Fatos falos tá é o último coiso Maravilha pode colocar enquanto eu vou falando aqui então pessoal boa noite eh oi para quem também vai ver essa aula depois mas só um recadinho sobre o nosso curso de férias que começa na próxima quarta-feira tá eh como Já tem alguns aqui de vocês já inscrito então só para reforçar tá ainda a gente tem as vagas abertas Lembrando que vocês têm desconto tá como porque vocês são nossos alunos Aqui da formação ã e E aí e caso vocês TM interesse em participar a gente vai falar sobre perversão depois
o Henrique vai falar um pouquinho mais sobre isso mas ainda dá para participar tá a gente vai manter as vagas eh e tem interesse a gente vai continuar comunicando no grupo Eh caso tenha alguma dúvida é só falar comigo ou com o Felipe tá bom que a gente auxilia vocês para fazer a a inscrição Tá bom mas é isso é só ressaltando né já falei um pouco alguns Alunos já até comprar que eu fiquei sabendo fiquei bem feliz boa noite boa noite a gente vai eh se promover né eu vou fazer um esforço para promover
um pouco mais de Lucidez esclarecimento sobre esse diagnóstico a luz de Freud Lacan e também um olhar mais contemporâneo eu tô até pensando um pouco depois eu vou escrever lá no grupo para quem está eu vou mudar um pouco a bibliografia né e vou acrescentar uma aula ali vou fazer uma pequena Modificação mas a ideia mesmo é ter uma noção um pouco mais clara o que que é a diagnós da perversão e evidentemente se diagnóstico ali se se alcança ali no discurso das ditas mulheres que procuram a clínica né então a minha tese é que
sim é que existem mulheres que são perversas Ou pelo menos possuem discurso perverso como a gente coloca né dentro da da estrutura da psicanálise estura significante e bom a gente precisa saber né como é que se fundamenta qual qual Que é o o o diagnóstico diferencial eu já tenho trabalhado isso bastante na formação um né o que como que você trabalha diagnóstico diferencial em relação a neuros e tambm minha Psicose porque Principalmente quando se fala da mulher tem algumas algumas questões que se confundem Então tem que ter um cuidado e aí bom todos que que
fizerem o curso terão esse acesso Darlan pode comentar Henrique eh só se aplica às Mulheres então o que que eu vou fazer né o o diagnóstico da perversão ou o curso só para entender o diagnóstico da perversão no curso não não na na na verdade Darlan o diagnóstico da perversão ele só se atribuiu aos homens historicamente tá a proposta esse curso é justamente uma temática nova de trabalhar e diagnóstico nas mulheres porque nos homens tá muito claro né Vocês vão ter aula de perversão comigo aqui eu vou trazer o texto e tudo mais e Dos
homens tá muito Claro porque o homem constitui um fetiche né Muito e o fetiche no homem ele é tangível ele é palpável ele é material como a gente falou na na própria no próprio workshop né trouxeram um caso por exemplo de um homem que pedia Na verdade era ele necessitava que a sua esposa se vestisse de uma boxeadora num rim para ele conseguir ter prazer sexual o outro analisando que eu já tive ele necessitava que a mulher tivesse seios Grandes né E então assim você vai ver que o outros casos famosos por exemplo do Felipe
Julian um o analisando dele falava que ele precisava que a mulher colocasse uma capa de chuva para conseguir transar então assim o fetiche no homem ele é tangível Portanto ele é mais fácil de localizar na mulher ele vai se dar de outra forma a mulher também pode consir fetiche mas não é um fetiche palpável enquanto um objeto morto que é o que o Freud vai trabalhar Sumariamente Então na verdade tá a a a psicanálise ela é contundente ela é Clara a respeito de que existem homens perversos Isso tá muito Claro agora as mulheres perversas elas
ficaram um pouco de canto né E ficaram um pouco de canto justamente pelo pelo meu olhar com uma de uma imprecisão diagnóstico tá então tem três formas que a mulher pode constituir um fetiche não vou falar agora para dar o spoilerzinho para vocês né para alçar quem que tiver curiosidade E elas e existem e se relaciona e tem todo um atendimento para isso tá tá perfeito maravilha então uma vez mais meus cumprimentos aos que estão aqui no nosso curso de Freud né na acho que aqui é a aula número 12 Eu sei que não é
aula 12 em sequência mas é aula de de número 12 aqui e antes eu continue Maria edard pode comentar não eu ia perguntar uma coisa com relação eu vou eu tô no Curso hein de fetiche Eh se você por exemplo Ah eu gosto de pé mas eu não eu não não não preciso de ficar olhando o pé para para gozar por exemplo sim aí eu sou perversa também por exemplo não não isso é existe dois duas definições de fetiche tá só para eu fico confusa com isso porque sen não acho muita gente tem isso existe
o fetiche Maria Eduarda o senso comum e é esse por exemplo Ah eu gosto de eventualmente ver per pé de mulheres ou pé de homens eu gosto de eventualmente Transar com uma mulher grávida eu gosto de eventualmente a mulher fazer uma coisa ou homem se vestir isso é o fetite do senso comum que é o quê uma atribuição extraordinária né tem o ordinário extraordinário que por vezes quando existe me apetece atia relação aumenta libido isso é o feitiche do senso comum o feitiche na psicanálise é a exclusividade na obtenção de prazer ou seja se eu
não tiver tem essa regra né Então o o homem da da capa de chuva se a mulher não colocar uma capa de chuva ele não transa ele não fica excitado isso é fetiche na perversão tá E e o fetiche ele se constitui tanto no campo sexual que é esse por exemplo quanto no campo social a gente vai ver pessoas que vão constituir fetiches com objetos brinquedos eh objetos eh objetos no geral como é que posso dizer um carro pode ser um fetiche eh um um aparelho eletrodoméstico pode ser um fetiche e Como pra mulher pode
ser uma bolsa tem mulher que adora bolsa a imel da Marcos era sapatos Então mas aí o que que é interessante Maria Eduard é mais difícil a gente localizar o fetiche como essa ideia nas mulheres em relação objetos por o que é decisivo vai ser a relação que vai ter com isso se a mulher tiver uma bolsa em que ninguém pode tocar e ela não pode perder essa bolsa de forma nenhuma aí a gente vai pensar Nossa Subiu balões aqui vocês estão vendo olha só que interessante né Eu nunca Entendi será que fazer dois é
balões não vai teia né dois alguém mais soi o balões n não enfim voltamos lá é só o meu né Eu não eu não peguei o o o o o às vezes eu faço assim e sobe o o dá o Como é que é o nome eh de ano não não tem final de ano folo de artifício mas eu também não peguei no código do F folo arí enfim então assim uma coisa é o apego ao objeto uma Relação de carinho mas que eu entendo que pode trocar eu entendo que que eu vivo sem o
feitice objeto que eu não vivo sem ele vai garantir a existência da perversão ou do perverso ou da perversa então assim eu volto a colocar ah gostar muito de uma bolsa gostar muito disso aqui ou ou um objeto não é suficiente por isso o curso e a gente vai detalhar e ver o que faz de fato o a diferenciação tá enfim fechado aí esse esse esse parêntese nós vamos aqui nós Já adentramos desde a semana das duas semanas anteriores com o tema dos sonhos eh eu coloco lá eu divido a grade em módulos que é
esse módulo acho que eu chamei das formações do inconsciente que são as aulas de sonhos psicopatologia e a schist que é a da próxima semana que de 1898 até 1905 Freud se concentrou né juntamente ali depois com Os três ensaios para estabelecer os seus fundamentos inconsciente eu me arrisco a Dizer que pode ser por exemplo para vocês nós ainda teremos aulas sobre totem Tabu sobre trução narcisismo M civilização análise terminável interminável nós vamos falar de vários outros assuntos e talvez apeteça ali o o a curiosidade de vocês mas essas três aulas os dentro dessas né
que eu tô colocando elas são as mais importantes do curso porque é aqui onde está a noção fundamentada do Freud em relação a inconsciente aqui a prova que o Freud Vai colocar que não só o tal do inconsciente ele existe mas como ele se aparece né como ele se fundamenta Como que eu posso ali ter uma clareza né e evidentemente como eu trabalho a partir disso então por exemplo quando vocês avançarem no curso vocês vão ver que o Lacan ele faz um pente Fino na obra freudiana e ele o Lacan foi o maior crítico do
Freud inclusive é possível pensar que o não tem ninguém o Freud não precisou de nenum nenhum inimigo ninguém Que eh eh revisitar a obra dele para desmascará-lo porque o lacam foi o que mais o o o revisou e também o criticou mas essas três obras são obras que o lacam praticamente Não critica porque ele vai dizer o seguinte o Freud descobriu algo do extraordinário nos sonhos nos atos falhos ou nas parapraxis sias no geral e nas chistes tá então são aulas bem importantes peço evidentemente mais atenção do que o normal e é claro né vocês
aqui não só nível individual na Análise de cada um vão passar por isso todo mundo sonha todo mundo comete falho e todo mundo também produz chistes ou R de chistes como também evidentemente do ponto de vista clínico e aqui inclusive né só um último último detalhe é nessa formatação que nos difere por exemplo de forma contundente de um terapeuta de um psicólogo é a nossa análise dos sonhos é a nossa análise de Atos fatos é a nossa análise cistas é aqui que a pessoa está fazendo uma Análise ou ela não sabe a diferença entre um
