E eu me identifiquei bastante com aquela análise, né? Mas aquela análise tá bem legal, viu? Nossa, eu preciso replicar aquela análise. Eu se você me lembra, vou dar um corte, mas só falar pro R aqui. Rome, me força a fazer a análise daquele do adolescente que lançou, igual eu fiz da baleia que a Luciana tá falando, eu tenho que fazer um dado do adolescente. Eu fui aqui, fiz as anotações. Desculpa que lembrei agora. Não, é, inclusive, inclusive eu ia falar também, né, para se se já tinha alguma coisa, porque eu assisti ontem essa essa série
também, eu achei muito interessante, mas a sequência que o professor fala, né, eh eh eu aprendi mais com professor do que na própria faculdade de psicologia, né? E naquela análise eu me identifiquei muito, né, do filme a Baleia por causa do do luto, né? Mas tem uma coisa que o professor fala ali que me pegou muito, que os professor Fala o seguinte, que que todo aquele processo eles ele é desencadeado, né, por causa da morte do namorado, né, do, né, do do que desencadeia, tá tudo pronto, né, tá tudo ali, mas aquele último stopinho foi
o m do namorado, certo? Daí aí ele não aguenta mais e aí ele vai entrar na cadeia mesmo e aí vai desenrolar. E acabou que aquele que aquele essa análise eh eh na minha vida pessoal fez um pouco de sentido, como eu falei, perdi minha mãe recentemente e eu Identifiquei vendo ali, né, aquela análise que eu sempre tentei salvar a minha mãe. Tem é normal ser um herói, né? É herói desde criança. Desde criança. E como e como eu cuidei 10 anos da minha mãe, fui cuidadora dela, né? E enfim, que filha você é? Primeira,
segunda, terceira? Que que tem você é? Eu sou a segunda, teve o meu irmão mais velho, vieram gêmeos, faleceram e depois eu cheguei. Só que eu tive uma vida ali num contexto ali, assistia as aulas Também, né, do para fazer a a matemática, né, complexo. É, eu tive eu tive uma vida de filha única inicialmente, né? E porque assim, o meu irmão, né, o que que acontece, né, o meu pai era muito problemático, alcólatra, né, já estava entrando em conflito ali naquele casamento. Então, meu irmão, ele vai morar com a minha avó. Eu e quando
eu nasci, praticamente fui criada como filha única ali. É, ah, o seu, o seu irmão que se fodeu, né? Porque ele ele Ele teve o abandono ali, né? Teve teve depois depois eu me fodi também porque aí eles se separam, a gente vai pra mesma casa e esse irmão ele ele ali naquele momento, né, me persegue, né, que ele fala: "Ah, você tá pegando meu espaço ali." Não, não, não é. Ele te persegue. Você ficou com o que eu queria. É você, qual que é o maior objeto desejado dele? Que que ele perdeu? É a
mãe, né? Perdeu a mãe e a família toda. O núcleo, ele foi mandado Embora daqui, ó. E aí chega quem? na claro, inconscientemente naquela quem ficou quem ficou com o meu objeto desejado você. Eu, entendeu? Normalito primitivo mesmo. Estamos falando lá do bicho, entendeu? Normal. E aí, eh, eh, diante dessa história toda familiar, né, bem bem complicada, né, eh durante a infância, então ouvi todo o sofrimento da minha mãe, né, e eu também quis muito essa mãe, né, tanto é que lá Eu, então, eu, e eu já que para eu ter minha mãe, né, então
vou ficar parecida com o meu pai. Então eu peguei muitos aspectos ali daquele pai, né? Eh, e passo uma vida, né? Eh, eu tenho 43 anos, então eu passo uma vida, né? Tendo essa esse desejo muito ligado à fantasia que o professor fala lá naquela análise de querer salvar. Só que eu não sabia disso. Quando que eu vou, quando que eu me dou conta disso? Assistindo, né? Lógico, já faço, sou terapeuta, faço Processo terapêutico também, mas assim, de uma maneira tão profunda e perfeito que aquilo ali pegou para mim, né? E quando cai a ficha
realmente que assim, olha, parecia que eu tinha ali e tudo isso é muito sofrido, tá gente? A você você pensar que você tá quase realizando a fantasia, o desejo ali, né? É muito sofrido, né? E quando a minha mãe vem a falecer, de fato, essa culpa não terra. É, essa culpa ela ela realmente ela ela apareceu. Então aí é porque você entrou Na sequência aí aí entra na sequência aí vai achar uma culpa ilógica e vai viver nela. Vai viver nela. O negócio é aceitar que não foi escolhida por essa mãe. Tá, tá lá nesse
desejo ainda, entendeu? o desejo passado ainda do do salvar essa mãe. Tipo, eu vou salvar essa mãe para ela me amar, porque por mais que você foi pro filha única e aí o irmão foi embora, você ainda não era o ético dessa Mãe, entendeu? Era o pai e o pai era tá doido lá, bêbado, tava brigando, tava entendeu? É, quanto mais você vai imitar, porque inconscientemente quanto mais eu imito esse pai, eu acho que eu vou ter essa mãe, mas não, eu lembro o quem quem mais eu tô detestando, que é esse pai. Então, dessa
mãe pode estar descontando toda aquela raiva daquele pai em você. Entendi. E nessa sequência, quando a gente chega depois da culpa, vem a reparação, né? É, essa sequência, Ela pode se repetir várias vezes, sempre tendo o mesmo objeto de desejo, sempre tendo a mesma fantasia. Sim, sim. Você você cai literalmente nessa reparação e aí muitos até confundem com codependência, sabe? Tem muita gente que fala de codependência e às vezes não. Ele tá mergulhado num estágio de reparação e aí vai achar claro o objeto que perdeu aquele desejo que foi frustrado era o grande objeto Desejado.
Vai achar esse objeto. Isso aqui tá lá na reparação. Sequência emocional pi na reparação. Eu vou ficar tentando reparar e principalmente ser dependente. E aí eu vou entrar nessa dependência, entendeu? Que a reparação cai nesse lugar. Eu não tenho direito, se eu sou culpado, não tenho direito de reivindicar qualquer prazer, direito, opinião, iniciativa, ou seja, não posso falar não para nada, tem que ter um excesso de de agradar. E se eu achar Alguma transferência do objeto perdido, né, tipo uma mãe, uma transferência de um pai, do objeto que eu quero lá, aí eu fico fixado
nele como tipo, agora eu vou acabar com essa culpa tendo pedindo o amém desse objeto perdido. E aí no popular caiu aí como um um um um um transtorno de dependência, entendeu? Como ai eu sou dependente. Eu assisti manhã até uma comédia dessa com o Nicholas Cage. Vocês já Viram com o Nicholas Cage que ele é um vampiro. Já assistiu, como é que chama esse filme? Ele é ótimo. Ele fala exatamente, tem grupo de terapia para pros pro cara que é assistente lá, né? O escravo do Ele é um ele é um ele é o
Drácula, ele é o cão de Drácula. E e o cão de Drácula é narcisista para E aí tem os os caras que auxiliam, o cara que auxilia o con de Drácula, né, o seu escravo lá, o seu servo e o servo faz Grupo terapia de codependência de narcisista. Ele faz a e na verdade ele tá nesse lugar assim, né? Ele se culpa na verdade pela mulher que deixou, pro filho que deixou. tem o mar de culpa e tá ali, ele não se liga que ele tá pagando aquela culpa com aquele narcisista lá, sendo escravo daquele
narcisista. E aí no popular aqui a gente vai chamar de codependência. Você tem tudo para cair numa codependência, né? Vamos achar um cara autoritário aí e Ficar e ficar dependente dele, entendeu? Mas é, eu tô esperta. É, fica tem tem perfil por quê? Daí eu vou querer reparar aquele objeto lá que eu perdi, que eu não aceitei. Ou seja, eu conerto isso como como que eu conerto essa essa porta na virtologia? Criando neuroplasticidade de aceitação no cérebro. Aí eu vou aceitar na verdade o quê? Aquele objeto lá do começo da cadeia da da sequência emocional
do objeto desejado. Aceitei que eu não vou Ter ele. Aceitei que eu não vou salvar minha mãe. Não aceitei. Aceitei. Pronto. Aceitou. Acabou a cadeia toda, acabou a sequência emocional, sai da do lugar de reparação, entendeu? Esse é o X. Pronto. Virt no olhar da virtologia é esse que falta, a estrutura de personalidade dentro do ego, aonde, tipo, ainda não aceitei que eu não fui amado como eu queria. Então, OK. Que que falta? Estrutura. Pronto, montou a estrutura, Foi. Sacaram aí, tipo, quem tá chegando, pô gatinhos, vamos abrindo nesses vídeos aí, né? Domingo à noite
vocês não tem o que fazer. Vamos se relacionar. Vamos mostrar essa cara aí. Mesmo que tiver aí de pijama, deitado na cama, não tem problema também. É. Ah, vamos, vamos, vamos abrir esses vídeos aí. Entendeu, Lu? Esse é o X. Mas você fez bem, você achou, você achou no lugar certo, sequência emocional, Eduardo. Ah, não. Pode continuar, Luciano, imagina. Acabamos aqui já. Tudo bem, desculpa, desculpa, eu só ia perguntar a aceitação, né? Eh, eh, e e assim, qual a próxima que eu teria que trabalhar? Porque eu já comecei a fazer os exercícios, tá? Eu entrei
lá, baixei lá o o caderno de atividade, já comecei a fazer. Ótimo. Maravilha. Vai na aceitação. Depende da aceitação, gente, ó, isso é uma coisa importante, né? a gente coloca 14 dias paraa neuroplasticidade, 14 dias é o mínimo do mínimo do mínimo. Que que o que que eu quero dizer com 14 dias? Que antes disso nem começou. Quer dizer que terminou com 14 dias? Bem importante entender isso assim, ó. Então, com 14 dias é o máximo, não é o mínimo. Com 14 dias, eu comecei a Realmente a colocar no meu cérebro conhecimento, comecei a colocar
alguma habilidade, depende de da da do empenho que cada um tem, da disciplina que cada um tem, porque tem gente que tá estudando a aceitação, orgulho, mas daí na hora da vida, na hora da briga do trânsito, não consegue lembrar daquilo, não leva pro dia, não, não consegue colocar na prática da habilidade. e uma competência é habilidade, é conhecimento, habilidade E ação. Se eu não tenho esses três, eu não crio competência. Se eu não crio competência, eu não crio neuroprocessidade. Só conhecimento não cria neuroprocessidade. Ponto, ponto final, gente. Se não treinar conhecimento, ler, ver vídeo,
discutir, refletir, meditar, toda parte de conhecimento e colocar da sua ação prática na vida, aceitação. Eu sempre brinco com a chuva. Se tá chovendo, você ainda tá brigando com a chuva, falando: "Porra, mas tá chovendo, cara. Você não consegue aceitar a chuva, vai aceitar sua mãe morta". Você acha que você tem habilidade, entendeu? O seu cérebro tem habilidade de aceitar uma mãe morta, você não conseguiu aceitar chuva ainda. Não tem, entendam? Não tem. A aceitação é uma é uma competência que eu tenho que dar habilidade prática para ela em cima de um conhecimento. Gero competência
que eu gero o quê? microrede neural cérebro que a solução vai passar por lá e vai Chegar na memória de dor, vai dar a solução, entendeu? Então, por isso que eu falo, se não colocar na prática, na vida lá na prática, caramba, tá trânsito, tudo parado, vou me atrasar, tô puto. Não, cara, você tem o que fazer, tem, tem alguma coisa. Eu sempre falo assim, você tem algo a fazer, não é aceitação, é perseverança. Não, poxa, esse projeto não deu certo, mas tem alguma coisa para fazer para ele dar certo, não tem? Tem. Então esquece
ação. Você tá aceitando por isso é coisa de fracassado. Para com isso, não? Para com isso. Otimismo, fé, perseverança, faca no dente, vai para cima. Agora minha mãe morta, eu não tenho o que fazer, entendeu? Não tem o que fazer. Tem, não tem o que fazer. Então eu tenho que ser a resiliência, que a gente sempre fala a palavra resiliência, ela vem dessa aceitação. Ninguém é resiliente sem Aceitar, tá? A gente tem que aceitar. aceitei que minha mãe morreu. Aceitei que minha mãe não me deu amor. Quanto mais primitivo, gente, assim, a gente nós já
tá entrando no assunto aqui já, né? Mas existem faixas que eu vou explicar hoje. Eu eu prometo que eu explico bem bonitinho as faixas de evolução, tá? Essas estruturas, faixas de evolução não tem a ver com espiritualidade, tem a ver com várias estruturas neurológicas, tá? Eu tenho Várias formas dessas estruturas, tá? E cada cada forma dessa estrutura, ela tem uma evolução, obviamente, tá? Eu tenho um, eu tenho estudo que eu eu funciono mais tronco cerebral, sistema límbico, outro eu funciono com mais neocórtex pré-frontal. Eu vou funcionar, ter estruturas diferentes, com funcionamentos diferentes. Quanto mais primitivo,
mais inconsciente. Quanto mais evoluído, né, uma estrutura mais capaz no meu cérebro, Mais lobo frontal, mais evoluído, tá? mais consciente, eu vou vou ter essa essa diferença, tá? Ele vai ter funcionamentos literalmente diferentes. Então eu tenho que ficar dando estrutura para esse lobo frontal, estrutura, estrutura. Então quanto mais estrutura, mais consciente. Que é as estruturas que a gente tá comentando aqui de personalidade. Isso tá onde? Na formação da personalidade. Se a gente quiser entender um ser humano mesmo, tá? Qualquer caso de qualquer paciente de vocês, vocês têm que se debruçar na construção da personalidade desse
indivíduo, tá? Como que ele construiu, o que o que ele não construiu em sua personalidade, tá? Ah, quando ele tá lá com 17 anos, 18 anos, que que é para fazer com 18 anos? Quando vocês tinham 18 anos, o que que é o normal dos conflitos, dos anseios? Que que a gente, qual os problemas que a gente tá Resolvendo? A gente não é um preparo paraa independência, não é um salto para independência falando: "Não quero mais depender do meu pai, eu quero viajar sozinho, quero mandar no meu nariz, quero ter meu próprio dinheiro. Eu quero,
eu quero ter isso do 18 por e essa, essa 1820. Claro, 1820. Ah, não. Desde 1820 eu não passei por isso porque eu tava totalmente protegido, tava num outro Sistema, eu não passei por nenhum anseio desse, não resolvi esse conflito. Você não resolveu esse, você tem um buraco na sua personalidade. Aí você vai ver se você tá resolvendo isso hoje. Por quê? Porque na quando era para ter construído esta personalidade, você não construiu. Cada idade tem um conflito a ser resolvido. Essa é muito importante isso, tá? Muito importante isso, tá? você entender que cada bloco
de idadezinha, sabe, do 9 aos 11, dos 11 Aos 13, dos 13 aos 15, dos 15 aos 17, 17, aos 19, 19, 21. Isso que eu falei são blocos de experiências de assuntos que tem que ser vividos, entendeu? sua relação com a sociedade, sua relação com o dinheiro, sua relação com seus pais, sua relação com a independência, sua relação com a sociedade, sua relação é é todos esses conflitos, quando eles são vividos e resolvidos esses conflitos, é formado esse caráter que compõe personalidade na formação do caráter, Né? atitude reforça, modifica, inibe essa sequência que o
Clonerg já deu pra gente lá na no bervorismo. Ele tá certo essa sequência aqui, ó. Atitude, reforça, modifica e inibe. Eu posso até me aprofundar aqui para vocês nessa nessa cadeia da construção do caráter, porque esse caráter compõe personalidade. Quando esse essa essa composição não existe essa experiência, ó, não tive eu não tive atitude nenhuma. O meio não me pediu atitude nenhuma. Tudo bem? Quando você fala para uma criança é lá de 6 anos, recolha seus brinquedos aqui, ó. Mas a mãe vai lá e recolhe na frente, não deixa ele resolver. E fala a vida
inteira tudo que ele tem que fazer, o brinquedo que ele tem que recolher, a lição que ele tem que fazer. Ele criou, ele criou o caráter que ele tem que lembrar de fazer suas tarefas. Você tem um controlador falando a todo minuto que ele tem que fazer, o que ele não tem que Fazer, o que ele fez, o que ele não fez. Ela é um alerta, ela pior que Alexa, entendeu? Ela é pior que o Google Agenda. Ela tá avisando a tudo. Esse cérebro, ele criou o caminho neural de autorresponsabilidade em suas tarefas ou ele
criou um caminho neural de depender de alguém lembrar? Caminho neural, gente. Caminão neural. Montou caminão neural. Simples assim, entendeu? Simples assim. Tá? Então assim, ele resolveu. E aão isso tá Dentro do caráter que tá dentro da personalidade? Não. Essa personalidade, então a gente vai dizer na virtologia que é uma personalidade faltante, é falta de uma competência dentro da personalidade do ego. Tudo bem? Então esse é dentro da da do ego existe essa personalidade que ela tem um buraco, ela não passou por uma experiência que ela não desenvolveu competência naquele x assunto, entendeu? Aí ela vai
passar por isso na vida, não vai? Não vai não. Ela Não vai ter que ir. Agora a mãe não tá lá, agora os pai não tá lá. Ela vai paraa vida, não vai. Ela sabe lidar com o conflito, ela sabe lidar com o chefe, ela sabe lidar com com a esposa, sabe lidar, não sabe lidar, não tem, não tem ferramenta de lidar com aquilo. Aquele não saber lidar vai virar uma neurose, vai virar ali um, pode virar um transtorno, inclusive. Claro, claro, com certeza. Tá, a gente vai ver essa, a gente vai Ver essas nova
geração, né? vocês. Ainda bem que tá formando bastante terapeuta, né? Porque ó, essa essa nova geração aí de de de um monte de mãe, pai, que que não deixou esses filhos ter responsabilidade, que não que não não literalmente fez os caras pegar copo, não fizeram os caras eh ter tarefas, tarefa em casa, sabe? Tarefa. Lembra assim, ó, quando que tem começar a dar tarefa pro meu filho, professor? Quando ele tiver capacidade já. Quando ele Tiver capacidade já de conseguir pegar um copo assim, ó, e levar na pia, não é mais seu, é ele. Pega essa
você desse copo, vai, não é você mais. Então, quando você facilitar a vida do teu filho, aonde ele já tem cognição, ó, eu tenho cognição para X, já é dele, cara. Dá amor, dá você, você não vai, não é abandonar, não é ser fria com esse filho, dá amor. Ah, legal por vários outros motivos. Mas se você tá cobrindo um lugar aonde ele já Tem cognição, você tá fazendo seu filho um um um irresponsável, incapaz, entendeu? E aí vamos contar quantas quantas mães e papais estão fazendo isso com forma de amor, entendeu? Então hoje da
incapacidade pros filhos é forma de amor. Eu amo muito meu filho, eu faço tudo para ele, não deixo ele lidar com problema nenhum. E ele é uma isso daí. Ele é ele é um incapaz na vida, entendeu? O pai tem que ir mandar pra vida. Se se eu vou lá e pego, entendeu? Eu oriento, direciono, mas vai. Se fodeu, eu pego. E não é trilhar o caminho pro cara, não é isso, entendeu? Não é, se perdeu a função paterna, mas isso vem muito agora da quebra, né, do machismo que é muit maravilhosa, é maravilhosa. A
gente precisava dessa quebra do machismo se o mundo não ia evoluir. O mundo evoluiu porque a gente Quebrou a do machismo. Só que com isso também se quebrou. Nós não estamos assim, quebrou, já chegamos lá na evolução, tá todo mundo já tá no estágio evoluído. Não, nós tá no meio da bagunça agora. Imagina assim, ó. O o homem sabia o que fazia, aí quebrou. Ele sabe o que ele faz agora. Ele tá perdinho. Ele tá perdidinho. Ele não sabe mais o que que é ser homem, entendeu? Qualquer, porque qualquer Sinal de ser homem, ele pode
ser atacado, entendeu? Ele pode ser atacado, tipo, ah, machista, treinador, ele tá, ele tá assim, ó. Não sei mais o onde eu posso ser homem, entendeu? E a mulher também tá defendendo isso. Você entende que é um processo bom? Isso é um processo bom, mas tá dentro do processo civilizador, gente. Vocês t que lembrar disso, tá? Existe o processo civilizador, né? A civilização ela tem um processo de evolução, tá? Por isso Que tem aí o estudo das gerações, geração X, baby boomer, não tem exatamente pra gente ver entre as gerações, existem grandes mudanças, só que
lembra, a pior dor de uma geração vai ser o contrário da outra. Então, a gente não vai, é o efeito pêndulo que eu falo no livro, tá? Então, a gente não tem assim, ó. Ah, puxa. Eh, eh, inclusive é abordado esse assunto no no filme, na no série adolescente, na minha série adolescente, eu cai, o pai Tá na cama falando assim, porque o moleque matou a menina mesmo, né? Certo. Foi lá, já deu spoiler porque não assistiu, já quebrei o o seu filme. É, Vocês vão curtir diversão. Você é bom que como analistas vocês analisem,
né? Porque ah, será que ele matou? Se ele matou, ó, ele matou, viu? matou. Tá, tá na cara que ele matou. Ele matou mesmo, entendeu? E vocês vão curtir para o negócio. É bom que vocês não ficam fixados. Será que ele Matou? Não, ele matou. Analisa o bagulho, analisa o trem. Já tá porque é bom para caramba assim. O moleque, aquele moleque ganhar prêmio de ator lá. Aquele é bom para Ele entrega maravilhosamente bem. Aquele, aquele, o moleque entrega muito bem. Ele ele ele, o pai senta na cama no final, né? e diz, conversando com
a mãe, quem errou? Será que fui eu que errei? Porque o pai numa numa culpa desgraçada, porque o filho fala, né? Aí Ele fala: "Ó, pai, eu vou mudar meu depoimento porque fui eu mesmo que matei". Aí o pai no dia do aniversário dele, recebe essa notícia e fala: "Pô, meu filho matou uma pessoa, eu fui ocupado". É normal de um pai que um filho que matou uma pessoa de aos 13 anos de idade não senta e fala assim: "Pera, fui eu ocupado? Será que fui eu culpado? Você não foi a minha educação? Aí ele
ele comenta com a esposa: "Poxa, mas meu pai me descia a Porrada de cinta. Ele me deitava no chão e dava sentada e porrada que comia mesmo. Ele ele realmente me espancava. Eu via, era porrada de verdade. E eu jurei pro meu, para mim mesmo que eu jamais ia fazer isso com o meu filho. Ó, ó a gerações que eu falo efeito pêndulo. Eu batia, sofri, tive uma dor aqui, eu nem aí dá liberdade demais aqui. Aí aí eu vou pro exagero daqui. Não é para bater nos filhos, não. Mas eu tenho que colocar limite
nesses filhos, Né? Eu tenho que colocar, opa, eu vou pro efeito pêndulo, né? E aí existe sempre todo mundo que apanhou de fio da máquina e com varinha, quem é dessa época aí, ó, que apanhou mesmo da da da dos pais medo assim que era tudo na na na me apanhar mesmo. Fez o que com os filhos? Com os meus filhos eu não bato, tá? Ah, e aí vou lá e eu vou ter o efeito pêndulo, vou ter um exagero, não dou limite nenhum, não dou regra nenhuma. E aí quem vai dar uma Outra merda,
vai dar outra merda, entendeu? Aí vai dar uma segunda merda, diferente daquela. Aí essa geração que não teve limite nenhum, aí vai pra próxima geração. Entendeu que um problema de uma geração, pelo efeito pêndulo, você arruma lá na terceira, entendeu? É sempre 30 anos para arrumar um problema. Lembrem disso. É 30 anos. Eu fiz esse estudo, eu tô, eu publiquei isso no livro, é só de 30 em 30 anos, por exemplo, ó. Quer ver? Um exemplo Fácil de entender. E eu dou esse nome no capítulo para quem quiser ler, chama tabu pósquebra de tabu. Que
que é tabu pós quebra de tabu? Um tabu que nasce pela quebra de um tabu. Quando um tabu é quebrado, nasce outro no lugar. Por exemplo, imagina hoje uma mulher que fala assim: "O meu sonho, o que eu mais quero hoje é ser dona de casa". Ela pode falar isso? Como que olham para ela? já olha para ela assim fracassada e não Sei o quê e Jesus. Ela é obrigada a ter uma carreira agora de sucesso. Agora ela virou ao contrário. Ela não pode ser mais o que ela quer. Antes ela não podia ter o
próprio dinheiro, certo? Agora ela deve deve também é uma pressão social, não é liberdade. Eu não devo nenhuma, entendeu? Liberdade mesmo é fazer o que eu bem entender, certo? Se eu quiser ser mãe, ficar em casa, eu sou Se eu quiser trabalhar, ter meu dinheiro, ser Presidente da empresa, presidente da República, eu sou. Seja o que a sua personalidade e a sua vida querer dentro do seu eu. Tudo bem? Esse seu self tá pedindo o quê? Entendeu? Seu eu tá pedindo o quê? O seu momento de vida tá pedindo o quê? Agora você pode Não,
virou outra castração agora social. A mulher tem outra castração. A mulher não pode ser. Agora ela tem que ser o máximo, cara. Agora ela tem que ser o máximo. Agora ela tem que fazer, Agora ela tem que trabalhar, ela tem que vencer, ela tem que é a pressão que o homem tinha antigamente. Não trocou de pressão agora, ela não pode mais falar isso. Então isso chama como? Tabu pósquebra de tabu. Quando a gente quebra um tabu, nasce um tabu contrário. Em vez de eu não podia, agora deu. Tira. É o quê? Oi. Fecha o áudio
aí, minha filha. Tá. Entenderam isso? O que que é tabu? Posso queb de tabu? Então a gente tem Que sempre fazer essa análise social. Opa, pera aí. O que era proibido agora virou um dever. Mas caramba, virou um dever agora. Não, tudo que virou um dever virou uma pressão social. É supergo de novo. Queria quebrar um super ego, não ser um contrário. O que o que quebrar um supergo? É ser o que quiser, entendeu? Esse esse é o esse é o X do negócio, tá? Então, claro que dentro dessa com essa teoria tabu pós-quebra de
tabu, você Imagina se eu conserto na primeira quebrada de tabu socialmente? Não conserto, não conserto, eu vou, eu vou indo. Então, aí a outra geração sofre o contrário, não é? Agora não tem mulheres reivindicando isso, tipo, ó, a pressão tá demais, tô com burnout, Olha, agora agora é tudo uma entendeu? Aí na próxima é que a gente já já tá tendo esse movimento já, viu? Se vocês forem ver, Já existe esse movimento de mulheres falando: "Cara, não, eu posso ser o que eu quiser, cara". Não posso voltar, eu posso voltar ao ser o que eu
quiser, entendeu? Se eu quiser ser dona de casa, eu sou, sou, tá? Já está tendo esse movimento, vocês vão ver aí essas mulheres vão se redescobrir lá dentro. Voltando, ela vai redescobrir outras coisas. Ela vai redescobrir outras coisas que daí ela vai montar outra revolução que daí na próxima, ou seja, Daqui umas duas, três gerações nós acaba com esse assunto, entendeu? E esse assunto tá desde quando nós discutindo? Desde a queima do sutiã, entendeu? Tá desde os anos 60, pô, esse negócio. Então, da de lá até aqui já era para ter resolvido. Entenderam que não
é assim? No processo civilizador, no processo civilizador, um assunto ele vai pro exagero do contrário, aí depois volta, depois vai pro meio, depois volta. É até Se equilibrar. E é bom que um terapeuta, um psicanalista, um psicólogo, ele observa sempre a sociedade, o movimento social, porque esse movimento social está tendo impacto no individual. Talvez aquele indivíduo não não seja abarcado assim, ó, impactado por movimento social. Dificilmente, dificilmente não. Normalmente sim, tá? Então a gente tem que fazer sempre uma leitura do indivíduo, tá? Olha, sua infância, sua adolescência, sua vida, seu drama, seu Problema, os seus
pontos de fixações, o seu recalcitura, seu comportamento atual, suas dores atuais, seus sintomas. A gente vai fazer essa leitura sempre do paciente, mas você tem que entender que geração ele é e que aquela geração está sofrendo dentro da da da atualidade. Alguém com 70 tá sofrendo, ele veio de um lugar, de uma geração, passou por essas gerações e está vivendo numa geração. Não tá, ele não tá vivendo nada Nele. Não tá vivendo na época dele, tá? Quais os chamados que ele tem? Quais os conflitos que ele tem? essa sociedade, ele tá com conseguindo conversar com
essa sociedade. Você tem que fazer a leitura, não é só do indivíduo, é o indivíduo versus a sociedade, entendeu? Versus a choque de gerações, tá? Versus a problemática que essa que essa sociedade está, entendeu? Então você sempre tem que pensar assim em Sociedade, em gerações, em grupo de tótems e tabus que o Freud traz, tá? E não parar lá no estudo do Freud. Tem que entender que ele entregou uma coisa espetacular. Totem tabu, o mal-estar na civilização lá com com Lacan, ou seja, esse choque entre indivíduo e sociedade tem que continuar sendo sendo visto fazer
a leitura disso, senão a gente não não lê o indivíduo não, hein, gente. Tem que ficar esperto com isso, tá? Tem que ficar esperto com com ler geração, tá? Quem que tava com a mãozinha levantada? Nu, eh, você pode gravar aí também, por favor? Se bravo. Claro. Não me dá, gente, então vocês me dá um segundo que eu já vou gravar só colocar para gravar no trem aqui. Pera aí rapidinho. Como é que é aqui? Gravação de filme. Gravando. Pronto. Gravando. Certinho. Pronto. Quem que tava com a mão levantadinha que eu já falem aí, abrir
o microfone. Margar, você já tinha falado. Pode, é, era eu que ia falar. Eh, Eduardo, são duas perguntas bem primeiro, eu não entrei no curso eh ainda por questões financeiras, mas eu quero saber se vocês vão ficar eh dando essa oportunidade de vez quando a gente tá assistindo, Gente, ó. Eh, hoje, hoje já tem uma data prevista para acabar isso. É, essa data prevista é hoje mesmo, mas a gente acha um jeito, não acha um jeito. Sabe por quê? Olha, há 25 anos que eu tenho escola, a minha primeira missão, a minha primeira missão era
tirar a psicanálise. A que agora é de virtologia, né? Mas eu sempre tive escola de psicanálise, era tirar psicanálise da elite. Então eu entrava nas favelas, entrava na nos fundos do Nordeste, abria a escola e Dava tudo de graça com o único compromisso era tudo de graça. O único compromisso era, e é assim até hoje, tá? Já formamos mais de 1000 pessoas assim, vai de graça você, só que você dá 20% do seu tempo pra sua comunidade. Agora tá tudo online, tá mais fácil, né? Então não é local, né? Antes era tudo local, gente. Era
vocês não tinha da trabalho que dava esse negócio. É. Aí agora com Zoom, Nossa Senhora do céu, céu tudo planeta. Aí o Pessoal falar: "O único compromisso é isso, forma lá, ganha seu dinheiro, monta seu consultório, mas você pega 20% do seu tempo e dá pra sua comunidade. Acordado, acordado, beleza? Daí eu formava de graça, entendeu? Formamos um monte. A gente forma dentro das cadeias. Dentro das cadeias, gente, a gente forma, entendeu? Eh, então, eh, a nossa vibe é ON, entendeu? A nossa vibe, a nossa vibe é ON. A nossa vibe não é esses malucos
de internet aí que faz Evento para ficar vendendo e vendendo. Vai para que pariu, entendeu? Vai pra que pariu. Esses caras não tem compromisso com a ciência, não tem compromisso com o próximo, não tem. Então, ah, vou, eu quero estudar, só não tem porque eu estou financeiro. Aqui não, aqui você vai entrar. Você vai entrar, não sei como você vai entrar, entendeu? Você vai falar com o Rodolfo, Rodolfo que se livre. Mas aqui é aqui é assim, aqui é assim. Rodou há 20 anos. A Prioridade é o próximo e não é de boca. Quem conhece
o instituto sabe que esse é um compromisso mesmo, não é essa coisa de, ah, vamos faturar e vamos vender e pode ver o cara entra no curso, qual que é a coisa mais normal do que a gente faz? Você entrou no curso, então e por um desconto tem o livro? Não, a gente manda o PDF do livro pra pessoa, pô, pega essa aí, entendeu? Esquece, não pode virar tudo comércio, gente. Eu, gente, esqueça quem tá aí, ó, quem quem Tá montando seus YouTube, seus Instagram. Eu já vou dar vou dar uma mensagem para vocês muito
séria, tá? Vários marketeiros vão te dar uma fórmula, não vão? Cria uma persona porque daí você vai falar com X público, faz tantos vídeos assim, beleza? Ah, beleza. Os caras entendem o storytelling da coisa, a venda. Beleza? Mas, ó, gente, primeiro entrega um trem de verdade. Não se preocupa com o seu financeiro. O seu financeiro vai vir Naturalmente se você entregar uma verdade, um amor ao próximo de verdade. Porque ó, vou falar sobre bariátrica. Fala, mas fala com amor. Fala assim: "Eu quero curar esse cara de verdade. Eu quero levar um bem dele de verdade.
