mercados internacionais e isso quer dizer que não é nem somente vou mostrar alguns exemplos mais adiante para que vocês possam visualizar um pouco disso e oo fon é qual o tipo de a O que podemos ver em relação à evaluação cuidadosa de episódios Individuais que estão pintando uma Panorama otimista e eu vejo que nós estamos surpresos em ver como H quantas evidências existem para a política industrial para poder promover uma uns efeitos que sejam grande escala e que estejam na intenção daquele que
faz a política e tem muitas tem alguns estudos que estão saindo Ah sobretudo nos Estados Unidos que olham para alguns Episódios de políticas industriais e tem um que é muito interessante que avalia a A a missão Apolo nos Estados Unidos e outro também que que fala sobre a investigação a desenvolvimento que os Estados Unidos fizeram durante a Segunda Guerra Mundial e também nós vemos nesses ambos desses conceitos é que o governo foi capaz de ah buscar a políticas de tecnologia e locais que realmente alcançaram esses objetivos as políticas e também tiveram uma alguns resultados que
foram positivos a ao mesmo tempo eu sou Húngara por exemplo e eu e eu diria que bom o que aconteceu é verdade nos Estados Unidos Possivelmente não é o mesmo que acontece em algum país menos desenvolvido e possivelmente nos Estados Unidos e alguns países desenvolvidos eles podem perseguir esse tipo de política Mas isso não é o mesmo em nossos países mas a boa notícia é que até mesmo em países de menos capacidade nós temos a dados que mostram que a política Industrial tem sido realmente a exitosa e e um estudo que nos mostra isso é
sobre os os compostos químicos e a industrialização que foi feita na coria do Sul após a guerra e é um dos melhores exemplos que eu conheço de um país que conseguiu seu diferencial de maneira muito rápida e mudou e fe houvesse setores que a o Banco Mundial não queria inicialmente investir na Coreia mas depois viram que realmente era algo rentável e Outro exemplo é Sobre locar para locais que começaram a industrialização e na parte sul da Itália e é um caso que eu realmente gosto por vários motivos um é que ele fala e porque essa
parte da Itália tem uma uma estrutura polí muito sensível para por vários motivos porque tem muito problemas políticos sobretudo ali e por isso ao ver esse contexto podemos ver que realmente ele fala para a questão sobre se a política Pode realmente suceder em vários ambientes sobretudo quando tem alguns problemas políticos e ess é um bom exemplo porque eu acho que temos um pensamento que está realmente arraigado de décadas de que a tudo que nascia no sul da Itália seria uma um fracasso e sentido eh nós vemos que realmente tem uma grande diferença entre o sul
e o norte da Itália e é bem remarc cável mas aqui não está não é o ponto que nós estamos realmente buscando E mas sim aqui nós podemos ver que Novas ah investigações puderam nos ajudar a avançar e poder as correlações e também buscar alguma das causas que faziam com que houvesse menos desenvolvimento e e podemos ver também sobre as causas de o sul da Itália ter se desenvolvido um pouco mais e se foi por causa dessas políticas industriais e esse tipo de pergunta realmente é o que nós temos que perguntar em vez de se
nós podemos Comparar com o norte então em vista dessas evidências eu acho que nós podemos concluir que a essa forma perspectiva de Economia Eh virou aisv e a próxima pergunta que nós temos que confrontar que e como aqueles pías políticas e acadêmic se nós temos a política industriais que realment podem realmente ter sucesso Como nós podemos ser responsáveis pelos fracassos que podem acontecer no caminho porque acontecem e não é algo que nós temos que estar com medo de mencionar porque sabemos que as políticas industriais elas podem ter sucesso ou podem falhar e eu gostaria de
de quec entender uma política industrial de sucesso ou fracasso e e aqui está uma sátira do início da do Contexto dos Estados Unidos no começo dos da década de 20 que traz um ponto muito interessante que mostra que os problemas da economia política que sempre estiveram ao centro da política industrial e aqui tem uma metáfora da tem os privilégios protegidos daqui tem a mãe que ou a ou a babá que são aqueles que estão oferecendo um cuidado para aqueles que têm os privilégios que e e aqui estão oferecendo essa mamadeira Do a competição de livre
mercado e obviamente nós estamos aqui para poder discutir se a economia política ela desafia ah o a responsabilidade D sucesso o fracasso mas a economia política ela sempre esteve no a na crítica de porque a política industrial no mundo está tendo determinados tipos de riscos e desafios e tendo em vista esses tipos de riscos que vê duas formas que seriam Primeiro as problemas de informação porque muitas vezes temos que pensar num modelo no qual a o mercado muitas vezes não está funcionando bem em determinado setor da economia e e por isso nós precisamos de uma