analista e um terapeuta ela vai e olha eu olho paraa Daniele e eu falo então Angela não não quer dizer Angela não é Daniele enfim né confundi aí eu vou continuar o assunto é aqui que um psicólogo deixa passar e um analista não deixa passar ah Professor analista não deixa não deixa analista tem que interferir no what F para porque saiu Angela nugard Danielle Não não é que o ouv tinha livro não não não você vai Trabalhar no que você falou o analista não pode deixar passar o falo porque atfal é do é é é
é a nossa matéria prima o atfal é a comprovação de que olha alguma coisa passou por você atropelou você e essa alguma coisa segundo Freud tem um sentido que nós vamos descobrir aqui tá Então vamos lá começando do início lembrando né Eh o c da companhia das letras dedica-se a essa obra mas essa aula eu fiz com o volume da lpm editoras tá é uma é uma obra que tem da Tradução do alemão pro inglês o inglês depois português tá é que eu fiz essa aula já faz um um tempo eu só fiz uma algumas
pequenas atualizações Enfim então só para colocar aqui que eu vou fazer algumas referências do livro e é da edição lpm tá caso alguém acompanhe ã online ou com livro em mãos então para praxia para Pracia nada mais é que atos falos tá então é um nome técnico do termo atfal O que Freud começa a dizer em todos os casos de Atos falhos o que a Análise revela é a existência de uma contra intenção operando sentido oposto ao da intenção consciente então o Freud já vai começar a estabelecer aqui as suas bases existe uma contraint tenção
que vai contra aquilo que eu queria dizer ou seja Eu sempre gosto de pontu eu até escrevi em algum lugar De algum texto aí que me pedir o inconsciente ele não é né necessariamente um inimigo do eu tá porque a gente pode pensar né o Inconsciente como inimigo ou até mesmo as pessoas que vem fazer análise tem medo do inconsciente como se o inconsciente fosse um lugar um tanto quanto maquiavélico diabólico obscuro Por que nós não trabalhamos com essa noção Ou pelo menos eu me afasto completamente primeiro que isso é uma noção religiosa né que
issta mas um diabo né enfim aluma coisa assim então não nos apetece essa essa leitura segundo que o inconsciente ele Desconhece o eu então não tem nem como ele ser inimigo o inconsciente não conhece o Henrique conhece a Sueli não conhece o João não conhece a Amanda não tem menor relação não sabe nem quem é se pedir para para para descrever não descreve então o o as as manifestações dele Vou Colocar assim para vocês entenderem são manifestações completamente descompromissadas com o Henrique com as Minhas intenções conscientes por isso que eu sonho com o que eu
não devo por isso que eu falo que eu não quero por isso que eu dou risada de uma coisa que eu condeno isso vale para qualquer pessoa então não é que o inconsciente é inimigo é rival do eu não dá nem para não se compete com alguma coisa que não se não não se conhece tá então guardem bem essa essa ideia para não cair num maniqueísmo eh bastante empobrecido e nem nessa literatura numa Nessa lógica religiosa como se o eu fosse uma um um alguma coisa boa e o inconsciente é um diabo que me coloca
diante de um pecado a gente não quer vamos se afastar disso Cara isso aí tem o seu lugar nas religiosidades afora então primeira pontuação contra intenção em relação uma intenção consciente perfeito isso aqui é o mais importante Se vocês entenderem isso vocês vão entender tudo o ato falho ou lapso é um compromisso entre o pensamento reprimido E a força repressora Só faltou colocar uma vírgula aqui um compromisso que falhou Então qual é a ideia do Freud o pensamento reprimido e a força repressora tem uma função qual não deixar o ato falho surgir o pensamento reprimido
fracassa e a força repressora é Desmascarada porque nós cometemos F então possa ser que não seja direto mas o pensamento reprimido ele vai pelo menos aparecer de forma Distorcida e a força repressora ela vai ruir por isso que eu olho para Daniela Daniele eu chamo ela de anjo o compromisso era quando eu olhar para Daniele eu chamo ela de Daniele Tá ponto é o nome dela Ah mas um dia eu pensei algo da Danielle que me remeteu a Angela não mas você não pode falar isso você é um professor Você tá em aula você não
sabe como a Angela vai reagir Você não sabe o que a Daniela vai pensar você não sabe o que os alunos vão Fazer e se dá um mal estar e se dá um problema is qu então coloque-se no seu lugar preocupa-se com o outro reprime e esqueça Tá bem assim eu faço mas um dia algo aparece então o compromisso entre esses dois são é um compromisso que falha o pensamento reprimido e a força repressa por mais que se esforcem e aqui o que eu tô falando de ser é o que o Freud vai chamar do
aparelho psíquico por mais que o aparelho psíquico se esforce tá a consciência Aqui intenção consciente Visa sempre a filtragem perfeita a harmonia entre aquilo que eu penso e aquilo que eu vou veicular segundo Freud existe uma imprecisão existe uma pedra no meio do caminho existe uma vírgula portanto não é tão harmônico assim nós estamos falando de um pensamento ou uma forma de pensar na na nossa mente e depois na veiculação através de uma ideia uma palavra que 99% das vezes vai dar certo eu vou pensar alguma coisa eu vou ler Para a praxia e vou
conseguir falar para praxia eu vou pensar em falar e explicar essa frase do provérbio à luz do Repertório intelectual que eu tenho para a explicação da aula para vocês mas em algum momento principalmente se eu estiver mais distraído menos preocupado menos compromissado com as minhas repressões que é o que o ambiente da análise fornece Ou pelo menos intui intenta fazer para com Analisando vai falhar tá o Freud vai trazer esse provérbio aqui né faltou acho que um acento aqui o que uma vez se esqueceu de fazer outras vezes se esquece já passo para você Gabriel
só vou ler aqui e passo o ato falho não falho em revelar um desejo reprimido ou uma ideia que questiona a ideia que o indivíduo tem de si mesmo isso aqui é um grifo meu tá para ajudar vocês Pode falar Gabriel você falou disso da questão do do est Mais relaxado e esse falho ele acabar surgindo né Principalmente em análise lembro de uma experiência uma sessão minha de análise em que eu tava lá deitado no Divan falando falando falando do nada Eu solto vontade de perder que não isso não tava dentro da linha do do
meu discuro o analista parou assim disse vontade de perder dis eu não falei isso falou aí ficou aquele choque para ele encerrou a sessão aí eu comecei a pensar sobre aquilo Durante a semana na sessão seguinte consegui raciocinar muita coisa em cima daquilo ali mas por quê porque teve alguma coisa ali que era minha que se sobressaiu e se você para para pensar sobre aquilo que foge o script você vai conseguir extrair alguma coisa perfeito é é o que estava dizendo no início Gabriel trouxe um exemplo maravilhoso a a sacada inteligente do Freud não foi
a observação de que a f existe isso desde que ser humano passou a falar Observou-se né trocar de nomes esquecimento de palavras lápis de escrita í tudo bem foi a atribuição de um sentido e um sentido que ele está conectado a um campo de desejo há um desejo que está conectado a um campo da repressão a repressão que existe porque está conectado a um campo de desconforto a um campo de desconhecimento A o campo daquilo que eu já expliquei para vocês quando eu falei da da repressão O que é repressão além de um termo técnico
Mecanismo de defesa a repressão é tudo aquilo que se eu pudesse fazer com que não existisse da minha vida eu faria se eu pudesse excluir cenas palavras familiares amigos situações experiências se eu pudesse apagar eu apagava portanto Professor como é que eu sei o que eu primo é só você atribuir essa lógica O que que você gostaria que não existisse na sua vida aí você vai ter uma ideia bem clara da sua repressão Maria edard eh então o o grande outro também eh tem a ver com a linguagem certo certo aí eh não existe o
grande outro também no inconsciente não só no super eu no eu a construção do eu vamos lá Maria Eduard primeiro que is é um conceito j laac canano e só para não confundir segundo a ideia do Lacan o grande outro o grande outro na verdade ele vai ser um sinônimo para o que depois vai ser chamar de Estrutura de linguagem tá a estrutura de linguagem por Lacan está acima de qualquer coisa acima de qualquer noção superg de ego não importa tá então o o isso é algo além isso é algo que não não conversa tá
e portanto todos nós estamos submetidos a esse grande outro porque nós estamos inseridos na linguagem seja de forma eh exilada linguagem é primária né primeiro é antes antes do de cada ser né é o grande o grande a a grande uma das grandes frases do Acã é essa não Existe realidade pré-curso Ou seja a realidade Só existe porque eu falo Ah eu não falo não existe essa é uma ideia radical tá essa a ideia também do inconsciente né né para la que ele só aparece quando ele tá no discurso isso Exatamente é aquilo que eu