Se vocês não pensarem assim, vocês já estão todos cagados. Já tá todo cagado. Pelo amor de Deus, para, entendeu? você vai ser você vai fazer mais mal do que bem pr as pessoas, porque você só tá pensando em você. Você não tá pensando No teu próximo. Então, quem criar produto, cria pro outro, tá? Cria pro outro. Não cria para si mesmo. Não cria para ser uma marca ou para entregar, olha, um produto Você vai fazer isso daí porque você tá pensando no outro. Lembra numa frase que eu falo no livro que é muito, eu posso
dar uma palestra de 8 horas só com essa frase que eu falo o seguinte: o conhecimento é do outro. Se você tem doutor títulos e esse Conhecimento é para te vangloriar, para mostrar o quanto você é fodão, cara, se você é um bicho, você é um animal, você é um bosta, entendeu? O conhecimento tem que servir ao outro, ele tem que servir ao seu próximo. Se o seu conhecimento não tiver servindo ao seu próximo, reveja, para e reveja. Ele tá servindo ao seu orgulho, a sua vaidade. Gente, se você literalmente entrar a servir ao próximo
com Verdade, o dinheiro vai ser o melhor dos seus problemas, vai gerar dinheiro, tá tudo certo. Mas não tem que ser a ferra e fogo, não tem que ser a todo custo, tem que ser o próximo primeiro. O resto vem sozinho. É fácil de entender isso que eu tô falando. Os marqueteiros não vão vocês, né? Mas de verdade, eu eu eu vou não dá dá não dá não dá. Os piores fracassos que Eu tive na minha vida foi quando eu pensei em dinheiro, quando eu falei: "Não, eu vou criar uma marca, vou crescer seu ser
fodão". É isso. Foi a pior merda que eu fiz na minha vida. Entendeu? Quando realmente eu falando, cara, não, pera, tem que ser a ciência em primeiro lugar, o teu próximo em primeiro lugar, tem que servir ao outro. A gente é tudo servidor aqui, gente. É tudo servidor. Quem tá vindo aqui para estudar o quê? Para prender um trem para Servir melhor. Quem não tiver com essa cabeça, eu tô vindo aqui para ser mais fodão. O botãozinho ali do desligo é o vermelho, tá? O botão é o vermelhinho que aperta, tá? Não, eu vem aqui
para ser o fodão. É mesmo? Aperto o vermelhinho ali. Por que não quero ganhar conhecimento para servir melhor. Fica aqui, fica aqui. Para com isso, gente. Para com isso. Você cuidado que vocês com essa vibe de eu tenho seu Influencer cheio de seguidor. Tem, po, pode ter, entendeu? Que pode ter, que é um caminho, mas tem. É por naturalidade, por estratégia, tudo certo, mas no teu coração tem que tá bem declarado o meu próximo. Senão vocês estão muito fodidos, gente. Vocês vocês estão numa faixa muito muito lascada. Outra coisa, Eduarda, obrigada pela inspiração. Eh, a
dor do abandono. Eu tô eu tô perguntando isso porque eu eu tive essa dor em janeiro. É Maior dor que existe, é a dor do abandono. Isso aí, eh, trabalha com, né, neurocidade. Sim, porque você falou da neuroplasticidade e aceitação. Aí eu disse, já entraria uma coisa dessa, já entraria aí. Ah, já. Claro. Eu vou falar uma verdade dura, senor, tá? Que isso muda também o olhar da psicologia, da psicanálise, do revorismo, entende? E muda e a virtologia vai falar de uma verdade Dura. Tem trabalhos a fazer com o indivíduo que é mais primitivo? Tem.
Tem vários trabalhos, tá? Tem vários alívios e processos de evolução com ele. Tem, tudo bem? Tem. Eu vou mostrar como sobre uma escala de necessidades que a gente vai ter que fazer o estudo das 53 necessidades humanas. Então, a gente vai fazendo uma gestão dessas necessidades, orientando, aumentando as virtudes dele, recompondo essas essas personalidades que ele não Não fez. Então, aos 13 anos, aos 15 anos, que que ele não reconstruiu? as dores dele, vou passar pelas dores dele lá, vou vou fazer tudo isso com o primitivo, vou também, mas eu tenho que entender que a
falta, o desejo não é que gera falta. Eu tenho uma falta aqui, ó. Sofri um abandono. Minha mãe foi embora aos 5 anos, falou que eu não me amava. Meu pai falou: "Por que eu fui ter você? Se eu sofrir lá uma exclusão mesmo, um abandono duro, tudo bem, eu vou ter essa Marca em mim, eu vou ter essa memória de dor aqui. A gente vai chamar isso de falta. experiência de falta. Esta falta que vai gerar a transferência, que vai gerar o desejo. Tudo bem? Que que é o desejo? É o movimento que se
faz para cobrir falta, não é isso? Fui humilhado. Então, poxa, agora eu quero ter o sucesso para cobrir a falta do humilhado. Tudo bem? Ah, então agora se Eu tiver lá eh uma Ferrari, eu vou ter sucesso e vou cobrir essa essa essa falta. Então o desejo tem que sempre lembrar do básico, né? O desejo vai para cobrir falta, certo? O certo, o certo da vida, onde a gente quer chegar, não no primitivo, mas a gente quer chegar lá, tá? É parar de desejar, ou seja, é parar de funcionar a partir da falta e viver
minha realidade de hoje. Ó, como é que eu vivo a realidade se eu tô tentando cobrir Falta? A falta é atemporal. O meu cérebro, enquanto está primitivo, ele é atemporal. Tudo bem? O meu ego ele tem vários estados, tá? O estado inconsciente, subconsciente e consciente, tá? No aparelho psíquico, eu posso abrir aqui o aparelho psíquico. Eu não sei se eu vou conseguir compartilhar, que eu não sei compartilhar direito esse trem aqui. Tem, mas ó, mas eu abro aqui, tá? Ó, tá, eu dei essa aula foi essa semana ainda, 300 e quanto? 17. Não, qualquém aluno
que teve aula essa semana 314. Ei, Gin, isó. 314 aqui, ó. Então, ó. Tá vendo? Vocês estão conseguem ver o aparelho aqui, ó? Esse aparelho psíquico. Tá vendo o ego lá no meio? Tem lá no meio lá tem o self, ego e persona. Tá vendo aí? Isso Aí, ó. Vocês estão vendo lá no meio? Esse aqui o aparelho, não tem o aparelho psíquico lá do Freud e Jagerego. Tem lá o aparelho psíico do Jung, né, que é o inconsciente coletivo no meio. Tem lá consciências, as os componentes ectopsíquicos, endopsíquicos, tá? O consciente individual, esse aqui
é o da virtologia, tá? Então, como o que que é o o aparelho psíico? É o modelo do funcionamento da psique, tá? Então, nesse meio eu tenho lá o self, o ego e a Persona, tá? Esse esseonde tá o inconsciente? Vamos ver quem quem é aluno, quem é aluno já sabe, tá? Fica quieto aí. Vamos ver. Vamos ver quem ainda não é aluno que me mostra onde que tá o inconsciente, aonde tá o consciente. Que no Freud é fácil, né? Do tracejadinho para baixo tá o inconsciente. O do no Jung também tá bem declarado, né?
Aquela aquela essa essa voltinha aqui, ó. é o consciente lá do Jung, dentro é o inconsciente individual E mais a bolinha do meio, inconsciente eh coletivo. Aqui onde tá bom, eu vou no meu achismo aqui. Eu acredito que é o tanque, está no tanque. É o tanque é consciência ou inconsciente? Inconsciente. Inconsciente. Quem acha mais? Eu também vou no achismo. Acredito que seja na persona. A persona quem? O inconsciente. O consciente. Alguém tá falando inconsciente, no self e no ego, ó. Então, já vou não vou enrolar tanto vocês. Ó, paraa virtologia, o inconsciente e consciente
corresponde às faixas de evolução. Então, um indivíduo mais primitivo, ele funciona de forma mais inconsciente. Então, todo este aparelho funciona mais inconsciente. O indivíduo que tá numa faixa mais evoluída, esse aparelho inteiro funciona de forma mais Consciente. Ele muda os seus funcionamentos. muda. Então, na virtologia, inconsciente e consciente é estado, é estado de consciência. Esse estado não é um local. Olha, o consciente tá aqui, o inconsciente tá aqui. Na virtologia você não vai ver isso, porque nós acreditamos e provamos aqui nas faixas de Rô, você tem faixas de evolução aí? Tem, tem sim. Na qual
página que é? Na 17. Hã. Ah, essa aí, ó. Aqui, ó. Ó, tá ótimo. Pronto. Tá vendo o lado primitivo? Pera aí. Aí. Aí, ó. Lado primitivo. Essa é a faixa literalmente mais primitiva do indivíduo. Então, coloca uma uma uma divisão. Tá vendo? Na consciência parcial. Vocês estão vendo a consciência parcial? A consciência parcial é a consciência literalmente o nome já fala, né? Não tem que inventar muito, é parcial. Eu tenho Meio consciente e meio inconsciente. Eu tô literalmente no meio. Eu tenho consciência dos meus sintomas. Tenho. Tenho. Vocês provavelmente devem estar na consciência parcial
como entendeu? Ah, puxa caramba, eu sei que eu não devia, eu sei que eu tô me negando com isso, eu continuo fazendo. Eu sei que eu tô fazendo tal coisa, eu devia melhorar e, ou seja, eu faço a leitura do meu próprio sintoma. Isso que é desgraçado. Essa é desgraça. Borriça é uma é uma é uma maravilha, né? A gente não sabia os erros que nós estava fazendo, a gente não sabia o sintoma que nós estava fazendo, né? É uma beleza ficar ficar no primitivo. A consciência parcial é: eu já tenho um pé na consciência,
né? Agora eu sei de várias coisas sobre mim mesmo. E eu, então, essa consciência parcial aqui no meio, tá? Este ego vai tá subconsciente, ou seja, ele vai est meio no inconsciente, meio consciente. Ele Vai enxergar o outro, tá? Como o outro de fato, tá? Então, um exemplo, por exemplo, quando na na na para baixo, ó, pré-desenvolvimento, sensação primitiva, esses três de baixo, tudo bem? Todos eles estão mais no primitivo. Esses caras estão no inconsciente. Eles estão funcionando de forma inconsciente. Então, aquele ego que vocês viram lá no aparelho, sabe? O ego lá, aquele ego,
ele ele vai funcionar que a gente vai chamar funções do ego no estado Inconsciente. Então, ele vai ser atemporal. Ele vai funcionar, as relações dele vai ser transferenciais. Ele sempre vai transferir um pai, uma mãe, um chefe, um irmão, um pro outro, entendeu? Ai, quando que eu não tô em transferência? Quando você tá primitivo, quando você tá primitivo, você tá em transferência. Tá ilusão do terapeuta que, ah, não, eu evito a transferência em consultório, então isso aí não tá dando sessão, então Tá, porque ele tá em transferência com você de algum jeito, você tá em
transferência com ele também, tá? A contransferência ou transferência é transferência. Você vai olhar um indivíduo e vai ter uma relação transferencial. Então vou lá casar com a minha mulher que eu quero resolver minhas relações, minha meu conflito paterno com ela. É normal? É. Eu tô enxergando o outro como outro. Eu tô enxergando o outro como Outro. Eu tô enxergando a Joana como Joana? Não. Eu tô enxergando ela com traços minêmicos. Ou seja, tô trazendo um traço do meu pai. Eu tô enxergando o meu pai nela. Eu tô enxergando minha mãe nela, eu tô enxergando a
minha minhas faltas nela, eu tô enxergando algo de mim também nela. Mas ela de fato, sem passar por mim, com todas essas associações e memórias, eu estou enxergando ela de forma limpa? Ou sempre tem uma associação, uma Transferência que passa por mim. Quando passa por mim é porque eu estou inconsciente. Esse ego é inconsciente. Esse ego na consciência parcial, esse outro tá meio a meio. Ele é transferencial, ele é das minhas faltas. Mas eu também enxergo a Joana como Joana. enxergo as necessidades dela, o caráter dela, só como ela de fato e tá meio a
meio. Quando o indivíduo evolui, dá bastante estrutura pro cérebro e ele Fica realmente mais neocorto, lobo frontal do que tronco cerebral, quando você dá mais essa estrutura, o outro agora a gente chama aqui na na virtologia um termo que chama outro realidade, outro tracinho realidade. É um termo que eu vejo que eu só enxergo esse outro realidade quando eu estou em estado totalmente consciente. Sempre, ou seja, o outro não me gera medo, desejo, atração, ameaça, transferência, não me gera nada. Eu tô enxergando a Joana como Joana só, entendeu? E a gente só pode ter essa
relação do outro realidade quando meu estado psíquico está na consciência. Senão meu ego sempre vai ter uma associação, uma transferência, uma projeção, um raio todo que a gente tem. Tudo bem? O outro sempre vai ser um desejo, um medo, entendeu? Sempre o outro vai ser uma relação do que esse outro pode me dar, que falta que ele pode cobrir ou que ameaça que ele é. Tudo bem? você sempre vai ter essa Relação, ah, de projeção, de evitação, de transferência com esse outro, tá? Então, entenderam essa? Porque depende da faixa, ou seja, da estrutura cerebral que
você está, você tá numa faixa e dependendo dessa faixa, você vai funcionar aquele aparelho psíquico mais consciente, mete a mente ou consciente. Tudo bem? você vai funcionar de forma diferente. A psicanálise não entendia isso, né? Nem a psicologia, nenhuma outra linha entendia isso que ora, o Funcionamento é um para psicologia, o funcionamento do do Freud é um funcionamento é um só, não é? Dos aparelhos psíquicos. Na virtologia não. Na virtologia não. Então aquele ego vai ter funções do ego no estado consciente, funções do ego no estado subconsciente, que é o consciência parcial, e funções do
ego no estado inconsciente. Essas funções mudam. Tudo bem? Alguém na consciência não vai ficar atemporal. Alguém que está Na consciência, ele é temporal. Então, alguém que é temporal, alguém que é temporal vai tentar resolver memórias do passado. Ele então ele tá, ele vai gerar desejo, não acabou a neurose. O fim da real neurose. Então assim, ó, enquanto o indivíduo não tiver nem no estado da consciência parcial, a gente administra a evolução dele. falar que você vai curar a neurose dele, você não Vai curar. Você pode dar, olha, essa sua neurose, você vem que você foi
humilhado pro seu pai, por isso que agora você quer comprar sapato para Você quer essa BMW, porque que você quer curar essa humilhação? Você vai ficar aqui, ó, e o cara sabe, não sabe? No consultório, você não mostra para ele, ele sabe. Ele não continua. Ele continua porque o estado neurológico dele é o mesmo. Ele tá funcionando, ele Tá atemporal. Se ele tá atemporal, funcionando de forma temporal, ele vai resolver memórias passadas e futuras. Então, ele vai projetar o futuro e passado, ele não sabe onde ele tá, entendeu? Daí vem todos os transtornos, de ansiedade,
todos os transtornos, entendeu? Tá? Então é deixar que o indivíduo se torn por isso que meditação, mindfulness, essa coisa toda não estourou. Estourou muito bem. É bom. Eu eu tô falando com uma forma positiva, Tá? Porém, uma forma que eu vou treinando o meu cérebro a ficar aonde? No aqui agora. Vou ficar no aqui agora. Eu eu no aqui agora não desejo porque eu não vou funcionar de forma atemporal pegando memórias passadas. Então sim, para essas práticas são maravilhosas, são com certeza, mas eu tô, mas eu tô fazendo aquela prática, mas se eu não desenvolver
neuroplasticidade alterando a estrutura Do meu cérebro, eu vou fazer naquela hora e vou voltar. Eu vou voltar e vou acessar. Naquela hora eu deixei. Por isso que é uma tranquilidade, né? Quando você prar meditação, uma boa prática. Naquela hora não é uma paz maravilhosa. Por quê? Cadê as memórias do passado? Cadê as memórias do futuro? Eu tô, eu tô temporal e aí eu só tô com os problemas atuais. Caramba, eu só tô, na verdade, com o boleto mesmo para pagar, tem uma Treta lá para resolver lá com a minha mulher, eu tenho um problema da
escola do meu filho e eu tô só com os problemas de fal, tá aqui, tá tudo bem, entendeu? E não resolver um abandono de uma exclusão dos 5 anos de idade, entendeu? de uma memória de dor, de um de um abuso sexual lá o do aos 8 anos de idade. Eu tô lá resolvendo essa parada, porque essa parada não tá aqui hoje, ela tá lá. Eu vou acessar essa memória dessa forma. Uma coisa que a virtologia, isso Isso tá deixando todo mundo meio doido assim, sabe? Isso. As pessoas estão ficando, as umas entendem que tá
a cabeça mais aberta, falando: "Legal, vamos evoluir, vamos esconder uma coisa nova, a galera vai bem". A galera tá se sentindo ameaçado. Quando eu falo isso, a galera se sente ameaçada. "Você tá querendo acabar com a profissão, gente?" Não, vou deixar bem claro. É que a galera vê um posto de 50 segundos e e fica doida, né? Então agora A gente com tempo aqui, ó, por isso que é muito maduro, tá aqui a gente trocar ideia e e tirar dúvida, gente, não, o consultório não vai acabar, tudo bem? O consultório não vai acabar, a gente
vai investigar o paciente. São vários momentos diferentes, né? Ele primitivo, ele consciente parcial, ou seja, a gente vai continuar, a gente vai, a gente vai ter que conduzir esse cara a essa consciência, vai ter, tá? Mas quando eu digo que não é só sabendo mais sobre si Mesmo que eu resolvo, é sabendo mais sobre si. Ah, agora eu sei que eh eu não admitia, eu negava que eu eu queria o amor desse pai, eu fui lá rejeitado por esse pai e eu não entendia isso. Agora eu entendo. Que que mudou na sua vida? nenhuma, gente.
nenhuma. Saber mais sobre si mesmo não muda nada. Eu tenho que dar mais capacidade para esse ego lidar com o que eu não sabia. E aí vem aí vem o o o a Discussão, tá? Então beleza. Isso até fácil de entender, né? Não é? E aí o pessoal da internet fica lá teve um post aí que teve, nossa, eu acho que 500.000 1 visualização no TikTok que eu falo sobre isso. E aí os povos lá, milhares de discussão lá, não, como é que então eu vou trabalhar a capacidade, essa capacidade do ego, se eu não
souberonde, qual é a memória que dói? E aí aí estamos lá na discussão lá, ó, gente, é importante entender Isso. E e e podem abrir aqui pergunta de tudo que é jeito, tá? Pode discordar também. A gente não tem essa de de essa arrogância de de ó, tô certo, esse vem vem vem pode vir junto, tá? Pode vir numa boa, tá? É o seguinte, a doença, vamos chamar de doença aqui, tá? Para para englobar um monte de neurose, transtorno para tá, vamos, meu pai me abandonou, eu sofri um trauma, eu sofri lá. esse sofrimento, você
programou o mecanismo De defesa que você foi usar e o tipo de evitação que você foi usar para criar o seu transtorno para defender aquela dor? Foi você que decidiu conscientemente? Falou: "Rapaz, meu pai me negou. Eu vou eu vou usar a racionalização, a negação e vou buscar então ter o sucesso para, enfim, talvez ele me ame". conscientemente foi, você passou pela sua consciência e foi você que decidiu o mecanismo de defesa que você ia usar. Foi isso? Alguém me disse Que se alguém teve consciência do que do da onde foi feita a sua neurose,
quem fez a sua neurose, o seu transtorno foi, você decidiu ela ou ela ou o seu cérebro fez mecanismos automáticos? Ele tem lá uma estrutura neurológica que é automático, porque sistema ali tronco cerebral, ele tem um mecanismo que ele vai pegar esse mecanismo para defender esse esse sistema para não sofredor, angústia, sofrimento e ele vai tentar Evitar a dor, vai fazer vários mecanismos, não vai? Ele automaticamente, não é automaticamente. Por que que ele teve que usar esses recursos automáticos? Porque eu no meu lobo frontal não tinha estrutura. Tinha estrutura. Não tinha estrutura, pô. Tinha 8
anos de idade, meu pai falando que eu era merda. Eu tinha estrutura para lidar com isso no meu ego não tinha estrutura para Lidar com isso, certo? Meu orgulho tava enorme, OK? Não tem aceitação. Tinha um monte de recurso que eu não tinha. Um monte de recurso que eu não tinha, tá? Eu cresço, tenho 40 anos agora. Eu tenho esse recurso, continuo não tendo esse recurso. Esta memória recalcada, ela vai sair porque o cérebro precisa se defender, ele precisa se adaptar à vida e sobreviver. E como essa adaptação para sobreviver, isso chama sintoma. Que que
É o sintoma? É uma adaptabilidade, tá? Você vai ver se qualquer psicanalista fala isso, tá? Sintoma é uma adaptabilidade da dor, da angústia. aqui, ó, que do que eu não sei lidar, que eu não tenho ferramenta para lidar com o meu cotidiano, com a minha vida. Eu tenho que lidar, eu tenho que casar, eu tenho que trabalhar, não tenho que tocar vida. E como é que eu toco essa vida? Com toda essa angústia, essa dor da rejeição, eu Vou me adaptar, vai virar sintoma, entendeu? Esse sintoma que eu apresento é essa adaptabilidade, porque eu ainda
não tenho o recurso. Se eu tiver o recurso, eu tenho que ter consciência de todo o processo. Prestem atenção aqui que tá o pulo do gato. A doença eu não preciso ter todo o processo. Ela fez sozinha, não fez? Se a doença fez sozinha, por que Que a cura também não pode fazer sozinha? Por que que eu tenho que ter essa arrogância que o homem tem que tudo tem que passar na minha mão e eu que decidi fazer tudo? Não é verdade. Se eu dou a estrutura da aceitação pro cérebro, ele sozinho. Eu não preciso
chegar na memória de dor. Eu não preciso chegar na exclusão do meu pai. Eu só recalquei aquilo porque o meu cérebro não tinha Estrutura. A partir do momento que eu dou estrutura, assim como a doença, ele também faz sozinho. Ele também faz sozinho. Ele vai pegar essa estrutura neurológica, só que essa essa microrede neural por esse mecanismo de solução automatizada, ele vai chegar na sem memória e vai dar solução, vai desrecalcar isso, vai dar solução para ela. Vai, Vai. Se a doença faz sozinha, porque é que a cura também não pode? É simples, não tem
que depender de uma análise, tem que depender de eu investigar a dor, de falar da dor. É isso que o pessoal briga um pouco, entendeu? Porque a vida de um terapeuta, a vida de um psicanalista é o quê? Fica falando da dor, não é? Ficar falando, se eu falo assim, você não precisa mais disso, qual a impressão que eles têm? Porque acabou com a profissão, Pô. Não, e não é isso. A gente vai falar dessa dor. Individos mais primitivos. precisa ainda estar em consultório fazendo essa investigação, porque o plano de trabalho que eu vou fazer
com ele, eu tenho 33 virtudes, eu tenho a formação da personalidade, eu tenho um monte de coisa para fazer com ele. Qual é que eu vou fazer primeiro, cara? Eu vou falar, eu vou trazer a dor, então eu vou investigar esse não sabido, mas não Porque essa consciência sobre o não sabido cura, não. E sim para mim montar um plano de trabalho mais adequado para ele naquela hora, entendeu? se ele ainda tá lá na posição da criança desejada, não assume responsabilidade de nada e eu vejo que os sintomas dele têm a ver com isso, eu
vejo que a a angústia dele tem a ver com isso, eu não vou na aceitação, eu vou montar primeiro a neuroplasticidade, irresponsabilidade no cérebro dele. Então, eu vou continuar investigando, eu vou continuar sabendo sobre o não sabido, mas não porque isso cura. Tomar consciência sobre o não sabido cura. Isso não cura. O que cura é eu dar estrutura para o cérebro lidar com o não sabido. Agora eu tenho mais consciência, eu tenho mais habilidade e competência de lidar com essa dor que eu não tinha. Pronto. Então a gente foca mais aonde? Na competência do ego
e não nos ficar desrecalcando Dor. Isso quer dizer que a gente não vai desrecalcar dor? Não, a gente vai descalcador porque é um processo da análise. Mas, mas o que eu quero deixar bem claro é não é isso que cura, não é só desrecalcar que cura. É desrecalcar que cura, não é? Ô, Eduardo, então o que você tá falando é o seguinte, a gente vai eh saber dessa dor, né? O que foi que aconteceu para ter essa dor e a partir de agora saber Como lidar com essa dor? Ó, esse é o processo, ó. Eu
vou lá na dor, vou lá na dor, vou tá. Que aconteceu na sua infância? O que aconteceu na sua adolescência? Você foi humilhado na escola, sofreu bullying. Beleza, vamos lá. Vamos, vamos entender essa dor. Tá bom. Entendi a dor. Eu já vi o sintoma que ele tá apresentando. Tem a ver realmente com essa dor. Ó, por enquanto eu tô tô no clássico ainda. Não tô. Tô no clássico. Que todo terapeuta faz. Tá Tudo bem. É porque antes a gente ficava pisando nessa dor, entendeu? Então não ia não ia e pisava nessa dor e o cara
lá sofrendo sem conseguir se libertar dessa dor. Não, então eu vou chegar nessa dor. Aí ponto, cheguei. Pronto, cheguei. Aí o terap o virtólogo vai fazer o que pergunta? Qual é a competência que esse ego não tem do porque ele não tá lidando com essa dor? Aí vai ver o da personalidade, entendeu? Ah, ele não sabe lidar com conflito. Anal, ele não Sabe lidar com exclusão. Ele não consegue, ele não tem aceitação, ele não tem brandura, ele não tem o que ele não tem. Que que ele não tem? Tem uma cacetada de coisa do que
o indivíduo não pode ter na sua construção da personalidade, do seu caráter, de habilidades. Qual é as habilidades que ele não tem, que ele ainda não lidou com essa dor? Por isso que ela tá lá recalcada. Então, nossa pergunta é que nosso foco a gente vai investigar ainda? Então, vai, a gente vai investigar. Mas é que a investigação é o o não é nem o início ainda, é o é quase o marco zero, entendeu? Não é o final. O que para algumas análises é o final, pra gente é o o zero, entendeu? É o zero.
