Flow. >> Salve salve família, bem-vindos a mais um Flow. Quem fala com vocês é o Igor e hoje eu vou conversar com Rodrigo Pimentel, ex-capitão do BOPE, já teve aqui várias vezes. Vamos falar do que aconteceu na terça-feira lá no Rio de Janeiro, basicamente hoje, cara. Eh, foi uma operação, a maior assim, foi a vez que mais morreu gente numa operação no Brasil, não é? Operação policial no Mundo, eu desconheço algo de tamanho envergadura. Nem mesmo naquela caçada Lampião, né? Quando as polícias do Nordeste caçaram Lampião, você não tinha ali um volume ali de 400,
500 bandidos, né? Realmente é uma ação de guerra, tá? >> Aham. Me parece uma ação de guerra mesmo. Inclusive pelas imagens do dia lá, a galera filmando coisas pegando fogo, tiro para [ __ ] tudo quanto é lado lá. Vamos falar disso também. Vamos falar disso hoje majoritariamente. Eh, Mas antes da gente começar, deixa eu falar para vocês do parceiro que tá com a gente aqui hoje, que é Insider, que é quem faz essa camisa aqui que eu tô usando, a Tech T-shirt. E esse é um momento especial para você adquirir a sua. Se eu
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o Vitão vai escolher Aqui uns live pics para nós. A gente tá com tempo meio apertado que o Pimentel sabe como é que é, né, meu irmão? O cara tá requisitadíssimo esses dias aí. Eh, o Vitão vai escolher acho que três live picks ali, os melhores pra gente tocar aqui no final do programa, tá bom? Então, porque recode tá aí, o o link tá aí na descrição também. Ô Pimentel, bom, a gente tava falando aqui sobre que a que a operação se morreu, uma porrada de gente, mas eh eu tava vendo e eu fiquei Esperando
porque quando foi no dia, na terça-feira, eh coincidiu da gente ter um flow news no dia e já tava convidado o professor Marco Antônio Vila há muito tempo, mas a gente não tinha as informações consolidadas, né? Eh, naquele até aquele dia ali a gente tinha um número de mortos que no dia seguinte muda muito com as pessoas eh retirando os corpos da mata e tudo mais. Eh, e eu fiquei esperando para ver assim, cara, vamos ver se vai eh sair alguma matéria Com especialmente com esses corpos da mata e tudo mais que se tivesse ali,
na minha opinião, não sei, tá, mas me parece que se tivesse uma pessoa ali absolutamente inocente naquele naqueles corpos encontrados na mata, eu suponho que ia ter matéria para tudo quanto é lado agora falando que, pô, olha, esse cara aqui, ele não tem nenhum antecedente criminal, esse maluco aqui, ele Eh, mas de novo, não sei, me parece que Se fosse o caso ia ter eh uma comoção muito maior nesse sentido. A gente chegou a ver eh chegou a viralizar o vídeo de uma de uma mulher falando do sobrinho dela, do Iago. Iago, os caras chamam
de outro nome, um do cabelo vermelho. Sim, sim, sim, sim. >> Dizendo que ele, pô, era inocente, não sei o quê. Mas eu vi uma porrada também de coisa dele com arma, com eh se envolvido. >> Não era inocente. >> Não era inocente. >> Quem correu pra mata é porque tava fugindo de uma ação policial. Era um martelo e bigorna. O colega do BOP utilizou um termo, perdão, o comandante da polícia utilizou o muro do BOPE, mas nada mais do que uma tática de guerra. Antes, bom dia a todos, né? Uma tática de guerra primitiva,
que é martelo e bigorna. é você usar duas forças e para cercar, forçar e que o que o que a força oponente se dirija ao martelo, né? E Basicamente a Polícia Civil do Rio de Janeiro, uma situação bem difícil, bem heróica, porque a polícia civil ela entrava e ela não podia responder ao tiro, porque se os policiais civis atirassem, eles acertavam os policiais do BOP na mata. >> Aham. >> E os bandidos correndo pra direção dos policiais do BOPE. Eh, os policiais do BOP iriam confrontar 200, 300 ou 400 bandidos numa área de Mata Atlântica
muito fechada. Eh, você não consegue colocar 200 policiais em linha, é muito complicado. Uma era de pouca visibilidade, essa operação começou, o sol não tinha nascido. Então, eh, é sobre isso, Igor. Que bom que você dá oportunidade. É sobre isso que as pessoas precisam entender. >> Primeiramente, não é uma ação policial. é uma ação que em qualquer lugar do mundo seria classificada como conflito armado, não internacional, caracterizado Pela ocupação territorial por mais de duas décadas, pelo enfrentamento das forças de segurança do estado democrático, eh pela usurpação do estado de direito no local e pela quantidade
de de armamento que estabelece uma capacidade de combate de média intensidade, >> tá? Em nenhum dia da guerra do IDF contra o Ramais, o exército israelense matou 120 terroristas do Ramais. Ou seja, a intensidade da guerra que nós Tivemos aqui no Rio de Janeiro foi superior à intensidade do conflito com Ramais. Eh, drones lançando bombas, drones de observação, aquela figura do jovem com foguete assim para avisar que a polícia chegou, aquilo não existe mais. O drone do Comando Vermelho, ele tá a 3.000 pés. 1200 pés, ele consegue enxergar a polícia se aproximando já na Brasil,
na Avenida Brasil. Então, a polícia não consegue mais chegar de forma Desapercebida. >> Aham. >> É uma operação verdadeiramente de guerra. e se jornalistas, se a sociedade, se o Ministério Público, eh se os acadêmicos, eh os policiais já perceberam isso, poucos jornalistas também, mas se todo mundo não compreender que é uma situação de guerra, a gente vai ficar chovendo sempre no molhado. Eh, vai surgir sempre um um jornalista ou então um estudante. Ah, dava para para prender os bandidos. Dava. Os bandidos que colocaram os fuzis no chão foram presos. E eu posso mostrar a imagem?
>> Pode, por favor. >> Brunão, pode colocar a imagem aí, por favor. >> Lá. O Igor, eh, uma casa que o batalhão, o batalhão de choque não estava na Ah, primeiramente os fuzis aprendidos, né? CV Amazonas, CV Bahia. É para mostrar Que o complexo alemão virou um verdadeiro bunker das lideranças do CV de todo o Brasil. Então, nessa casa você tinha ali bandidos eh do Ceará, tinha bandidos de da Bahia. >> Caraca, era aquele revolvão ali. >> É, é, é um 6 polegadas ali, 357. Mas essa arma aí é uma arma pouco usada pelo bandido,
ó. Tropa da Bahia, né? O comando vermelho da Bahia, né? Exportado lá, fugindo lá da Polícia Militar da Bahia, que tá fazendo um serviço muito Bacana também. >> Deixa eu abrir um parênteses aqui. Eu ouvi falar, >> ó, Tropa de Manaus ali, ó. Eu li, na verdade, que eh alguns desses fuzis aí eles chegam desmontados e são montados pelos cara lá. >> Sim. Eh, eles só eles só enviam hoje por contrabando o ferrolho. Existem fábricas no Brasil utilizando eh eh impressoras de 3D, né, que fazem a placa do guarda-mão, fazem a coronha, né? Então, É
diferente. E não é para ofender não, pelo amor de Deus. Vou repetir isso porque dá problema, não é para ofender >> o ex-ministro da justiça, o Flávio Dino, >> tá? >> Diferente do que ele falou, não são fuzis de CAC. Isso não é uma arma de CAC, tá? Isso é uma arma que veio importada, contrabandeada, só o ferrolho, o conjunto e eh do gatilho também, né? E o cano. O resto é montado no Brasil, né? Esse daí é um Fal que tu Usou lá na no exército brasileiro quando tu serviu lá no CEP, no Forte
do Leme, né? fuzil automático leve que é 7. >> Eu sei montar e desmontar >> esse fuzil. Se o bandido tiver a 3.000 m, ele pode matar um policial. Então se o bandido tiver no leme, ele pode matar um policial em Copacabana, né? Por esse motivo que eu digo, é uma guerra. Então, é possível eh render um bandido com fuzil desse? É difícil para [ __ ] né? Aí o jornalista, ó, agora isso aí é uma Uma imagem que eu coloquei. >> Hã, >> eh, ontem a Polícia Militar do Ceará de forma corajosa matou sete
bandidos do Comando Vermelho. Tá, mas como é a Polícia Militar do Ceará, do governador e humano do PT? Evidente que o Lewandowski não vai reclamar, não vai dizer que isso é um assassinato. Evidente que jornalistas da Rede Globo não vão chamar isso de chacina, porque isso aconteceu num estado de um aliado Do Lula. É simples assim. É para provar pro imbecil que tá nos vendo que o debate deixou de ser técnico. É meramente político, né? É, >> então, eh, se alguém, se a Benedita da Silva hoje disser que isso é uma vergonha, porque olha o
armamento, ó, umas garruxas velha, uns revólver, canela fina, um fuzil AR15, sim, que é um fuzil poderoso e perigoso, mas o resto aí a Polícia Militar do Rio de Janeiro nem achou no alemão. Isso aí não Tem no alemão não, né? Isso aí não se acha mais em Favela do Rio. Isso se acha ainda no Ceará, na Bahia, eh, em alguns estados lá. A Polícia Militar da Bahia. E parabéns pra Polícia Militar da Bahia, né, perdão, do Ceará, né? Parabéns mesmo, porque a Polícia Militar do Ceará tá tentando reverter o que aconteceu no Ceará, >>
tá tendo uma invasão lá, né? É, foram sete mortos, mas pro ativista de direitos humanos e pseudo especialista Em segurança pública, ele para ele isso aí não é horrível. Isso não choca ele. O que choca é a Polícia Militar do Cláudio Castro matar alguém, a Polícia Militar do Tarcísio matar alguém. A polícia Militar do Jerônimo matar tá liberado. Tá liberado pelo Lula, pelo Lewandowsk, tá liberado. Eles não reclamam, eles não falam nada. Pelo contrário, o Lewandowski diz que o Ceará é exemplo de boa segurança pública, apesar de ter os piores números do Brasil, ele diz
que é Exemplo. Então isso aí é a evidência que o debate deixou de ser técnico e é totalmente político. E se a gente não abandonar essa [ __ ] nós estamos [ __ ] Temos que trazer isso pra técnica. Pode mostrar as imagens, Bruno, dos policiais, >> dos policiais do batalhão de choque do Rio de Janeiro, cercando os bandidos. Eh, consegue aí, irmão? >> Então, toca aí. Vamos lá. É uma imagem aí. >> Tranquilidade, mano. Ó, a tia tá filmando aí. Nós vai descer. Qual é, rapaziada? Ó, um atrás do outro. Ninguém com nada. >>
Ninguém com nada. Aí tá geral sem camisa. Pegou a visão. >> Tá geral sem camisa. Nós vai descer aqui devagar, hein. >> Filma. Eu não tô conseguindo. >> Filma. Aperta para filmar. Já tá filmando. Já tive essa experiência na minha vida. É algo difícil demais. Você abre a porta de uma casa. Foi. >> Você tem dentro dessa casa, nesse caso, mais de 30 bandidos, todos armados com fuzis, né? >> A primeira equipe do Batalhão de Choque teve um combate, você vê ali o fuzil, o policial da polícia foi ferido nesse combate, o policial foi ferido,
dois bandidos foram mortos, né? E aí a casa foi cercada e os bandidos do segundo andar e aceitaram ali a a Rendição, né? Rapaziada, >> mas é difícil por você abre a porta, >> você consegue enxergar só um pedaço do cômodo, né? Você vê o fuzil encostado na parede e você, policial tem que acreditar no bandido que ele realmente não vai pegar o fuzil e atrás de você tem mais um policial e fazendo uma varredura do ângulo lateral. >> Nossa, Matinha era gente ali, hein, maluco. >> E todo, quase todos aí eram do do Manaus,
do Amazonas, do Ceará, né, da Bahia, né? Eram bandidos de outros estados, né? Eh, e e você tem que confiar. Agora, olha a dificuldade. Se um bandido desse descer com fuzil, o policial da porta vai abatê-lo, >> porque ele é uma ameaça, né, atual ou iminente, legítima defesa. E se esse policial abater esse bandido, o outro bandido vai pegar um fuzil e atirar também. Pronto, chacina. >> Não é uma ação policial. Eh, o se você trouxesse aqui de novo a SUAT, a polícia da Dinamarca, né? Eh, eles não iam conseguir render esses caras. É difícil.
