Olá, acadêmico! Vamos conversar sobre o Tópico 3: Tipos de deficiência. Convém explicitar o que é considerada pessoa com deficiência, ou seja, a que se enquadra nas categorias contidas no Decreto 3.
298, de 20 de dezembro de 1999, e reafirmadas no Decreto 5. 296, de junho de 2004, sendo elas deficiência física, deficiência auditiva, deficiência visual, deficiência mental e deficiência múltipla. Você pode pesquisar mais a fundo sobre cada uma delas!
O Ministério da Educação menciona que pessoa com deficiência é aquela que exibe: [Leitura da tela] Já a Convenção dos Direitos da Pessoa com Deficiência exibe um novo conceito de deficiência. Segundo a Convenção, pessoa com deficiência é: [Leitura da tela] A tecnologia assistiva promove a ruptura de barreiras que impedem ou limitam a participação do aluno com deficiência nos desafios educacionais. Mas, podemos nos questionar como seria a avalição nesse processo?
O processo de avaliação em tecnologia assistiva é amplo, e envolve diferentes conhecimentos científicos, no sentido de contemplar diferentes necessidades da pessoa com deficiência, proporcionando qualidade de vida. [Leitura da tela] Implantar a TA de forma bem-sucedida na escola compreende alguns pontos, como resgatar o aluno portador de qualquer tipo de deficiência de forma ativa, desafiando-o a saborear o gosto pela descoberta, consentindo que ele construa individual e coletivamente novos conhecimentos; buscar fazer com que realize suas atividades escolares buscando estratégias para que consiga, mesmo não sendo da forma convencional; valorizar o seu jeito de fazer e aumentar suas capacidades de ação e interação, a partir de suas habilidades; conhecer e criar novas possibilidades de diálogo, envolvendo a escrita, leitura, brincadeiras, artes etc. , utilizando materiais escolares e pedagógicos, explorando a pesquisa e softwares computacionais.
Enfim, é retirar do aluno o papel de espectador e atribuir-lhe a função de ator. O serviço de tecnologia assistiva é, no âmbito da educação, um mecanismo de apoio ao aluno com deficiência para que ele alcance os objetivos educacionais. Idealizar uma escola dialógica significa ampliar mecanismos sensíveis de escuta e comunicação, em relação à comunidade escolar, nas suas mais variadas nuances, reivindicações e possibilidades, atentando para a especificidade de cada aluno em particular.
Com este movimento, a escola poderá dar passos concretos para se tornar, verdadeiramente, uma escola Inclusiva, uma escola aberta e valorizadora da diversidade humana, entendendo e acolhendo as diferenças individuais não como uma barreira, mas como um potencial de possibilidades para as quais ela deve estar atenta, articulando iniciativas e ambientes de aprendizagem que tornem essa diversidade um fator de desenvolvimento e melhora da coletividade. Sabemos que o caminho não é fácil, acadêmico, mas ficamos felizes e confiantes em ter você aqui, neste processo, de aprender e compartilhar conosco. Bons estudos!