A gente vai começar agora ali. Então o trabalho vai se dar aonde? Em evoluir aquela estrutura, em dar evolução para aquela estrutura, lidar com aquele recalque. Tudo bem? E aí a melhor técnica é realmente ainda a neuroplasticidade. Não Inventaram outro ainda, gente. É neuroplasticidade, ou seja, vou treinar o meu cérebro com aquela habilidade faltante. Tudo bem? Tá. E professor, pode haver alguma resistência? Claro que pode. Aí quando tem muita resistência quer dizer que o indivíduo ainda é muito orgulhoso. Esse orgulho, eu tô dizendo, não é do senso comum, tá, gente? Orgulho é uma palavra técnica
em vertologia, que quer dizer o nível de primitividade dele, tá? que é do tronco Cerebral, o quanto ele ainda busca ser aceito, validado, tudo bem, busca pertencimento a grupo, tá? Quanto mais o orgulho for alto, ou seja, quanto mais ele busca essa importância dentro do grupo do outro, a validação do outro, a gente vai entender um mecanismo. Então, ó, orgulho alto, esse cara pede muita aprovação e aceitação e validação do pai, da mãe, ele vai transferir pra sociedade. Então, o abandono dele, entendeu? que por dói tanto o Abandono? Porque qual o inverso? Ó, então vou
voltar até um passo antes, tá? Orgulho na vita, orgulho é tecnicamente assim, ó, a necessidade primitiva do tronco cerebral de ter importância, é uma necessidade de ter importância para ser aceito e aprovado para ter uma sensação de sobrevivência. Então, nós estamos falando sobrevivência, nós estamos falando daquela máxima de da da da neuro que tá dizendo assim: "Se eu eh participar do Grupo, eu sobrevivo". Aquela bem básica assim, ó. Em grupo eu sobrevivo, tudo bem? Em grupo eu sobrevivo. O orgulho, quanto maior o orgulho, maior a necessidade disso e maior a evitação disso. Então, não aceita
crítica, é inflexível, é controlador, é dominador, busca fama, soberba. eh, poder, tudo bem? Vai, ou seja, vai ter os filhos desse desse orgulho, OK? Vai ter a produção desse orgulho, tá? Então, uns vão se dar muito Tímidos, muitos vergonham com muita vergonha, outros vão ser dominadores, outros vão ser controladores, outros vão ser soberbos. Tudo isso é uma é o mesmo orgulho, é uma mesma são expressões diferente da necessidade de ter importância ou defender esta importância. é o mesmo. E esse tamanho desse orgulho vai mudar o seu sintoma, vai mudar a sua personalidade, entendeu? E como
você lida com as cenas, com as dinâmicas, tá? Então, alguém que foi humilhado na escola. Ah, nossa, olha, eu tô lembrando do filme do adolescente que um um eles fizeram um bullying com uma das com um moleque que a mãe comprava no 99. Ah, sua mãe faz compra no 1,99. Isso para alguém que é muito orgulhoso, como é que cai? E alguém que é humilde? Vamos, vamos brincar assim, ó. Imagina que o Chico Xavier era essa criança e alguém Falou para ele: "Ah, a sua mãe compra em 99". O que que ele faz? É, ela
compra assim. Ele ia ser atingido por isso, não entendeu? Então, humilhação não é de quem tá dando, é de quem tá recebendo, tá? Porque por esse orgulho, esse orgulho, tá, ó, então esse tamanho de orgulho vai determinar sim o tamanho dessa dessa dessa marca da que a gente chama não de falta, mas de experiência de falta, que são dois nomes diferentes. A gente vai entender em virtologia que a Falta ela é pré-existente. A gente nasce com uma incompletude na vida, tudo bem? A gente nasce com essa falta de unidade, tá? E a gente vai sentir
esta falta de unidade de forma primitiva como? com forma de pertencimento. Eu preciso pertencer ao grupo, tudo bem? E aí quando eu evoluço toda a sociedade, eu não preciso mais aceitação de ninguém. Eu tô num estado lá consciente, lá em cima, a falta vai vai a Mesma se ela é pré-existente, é, só que eu vou traduzir ela diferente. É falta de unidade. Eu quero agora eh ser um com todo, entendeu? É a mesma falta. É só que o primitivo percebe ela de um jeito, o evoluído percebe ela de outro, mas a falta é a mesma,
falta de unidade. E a gente nasce com essa incompletude, entendeu? Só que claro, o indivíduo primitivo não vai perceber essa falta e falar: "Nossa, eu preciso me conectar com a natureza, com a energia, com o meu Próximo". Ele vai perceber isso? Não, ele vai perceber essa falta dizendo, hã, preciso pertencer ao grupo entendeu? E ele vai porque ele vê só mais fisicamente, né? ele é mais primitivo, então ele vai ver essa coisa mais matéria, entendeu? E aí ele vai: "Ah, é grupo, é grupo, é grupo." Gente, a falta é a mesma, o ego é o
mesmo, só o estado de consciência que muda, entendeu? Essa é uma grande diferença entre a virtologia e outras linhas, tá? Ou seja, O ego é o mesmo, a falta é a mesma e eu vou enxergar ela diferente, conforme a faixa de evolução que eu estou. Tudo bem, sacá? Isso é bem diferente. E é mais simples vocês entenderem. Eu aposto questão escut falar, faz mais sentido, cara. Então eu duvido que não seja isso. Vou falar é óbvio, ó, eu eu eu vou vencer a análise quando que eu vou deixar de ser neurótico? Em resumo da ópera,
quando que eu deixo de ser neurótico? Nunca. Nunca não. Quando Eu evoluí, quando eu tô no estado de consciência. Ô Edu, você consegue ver as mãozinhas levantadas? Quando eu mudar a minha faixa, né, do Quando eu mudar minha faixa. Ah, deixa eu abrir aqui. Agora consigo ver as mãos levantadas. Pronto, agora consigo. Vou abrir um um treino. Ah, eu não levantei a mão e tô te chamando. Preciso que você me responda uma coisa. Pode, vai, vai. Que que devou começar lá depois, ó. Tem Elizabeth, Lu, Etel eber. Vamos lá. Posso falar? Queria que você me
falasse sobre pânico. Pânico. Eu já tive muito pânico. Só falta agora eu conseguir dirigir na estrada. Sou psicanalista também. Ó, isso é assim, ó. Pânic, eu tô tentando, como você falou, né? Eu eu eu tô eu tô tendo ação. Tive o pânico, parei depois continuei. Mas ele existe. Então, a ó, para o pânico, prestem atenção, tá? Exposição, assim como o bevorismo nos Ensinou muito bem, tá? Tipo, olha, se eu tenho lá o toque, eu não consigo pôr a mão, eu tenho medo de germe, que o germe vai me matar. É importante a gente fazer técnica
de exposição. Vai começar a pôr na mão na privada em casa, vai pôr na mão no corrimão. A é bom essa exposição para quebrar um caminho neral, tipo, ó, você achou que ia ser isso ia te matar, não te matou, a gente vai criando um novo caminho? Lembra da do do efeito urso Polar, né, que a que o que o que o berrevoris me fala que tá certo. Efeito urso polar é isso, né? Cada vez que eu não coloco a mão no corrimão, o meu cérebro registrou que aquilo me protegeu, então aquilo cresceu, entendeu? Ó,
viu? Eu não pus a mão do corrimão e eu sobrevivi mesmo. Que que o o meu cérebro entendeu? Aquilo dá certo, entendeu? Eu tenho uma ameaça e aquela aquela defesa deu certo. Então aquilo vai fazendo assim, ó. Por isso que o Toque quando não é tratado, ele só aumenta, ele nunca diminui, porque o próprio sintoma dele faz ele entender que aquilo dá certo. Então a técnica da exposição de não põe a mão no vaso, entendeu? Vai lá, pô. Vai, vai, vai, pô, vai lambber um poste. Isso, viu? Você não morreu, Isso dá certo com o
toque? Isso não cura toque, tá? Top tem várias coisas para fazer, mas isso é uma das coisas que tem que fazer. Porque eu Quero mostrar que a exposição nesse ness nesse lugar de pô ah, eu tenho o o do sintoma, do sintoma, no pânico não funciona. prestem atenção nisso, hein, gente. Ó, no toque funciona, no pânico não. No pânico eu tenho que fazer uma exposição conforme o proibido. Então, vamos lá. Eu tenho que entender da estrutura do pânico primeiro. Então, o sintoma vai se dar por um acúmulo de memórias recalcadas. O cérebro não faz Para
se defender. Eu tenho um desejo, o meu lá ou pela psicanálise, porrevoria, pela neuro, eu posso explicar por qualquer uma. Tem uma proibição aqui que eu não posso, certo? Essa proibição vai fazer o quê com com esse meu desejo? Recalca ele, tá? O básico do básico da psicanálise. Tudo bem? Um desejo, uma proibição, recalque. Beleza? Movimento que vocês conhecem de velho, tá? Quem é? Eu eu vou lá e pego e Recalco, recalco, recalco. Eu tenho um acúmulo de recalques. Esse acúmulo de recalques, ele tem eletricidade no cérebro, tá? Ele tem eletricidade. Cada dessas memórias tem
eletricidade. Essa eletricidade toda recalcada, ela faz o quê? Que que é isso? síndrome do pânico. Essa explosão elétrica é síndrome do pânico. Então, só curo o síndrome do pânico quando eu resolver o meu controlador, tá? Então, provavelmente Devia ter uma mãe de uma controladora, castradora lá, que queria saber o horário disso, quer passar relatório, que liga até hoje perguntando: "E aí, que que você fez? Que que você não fez? E como é que você tá, que você não tá?" E você ainda passa relatório e vai e vai e vai. Adianta eu tratar a exposição lá
do sintoma de dirigir? Não. Qual que é a exposição que eu tenho que fazer do controle? A mãe liga e como é que tá? Tá ótimo. Ah, você Foi lá na na entrevista, desconversa, fala da novela, fala da que pariu, mas não dá o relatório. Quebra com o controle total, não quebra com amor, não é com amor, é quebra com o controle. É quebra com o controle total. E tudo que a mãe proibiu faz uma listona. Aí sim você vai fazer a exposição da lista de proibições. Então você vai pegar aquela lista de proibições, tipo,
ah, a mãe não deixava usar roupa curta, não deixava viajar sozinha, não Deixava dar a bunda. Você, cara, você vai fazer o quê? Todas aquela lista você vai vai fazer aí sim você vai quebrar caminho neural de controle e aí vai pegar toda aquela aquelas aqueles desejos recalcados e vai fazer assim, vai acabar a pressão no cérebro, vai acabar sí do pânico. Isso é assim que resolve o símbolo do pânico. Entenderam? Tá? Se não, ó, tem um filme muito legal que é muito bem feito, uma Obra prima, tá? Não se confundam com a com a
leveza do filme, tá? É um filme italiano, eh, chama Sem Medos. Sem Medos, assim, o número 100, 100 Medos, tá? Pode assim que ele ele segue exatamente é esse roteiro que eu tô dizendo, tá? E por isso que eu falei, a obra prim falou quem o consultor eh que fez que tava atrás ali ou por questão empírica, né, que a pessoa vivenciou aquilo, ela acertou, tá? Então você vai ver ali uma mãe absurdamente Controladora, um pai fraco que não conseguiu defender ela. Tá aí. Maravilhoso, Eduarda. Maravilhoso. Esse filme é é é maravilhoso. Ele ele é
cravado assim, ó, na técnica. Tecnicamente, entendeu? Ele é cravado tecnicamente. Não é obra prima de ser roteiro bom, atuação boa, não. E ele é bom tecnicamente pra gente, entendeu? para trabalhar com o paciente, para entender o pânico. E ali segue o roteiro da análise. Ou seja, aquela menina sofre Uma perda da da amiga. Aí muitos vão achar: "Ah, o pânico veio da da perda da amiga". Não, pode ver. A mãe controladora, pai fraco. Aí ela ela tem lá as proibições. Não pode beijar na boca, não pode usar brinco, não pode sair à noite. Ela tinha
lá as proibições dela. Que que ela começa? A amiga dela é a terapeuta dela, a amiga morta deixa para ela uma carta dizendo: "Nossa, você tem que fazer essa lista aqui, ó. Essa lista é a lista terapêutica". Daí ela Vai começar lá, ela vai começar a beijar na boca, ela vai começar a usar o brinco, ela vai começar a quebrar o controle da mãe. Chegar mais tarde, a mãe cobra, ela fala: "Foda-se". ela começar a enfrentar esse controlador, obviamente ela vai começar a trazer mais eh maturidade para aquele ego e força para aquele ego. Deixa
de ter um ego fraco, um ego forte. Mas quem tem que enfrentar, entendeu que enfrentar o sintoma não funciona. Eu tenho que Enfrentar o quê? A proibição. Mesmo que a mãe tenha morrido mesmo. Imagina. É só que é até a idade, até a idade que a mãe viveu, né? 17 anos morreu a mãe e 18 pai. aqui, ó. Mentalmente, mentalmente é só, ou seja, não tem nada com comivo, com Entendi. Eu acho que vai dar certo, professor. Tinha muita proibição mesmo. Tinha. Então, é sobre essas proibições e sobre esse acúmulo de proibições que dá o
Pânico. Então, não adianta, não, eu vou forçar a dirigir. Isso é uma violência, ó. Entendo o que eu tô falando, hein, gente. Forçar o paciente. Ah, ah, ó, o meu sintoma é, ah, eu tenho pânico de, tipo, agora fobia, que é de multidão, de elevador, certo? Agora fobia, ah, eu vou forçar o cara a ir lá num show. Isso vai tratar o pânico, gente? Isso é uma violência com o cara. É uma violência isso não vai tratar nada. Não vai tratar nada. Isso não é toque, não é assim, tá? Eu tenho que entender que esse
acúmulo é que tá dando o sintoma. Então eu tenho que fazer exposição da onde? Do do que tá acumulado, Eu tenho que liberar o que tá acumulado, entendeu? Hã? Aí quando eu soltar aquele trem, colocar da da do reforço das inseguranças, né, que ela colocou no filho, né? Daí sim, se ela colocou esse reforço, aí você vai fazer a exposição disso. Isso. Entendeu? Uhum. Tá bom. Mas, ó, primeiro quebra. Antes de Colocar o reforço, tem que quebrar com a proibição, entendeu? Eu vou fazer aquilo que era proibido para ela, entendeu? Ah, ela falou que eu
tinha que ser católica, meu, vai ser evangélica, vai ser a que o pariu, entendeu? Vai ser qualquer coisa, entendeu? Por um período, depois pode voltar, pode, mas eu tenho que quebrar, entendeu? Quebrar. Aham. Eu tenho que quebrar. Perfeito. Ah, não podia me masturbar. vou ficar no ex vídeo o dia inteiro, entendeu? Vai Lá, porque você vai quebrar. Se não quebrar, proibição. Se não enfrentar, vai ficar acumulado. Esse acúmulo vai gerar a os sintomas de pânico. Lembrem disso, hein, gente. Obrigado. Você Edu Larissa aqui. Boa noite. Agora, agora, agora vamos levantar nas mãos que eu vou
nas mãos agora. Edu no caso de criança. Adolescente. Ah, certo. Pera aí. Vai, levanta a mãozinha. Levanta a mãozinha todo mundo agora. Aperta a mãozinha que Eu vou lá na mãozinha, tá? Ó, Elisâela, vamos respeitar a filhinha aqui, senão virou a zona. Boa noite. Boa noite. A, eu achei maravilhoso. Eu sou nutricionista e eu tenho muitos pacientes com algumas dificuldades para mudar comportamento alimentar. Eu gostaria de saber da virtologia, como a gente ajudar a tratar as compulsões, as neuroses na alimentação. Inclusive, eu tenho passado algumas eh eu tenho eh direcionado muitos pacientes para Terapia, psicanalistas
e eu não estou vendo evolução. E o que me chamou mais atenção na virtologia foi justamente aqui essa e essas quebras e também os exercícios, né? Eh, e eu gostaria de saber se eu como nutricionista poderia estar ajudando o meu paciente, porque eu acho que a responsabilidade aqui eh entraria forte, né? E como não precisa desrecalcar, você acha que eu conseguiria trabalhar? Não, você já deu a resposta. Como não precisa de Recalcar, eu posso já trabalhar neuroplasticidade de algumas coisas para juntar com a com a com a com a nutrire. Claro, óbvio. Óbvio, claro que
dá. É isso que tem que aprender, né? Tem que tem que dominar isso aqui, ó. Yes. Para saber aplicar o o quer ver? Pega um pede depois incomoda o o o Rodolfo para ele te mandar um EAD. Vai pagar nada. Vou mandar para você. Dá uma olhada no curso de bari. Eu gravei um curso de bariátrica para antes, durante e pós Bariátrica dos dois anos de bariátrica, tá? Porque só bar, o curso chama só bariátrica não resolve. Que exatamente isso, como trabalhar compulsão alimentar, transtorno alimentar, né? Da onde que vem esse transtorno, que que virtudes
trabalhar com o paciente do transtorno alimentar. Então tem que entender uma diferença lá mesmo sobre esses transtornos, sobre essas e dá uma aula também, pede para ele uma aula de transtorno alimentar que eu explico as Diferenças lá de anoroxia, bulimia, esse trem todo tá com e é legal entender essas diferenças. Vai te dar, vai te dar tudo ali, ali você tem tudo. Aí é só saber trabalhar com cada virtude canuro. Ai que maravilha, um presente, porque eu fico agoniada. Eu quero, eu vejo que tem travas e eu sei que, né, só com ferramentas certas e
eu tenho visto que realmente desrecalcar eu como profissional e também me buscando me desenvolver muitas dores, né? Então, eh, Da rejeição é muito forte. Eu participei de vários métodos, não sei se vocês conhecem o método SIS. E eu percebi que desrecalcar, saber de onde vem e não eh eh realmente mudar eh essa estrutura não adianta. Pior que gera é ansiedade, porque puxa, mas eu não consigo sair disso aqui ainda, estou aqui mesmo sabendo. E aí como a minha profissão me instiga a ajudar as pessoas a saírem da obesidade, dos transtornos. Então eu estou aqui para
isso, é minha missão. e Eu, né, por isso que é importante entender bem tecnicamente o que é transtorno alimentar, assim, eh, por mais que eu acho que você já deve ter estudado, obviamente, mas dá uma passadinha lá, não vai fazer mal, tá? Então, quem quiser receber pode receber também, viu, gente? Pode, é só pedir pro R aqui, ele manda para todo mundo aí, ele coloca, acho que coloca num é uma aula sobre transar que tá na segunda-feira à noite. É isso? Depois eu Vou ver o na quinta-feira, eu vou achar essa aula lá e a
gente põ, eu ponho lá para vocês, tá? E o do Bariátrico também. Bariático pode pegar todinho lá. São todo o curso inteiro de AD, pode pegar estranha aí, tá? que é para vocês ajudam o povo aí, aprende também tratar isso, isso, isso no povo. Interessante. Agora, ó, tem um acréscimo aqui para vocês entenderem, gente, que, ó, quem tá com o livro ou quem não tá com o livro, ó, necessidades Humanas são 53, ó, vou vou voltar uma explicação porque é importante vocês entenderem isso. Nem tudo é transtorno, nem tudo é neurose. Um transtorno alimentar às
vezes não é neurose, às vezes é uma descompensação é do cérebro, tá? Que eu tenho de necessidades. Então, ó, eu tenho 53 necessidades. A gente não falou das faixas de evolução. Nós todos temos 53 necessidades, tudo bem? Elas são agrupadas e agrupadas que eu quero dizer, ela vai ter uma força muito maior sobre nós em cada faixa de evolução. Então, um indivíduo primitivo, por exemplo, vai ter uma necessidade muito maior de se masturbar do que alguém que tá lá na consciência. Vai, tudo bem. São necessidade os dois vão ter, só que a pressão que aquela
necessidade vai exercer sobre mim é diferente. Tudo bem? Por exemplo, introspecção, momentos de introspecção. Alguém que tá lá na consciência, lá no sentir, né, ele vai ter uma necessidade muito maior se ele ficar duas semanas sem introspecção, momento de oração, de meditação, se ele ficar duas semanas, ele vai ter sintoma, ele vai ter o evoluído, o cara que tá lá na evolução, ele vai ter sintoma. O cara lá de baixo nem chegou nessa necessidade ainda, ele não vai ter Sintoma nenhum, entendeu? Hã, eu não tipo, nossa, você não vai ver um cara primitivo falar assim,
caramba, já faz um mês que eu não tenho um momento assim de solidão, de introspecção, já tá me fazendo falta. Você já viu alguém primitivo sentir essa falta? Entendeu? Não. E alguém evoluído vai sentir porque já é uma, ele chegou nessa necessidade. Então assim, cada grupo, tá? Cada cada estrutura neurológica vai ter um grupo de necessidades diferente, tá? Quando nós não atendemos uma necessidade, ó, imagina aqui, ó, imagina uma escala de 0 a 10, tá? Imagina assim, ó. Nessa escala de 0 a 10, eu vou ter que ficar numa média para atender esta necessidade sem
exagerar. Então, a o sexo, por exemplo, a masturbação, vai, a masturbação, eu tenho que atender ela enquanto primitivo. Eu tenho que atender ela. Eu, se eu passar aqui, ó, de zer a de 0 a 10, eu passei desse sete transtorno. Eu Tô num transtorno, tudo bem? Se eu não atender nada, eu vou ter essa falta. Essa falta vai ter um efeito em mim. Vai. É neuro neurologicamente, entendeu? Quando falta uma necessidade de atender uma necessidade, ela vai ter um impacto em mim, tá? Então, quando é normal que no meu grupo de necessidades, quando eu não
atendo várias delas, é normal que o cérebro queira compensar em uma que eu tenho permissão. Por exemplo, não tenho permissão de me Masturbar, de ter sexo, eu não tenho permissão de ter objetos, eu não tenho permissão, eu não eu não tô conseguindo eh ter o meu canto. Eu tenho várias necessidades, mas que eu não tô ou não conseguindo ou não tenho permissão de fazer ela. É normal que o cérebro compense, joga tudo para uma necessidade que pode, por exemplo, o alimento? Claro. E não temos neurosa nenhuma. Você vai ver lá assim, ó. Puxa, essa essa
é a é o drama. O terapeuta não faz essa medição de necessidades, não vê a descompensação que tem as necessidades, aí chega lá pro indivíduo e fala: "Ah, qual seu sintoma? Ah, pô, tô comendo para caramba doce". Ah, problema materno. Então, você aí vai lá, você tem, como é que era com a sua mãe? Vai encontrar, claro que como toda mãe não é perfeita, vai encontrar uns trenzinhos lá e aí vai dar nome a neurose que não existia e era só uma descompensação Química. do cérebro, entendeu? Era só, bom, vou dar um exemplo simples que
eu sempre dou. É bem bem simples mesmo. Imagina que você tem um dia de merda, tá? Um dia, um dia bem ruim mesmo. Você acorda, quer namorar com o marido, o marido não quer, sai daqui, nega. Aí vou, puxa, ó, chove. Fiquei uma hora fazendo escova no cabelo, chove, tomo chuva, vai pro cabelo, vai pro Saco, entendeu? Piso na poça de água, chego no trabalho, eh, colega de cara virada. Ah, e aí eu vou lá, meus neuros, como que tá meus neurotransmissores? Neurotransmissores, dopamina, endorfina, seretonina. Essas situações derrubam a química do cérebro. Tem que entender
de química, dizer derruba, tá? Aí eu chego lá pro chefe, o chefe me dá uma bronca, mas é uma bronca que ele sempre me deu. É um é ele enche o saco do jeito que ele sempre Me encheu. E aí eu caio no choro naquele dia, porque eu já tô lá embaixo, não tô lá embaixo quimicamente. Minha química já não tá nos no talo. E aí naquele naquele dia à noite eu vou paraa análise e aí eu vou e o e o terapeuta vai falar o quê? Ah, meu chefe me deu uma bronca e eu
caí no choro e a tô tão doída com isso. Ah, é transferência paterna, cara. Que transferência paterna é o rabo, entendeu? Você tá um doido da cabeça, entendeu? Vai chamar, olha o dia, olha, Quimicamente tem que validar sempre assim. Ah, não, sempre assim, não. É esse dia, entendeu? Tem que validar como que está o seu grau de necessidades atendidas. Então, ah, meu grau deidade atendida tá assim, tá bom, tá equilibrado e ainda assim eu continuo com o sintoma com o meu chefe. Beleza, agora vamos ver uma transferência aí, agora a gente vai ver o que
tá rolando aí. Aí eu vou, claro que neurose existe, eu vou lá pra neurose, óbvio. Mas antes De começar a chamar tudo de neurose, eu tenho que ver uma descompensação química do meu cérebro, entendeu? que eu estou reagindo quimicamente com aquela situação. Pessoa que não se diverte, não tem conforto, não tem afeto. Ah, ela ela tem um problema de afetividade da mãe. Não, ela não tem afeto aqui na vida real, na vida atual. Ela não ganha um abraço, ela não ganha um elogio, ela não trefa, ela não tem nenhum tipo de afeto. Essa pessoa está
Descompensada quimicamente, como é que eu vou dar um problema de afetividade antes de consertar o agora? Caramba. Entenderam isso? Eu conserto isso. Por isso que quando vocês viram no aparelho lá tinha o tanque, não tinha um tanque assim lá em cima. O tanque quer dizer neurotransmissores. Então é o primeiro aparelho psíquico que inclui neurotransmissores na psique, Entendeu? Que vai olhar assim, recalca. Então a gente a gente vai dar valor aos neurotransmissores, a química. Claro que sim. Claro que sim. Estou de uma influência. Vocês nunca viram alguém tomar remédio e mudar de comportamento? Claro que tem,
tá? Então, só que a gente tem que entender que a falta de necessidades atendidas vai alterar a química do cérebro. Isso é importante entender, tá? Quando eu faço uma boa gestão de Necessidades, eu regulo isso. E aí o que sobrar é neurose. Ao que sobrar, eu vou chamar de neurose. Mas não sei ainda, não sei ainda, entendeu? Pessoa tá toda descompensada. Ó, quer ver? Eu vou ler aqui algumas necessidades do grupo dois, tá? Éí, vocês mesmos que não tão no grupo dois, que dá sensação do primitivo lá embaixo, vocês estão no grupo mais alto, tá?
Mas imagina o quanto vocês também não atendem isso direito, tá? Vocês continuam com essas necessidades, Ó, só do grupo dois. Controle, pertencimento, fuga da realidade, conforto, afeto físico, sexo por afeto, sexo fantasias, sair de casa, diversão, limpeza e higiene, sentir emoções, possuir objetos, relacionamento amoroso, estética, beleza? Ordem, simetria, eh, música e atividade física. De quantas vocês estão atendendo aqui? É necessário, olha que Olha que loucura. Eu vou chegar para alguém que tá na consciência parcial ou para baixo Da consciência parcial. É uma necessidade de possuir objetos, né? Aí vai num terapeuta todo R Crishna lá,
todo iluminado, vai falar assim: "Não, isso é matéria, isso tem que ser desprendido da matéria você, ô Biro Lady, isso ele tá num grau de evolução, ele vai entender aquela matéria, ó, essa caneta aqui vai compor uma identidade. Objetos compõem identidade pro primitivo. Caramba, como é que você Vai tirar a matéria dele? Não vai, não pode, entendeu? Então, claro, eu tô na consciência parcial e eu ainda tô na matéria, isso tá me segurando a minha evolução, entendeu? Que depende da faixa a atitude de deixa a matéria ou conquiste matéria é o conselho totalmente diferente. Depende
da faixa de evolução que esse indivíduo tá. Ou seja, esse cérebro precisa reconstruir identidade ainda. Ele precisa de coisas. Hã, não Tem jeito, tá? Agora esse cara já tá evoluído. Se ele ainda precisa de coisas, ele tá travado. Isso tá travando ele, entendeu? ele tá travado na matéria. Então são atitudes terapêuticas diferentes, caminhos terapêuticos diferentes para cada faixa de evolução. Por isso que entender de faixa de evolução e grupos de necessidades por faixas de evolução muda tudo, mas muda tudo. Muda tudo. E é importantíssimo entender isso. Enit, eu posso só fazer Um link para eh
entender esse grupo dois. Eu sinto que a maioria das pacientes que vê até mim, elas têm essa necessidade aqui, grupo dois, eu fui anotando nas suas aulas e assim, afeto físico pode estar muito ligada à estética e beleza, e muita delas vem atrás do emagrecimento porque ela está nesse nível. E às vezes eu acho acreditando que, puxa, você precisa se cuidar porque tem que ter saúde paraos seus exames bioquímicos. Ela não quer Nem saber, ela só quer saber, saber, ela não quer nem saber, entendeu? Ela, você pode falar para ela, olha, come aí o tomate,
come lá, mas não quer, não quer nem saber, ela só quer a beleza estética para o afeto, né? Para que ela tenha esse afeto. Aí vem sexo afetivo, vem, enfim, óbvio, para compensar as outras necessidades. Ela não chegou nesse lugar ainda de autocuidado do corpo, que é uma virtude, tá? Vocês vão entendeu? É, essa É uma virtude que pode trabalhar bastante. O cuidado com o corpo é uma das 33 virtudes, entendeu? Cuidar do corpo como um instrumento. Mas, ó, cuidar do corpo como um instrumento tem que ter noção, um um nível noção de selfie. Entenda
o seguinte, ó. Olha que olha aqui aqui com esse assunto, vocês entendem, ó. Cuidado do corpo. O cuidado do corpo, do primitivo, da galera mais primitiva aqui, ó, da Consciência parcial para baixo, tá? Eu vou, adianta eu falar sobre a consciência do instrumento, que o seu corpo é um instrumento que é para viver um propósito, um sentido de vida. Então eu tenho que ter saúde, eu tenho que cuidar do meu corpo, da minha alimentação. Eu não tenho que cuidar, tem que cuidar e faz, é uma virtude cuidar desse instrumento. Ele afinado, ele vai funcionar melhor
para mim. Adianta eu fazer isso por Beleza para ser o objeto de desejo do outro? Então, pro primitivo adianta, ele não entende que depende da do nível, né? E eu perce o primitivo e você vai ter que fazer esse como estímulo mesmo, ó. Não, você tem que ficar gostosa para ir pra praia mesmo, tá? Porque ele não entende ainda o selfie. A conexão com o selfie só vem da consciência parcial. Quando você pegar alguém da consel parcial, você aí você Começa a entrar com esse papo. Isso. E é interessante porque eu estou apaixonado por virtologia
justamente por isso. Não adianta, né? Porque eu como profissional eu posso estar ali já no nível mais avançado. Eu não posso transferir essa experiência para o cliente que chega. E é isso que acontece. É aí que acontece, né? A a a balência. O terapeuta pega a evolução dele e caga no paciente, a evolução dele, exige do paciente a evolução dele. Você já tá mais evoluído, Que bom que você Mas ele não tá nesse estágio não. Não adianta você ficar exigindo essa luz toda do teu paciente que ele não tá nesse lugar ainda, cara. Ele não
tá nesse lugar. Você tem que trabalhar outros conceitos, tem que trabalhar outras virtudes, tem que trabalhar outras necessidades para ele equilibrar quimicamente, ele equilibrar ele na vida outros pertencimentos. Quando ele tiver pertencimento, quando ele tiver controle Da própria vida, opa, ou seja, eu vou, olha que coisa louca, né? No paciente a gente não tira o controle, deixe de ser controlador. Alguém que é muito primitivo, muito primitivo, não tem controle nenhum. Eu tenho que ensinar o controle para ele, é o contrário, entendeu? Ele nem controle tem ainda, né? Então eu tenho que ensinar isso. Ele nem
tem orgulho ainda. Ele nem se vê no direito de ter. O pego alguém muito primitivo, ele nem tá nesse lugar ainda Do orgulho. Eu tenho que dar orgulho para ele, mais paraa frente eu tenho que tirar o orgulho dele. Então, depende da faixa de evolução que, ou seja, da estrutura neurológica que ele tá. Aquele cérebro precisa de algo para compor a evolução dele. E tem outros mais evoluídos que eu já tenho que tirar essas coisas. Essas coisas já são impedimentos de evolução. Continuar ainda na masturbação, no sexo, continuar Ainda querendo objeto possuir, sabe? Ainda tá
tá nessa ainda da estética. Isso daí vai atrasar a vida. Mas para quem? Para quem tem uma parcela de consciência. Agora, quem tá lá embaixo, lá embaixo são estímulos de vai mantém essa necessidade porque ela vai te fazer andar. Isso, gente, incluir, inclusive, olha, vocês querem entender um trem que eu vou fazer um parênteses aqui, tá? Sobre dinheiro, fica todo mundo claro, dinheiro é uma Necessidade humana, tudo bem? E aí vem uma vai uma loucura do segredo. Eu tem um milhão de coisas que vão vão falar sobre a a como ter dinheiro, como ser milionário.
Tudo bem? Essa essa essa esse assunto não é muito famoso aí nas redes sociais, na vida? Cada um tem uma fórmula, não tem? de de de ser milionário, de ser rico. Ó, presta atenção. Não temos faixas de evolução. Ó, agora eu vou esticar o elástico nesse assunto. Não temos faixas de Evolução. Você quer se dar bem com o mundo? Eu quero ser milionário. Tudo bem? Não é que eu quero ser por vaidade, por nada. Ó, milionário é ser é bom ser milionário, viu, gente? Tá? É bom. Não é não faz mal nenhum você, você ter
um poche. Isso não faz mal. O problema é a neurose tá onde? Eu tenho mais direito do que o outro ou sou melhor que o outro por ter uma porche. Aí aí nós temos um problema neurótico, problema de orgulho. Agora só ter uma porche não tem problema Nenhum. Tudo bem? Tá só ter um problema, você não tá pegando dinheiro do mundo nem nada, nenhum problema. Então tem um pudor aí sobre o dinheiro, né? Que o Freud já vai falar do erotismo anal. Quem quiser ler e esse esse livro é ótimo, tá? Chama o do Freud,
chama Grade Vai Gezen o livro. E aí vai no vai nesse capítulo, chama erotismo anal, que ele vai falar sobre o pudor, sobre o dinheiro, né? Então que vem de várias proibições. Então a galera tem mesmo uma Proibição, tá? Tem. Claro que tem. Tem uma proibição que o dinheiro é mau. Dinheiro não é mal. Quem é rico é malvado. Nas histórias não tá isso? O rei com a princesa e o plebeu. Quem é bonzinho? Só de eu falar o rei, a princesa e o plebeu. Quem é bonzinho? Quem é malvado? Já vem na mente já.
O rei é malvado, não é? O plebeu é bonzinho. A princesa tem que fugir com o plebeu, certo? Se eu bato na porta de um pobre, ele me dá um pão. Eu bato na Porta do rico, ele não me dá nada. Que é malvado, entendeu? Mas é para ensinar essas passagens bíblicas. É para ensinar. Não espere ter dinheiro para começar a doar. Não que o rico é ruim e o pobre é bom. As leituras também que o nego faz, as interpretação é umas é muito burra, né, que se faz, né? Ou seja, a ideia não
é contra o dinheiro e sim não espere ter dinheiro para começar a ser bom, tá? Então é o seguinte, ó. Você quer fluir no dinheiro? Quem que Você dá bem no dinheiro? O Trump é um filho da O Elon Musk é um cara super evoluído. É. Não. E por que que eles têm dinheiro? Porque eles sabem fluir no dinheiro. Tudo bem. O dinheiro tem uma linguagem. O dinheiro tem uma linguagem. Tudo bem? O dinheiro, a linguagem do dinheiro não tem a ver com a evolução e não tem a ver com o intelecto. Divide essas três
coisas, separa essas coisas. Então, quanto mais intelecto e mais Esforço eu faço, mais dinheiro eu vou ter. Esquece isso. Esquece isso. O tá quantos gêmeos, doutores maravilhosos e são pobres, fodidos. Tudo bem? Hã, e pessoas assim, é uma porta. É uma porta. Tem um na na eu tava passando na na Netflix hoje, ainda lembrei disso. Tem um Sunset, eu acho que é o nome de um programa só de gente bilionária, né? Milionária, bilionária, mas com umas cabeças de ovo desse tamanho assim, ó. Que que então assim, uma pessoa com Muito dinheiro eh e intelecto são
diferentes. Uma pessoa com dinheiro, intelecto, uma pessoa com dinheiro sem intelecto, tem comportamentos mais fúteis. Claro que vai mudar o comportamento, tá? Então, quando você, presta atenção, você quer ganhar dinheiro, não quer? Que que você faz? Você vai invejar quem tem dinheiro. Você vai olhar para uma milionária que tá andando com a bolsa G, com o carro tal e sabe você pobre vai fazer o quê? Vai Criticar o exagero dela. Vai criticar a bolsa GTI, vai pro vai criticar a você acha que se eu tivesse dinheiro eu não compraria. Por isso que você não é,
por isso que você é pobre, porque o dinheiro tem uma linguagem. O dinheiro tem uma linguagem no mundo, tá? Então você tem que usar aquele tipo de roupa, você tem que comprar aquele só vai ganhar dinheiro sem isso quem tiver em alto nível de consciência, tá? Se ainda não tem um alto nível de consciência, Trabalha na linguagem do mundo. O mundo tem uma linguagem. O mundo tem uma linguagem. Ou você funciona na linguagem do mundo, ou você vira Madre Teresa, Chico Xavier e fala: "Beleza, não preciso dessas coisas. Você já é Madre Teresa, você já
abandonou todo? Você tá reclamando do boleto ainda? Ainda tá reclamando que não tá não, não, não tem dinheiro para para viajar? Então, se Ainda ter problema de dinheiro, viva, entenda a sua faixa, admita a sua faixa e para de criticar rico, para de falar mal de coisa de rico, para de ter inveja, entendeu? Ou enta, a sua mente não vai chegar no lugar que você fala mal. Olha que coisa mais simples. A sua mente não vai chegar no lugar que você critica, tá? Ah, nossa, você acha que precisa de uma bolsa G? Acho precisa de
uma bolsa de R$ 30.000. Você acha que tem Necessidade? Então sabe por que você não tem? Porque você acha que não tem necessidade. O dia que você comprar a bolsa de R$ 30.000, a todas o resto das coisas você começa a ter. Quanto mais você gasta, mais você tem, tá? É simples, tá? Porque a energia do dinheiro, ela não é energia de escassez. A energia do dinheiro não respeita a energia de escassez. Escassez ela não vai te trazer, entendeu? Então é tendo mesmo, ó. Momblan, essas merdas toda que São simbólicos, mas são simbólicos. do quê?