Se a gente não compreender essa lógica, se os pesquisadores de violência eh do Sou da Paz, que eu respeito, viu? Eh, do Geniuf, que eu respeito e pesquiso os dados que são dados muito legais, muito bem produzidos. Se essas pessoas que são algumas são minhas amigas que eu considero, tenho apreço, Jaqueline Muniz Que deu entrevista esses dias, pesquisadora, se as pessoas não entenderem essa dinâmica, não tem debate. É uma questão de guerra. A polícia não vai lá para matar bandido, ela vai para prender. Tanto é que ela prendeu, né? Ontem um jornalista, eu não fiquei
triste, mas eu corrigi ele no ao vivo respeitosamente, porque é um cara muito educado e também inteligente. Ele perguntou: "Por que que a polícia faz a opção de matar quando você pode render o Bandido?" Quem disse pro senhor que matar é uma opção? Matar é uma circunstância. E esse vídeo é a prova. >> Aham. >> Os policiais do BOP, do Batalhão de Choque, né? Eh, algemaram esses bandidos e eles estão presos como 80 colegas que foram presos. Eles tiveram 88 bandidos presos, se eu não me engano. Quem colocou o fuzil no chão, tá a imagem
aí, foi preso. Já na área de mata. 200 Policiais do BOPE, 400 bandidos invadindo, sem visibilidade, sem luz, sem espaço, espaço confinado, né? Muito tiro. É impossível no mundo real hoje, por exemplo, Igor, a perícia do Rio de Janeiro ou a perícia da do FBI, definir qual policial atirou em quem. >> Aham. São centenas de policiais fazendo tiro à frente e centenas de bandidos atirando para cá. Mas por que que os policiais do BOP não morreram? Morreram sim. Perdemos dois colegas e tivemos sete colegas feridos. As imagens vão ser liberadas hoje. Uma pena. Eu queria
trazer a imagem para você aqui. Os policiais do BOPE deitado, tomando tiro, colega baleado, perdendo sangue, sabe? Então, diferente do que o jornalista covarde, imbecil, mentiroso, diz na televisão, teve combate sim e não foi opção por matar, foi lamentável circunstância. >> Aham. >> Eh, uma operação com cento e tantos bandidos presos, com cento e tantas armas apreendidas, né? Fuzis, tá? Granadas, foram 40 granadas apreendidas, várias pistolas e revólvas. uma operação como essa, você não teve nenhuma mulher baleada, com exceção da mulher bandida, tá? >> Você não teve nenhuma idosa baleada, você não teve nenhuma criança
baleada. Então, a polícia dentro da sua Possibilidade, ela foi cirúrgica. Você quer saber se eu digo que é uma vitória? Eu acho que não é vitória, porque se perdermos quatro policiais é sempre uma derrota, porque eu não troco doca por por um policial. Eu não troco 1000 fuzis pela vida do Máscara. >> Uhum. que era meu amigo, que eu já tinha falado dele para você aqui. Eu sentei aqui um dia e contei a história dele para você. Foi o cara que prendeu >> o assassino do restaurante Rei do Bacalhau. Eu contei a história dele para
você aqui, cara, há há há dois anos, tá? >> Um cara muito [ __ ] meu irmão. O cara que foi lá para prender bandido. E na história que eu te contei, a Polícia Civil, ela veio por baixo junto com algum algumas frações do batalhão de choque também e o Bob tava na mata. Então os policiais civis não podiam atirar, cara. Se eles atirassem, eles matavam os colegas do BOP. Então, olha o Grau de dificuldade dessa operação. >> Eh, dá para dizer que essa >> uma das críticas mais comuns sobre operações policiais e no caso
dessa bastante também, é o lance de, pô, eh, por que que a polícia sobe o morro sem a inteligência? Por que que o Por que que quando planeja essa operação aí eh não não cuida de E nesse caso cuidou, né? Inclusive tava intentando empurrar os cara para mata. Mas o mas o ponto é, pô, o governador vacilou, tinha que ter Pedido ajuda pro pro governo federal. Por que que as ações, na verdade, não são de asfixia para que não cheguem as armas, não cheguem as drogas, não sei o que e tudo mais? Eh, você falou
assim: "Pô, não dá para dizer que essa operação foi um sucesso, porque morreram quatro policiais". >> Uhum. Se tivesse, existia alguma outra forma de lidar com isso, porque você estava falando aqui para mim antes de começar Uhum, >> que o CV tava invadindo, eles tinham invadido na no dia anterior, >> o morro da quitanda e mataram uma senhora de 60 anos e mataram um jovem de 30 anos que não tinha ligação com tráfico e essa invasão partiu do complexo alemão, ordem inclusive doca ou autorização do doca. Certamente a quitanda seria invadida novamente essa semana. E
aí eu deixo invadir ou não? Ah, monta uma equipe e faz uma Interceptação desses bandidos na rodovia. É impossível interceptar 70 bandidos na rodovia. Pela Não dá, não dá. Eh, >> então, e aí tem uma outra questão sobre a legitimidade, porque muita gente fala da legitimidade. >> Sim. Eh, você tem vários inquéritos policiais do Rio de Janeiro, eh, que investigavam o doca e o comando vermelho. E esses inquéritos foram finalizados, o Ministério Público Ofereceu denúncia e o poder judiciário, os juízes do Rio de Janeiro, muitos bem valorosos, que eu admiro muito, esses juízes pediram a
prisão preventiva do Doca, porque ele é assassino, porque tem evidências que ele torturava mulheres e obrigava essas mulheres a fazerem sexo. Tem evidências no inérprito policial. Então o Doca tem que ser preso, [ __ ] Ah, vamos deixa o Doca para lá. Não dá. Isso não é estado democrático direito, né? Além de prender o Doca, tem que Retirar as armas, né? Não existe a opção de deixar para lá. A, existe a opção da gente enfrentar o problema. Eh, agora eu concordo, por exemplo, hoje eu conversei com o Renê Silva vindo para cá, >> eu concordo
com o Renê, que essa operação já foi feita há 15 anos, né? Eh, se você não ocupar o território de forma permanente, e aí não é só polícia, aí não é papo de esquerda, não, Igor, é todo aquele conjunto de ações que a gente sabe que vão tirar o jovem do Crime, né? Ações sociais, esporte, lazer e cultura. Mas eh eu eu lamento muito porque nós não tivemos o aproveitamento do êxito. Prendemos 80 bandidos, matamos 140, 130, aprendemos 150 fuzis. Ah, não podemos mais sair daqui, não. Temos que ficar. >> Aham. Porque se a gente
sai, é um desrespeito à vida dos quatro policiais que que morreram. É um desrespeito à aquele morador, porque daqui a se meses vai ter que ter outra operação dessa. E Aí a gente aí eu começo a concordar com setores. Pô, é isso sempre. Aí eu começo, mas eh que o comando vermelho tem que ser derrotado, que a arma tem que ser retirada, que o doca tem que ser preso. Eh, isso eu não tenho dúvida alguma. Eu acho que também tem, né? Tem >> porque tem gente que tá em dúvida, viu, cara? Do >> tem gente
que diz para mim assim: "Não, tem que combater o tráfico na Faria Lima". Que papo esquisito. Faria Lima é uma coisa, lavagem dinheiro, né? É um crime sofisticado que não envolve disputa territorial e ali é recuperação do território, né? Um jornalista disse para mim esses dias aí que eu admiro também, ah, mas olha a diferença do governo federal. O governo federal da operação da Faria Lima, né? Eh, não dá tiro, né? Tá bom. E o e o território? Deixa para lá, >> né? E outra coisa, >> eh, jornalista que elogia a operação da Faria Lima,
que eu também elogio, tá? O PCC continua existindo, viu? É, >> o PCC continua estorquindo pessoas. Então, aquela magnífica, espetacular, linda, maravilhosa, necessária operação da Polícia Federal na Fareia Lima não resultou no fim do PCC. O PCC continua forte como sempre, né? Então, comparar a operação da Faria Lima com isso aí é uma burrice extrema de alguns jornalistas brasileiros, né? Isso aqui é recuperação De território. Agora pro outro lado >> de novo. >> Hã, dá para dizer que o CV, ó, eu já eu uma outra coisa que que se ouve, se lê e tudo mais,
porque ess informações não oficiais, >> eh, que o CV ou o os as facções criminosas no Rio, quando há uma operação dessa policial, eles teria eles usariam o, os moradores como escudo, colocando-os para fora de casa ou qualquer coisa assim. usando eh a População para se proteger ou sabe, colocar os caras na linha de fogo para por para alguma razão. >> Isso procede. >> Eu já já vi isso várias vezes. Eh, dessa vez isso não foi possível em função da operação ter ocorrido muito cedo. >> Se essa operação ocorre por volta de 7 da manhã,
sim, o CV ele ele ativa alguns duplos familiares, eventualmente envolvido, familiares envolvidos, né? Se o se o CV tem 400, 500 bandidos, aí ele Consegue ter um grupo de familiares em torno de 2000, sabe? É uma comunidade >> onde a maioria esmagadora absoluta são pessoas muito decentes, né, trabalhadoras. É uma comunidade que são 14 favelas estimativa de 130.000 até 200.000 habitantes naquela região que envolve a Penha e o complexo alemão. >> São 14 favelas, tá? é uma cidadela, é uma, uma, na verdade, é uma cidade. E então assim, eu já vi isso aconteceu no Jacarezinho
recentemente numa operação Da polícia civil, o morador vai pra rua, vamos pra rua, vamos pra rua. Eh, eu acho que isso é um ato de terrorismo também, né? >> Eh, Lewandovski acha que não, mas eu acho que é. >> Eh, mas dessa vez isso não aconteceu. Entendo que em função da operação ter acontecido muito cedo, né? As equipes do BOP chegaram na mata, era noite ainda. E então o CV não conseguiu dessa vez fazer isso não. >> E a história que que os cara eh tá fala-se também, tão estão falando nas redes aí que os
policiais eh tavam arrancando a cabeça dos bandidos na faca porque não tinha nenhuma marca de tiro no corpo e tudo mais. Há mais ou menos 10 anos, teve uma operação do BOPE na favela da Maré, onde dois policiais do BOP foram feridos e 12 bandidos morreram, né? Era próximo às Olimpíadas isso. E o jornalismo de uma grande emissora categoricamente afirmou Que os bandidos foram perfurados à faca. E no Instituto Médico Legal, médicos legistas que não são policiais militares, que não têm ligação nenhuma com BOP, né, que são acompanhados por promotores, né, disseram que nenhum dos
bandidos foi esfaqueado. Então eu conheço essa história do morador dizer que o bandido foi esfaqueado há anos, né? Arrancar uma cabeça não é algo que você faça com uma faca desse tamanho, né? Eh, não é algo razoável entender que No meio de uma operação vários policiais do BOP baleados, né? Vários colegas da Polícia Civil mortos, né? Alguém tenha se preocupado em arrancar a cabeça de alguém. Mas eu digo para você que um tiro de 762 no pescoço nessa região aqui realmente retira uma cabeça. A cabeça sai. Um tiro de 762 aqui >> tira um braço.