falei para vocês né para não confundirem o sonho por se só não é o inconsciente o sonho é a estrada a qual conduz o inconsciente que o Freud falou o inconsciente vai ser a palavra do analisando direção ao Analista o entre uma palavra e outra o entre o relato Esse é o inconsciente aí eu não concordo muito porque por exemplo eu sonho eu vivencio meu sonho tem elementos simbólicos eu consigo eh pensar aquilo mexe comigo então ele existe porque senão tava fazendo mal ou bem eu posso ter pesadelo isso eu acho eu acho que não
é só porque muita gente nunca vai fazer análise na vida ou nunca fez e nunca teve oportunidade de no entanto ela tem um inconsciente que Trabalha que tem que é reprimido que é recalcado ou que entendeu então é a ideia é assim Maria Duarte é legal essa questão a pessoa Isso é uma posição radical a pessoa que não faz análise ela tem inconsciente ela sonha ela comete fal são indícios né do inconsciente mas ela não tem porque ela não trabalha ela não fala ela tem sintomas que são indícios ela tem falhos são indícios Manifestações Mas
é a mesma coisa de você ter um trabalho exerc o trabalho é é é é a mesma coisa quer ver um exemp hum pode falar é porque ela não tem consciência desse trabalho então ele ele não é ele não é linguagem não tem consciência não tá não é uma eh talvez é estruturado em imagem sei lá em afetos então então é que se você não veicula não existe se você sonha e não fala para ninguém o sonho existiu existiu para você ok na sua memória aí Ele também quer dizer no na questão da materialidade do
significante isso é é é uma é uma posição radical o seguinte o inconsciente Só existe num trabalho entre analista E analisando Você sonhou eu sonhei sonhei ontem uma coisa se eu não levar para minha análise se eu não falar trabalhar em cima disso sonhei a imagem aconteceu Imagino que eu tenha acontecido agora se eu não comuniquei se eu não Falei como é que eu sei que ele existiu a palavra ela vai registrar a realidade empírica e a realidade psíquica como Freud também elabora hoje menal falou assim depois de contar um caso de uma pessoa da
família que morreu ela disse assim eu sei que a realidade a minha fulana morreu mas na minha cabeça ela não morreu pronto ela registrou através da palavra do som do construção do sentido alguma coisa da Ordem da materialidade de uma pessoa da Vida dela que morreu e que na cabeça dela que é algo absolutamente abstrato não morreu e fizemos um belíssimo trabalho ao US disso então se não há a comunicação de algo é a mesma coisa assim pensa numa discussão de casal um casal cobra o outro de uma coisa que ele não falou ah mas
eu pensei tá mas se você não falar como é que eu vou saber é a mesma coisa inconsciente aí vem histérica né mas você tinha que saber aí fde né aí sei lá aí sabe o que a gente Faz a gente passa pro próximo né dobra aposta e vai vai pro próximo mas é a mesma coisa ó ô Gabriel Tô muito triste com você ah por qu Ah porque você não fez o que eu queria que você fizesse tá R Mas você falou não como é que eu ia saber Você registrou não então não existiu
por isso que mais lá paraa frente nós vamos adentrar eu eu em algum lugar vou comentar isso com vocês sobre o termo da da responsabilização do Inconsciente ou que vai se colocar hoje eh da responsabilidade subjetiva se nós somos responsáveis pelo nosso inconsciente né e isso é uma discussão bem interessante na psicanálise Tá mas mais para frente eu falo eu falo então isso é fundamental a a palavra que vai registrar é pro bem pro mal eu me arrependendo depois de ter dito por por que que a gente se arrepende depois de ter dito a sabe
não tem aquela frase né A palav palavra é uma flecha que não Volta né uma vez que é dito não é esquecido até aqui né uma vez que você seja de fazer é isso entendeu se eu não tivesse falado nada o silêncio né Ele é a melhor forma de você se proteger o silêncio não expõe tem a a quem pode arguir né aquela frase do você ficar em silêncio também é concordar né se você alguém fala alguma coisa absurda você fica em silêncio tá concordando tudo bem acho que também existe esse olar mas aramente numa
discussão e que eu Pergunto PR PR Cristiane que que você pensa de mim a Cristiane não fala nada Ela tá centando da disputa da crítica de qualquer coisa ao não falar e é claro que por mais que ela não fale eu não vai deixar eu vou continuar pensando mas eu não vou ter argumentos para rebater eu não sei o que você pensa eu se que qual que é a sua opinião tá eu tinha mais uma coisa para falar com enfim não me lembro se eu se eu for falar se eu se se eu lembrar eu
falo ok Perfeito Então peguemos essa ideia tá vamos vamos trabalhar em cima disso o ato falho não falho em revelar um desejo reprimido mas mais importante a o questionamento que é da ideia que o indivíduo tem de si mesmo quando Gabriel coloca né com com a licença de da utilização que ele diz um ato falho eu gosto de perder e que isso não não estava na ordem do dia não estava na ordem do que ele pensava dele mesmo é isso então o que que é o Eu já falei Isso muito para vocês mas só recapitulando
o eu é a tentativa de sintetização de uma identidade e quando eu tento sintetizar uma identidade eu estou trabalhando numa lógica de inclusão e exclusão numa lógica super egóica não é a lógica e qual que é a lógica super egica é uma lógica de afunilamento você só pode gostar disso só pode querer aquilo não olhe para o Lado não olhe para o outro é atividade da censura que eu já expliquei para vocês Em outro momento então quanto maior o superg a incidência do superg na vida da pessoa né daquela ideia do Freud com superg é
o herdeiro complexo de édico colaborado também com todo o discurso de instituições cultura religião repressões no nível macro quanto maior a crença nessa ideia essa essa introjeção discursiva do sug mai maior Será a inflexibilidade existencial e inflexibilidade existencial é um termo bonito para alguém que não muda alguém que literalmente não está aberto eu não vou ver essa notícia porque eu não posso eu não vou estudar um autor novo porque não é meu eu lembro não sei se já contei para vocês né quando eu pouco meus 16 17 anos eu tava começando a estudar outras coisas
na igreja que não a própria Bíblia Eu lembro que um pastor perguntou Assim para mim o que que você lê o que que você tá lendo porque você tá lendo uns negócios umas perguntas que não é do do do meio aqui né E aí eu falei eu não lembro nem quem eu tava lendo na época necessariamente e quando eu falei ele falou assim não mas isso daí você não pode ler perfeito essa é uma incidência super egóica esse daqui você não pode que se você ler você vai Flex ilizar o Dogma e quando você flexibiliza
um dogma você não acredita mais no Dogma ou você Passa minimamente desconfiar no Dogma Eu já falei para vocês o que que é uma coisa Sagrada uma coisa Sagrada é uma coisa que não se toca coisa que está posta ali tá ali e o mais importante é porque é não nos questiona né a priori Então guardemos essa ideia o ato falho não fal revelar um desejo reprimido e também né colabora ali quando vai se manifestar o desejo vai haver esse esse estamento próprio esperado na análise e que vai fazer o que o Gabriel acabou Fazendo
o que eu faço que vocês fazem mas espera aí Da onde surgiu isso qual fundamentação para isso tá E é claro que existem atos fos que podem ter um lugar mais próximo de de análise e outros mais complicados mas mesmo assim o analista não deve desistir esquecimento de nomes próprios tá tem uma coisa importante eu não coloquei aqui já passo para você Gabriel alguns exemplos bem eh eh disseminados olha era disseminados ontem Ontem eu cometi uma falha na minha aula eu tava falando de um feriado eu falei assim esse feriado ele é muito dissimulado né
e eu tava querendo falar disseminado olha só só agora eu consegui lembrar que legal era disseminado a ideia só que eu acho o feriado tão dissimulado que eu não consegui chegar na ideia do disseminado Eu nem vou falar qual feriado para não ser estudado aqui mas assim voltando tem dois três exemplos esse aqui do mestre orviedo que O Freud vai colocar que como são três páginas de explicação eu não coloquei aqui tá vocês podem ler tá logo no no primeiro capítulo e eu peguei alguns outros exemplos mais curtos tá porque senão eu vou est lendo
o livro eu não gostaria que infa asse vocês tá mas enfim Gabriel e eu já comento aqui ainda professor falando dessa questão dos atos fidos como é interessante como como aparece na sessão eu lembro de um dos meus primeiros Atendimentos eu tava atendendo um rapaz ele tava lá contando sua história de vida e tal em alguma ele tava falando em questão de ser amado hum aí eu eu faço devolvo uma pergunta para ele é o que é que tu faz você se sinta Amado aí ele tem um sobressalto assim odiado ele fala assim odiado ele
escuta odiado aí beleza na sessão seguinte ele traz uma história a qual ele foi completamente odiado por todas a sua volta uhum interessante Então na hora que ele ele não pegou e Depois ele trouxe né isso na hora tipo eu perguntei Amado ele escutou odiado acho pela semelhança linguística na sessão seguinte que ele por exemplo na primeira sessão ele tava trazendo umas eh pelo que as pessoas gostavam dele pelo que ele fazia etc mas na sessão seguinte ele veio com muita culpa trazendo uma história a qual ele foi odiado que talvez esse ato falho tenha