De prosperidade. Aí você critica, não, eu posso ter dinheiro. Não existe isso. Eu vou ter milhões na conta e não vou comprar a Moblan nem a BMW, nem a toda. Tudo bem? Você não vai ter milhões nunca, tá? Você vai ter um teto aqui, ó, de riqueza, de ter duas casas alugadas e um carro zero. É o máximo que você vai chegar. É o máximo que você vai chegar. você não vai passar daqui porque o mundo Aqui embaixo da da primitividade tem uma linguagem e você tem que funcionar na linguagem primitiva. É mesmo? É. Você
vai ter que descer uns degrau, tá? Ó, da evolução e funcionar na linguagem primitiva, porque esta é a linguagem do dinheiro, tá? Al, quem precisa de mamão blan que é evoluído. Ó, o Chico Xavier precisava de Mamão Blan. Não, mas ele era Chico Xavier, cara. A Madre Teresa, irmã D precisava. Não precisava. Mas eles Estavam num grau de evolução lá em cima que eles realmente não precisava da matéria. Precisava. Se você ainda precisa, não luta contra a linguagem do dinheiro. Para de lutar contra a linguagem do dinheiro, entendeu? Para de ser invejinha, papinho de merda,
entendeu? Para, para com isso, entendeu? Para, vai lá e fala: "Porra, é verdade mesmo, porra". Eh, eh, eu queria ter mesmo essa e tá tudo certo. E beleza, é a linguagem Do dinheiro. Aí você evolui, quando você virar Chico Xavier, você é doa para todo mundo, mas não dá para lutar as duas coisas, entendeu? São duas forças contrárias, entendeu? O dinheiro é mau, o dinheiro não é mau. O dinheiro é meio. Dinheiro não é final, o dinheiro é meio. Você você acha que eu, ó, hoje eu vou lá, por exemplo, tem um monte de palestra
paraentar nessa cadeia, nesse mês aqui, tem um monte de cadeia para mim. Quem que Paga? Eu que posso, se eu não tenho dinheiro, não vai, entendeu? Para mim ser um bom doador também do meu tempo, das minhas coisas, ou você ajuda ou você é ajudado. Quem que você é hoje? Ou você ajuda ou você é ajudado. Agora você quer usar só o dinheiro para você, tudo bem, outra coisa. Mas tem o bom uso do dinheiro. Só que para você ter dinheiro, você tem que viver com uma mente Próspera e não com uma mente de escassez,
não com uma mente falando mal da da olha lá que que é absurdo aquilo a ter, entendeu? Não entendi isso que você falou aí do que você faz, que você vai nas nas cárceres. Não entendi. OK. Eu vou a gente trabalha com cadeia aqui, né? Tem uma ONG que faz recuperação de Quer ver? Ó, eu vou Ô Rô, você tem como passar? Eu tenho, eu sei que você faz isso. Eu não entendi o sentido que você Quis dar a o fato de você fazer esse tipo de trabalho. Que que tem a ver com dinheiro? Isso.
Quem paga? Se eu eu tenho que pagar, se eu tenho que pagar conta, eu tô aqui, ó. Eu não consigo fazer isso de forma gratuita, pegar o dinheiro, porque lá eu vou lá em Minas Gerais lá, pô, a minha própria gasolina, pagar o meu hotel, como é que eu vou ter um curso de cada visita eu gasto R$.00? Quem paga? Quem que paga? Se eu não não sei, Eu não sei. Tenho que ter dinheiro. É isso que eu tô dizendo. Eu tenho que ter dinheiro para pagar. Para mim fazer o bem aos outros, eu tenho
que ter dinheiro. Sim. Se eu não tiver dinheiro, como é que eu vou fazer o bem pr os outros? Sim. Mas você é pago para fazer isso? Não sou. Ah, tá. Você ganha de outras fontes. Entendi. Não, não sou. Não sou. As fontes vêm de outros lugares, então o dinheiro vem de outro lugar. Tá. Não, não. Lá eu não ganho Nada. Ganho nada. Zero. Zer zer zer zerer. Zer. Eu faço isso como missão de vida lá. E eu e o dinheiro vem de outro lugar? Claro que vem. Eu sei que você tá falando sobre doação,
né? Sobre como você se doa e como isso volta. Você doa lá em abundância. Volta em abundância, gente. Só que você não entendeu. Volta em abundância. Eu não posso reclamar. Mas 1000 livros que eu vendo, a gente vira bestseller nesse livro aqui. A gente não fez força nenhuma, cara, para Fazer isso. A gente já tá virando bestseller. Que que força que você fez, cara? Nem sei. Eu não faço ideia. Faz 20 anos que eu escrevo o livro. Esse aqui vendeu assim de um, ó, fez assim, ó, de vender. Você fala: "Como que vendeu esse trem
todo?" Eu sei, eu sei. Cada hora que eu entro numa cadeia, cada hora que que eu entro no Instituto do Câncer, cada hora que eu faço essas coisas, eu sei que se movimenta e acontece. Só que vocês tender que tem uma mentalidade de Prosperidade, de não tem a evitação do dinheiro, entendeu? Você não pode ter aquela invejinha da da do cara que tem dinheiro, não. Se você tiver prosperidade e tiver trabalhando no bem, cara, o resto é conversa, o resto vai sozinho. Mente próspera e a amor ao próximo, ação ao próximo. Pronto, você juntou os
dois, vai sozinho, vai sozinho, vai sozinho, tá? Simples assim. Então, não confunda intelecto, faixa de evolução e A prosperidade. Mente próspera não pode ter. Leiam. Ó, o Freud já sabia disso, gente. Não tô contando novidade nenhuma. Quem quiser tem na minha apostila. Inclusive, eu separei esse capítulo do essa todo o capítulo do Freud e coloquei na minha apostila, tá? Quem quiser é só pegar na apostila dois lá do curso de psicanálise, tem esse capítulo inteiro lá, tá? esse capítulo inteiro. E quem quiser o livro original mesmo, é só procurar grade BG 100 do Freud, erotismo
anal. Lê esse capítulo que vocês vão entender o que eu tô falando. Como a evitação do dinheiro tá na sua cabeça, como o pudor sobre o dinheiro, que o dinheiro é mau. Você enquanto você achar que o dinheiro é mau, você tá reclamando dinheir: "Por que eu não tenho dinheiro? Mas você acha que o dinheiro é mau? Você acha que você vai pro inferno se você for rico? Você acha que todo rico é filha da que o pobre é bonzinho e aí tá reclamando de Que você não ganha dinheiro? Enquanto você não romper com isso?
que tipo, olha, o que faz uma pessoa mal ou não, não é o dinheiro, entendeu? Tem rico filho da tem pobre filho da entendeu? Não é na questão de caráter, de bondade, de amor ao próximo, não tem a ver com dinheiro, tá? Então vocês têm que romper com esse com essa ideia. Isso tá lá no Freud, gente. Nem tá aqui. Tá lá no Freud. Vai lá. Erotismo anal no livro grade vgen. Lê Esse capítulo que é fácil entender. Fácil entender. Ah, vamos pr as perguntas. Weber, cadê? É, é, é teu. Ah, é teu. É, é,
é. É, é de baixo para cima. Edu. Eh, você olha os que tá chamando faz tempo. É o de baixo para cima. Não, não é para baixo mesmo. Ué, então tá de É rapidinho. Não, vai lá. Já per J. Eu não sabia. Eu Não sabia que era de baixo para cima. Mas só para pontuar. Professor, pera aí, pera aí. Deixa, deixa. Eu já vou, eu já vou para você. Et segura aqui. Pera aí. O Éber só quer dar uma palavrinha rápido. Vai lá, eh, só para pontuar aí o o filme Sem Medo, excelente. E não
deixar não deixar de assistir também a teimosia de viver, de acompanhar, né? Ah, tem m de viver. Ó, meu, é excelente Aquele aquela sequência. É, tem musi de viver. É só escutar, né? Só pôr no ouvido escutar. Só escutar. Isso. Só escutar. Para quem não conhece que o tá falando, esse temos de viver aqui, ó, ele a gente fez, cadê? Onde tá isso? O trem aqui, ó. Tem um Qcode atrás que eu contratei, como eu trabalho com cinema, né? né, do consultor em cinema. Eu peguei amigos meus eh de direção de dublagem, dubladores, atores dubladores
E eles fizeram uma rádiovela. Então eu contratei um estúdio mesmo de dublagem e aí então ele tá todo sonoplastia, então eu vou falar: "Ah, vamos ver um café", ter café, ter circo, tem uma não é um livro, então não é um livro que eu não é audiobook, entendeu? É uma rádioas. São atores interpretando eu, interpretando a paciente. É uma história real gravada em consultório inteirinha. Vocês entenderam o que foi. Eu gravei a a paciente autorizou. Eu Gravei todas as sessões, fechou as sessões até o dia da alta para porque eu queria dar essa experiência pro
meu aluno, tipo, como que é uma condução do começo ao fim. Só que por coincidência a história da mulher é uma um espetáculo, é uma é uma é um filme, ela tem uma uma um storytell incrível assim. Então aí pegamos na íntegra, só troquei, óbvio, nomes locais, só tem essas mudanças éticas na verdade, né? Então você só mudamos o Nome dos personagens e dois atores interpretar interpretou eu falando, interpretou a paciente falando e colocou sonoplastia. Então é uma rádioovela, você escuta aquelas rádiovelas de antigamente que você escutava no rádio, entendeu? Literalmente uma novela no áudio.
Esse livro é isso, esse livro. Então você pode tanto ler quanto ouvir ele. Tem tá lá no Spotify. Ah, é muito isso é é muito legal. Eu acho que eu ouvi essa Daí é de uma mulher que tem umas filhas. Essa bem legal bem legal. Só que é o seguinte, pessoal. Eu escrevi, eu fiz isso há 11 anos atrás. Ma, mais até nossa, muitos anos atrás, de lá para cá teve várias descobertas dentro da virtologia. Então até coloco no começo do livro isso, né? Ó, só só cuidado olha agora às vezes teve algumas mudanças, né,
mais técnicas, né, mas no resto, na íntegra, é um caso de depressão de terceira idade, de longevidade. Então Quem trata aí longevidade ou depressão, esse livro é batatinha muito legal. Etel, meu bem, vamos lá. Eu e aí exercício. Eh, Eduardo, por favor, eu não direito. Pera aí, pera eu, eu não tô vendo o Tem que abrir o vídeo, filho. Tô com vídeo aberto. É, aqui não tá aparecendo para mim não, mas manda aí. Termina aí. É a seguinte, o exercício, eu tô no 14º dia da da humildade, É o principal, inclusive foi muito difícil porque
eu peguei dengue e não consegui escrever, mas fui com muita dor, conseguia fazer os exercícios. É, agora tem que ser uma pergunta, uma pergunta é se ouvir, escrever e verbalizar tem que ser tudo junto ou você pode fazer ouvir de manhã mais tarde, escrever e depois verbalizar? Se for no mesmo dia, pode. No mesmo dia. É, é. Você pode fazer uma coisa de manhã, Uma tarde, uma pode uma noite, pode, porém tem que ser no mesmo dia. Ah, ok. Ok. Então eu acho que eu vou continuar. Acho que nos 14 dias vai ser pouco para
mim. Não. Ih, meu filho. 14 dias é o é o início do negócio. Então, tá bom. Era isso. Obrigado pela atenção. Um abraço. E, meu bem. Oi, oi, oi. Eh, professor, eh, eu não entendi direito o nome do livro do Freud que você falou. Grade Ja. Jaen, eu não Entendi. Grade é gradiva e Gen. Será que eu encontro ele aqui? Pera aí, deixa eu ver se eu encontro ele aqui, ó. Pera aí. Grade, realmente, eu não entendi, desculpa. Pera aí, eu vou ver se eu encontro ele aqui. Esse aqui, ó. Cadê aqui? Eh, gradiva. Gradiva
de Genzem e outros trabalhos. Gradiva. Tá só lá, ó, nesse capítulo aqui, ó. Erotismo anal. Só procurar. É, e desenho, eu não vi como é que como é que escreve. Ah, achei. Hã, eu escrevi aí no chat. Sim, sei. Obrigada, Rodolfo. Tio Freud aí, tio Freud, é fácil de encontrar, tá? OK. Agora a pergunta propriamente dita. Professor, eh, eu sei que tem as 33 virtudes, OK? E cada uma delas precisa ser trabalhada por 14 dias, OK? Ou no mínimo, ou seja, podemos continuar, né, até a gente conseguir eh eh enfim, até conseguir adquirir essas virtudes.
No caso, professor, é possível trabalhar mais de uma? Não tem que ser necessariamente tem que ser uma de cada vez. Uma por vez, uma por, tá? Ou seja, isso como a gente entende, já fiz vários testes disso, teste atrás de teste, sei que a pessoa tem duas para fazer, ela não consegue focar e não completa os pensamentos. Ela Tem que mergulhar nenhuma. Mergulha nenhuma. Ela vai ser muito mais eficaz do que ficar misturando. Ah, vou trabalhar o orgulho, vou trabalhar a abnegação. Putz, você vai fazer a mcelânia. Não, não entendi. E professor, quando a gente
tá justamente, por exemplo, eh, são 33 virtudes, OK? E eu eu vou partir do pressuposto que ao longo dos anos que a gente vai vivendo, algumas delas a gente acabou conseguindo conquistar e outras não, né? Eu vou Supor isso aí. Como que a gente consegue eh descobrir, distinguir realmente é só lendo eh é só fazendo uma avaliação. Como é que a gente se auto avalia? É, como é que a gente pode dizer assim, eu preciso me me avaliar assim, o que que realmente eu já conquistei, o que eu preciso ainda conquistar. Tem uma avaliação, literalmente,
uma avaliação 360, igual, sabe, empresa avaliação 360º. Hum. Sabe a mesma coisa, ó. Você vai Fazer essa avaliação, tá? Cadê? Metodologia. Metodologia. Cadê o método? Método método método. Então, dentro então dentro dessa então dentro dessa, dessa avaliação, dessa metodologia que, que, que que você desenvolveu, então ainda assim, vamos supor, você vai fazer a avaliação e dentro dessa avaliação você consegue saber, por exemplo, por onde começar as porcentagens, os Claro, claro. Ó, você Vai fazer o seguinte, quer fazer isso para você mesmo? Faz o seguinte, ó. você vai fazer, então não tem conhecimento, habilidade e atitude.
Então eu vou ler o capítulo todo da aceitação, por exemplo, vou lá na aceitação, vou ler tudo o capítulo, vou fazer, vou ver os exercícios, vou fazer as perguntas, vou e eu vou entender. Meu, de zero a 10, o meu conhecimento tá cinco, minha habilidade tá tanto, minha atitude tá tanto. Às Vezes você tem mais atitude, conhecimento, você tem mais conhecimento que atitude em cada uma, tá? Qual o parâmetro disso? O parâmetro é sempre se se Buda, Jesus, coisas perfeitas. São 10. Uhum. Logo, eh, então minha nota, puxa, eu perdão. Onde que tá o meu
perdão? De zero a 10, ó. Qual que seria a nota do perdão que vocês dariam para si mesmo? De conhecimento. Éento. De conhecimento. Ó, vamos fazer na na prática. O perdão é é ausência de ódio e Mágo em relação à memória. Não aquela questão de eu te perdoo, esquece isso. É a questão de o quanto eu tenho a habilidade de deixar de ficar com ódio ou mágoa em relação a uma memória. Isso é o perdão. Então, qual é a minha habilidade disso de fato? Quanto, quanto você daria essa nota para você? Então, professor, não, não
quanto seria a nota, mulher? dependendo da memória. É, não, no geral de pegar todas as memórias, dá uma média De conhecimento, de habilidade, de atitude. Ah, conhecimento eu daria um sete, habilidade eu daria um cinco. E a ação mesmo propriamente dita, eu estaria entre quatro, mais ou menos. Você vai pegar essas três notas, vai tirar a média, vai, você vai ter uma nota, não vai ter? Sim, vou. Você tem essa nota final aqui, ó. Você vai fazer 7+ eh 5 + 4. Pum, tirei uma então. 7 5 4. Tá. Aí eu somo Tudo e divido
por três. Não divide não. Não divide nada. Você tem uma nota lá e divid por Claro. Claro. É a média. Divid por três. Isso. Méia. Então aí vai dar. Tá. Pera aí. Vai dar. Vai dar 16, tá bom? No total aí tem que dividir por três ainda. Dividir por três. 3 2 1 7 Sim, dar uns cinco e alguma coisa. Vai. Pronto. Tá. Pronto. Tá alta demais essa nota, viu? Tá, mas já cai na consciência parcial, ó. Não tem de zer a 10, então nós não estamos na consciência parcial do perdão. Ou seja, já tenho
consciência sobre as coisas que eu tenho que perdoar. merda, mas eu não sou tão eficaz ainda eh de realizar. Exatamente a consciência parcial, não é? Pronto. Você vai fazer as 33, certo? Oi. O que que tem das? Você vai fazer isso que a gente fez agora. Você vai fazer isso com todas elas com as 33, tá? Você vai ter 33 notas, não tem? Tem. Vai tirar a média das 33 notas, você vai Fazer a média da sua evolução, tá? Mas, mas aí, por exemplo, e por onde, por exemplo, vamos supor, algumas eu estão conquistadas, outras
não. Então, aquelas que estão mais defeituosinhas, por onde começar? É aquela que tá com menos nota? Começa Não, às vezes não. Então, ó, você fez essa média, não fez? E, gente, claro, essa nota é só para gente ter um parâmetro, não é? É um parâmetro, só um parâmetro, porque assim, quem é que Garante essa nota? Ah, não, ninguém. Ainda mais ainda que sou eu que tô dando essa nota. É, entendeu? Então, claro, é, eu posso est dando uma nota, eu tô em negação nenhuma, eu tô em realidade da outras. Tudo bem? Então, mas é legal
eu ter uma nota geral? Claro que é legal ter uma nota geral. Para quê? Pra gente ter uma meta. Falar assim, eu vou subir essa nota. A primeira vez que eu fiz, eu tava com 1,75, entendeu? Aí a última vez que eu fiz, eu já tava com três. Pó, já Tô arrasando, cara. Tô com três. É 3 vul alguma coisinha. Entendeu? Pô, já vamos lá. E aí você vai lutando, você vai pegar o quê? Onde te pega mais? Então, pô, vou esse esse mês aqui eu vou trabalhar o meu orgulho. Aí assim, ó, esse aqui
eu vou mexer em tal, esse aqui eu vou mexer em tal. E aí você vai, isso não vai acabar, vai, vai até o final da vida. Isso sim. Então, então, então vamos supor, eu posso inclusive eh, então eu tenho a liberdade de escolher Qualquer uma dessas virtudes, just independente da média. justamente porque tá porque assim, uma coisa vai fazer com que você evolua a outra. Então, por exemplo, a brandura, eu tô sempre a brandura, qual que é o quem não tem brandura tá no imediatismo. É tudo para ontem, nada vai dar tempo, atropela nas palavras,
fala, tá sempre nesse nessa ansiedade louca. E aí a pessoa que não tem brandura quer trabalhar as virtudes, mas não tem Brandura, não consegue parar, não consegue ter um, sabe, não consegue parar esta velocidade, diminuir esta velocidade para ter disciplina. Então, às vezes o que tá pegando é o orgulho, mas às vezes eu tenho que trabalhar uma outra para me dar condição para trabalhar no resto. Então é uma estratégia, uma grande uma estratégia, tipo, quer saber, vou trabalhar meu, minha gratidão, meu bom humor depois, mas eu sei o que me pega é meu orgulho, Então
eu tenho que trabalhar minha humildade, então eu posso montar esse planejamento. Isso você vai fazer com você mesmo, mas com o paciente quem vai montar essa estratégia é o terapeuta. Uhum. E eu vou E qual qual é o que eu vou trabalhar? depende do transtorno dele. Então vou pegar um narcisista, trabalhar orgulho e verdade. Se eu não trabalhar orgulho e verdade, eu não trabalho narcisista, entendeu? Entendi. Então Depende do transtorno, eu vou ter um plano. Agora é o plano geral de evolução para sempre, pra vida. Aí faz essa média toda, entendeu? O paciente é que
não precisa fazer essa média, nada disso, né? Não, não, não. É só trabalhar por enquanto onde tá vai levantar ele, né? Agora pra nossa vida geralzona, geralzona, faz essa média toda com calma, monta um bom plano de ação, fala: "Esses, esse mês aqui eu vou trabalhar só essa daqui". E vai pontuando, vai Pontuando. É muito importante vocês anotarem a evolução. Então, por exemplo, puxa, eu tenho meu orgulho, todo mundo orgulhoso aqui, né? Mas quando a gente vai estudando o orgulho, vai estudando o orgulho, a gente deixa, a gente vai trocando pequenos sintomas. Puxa, eu sempre
liguei de me arrumar muito. Ia na padaria arrumada. Caramba, eu percebi que eu tô indo de pijama e chinelo. Eu não mudei aquele orgulho ainda que dá minha neurose lá, do meu Transtorno, mas eu já tive pequenas mudanças. Eu tenho que perceber essas mudanças e anotar pro meu cérebro contabilizar minha evolução. Então, é importante sim anotar pequenas coisas. Nossa, tava sempre no embate ali, eh, com com aquele meu amigo, sempre discutia ele, eu agora ele discute, eu falo: "Ah, deixa ele tá certo, vai para lá". E eu não percebo que esse sintoma foi mudado, é
um, é uma mudança de sintoma. Então, eu tenho que Contabilizar, porque ali que a gente vai entender que é, eu não tô mais no três, né? Acho que eu já tô no 3,5, né? Eu já já não tô mais brigando com o amiguinho, eu já tô já aumentei esse grau. Então é importante sim, tá? Importante produzir uma ferramenta se Deus. Eu só posso só e e professor, só para concluir a minha pergunta em relação, porque assim, essas virtudes, porque são 33 virtudes, elas vão abarcar, elas abarcam essas 53 necessidades? Não, não, ela vai abarcar Toda
o todo o o a personalidade. Então, aonde eu não construí personalidade, ó, lá na minha adolescência eu tinha que desenvolver uma habilidade de uma dessas. Cada cada faixa de de de desenvolvimento de desenvolvimento eu tinha que ter trabalhado uma delas, tinha que aprender, entendeu? Tá? Eu aprendi. Então essas 33 elas completam as personalidades faltantes. Ela ela ela é o o remendo da Personalidade que eu que eu não construí. OK. É sim. E aí faz evoluir a estrutura. Isso que vocês não entenderam. Quando eu aumento essa estrutura da personalidade, essa personalidade não tá mais capaz. Está.
Ela mais capaz. Eu troco de faixa e aí eu vou trocar de grupo de necessidades. Ai, desculpa, professor, ainda não juntei o É, não, o lé com o lé com cré. Eu entendi, eu entendi o que você falou Sobre a mudança das da faixa de de necessidade em função de você construir essas virtudes. OK, isso eu entendi. Ó, vamos lá. Mas essas necessidades então elas são, vamos falar que pode ser dúvida de bastante gente, tá? Porque não são todas as linhas que que que vai para grupo de necessidade. Quem começou com isso? Quem quem que
foi um autor maravilhoso que começou com a história de Necessidades? Maslon. Maslon foi o cara escala de necessidades. Ele tá falando ali, gente, não adianta a gente tá falando de autorrealização se o cara ainda não tem casa para morar. É, você não tem comida, você não tem o sexo, não tem comida, não tem sexo, não tem poder, não tem certo. Entãoalizou isso, né? Ele foi incrível. Ele foi incrível. Até no final da vida ele ele publica um uma última, aquela ficou famosa, né? Aquela da pirâmide, da pirâmide dele. Ele Publica uma última pirâmide que termina
na transcendência. Uhum. Que é a última dele. Aquela lá é incrível. que ela é muito boa. Então, a partir da daquele estudo de Maslon e a partir de todos os autores, eu peguei todos os autores que falam de necessidades humanas do mundo e fiz um estudo de 10 anos sobre isso. Aí de várias outras necessidades que ninguém tinha publicado, ninguém tinha falado. Por exemplo, ó, uma uma uma bem simples, Tá? Que é que é tudo isso aqui é necessidade humana, possuir objetos, sair de casa. Hã, tem ser uma necessidade humana. Humano querendo ou não querendo,
ele tem ele nascendo independente de cultura, tá? E se ele nascer numa ilha deserta e nunca ter nada de de de cultura, ele vai vir aquela necessidade. Vai vir aquela necessidade, ele vai ter aquela necessidade. Pode ver que se ele tiver lá no meio de uma caverna, ele vai Querer ter a necessidade de sair de casa, ele vai ter a necessidade de diversão do seu espaço, entendeu? Ele vai ter essas necessidades, é normal. Então essas necessidades foram agrupadas dependendo de é não é igual Maslon, tá? Porque o Maslon ele fala de necessidades sobre necessidades. Depois
que você atingir essa necessidade, você vai querer essa. Aqui a gente vai fazer também como uma escala, tá? Então é uma escala de Necessidades, porém dependendo da faixa de evolução. Então, se eu tô numa evolução ainda muito primitiva, eu vou ter um grupo de necessidades que me pressiona mais. Sim. eu vou evoluindo, eu vou trocando esse grupo de necessidades. Então, ó, vocês aqui, só por estarem aqui, com certeza estão já entre o grupo três e quatro, com certeza absoluta. Vocês não estariam no no dois ainda pensando só em estética, em sexo, em Sair de casa,
em diversão. Vocês não percebem uma se eu falar assim, ó, vocês não percebem uma faixa de pessoas que vão se que pega o último salário e vai fazer o quê? o cabelo, encher a cara e vai se divertir. Não tem uma galera que não importa o quanto pega de dinheiro, ele vai gastar onde? Nesses lugares. Ele vai gastar nesses lugares, ó. Estética, relacionamento amoroso, só fala de amor, de amor, essa entendeu? Olha, de pertencimento, De fuga da realidade, vai usar droga, vai encher a cara, entendeu? Afeto físico, sair de casa, diversão. Vocês não conseguem enxergar
uma faixa de gente aqui? Consegue? Não consegue? Tá, consigo. E aí você fala assim: "Ah, falta claro, óbvio, eles estão numa faixa e aquele grupo de necessidade tá puxando eles, entendeu? Não adianta tirar aquela necessidade. Você vai evoluir esse cara se você tirar ele do ambiente e simplesmente, olha, não vai Fazer mais churrasco, vamos dar dinheiro para ele, vamos resolver com, ah, ele não tem cultura". Imagina você vai, aquelas milionárias que só quer saber de plástica, só quer saber de fazer unha, só quer saber de festa, só quer saber de tá no mesmo lugar. A
faixa de evolução não é dinheiro, entendeu? Não é dinheiro e nem intelecto. O cara pode ter três pós-graduação, se tiver essa faixa de evolução, vai viver em comprar coisa e festa e sair de casa e viajar e tá Bonito, estético, entendeu? Vai viver nesse lugar. Nesse grupo aí, o nego evolui. Aí vocês já estão aqui, ó. Vocês não, vocês mesmos, só por estarem aqui, não tão nesse grupo. Então, ó, vamos falar do outro grupo, ó, como vocês já estão mais nesse, ó. Necessidade de conhecimento e compreensão, autoestima, afeto por palavras, liberdade, individualidade, identidade, tranquilidade e
paz, relacionamento familiar, relacionamento Social, relacionamento com amizades íntimas, conquistar coisas, exploração, busca por novidades, resolver conflitos internos, seu espaço, seu canto e autodesenvolvimento. Quem tá nesse estágio aqui é você percebe que é uma outra galera? É a galera que já no TikTok filosofo, já tá fazendo terapia, já tá no autoconhecimento. Percebeu que é outra galera? Sim, sim, com certeza. Outra galera galera, entendeu? Porque o grupo de necessidades bate com essa Faixa de evolução. Aí nós vamos subir, ó, vamos subir mais um pouco. Grupo quatro, criatividade. Viver todas as fases da vida, lidar com a morte.
autorrealização, conexão com a natureza e animais e introspecção. É, é outro grupo. Pode ver. Esse esse cara aqui já tá em outro lugar. Ele tá introspectivo, já tá realmente na sua criatividade, na autorrealização, lidando com a morte. Ele tá em outro lugar. Entendeu? Entendi. Entenderam que assim, ó, grupos e necessidades são, tá? Mas de que, mas de que forma as virtudes ajudam? as virtudes, a construção delas ajudam. Como isso? Isso é importante. Eu eu nessas andanças de religião que a gente estudou, estudou para Estudou 5000 religião. Eu falei com muitos mestres de de muito lugar,
budistas, Seono Bahrai. Nossa, a fé Barraayi é uma é incrível. Eu me surpreendi. É uma religião do Irã. É Incrível, incrível. Assim, ó. Tem muitas religiões do mundo que são incríveis. Mas a gente nem sabe. Você conhece a Reukai, que é a que eu faço? Sim, sim. A gente, gente, a gente estudou 5.000 religiões. A gente foi tudo são coisas incríveis que tem no mundo que a maioria das pessoas não conhecem. Bom, mas não é sobre isso. O sobre o que o que eu quero dizer, alguns grandes mestres aí que eu nessas andanças todas eh
que deram essa luz e é verdade, é muito verdade. Eu Deixo, eu tô eu tô num grupo de necessidades, não tô? Ó, eu tô Vamos, vamos falar da sensação lá, ó. Eu tô no churrasco, com o cabelo feito, na diversão, saindo de casa, na estética, com a fuga da realidade, ó. Então, eu tô enchendo a minha cara no churrasco e de forma estética. Beleza? Eu tô lá, tô no grupo Sensação, certo? Tá, tô lá, tô lá. OK. Se eu tirar essas necessidades dele e incentivar as outras necessidades, esta pessoa evolui ou ela evolui e Automaticamente
ela deixa de ter essas necessidades e troca de grupo? Que que vocês acham? Não, você falou, você falou que as necessidades continuam, só que elas são relativizadas, né? A pessoa começa a ter um controle mudar para ela mudar, para ela mudar. Então, não sei. Então, essa é a resposta, entendeu? Não adianta vocês trocarem de necessidades, grupo de necessidades, vocês só Percebem a faixa que a pessoa tá e faz uma boa gestão para ela não exagerar ou faltar, entendeu? Ó, vou resumir o BO aqui, tá? Que faixa que ela tá na sensação, tá na sensação, não
deixa ela estourar e faltar, mas ela tem que ter, ela tem que ter, é uma necessidade humana. Se ela não tiver, vai ter uma falha aqui de neurotransmissores. Se tiver um exagero, vai ter um transtorno. Então, eu tenho que fazer uma boa gestão. Mas para a partir da faixa, da Faixa, eu não vou pegar alguém que tá lá já na consciência parcial e vou falar para ele: "Não, você tem que sair de casa um monte, você tem que fugir da realidade". Não, não, não, não. Eu vou estar atrasando ele, certo? Certo. Vou est atrasando ele,
tá? E tem muitas necessidades de vocês que vocês já estão lá na consciência parcial. E vocês ainda continuam fixados por uma fixação mesmo, tá? Porque aí vai vir da falta da sua neurose e aí você tá fixado nessa nessa Necessidade, entendeu? Você ainda tá tá ela ela tá travando sua evolução. Então o que faz a gente trocar de de de necessidades? A gente trocar de faixa. Que que faz a gente trocar de faixa? Aumentar a estrutura neurológica com virtudes. Entendi. Tá. Eu acho que eu acho que eu entendi. Eu tenho mais aceitação, mais brandura, mais
amor ao próximo. Se eu tenho, se eu aumento essas estruturas no meu cérebro, Eu vou trocar de faixa de É o conscientizar, Eduardo. É o quê, Sandra? É o conscientizar. Não, você não, não. O termo não é conscientizar, é o termo é aumentar literalmente. É assim, é mudar a estrutura neurológica, entendeu? É, aí ela vai ser mais consciente exercícios, né? Por isso a importância do exercício. Os exercícios. Por isso a importância do exercício da neuroplacidade, porque quanto mais eu altero aqui, mais eu Trocoal, entendeu? Agora eu entendi. Agora eu entendi. Aí eu troco zona proximal
de aprendizagem, entendeu? E é, ou seja, gente, não se tira a necessidade das pessoas. Ah, não. Você cuida muito do cabelo. Você tem que cuidar mais da do seu autoconhecimento. Calma. Que faixa que ela tá? Que faixa que ela tá? Depende da faixa, vai cuidar do cabelo. Depende da faixa, para de cuidar Do cabelo. Entendeu? Entenderam que é como dizer ao viciado que ele tem que deixar o vício? Não, não colocaria esse exemplo. Não, não colocaria esse não. Não, porque ali tem mais angu ali, mas vai mais além, né? É. Não, não é essa visão.