>> Tira o braço e ele não fica preso nem por músculos, nem por nervo. Ele cai mesmo, sabe? você vai, o braço vai cair, Vai te espencar. Então, eh, eu, eu, eu entendo que alguém possa ter visto uma imagem verdadeira de uma cabeça ou aberta, decepada, e o camarada vai dizer: "Pô, o policial arrancou a cabeça". Eh, nesse momento tem vários médicos legistas do MBL fazendo lá o o o a perícia lá do corpo, né? Eu acho um pouco provável que isso tenha sido verdade, mas se acontecer será lamentável. Todos os policiais os Policiais do
BOP estavam com câmeras, tá? Tinham 200 e tantos policiais do BOP no terreno, todos com câmeras. E a polícia vai liberar as imagens hoje. Eh, as imagens são imagens terríveis. Policiais do BOP feridos, deitados no chão. >> Tu teve acesso >> a bala? Eu vi uma imagem, cara. É, é realmente é é uma coisa para Parece o filme do Platon do Vietnã. Exatamente. A muito parecido, muita bala voando. É uma Imagem para que esses babacas de uma vez por todas nunca mais falem que aquilo foi uma emboscada para matar bandido. Aquilo foi um combate. O
Rio de Janeiro não é mais uma cidade de polícia e bandido. É uma guerra civil, né? >> Os policiais foram lá cumprir eh mandados de prisão e de busca e apreensão. >> Sim. Eles nem teriam uma opção de não ir, viu? A opção de não ir não existe. A opção do da Polícia Militar e da Polícia Civil eh dizer pro juiz: "Olha, a gente vai daqui a a 7 meses, a 6 meses, vamos organizar, planejar". Mas quando você tem uma um um uma prisão preventiva decretada eh no estado de direito, em qualquer lugar do mundo,
é a obrigação do Estado envidar esforços para capturar esse bandido, né? Todo mundo sabe disso. Seja o o bandido que o Xandão mandou prender, seja o o o bandido que invadiu o a pessoa que invadiu um prédio público para quebrar, o estado tem que dar Esforço de prender. >> A opção de não ir lá, ela não existe na democracia. A gente tem que deixar isso claro, porque eu eu continuo vindo ao longo da semana. precisava ter ido eh eh nesses esses comentários, né, de pseudos intelectuais. Eles vão se mata 100, no dia seguinte vai surgir
mais 100. Sim, vai ressurgir mais 100, né? Mas tem que ir lá aprender o Doca. Sim, o Doca torturou uma mulher, sabe? O Doca, o Doca mandou invadir uma Favela rival, morreu uma senhora de 60 anos. Pô, o Doca não pode ficar lá para sempre. E aqu e aquela barricada que tá ali não pode ficar lá de eterno, né? O morador não pode ser refém de uma barricada para sempre, né? Isso é vergonhoso, camarada, né? Vamos lá. >> É. E aí o o de fato o aquela assim, as imagens que eu vi, cara, do dia
era fogo para todo lado, assim, um monte de de foco com fumaça subindo, tiro para [ __ ] >> e e um dia de caos no Rio. Eu vi também vídeo de uma de um pessoas na rua e sendo o cara vindo os bandidos para roubar o carro, qualquer coisa assim. E inclusive a população saqueando eh supermercados e tudo mais. >> População eh na verdade ligados ao tráfico, né? A população do complexo alemão, como eu disse, a totalidade são pessoas muito boas. Eu eu eu operei lá, eu servi lá. É um pessoal muito sofrido, viu,
cara? Eh, são as verdadeiras Vítimas dessa guerra e são as pessoas que realmente conhecem o que acontece lá. Quem conhece o que acontece no alemão não é o ativista de zona sul, o jovem universitário. Quem conhece a realidade do alemão não é o jornalista da emissora. Quem conhece a realidade do alemão é o morador de comunidade. Eu tenho 1.200.000 seguidores, que manda uma mensagem para mim assim: "Ufa, morador da comunidade, ufa, até que enfim sabe muito mais do alemão do que o Jornalista da bancada, mas muito mais. Puxa vida, a gente não pode falar sobre
isso, capitão, mas a gente tá muito feliz aqui. Depois eu te mostro para não para para que esse morador não seja assassinado, porque se eu botar aqui, ele ele é assassinado em 5 minutos. >> A ditadura do tráfico faz isso, mata em 5 minutos. Mas esse cara sabe muito mais de alemão, de adeus, da Penha, do que aquele garoto que tá na faculdade de sociologia, antropologia ou história, Né? >> Aham. Qual que é, qual que é a responsabilidade do do governador nesse, numa operação como essa? Ele, ele, bom, ele não faz parte do planejamento, ele
ele apenas orden, >> o governador, o governador eh é o chefe das polícias, civil e militar, né? >> Sendo algo tão sensível assim, evidente que o governador foi informado pelo secretário de segurança pública, pelo Víor Santos. É evidente que o que o Governador sabia de muita das consequências, né, das possibilidades de êxito e fracasso. É evidente que o governador eh, infelizmente saiu vitorioso politicamente disso. Eu digo infelizmente por eh essa operação não serve para levantar alguém politicamente, é uma operação necessária para que a sociedade entenda que o comando vermelho tem que ser enfrentado. Mas eu
faço um parênteses Aqui que quando o Alkm assumiu o governo de São Paulo substituindo Mário Covas, teve uma grande operação aqui em São Paulo da Polícia Militar para prender bandidos do PCC no castelinho. >> Aham. >> Foram 13 bandidos do PCC mortos no ônibus. Seguindo pro interior, eles iam assaltar um carro forte. E a Polícia Militar, inteligência da PM, da Polícia Civil, se eu não me engano, também conseguiram achar o ônibus, cercar esse Ônibus e os bandidos foram mortos, né? E isso fez alavancar a popularidade do Alkm em São Paulo. >> As pessoas que não
conheciam ele >> passaram a entender que o Alb era o cara [ __ ] porque a polícia de São Paulo não dava mole pro PC. Então, operações como essa no Brasil, num país que tá de saco cheio com a violência, de fato, eh, >> acendem ondas conservadoras. >> Então, ninguém fala mais do tarifaço, Ninguém fala mais do Eduardo Bolsonaro em Washington, tá todo mundo falando do Cláudio. E e vou te dizer o seguinte, >> as redes sociais estão a favor do Cláudio, né? As viaturas da Polícia Militar hoje pela manhã foram aplaudidas nas ruas do
Rio de Janeiro. Aplaudidas. as pessoas passavam o o Tino Júnior da Record, a Record é uma emissora popular que atinge um segmento popular do Rio de Janeiro. Ele fez uma enquete, 95% das pessoas Apoiando a operação. Só o Lewandowski não percebe isso. >> Só o Lula não percebe isso. Mas setores da esquerda já estão percebendo. O prefeito de Marical, Quaquá, elogiou a operação. Ele entende da necessidade da operação porque ele sofre, Maricar. O comando vermelho invadiu a cidade dele para expulsar moradoras do Minha Casa, da minha vida. Então ele sabe como isso é danoso para
pro pobre. >> Uhum. >> Ele não é o Lewandowski, ele é um cara que veio da favela, é proletário, é esquerda raiz, é o PT que odeia bandido, que é aquele PT que anda de trem, de ônibus, né? Existe isso. >> Mas o PT sofisticado, Lewandowski, né? terno cortado, relojão bonito, eh, fino, >> morando longão desses problemas. >> Esse PT não reconhece isso. Porque por que que não reconhece? Porque eles são malvados. Não, porque eles desconhecem Mesmo a realidade. Eles vivem realmente em outro planeta. >> Total, assim, teóricos, né, cara? São pessoas que >> e
assim, eu diria que tem mais do que só do PT, tem uns tem teóricos que não entendem da na internet tem um monte. Eh, e uma parada que a gente tava conversando antes de começar o programa, que é o seguinte, que é o cara que não tá ali, ele não consegue entender mesmo. E eu sei disso porque como eu tava lá Até outro dia e como você sabe lá perto, >> tua origem é essa, irmão? Tu origem é essa? >> Você morou lá perto da terra da capivara, né? Que os já te falei, os ratos
lá são tamanho de capivara. >> Não, eu andava lá no jacarezinho, lá tinha uns porcos que parecia umas combi, entendeu? Andando por ali, já viu também? >> Você você conhece isso? >> É. E aí, eh, o cara que tá ali, pro cara Que tá ali, eu já falei isso algumas vezes, mas, eh, talvez seja importante dizer hoje também, que, eh, quando você tá ali vivendo aquela realidade, cara, é aquela realidade que existe, porque tu não conhece outra. >> Então, a partir do momento que eu saí dali, que eu fui entender que aquilo ali não era
normal. Beleza? Agora, o cara que não tá lá, o cara que não viveu aquela [ __ ] lá, ele não consegue entender que aquilo lá é real, entendeu? Que o que que aquilo ali que eh o quando sai na mídia assim uma operação começa que morreram cento e tantas pessoas aí vai para pro Brasil inteiro. Mas morre gente lá todo dia na rua de trás do cara, né? Tipo na rua de trás, no melhor lugar que eu morei lá no Rio. >> Sim. >> Dia sim, dia não, tinha corpo na na Honório. Então assim, é
é não é >> Honório. Foi o melhor lugar que tu morou no Rio de Janeiro, >> cara. Foi ali, cara. >> Pelo amor de Deus, nem me fale o pior, então, cara. por favor. >> Pior, você sabe. [risadas] >> Vamos lá. >> E aí, eh, o, o quem tá longe é tipo eu ficar tentando dizer eh, tentar cravar fatos sobre o que tá acontecendo lá em na Palestina, Israel e Palestina, porque tá tão longe e eu não vivo aquela aquela realidade que o máximo que eu posso dizer é putz, o que eu acho aqui, Deixando
claro que tá longo. E eu não tenho tanta certeza assim, entendeu? Então o cara daqui, o cara daqui de São Paulo, olhando pro que tá acontecendo no Rio lá, ou ele para falar com propriedade. É importante isso, porque ah, então quer dizer que só quem viveu lá pode falar mais ou menos, porque o cara que tá lá vivendo o dia a dia é quem entende. Porque assim, você acha que você entende, você acha que você entende lendo, você acha que você Entende vendo vídeo, mas quando você só entende quando tu tá pass, quando tu tem