antecipado isso que ele quisesse dizer numa primeira sessão perfeito bem Interessante A análise muito bom Carla pergunte comente Professor eh já foi lido a a pergunta da colega Ana Damaceno é que ela colocou ela quer fazer uma pergunta e não tá conseguindo falar se não fizer pronto ela perguntou o seguinte um ato falho a pessoa só comete Ah vi aqui Ah então gente a Ana colocou eu não tenho acesso ao chat tá eu eu sou professor e coincidentemente dono do é Não mas eu tem chat aqui também eu não tenho acesso ao chat só queria
fazer ess reclamação pública do meu Instituto tá eu sou dono eu não tenho acesso ao ao chat né Mas enfim vou vou revolver com o dono ã Mas tem uma dúvida o ato falho só é ato falho se a pessoa o comete e pensa sobre ele depois aqui a pergunta da Ana é fantástica e colabora com que a Maria Duarte tinha comentado eu chego e comer to falo ele aconteceu por foi fo é uma prova se Alguém gravar aqui ou falar dissimulado ao invés de de disseminado é uma prova agora o trab o o o
a realização dele só vai acontecer se houver um trabalho em cima disso então Ana a resposta é sim do ponto de vista do ato o ato aconteceu agora não é necessariamente o que nós vamos chamar de inconsciente Porque não houve um trabalho sobre não houve a reflexão não houve um analista não houve então important isso mas é complexo né porque houve e não houve houve o ato sim Troquei o nome mas eu não pensei sobre de que vale é a mesma coisa o seguinte vamos dizer que eu seja alguém que veio já passo para você
eu vim de um outro povo uma outra cultura que nunca ouviu falar de nenhuma ponta sobre nada do cristianismo não conhece nenhuma figura de Deus o yahu Jesus Cristo zero e eu tenho ol eu vou eu vou dar um outro exemplo mais simples eu dar um exemplo mais coisa eu eu tenho aqui ó mostrar para Vocês eu tenho uma pulseira que eu não uso mais mas eu tenho eu comprei essa pulseira porque eu achei ela bonita e eu usava ela no meu pulso esquerdo certo dia alguém virou para mim e falou assim Ah que legal
você também se protege com São Bento eu falei assim que são Bento isso aqui é a pulseira é o símbolo de São Bento que aí eu não sei do que ele é Padroeiro do que ele é santo eu tava com a pulseira Eu uso mas eu não sinto Nada é a mesma coisa do outro Fábio qual que o exemplo que eu ia dar se eu fosse alguém que vi de uma cultura de um povo que nunca ou falar de Jesus de nada eu pego uma cruz eu posso beijar a cruz significa nada eu tô beijando
um um um colar eu posso achar bonito não vai ter o peso quando eu acho muito legal né Eh eh como eu não vi dessa tradição tem uma igrejinha aqui perto onde eu moro as pessoas quando passam diante da igreja os católicos fazem o sinal da cruz eu Não sabia que is assim acho que um são de respeito né são de de memória lembrança eu posso passar eu posso ver esse sinal e imitar sem fé nenhuma pergunta olha que interessante a pergunta por eu imitar é assim né esquerda para direita né é né Tem algum
católico não é possível é esquerda para direita Dire para esquerda é esquerda é aqui aqui esquerda direita é isso por eu imitar Valeu eu Imitei sem fé vale é a mesma cois tu fale eu posso fazê-lo mas se eu penso sobre Eu trabalho numa análise eu eu investigo o que é por detrás não então só como fale não sei se Ana se você puder depois escrever você ficou respondido tá E a Carla aqui obrigado pelo por ser interlocutora tinha dizer né não po esse Gancho e quando você fala o trabalhar sobre o ato falho né
e a colega falou sobre pensar sobre o ato falho seria Eh essa produção de sentido sobre o que foi escapulido Uhum é é melhor ainda Darlan o o o termo né nem a produção de um sentido é a produção de um saber o saber é algo mais extenso que o sentido a produção de um saber qual o saber o saber que até então eu ignorava e aquilo que eu já disse para vocês desde dos Sonhos Não é porque eu ignoro uma coisa que essa coisa não existe eu ignorei Hoje eu fui comprar pão e eu
vi um monte de coisa que eu Ignorei Não é porque eu ignorei que o a pessoa não passou por mim eu não não teve aquele barulho tem uma discussão muito interessante quando a gente vai falar de linguagem eu não sei se vocês já viram é eu vou dar um exemplo mas poderiam ser tantos outros que é assim eh se alguém grita sem o outro ouvir se ninguém ouvir o grito existiu é uma discussão até filosófica paradoxal né se existe uma árvore pegando fogo mas ninguém viu essa árvore Tá pegando fogo ninguém viu não tem registro
se eu gritar e ninguém escutar o grito aconteceu isso é uma explicação até um pouco mais avançado depois do lac sem corpo sem um corpo uma cri interessante Olha que legal é É uma outra ideia sem corpo não há crime é uma frase que até daquele filme do dia treinamento não é o que você sabe é o que você pode provar né dia Treinamento um fil do da né Então essas relações eu explicar é daquela relação que o Lacan vai dizer do sujeito e do outro né não existe como nós não teros o outro então
por isso a figura do analista é fundamental o analista é quem vai estar testemunhando que o grito aconteceu testemunhando que o sonho aconteceu e é claro não só como uma testemunha que vai estar parada escutando mas uma testemunha com Ferramentas para realizar a sua análise realizar o trabalho Olha que interessante eu separei dois datos fos de de analis os meus que aconteceram bem recentemente e foram fundamentais um aconteceu até hoje olha que até Vou ser bem preciso o que o um fulano falou o Fulano estava dizendo a respeito do seu casamento em que de forma
muito clara ele protege muito a esposa do seu discurso tá muito claro né mas Sutilmente essa proteção está ruindo E Aí Vocês poderiam arguir ah professor eu tenho certeza que o senhor deve estar fazendo perguntas e tal eu estou fazendo maravilhosas perguntas com meu silêncio que marav assim que o analista fala né em Silêncio em silêncio aí começa aqui uma cutucada aí viem uma xiste aí viem uma metáfora né ele vai fazer uma metáfora que ele fala é porque a minha esposa é assim é igual criança né quando D tem que dar um chocolate para
parar Nossa a esposa maravilhosa E intocável na primeira sessão ela parece uma criança que dá um chocolate para parar eu não sei vocês mas se eu tivesse um cônjuge um amigo que me comparasse uma criança precisa de um chocolate para parar eu me sentiria bastante tocado né não sei se o meu narcisista não é muito frágil mas assim segue daí ele chega e diz assim tava contando e tal do do do casamento Ele comete a seguinte frase até notar até anei era melhor quando a gente era Solteiro ops não quando a gente não tinha a
fulana que é a filha dele aí o que que foi interessante ele continuou o raciocínio então quando tava dizendo quando a gente não tinha filha a gente aproveitava mais e p pá ele terminou de falar eu falei assim Por que você falou solteiro ah não aí ele resistiu Aí eu falei não por que solteiro solteiro muda tudo você disse que era melhor quando Era solteiro mas você já namorava um pouco de construção que ainda vai ter mais ele só chegou numa construção mínima ok foi importante até e que quando era solteiro era melhor a vida
porque não tinha que ajustar as dos outros que é uma expressão que ele usou para definir a esposa dele a esposa dele é uma máquina que ele tem que ajustar PR vida ir bem percebam era melhor quando era solteiro Esse é o desejo reprimido a admissão o Questionamento da ideia de si que na primeira sessão eu pergunto por você está casado ele me dá uma resposta linda ok válida Claro alguma coisa em você acredita nisso Qual o problema do eu é assim é a parcialidade tá deixa eu continuar aqui porque senão não vou terminar a
aula e vou ter que dar aula até 10 da noite vocês não vão me fazer da a 10 da noite não jamais n vou ficar Aqui nomes próprios a recapitulação das condições para o esquecimento de um nome acompanhada a lembrança falha fornece Portanto o FR vai dizer o seguinte é bem importante fazer uma diferenciação aqui também eu posso esquecer um nome e esse nome não necessariamente esse esquecimento ser um at falho tá o ato falho ele tá submetido a algumas regras se assim eu posso dizer ou alguns direcionamentos um exemplo vamos dizer que ã quem
eu vou Usar aqui a o Mauro me apresentou um amigo dele que eu vi uma vez no final do ano retrasado e que falou o nome quando apertou a minha mão se o Mauro vir para mim e falar assim Henrique Você lembra do Alberto e eu não lembrar não é necessariamente que o Alberto é alguém de um conteúdo recalcado reprimido meu eu não lembrei Então isso é bem importante eu posso não lembrar de um nome por não ter familiaridade com esse Nome eu posso esquecer uma coisa e não camente ser uma out falha como é
que nós vamos diferenciar Além disso aqui que tá escrito nós vamos diferenciar a luz do conteúdo reprimido a luz da biografia particular de cada um o Freud vai escrever quando há uma certa predisposição ao seu esquecimento Olha que interessante O que seria uma predisposição ao esquecimento Eu já falei aqui por exemplo né é que não tem agora nenhum nome aqui cadê tem alguma é Ó por exemplo tem tem uma moça chamada Vanessa Lopes aqui Raquel e Vanessa são dois nomes de mulheres que eu não costumo lembrar então Vanessa Se algum dia eu esquecer o seu