A visão é o indivíduo tá num grupo de necessidades. Não adianta. É violento quando é violência, gente. É violência quando eu tiro uma necessidade do indivíduo que tá naquele grupo, Entendeu? Imagina aquilo, vai dar autoestima para ele, vai fazer ele com neuros transmissores, ele vai ficar de pé para continuar evoluindo. Ele vai continuar evoluindo. Como é que você vai tirar o cabelo dele, a diversão, a fuga da realidade de um cara que tá na sensação? Gente, isso é uma violência, entendeu? É uma violência. Não é assim. É. E ao contrário, se eu tiver evoluído e
eu continuar com aquela fuga da Realidade, com a estética, com a busca de de possuir objetos, que que tá acontecendo? Eu tô atrasando a minha evolução. Por isso que a leitura é que faixa que eu tô e fazendo uma boa gestão de necessidades. E aí pegando aí eu evoluí, evoluí. Tá? Professor, eu só quero agradecer. Muito obrigada professor por responder as dúvidas. Muito obrigada mesmo. Isso aí, ó. Deixa eu continuar aqui então, ó. Já professor, só qual é o livro que tu tá Citando aí? Eu só queria o livro. Esse aqui, ó, virtologia, ó. Esse
fundamento da Vtologia, esse tá legal. Pequeno livro aqui. Boa noite, professor. Tudo bem? Tudo bem. Tá certo aí para mim ver? Você tá. Oi. Eu não tô vendo. Você tá? Abre o vídeo. Ah, não, eu tô com dois porque o meu computador tá com problema, então eu tô falando pelo celular. Tá, mas eu tô com fone de ouvido até no no computador. A a câmera do computador, a do meu celular tá aberta, eu vejo Aqui, mas no computador ela tá como fechada, tá? Beleza. To pa. Vai lá. Bom, eh, assim, eh, muitas coisas que eu
queria saber, a Etel já perguntou, foi ótimo, mas, ã, eh, eu não venho dessa área de psicologia, mas eu já tô atuando eh como uma terapeuta holística, então já venho eh buscando um aperfeiçoamento e conhecimento há muito tempo. E antes de ingressar no digamos assim no curso, eu gostaria de criar uma base. Quais livros o senhor Me indicaria para para ler? Quais os seus livros? Eh, olha, começa com esses dois aqui, ó. Uhum. Dois aqui. Com certeza. Esses dois. Antes que eu o o Claro, esse aqui vai trabalhar adolescente, tem vários. Mas aqui tá tudo
aqui tá tudo da virtologia e das habilidades. É da da do manual. Esses dois é o básico, sabe? O basicão assim. Sei. Aham. E a minha outra pergunta é: venã eh eu teria algum tipo de dificuldade assim em fazer o curso? Imagina. Você viu aqui como eu explico os trem? Eu tenho uma missão de vida que é é é tirar da elite. Ah, tudo isso. Eu tenho que explicar o Freud eung Lacan. E qualquer um tem que entender. Qualquer um tem que entender, entendeu? Então não imagina, entendeu. Eu não sou da área e tô amando
o curso. Eu também, eu também não sou terapeuta, nunca fiz psicologia, psicanálise e tô acompanhando eh estudar. Eu tô acompanhando, tô aprendendo tudo, tô amando. Pode ela. A Tá, acho ela tá no curso, né, Chil? Entende tudo, não entende? She, tô no curso. Dá para entender tudo. Entende tudo. Entende tudo. Ótimo. E a minha outra pergunta é porque à medida que a gente vai entrando no curso e fazendo as práticas, a gente vai eh aplicando essa essa, digamos assim, todo esse conhecimento, né? Eh, póscurso, eh, tem algum tipo de grupo? A gente continua de alguma
maneira? Tem, sim. Ah, assim, eh, o próprio instituto, posso falar? Ô, ô, Edu, pode, pode, pode falar. Já, eh, eu entrei agora em finalzinho de fevereiro, praticamente em março. Aí criei um grupo, a gente já tá estudando. Sexta-feira a gente já estudou para complementar. a gente se reúne sempre que dá, a gente coloca, faz reuniões, eh, tem os estágios, a gente é atendido pelo estagiário, a gente pode atender quando já tiver mais avançado. Tem tudo, Jan. Você não vai ter dúvida, tem tem grupo de supervisão. Então, o os Formatos, não sei se o pessoal que
tá indo na supervisão, você já perceberam que tem gente lá de 10 anos de formação e tá lá na supervisão ainda. Tá lá. Por quê? Porque é bom trocar, porque é é é bom, tipo, ó, deixa eu dar uma visitada lá na supervisão, entendeu? Não é uma dependência, vai lá, toca sua vida, mas é legal ter um lugar onde puxa, tô com dificuldade desse paciente, vai lá na supervisão, troca ideia. E é legal continuar com esses grupos de estudo, Porque daí a gente tem vários grupos, um monte de grupo de estudo. Então, tanto grupo de
estudo quanto supervisão, ela sempre continua mesmo depois formar, entendeu? É importante isso. Solto, não, você fica solto assim, né? E a gente encaminha também, né? a gente caminha porque como agora a gente tem um trabalho de locar terapeutas dentro das empresas, né? Agora agora que saiu com essa R1, a gente loca, então obviamente a gente loca os nossos, Né? A gente loca os nossos formados, né? Óbvio. Uhum. Então tá, professor, muito obrigada. Obrigada pela oportunidade de conhecer esse trabalho maravilhoso. Pode, seja bem-vinda. Ó, vou na minha sequência aqui. Rose Aires. Eu falei certo. Falou sim.
Sou eu. Sou eu a nova. A nova na na vitara. Tá. Eu sei quem ser agora. Eu sei quem ser. Sabe que bom. Então, eh, eu vou voltar um pouquinho, professor, Lá na fobia, na questão da fobia. Eh, você falou que sempre a mãe que é que controla é é só a mãe mesmo ou tem algum outro controlador? Qualquer controlador. Amanhã eu dei um exemplo só porque pode ser o pai, pode ser a avó, pode ser qualquer coisa nesse ambiente que exerça esse controle. Uhum. Qualquer um, tá? Qualquer tótem ali de admiração ou de autoridade
que exerce um controle sobre aquela pessoa. Qualquer um, né? Tá. Não, assim, eh, uma Questão quando, eh, você perde o pai e a mãe muito cedo e não tem esse, esse não tem essa pessoa, não consegue e entender quem é essa pessoa, você mesmo pode ser, olha, é interessante isso, muitas pessoas têm um autocontrole por ausência demais de controle. Então, por exemplo, eu tenho dois pais malucos, eu tenho um monte aqui, eu tenho muito artista, né, que trabalha com negócio de cinema. Então, vem os filhos dos artistas, né? É, dois artistas, uma atriz e um
ator, Tudo cabeça solta, tudo, né? Tudo criativo, pode tudo. Que que não pode na casa deles? Pode tudo. O proibido é proibir, né? Esse filho fica com falta de limite. Ele vira um de um controlador e desenvolve até toque pela ausência desse limite. Então, quem teve essa ausência total mesmo de cuidado, de limite, pode criar em si mesmo esse lugar de controle. Pode. É uma contrarresistência do cérebro. Ah, Entendi. Cérebro. Eu fui tão desprotegida, eu fui tão solta, eu fui tipo, é tão, entendeu? que aí eu crio um autocontrole e aí eu sou esse autocontrolador.
Entendi. Porque a fobia mesmo é de local fechado, problemas respiratórios. Eu não posso me ver numa porta trancada, não posso me ver no no avião. Então eu viajo muito e é para mim quando a minha viagem tá chegando é uma loucura. Então ó, aí quem tem medo de avião, quem tem quer sabe não consegue Andar com no com no no tem que tá dirigindo. Se tiver de passageiro, passa mal, né? Por quê? que não está no controle. E aí é simples, é trabalhar o seu controle, não é outro controlador. Quem tem a sua fobia eh
tem que trabalhar o controle e é exatamente bate realmente com o seu caso. Ou seja, eu não tive um controlador, tive que exercer para me prot cérebro para exercer essa proteção exerce um controle. Esse controle ainda tá como Proteção, tipo controlar tudo me protege, entendeu? Sim. Só que agora não preciso mais. Já faz tempo já que eu não precisava mais desse controle todo, entendeu? É, então eu preciso agora largar o controle. Então que qual a virtude que eu trabalho para o controle? Vamos ver se quem quem quem quem já pegou fé. A fé é da
fé. Então neuropl Então olha, para se livrar do controlador é uma coisa. E aí eu vou ter Um tipo de pânico. Quando eu sou o controlador, eu tenho que trabalhar o meu controle. E aí eu tenho que trabalhar a fé. Que que é a fé? Esquece que fé é religiosa, hein, gente. Não tem nada a ver com religião não, hein. Fé estado de certeza. É ausência de dúvida, medo e preocupação. É esse estado pleno de o que acontecer aconteceu. Se der merda, eu lido com a merda, eu não vou antecipar isso, tá? Eu não tenho
que estar no controle das coisas. Pronto. Quando eu libero esse controle, essa fobia acaba, tá? E é engraçado, é uma coisa meio que também entra aí, né? É, dentro de mim fica uma coisa muito dividida, porque eu eu tenho eu sei que eu que eu tenho essa essa, vamos dizer, essa fé que eu tenho que trabalhar. Ao mesmo tempo, eu sou aquela pessoa otimista para caramba. Não vai acontecer nada. Eu vou entrar nesse voo, não quero nem saber, e eu vou daquilo. Você entendeu que assim, eh Esse abandono na infância é que fez esse controle
como sobrevivência e aí criou muito caminho neural de proteção, mas realmente uma ó, otimismo é outra, é outra virtude e aí ele te faz andar. Então você deve ser perseverante, deve ser otimista, muito, muito. E aí, aí você enfrenta exatamente as coisas, mas ainda quer estar no controle, entendeu? É, é exatamente. É esse negócio. Ainda bem que você ainda tem a perseverança e o otimismo que não te travou, porque se Você não tivesse, você tava travada. Não, você não tava tranquilo. Mas para sair do controle também é a virtude da humildade. Tem que tem a
humildade. A humildade ela é para todas daquela danada, daquela humildade é para qual que serve? Ela é ela é ela é para tudo. Ela é a base. Lembra do tronco cerebral? Então vai trabalhar fé. Se eu não tiver conseguindo, volto e trabalho orgulho, tá? Entendeu? Ah, tô travando, não tá dando. Tô tô vendo que eu tô Sabotando, sabe? H a disciplina, eu tô vendo que o meu cérebro tá fugindo. Ah, volta, volta no orgulho, entendeu? Aí, mas já vai, pode para fé direto. Lembrem sempre disso, tá, gente? Trabalha lá a virtude que precisa. Ah, resistência
para orgulho, entendeu? Quem faz a resistência no cérebro, no consultório, tanto que o Freud, tantos pensadores falaram, né, resistência, transferência, interpretação, esse jogo, né, da Análise, ela ela vai diminuir tudo isso, vai diminuir resistência, transferência, tá? Tudo isso se eu diminuir orgulho, ou seja, trabalhar humildade, tá? Mas tem paciente que assim, ó, a Rose tá molinha, tá facinha, tá não não tá arrogante, tá tá molinha, já tá na Já tá num com maturidade de falar, vamos embora, não tem que controlar mesmo, não, entendeu? Já tá numa outra, já não aguento mais controlar as coisas, quando
o paciente já tá maduro assim, já vai Pro pau, já vai, já vai pra fé. Agora quando você pega mais imaturo, vai, vai pra humildade primeiro, senão não vai andar, não vai andar, professor. Beleza. Obrigada, professor. É um prazer, viu, falar com você. Imagina, professor, só para pegar esse gancho. Pode falar lá. Oi. Desculpa só para eu pegar esse gancho. Quando você falou do autocontrole, né, pela falta pela Permissão e pela falta de limite, isso pode gerar o pensamento obsessivo? Pode, pode. O o pensamento obsessivo é uma forma de defesa do cérebro. Então, assim, esses
pensamentos intrusivos, né, obsessivos, é o quê? é a Mídla eh com o hipocampo fazendo um trabalho de projeção de futuro, tá? Então essa essas suas duas pecinhas não precisam nem não precisam nem entender de neurologia, você só tem que entender assim, ó. Se eu projetar todas as ameaças Possíveis que eu posso ter, talvez eu crie uma defesa para elas. É assim que o cérebro ainda nessa primitividade vai pensar. Quem quer tá no controle de tudo, sabe? Que que eu vou fazer? Se eu tô no controle de tudo e eu é que tenho que evitar os
erros ou me dar mal, o que que eu vou fazer? Gestão de risco, sabe? Eu vou pensar todas as possibilidades possíveis de catástrofes, de tudo que é ruim para tentar criar uma solução para cada coisa, certo? Isso é o pensamento Obsessivo. Só que dá certo? Não, porque eu não sei o que vai acontecer, né? Então, eu só fiquei com aqueles pensamentos todos piratos. minha ansiedade foi lá no talo e eu preciso de um ou eu entro em sintoma ou eu entro numa compulsão para baixar esse essa essa ansiedade toda que eu tenho, tá? Então ou
eu explodo de algum algum sintoma do como pânico ou entro em compulsão como toque, sai limpando, arrumando, eh controlando para diminuir Essa ansiedade. Mas entendam, quando eu trabalho a fé, a ideia é eu saí do controle e eu vou lidar com a merda quando ela acontecer. Eu não vou previsionar ela. Então, então é sempre usar até o que o próprio bevorismo nos trouxe como o stop. O stop é uma técnica tão boba, boba de de aplicar e ela quebra caminho neural. Então, por exemplo, quando o pensamento intrusivo começa, ai eu acho que o então o
juiz Vai vir me pegar e aí aí não começa um monte de pensamento de coisa que vai acontecer nessa hora você em voz alta. Não é no pensamento, é voz alta, OK? Verbalizar e no movimento do corpo. As duas coisas são importantes. Você não precisa, você não pode ficar só aqui na mentalmente assim, não, para, para, não, não, você não vai dar certo. Joga pro corpo, joga pra fala, como fosse uma terceira pessoa, igual sabe, igual fosse uma terceira pessoa, briga com esse Pensamento. Vai se mano. Nada disso vai acontecer. Pode parar. Pode parar. Nada
disso vai acontecer. Tá doido? Parou. Parou. Parou, parou. Você briga como você fosse uma terceira pessoa em voz alta e no corpo. Tudo bem? Toda vez que o pensamento intrusivo começar, po, parar, vai se Não vai nada disso vai acontecer. Para. Mas que saco, ô, mas você é chato para hein? Entendeu? E vai brigar, vai brigar como fosse uma terceira Pessoa, assim, tá? O seu cérebro vai trocando esse caminho neural e vai aumentando esse não controle. Vai. É um é um exercício que o próprio berrevorismo trouxe como exposição, que é ótimo, que é ótimo, que
é muito bom, muito bom, tá? Mas entendam, se eu trabalho esse exercício e trabalho a fé e trabalho a neuroplidade da fé, aí acaba, aí acaba, entendeu? Aí aí a coisa, aí a coisa desenvolve, sacou? Deixa eu ver Quem tá aqui na minha lista. Larissa Larissa de Melo Sena. É isso. Isso. Desculpa não abrir a câmera, mas é porque os pequenininhos já estão aqui no clima da da noite. Mas obrigado. Tô sempre acompanhando suas aulas aí do eh para poder voltar também um pouquinho lá nessa questão da fobia. Eu sou nutricionista também. Eu trabalho com
a terapia alimentar para criança e adolescente, né? E como eu faço neurociência e e TCC também, eu achei na Virtologia assim, sabe? Eu tô apaixonada por esse essa metodologia aí que tem, eu sei que vai ajudar muitas crianças, muitos adolescentes, mas vai fechar. E aí eu queria saber, por exemplo, no caso, né, como como a criança tá lá com essa amídula hiperativada e com esse hipocampo todo preenchido de traumas, muitas vezes chinelo, né, na mesa, você vai comer aquela coisa toda. Tem esse controlador externo que às vezes é o pai ou a mãe, etc. Dependendo
do estilo Parental também, né? isso vai ser agravado ou não, mas como a gente faz essa neuroplasticidade de forma mais efetiva no sentido da da criança assim, sabe? E do adolescente. Então, ó, vamos lá. Criança e adolescente. Primeiro, criança, tudo bem? Daí criança nós estamos falando a abaixo de 10 anos, tudo bem? Certo. Tá. Porque quando chega de nove a a de 9 anos já, ele já tá entrando na pré-adolescência. Ele acabou a latência. É latência. os livros mais Antigos, a latência vai até os 12, né? Não, não. A latência acaba os nove hoje, gente.
A latência acaba os, hein? O cérebro evoluiu e tá e a latência acaba os nove. Então, no deve para 10, ele tá entrando na pré-adolescência, já começa com amor platônico, já começa com com a pré mesmo, tá? Então a gente vai considerar aí de 10 anos para baixo a criança, tá? Que ainda tá nas fases oral, anal, fcitalental. Isso é importante entender também para Trabalhar cada fase diferente, de forma diferente, tá? Mas criança, você não trata criança. Esquece isso de tratar criança, gente. A autoridade daquele da daquela criança é o papai e a mamãe, tá?
Não é você. Você não vai você falar pra criança, é o ambiente, aquele ambiente lá que tem que ser tratado, tá? Se ele tiver um problema neuro, aí é com neuro, aí tudo bem. Aí nem é com nós, tudo bem. Hã, não é com nós, tá? o enriquecimento ambiental é mais Vantajoso do que é chamar papai e mamãe. Papai e mamãe com a criança a gente só faz leitura, tá? Assim, tem uma anamnese pra criança, então a gente vai ter que trazer a criança pro consultório para fazer leitura. Então é, como é que você vai
mal na escola? Como é que teu pai age? Como é que você acha que o papai e a mamãe namora? Como é que quando eles tm um conflito com a vovó, o que é que acontece? Ou seja, tem uma anamnese pra gente ler as dinâmicas familiares, Sistemas de poder, quem manda e quem não manda, a gente consegue fazer uma leitura de ambiente a partir do olhar dela? Consegue. E é só para isso que a gente chama a criança, entendeu? Tá? Quem vai fazer as mudanças é chamando papai e mamãe, tratando eles e aí alterando, ó,
mais limite, menos limite e aqui muda, aqui muda, entendeu? Ó, você tá projetando essa dor aqui da tua mãe nele. Olha, você tá em transferência com o seu marido e aí você entra nessa Guerra e acaba espirrando nele assim. Ou seja, você vai fazer a leitura do ambiente com os adultos. Viagem na batata quem fica trazendo criança pro consultório, tentando tratar a criança lá. E aí o ambiente continua neurótico e violento, certo? Se no caso de a partir de 9 anos, chegou na fase da adolescência, pré-adolescência, sendo sendo essa fase e também, ó, aí vai
pra adolescência, aí vai da pré-adolescência para cima. Sim. Até uns 15 anos, até 15, 16 anos, tá? Então, de 10 a até 15, 16 eu vou mesclar. Aí sim eu vou já escutar esse adolescente e já vou falar, aí já vou começar a falar dele com ele, tá? Aí eu já começo. Só que também tem que trazer papai e mamãe. Eu vou, eu também vou fazer mesclado. Sim. É depois de 16 até 17 aí é só com a pessoa sozinha, só no individual mesmo, tá? No caso de um neuroatípico, por exemplo, que eu atendo muito
neurodivergente com TOD, terra, TDH, enfim, nesse caso, tem alguma adaptação eh mais para individualizar mais, algo que seja mais assertivo pensando nessa questão dos caminhos neurais de forma diferente? Tem vai trabalhar isso aqui, ó. Aqui tem toda a neuropedade para 9 até 14 anos. Então, que é diferente desse aqui, que esse é pro adulto. Então, aqui tem práticas, eh, exercícios, eh tem as perguntas, ou seja, o o aquele Adolescente base, né, adolescente, ele vai fazer neuroplasticidade se você alterar a dinâmica prática do dia a dia dele. É lá que ele vai aprender. Então, por isso
que tem 20 práticas por virtude. A rotina em si, né? Eu costumo, eu costumo dizer que a rotina é treino. É como se fosse um treino de futebol, né, que você vai lá e tudo mais. Então, a rotina é que dá esse essa base para treinar, né? É isso. Então, você vai pegar, ah, eu tenho que fazer aqui, Então, da aceitação. Ele não sabe aceitar nada, tudo ele é opositor. Ah, não, pera aí. Você vai aceitar cont ser controlado, sim. Você vai aceitar que você não tem controle sobre tudo. Vai aumentar essa a aceitação, vai
jogar na prática dele, entendeu? Maravilha. Já entendi do dia a dia dele. Aí tem por isso que tem 20 práticas para cada que é diferente de de ficar fazendo afirmação mental. Isso aqui não é para criança, Isso aqui é, ó, para adulto, tá? Isso aqui é para adulto, tá? É 17 para cima, tá? 15, 16 para cima, tá? A criança é isso aqui é outra neuroplasticidade. A gente fez um estudo grande. Isso aqui é um paradidático, é para usar dentro de escola. Isso aqui é para é para pro professor aplicar ou pro terapeuta aplicar. Entendeu?
Rodolfo já mandou o link, eu já vou adquirir. Obrigado, é um paradidático, tá? Paradidático. Obrigado. Maravilha. Então, por isso, Por isso que tem inclusive no capítulo dois, ó, ô ô, no capítulo dois, eh, eu fiz, eh, uma atividade de sala de aula pro professor aplicar em sala de aula. Então, sobre o perdão, então tem uma dinâmica de sala de aula. Então já tá tudo escrito, material, a reflexão que tem que fazer, a parte neurológica que tá sendo estimulada, tanto no fundamental um para fundamental dois, você já tá toda Descrita no exercício, tá? Aí você pode,
o terapeuta pode aplicar isso com quem? Com a família, entendeu? Em vez de ter o grupo, pega o grupo de dentro de casa e faz o pai e a mãe aplicar a dinâmica em casa. Entendeu? Aí maravilha. Obrigado, Edu. Aí estourou no norte aí. Obrigada, Edu. Clare bastante, Eduardo. Eu ensino eh português eh para ensino médio. Aí eh esse livro azul ele serviria ou não? Sim. É para isso não, porque é 16, 17 anos. Dá tranquilo. Dá, né? Claro que Aqui, porque para que assim, isso aqui teve que ter um enquadramento pela BNCC que é,
né? Então, ah, tá. Colocar 9 a 14. Mas você consegue trabalhar um pouquinho para baixo e um pouquinho para cima? Óbvio. Ah, tá. Óbvio. Ah, vou trabalhar com um cara de de 7, 8 anos. Claro que vai dar, óbvio. Vai dar super certo. Vou trabalhar com 15, 17. Vai dar super certo. Para cima disso aí para, vem para cá, tá? Entendeu? Para, vim para cá. Mas Essas idades eu tive que enquadrar, né? Porque a BNCC faz com que a gente enquadre para ser paradidático, aquela coisa toda bonitinho. Eu tive que enquadrar. Mas, mas dá para
trabalhar. Ih, claro que abaixo, gente, abaixo disso. Putz, eu vou trabalhar com alguém de 5 anos que tá lá iniciando a fase fálica genital. Você tem que dar uma adaptada. Você tem que dar uma adaptada naquela dinâmica senão tá não é não é para aquela idade, mas você consegue ler E fazer uma adaptação. Com certeza. Ô, Sônia. Ó, eu vou, cadê que hora que é agora? Agora é 8:47, ó. Vamos responder as perguntas até umas umas 910, 9:20. E aí eu eu quero dar uma matéria, mais matéria para vocês, técnica para vocês entregar. Eu não
não gosto de não entregar, né? Por mais que claro de estar entregando aqui nas perguntas, mas de entregar um assunto inteiro assim para vocês que que é Legal, tá? E aí eu volto com as perguntas, aí eu abro mais para perguntas, tá? Cadê Sônia? Sônia Souza. Vou passar. Lucilânia. Lucilânia, cadê a Lucilânia? Hello, Eduardo. É Sônia. É Sônia que eu tava com meu microfone desligado. Tá boa. Vai, Sônia. Pera aí. Tá bom. Desculpa. Pronto. Eh, dentro disso, eu sei que não é uma supervisão, mas, por exemplo, vou trazer rapidinho. Tem a Questão, tem uma questão
de um paciente que ele, assim, pelo que você tá falando, eu penso que ele tá num estágio bastante primitivo. Então, o que que acontece? Ele é uma pessoa que ele quer impor a vontade dele. Ele teve uma infância muito dolorosa. A mãe morreu, pai autoritário, a mãe também batia, enfim, teve uma infância bem bem dolorosa. E o que que acontece? Ele, eu percebo que ele não consegue ter uma capacidade de adaptação. Então, se ele Não se relaciona, ele tem quase 30 anos, nunca namorou, eh, e ele chega e ele quer porque quer um diagnóstico. Aí
ele vai em psiquiatra, vai não sei o quê, vai comigo. Aí quando fala alguma coisa para ele, ah, mas não é isso que eu quero. Então, ele quer ter autismo, ele quer ter TDAH, ele quer ter uma série de coisas. É muito bom. Eu tive um tive um paciente que ele foi tão sincero comigo que eu, eu acho que eu ri uns 10 minutos Com ele. Ele falou: "Pelo amor de Deus, você me deixa com o diagnóstico de DH, porque eu eu esqueço meu filho na escola. Eu não eu não dou presente pra minha mulher.
Se você me tirar o TDAH, eu vou ter que admitir que eu sou um pai merda, que eu sou um esposo merda, entendeu? Pelo amor de Deus. Com o TDH, eu só tenho TDH. Ele foi muito sincero, foi maravilhoso. Isso. É, ele é mais ou menos, ele é mais ou menos por aí, né? Se ele não para mim Falar que não que eu não sou, pronto, me serve de escudo, né? Para tudo que eu não consigo. Então, o que que eu o que que eu vi dessas coisas que você tá falando? Eh, a falta de
de condições dele de enfrentamento da vida, né? Ele não, vamos dizer, não tem competência, né? Sônia, ele ele teve ele já teve atividade sexual, não? Então o seguinte, ó, lembrem dessa regra, queridos. O desenvolvimento da Sexualidade faz com que no cérebro a gente desenvolva uma uma coisa chamada agressividade positiva. Positiva, tá? que é o se defender, ter iniciativa, autoproteção, alguém que não desenvolveu essa agressividade positiva, vai desenvolver no seu ego essa autoproteção. Não, vai ter um ego frágil, entendeu? Tem um ego super frágil. Então ele tem que desenvolver, obviamente, ele tem que iniciar com a
masturbação, tem que iniciar querer Namorar. É difícil com 30 anos é um é um é um é difícil iniciar, mas vai ter que iniciar por aí, tá? E vou trabalhar também bastante o orgulho, neuroplasticidade de orgulho e trabalhar sexualidade no iní no começo. Para começar tem uma de coisa para trabalhar. Ó, no capítulo, eu falo muito disso aí, ó. Dois capítulos para te dar uma uma luz aqui, ó. Esse aqui 46, tá? Ó. desenvolvimento da personalidade. E aí, Dica, você vai fazer assim, ó. Vai a cada fase, então tá aqui, ó. Ah, fase oral. Então,
ó, dos 9 aos 11, tá aqui, ó, dos 13 aos 15. Aqui, ó, dos 15 aos 17, ó, 17, 19. Você vai indo a cada uma, ler com ele e vai investigar o que que ele não teve, que que ele não desenvolveu em cada uma. E vai marcando. Você vai fazer uma uma um um relatório ali, ó. de tudo que ele não desenvolveu em cada fase até a idade que ele tava. Então, Ah, ele não desenvolveu a a autonomia, as relações com o outro, a amizade íntima, grupo, sexualidade, ou seja, não teve um monte, tem
um monte de coisa, não tem? Marca tudo isso e a gente vai fazer um planejamento, vai, vem na supervisão que eu te ajudo, tá? Aí a gente vai um planejamento de reconstruindo essas competências dentro da personalidade dele, porque o imagina quantas coisas na personalidade dele ele não Tem, entendeu? Ó, um cara de com 30 anos que nunca nem teve atividade sexual, aonde que ele tá? Quantas outras coisas em relacionamentos, grupos, lidar com conflito, não é que ele quer a coisa do jeito dele, entende? Que assim, ó, eu não sei lidar com outro, nem com conflito,
nem com grupo, não sei lidar com nada. Aí parece que ele quer tudo do jeito dele, não quer não, porque ele não tem habilidade com o outro, ele não tem Habilidade com o grupo, ele não tem habilidade porque tem que iniciar no desenvolvimento da sexualidade. Então lê isso aqui, ó, no capítulo sexualidade mesmo. Que eu fico procurando vai no índice, né, caramba? Fica folhando o trem do livro. Vai, vai direto no índice. Ã, cadê a sexualidade? Sexualidade, capítulo 30, 411. Lá eu falo exatamente sobre a formação da da agressividade positiva no Ego. Eu falo disso
lá. Então, lê isso e mais o capítulo lá da das fases de desenvolvimento e vai trazendo na supervisão que eu te ajudo. Cadê son? sumiu. Mas, ó, enquanto entenderam isso? Entenderam? O qu, ó, se não tem desenvolvimento, não tem desenvolvimento do ego, hein? Aí fica lá criança lá, fica lá sem habilidade e não não constrói essa competência no ego, não, hein? Por isso que eu eu bato tanto na Tecla. Uma das coisas principais que o terapeuta, o psicólogo, nós aqui temos que sempre enxergar é o que não foi vivido. Quem a primeira pessoa que trouxe
essa visão foi a Melane Klein. A Melane Klein, ela todo antes da Melan Klein, todo mundo perguntava o que aconteceu com você. A Melanie Klein foi a primeira, tinha que ser mulher, né, eh, a perguntar o que não aconteceu com você. E ela entendeu que a falta de experiência é vivida assim como um Trauma. Ela deu essa luz pra gente e é matou a pau. E ela matou a pau. Ela tá certíssima. A falta e esse livro, esse livro é qual que é esse livro que você tá falando? Virtologia. Esse aqui, ó. Virtologia, tá? Fundamentos,
ó. Os fundamentos. Entendi. Então, eh, assim, só para completar a minha questão, né? Então, ele fala: "Ah, mas isso não me faz falta, não me faz falta me relacionar Com as pessoas, me faz falta não sei o quê". O discurso dele é esse, mas o pedido dele é como se fosse outro, entendeu? É tipo assim, eu quero, mas eu não consigo. Só que ele não admite que quer. Eu percebo que o orgulho, baixa orgulho, o neuroplasticidade em orgulho, tá? E você tem que trabalhar a permissão também, tá? Vai no capítulo da permissão, trabalha bastante permissão
e pega esses vídeos. Acho que tem, eu falo de permissão nesses vídeos aqui do Webinar aqui dessa, não tem um monte de de aula que eu dou aqui. Acho que acho que é a última, né? Tem um monte, tem aula que eu dou sobre sobre permissão, que é uma técnica de consultório, manejo um consultório para liberar recalque, para liberar a verdade no paciente, tá? Então esse é bem importante trabalhar no paciente a permissão. Sim. Aí aí ele libera aí ele libera. Ele ainda tá vendo você como um supergo ainda. Ele tá vendo a Ele ainda
vê, sabe Como tô sendo avaliado, entendeu? É exato. Ele me olha assim bem fixo, sabe? É, ele fica me estudando, aí ele vem com um monte de teoria, sabe? Isso, entendeu? É normal, normal. E esse aí é orgulho, é a resistência que faz isso, tá? É uma defesa, então tem que aumentar. Primeira coisa, ó, antes, gente, não vai acontecer a análise se não trabalhar rapor, conexão e a permissão. São três passos do início da análise. Antes disso, não tá acontecendo Nada, não tá acontecendo análise nenhuma, entendeu? A análise ela de fato acontece quando eu tenho
essas três coisas com o paciente. Antes disso, então voltem nessa aula. Rapor, o rapor, rapor, conexão e e a permissão, tá? Tá. Em rela em relação à conexão, o que que acontece? Porque ele sempre fica tipo me ameaçando, sabe? Entre aspas, né? Acho que eu não venho mais porque isso não adianta, eu vou fazer outra terapia, tal. Falei: "Tá bom, então tá. Eu dou um Certa maternagem, mas eu procuro trazê-lo também pro real, né? Tá bom, você não quer, tá OK. Aí quando eu vou ver, ele já marcou outro horário, entendeu? Então, eh, eu tenho
procurado trazer dessa forma, trabalhar essa coisa bem primitiva da dessa conexão, estabelecer essa conexão também para eh para ele poder, né, sentir que ele tá num ambiente mais seguro, para poder ter condições dele confiar em mim, né, para Desenvolver essas habilidades, vamos assim dizer. Eh, mas vai na permissão que você vai ver que você vai ser d água pro vinho, você vai ver. Permissão é uma técnica poderosíssima. Nossa, a permissão é um negócio espetacular, tá? Mas tem que trazer, ó. Vai na permissão, depois vê a aula, leva lá pro pro pra supervisão que eu eu
desenrolo para você. Mas você tem que ver permissão antes, tá certo? Tá. Leva que eu te de Obrigada, viu? Eu ajudo lá. Muito, muito obrigada. Eu gostaria de fazer um comentário. Quem? Deixa eu abrir a câmera aqui. Aí, abri a câmera. Boa noite. Opa, boa noite. Eu eu quero fazer um comentário sobre esse caso que a colega tava colocando aí, a Sônia. Eh, eu tenho vários pacientes e cada vez crescente, mais crescente nesse mesmo perfil. São homens, às vezes mulheres, né? Geralmente homens tímidos. Eu chamo de Esquisoide, né? Porque eu sou da linha rastiana, tá?