que trabalhar e tu passa ali no buraco do padre. Ex. É só, é só assim que tu entende. Senão, fodeu, pô. >> E, e as paixões estão, tão tomadas. O debate realmente deixou de ser, eh, técnico, técnico, virou políticou político, ideológico, paixões, né? Eu eu vi uma declaração eh e eu deixo muito claro para você, cara, que que verdadeiramente eu tenho admiração pela, Pela ex-governadora Benedita da Silva. Ela foi a única governadora do Rio de Janeiro que não foi presa, por isso só a gente já tem que ter um respeito por ela imenso. E eu
tive a oportunidade de estar com ela algumas vezes. Ela realmente é uma pessoa eh inteligente, agradável e ela foi muito contundente dizendo que essa operação não tinha inteligência nem planejamento e que na época dela a polícia não matava, a polícia sequer tirava. Eh, tem uma Declaração dela eh eh nas na Câmara dos Deputados falando sobre isso. E eh Bruno, por gentileza, tem um recorte de jornal da Folha de São Paulo, quando a Benedita era governadora. Eh, eu dei o dado errado na internet, eu falei 1195 mortes, na verdade foram 900. Esse é a Folha de
São Paulo de 2002, o jornal. >> O período que a Benedita foi governadora do Rio, foram 9 meses. Ela sumiu do dia 1eiro de abril. E a Folha de São Paulo ressalta ali a a Fernanda da Escócia, Né, que foi o momento na série histórica que a polícia mais matou no Rio de Janeiro, sabe? A polícia da Benedita matou mais que a polícia do Garotinho. Do Garotinho saiu em 2001, né? Eu dei o número do Garotinho errado. Falei 700 ontem, foram 500. E da Benedita eu dei errado. Eu consultei no IA. >> O IA erra
para [ __ ] Eu não sabia, né? O IA misturou os dados eh do SUS, Data SUS com os dados do ISP. São dados diferentes e eu peguei eh uma Metodologia errada. Então, me perdoa quem me segue, mas ainda assim o período da Benedita foi quando a polícia mais matou. Na gestão da Benedita, a polícia matou mais do que na gestão do Cláudio Castro, tá? Na gestão da Benedita, a polícia matou mais do que na gestão do Anthony Garotinho. E a Benedita foi pra televisão ontem dizer, >> e ali tá escrito morte de civil. Mas
assim, >> é porque a gente chama de morte por Intervenção policial, né? É um termo bonitinho. Então, essa foi a gestão da Benedita. Eh, foi o mês, se eu não me engano, de agosto. Ela fecha o ano com 900 mortes. No mês anterior, no ano anterior foram, se eu não me engano, 500 mortes, né, por intervenção policial. Mas a Benedita pegou um problemão. >> Hã, >> em 2002, o Comando Vermelho tava demais. Ele atacou o palácio Guadabara, Atirou no palácio, atacou a prefeitura do Rio de Janeiro na época da gestão do César Maia. O Comando
Vermelho queimou o ônibus e uma senhora morreu queimada dentro do ônibus. O Comando Vermelho evitou que a senhora saísse. Não, você vai morrer queimada. Fica aí. Tá no jornal, tá? >> O Comando Vermelho atacou quatro escolas municipais, né? >> Eh, isso tudo foi em 2002, outubro de 2002. O Comando Vermelho colocou uma Bomba na porta do Shopping Center Rio Sul em Botafogo. A bomba explodiu. Que bom, não morreu ninguém. Naquela época, muitas pessoas que dizem hoje que isso não é terrorismo, diziam que isso era terrorismo. >> Então, as pessoas mudaram de ideia sobre o que
é terrorismo e o que não é, só em função de quem está no governo. Então, pegue os jornais de 2002 e leia as matérias sobre o Comando Vermelho atacando escolas municipais, o Comando Vermelho atacando o Palácio de Guanabara, o Comando Vermelho atacando a prefeitura do Rio, o Comando Vermelho colocando bombas, matando uma senhora queimada dentro de um ônibus. Então o debate é político, não é técnico, não é verdadeiro. Isso é terrorismo. Sim, Igor. >> Eu também acho que >> o Lewandowski está total. Se você tá querendo colocar o estado de joelho, sabe? Porque o objetivo
dessas ações, Atacar o Palácio Guanabara, atacar uma escola municipal, não é receber dinheiro. O objetivo dessa dessa ação é fazer que o governador eleito pelo voto direto mude de opinião. Isso é uma ação de terror. Isso é colocar o estado democrático de direito ajoelhado, né? Então, eh, não sei quais são os argumentos do Lewandowski para refutar o que eu estou falando, mas isso não é banditismo. Eh, você vai trazer aqui no Futuro aquele juiz que eu te falei, o Eduardo Lemos, que lançou o livro Terrorismo Brasileira, um juiz do Espírito Santo. >> Ele coloca toda
essas situações que eu tô colocando para você >> Aham. >> E coloca aplicado na legislação europeia, né? O nome do livro é terrorismo brasileira, >> certo? >> Lá na Europa, isso é terrorismo, né? Então, a a insistência do Lewandowski em afirmar que eles não são terroristas vai levar à ruína a campanha presidencial do PT, porque essa operação reacasu o ânimo conservador do Brasil. Os brasileiros não suportam mais essa lengalenga de dizer que a culpa do crime do Brasil é do maconheiro. O Lula disse essa [ __ ] >> É, ele falou, ele dis >> na
semana passada o Lula virou capitão. Vitão, ficou chateado lá. O Lula virou o Capitão nascimento. O capitão Nascimento em 2007 pegava aquele menino pelo cabelo. Sabe quem é o culpado dessa [ __ ] aqui? O culpado é você. >> É tu que financia essa [ __ ] aqui. >> O capitão nascimento em 2007 não tinha conhecimento de tudo. Ele vai evoluindo, né? Ele vai entendendo a dinâmica do crime. Ele percebe que o crime organizado não sobrevive de maconha e cocaína, mas sim de bujão de gás, de Cigarro paraguaio, de lavagem de dinheiro na Faria Lima
e de sinal de TV de internet furtado. Então o Capitão Nascimento, ele ele ele ele compreende a dinâmica. O Lula não, o Lula continua >> achando que esse jovem ali é o culpado pela violência do Rio de Janeiro. E não é do Brasil, não é, viu, irmão? Não é. Você vai vai sentar um cara aqui semana que vem e vai dizer para você que maconha e cocaína é só 11% da economia. Então o presidente da República que diz Isso, primeiro é irracional. Eu não vou chamar ele de burro não, que burro ele não é. É
irracional. Segundo é perigoso porque a política de segurança pública do Brasil é ditada por ele e pelo Lewandowski. >> Uhum. >> Se o Lewandowski vier aqui, pergunta pro Lewandowski. Lewandowsk, você concorda com o Lula que a culpa é do maconheiro? Pergunta, por gentileza. pergunta, não sei. Ele vai empurrar você porque ontem Ele empurrou o diretor da Polícia Federal, viu? Na na coletiva >> o diretor da Polícia Federal foi dizer, o delegado Andrei foi dizer que sabia da operação, né? [ __ ] ele ficou desesperado, deu logo o empurrão do delegado para ele não dizer, >>
porque o governo federal sabia da operação. Sim, e agora tá dizendo que não sabia, né? Eh, a Polícia Militar foi a Brasília em janeiro, pediu os blindados emprestados, aqueles blindados Que foram usados no governo Cabral, no governo Dilma, né? E foram emprestados pra polícia militar. >> Não, tanque de guerra. >> É, olha, vou vou explicar >> que o tanque de guerra não sobe ali. >> É, vamos vou explicar. Eh, Bruno, consegue colocar aí no teu, na tua internet rapidinho M13 blindado. M113. É o o caveirão quando ele chega na barricada, ele não consegue Passar pela
barricada. Esse aí é o M13, tá? É uma viatura blindada de transporte de pessoal. Quem possui ele no Rio de Janeiro é a Marinha do Brasil. O exército brasileiro possui, mas estão nesse momento no Rio Grande do Sul, no Rio de Janeiro, quem tem a marinha. Essa viatura aí, ela passa por cima da barricada com uma facilidade, sabe? E detalhe, >> você pode mandar bala nessa viatura que o policial lá não vai se machucar. O Caveirão às vezes o projétil ultrapassa, tá? É quando você concentra muito tiro no para-brisa, o para-brisa não suporta. Então, >>
tiro de fuzil de qualquer coisa ou tem que ser um ponto 50, ponto 50 passa. Eh, esse aí segura ponto 50. Então assim, isso aí, se o Lula emprestasse isso pro Rio de Janeiro, nós não teríamos hoje certamente os dois policiais civis mortos, tá? Então, uma ferramenta dessa emprestada, você ia facilitar a Sobrevivência dos policiais e também ia reduzir a morte dos bandidos. Pimentel, você tá maluco? Sim. Quando o bandido enxerga isso, ele percebe, não tem jeito, eu vou colocar o meu fuzil no chão. Então, a maldade do Ministério da Defesa e não emprestar isso,
o Ministério da Defesa alegou eh em janeiro que tinha que ter um parecer da AGU. Estranhamente, esse parecer não era necessário quando o Cabral pedia, mas quando o Cláudio pede É tudo para sacanear. Essa é verdade, cara. Porque por que mentir? É tudo para sacanear. >> Por que mentir? Ah, vou mentir aqui. A verdade é essa, [ __ ] né? Então assim, aí tá aí eh uma picuinha. O governo federal não sabe o que faz. A direita se fortalece do Brasil porque o pobre é conservador e o pobre odeia bandido. E essa operação eh faz
ressurgir no Brasil o conservadorismo, a esperança de que você pode enfrentar o crime debaixo de Porrada. Isso é muito interessante. Isso é verdade. Na verdade, que que eu quero dizer que é bom lá onde eu tava, realmente o pobre ele é mais conservador, ele realmente odeia o bandido, cara. Ele ele não é que ele respeita, ele precisa conviver no fim das contas porque não tem muita escolha. O cara tá ali e é ele que tem o dentro daquele território, ele tem o monopólio da força. Ele é a polícia daquela [ __ ] daquele lugar ali.