nome você já já tô até justificado eu eu tenho essa eu tenho uma predisposição a não querer lembrar porque é um nome de duas mulheres que me trazem um conteúdo específico da minha biografia da minha do meu recalque perfeito então há uma Predisposição a esse esquecimento segundo um processo de repressão pode ter ocorrido um pouco antes ou seja eu posso estar ali por exemplo né sabe quando um mentiroso vai contar a mentira e sei lá vai contar onde é que ele tava tava traindo tava mentindo tava em outro lugar quando eu já penso que eu
não posso falar o nome né Não posso errar eu tenho que reprimir para falar certo isso pode acabar também o tiro sai pela culatra né porque vai ter um problema em Eu queria esquecer uma coisa e eu queria falar outra E aí vai ter essa confusão aquilo que eu queria esquecer intencionalmente eu não esqueço então Freud vai col isso e aquilo que eu queria esquecer eu acabo falando e o terceiro a possibilidade de estabelecer uma associação externa entre o nome em questão e o elemento Ant reprimido ou seja aqui só para terminar ao lado do
esquecimento simples nomes próprios também ocorre o esquecimento que é Motivado por calcamento não é qualquer ato falho que será o ato falho o ato falho está submetido então a essa pré-disposição a repressão e a associação externa tende a haver um por detrás da falha de compromisso tá volto a dizer se me falarem de um nome que eu vi uma vez em algum momento e não lembrar ou vocês não lembrarem isso não se não é forte senão a gente vai banalizar o falho se eu esqueci o nome De um tempero que eu vi uma vez na
vida Sei lá o tempero URI ou eu confundo Tim com orégano Existe uma grande relação de recalcamento de dificuldade de conteúdo sexual reprimido entre o TIM tiure e o orégano ou eu sou alguém que tenho pouco repertório na cozinha não pego muito tempero vejo os dois são verdes mesma textura quase mesmo cheiro e eu confundo então não sej não não banalizamos o termo tá não banalizamos o Conceito esquecimento de palavras estrangeiras aqui tem outro caso também do do do Freud que ele vai dizer de um rapaz que conhecia ele era um rapaz muito estudioso ele
errou um termo em latim para o o um texto do Dante alig guier E aí o Freud vai dizer para ele né o rapaz diz assim nossa não sei como eu Pudo esquecer esse termo e o Freud vai dizer apenas preciso L pedir para me comunicar sinceramente e sem crítica isso aqui é o mais importante tá tudo Que lhe ocorre quando o senhor dirige atenção sem propósito determinado Opa para a palavra esquecida Pera aí que às vezes o o deixa eu apagar tud a tinta aqui pronto né então sem propósito sem crítica e com a
palavra esquecida E aí o Freud vai fazer uma análise O rapaz vai falando e o ato falho que ele fez o texto do Dante estava associado a uma menstruação da sua esposa ou da sua namorada que ele não queria lembrar né que ela podia ficar grávido ess era um Conteúdo que ele queria afastar e por isso ele comentou at falho quem quiser depois lá confere porque é um tanto quanto sofisticado Então olha só aqui o Freud vai nos dar a deixa de como realizar no atendimento eu quero que você me comunique sem crítica sem propósito
determinado para que não haja uma pressão sobre essa palavra que foi esquecida então quando eu estava dizendo anteriormente eu tava lá ontem na aula Como eu tava em aula evidentemente não ia parar faz reflexão porque Qual que é a palavra próxima de dissimulada que tem uma ideia de que as pessoas ficam sabendo É só isso que eu conseguia a assimilar era uma palavra que tinha dois s e e tinha uma ideia de começar e tinha uma ideia de propagação de informação e ao invés de falar disseminado eu falei dissimulado então se eu tivesse um trabalho
analítico com um analista o analista diria isso para Mim Henrique fala de forma né sincera sem crítica sem propósito Sem Peso o Por que você falou que esse feriado é um feriado simulado e depois a gente vai chegar no que você queria dizer tá ficamos conhecendo um segundo mecanismo de esquecimento a perturbação de um pensamento por uma contradição interna provinda ao âo do âmbito do recalcado essa palavra perturbação de um de um pensamento por uma contradição interna é fantástico tá tal qual disse Anteriormente a vocês que como marcuse uma vez escreveu no livro ao civilização
segundo Freud a história do homem a história da sua repressão é de suma importância que nós conhec que que nós que a gente conheça as internas aquilo que perturba a vida de alguém porque é na perturbação é na contradição interna que nós teremos os rastros do recalque e portanto os rastros do saber que está sendo ignorado por perturba por incomoda por uma Contradição porque eu digo uma coisa e faço outra né como diz o rapaz lá não sei se esse é um meme ou ele tava concorrendo para algum cargo ele diz assim eu sou de
falar não sou de fazer perfeito vai tá muito sincero nem foi um ato falho né então esse aqui é o método tá guardem aí apliquem nos seus pacientes quem for futuramente ou assim mesmo nas análises Gabriel pode comentar Henrique você vê alguma dificuldade maior porque por exemplo tem Unos Pacientes que vem da psicanálise tem uns pacientes que procuram psicanalista sem saber muito bem o que esperar desse desse processo você vê uma dificuldade maior em fazer com que essas pessoas elas se atentem a a esses Deslizes que cometem porque a maioria das pessoas eu acho que
não são da área da psicanálise vão tentar descredibilizar isso não dar essa atenção né Isso é Gabriel eh a experiência vai dizer que existe uma probabilidade como por exemplo is Analisando que quando Ele comete o ato falho ele não veja como algo falho quer dizer ele percebe que houve algum tipo de de descompasso mas que faz parte e aí o analista vai ser aquele que vai dizer que isso não faz parte quer dizer faz parte mas não do jeito que você tá colocando então a experiência vai dizer que sim entretanto existe um lado bem curioso
também que pode acontecer e acontece mais do que a gente sabe de Pessoas que usam da psicanálise para resistir A análise isso também é muito comum né então por exemplo quer ver uma coisa eu posso usar da livre associação para não livre associar Porque tem uma diferença entre livre associar e tagarelar tagarelar é você falar um monte de coisa sem parar livre associar é você falar um monte de coisa sem parar e pensar no que você tá falando Tem gente que usa uma hora falando demais e não faz Análise análise é desabafo análise É bar
análise é tagarelar quando o lac dizia senta aí tagar pelos cotovelos o ato de tagar eu tô falando sério porque certo porque essa palavra costuma Errar É tagarelar né Tá certo né tagarelar o a tag lirice ela só é válida quando alguém pontua interrompe né a pretensa lógica então acontece também Gabriel das pessoas que vão estudar estudam muito e usam do seu conhecimento para para frear Um exemplo bem bobinho ah a pessoa tem um sonho aí acabou de ler o interpretação sonhos é então Henrique Porque eu tive um sonho né que não tem a ver
com o edpo né como FR vai escrever porque eu sei que tava querendo matar meu pai então segundo EDP o o segundo interpretação dos sonos página 595 isso tem a ver com eu querer matar o meu pai e então é por isso que eu sonhei isso o analista deve chegar e falar assim então tem só uma questão o Freud não é Deus Interpretação do sonos não é a Bíblia que isso porque o o cara escreveu em 1900 você teve um sonho parecido é isso não você tá usando a Teoria para não pensar entendeu deixa eu
ver o que que já escreveram Ah então tá vendo aqui ó tá escrito Se for assim dei o livro não de fazer análise análise é movimentação é uma linguagem Viva o texto é uma referência não é a verdade a verdade é o Que está analisando no discurso ainda ainda que não tá descoberto Eu uso o texto para me referenciar fundamentar desenvolver repertório eu trouxe para você semana passada aqui que eu terminei a aula falando de sonhos o que o Freud coloca de sonh de nudez sonhos de morte sonhos que você tá caindo é pouco todo
sonho de nudez é um sonho exibicionista toda vez que eu sonho que alguém morreu Quis a Morte dessa pessoa é muito pouco é é é é o cont contrassenso da experiência analítica que Visa o particular Visa aquilo que eu não vou encontrar no outro discurso é igual um contrato sabe você já viu um contrato que dizer assim esse contrato é intransferível é a mesma coisa pros analisandos o seu conteúdo é intransferível você pode colocar dois obsessivos que podem falar praticamente a mesma coisa mas um conteúdo do outro é intransferível a gente tem Fundamentações e a
essas fundamentações nos colocam no lugar de não certezas mas hipóteses muito bem fundamentadas agora a particularidade nem resiste né n Maria edard já continuo mar edard você quer comentar alguma coisa ou não se você quer comentar você tá sem áudio não é que tá eu eu tô caindo por isso não eu só ia comentar que acho que todo mundo viu ou ouviu falar de uma jornalista da Globo Que que a Globo vive falando bem do presidente do governo do Lula tal e aí de repente assim não ela falou assim não dá mais para esconder sei
lá o que desse governo desse Presidente não sei do quê mais relativo ao PT entendeu então a não dá mais para esconder ela não queria falar isso como eu um ato falho em plena Globo assim né Nacional sim sim achei bem interessante isso é sim isso é muito comum né em em por exemplo falas eh Políticas né E por que que é interessante a Por que que na política é tão comum né primeiro porque quando você imagina né Não sei se alguém aqui já foi político ou relacionado com algum político você tá ali diante de