E e eles t uma indiferença com sexo mesmo, né? É a história que eles vêm contando. Só que com o passar do tempo eu vou vendo que eles são viciados em pornografia e aí eles se desinteressam pelo pelo pela pelo relacionamento real mesmo, né? Então nesse caso, como é que seria essa? Porque eles vão ser negados, entendeu? Isso é o orgulho, porque na evitação eu eu quero. Daí ele vai para Ele vai na masturbação, então ele vai suprir uma necessidade que tá ali. Grupo dois, ele tem uma necessidade que é humana, que é de relacionamento,
só que ali ele tem um medo. Eu vou ser desaprovado. O orgulho é muito alto. Uhum. Não quer ser desaprovado. Ele não quer ser negado. É tão doloroso ser negado, porque ele já deve ter tido uma negação anterior dolorosa. Então aquilo ficou uma marca. Então, quando eu tenho uma ausência muito paterna, pode Procurar essas ausências paterna que dá essa segurança, né? Eh, tudo pode tudo ausência de pai, né? É porque o pai dá essa essa essa sensação de eu tô protegido. Aí o ego ficar muito frágil e aí eu tenho com orgulho muito grande. Essa
soma dessas coisas faz com que se o outro me desaprovar, eu não suporto ser desaprovado. Eu não suporto ser, né, eh, abandonado, rejeitado. Então, tem que treinar a a resistência de ser negado. Se o outro me negar, Primeiro, você você não vai fazer ele se relacionar, você não aumentar essa habilidade de, pô, olha, o outro pode não me querer, o outro eu não tenho que esperar m de todo mundo. Ele e ele não entende isso. E aí ele vai racionalizar, aí vem muita racionalização que é desculpas lógicas aceitáveis socialmente. Daí vai inventar um monte de
racionalização para ele não se relacionar com o outro. Mas é o que ele Mais quer, o que ele mais querar com outra pessoa. Desculpa, tem a ver com o narcisismo. Isso pode ter alguns casos que tá com narcisismo, sim. Tá. E aí tem que trabalhar o quê? Neuroplasticidade da verdade, que aí já vai pegar narcisismo, já vai pegar esse caso, tá? e aumentar bastante essa permissão, mas tem que trabalhar essa verdade. E ó, antes de tudo, orgulho, orgulho, orgulho, orgulho. Se ele não baixar esse orgulho E falar assim: "É, se o outro não me aceitar,
tudo bem, tudo bem, tudo bem. Ele não consegue entender isso. Se o outro me aceitar é doloroso, que é insuportável e ele ele então para evitar ser negado, vai criar todos os mecanismos de evitação. Isso é tudo mecanismo de evitação. Um vídeo bom para vocês verem também é sobre Totem Tabu, que vai falar sobre o pudor e sobre mecanismos de evitação sociais. É, vai falar de fobia, vai falar de tudo isso, Porque eu ainda tô ali a partir de um tótem, de uma autoridade que foi mal executada ali com muita autoridade, com pouco afeto, você
vai ou com muito abandono, aquele abandono fica insuportável, o orgulho fica lá em cima e aí fica fica cheio de pudor e aí evita o outro. E aí até toque assim, ó. A pessoa tem fobia de toque. Se você toca a pessoa, já viu pessoa que você toca assim, parece parece que tem ácido assim na mão, você não consegue ser tocada. Isso é uma fobia. Fobia o toque vem desse pudor que vem de uma proibição, de um medo de castração, de um monte. Nesse vídeo é fácil. Coloca totem tabu aí. Eh, também Rô no no
nesse grupo pro pessoal assistir que é bom também, tá? Vocês assistirem tabu, tá? Mas ó, não, isso é filme, isso é um filme. Isso é um filme. Não, isso é uma aula. Isso é uma aula. É um é uma uma aula de Freud. É um livro de Freud Tottenham Tabu. E eu dou uma aula sobre explicando todo o livro, Explicando desde do pudor, dos tabus, das proibições, ah, de tudo isso, aonde vai parar no pudor que vai parar na nas evitações sociais, que vai aparecer em todo tipo de evitação. Então, é legal você entender da
onde vem a evitação como estrutura no cérebro para entender, olha, você tá vendo? e e dá essa aulinha para ele, dá essa aulinha para essas pessoas para entender, ah, eu tô evitando por causa disso, por causa Disso, por causa disso, né? Tem que aumentar o tripé, tá? Eh, eh, v essa aulinha de tripé também, acho que eu dou, eu dou esse tripé aqui. O tripé da virtologia é ensinamento, eh, investigação, ensinamento e ação. A gente não fica só na parte do da da investigação e devolvendo, interpretando, não. A gente dá literalmente aula pro paciente de
como ele tá funcionando. Olha, você tá com essa evitação, então você vai Entender, você sabe tecnicamente o que é evitação, o que é pudor. E a gente dá aulinha mesmo, aulinha mesmo. Isso, isso muda bastante, viu? Quando a gente dá o ensinamento técnico pro paciente, porque eles não têm que sair do consultório com mais conhecimento sobre si mesmo. Eles têm que sair do consultório com mais conhecimento de como ele funciona. E se ele tiver lá naquela base da pirâmide, a gente não consegue dar essa Psicoeducação para ele, né? Por enquanto não, mas ele tem que
entender, só que ele tem que baixar o orgulho e começar a colocar relações, porque lá na base tem as relações, a relação tem um outro tipo de compreensão, né? É, mas ele ele vai ele só ele se ele baixar o orgulho, eu te garanto que ele vai se relacionar. O orgulho é uma coisa muito técnica. O orgulho não é uma questão assim eh eh senso comum, tá? orgulho que a gente tá Falando aqui, inclusive lê esse capítulo do orgulho que aí fica fácil de de entender, tá? Tem um capítulo só sobre o orgulho que é
do tronco cerebral, sistema límbico, tipo de como evitar, buscar a sobrevivência. Então, quando ele entende que a desaprovação do outro pode levar ele mentalmente, né, simbolicamente à morte, ele tem que evitar a todo custo isso daí. Só que ele fica com toda aquela energia, tem que sair, vai paraa pornografia, ele vai e Aí esses caras normalmente vão para automutilação, entendeu? É esses caras que acabam virando ters, entendeu? Por quê? Porque começa a entrar inclusive numa psicose, tá? E aí sai mais inconsciente do que consciente, ele começa a perder consciência, tá? Então tudo isso por causa
do raio do orgulho. Tem que baixar o orgulho. Ou seja, baixar o que? Que quando a gente fala de baixar o orgulho é o quê? baixar a primitividade, tá? Dar mais Condições pro lobo frontal do que pro tronco cerebral, entendeu? Ele ficar mais na consciência do que instintivo, tá? É isso que a gente fala de orgulho, na verdade, na virtologia, não é só o senso comum, tá? Então, se não trabalhar isso, hum, ele vai racionalizar, racionalizar, racionalizar, isso vai longe, vai longe. E ele, ele ainda com medo apavorante de que ele vai ser desaprovado por
esse outro, entendeu? Se ele entender, se o outro me desaprovar, Tudo bem, para ele não é tudo bem não. Não é tudo bem não. Para ele é que é apavorante, tá? Orgulho, minha filha, orgulho. Trabalgulho que e traz supervisão, eu ajudo em supervisão. Traz um caso mesmo, ó, para fazer um teste. Falar, ó, vou desenrolar um caso inteiro. Aí traz um em supervisão que eu ajudo em supervisão um caso inteiro, aí ganha experiência. É, boa noite. Oi, Cátia. Tudo bem? Boa noite a todos. Eh, eu queria fazer uma pergunta aqui, porque eu tô com um
caso assim um pouco eh diferente assim do que a gente vê naturalmente. A moça ela tem um um problema de vaginismo, que é aquela questão de não cons fazer o ato sexual pelo fato da vagina contrair, então ela não consegue concluir o ato sexual. E ela começou um relacionamento e esse relacionamento ela tinha, né, outras Formas, né, de de fantasia, a pessoa, né, era bem eh com, né, outras fantasias que acabava completando ela e essa pessoa não quer mais o relacionamento com ela. Então assim, ela tá totalmente eh obsessiva, obsecada com esse relacionamento, né? Porque
esse relacionamento era um acompanhante fóbico, né? Tipo, ó, eu não quero a penetração, mas ah, eu vou na masturbação, eu vou anal, eu vou em outras coisas, mas eh e aí ele não força Ela disso. Sim, ela perder isso, fodeu. Então assim, ele não força, né? Entendeu aquela coisa? Então assim, mas agora ele não quer e ela está assim totalmente obsecada, né? Eh, por ele passou por diversos eh outros terapeutas, né? Que alegam dependência emocional, né? Eu não creio que seja uma dependência emocional, né? Não é dependência emocional. Ela ela ela só ela tem um
relacionamento amoroso, né? Então ela tem todos afetividade, relacionamento, Mas que não cobra ela da neurose dela, de esticar o elástico. Então não é que a dependência emocional de uma pessoa é de um quadro. Sim. Sim. Uma situação, entendeu? Da virtologia, como que eh qual seria, né, a área que eu poderia entrar, né, com a virologia? Nem entrar em relacionamento, eu iria direto pro vaginismo. Sim, primeiro no vaginismo. Então, ó, vamos fazer rápido aqui. Vai. Você você lembra de todos os dados do caso? Vamos, vamos, vamos pro pau assim, Ó. Vamos lá. Vamos fazer fazer ao
vivo e a cores. Ah, quantos irmãos ela tem? Você lembra? Irmãos. É, duas irmãs. Duas irmãs. Quem é primeiro? Qual é a sequência? Você lembra da sequência? Primeiro, segundo, terceiro. É um relacionamento. Não, não lembro da sequência, mas é de de eh não tinha o pai presente, o pai tinha outra família. Então ela tem também uma, né, uma mágoa com o pai que não, né, não deuão. Mas ela é quem? Você Sabe se ela é a primeira, se ela é a segunda, se ela a terceira? Não, não, não. Eh, são gêmeas, né? Duas são gêmeas.
E ela, ela é a mais velha. Isso. Ela é a mais velha e depois vieram as gêmeas. Ela, então isso isso é muito importante entender, viu, cara? Ó, então ela é a mais velha. Aí vem uma gêmeas. Mesma gêmeas tem segunda e terceira. Uma, uma nasceu primeiro, outra nasceu depois. Mesmo que for 3 minutos de diferença, é, é segundo filho e é Terceiro filho, tá? Mas o bom que ela é a primeira, então a primeira seria o édico do pai mesmo, tá? E a disputa com a mãe. Então, quando esse pai tem outra família, quem
que perde, quem quem é traída é ela. Uhum. Então, qual é o trauma dela? Ela perdeu o o amor dela, ela perdeu a proteção dela, o édipo dela pelo quê? por sexo. Sim, o sexo tirou o sexo do pai, o sexo foi comer outra mulher fora, entendeu? E Com certeza ela deve ter escutado isso de mãe, de ambiente de casa, entendeu? Coisas sexuais, tipo seu pai era um galinha, seu pai e foi com meu outra mulher, seu pai, frases desse tipo. Traz todas as frases, traz essas frases todas na sessão, tá? É. E aí mostra
para ela que ela tá relacionando isso com a maior dor que foi perder o pai. Ela não aceitou perder o pai ainda. Então você só vai tratar esse vaginismo quando ela aceitar a perda do pai. Sim. Enquanto Você não der estrutura de aceitação pro cérebro dela e ela fala assim: "Perdoei esse aceitei e perdoei esse pai". Antes disso, esquece que isso aqui vai travar, porque é o sintoma de reação, dizendo: "Eu não aceitei isso ainda, eu perdi." Porque, ó, sexo é igual a dor. E ela e ela é per de não perdoar o pai. E
ela enfatiza muito isso, que não perdoa, né? A falta. Pode ver que eu nem perguntei se ela perdoa ou não perdoa o pai, porque assim, eu tenho a certeza 1000%. Percebeu? Uhum. Porque se ela tá com sintoma e ela tá com esse quadro do pai, ela não perdoou esse pai, senão ela não estaria mais com sintoma, entendeu? É, é cravado. Faz essa, essa enfia nela, pega lá o caderno de atividade, vocês têm aí. Crava, crava a aceitação primeiro, tá? mostra para ela que que enquanto ela não construir neuroplasticidade de aceitação, ela não vai até essa
memória de dor e ela não vai resolver essa dor enquanto ela não aceitar primeiro, antes Do perdão, tá? Primeiro aceita, eu aceito que o meu pai eh me dê e não me escolheu, ele escolheu outra e pode falar sempre sexualmente, tá? Como é um caso sexual, você tem que provocar palavras sexuais, tá? Sim. Olha, o seu pai te deixou por outra tá? Não é outra vagina, hein? É, é, você tem que esticar isso é a permissão. Você tem que tirar o supergo da sala, entendeu? E ela ela assim, ela e evita. Eu tento trazer, né,
a a sessão Para pro pai, mas ela sempre tá evitando e trazendo pro atual problema que é o não o o a sessão dela é com o pai dela. Você não aceitou ainda que teu pai te trocou por outra Essa é a frase. Você ainda não aceitou. por outra Tudo bem? Então, outra roubou o seu grande amor, tá? Você não aceitou isso. Logo, seu cérebro sabe disso. Ele associa que sexo é igual a roubar o teu grande amor, roubar toda essa dor, tá? Você aceitou isso? Não, Mas o teu corpo tá respondendo, entendeu? Então, e
aí você não é uma ameaça, né? Mas você tem que deixar claro que olha, e se você não quiser lidar com esse pai, é opção sua, mas você não vai ter relacionamento amoroso, você vai ter uma vida sempre capengada, você vai est cheio de sintoma e aí você que tá optando e isso não vai mudar nada porque teu pai vai continuar não escolhendo você. Uhum. Tem que ser um mais firme na sessão, tá? Ó, mais dominância. Sim. Trabalha isso em você, viu, Ctia? Ó, trazer mais dominância na sessão. Sim. Isso é um trabalho que você
tem que fazer com você, trazer dominância na sessão. Preciso mesmo, porque eu tento trazer para onde eu sei que precisa, mas ela não quer e puxa e eu ela levar pro outro lado. Não, você tá muito, você tá com a mão muito leve, não é que você não é ser duro com o paciente, não é isso. É, é trazer mais essa autoridade, sabe? Essa autoridade sim, você tem que trazer trabalhar isso em você. Então, trabalha roupa, trabalha eh ambiente eh para trazer um pouco mais de autoridade para falar, ó, seguinte, ó, pode. Você viu como
eu expliquei? Uhum. É, é, é pau no gato, não tem que florear muito. Você tem que mostrar matemática. E aí dá aulinha, dá aulinha. O cérebro funciona assim, você acha que o cérebro quer sentir dor? E aí dá uma aulinha Sobre o inconsciente não entra em contradição lógica, que é uma função do ego inconsciente. O próprio Freud trouxe essa função do inconsciente, mostrando em outros exemplos. Por exemplo, ah, uma mãe que espancava a filha, ela pode associar, eu quero o amor da minha mãe, tá? Mãe igual a violência, tá? Eu posso buscar violência na minha
vida adulta, um homem violento para bater em mim. Porque eu tô buscando minha mãe nele. Sim, perfeitamente. O inconsciente entende o que é bom, o que é ruim? Não, ele não entra em contradição lógica. Ele só associa isso é igual a isso. Logo, se eu buscar isso, eu tenho aquilo. Entendeu? Então ela tá dizendo, o cérebro dela fez isso, não fez uma associação. Então ela tem que entender que numa rede de associações, ela está evitando ser abandonada por esse pai se ela evitar o sexo. Sim. Penetração é masculino, tá? Tanto que ela deve gozar. Eh,
na pelo critores Uhum. É feminino, é mãe, tá? E o penetração masculino, aí ela não e ela evita. Então é paterno mesmo, entendeu? Tá? E ela tem que entender isso aí. Sim. Vou insistir nessa nessa nessa linha, com certeza. É, não, vai no pau no gato assim, ó. Vai no pau no gato, entendeu? Ah, seja mais mais segura assim, ó. segurança me ajudou muito a ter mais segurança para realmente trazer para esse essa questão. E você tem que trazer segurança. Você tá Deixando eh ela ela tirar a simetria da sessão. Ó, o terapeuta tá no
controle da sessão. Você tá deixando ela às vezes ela ficar no controle da sessão. Uhum. Deixa alterar essa simetria, porque daí ele para de escutar. Sim. Entendeu? essa essa vê essa aula também de de rapor, conexão e e permissão. Isso vai te ajudar muito nesse caso. Não, foi ótimo. Muito obrigada, viu? Gatinhos. É difícil? Não é difícil. Não é difícil, tá? Não, não tem que durar uma análise, Não tem que durar 5 anos, não. Eh, entendeu? Desenhar o caso, o caso é matemático. Lembra? O inconsciente é boaleano, tá? Ou seja, ele é matemático, ele vai
eh ter essas esses caminhos neurais. Então, se eu faço essa leitura de como foi criado o caminho neural, eu sei o que tá faltante. Eu vou eu tenho que escancarar pro paciente isso. Como foi, como ele foi construído. Olha, a partir dessa dor, isso é associado a isso, que é Associado a isso. Ele tem que entender como que o cérebro dele foi, as redes deles foram construídas. Eu tenho consciência. Ih, caramba, e eu associo isso a isso, a isso, isso. É. E agora, meu filho, ó, se não aceitar, vai ficar nessa merda aí. Continua aí
odiando seu pai que não vai mudar nada. Continua. Pode continuar não aceitando porque que meu pai foi me abandonar por outra Pode continuar que você não vai resolver que você tá lá no passado. Quer Continuar? Você vai só a sua vida, tá? E ele não vai voltar por causa disso. Tem que ser mais firme assim, entendeu? Para dar um um chacalhão, falar assim: "Caralho, tem que parar com essa merda, né? É, você fica evitando falar de pai de pai, fala para elas". Entendeu? Fica evitando falar da sua pior dor, Tá aí parada, tá? Você tá
achando o quê? Que a análise é é que é que é é para sair melhor, é para não mexer em dor, vai para yoga, pô. Entendeu? Vai fazer uma massagem tântrica, daí você sai mais feliz. E aqui é para mexer nos trem mesmo, entendeu? Quer sair mais feliz é paraa massagem. Não é assim não. Ué, entendeu? Tem que ter essa firmeza. Ah, de Ortega. É isso. É, falei certo. Eh, boa noite, professor. Eh, eu tenho alguns pacientes que até foram mais fácil resolver, mas tem um que é caso de Adicção e que tá bem difícil
resolver. Muito difícil. Manda aí, ó. Manda para mim já. Já vamos, vamos tentar fazer igual fiz com a K aqui, ó. Lá. Ele falar com com vocês sem vídeo, gente. Eu preciso de vídeo, eu preciso olhar para vocês. Não, mas eu tô com vídeo. Tô com vídeo, professor. Vou tentar desligar e ligar de novo para ver se aparece. Isso. Faz isso. Faz isso. Fiz isso. Tá aparecendo. Acho que ela tá com a internet ruim porque tava travado o vídeo quando ela Ah, antes dela não sei. O meu sinal da internet tá bom. Eu tô perto
do eh não tô vendo você não. Mas vai, vamos embora. Vamos tentar. Eu eu eu vou não sou muito bom de de não olhar assim, mas vamos tentar. Bora lá. Me fala do caso todo. Qual a queixa? Qual a principal Queixa? Bom, a principal queixa é a adicção, apesar que ele tem depressão, ele tem uma série de coisas complicadas junto com o uso da droga, da cocaína. Qual é a cocaína? Tá. Qual? Conto com o uso da cocaína. Eh, a separação dos pais ocorreu quando ele tinha 2 anos de idade. Ah, ele é homossexual. Eh,
o pai se casou novamente, a mãe também. A mãe ficou viúva. O pai assumiu só a segunda Família, não assumiu a primeira mais. E ele tem um irmão do segundo casamento, onde a mãe ficou viúva. Tá. Tá. E por mais que ele faz para mim que ele quer deixar a droga, ele já foi mais de uma vez. Eh, os pais, mesmo sendo outro, ó, algumas coisas eu preciso entender antes. Eh, quantos anos ele tem? 39. 39. Desde quando ele usa a droga? Desde os 20. Muito bem. Desde os, tá? Eh, e mas ele usa sempre
em grande quantidade mesmo de a a quantidade maior começou há uns 5 anos. Há 5 anos atrás. É. Tá. E já foi internado sim de virar noite, tá? Tá. Já foi, já foi internado já. Ele tem outro quadro que de eh eh que coloca ele na adicção assim como bipolarismo, [Música] tem um pouquia, entendeu? Então primeiro Tem que ver a a a isso, tem que trocar o olhar para isso. Faz um bom diagnóstico primeiro. Se ele tá no quadro bipolar mesmo, não é eh eh ele inclusive ele faz tratamento de bipolaridade com um psiquiatra. Então,
então assim, se ele já depressão também, a depressão dele é do tipo que ele não conseguiu se livrar do medicamento ainda. Mas é claro que é depressão bipolar, vai vir a época e ele tem, é, e ele tem deção suicida. É, então aí que tá. Tudo isso não vem Doose, isso tudo vem do bipolarismo. Uhum. Tá. Então a gente vai ter que fazer um tratamento terapêutico junto com o psiquiatra, tá? Com o olhar bipolar. Faz o seguinte, eu tô dando essa, por coincidência, eu tô dando aula de bipolarismo paraa minha turma de segunda. Pede pro
Rodolfo, Rodolfo manda um link para você aí, entra aí que eu dou, eu deixo você de aula lá, tá? Porque você tem que você saber fazer um bom Diagnóstico de bipolarismo, entendeu? Eu enviei pro psiquiatra nesse caso quando eu percebi, né? É, mas assim, eh eh a gente como terapeuta tem o que fazer também. Uhum. Sim, sim. tem uma con el lidar com os episódios, como ele lidar com o dia a dia fora do episódio, quando entra em depressão, tem uma conduta, quando se ele tem que saber se ele tá em mania ou hipomania, depressão
menor ou maior, você entender se ele o período, se é uma semana, duas Semanas, quatro semanas ou se meses de período de episódio. Se eu entendo essas coisas, o que eu percebo que ele usa todas essas outras doenças que não são tão fortes, eh, para manipular a família. e tá tentando me manipular também, não é que o bipolar ele é manipulador. É, ele é manipulador, a família manipulador, mas só que vai, não é para usar a droga, não é para usar a droga, entendeu? Ele precisa, o bipolar ele precisa eh eh se Ele entra na
droga, que é a merda, porque se ele entra na droga, ele vai entender que aquilo vai dar aquele equilíbrio da da ou da euforia ou da depressão. O bipolar gosta da euforia, ele adora euforia, entendeu? Ele quer ficar na euforia. Então quando ele experimenta cocaína em depressão, ele grava no cérebro e ele vira dependente mesmo, entendeu? Só que dá para tirar, viu? Dá para tirar sim. O o difícil é entrar no craque. Tem outras coisas que É bem difícil mesmo na ainda na cocaína ainda dá para tirar. Dá, dá sim. Mas só que primeiro passo,
entender o tipo de bipolarismo, tipo um, tipo dois, qual que é o tipo misto, tá? entender esse tipo períodos de episódio, eh, aí trabalhar com ele a a a os aspectos do caráter dele bipolar. Daí lá na aula você vai ver que tem como trabalhar um olhar específico para o bipolar. Não adianta a gente trabalhar o bipolar como um neurótico, tudo bem? Porque, ó, Entende? Um bipolar menos neurótico, mais virtuoso, ele vai ser outro caro. Uhum. Vai ser outro caro. Tudo bem? Então, se acompanhar isso com medicamento, eu tô com medicamento, aumento a virtude e
diminuo a neurose, eu tenho um cara, uma vida equilibrada, boa para caramba. Tudo bem, tá boa para Só que o trabalho com virtude, o trabalho com a neurose é um trabalho com olhar bipolar específico. Por exemplo, o bipolar pede aprovação pro pai e pra Mãe. Ele tem essa coisa do eu preciso da aprovação, da validação. Precisa, ele precisa. Não precisa, não precisa. É muito estranho isso. Não precisa. Ele precisa, ele ele, ele se vê como autoridade. Ele precisa que os outros escutem ele. Ele que queria est mandando na família. Ele que o pai e a
mãe escutasse ele. Pode ver que ele tem uma autoridade, um ego tão inflado de um lugar de eu sou genial e sei de tudo que o meu, com um absurdo que meu pai não me Escuta, entendeu? E aí parece que ele tá pedindo aprovação. Ele não tá pedindo aprovação, ele tá pedindo autoridade sobre os pais. Porque assim, eu eu me deparei com ele tão diferente de de qualquer outro paciente adicto que eu atendi, porque bipol de muito surpresa porque ele tem autoestima baixa, que bipolar, bipolar, entendeu? A gente vai ter que tratar o olhar bipolar,
primeira coisa. Mas vai lá, ó, Faz esse caminho, viu? Ó, certo? Assiste as aulas. assiste a aula, são duas ou três aulas lá, tá? Pega uma aula que já foi e a aula que eu vou dar amanhã, cer? Eu vou dar tanto amanhã quanto ela à noite, tudo bem? Então, já já vai paraa aula, entendeu? E aí depois essa aula traz paraa supervisão que você vai falar assim: "Ah, tá bom, eu vou ter que fazer esse exercício, trabalhar esse ponto primeiro, entrar com esse manejo é um manejo diferente para bipolar. Se você não for uma
grande autoridade, a família, a família, o professor tá desistindo dele. Então não tem outra coisa para tratar bipolar tem que trazer a família para tratar junto. O pai não, o pai não vai, o pai não aceita. A mãe sim, a mãe já veio, conversa com a mãe, tem um bom convívio com a mãe, o pai diz: "Não acredito em psiquiatria, nem em psicologia, não sei o quê, não sei o quê, não sei o quê, não sei o quê". É só Isso que eu tenho que falar para você. Olha e sai bate o pote, entendeu? Então
tem outro bipolar, ó. Bipolar é eh eh ele genético, certo? Bipolar tem 25% de genética. Então, uma das coisas pra gente afirmar que é bipolar é buscar a genética e o período de manifestação. Então, ah, o primeiro episódio foi entre 15 e 26 anos, então é uma coisa que, ah, foi, ah, tem genética, tem um pai bipolar também que acha que sabe de tudo, eh, que é Estrela, que é tem, ah, tem genética. Então, ele tem genética, ele tem que entender o olhar bipolar. Então esse pai não vai vir mesmo não. Ele não vai vir
não. Esse pai não vai vir mesmo, tá? Mas ele ele ele tem que é vai na supervisão. É a melhor coisa. Primeiro assistir as aulas que eu vou eu vou ter que ensinar muita coisa sobre bipolar. É para você entender. Então é legal você entender as aulas. Já tá na aula mesmo. Aproveita que é logo amanhã mesmo. Não. Sim, Jô, Porque ele ele é ele é um paciente que tá me desafiando assim. Não. Bipolar. Imagina bipolar. Quem manda é ele, né? O bipolar ele ele ele não deixa você controlar a sessão. Ele que tem que
estar no controle da sessão. Só se você for uma autoridade assim, ó. Eh, senão ele vai dominar a sessão sempre. É do bipolar. É. E olha autoritária, hein, pessoal. Mas vamos tentar. Vamos, vamos estudar mais. Não, vamos lá. Vai lá, vai lá que vai lá que Eu desenvolvo. Vai lá. Você, professor. Muito obrigado. Estamos aí. H Ktia, é isso, Ktia, Luci. Ah, não. Cadê a Lucilânia? Cadê a Lucilia? Cadê você? Tô aqui. E aí? Vai para teu tá dirigindo, né, mulher? Não, eu ia te apresentar meu irmão, tava aqui do meu lado, deixei ele no
aeroporto. E eu já quero te perguntar quando que você vai estar em Brasília. Eu vou aí na No ministério votar quando eu tenho que ver a data, eu tenho que olhar a minha agenda. Mas eu tenho um evento aí sim no ministério com o pessoal da da das cadeias e tudo. Tem um evento aqui eu tenho que te avisar pra gente se encontrar inclusive. Isso. E pra gente fazer aquele trabalho na no na no Ministério da Educação. É, no Ministério da Educação, isso tem que descer pro Ministério da Educação, gente, ó. Isso aqui, ó, isso
aqui a Gente muda a sociedade. Se a gente trabalhar neuroplasticidade, eh, das 33 virtudes já na escola, não, ó, gente, a gente mudou o rolê. A gente mudou o rolê. A gente não só vai tratar saúde mental, depressão, ansiedade, todas questão de gênero, um monte de coisa dentro da escola, como vai ter uma sociedade diferente. Então, temos que brigar mesmo, Lu. Temos que brigar lá. Eu tenho que eu vou te avisar. Eu eu tenho essa Visita no, no ministério, umas festas, uns trem, tudo. E eu vou te avisar essa data pra gente se encontrar aí.
Perfeito. Que aí eu parto para lá pra gente fazer esse trabalho. Mas eu tenho uma pergunta também. né? Eh, é a respeito da parte evolução que as pessoas, ah, eh, já tenho mais de 50 e não sei quantos anos, não preciso disso de, entendeu? Se o cara chegou no 50 ainda tá com essa cabeça, tá tá lá no Primitivo ainda. Imagina. Pois é, era essa pergunta que eu queria fazer mesmo. É isso. Eu falei, imaginei. Eh, eh, tem um livro que eu vou lançar agora já com com um colega meu, roteirista, Ari. Incrível. Ele ele
chegou na terceira idade, né? Ele chegou na na na geração prateada. Ele falou: "Fiquei velho, mas a minha a minha geração velha é diferente de outras gerações, né?" né? E aí ele como um bom roteirista, ele falou: "Vamos, vou Escrever um livro sobre isso". E aí eu escrevo a parte técnica. Então a gente lançou assim, ele fez dois personagens, esse livro vai sendo percorrido com esses dois personagens e eu vou colocando a parte técnica sobre longevidade, sobre todas as dificuldades de dar o braço a torcer, de não ser dependente dos outros, ou seja, ih, tem,
ó, tem muita coisa na terceira idade, tem muita coisa na longevidade. Quem quiser ver longividade, assim, já Adiantar isso, eu dei uma palestra na numa feira de longevidade que teve no Aambi esse no ano, foi esse ano, acho que foi esse ano ano passado, não foi ano passado, mas tá lá no YouTube. Tá no meu YouTube, tá ali, tá, tá liberado lá para assistir, tá? Chama sei lá, é uma feira gigante, é 80.000 pessoas. É um negócio grande para caramba. Lá nabi, aqui em São Paulo. Procurei esse vídeo, não achei como é o nome dele.
Longevidade. É longevidade não. O nome da palestra é servir para viver e é sobre longevidade. Lá, ó. Alguém colocou já lá no no o link aí, ó. Assiste lá que é para quem trabalha com terceira entender o que eu falo nessa palestra aí. Tá legal, Eduardo. A gente vai se falando aí. Muito obrigada. Eu vou procurar essa data que eu tô indo para ir, te mando Pra gente se encontrar lá, tá? Combinadíssimo. Beijoca. Beijo. Obrigada. Ktia Luciana Lírio. É isso. Agora, agora é nove. É, é, é hoje, hoje, gente, na verdade assim, tá tirando um
monte de dúvida porque é o último dia, né? Vocês têm bastante material, vocês têm todo o material de todas as outras aulas, não tem? Dica que eu dou, tá? Eu dei muito conteúdo, dei muito o inconsciente boleano, as faixas de evolução, tá? Todas nessas aulas, tá? Eu acho que Ô, ô, RaL, é o quê? São seis aulas, sete aulas. Quanto o que você tá aí? Já são oito. Já são oito que tem lá na plataforma liberado para eles. Oito. E tá liberado as bôus que a gente tá colocando agora. E tá tudo liberado, não tá?