Não dá pro cara. E existe uma lei paralela ali dentro. Isso. >> Quem teve mais voto no alemão, Igor? Frecho ou Cláudio Castro? >> Eu vou chutar que é o Cláudio Castro. >> Exato. Na roça, na na Jaquarzinho também. O o o cara que >> o Cláudio Castro não foi o Witzel, né? O Cláudio Castro. Não, o Cláudio Car foi eleito no no primeiro turno na última eleição. O Vitson foi na na eleição passada. O Cláudio era vice do Vitson. Nessa eleição agora >> que o Lula foi eleito, né? O Cláudio foi eleito do primeiro
turno, cara. >> É verdade. >> Primeiro turno, né? E com a votação eh de 49% na capital. Então, o Cláudio foi o mais votado nas nas favelas do Rio de Janeiro. A esquerda não percebe isso, cara. Sabe? Não foi o Frecho, meu irmão. Sabe com todo o carinho pelo Frecho, viu? Tu sabe que eu gosto dele, né? Então assim, o pobre não aguenta mais o Comando vermelho. O pobre não aguenta barricada, cara. A a a a minha teoria aqui, eu já falei para você, é que o fenômeno Buquell no Brasil vai surgir num estado do
Nordeste. Ou vai ser o Jerônimo que não vai aguentar mais a Bahia pegando fogo, ou vai ser o Elumano que vai mandar a polícia dele agir com energia, como agiu hoje. >> Aham. A polícia do Ceará matou hoje sete bandidos do Comando Vermelho, né? Eh, mas como é do PT, como é, ninguém vai Falar sobre esse assunto, né? A Benedita não vai falar sobre isso. E o Lewandowski não vai dizer também que a polícia do Ceará errou, né? >> Então, a questão é politizada e nós, eu sou de direita, tu sabe, mas nós de esquerda
e de direita temos que sair dessa politização e buscar uma solução pro Brasil. Temos que buscar solução. Ah, >> hoje a Malu Gaspar fez uma uma postagem, Malu Gaspar jornalista, né? Ela Mostrando que uma questão que as pessoas estão esquecendo os bandidos em Bangu 3 durante a operação ordenando o fechamento das ruas. Ou seja, estamos lá operando na favela, tentando prender o doca e o bandido tá na cadeia mandando tocar o terror no Rio de Janeiro. E a Malu Gaspar lembrou que um dos bandidos Maitor já foi transferido para preso federal e voltou. [ __
] meu Deus do céu. É tão óbvio o Que a Malu Gaspar disse, jornalista, o Maitor não pode ficar em banco três, [ __ ] Mas sempre tem um juiz que manda voltar. Ou seja, não dá para resolver o problema do Rio deixando o Maitó no Rio de Janeiro, o Maitó e tantos outros, tá? Então, cara, se a gente não sentar e compreender isso, sabe? É, é, é aquela questão que o Derrite falava aqui da saidinha, é a questão da audiência de custódia, é é a questão de um ministro da justiça continuar insistindo na tese
Do desencarceramento, né? Não dá, cara. Não dá. Mas Pimentão, imagina assim, agora a gente tá na, estamos na sexta-feira da semana que rolou todo essa operação. >> Eh, se você fosse o ditador do Rio de Janeiro ou do ou talvez a gente precise subir mais o nío, fosse o ditador do Brasil, >> o que o que que tu mandaria fazer agora para agora que já houve operação, agora Que já morreram vários assim, centenas de bandid centenas não, mas cento e tantos bandidos. Eh, o que que tem que fazer lá agora? E o que que não
pode? O o que que o que que tava errado que precisa arrumar? Por exemplo, tem que mandar o o Maitor lá pra casa do [ __ ] >> Mandar o Maitor para Mossoró, com certeza, pro presídio federal. O Maitor e tantos outros que estão no Rio de Janeiro, tá? O Cláudio Castro já tinha Pedido já, tá? 10 vagas em presidos federais. Mais emergencial hoje, nós temos do Rio de Janeiro uma brigada de elite do exército, brigada de de infantaria paraquedista, mais ou menos 3500 homens. ocupar o complexo alemão para hoje. >> E pode isso do
ponto de vista isso do isso assim é que eu falei que se você fosse o ditador, né? Ditador >> é do ditador fora. Pode. Mas mas no na do jeito que tá hoje existe uma eh Existe alguma lei que impede isso? O hoje o exército brasileiro tá mobilizado na COP em Belém com 5.000 homens, que é uma GLO. Hã, >> o governador do Pará e hoje tá aceitando lá no Pará, em função da COP, 5.000 homens das Forças Armadas, realizando policiamento, patrulhamento ostensivo, >> Gli garantia da lei, >> garantia da lei da ordem. Mas e
eu já te contei uma história real, legal, positiva. Em 2010, quando o Exército brasileiro ocupou o complexo alemão >> Uhum. com a nona brigada de infantaria, eh, o comandante do batalhão Sampaio, regimento Sampaio, Coralel Montenegro, ele ficou lá 19 meses. Ele ficou lá 19 meses com zero homicídios. Então, funcionou. >> Uhum. Não teve Doca, não teve Marcinho VP, não teve assassinato na rua, não teve mulher sendo esquartejada pelo Comando vermelho, eh não tinha barricada, mas também não tinha balif, porque o exército brasileiro proibia. Então, se a gente considerar que a preservação das vidas humanas é
a coisa mais importante a ser perseguida, a ocupação do exército brasileiro no alemão foi um sucesso total. Mas o exército brasileiro não podia revistar casas porque é o estado democrático de direito. Você só pode entrar numa casa com a autorização Judicial. >> Uhum. >> Se o exército brasileiro não vasculhar as casas, a gente não localiza os fuzis. Se não localizar os fuzis, o Comando Vermelho vai voltar, vai se >> vai esperar o tempo que for, >> vai se reorganizar. >> Uhum. e vai atacar os policiais, como foi exatamente o que aconteceu. Eu estava na Globo
nessa época, eu era comentarista de segurança pública e eu Via o dilema do coronel Montenegro. Ele sabia as casas onde os fuzis estavam, porque ele já usava drones para acompanhar os bandidos andando, mas ele não tinha nenhuma autorização judicial para ir lá pegar o fuzil. >> Aham. >> Não tinha. E toda vez que ele tentava junto a um juiz, o juiz dizia: "Cara, mas eu não posso dar mandado de busca apreensão coletivo. Tá bom, então tá tudo certo. >> Então vai ficar ali, quando eu for embora vai voltar. >> Ficar aí tá tudo certo. É
isso. É isso, é isso que a esquerda quer. É isso que o jornalismo quer. É isso que o juiz quer. É isso que a sociedade quer. Então tá tudo certo, pô. Eu não, eu que não vou invadir uma casa sem autorização judicial. Então combinamos, a gente quer o Brasil uma merda. É isso mesmo. Tudo certo, né? Tudo certo, meu irmão, né? Eu acho que o exército brasileiro deveria Dispor de autorização em situações excepcionais para revistar casas, né? Eu acho, senão, senão não funciona. Senão o morador vai ser refeito do comando vermelho. Hoje o um artigo
do Renê Silva, voz da comunidade, ele falou: "Porra, essa operação já aconteceu há 15 anos. >> 15 anos atrás já tivemos essa operação, né?" >> É. >> E e nada mudou, [ __ ] Porque um dos Principais motivos dá para dizer que é o estado não ocupou a favela. Então entra lá. >> Sim. >> No nesse caso de terça-feira, o estado eh a polícia, as polícias entram lá. >> Eh, >> qual a palavra que usa? Eh, neutralizam vários bandidos e >> enfraquecem a facção, né? >> Enfraquece a facção. >> Prendem bandidos, apreendem armas e Matam
alguns >> devido as circunstâncias necessárias. E aí pega a arma, pega tudo isso daí. Mas daqui uns, provavelmente, se a gente subir lá agora lá já não tem >> não. Não. Ah, [ __ ] Num. >> Duas horas depois da operação, 2 horas já tinha fuzil. >> É, >> tem imagem disso aí. Duas horas depois que o BOP retraiu, já tinha bandido de fuzil. Já tinha bandido obrigando o Morador a carregar corpo. Já tinha bandido obrigando o morador a recortar a farda. >> Teve isso, né, cara? >> É. Então, cara, a ditadura do Comando Vermelho
retornou ao ambiente algumas horas depois. Eh, eh, eu não posso dar nome de colegas aqui, mas muitos colegas da polícia estavam revoltados e eles queriam ficar. [ __ ] Pimentel, até respeito aos colegas que morreram. >> A gente tem que ficar aqui, [ __ ] A Gente tem que permanecer porque tem mais fuzil para ser aprendido. Certamente tem mais lideranças a serem empresas, né? Eh, e retrair nesse momento é dizer pro morador: "Olha, daqui a se meses estamos de volta aí. E aí, meu amigo? E aí ninguém aguenta realmente isso?" Eh, então, se eu fosse
o ditador que você falou hoje, eu eu mandava ocupar o complexo alemão, mandava afastar o Lewandowski também, com certeza, porque eu acho que que a a eu acho que ele não Conhece as realidades do Brasil, não do Rio de Janeiro, não. Ele não conhece as realidades do Brasil. >> Ele, por exemplo, ele ele não fala nas suas coletivas sobre a questão das barricadas, né? Ele não fala em suas coletivas sobre uma tragédia humanitária no Brasil hoje, que são moradores expulsos de suas casas em Fortaleza, em Maranguape, em Alápoles, em Salvador, né? Ele não fala. Essa
é o maior problema de segurança pública do Brasil. E ele não fala ou porque ele não conhece, ou porque ele tem vergonha de enfraquecer os governadores do seu partido, mas ele não fala. Então, >> pode ser essas duas possibilidades, né? Eh, assim como ele não fala que a Polícia Militar da Bahia, do Jerônimo é que mais mata do Brasil, assim como a Benedita da Silva não fala também. A Benedita, Benedita da Silva e alguns deputados do da esquerda pediram a prisão do Cláudio Castro em função da Letalidade policial, né? Mas eles esquecem de olhar os
números para perceber que a polícia que mais mata é a do Jerônimo. Mas ninguém vai prender. E eu também não quero que prenda do Jerônimo não, viu? Aham. >> Porque eu acho, sinceramente, não conheço Jerônimo pessoalmente, mas conheço muitos coranéis e delegados da Bahia. Eu acho sinceramente que a Bahia está no caminho certo. A polícia lá tá prendendo muito, né? O que que acontece Lá? >> Tá matando, cara. >> O o a porque o os bandidos do Sudeste estão olhando pra Bahia como uma oportunidade de domínio territorial e tráfico de drogas. O que que tá
acontecendo? >> Não sei se eu te contei, Igor. Eh, >> gestão Jaques Wagner, gestão Rui Costa. Cada um foi eleito duas vezes. >> Esses dois governadores que eu não conheço nem o Rui Costa pessoalmente tão Pouco Jaques Wagner, eles conseguiram algo muito legal na questão social. A Bahia reduziu o número de desempregados em 680.000 pessoas. Foram 680.000 empregos de carteira assinada eh eh que foram criados, né? A Bahia teve uma melhoria no IDH, era o IDH baixo 0661, foi para 0775, que é IDH alto. IDH são indicadores de saúde, eh, de longevidade, né, de educação,
né, e também de renda. Então, a Bahia melhorou no social, isso é Innegável. 1.1.000 baianos saíram da linha da miséria. Ao mesmo tempo, nós dobramos o número de homicídios. A Bahia ficou duas vezes mais violenta, tá? Então aquele colega da esquerda que diz que o problema da violência é desigualdade social, os números da Bahia não provam isso. Nós melhoramos os indicadores sociais em 12 anos e a Bahia ficou duas vezes mais violenta. Perfeito. >> Aham. >> É triste falar isso porque isso gera uma confusão mental no esquerdopata. O esquerdopata ficou: "Ué, mas não é então".