uma câmera tem um script e ali você é obrigado a concordar com esse script né a seguir na linha é aqui é é é o que eu tava explicando anteriormente aqui ó no no no compromisso pensamento reprimido é força Repressora tem que dar certo eu não posso dizer alguma coisa inapropriada quando o eu teve agora na na nessa nesses últimos debates qual que foi mesmo a candidata lá da da agora esqueci o nome dela teve a Soraia qual que foi a outra mulher foi também ficou em quarto no quarto lugar depois o Ciro Na verdade
até passou o Ciro não lembro agora que tá ingressou o governo Simone te ela chegou e falou PR a a tronique né a candidata bolsonara e Prontamente corrigiu-se né Não não vou comparar você a coisa ruim e tudo mais né Então esse daí seria um um um um viés para n maravilhoso Quais são suas seus reais pensamentos sobre a Soraia você acha a soria conservadora você acha a soria bossal como bolsonaro E é claro você só poderia falar isso no ambiente né reservada análise não é rede nacional mas a política é um lugar perfeito para
tal esquecimento de nomes e sequências de palavras PR vai escrever quando Analiso os casos de esquecimento de nomes observados em mim mesmo descubro que o nome retido tem uma relação com o tema que diz respeito de mim que diz respeito de perto a minha pessoa e é capaz de provocar em mim afetos fortes muitas vezes agradáveis o nome subtraído tocou em um complexo pessoal em mim então aqui o Freud só continua essa ideia a principal intenção do aparelho psíquico Ego e superg é evitar o despertar do desprazer através da Recordação então aqui é uma noção
já conhecida né de vocês uma das principais funções do ego eego o despertar do Prazer através da Recordação É por isso por exemplo quando a gente vai estudar neurose obsessiva o frud vai vai vai explicar muito bem a cisão que o obsessivo faz entre representação e afeto o obsessivo consegue muito facilmente desligar da representação né então ele amava muito uma coisa amava muito alguém houve um término houve um Trauma houve uma separação bruta ele consegue do dia paraa noite nunca mais ver a representação então o afeto permanece o afeto nunca recado isso tá em Freud
e o lacão continua das poucas coisas inclusive que o Freud labora e o lac continua o afeto não é recalcado Então esse cara essa Muler vai mudar a representação mas vai sonhar vai mudar o objeto mas vai sentir tá o que muda é a representação igual a ideia da pulsão a pulão permanece o que vai mudar o Destino dela tá então aqui permanece a mesma ideia São Lembranças da Infância e lembranças encobridoras as lembranças da de Infância indiferentes devem sua existência a um processo de deslocamento elas são substituto na reprodução de outras impressões realmente significativas
cuja recordação se pode desenvolver a partir delas mediante análise psíquica mas cuja reprodução direta é impedida por uma resistência a partir de diversos lados somos forçados A supor que na chamadas primeiras lembranças da infância não possuímos a marca minica real mas uma elaboração posterior dela uma elaboração que pode ter experimentado as influências De múltiplas potências psíquicas posteriores aqui o Freud vai dar uma pequena explicação né a essas lembranças da infância que nós não lembramos né as recordações de difícil acesso em que em parte Inclusive tem todo um estudo tem todo acho que uma fundamentação bem
mais Sofisticada da neurociência que até os nó do zero ao três 4 anos nós não temos uma habilidade de fato Clara sobre as nossas memórias então é é muito comum a maioria das pessoas não lembraram o que aconteceu antes dos seus 5 se anos e aqui a a ideia que o Freud colabora é que a gente não possui essa marca minica o que é essa marca minica é a marca da impressão de fato Ou seja quem é que estava na cena o que que foi dito como é que eu estava Porque de fato a gente
Tinha pouquíssimo repertório pouquíssima formação inclusive de intelecto para que a gente conseguisse ter uma ideia do que que era aquilo né E aí se a gente for eh recortar pro ponto de vista a linguagem se eu perguntar para uma criança de 3 anos o que aconteceu se ela não sabe que pai é pai mãe é mãe adulto é adulto pastor é pastor professor professor como é que ela vai descrever aquilo que ela não tem repertório tá então aqui é só uma ideia de que ah nós não lembrarmos De algumas coisas não necessariamente eh eh deve
ser alguma coisa enorme né não isso aqui é até parte esperada o Freud vai colocar os lapsos de fala até vou começar a citar alguns exemplos o que força a lapso da fala e até mesmo a substituição do que se pretendia dizer pelo seu oposto é a autocrítica a oposição interna à própria declaração expõe a insinceridade interior o lapso de fala torna-se aqui um meio mímico de expressão porém muitas vezes para Expressar aquilo que não se queria dizer o meio de autodenúncia e aqui eu vou ler para vocês o exemplo do tio com a sua
família que está na página 119 segundo a edição da lpm ol Olha que exemplo engraçadinho de at falho temos um tio que a meses já está bastante ofendido porque nunca o visitamos quem não tem um tio que não manda né poxa saudade né de você quando você era pequeno você me amava quem não tem esse tio sua mudança para uma casa nova Não Serve de pretexto Para fazer-lhe uma visita depois de muito tempo ou seja o tio que reclama mudou para mais perto de mim então agora como é que eu vou dizer que eu não
vou vê aparentemente ele se alegra muito conosco dizendo com bastante emoção na despedida o tio daqui por diante espero vê-los ainda mais raramente do que até agora olha que a f brilante o tio que reclamava que ninguém ia ver se muda pro sobrinho quando encontra o sobrinho diz espero vê-lo ainda mais raramente ou Seja espero que você continue sem me visitar então aqui é uma beleza né é uma genialidade né do at falo de autodenuncia Ou seja eu não queria dizer isso mas eu me entreguei então aqui seria uma Qual é uma possível interpretação falou
da boca para fora falou por carência falou por Charme falou para se comparar com alguém na verdade né aparentemente você quer ver os seus sobrinhos mais raramente ou seja né com maior distância Felipe olha Eh confundir meu nome de novo eu vou achar que a tu falha hein diga-me ai Felipe não Henrique mas é mesmo eh o que o que que por que que a representação imagética psíquica não é o afeto veja só e então o que que é o que que é afeto Então calma é só o sentimento aí já tá hã ideia a
ideia é o seguinte aquele conceito anteriormente do que eu expliquei lá atrás do fundamento da catexia que é a Representação de alguma coisa qual que é a noção e e e e eu devo confessar né partilhar com vocês de que seja na obra fridan ou até na obra lacaniana inclusive uma das críticas mais contundentes faz lcan é que Lacan não elaborou a questão do afeto e tudo mais porque afeto é uma coisa bastante difícil de de de explicar mas sumariamente seria o quê o afeto seria aquilo que eu sinto bem de um campo subjetivo mesmo
pode se traduzir num Campo de emoção de sentimento de sensação é como se feta enquadrasse tudo isso tá no campo de uma experiência sensorial sensitiva em que para ser Consumado para ser realizado precisa da sua orientação o que isso quer dizer eu começo a gostar de alguém e eu não falei com essa pessoa ó eu na verdade eu vou vou melhorar eu começo eu ten uma analisando de 14 anos que o grande objetivo até o final do ano nós já combinamos isso é Ela beijar uma boca porque se você não beijar uma boca até o
final do ano não te atendo mais porque você é uma pamonha é uma tona que não beija na boca porque tá cheio de de de sei o qu para beijar e tudo mais ela tem o desejo de beijar na boca agora ela não pode beijar sozinha o beijar da boca precisa de uma representação um menino uma menina uma outra boca para que aquilo que eu sinto se consolide então o afeto é essa Experiência que nasce em nós mas que só vai ser concretizado no encontro com outro eu posso sentir que eu amo alguém mas eu
só vou saber quando eu me encontrar com esse outro eu tocar esse outro quando ouvir esse outro sentir esse outro senão eu tô falando de uma ideia completamente por isso que assim o o a filosofia eu posso aqui pensar se uma lei se lei é justa ou injusta isso não é afeto afeto em nada é uma concepção Abstrata eu isso vai me afetar se eu pensar que a injustiça existe que tem pessoas passando fome e a ver as pessoas passando fome eu fico triste agora a tristeza tomou o lugar porque ela teve uma representação ela
se consolida por que é tão difícil atender melancólico porque o melancólico carece de representação o melancólico é triste por ser triste essa a dificuldade o poema de viní de Moraes eu sei que você é linda e Em ti tenho todos os prazeres do mundo eu sei que a vida é bela mas a acontece que eu sou triste melancólico vai ser triste e não vai encontrar representação por isso é dificuldade mas pera aí você tá Você tá triste por quê Ah pergunta pro melancólico Como assim tô triste triste pela vida TR ise que eu existo Eu