Sim, sim, sim. Eu sempre mando lá pessoal no no grupo do evento também de novo o como que acessa. Tá lá na descrição do grupo também. Ah, boa. Tem um caderno de atividades. Porque não sei Se vocês perceberam, a gente não tem essa frescura de ficar vou, olha, eu vou dar um pouquinho de conteúdo, mas no se você comprar o curso, eu te dou o resto. Só no curso eu vou te dar o conteúdo. Vocês já viram fazer isso? nenhuma. nenhuma. Você acha uma palhaçada, entendeu? Vem aqui que entrega, entrega, entrega. Pode pegar as oito
aulas que tem coisa para uma caceta, tá? Pode ir lá que tem muita coisa mesmo. Ó, pertencimento, dou aula, Tá tudo lá. Então, peguem essas oito aulas aí que vocês vão ver que tem muito, não marca bobeira. Assiste os vídeos mesmo, viu, gente? Por isso que hoje eu nem tô em tanta matéria, porque eu já dei a matéria. Vocês vai ver nos vídeos, tem matéria para caramba, tá? Tem matéria para caramba. Você desenrola mesmo com os vídeos, tá? Desenrola mesmo, tá? Então assim, hoje é legal a gente fazer esses esses fechamento de dúvida mesmo, tá?
Mas quem tiver uma Dúvida de uma matéria assim, cara, eu não entendi eh sobre necessidades, não entendi o que é a falta, como a virtologia vê o desejo, se tiver alguma dúvida desse tipo, pode vir que a gente entrega, tá? Pode vir aqui, ó. Aproveita o dia de hoje aí, tá? Aproveitem mesmo, tá? Chamou, mas eu já fiz a minha pergunta. Ah, você já fez? Tá bom, obrigada. Ó, então eu vai baixando as mãos aí, ó. Pera aí que eu vou, cadê? Eu vou baixando as mãos do seis Aqui. Eduardo. Cadê taís? Taís, é isso.
Taís. Taís. Com a mão levantada. Táí. Ó, tem gente tá falando que não pegou as oito aulas ó. Tá lá, hein? Tá lá, ó. Ah, vai. Então, quem não tá no grupo, vai entrar lá no grupo, ó. R, dá só uma orientação aí para como é que entra no grupo tal lá. É que eu já não manja. Aí o R que manja esse trem. Me chama aí no WhatsApp, pessoal. Filma no WhatsApp que eu mandei para vocês. Pronto. Aí taí. Thís não tá falando. Então vá. Juliana Cristiana Balbo. Professor querido. Tudo bem? Boa noite. Tudo
bom? Minha dúvida é em relação a se o paciente, tipo, tem uns exercícios para fazer, se o paciente não faz em casa, você percebe que o paciente não tá fazendo em casa, aí faz na sessão? Então não adianta fazer na sessão, porque ele precisa para neuroplasticidade quando é quando é quando quando é exercício de neuroplasticidade, né? Tem alguns exercícios que dá para fazer junto com ele para isso dá, mas paraa neuroplasticidade não, porque ele é contínuo, ele tem que fazer por dias, todos os dias. É, é, eu imaginei, eu imaginei assim até falar para fazer
na sessão e todo dia Ele mandar tipo videozinho dele fazendo. Ele, ele é ele, ele vai ter uma transferência muito grande de dependência. Ele vai transferir uma mãe para ser Ah, entendi. E aí ele vai ficar sempre, nunca na responsabilidade dele, entendeu? Tem que ver aonde que tá pegando, por que ele não tá fazendo, tá? Porque às vezes precisa de uma outra outra virtude antes, ou ele tá sabotando, às vezes ele tá em culpa. Quando a pessoa não faz, Não faz, não faz, é por três coisas, tá? Ou ela tá numa de uma culpa em
relação a alguma culpa que ela tá sabotando, tá? Ou ela tá literalmente, ela foi criada para não ter responsabilidade. Sabe assim? A mãe, olha, pega esse copo, mas só de o copo ficar lá, a mãe vai lá e pega, porque a mãe imediatista, que que criou no cérebro dessas crianças? Se eu não fazer a tarefa, Alguém faz para mim. Então, ela, ela, esses caras que foram muito mimados assim por, por mamães e papais, né? não deixar os caras resolverem os seus problemas. Esses aí eles eles é difícil, cara, porque ele não faz como tivesse que
alguém que resolver para ele, tá? E ele tá condicionado a isso. Então você tem que mostrar isso para ele e mostrar que ele se na vida se ele não trocar esse caminho neeral e treinar neuroplasticidade de responsabilidade, Tá? Então, se não trabalhar esse esses dois aqui, dificilmente dificilmente. É, eu pergunto porque eu eu apliquei, né, várias técnicas dessa, vários exercícios, tanto da aceitação, quanto do perdão, quanto da da fé. Inclusive na na minha mentoria já eu fui a explicando já e muitas ali não fizeram assim, acharam o máximo, né? Fizeram no primeiro dia, mas depois,
né, acabaram até confessando assim que não continuaram. É porque e não e não tem milagre, viu? Não tem milagre. Ah, não fiz. Ah, fiz dois dias, cara. Não tem como. Neuropcidade é repetição. Repetição. Se eu não repetir, repetir, repetir, repetir, repetir, ele não estica o trem, não. E aí a disciplina, o brasileiro tem muito falta de disciplina já, né? O próprio brasileiro, ele quer fazer tudo no jeitinho. Ah, já entendi. Já sabe? Já entendi já. Ele assim na, eu vejo com os Alunos tudo, ah, olha, tem que estudar, tem que estudar isso aqui. Ah, já
entendi já. Aí, aí não fica bom nos fundamentos. Sim. Brasileiro tem muito disso, mas outra, talvez ele também não está naquela faixa ainda de trabalhar aquilo. É, tem outras necessidades puxando ele, tem outras coisas ainda puxando ele. Ele não chegou naquele estágio de consciência, de autodesenvolvimento, entendeu? Então tem que trabalhar, por isso que tem que Entender que faixa que essas pessoas tão, se ela não tiver nesse lugar de do da exploração, que é a faixa três lá, né? Eh, para quatro, se ela não tiver nesse lugar, tem que fazer outra coisa. Tem que fazer gestão
daquelas necessidades, dar equilíbrio para aquelas necessidades. E aí ela, essas coisas param de roubar. Entra assim, ó, alguém que tá lá na sensação, que tá num num pré-dolvimento, tá lá embaixo, tá? Ele não chegou ainda nessa coisa do Autodesenvolvimento, tá? A diversão, fuga da realidade, a estética, todas as coisas que a gente falou, vai roubar, ele vai achar conscientemente legal. Falar: "Cara, que legal, nossa, tá certo". É os gratilizes, os gratiliz faz isso. É, eles adoram abraçar uma árvore, mas na vida prática eles não perdoam ninguém, entendeu? Não aceita nada, quer tudo do jeito deles,
né? Eles se acham melhores por ser gratiliz, entendeu? Então tem que tomar cuidado Com essa galera, essa galera falar volta e trabalha necessidades mais primitivas. Senão e e uma coisa assim que eu eu tô fiquei pensando, né? Claro que eu quero depois, né? No segundo até falei pro R: "Ah, tipo, eu não entrei nesse semestre, segundo semestre, me aguarde que eu vou entrar na virtologia". Com certeza. Mas eu eu queria assim achar uma uma forma de aplicar na mentoria já eh um jeito de ir aplicando, sabe? na mentoria já eu lembrei da forma como você
aplica nos Nos presídios, né? Tipo, aplicando todas, né? Mas isso no no para mentoria, para fazer grupo, falar em grupo, é igual eu aplico na cadeia, é de pancada, entendeu? Tem que ser a todas, entendeu? Aham. Só se tiver um tema, tipo, olha, vamos trabalhar um grupo sobre a aceitação da morte, vamos lidar com a morte de entes queridos. Aí a gente pode ter um um box de de virtudes que eu tenho que trabalhar uma sequência. a aceitação, a fé, a eternidade, a Gratidão. Aí tem uma sequência, eu vou trabalhar o câncer, eu tenho lacente
para trabalhar o câncer. Então você pode ter grupos específicos que eu até aconselho que seja mais isso, sim, que é melhor. Tipo, olha, vamos trabalhar um grupo para lidar com as perdas, ó. Pronto. Porque no meu caso, a mentoria é paraa pessoa achar vocação, profissional e propósito de vida, né? Para que tenha uma felicidade autêntica, tal, né? usando todas essas. Tanto que assim, eu Vou lançar agora meu meu livro, dia 7 de abril, tem um monte de citação. Todos os capítulos eu tô citando a virtologia. Então, então procura, inclusive nessa citação, você você é a
busca do propósito, entende o seu self. O que que é o self? Porque o propósito ele é o teu eu profundo em movimento, né? Então, dá uma olhada no capítulo selfie. Cadê? E aí pode trabalhar essa busca do selfie mesmo. Eu tô dando a selfie, ó, 20, Capítulo 28, tá? Capítulo 28. Lê esse e lê a consciência também, ó. Capítulo 20. Capítulo 20 e o capítulo 28. Você você mata isso aí. Você você tá você tá no assunto sobre o que que é propósito. 20 208. 20 28. Lê esses dois que vai, você vai esclarecer
isso aí, tá? Tá. Não vaiar. Se ele não tiver uma autocompetência no amor ao próximo, na ajuda ao próximo, na caridade, ele não Vai encontrar a si mesmo. Ah, sim. Eu eu pus que precisa da significância, né? Fiz aquela tríade do seligma, né? Tipo a prazerosa, né? Engada e significativa. Se não tiver os três, não fecha, né? a a situação, mas eh eu pena que eu não tive essa aula antes porque eu já empreguei, né, o livro para fazer, mas eu vou aplicar na mentoria dessa forma. Então vou vou ver o capítulo 28 e 20.
Então é ler esses dois, você consegue aplicar bicho, consegue bem. Perfeito. Muito obrigada, professor. Obrigadão. Tais, Taís apareceu aí. Táí, táí. Ainda não. Renata Ferraz, boa noite. Renata. Boa noite. Tá me ouvindo bem? Tudo bem? Sim, tudo bem. Olha, eh, eu ainda não sou aluna, não sou terapeuta nem psicanalista, mas já venho acompanhando algumas aulas desde a primeira que teve. Então, já já entendi para caramba já. É, tô apaixonada, tô doida para entrar no Curso, mas eu tô com duas dúvidas, desculpa a minha ignorância, como eu não sou da área, né? Às vezes pode ficar
meio sentido. Você estava bem lá atrás, você falou sobre a privação, né? Sobre trabalhar as privações, né? olhar aquilo que que foi podado anteriormente. Você até citou o exemplo do sexo, por exemplo, né? E aí eu queria te a minha dúvida gerou o seguinte: como então educar se a privação pode gerar um trauma futuro? Como é que é? Como eu vou encontrar esse equilíbrio? Então, porque tem muitas coisas como educadora, eh, como mãe, como educadora, você tem que limitar várias coisas. Você vai falar não várias vezes. Com certeza. Isso. E aí, como esse não, ele
não vai entender que foi uma privação e vai gerar um trauma no futuro. Não, não é trauma. trauma. Só se você, a forma com que você deu essa essa castração, você deu essa educação, pode ser traumática. Essa forma pode ser traumática e a coisa pode ser traumática também, né? Então tem que entender, ó, se quiser eu libero para você a as fases do desenvolvimento, que tem que entender de muita coisa aí sobre criança, sobre o que castrar, o que não castrar e como tem que entender fase oral, fase anal e fálica genital e latência. E
tem muito dado e tem muita informação. Só isso que eu falei is é umas cinco aulas, entendeu? De 3 horas cada. Mas, mas tá lá, é só pegar e esse Esse esse material para entender direitinho assim, ó. Então, aqui também tem. Aqui também nesse livro tem também. Tem lá. Você pode pegar aqui na fase de desenvolvimento aqui, ó. Ah, poxa, chegou na fálica genital, ele vai começar a mexer no pipi e na vagina. Como eu castro isso? Tem uma forma de educar. Não pode pôr a mão aí, não pode que é proibido pôr a mão
aí. Pronto, vou traumatizar. Você colocar, eu vou te colocar de castigo. Eh, uma parte corpo, como é que eu sou de pôr uma mão na minha parte do meu corpo e sentir o que eu tô sentindo? Não. Então assim, olha, filhote, é legal, olha, tá, é gostoso, mas você já você caga no meio da rua. Não, então isso também você não vai mexendo o pau no meio da rua, entendeu? Ó, você você você vai você vai isso daqui, ó, assim e e aqui vai machucar, aqui não vai fazer. Olha, gatinha, você não vai me colocar
Lá. Tive uma uma menina que veio no consultório porque a mãe ela colocou um lápis, rompeu lá, machucou, porque a mãe não orientou em nenhuma. Nossa. Deus. Então a gente vai forma de orientar e sobre que assunto, em que fase de movimento. Então na anal é uma orientação, na fálica digital é outra orientação e e para cada assunto de desenvolvimento. Então eh eh aí claro, se for errado, vai traumatizar, vai vai ter uma marca mesmo. Entendi. Então, não É não falar, não é colocar o limite, mas colocar de uma forma não violenta, uma forma que
não seja traumática. Claro. Claro. O violento nunca cabe. Uhum. O violento, violento nunca cabe em nenhum lugar, mas tem o manejo, sim, bem específico para cada assunto, entendeu? Não é só castrar ou só deixar ou só ser se eu falar paraa menina só ser gentil, olha. Hum. Não pode pôr a mão, meu amor. Não, não pode pôr a mão, meu amor. Não, você pode pôr sim. Pera, não é só ser Gentil, não é só não ter a violência, tem a coisa certa a fazer ali, entendeu? Olha, então vamos lá, vamos pegar o espelhinho, apresentar vagina
pra menina, entendeu? Olha, tem tem mulher que nunca viu a vagina, a própria vagina, entendeu? Então quando chega na fase fálica genital, espelhinho para, olha, muito prazer, essa sua vagina ela funciona sim, pode pôr a mão sim, não vai enfiar aqui que vai machucar, o que que é imen? O que que é isso? Ela Entende tudo. Entende caramba? Entende. Tem que ser apresentadu? Então isso é uma maneira certa, tem um caminho certo a fazer para cada coisinha. Dou um exemplo, ó. Então por isso que tem que ir lá na fase, tem nas fases de desenvolvimento,
tá? Qual que é o Qual que é o capítulo 48? Eu nunca lê aqui não. 46 46 aqui, ó. 46 lá tá descrito todinho. Fazem Tuterina, oral, anal, fal dental, latência. Aí lê e lá vai tá bem descritinho isso daí, entendeu? Mas as aulas, claro que nas aulas eu dou um monte de dica, né? Muito prática, né? Uhum. E a outra coisa que eu queria perguntar é sobre uma pessoa, né, que tá lá na fase primitiva ainda. Aí eu já tô até avançando porque eu nem sou terapeuta, mas eu fiquei imaginando, aí eu fiquei imaginando
o Seguinte, como que ele vai abordar, por exemplo, eh você falou a questão, novamente, voltando a à questão da do sexo e tal, e aí uma pessoa que aí ela é uma pessoa que tá na fase primitiva, mas por uma questão religiosa ela não vai entender ou ela não vai ceder igual você falou, porque na verdade os dois assuntos Tem a mesma coisa, é a questão da castração. Ela foi castrada por uma questão religiosa, ela permanece. Aí como que eu viro para ela E falo com ela: "Olha, você precisa fazer isso, isso e isso que
te foi podado". Você, a gente como terapeuta, a gente tem que falar como o ser humano funciona sem quebrar com a religião. Outra outras terapias vão falar da castração e vão fazer ela romper com a religião. Isso. Eu sou sou a gente é contra isso porque aquele indivíduo naquela faixa às vezes precisa de uma castração mesmo da religião, porque senão faz muita merda. É muito primitivo. Então precisa ainda de um pai eh de uma mãe astral assim, né? Você dizendo pode, não pode, precisa, porque senão, por isso que o o o muitas religiões são muito
eficazes dentro da prisão, porque ela vem e fala assim: "Você tá perdoado pelo seu pecado, mas você não pode mais pecar que senão você vai pro inferno. Pronto, eu tenho medo dessa punição, dessa castração e aquilo vai ajudar." Vai para vai, vai para Porque Senão o instinto dele é maior que a consciência. Lembra disso? Quando o instinto for maior que a consciência, eu tenho que ter regras com punições. Se a eu eu tenho que deixar de ter regras com punições, quando eu tenho eu tenho consciência, então eu sou primitivo, regras com punições. Só que às
vezes essas regras ultrapassam o funcionamento humano, como a masturbação, por Exemplo. Então eu não posso me tocar porque eu tenho uma regra e uma punição que tá me castrando. Tudo bem? Exato. Né? Então é aí que chega o X. Aí que vem a arte. É uma arte isso. Isso é uma arte. É essa arte que eu quero saber. É uma arte. Isso é uma arte. Isso é uma arte. Mostra não quebrar com a religião. Porque se eu quebro com a religião, ele fica sem parâmetro e aí ele fica e aí ele pode soltar esses instintos
mesmo. E aí não é benefício para ele isso na fase Que ele tá. Tudo bem? Sim. Não é benefício, tá? Se soltar ele, ele vai fazer merda. literalmente isso. Igual soltar o cachorro que não não tá ainda educado ainda, né? Você vai abrir o portão e não volta mais, entendeu? Eh, os distintos primitivos vão fazer isso. Então, é uma arte de convencendo, argumentando de que Deus não vai punir ele, que ele não tem essa punição, que isso é funcionamento humano, mostrando os sintomas da falta daquilo e mostrando Quando colocando ele no amor ao próximo para
ir compensando e aí ele vai entender que não, eu posso, Deus não tá nem aí para minha masturbação. Ele quer que eu cuido do meu próprio, que eu seja um bom. Então eu não vou pular essa fase, essa essa parte, eu vou trabalhar ela só que mais lenta, né? Entendeu, né? Eu vou ter que ir trabalhando até ele conseguir assimilar e aceitar. É mais argumentado. Ele tem que entender que Deus não vai, não vai, não tá nem aí Para isso. Deus não, não liga para isso, entendeu, né? Ele tem que Deus tá preocupado, é, com
o amor ao próximo, com a união de todo mundo, de você. Ah, legal. Eu tenho inveja de todo mundo, abandono minha esposa, eh, fodo todo mundo, mas eu não me masturbo, tá ótimo, parabéns para você. Entendeu? Entendeu? Então ele tem, ele tem outras coisas para se preocupar. É, falou assim, ó. Eh, e esse é o grande argumento, entendeu? Antes de chegar nisso, seja um Bom humano em nisso aqui, ó. Aí eu mostro várias coisas. Pois você me mostrou que você faz amor ao próximo, que você perdoa, que você é um bom marido, que você é
um bom pai e quer trabalhar isso, a gente vai ver. Mas por enquanto isso tá só causando mais recalque, mais nervoso e você vai lá e desconta na tua mulher, vai lá e desconta e no teu amigo, entendeu? Ele tem que mostrar, você tem que mostrar o sintoma que tá vindo Daquele recalque, entendeu? mostrando se não tivesse sintoma, quer dizer que isso é humano. É humano, entendeu? É isso. É engraçado. Eh, lá no início, lá atrás, quando começou, gerou duas imensas interrogação na minha cabeça e depois que você falou, ficou muito simplificado, ficou tão, digamos
até bobo assim, tão fácil. É, né? Isso é uma arte, cara. Tirar castração e dar uma necessidade humana. E sem tirar aquela Base que não tá deixando ele virar um bicho, que tá segurando o bicho dele. Isso é uma arte. Maravilha. Isso é uma arte. Nossa Senhora. Essa é o Esse é o Esse é o Todas as linhas se batem com isso. Todas, todas, todas, todas, todas. OK. Muito, muito obrigada, Agina. Muito obrigada por esclarecer. Obrigado pelas aulas. Tô amando. Agina. Boa. Que bom. Que bom. É. Obrigada. Tchau. Luciana. Campos. Cadê Luciana? Não é não,
não é Luciana, é Lúcia. Tô falando errado, Lúcia. Luúcia não quer falar com nós. Raquel Pavan Raquel. Oi. Aí você tá com a mão levantada, dúvida. Eu tô com a mão levantada, desculpa. Travou. Foi sem querer. Não, imagina. Etel. Oi, oi, oi, oi, oi, Oi. Professor, depois do seu comentário me surge uma e eu preciso realmente esclarecer. Oi, tá me ouvindo? Só uma dúvida só, tá bom? Ah, uma uma só uma. Eh, você falou que quem não quiser mexer, como é que é? Não quiser mexer na dor, tudo, vai procurar a massagem tântrica. Eh, ela
não é válida para ajudar a pessoa a superar algumas coisas. A Massagem tântrica superar, liberar, sim, vai abrir os chakras, vai abrir uma uma maravilha. Eh, realmente assim, é, eu eu assino embaixo. É uma técnica muito legal. É uma técnica muito legal, mas ela não vai resolver nada. Resolver não vai, ela vai liberar. E agora tem que fazer o que com aquilo que liberou? Hum. Tá. Entendi. Ah, liberou. Legal. Agora, que que eu vou fazer com com coisas que foram liberadas? Várias técnicas liberam muita coisa. Tem um monte de técnica que libera eh memórias, que
liberam que estado de consciência, aasca. Agora tá sim. Qual o trabalho sobre aquela aquela aquela descoberta? Entendi. Quer dizer que tem, então a gente pode complementar justamente com tudo isso que nós estamos estudando aqui. Claro. É óbvio. Opa. Entendeu? Ó, Liberou aqui o que que tava recalcado ali que você liberou. Entendeu que olha, entendi que eu posso ter o prazer assim assado ou liberou uma memória. Libera, libera um monte de coisa. Tá bom, eu tenho que pegar aquilo que foi liberado e continuar terapeuticamente, entendeu? Ah, tinha uma castração, uma busca ali da minha mãe, entendeu?
Ai, lá na massagem tântrica saiu a sexualidade. Não, outra mulher tocando. Maravilha. Vai trabalhar, tem que trabalhar aquela ainda, senão vai voltar, entendeu? Eu continuo querendo a aprovação daquela mãe, continuo ainda cheio de pudor, continuo ainda querendo uma aprovação social. vai chegar, vai para culpa daqui a pouco, entendeu? Entendi. Aí aquilo que liberou muita gente que não sabe trabalhar o pós e vai para onde? Vira uma fixação, vira uma um vício na massagem tântrica e aí ele já ele já não Tá mais no lugar certo, não é para aquilo, não é não é aquilo não
é masturbação, entendeu? É aquilo não, com certeza não é para aquilo, tá? Ou seja, ela tem uma técnica legal para caramba e não é para isso, entendeu? Não é para você aliviar, entendeu? Não, não é. Tá. Então, por quê? Porque liberou um monte de coisa que aí virou uma compulsão. Porque ela liberou uma aqui, não resolveu, mas eu quero reviver aquilo que eu não resolvi e aquilo pode ver uma Compulsão, uma repetição e fica lá. Entendeu? Entendi. Que liberou. Ok. Obrigada, professor. Tem que trabalhar. Nós é mas é super válido. Uma técnica super válida. Sim.
Cadê quem? Lúcia. Lúcia apareceu. Lúcia Campos ou apertou sem querer também? Sheila. Sheila Marciel. Oi, Edu. Ah, Sheila. Ah, você Eu eh eu tive uma percepção esse esse final de semana praticamente, né? E foi decorrente das aulas, né? de tudo que eu venho vendo, assistindo suas aulas, acompanhando na na virtologia. E eu sempre olhava assim, falava: "Nossa, mas eu não percebo nada de diferente na minha mãe, nem no meu pai, não conseguia, não conseguia classificar, mas poxa, uma pessoa que é toda bagunçada deve ter alguma coisa diferente." E aí, eh, ela sofreu um um acidente
que era um tombo, machucou as duas mãos e já fazia 15 dias já tava mexendo mais. Aí eu ligava: "Mãe, tá tudo bem?" Tá, então tá bom. E aí não fui lá. Fiquei acho que quatro dias sem ir. Cinco. Quando eu fui tava com uma tromba, não era um bico. Aí tá tudo bem. É. Agora você acha que tudo é psicológico porque você não veio, não cuidou de mim, porque você eh tá achando que eu machuquei a mão, como que eu tô Tudo bem? Machuquei a mão, como que eu vou fazer as coisas? Você não
veio aqui me ajudar? Falei: "Mãe, perguntei se precisava de ajuda?" Aí ela: "Não, mas você não sabe que eu preciso de ajuda? Você já sabe. Você sabe o que tem que fazer. Você sabe o que eu gosto de comer, você sabe o que." Então assim, aí aí eu me deparei com aquilo e eu vi o quanto eu ainda tô na dependência emocional, porque eu chorei horrores. Ah, porque eu falei como eu me Sentia mal antes, só que eu falei assim, para chega, você não vai mais falar assim comigo, não. Eu tenho que, eu sei, pera
aí, você tem orgulho suficiente para não falar para mim, então sinto muito. Só que aí eu fui radical, né? Aprendi muita coisa. Foi radical não, não foi radical, não foi rical. Aí eu falei, você orgulhosa, não quer pedir azaro seu, se vira sozinha, então porque você Eu liguei para perguntar se tava tudo bem, você falou que tava, então Azar o seu. Aí eu, aí pronto, aí falou um monte. Aí falou que eu já sei quem é a filha que eu posso contar de verdade, porque a coitada da minha irmã com duas crianças foi lá cuidar
dela, sabe? Ô, isso daí é quem? Como é que chama isso daí? Narcisista. É óbvio. Eu falei, então por isso que eu chorei. Eu falei assim, nossa, minha mãe é narcisista, a vida inteira eu caí nesse conto, não acredita. Aí chorei um monte por fora. Ó, narcisista é isso. Ela tá no controle, ela manda ela. Mas eu ainda me senti mal do como que melhora isso. Porque ela faz isso. O narcisista ele trava na sua cabeça de que se você não fizer as coisas para ele, sobre ele, no controle dele e se você expor a
verdade, ele vira um bicho. Você você quer fazer um vê um bicho mesmo cruel? cruel que ele vai pegar até umas verdadezinhas e vai fazer um caminhão assim, ó, e vai quebrar com você. É o narcisista. Se Você escancarar a verdade para ele, se você falar para ele assim: "Olha, você tá manipulando assim, olha, você devia ter feito isso, você é orgulhoso". Se você mostrar alguma verdade pro narcisista, é, ele vai aí desce uma crueldade daquela cara de É, eu sei, eu chamei ela de orgulhosa, de santa, que vai na igreja todo dia, que tudo
ai que lindo. E aí acabou, se você escancar a verdade, aí vem aqui, aí vem o demônio assim, ó, e aí vai acabar com a sua Raça, literalmente. Isso quando eu chamei ela de orgulhosa, ela, nossa, ela acabou e ainda comparou, né? Eu já sei a filha que eu posso contar, já sei a única filha que cuida de mim. Eu falei: "Nossa, mãe, além de orgulhosa, você tá com a minia." Não, não, não, não. Você falei tudo que eu tô fazendo a semana inteira e tudo que aconteceu quando você caiu, que eu fui lá no
hospital, que fez maior correria, mas e daí? Não conta agora, Desconsidera. E aí assim, pela primeira vez eu joguei as coisas para ela do jeito que eu consegui ver, com tudo que eu aprendi nas aulas. Então assim, nossa, eu tô mais do que amando, né? Porque eu tô me vendando. Então isso é um sinal de cor. Você conseguiu ir lá e enfrentar o narcisista, entendeu? Agora você tem que ter o segundo e a culpa que eu sinto agora. Mas o narcisista faz isso, ele manipula Tal forma para te deixar nesse lugar mesmo, você voltar pro
controle, para ele continuar manipulando, entendeu? Então assim, ó, não tô falando com o nosso paciente, nosso paciente narcisista, tá? Nós estamos falando com o nosso paciente que tem uma mãe narcisista, tá? Então a gente consegue, como que a gente vai ter essa conduta com narcisita? O melhor dos mundos, o melhor dos planetas era pegar ele e fazer ele Se tratar e deixar ele ele curado. Beleza? A gente consegue trazer o narcisista pro consultório? Ainda mais com 75 anos. Eu acho que a neuroplasticidade aí é mais lenta, né? é mais lenta. É mais lenta, mas ela
existe. Ela existe. Ao mesmo tempo que ela é mais lenta, ela também tem bastante medo de ficar sozinha, de perder. Então, ela tem vários motivadores também para para trabalhar algumas coisas. Eu isolaria, mãe. Então, então, ah, normalmente uma as terapias clássicas vão falar para não volte mais lá, tá? Mas é assim, é uma é uma uma das 33 virtudes é a honra da família, só que não a dependência da família. Aprovação e aceitação é neurose, tá? Deixar de dar amor também é neerose. Também é neerose. Então assim, só que com o narcisista, como é uma
patologia assim, é um transtorno muito sério, a pessoa não consegue enxergar a Realidade. Então você vai lá visitar, vai, mas não dá para entrar em assunto profundo, não dá para falar de você, não dá para cair na em papo muito assim, só você e ela. Tem que evitar. É 2 horas. É duas horas, senão começa a virar abóbora, começa aí começa a dar ruim, entendeu? É literal. Só que eu tinha que ter feito vtologia antes, porque eu abri meu consultório na casa dela. Você tá maluca da cabeça. Ela arrumou uma sala lá para eu para
eu trabalhar lá porque ela já atendia lá, entendeu? Ela ela é massoterapeuta, né? Narcisista vai fazer isso. E aí ela arrumou uma sala lá para mim, me ajudou a arrumar. Aí eu eu atendo lá e agora não quero mais não. O narcisista só isso para estar no controle. Ele vai falar assim, ó, com toda a eu não tô usando isso daqui. Você quer para você? Não. E aquilo lá que tem uma marca agora. Aqui tem uma marca, entendeu? Agora ele tem assim, ó. Eu te dei isso daqui. Ah, mas eu não te dei isso daqui.