certa intervenção mas priamente é diferente para aquele que cria a política a de ter que identificar quais áreas da economia o mercado não está funcionando bem e isso é o que nós temos que pensar como problemas de formação e a ideia do Desafio que aquele que faz a política e se sabe se realmente tem que fazer uma política ou não e isso poderia ser algo muito problemático para o o gestor de políticas se aquela política vai ser de sucesso ou não e o segundo desafio de a economia política está relacionado com a a o momento
político no qual em várias formas que a política Industrial não vai estar direcionada a alguns setores de Economia que precisam de intervenção Mas vai ser na verdade direcionada a grupos bem conectados no qual e esse é um dos motivos pelo qual a política política Industrial vai ser somente uma motivação para esse tipo de grupo então e eu gostaria de oferecer a esses pontos que ah de porque esses dois desafios el geralmente eles fazem com que a política de poderia ser um fracasso mas Aqui nós temos que pensar que a visão antiga é que é um
falha uma falha do governo que é muito maior do que a um fracasso do mercado geralmente víamos isso dessa forma que geralmente era culpa do governo resumo A Crítica da política industrial e onde os economistas eles criticam esse tipo de política que o arumar como maior do que a doença mas aqui hoje não é uma visão Realística e uma coisa que nós podemos concluir de parte que mista não tem Qual a uma política pode ter sucesso ou falhar a que não seja causada pelo governo então que nós víamos fazendo com naan num trabalho recente aqui
buscamos para construir ou fazer um um passo a passo em construir uma política Industrial moderna em qual nós levamos em sério Como esses ah como isso essas investigações Elas tiveram em outras áreas da economia e progrediram nos últimos anos e tem duas coisas que eu gostaria de destacar no nosso trabalho e o primeiro é que nós temos que ser conscientes sobre os as restrições políticas e muitas vezes quando nós vemos um tipo de política que ela é escolhida ou não nós temos que lembrar das realidades das dos criadores Políticas das restrições políticas e quais tipo
de opções nós temos na nossa agenda e isso pode ser um pouco abstrato Então vou dar um A exemplo de estudo de caso que nós e fomos mais em detalhes no nosso estudo e que contrasta a políticas reais industriais com outras e o argumento que nós queremos fazer aqui é que os economistas estiveram por muitos anos invocando pelo a pelo preço a livre em vez da Do para E desde uma perspectiva Econômica da indústria o o a pacificação do carbono ele vai ser sempre uma dentro de uma um pacote intervencionista e aqui nós vemos que
tem sido feito alguns esforços para poder ah colocar preço no carbono e alguns viram viam isso como uma barreira política e o que nós vimos Ultimamente é que essas políticas inais elas proliferaram em vários e um dos exemplos disso é como nos Estados Unidos a que é o segundo maior Emissor de carbono não tem a agora com a inflação do ir que eles têm eles dentro do pacote Industrial que eles têm da economia nós vemos que a maior motivo pelo qual eles a política de Industrial Verde a consegui nos Estados Unidos de trazer Soluções para
o desafio de clima foi um dos Barreiras políticas e o precificação do carbono foi não foi nada relacionado com isso e se nós podemos em mais detalhes sobre o que esses Barreiras Políticas podem ser e porque uma política Industrial ença enfrenta algumas Barreiras um pouco mais moderadas vou dar alguns exemplos como o planificação do carbono é um custo e é uma medida na qual a política Industrial ela vai ser Ah vai trazer algumas constituintes políticos que e vai ser um pouco mais palatável Então Essas barreiras políticas é um dos a das Barreiras de mundo real
que nós Temos que estar conscientes sobre Quando pensamos a Que tipo de política Industrial nós queremos perseguir e outra coisa que nós queremos também considerar é são as barreiras de capacidade estatal que é a habilidade do Estado de modelar e implementar as políticas que ele bus muitos dos casos de estudos no nosso estudo e é importante considerar que todos os Episódios de sucesso na política Industrial envolve investimento em a fazer com que a capacidade estatal possa segu esse tipo de política e isso é algo muito importante que nós vemos hoje em dia no qual várias
agências governamentais elas tem a tarefa de implementar esse tipo de indri políticas industriais de tal modo que eles possam melhorar a capacidade de estatal de investimento para dar um exemplo o departamento de energia Ah hoje em dia cresceu 10 vezes porque teve avaliação de diferentes projetos e propostas que vieram e tiveram a expertise para poder fazer isso porque tinham um capital humano muito Ah bem preparado para isso então a a ideia Inicial que nós queremos fazer nesse estudo é que a política Industrial é muito mais provável de ter sucesso quando é perseguida com a quando