terminei de ler agora o livro do Fran Sabina encontro marcado né e ele é um melancólico brilhante ele vai dizer assim né da Morte eh eh eh nascemos para Morrer desde que a gente nasceu já tá acostumado a morrer por que que eu não morro logo então assim por que o que aconteceu nada eu tô vivo por que que eu não morro né então Maria Eduard todos que me escutam o afeto seria essa primeira experiência tá de sensação de sentimento de emoção que para se consolidar encontra o outro Quando perco esse outro Essa Experiência primeira
permanece muda-se a representação eu reprimo eu Consigo reprimir a representação então eu amava a fulana a fulana na minha vida eu não vou pensar mais nela agora quer que eu não vou deixar de sentir eu posso apagar das redes sociais não ver mais foto não ver mais vídeo não entrar em conversa não saber dela não perguntar para ninguém agora deixar de sentir Como diz um amigo meu né Quando você vai colocar o o a cabeça no travesseiro Você sabe né você vai sentir o que só vai sentir Então é isso então o que a gente
Desloca o que a gente reprime é a representação do afeto o afeto por ser só não por isso que depois a pessoa vai reprimir e vai sonhar vai Prim com fal e tudo mais tá página 123 né o o deixa eu ver aqui se tem um exemplo todo é eu eu vou ler aqui do livro tá um pai que não possui qualquer sentimento patriótico e que também quer educar seus filhos sem essa sensibilidade que lhe parece supérfula reprova lhes por participarem de uma manifestação Patriótica rejeitando com essas palavras o fato de invocarem o mesmo comportamento
de um tio é justamente ele que vocês não devem imitar afinal ele é um idiota o rosto espantado das Crianças com esse tom incomum do pai chama a atenção dele para o lapso e desculpando o pai vai observar É claro que eu quis dizer que ele era um patriota e não um idiota tá então é um outro exemplo de como a autocrítica que vai surgir A autodenúncia então o pai aqui estava Dizendo seus filhos o meu seu tio é um idiota quer dizer não idiota ele era um patriota pode pensar que as duas coisas são
suficientes para ser idiota e por isso não não quer então a autodenúncia aqui vai ser Clara lpso de leitura de escrita o fato de para os Eos de leitura de escrita valer os mesmos pontos de vista e observações Vas para osos de fala não é de admirar dado Estreito parentesco entre Essas funções lpso de leitura isso Aqui é um exemplo pessoal do Freud quando passeio pelas ruas de uma cidad conhecida durante as férias cometo um leitura onde leio antiguidades em cada tabuleta de loja que me cal encontrar nisso Expressa o gosto do colecionador pela Ventura
aqui é só um o o e essa explicação no português não faz tanto sentido porque na palavra em alemão antiguidade é mais próxima então o Freud ele ele vai ver uma loja a loja tem uma Palavra em alemão que parece antiguidade mas não é como Freud gosta de colecionar antiguidades Ele lê antiguidade ali tá mas esse lapso aqui da da parte 159 ele é mais interessante para entendermos Ernest Jones né fiel escudeiro de Freud comunica o seguinte exemplo de lapso escrita que foi transmitido por a Abril um paciente mandou a A Carta ao Dr brill
que é um analista na qual se esforça por explicar seu nervosismo atribuindo a preocupação e irritação com o andamento Dos negócios durante uma crise de algodão então um analisando mand uma carta para analista expressando quant el nervoso por causa uma crise de algodão isso vai atrapalhando seus negócios nessa carta ele vai constar está em inglês L ingl expli Wave a tradução seria meu problema se deve inteiramente a essa maldita onda de frio onde não hes onda que é de fato que significa Onda em inglês e é uma tendência ao mercado financeiro né que vai por
ondas e tal só que ele acontec que que ele escreveu né na verdade ele não escreveu Wave e ele escreveu wife que é a esposa então a preocupação dele é aqui né todo todo o problema se dá devido a essa bosta dessa esposa né Essa maldita esposa que não tem semente nenhuma e a isso dá um trabalho analítico muito interessante o que é importante pontuado para que a gente não Cai numa banalização eu escrever uma palavra errada não necessariamente é um ato falho de escrita eu ler uma palavra aqui funções funções não necessariamente um ato
falho de leitura o ato falho de escrita o ato falho de leitura estará submetido a aquelas regrinhas que tava colocando tá a predisposição conteúdo recalcado da biografia particular nesse caso ao confundir o Wave Pro wife tinha um contexto no caso de brigas e tal que o Cara não queria admitir que na verdade o problema dele não era as ondas do mercado e sim a sua esposa tá então guardem essa ideia para que a gente não banalize o o atfal de leitura o Ah eu tinha cometido um atfal de leitura tão engraçadinho às vezes eu cometo
eh não lembro agora ó tá vendo V não lembra agora Ah mais um falha Ah vocês que que façam o que vocês quiserem né mas enfim então guardem essa essa essa interpretação ações sintomáticas e Casuais erros ações sintomáticas elas expressam algo que o próprio agente não suspeita nelas e que via de regra não pretende comunicar e sim conservar para si Então qual que é como é que eu sei que é um ato falho Professor quando essa ideia deveria eu queria que ela ficasse conservada é famoso eu queria que fosse segredo por isso que não é
todo lpso que vai ser um ato falho óbvio não tem se eu erro e não tem uma vergonha não tem um espanto não tem Uma dúvida não é uma falho é lpso a gente erra confunde você dá para ir num idioma novo e você escreve errado ah tô aprendendo inglês em invés de escrever wife escrevo Wave você escreveu aprendendo em inglês outro idioma outra palavra outra semântica outro construção Então qual é a ideia eu não suspeito não queria dizer queria conservar desempenho assim exatamente como todos os outros fenômenos considerados até aqui o papel do Sintomas
a força psíquica do ódio Ah aqui já explico isso aqui tá é um é um exemplo pessoal erros quantos devem Recordar alguma coisa alguma outra coisa que não fato de nossa própria vida psíquica aqui o vai citar o Gu cita um autor que diz onde ele faz um gracejo aí é um problema escondido aqui já é uma certa um Prelúdio para o que vai vir no shist tá que eu vou comentar semana que vem aonde onde há um gracejo há um probleminha escondido deixa isso aqui PR Semana que vem eu peguei essa aqui do do
do Força psíquica do ódio porque ao longo do texto o Freud vai usar o ódio como uma força muito interessante algo muito válido para nós pensarmos o recalque Por quê eu escrevi isso a no Instagram e eu trago aqui a ideia para vocês tem uma definição de ódio bem legal que até Darlan você você comentou de uma psicanalista alemã que vai trabalhar Acho que uma noção parecida com essa ideia eu não extraí Dela não Ali mas é bastante válida também o ódio é o desejo pelo reconhecimento ou a busca pelo prestígio coincidentemente costumamos odiar quem
nós entendemos que não nos prestigiou quem nós entendemos que que não nos desejou como queríamos quem nós entendemos que não nos reconheceu tá então o ódio geralmente vai est associado a essa ideia de prestígio reconhecimento né O que é Curioso o ódio é algo tá até Como no senso comum vai dizer né o ódio cega o ódio corrói a frase lá do seu Madruga né como é que é eh a vingança como é que é Mata alma envenena agora esqueci a vingança nunca é plena mata alma e envenena Olha que interessante mata alma venena deixa
você cego louco e tudo mais loucura cegueira embaraço tudo isso são Campos férteis para o recalque Apareceu o ódio vai ser muito importante porque no ódio eu vou estar conectado de forma concreta aquilo que o indivíduo reprime porque a pessoa vai para nós com ódio muito bem estruturado eu odeio ela porque ela falou isso de mim eu odeio ele porque ele terminou comigo o mais importante é que não haverá o entendimento de que eu me pareço com quem eu odeio E aí vem a psicanálise zer você se parece com quem você odeia muitas das vezes
para não dizer Sempre esse ódio que você tem pelo outro é justamente uma coisa que você reprime em ser Eu já comentei isso e eu e eu repito aqui né guardado todas as inúmeras proporções né possíveis das análises sobre essa figura do Jair Messias bolsonaro mas é indiscutível que muitas pessoas cultivam o ódio ao bolsonaro ou cultivavam mais o ódio ao bolsonaro porque o bolsonaro fala sem julgar o que ele fala mas ele consegue falar o que vem a cabeça dele o Bolsonaro pode ser milhares coisas ninguém pode dizer que o bolsonaro não é espontâneo
Na verdade tem até as críticas para dizer que el é espontâneo até demais se eu sou alguém que não sou espontâneo que tenho medo de ser cancelado que tenho medo de alguém me interpretar mal eu vejo um cara que assume que a que que que dirigiu o cargo mais importante de uma nação se a menor preocupação do que se ofender alguém se alguém é desinteressar se ia ser mal Interpretado se iam discordar isso gera muito ódio só que o ódio ele pode ser muito bem disfarçado deslocado tá então quando o Freud coloca aqui a força
do psíquico do ódio é certamente maior do que acreditamos né Ele está querendo dizer o seguinte tal qual a ideia do sintoma é uma ideia de uma ignorância sobre si mesmo né Não eu eu eu odeio ele ou ela e ele ou Ela é completamente diferente de mim Será porque para você odiar alguma coisa tem que ter alguma proximidade Eu já falei para vocês o ódio ele ele ele necessita de energia ele necessita de laço ele necessita de proximidade né Eu preciso ir numa rede social pesquisar o nome do fulano escrever não sei o quê