Ele tem uma marca de controle com você daquela coisa que ele falou que não usa. Ah, eu vou te ajudar. Ah, tô com um quarto aqui. Vem morar aqui. Olha, tó, eu te empresto o carro, eu te faço isso, aquilo com outro. Por quê? Para tá no seu controle, entendeu? Eu não percebia, né? Aí eu aceitei porque já era uma sala de estética. Aí eu aceitei e montei o restante da Minha sala lá. Então agora que aconteceu isso, que eu vi tudo isso, por isso choro também que eu f nossa, que aí fda eu fiz,
né? Que merda você fez. E aí agora tô reformando, começando aos poucos, reformando minha casa para abrir aqui na minha casa. Então para atender o quê? Para atender online, porque aqui não dá. Eu tô na sala agora porque não tem ninguém em casa. Não, não. Mas eu não tenho privacidade nenhuma. Minha casa Não tem espaço. O marido dormir na sala, faz qualquer negócio, mas atende no banheiro. Mas não depende desta dessa sala. Vai lá ajudar, não deixa faltar nada. Ah, mãe, eh, tá precisando aí. Ah, mas é você. É verdade. Eu sabia mesmo que você
precisava daqui. Tá bom. O que que você quer? Vai faz a comida e vai lá lá, trata bem e acabou. Nada do que ela você ela fala, você vai cair na manipulação. E você não pode entender Que ela é má por isso. É uma defesa do ego dela. Primeiro, ela é uma filha da Por isso, toda todo filho de narcisista quando começa a perceber o narcisismo, tem esse sentimento, né? Ah, filha da Ah, mas não, não tenho não. Oua é ela é muito sofrida. Ela sempre foi muito sofrida. Não, não tenho. Mas então caiu na
manipulação ao mesmo tempo. Não fica também com dó, com nada disso não. Agora acordei, né, as aulas todas que eu fiz já, porque da Vertologia já coloquei em dia. Então tudo que eu que você já ensinou. Aceita, aceita que ela não te amou, que ela te manipulou mesmo. Tá tudo bem, tá tudo bem. é a doença dela, é, é a neurose dela, entendeu? Tem que com narcisismo não dá para ficar mais de 2 horas, mas também não abandona, entendeu? Mas não fique no controle, por exemplo, tá com uma sala aí, esquece isso, esqueça, foge, foge,
foge, foge, foge, entendeu? Ah, nossa, tá duro de aí, tá não sei o Quê, não tô conseguindo ficar. Inventa uma história tranquila aí para não machucar o outro, sabe? Para não senão ela ela você fica atraindo também ataques, né? Entendeu? Ah, eu vou sair daí porque eu não vou depender de você. Esquece isso. Nada, ó. Só é não. Eu sou mais grande agora. Eu já fui assim, mas hoje em dia não. Hoje em dia eu quero falar para ela, mãe, eu consegui construir na minha Casa, agora não preciso mais ficar saindo para ir aí. Então
assim, é é isso nesse pé. E o e o e o a manipulação dela é essa. Sempre que você você tira uma você corta o controle dela sobre você, ela automaticamente vai manipular outro. Daí ela dá tudo, ela dá casa para paraa outra pessoa para ela ter o controle da outra, falar assim: "Viu, você não quis estar no meu controle, então eu tenho o controle desse aqui, desse outro irmão, viu?" É que é a caçula. É, ela vai fazer Sempre foi mais difícil mesmo. Sempre, sempre foi mais difícil. Mas eu não percebi o que era,
né? Agora é o que eu percebi, mas agora tem que treinar essa essa aceitação, tá? Aceitação para você não necessitar mais desse amor dela, entendeu? Da você vai dar o amor, mas não vai querer mais receber esse amor, nem o amor que não recebeu. É isso. Eu já comecei lá quando no comecei na primeiro, acho que o primeiro desvendando que eu entrei, que Eu já percebi que eu sou excluída, então tá tudo bem. É isso aí. Arrasou, arrasou. Olha só de perceber tudo isso é maravilhoso, Sim. Nossa, por isso que eu tô apaixonado pela vertologia,
porque eu não tô muito tempo na área. Tô há um ano e pouco na área, mas um ano e pouco estudando muito, muito assim, porque eu tava sem sem emprego, né? E aí eu estudando direto e a virtologia me trouxe isso. Então se você não tivesse Estudado, se você não tivesse entendido a aceitação, se você já não tivesse trabalhado alguma coisa, o seu cérebro não tava preparado para enxergar o que você enxergou. Entendi. Melhor não contar para as irmãs, então não, não esquece as irmãs. Cada um tá no processo. Não, ela não vai entender. Esquece
isso. Cada um tá no processo. Entendi. Esquece isso. Obrigada, Du. Ah, ó, de novo. A Luciana Campos. Lúcia Campos. Tá aí. A Lúcia Campos foi dormir, deixou a mão levantada e foi dormir. Renata Ferraz. Ai, sou eu novamente. Eu falei que eram duas perguntas, mas eram três. Eh, lá atrás você tinha falado sobre a questão do uso da cocaína e, né, a IASCA. E eu queria saber o seguinte, se você acha eh que a quetamina que ela pode acelerar o Processo ou pelo menos ajudar a pessoa a aceitar a ajuda num processo de uma depressão
profunda ou de dependência? Sim, claro. Olha, gente, aí eu vou eu vou incluir todas as medicações, tá? Ah, que nem o psiquiatra nosso, a gente tem um psiquiatra aqui, né? o Dr. Ricardo, que é aqui do instituto, ele ele, se vocês acompanharem nas redes sociais, ele é o o da campanha Psiquiatra Sem Remédio. Ele ele ele fala, ele só que a tanto a virtologia quanto o Dr. Ricardo, Né, que a gente trabalha aqui em conjunto, a gente é contra o remédio. Não, não é contra o remédio, não é isso, tá? Claro. Tanto que eu falo
em alguns vídeos, né? Olha, remédio não funciona. É o pessoal vem bravo, gente. Então vamos esticar esse elástico sobre remédio. O remédio ele tem que ser usado. O cara tá em depressão, ele não tem nem escuta. Que eu vou entrar com que virtologia que eu vou entrar se o cara Não tá nem escuta, ele tá uma depressão profunda. Você acha que ele tá escutando? Exatamente. Você acha que ele tá processando alguma coisa? Gente, pelo amor de Deus, remédio. O cara tá num pânico, num grauonde ele não tem escuta, ele não tem qualidade de vida, ele
não tem, cara, remédio, abaixa isso aí, tá? Agora eu tenho escuta, eu ainda tô conseguindo ter atividade de trabalho, tá? Tá, tá deficiente, tá, tá difícil, mas eu seguro um pouco o remédio aí. Eu Seguro um pouco o remédio aí e vamos fazer neuroplasticidade. Não, eu não consigo fazer neuroplasticidade porque eu literalmente não consigo me concentrar, porque eu não consigo, pô, a minha depressão não deixa, a minha ansiedade não deixa. Cara, remédio, Ó, pode ver que a gente é contra remédio. Não, eu vou dar remédio para qualquer coisa. Não, também não, não, não é assim,
ou Seja, eu dou remédio quando e a aquele sintoma impede o processo da neuroplidade, ele impede o processo de investigação, ele não tem não tem processo nenhum porque a pessoa não tá lá, entendeu? Que o sintoma dela roubou já, cara. Não tem o remédio serve para isso. Vai lá o remédio, tá? E alguns quadros que tem que tomar remédio paraa vida inteira. Casos de esquizofrenia, os casos, alguns casos de bipolarismo, vai um bipolarismo Misto, tipo um, você você não vai dar remédio, tem que dar remédio, pô. Dar remédio, tá? O bipolar que entra em episódio
de mania, quando o indivíduo entra em mania, ele mata neurônio. Se ele vai, mata, entra episódio, mata neurônio, mata, mata, mata, mata, mata. Quando ele chega lá 55, 50, 55 anos, o risco de suicídio dele é muito alto, entendeu? Não tem que evitar que ele entre em episódio, tem que evitar. E Quem vai fazer isso? O remédio, neoprocidade. Medicamento. É um medicamento. Não vai evitar um um tipo misto que entre mania. Agora em tempo hipomania, tipo leve, cara, dá para segurar sem remédio? Dá, Dá, tá. Ou seja, tudo depende. Depende do quadro psicótico, depende do
quadro de consciência dele. Tudo depende. Tudo depende, tudo depende. Então assim, não tenho escuta, remédio. Remédio é simples calcular, é simples. É simples. Ou seja, não somos contra remédio, não. Mas depende do do do AP para qualquer coisa, sabe? Não, não, não. Aí não. Eh, Dr. Ricardo o quê? O psiquiatra. O Frota. Dr. Ricardo Frota. Ótimo. Obrigada mais uma vez. Imagina. Põ Ricardo Frota, você encontra ele lá no Instagram lá. Ele inclusive ele tá fazendo, acho que não sei se é todo dia ou uma vez por semana, ele tá Fazendo a jornada das virtudes, inclusive.
Tá bem legal dele lá, viu? Tá bem bacana. Tá bem bacana. Maravilha. Dr. Ricardo é bem bom, cara. Ele é bem bom. Tanto que ele tá na casa, né? Ele é ele é bem legal. Lá quem tá aqui? Lucil Lanine. Lucilane, cadê você? Você, Lucil? Você de novo. E quem foi casada com narcisista? Por onde que começa? Pela aceitação Também. Não, se foi casada e não tá mais casada, é livramento, né? Tá tudo certo, levanta a mão. É gratidão que você tem que trabalhar, você trabalha a gratidão. Só isso. Problema filho, né? Aí eu saber
que só depois que eu me separei que eu tinha que eu fui casada com narcisista, entendeu? Mas você já foi, já não foi mais, né? Você pratica gratidão, minha filha. Tá tudo certo. Já tô até aqui já folando Já. Imagina, imagina. Obrigada. Imagina, amores. Vamos mais 20 minutos aqui, ó, de perguntas. Quem tem perguntas técnicas, perguntas de casos, pode tocar o pau aqui, tá? Ó, eu tenho aqui ainda aqui a Elisâela, Gláuscia, Brunela. Brunela, que nome bonito, Aline Vasconcelos. É isso. Tá. E vamos embora. Vamos embora. Ó, cabe, cabe mais um ainda aí. Vai, tá?
Então, vamos lá, Elisângela. Olha, uma pergunta mais pessoal. Eu Tenho um filho de 13 anos, ele é autista e assim eu quero saber como eu posso ajudá-lo, né, como eu e o pai dele podemos ajudá-la nessa parte de desenvolvimento, né, da sexualidade, essa parte que a gente tem um pouco de eh insegurança. Eh, eu falo pro meu esposo que a gente precisava incentivar um pouco mais. Ele ele tem a rotina da escola, né, que nos ajuda bastante e é algo que a gente não acompanha para saber, mas eu vejo que no Cotidiano a gente mora
em São Paulo, eh, em condomínio fechado, então é tudo muito reservado, ele não tem muito contato. Então, aquela turminha dos amigos, as menininhas, aquela coisa toda para ele se desenvolver. E eu falo muito para o meu esposo que eu tenho uma certa preocupação da gente tá castrando e será que até que ponto, né, como é que a gente pode agir nesse? A gente até pergunta nas nas eh reuniões como ele, né, se comporta assim. É. E aí, enfim, Eu gostaria de na escola como que ele como ele vai em grupo? Ele vai bem em grupo?
Super, super. Então tem que incentivar mais ainda grupo. É, tem que incentivar mais. fala criar situações para ele estar em grupo. Você crie mais situações para ele estar em grupo e vai trabalhando. Ó, as rotinas de casa. Pega esse trem aqui, ó. Tem todas as rotinas. Pega o mês inteiro, agora vou falar sobre o bom humor e fica lá trabalhando o bom humor o mês todo. Ah, o outro mês, ah, busca do melhoramento, ah, vai pega, sabe, um mês e trabalha todas as 20 práticas com ele. Ele entende bem. Nossa. Nossa. O autista ele ele
dá um banho em nós. Dá um banho. Sim. Ele assim pra rotina, dia a dia, cotidiano, é super autônomo. Se vira em tudo, a gente dá muita eh atividade em casa, né? Então ele me ajuda. Ele ele lava a louça que ele suja, ele que arruma o quartinho dele, ele que arruma pega as roupas do varal, eu coloco para Ele enfia essa parte a gente tá bem. Mas é falando na parte da sexualidade mesmo, que eu sei que é uma idade que já veio um interessezinho, né? por menininhas e como a gente estimular de uma
forma saudável e e não castrar, porque querendo ou não fica mais protegido, né? Devido à condição. Fica e não, mas não pode, viu? Tem que dar mais sustibilidade, sim. O papai tem que ensinar a masturbar, tá? O papai tem que orientar. Eh, o terapeuta também pode Orientar. É importante, tá? Tem um um faz ele assistir um seriado que é bem legal, dois seriados, tá? Eh, um é um desenho. Eu acho que os dois estão na Netflix. Como é que chama aquele Big Mouse do? Qual, Flá? Big Mouse. Big Mouse. Esse aí. Põe, põe o link
aí para mim, Flá. Esse, esse é excelente. Ele tem que ver. Esse daí é excelente mesmo. Excelente. Excelente mesmo. Tá. Eh, e o Sobre autismo mesmo. E ele vai ter essas questões da sexualidade que eu também esqueci como é que é. Ele é bem famoso, já tem quatro, cinco temporadas, é velho já, que é sobre o autismo, como é que chama? Quem lembra aí? Atpical. Atpical. Tá, põe, por favor, põe os dois links aí. Isso vai ajudar, viu, Elissâ? Vai, olha esses dois e vocês, os pais e ele também. Tá excelente. A gente fica, querendo
ou não, tem um pouco do tabu, né, da Religião. É algo que assim tá me ensinando muito, virtologia demais, porque é é delicado, é caridade, amor ao próximo, tem que ser maior que tudo isso, viu Eli? Isso aí tem que ser maior que tudo, viu? tá ali, esse recalque vai fazer mal para ele, vai colocar uma energia recalcada que daí ele vai ficar mais nervoso, mais ansioso. Não, não, não, não deixa não, isso faz mal para ele. OK. Muitíssimo obrigado, muito. Tá, a Virtologia tá sendo sensacional assim porque tá desvendando muito. Obrigada, gratidão, viu? Bom,
bom. Ó, esse daí, ó. A Flavinha colocou. Obrigado, Flá. Ó, colocou aí a typical e o o Big Mouth. É, obrigada. É, esses dois, ó. Já começa a ver, vai dar maior clarezinha aí. Maior vídeoaula de de Muito obrigada mesmo. Assistir com o pai porque eu sinto que tem bastante do pai, inclusive. É, não assisti, eu acabo falando um pouco mais sobre essa parte de interesse por Menininha. Às vezes a gente não tá na igreja assim, na missa, aí ele vê a menininha, eu vejo que ele olha, ele tem aquele interesse e tal. E eu
chego em casa, olha filho, tudo bem, você tem interesse, olha no olho da menininha, porque a primeira vez ele ficou meio perdido, aí ele olhava, era assim para as perninhas, né? A menina tava de vestidinho e eu, meu Deus, como equilibrar isso aqui? E eu a gente precisou direcionar. Falei: "Meu Deus, Será se eu criei bloqueio no meu filho?" Mas eu ach pode olhar, mas olho no olho, na igreja a gente tem que ter um certo pudor. E é muito gente, é é um desafio porque eu sei assim, não sou leiga, né? Eu sei que
tem os Eu eu nunca bati puneto com olho. Eu não eu nunca olho olho a questão da igreja tem que ser respeitoso lá na igreja, mas na fantasia sexual dele, ele tem que tem que ter essa permissão, Entendeu? na igreja e o pai da menina ficou bravo. Não, então dá lá, ó. Aqui, meu filho, tem a noção. Mas claro, o autista vai ser muito literal de tudo, né? Então eu tive que explicar para o pai da menininha. Falei: "Olha, ele ele é genuíno, então não é uma maldade e aí ele: "Ai, tudo bem, mas ele
entende", tá? Por isso que o Atipical vai mostrar tudo isso. Ah, ele tá bem. Tudo isso é vai mostrar tudo isso. É bem feitinho mesmo, sabe? Bem Feitinho mesmo. Vai mostrar ele começando a desenvolver sexualidade. E ele é muito legal. Pode, pode, vai lá que que que vai te esclarecer. Ô, tranquilo. Maravilha. Muito obrigada, viu? Boa noite. Boa, Brunela. Brunela Ferreira. Boa noite. Tô um pouco rouca. Tá dando para ouvir? Dada. Tô bastante rouca aqui porque eu eu trouxe na na semana passada e agora sobre o um cliente, né? Sobre o o rapaz que eu
tinha falado para você do que ele tava com com pensamento suicida. Daí o médico dele suspendeu os medicamentos e ele deu uma surtada e misturou remédio com bebida e tentou se matar. Aí agora você falou aí que tem gente que eu tô abrindo para fazer a pergunta só por conta disso, né? Inclusive ele tá internado no hospital, estão querendo internar ele num no hospital Psiquiátrico. Porque você falou assim, tem gente que não vai poder tirar a medicação. Eu achei forte, né, interessante. Nunca vai poder. Vai ter que aprender a lidar com isso. É, tem casos,
né? Tem casos. Eh, tem bipolares de de de de alguns estos. Ele é bipolar. O médico falou que ele é bipolar. Então, ele não vai conseguir tirar medicação nunca. nunca. Então, e foi um susto, assim, foi um susto porque ele postou nas redes Sociais quinta-feira que às às 5 horas da tarde ele ia se matar. Daí ele postou, eu ligava para ele, ele não atendia e o pessoal me ligando. Aí, graças a Deus, o SAMU foi lá, impediu ele. O Samu levou ele, ele tá internado. Mas assim, foi um caso que eu fiquei, tem que
internar na eh e no psiquiátrico mesmo, tá? O conselho, o o meu é bem claro, internar no psiquiatra, deixa lá eh dois meses de observação mesmo, vai visitando e trabalhando com ele lá Dentro, vai vendo a melhora de de sintomas, vai analisando o discurso, traz em supervisão que eu ajudo você fazer essas análises de se ainda tá muito psicótico, se se não, se tá alucinando, se tá ainda, tá, né? eu vou ajudando a ver se tá saindo e a gente medir esse período desse desse episódio. Ah, durou um mês, duas semanas. É muito importante a
gente entender o período, a quantidade mesmo de tempo que ele fica, sabe? Tem que Entender. Mas o o aconselhado é internação mesmo, viu? Não, não, não, não entendi. Não, não entendi. Não solta agora porque ele pode fazer besteira mesmo. Aham. Entendi. Então, aí e foi porque uma uma das medicações, eu acho que tirou a potência sexual dele e isso fez ele surtar muito, porque ele falou: "É, agora a única coisa que eu tinha, agora não tem mais, que era a questão da da potência sexual". Aí ele surtou por Conta disso. Daí ele falou que é
ter eh mas esse entendimento do que aconteceu também tem que ser muito em conjunto com esse psiquiatra. Qual a medicação que foi tirada? Por quê? Tem tem uma questão química aí. Tem uma questão aí que não adianta a gente aqui como eh terapeuta eh ficar viajando. Ó, deixa eu questão que que aconteceu? Às vezes ele tá num quadro psicótico e aí tira a medicação e aí vem com bebida, pô. Senão fodeu mesmo. Fodeu Mesmo. Tem que entender. Aí ele ele se automedicou. Ele se automedicou e misturou com bebida, porque tinha um ano que ele tava
com a abestinência da bebida e aí ele voltou a beber e no que ele misturou aí, aí ferrou tudo. Ele ficou doidão, aí falou: "Vou me matar". A saída dele era se matar. Porque assim, a bebida nossa, eu fiquei algumas coisinhas básicas assim de remédio, pelo menos um básico, tá? A gente tem que entender de algumas Coisas de remédio. Então, por exemplo, coisas básicas, hein, gente, ó. Pode cortar remédio. Ah, eu vou tomar só metade. Vou, eu vou. Daí o cara vai lá e quer cortar metade do remédio. Pode fazer isso? Depende. Ó, o remédio,
para quem não sabe, tá? O remédio não tem uma aqueles remédio que tem um risco no meio, sabe? O remédio que tem um risco no meio? aquilo pela ABNT quer dizer que Todo remédio foi distribuído igualmente por todo por todo o comprimido, entendeu? Ele tá todo distribuído. O comprimido que não tem aquele corte, que que a BNT tá dizendo? Todo o conteúdo do remédio pode estar de um lado e não ter nada do outro. Entenderam? Isso é a BNT. Tem que entender da BNT são é o mínimo assim. Não, cortei, tomei metade, ó. Tomei açúcar
de um lado e tudo do outro dia. Você não cortou metade, entendeu? Tá. Então assim, não pode. Outra coisa, ah, o álcool corta o efeito de remédio, não tá? Tem remédios que o álcool corta e tem que o álcool vai dar outro, um terceiro efeito, tudo bem? tá? Que não é que só cortar o efeito do remédio, ele vai às vezes estimular ou vai dar um outro efeito. Então não pode ter uso de álcool mesmo. Mesmo que não é só: "Ah, eu usei o álcool, daí só cortou o remédio só". Não, ainda mais é em
psicotrópico, tá? principalmente em Psicotrópico, não é cortar o remédio, não. Ele vai é às vezes é te levar para fora da casinha mesmo. Então nada de de álcool mesmo, mesmo mesmo. Então, poxa, ele tomou por conta própria com álcool num período provavelmente de episódio de mania. Pode internar, pode internar que vai fazer bosta. justamente. Aí eu foi bem forte assim para mim ver a a irmã dele mandou as fotos dele, o Samu mobilizando, levando. Eu fiquei assim, né? A gente fica porque a gente pega um Um amor pela pessoa, não não a dependência, mas assim,
né? Fica, meu Deus. Não, empatia a gente, mas está ótimo. É, empatia a gente tem que ter, mas tem que tem que trabalhar com frieza também, porque senão a gente não trata ele não. Não cuida dele, não. Tem tratar não. Justamente, justamente. Aí a irmã dele falou: "O que que a gente faz? Se ele vai se matar". Eu falei: "Chama os bombeiros, Samu, chama quem?" Eu tô, eu tô a 200 km longe dele. Aí eu ligava, Ele não atendia, não tinha como ir lá. Aí fazendo o atendimento online, eu tava fazendo, aí eu falei: "Chama
o Sabu". Aí chamaram. É isso aí. Mas assim, não, isso aí é, eu fiquei bem surpresa de você falar agora sobre isso. Vai ter gente que não vai poder parar a medicação nunca. Então isso é forte, né? Não, não tem jeito. Não tem jeito. Como que você vai tirar de um esquizofrênico com a medicação? Como? Não, no caso não fui eu, tá, que Falei nada para ele, não. Foi o médico dele, ele tá fazendo tratamento, ele mudou de médico, aí o médico mudou a medicação e no que ele mudou, ele tava se adaptando, aí deu
ruim lá, foi um negócio bem forte. Entender, eu só tava tentando entender tudo isso para ajudar, mas não consegui não. Mas mesmo o terapeuta tem que pedir essas trocas de remédio, entender, porque tem que acompanhar o caso, porque trabalhar em quatro, não vou estudar Mais é ver as aulas de bipolar também vou dar amanhã. Falei para um aluno que ó, vai ver a aula de amanhã do bipolar, libero lá o link lá, assiste a aula lá, quem quiser assistir a aula de bipolar é amanhã cedo e amanhã à noite, tá? importante. Muito obrigada, Edu. Ajudou
muito. Aline, boa noite, tudo bem? Cadê? Ô, C tudo bem? Vamos lá. Eh, eu cheguei de para-quedas hoje, eu encontrei para casa no Instagram, já fiz o curso, vi umas aulas, eu falei: "Nossa, eu tô aqui explodindo até agora com fogo de artiço". Eu queria entender uma coisa. Eh, eu vi que tem eh a o curso de desenvolvimento das virtudes de psicanálise e o virtologia. Eh, tem algum caminho que precisa ser feito ou tem algum que eu possa entrar direto? Hoje eu sou psicóloga, né? Eu trabalho com outras terapias também. Eu queria entender se tem
um caminho assim, Uma jornada. É, então depende de de da onde você tá, você é psicóloga já, ou conselho, vai pra virtologia direto. Você não vai começar lá aprender o aparelho psíico do Freud, do Jungs, aprender que é pulsão, você já sabe isso, entendeu? É legal revisitar, é legal revisitar, mas o que que a gente faz? A gente libera o curso de psicanálise, os os dois anos de curso de psicanálise. Quem entra em virtologia pode acessar e ver qualquer aula Gravada. Não vai ver aula ao vivo, mas ah, eu quero revisitar aquela aula de depressão.
Ah, eu quero revisitar a aula de Aí tem lá no banco de dados, você não paga nada. Você vai lá e revisita a aula e aconselho que faça, que é bom, né? Puxa, como é que é mesmo a sequência emocional do Freud? Não lembro. Vai lá na no banco de dados. assiste a aula, entendeu? Não precisa fazer aquele curso, entendeu? Faz a virtologia direta, muito mais fácil, Muito mais fácil, muito mais fácil. Lembra que todo mundo que tá na virtologia tem acesso ao banco de dados. Eu sempre faço essas visitas, gente, ó, vou dar aula
de depressão lá na alta turma, eu libero preciso assistir. Eu sempre falo: "Ó, vai lá". Entendeu? Mas é importante vocês terem esse acesso, todo mundo que tá em virtologia, é legal vocês terem esse acesso de eh e vocês têm acesso, tá? Então tem o curso inteiro, inteiro de psicanálise lá Liberado. Você só não vai estar ao vivo, mas mas tá uma aula inteira, normal, normal, tá? Ai, como é que é o aparelho psíico do Jung? Vai lá ver, vai lá, baixa lá. Ai, que que é? Ah, o outro em Lacan. Vai lá ver, ó, pega
lá o Lacan lá e assiste o trem lá, entendeu? Tem. Tá, tá livre mesmo. É só assistir, pô. Então, eu acho, eu acho importante dar esse acesso, porque, pô, às vezes, ah, faz 20 anos que eu estudei, a, que eu saí da faculdade, eu não lembro, Mas é normal mesmo, às vezes não lembra, entendeu? Qual a relação com o desejo de Lacan, com o desejo de Freud, eu desejo o objeto, eu quero ser o objeto desejado. Ah, vai, vai lá ver aquele negócio lá, vai rever aquele negócio lá, entendeu? Então, é legal a gente ter
acesso na virtologia. na virtologia tem acesso ao banco todo. Tá. Cadê Thaís? Taís apareceu. Taís. Taís. Olá. E olá tudo bem? Olá. É, eu caí de Paraquedas aqui e estou impressionada com a supervisão que você tá dando. Estou assim, é incrível você que tô gostando demais. Quero saber. É porque eu entrei assim meio, não sei nem por onde eu entrei que tô vendo vocês aqui e e eu quero saber onde eu me inscrevo para esse curso e se você d essas supervisões também no curso de virtologia. Eu quero tudo. A supervisão é sempre na terça-feira,
tá gente? Sim. Toda tem Vários dias, né? Com vários supervisores. Tô dizendo a minha, né? A minha eu dou das 19. Aí não tem final, na verdade. A gente sempre vai até meia-noite, na verdade, né? Mas aí é só baixar lá, só é só frequentar, não é nada. Então e para e para eu pertencer a esse esse curso seu de virtologia e que tem acesso, você acabou de falar para outra pessoa que tem acesso a essas coisas do Freud, do Jung e tal, tem acesso também coisas do behaviorismo, Porque eu sou TCC, psicóloga TCC. Não,
não, esse curso é só de psican esse aí que tem acesso, né? Sim. É só psicanálise. Mas a gente vai abordar coisa da TCC na virtologia. Ah, tá. Na virtologia vai abordar, certo. E para eu me inscrever nesse de virtologia é aonde? É com o ro que sabe mais que eu. Eu não entendo nada estranho. Ô Thaís, você tá no você tá no grupo, né, do do evento do do WhatsApp? Não sei. Acho que acho que sim. Foi meio Por acaso que eu entrei aqui. Escreve, você consegue escrever o seu WhatsApp aí no chat que
eu te chamo? Aqui no chat? Eu nem sei onde é que tá o chat. Eh, [Música] é porque daí na virtologia, quem é TCC, quem é TCC, eh, dá-se muito bem com a com a virtologia, muito bem, porque a virtologia é bem matemática, o inconsciente boleano e ao mesmo tempo começa a entender, inclusive de forma Matemática o que o Freud e a galera da psicanálise fala. Ah, tá certo. Muito obrigada. Hã, muito obrigada mesmo. Bemvinda, mas eh tem que escrever aí seu WhatsApp, me fala seu seu nome completo que eu te procuro aqui no grupo,
tá? Meu nome é Thaís Aliane Maia Menezes. Tá bom, beleza. Taís com th, viu? Pronto. Ó, vamos pra última. Gláuso Andrade. Oi, boa noite. Eh, eu gostaria de, eu vi alguém perguntando aí a respeito de eh de sexo falando, eu peguei meio no final. Eh, eu vivi dois relacionamentos onde eu tive muita cobrança em relação a sexo e para mim isso não faz falta e eu não vejo essa necessidade tão grande assim de ter é algum problema. Então, eh, pode ser como não pode ser nada, não pode ser problema nenhum, dependendo da faixa de evolução.
Alguém que tá na consciência parcial, no Sentir, tem uma diminuição, diminuição, não zerado, né? Assim, olha, alguém, quanto mais primitivo, mais necessidade de sexo, quanto mais evoluído, menos, mas vai continuar tendo necessidade de sexo, vai, só que vai se relacionar diferente, com menos intensidade, com menos fantasia, vai mudar um monte de coisa. Então tem que entender se tem uma um uma experiência traumática e ter uma evitação sobre isso ou se já transcendeu. Nossa, tomara que eu tenha transcendido. Então isso só lá na análise. Pega um estagiário, fia. Ó, aqui tem tá cheio de estagiário que
nem cobra no no instituto. Tem mais de de 100 estagiário. Aí pega lá na fila lá e e entra lá. Imagina te dá te dá te dá um aché lá. Nossa, eu preciso mesmo porque e eu quero me entender e tudo que eu busco, eu não tenho norte assim, eu não sei nem por onde começar, sabe? Nem pensa, ó, Pega dica, tá? Ó, que eu sempre brinco, né? Eu sou um péssimo vendedor, né? Mas, ó, pega lá de graça lá no instituto lá, entra lá na fila lá, tem um monte de terapeuta que tá em
estágio que vai passar pela minha supervisão. Uhum. E vai tratar, vai, não vai gastar nada. Vai lá. Nossa. Beleza, então, muito obrigada, viu, professor? Entendeu? Imagina, imagina. Boa noite. A quem quem quiser assistir a supervisão, assista. Ah, eu não tô no curso ainda, tal. P, Enche o saco lá do Rodolfo lá, ó. Ele ele é o ele é o CEO do trem, ele que manda. Eu fala lá com Rodolfo, me manda aí, deixa assistir uma supervisão aí um mês aí, entendeu? Deixa eu deixa lá, pede para ele lá. Pede para ele lá, enche o saco
dele lá, entendeu? Coitado, vai ficar louco. É, deixa o saco dele lá. Eu passo a bola para ele. A é dele. Valeu. Então, cada um com suas É verdade. Tá certo. Obrigada. Vai lá, Pede para ele. Ele, ele, ele, ele, ele, ele é bonzinho. Ele deixa. Rodolfo, libera o link aí para nós. É isso aí. Vamos embora. Entendeu? Aí passa lá, vê umas supervisões, passa com os colegas lá na supervisão. Só desconhecer um monte de terapeuta legal lá, passa com os caras lá, entendeu? Aí desenrola, gente. Não fica, não fica com o pepino, não. Não
fica com o pepino, não fica, não fica sem trabalhar assim mesmo. Ah, tô com paciente parado, não. Vai lá, Desenrola, a gente ajuda, entra em grupo de estudo, entendeu? olha, nem sei como dá o que mais, entendeu? Porque, ó, tem aula ao vivo, todas as aulas gravadas, eu dou todo o conteúdo gravado de anos, eh, eu dou supervisão ao vivo, grupos de estudo, sei lá, o que dá mais. Você não tem só fica com o pepino quem quer, entendeu? Só vai ficar com o próp para parado na evolução ou parado com com o teu paciente
se não quiser, porque nó não tem mais o que Fazer, entendeu? Ah, eu não quero comprar. Ah, não tenho dinheiro para comprar o livro, eu mando a do PDF, sabe? Tudo a gente faz. Tudo a gente faz. Aí precisa. Agora eu não posso ler por você, não posso assistir o vídeo por você, entendeu? Eu não posso trazer o, não posso psicografar o o teu paciente. Você tem que ter você querer estudar, você querer ler, você vir na supervisão, porqueão tem milagre, Entendeu? Mais que isso não dá. Mais que isso não dá. Certo, meus amores. Ó,
mais alguma pergunta? Vamos fechar a noite. Vocês não é domingo, vocês têm que dormir também, né? Vamos namorar. Ah, vão lá curtir a pizza também. Olha, gente, de verdade, de coração mesmo, espero que vocês eh eh tenham sentido isso, essa verdade de o quanto se foi útil para vocês. Essa é a minha alegria mesmo, de verdade. Se tirou dúvidas, se esclareceu, se foi bem Pro teu paciente, se você conseguiu esclarecer pra tua vida e teus pacientes. Essa é a nossa alegria. É para isso que a gente faz as coisas, tá? Para aumentar essa saúde mental
no mundo, tá? Então, eu que sou grato vocês estarem sempre aqui estudando, analisando, porque vocês levam isso pro paciente de vocês e leva mais calanto aí pras famílias. É isso que é importante na vida, viu, gente? Ó, o resto não importa. Se a gente tiver sempre Servindo ao nosso próximo, baixando o nosso orgulho, posso resumir tudo por isso, tá? Se a gente tiver nesses dois lugares com o nosso orgulho baixo e servindo ao outro, a gente chegou lá. Du você falou que é sobre sobre a questão, né? A gente tá encerrando as vagas da formação
de virtologia, tá pessoal? Então deixei o formulário. É, já deixamos já era para encerrar daqui há duas semanas, mas a gente foi Aumentando por pedidos mesmos de vocês. Eu deixei lá no, no grupo um link de formulário de aplicação para vocês concorrerem às últimas vagas, porque eu não sei se vai ter vaga para todo mundo, que a gente também tem um limite, né? a a turma muito cheia, acaba ficando ruim pro Eduardo atender todo mundo, né, do jeito que ele quer. Então a gente deixa esse formulário, a gente vai falar com cada um de vocês
que preencher para ver quem se enquadra melhor aí no, né, No que a gente também busca, porque às vezes a gente vê que a pessoa não tem a ver com o curso de verdade e tal. Então como são as últimas vagas, a gente vai fazer dessa forma dessa vez, tá? Então, preencher um formulário quem quer saber mais sobre o curso e a gente vai entrar em contato com vocês. Rafa, preenche lá o formulário que a gente te passa tudo direitinho, tá bom? É só colocar os seus é três perguntas lá, é nome, o e-mail e
WhatsApp, tá bom? Isso aí porque não dá mais, né, gente? Senão vocês perdem muito, sabe? A por enquanto é tá para pegar a aula gravada, né? As que perdeu e acompanhar a turma de boa. Mas daqui não tem mais como, senão vocês vão chegar no meio do curso, né? Não tem condição acadêmica de fazer isso, entendeu? Aí não tem condição mais. Tem que ou entrar agora não mais. Vai entrar na próxima turma também, sei lá qu daqui cinco mês. Tá certo. Mas aqui agora não dá mais mesmo não. Agora Nós esticou esticou esse elástico até
onde até onde eu não deu mais já. Imagina. Ok. Gratidão, gente. Muito obrigada viu. Uma boa noite para vocês. Fiquem com Deus. Obrigada professora. Muito obrigada. Imagina. Fiquem com Deus. Obrigada. Boa noite. Obrigada, professor. Obrigada, professor. Boa noite. Obrigada. Boa noite, Lu. Obrigada a você. Boa noite. Obrigada. A palestra. Fiem com Deus. Obrigadão,