Então por causa da facção, sim, a facção foi para lá, disputas territoriais, é o estado da federação que mais possui facções. Eh, a polícia da Bahia, cara, é muito boa. Os caras colocam barricada, eles vão lá e tiram a barricada dois dias depois. Eles estão persistindo, cara. Eles não querem perder a guerra, eles não querem que Salvador vire o Rio de Janeiro. É fato. Eh, não conheço o comandante geral da Bahia pessoalmente, mas todo mundo fala bem. o secretário de segurança pública da Bahia, Marcelo Werner, todo mundo fala bem da do caramba do cara, tem
que trazer ele aqui também. >> Mas, cara, vamos lá, >> os números estão assim, ó. É o estado mais violento da federação, né, em números eh eh absolutos e relativos. Eh, é é a polícia que mais mata no Brasil em Números relativos, mas também foi em absoluto ano passado. Mas o Jerônimo conseguiu algo que o Rui Costa não conseguiu e que o Jack Wagner não conseguiu. O o o Jerônimo conseguiu reduzir a violência nos últimos 24 meses. Ele conseguiu uma redução de homicídios, mas é lógico que essa redução é provocada pela energia da Polícia Militar
e da Polícia Civil. A polícia lá tá matando para [ __ ] né? Eu pego alguns casos da Bahia que são Simbólicos. No carnaval, a Polícia Militar da Bahia matou 12 bandidos >> em operação uma noite. E um oficial da PM da Bahia me ligou: "Pimetel, eh, esses bandidos que foram mortos pela polícia em confronto, eh, seis ou sete tinham sido soltos numa numa numa sa numa saidinha de Natal meses antes, né?" >> Aham. Daqui a pouco o Jerônimo vai perceber, camarada, com essas leis aí nada feito. Daqui a pouco o Elumano do Ceará vai
perceber com essas leis aí nada feito. E vai chegar pro Leevandovski para dizer: "Levandos esse papo teu todo aí que você tá mandando de desencarceramento, né? Eh, de de eh de PEC da segurança pública, me perdoa, >> não vai rolar. Deixa que a minha polícia sabe o que tá fazendo. O que eu preciso aqui efetivamente são leis que garantam que esses bandidos permaneçam na cadeia. E você viu o esforço do PT para não deixar o projeto do Derhit de acabar com A saidinha e à frente. >> O PT se esforçou, hein? O PT se mobilizou
para que o projeto do Derhit para acabar com a saidinha >> não fosse à frente. Lembra disso? Então, como é que como é que a gente vai acreditar numa política de segurança pública de um cara que acha que a ideia do Derhit não é a ideia eh urgente, necessária pro Brasil, né? É verdade. É um momento, é um momento assim de um pouco de confusão para quem não tá lá no Rio de Janeiro, porque é bem claro, de fato, assim, eu acredito que é bem claro pro cara que tá no Rio de Janeiro lá, que
uma essa operação ela tem uma ela acaba tendo querendo assim, não tô dizendo que é maneiro que morreu um monte de gente. Seria incrível se todos os caras que estavam mortos ali tivessem abaixado o fuzil e tivessem ido presos. A gente também sabe que provavelmente daqui a pouco eles estariam na rua de novo, né? Então, eh, quando a gente fala em mexer com é que com essa lei aí não dá, a gente tá falando, na tua opinião, Pimentel, de uma constituinte nova, estamos falando de uma de uma de umas emendas. Que que a gente tá
falando de do endurecimento no que já existe? Que bom que tu contou essa história, porque vamos lembrar desses que desceram da escada agora com fuzis, né? Esses 30 e tantos que estavam nessa casa. Eh, eles não reagiram. Os que estavam no Segundo andar não tentaram matar policiais. Os que estavam no primeiro andar foram mortos, inclusive eh balearam policial. Os do segundo andar, se tiver alguém primário ali, ainda que preso com fuzil, eh, numa média aritmética simples, eles vão voltar paraas ruas em 11 meses. Então, em 11 meses, eles vão estar de volta no complexo alemão.
Tá claro para tá claro para você, né? Aham. >> Talvez não seja claro pros colegas da esquerda, mas para você tá claro. Ou seja, se aquele bandido não ficar preso por muito tempo, e que muito tempo é esse? Eu não sei, 6, 7 anos, 8 anos, 9 anos, o que eu tenho certeza é que a liderança da facção hoje, os Maitor, os Marcinho VP, os eh eh os abelha, os peixões, eh os docas, né? O que eu tenho certeza é que esses caras não podem sair. Por quê? Porque ele continua líder da facção. Ele tem
que dar ordem, ele tem que determinar invasão, ele tem que determinar quem vai ascender ou quem vai descer. >> Eh, então a liderança >> vai estar no crime continuado, sabe? O, se o cara fez a opção de ser líder, olha, eu lamento, cara. Vai vai ficar preso para sempre. Você vê o o o Celsinho da Vila Vinten, o cara puxou 20 anos de cadeia. O cara saiu da cadeia Três meses depois foi preso de novo porque a polícia civil juntou provas de que ele tava no crime de novo. Ou seja, o ccinho da vila Ven
não podia ter sido solto. Foi solto de novo, viu? Então é, então assim, e o socinho da Vila Ven já vai mandar invadir uma facção rival e pessoas vão morrer em função dessa decisão desse juiz ou desse desembargador, eu não sei, eh que certamente não é corrupto, viu? Mas decidiu na letra da lei >> que o cara tem que voltar para casa. Então, é uma questão de legislação, é urgente. Eh, e eu te contei um outro lance aqui, cara, sobre a questão do do homicídio, né? O o homicídio no Brasil, quando alguém mata alguém, >>
não é o juiz da vara de de criminal que vai julgar, é o Tribunal do Júri, né? >> Então, eh, >> você vai fazer um sorteio e vai sortear pessoas do povo para compor um júri, né? Você, eu perguntei isso pro, pro Joel Uma vez, você participaria do júri do você do do Doca, você fosse sorteado, Igor, o você acabou de ser sorteado pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. Tu vai, você vai ser jurado. >> Só se eu tiver de máscara e com sintetizador na voz. [risadas] Aí eu vou. E aí? Com a
cara limpa. >> Não, falando sério. >> Não, eu tô falando sério. Com a cara limpa. Volar isso. E do e do Rogério de Andrade. Você seria júri do da do Rogério de Andrade tá sendo investigado por algumas mortes do Rio de Janeiro, inclusive inclusive é do primo dele. >> Isso. Esse é supostamente um dos princi assim, o cara é um supostamente um mafioso para valer assim de deixar com inveja os italianos esse mal. Sim. É. Inclusive eu já disse para você uma vez aqui que o filho dele foi assassinado de forma covarde, uma covardia da
[ __ ] Mas eu não participaria do júrio do Rogério de Andrade, sinceramente, cara. Sinceramente, eu ia ter medo, [ __ ] né? >> Claro. >> Então, a uma proposta aí de um grupo de de juízes corajosos no Brasil é que todos os homicídios eh patrocinados pelo narcotráfico, a gente chama de narcídio, >> Uhum. >> Eh, não sejam mais julgados pelo Tribunal do Júri, sejam julgados por juízes de vara criminal. É verdade. É diferente você testemunhar no no homicídio de um cara que >> pegou uma arma, ficou, sei lá, tava bêbado, vizinho, né? >> É,
pegou, deu um tiro no cara. >> E de um cara líder de facção, meu irmão, cara. Morador da Penha, sorteado para >> para morador do Meer. Foi sorteado para uma >> Não vai. Isso é, isso é, isso é tão, isso é tão fácil de se entender. E mas que é [ __ ] porque eu eu me parece a sensação que eu tenho é >> precisa tá lá para entender essa [ __ ] Mané. Porque o cara que não tá lá, ele não consegue, ele Como assim, cara? Por que que o policial não pode morar dentro
da favela com tranquilidade? [ __ ] meu irmão, >> vem cá, pega uma cena para mim aí, Brunô. Eh, famílias sendo expulsas de casa e no Ceará. uma cena da viatura da polícia, porque eh nenhum jornalista do Brasil deu isso até hoje. Igor, eu vou aproveitar teu Espaço aqui para mostrar essa [ __ ] né, cara? É uma é uma >> é uma esse fenômeno que eu disse para você, que é esse fenômeno que é uma tragédia urbana no Brasil hoje, humanitária, né, na na África a gente chama de êxodo de guerra, né, deslocamento de
guerra, né? Eh, isso acontece no momento, acontece normalmente em Burquinafaso, Nigéria, Alepo, mas isso acontece também no Ceará, no estado de Mano Freitas, né, no Estado do PT. Então, eh, muitas famílias expulsas, poucos jornalistas no Brasil com coragem de falar sobre esse tema. E, e eu vi três ou quatro imagens que me chocaram, o morador fazendo mudança e a viatura da polícia do seu lado para te dar proteção. >> Aham. >> Aí você pensa em algo assim. Calma aí. Se se o morador tá tendo proteção da polícia para fazer a mudança, o morador foi expulso
da periferia pelo Comando vermelho. Por que que a polícia não chegou dois dias antes para garantir que o morador fique? Não, não é, não é lógico para você. Não é lógico. >> Isso. Não é lógico paraa segurança pública do Ceará, né? Ele manda viatura. Se eu fosse o governador humano, eu chamava o comandante da polícia, cara, monta o teu QG, a tua base na [ __ ] desse bairro e se alguém sair de casa, você perde o teu comando. >> Aham. >> A partir de agora, ninguém vai ser expulso de casa mais. Se eu sou,
eu humano, tá? Eu eu não ia tolerar essa vergonha pro meu governo, porque isso vai acabar com a possibilidade de reeleição do Eu humano. Ele vai se ferrar com isso. Ele deve concorrer lá com com Ciro Gomes, talvez, né? outro candidato, mas que se dane. >> Eh, será que ele não tá percebendo? Porque o o o o você expulsar um morador de casa hoje Não é uma pistola na sua cabeça, sai de casa. Não é isso, não é uma extorção assim simples. É um garotinho de 11 anos que pega um um spray e picha na
parede, vaza e você não paga para ver. Então é um crime quase invisível. Eh, gera um medo incrível. E se você prender esse menino, ele não vai ficar preso porque ele é menino. E se você prender um adulto pichando vasa, também não vai ficar preso porque não tem >> um tipo penal muito específico. >> E aí, Igor? [ __ ] um deputado do PT, olha como eu falo bem do PT de vez em quando, uma vez por cada 100 anos eu falo bem do PT. um deputado do PT, >> hã, >> deputado do Rio de
Janeiro, Dimas, >> ele propôs agora a Hugo Mota uma lei tipificando o crime de expulsão de casa. Eh, intimidar, eh, provocar, ameaçar, né? Eh, >> porque aí tu consegue pegar isso daí, o Cara pichando. >> Agora, olha a jogada. A jogada, >> hã, >> não pode ser uma pena inferior a 8 anos. Por quê, Pimeteu? Porque qualquer pena inferior a 8 anos do Brasil, >> cara não fica preso. >> O cara responde liberdade. Aí o cara que pichou vai lá e vai te matar depois. >> Já temos casos no Ceará de pessoas assassinadas porque não
saíram das suas casas, tá? Então tivemos muitas famílias Que fugiram e tantas outras famílias que permaneceram eh eh optaram por ficar. Como é que acontece esse processo? Imagina que a facção Comando Vermelho invade um bairro para expulsar a facção rival e descobre que a dona Joana é tia do do traficante da quebrada, né? Dona Joana, sai da sai de casa. >> Que o Marcelinho é primo do bandido. Marcelinho, sai de casa. Então assim, no final ele manda para fora do bairro 40 famílias, 50 famílias. Alguns Jornalistas falaram de cidades fantasmas, que é o fenômeno do