está vista desde Barreiras capacidade estatal e quando e ela é factível quando As políticas industriais que vocês perseguem elas são buscadas dentro da capacidade estatal que você tem e é capaz de poder oferecer naquele momento e não quer dizer que a capacidade estatal é algo que é fixa mas é algo que vai desenvolver com o tempo e a aquele que gestores de políticas eles TM que se adaptar enquanto isso vai avançando mas a a política Industrial que é feita fora dessas Barreiras é muito mais provável de fracar então eu Sei que eu tô acabando meu
tempo aqui mas eu vou usar os meus últimos minutos para tentar mostrar algo que a gente tem olhado que são os instrumentos que a gente pode usar em cada governo paraessa política Industrial eu fazer dois pontos aqui a gente tá olhando a 20 países e a gente tá dividindo em com grandes lucros e baixos lucros e 2010 paraa frente está sendo Perseguido com a atividades econômicas particulares eh tem eh empréstimos garantias eh em todos os países que têm grandes lucros e baixos lucros tem jeitos que eles estão perseguindo a política industrial e tem aumentado de
um jeito enorme nos últimos nas últimas na última década e outra coisa que gostaria de adicionar é que os países de médio eh eh de de médios faturamento Eles tê eh incentivos eh locais e eu gostaria de focar um pouquinho nos incentivos eles são basicamente eh requerimentos que precisamos botar quando está sendo devidamente implementado o meu jeito de entender isso é que o os o o BNDS no Brasil tava eh dando empréstimo a companhias empréstimos favoráveis com relação à energia eh companhias que mexiam com a energia Então isso é um ótimo exemplo de e investimento
local a gente vê isso com países com baixo lucratividade e algumas coisas que impediam no trabalho e se a gente tá vendo países com média lucratividade sem o o incentivo local Isso vai ser muito ruim porque esses paí não estão falando de tecnologia eles estão e beneficiando de produtos que vão ser eh muito difícil de vender então O o que os economistas têm se preocupado é que cria ineficiência e pode ser verdade que alguma ência dos da China Por Exemplo foi ineficiente e eu gostaria de falar disso um pouco mais tarde mas eu acho que
o mundo que a gente tá falando de dos dos problemas vai ser difícil de eh vai te dar empréstimos Vai dar benefício aos produtores euo que você tá pensando ah os orienteme não é o único procurando isso mas a gente vê que dos Estados Unidos eles têm o mesmo contento e incentivos e diminuição de inflação e Actos verdes não que dizer que a gente não deva se preocupar com a eficiência mas quando a gente fala do mundo a gente deveria ter consciência que as políticas verdes que Escolhemos PR trabalhar no ver esses incentivos locais é
um potencial exemplo disso eu acho que eu tô acabando meu tempo então eu vou ter que terminar uma das coisas que eu gostaria de falar é que das conclusões que tiramos quando a gente pensa quando as indústrias políticas funcionaram em oposto a outras que a gente olha nesse Pode só exportar sem pensar nas nos incentivos locais Nas condições Locais e e funciona nos nesses impíos locais e eu acho que é muito eh funcional em muitos casos as políticas locais mostram isso é muito abstr deixa dar um exemplo e um dos exemplos das políticas verdes pode
ser um jeito o que isso significa em políticas verdes a gente tá criando eh Beneficiários de eh políticas de carbono e pode não ser uma coisa que seja factível hoje mas a gente tá fazendo o preço mais politicamente possível no futuro e a última coisa que eu queria estaria de falar eu falei muito de subsidiários que é é o jeito primário de subsidiário que a gente vê n Nossa política e tem jeitos eh outros jeitos de fazer isso talvez mas em contexto de baixa capacidade de Como e falar sobre um pouco desses desafios econômicos para
políticas industriais e alternativas de atividades eh que sem invés de escrever eh nos cheques e dar dinheiro o estado coordena com o setor privado para esses importações e atividade econômica eh ter sucesso em outros casos que a gente tá se procurando da a captura política tirar o dinheiro do dinheiro Eh tirar o dinheiro do do contexto mas tentar eh mitigar esses riscos de captura política Eu acho que eu já passei um pouco do meu tempo deixa eu parar aqui e e seguir muito obrigada obrigado pela sua participação e com essa última sessão encerramos este seminário
gostaríamos de agradecer a presença de todas e todos e convidá-los para um Branch que será servido no salão De eventos aqui ao meu lado direito Acesso aqui pela porta lembrando as senhoras e senhores de entregarem o equipamento de tradução simultânea ao saírem para a nossa equipe Tá certo muito obrigado a todos uma boa tarde n