ir lá no comentário e e faz falar alguma coisa Poxa eu despendoar fazer isso então é importante aqui a gente também ressaltar o papel do óo para finalizar e dar tempo sobre determinismo crença no Acaso superstição e pontos de vista certa insuficiências nossas atividades psíquicas e certas funções que parecem desprovidas de intenção revelam-se quando lhes é aplicado o procedimento psicanalítico como bem motivadas e determinadas por motivos desconhecidos para a consciência Talvez uma grande Pergunta que vocês tenham à luz do frud né da opinião dele é verdade Freud vai escrever que acredito em acaso externo real
mas não em causualidade interna Psíquica já já vou explicar deixa eu explicar aqui porque eu de vu já vou entrar n outro lugar o Freud ele era adepto ele era crente da ideia de que o acaso existe o externo o que que é o acaso externo oras eu saí e aí eu tropecei eí eu tropecei esbarrei numa mulher comecei a conversar com essa mulher essa mulher virou a mulher da minha vida existe o caso Aconteceu tropecei sem querer querendo Sei lá eu num joelho de alguém tava passando a hora tudo casou e deu certo isso
é um ponto agora o Freud não vai entender não vai acreditar que existe a casualidade interna né psíquica ou seja o Freud não vai entender que o o o sabe esse negócio assim o meu inconsciente encontrou o inconsciente dela E aí eu tropecei no joelho dela e ela com a perna esquerda na hora certa isso não vai acontecer pelo menos na perceptiva Do Freud tá o inconsciente ele é algo intransferível tá ess particular que acontece numa análise então a a não haver a casualidade interna é isso para o Freud mas o acaso vai existir a
sensação do Dejavu corresponde em suma a lembrança de uma fantasia inconsciente a fantasia as oções di urnos inconscientes assim como a criações cons centes semelhantes que cada um conhece por experiência própria aqui eu vou abrir um ponto de de Exceção eu tive um ou dois de viio na minha vida tá eh e muito curioso assim de vez em quando tem algumas Sensações E assim a explicação do Freud ela é válida mas eu acho um pouco parcial volta a pontuar a psicanálise vai se afastar de uma forma geral a qualquer campo do misticismo né como a
da o de já viu muitas vezes interpretado como eh algo que eu já vi né Essa esse é o significado do termo né Eu já vi e eh e aí pode ter uma mensagem Secreta alguma coisa assim vai se distanciar a hipótese do Freud é que é uma fantasia inconsciente a a coisas que você pensa e reprime e pode acontecer e você vai ter a impressão de estar vivendo pela primeira vez mas você já viveu como eu acho que é uma experiência muito forte eu deixo aqui a abertura para quem quiser arguir que não eu
acho que deve ser algum a mais do que isso porque de fato é uma experiência bastante precisa O caráter comum aos casos mais leves os casos mais graves encontra-se na derivabilidade dos fenômenos a partir do material psíquico imperfeitamente reprimido que repelido da consciência não foi no entanto privado de toda a capacidade de se manifestar Então se vocês forem ver a a a psicopatologia da vida cotidiana né que vai associar Aos aos atos falhos de lapso de linguagem escrita auditivo ã de leitura eu acabei estando aqui mas De tropeços também de esquecimento de coisas né tudo
aquilo que não deveria falhar e falha por exemplo caso alguém tenha lido Charles Brenner o professor Brenner vai citar nesse nesse capítulo da dos atos falhos uma analizand dele que ele vai analisar um ato falho dela que ela comete um acidente de trânsito quando ela erra uma marcha de um carro sei lá ao invés de de colocar na quarta ela colocou na segunda e aí estava em alta velocidade o carro guiou e bateu e E isso foi traz isso paraa análise ele faz uma análise ali de por que ela errou a marcha do carro tá
então volta a pontuar uma coisa é essa mulher em trabalho analítico 10 anos de carta errar uma atividade que ela sabia outra coisa é uma pessoa que acabou de se formar e errar por isso que eu falei não sejam selvagens o mais importante é o ato falho vai se configurar como tudo aquilo que era uma ação que eu sabia fazer olha só tinha repertório para Fazer repertório de um saber intenção Clara do que eu queria fazer e por alguma razão inconsci segund hipótese freudiana saiu errado esse sair errado na verdade é um acerto e que
dentro de um trabalho analítico será investigado o desejo reprimido e aquilo que faz você questionar alguma ideia sobre si mesmo aquilo que você não queria comunicar aquilo que você gostaria que não fosse verdadeiro aquilo que você não gostaria que fosse denunciado aquilo que Se você Pudesse escolher teria guardado as sete chaves dentro do seu pequeno coração neurótico tá então todas as vezes que fomos pensar em Atos falhos temos que pensar segundo estes prismas espero então vocês como futuros analistas ou de quem já atende que a gente tenha esse cuidado e entenda seja na fala do
nosso própio analisando ou na nossa vida pessoal eh eh fazer essa essa interpretação lógica existe uma predisposição existe um recalque dentro De um contexto biográfico que a pessoa não queria comunicar fora disso você esquece você tropeça você lê errado você escreve errado tá e tudo isso é muito passível de acontecer porque a gente erra imagina né a gente tem todo mundo aqui tem pelo menos 20 anos de vida e a gente ainda tropeça não é todo tropeço que vai né fazer com que seja uma grande elaboração conscientizada Maria Duarte não é que pelos meus atos
Falhos algumas vezes eu eu fale eu já falei alguma coisa que eu não queria ter falado né Por exemplo que eu cometo muitas fal mas às vezes você faz uma cagada você fala uma coisa que não era para falar né E aí tipo eu percebo que parece que você às vezes quer quer quer na verdade trazer a verdade mas você não consegue Então ela te escapa e ao mesmo tempo você tem uma culpa por tá tá com aquele pensamento reprimido na verdade né Porque você pensa aquilo e e tanto Que ele sai né exato Essa
é a ideia né o at falho é um é resumido assim ele é uma verdade que não é para ter parecido né por isso que o analista é Nossa matériaprima por isso que o vou só finalisar com outro caso que eu prometi falar para vocês de uma analisando que ela falou assim elaa ela passou 10 do minutos da sessão falando o quanto que ela é uma pessoa mais madura o quanto que foi através da maturidade que ela melhorou o quanto que foi através da Maturidade que ela se tornou alguém que hoje ela tem orgulho e
ela me dá essa bomba maravilhosa olha Henrique eu não tenho mais maturidade para dispensar meu tempo vivendo mal aí eu falei Como assim tá não é eu falei maturidade mas é eu falei para despender me at vivendo mal né Ah não eu me confundi eu falei e vivendo eu uso a maturidade para viver bem aí eu falei PR Olha só você tava usando a maturidade atribuindo A maturidade é o fato de você Viver bem mas aí você falou que você não vai mais usar da maturidade para viver mal aí fez um trabalho interessante e aí
já é um um desdobramento significante né já é o Lacan eu eu trabalhei com ela o seguinte a maturidade tinha dois sentidos na sua vida tinha um sentido que é esse que você encontra hoje na vida adulta você mais lúcida você mais dona de si sabendo o que você quer só que houve um período da sua vida na sua adolescência que a maturidade foi Responsável pelo colecionamento doss seus sintomas Porque ela tinha que ser mais responsável com 1 anos de idade porque ela tinha que ser madura e a irmã dela não precisava ser porque ela
sofria mas não podia sofrer porque ela era madura então a maturidade não era só a luz do que ela vivia hoje a maturidade também tava a luz de conteúdo passado ela não queria lembrar que quantas e quantas vezes por ela ser madura ela não podia chorar ela não podia ao médico ela Não podia espernear ela não podia sofrer porque ela era matura percebem então Eh eh é um destrinchamento Tá de palavras conceitos que vão se veiculando na análise e com analía tem que ter essa atenção para que não deixe passar batido tá porque né Nós
somos psicanalistas porque aparentemente esse tal inconsciente Está cada dia dia sem dia também se manifestando e ele tá querendo dizer alguma coisa coisa e é legal de prestar atenção né pelo menos a Gente tenta prestar atenção um pouquinho e ver o que pode ser extraído disso tá bem legal maravilhoso semana que vem teremos uma das aulas mais legais que eu gosto que é as aulas da shist né sua relação com inconsciente as aulas todo mundo vai analisar as piadinhas todo mundo principalmente as minhas né Eu imagino vocês V que eu tô bem menos chistoso né
tá acontecendo comigo ele já anunciou essa aula faz umas três semanas do Xando por essa o dia em que você nos deixou abandonou né que você escolheu se internet caiu a Internet anos ao invés de compartilhar aqui da da da da da experiência acadêmica aqui juntamente com os nossos queridos alunos nãoé certamente mas bom até lá vocês vão me analisar e aguentar Tá bem mas eu espero que vocês Durmam bem Espero que vocês tenham um bom fim de noite e se der tudo certo a gente volta daqui 7 dias tá bem depois eu