Nordeste. Achou isso aí? Não, Bruno. >> Achou essa [ __ ] Não >> tem. procurar. >> Ó lá, vê se aqui alguma coisa. >> Aqui é eh eh calma aí. Famílias expulsas de casa no Ceará. É que tem uma foto, aquela, aquela imagem ali, a tem uma foto aí que é uma, são duas fotos de viaturas da polícia. Eh, >> bom, ele vai procurar para nós ali, >> tá? A viatura da polícia dando cobertura, cara, assim, constrangedor pro policial. O policial deve estar envergonhado, >> pô, eu tô aqui para para facilitar a tua fuga de
casa, né? Deixa eu te perguntar uma parada que tem a ver ainda com Rio, que é o seguinte, cara, que me ocorreu aqui. >> Eh, depois de uma operação como essa que aconteceu na terça-feira, que você falou que duas horas depois já tava lá o cara Com fuzil de novo, >> eh, >> esse uma ação como essa com certeza enfraquece a facção que tá ali naquele local e a polícia ela vai embora quando acaba a operação. Vamos no final do dia a polícia vai embora. >> Sim. Eh, cara, isso não é não dá uma uma
sinalização. A gente corre o risco de ver uma tentativa de invasão eh lá nos no complexo do Alemão e da Penha eh por por outras facções ou por milícia após o Enfraquecimento do do crime local ali. Cara, >> eh para quem não é do Rio, né, o Comando Vermelho tem uma base de operação tão consolidada, tão forte quanto alemão, que é a Rocinha. Aham. >> É um pouquinho mais assim, eh, talvez 200 fuzis a menos, né? Eh, lembrando que o BOP há 5 meses e a Polícia Civil e a polícia do Ceará também estiveram na
rocinha para prender bandidos cearenses e os bandidos, 400 bandidos fugiram pra Mata. O Bopa, e a opção do BOP foi não matar os bandidos porque ia acontecer uma tragédia, né? Então, muita gente da imprensa, inclusive disse que a polícia se omitiu, né? Então, a imprensa ora quer que a polícia mate todo mundo, hora diz que se omite, né? >> Mas eh a existe um bunker, um QG do Comando Vermelho na Rocinha, que é muito poderoso. Eh, e existe também o Chapadão, que também tem uma base do CV muito poderosa, e também tem algumas Favelas da
maré, porque maré é metade TCP, metade CV, >> tem algumas favelas. Então, a a porrada da polícia, ela foi basicamente no alemão. >> Uhum. >> E a capacidade de regeneração do comando vermelho é quase que instantânea. >> Entendi. >> Eh, eh, aquele papo, eh, vão colocar mais 100 bandidos, é verdade. Eh, talvez alguma transferência, tem se ver na Baixada Fluminense, tem se ver na região dos lagos, tem se ver em em Angra dos Reis. Então, a e no mundo real, meu amigo, ele e talvez eles recoloquem esses fuzis lá em três ou quatro semanas, tá?
É triste, cara, falar essa [ __ ] mas é verdade. E aí, e aí por esse motivo que eu disse para você, ditador fosse, não quero ser ditador, nem quero ser político, mas se fosse ditador, eu botava brigada paraquedista lá Ontem ou anteontem, né? A, então, então uma operação como essa serve para intimidar ou ou sei lá? Agora eu fico pensando se bom, o cara que é bandido, o cara que o cara que é um faccionado assim de alto escalão, eh, não é difícil imaginar que ele tem conexões também no poder público, né? Eh, >>
então [risadas] não é difícil imaginar não. Mas calma aí, fala com cuidado, hein? Os caras vão ficar putos. >> Não é difícil imaginar que o cara tem eh Conexão com com o mundo político também. Então, não é difícil imaginar também que eles têm informações, pode ter uma informação aqui e ali sobre uma operação que vai acontecer e tudo mais. Eh, mas uma porrada como essa no comando vermelho, eh, assusta também os caras do do terceiro. Os caras >> peixão, o peixão deve tá deve tá com cagaço da [ __ ] porque as últimas três tentativas
de pegar o peixão fracassaram, né? com mobilização de Efetivo de 400 homens, com muitos policiais feridos, com sete civis mortos, você lembra disso? Uhum. >> Atacados pelo terceiro comando. E o terceiro comando do Peixão, ele é basicamente eh basicamente é a cidade alta, vigar geral, Lucas, né? Eh, o o terceiro comando do Peixão não tem capacidade bélica de atravessar o rio e invadir o alemão, não. Apesar da proximidade não é tão longe. >> Aham. Eh, o Peixão conseguiu em 2017 tomar a cidade alta. Eu acho que na história das guerras do Rio de Janeiro foi
uma a maior guerra assim, maior ousadia do Peixão. E possivelmente, Igor, possivelmente naquela época com ajuda de alguns policiais militares, tá? Eh, diz a lenda que usaram dois blindados da polícia na época, não do BOPE, mas de algum batalhão. A gente sabe que isso é verdade. E eu lamento falar isso, >> mas aqui eu falo mal da polícia muitas Vezes também. Eh, o Peixão tomou a cidade alta em 2017. E quando você vai pensar na história do uso do drone em guerras no mundo, todo mundo acha que que a primeira utilização de drone em guerra
foi guerra da Ramênia. com o Azerbaijão. Hã, >> porque a guerra da Ucrânia com a Rússia foi depois, né? >> A primeira utilização de drone em guerra no mundo foi o Peixão utilizando 12 drones na Cidade Alta em 2017. Pode Buscar qualquer relato de internet. Não tem. Eu eu desconheço alguma força armada irregular. Hoje em dia as FARS na Colômbia utilizam drones, a Rússia utiliza a própria Ucrânia também utiliza muito. A maior letalidade hoje dos exércitos hoje em combate >> através do drone. >> E e eu já disse uma vez para você aqui que a
que a que o drone seria que ele Veio para ficar. Ele veio para ficar. A possibilidade não é para deixar ninguém desesperado. A possibilidade do do Comando Vermelho utilizar esses drones nos próximos dias para ações terroristas, né? Bombardear prédios públicos, delegacias, batalhões, aeroportos, é bem razoável. Vai pegar uma maquininha, vai voar. Lembrando que o complexo alemão tá muito perto da cabeceira do aeroporto Tom Jobim, né? Muito perto mesmo da cabeceira. Eh, mas burrice fazer fica, fica tranquilo. Quê? >> Não seria uma [ __ ] burrice, porque assim, uma ação estourar, veja, estourar um um ataque
a um aeroporto, a uma a uma sede da prefeitura, alguma coisa assim, meio que justifica a subida mais intensa da polícia. >> Vamos lá. Tu acha [ __ ] burrice? O comando vermelho atacou o Palácio Canabara em 2002, atacou a prefeitura do Rio em 2002, atacou quatro escolas Municipais em 2002, atacou o Shopping Center Rio Sul em 2002. que eu acho que agora eles são melhores, eles são mais agora eles são mais mais encagaçados. >> Eu não, não, eu acho que agora eles são mais eh organizados e ele eu acho e eu isso é ruim,
tá? Eh, eu acho que agora eles sabem jogar melhor, >> eles não seriam tão usados. >> Não, não, não. Eu acho que agora eles sabem, eles entendem melhor o jogo político, o jogo midiático, manja. Então, eu, na minha opinião, isso aqui é uma análise que eu acabei de tirar do meu cu, tá bom? Eh, se o cara estoura um aeroporto, ele ele de certa forma fica difícil paraa mídia defender uma subida policial eh num num caso desse, entendeu? >> Para mim no caso é pro Lula ou pro Lewandor >> muito difícil, não é? Não. Fica
muito difícil, [ __ ] Como é que tu vai defender os Caras estourar, vai botar culpa em quem? Quando os caras estoura o um aeroporto, né? Então aí, pô, aí a polícia tem que subir mesmo. E quando quando todo mundo tá falando que a polícia tem que subir mesmo, aí eles estão fodidos. E eu acho que eles ficaram mais inteligentes nesse sentido. Eu acho que eles sabem jogar, especialmente depois da do lance da Marielle que eles viram o que aconteceu. Eu acho que eles aprenderam que, cara, a gente quando for fazer alguma coisa, tem Que
jogar com a mídia e a gente tem que fazer de um jeito que pareça dúbio, que nem eh que nem o o os caras tirando as roupas do dos mortos dentro da mata para pr assim, se o cara não tá de camuflado, por que que tá todo mundo sem camisa? Por que que tá todo mundo de trás? Eu vi o cara perguntando isso na rádio e a pessoa [risadas] não soube responder, tá ligado? Por que que tava tava eu tava vendo lá os cara tudo só de trapo? Por que que isso é curioso assim, sem
corpos E todos sem roupa? O que aconteceu? >> É a possibilidade de ter tido alguma alguma alguma cerimônia da cueca lá na >> É possível ali tava numa numa festa do pijama. Mas eu acho, cara, que agora os caras para para tomar uma ação dessa daí, eu acho que eles pensam duas vezes isso é ruim porque mostra que eles estão ficando mais ah estratégicos, mas de novo isso é tudo que eu isso aqui não tem informação. Espero que você esteja muito certo, porque o comando vermelho Que existia em 2002 são as mesmas lideranças que hoje
estão aí. é o mesmo Maitó, é o mesmo Marcinho VP, eh, é, é o o Celsinho do ADA é o mesmo, né? Então, são as mesmas pessoas. Então, espero que você esteja certo na sua análise, que eu vou sair daqui feliz. Mas lembrando, o Comando Vermelho já mandou atirar em escola, já mandou atacar o Palácio Canabara, >> o Comando Vermelho já já explodiu bomba. O PCC já mandou matar 45 policiais de Uma noite. O Zinho miliciano mandou queimar 37 ônibus em du horas e fechar o Rio de Janeiro. >> Aham. >> Então eu acho que
você tá com uma uma doutrina meio lev levandovskiana. >> É, eu acho que você tá realmente acreditando [risadas] é mais um otimismo do que qualquer outra coisa, mas é um é um otimismo meio pessimista também. Eu eu realmente espero tá certo, porque aí a População que não se [ __ ] tanto, porque a partir do momento que estourou, meu irmão, imagina o cara, eu tô pensando aqui na possibilidade do cara estourar uma bomba no Santos do Mon, fodeu. Santos Mom é longe, viu, cara? Eh, a cabeceira fica muito próximo a ao Tom Jobim. Aliás, cara,
aliás, se você começar, se você começar com com uma >> com um colega que opera no Tom Jobim, no Galeão, eh, logicamente ela chega na pista do aeroporto com pouca energia. >> Aham. >> Eh, porque o projétil ele tem um uma um alcance útil de 600, 700 m e um alcance máximo de 3.000 m, né? >> Então, eventualmente equipes do aeroporto do Galeão >> Aham. >> Lewandowski não sabe disso, atenção, hein? Salve Lewandovic, presta atenção. E equipes acham projéis de 762. >> Eh, a nossa sorte é que não atingiu eh a cabine de nenhum Airbus,
nem de nenhum 777, nem nem nenhum 787 da Delta, da Luftanza, né? A nossa sorte. Não, eu tô falando, isso é de uma é de uma sensibilidade. Não necessariamente esse tiro possa ter saído do alemão, mas pode ter saído do barbante, que é bem próximo, não é isso? Eh, isso é uma é uma é uma é um fator de risco altíssimo. É como a questão dos balões do Rio de Janeiro. Todo mundo sabe que um dia vai dar merda. Eles estão esperando dar a merda para tomar Alguma providência. Que vai dar merda. Vai. Vamos esperar
dar merda primeiro para fazer algo, né? >> Aham. É bom. Eh, manda as mensagens para nós aí, Vitão. Tem que liberar o cara aqui no horário dele que ele tem o que fazer também. >> Deixa ver. >> Rosnaldo Venega mandou uma mensagem pelo Pix. >> SSF Pimentel. Por que os policiais não usam capacete? Porque vemos que na Guerra os soldados usam capacete. E cuidado com o choque no microfone. Abraço. >> Me deu até um cagaço [risadas] agora. Eh, a polícia militar comprou agora uns capacetes eh de kevlar que são bem leves, né? São capacetes táticos.
Eles protegem estilhaços, né? Não tem capacidade de suportar o impacto de um de um tiro de fuzil. Eh, mas para quem opera em área de mata, o capacete é Extremamente eh eh >> atrapalha muito, >> é pouco confortável. Eh, e ele gera mais estresse do que proteção. Mas no vídeo eh depois eu te mando para esse menino aí. Qual o nome dele, hein? Qual o nome dele? Esse menino aí, esse >> sei lá ele. Rosnaldo, [ __ ] Rosal >> Rosnaldo. Depois do vídeo eu te mando um vídeo depois aqui das equipes do Batalhão de
Choque do Rio de Janeiro, vários policiais utilizando capacetes Que foram recentemente adquiridos, né? Eu sinceramente usaria porque quando um projétil 762 bate na parede, ele ele se desfaz da jaqueta de proteção >> e vai na cabeça do policial e e e não chega a ser letal, mas [ __ ] é é incapacitante. O cara cai no chão de dor, né? Então, boa pergunta desse menino aí, viu? >> Boa. >> Vamos lá. >> Taca aí. >> Benito mandou uma mensagem pelo Pix. Nosso aplicativo OTT, onde tem tiroteio. Já registrou esse ano 4 de746 tiroteios no estado
do Rio. Com flores não iremos resolver nada. Estamos em guerra civil. >> Concorda que a guerra civil >> quem falou isso aí. Qual o nome dele? >> Qual o nome? Benito. >> Benito. Eu contei essa história pro Igor, mas o Igor não deve lembrar. Em 2008, o Corcovado ganhou o prêmio lá de oitava Maravilha do mundo. Então, teve uma cerimônia no Rio de Janeiro e o presidente Lula foi no Rio de Janeiro nessa cerimônia. O governador era o Sérgio Cabral. E nesse dia teve uma operação da Polícia Militar, da Polícia Civil, onde 25 bandidos foram
mortos no alemão. E o presidente Lula, o mesmo que diz que a culpa é dos maconheiros, né? Ele deu uma bela entrevista. Foi a primeira vez na minha vida que eu concordei com o presidente Lula, viu? Eu Falei: "Caralho, esse cara é muito foda." Ele deu uma entrevista dizendo: "Não se combate o tráfico com pétalas de rosa". Aquilo foi muito lindo, cara. A OAB do Rio de Janeiro não se pronunciou a respeito dessas 25 mortes. A Benedita da Silva não se pronunciou a respeito dessas 25 mortes. O meu amigo Freixo, que eu considero, não se
pronunciou a respeito dessas 25 mortes. Ninguém falou. O editorial da Rede Globo à noite não disse que era uma chacina. O W não falou acho que era uma chacina, né? Porque o Lula disse que não se combate com pétalas de rosa. Uhum. >> Essa é a realidade. E realmente eu concordo contigo, concordo com o Lula, não é com pétalas de rosa que se combate o comando vermelho. >> Boa. >> É muito boa, né? >> Vai dá ele na última aí. >> [ __ ] que eu tenho uma memória da [ __ ] Eu lembro de
tudo. Car. Boa tarde a todos. Eu sou nascido e criado no Rio de Janeiro há pelo menos 30 anos. A realidade é a mesma. E o que me deixa muito triste é de ver que as pessoas acabam caindo em narrativas, brigando entre si na internet e pessoalmente também sobre quem é herói, vilão, policial, ladrão, quando na realidade, em grande parte a população periférica vai ou pra polícia, militarismo ou pra criminalidade são obrigados a guerrear Entre si diariamente, enquanto o verdadeiro culpado tá dentro de alguma sala no ar condicionado em paz. >> Pô, que belo depoimento,
cara. Esse jovem aí quase que citou para mim aquele o a aquela a letra da música daquela do D2, quem herói é o vilão, né? Bateu de frente o bandido e o subtenente lá do Batalhão. Lembra dessa música? Que música espada? Tu curti o D2? Pimentel? >> [ __ ] meu irmão, não devia [risadas] ter falado essa [ __ ] aqui. Termina, Termina depois quando terminar. Não pode botar música que cobra, né? >> Rapaz, mas indica para esse jovem aí, Marcelo D2 e aquele outro, qual o nome dele? é o cara bom da [ __
] também que é é qual o nome dele? >> É o nome da música é é bateu de frente. >> Nós vamos procurar aí, né? Vamos já tá olhando ali. Bruno, >> mas é mesmo assim, Marcelo D2. >> É, é o depoimento de um cara que é morador do Rio. Ele tá ligado no que Acontece lá no dia a dia, né? >> É. E a música ele diz é: "Quem herói é o vilão, né? A gente não sabe quem é herói o vilão." >> E depois no final ele termina dizendo que a culpa é de
quem não tá na favela, né? É verdade. É do maconheiro, como como bem disse o Lula. Verdade, tem maconheiro na favela também. [risadas] Pimentel, obrigado pela moral, cara. Obrigado pelo teu aqui. >> Pô, fico muito feliz, cara, de poder Contar contigo quando quando a gente acha que, pô, tem uns assuntos maneiro para falar. >> Me chama que eu venho, cara. Me chama que eu venho. Eu tô eu tô realmente angustiado com a questão das narrativas. e eventualmente eu me emociono porque eu eu gosto muito de de de bater papo. De vez em quando um jornalista
fala uma coisa e eu já peço perdão aos jornalistas de você não fez isso, mas às vezes o jornalista fala para mim: "Olha, Pimentel, eu quero falar sobre a morte dos civis". >> Uhum. >> Mas de que civil você tá falando? Pelo amor de Deus. Fardado não era festa de batebola, não era festa junina. O cara tava com a farda camuflada, >> né? Ah, Pimentel. E os meninos tentaram se render. Mas de que menino você tá falando? Não sei, sabe? E isso torna a discussão inviável, né? Não são civis, são insurgentes. É o nome que
se dá. Não É bandido, são narcoterroristas. Não é polícia e bandido, é guerra civil. Se não partir dessas premissas que são básicas, a gente não resolve isso. Aí vem um colega e diz assim: "Pimeté, ontem o portavoz da ONU deu uma entrevista reclamando da letalidade policial e eu disse pro jornalista educadamente: "Pega a resolução da ONU sobre força de paz no Haiti. Não é força de manutenção da paz, é força de imposição da paz. O exército brasileiro Pode e deve matar uma pessoa armada que ameace >> um agente da ONU de uma equipe humanitária. Então,
se eu utilizasse no Rio de Janeiro hoje as regras do Haiti, onde a ONU combatia banditismo e gangs em citolleio, eu tava muito feliz porque as normas de engajamento da ONU e de combate são muito mais avançadas, muito mais inteligentes do que o Código Penal Brasileiro. Para finalizar, se o se as facções fossem eh denominadas como Organizações terroristas, isso faria alguma diferença prática? Sim, camarada, né? Em recursos mundiais, em convênios de troca de informação instantânea, porque as agências federais Interpol, ATF, DEIA, FBI, eles podem, a partir desse entendimento mundial eh trocar informação em tempo instantâneo.
Não preciso de autorização de um juiz e também envio de recursos, né? A Europa daqui a pouco vai entender que o Brasil é o maior fornecedor de cocaína eh do Mundo, né? A gente sem produzir, né? Eh, a Europa vai descobrir que nós soltamos eh o maior traficante de cocaína do mundo, né, que é o André do R, né, uma decisão do ministro Marco Aurélio de Melo, que não é ladrão, ele soltou na letra da lei. >> Ele ele percebeu >> que o promotor, não sei, errou ali o prazo da preventiva e no plantão ele
foi lá, soltou André do R. André do R é um Cara que a facção dele matou milhares de pessoas. O André do R é uma facção que colocou toneladas de cocaína na Europa, mas o Marco Aurélio de Melo julgando inteligentíssimo e sem ironia alguma, usando a lei brasileira, colocou o André do R na rua. Talvez ele seja arrependido hoje. Eh, então, meu amigo, em breve o Brasil vai ter que eh vai ser pressionado pelo mundo >> a olhar para essa questão, >> a olhar pra questão de que isso aqui é o Verdadeiro, são ações de
terror. >> É, Pimentel, mais uma vez muito obrigado, valeu mesmo pela moral. Para quem tá só ouvindo a gente, como é que eles se encontram na internet aí no Instagram, por exemplo? >> Rodrig_Pimentel, >> tá? Tá, a gente vai deixar no comentário fixado aqui para vocês encontrarem com facilidade todas as redes sociais do Rodrigo, tá? Então, quiser saber mais sobre segurança pública, é só clicar e Você vai ser direcionado diretamente pro perfil dele. Não esquece dar o like nesse vídeo aqui, cara. Muito importante. Se tu tiver no celular, tem um botãozinho novo aí que é
o hype. Dá o hype também porque eu não sei o que que faz, mas deve ser bom, tá? Eh, que que dá para comentar? Dá para comentar aqui força e honra. Força e honra para muito lindo. É força e honra ou vai e vença, Igor? >> Vai e vença. Então, Força e Honra já Foi. Vai e vença. >> E obrigado aí pela pelo espaço, cara. E finalizando, nesse momento, ainda temos bravos guerreiros dessa operação, hospitalizados. Tem um delegado que tá numa situação bem difícil, bem instável, teve a perna amputada, tem colegas do BOPE hoje entados,
tem um capitão do BOPE também hospitalizado também muito machucado na perna. Eh, não foi emboscada, foi combate e Esses quatro policiais são verdadeiros heróis, viu? Então é essa a mensagem. Obrigado. >> Valeu, Rodrigão. Valeu você que assistiu e a gente se vê mais tarde que vai ter outro flow hoje, tá bom? Beijo para vocês. Até lá. Tchau.